Boletim CLG ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE 16
03 a 09 de setembro de 2012
Servidores federais reivindicam melhorias em Ato Público Unificado Servidores públicos federais em greve estiveram reunidos na quinta-feira, 30, para pressionar o governo a negociar com as categorias. Marcaram presença os professores da UFS e do IFS, servidores da Saúde, Previdência Social e Justiça. O Ato Público Unificado foi uma oportunidade para dialogar com a sociedade sobre a situação do serviço público federal. Além da exposição das reivindicações das categorias, o evento contou com atividades culturais entre os presentes, como oficina de fanzine e teatro, e doação de livros na barraca dos professores. Segundo o presidente da ADUFS, professor Antônio Carlos Campos, o governo se mantém inflexível com a categoria. “Nós formulamos
Reivindicação das outras categorias
uma contraproposta rebaixando o piso do professor com carga horária de 20h, mas
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mesmo assim o governo se nega a apreciá-la, o que significa que não está disposto a negociar”, afirmou. Para a professora Marlucy Gama, do CODAP, os servidores já alcançaram uma vitória. “O fato de as entidades estarem reunidas aqui na luta por seus direitos já é uma grande conquista. Mostra que o trabalhador está vivo, na rua, na luta e acredita na sua força”, disse em seu discurso. Manutenção da greve Os professores federais estão em greve a mais de 100 dias. A direção do ANDES-SN para os próximos dias é manter a greve, mesmo com o prazo para o envio do orçamento de 2013 ao Congresso Nacional, que acaba em 31 de agosto. Apesar da data, o Plano de Carreira ainda pode ser discutido em âmbito Legislativo.
Sindicato dos Servidores do Ministério da Saúde e Funasa (SINDSMISFU)
Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência no Estado de Sergipe (SINDIPREV)
Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Sergipe (SINDIJUS)
Tempo de greve: desde 18 de junho de 2012
Tempo de greve: desde 9 de julho 2012
Tempo de greve: desde 15 de agosto de 2012
Processo de negociação: governo apresentou reajuste de 15,8% parcelado em 3 anos. A categoria analisa a possibilidade de terminar a greve e fortalecer o movimento tanto no âmbito federal quanto estadual e municipal. “O serviço público vem sofrendo uma descontinuidade no seu projeto há aproximadamente 20 anos. Percebemos uma falta de investimento nos órgãos públicos e o sucateamento da estrutura física dos prédios. Por isso, nós deflagramos a greve buscando mais investimento e também melhores salários”, diz Ricardo Nunes, presidente do sindicato.
Processo de negociação: Na proposta do governo, houve aumento na gratificação e no salário base, porém, aquém do esperado pela categoria. Houve ameaça de corte de ponto e a categoria planeja uma nova greve em 2013. “Nós estamos desde 2009 sem um reajuste de quadros. Reivindicamos substituição de gratificação variável por gratificação fixa, a recuperação do salário base e a reestruturação da carreira. Também estamos nos movimentando pela abertura de concurso público. Parte da desestruturação do serviço público se dá exatamente pela falta de mão de obra qualificada, e enquanto o governo mantiver essa lógica administrativa não será possível oferecer um serviço de qualidade à população”, diz Isac Silveira, diretor e coordenador-geral do sindicato.
Processo de negociação: o governo apresentou o mesmo reajuste dos servidores do Executivo de 15,8% para os do Judiciário, o que vem provocando indignação da categoria. “Nós estamos em greve porque nossa situação é diferenciada dos servidores do Executivo. Nosso projeto de cargos e salário tramita no Congresso Nacional desde 2006 e até o momento não houve qualquer reajuste. Para se ter uma ideia, saiu no Diário Oficial da União uma lista de três páginas de nomeações tornadas sem efeito , ou seja, pessoas que não querem mais tomar posse no órgão porque a carreira não está mais atrativa, e isso nos preocupa”, diz Cristiano de Oliveira, representante das categorias do Poder Judiciário Federal e do Ministério Público da União.
