PARA CADA ORDEM, UM CAOS.
TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO
SUTURA - FARMACIA VIVA TIPO III ADRIANA MEDEIROS PEREIRA ORIENTADORA: PROFA. DRA. VERA SANTANA LUZ BANCA EXAMINADORA: BEATRIZ ARANHA FRANCISCO FANUCCI PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE EXATAS, AMBIENTAIS E TECNOLOGIA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DEZEMBRO 2017
O corpo rasga, a gente O corpo é casa.
O território se rasga ou é rasgado. O rasgo abre caminho O rasgo divide O rasgo segrega O rasgo sangra
sutura casa abrigo lugar terra território
.sutura
Dedico esse trabalho ao professor, mestre, doutor e amigo Manoel Lemes, por nĂŁo ter me permitido desistir. Obrigada
Chamomilla officinalis
INDICE INTRODUÇÃO ALÉM DA NOMENCLATURA ONDE ESTOU PORQUE SOU COMO SOU COMO ME SUSTENTO REFERÊNCIAS PROJETUAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
INTRODUÇÃO “A saúde é direito de todos e dever do Estado(...)”. Artigo 196 da Constituição Federal Habitação, educação e saúde. Essas são as três palavras que primeiro vem à mente quando pensamos nos equipamentos mais básicos na formação de uma comunidade urbana. Sem o primeiro, não existe a comunidade em si, o segundo está diretamente ligado com o desenvolvimento dessa comunidade e o terceiro, por muitas vezes, acaba sendo postergado. Apesar do sistema único de saúde (SUS) alegar beneficiar mais de 90% da população brasileira, ainda é comum mesmo em grandes metrópoles como São Paulo, que os beneficiados tenham que se deslocar longas distâncias para conseguir atendimento público gratuito, principalmente em bairros mais carentes ou afastados da área central, dificultando o acesso dessas pessoas à saúde. Tentando diminuir a necessidade de atendimento médico e aumentar a saúde da população, o Ministério da Saúde (MS) criou vários programas ao longos dos 20 anos de
SUS que objetivam a educação e instrução da comunidade a levarem uma vida mais saudável e minimizarem a dispersão e contaminação de doenças transmissíveis. Dentre as propostas do MS, foi aprovada em 22 de junho de 2006 a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, e em 2010 foi instituído o programa “Farmácia Viva”, que mesmo não tendo um foco na educação sobre a saúde, tencionam a mesma, porém no âmbito da medicina natural. Tal política é resultado de considerações sobre a Conferência de Alma-Ata, em 1978, as recomendações da Organização Mundial da Saúde, a Constituição Federal e a Lei nº 8.080/90, assim como o potencial do Brasil para desenvolvimento do setor de plantas medicinais e fitoterápicos e a necessidade de inserção do desenvolvimento sustentável na formulação e implementação de políticas públicas, entre outros fatores.
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Embora a cidade de São Paulo seja uma metrópole amplamente urbanizada ela se encontra margeada à norte e à sul por duas importantes massas vegetativas, a Serra da Cantareira e a Serra do Mar, e sendo o Brasil o país que detêm a maior biodiversidade do planeta, em torno de 20% do total mundial segundo o Ministério do Meio Ambiente, aumenta-se assim a importância da criação de políticas pública voltadas à esfera ambiental. Nesta linha, a educação da sociedade civil com relação a medicina natural é de grande importância, não só do ponto de vista da preservação ambiental, já que este tipo de educação promove a conscientização e a tomada de ações mais verdes com relação ao ambiente natural, mas também ajuda no desenvolvimento de comunidades, ao protege-las de doenças disseminadas no ambiente, fortalecendo-a e promovendo seu desenvolvimento mais sustentável. Assim sendo este trabalho visa a criação de um equipamento de Farmácia Viva na zona sul de São Paulo, em uma área que deveria ser de proteção ambiental permanente, mas que, no entanto, está vastamente ocupada devido à uma demanda urgente de habitação.
