CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


TRABALHO DE CONCLUSÃO DE Fonte: Mapa Cultural – Grupo N’Zinga. Acessado em: Outubro/2020.

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CURSO I CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES BRUNO RAFAEL ANTUNES CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA

Trabalho de Conclusão de Curso II apresentado ao curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Mogi das Cruzes como parte dos requisitos para Graduação.

Aprovado em: ___________________________________________________________

BANCA EXAMINADORA

__________________________________________________________________________ Professor Orientador Celso Ledo Martins Universidade de Mogi das Cruzes

__________________________________________________________________________ Professor Universidade de Mogi das Cruzes

__________________________________________________________________________ Arquiteto Convidado

MOGI DAS CRUZES 2020

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Agradeço Aos meus orientadores, Martha Rosinha e Celso Ledo, por me oferecer dicas e enxergar os erros, além de me auxiliar a qualquer hora do dia, e a todos os meus professores que me ajudaram no decorrer desses cinco anos de curso. Aos meus familiares, minhas amigas de classes e meus colegas de trabalho por sempre estarem me apoiando para conseguir chegar até o final.

Fonte: Jasmine - Tecidos acrobáticos: arte circense ganha as academias. Acessado em: Outubro/2020.

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


.

RESUMO O presente trabalho propõe a implantação de um Centro Cultural

e

Desportivo

no

município

de

Guararema,

mais

especificamente na Região Norte da cidade, zona esquecida nos quesitos de lazer e cultura pelo poder executivo, sendo assim, o programa busca proporcionar por meio da arte e do esporte ambientes planejamos para o estimulo do convívio da população, além de instigar o crescimento cultural de cada indivíduo. Os estudos expostos no decorrer desse documento, são de suma importância para compreensão dos itens que serão propostos no projeto, além de entender as necessidades de um edifício desse porte, que acarretara em diversas mudanças no quesito urbano, social e arquitetônico desse local.

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Uran Rodrigues - Aulas de Tecido Acrobático na Escologia no Parque de Pituaçu. Acessado em: Outubro/2020.


SÍMBOLOS, ABREVIAÇÕES E SIGLAS

Lista de figuras

Figura 20 - Planta de setorização do 5º pavimento Centro

Figura 1 - Vista frontal do Centro Cultural George a.C. – Antes de Cristo a.D. – Depois de Cristo ABNT – Associação de Normas Técnicas Hab – Habitantes

Pompidou ............................................................................. 13 Figura 2 - Centro Cultural São Paulo.................................. 13 Figura 3 - Linha do tempo da história da arte .................. 14 Figura 4 - Linha do tempo da história da arte .................. 15 Figura 5 - Linha do tempo da história da arte .................. 15 Figura 6 - Fachada frontal do Sesc Santana .................... 18

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IE – Índice de Elevação IO – Índice de Ocupação

Figura 7 - Planta de setorização do subsolo do Sesc Santana ................................................................................ 19 Figura 8 - Planta de setorização do pavimento térreo do Sesc Santana........................................................................ 20

IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico

Figura 9 - Planta de setorização do mezanino do Sesc

Nacional

Santana ................................................................................ 20

LOUS – Lei De Ordenamento do Uso e Ocupação do

Figura 10 - Planta de setorização do 1º pavimento do

Solo

Sesc Santana........................................................................ 20

NBR – Norma Brasileira Recomendada

Figura 11 - Planta de setorização do 2º pavimento do Sesc Santana........................................................................ 20

NR – Norma Regulamentadora

Figura 12 - Vista aérea do Centro Cultural Heydar Aliyev

P.C.R. – Pessoa em cadeira de rodas

............................................................................................... 21

P.M.R. – Pessoa com mobilidade reduzida P.O. – Pessoa obesa PcD – Pessoas com Deficiências

Figura 13 - Vista interna do Centro Cultural Heydar Aliyev ............................................................................................... 21 Figura 14 - Biblioteca do Centro Cultural Heydar Aliyev . 22 Figura 15 - Planta de setorização do térreo Centro Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 22

SESC - Serviço Social do Comércio

Figura 16 - Planta de setorização do 1º pavimento Centro

TO – Taxa de Ocupação

Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 23

TP – Taxa de Permeabilidade UMC – Universidade de Mogi das Cruzes ZR – Zona Residencial ZUM – Zona de Uso Misto

Figura 17 - Planta de setorização do 2º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 23 Figura 18 - Planta de setorização do 3º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 23 Figura 19 - Planta de setorização do 4º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 23

6

Cultural Heydar Aliyev ........................................................ 23 Figura 21 - Planta de setorização do 6º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ........................................................ 23 Figura 22 - Planta de setorização do 8º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ........................................................ 24 Figura 23 - Comprovante fotográfico da visita ao Centro Cultural São Paulo ............................................................... 26 Figura 24 - Vista aérea do Centro Cultural São Paulo ..... 26 Figura 25 - Átrio do Centro Cultural São Paulo com enfoque na estrutura .......................................................... 27 Figura 26 - Praça descoberta do Centro Cultural São Paulo ..................................................................................... 27 Figura 27 - Terraço jardim do Centro Cultural São Paulo 27 Figura 28 - Biblioteca do Centro Cultural São Paulo ....... 27 Figura 29 - Setor de exposição do Centro Cultural São Paulo ..................................................................................... 28 Figura 30 - Auditório do Centro Cultural São Paulo ......... 28 Figura 31 - Planto do pavimento de exposição do Centro Cultural São Paulo ............................................................... 28 Figura 32 - Comprovante fotográfico da visita do Sesc Pompeia ............................................................................... 29 Figura 33 - Vista aérea do Sesc Pompeia ......................... 29 Figura 34 - Setor de exposições do Sesc Pompeia .......... 30 Figura 35 - Biblioteca Sesc Pompeia ................................. 30 Figura 36 - Foyer Sesc Pompeia ......................................... 31 Figura 37 - Auditório do Sesc Pompeia ............................. 31 Figura 38 - Galpão de oficinas do Sesc Pompeia ........... 31 Figura 39 - Solário do Sesc Pompeia ................................. 32 Figura 40 - Setorização da implantação do Sesc Pompeia ............................................................................................... 32 Figura 41 - Setorização do corte do setor esportivo do Sesc Pompeia ...................................................................... 32 Figura 42 - Mapa do Brasil .................................................. 35

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Figura 43 - Mapa do Estado de São Paulo....................... 35 Figura 44 - Mapa de Guararema ...................................... 36 Figura 45 - Mapa da Região Norte de Guararema ........ 36 Figura 46 - Análise micro-ambiental .................................. 37 Figura 47 - Corte AA ............................................................ 37 Figura 48 - Corte BB ............................................................. 37 Figura 49 - Mapa de uso e ocupação do solo ................ 38 Figura 50 - Mapa de gabarito ........................................... 38 Figura 51 - Mapa do transporte público ........................... 38 Figura 52 - Foto 04 do terreno ............................................ 39 Figura 53 - Foto 05 do terreno ............................................ 39 Figura 54 - Foto 07 do terreno ............................................ 39 Figura 55 - Foto 09 do terreno ............................................ 39 Figura 56 - Zona Residencial 3 (ZR3-1) ............................... 41 Figura 57 - Projeção do sistema viário imediato ao lote 58 Figura 58 - Piso drenante .................................................... 59 Figura 59 - Via elevada ...................................................... 59 Figura 60 - Praça descoberta ............................................ 59 Figura 61 - Piscina sob estrutura envidraçada ................. 60 Figura 62 - Fluxograma geral ............................................. 71 Figura 63 - Estação compacta de tratamento e efluentes .............................................................................................. 73 Figura 64 - Brise Soleil ........................................................... 73 Figura 65 - Claraboia .......................................................... 73 Figura 66 - Piso drenante .................................................... 75 Figura 67 - Vidro de proteção solar................................... 75 Figura 68 - Painel Solar ........................................................ 75

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


SUMÁRIO

ÁREA DE INTERVENÇÃO LOCAL.............................................................................................................35 ANÁLISE MICRO-AMBIENTAL........................................................................37

INTRODUÇÃO

ANÁLISE MACRO-AMBIENTAL.......................................................................38 LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO.................................................................39

DIRETRIZES E PREMISSAS

TEMAS

DIRETRIZESE PREMISSAS..................................................................................41 CULTURA.........................................................................................................13

ESQUEMAS ESTRUTURANTES

ARTE................................................................................................................14 DESPORTE.......................................................................................................15

PERFIL DO USUÁRIO.......................................................................................57

ESTUDOS DE CASOS

CONCEITO E PARTIDO..................................................................................58 PROGRAMA DE NECESSIDADES...................................................................61 FLUXOGRAMA................................................................................................71

SESC SANTANA..............................................................................................18 CENTRO HEYDAR ALIYEV..............................................................................21

TÉCNICAS E SUSTENTABILIDE

VISITAS TÉCNINCAS

TÉCNINCAS E SUSTENTABILIDADE.................................................................72

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO..................................................................26

ESTUDOS DE CASOS

SESC POMPEIA...............................................................................................29

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


MATERIAIS E ACABAMENTOS MATERIAIS E ACABAMENTOS.......................................................................74

CONCLUSÃO CONCLUSÃO.................................................................................................75

REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS.................................................................................................78

PROJETO PROJETO........................................................................................................82

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


INTRODUÇÃO

10

10

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Pozinho Magico -Ballet para crianças: 7 passos para aprender na infância. Acessado em: Outubro/2020.


Centro

Cultural é um espaço destinado a realizações

de diversas ações com o conceito de proporcionar o entretenimento exposições,

para

atividades

seus e

usuários lazer,

por

meio

de

promovendo

a

descoberta do conhecimento e o acesso às atividades relativas à informação, discussão e criação por meio contato com a arte e o esporte.

terreno

na

cidade

de

em um terreno com uma declividade acentuada, onde o desnível ultrapassa quinze metros. Considerando que Guararema

é

uma

cidade

extremamente

horizontalizada, onde seus restritos índices urbanísticos, não permitindo grande verticalização. Ademais, a criação de uma edificação desse porte em uma região onde o entorno é composto predominantemente por

O local escolhido para implantação desse projeto é um

cultural e desportivo seria a dificuldade da construção

Guararema,

residências

unifamiliares,

também

dificulta

sua

mais

implantação, considerando que suas vias não são

especificamente na Zona Norte do município, local

preparadas para tal obra. Se considerada a utilização

distante da região central. A área é urbanizada graças a

da

grande quantidade de indústrias instaladas ao longo

realização de intervenções em seu percurso, para que

percurso da Rodovia Presidente Dutra, porém é uma

assim supra a necessidade para novas formas de

região esquecida pelo poder público no quesito de

acessar o Centro Cultural e Desportivo.

cultura e lazer, sendo assim, por isso o objetivo é construir um

lugar

composto

por

diversos

ambientes

que

proporcione aos seus usuários um local de acolhimento, conforto e bem estar contribuindo para construção de conhecimentos, pautados em valores culturais que pensem no desenvolvimento contínuo do cidadão. Porém,

alguns

problemas

podem

surgir

Rodovia

Presidente

Dutra,

será

necessário

a

A criação de um Centro Cultural e Desportivo na Zona Norte da cidade de Guararema foi escolhido por conta da falta de ambientes que proporcione a cultura para população do local. A localização do projeto é um dos conceitos que contribui para a escolha do tema, o descaso do município com relação a cultura, lazer,

para

educação, saúde e bem estar com a região norte da

implementação do conceito proposto, como deverá ser

cidade é extremamente gritante, não havendo espaços

feito o incentivo a população a usufruir das atividades

de nenhuma natureza com o intuito cultural para as

oferecidas, além de, como descobrir quais atividades

pessoas que ali vivem.

irão chamar a atenção da população estimulando o uso do edifício como se fosse seu; como propor a cultura de uma forma interessante, seja ela por meio da arte ou do esporte, onde de qual maneira ele se tornará extremamente eficaz para diminuição da criminalidade da região com a implementação desse programa para a sociedade.

Enfim, proporcionar a cultura e o entretenimento em um só lugar para melhorar a qualidade de vida da população norte de Guararema, além disso, trazer um Centro Cultural e Desportivo com atividades que chamem a atenção de todos, diminuirá a taxa de criminalidade no local, incentivando a solidariedade mútua entre todos os moradores.

Além disso, os problemas urbanísticos enfrentados para implantação desse programa por meio do edifício

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


01 - TEMAS

12 12

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: El País - Esplendor e ruína do Cirque du Soleil: crônica de uma queda em três meses. Acessado em: Outubro/2020.


CULTURA

igrejas, os monastérios, tornando o conhecimento algo

Figura 1 - Vista frontal do Centro Cultural George Pompidou

privativo, pois com a doutrinação da religião, era disponibilizado apenas aquilo que fosse consensual a

Definição A palavra cultura é usada com dois significados distintos: o primeiro, diz respeito a relação do homem com a sociedade, as questões que o levam a ter aquele comportamento, pensamento e atitudes (cultura pop,

doutrina

empegada

na

época,

porém

com

o

surgimento das universidades no século XII a privatização e o filtro empregado pela Igreja relacionado a cultura, começou a se esvair.

cultura indígena, cultura afro-brasileira, etc.), o segundo,

Na Revolução Industrial (século XIX), foi a principal

tem seu significado quando relaciona ao saber, uma

responsável pela modificação da cultura, com a

pessoa com posse de conhecimento, com grande

invenção do cinema, logo depois da televisão e do

quantidade de informações, tornando-se uma pessoa

rádio,

culta e os que não o tem, inculto.

necessitava

[...]conjunto

complexo

dos

padrões

de

conteúdo da

artístico

atenção

da

se

tornou

algo

população,

que

gerando

público e ibope, sendo assim, foi criado os padrões

comportamento, das crenças, instituições e

artísticos, como o vilão e o mocinho, as histórias de amor,

outros

os finais felizes.

valores

espirituais

e

materiais

transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade. (Novo Aurélio, 2010)

O Centro Cultural é uma instituição com o pretensão de produzir, elaborar e disseminar práticas culturais, sendo um local privilegiado para práticas informacionais que dão subsídios às ações culturais, por meio de informações,

o

em

um

processo

crítico,

criativo,

provocativo, dinâmico e em conjunto com a sociedade. Aspectos históricos Partindo-se do conceito que culto é a pessoa que tem conhecimento na forma cultural, seus primeiros, relatos são as instituições criadas com o objetivo de elaborar e disseminar o conhecimento, desta forma, pode-se citar as bibliotecas como sendo as construções mais antigas de cultura. A partir do século V, com a concentração do poder

Fonte: Euro Dicas Turismo, Centro Pompidou, 2019.

No Brasil o Centro Cultural São Paulo foi o primeiro edifício a integrar várias áreas culturais, como biblioteca, teatro e espaço de convivência. Inaugurado em 1979 na cidade de São Paulo, foi um marco na arquitetura,

O primeiro edifício com o conceito de Centro Cultural, surge na França no século XX, com a inovadora ideia da cultura ser apreciada em espaços distintos,

pelo seu exemplar programa que atende a população até os dias de hoje. Figura 2 - Centro Cultural São Paulo

como museus, bibliotecas, teatros e lugares para exposição, decidindo unificar todos em um só complexo, sendo o Centro Georges Pompidou projetado pelos arquitetos Renzo Piano e Richard Rogers, inaugurado em 1977, recebe o nome do presidente da época. O edifício foi feito para trazer cultura através da sua arquitetura

com

o

conceito

baseado

nas

altas

tecnologias metálicas, inteiramente estruturado com um sistema de conexões, tubos e cabos de aço, permitindo a permeabilidade visual, além de trazer uma sensação

Fonte: São Paulo City – Pluralidade do Centro Cultural São Paulo, 2017.

de inacabado na fachada, como uma obra de arte, sem fim, para que cada um possa ter seu entendimento dela.

econômico, político e social sendo da Igreja Católica, as bibliotecas passaram a ser instituições privadas das

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


ARTE

ambiente em que está confinado e a história que carrega. A sociedade para tentar realizar uma definição do

Definição Para arte não há uma resposta clara e exata, sua definição é relativa e muda para cada indivíduo, onde é estabelecido uma forma clara e lógica sobre o conceito pré definido pela sua cultura que é determinado por complexos

de

padrões,

sendo

eles,

crenças,

comportamento, materiais e valores espirituais que estipulam o que admirar como uma obra de arte.

Figura 3 - Linha do tempo da história da arte

que é arte, estipula quesitos específicos conferindo estatuto de arte a um objeto, para isso, a cultura prevê espaços delimitados para permitir que a arte se manifeste, como museus e galerias, onde o espectador irá com o intuito de encontrar obras de arte. Os teatros, auditórios e cinemas, são locais que garantem arte em suas exposições, onde o edifício em si, abriga a expressão artística. Na arquitetura, como não há a

Jorge

Coli1

em seu livro “O que é arte” cita dois

exemplos explicando o conceito do que é arte: no primeiro expõe

sua falta de conhecimento sobre HQ

(Histórias em Quadrinhos), sendo algo do cotidiano em sua vida, tornando extremamente normal de se ver e se fazer, negligenciando um conhecimento mais especifico

possibilidade de transportar o prédio para museus, há os institutos que protegem as construções artísticas, como o Instituto

do

Nacional(IPHAN)

Patrimônio que

Histórico

identifica

uma

e

Artístico construção

realizada em um certo período, tornando-a patrimônio artístico.

relacionado a esse assunto, onde não enxerga o conceito artístico nesse meio de expressão, porém, em contato com seu irmão conhece mais sobre o tema e entende que pessoas, como Stan Lee, citado no trecho, tornou-se artista realizando esse tipo de trabalho.

Definir se aquilo é uma obra de arte, não deve ser levado como uma certeza absoluta, pois os critérios utilizados são voláteis, um item pode ser levado em conta agora, que não será daqui há algum tempo, ou vice-versa.

O segundo exemplo, leva a um contexto de história e espacialidade, onde que por meio da observação de um cartaz publicitário de uma simples colher de pau, um utensilio doméstico comum em sua residência, Coli se questiona o porquê daquilo ser arte, sendo assim, procura um amigo, um professor de literatura, que explica que aquele objeto, aquele

Aspectos históricos A história da arte é muito vasta e complexa, pois acompanha o desenvolvimento do ser humano desde

Fonte: História da Arte – produzido pelo autor em 2020.

os primórdios, sendo assim, será apresentado uma linha do tempo contendo os principais períodos da história da arte e suas principais características.

símbolo, foi desenterrado de uma antiga civilização, sendo locado em um museu, logo se torna arte pelo

Jorge Coli, nascido em 1974 é professor em história da arte e colunista no Jornal Folha de São Paulo, formado em história da arte e arqueologia. 1

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


DESPORTE

Figura 4 - Linha do tempo da história da arte

Figura 5 - Linha do tempo da história da arte

Definição O termo esporte é usado desde o século IV, quando os marinheiros queriam sair de suas embarcações e passar o tempo com atividades e habilidades físicas, para isso utilizavam as expressões “fazer esporte”, “desportar-se” ou “sair do porto”. O fenômeno esportivo é considerado uma manifestação da cultura física, incluindo também dança e recreação. A expressão esporte é uma variação da palavra desporto, onde está era utilizada pelos portugueses, mas continua até hoje em textos oficiais, como na constituição de 1988, isso acontece graças à primeira lei relacionada ao esporte que surgiu no país, a Lei 3199/1941, onde João Lyra Filho redigiu o decreto institucionalizando o esporte nacional, onde se utiliza o termo desporto para referenciá-lo. Aspectos históricos O esporte está intrinsecamente relacionado a cultura humana, onde cada período histórico e cada povo tinha seu esporte, no qual reflete intimamente a essência cultural de cada época. O esporte está extremamente ligado ao jogo, ou seja, a competição que aquela atividade

Fonte: História da Arte – produzido pelo autor em 2020.

Fonte: História da Arte – produzido pelo autor em 2020.

proporcionava

para

população

naquele

determinado local. Na Pré-História haviam atividades físicas de caráter utilitário-guerreiro

que

surgiram

com

a

finalidade

relacionada a sobrevivência, como saltar, laçar, atacar e defender. Seguindo pressuposto de que o esporte sempre aconteceu com o intuito de competição, distingue-se o primeiro esporte da antiguidade, Os Jogos Gregos, onde a prática esportiva adquiriu também um conceito

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


educacional.

Foram

competição esportiva,

os

gregos

com

que

criaram

a

o intuito de práticas

religiosas ou cerimonias fúnebres, como os Jogos Olímpicos são considerados a maior manifestação esportiva da história, realizados por dozes séculos de 776 a.C. a 394 d.C., em Olímpia, na Élida, a cada quatro anos, em homenagem ao deus Júpiter e Zeus Horquios, onde apenas homens poderiam participar, inclusive escravos, o vencedor ganhava vários prêmios, como isenção de impostos, servos e pensões vitalícias, porém, em 394 d.C. os jogos foram suspensos pelo imperador Teodósio. Em 1828, quando Thomas Arnold, um idealista que identificava o esporte como um caráter utilitário, definindo três características para a prática: um jogo, uma competição e uma formação, seguindo esses conceitos quando dirigia o Colégio Rugby, na Inglaterra, incorporou

as

práticas

esportivas

na

formação

acadêmica dos alunos, permitindo que os mesmo tomassem o rumo do esporte, como criação de regras e códigos próprios, realizando uma disputa esportiva na escola. Com a dificuldade de prevalecer a paz mundial, um francês chamado Pièrre de Coubertin, inspirado por Arnold, identificou

o esporte como um

poderoso

incentivo para promover a convivência humana, em 1896 restaurou os Jogos Olímpicos, sendo o primeiro realizado em Athenas em 1896 contou apenas com 285 participantes, que com o passar do tempo foi se tornando um dos eventos mais importantes do mundo.

16

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Sesc - Circo foi tema de apresentação de final de ano das alunas de ballet do Sesc em Rio do Sul. Acessado em: Outubro/2020.


de casos

02 – estudos

17

17

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Magazine e Luiza - Fique em forma com Taekwondo. Acessado em: Outubro/2020.


SESC SANTANA

que também se é utilizada como uma pista de

Figura 8- Piscina do Sesc Santana

caminhada munida de medidas em metros para auxiliar Ficha técnica: Arquiteto Responsável: Miguel Juliano Área do Terreno: 6.756,00m2

o esportista no controle do seu exercício. O edifício foi setorizado e suas atividades distribuídas conforme mostra

a figura abaixo, uma maquete

eletrônica seccionada, o térreo é destinado a área da

Área Construída: 16.568,00m2

piscina e clínica de exames para os usuários, além um

Ano da Obra: 2005

grande hall coberto; no mezanino

Localização: São Paulo – Brasil

se localiza a

Fonte: Sesc Santana, 2005.

comedoria e a passarela de acesso ao solário; no segundo pavimento: setor odontológico, administrativo e

Além

disso,

pavimento

(acessado

destinado apenas

a

salas multiusos com academia; o ultimo pavimento esta

convivência,

Criado em um pequeno terreno na cidade de São

localizado quadra poliesportiva e por último os subsolos

passarela sobre a piscina) localizado logo depois da

são destinados ao teatro e ao estacionamento.

pele de vidro desta zona. Mais ao fundo há um deck e

com piscina, solário, auditório, restaurante e quadra

solário

é

Análise da obra Paulo, o projeto do Arquiteto Miguel Juliano é um edifício

um

o

pela

um grande gramado na parte posterior ao edifico

Figura 7 - Maquete eletrônica seccionada do Sesc Santana

poliesportiva, sempre pensando no bem estar dos

proporcionando o contato com a tranquilidade, além

usuários, usando grandes pés direitos e muito vidro para

disso, esse espaço conta com uma cozinha no estilo

aumentar a sensação de espacialidade, além do uso de

rustico disponível para os usuários realizarem festas ou

cores e paisagismo para completar a obra.

encontros. O mezanino é acessado pela larga rampa central

Figura 6 - Fachada frontal do Sesc Santana

logo na entrada do edifício, sendo acesso a uma pequena comedoria (comparada à outros Sesc’s), focado mais em servir lanches do que almoços, além Fonte: Cartilha de Informações da Unidade Sesc

disso, ao lado desse ambiente há um grande espaço

Santana, 2005

O

pavimento

térreo

é

quase

inteiramente

destinado para a piscina, porém pensando em trazer a iluminação natural, mas sem perder a proteção para os Fonte: Diário do Turista – Sesc Santana, 2019

dias chuvosos, a cobertura foi construída com um vidro especifico

que

permite

apenas

a

passagem

da

Seu principal acesso é pela larga Avenida Luiz

iluminação, impedindo a entrada do calor no ambiente,

Dumont Villares, sendo quase um prédio isolado na

além disso, nesse andar há salas que destinam-se a

quadra, o projeto foi dividido em cinco níveis, todos

realização de exames que precisam serem feitos antes

acessíveis por meio de uma grande rampa que convida

da utilização deste espaço.

destinado as crianças, com bancos e brinquedos. Porém,

o

item

que

mais

chama

atenção

nesse

pavimento, é a grande passarela envolta em vidro que acessa o solário, permitindo também a visualização da piscina.

o usuário a usa-la, deixando de lado o elevador, rampa

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


duas menores, divididas por uma estrutura metálica, Figura 9 - Comedoria do Sesc Satana

Figura 12 - Auditório Sesc Santana

além disso, esse equipamento tem acesso direto aos vestiários, que em

frente

também são montadas

arquibancadas móveis, com utilidade de armários. Além disso, logo depois do espaço das quadras, há uma sacada destinada a uma vista elevada da paisagem urbana da cidade de São Paulo. Figura 11 - Setor esportivo Sesc Santana Fonte: Revista Decorar, 2017 Fonte: Guia da Semana, 2016

O primeiro pavimento é destinado a três salas

1.1.1. Análise do projeto

multiusos, uma academia com parede de vidro voltada para a entrada principal e o hall de convivência, além

Figura 13 - Planta de setorização do subsolo do Sesc Santana

disso, nesse andar se localiza o setor administrativo, e a ala da saúde, com quatro cabines odontológicas que tratam os usuários conveniados ao programa. O mais interessante desse nível é a utilização da circulação

Fonte: Autoria Própria, 2019

horizontal, onde foi projetada com uma grande largura para atender as necessidades de pessoas PcD e servir

Os últimos pavimentos desse projeto, são os dois

de espaço para locação de jogos de mesas, como

subsolos, onde são quase que inteiramente dedicados

xadrez ou dama.

ao estacionamento contando com 175 vagas de

Figura 10 - Corredor de jogos do Sesc Santana

veículos de passeio e 17 vagas para motos. Além disso, se localiza o auditório do projeto, onde o acesso principalmente é pelo foyer que conta com uma pequena cafeteria. Além de realizar apresentações

Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março de 2020.

teatrais, o auditório possibilita de sessões de cinemas, com uma cabine de projeção na entrada deste ambiente. Esse local possui capacidade para 349 pessoas, as apresentações são realizadas no palco com cerca de 28 metros de frente por 10 metros de profundidade, tendo 14 metros de boca de cena. Atrás Fonte: Autoria Própria, 2019

O segundo pavimento é inteiramente destinado à

desse espaço há três camarins, sendo um deles individual, todos com banheiro anexo.

quadra poliesportiva, podendo ser transformada em

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Análise critica O pequeno Sesc Santana, localizado na Avenida Luiz Dumont Villares, 579 – Bairro Santana – São Paulo, com sua forma quase de um quadrado perfeito, porém com Figura 14 - Planta de setorização do pavimento térreo do Sesc Santana

Figura 76 - Planta de setorização do 1º pavimento do Sesc Santana

a junção de um pequeno retângulo em um de seus lados, é um edifício que conta com um bom projeto e um ótima setorização, suprindo as necessidades para qual foi idealizado, proporcionar cultura, lazer, saúde e atividades físicas para a população. Tendo como análise o projeto, ele deixa pouco a desejar, a primeira impressão que se tem com relação a esse

programa

proporcionando

vários

uma livros

grande e

biblioteca,

conteúdo

para

a

população, porém, quando se pensa nos dias atuais, é

Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março de 2020.