Editorial Vivemos um momento decisivo na greve dos docentes das universidades públicas brasileiras, em que precisamos elaborar estratégias de luta para enfrentar a desestruturação da carreira docente proposta pelo governo federal, com a anuência do sindicato pelego PROIFES, por meio de Projeto de Lei, e ampliar o debate sobre as condições de trabalho no interior das Instituições Federais de Ensino Superior. A intransigência do governo federal em não negociar com o ANDES-SN evidencia sua busca de isolá-lo frente às outras categorias do setor da Educação do Serviço Público Federal. Depois de quase uma década sem uma grande greve no Serviço Público Federal, a unidade da luta entre os servidores públicos federais revelou-se uma necessidade concreta para o avanço da luta geral da sociedade brasileira, na garantia da qualidade dos serviços prestados e na crítica à privatização e terceirização do Estado brasileiro.
pelo governo federal para negociação com os servidores públicos federais, no dia 31 de agosto, por parte da categoria docente garante uma vitória política da autonomia das decisões democráticas das Assembleias Gerais do ANDES-SN, sem os conluios dos dirigentes do PROIFES. Entretanto, a saída da greve de várias categorias do serviço público federal e a proximidade com as eleições municipais impõem uma nova conjuntura para o movimento docente, que precisa avançar para quebrar a intransigência do governo federal e estabelecer negociações no âmbito do congresso nacional. Não podemos sair da greve neste momento, mas temos que avaliar os horizontes do
movimento paredista e evitar saídas isoladas que prejudicam a unidade duramente conquistada pelo movimento docente. As ações dessa semana devem preservar a realização de atos públicos que visibilizem nossa greve na sociedade brasileira, com destaque para o Grito dos Excluídos no dia 7 de setembro próximo. O comando nacional de greve indica a necessidade de debatermos a suspensão unificada da greve nacional, bem como discutir o Projeto de Lei n. 4368/2012. Por isso, todos à Assembleia Geral do dia 5 de setembro para deliberarmos sobre a continuidade da nossa luta para além da greve.
Eleições ADUFS ADUFS Eleições gestão 2012 - 2014 De 11 a 12/09, em todos os campi da UFS. Participe!
A ultrapassagem do limite imposto
Charge da semana a PEQUENA DIFERENCA ENTRE O SALARIO DOS POLITICOS E DOS PROFESSORES
EXPEDIENTE DIRETORIA 2010-2012 - GESTÃO ‘‘A LUTA CONTINUA’’ Presidente: Antônio Carlos Campos; Vice-presidente: Marcos Antônio da Silva Pedroso; Secretária: Manuela Ramos da Silva; Diretor Administrativo e Financeiro: Júlio Cesar Gandarela Resende; Diretor Acadêmico e Cultural: Fernando de Araújo Sá. Suplentes: Sonia Cristina Pimentel de Santana e Carlos Dias da Silva Junior Boletim produzido pela ADUFS - Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior Endereço: Av. Marechal Rondon, s/n, bairro Rosa Elze, São Cristóvão-SE Jornalismo: Raquel Brabec (DRT-1517) Estagiário em Design Gráfico e Charge: Fernando Caldas O conteúdo dos artigos assinados é responsabilidade dos autores e não corresponde necessariamente à opinião da diretoria da ADUFS Contato ADUFS: Tel.: (79) 3259-2021 E-mail: adufs@infonet .com.br Site: http://www.adufs.org.br N° de Tiragem: 1000 exemplares
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Nº16
Começam debates para eleições da ADUFS De 04 a 10 de setembro acontece a rodada de debates para as eleições da Diretoria e Conselho de Representantes Data da ADUFS, gestão 2012-2014. Os 27 a 31/09 debates acontecerão nos campi da UFS 04/09 em Laranjeiras, Itabaiana, Lagarto e São 05/09 06/09 Cristóvão para que os candidatos 10/09 apresentem suas propostas de trabalho. No período de inscrição, duas chapas se candidataram para as eleições: Chapa 1, intitulada “Autonomia na Luta”, com a professora Brancilene Santos como presidenta, e Chapa 2, intitulada “Por uma ADUFS de Luta: Transformando o Tédio em Melodia”, com a professora Sonia Meire como presidenta. As eleições para Diretoria e Conselho de Representantes ADUFS serão realizadas nos dias 11 e 12 de setembro de 2012, com urnas instaladas em todos os campi da UFS, além do Hospital Universitário e Colégio de Aplicação (CODAP). A posse da diretoria e dos novos conselheiros eleitos acontecerá em Assembleia Geral Ordinária convocada para o dia 18 de setembro de 2012.