São Paulo, Serra da Cantareira e Serra do Mar
ALÉM DA NOMENCLATURA Da necessidade de cuidar da população, um equipamento de saúde. Da necessidade de mostrar a importância da vegetação, medicina natural. Da necessidade de preservar os mananciais, um guardião. Da necessidade de restituir mata, uma sutura. O projeto Sutura é um equipamento de Farmácia Viva Tipo III, programa do Ministério da Saúde que propõe o cultivo, coleta, processamento, armazenamento de plantas medicinais, assim como a manipulação e dispensação de preparações magistrais e oficinais de plantas medicinais e fitoterápicos*. Esse programa deriva da necessidade de se criar alternativas para promover a saúde da população, principalmente em áreas de vulnerabilidade social, pauta que foi discutida na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde - Alma-Ata, em 1978. O tema medicina fitoterápica foi escolhido pelo fato de o projeto estar situado em uma área de fragilidade ecológica. Preservar a natureza, principalmente em áreas de mananciais, é importante por muito motivos, por isso cada equipamento enunciado no projeto urbano, independente do seu programa, traz a temática socioambiental. Nesse caso, é abordada a importância que a vegetação tem no campo da saúde com a medicina fitoterápica, não apenas distribuindo os medicamentos, como também instruindo e educando a população sobre a prática, dentro dos limites exequíveis por leigos. No campo social, o projeto visa atender a população do Jardim Ângela, área pouco provida de equipamentos de saúde e de difícil deslocamento para centros mais urbanizados e equipados.
* Segundo a Portaria N 866, de 20 de Abril de 2010 – Ministério da Saúde
UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 0
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LINHA DE PRESSÃO LINHA GUARDIÃ TRANSPORTE PÚBLICO ÁREA DE INFLUENCIA DO PROJETO N
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Seguindo as diretrizes ambientais propostas no projeto urbano para o distrito do Jardim Ângela, o projeto se faz um equipamento guardião**, um equipamento público necessário à população, que se implanta em uma área de proteção ambiental, ocupandose minimamente do território fragilizado. O guardião insere a população dentro da mata, porém de forma pública e coletiva, para que esta possa ajudar a zelar pelo espaço, impedindo novas ocupações irregulares na área influenciada pelo projeto, através da conscientização da comunidade. O nome SUTURA surgiu do território e sugeriu o projeto. A área escolhida para a proposta fica no meio da floresta, porém, em uma porção desmatada dela, onde se viu a necessidade de reflorestamento junto com a criação do projeto, que carregou seu conceito de sutura para o desenho, costurando a parcela de mata destruída.
Havia um rasgo na mata, um corte profundo de cima a baixo, deixando uma cicatriz no verde. Três pontos, três volumes, se fazem sutura para estancar a ferida.
1° CASO: REALOCAÇÃO
2° CASO: GUARDIÃO
3° CASO: GLEBAS PROTETORAS
3° CASO: GLEBAS PROTETORAS + GUARDIÃO
** Termo apresentado no projeto urbano - ver imagem à esquerda
SUTURA (sem escala) ESTRADA DA CUMBICA LINHA GUARDIÃ PARQUE ESTADUAL GUARAPIRANGA BAIRRO CIDADE IPAVA BAIRRO CIHÃCARA FLÓRIDA
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1.5 km
ONDE ESTOU O projeto se localiza no bairro Cidade Ipava no Distrito do Jardim Ângela, dentro da área onde foi desenvolvido projeto urbano FUNDÃO - Jd Vera Cruz* na escala de maior abrangência. O bairro cobre a maior parte da península meridional da represa Guarapiranga e antes de ser rodeado pela água, é margeado por vegetação. A via de acesso principal para o bairro é a estrada da Cumbica que fica à norte do bairro e se faz ponte em uma pequena parte afim de vencer um estreito, onde o corpo d’água avança no território e marca a localização do Parque Estadual Guarapiranga. Outra maneira de se acessar a península é atravessando o bairro Chácara Flórida, porém os viários são de dimensão local e característicos de área rural, uma vez que o bairro é exclusivamente residencial com pequenas chácaras e sítios. O projeto Sutura ocupa uma área dentro da mata ao sul do bairro Cidade Ipava, local já indevidamente apropriado por moradias irregulares, que de acordo com o projeto urbano deverão ser desapropriadas, realocando as famílias no projeto Conviver**, em comunidades rurais no cinturão agrícola, ou em áreas de reapropriação no centro de São Paulo. Seguindo as diretrizes ambientais elucidadas no projeto urbano, a Sutura tem uma taxa de ocupação muito baixa, se apoiando minimamente no território, garantindo assim o reflorestamento do restante das áreas desapropriadas.