é

Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março

uma raridade a utilização de livros impressos, graças a tecnologia o conteúdo em páginas está se perdendo,

de 2020.

dando espaços as telas dos aparelhos, porém, esse edifício não deixa a desejar com espaços pensados ao final de cada lance de rampa, um local com mesas e Figura 87 - Planta de setorização do 2º pavimento do Sesc Santana Figura 15 - Planta de setorização do mezanino do Sesc Santana

cadeiras destinados a leitores e estudantes. O único ponto negativo no projeto foi relacionado a canalização de um córrego que corta o terreno, que necessitou ser modificado para dar espaço ao prédio, indo contra alguns preceitos da preservação ambiental.

Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março de

de 2020.

2020.

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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


ESTUDO DE CASO 02 - CENTRO HEYDAR ALIYEV

A implantação do projeto se dá por meio de um enorme

O interior do projeto é inteiramente projetado com

terreno, ocupando uma quadra inteira, onde por

um design clean, onde os tons de branco mais claro e

caminhos sinuosos o visitante é levado até o edifício

escuro tomam conta de todos os ambientes, a mescla

passando por uma praça com o mesmo material do

do vidro com esse estilo torna os espaços extremamente

prédio para proporcionar a pessoa que pretende

refletivos,

Área do Terreno: 111.292,00 m2

adentrar o ambiente uma sensação de que o centro

proporcionado pelas enormes peles de vidro, tornando

Área Construída: 57.519,00 m2

cultural em si se molda ao terreno e nasce dele, como

quase que inutilizável a iluminação artificial em alguns

forma mais normal possível, sendo comparado com um

setores. O conceito de continuidade usado pela

lenço caindo levemente sobre o solo, com toda sua

arquiteta no projeto ganha mais um item de extrema

leveza e serenidade.

beleza, que merece atenção, as escadas, seguem uma

Ficha técnica Arquiteto Responsável: Zaha Hadid Arquitetura

Ano da Obra: 2012 Localização: Baku – Azerbaijão Análise da Obra

Com o intuito de trazer o exterior para o interior, a

forma

aumentando

não

o

convencional,

ganho

onde

de

os

luminosidade

degraus

não

sequenciados se tornam parte da parede continuando

Construído em um pais recém independente da

primeira mulher ganhadora do Prêmio Pritzker em 2004,

antiga União Soviética (1991), o Centro Heydar Aliyev

Zaha Hadid, projeta o edifício curvilíneo onde não é

constitui-se basicamente em um museu, um auditório e

possível visualizar o começo ou o fim de cada item. Por

uma biblioteca, tendo como apoio um restaurante e o

meio de uma estrutura principal em concreto, como

estacionamento. É uma obra que busca a inovação,

pilares, fundações e algumas outras partes, o prédio é

que por meio da arquitetura de Zaha Hadid, um estilo

moldado com uma armação em aço, treliças espaciais

elevadores a pessoa é direcionada para o museu que

curvo e fluído que evita ângulos agudos, sendo

e revestidas com placas de concreto pré-moldadas

acontece em vários pavimentos do edifício, com

ganhador do prêmio de Museu de Design do Reino

reforçadas com vibra de vidro (GFRC) montadas por

espaços extremamente amplos, há a possibilidade até

Unido, considerado pelo júri da premiação como "uma

meio de parafusos, depois essas placas ganham uma

de exposições de veículos em seu interior, esses

obra tão sexy quanto a saia de Marilyn Monroe voando".

outra camada de poliéster reforçado também com fibra

ambientes acontecem por meio de mezaninos voltados

de vidro (PRFV), graças a esses materiais que foi possível

para o pavimento térreo e para pele de vidro do prédio.

trazer a plasticidade para o prédio, alcançando o intuito

Umas das principais intenções da criação do Heydar

e

Aliiyev é tornar esse museu o centro da cultural de

Figura 98 - Vista aérea do Centro Cultural Heydar Aliyev

condições

impostas

para

ser

uma

obra

emblemática e imponente.

tão

até sumir no forro, tornando por si só uma escultura, ganhando o devido valor de um objeto tão importante em um edifício. Por

meio

de

passarelas,

rampas,

escadas

e

Azerbaijão, sendo assim, ele conta principalmente com

Figura 109 - Vista interna do Centro Cultural Heydar Aliyev

obras desse país, representando a arte nacional.

Fonte: ArchDaily, Centro Heydar Aliyev / Zaha Hadid Architects, 2013.

Fonte: Austria From, Heydar Aliyev Center – Inside,2018

21

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Outro importante item no pavimento térreo, é o

Figura 20 - Setor de exposições do Centro Cultural Heydar Aliyev

Figura 22 - Biblioteca do Centro Cultural Heydar Aliyev

auditório e o foyer, que também pode ser acessado por entradas mais próximas a esses ambientes. Sendo um dos locais mais bonito do prédio, o auditório segue uma forma ondular e contínua como o exterior, porém não só por estética, mas por uma questão de acústica, o material

e

a

forma

que

são

distribuídos

são

propositalmente para a apresentação alcançar os assentos mais distantes. Formando um cone, onde o palco e o foço da orquestra são os espaços menores,

Fonte: AasArchitecture, Heydar Aliyev Cultural Center By Zaha Hadid,2013

esse ambiente cresce até alcançar todo o público

O restaurante se localiza ao lado direito de quem

dividido ente o piso convencional e o mezanino, além

chega pela entrada principal, com seu design arrojado,

disso, o jogo de luz e sombra graças a locação das

segue o modelo do prédio, proporciona um ambiente

placas,

extremamente aconchegante e clean para os usuários,

direcionamento todo o foco para o devido espetáculo.

proporcionam

uma

sensação

única,

sendo um dos poucos espaços onde há uma mescla

O último item do Centro Cultural Heydar Aliyev é a

entre o branco do ambiente com o piso laminado de

biblioteca, que começa no segundo pavimento e por

madeira,

a

meio de um jogo de mezaninos e níveis superiores ganha

vegetação dessa ala, que graças a grande quantidade

forma nas partes mais altas do edifício, sua orientação é

de iluminação natural a vegetação consegue compor o

voltada para norte, recebendo iluminação natural

espaço, trazendo um contraste do verde com à cor

constante por meio da pele de vidro dos vários andares

predominante.

que são ligados por uma rampa continua, tendo um

proporcionando

uma

conversa

com

Figura 21 - Auditório do Centro Cultural Heydar Aliyev

caminho sem

interrupções, sendo

Fonte: AasArchitecture, Heydar Aliyev Cultural Center By Zaha Hadid,2013

Análise do projeto Figura 23 - Planta de setorização do térreo Centro Cultural Heydar Aliyev

também ligada

diretamente por meio de uma passarela elevada ao museu.

Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado pelo autor

Fonte: IranSunWorld, Concert Hall at the Heydar Aliyev Center in Baku Azerbaijan, Março/2020.

22

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Figura 24 - Planta de setorização do 1º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev

Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013,

Figura 26 - Planta de setorização do 3º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev

Figura 28 - Planta de setorização do 5º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev

Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013,

Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013,

adaptado pelo autor

adaptado pelo autor

adaptado pelo autor

Figura 25 - Planta de setorização do 2º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev

Figura 27 - Planta de setorização do 4º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev

Figura 29 - Planta de setorização do 6º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev

Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013,

Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado

adaptado pelo autor

pelo autor

Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado pelo autor

23

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Figura 30 - Planta de setorização do 7º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev

por meio de curvas, materiais e técnicas construtivas

Por fim, tendo como único ponto negativo, o projeto

alcançou seu objetivo de demonstrar a evolução que o

é a sua política de criação, sendo elas: seu nome

pais busca por meio da arquitetura, a arquiteta

remete ao antigo líder do país Heydar Aliyev que é

conseguiu deixar explícito o potencial que o pais recém

acusado de ter sido um ditador que violou direitos

independente tem de crescer, mostrando seu potencial.

humanos, cometeu irregularidades eleitorais e intimidou

Por meio de um planta muito bem setorizada e com caminhos

planejados

para

formar

um

percurso

agradável ao visitante, seu interior é inteiramente acessível ao PcD, porém ainda mantem o caráter escultural das escadas, a um objeto importante para o edifício que não só se deve ser usado apenas como item

oposicionistas no país, além disso, há denúncia de que para realizar o crescimento da cidade por meio da arquitetura, seu filho, o atual presidente do pais, tem realizados

desapropriações

forçadas

e

trabalhos

escravos para construção dessas novas obras.(BBC News|Brasil, 2014)

de circulação, mas como uma obra de arte em si, Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado pelo autor

segundo o arquiteto Oscar Niemeyer. Ademais, o prédio inteiro é uma fantástica escultura, onde por meio da ausência de ângulos agudos, não havendo quinas em

Figura 3111 - Planta de setorização do 8º pavimento

nenhuma parede, o projeto é fluído e continuo criando

Centro Cultural Heydar Aliyev

uma sensação de movimento a quem olha, exemplo disso é o auditório que com suas curvas torna o ambiente único, proporcionando um acréscimo na beleza de qualquer espetáculo apresentado. Os materiais utilizado como partido foram de extrema importância para alcançar o conceito do projeto, que por meio de estrutura de concreto o prédio ganha sua forma mais solida, mas com a utilização de um estrutura metálica torna a possibilidade das curvas, além disso, as enormes peles de vidro não influenciam de uma forma negativa relacionado ao calor proporcionado pelos raios solares, ao contrário, com a utilização de vidros

Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado pelo autor

especiais, esses raios são refletidos para o exterior, permitindo apenas a entrada da iluminação natural, além disso, essas enormes vidraças trazem uma beleza

Análise Critica

especial à obra a noite.

O projeto de Zaha Hadid é uma enorme obra desconstrutivista, muito aclamada e imponente, onde

24 24

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


03 - VISITAS

TÉCNICAS

25

25

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Folha Z - Casal campeão europeu de tango dá aula de dança em Goiânia. Acessado em: Outubro/2020.


VISITA TÉCNICA 01 - CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

país. / Queríamos uma arquitetura que permitisse

A implantação do Centro Cultural São Paulo é feita

Ficha técnica Arquiteto Responsável: Eurico Prado Lopes e Luiz Telles

Área Construída: 46.500,00m2 Ano da Obra: 1979 Localização: São Paulo - Brasil

Análise da obra

os

transeuntes,

de

repente, se perdessem e caíssem aqui

em dos terrenos residências desapropriados para a

dentro,

implantação das Linhas de Metro Vergueiro e Paraiso

saguões

(umas das primeiras de São Paulo), onde a ideia inicial

amedrontamentos… Era como se a

sem

porta

principal,

sem

e

nem

incríveis

gente pudesse pegar na mão dessa

era a construção de torres comerciais, hotéis, shopping e Área do Terreno: 21.000,00m2

que

pessoa acanhada, e falar: vem e usa o

uma biblioteca para desafogar a Biblioteca Mario de

que é seu. Inclusive porque você paga,

Andrade, porém o então prefeito da época, Olavo

você tem todo o direito, é público.

Setúbal, viu o grande potencial do terreno e decidiu

(TELLES, L)

criar um centro cultural baseado no Centro Cultural

Os

arquitetos

criadores

do

centro

cultural

George Pompidou, tornando-se assim o primeiro centro

buscaram uma planta mais horizontal, pois graças a

cultural do Brasil.

localização do terreno, entre duas vias, sendo uma

Figura 33 - Vista aérea do Centro Cultural São Paulo

localizada na cota mais alta e outra na mais baixa, foi mantido uma verticalização térrea de quem olha da

No dia 18 de Janeiro de 2020 realizei visita ao Centro

Rua Vergueiro, fazendo com que o prédio se desenvolva

Cultural São Paulo, localizado na Rua Vergueiro, 1000 -

para baixo, até encontrar a rua inferior. Este conceito

Paraíso, São Paulo – SP, um espaço criado há mais de

utilizado proporciona para o pedestre da via mais alta,

quarenta anos que não perdeu suas características e

de que quase como se não houvesse uma construção

seu conceito: proporcionar a cultural para todo o

ali, sendo percebida apenas pela cobertura do edifício

público até os dias de hoje.

que avança sobre o passeio trazendo proteção contra

Figura 122 - Comprovante fotográfico da visita ao Centro Cultural São Paulo

intempéries, além da sensação de segurança para a pessoa adentrar o espaço, ademais, há outro conceito para essa baixa verticalização: as copas das árvores que já haviam no terreno dos quintais das antigas residências

Fonte: SP Bairros, acessado em 2020.

Criado no final da ditadura militar, por algum motivo, o projeto não foi barrado pelos militares, permitindo a implantação de uma planta mais aberta, com vários acessos e uma permeabilidade visual incrível, sendo

foram mantidas, onde o pedestre vê a copa do lado de fora do ambiente e quando entra vê o “pé” da árvore, proporcionando um pouco de vegetação em uma cidade onde a cor predominante é o cinza do concreto. O

que, proporcionar a arte e a convivência livre naquela

é

definido

nos

principais

setores:

exposição, biblioteca e convivência que por meio de

época era algo proibido. Fonte: Autoria própria, 2020.

projeto

[...]o que queríamos era redução dos

grandes vãos graças a mescla de concreto protendido

controles. Lutávamos pela liberdade,

e estrutura metálica foi possível a criação de pilares que

que quase não tinha sobrado nesse

estão

26

localizados

nos

mesmos

locais,

mas

são

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


fisicamente separados, formando uma abobada, junto

dá acesso a cobertura verde que percorre uma parte

rampas no vazio, onde se pode acessar qualquer um

com a quase imperceptível ligação da viga, que ganha

do edifício, tornando uma praça sobre estrutura, sendo

deles pelas ligações dessa circulação. O térreo desse

maior espessura nos vãos do mezanino, mas ficam mais

utilizada para descanso, convivência, solário e até

conjunto

esguias nos pisos. Não se preocupando com revestimos

mesmo como uma horta comunitária.

extremidades

e pinturas o projeto inteiro tem aparência natural dos

é

onde desse

se

localiza

pavimento,

a

biblioteca

com

um

nas

acervo

extremamente grande há espaços de leitura externo e

Figura 35 - Praça descoberta do Centro Cultural São Paulo

materiais, além disso, a sonoridade do ambiente é

interno, além de acesso a computadores; no centro há

resolvida por meio do concreto, onde não se podia

um local vazio onde geralmente é preenchido com

realizar a construção inteira do edifício apenas com

cadeiras para ser realizado palestras e apresentações.

metal, pois a reverberação seria extrema, sendo assim,

Figura 3137 - Biblioteca do Centro Cultural São Paulo

em algumas partes do projeto foi utilizado o revestimento com vibra de vidro em placas para melhorar a acústica. Figura 34 - Átrio do Centro Cultural São Paulo com enfoque na estrutura

Fonte: São Paulo Viva Tudo Isso – Centro Cultural São Paulo, acessado em 2020. Figura 36 - Terraço jardim do Centro Cultural São Paulo

Fonte: Rede Brasil Atual – Centro Cultural São Paulo, 2017.

Os mezaninos são utilizados para realização das exposições, sendo os pavimentos vazios, eles são moldados conforme a demanda a atividade, tendo

Fonte: SP City – Centro Cultural São Paulo, 2017.

uma apenas uma sala fixa, no final do mezanino mais

Para quem acessa da Rua Vergueiro, o projeto

alto, chamada Sala Tarsila do Amaral, onde são

começa com uma pequena descida que o leva para

expostas as obras da artista. A permeabilidade visual Fonte: Passeios Baratos em SP – Centro Cultural São Paulo,

um jardim coberto que ganha iluminação natural pelo

2016.

grande pátio de uso diversificado, porém muito utilizado por grupos de diversas tribos para coreografar seu

mezaninos instiga o espectador que está observando

O Centro Cultural São Paulo é dividido basicamente

gênero de música favorito enquanto tem sua imagem

em

refletida na pele de vidro dos ambientes internos. Nesse

descoberta, tendo o setor ao Sul o setor de exposições e

local descoberto há uma escada no vazio, que se

as

destaca pela sua forma curva e sua cor vermelha, onde

mezaninos que proporcionam a apreciação ao jogo de

dois

blocos,

bibliotecas.

separados

Esses

espaços

27

proporcionada pelo enorme vazio central entre os

pela são

praça divididos

central

uma exposição a ir as outras, por meio da ampla visão que se tem de um lado do prédio ao outro.

entre

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Figura 38 - Setor de exposição do Centro Cultural São Paulo

Figura 39 - Auditório do Centro Cultural São Paulo

Alguns

pontos

negativos

são

nítidos

no

olhar

arquitetônico quando se vê a acessibilidade em falta por todo o prédio, o mais gritante é o jogo de rampas no meio do vazio do setor de exposição, esse objeto não é acessível, com sua inclinação extremamente alta e sem patamares não permite que uma PcD percorra essas rampa sozinha, além disso, há degraus no encontro desses itens tornando perigosos para pessoas ditas normais. Ademais, o terraço jardim é outro item que falta acessibilidade, onde que seu piso gramado dificulta a PcD a usufruir desse espaço, porém, no dia da visita

Fonte: O Jornal de Todos os Brasis – Centro Cultural São Paulo, 2017.

A segunda parte do prédio é onde se localiza as

pude presenciar um grupo familiar empurrando um

Análise do projeto Figura 4014 - Planto do pavimento de exposição do Centro Cultural São Paulo

oficinas e o auditório, essa parte do projeto é feita com

É impressionante como diversas pessoas que talvez nem se conheçam e nem gostem da mesma coisa

divisórias de vidros, onde que não importa onde você

conseguem delimitar um pequeno espaço e fazer suas

esteja, será possível ter a visão a sua frente, não

atividades não se importando com o outro grupo

havendo uma privacidade de uma sala fechada, sendo

desconhecido, como por exemplo, no dia da visita havia

assim, tudo o que uma pessoa faz, como acontece os

vários grupos de dança na praça descoberta, sendo

grupos de dança nos largos corredores, é observável,

algo que me chamou a atenção é um grupo de K-POP

tornando aquilo uma cultural visível a qualquer um,

(um estilo de musical coreano) dançando e fazendo

disseminando esse espetáculo e os conhecimentos. O auditório do Centro Cultural São Paulo é como um

senhor cadeirante pelo ambiente.

suas coreografia com a música alta, e logo depois, há Fonte: ArchDaily – Centro Cultural São Paulo, adaptado pelo autor em 2020.

teatro arena, onde o palco é central e envolto pelas

uns três metros de distância, um grupo tendo aulas de samba, também com sua música alta, isso não

cadeiras e espaços vazios para o público sentar, essa

Análise critica

atrapalhou em nada o desenvolvimento de ninguém,

zona é dividido em duas partes o piso que se localiza no

O Centro Cultural São Paulo criado na década de

todos se respeitando e interagindo dentro daquela

mesmo nível do palco, e o mezanino, que nasce de um

oitenta sem dúvida ainda desempenha muito bem sua

parede invisível criada em suas mentes, na qual é

vazio em volta do palco proporcionando duas visões

função de unificar diversas tribos, mesclando várias

rompido sem problema algum quando outra pessoa

diferentes do espetáculo que está acontecendo, esse

culturas, sendo essa por si só extremamente diversificada

entra e pergunta se pode observar ou participar.

método usado, é extremamente útil quando se pensa

e isso é nítido quando se entra nesse espaço tão bem

que o prédio é um ambiente público, onde não se é

planejado para suportar e dar apoio a toda essa

cobrado a entrada, então graças a demanda da

diversidade.

Delimitar uma cultura desejada para um espaço chamado centro cultural talvez seja algum impossível e utópico, porém acredito que isso não foi pensando na

população a utilização dos diferente níveis ajuda a

hora do projeto, mas criar apenas um ambiente onde

diminuir a superlotação.

28

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


qualquer cultura pudesse se expressar é o verdadeiro

O terreno antigamente era uma fábrica tambores,

O conceito de restauro era novidade para a época,

logo depois uma fábrica de geladeiras da marca

não se havia ainda tomado a sensibilidade de manter as

Mesbla, onde se produzia um equipamento muito

obras antigas com novas funcionalidades sem infligir

inovador para a época, pois podiam ser utilizadas com

grande mudanças em sua estrutura, respeitando a ideia

combustíveis e usadas em lugares onde não havia

do artista inicial, por esse motivo houve o convite da

energia elétrica, porém na década de 60 começou a

Arquiteta Lina Bo Bordi que havia realizado a única obra

Arquiteto Responsável: Lina Bo Bardi

haver as mudanças das grandes empresas produtoras

desse tipo na Bahia no projeto de reabilitação do Solar

Área do Terreno: 18.173,60m2

para o interior do estado, gerando a falência da marca,

do Unhão, restaurado para ser o Museu de Arte Popular.

sentido desse tipo espaço.

VISITA TÉCNICA 02 - SESC POMPEIA

Ficha Técnica

Área Construída: 23.571,00m2

proporcionando ao Sesc a compra do terreno em 1972, em um leilão do poder executivo.

Ano da Obra: 1986

Antes

Localização: São Paulo – Brasil

Análise da Obra Em visita realizado no dia 18 de Janeiro de 2020, ao

importância que a arquiteta dá para esse projeto, pois

estava

via a necessidade do seu serviço para o meio em que

abandonado há algum tempo, tendo o uso do público

seria inserido, proporcionar um espaço de lazer aberto

para práticas esportivas por se tratar de um ambiente

ao público era um item muito prestigiado por ela, além

muito amplo e cercado, permitindo aos pais deixarem

de se tratar de uma nova técnica, o restauro, a arquiteta

seus filhos livres para se divertirem.

queria estar presente em todo o processo aplicando

adquirido

instrutora que é integrante de um grupo de estudiosos sobre a história desse centro cultural. Figura 4115 - Comprovante fotográfico da visita do Sesc Pompeia

Logo

o

do

terreno,

depois

de

programa

canteiro de obra localizado no terreno, de tamanha ter

Sesc Pompéia, localizado na Rua Clélia, 93 - Água Branca, São Paulo - SP, com acompanhamento da

mesmo

Iniciada em 1977 Lina transfere seu escritório para o

o

ser

do

espaço

comércio

que

adquirido,

o

Sesc

viu

a

necessidade de tornar aquela espaço pronto para o

toques especiais em vários lugares. Figura 42 - Vista aérea do Sesc Pompeia

uso, realizando uma pequena reforma para poder realmente abrir ao público, porém, essas atividades duraram apenas quatro anos, onde o programa viu que a necessidade de tomar providencias para melhorar o espaço, sendo assim, houve o convite ao Arquiteto Júlio Neves2

para

realizar

o

projeto

para

atender

a

necessidade do segundo Sesc da cidade de São Paulo. Com o projeto aprovado, houve o início das obras, sendo o conceito, a demolição quase que completa dos edifícios, porém, houve a ideia da diretoria do serviço do comércio realizar o restauro do patrimônio, pois ali estava o verdadeiro sentido do programa, pois era uma fábrica, ou seja, havia a alma do trabalhador naquele sitio e o Sesc é para o trabalhador. Fonte: Autoria própria, 2020.

Arquiteto e urbanista com sua carreira focada em imóveis comerciais para lojas e escritórios. 2

29

Fonte: Veja São Paulo – Sesc Pompeia, acessado em 2020.

O Sesc Pompeia tem seu acesso principal pela Rua Cilélia por uma grande abertura convidando o usuário a adentrar o ambiente por meio de um largo passeio

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


central, como se fosse uma continuidade da calçada

lembrou-se do fogo; percebeu a grande quantidade de

externa, mostrando que aquele espaço era de todos,

iluminação e ventilação natural entrando pelos sheds,

para todos. O programa tem uma disposição mais

sendo o vento; e a pedra proporcionada pelos tijolos

horizontalizada, onde era os galpões da antiga fábrica,

das paredes, sendo a terra, porém faltava um elemento,

com altos pés direitos e grande vãos, tendo uma

a água, por isso foi criado um espelho d’água apelidado

característica única na sua estrutura, vigas duplas,

carinhosamente por ela de Pequeno Rio São Francisco,

marca do engenheiro François Hennebique, pioneiro do

pois lembrava as curvas do leito do rio. O outro prédio

concreto armado, sendo o único edifício do Brasil com

destinado ao setor cultural se localiza mais ao fundo do

esses itens.

terreno, sendo também um dos galpões da fábrica com

Apesar de ser o primeiro bloco no complexo, o setor administrativo passa quase que despercebido para o

enorme pé direito, iluminação e ventilação natural. Figura 163 - Setor de exposições do Sesc Pompeia

Figura 44 - Biblioteca Sesc Pompeia

Fonte: Pinterest, Sesc Pompeia, acessado em 2020.

Seguindo a sequência de prédios logo se tem o setor

visitante, isso se dá pela espetacular obra criada, o

de espetáculos, sendo ele composto por um auditório,

conceito utilizado de uma circulação horizontal contínua

foyer e camarins. Ao acessar esse local, o primeiro item

por meio do caminho de pedra que permite a

que se vê é um comprido foyer com cobertura

permeabilidade visual do usuário até quase o final do

transparente; alguns bancos dispostos em seu espaço,

terreno, instigando-o a desbravar todos os itens possíveis.

onde ao fundo um grande portão de metal com

Esse prédio se divide em dois blocos, ala leste e oeste,

abertura direta para a via, usado apenas para carga e

sendo o setor leste destinado a escritório, e a ala oeste

descarga e não para o acesso ao público. A direita de

aos sanitários, depósitos e setor de conivência dos

quem chega da circulação horizontal observa um bloco

funcionários.

Fonte: Mari pelo mundo, Sesc Pompeia, acessado em 2020.

A comedoria acontece em um retângulo, divido em

Dentro de um desses espaços para exposição há

sua maior parte coberta, mas uma pequena parcela

uma pequena biblioteca, dividida em dois pavimentos,

sendo descoberta. A zona descoberta conta com

moldada com uma arquitetura mais brutalista, como

guarda-sol e mesas com cadeira, já na área coberta há

todo o edifícios, Lina mostra que a nova construção foi

um espaço que serve como refeitório, além de uma

realizada depois da edificação inicial, por meio da

pequena cozinha que atende toda a demanda do

escolha dos materiais, sendo o concreto protendido sem

setor.

acabamentos. Onde o visitante pode usufruir de bancos

O setor de exposição acontece em dois prédios distintos, sendo um deles mais próximo da entrada principal, contando com um conceito muito interessante visto por Lina, onde que por meio da arquitetura

elevado ligado por uma passarela com o auditório, esses são os camarins, um bloco separado do palco, permitindo

também

necessário

entrar

no

o

acesso auditório,

direto, como

não

sendo

geralmente

acontece em outros projetos.

e mesas de madeira para ler seu jornal ou um livro junto com a exposição acontecendo sem ter vedações que separam esses ambientes, permitindo até a passagem de ruído de um local para outro.

encontrou a harmonia dos elementos, no caso, quando ela viu o forno, que foi transformado em uma lareira,

30

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Figura 45 - Foyer Sesc Pompeia

mas antes há um solário sob uma passarela de madeira

Figura 46 - Auditório do Sesc Pompeia

sob um córrego, esse trabalho necessitou de uma atenção especial, onde não houve o respeito a área de Área de Preservação Permanente (APP). Esse espaço próximo da piscina proporciona uma ótima iluminação natural,

que

em

dias

quentes

qualquer

pessoa,

conveniado ou não, pode usufruir desse caminho de madeira para tomar seu banho solar, além disso, há uma cascata que atualmente encontra-se desativada, mas Fonte: Pinterest, Sesc Pompeia, acessado em 2020.

antigamente seu intuito era trazer o mínimo que fosse possível do contato com a água para as pessoas que

O último bloco da antiga fábrica é o setor de oficinas,

Fonte: Veja São Paulo, Sesc Pompeia, acessado em 2020.