11 a 12/09 18/09
Calendário das eleições ADUFS Horário 15h 15h 9h 9h 8h às 18h
Atividade Inscrições das chapas e candidatos ao Conselho Debate no campus de Itabaiana Debate no campus de Lagarto Debate no campus de São Cristóvão Debate no campus de Laranjeiras Eleições em todos os campi Posse da nova diretoria e conselheiros em Assembleia Geral Ordinária
Composição Chapa 1
Composição Chapa 2
Presidenta: Brancilene Santos
Presidenta: Sonia Meire
Vice-presidente: Genésio José
Vice-presidente: Romero Venâncio
Secretário-Geral: Jailton Costa
Secretária-Geral: Oneize Amoras
Diretor Administrativo e Financeiro: Elysson Carvalho
Diretora Administrativa e Financeira: Marleide Maria
Diretora Acadêmica-Cultural: Maria Aparecida
Diretor Acadêmico-Cultural: Saulo Henrique
1ª Suplente: Noemia Lima
1ª Suplente: Catarina Nascimento
2º Suplente: Sérgio Queiroz
2º Suplente: Evaldo Becker
3º Suplente: Carlos Franco Liberato
3ª Suplente: Vera Nubia
Moção de apoio
Moção nº. 001/2012 Moção de apoio a greve dos (as) Professores (as) das Universidades Federais Nossa Senhora de Socorro (SE), 10 de agosto de 2012. Em Sergipe, 200 representantes dos movimentos sociais do campo: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Sergipe (FETASE), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), Movimento da Mulher Trabalhadora Rural (MMTR), Centro Dom José Brandão de Castro (CDJBC), Marcha associações de Mundial das Mulheres (MMM), Quilombolas, Pescadores e Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida reunidos nos dias 08 a 10 de agosto, na I Conferência Camponesa do Estado de Sergipe,no assentamento Moacir temas Wanderley, Nossa senhora do Socorro, debateram relacionados a terra, ao trabalho e a organização social do campesinato, apoiam a justa greve dos (as) Professores (as) das Universidades Federais paralisados desde 17 de maio, em luta pela valorização salarial e por melhores condições de trabalho e pela educação pública de qualidade, na cidade e no campo, que é também a nossa luta.
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Avaliação Política: Perspectivas da greve e desafios do novo momento ANDES-SN
A greve dos docentes das IFE completou 107 dias em 31 de agosto, data em que o governo encaminhou ao Congresso Nacional os projetos de lei que reestruturam carreiras e tabelas remuneratórias dos servidores, dentre esses, o que trata das carreiras do magistério federal. A duração da greve exprime a força d e sse mo vi me n to q u e se consolidou na quase totalidade das IFE, numa intensa luta contra a precarização das condições de trabalho e a desestruturação da carreira docente. A proposta de carreira construída pelo movimento docente e defendida nesta greve exprime um projeto de educação federal, calcado na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão e com um padrão unitário de qualidade, fazendo frente às políticas de expansão sem qualidade promovidas pelo governo, marcadas por um deliberado processo de precarização das instituições, das condições de trabalho de formação e desestruturando a carreira docente. A proposta de carreira feita pelo governo foi rejeitada por todas as assembleias nas IFE, mesmo assim, em ato arbitrário e antidemocrático, o governo desrespeitou as decisões das assembleias de base e firmou acordo com o Proifes em 1º de agosto, interrompendo as negociações com a categoria. A greve teve continuidade, os professores elaboraram uma contraproposta e investiram seus esforços em ações nacionais e locais pela reabertura das negociações, buscando interferir no projeto antes de seu envio ao Congresso Nacional.