*Projeto desenvolvido em grupo durante o primeiro semestre de 2017 ** Projeto da aluna Camila Borges (ver Memorial Urbano)
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LINHA DE PRESSÃO
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200m
SITUAÇÃO ATUAL
LINHA GUARDIÃ
PROPOSTA
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200m
PORQUE SOU Tendo em vista que todo o distrito do Jardim Ângela se encontra em área de mananciais e de fragilidade ecológica, toda área passível de reflorestamento e proteção ambiental, deverão assim ser garantidas. Para isso a implantação do projeto se limita a uma pequena área dentro da faixa de contenção proposta no projeto urbano, entre a linha guardiã e a linha de pressão (imagem 1). Essa linha de contenção tem como propósito manter a vegetação intacta, protegendo as nascentes e os cursos d’água que abastecem a represa Guarapiranga, a segunda maior represa da cidade de São Paulo, assim como a vegetação nativa.
Próximo à área de implantação do projeto Sutura existe a proposta de criação de um porto, de acordo com o plano urbano, capaz de dar suporte para o equipamento na dispensação dos medicamentos produzidos na farmácia viva para diversas Unidades Básicas de Saúde na cidade de São Paulo, assim como receber pacientes de outros bairros do distrito.
COMO SOU ESTUFA LABORATÓRIO CASA DE CHÁ
O programa arquitetônico segue os requisitos mínimos necessários apresentados na resolução RDC – N 18, de 3 de Abril de 2013, referente às práticas de processamento e armazenamento dos produtos em farmácias vivas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo eles: I - área ou sala para as atividades administrativas;
URBANIZAÇÃO
II - área ou sala de recebimento; III - áreas ou salas de processamento; IV - área ou sala de armazenamento;
GUARAPIRANGA
V - área ou sala de controle de qualidade; VI - sala ou local de pesagem de matérias-primas;
AURORA
VII - sala (s) de preparação; VIII - área de dispensação; IX - vestiários; X - sala de paramentação; XI - sanitários; XII - área ou local para lavagem de utensílios e
CREPÚSCULO
materiais de embalagem; e XIII - depósito de material de limpeza.
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Além do sugerido na resolução N18, o projeto ainda conta com uma estufa para o plantio de matéria prima vegetal, um espaço para apresentações educacionais e área de atendimento não convencional. O programa é dividido em três blocos, a ESTUFA, o LABORATÓRIO e a CASA DE CHÁ, dispostos como três pontos costurados, três volumes retangulares ligando leste a oeste inclinados levemente em respeito à topografia do terreno. O acesso se dá por uma via peatonal perpendicular à avenida Taquandava que gradativamente afasta o pedestre da área
urbanizada e o insere num espaço de contemplação e conscientização da importância da restauração e proteção desse resquício de mata atlântica. Essa via de acesso trespassa os três volumes se fazendo rampa quando necessário vencer alturas e chegando na cota mais alta da área em um pequeno mirante suspenso. Os volumes são implantados de forma transversal às cotas de nível, com a via de circulação seguindo a linha de festo e os volumes apontando o nascer e o por do sol, gerando balanços devido à caída do terreno
ESTUFA Estando o projeto localizado dentro da mata, toda a área externa seria passível de plantio, porém as plantas a serem usadas para medicamentos fitoterápicos precisam de um maior controle de produção, por isso se faz necessário uma estufa. A estufa dispõe de área para plantio segmentada em duas tipologias, plantio em vasos e plantio direto no solo. Os vasos foram escolhidos como forma de plantio em grande parte da estufa para garantir o controle das plantações e também para diminuir riscos de contaminação sendo que algumas plantas podem ser nocivas às outras. As árvores medicinais são plantadas diretamente no solo, aproveitando a inclinação natural do terreno de forma que se faz possível acessar a copa das árvores por passarelas dentro da estrutura da estufa. (ver imagem x) para a coleta das folhas e flores necessárias para a produção dos medicamentos. Também aproveitando a declividade do terreno, é criado um pavimento inferior, onde podem ser armazenados insumos e ferramentas. A forma como o volume se apoia no terreno, com as maiores fachadas faceado norte e sul indicam a posição que as plantas deverão ser dispostas nos vasos, sendo que flores de onde serão extraídas tinturas devem ser plantadas em área sombreada, portanto, próximas à fachada sul.