O auditório é outro ponto importante no projeto do Sesc Pompeia, ele é um teatro arena, ou seja, ele conta com

um

palco

proporcionando

um

central

com

espetáculo

duas

plateias,

diferenciado

do

convencional. Além disso, as poltronas desse espaço tem um conceito único, sendo feitas de madeira, extremamente desconfortável, porém esse era o intuito de Lina, onde não via este espaço como um local para a pessoa se sentir em casa, com todos os desleixos da

onde acontece aulas sobre artesanato, esse espaço é como

os

outros

galpões,

porém

são

divididos

internamente com paredes de aproximadamente dois metros de altura, sem cobertura, permitindo que o ruído de uma sala se propague para as outras, não sendo problema aos olhos de Lina Bo Bardi, pois, apenas instigaria a pessoa de um curso sentir interesse pelo outro.

não podiam ter acesso a piscina, pois não eram conveniados. Os últimos blocos do projeto são as torres esportiva e seu apoio, ligadas por meio de passarelas entre quadras e seus vestiários, levando o observador a impressão que são duas irmãs se abraçando, sendo a circulação horizontal seus braços. Dividido em dois blocos, o mais largo é onde se localiza a piscina no térreo e quadras esportivas nos pavimentos superiores, pavimentos esses

Figura 4177 - Galpão de oficinas do Sesc Pompeia

com pé direitos altos, com cerca de oito metros. Uma

intimidade de sua residência, mas sim para se comportar

característica única desse ambiente são as aberturas

em público, obrigando as pessoas a sempre a terem

usadas como janelas, onde em suas diferentes formas, o

uma postura ativa, além de obriga-la a procurar uma

intuito da arquiteta era criar aberturas que lembrasse as

posição que melhor agradasse naquele momento, não

entradas

permitindo

a

construção foi extremamente criticada pelo público,

apresentação, pois o público observa a apresentação,

como algo horrendo, porém hoje se vê a beleza que

mas ao mesmo tempo é observado.

esses itens proporcionam.

que

a

pessoa

cochilasse

durante

de

cavernas,

que

em

sua

época

de

O prédio mais esguio é divido em doze pavimentos, Fonte: Sesc São Paulo, Sesc Pompeia, 2013.

O caminho de pedra de todo o Sesc Pompeia leva ao fundo do terreno, que conta com o setor esportivo,

31

com setores de apoio, áreas técnicas e vestiários, além de contar com salas multiusos, como espaço para danças

ou

lutas.

As

passarelas

de

ligação

são

descobertas, permitindo intempéries em quem passa,

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


um item que não era vista por Lina como um problema,

Pompeia na Grécia, referência ao nome do bairro onde

dinheiro, além de gerar poluição ao meio ambiente,

pois segundo ela, quem já está todo suado praticando

o projeto foi implantado.

mas o mais importante seria a perda dos valores de

esporte na quadra não irá se importar em tomar alguns minutos de chuva, além disso proporciona um refresco

quem ali trabalhou, os próprios funcionários, o público

Análise do projeto Figura 49 - Setorização da implantação do Sesc Pompeia

aos esportistas.

alvo do programa Sesc. O intuito de Lina Bo Bardi na revitalização do local e acréscimo de mais algumas construção, sem dúvidas, ainda atende muito bem o público alvo, isto é nítido

Figura 48 - Solário do Sesc Pompeia

quando se passeia pelo espaço e vê a quantidade de usuários que observam as exposições, almoçam na comedoria ou usam o ambiente esportivo, isso apenas ressalta a eficácia de um ótimo projeto, que apesar de tanto tempo depois de ter sido construído, ainda tem sua função. Fonte: ArchDaily – Sesc Pompeia, 2013, adaptado pelo autor.

Fonte: Airbnb, Sesc Pompeia, acessado em 2020.

Figura 50 - Setorização do corte do setor esportivo do Sesc Pompeia

muitos como uma obra feia esteticamente, mas a arquiteta não se importava com isso, pois realmente não era para ser bonita e linda, pois pra ela a arquitetura

A ligação de um prédio ao outro é feito por uma

não

estrutura completamente anexa, ou seja, a arquiteta

era

a

beleza

acrescentavam

argentina queria mostrar que realmente são estruturas

a

da uma

forma,

os

fachada,

adornos uma

que

estética

agradável e propicia a apreciação do público, para ela

separadas dos prédios verticais, por isso é deixado um

a arquitetura era uma poesia, ou seja, ela deveria se

vão entre a entrada e a passarela, que como medida

expressar de uma forma única para cada pessoa,

de segurança ela criou uma escultura de uma flor

transmitir o pensamento e o intuito do criador pra

nordestina para barrar o vão entre a circulação e o

qualquer um que ali passasse, não ser um item histórico

edifício, impedindo acidentes. Além disso, não foi apenas essa planta a homenagem de Lina ao povo que

A Fabrica Pompeia, chamada por Lina, é vista por

Fonte: ArchDaily – Sesc Pompeia, 2013, adaptado pelo autor.

que apenas pessoas mais cultas iriam entender, o Sesc Pompeia é para todos, desde a classe o operária até

vinha de tão longe buscar emprego na cidade de São

Análise critica

Paulo, o reservatório de água do complexo tem uma

O projeto do Sesc Pompeia sem dúvidas foi uma

característica única, por meio de uma técnica usando

grade evolução para os preceitos da arquitetura na

tecido, forma de madeira e concreto Lina cria essa

época em que foi desenvolvida, a transformação de

estrutura que lembra o bordado das Mulher Bordadeira

uma fábrica de tambores em um centro cultural e

do nordeste do país, representando os babados dos

desportivo foi um enorme passo para a revitalização tão

trabalhos manuais realizados por ela, outra comparação

desconhecida na época. A eminente demolição das

feita é a lava vulcânica que cobriu a cidade de

construções existentes era um enorme desperdício de

32

para os grandes empresários, a beleza não está na forma, mas sim naquilo que ela transmite, e esse complexo passa uma mensagem magnifica de ótimos espaços que chamam e agradam o usuário a ir várias vezes e continuar usando, pois aquilo sempre se molda e traz coisas novas, como realmente é a cultura que deve ser buscada.

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


33

33

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Hora Extra -Baile de Tango traz campeões europeus para Goiânia. Acessado em: Outubro/2020.


04 – ÁREA DE INTERVENÇÃO

3434

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Metodologia Gustavo Borges - Natação para bebês Outubro/2020.


LOCAL

principais produtores de alimentos industriais do mundo,

Figura 52 - Mapa do Estado de São Paulo

é sede de 41% das fábricas automotivas, 15º maior produtor de veículos do mundo) e fornece seus serviços,

São Paulo O Estado de São Paulo está localizado na Região Sudeste do Brasil, fazendo divisas com os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso do Sul, além de ter mais de seiscentos quilômetros banhado pelo Oceano Atlântico, sendo sua área territorial de 248.219,481 km2 abrigando cerca de 45.919.049 pessoas,

bens de consumo e insumos tanto para outras regiões do Brasil quanto para o exterior. Sua capital é o município de São Paulo. Por possuir infraestrutura, a cidade é considerada o Centro Financeiro do Brasil, abriga muitas empresas, inclusive multinacionais e também é sede da Bovespa, principal bolsa de valores.

tendo sua densidade demográfica de 166,25 hab/km2, distribuídos em 645 municípios. Figura 51 - Mapa do Brasil

Fonte: IBGE, 2018, adaptado pelo autor.

De acordo com o IBGE e o SEADE3, em 2017 o Estado de São Paulo representava 31,93% do Produto Interno

Guararema

Fonte: IBGE, 2018, adaptado pelo autor.

A cidade escolhida para a implantação do projeto é Guararema, localizado na Região Metropolitana do

Guararema em seus 120 anos tem aproximadamente

Estado de São Paulo, sendo uma pequena cidade

29.798 habitantes, distribuídos em 270,816km2, tendo sua

fundada por Gaspar Cardoso, Capitão Mor de Mogi das

densidade demográfica de 95,43 hab/km2, fazendo

Cruzes,

nomeada

divisas com as cidade: Santa Isabel (ao norte), Jacareí

inicialmente de Arraial da Escada, graças a uma

(a nordeste), Santa Branca (a sudeste), Mogi das Cruzes

pequena capela dedicada a Nossa Senhora da Escada,

(a

localizada atualmente no Bairro da Freguesia da Escada.

Encontrando-se a 81km da Capital São Paulo e altitude

Todavia, apenas em 1875 com terras dada a uma

média de 585m relação ao mar, possuindo as seguintes

escrava chamada Maria Florência de sua senhora Dona

coordenadas geográficas 23° 24' 54" S 46° 02' 06" O,

Laurinda de Souza Leite com o intuito de auxilia-la, onde

sendo seu clima tropical de altitude.

em

meados

do

século

XVI,

oeste),

Salesópolis

e

Biritiba

Mirim

(ao

Sul).

construiu uma capela em louvor a São Benedito, sendo

Os acessos ao município se dão principalmente

nesse local o maior desenvolvimento da cidade,

pelas: Rodovias Henrique Eroles (SP-66), Rodovia Ayrton

tornando-se impulsionada pela proximidade ao Rio

Senna (SP-70), Rodovia Governador Carvalho Pinto (SP-

Paraíba do Sul e a Estrada de Ferro Central do Brasil

70), Rodovia Presidente Dutra (BR-116) e Rodovia Nicola Capucci, além de contar com estradas municipais que

Bruto brasileiro. O Estado de São Paulo concentra 36%

acessam a outras cidades por meio da Zona Rural. Além

da produção industrial brasileira, 12% da renda agrícola

disso, há duas Linhas Férreas que cortam o município,

do País. A economia paulista é diversificada (maior

porém atualmente são transportados apenas cargas

produtor mundial de Laranja e Cana de Açúcar e

para fora do município, sendo utilizada para transporte

destaca-se na produção de Carne Bovina, está entre os

de pessoa por meio de trem turístico (Maria Fumaça) Fundação vinculada à Secretaria de Governo, é hoje um centro de referência nacional na produção e disseminação de análises e estatísticas socioeconômicas e demográficas. 3

entre os bairros do Centro e de Luiz Carlos.

35

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


A cidade conta com sua maior parte territorial

para

suprir

a

necessidade

de

moradias

dos

Bairro Colônia

preenchida por Zonas Rurais 158.698km2, restando cerca

trabalhadores das fabricas, lotes esses com média de

Localizado no extremo nordeste do município, o Bairro

de 112.117 km2 de Zona Urbana, sendo está dividida em

300m2, com água encanada, os loteamento deixam a

Colônia

duas partes Zona Centro-Sul e Zona Norte, tendo seu

desejar no quesito de esgotamento sanitário, sendo

principalmente pela Rodovia Presidente Dutra, fazendo

maior desenvolvimento em relação a comércio, turismo,

necessário a realização de sistemas de esgoto individuais

divisa com as cidade de Jacareí e Santa Isabel, tendo

economia, educação, saúde, lazer e infraestrutura em

para cada terreno.

cerca de 1364 habitantes classificados como renda

sua região central. Quadro 1 - Tabela populacional de 2010 das zonas de Guararema

Com relação a educação, transporte, saúde, cultura e lazer disponível na Zona Norte a gestão do

com

cerca

de

1.018km2

é

acessado

média baixa. Figura 184 - Mapa da Região Norte de Guararema

município deixa a desejar, disponibilizando apenas dois pontos de saúde na região, sendo eles: a Unidade Básica de Saúde - "Benedito Antônio Mariano" e a unidade Básica de Saúde "Guiomar Franco da Cunha”; e algumas escolas entre ensino médio e infantil. Com Fonte: IBGE, 2010, adaptado pelo autor.

relação a lazer, há apenas um pequena quantidade de

Região Norte de Guararema

praças onde não são projetadas e pensadas, logo não

A região escolhida para o desenvolvimento do

são utilizadas em seu verdadeiro potencial.

projeto foi a Região Norte do Município de Guararema,

Figura 53 - Mapa de Guararema

local urbanizado graças a grande quantidade de serviço industrial proporcionado pela locação das

Fonte: Plano Diretor do Munícipio de Guararema, 2016,

industriais graças a proximidade a Rodovia Presidente

adaptado pelo autor.

Dutra, atualmente totalizando cerca de 68 industriais instaladas no município, onde apesar da grande

Este bairro é dividido em dois tipos de zoneamento

diversidade, ressaltam-se os ramos de eletroeletrônicos,

de acordo com a Lei Municipal 3116/2015 – Lei de Uso e

químico, alimentício, artefatos de concreto, embalagens

Ocupação do Solo, sendo ele: Zona de Uso Misto (ZUM)

e artefatos de borracha

e Zona Residencial (ZR), onde ambas são áreas de uso predominantemente

Essa região conta com os seguinte bairros: Chácaras

residencial

diversificado,

onde

admite-se também, usos comerciais ligados diretamente

Guanabara, Jardim Luiza, Parateí, Industrial, Jardim

às necessidades diários da população, sempre visando a

Dulce, Lambari, Fukushima, Maracatu, Colônia e Feital e

geração de renda e serviço para os moradores locais.

uma população estimada de 7.600 pessoas segundo o censo do IBGE de 2010. O desenvolvimento desse bairro se dá graças as

Fonte: Plano Diretor do Munícipio de Guararema, 2016,

indústrias que ali estão locadas, logo começou-se a

adaptado pelo autor.

criação de pequenos loteamentos residências ao redor

36

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Figura 5196 - Corte AA

ANร LISE DO MICRO-AMBIENTAL Figura 55 - Anรกlise micro-ambiental

Fonte: Autoria prรณpria, 2020.

Figura 5207 - Corte BB

Fonte: Autoria prรณpria, 2020. Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020.

37

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


ANÁLISE MACRO-AMBIENTAL

Mapa do Sistema Viário

Mapa de Uso e Ocupação do Solo Figura 60 - Mapa do sistema viário Figura 5218 - Mapa de uso e ocupação do solo

Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020. Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020.

Mapa do Transporte Público

Mapa de Gabarito

Figura 6122 - Mapa do transporte público Figura 59 - Mapa de gabarito

Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020. Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020.

38

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Levantamento Fotográfico Figura 63 - Foto 04 do terreno

Figura 65 - Foto 07 do terreno

Figura 62 - Mapa de localização fotográfica

Fonte: Autoria própria, 2020. Figura 64 - Foto 05 do terreno

Fonte: Autoria própria, 2020. Figura 66 - Foto 09 do terreno

Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020.

Fonte: Autoria própria, 2020.

39

Fonte: Autoria própria, 2020.

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


05 – DIRETRIZES

E PREMISSAS

40 40

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Diário do Nordeste - Professores de dança de Fortaleza ensinam coreografias para serem feitas em casa. Outubro/2020.


Serão apresentados as normas relacionado a construção de um Centro Cultural e

TERRENO

Desportivo, divididas por ambientes que conterão este projeto.

Lei nº3116/2016 – Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo

A Lei nº3116/2016 – Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo delimita

Quadro 2 - Restrições de ordenamento do uso e ocupação do solo

parâmetros para edificações e divisão de lotes sobre o território urbano da cidade de

RESTRIÇÕES DE ORDENAMENTO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO - LOUS ÁREA TOTAL DO TERRENO: 30.115,00m2 APLICADOS ESTIPULADOS ESTIPULADOS APLICADOS PARA ATÉ PARA ATÉ ÍNDICES PARA ATÉ TRÊS PARA ATÉ TRÊS TRÊS DOIS PAVIMENTOS PAVIMENTOS PAVIMENTOS PAVIMENTOS TO 60% 18.069,00m2 60% 18.069,00m2 CA 1,8 32.542,20m2 1,3 23.489,70m2 IE 3 54.207,00m2 2,2 39.751,80m2 FRONTAL 5m

Guararema, sendo assim, o terreno encontra-se localiza está localiza na Zona Residencial, categoria três, pintado de cinza na figura abaixo.

RECUOS

Figura 237 - Zona Residencial 3 (ZR3-1)

AMBOS OS LADOS

UM DOS LADOS FUNDOS TP GABARITO

1,5m 5m 25%

7.528,75m2

20%

12m

7223,00m2 7m

Fonte: Lei de Uso e Ocupação do Solo, 2015, adaptado pelo

Fonte: Lei de Uso e Ocupação do Solo, 2015, adaptado pelo

2m

autor.

autor.

Permissibilidade do empreendimento

O imóvel localizado na Estrada Municipal Benedicto Pedro de Oliveira, esquina

Enquadramento de vias

Estrada Municipal Benedicto Pedro de Oliveira de acordo com o Decreto Municipal Nº3.274/2014, código 81, perfil: V2 – I – B, função: coletora, se

com a Rua Maria França Sardinha, Bairro Colônia, Município de Guararema, se situa

enquadra com 7,00m de leito carroçável (3,50m para cada sentido de

na ZR-3 (Zona Residencial 3), onde o empreendimento código da LOUS E.4.3.1.09

circulação), 2,20m de faixa de estacionamento (de ambos os lados) e 2,00m

(complexo cultural diversificado) enquadrado no código ESP 35 (Especial 35) é de uso

de passeio (de ambos os lados), totalizando 15,40m2.

permitido conforme a Lei Nº 3.116/2015, de Ordenamento do Uso e Ocupação do

Solo.

Rua Maria França Sardinha de acordo dom o Decreto Municipal Nº3.274/2014, código 290749, perfil: V3 – II – G, função: local, se enquadra com 6,00m de leito carroçável (3,00m para cada sentido de circulação), 2,20m de faixa de estacionamento para um lado da via e 1,90m de passeio (de ambos os lados), totalizando 12,00m.

41

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


CIRCULAÇÃO HORIZONTAL 

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, 

mobiliário, espaços e equipamentos urbanos 

rotas acessíveis.

ser de até 2% para pisos internos e 3% para

Rotas acessíveis em nível ou inclinadas que

pisos externos. 

Inclinações

longitudinais

da

superfície

Uma pessoa em cadeira de rodas:0,90 m

por um declive com desnível igual ou

deve ser inferior a 5%, sendo iguais ou

Um pedestre e uma pessoa em cadeira de

inferior a 0,60m deve ser implantado uma

superior serão consideradas rampas.

rodas: 1,20 m a 1,50 m

margem lateral de no mínimo 0,60m antes

Duas pessoas em cadeiras de rodas: 1,50

da

m a 1,80 m

vertical de no mínimo 0,15m de altura.

entre 5mm até 20mm devem possuir

Rotas acessíveis sem vedações laterais que

inclinação máxima de 50%, e desníveis

são delimitada por um ou ambos os lados

superior degraus.

Área para manobra de cadeiras de rodas sem

superfície

inclinada,

ou

Para rotação de 90º: 1,20 m x 1,20 m

por um declive com desnível superior a

Para rotação de 180º: 1,50 m x 1,20 m

0,60m devem ser implantado guarda-

Para

rotação

de

360º:

círculo

com

Área para manobra de cadeiras de rodas com deslocamento (patamar):

devem

ser

evitados,

porém

desníveis até 5mm dispensam tratamentos,

a

20mm

serão

considerados

Deve ser previsto área de resgate sendo

corpos, ou borda de 0,15m em ambos os

uma para cada 500 pessoas e no mínimo

lados, ou laterais em nível com pelo menos

uma por pavimento e uma para cada

0,60m de largura.

escada

Acessos:

e

elevador

de

emergência,

devendo ter sua dimensão mínima de 0,80mx1,50m e não interferir na faixa de

Deslocamento recomentado: corredor de

acessível e as demais não pode ser

circulação.

1,20 m com patamar de 1,50m.

superior a 50m.

Descolamento mínimo para 90º: 1,20m

Deslocamento consecutivo de 90º com

percurso com distância mínima de 1,20m

Os acessos devem permanecer livre de

O percurso entre o estacionamento de veículos e os acessos deve compor uma

Deslocamento consecutivo de 90º com

rota acessível, porém quando não for

percurso intermediário: 1,05m para cada

possível,

percurso com distância mínima 0,60m e

acessível há uma distância máxima de

máxima de 1,20m.

50m até a vaga para pessoas com

deve

ser

previsto

uma

deficiência e para pessoas idosas.

Proteção contra queda ao longo de rotas 

Largura de 0,90m para corredores de uso comum com extensão de até 4,00m.

entre eles.

acessíveis:

Corredores

qualquer obstáculos.

percurso intermediário: 0,90m para cada

Desníveis

A distância máxima entre cada entrada

proteção

diâmetro de 1,50 m

Inclinação transversal da superfície dever

deslocamento:

são delimitada por um ou ambos os lados

Largura para deslocamento em linha reta:

 

Deve haver proteção lateral ao longo de

Largura de 1,20 m para corredores de uso comum com extensão até 10,00 m.

rota

Largura de 1,50 m para corredores com extensão superior a 10,00 m.

Calçadas 

Faixa de Serviço: serve para acomodação dos canteiros, arvores e os postes de

Portas giratórias devem ser evitadas.

42

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


iluminação ou sinalização deve ser de no   

mínimo 0,70m de largura

com a seguinte equação:

Faixa livre de passeio deve ter no mínimo

(onde

1,20m.

c=comprimento)

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do

i=h x 100 / c

i=inclinação,

h=desnível,

balizamento com altura mínima de 0,05m. 

Os patamares iniciais, intermediários e

cada 50m para piso até 3% de inclinação,

longitudinal mínima de 1,20m.

Iluminação e ventilação

recomendando-se a instalação de bancos

A

distância

mínima

entre

os

corpos

o vão com área mínima de 4,00m2 em

inclinação, recomendando-se a instalação

prédios vizinhos de até 4 pavimentos e

de bancos com encontro e braços.

distância

mínima

entre

os

corpos

edificados não será inferior a 1,30. Guararema

Corredores

Escadas  

O bocel ou quina da escada pode

Deve ser previsto patamares a cada 50m

avançar no máximo 0,15cm sobre o piso

para piso de 6,25% e 8,33% de inclinação.

abaixo.

Desnível máximo de 1,50m de altura para

A

escada

deve

seguir

a

seguinte

equação: 0,63m ≤ p+2e ≤ 0,65m.

admissível de 5% sem limites de segmentos.

O piso (p) deve ser de: 0,28m ≤ p ≤ 0,32m.

Desnível máximo de 1,00m de altura para

O espelho (e) deve ser de: 0,16m ≤ e ≤

6,25% sem limites de segmentos. 

Nas rotas acessíveis não pode ser utilizados espelhos vazados.

cada segmento de rampa de 5% até

Devem ter largura mínima de 1,50m até 10,00m de comprimento, superior a isso,

cada segmento de rampa com inclinação

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de

Deve ser previsto área de descanso a cada 30m para piso de 3% até 5% de

A abertura da porta não deve interferir na dimensão dos patamares.

de 10,00m de comprimento será suficiente

A

com encontro e braços.

o acréscimo de 1,00m2 por pavimento.

0,18m. 

Desnível máximo de 0,80m de altura para

A largura mínima da escada deve ser de 1,20m.

deve ser adotado a largura mínima de

cada 6,25% até 8,33% com no máximo 15

1,80m.

segmentos de rampa.

corpo deve ser implementado guia de

Rampas em curva devem ter a inclinação

balizamento com altura mínima de 0,05m.

máxima de 8,33% e raio mínimo de 3,00.

CIRCULAÇÃO VERTICAL

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

corpo deve ser implementado guia de

Estado de São Paulo

para cada pavimento excedente haverá

Quando não houver parede ou guarda-

finais das rapas devem tem dimensão

edificados com compartimento com mais

Deve ser previsto área de descanso a

A inclinação da rampa deve ser calculado

Rampas:

Quando não houver parede ou guarda-

O primeiro e o último degrau de um lance

A largura da rampa deve ser de no mínimo

de escada deve distar no mínimo 0,30m de

1,20m.

área de circulação adjacente.

Toda rampa deve possuir corrimão de

Deve haver patamar a cada 3,20m de

duas alturas em cada lado, sendo um

desnível e sempre que houver mudança

localizado a 0,70m e outro a 0,90m do piso.

de direção.

43

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Entre os lances de escada deve ser

a largura mínima de 1,20m de ambos os

previsto

lados.

patamar

com

dimensão

longitudinal mínima de 1,20m. 

Nas mudanças de direção os patamares

escada.

vãos em todas as laterais, até a altura de

Quando houver porta nos patamares, a

1,10m do piso da plataforma.

Devem

 ser

instalados

em

rampas

e

escadas em ambos os lados a 0,92m e a 

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado de São Paulo

Plataforma de percurso aberto só podem

Escadas 

As escadas devem seguir a seguinte

Plataformas de percursos aberto devem

equação: 0,60m ≤ p+2e ≤ 0,65m, onde “e”

ter caixa enclausurada em percursos de

espelho e “p” piso

Dispositivos

que

não

permitem

a

Largura mínima de 1,20m

As

escadas

do

auditório

terão

características próprias citadas no item

acabamentos

dispositivos de acessibilidade

corresponde a auditório neste trabalho.

recurvado

ligando

o 

Quando se tratar de rampas ou escadas necessário a instalação de no mínimo um

NBR

9077/2001

Saídas

de

emergência

em

edifícios 

Iluminação e ventilação 

Escadas

A

distância

mínima

entre

os

corpos

edificados com compartimento com mais

Corrimãos podem se projetar no máximo

de 10,00m de comprimento será suficiente

corrimão intermediário, mas garantindo a

0,10m da escada, sem obrigatoriedade do

o vão com área mínima de 4,00m2 em

faia de circulação mínima de 1,20m.

aumento na largura da escada

prédios vizinhos de até 4 pavimentos e

Lance mínimo da escada deve ter três

para cada pavimento excedente haverá

degraus

o acréscimo de 1,00m2 por pavimento.

Os corrimão intermediário somente devem

ser interrompidos quando o comprimento do patamar for de 1,40m, garantindo que

o espaçamento mínimo seja de 0,80m entre o ter mínimo e o início do seguinte. 

Antecâmaras devem possuir comprimento

autonomia do PcD não são considerados

com largura igual ou superior a 2,40m é

inferior,

As extremidades dos corrimãos devem ter corrimão inferior ao superior.

permanente

mínimo de 1,80m,

2,00m até 9,00m

0,70m de altura do piso. 

ser usadas até 2,00m de desnível

Corrimãos 

Plataforma de percurso aberto devem ter fechamento continuo e não podem ter

interferir na dimensão do patamar.

ventilação

com área mínima de 1,20m2

devem ter dimensões iguais a largura da

Escadas enclausuradas protegidas devem possuir

Plataforma de elevação vertical 

área de abertura da esquadria não deve

Lance máximo da escada não deve ultrapassar 3,70m

Em ambos os lados de vão da porta, deve patamares

haver

corrimão central único com

mínimo igual a folha da porta

alturas, 0,92m e 0,70m do piso, respeitando

A

distância

mínima

entre

os

corpos

edificados não será inferior a 1,30.

