Concepções de arte pública e de museu na experiência da Unidade Experimental do Museu de Arte Modern

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coletiva constitui-se um comportamento social e político novo, isto

, “criativo’’

(MOR ES, 1975)”. Conta-se, igualmente, com as experiências acumuladas no campo da memória que favoreceram uma virada ‘dessacralizada’ sobre estas instituições.

om isto,

observa-se que a memória inscrita nestes movimentos que assegura o monopólio do discurso no espaço público começa a ser, ao longo dos últimos anos, problematizada na sutileza ideológica da memória social. Portanto, como espaços integrais e comunicativos, os museus começam a enunciar valores e afirmar projetos ideológicos, seja pelos tipos de acervos ou pelas narrativas expositivas que estabelecem contato direto com o público e os espaços da cidade. 1.5 “O museu levado ao povo”: A política cultural brasileira entre a arte de elite e a arte popular No MAM Rio, temporariamente pelo menos, pode-se dizer que a hierarquia museu/escola e o modelo de apreciação/desenvolvimento foram invertidos. Em vez de a escola servir o museu, era o contrário. Escrevendo em The school and society sobre seu modelo e escola de laboratório em Chicago, ativo entre 1896 e 1903, John Dewey conceituou esse potencial do experimental na relação escola/museu, sugerindo que, “na escola ideal, o trabalho de arte pode ser considerado como o das oficinas, passando pelo alambique da biblioteca e do museu para entrar em ação novamente”. O museu como “alambique”, como destilador e condutor vinculado à escola, oferece uma metáfora da sinergia potente para o papel do Museu desde a passagem do concreto para a arte neoconcreta e para as experimentações ambientais da década de 1960. ara o crítico Mário edrosa, o museu como “casa” e “laborat rio” poderia ser uma “luva elástica para o criador enfiar a mão”. Escrevendo em 1961,

edrosa já

sinalizava a potência viva do museu que se abre para o afeto, a experimentação e a presença dos outros. Na época, Pedrosa tinha sido profundamente afetado pelos ateliês de pintura e modelagem do Hospital Nacional de Psiquiatria Dom Pedro II (agora Instituto Nise da Silveira), um processo pioneiro de terapia ocupacional iniciado em 1946 pela psiquiatra Dra. Nise da Silveira e facilitado pelo artista Almir Mavignier, com o acompanhamento dos artistas Ivan Serpa e Abraham Palatnik. Além desse ambiente comovente e revolucionário, onde o afeto era fundamental como catalisador de


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REFERÊNCIAS

21min
pages 193-204

3.5 Curtir o MAM (1973

7min
pages 181-184

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

14min
pages 185-192

3.7 Atividade/Criatividade (1971

6min
pages 171-173

3.7 Circumambulatio (1972

6min
pages 174-180

3.6 O Curso Popular de Arte (1969 - 1972

1min
page 170

3.5 Domingos da Criação (1971

6min
pages 167-169

3.4 Plano-piloto da futura cidade lúdica

6min
pages 164-166

2.8 JAC - Jovem Arte Contemporânea (1973

9min
pages 144-150

2.7 Playgrounds (1969

7min
pages 134-143

3.3 Um laboratório de vanguarda

3min
pages 162-163

3. A UNIDADE EXPERIMENTAL

3min
pages 151-153

3.1 Histórico

14min
pages 154-160

2.6 Arte no Aterro: um mês de arte pública (1968

21min
pages 122-133

3.2 Objetivos

1min
page 161

2.4 Ações participativas: a virada neoconcreta

16min
pages 110-119

2.5 Intervenções Didáticas

4min
pages 120-121

2.3 O experimental em questão

4min
pages 108-109

2.1.1 O Governo Militar e o panorama cultural no Brasil

6min
pages 87-89

2.2 O Experimentalismo Neoconcreto

6min
pages 105-107

2.1.2 As Artes Plásticas e a Ditadura Civil-militar no Brasil

13min
pages 90-104

2.1 História pública e furor de arquivo

14min
pages 80-86

BRASILEIRO

1min
page 79

1.4 Sobre a definição de museu e a nova museologia

1hr
pages 43-72

1. CONCEPÇÕES DE ARTE PÚBLICA E DE MUSEU

2min
page 30

1.1 Arte pública

16min
pages 31-38

a arte popular

10min
pages 73-78

1.2 Arte pública contemporânea

2min
page 39

INTRODUÇÃO

22min
pages 18-29

1.3 Arte extramuros

5min
pages 40-42

5 “O museu levado ao povo”: A política cultural brasileira entre a arte de elite e

1min
page 11
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