SUTURA - Volumetria sem escala
SUTURA - Planta baixa esc: 1:500
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ESTUFA 1:200
ESTUFA - Planta baixa térreo esc: 1:200
ESTUFA - Planta baixa795subsolo esc: 1:200
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ESTUFA- isométrica sem escala
LABORATÓRIO O segundo volume apresenta em seu programa a área para apresentações educacionais, dois laboratórios e seus apoios, a sala de secagem e armazenagem e uma antecâmara necessária para controle de contaminações. As atividades administrativas, de recebimento, processamento, controle de qualidade, pesagem de matérias-primas, preparação e lavagem de utensílios e materiais de embalagem, são realizadas dentro dos laboratórios, como foi observado que são atividades habitualmente executadas em laboratórios em visita técnica em projeto similar. As duas salas de laboratório e a sala de secagem/armazenagem estão voltadas para a fachada sul de forma a não receberem
PLANTAS MEDICINAIS NO PROJETO SUTURA:
O espaço reservado para uso educacional da comunidade é definido por um invólucro de estrutura e vedação lateral e superior que se estende em balanço no solo que se torna palco para as ações comunitárias de educação sobre medicina natural. Uma rampa garante acesso ao piso desse espaço e três pequenas salas de apoio o separam do corredor de acesso.
extemporânea tintura gél, creme, pomada sabonete xarope LABORATÓRIO - isométrica sem escala
ERVA BALEEIRA ERVA CIDREIRA ERVA DOCE ESPINHEIRA SANTA GENGIBRE GUACO GUARANÁ HAMAMELIS HORTELÃ PIMENTA JUCÁ MALVA MARACUJÁ MARACUJÁ AZEDO MELISSA QUABRA PEDRA ROMÃ SÁLVIA TANCHAGEM CANNABIS SATIVA
ALECRIM ALECRIM PIMENTA ALHO ANIS ESTRELADO ARNICA AROEIRA DA PRAIA BABOSA BARBATIMÃO BOLDO DO CHILE BOLDO NACIONAL BOLDO BAIANO CALÊNDULA CAMOMILA CAPIM LIMÃO CARQUEJA CONFREI COPAÍBA CÚRCUMA DENTE DE LEÃO
insolação direta, como predica a RDC n 18 e o corredor de acesso aos laboratórios tem dimensão necessária para a passagem dos carrinhos que transportam a plantas e da estufa para o laboratório.
anti-inflamatório cicatrizante antisséptico hipertensão gripe
antidispéptico hipelopemiante antimicótico escabicida colagogo
anisolítico aperiente antiácido antiemético estimulante
expectorante sedativo diurético
colerético antiespasmódico
anti-hemorroidal litolítico
LABORATÓRIO 1:200
LABORATÓRIO - Planta baixa térreo esc: 1:200
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CASA DE CHÁ O terceiro e último volume do conjunto acomoda a área de distribuição das medicações para a população (balcão de farmácia), vestiário e a casa de chá, um espaço de atendimento não convencional, onde são possíveis conversas mais despojadas entre farmacêutico e paciente, e onde o tratamento com preparações extemporâneas são servidas em forma de chás.