Em escada é permitido a instalação de um as duas

com

comprimento

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema

Elevadores 

Deve

ser

servida

por

elevador

de

passageiros, a edificação com mais de

44

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


quatro andares ou que apresente desnível

entre o piso do pavimento do último andar do 

pavimento

mais

baixo

(incluindo

Em locais esportivos os vestiários acessíveis

superfície superior de no máximo 0,80m.

Deve haver pelo menos um elevador

coletivos, ou seja, ele deve ser integrado aos

acessível para PcD em que de acesso a

demais.

sejam

instalados

nos

banheiros

altura

frontal

livre

na

Quando a porta for do tipo eixo vertical ela deve abrir para o lado externo do sanitário.

Barras de apoio são necessárias para garantir o

acessado por rampa.

entradas independentes, sendo 5% do total de

com deficiência ou mobilidade reduzida em

Deve haver um espaço mínimo livre de

cada peça sanitária, com no mínimo um, para

todos os sanitários para tais pessoas.

1,50m em frente a todos os elevadores

cada sexo em cada pavimento, onde houver

acessíveis.

sanitários. Além disso, As instalações sanitárias

se ter sanitários ou banheiros familiares com

Os elevadores acessíveis devem ter sua

acessíveis que excederem a quantidade de

entrada independente provido de boxes com

cabine

unidades mínimas podem localizar-se na área

bacias sanitário para adultos e infantis, além de

interna dos sanitários.

boxe com superfície para troca de roupas em

Deve ser previsto à no mínimo um sanitário por

posição deitada com dimensão mínima de

A cada 16 degraus será obrigatório a

pavimento, localizado nas áreas de uso comum

0,70mx1,80m providos de barras de apoio.

locação de um patamar, com largura

do andar. Quando o cálculo da porcentagem

mínima

sem

de 5% de peças sanitárias do pavimento resultar

no mínimo 0,80m e conter área livre de no

mudança de direção e no mínimo a

em mais do que uma instalação sanitária ou

mínimo 0,60m de diâmetro entre a abertura da

largura

fração, estas devem ser divididas por sexo para

porta e a bacia sanitária, recomendando-se que

cada pavimento.

as portas abram para fora para facilitar o

Em estabelecimentos como shoppings, terminais

resgate.

com

dimensões

mínimas

de 

de

1,20m

da

em

escada

escadas

quando

houver 

de transporte, clubes esportivos, arenas verdes

INSTLAÇÕES SANITÁRIAS

garantir

uso com segurança e autonomia das pessoas

mudança de direção.

que

Número mínimo de sanitários acessíveis com

Escadas 

Os lavatórios deve ser instalados sem coluna tendo

excedentes

1,10mx1,40m. 

máxima de 50,00m entre si.

subsolos), superior a 10,00m.

todos os pavimentos e que seja possível ser 

Os banheiro acessíveis devem ter distância

Edifícios de uso público ou coletivo recomenda-

Boxes comuns as portas devem ter vão livre de

Boxes com barras de apoio deve conter barras

(ou estádios), locais de shows e eventos ou em

horizontais ou barras em “L” de ambos os lados

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações,

outros edifícios de uso público ou coletivo, com

com vão livre de 0,90m, sendo obrigatório a

mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

instalações permanentes ou temporárias deve

porta com abertura para o exterior

Os sanitários, banheiros e vestiários devem estar

ser previsto um sanitário acessível para cada

localizados

sexo junto a cada conjunto sanitário.

não superior a 0,80m e contar com barra de

Os sanitários devem permitir circulação com giro

apoio horizontal, quando se tratar de bancada

de 360º livre.

com vários lavatórios, o lavatório acessível

em

rotas

acessíveis,

próximo

a

circulação principal e próximo ou integrados as demais instalações sanitárias.

45

Os lavatórios devem ter sua cuba com superfície

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


devem estar posicionados nas extremidades do

conjuntos, podendo ser em apenas um das extremidades. 

Caso haja um mictório na instalação sanitária, ele deve ser dotado de barras de apoio vertical

deste trabalho. 

Deve conter dispositivo de captação de água o

Iluminação e ventilação 

A

distância

mínima

entre

os

corpos

de 10,00m de comprimento será suficiente

0,80m, sendo instalados o mais próximo da

sanitária devem ter área mínima de 1,20m2 com

o vão com área mínima de 4,00m2 em

entrada do sanitário.

dimensão mínima de 1,00m.

prédios vizinhos de até 4 pavimentos e

Compartimentos sanitários com bacia sanitária e

para cada pavimento excedente haverá

lavatório devem ter área mínima de 1,50m2 com

o acréscimo de 1,00m2 por pavimento.

Os sanitários acessíveis devem conter próximo a porta-objetos,

cabide,

espelho,

altura máxima de 1,20m, exceto o espelho

dimensão mínima de 1,00m. 

Compartimentos sanitários com bacia sanitária e

Quando houver porta no box do chuveiro o vão

lavatório devem ter área mínima de 1,50m2 com

livre

dimensão mínima de 1,00m.

dever

ser

de

no

mínimo

de

0,90m

recomendando-se porta de correr ou cortina.

A

distância

mínima

entre

os

corpos

edificados não será inferior a 1,30. 

Área iluminante deve ser de o mínimo 1/8 da área do piso, com no mínimo 0,60m2.

Compartimentos sanitários, área para banho,

Revestimento

Os boxes com chuveiro devem ser providos de

com chuveiro e lavatório devem ter área mínima

banco articulados ou removíveis e providas de

de 2,50m2 com dimensão mínima de 1,00m.

até a altura de 2,00 m no mínimo, de

Compartimentos sanitários contendo apenas

material liso, resistente, impermeável e

Os dos chuveiros devem ter dimensões mínimas

chuveiro deve ter área mínima de 1,20m2 com

lavável.

de 0,90mx0,95m permitindo o giro de 360º da

dimensão mínima de 1,00m.

barras de apoios.

cadeira de rodas. 

Dispor de aparelhos sanitário de dispositivos de

Compartimentos sanitários somente com bacia

saboneteira e toalheiros, não ultrapassando a

próprias citadas no item corresponde a auditório

edificados com compartimento com mais

cuba:

Os vestiários dos auditórios terão características

piso.

0,65m e o espaçamento entre as divisórios de

Estado de São Paulo lavagem continua ou intermitente

e sua altura da base mais baixa de no máximo

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do

Antecâmaras, com ou sem lavatórios devem ter

Os vestiários individuais devem ter dimensões

área mínima de 0,90m2 com dimensão mínima

mínimas de 1,80mx1,80m providos de superfície

de 1,00m.

para troca de roupa deitado com dimensão

mínima de 0,70mx1,80m, esse ambiente deve ser

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema

Sanitários 

Separação entre mictórios tipo cuba de no mínimo 0,60m de eixo a eixo

Deverão ter o piso e as paredes revestidas

No sanitário masculino, 50 das bacias poderão ser substituídas por mictórios.

As

instalações

sanitárias

devem

estar

provido de barras horizontais e espelho, sendo

Vestiários com área mínima de 6,00m2.

localizadas em local acessível, próximo à

necessário o espaço da cadeira de rodas ao

Os vestiários da piscina terão características

circulação principal.

lado da superfície de troca de roupa.

próprias citadas no item corresponde a piscina deste trabalho.

46

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Boxe acessíveis com bacia sanitária e lavatório com área de giro de 180º devem

COZINHA, COPA OU SIMILARES 

ter dimensões mínimas de 1,50m x 1,70m. 

Boxe acessíveis com bacia sanitária e

lavatório com área de giro de 360º devem

2,00m de altura.

Contendo uma bacia, um chuveiro e um

mínima de 1.000litros, assegurando o consumo

Portas

lavatório deve ter dimensão mínima de

diário. 

Contendo uma bacia e um lavatório deve

Deve conter dispositivo de captação de água o Área mínima de 10,00m2 e dimensões mínimas

Distancia de espaços livre entre os corpos pavimentos ou 10,00m de altura, quando

mínima de 2,00m2 e com pé direito mínimo

excedente somar 0,15m por pavimento 

Contendo somente uma bacia deve ter

mobiliário, espaços e equipamentos urbanos 

material liso, resistente, impermeável e

dimensão mínima de 0,80m, com área

lavável e o restante pintado com cores

mínima de 1,00m2 e com pé direito mínimo

claras e tinta lavável.

ao sanitário 

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado de São Paulo

Iluminação 

Sanitários Devem

Deve possuir pelo menos 5% do total de mesas, locadas próxima a uma rota acessível e próximo

Deverão ter o piso e as paredes revestidas

Contendo somente um chuveiro deve ter

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações,

com no mínimo uma, acessíveis e devem estar

até a altura de 2,00 m no mínimo, de

Iluminação e ventilação

Revestimento

de 2,60m.

RESTAURANTES, REFEITÓRIOS, BARES E SIMILARES

Área iluminante deve ser de o mínimo 1/8 da área do piso, com no mínimo 0,60m2.

A instalação sanitária deve ser provida de antecâmara ou anteparo.

ter dimensão mínima de 1,00m, com área

mínima de 1,20m2 e com pé direito mínimo

Sanitário 

edificados de 1,50m em prédios até 3

de 2,60m.

Iluminação e ventilação: 

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema

Contendo uma bacia e um chuveiro deve

dimensão mínima de 1,00m, com área

de 2,50m. 

com mola e proteção contra

roedores.

piso.

de 2,60m.

As paredes devem ser de cores claras e laváveis

Aberturas teladas.

de 2,60m.

material cerâmico vidrado pelo menos até

mínima de 1,50m2 e com pé direito mínimo

Estado de São Paulo

Deve ter reservatórios de água com capacidade

ter dimensão mínima de 1,00m, com área

As paredes devem ser revestidas com

Pisos revestidos de material cerâmico.

pé direito mínimo de 2,60m.

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do

1,00m, com área mínima de 2,50m2 e com 

Despensas e depósitos

acima da barra impermeabilizante.

ter dimensões mínimas de 1,70m x 2,00m. 

ser

distintas,

não

comunicar-se diretamente com entre si, a

sendo que no mínimo metade deve ser

não ser por antecâmaras que possuam

destinado a ventilação do compartimento.

abertura para o exterior

47

da área do piso, com no mínimo 0,60m2.

podendo

Dever no mínimo 1/8 da área do piso,

Área iluminante deve ser de o mínimo 1/8

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Para

cálculo

de

lotação

deve

ser

Dever no mínimo 1/5 da área do piso,

necessidades especiais e sua edificação

considerado 1m2/pessoas em áreas de

sendo que no mínimo metade deve ser

deverá prever os acessos e mobilidade

frequentadores sentados e 7m2/pessoa

destinado a ventilação do compartimento.

necessária ao trânsito delas.

nas demais áreas 

Sanitários 

Deve ser considerado uma bacia e um lavatório a cada 20 pessoas, sendo que

LOCAIS DE ESPORTE, LAZER E TURISMO 

bacia para cada 50 pessoas; e acima de

 

cada 100 pessoas.

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, Todas as portas devem ter vão livre de 1,00m, incluindo as portas dos sanitários.

200 pessoas, acrescentar uma bacia para

acessíveis,

às praças de alimentação.

arenosos ou similares.

A instalação sanitária deve ser provida de

pessoas.

PISCINA 

exceto

os

campos

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

Todas as áreas de práticas de esporte devem ser

Deverão ser previstos sanitários contíguos

gamados,

degraus

Os sanitários devem estar locados tanto na área

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema 

Para

cálculo

de

lotação

deve

ser

Sanitários 

Deve ser considerado uma bacia, um pessoas.

deve

ser

A instalação sanitária deve ser provida de

Iluminação e ventilação

Para

cálculo

de

lotação

deve

ser

Para

cálculo

de

transferência

para

de

lotação

deve

de rodas para uso de pessoa portadora de

48

Recomenda-se a instalação de barras de

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado de São Paulo As piscinas constarão, no mínimo, de tanque, sistema de circulação ou de

ser

Devem dispor de espaços para cadeiras

Ao menos um ducha deve garantir o

altura do nível da água.

recirculação, vestiários e conjuntos de

considerado 0,50m2/pessoas. 

submersas

apoio nas bordas internas das piscinas na

Arquibancada 

rampas

acesso de pessoas com cadeiras de rodas.

Devem estar no mínimo 1,00m de distância

considerado 0,30m2/pessoas

antecâmara ou anteparo. 

lotação

Setor para público em pé

lavatório e uma chuveiro a cada 20 

de

do lote vizinho quando forem descobertas. 

transferência,

1,20 m.

considerado 4m2/pessoas.

considerado 7m2/pessoas 

cálculo

de

piscinas com profundidade máxima de

Quadras e campos Para

bancos

submersos,

equipamentos

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de

de

com no máximo 8,33% de inclinação ou

Guararema

SETOR ADMINISTRADTIVO

O acesso da piscina deve ser garantido através

de uso público quanto na área esportiva.

antecâmara ou anteparo.

Deve ser considerado uma bacia, um lavatório e uma chuveiro a cada 20

mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

até 200 pessoas deve ser utilizado uma

Sanitários

instalações sanitárias. 

Os tanques devem ter revestimento interno de material resistente, liso e impermeável.

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


A declividade do fundo do tanque, em

qualquer parte da piscina, não poderá ter mudanças bruscas; e, até 1,80 m de 

As piscinas devem observar o afastamento

destinado a ventilação do compartimento.

O tanque deve manter afastamento de

imóvel.

Em todos os pontos de acesso à área do

OFICINAS DE ESTUDO

Sanitários 

Deve ser considerado uma bacia, um

tanque é obrigatória a existência de lava-

lavatório e uma chuveiro a cada 20

pés, com dimensões mínimas de 2,00 m x

pessoas.

 

SETOR EXPOSITIVO 

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de 

Os vestiários e instalações sanitárias devem de 1 para cada 60 homens.

0,30m2/pessoas

pelo

menos

As

bacias

chuveiros

na

sanitárias

devem

estar

ser

considerado

Para

cálculo

de

lotação

deve

ser

considerado 4m2/pessoas 

Iluminação e ventilação 

Dever no mínimo 1/5 da área do piso,

Para área de público em sentado o

sendo que no mínimo metade deve ser

cálculo de lotação deve ser considerado

destinado a ventilação do compartimento. 

Sanitários

Sanitários 

Deve ser considerado uma bacia, um

Deve ser considerado uma bacia e um

lavatório e uma chuveiro a cada 20

utilização antes ao chuveiro

lavatório a cada 20 pessoas, sendo que

pessoas.

Os chuveiros devem estar localizados de

até 200 pessoas deve ser utilizado uma

forma obrigatória sua utilização antes da

bacia para cada 50 pessoas; e acima de

entrada dos banhistas da área do tanque.

200 pessoas, acrescentar uma bacia para

A área do tanque será isolada por meio de

cada 100 pessoas.

divisórias 

deve

1,00m2/pessoas 

localizadas em local que facilite sua 

Guararema

Para área de público em pé o cálculo de lotação

Os vestiários e instalações sanitárias devem

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de 

conter pelo menos mictórios na proporção

proporção de 1 para cada 40 banhistas. 

Guararema

para cada 40 mulheres.

conter

Área iluminante deve ser de o mínimo 1/5 da área do piso

Os vestiários e instalações sanitárias devem lavatórios de 1 para cada 60 homens e 1

Iluminação 

conter pelo menos bacias sanitárias e

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado de São Paulo

2,00 m e de 0,2 m de profundidade útil. 

Dever no mínimo 1/5 da área do piso, sendo que no mínimo metade deve ser

mínimo de 1,50m de todas as divisas do 

profundidade equipara-se à piscina.

profundidade, não será maior do que 7%. pelo menos 1,50m das divisas. 

O espelho d'água com mais de 0,50m de

CINEMAS, AUDITÓRIOS E SIMILARES 

mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

Iluminação e ventilação 

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, Plateia

Guararema

49

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Ter garantido no mínimo um assento

As portas deverão ter vão livre de 1cm por

companheiro ao lado de cada espaço

o desnível deve ser vencido através de

reservado para pessoa com deficiência e

rampa com largura mínima de 0,90m, com

dos assentos destinados às P.M.R. e P.O.;

inclinação de 16,66% para vencer desnível

e deverão apresentar lances retos de 16

A distância mínima para a localização dos

de até 0,60m, ou inclinação de 10% para

degraus

espaços para P.C.R. e os assentos para P.M.R. e

desnível superior a 0,60m e conter guia de

patamares de no mínimo 1,50m

obesos deve ser calculada traçando-se um

balizamento. Sendo que essa rampa pode

ângulo visual de no máximo 30° a partir do limite

ser

superior da tela até a linha do horizonte visual,

eletromecânico.

com altura de 1,15 m. 

Os assentos para P.M.R. e P.O. devem estar

equipamento

As escadas terão largura mínima de 1,50m no

máximo,

sendo

o

17º

Quando o número de pessoas for superior a 150, deverá aumentar a largura da escada para 0,008 por pessoa excedente.

Os degraus das escadas não terão pisos inferiores a 0,30m e espelhos superiores a

localizados junto aos corredores e de

deve ser acessível, caso haja um camarim

0,16m.

preferência

apenas, ele deve ser unissex, caso haja

nas

fileiras

contíguas

às

passagens transversais.

sanitário

O espaço destinado para o assento para

recomendações conforme a do vestiário

PcD deve possuir as dimensões mínimas de

citado acima.

distância de 0,30m de faixa livre do assento posterior e 0,60m do assento

 

anexo

deve

seguir

as

Será de no mínimo 2 escadas que devem dirigir-se para a saída.

As instalações sanitárias serão de no mínimo uma bacia sanitária para 100

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do

pessoas e um lavatório e um mictório para

Estado de São Paulo

cada 200 pessoas

Auditório

Deverá ter locado na área externa ao

Pé direito de no mínimo 6,00m, podendo

auditório bebedouros na proporção de um

frontal.

ser permitidas reduções até 4,00 m, em

para cada 300 pessoas.

Deve ser previsto um espaço para cão-

locais de área inferior a 250,00m2

guia junto de um assento preferencial, com

dimensões

de

0,70

m

de

comprimento, 0,40 m de profundidade e 

por

Camarins 

relação ao encosto da cadeira ao lado e

substituída

espectador, sendo o mínimo de 2,00m.

Pelo menos um camarim para cada sexo

0,80mx1,20m e estar deslocado 0,30m em

incombustíveis. 

Deve ser assegurado o rápido escoamento

Os corredores de circulação da plateia

segura do edifício.

de 0,70m de altura

NBR 9050/2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

dos espectadores para área externa ou 

Deverão ser construídos com materiais

0,30 m de altura deve ter ao mínimo um corrimão central 

Caso haja desnível da plateia com o palco

Espaços destinados para P.C.R 

espaço. 

As portas deverão abrir para o lado de fora do espaço

Palco

Até 25 assentos deve ser destinado 1 De

26

até

50

assentos

devem

ser

devem

ser

destinados 2 espaços. 

De

51

até

100

assentos

destinados 2 espaços.

50

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


  

De 101 até 200 assentos devem ser

200 pessoas, acrescentar uma bacia para

destinados 4 espaços.

cada 100 pessoas.

De 201 até 500 assentos devem ser

De 501 até 1000 assentos devem ser

Execução, Manutenção e Utilização de Obras e

face anterior do encosto imediatamente à frente

destinados 10 espaços, mais 1% do que

Edificações

(ou atrás), não deve ser inferior a 1,00 m.

Acima

de

 1000

assentos

devem

ser 

Até 25 assentos deve ser destinado 1 De

26

200

assentos

devem

ser 

destinados 1% do total de assentos. de

1000

assentos

devem

ser

em ambos os lados.

relação a visão direta para o centro da tela de

Os assentos devem ter no máximo 8

projeção.

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de

Quando

se

tratar

A borda inferior do feixe de projeção deve se situar a uma altura mínima de 1,90m.

de

corredores

ESTACIONAMENTO

Deve haver vão livre entre o assento e o

 

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos 

0,50 m.

exceder 1000.

das laterais não devem ser maior que 15º com

encosto do assento fronteiro de, no mínimo

destinados 10 assentos, mais 0,1% do que 

assentos em fila, quando tiverem corredor

filas de assentos.

De 201 até 1000 assentos devem ser Acima

O ângulo de visão dado pelo centro da poltrona

transversais devem dispor de no máximo 14

destinados 1 assento.

em um único lado. 

até

Os assentos devem ter no máximo 16

assentos em fila, quando tiverem corredor

assento.

O espaçamento entre as poltronas, medido da face anterior de um determinado encosto até a

Assentos Destinados para P.M.R. e P.O.

Serem Obedecidas no Projeto, Licenciamento,

exceder 1000. 

a 0,125m mais alta que a poltrona da frente.

Lei Nº 11.288/1992 Regras Gerais e Específicas a

destinados 15 espaços, mais 0,1% do que 

As fileiras em sequência devem estar no mínimo

destinados 2% do total de assentos.

exceder 500. 

As vagas de estacionamento de idosos

NB 1186/1988 Projetos e Instalações de Salas de

devem ser posicionadas o mais próximo

Projeção Cinematográfica

possível da entrada

A relação entre a distância (D) da tela com a

As vagas de estacionamento para PcD

Guararema

face do encosto da poltrona mais afastada e a

deve contar com espaço adicional de no

Para cálculo de lotação será considerado

largura (L) da tela deve ser menor ou igual a 2,9,

mínimo 1,20m, podendo ser compartilhado

0,80m2 por pessoa,

para isso, deve-se seguir a seguinte equação

um único espaço por duas vagas

Sanitários

D/L≤2,9.

As vagas de estacionamento para PcD

A face posterior do encosto da poltrona mais

deve estar locado no máximo a 50m de

lavatório a cada 20 pessoas, sendo que

próxima à tela deve se situar a uma distância

distância da edificação ou do elevador de

até 200 pessoas deve ser utilizado uma

mínima (D mín) igual a 60% da largura (L) da tela

acesso

bacia para cada 50 pessoas; e acima de

(Dmín=0,6xL).

Deve ser considerado uma bacia e um

51

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


O estacionamento deve garantir faixa de

dimensionada de forma a comportar, no

COBERTURAS

circulação de pedestre de no mínimo

mínimo, 3% da capacidade total de

1,20m até o local de interesse.

vagas.

Lei Nº 13.146/2015 Lei Brasileira de Inclusão da

Pessoa com Deficiência 

vagas

de

veículos

deve

Deverão ser de material impermeabilizante e mau condutor de calor

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema

ser

O beiral cuja projeção no plano horizontal

deficiência com comprometimento de

dimensionada conforme o total de metros

avance no máximo 0,60m sobre as linhas

mobilidade igual a 2% do total de vagas,

construídos, sendo 1 vaga para cada

dos recuos de frente, laterais e de fundo.

garantida, no mínimo, uma vaga.

50m2, onde deve ter no mínimo três vagas.

Rebaixamento

de

guia

poderão

necessário

pavimentos.

uma

vaga

de

carga

e

solicitados quando haver o acesso de

3,50mx15,00m, observando no mínimo uma

veículos ao imóvel, sendo que será admito

vaga. mínimas para motocicletas, onde não

obrigatório ter 2,00m de guia levantada.

devem ser computadas no cálculos total

A faixa de circulação interna de veículos

de vagas.

A faixa de circulação de veículos deve ter de trafego. As rampas de uso exclusivo para veículos

devem apresentar declividade máxima de 20%.

construída

em

um

dos

O beiral poderá avançar até 0,20m sobre o poço de iluminação.

CONSTRUÇÕES GERIAS 

NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

As vagas devem ter dimensões mínimas de 2,50mx4,50m.

área

Será necessário 10% do total de vagas

imóvel, sendo que a cada 10,00m é

Beirais acima de 0,60m serão computados como

descarga com dimensões mínimas de

A cada 100 vagas de veículos será

ser

largura mínima de 2,75m em cada sentido

As

ficar

admitida tal atividade no logradouro.

deve ter altura mínima de 2,40m

deverá

acessos de circulação de pedestres para

o rebaixamento de até 2/3 da testada do

imóvel

estacionada dentro do terreno, não sendo

Guararema

no

Devem ser reservadas vagas próximas aos

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de 

de São Paulo

A frota de veículos de uso da atividade exercida

veículos que transportem pessoa com

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado

Portas 

Portas em sequência é necessário um

As vagas para motocicletas devem ter

espaço de transposição com um círculo

dimensões mínimas de 1,00x2,00m

de 1,50m de diâmetro que não interfira na

Todas as vagas devem ser demarcadas

abertura das portas ao mesmo tempo

em projeto.

Distância de 0,60m da parede até a

A área de estacionamento descoberta

maçaneta da porta para aberturas no

Devem dispor de área de acumulação,

deve apresentar piso drenante e ser

sentido oposto ao deslocamento

localizada

arborizada, quando seu pavimento se

controle

 entre de

o

alinhamento

entrada

dos

e

o

veículos,

apoiar diretamente no solo.

52

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Distância de 0,30m da parede até a

de até 10m de comprimento, poços e

nas áreas que não sejam de cozinhar,

maçaneta da porta para aberturas no

saguões de elevadores.

estar, ensino, leitura e sanitários.

sentido do deslocamento   

As portas em setor de esporte devem ter

espaços livre fechados com áreas não

vão livre de no mínimo de 1,00m

inferiores a 6,00m2 e dimensão mínima de

iluminados

Em sanitários/banheiros/vestiários as portas

2,00m; e espaços livres abertos nas duas

profundidade

devem ter no lado oposto da abertura um

extremidades

delas

iluminante for maior que três vezes seu pé

puxador horizontal

(corredores), entre corpos edificados, de

direito, incluída na profundida a projeção

altura não superior a 4,00m.

das

As paredes com vãos de iluminação,

coberturas.

Reservatórios de água

Devem

permitir

ventilação o

fácil

acesso

para

insolação

uma

devem

um

ter

distância mínima do outro corpo edificado h²/4

(onde

Não

serão

considerados os

saliências,

insolados

compartimentos a

partir

da

alpendres

ou cuja

abertura

ou

outras

Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema

Possibilitar o esgotamento total.

h=altura da parte mais alta do prédio até

desnível não serão considerados o último

Ter cobertura adequada.

o piso do pavimento térreo).

pavimento quando for de uso restrito do

Ter superfície lisa, resistente e impermeável.

As paredes com vãos, ou sendo um dos

penúltimo

lados corredores, junto a divisa do lote ou

máquinas, piso técnico de elevadores, caixa d'água e barrilete.

Pé-direito

equação:

da área de iluminação natural.

equivalente

a

em qualquer caso de no mínimo metade

inspeção e limpeza.

Em pavimentos térreos mínimo de 3,00m.

entre corpos edificados, de largura maior

Em

ou h/6, com no mínimo 2,00m de distância.

pavimentos

superiores

mínimo

de

2,70m.

Em outros locais de trabalho, 3,00 m

ventilação forçada de compartimentos

podendo ser permitidas reduções até 2,70

sanitários.

Todo compartimento devem dispor de abertura

comunicando-o

diretamente

com o exterior, excetuam-se os corredores

ou

destinado

a

casa

de

O pavimento superior quando em balanço de árvores, postes, luminárias, placas e

admitida

Insolação, Iluminação e Ventilação

No cômputo dos andares e no cálculo do

deverá ter no mínimo 0,90m de distância

Em garagens mínimo de 2,30m.