Merece destaque o fato de que o governo não iniciou qualquer discussão efetiva com o CNG/ANDES acerca da pauta das condições de trabalho. Questões como expansão universitária, infraestrutura, contratação e capacitação de docentes, condições para permanência docente em lugares de difícil acesso, dentre outras, não foram tratadas. Não obstante, o MEC criou uma comissão, composta pela Une, Andifes e o próprio MEC, para acompanhar o processo de expansão, numa clara estratégia midiática para desviar o foco de nossas reivindicações e desconsiderar o Andes-SN e os estudantes em greve, representados pelo comando nacional de greve estudantil, instalado em Brasília. O PL do governo, então, mantém a proposta de carreira docente rejeitada pela categoria e não é produto de uma negociação, sendo rejeitada, também, pela base do Sinasefe. Outras categorias dos SPF também rejeitaram as propostas do governo relativas às suas pautas específicas e não firmaram acordos. Nesse processo, o governo insiste num método de tratamento das demandas dos servidores, qual seja, judicializa os movimentos grevistas, corta o ponto, cria simulacros de negociações para impor suas políticas que desestruturam carreiras e encaminhando acordos com entidade que não representa as bases das categorias, mantendo sua intransigência e postura antissindical. A maior parte das categorias dos SPF que estavam em greve
retornou ao trabalho. Os servidores técnico-administrativos da IFE, após conquistas relativas à sua pauta de reivindicações, terminaram a greve, enquanto o Sinasefe, aceitando a proposta para os STA e rejeitando o acordo firmado pelo governo com o Proifes, aprovou a saída de greve para o dia 10 de setembro. Na última semana, os estudantes que construíram uma greve de caráter nacional, com conquistas locais, encerraram o funcionamento de seu comando nacional de greve em Brasília, para dar continuidade da luta nas IFE. O CNG avalia que tem acertadamente indicado a necessidade de manutenção e intensificação da greve para conquistar a reabertura das negociações, ao que o movimento tem respondido com intensificação da luta e mantido uma forte unidade. Isso tem possibilitado pautar, para a sociedade, os problemas da educação pública, em particular as condições em que se encontram as IFE; desmascarar a política educacional, a expansão desordenada e precarizada e a intransigência do governo em não reabrir as negociações; influenciar a mobilização de outras categorias, tanto do setor da educação federal como dos demais SPF, conquistando maior legitimação do ANDES-SN junto à sociedade como portador de um projeto para a educação brasileira, fortemente enraizado em suas bases. O envio do PL ao Congresso Nacional inaugura uma nova fase de nossa luta. Sua tramitação legislativa traz novos desafios para o movimento, sobre o que deve ser destacado, por exemplo: que o
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Nº16 seu conteúdo fundamental foi rejeitado pela base do movimento; que as eleições municipais estão impondo a diminuição no ritmo das atividades parlamentares; que modificações significativas só serão possíveis com o aval do Executivo. Para que o movimento encare esse novo momento e seus desafios, deverá fazer uma avaliação da correlação de forças e das perspectivas para a continuidade da luta. Além desses elementos que caracterizam o momento conjuntural de nossa greve, também ressaltamos os resultados da rodada de AGs, realizadas na última semana. De modo inequívoco, a ampla maioria dessas AGs apontou, em suas deliberações, a continuidade da greve como forma de continuar a pressão sobre o governo para a retomada das negociações e atendimento de nossa pauta de reivindicações. Este resultado atesta a força que desde o início teve nosso movimento, e que a data-limite apresentada pelo governo como final do processo de negociação com os SPF e o fato dele ter assinado acordo com o Proifes não foram aceitos pela categoria como elementos inibidores da determinação dos docentes em levar adiante o movimento paredista. Superamos o dia 31 com a determinação de continuarmos em greve, e isso é uma vitória do nosso movimento em relação às pressões que o governo e setores governistas, dentro e fora das IFE, tentaram impor para finalizar a greve. Todavia, a análise dos resultados das AGs e as avaliações feitas por vários CLGs quanto à greve/perspectivas da luta, nos trazem elementos que precisam ser considerados, entre eles, o questionamento sobre as reais possibilidades de conquistar a reabertura de negociações em