Arnica Montana
CASA DE CHÁ- isométrica sem escala
CASA DE CHÁ- Planta baixa térreo esc: 1:200
CASA DE CHÁ 1:200
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COMO ME SUSTENTO Sendo a madeira um material sustentável por sua característica renovável, foi escolhida para estruturar o projeto, que a utiliza em sua forma MLC (madeira laminada colada) por possuir tecnologia que permite um maior aproveitamento da matéria prima, plasticidade para a execução das peças curvas que compõem o projeto, e maior garantia de resistência aos esforços estruturais*. 799
Os três volumes seguem a mesma lógica estrutural, formados por duas vigas vierendeel nas fachadas norte e sul com travamentos entre os montantes. Cada volume apresenta dimensões longitudinais diferentes, porém os módulos em planta são sempre os mesmos, de 10 x 5 metros, sendo os 5m a distância entre montantes das vigas vierendeel e os 10m vencidos por viga simples de MLC no piso e por viga curva de MLC na cobertura. Completando o travamento superior, foi adicionado um tirante de aço para impedir a rotação das vigas vierendeel na direção contrária da impedida pelo arco abatido. Na estufa a vierendeel possui altura de 5m e comprimento total de 45m, porém o vão entre os apoios no solo é de 35m, deixando 5m de estrutura em balanço nas fachadas leste e oeste. Nos blocos de laboratório e casa de chá, a altura das vigas vierendeel é de 3m, e os balanços leste e oeste também são de 5m cada, porém o comprimento total da vierendeel é de 30m no laboratório e de 25m na casa de chá. Todos os três volumes são apoiados do no terreno permitindo uma distância entre solo e estrutura, fundação de concreto e conectores metálicos recebendo a estrutura de MLC. As rampas e passarelas de ligação entre um bloco e outro, que possuem estrutura de madeira, são independentes dos volumes e também suspensas do solo.
COBERTURA
COBERTURA DE POLICARBONATO
VEDAÇÃO EXTERNA ESTRUTURA DA COBERTURA
DIVISÓRIAS INTERNAS VIGA VIERENDEEL VEDAÇÃO DE POLICARBONATO
MOBILIÁRIO
PISO + RAMPA
VIGAS DE TRAVAMENTO
PASSARELAS
ESTRUTURA SECUNDÁRIA
PISO EM PAINEL WALL
ESTRUTURA PRINCIPAL
GRELHA PARA SUSTENTAÇÃO DO PISO
FUNDAÇÃO
FUNDAÇÃO LABORATÓRIO
RAMPAS DE ACESSO
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CORTE LONGITUDINAL 1:200
REFERÊNCIAS PROJETUAIS
MODELO ESTRUTURAL sem escala
MODELO ESTRUTURAL EXPLODIDO sem escala
Calendula Officinalis
NEST WE GROW
Siu Siu – Lab of Primitive Senses Schoolgarden “De Buitenkans”
Referências BibliográfICAS BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde na Escola. 1 Edição. Brasília, Ministério da Saúde, 2012. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: Diabetes Mellitus. 1 Edição. Brasília, Ministério da Saúde, 2014. IBGE. Projeções e Estimativas da População do Brasil e das Unidades da Federação. Disponível em: https://ww2.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/ Acesso em: 27 de Novembro de 2017 PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO. Sistema de Localização de Estabelecimentos de Saúde da Rede SUS do Município de São Paulo. Disponível em: http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br Acesso em: 27 de Novembro de 2017 FINTELMANN, V., WEISS, R. F. Manual de Fitoterapia. 11ª Ed. São Paulo: Editora Guanabara Koogan, 2010. CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE CUIDADOS PRIMÁRIOS DE SAÚDE. Declaração de Alma-Ata. Alma-Ata, URSS, 6-12 de setembro de 1978. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 886. Brasília, 20 de abril de 2010. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução RDC Nº 18. Brasília, 3 abril de 2013. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução RDC Nº 26. Brasília, 13 maio de 2014. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS. DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasil. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. RENAME - 2014 - Relação Nacional de Medicamentos Essenciais. 9ª edição. Brasília, 2015 DAF, SCTIE, MS. RENISUS - Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS. Brasília, Fev/2009 ANVISA. Textos Básicos de Saúde: Farmacopéia Brasileira. Vol. 02. 5ª edição. Fundação Oswaldo Cruz, Brasília, 2010.
PARA CADA CAOS, uma sensibilidade