Em qualquer tipo de edificação será

m, segundo a atividade desenvolvida. 

e

em

de

A área de ventilação natural deverá ser

pavimento e de até 4,00m de altura com

ou

prédios

0,80m

em

quaisquer

compartimentos

Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do

suficiente

As portas devem ter vão livre de no mínimo

Estado de São Paulo 

Concederam-se

a

ventilação

indireta

ou

fiação elétrica. 

Molduras, marquises que não constitua

Em casos especiais poderão ser aceitas

área de piso e cuja projeção em plano

ventilação e iluminação artificiais, em

horizontal avance no máximo 0,40m sobre

substituição às naturais.

as linhas dos recuos de frente, laterais e de

Área iluminante deve ser de o mínimo 1/10

fundo.

da área do piso, com no mínimo 0,60m2

53

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Abrigo para lixo, gás, medidores, portão

porta, cabine de força, casa de máquinas isoladas,

portaria

e

guarita

Iluminação e ventilação 

poderão

ocupar as faixas de recuos. 

Deve ter dimensão mínima de 2,50m com

passagem).

abertura

necessária

para

edifícios

e

edificado (h=altura do corpo edificado já

edifícios com chuveiros automáticos de no

existente).

máximo 55,00m.

deve

dispor

para

a

de

guarda

armazenar

separadamente

os

As

áreas

edificadas

com

mais

de

Nenhuma abertura poderá ser voltada

A distância máxima a ser percorrida em caso de sem

chuveiros

automáticos

e

em

As larguras mínimas das saídas, em qualquer

para a divisa do lote com uma distância

caso,

mínima de 1,50m.

correspondendo a duas unidades de passagem

Poço de iluminação

devem

ser

as

seguintes:

1,10m,

e 0,55m, e para permitir a passagem de macas e

Em edificações com h(altura) máxima de

camas devem ter largura mínima de 2,20m, além

prever sistema de captação de águas

9,00m deve ter dimensão mínima de 2.h/6

disso, devem ter altura mínima de 2,00m.

para reuso.

(onde h=altura total da edificação onde o

As torre de caixas d'água isolada devem

poço irá estar), sendo a dimensão mínima

observar o afastamento mínimo de 1,50m

de 1,50m e área mínima de 6,00m2.

Revestimentos Em

piso

Em edificações com h(altura) maior que de 9,00m deve ter dimensão mínima de

drenante

apenas

sua

área

h²/4 (onde h=altura total da edificação

efetivamente vazada será considerada

onde o poço irá estar), sendo a dimensão

como livre de pavimentação.

mínima de 1,50m e área mínima de

Sanitários

6,00m2.

O percurso real de qualquer ponto da

edificação até a instalação sanitária deve ser de, no máximo, 100,00m. 

Nenhuma

mínimo admitido de 1,50m de outro corpo

edificação

de todas as divisas do imóvel.

P=população, e C=capacidade da unidade de

local

A

1.000,00m2 de área construída deverão

destinado a ventilação do compartimento.

emergência deve ser de no máximo 50,00m em

Reservatórios de água

passagem, arredondado para número inteiro,

localizada a menos de h/6, sendo o

resíduos orgânicos dos inorgânicos.

sendo que no mínimo metade deve ser

mínimo de 10,00m.

para

formula N= P/C (onde N=número de unidades de

iluminação e ventilação poderá estar

acondicionamento de lixo, bem como

Dever no mínimo 1/10 da área do piso,

área mínima de 10,00m2 e com pé direito

apropriado

tabela desta norma e utilizando a seguinte

É

obrigatório

todo

instalações sanitárias.

pavimento

9077/2001

Saídas

de

emergência

em

edifícios 

conter

NBR

A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observando os critérios adotados nas

54

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


55 55

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Vice -Fotos de b-boys e b-girls em mais de uma década de dança de rua no Brasil. Acessado em: Outubro/2020.


06 - ESQUEMAS ESTRUTURANTES

56 56

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Info Escola - Futsal. Acessado em: Outubro/2020.


PERFIL DO USUÁRIO

Artistas e palestrantes: pessoas que irão realizar

Setor esportivo

apresentações para o público, por meio de peças teatrais, palestras ou outro tipo de apresentação.

Visitação

Moradores em geral: pessoas que habitam nos arredores do edifício que deseje ter lazer com apreciação

de

paisagem

Espectador: pessoas que irão acompanhar jogos

Estudante: crianças a partir de sete anos, jovens,

Área externa(praça)

em

espaços

realizar

apresentações em ambientes abertos, cobertos ou descobertos, para o público em geral

Curiosos:

pessoas

que

desejam

apreciar

a

alguma

forma

de

arte

e

expandir

seus

conhecimentos. Artista: pessoas que produziram peças artísticas que público.

Moradores em geral: pessoas que se interessar em realizar as refeições no Centro Cultural e Desportivo.

Aluno:

estejam realizando atividades no edifício que não desejam se locomover até outra edificação para realização de suas refeições.

com

o

estudantes

de

diferentes

idades

intuito

de

aprender

sob

a

exposição

apresentada. Professores de outas instituições: acompanhantes

Piscina Banhista: pessoas que desejem utilizar seu tempo para relaxar e se divertir. Atleta: pessoas com o intuito de praticar atividades esportivas, aprendendo técnicas sobre determinado

PERFIL DOS FUNCIONÁRIOS E COLABORADORES

Limpeza

Oficina

Auditório Espectadores: pessoas que desejam assistir peças cinema,

esportivas, aprendendo técnicas sobre determinado

de alunos com o intuito de ensinar com exposições

Setor cultural

de

Atleta: pessoas com o intuito de praticar atividades

esporte com o interesse competitivo ou não.

períodos históricos.

sessões

sobre técnicas esportivas de determinado esporte.

livre na piscina como lazer, tendo contato com a água

acompanhados sob responsabilidade de instrutores

Usuários do Centro Cultural e Esportivo: pessoas que

para

esporte com o interesse competitivo ou não.

tem o intuito de exposição para a apreciação do

Restaurante

esportivos

Instrutor: educadores físicos que instruíram aos alunos

Expositivo

com desejam

eventos

acontecendo.

a dia. que

em

interpretação teatral.

exposição que esteja acontecendo para ter o contato

pessoas

arquibancadas

apreciação da competição esportiva que estará

a natureza e outras atividades que acontecem no dia

Artistas:

nas

adultos e idosos que deseje aprender técnicas de

que

proporciona o bem estar, além de ter um contato com

teatrais,

Quadra poliesportiva

palestras

ou

Funcionários da limpeza são pessoas proficientes

Estudante: pessoas com o interesse de aprender

em suas atividades de organização e higienização de

algum tipo de técnica para produção de arte, sendo

todo o Centro Cultural e Desportivo, sendo elas,

ela, desenho, pintura, escultura, artesanato, etc.

ambientes externos ou internos, públicos ou privados,

apresentações em geral, com o intuito de lazer ou

pois todos os espaços devem manter-se higienizados e

aprendizagem.

limpos para todas as atividade que ali seja exercida.

57

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Cozinheiro Chefes de cozinha e auxiliares que irão ministrar

Serviços gerais Pessoas que irão realizar manutenções básicas durante o

funcionamento

conceitos urbanísticos que se pretende aplicar ao

do Centro Cultural

e

Desportivo, realização pequenos reparos em diversos equipamentos ou estruturas que não necessite de grande conhecimento sobre o assunto, como aparar a

como irá funcionar as refeições que serão servidas no restaurante do Centro Cultural e Desportivo, estas pessoas irão realizar a higienização, preparo, cocção e distribuição dos alimentos para as refeições que serão

coordenação, administração, contabilidade, recursos humanos que administrarão o Centro Cultural e Esportivo em todas as suas áreas de atuação.

Professor e instrutor Educadores físicos, artistas ou pessoas com proficiência em algum curso ou oficina que será ministrado no Centro Cultural e Desportivo com o intuito de transmitir o conhecimento por meio de aulas, apresentações e atividades.

Para alcançar os conceitos urbanísticos serão dentro do terreno do Centro Cultural e Desportivo, como por exemplo: no quesito de alargamento das

Nutricionista

Diversos profissionais de diferentes áreas: diretoria,

PARTIDO URBANISTICO utilizados técnicas arquitetônicas que se aplique fora e

oferecidas no edifício.

grama, poda de árvores, troca de lâmpada, etc.

Administrativo

local.

vias conforme a legislação citada nesse trabalho

Pessoa com graduação em nutrição que atua na

(Diretrizes e Premissas), será utilizado apenas o lote do

estrutura do restaurante, verificando se as normas

projeto, não havendo a necessidade da realização de

sanitárias estão sendo cumpridas, acompanha a

desapropriação dos outros lotes, com isso, o tamanho

manipulação e a qualidade dos alimentos, além de

do passeio irá aumentar, gerando a possibilidade do

planejar cardápios, considerando o valor nutricional os

plantio de arvores e canteiros com grama entre o

alimentos e as preferências dos diversos públicos.

percurso do pedestre e do veículo, onde será possível

CONCEITO URBANISTICO

realizar a ligação entre os espaços das arvores com os

Com o baixo nível de itens urbanístico no quesito de infraestrutura o Bairro Colônia, apesar de ter sido

estacionamento nas vias previstos pela legislação. Figura 24 - Projeção do sistema viário imediato ao lote

criado a partir de um loteamento, como quase toda a Região Norte, com projeto aprovado há anos atrás, não contempla aspectos básicos para ser considerado um bom espaço para se viver quando se leva em conta cultura, saúde, educação e segurança.

Médico

O local conta com passeios estreitos e desformes,

Clínicos que realizaram exames dermatológicos,

onde não há um paisagismo, com o mínimo de

rápidos, indolores e relativamente simples nos usuários

arborização, sendo assim, propor o alargamento,

do Centro Cultural e Desportivo que tiverem interesse

melhoramento do sistema de drenagem, arborização

de utilizar a piscina, para prevenção de todos os

e adaptação no sistema viário são os principais

Fonte: Resenha Geral - Começam obras de urbanização da Rua Goés Calmon, 2016.

usuários na transmissão de fungos e bactérias

58

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Com relação a melhoria da permeabilidade do solo, além dos conceitos e partidos utilizados no terreno

aérea que proporcione o acesso expresso a Estrada

itens que transforme o programa em um lugar que

Municipal Benedito Pedro de Oliveira.

instigue o interesse do público.

do projeto do Centro Cultural e Desportivo a calçada

Para isso ser possível, terá como conceito de

Figura 26 - Via elevada

será inteiramente de bloco intertravado, item que já é utilizado em

público para dentro dos ambientes, ou seja, o objetivo

grande parte da Região Central de

é que a pessoa se sinta instigada e acolhida pelo

Guararema, com o propósito da diminuição de

Centro Cultural e Desportivo, onde a sensação de

alagamentos e melhoria da permeabilidade da água

pertencimento a aquele local a faça sentir prazer e

no solo, esse programa do município de realizar em suas

calçadas

delimitando

uma

também

padronização zonas

mais

do

necessidade de participar das atividades propostas

desenho,

seguras

de

pelo programa, podendo chamar de “seu” o edifício

se

caminhar pelo passeio público, onde a cor vermelha sinaliza cuidado, pois o pedestre estará próximo ao

criado. Fonte: Exame - CET testa São Paulo sem Minhocão na Virada Cultural- Guararema, 2015.

leito carroçável. Figura 25 - Piso drenante

PARTIDO ARQUITETONICO Para criação do Centro Cultural e Desportivo

Enfim, o último item no quesito de melhoria do

alcançando os conceitos do programa, serão tidos

sistema viário, será a doação de parte do terreno do

como partidos a utilização grandes espaços abertos,

Centro

a

áreas de lazer em diferente níveis, realizando uma

continuação da Rua Mairiporã, realizando a ligação

sensação de privacidade conforme você adentra o

com a Estrada Municipal Benedicto Pedro de Oliveira,

edifício.

Cultural

e

Desportivo

para

realizar

onde será proposto a alteração do sistema de

Figura 27 - Praça descoberta

itinerários dos ônibus, com a locação de um ponto de Fonte: Google Earth – Rua Inocêncio de Melo Frango -

Outro partido no quesito de melhoria do entorno do

priorização

Centro da

Cultural

Rodovia

e

Desportivo,

Presidente

destinado

a

proporcionar

facilidades

as

pessoas que não possuem autopsiáveis próprios e

Guararema, 2019.

viário

ônibus,

será

Dutra

a

desejam utilizar o complexo.

CONCEITO ARQUITETONICO

para

Para criação do Centro Cultural e Desportivo o

realização do acesso de veículos ao empreendimento

principal conceito será a criação de uma ligação da

para não haver a sobrecarga das vias locais do bairro,

sociedade com a cultura, arte e o esporte, para isso ser

para isso, será realizado um retorno de quem do leste

possível, não deve haver barreiras que impeça o

vem em direção ao prédio, onde torne seu acesso

contato da população com projeto, onde por meio de

mais fácil e rápido, para isso será proposto uma via

Fonte: Cruzeiro do Sul – Sesc inaugura unidade de Sorocaba em Setembro

Além disso, para manter a topográfica e haver menos

59

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


alterações no terreno serão utilizados grandes platôs que serão interligados por circulação vertical, porém ainda serão necessário muros de contenção para criação de vistas panorâmicas do entorno. Proporcionar a iluminação e a ventilação natural do Centro Cultural será uma das prioridades para criar ambientes aconchegantes e bem iluminados, para isso serão utilizados grandes aberturas voltadas para o exterior, onde até mesmo em setores que não será possível manter o ambiente aberto, como no caso da piscina e quadra coberta, será projetado paredes envidraçadas e coberturas com aberturas zenitais que permitam a entrada da iluminação solar. Figura 28 - Piscina sob estrutura envidraçada

Fonte: Facebook – Sesc Sanatana

60 60

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Illion - 5 dicas para iniciar a criança no esporte . Acessado em: Outubro/2020.


PROGRAMA DE NECESSIDADES Quadro 3 - Programa de Necessidades

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69

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


Fonte: Prรณpria autoria, 2020.

70

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


FLUXOGRAMA Figura 29 - Fluxograma geral

Fonte: Prรณpria autoria, 2020.

71

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


07 – TÉCNICAS E SUSTENTABILIDADE

72 72

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Paraná Governo do Estado - Teatro de Comédia estreia com peça indicada ao Pulitzer. Acessado em: Outubro/2020.


ESTAÇÃO COMPACTA DE TRATAMENTO E EFLUENTES É um composto

sistema de tratamento de efluentes por

decantador

anaeróbico

primário,

edificação, impedindo grandes quantidades de calor

isso ser possível há tipos de abertuas, como claraboias,

nos ambientes. Pode ser utilizados os mais diversos

lanternins, domus, shed e outros.

matérias em sua construção, como madeira, metal, concreto e outros.

compartimento anaeróbio para controle de fosforo,

A locação dos brises é de acordo com a incidência

reator anóxico para desnitrificação, reator aeróbico,

solar sobre a fachada, ou seja, de acordo com a

difusores e tanques que podem ou não serem

direção da fachada, sendo ela norte, sul, leste ou

enterrados que atenderam as normas NBR 7229/1993,

oeste, sendo assim, para a fachada norte deve-se

13969/1997 e 12209/2011 conforme necessário. Este

utilizar brises horizontal, para as fachadas leste e oeste

equipamento

verticais e para a fachada sul não há a necessidade

degradam nitrogênio

as e

é

composto cargas

fosforo,

com

processos

orgânicas, realizando

que

removendo a

o

desinfecção,

Figura 32 - Claraboia

da utilização dessa técnica.

Fonte: VivaDecoraBlog - Claraboia, 2018.

Figura 31 - Brise Soleil

garantindo o processo necessário para o sistema de esgotamento sanitário público ou o reuso.

Figura 30 - Estação compacta de tratamento e efluentes

Fonte: Excellent – Brise-soleil: ele está de volta, 2017. Fonte: Águas Claras – Estação de Tratamento de Esgoto – ETE Compacta. Acessado em Outubro/2020.

ILUMINAÇÃO ZENITAL BRISES-SOLEIL É uma técnica criado para impedir a incidência

Proporcionar a iluminação por meio de aberturas na cobertura das edificação é uma forma extremamente viável de permitir maior claridade no ambiente, para

direta da radiação solar sobre o interior de uma

73

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


09 – MATERIAIS E ACABAMENTOS

74 74

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


PISOS DRENANTE

Figura 34 - Vidro de proteção solar

Figura 35 - Painel Solar

São placas a base de concreto que permitem a permeabilidade

da

água

da

chuva

no

solo,

alcançando as camadas subterrâneas da terra, dando continuidade ao ciclo natural da água, além de diminuir

o

risco

de

alagamentos

e

o

descarte

inadequado dessa água. Figura 33 - Piso drenante

Fonte: AECweb – Vidro de proteção Solar. Acessado em

Fonte: BlueSol – Painel Solar. Acessado em Outubro/2020

Outubro/2020

PAINEL SOLAR Equipamento composto por células fotovoltaicas

Fonte: Tijoles – Piso Drenante Placa Natural. Acessado em

responsável por converter a luz do sol em energia

Outubro/2020

elétrica, ou seja, com a exposição dessa placa a

VIDRO DE PROTEÇÃO SOLAR

radiação solar direta é gerado energia que ajuda na

Controlam a incidência de luminosidade no

alimentação do edifício, diminuindo os gastos e

vidro, ou seja, o calor é bloqueado pela contenção

ajudando o meio ambiente, por se tratar de um

dos raios infravermelhos, diminuindo a temperatura no

equipamento extremamente sustentável.

ambiente,

logo,

diminuindo

a

necessidade

da

utilização de ar condicionado.

75

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA

Fonte: Paraná Governo do Estado - Livro sobre a trajetória do escultor Espedito Rocha é lançado no MON. Acess


10 - CONCLUSÃO

76 76

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Agência Olímpica - Natália Gaudio é bronze na ginástica rítmica em Lima. Acessado em: Outubro/2020.


CONCLUSÃO

Pompeia, criado há muitos anos, exemplifica o poder de um projeto bem elaborado, que eleve e supra

O trabalho apresentado buscou expor itens de extrema importância para criação de um Centro Cultural e Desportivo, desde conceitos, sendo eles os principais norteadores para o projeto, cultura, arte, esporte, teatro e restaurante. Para isso foi necessário

todas as expectativas para um edifício desse porte, o arquiteto e urbanista que se dedica realmente criar um ambiente cultural, tem a capacidade de modificar por completo a área em que será implantado. Enfim, a conclusão desse trabalho é que depois de

realizar a definição e seus aspectos históricos, além de

estudos

descrever quais serão os principais tipos que estarão

necessidade de um Centro Cultural e Desportivo na

presentes no programa. Sendo assim, como por

Região Norte do município Guararema, pois, sua

exemplo, apresentar o que é cultural e arte, deixou

implantação

claro que a diversidade é uma das bases do

diversas atividades ao público local, frisando que é

programa, onde a pluralidade de itens que deve ser

uma área esquecida, porém de extrema importância

proporcionado ao público é de suma importância

para a cidade. Sendo assim, proporcionar cultura e

para atrair todo o tipo de pessoas, como por exemplo,

esporte para essa população apenas acarretará em

não há como inaugurar o edifício com uma exposição

ótimos aspectos para o desenvolvimento pessoal de

sobre arte cubista para uma população que em sua

cada um, maior foco desse trabalho.

e

pesquisas

no

bairro

apenas

deixou

Colônia

irá

nítido

a

proporcionar

não teve o contato básico com a arte, não haverá a sensibilidade crítica para a apreciação de tal, mas há como instigar os espectadores com exposições de obras do seu cotidiano, até alcançar um senso que entenda e aprecie uma arte mais clássica. No processo de pesquisas e entendimento do funcionamento de um Centro Cultural e Desportivo os estudos de casos e as visitas técnicas realizadas foram imprescindíveis para aprender mais sobre o tema, dando ênfase ao programa Sesc que engloba tanto a arte, como o esporte em suas dependências, ele apresenta há décadas eficiência na relação entre instituição e público, tendo como exemplo o Sesc

77 77

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Agência Brasil – Ginástica rítmica ganha ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima. Acessado em: Outubro/2020.


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81

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


11 - projeto

82 82

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA


+618

RUA MARIA FRANÇA SARDINHA 122.70

34.10

VEGETAÇÃO EXISTENTE

+634

+633

+632

+631

+630

+629

+628

+627

+626

+625

+624

+623

+622

+621

+620

+619

LEGENDA

A

EDIFICAÇÃO À DEMOLIR

635 CURVA DE NÍVEL

C

LEGENDA

4

VEGETAÇÃO EXISTENTE

EDIFICAÇÃO À DEMOLIR

.4

C

B

24.82

78

B

PEDRO DE O T IC D E IPAL BEN IC N U M A D 188.79 ESTRA

OLIVEIRA

61.38

A

41.7

0

N

635 CURVA DE NÍVEL

59.28

LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO NATURAL 1:750

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:

ESCALA:

LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO - PERFIL NATURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA

1:750

ALUNO:

RGM:

FOLHA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES

11162500653

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

CELSO LEDO MARTINS

TCC II

01


DE OLIVEIR O R D E P O BENEDICT

A

61.38

+634

+632

+631

+630

+629

+628

34.10

+627

+626

+625

+624

+623

+622

+621

+620

+619

122.70

+633

+618

RUA MARIA FRANÇA SARDINHA

632.00

ICIPAL

D

+623.35

MUN ESTRADA

LEGENDA VEGETAÇÃO A MANTER .4

4

635 CURVA DE NÍVEL 24.82

MURO DE CONTEÇÃO

78

D

+625.00

188.79

628.50

41.7 0

N 59.28

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:

ESCALA:

LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO - PERFIL PRETENDIDO TEMA:

LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO PRETENDIDO 1:750

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA

1:750

ALUNO:

RGM:

FOLHA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES

11162500653

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

CELSO LEDO MARTINS

TCC II

02


+631.00

+630.00

+629.00

+628.00

+625.00

+626.00

+620.00

+619.00

+631.00

+630.00

+629.00

+628.00

+627.00

+626.00

+625.00

+624.00

+623.00

+622.00

+621.00

+620.00

+631.00

+630.00

+629.00

+628.00

+627.00

+626.00

+625.00

+624.00

+623.00

+622.00

+621.00

+619.00 +620.00

CORTE AA 1:750

CORTE BB 1:750

CORTE CC 1:750

LEGENDA

CORTE

CORTE DD 1:750 ATERRO

MURO DE CONTEÇÃO

TÍTULO:

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES ESCALA:

LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO - CORTES TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA ALUNO: RGM:

BRUNO RAFAEL ANTUNES 11162500653

ORIENTADOR: MATÉRIA:

CELSO LEDO MARTINS TCC II

1:750

03

+634.00

+633.00

+632.00

+631.00

+630.00

+629.00

+628.00

+627.00

+626.00

+625.00

+624.00

+623.00

+622.00

+621.00

+620.00

+619.00


1

PASSEIO ESTACIONAMENTO ESTACIONAMENTO

RUA MARIA FRANÇA SARDINHA SAÍDA DE VEÍCULOS AO ESTACIONAMENTO +7,50

ESTACIONAMENTO DESTINADO À ONIBUS

PASSEIO

PASSEIO

CAIXA D'ÁGUA 50.000L

S

OS UL NT O C Í E V E AM E N D IO S O AC -0,30 S T E S S AC O E A

RA i=2 M PA 0%

19,63

DEPÓSTO DE RESÍDUOS E RELÓGIO GERAL

2

+3,40

PASSEIO PA M % RA 8.80 i=

ESPAÇO PARA EMBARQUE E DESEMBARQUE DE PESSOAS

+3,40

ESTRADA MUNICIP

PRAÇA DESCOBERTA ACESSO AO SETOR ESPORTIVO

PA

SS

EIO

D DICTO PE

ACESSO AO SETOR CULTURAL -2,00

ACESSO AO SETOR CULTURAL

AL BENE

27,19

+0,00

LIV RO DE O

+6,95

SA PAS

A REL

ESPELHO D'ÁGUA

PRAÇA DESCOBERTA +3,40

EIRA 18,60 94,24

MINI ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO

PASSEIO

O NAMENT ESTACIO

O NAMENT ESTACIO PASSEIO

14,77

43,19

ACESSO AO SETOR DE SERVIÇO

ÍNDICES URBANISTICOS ÁREA DO EXIGIDOS CONTABILIZADOS TERRENO TO 60% 31.290,20 M² 12,57% ÁREA CA 1,80 0,27 CONSTRUÍDA IE 3,00 0,45 TP 25% 73,70% 8.735,42M²

IMPLANTAÇÃO ESC: 1 : 500

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

IMPLANTAÇÃO TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 500

04


E

RAMPA i=8,33 -1,52

S

RAMPA i=8,33

S

-1,16

1

RAMPA i=8,33

PASSEIO

-0,80 RAMPA i=8,33

-0,44

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

S

RAMPA i=8,33

S

+0,00

-0,08

BRISE SOLEIL

S

S PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

ACESSO PRINCIPAL +0,00

DML

RECEPÇÃO

SANIT. PCD FEM.

PASSEIO

SANIT. PCD MASC.

SALA DE EXPOSIÇÕES

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

ELEVADOR

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

CIRCULAÇÃO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

CAMARIM FEMININO

VEST. PCD FEM.

VEST. FEM.

VEST. PCD MASC.

VEST. MASC.

2

S

SALA DE LUZ E SOM

RESTAURANTE

COXIA

PLATÉIA

PALCO

S

CIRCULAÇÃO

RAMPA i=8,33

SAÍDA DE EMERGÊNCIAS

CAMARIM MASCULINO

02

03

04

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

-1,50

S

01

-1,35

-1,20

-1,05

-0,90 05

-0,75 06

-0,60 07

-0,45 08

09

-0,15 10

11

BRISE SOLEIL

DEPÓSITO DE ALIMENTOS CONSUMIDOS

-0,30

F

+0,00

F

DEPÓSITO/DML

-1,65

+0,00

BALCÃO DE ATENDIMENTO

FOYER

S 1 2 3 4 5 6 7 8 1011 FILA PARA BILHETRIA

D

FILA PARA BOMBONIERE

DML

DML

SANIT. PCD MASC.

SANIT. MASC.

RAMPA i=8,33

RAMPA i=8,33

BILHETERIA

D

-1,04

SANIT. PCD FEM.

ELEVADOR

-0,29

SANIT. FEM.

CIRCULAÇÃO

CIRCULAÇÃO

D

RAMPA i=8,33

BOMBONIERE

SANIT. MASC. SANIT. PCD SANIT. PCD MASC. FEM.

CIRCULAÇÃO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PLATAFORMA DE ALIMENTOS

10 9 8 7 6 5 4 3 2 1

21

SANIT. FEM.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO

ACESSO DE FUNCIONÁRIOS

PLANTA DE LAYOUT DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N E

TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA LAYOUT DO PAV. TÉRREO - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

05


E

BRISE SOLEIL

1

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

DML

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PASSEIO

SANIT. PCD FEM.

SANIT. PCD MASC.

VAZIO DO MEZANINO

SALA DE EXPOSIÇÕES

ELEVADOR

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

+3,50

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA SAÍDA DIRETA DA COZINHA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PASSEIO

PREPARO

HIGIENIZAÇÃO DE CARNES

COCÇÃO

CÂMARA FRIA DE CARNES

2

COZINHA +3,50

MONTAGEM

CIRCULAÇÃO

CÂMARA FRIA DE LEGUMES E VERDURAS

VAZIO DO AUDITÓRIO

F CÂMARA FRIA DE FRUTAS

DEPÓSITO DE RESÍDUOS TEMPORÁRIO

HIGIENIZAÇÃO DE FRUTAS

HIGIENIZAÇÃO DE UTENSILIOS

HIGIENIZAÇÃO DE VERDURAS

ARMAZENAMENTO DE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS

PLATAFORMA DE ALIMENTOS A SEREM RECOLHIDOS

DISTRIBUIÇÃO

SALA DA NUTRICIONISTA

CIRCULAÇÃO +3,50

+3,50

COPA

CIRCULAÇÃO

ELEVADOR

ADMINISTRAÇÃO

COORDENADORIA

DIRETORIA

SALA DE REUNIÕES SANIT. MASC.