curto prazo e sobre o arsenal de iniciativas que seria necessário dispor para quebrar a intransigência do governo. Em várias IFE as AGs têm sido cada vez mais disputadas na avaliação quanto as possibilidades e limites da greve. Além disso, reitorias/direções intensificaram movimentos no sentido de forçar a retomada gradual das atividades para enfraquecer a greve. Os professores em greve tem sabido dar respostas a esses ataques. Considerando as características desse novo momento e as decisões das AGs realizadas na última semana, o CNG reafirma a continuidade da greve e a necessidade de avaliação do movimento e da correlação de forças necessária aos enfrentamentos que se impõem, produzindo encaminhamentos e agenda de trabalho. Outrossim, pautar, nas próximas AGs, a discussão dos horizontes da greve e o debate sobre a suspensão unificada da greve nacional dos
docentes. Os desafios postos na conjuntura, para serem enfrentados, exigem precisão na tática da luta para conquistar nossas reivindicações e consolidarmos as conquistas político-organizativas que tivemos em todo o Brasil, fortalecendo nosso sindicato, evitando a quebra de nossa unidade e a fragilização de nosso movimento. Isto implica construirmos, independente dos horizontes de nossa greve, uma estratégia comum que contemple: prazos, plano de lutas e uma agenda unificada, com atos públicos e mobilização, continuando nossa luta em um novo patamar e em novas instâncias.
COMUNICADO ESPECIAL ANDES-SN 02/09/2012
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Notícias Rápidas
AGENDA DE GREVE DOS DOCENTES DA UFS
Reunião relâmpago da mesa diretora do Senado aprovou 'pacote de bondades' 28/08/12 - Em recesso branco por causa da campanha eleitoral, o Senado Federal iniciou na terça-feira uma semana de esforço concentrado para votar medidas provisórias (MPs) que trancam a pauta. Mas o saldo do primeiro dia foi um "pacote de bondades" que vai sangrar os cofres e beneficiar servidores do Senado e familiares de ex-senadores. Nem foi preciso fazer greve ou barulho. Numa reunião relâmpago da Mesa Diretora, o presidente José Sarney (PMDB-MA) colocou em votação simbólica projeto de resolução que estenderá aos servidores da Casa o reajuste de 15,8% - escalonado nos próximos três anos - concedido pelo Executivo aos servidores em greve há mais de um mês. Levando em conta apenas 2013, o impacto na folha de pagamento será de R$132 milhões. (O Globo)
Sindicato sugere fim da paralisação, mas professores da UFMG decidem manter greve 28/08/2012 - Em assembleia realizada na tarde da terça-feira, os docentes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) decidiram mais uma vez pela continuidade da greve que já dura 71 dias na instituição. Dos 281 professores presentes na reunião, 178 foram favoráveis à paralisação, 92 contrários e 11 se abstiveram de opinar. Com isso, as aulas continuam suspensas na UFMG por tempo indeterminado e o 1º semestre deste ano segue sem previsão de acabar para alguns cursos. (Estado de Minas)
CINE
Os professores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) decidiram pela manutenção da greve, que já dura mais de três meses, após realização de assembleia docente no campus de Goiabeiras da Ufes, na tarde da terça-feira (28). Segundo a Associação dos Docentes da Ufes, 139 professores assinaram a ata da reunião e apenas seis votaram contra a manutenção da greve e pelo reinício das aulas. Segundo o professor Helder Gomes, do Comando de Greve, a proposta do governo federal ainda não é satisfatória. (G1 Globo)
GREVE
Após assembleia, professores mantêm greve na Ufes
CONVITE CINE GREVE UNIFICADO DATA:05/09 HORA: 15h LOCAL: Auditório ADUFS
Filme: Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios (Beto Brant, 2012)
Sinopse Um triângulo amoroso envolve Cauby (Gustavo Machado), um fotógrafo de passagem pelo interior da Amazônia, a bela e instável Lavínia (Camila Pitanga) e seu marido, o pastor Ernani (Zecarlos Machado), que acredita ser possível consertar as contradições do mundo.
Leia resenha desse filme em www.adufs.org.br