VEST. MASC.

VEST. FEM. VEST. PCD FEM.

VEST. PCD. MASC.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

SAÍDA DE EMERGÊNCIA

DML

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

E

PASSEIO

PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

SANIT. PCD FEM.

DML

PASSEIO

SANIT. PCD MASC.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PASSEIO

PLATAFORMA DE ALIMENTOS A SEREM DISTRIBUÍDOS

ESPAÇO DESTINADO AO PCD

PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

BRISE SOLEIL

ARMAZENAMENTO UTENSILIOS

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

F

SANIT. FEM.

PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PASSEIO

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N PLANTA DE LAYOUT DO PRIMEIRO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA LAYOUT DO 1º PAV. - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

06


E

BRISE SOLEIL

1

PASSEIO

PASSEIO

DML

PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

SANIT. PCD FEM.

SANIT. PDC MASC.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

21

ELEVADOR VAZIO DO MEZANINO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

2

PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

ACESSO Á PASSARELA DESCOBERTA

+7,00

SALA DE EXPOSIÇÕES

F

F

ESPAÇO DESTINADO AO PCD

PASSEIO

BRISE SOLEIL

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

+7,00

DML

SANIT. PCD MASC.

SANT. MASC.

ELEVADOR OFICINA

OFICINA

OFICINA

OFICINA

OFICINA SANT. MASC.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

SANT. PCD. FEM.

SANIT. PCD FEM.

SANT. PCD. MASC.

SANIT. FEM.

SANT. FEM.

21 20 19 18 17 16 15 14 13 12

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

PASSEIO

21 +7,00

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

DML CIRCULAÇÃO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PASSEIO

CORREDOR DE EXPOSIÇÕES

11

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO

PASSEIO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PASSEIO PASSEIO

E

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

PLANTA DE LAYOUT DO SEGUNDO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

ESCALA:

PLANTA LAYOUT DO 2º PAV. - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

07


1

BICICLETÁRIO VERTICAL

VAGA DESTINADA A CARGA E DESCARGA

DEPÓSITO NEUTRO

VAGA DESTINADA A CARGA E DESCARGA

ESTACIONAMENTO MOTOCICLETAS

CÂMARA FRIA DE VERGURAS, VEGETAIS E FRUTAS

CÂMARA FRIA DE CARNES

ESTACIONAMENTO

MANUTENÇÃO

COPA

VEST. PCD FEM.

2

VEST. PCD MASC.

SANIT. FEM.

DML

CASA DE MÁQUINAS DA PISCINA

VEST. FEM. SANIT. PCD FEM.

SANIT. MASC.

SALA DE DESCANSO GUARDA VOLUMES

CIRCULAÇÃO +3,50

MESAS PARA JOGOS

ACESSO PRINCIPAL AO SETOR ESPORTIVO

PROJEÇÃO DA PISCINA

G

SANIT. PCD MASC.

SALA DE JOGOS DE MESAS

BRISE SOLEIL

+3,45

ELEVADOR

G

SANIT. FEM.

ATERRO

VEST. PCD FEM.

+3,50

SALA MULTIUSO

VEST. PCD. MASC.

BARRA DE APOIO h=1.20m

CAMA ELÁSTICA

BARRA DE APOIO h=1.20m

SALA MULTIUSO

BARRA DE APOIO h=1.20m

PROJEÇÃO DA PISCINA

SALA MULTIUSO

VEST. MASC.

GUARDA VOLUMES

SANT. MASC.

PLANTA DE LAYOUT DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA LAYOUT DO TÉRREO - S. ESPORTIVO TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

08


PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

1 PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

VEST. FEM.

GUARDA VOLUMES

VEST. PCD. FEM.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

SANT. FEM.

QUADRA POLIESPORTIVA COBERTA

QUADRA POLIESPORTIVA DESCOBERTA

+7,00

SOLÁRIO VEST. PCD. MASC.

SANT. MASC.

VEST. MASC. +7,00

2

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

GUARDA VOLUMES

ESCADA TIPO MARINHEIRO DE ACESSO AO PAVIMENTO TÉCNICO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA SANT. FEM.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

DML

VEST. FEM. SANT. PCD FEM.

ELEVADOR

SANT. PCD MASC.

G

SALA DE DESCANSO +7,00

GUARDA VOLUMES

G

SANT. MASC.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA BRISE SOLEIL

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

SANT. FEM. PISCINA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

VEST. PCD. FEM.

VEST. PCD. MASC. CIRCULAÇÃO PISCINA

ACESSO A ÁREA DA PISCINA

CIRCULAÇÃO

+7,00

VESTIÁRIO PCD SALA DE ESPERA DO CONSULTÓRIO MÉDICO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

CONSULTÓRIO MÉDICO

CIRCULAÇÃO

SALA DE EMERGÊNCIAS

SALA DOS INSTRUTORES

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

COPA

DEPÓSITO/DML

VEST. MASC.

GUARDA VOLUMES

SANT. MASC.

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PLANTA DE LAYOUT DO PRMEIRO PAVIMENTO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA LAYOUT DO 1º PAV. - S. ESPORTIVO TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

09


QUADRO DE PORTAS E

-1,52 -1,58

RAMPA i=8,33

S

-1,16 -1,21

-2,00 -2,05 SOBE PARA O SETOR CULTURAL ESPELHO =16,66CM

-0,80 -0,85 6,71

RAMPA i=8,33

S

0,15

1,54

0,15 0,500,15

0,15

1,54

0,50

ACESSO PRINCIPAL

+0,00 -0,15

S

3,05 m²

3

3

1

3

3

DML

2,00 m²

P2 P2

1,53

DIMENSÕES (MM)

BRANCA

NÃO SE APLICA

BRANCA

NÃO SE APLICA

BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA

300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA

19,57 m²

SANIT. PCD MASC.

SANIT. MASC.

4,20 m²

4,18 m² 3

3

3

1

+0,00 -0,05

3

1

1

J1

J1

1

3

1

3

+0,00 -0,05

RAMPA i=8,33

J1

J1

J1

-0,29 -0,34

0,15 0,15 0,15 1,00 0,63 0,39 1,00 0,390,39 1,00 0,40 0,63 1,00

3,25

0,15

-0,10 -0,25

J2

1,78

0,15

1,79

0,15

0,15 0,10 1,00 0,63 0,88

3,25

0,15

4,30

0,15 1,41

5,28

0,15

120X300 120X300

CINZA

NÃO SE APLICA

J2

J2

J2

J2

PELE DE VIDRO J2

J2

J2

J2

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

DEPÓSITO/DML 5,96 m²

3

J2

J2

J2

J2

J2

0,15 0,20

0,15 0,20 0,20

2,30

0,20 0,15

2,60

-1,65 -1,70 ESPAÇO DESTINADO AO PCD

DESCE PARA O TÉRREO ESPELHO=16,5CM

P7

P2 4,23 m²

3

1

SANIT. MASC.

BOMBONIERE

1

4,06 m² 1

1

3

1

3

1

J1

1 2 3 4 5 6 7 8 1011

3

J1

3

3

-1,65 -1,70

J1

3

3

1,45

1,45

20,39

1,45

1,45

1,45

1,45

0,11 0,15 1,48 0,15

56,17

0,15 0,60 3,00

2

0,15 13,85

1

3

1

-1,65 -1,70

1

J1

SOBE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO=16,5CM

10,46 m²

-1,65 -1,70

J1

3

-0,10 -0,25

1

21

2,19 m²

3

3,53 m²

1

DML

1

SANIT. FEM.

P2

3,53 m²

-1,65 -1,70

-1,65 -1,70

CIRCULAÇÃO 3

1

J4

46,14 m²

1

S

P2

P2

+0,00 -0,05

SAÍDA DE EMERGÊNCIA

SANIT. PCD SANIT. PCD MASC. FEM.

10,45 m²

9,64 m²

3

P3

3,27

0,15 0,10 0,15 0,10 0,10 0,15 0,88 0,88 0,52 0,52 0,88 0,10 0,88

2,27

BILHETERIA

1

3

J1

J1

N J1

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

2,70

0,15

3,00

2,70

0,15

3,00

0,15 0,13 1,00 0,15

1,00 3,25

0,13 0,25 0,15 0,25 0,15 0,13 1,00 0,15 1,00 0,25 1,00 0,25 1,00 0,15

1,50

0,15

1,50

0,15

8,74

P3

P7

2

J5

-1,15 -1,20

P2

2

2

1

0,40 0,15 0,15 0,60

J5

2,05

1,45 0,15

F

SAÍDA DE EMERGÊNCIAS

P2

PASSEIO

1,45

J1

2,85

0,15 1,91

2

1

D

RAMPA i=8,33

D

-1,15 -1,20

CAMARIM MASCULINO

2,05 -1,65 -1,70

SOBE PARA O 1º PAV. ESPELHO=17,5CM

1

-1,65 -1,70

PASSEIO

0,15 0,60

79,43 m²

240,57 m²

+0,00 -0,05

ACESSO DE FUNCIONÁRIOS

0,15 0,63 1,00

CIRCULAÇÃO

-1,15 -1,20

FOYER

ELEVADOR

1

3

0,15 0,10 1,34 0,88

01 -1,35 -1,40 02

-1,20 -1,25 03

04

-1,05 -1,10

-0,90 -0,95 05

-0,75 -0,80 06

-0,60 -0,65 07

-0,45 -0,50 08

-0,30 -0,35 09

-0,15 -0,20 10

+0,00 -0,05 D

8,78 m²

+0,00 -0,05

BRANCA BRANCA

6,29

P2

PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO

PASSEIO

CIRCULAÇÃO

P2

SANIT. PCD FEM. 3

2,27

P2 J1

0,15

P2

0,15 0,88 0,10

0,150,85

3,03

1

+0,00 -0,05 0,15 0,10 0,10 0,81 0,88 0,88

0,15

P2

+0,00 -0,05

0,15

0,99

1 2

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

0,15 4 1 1 0,10 0,10 0,88 0,88 0,80

1

3

0,15 1,26

DIMENSÕES (MM)

1,00 3,25

0,13 1,00 0,15 0,15

3,12

0,15 0,60 0,15

3

2,27

3

P2

19,64 m²

8,79 m²

RAMPA i=8,33

S

P2

1,30

CIRCULAÇÃO

P2

SANIT. FEM.

-1,70 -1,85

0,15

0,92

0,99

P3

P2 1

1

1

1

3

1

RAMPA i=8,33

3

0,50 0,37 0,88 0,10 0,15

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

DML

4

3

J1

6,94 m²

2

P2

P3

13,31 m²

+0,00 -0,05

1,62 m²

BALCÃO DE ATENDIMENTO

COR

J1

14,71 m²

-1,04 -1,09

1

3

0,99

3,74 3,74

8,47 m²

3

S

P10

DESCE PARA O FOYER ESPELHO =16,5CM

P2

VEST. MASC.

6,61 m²

-1,15 -1,20

2,06

+0,00 -0,95 11

0,30

VEST. PCD MASC.

2

2

-1,15 -1,20

-1,05 -1,10

P3

0,99

4,25 3,71

1,45 0,15

BRISE SOLEIL

2,27

NOME

0,15

2

0,10

0,05 0,83 0,10

2

1

3

-1,15 -1,20

0,100,88 0,51

2

2

0,15

+0,00 -0,05 0,15

1,45

2

2

+0,00 -0,05

J2

J2

6,94 m²

3

1

3

2,60

0,15 2,85 2

1

J2

VEST. FEM.

6,61 m²

0,850,15 0,15 0,15 0,73 0,420,100,99 0,10 0,15

1

2

72,52 m²

-1,15 -1,20

170,15 m²

15,15 m²

2

0,10 0,88 0,52 0,15 1,56

1,45

77,58 m²

1

2

PLATÉIA

-1,50 -1,55

CIRCULAÇÃO

P2

3

2,85

SALA DE LUZ E SOM

183,78 m² 5

J3

1,45 0,15

VEST. PCD FEM.

P4

0,25 0,89 0,15

RESTAURANTE

J2

3

COXIA

91,85 m²

1

0,88

-1,15 -1,20

PALCO

4

2

1

P2

S

3,91

J2

PAREDE DE VIDRO

PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

J2

CÓDIGO

0,15

J3

-1,15 -1,20 1,34 0,10 0,88 0,15

1,91

4,25

0,10 0,15

J2

+0,00 -0,05

1,45

COR

TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO

3,00

0,990,10 0,22 0,15

2

J2

0,15 0,15 PASSEIO

MATERAL

1

1,40 0,15

CAMARIM FEMININO

J2

0,15 0,15 1,41

CÓDIGO

2,85

0,15

14,71 m²

1,45 1,45 1,45 1,45 1,45

4,90

0,15 1,00 0,430,25

5,11 0,15

28,85 38,04

0,15

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15 0,15 1,40 0,40 1,00 1,00 0,60 0,43 1,00

SOBE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO =17,5CM

31,45

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PLATAFORMA DE ALIMENTOS

0,15 0,50 0,151,35 0,15 0,50 1,35 0,15

600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300

0,60

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15 0,30 1,20 1,20 0,30 0,15

36,65

P3

1,45 1,45

J2

2,85 2,70

DIMENSÕES (MM)

3

0,15

F

0,60

COR

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO

J2

J2

MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO

CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA

3 4 5 6 7

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 5,11 1,52

1,45

J2

103 213 6 3 2 7

1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,90 0,60

MATERIAL

15,15

1,34

J2

1,45

ELEVADOR

1,53

J2

1,45

1

5

+0,00 -0,05

DESCRIÇÃO

GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE

0,39

1,45

1

2,32

215,78 m²

0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50

QUANTIDADE

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

0,55

J2

DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL

CÓDIGO

2

SALA DE EXPOSIÇÕES

CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES

1,52

2,95

J2

SANIT. PCD FEM.

1

1

3

5

J2

3,05 m²

4,48 m²

1

3

3,09

RECEPÇÃO

P2

J2

6 80 48 1 16 3 4 4 1 1

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO

1

0,10 0,88 0,32 0,18 0,15 0,10 0,88 0,41 0,41 0,88 0,15

1,45

+0,00 -0,05

1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00

0,15

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA P1

SANIT. PCD MASC.

-0,10

+0,00

-0,08 -0,13

0,15

PASSEIO

DESCRIÇÃO

2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11

LARGURA

J1 J2 J3 J4 J5 J6

S

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15 1,39 0,15 1,39 0,15 1,30 0,15

BRISE SOLEIL

1,45

3,28

J2

PASSEIO

1,45

1,45

1,45

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

0,15 1,41 0,15

0,60

3,62

1 0,60

13,61

0,15

CÓDIGO

0,60

0,15

QUANTIDADE

QUADRO DE JANELA

RAMPA i=8,33

-0,44 -0,49

16,25

3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81

RAMPA i=8,33

S

0,60

DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA

P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10

RAMPA i=8,33

S

PRAÇA DESCOBERTA

CÓDIGO

0,15

3,27

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

0,60 TÍTULO:

E

ESCALA:

PLANTA EXECUTIVA DO PAV. TÉRREO - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

PLANTA EXECUTIVA DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

10


QUADRO DE PORTAS DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA

CÓDIGO P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10

1 E

8,83

0,08 +0,00

GUARDA CORPO h=1.20M

1 3

3,05 m²

3 1 3

3,05 m²

3

5,35

ACESSO Á PRAÇA

MATERIAL

COR

DIMENSÕES (MM)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE

CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA

600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300

CÓDIGO

MATERAL

COR

DIMENSÕES (MM)

1

TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO

BRANCA

NÃO SE APLICA

BRANCA

NÃO SE APLICA

BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA

300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA

36,65 36,50

CÓDIGO

NOME

COR

DIMENSÕES (MM)

1 2

PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO

BRANCA BRANCA

120X300 120X300

CINZA

NÃO SE APLICA

0,60 0,15

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

3

PASSEIO

1

0,15

+3,50 +3,45

J1

J1

0,30 1,00 0,15 0,15 0,60

2,43

0,15 0,15

3

3

1

0,15

J1

2,30 2,60

0,10 0,15

2 PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

0,15 1,51

ARMAZENAMENTO DE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS 3

1

+3,50 +3,45

1,51

27,24 m²

0,15

1

0,15

2,44

2,27

0,15

1

+3,50 +3,45

P2

SANIT. MASC.

P2

10,45 m² 3

3

+3,50 +3,45

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA -0,10 -0,25

PASSEIO 2,57

2,72 2,34

0,15 1,41

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

0,15 1,28 0,15

1,45 26,40

1,45

1,45

1,45

1,48

J1

6,11

0,15 0,13 1,00 0,15

J1

1,00 3,25

SANIT. PCD FEM.

3,53 m²

3

J1

0,13 1,00

3

3

1

3

+3,50 +3,45

J1

J1

0,15

1,50

0,15

1,50

1

0,15 0,50

0,15

3

1

+3,50 +3,45

J1

J1

0,15 0,60 4,63

DESCE PARA O TÉRREO ESPELHO=16,5CM 21

10,46 m²

1

0,15 0,15 0,25 0,25 0,25 0,25 1,00 1,00

3

1,47

3

3,53 m²

+3,50 +3,45

3

PASSEIO

1

SANIT. FEM.

P2

SANIT. PCD MASC.

1

PELE DE VIDRO J2

0,15 1,36 0,15

P2

DML

2,19 m²

P2

19,46 m²

4

SOBE PARA O 2º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM

0,15 1,00 0,21

0,15 0,15 0,15 0,10 0,10 0,10 0,10 0,88 0,88 0,52 0,52 0,88 0,88

ADMINISTRAÇÃO

ELEVADOR

P7

2,05 0,81

P6

1

0,64

DESCE PARA O TÉRREO ESPELHO=17,5CM

1

+3,50 +3,45

2,58

40,11 m²

1

1

J4

4,11

4

J1

0,15 0,22 1,00

SAÍDA DE EMERGÊNCIA

PASSEIO

0,66

3,93

0,81

0,15

ESPAÇO DESTINADO AO PCD

SOBE PARA O 2º PAVIMENTO ESPELHO=16,5CM

P3

3

9,04

1

3

+3,50 +3,45

0,99

0,10 0,15 0,99

13,70

0,10 0,15

P2 P2

1,02 P2

0,88

0,10 0,15

3

1,02

0,15

0,88

1,02

0,88

1,91 0,15 0,15 0,10

P3

0,99

1

3

+3,50 +3,45

J1

0,15 1,00 0,30 0,30

1,41 P3

1,66 P3

3

+3,50 +3,45

J1

F

7,86 m²

6,58 m²

5,20 m²

3

1

2,60

1,46

VEST. MASC.

P3

VEST. PCD. MASC.

+3,50 +3,45

1,30

0,15 0,10 1,39 0,88 P2

5,20 m²

3

3,31

0,22 0,15 P3

1

+3,50 +3,45

1

0,22 0,99

VEST. PCD FEM.

0,14 1,00

0,99

1

CÂMARA FRIA DE FRUTAS

CIRCULAÇÃO

0,910,15

0,15 0,15

0,151,39

2,00

3

0,15

22,09 m²

1

1

+3,50 +3,45

3,81 CIRCULAÇÃO

0,10

0,15

2,70

3

+3,50 +3,45

1,75 0,15

6,57 m²

6,92 m²

3

VAZIO DO AUDITÓRIO

1

3

0,08 0,15

0,15

SALA DA NUTRICIONISTA

3

7,86 m²

3

0,15 0,60

VEST. FEM.

3

CÂMARA FRIA DE LEGUMES E VERDURAS

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

P2

3

0,88

2,33

1

3

+3,50 +3,45

3,21

0,15

0,88

7,96 m²

7,86 m²

3

4,87

0,15 1,45

P2

CÂMARA FRIA DE CARNES

15,72 m²

P2

3,65

0,15

0,10

1

3

P3

DISTRIBUIÇÃO

0,15 0,15

3

0,10

1,62 m²

0,15

P2

DML

0,50 0,37 0,88

1

0,15

0,10 0,10 0,99 0,88 0,15

2,72

P2

3,31 m²

0,10 0,88 0,48 0,48

1

3

PLATAFORMA DE ALIMENTOS A SEREM DISTRIBUÍDOS

0,55

3

0,15

+3,50 +3,45

2,09 0,15 0,41 0,99

0,15

2,66

1,71

3,93

3

3

P3

0,15

PLATAFORMA DE ALIMENTOS A SEREM RECOLHIDOS

8,14 m²

0,99

1

3

HIGIENIZAÇÃO DE VERDURAS 3

0,15 1,41

3

J2

3

3

+3,50 +3,45

0,15

HIGIENIZAÇÃO DE UTENSILIOS 6,98 m²

1

3

+3,50 +3,45 0,10

0,10 0,99 0,15 0,88

BRISE SOLEIL

1,45 0,15 1,41

P5

J2

3

8,14 m²

3

8,62 m²

+3,50 +3,45

HIGIENIZAÇÃO DE FRUTAS

P3

1,82

1

3

P2

1,45

3

DEPÓSITO DE RESÍDUOS TEMPORÁRIO

CIRCULAÇÃO 15,55+3,50 m² 3 3 +3,45 3

P9

P3

P3

0,10 0,10 0,99 0,99 0,15

P5

P3

0,15

1,45

0,15 0,15 0,56 0,50 0,99 0,22

1,50

+3,50 +3,45

P3

1

3

1

3

0,99 0,10

3

+3,50 +3,45

J2

3

9,77 m²

112,87 m² 3

0,15 1,20 0,15

HIGIENIZAÇÃO DE CARNES

1,41 0,54 0,92 0,54 0,99 0,15 0,15 0,10

J2

3,26

2,70

0,15

COZINHA

PAREDE DE VIDRO

1,45 1,45 1,45

J2

9,20 m²

3

0,15

1,91

J2

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

1,45

J2

J2

0,15

MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO

SAÍDA DIRETA DA COZINHA

J2

0,50

103 213 6 3 2 7

1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,60

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO

P3

J2

DESCRIÇÃO

CÓDIGO

3 4 5 6 7

1,22

0,99 0,10

0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50

QUANTIDADE

0,15 0,60

1,45

5,96

DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES

J2

0,08

1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00

2

SOBE PARA O 2º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM

CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 2,58 1,31

1,45 1,45 1,45

SANIT. PCD FEM.

P2

ELEVADOR

1

1

+3,50 +3,45

J2

1,45

1

3

LARGURA

J1 J2 J3 J4 J5 J6

15,15

1

VAZIO DO MEZANINO

J2

0,15 1,39 0,15 1,39 0,15 1,30 0,15

P2

0,10 0,88

SALA DE EXPOSIÇÕES

J2

J2

3,74

CÓDIGO

DESCE PARA O TÉRREO ESPELHO=17,5CM

89,00 m²

1,35 0,15

3

P2

1,45

J2

2,00 m²

SANIT. PCD MASC.

1,45

J2

1,45

0,15 38,04 8,50 0,15 2,80 0,15 2,10 0,15

0,15 0,15

DML

2,95

5,16 m²

3,66

1,54

PASSEIO

0,32 0,25 0,15 0,10 0,88 0,41 0,41 0,88 0,15

1,45

J2

ARMAZENAMENTO UTENSILIOS

1,35 0,23

0,15

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

1,19

0,15 0,15 0,50

2,95

0,60

-0,10

F

2,70

0,15

6 80 48 1 16 3 4 4 1 1

QUADRO DE JANELA

0,50

8,82

0,60 0,15

1,61

1,30

BRISE SOLEIL

1,41 0,15

0,15

DESCRIÇÃO

2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11

0,60

J2

1,45

15,00

16,25

J2

1,45

0,60 0,15

0,60

3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81

QUANTIDADE

J1

0,15 0,13 1,00

0,15

1,00

0,13 0,15 1,00 1,55

3,25

0,15

1,57 3,12

56,17

0,15 0,15 0,60

E

PLANTA DO PRIMEIRO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA EXECUTIVA DO 1º PAV. - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

11


QUADRO DE PORTAS DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA

CÓDIGO P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10

1

3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81

3,05 m²

P2

3

1

1

SANIT. PDC MASC. 3,05 m²

3

1

1

P2

0,08

0,60

COR

DIMENSÕES (MM)

CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA

600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300

MATERAL

COR

DIMENSÕES (MM)

1

TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO

BRANCA

NÃO SE APLICA

BRANCA

NÃO SE APLICA

BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA

300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA

14,55

CÓDIGO

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO CÓDIGO

NOME

COR

DIMENSÕES (MM)

1 2

PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO

BRANCA BRANCA

120X300 120X300

CINZA

NÃO SE APLICA

3

CALHA METÁLICA COR BRANCA

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

J2

SALA DE EXPOSIÇÕES 520,01 m²

J2

1

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

1

+7,00 +6,95

F

J2

0,15 4,00

1,07

4,00

1,15

4,00

1,16

4,00

1,54

4,00

1,51

4,00

1,05

4,00

0,440,15

2,52 3,12

0,15 0,15 0,60

J2

SANIT. PCD MASC.

3

4,19 m²

3

1

3

+7,00 +6,95

J1

SANT. MASC.

3

8,79 m²

3

J1

1

J1

0,15 0,60

1,00

5,18

0,15

1,93

3,25

1,50

P5

0,23 0,28 0,15 1,50

P5

0,15

5,35

0,10 0,10 0,88 0,15 0,88

1

OFICINA

OFICINA

24,65 m²

ELEVADOR

1

1

1

1

+7,00 +6,95

1

1

1

1

+7,00 +6,95

+7,00 +6,95

1

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

1

1

+7,00 +6,95

J2

J2

J2

5,29

0,15 1,41

8,68

0,15

1,45 5,00

1,45

1,45 0,15

1,45

1,45 4,98

1,45

1,45

0,15

0,50

DML

2,19 m² 3

3

1

P2

28,24 m² 1

SANT. MASC.

1

+7,00 +6,95

P2

10,45 m²

3

1

3

J2

+7,00 +6,95

J3

J2

J3

J3

J3

J1

J1

SANT. FEM.

P2

10,46 m²

SANT. PCD. SANT. PCD. MASC. FEM. 3,53 m²

3

PAREDE DE VIDRO

J1

0,15 1,47

0,10 0,10 0,88 0,15 0,88

1,19

P2

OFICINA

24,51 m²

24,77 m²

1

1

OFICINA

OFICINA

24,52 m²

SOBE PARA O PAVIMENTO TÉCNICO ESPELHO=17,5CM

0,15

2,33

P5

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO 3,25

4,05

J1

3

3

1

3

3

1

+7,00 +6,95

+7,00 +6,95

J1

J1

3

1

+7,00 +6,95

3,53 m²

21 20 19 18 17 16 15 14 13 12

0,15

5,03

1,45

1,45 0,15

1,45

1,45 4,98

1,48

0,81 0,15

1,20

1,20 0,20 1,20

0,60 3,00

11 J1

J1

J1

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PASSEIO

1,45

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

9,04

1,50

P5

PASSEIO 0,15 0,30 1,00

3,30

21

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

0,15 0,15 0,95 0,54 1,00 0,390,39 1,00 0,39

0,15

P2

+7,00 +6,95

1

+7,00 +6,95

J1

3

P5

3,20

P2

3,28

+7,00 +6,95

0,15 0,23

J4

0,15

P2

4,19 m²

1

0,15

P2

SANIT. PCD FEM.

+7,00 +6,95

2,27

1

0,88 0,35 0,88

P2

8,78 m²

J1

1,05

19,36 m²

0,88

0,15 0,10 0,80 0,88

P2

3

0,23 0,28 1,50 0,15 1,50

P3

SANIT. FEM. 3

0,15

1

0,92

4,19

DESCE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM

CIRCULAÇÃO

P2 1

6,18

0,15 0,10

3

0,37 0,88 0,15

1,62 m² 3

0,50

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

PASSEIO

DML

0,15 0,11 1,50 0,99

1

1

5,29

P7

3,89 0,50 0,15 0,15 1,35 0,15

ESPAÇO DESTINADO AO PCD

J6

151,94 m²

0,15

2,70

J6

CORREDOR DE EXPOSIÇÕES

1,20 0,15 1,50 1,35 0,15

J6

PASSEIO

J6

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

J6

DESCE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM

J6

0,60

BRISE SOLEIL

1,45 1,45

1

2

PAREDE DE VIDRO

PASSEIO

J2

J2

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

1,45 1,45

J2

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

J2

J2

1,45

MATERIAL

3 4 5 6 7

1

0,15 0,65

MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO

GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE

2

J6

2,70

103 213 6 3 2 7

1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,60

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

CALHA METÁLICA COR BRANCA

0,15

DESCRIÇÃO

J2

F

0,60

0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50

QUANTIDADE

CÓDIGO

3,28

P1

ACESSO À PASSARELA DESCOBERTA

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

5,96

ELEVADOR

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

1,41

1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00

DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES

DESCE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM

GUARDA CORPO h=1.20M

0,15 1,39 0,15 1,30 0,15

P2

1

CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO

0,15 0,62

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

1,45 1,45

1

SANIT. PCD FEM.

J2

8,83

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

P2

DML

2,00 m² 3

0,32 0,15 0,10 0,88 0,41 0,41 0,88 0,15

1,30 3,34 0,15 0,55 0,88

SOBE PARA O PAVIMENTO TÉCNICO ESPELHO=17,5CM

PAREDE DE VIDRO

1,45 1,45

J2

1,45

J2

1,45

J2

0,15

21

+7,00 +6,95

VAZIO DO MEZANINO

1,54

1,54

0,15 0,10 0,88

BRISE SOLEIL

1,41 0,15 1,45 1,45

PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

J2

1,45

1,45

J2

0,60

4,71

J2

J2

1,45

0,08

J2

1,45

32,74

8,83

PASSEIO

J2

1,45

0,15

0,60 38,04

+0,00 16,25

PASSEIOPROJEÇÃO DA PLATIBANDA

6 80 48 1 16 3 4 4 1 1

2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11

LARGURA

J1 J2 J3 J4 J5 J6

E -0,10

DESCRIÇÃO

QUADRO DE JANELA CÓDIGO

0,60 0,15

QUANTIDADE

PASSEIO 0,15 0,13 1,20 0,31 1,00 9,22

1,00

0,13 0,25 0,25 0,25 0,25 0,13 1,00 0,15 1,00 0,15 1,00 0,15 1,00 0,15 1,50

0,15

1,50

0,15

1,00

0,13 1,00 0,15

3,12

0,15

3,25

0,15

3,12

0,15 0,60

56,17

E

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

PLANTA EXECUTIVA DO SEGUNDO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

ESCALA:

PLANTA EXECUTIVA DO 2º PAV. - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

12


QUADRO DE PORTAS CÓDIGO

DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA

P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10

3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81

51,42 0,15

5,68

1,75

1,65

DEPÓSITO NEUTRO 3

3

+3,50 +3,45

0,88 0,35 0,88 P2

P2

CÂMARA FRIA DE CARNES

CÂMARA FRIA DE VERGURAS, VEGETAIS E FRUTAS

10,15 m²

3

1

3

103 213 6 3 2 7

MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO

1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,60

MATERIAL

COR

DIMENSÕES (MM)

GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE

CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA

600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300

CÓDIGO

MATERAL

COR

DIMENSÕES (MM)

1

TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO

BRANCA

NÃO SE APLICA

BRANCA

NÃO SE APLICA

BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA

300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA

3 4 5 6 7

+3,50 +3,45

1

3

0,15

+3,50 +3,45

0,15

58

45

DESCRIÇÃO

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

2

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO

57

46

36 35

27 26

17 16

0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50

QUANTIDADE

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES

10,20 m²

08

DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL

CÓDIGO

1,86 0,15

1,71

3,68

VAGA VAGA DESTINADA DESTINADA A CARGA A CARGA E DESCARGA E DESCARGA 3,68 0,15 4,83

60 59

48 47

6,73

37,33 m²

3

3

07

CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO

49

39 37

29 28

19 18

05

04

03

02

38

10

08

08

07

06

1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00

P5

4,15

BICICLETÁRIO VERTICAL

SAÍDA DO ESTACIONAMENTO

LARGURA

J1 J2 J3 J4 J5 J6

0,15

0,15 0,15

45,29

01

6 80 48 1 16 3 4 4 1 1

QUADRO DE JANELA CÓDIGO

ESTACIONAMENTO MOTOCICLETAS

DESCRIÇÃO

2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11

1

0,15

QUANTIDADE

CÓDIGO

NOME

COR

DIMENSÕES (MM)

1 2

PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO

BRANCA BRANCA

120X300 120X300

CINZA

NÃO SE APLICA

3

ESTACIONAMENTO +3,45 +3,30

5,10

55

43

5

1

3

+3,45 +3,30

53

2,40

52

21

11

02

0,15

2,76

0,15

0,15

COPA

11,04 m²

0,15 1,20 0,10 1,50

3

1

3

4,00

41

12

03

22,10

54

42

33 32 31

24 23 22

42,77

13

04

14

05

105,25 m²

13,65

MANUTENÇÃO

13,65

5,10

34,25 34,25

5,00

56

3

44

1

34

5

25

15

06

1547,89 m²

+3,50 +3,45

0,15

51

40

1,32

1,32

1,36

1,53

1,49

1,49

1,49

1,49

23,44

0,15

18,14

D ACESSO PRINCIPAL AO SETOR ESPORTIVO +3,40

ESPELHO D'ÁGUA

3,30 3,00

J2

J2

J2

J2

2

0,15

1,45 J2

3

J1

J1

SANIT. FEM.

ATERRO

J1

18,53 m² 3

1

3

+3,50 +3,45

0,15

J1

1,62

VEST. PCD FEM. 7,70 m²

0,99

TA ER B CO

2,58

1

+3,50 +3,45

+3,50 +3,45

0,91

1,32

J2

3

3,12

J2

0,10 0,15 0,88

J2

15,96

J2

J1

13,39 m²

18,18

J2

1,50

J2

14,78

DA

D

P8

12,82

P

JE RO

O ÇÃ

A SS A P

LA RE

ES

J2

1,46 1,46 BRISE SOLEIL

0,15 1,28 0,15

J2

1,46

5,00 5,00

J2

PROJEÇÃO DA PISCINA

1

J2

GUARDA VOLUMES

0,63 0,58 1,00 1,00 0,58 0,15 1,00 1,00 0,63 0,15 3,15 0,15 3,26 0,15

1,20

0,10 1,50

1,55

+3,50 +3,45

J2

0,15 0,15

1

P3

PROJEÇÃO DA PISCINA

3

J1

1

3

G

1,00 0,55 0,15 0,15

+3,50 +3,45

5

J1

1,00 4,10

1

2,15

1

3

+3,50 +3,45

0,15 0,90 0,55 1,00 0,15

348,46 m²

0,15

23,03

14,72 m²

3

+3,50 +3,45

1,07 0,150,90 0,15

2,00

20,73

1

3

P3

CIRCULAÇÃO

3

P2

0,91

1

3

+3,45 +3,30

VEST. FEM.

0,91

0,15

3

7

J1

3,85 m²

0,15

P2

3,00 m²

3

0,15

DEPÓSITO/DML

P2

0,10

P2

0,15

SANIT. PCD MASC.

11,54 m² 3

5

ELEVADOR

1

4,52

P3

3

80,26 m²

0,15

0,15

P2

J1

0,10

2,00

0,15 0,15 0,10 0,99 0,33 0,60 0,88

J1

1,76 SANIT. MASC.

3

0,87

P5

CASA DE MÁQUINAS DA PISCINA

1,46

0,100,99

3

0,88

6,97 0,15

0,15 1,08

P3

3,00 m²

0,10

+3,45 +3,30

SANIT. PCD FEM.

0,840,15

ACESSO AO ESTACIONAMENTO

+3,50 +3,45

1

3

P2

0,88 0,52 0,52 0,88

0,15

P3

1,93

1,93

3

P6

P5

0,15

1

0,15

2,00

17,04

3

+3,50 +3,45 2,76 0,15

4,02 4,17

0,15

7,73 m²

0,15

1,76

DML

3,07 m²

0,960,15

2,80 0,15

VEST. PCD MASC.

1,00 2,80 25,10

0,10 0,10 1,50 0,15 1,50

50 5,01

20 1

3

2,58

SOBRE PARA O 2º PAVIMENTO ESPELHO =17,5CM

+3,50 +3,45

11,54 m² 3

17,41

RAMPA i=8,33

J1

0,15 0,10 0,99

0,15

0,15

SANIT. FEM.

J1

1,85

+3,50 +3,45

3

+3,45 +3,30

1,66 0,15 0,50

0,15

1

3

P5

P5

0,15

0,15 2,31 0,15 0,30 1,00 1,00 0,15

G

30

09

7,73 m²

3

2,80

0,15 ACESSO AO ESTACIONAMENTO

VEST. PCD FEM.

3,15 3,15

0,15 2,46 0,15 1,00 1,00 0,15

01

10

P5

VEST. PCD. MASC.

0,15

2,29

2,29

1,50

2,29

0,15

P5

P2

P3

J2

56,70 m²

6

J2

1

SALA MULTIUSO

SALA MULTIUSO

27,93 m²

6

56,45 m²

1

+3,50 +3,45

6

+3,50 +3,45

1

14,71 m²

+3,50 +3,45

1

+3,50 +3,45

+3,50 +3,45

VEST. MASC.

1

1

1,00 2,80 0,15 0,73 0,15 3,27

1,08 2,75

0,15 0,15

P5

1,11

0,15 0,10 0,15 1,11 0,880,22

0,10 0,15 0,15 0,88 0,50 0,46 0,99

2,27

J1

P2

3

SANT. MASC. 18,53 m²

13,72 m²

1

3

GUARDA VOLUMES

P3

+3,50 +3,45

3

3

1

3

+3,50 +3,45

3

1

+3,50 +3,45

J2 J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

0,15

0,15

1,46

0,15

J2

SALA MULTIUSO

1,50

+3,50 +3,45 8,52

1,50

1

4,52

2,29

3

0,15 1,00

1,46

1,50

P5

1,46

0,15

8,52

1,08

0,15

J2

3,37

1,46

30,38

4,52

P3

0,99

J2

3

+3,50 +3,45

0,15 0,91

1,46

17,72

1,46

7,70 m²

J2

0,15

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

1,59

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,44

12,31

0,15

12,31

0,15

6,23

0,15 0,63 1,00

0,15 1,00 0,63 0,60 1,00

3,25

0,15

0,15 1,00 0,60 0,55 1,00

3,20

0,15

1,00 4,10

1,00 0,55

0,15

0,15

42,30

PLANTA EXECUTIVA DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA EXECUTIVA DO PAV. TÉRREO - S. ESPORTIVO CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

TEMA:

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

13


QUADRO DE PORTAS CÓDIGO

DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA

P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10

3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81

QUANTIDADE

DESCRIÇÃO

6 80 48 1 16 3 4 4 1 1

CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA

2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11

QUADRO DE JANELA CÓDIGO

1

4,52

0,15

0,27 0,15

1,48 1,48

J2

3,41

15,41 m²

0,15

VEST. FEM.

3

J2

1,00

J1 1

3

+7,00 +6,95

J1

P3

0,15 J1

18,53 m²

1,48

J2

J2

1,48 1,48

J2

VEST. PCD. MASC.

J1

1

+7,00 +6,95

J1

P2

SANT. MASC.

J1

18,53 m² 3

J1

+7,00 +6,95

J2

P3

35,32

808,05 m² 9

SOLÁRIO 503,14 m²

JARDIM

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

1,45

0,88

3,44

2,00

0,15

4,52

0,15

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

11,54 m²

3

3

1

1

5

J1

+7,00 +6,95

J1

18,14

1

3

3,00

J1

J2 J1

PISCINA 8

3

6

J2

P2

+5,50 +5,45

VEST. PCD. FEM.

P3

7,70 m²

7,70 m²

+7,00 +6,95 P1

ACESSO A ÁREA DA PISCINA

CONSULTÓRIO MÉDICO

1

23,36 m²

+7,00 +6,95

J2

1

0,99

3

1

1

+7,00 +6,95

2,94

0,15

P3

0,10 0,15 0,99

3,98

1,91

0,15

0,10 0,15 0,15 0,88 0,50 0,46 0,99

2,27

P3

P2

0,10 1,11 0,15 0,880,25

P3

0,73

P3

P2

P3

1 1 2,65

0,990,10

0,15

5,60 m²

3

0,91

SALA DE EMERGÊNCIAS

1

1

P3

0,99

SALA DOS INSTRUTORES

18,40 m²

0,91

3

1

1

1

+7,00 +6,95

CIRCULAÇÃO

3

+7,00 +6,95

3

3

1

+7,00 +6,95

3

GUARDA VOLUMES

VEST. MASC.

13,80 m²

18,20 m²

1

1

DEPÓSITO/DML

COPA

30,16 m²

14,71 m²

1

3

+7,00 +6,95

1

3

SANT. MASC. 18,53 m²

13,72 m²

3

+7,00 +6,95

3

1

3

+7,00 +6,95

3

1

+7,00 +6,95

P3

0,99

6,75 m²

J2

3

3

1

P3

5

2,91

VESTIÁRIO PCD

2,00

22,25 m²

1

173,44 m²

0,10 0,15 0,99

2,80

P3

1,28 0,15

J2

0,15

P3

SALA DE ESPERA DO CONSULTÓRIO MÉDICO

5,09

3,43

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

J2

0,15 0,99 0,25

4,66

J1

3,27

1,46 1,46 1,46

0,15

1,46 4,52

1,46

3

1

3

+7,00 +6,95

PAREDE DE VIDRO

0,15

1,50

4

+6,90 +6,85

CIRCULAÇÃO

0,60

3

CIRCULAÇÃO PISCINA 7

J2

1,07

VEST. PCD. MASC.

264,03 m²

J2

J1

+7,00 +6,95

0,15

17,72

J2

1

3

1,40

J2

3

0,15

J2

1,08

20 1. H=

1,11

OR -C A D AR U G

PO

3

0,15 0,60

G

1,08

DE

+3,30 +3,00

TA

J1

18,53 m²

+7,00 +6,95

282,53 m²

1,46

SS PA

AR

A EL

ER OB C S

ESPELHO D'ÁGUA

SANT. FEM.

3,57

23,44 +6,90 D +6,85 ACESSO AO SETOR ESPORTIVO

20 1. H=

J2

1,45 J2

1,40

J2

1,49

0,990,10

J2

1,49

3,12

J2

1,49

1,08 0,15 0,100,99

O

J2

1,49

1,46

RP CO A RD A GU

J2

1,53

1,11

0,60

2,58

0,250,88

1,36

PAREDE DE VIDRO

1,32

BRISE SOLEIL

1,32

1,50

1,32

1,46

J2

1,46

0,15

5,00

J2

12,82

0,15

J2

1,46

0,15 1,28

J2

1,00

1

1

P8 J2

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15 5,00

1,00

0,78

PAREDE DE VIDRO

1,00 0,58 0,15

0,60 0,250,88

1

+7,00 +6,95

3

P3

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

J2

1,59

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

1,48

4,66

0,15

5,09

0,15

2,80

0,15

4,00

0,15

J2

J2

J2

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 1,48 1,48 1,48

6,58 42,30

0,15

J2

J2

J2

J2

1,48

1,48

1,48

1,44

3,98

0,15

3,00

0,15

J1

1,63 0,15

J1

0,15

1,00 0,63 3,25

0,15

J1

1,60

J1

1,00 0,60 3,20

0,15

0,15

J1

1,55

J1

1,00 4,10

J1

1,00 0,55

0,15

0,60

SANT. MASC.

J1

13,39 m²

1,00

P2

GUARDA VOLUMES

2,80

1

3

SOBE PARA O PAVIMENTO SALA DE TÉCNICO DESCANSO ESPELHO =17,5CM 181,88 m²

J1

P2

0,15 1,08

3

P2

P2

J1 1

3

+7,00 +6,95

0,99 0,48

+7,00 +6,95

SANT. PCD MASC. 3,53 m²

DESCE PARA O PRIMEIRO PAVIMENTO ESPELHO =17,5CM

1

3

1

3

P2

PROJEÇÃO DA CLARABÓIA

3,53 m²

3

3

3

1,00 0,55 0,15

ELEVADOR

P2

14,72 m²

3,85 m²

1,00

SANT. PCD FEM.

P2

VEST. FEM.

DEPÓSITO/DML

+6,90 +6,85

0,15

P2

ACESSO AO SOLÁRIO

1

3,27

1

3

0,15

3

4,52

3

PELE DE VIDRO SOB ALVENARIA h=10,50m

3,07 m²

11,54 m²

2

0,15

0,60

1,45

25,10

1,45

0,15

1,45

3,26

1,45

0,60 0,15

0,15 0,63

1,45

4,52

3,15

1,45

0,15

0,77

1,45

2,00

1,00

0,15

1,41

0,15

0,15 0,58

30,38

J1

4,10

+6,95 +6,80

37,35

1,00

+7,00 +6,95

J2

ESCADA TIPO MARINHEIRO DE ACESSO AO PAVIMENTO TÉCNICO

0,15 0,55

1

0,900,15

3

2,80

3

1,00

J1

14,74 m²

J2

0,90

+7,00 +6,95

4,52

1,48

+6,95 +6,80

DML

SANT. FEM. 3

J1

QUADRA POLIESPORTIVA DESCOBERTA

P1

J1

J1

NÃO SE APLICA

0,15 0,15

1

1

J1

J1

CINZA

3

0,15

J2

13,74 m²

3

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

1,48

J2

1,51

3,96

120X300 120X300

GUARDA VOLUMES

1,48

1,48

J2

P1

RAMPA i=8,33

0,15 1,15

0,15

0,15 1,00 0,15

2,31 0,15 1,50 0,15

0,15 0,15 0,25 0,15 0,25 0,15 1,00 0,25 1,00 0,25 1,00 0,15 1,00

1,50 0,15

0,60

2,31

0,15

G

3,28

BRANCA BRANCA

1

J1

9,04

300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO

0,15

1,48

3

VEST. MASC.

0,15

BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA

PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO

7,84 m²

P3

1,85

NÃO SE APLICA

1 2

1,00

P3

J1

0,15

NÃO SE APLICA

BRANCA

3 4 5 6 7

0,15 0,60

PLANTA EXECUTIVA DO SEGUNDO PAVIMENTO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100

DIMENSÕES (MM)

DIMENSÕES (MM)

3,28

+7,00 +6,95

3

5,00

BRANCA

1,50

P3

3

J2

J1

COR

TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO

COR

0,15 0,40 1,00

+7,00 +6,95

MATERAL

1

NOME

1

3

CÓDIGO

CÓDIGO

0,28 0,15 1,50

1,48

J2

1,48

J2

3

J1

P1

1,48

J2

JANELAS SOB ALVENARIA SOB VÃO DE PASSAGEM h = 10,50m

1,48 1,48

J2

J1

P2

VEST. PCD. FEM. J2

1,48

PROJEÇÃO DA CARABÓIA

34,25

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA

+7,01 +6,90

42,77

34,25

3

600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300

1,00

J2

J1

0,15 1,00 0,55 0,52 1,00

1,48 1,48

J2

7,84 m²

1

DIMENSÕES (MM)

CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA

2

1

3

+7,00 +6,95

9

COR

GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE

4,10

3

1,00

J2

1,00

1,48

SANT. FEM.

1,00 0,55

P3

0,15 0,55 1,00

1,48

J2

3,15

1

1

0,15

3,15

1,48

3

J2

+7,00 +6,95

840,13 m²

MATERIAL

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES

13,49 m²

QUADRA POLIESPORTIVA COBERTA

CÓDIGO

GUARDA VOLUMES

0,15

1,66

0,15

J1

J2

LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO

0,60

0,57 0,880,15

2,80

1,48

0,15

1,48

6,28

1,48

0,15

1,48

2,80

1,48

0,15

1,48

4,10

1,48

MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO

0,15

1,48

103 213 6 3 2 7

1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,60

3,15

1,48

3,56

1,48

1,00

1,48

DESCRIÇÃO

1,00

1,48

0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50

QUANTIDADE

1,11

1,48

0,15

3,15

1,48

4,52

PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15

0,60

0,000,83 0,62

0,15

0,14 0,15 1,00

23,43

1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00

DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL

0,15

0,15

0,60

0,15

28,40

J1 J2 J3 J4 J5 J6

3,26

0,60

LARGURA

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA EXECUTIVA DO 1º PAV. - S. ESPORTIVO TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

14


E 17,45

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

36,65

+6,94

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

RUFO METÁLICO

PLATIBANDA h=1.00m

i=10% PLACA FOTOVOLTAICA SOBRE TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA 10,24 METÁLICA

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

+11,18

CUMIEIRA METÁLICA

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

57,37 CALHA METÁLICA COR BRANCA

F

3,27

CALHA METÁLICA COR BRANCA

+14,00

13,85

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

+6,00

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

2

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

CALHA METÁLICA COR BRANCA

F

CALHA METÁLICA COR BRANCA

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

CUMIEIRA METÁLICA

CALHA METÁLICA COR BRANCA

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

39,24

CALHA METÁLICA COR BRANCA

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

1

15,15

+14,00

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

RUFO METÁLICO

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

CALHA METÁLICA COR BRANCA

E

PLANTA DE COBERTURA DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA DE COBERTURA DO SETOR CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

15


1 29,00

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

ESCADA MARINHEIRO

ACESSO

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

O

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

CLARABÓIA

RUFO METÁLICO

23,45

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

+10,50

RUFO METÁLICO

2

RUFO METÁLICO CALHA METÁLICA COR BRANCA 2,07

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

+14,00

RUFO METÁLICO

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

RUFO METÁLICO

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

CALHA METÁLICA COR BRANCA

RUFO METÁLICO

LI C ET Á R

O

M

C LI

FO

Á

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

ET M

U

FO U

O

R

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

17,65

+14,00

G

6,02

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA CALHA METÁLICA COR BRANCA18,21

37,35

CALHA METÁLICA COR BRANCA

C LI

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

CALHA METÁLICA COR BRANCA

34,17

CALHA METÁLICA COR BRANCA

RUFO METÁLICO

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

CLARABÓIA

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA CALHA METÁLICA COR BRANCA

Á

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

RUFO METÁLICO

ET M

RUFO METÁLICO

RUFO METÁLICO

FO U

G

+14,00

R

9,14

34,23

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

CALHA METÁLICA COR BRANCA

RUFO METÁLICO

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

CALHA METÁLICA COR BRANCA

43,50

PLANTA DE COBERTURA DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA DE COBERTURA DO SETOR ESPORTIVO TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

16


E

E A

B

C

3,23

P1 (150 x 450mm)

1

D

3,86

P2 (150 x 450mm)

3,40

F

H

1,28 0,25

P3 (150 x 450mm)

1

G

2,23

0,25

P4 (150 x 450mm)

I

J

1,43

5,18

K 5,12

L 5,19

M 5,13

N 5,95

O

P

5,05

5,05

3,27

P5 (150 x 450mm)

4,54

L01

L02

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P7 (150 x 450mm)

P6 (150 x 450mm)

VAZIO DO SHAFT

V101 (150 x 300 mm)

2

P8 (150 x 450mm)

1,83

V102 (150 x 300 mm) P9 (150 x 450mm)

1,84

L03

1,78

L04

VAZIO DO ELEVADOR LAJE P11 P12 NERVURADA (150 x 450mm) (150 x 450mm)

VAZIO DO MEZANINO

4 5

P10 (150 x 450mm) VAZIO DA ESCADA

3

LAJE NERVURADA P14 (150 x 450mm)

P13 (150 x 450mm)

P15 (150 x 450mm)

5,17

V115 (150 x 300 mm)

V103 (150 x 300 mm)

P16 (150 x 450mm)

6

P17 (150 x 450mm)

L06

L05

LAJE NERVURADA

P18 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P19 (150 x 450mm)

P20 (150 x 450mm)

P21 (150 x 450mm)

P22 (150 x 450mm)

P23 (150 x 450mm)

P24 (150 x 450mm)

P25 (150 x 450mm)

P26 (150 x 450mm)

P27 (150 x 450mm)

V104 (150 x 300 mm)

L09

LAJE NERVURADA

P29 (150 x 450mm)

L10

LAJE NERVURADA

P30 (150 x 450mm)

L11

LAJE NERVURADA

P31 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P33 (150 x 450mm)

P32 (150 x 450mm)

V105 (150 x 300 mm)

5,20

L13

L14

LAJE NERVURADA

L15

LAJE NERVURADA

L16

VAZIO DO AUDITÓRIO COBERTURA METÁLICA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

F P35 (150 x 450mm)

P37 (150 x 450mm)

P38 (150 x 450mm)

P40 (150 x 450mm)

P39 (150 x 450mm)

4,25

V107 (150 x 300 mm)

L18

LAJE NERVURADA

P44 (150 x 450mm)

P43 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P45 (150 x 450mm)

P46 (150 x 450mm)

P47 (150 x 450mm)

P48 (150 x 450mm)

P49 (150 x 450mm)

P50 (150 x 450mm)

P51 (150 x 450mm)

P52 (150 x 450mm)

P53 (150 x 450mm)

L22

L23

LAJE NERVURADA

L24

LAJE NERVURADA

P56 (150 x 450mm)

L25

LAJE NERVURADA

P57 (150 x 450mm)

L26

P58 (150 x 450mm)

L27

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P60 (150 x 450mm)

P59 (150 x 450mm)

L28

LAJE NERVURADA

L29

LAJE NERVURADA

P61 (150 x 450mm)

L30

LAJE NERVURADA

P62 (150 x 450mm)

L31

LAJE NERVURADA

P63 (150 x 450mm)

L32

LAJE NERVURADA

P72 (150 x 450mm)

P73 (150 x 450mm)

P74 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

L41 LAJE NERVURADA

P77 (150 x 450mm)

L42 LAJE NERVURADA

P78 (150 x 450mm)

L43 LAJE NERVURADA

L44 LAJE NERVURADA

P79 (150 x 450mm)

P67 (150 x 450mm)

L45

VAZIO DO SHAFT

V123 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L40

V122 (150 x 300 mm)

P76 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

L39

V121 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA P75 (150 x 450mm)

L38

V120 (150 x 300 mm)

L37

V119 (150 x 300 mm)

VAZIO DA ESCADA

VAZIO DO ELEVADOR P70 P71 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

V118 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

P69 (150 x 450mm)

V117 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L36

V116 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L35

V114 (150 x 300 mm)

L34

V113 (150 x 300 mm)

V112 (150 x 300 mm)

VAZIO DO SHAFT

1,58 1,84 1,58

12

P68 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P66 (150 x 450mm)

P65 (150 x 450mm)

P64 (150 x 450mm)

L33

LAJE NERVURADA

V110 (150 x 300 mm)

11

P54 (150 x 450mm)

V109 (150 x 300 mm)

P55 (150 x 450mm)

10

LAJE NERVURADA

L21

L20

L19

VAZIO DA ESCADA

P80 (150 x 450mm)

V125 (150 x 300 mm)

3,89

9

VAZIO DA PLATAFORMA DE ALIMENTOS

P42 (150 x 450mm)

P41 (150 x 450mm)

V108 (150 x 300 mm)

L17 LAJE NERVURADA

F

V124 (150 x 300 mm)

8

P36 (150 x 450mm)

2

V106 (150 x 300 mm)

L12 LAJE NERVURADA

P34 (150 x 450mm)

07

L08

LAJE NERVURADA

VAZIO DO SHAFT

4,40

L07 P28 (150 x 450mm)

7

13

Q

P81 (150 x 450mm)

V111 (150 x 300 mm)

E

PLANTA ESTRUTURAL DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA ESTRUT. DO PAV. TÉRREO - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

17


E

E A

B

C

3,23

P1 (150 x 450mm)

1

D

3,86

P2 (150 x 450mm)

3,40

F

H

1,28 0,25

P3 (150 x 450mm)

1

G

2,23

0,25

P4 (150 x 450mm)

I

J

1,43

5,18

K 5,12

L 5,19

M 5,13

N 5,95

O 5,05

P

Q

5,05

3,27

P5 (150 x 450mm)

4,54

L01

2

L02

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P7 (150 x 450mm)

P6 (150 x 450mm)

VAZIO DO SHAFT

V201 (150 x 300 mm)

P8 (150 x 450mm)

1,83

202 (150 x 300 mm)

1,84

L03

L04

VAZIO DO LAJE P11 ELEVADOR P12 NERVURADA (150 x 450mm) (150 x 450mm)

VAZIO DO MEZANINO

4 1,78

VAZIO DA ESCADA

3

5

P10 (150 x 450mm)

P9 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA P14 (150 x 450mm)

P13 (150 x 450mm)

P15 (150 x 450mm)

P16 (150 x 450mm)

6

P17 (150 x 450mm)

P18 (150 x 450mm)

V212 (150 x 300 mm)

5,17

V203 (150 x 300 mm)

L06

L05

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P19 (150 x 450mm)

P20 (150 x 450mm)

P21 (150 x 450mm)

P22 (150 x 450mm)

P23 (150 x 450mm)

P24 (150 x 450mm)

P25 (150 x 450mm)

P26 (150 x 450mm)

P27 (150 x 450mm)

V204 (150 x 300 mm)

4,40

L07 P28 (150 x 450mm)

7

L08

LAJE NERVURADA

L09

LAJE NERVURADA

P29 (150 x 450mm)

L10

LAJE NERVURADA

P30 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P31 (150 x 450mm)

P34 (150 x 450mm)

P32 (150 x 450mm)

2

V205 (150 x 300 mm)

5,20

L12

L13

LAJE NERVURADA

L14

LAJE NERVURADA

L15

LAJE NERVURADA

VAZIO DO AUDITÓRIO COBERTURA METÁLICA

LAJE NERVURADA

F

F P35 (150 x 450mm)

8

P36 (150 x 450mm)

P37 (150 x 450mm)

P38 (150 x 450mm)

P41 (150 x 450mm)

P39 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P44 (150 x 450mm)

P43 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P45 (150 x 450mm)

P46 (150 x 450mm)

P47 (150 x 450mm)

P48 (150 x 450mm)

P49 (150 x 450mm)

P50 (150 x 450mm)

P51 (150 x 450mm)

P52 (150 x 450mm)

P53 (150 x 450mm)

L22

L23

LAJE NERVURADA

L24

LAJE NERVURADA

P56 (150 x 450mm)

L25

LAJE NERVURADA

P57 (150 x 450mm)

L26

P58 (150 x 450mm)

L27

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P60 (150 x 450mm)

P59 (150 x 450mm)

L28

LAJE NERVURADA

L29

LAJE NERVURADA

P61 (150 x 450mm)

L30

LAJE NERVURADA

P62 (150 x 450mm)

L31

LAJE NERVURADA

P63 (150 x 450mm)

L32

LAJE NERVURADA

P65 (150 x 450mm)

P64 (150 x 450mm)

13

P72 (150 x 450mm)

P73 (150 x 450mm)

P74 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P77 (150 x 450mm)

L42 LAJE NERVURADA

P78 (150 x 450mm)

L43 LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P66 (150 x 450mm) VAZIO DO SHAFT

V220 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L41

V219 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L40

V218 (150 x 300 mm)

P76 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

L39

V217 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA P75 (150 x 450mm)

L38

V216 (150 x 300 mm)

L37

V215 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

VAZIO DO ELEVADOR P70 P71 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

V214 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L36

V213 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L35

V211 (150 x 300 mm)

V210 (150 x 300 mm)

VAZIO DO SHAFT

L34

P69 (150 x 450mm)

VAZIO DA ESCADA

1,58 1,84 1,58

12

P68 (150 x 450mm)

L33

LAJE NERVURADA

V208 (150 x 300 mm)

11

P54 (150 x 450mm)

V207 (150 x 300 mm)

P55 (150 x 450mm)

10

LAJE NERVURADA

L44 LAJE NERVURADA

P79 (150 x 450mm)

P67 (150 x 450mm)

L45

VAZIO DA ESCADA

P80 (150 x 450mm)

V222 (150 x 300 mm)

3,89

9

VAZIO DA PLATAFORMA DE ALIMENTOS

P42 (150 x 450mm)

L20

L19

LAJE NERVURADA

VAZIO DO SHAFT

L18

L17

V221 (150 x 300 mm)

4,25

V206 (150 x 300 mm)

P81 (150 x 450mm)

V209 (150 x 300 mm)

E

PLANTA ESTRUTURAL DO PRIMEIRO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA ESTRUTURAL DO 1º PAV. - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

18


E

E A

B

C

3,23

P1 (150 x 450mm)

1

D

3,86

P2 (150 x 450mm)

3,40

P3 (150 x 450mm)

1

G

F

H

1,28 0,25

2,23

0,25

P4 (150 x 450mm)

I

J

1,43

5,18

K 5,12

L 5,19

M 5,13

N 5,95

O

P

5,05

Q

5,05

3,27

P5 (150 x 450mm)

4,54

L01

L03

L02

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

2

L04

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P7 (150 x 450mm)

P6 (150 x 450mm)

VAZIO DO SHAFT

V301 (150 x 300 mm)

P8 (150 x 450mm)

1,83

V302 (15x30cm)

3 1,84

L05

1,78

4 5

L07

L06

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P10 (150 x 450mm) VAZIO DA ESCADA

P9 (150 x 450mm)

L08

VAZIO DO ELEVADOR P11 P12 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA P14 (150 x 450mm)

P13 (150 x 450mm)

P15 (150 x 450mm)

5,17

V303 (15x30cm)

L09

P16 (150 x 450mm)

6

LAJE NERVURADA

P17 (150 x 450mm)

L12

L11

L10

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P18 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P19 (150 x 450mm)

P20 (150 x 450mm)

V304 (150 x 300 mm)

4,40

L13

P28 (150 x 450mm)

7

L14

LAJE NERVURADA

L15

LAJE NERVURADA

P29 (150 x 450mm)

L16

LAJE NERVURADA

P30 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P31 (150 x 450mm)

P32 (150 x 450mm)

2

V305 (150 x 300 mm)

5,20

L17

L18

LAJE NERVURADA

L19

LAJE NERVURADA

L20

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

F

F P35 (150 x 450mm)

8

P36 (150 x 450mm)

P37 (150 x 450mm)

P38 (150 x 450mm)

L21

L22

LAJE NERVURADA

P45 (150 x 450mm)

P46 (150 x 450mm)

P47 (150 x 450mm)

P48 (150 x 450mm)

P49 (150 x 450mm)

P50 (150 x 450mm)

P51 (150 x 450mm)

P52 (150 x 450mm)

P53 (150 x 450mm)

L25

L26

LAJE NERVURADA

L27

LAJE NERVURADA

P56 (150 x 450mm)

L28

LAJE NERVURADA

P57 (150 x 450mm)

L29

P58 (150 x 450mm)

L30

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P60 (150 x 450mm)

P59 (150 x 450mm)

L31

LAJE NERVURADA

L32

LAJE NERVURADA

P61 (150 x 450mm)

L33

LAJE NERVURADA

P62 (150 x 450mm)

L34

LAJE NERVURADA

P63 (150 x 450mm)

L35

LAJE NERVURADA

P72 (150 x 450mm)

P73 (150 x 450mm)

P74 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P77 (150 x 450mm)

L45 LAJE NERVURADA

P78 (150 x 450mm)

L44 LAJE NERVURADA

VAZIO DO SHAFT

V320 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L44

V319 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L43

V318 (150 x 300 mm)

P76 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

L42

V317 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA P75 (150 x 450mm)

L41

V316 (150 x 300 mm)

L40

V315 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

VAZIO DO ELEVADOR P70 P71 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

V314 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L39

V312 (150 x 300 mm)

L38

V311 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

V310 (150 x 300 mm)

VAZIO DO SHAFT

L37

P69 (150 x 450mm)

VAZIO DA ESCADA

1,58 1,84 1,58

12

P68 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P66 (150 x 450mm)

P65 (150 x 450mm)

P64 (150 x 450mm)

L36

LAJE NERVURADA

V308 (150 x 300 mm)

11

P54 (150 x 450mm)

V307 (150 x 300 mm)

P55 (150 x 450mm)

10

P44 (150 x 450mm)

P43 (150 x 450mm)

L24

LAJE NERVURADA

L45 LAJE NERVURADA

P79 (150 x 450mm)

P67 (150 x 450mm)

L45

VAZIO DA ESCADA

P80 (150 x 450mm)

V322 (150 x 300 mm)

3,89

9

VAZIO DA PLATAFORMA DE ALIMENTOS

P42 (150 x 450mm)

L23

LAJE NERVURADA

V321 (150 x 300 mm)

4,25

V306 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

13

P39 (150 x 450mm)

P81 (150 x 450mm)

V309 (150 x 300 mm)

E

PLANTA ESTRUTURAL DO SEGUNDO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA ESTRUTURAL DO 2º PAV. - S. CULTURAL TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

19


P90 (150 x 450mm)

2,92

2,91

3,32

P92 (150 x 450mm)

P91 (150 x 450mm)

L07

L08

L09

L10

L11

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P96 (150 x 450mm)

P97 (150 x 450mm)

P98 (150 x 450mm)

P99 (150 x 450mm)

P100 (150 x 450mm)

P101 (150 x 450mm)

P102 (150 x 450mm)

P103 (150 x 450mm)

P104 (150 x 450mm)

L13

L14

L15

L16

L17

L18

L19

L20

L21

L22

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P108 (150 x 450mm)

P109 (150 x 450mm)

P110 (150 x 450mm)

P111 (150 x 450mm)

P112 (150 x 450mm)

P113 (150 x 450mm)

P114 (150 x 450mm)

P115 (150 x 450mm)

P116 (150 x 450mm)

L24

L25

L26

L27

L28

L29

L30

L31

L32

L33

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P120 (150 x 450mm)

P121 (150 x 450mm)

P122 (150 x 450mm)

P123 (150 x 450mm)

P124 (150 x 450mm)

P125 (150 x 450mm)

P126 (150 x 450mm)

P127 (150 x 450mm)

P128 (150 x 450mm)

L35

L36

L37

L38

L39

L40

L41

L42

L43

L44

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P143 (300 x 600 mm)

P144 (300 x 600 mm)

L48

L49

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P145 (300 x 600 mm)

P146 (300 x 600 mm)

P147 (150 x 450mm)

P176 (150 x 450mm)

P177 (150 x 450mm)

L69 LAJE NERVURADA

P162 P163 P161 P164 (150 x 450mm) (150 x 450mm) (150 x 450mm) (150 x 450mm)

L54

L55

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

L70 LAJE NERVURADA

P178 (150 x 450mm)

P179 (150 x 450mm)

L59

L60

L61

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

L71 LAJE NERVURADA

P150 (150 x 450mm)

L62 LAJE NERVURADA

P167 P168 (300 x 600 mm)(150 x 450mm)

P151 (150 x 450mm)

L63 LAJE NERVURADA

P169 (150 x 450mm)

P152 (150 x 450mm)

L64 LAJE NERVURADA

P170 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P155 P156 P154 (150 x 450mm)(150 x 450mm) (300 x 600 mm)

L66

L67

LAJE LAJE NERVURADA NERVURADA P173 P174 (300 x 600 mm) (150 x 450mm)

P172 (150 x 450mm)

L73

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P180 (150 x 450mm)

P181 (150 x 450mm)

L74

L75

L77

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

ATERRO P187 (300 x 600 mm)

P188 (300 x 600 mm)

3,81

V112 (150 x 300 mm)

L81

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P192 (300 x 600 mm)

P193 (300 x 600 mm)

2,09 2,10

L85

LAJE NERVURADA

P200 (300 x 600 mm)

L86 P206 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P201 (300 x 600 mm)

L87 P207 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P202 (300 x 600 mm)

L88 P208 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P203 (300 x 600 mm)

L89 P209 (150 x 450mm)

P214 (150 x 450mm)

P215 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P216 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P217 (150 x 450mm)

L95 LAJE NERVURADA

L83

P195 (150 x 450mm)

L84 LAJE P196 NERVURADA P197 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

V116 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L90 LAJE P210 NERVURADA (150 x 450mm)

V138 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L94

V135 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L93

V133 (150 x 300 mm)

P213 (150 x 450mm)

L92

V131 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

V128 (150 x 300 mm)

V126 (150 x 300 mm)

4,60

L91

P204 (300 x 600 mm)

P218 (150 x 450mm)

P211 (150 x 450mm)

P212 (150 x 450mm)

VAZIO DO SHAFT

L96 LAJE NERVURADA

V139 (150 x 300 mm)

1,32

P198 (150 x 450mm)

P199 (300 x 600 mm)

V118 (150 x 300 mm)

PLANTA ESTRUTURAL DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR ESPORTIVO

P194 (150 x 450mm)

V115 (150 x 300 mm)

V117 (150 x 300 mm)

31

P190 (150 x 450mm)

L80

LAJE NERVURADA

30

P189 (150 x 450mm)

L82

P205 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

V113 (150 x 300 mm)

V114 (150 x 300 mm)

29

L78

L79 P191 (150 x 450mm)

28

P185 (150 x 450mm)

V110 (150 x 300 mm)

L76 P186 (150 x 450mm)

G

LAJE LAJE NERVURADA NERVURADA P183 P184 (300 x 600 mm) (150 x 450mm)

P182 (300 x 600 mm)

P175 (150 x 450mm)

VAZIO DO SHAFT

V109 (150 x 300 mm)

L72

P157 (150 x 450mm)

V107 (150 x 300 mm)

V111 (150 x 300 mm)

27

2,90

P153 (150 x 450mm)

L65

P171 (150 x 450mm)

1,77

P141 (150 x 450mm)

L53

P148 P149 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

P166 (150 x 450mm)

P140 (150 x 450mm)

L52

LAJE NERVURADA

P165 (150 x 450mm)

P139 (150 x 450mm)

L51

L58

V125 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

V121 (150 x 300 mm)

L68

P160 (150 x 450mm)

VAZIO DO ELEVADOR

V124 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

V122 (150 x 300 mm)

L57

LAJE NERVURADA

P138 (150 x 450mm)

L50

P158 P159 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

L56

P137 (150 x 450mm)

V136 (150 x 300 mm)

L47

P136 (150 x 450mm)

V134 (150 x 300 mm)

L46

P135 (150 x 450mm)

V132 (150 x 300 mm)

L45

P134 (150 x 450mm)

V130 (150 x 300 mm)

P133 (150 x 450mm)

V129 (150 x 300 mm)

P132 (150 x 450mm)

AO

P129 (150 x 450mm)

L34

P131 (150 x 450mm)

2,15

AN

P117 (150 x 450mm)

L23

119 (150 x 450mm)

4,18

AM

P105 (150 x 450mm)

L12

P107 (150 x 450mm)

AL

P93 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P95 (150 x 450mm)

AK

2

P89 (150 x 450mm)

3,31

AJ

L06

VAZIO DO SHAFT

V120 (150 x 300 mm)

1,77

AI

LAJE NERVURADA

0,92 0,15

4,46

AH

L05

26

ESC: 1 : 100

P88 (150 x 450mm)

0,63

AG

LAJE NERVURADA

3,81

25

3,30

24

0,44

G

5,00

AF

L04

V108 (150 x 300 mm)

23

P87 (150 x 450mm)

P86 (300 x 600 mm)

AD AE

2,02

VAZIO DA ESCADA

2,49

22

2,98

AC

LAJE NERVURADA

0,77

21

AB

L03

P142 (300 x 600 mm)V106 (150 x 300 mm)

20

1,67

V127 (150 x 300 mm)

7,52 7,52 7,52 5,13

19

3,42

AA

LAJE NERVURADA

P130 (300 x 600 mm)V105 (150 x 300 mm)

18

4,53

P85 (300 x 600 mm)

P84 (300 x 600 mm)

Z

L02

P118 (300 x 600 mm)V104 (150 x 300 mm)

17

0,47

Y

LAJE NERVURADA

P106 (300 x 600 mm)V103 (150 x 300 mm)

16

1,20

X

L01

P94 (300 x 600 mm)V102 (150 x 300 mm)

15

2,11

V123 (150 x 300 mm)

6,72

14

P83 (300 x 600 mm)

1,69

W

V143 (15x30cm)

P82 V101 (150 x 300 mm) (300 x 600 mm)

5,03

V

L97 LAJE NERVURADA

L98 LAJE NERVURADA

V142 (150 x 300 mm)

5,15

U

V141 (150 x 300 mm)

T

V140 (150 x 300 mm)

S

V137 (150 x 300 mm)

R

1

P222 (150 x 450mm)

V119 (150 x 300 mm)

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA ESTRUT. DO PAV. TÉRREO - S. ESPORTIVO TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

20


R

S

T

5,15

5,03

P83 P82 (300 x 600 mm) V201 (150 x 300 mm) (300 x 600 mm)

1,69

V 2,11

W 1,20

0,47

X

Y 4,53

P85 (300 x 600 mm)

P84 (300 x 600 mm)

Z 3,42

AA 1,67

AD AE

2,02

5,00

0,63

AF 4,46

AG

AH

1,77

3,31

AI 2,92

AJ 2,91

AK 3,32

AL 4,18

AM 2,15

AN

AO

1,77

2,90

P224 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P225 P226 V202 (150 x 300 mm) (300 x 600 mm) (150 x 450mm)

7,52

L02 LAJE NERVURADA

P106 (300 x 600 mm)

16

AC

L01

P94 (300 x 600 mm)

15

AB

2,98

P87 P223 (150 x 450mm) (300 x 600 mm)

P86 (300 x 600 mm)

6,72

14

U

1

P227 (300 x 600 mm)

P228 (150 x 450mm)

V203 (150 x 300 mm)

L03

7,52

4

LAJE NERVURADA

P229 (300 x 600 mm)

P118 (300 x 600 mm)

17

V204 (150 x 300 mm)

7,52

L04 LAJE NERVURADA

P130 (300 x 600 mm)

P231 P232 V205 (150 x 300 mm) (300 x 600 mm) (150 x 450mm)

L05

5,13

VAZIO DO SHAFT

LAJE NERVURADA

P148 (150 x 450mm)

L13 LAJE NERVURADA

P176 (150 x 450mm)

P177 (150 x 450mm)

L08

L09

L10

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P162 P163 P161 P164 (150 x 450mm) (150 x 450mm) (150 x 450mm) (150 x 450mm)

P160 (150 x 450mm)

L14 LAJE NERVURADA

L15 LAJE NERVURADA

P178 (150 x 450mm)

P234 (300 x 600 mm)

P235 (300 x 600 mm)

P236 (300 x 600 mm)

P237 (300 x 600 mm)

P155 P156 P154 (150 x 450mm) (150 x 450mm) (300 x 600 mm)

P157 (150 x 450mm)

V207 (150 x 300 mm)

VAZIO DO ELEVADOR

V223 (15x30cm)

P179 (150 x 450mm)

P165 (150 x 450mm)

P166 (150 x 450mm)

L11

L12

LAJE LAJE NERVURADA NERVURADA P173 P174 (300 x 600 mm) (150 x 450mm)

P167 (300 x 600 mm)

L16 LAJE NERVURADA

L17

L18

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P180 (150 x 450mm)

P181 (150 x 450mm)

L19

G

L20

LAJE LAJE NERVURADA NERVURADA P183 P184 (300 x 600 mm) (150 x 450mm)

P182 (300 x 600 mm)

P175 (150 x 450mm)

VAZIO DO SHAFT

V209 (150 x 300 mm)

P185 (150 x 450mm)

V210 (150 x 300 mm) V211 (150 x 300 mm)

VAZIO COBERTURA DA PISCINA

P187 (300 x 600 mm)

P188 (300 x 600 mm)

3,81

V212 (150 x 300 mm)

L26

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P192 (300 x 600 mm)

P193 (300 x 600 mm)

2,09

V215 (150 x 300 mm)

P198 (150 x 450mm)

2,10

L30

LAJE NERVURADA

P200 (300 x 600 mm)

L31 P206 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P201 (300 x 600 mm)

L32 P207 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P202 (300 x 600 mm)

L33 P208 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P203 (300 x 600 mm)

L34 P209 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

31

P214 (150 x 450mm)

P215 (150 x 450mm)

P216 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

P217 (150 x 450mm)

L40 LAJE NERVURADA

L27 LAJE P196 NERVURADA P197 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

V216 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

LAJE P210 NERVURADA (150 x 450mm)

V231 (150 x 300 mm)

LAJE NERVURADA

L39

V230 (150 x 300 mm)

L38

V229 (150 x 300 mm)

P213 (150 x 450mm)

LAJE NERVURADA

V228 (150 x 300 mm)

V227 (15x30cm)

4,60

LAJE NERVURADA

L37

P195 (150 x 450mm)

L35

V218 (150 x 300 mm)

L36

P204 (300 x 600 mm)

P218 (150 x 450mm)

P211 (150 x 450mm)

P212 (150 x 450mm)

VAZIO DO SHAFT

L41 LAJE NERVURADA

V232 (150 x 300 mm)

1,32

L29 P199 (300 x 600 mm)

V217 (150 x 300 mm)

30

P194 (150 x 450mm)

L28

P205 (150 x 450mm)

P190 (150 x 450mm)

L25

LAJE NERVURADA

29

P189 (150 x 450mm)

V213 (150 x 300 mm)

V214 (150 x 300 mm)

28

LAJE NERVURADA

L24 P191 (150 x 450mm)

27

L23

L42 LAJE NERVURADA

L43 LAJE NERVURADA

V236 (150 x 300 mm)

3,81

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

P186 (150 x 450mm)

26

L22

L21

V235 (150 x 300 mm)

V220 (150 x 300 mm)

0,15 3,30 0,44

G

P147 (150 x 450mm)

P233 (300 x 600 mm)

V225 (15x30cm)

L07

LAJE NERVURADA

V208 (15x30cm)

23

P146 (300 x 600 mm)

P158 P159 (150 x 450mm) (150 x 450mm)

L06

V223 (15x30cm)

2,49

22

P145 (300 x 600 mm)

VAZIO DA ESCADA

0,77

21

25

P144 (300 x 600 mm)

0,92

20

P143 (300 x 600 mm)

2

P142 (300 x 600 mm)V206 (15x30cm)

V224 (150 x 300 mm)

19

LAJE NERVURADA

V234 (150 x 300 mm)

18

24

P230 (150 x 450mm)

V227 (15x30cm)

07

VAZIO COBERTURA DA QUADRA POLIESPORTIVA

P222 (150 x 450mm)

V219 (150 x 300 mm)

PLANTA ESTRUTURAL DO PRIMEIRO PAVIMENTO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA ESTRUTURAL DO 1º PAV. - S. ESPORTIVO TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

21


R

S 5,15

T 5,03

U 1,69

V 2,11

W 1,20

0,47

X

Y

Z 1

4,53

AA

3,42

1,67

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

2,98

AC

AD AE

2,02

5,00

0,63

AF 4,46

AG

AH

1,77

3,31

AI 2,92

AJ 2,91

AK 3,32

AL

AM

4,18

2,15

AN 1,77

AO 2,90

RUFO METÁLICO

6,72

CALHA METÁLICA COR BRANCA

14

AB

P154 (300 x 600 mm)

P173 (300 x 600 mm)

RUFO METÁLICO

3,81

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

P183 (300 x 600 mm)

P182 (300 x 600 mm)

+10,50

L03

L04

L05

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

LAJE NERVURADA

V303 (150 x 300 mm)

P200 (300 x 600 mm)

P201 (300 x 600 mm)

P202 (300 x 600 mm)

RUFO METÁLICO

P203 (300 x 600 mm)

RUFO METÁLICO

L02

LAJE NERVURADA

P204 (300 x 600 mm)

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

P199 (300 x 600 mm)

L01

P193 (300 x 600 mm) V305 (150 x 300 mm)

V304 (150 x 300 mm)

P192 (300 x 600 mm)

+14,00

2

RUFO METÁLICO CALHA METÁLICA COR BRANCA

C LI

O LI C ET Á

Á

R

O

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

ET M

U

FO U

4,60

V302 (150 x 300 mm)

R

30

P188 (300 x 600 mm)

RUFO METÁLICO

M

2,10

29

FO

1,32

28

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

2,09

27

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

3,81

26

RUFO METÁLICO

P187 (300 x 600 mm)

G

CALHA METÁLICA COR BRANCA

(300 x 600 mm)

ACESSO

(300 x 600 mm)

ESCADA MARINHEIRO

P237 (300 x 600 mm)

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

CALHA METÁLICA COR BRANCA

PLATIBANDA P235h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA P236

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA CALHA METÁLICA COR BRANCA CALHA METÁLICA COR BRANCA

0,77 2,49 0,15

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA RUFO METÁLICO

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

O

RUFO METÁLICO

C LI

25

V301 (150 x 300 mm)

P234 (300 x 600 mm)

P167 (300 x 600 mm)

Á

24

LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%

ET M

G

RUFO METÁLICO

FO U

23

RUFO METÁLICO

P233 (300 x 600 mm)

R

22

3,30

21

0,44

20

0,92

19

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

5,13

18

CALHA METÁLICA COR BRANCA

7,52

17

CLARABÓIA

7,52

16

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

7,52

15

31 PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA

CALHA METÁLICA COR BRANCA

PLANTA ESTRUTURAL DA COBERTURA DA PISCINA DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

N TÍTULO:

ESCALA:

PLANTA ESTRUT. DA COBERT. DA PISC. - S. ESPORT. TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

22


0,15 2,50

2,30

0,15 3,00

FORRO EM GESSO

0,17

0,65

+2,63 +2,58

2,46

+1,05 +1,00

+3,50 +3,45

2,10

0,35 0,96

3,33

+4,55 +4,50

+0,00 +0,05

RESERVATÓRIO INFERIOR 2.000L

10,35

+7,00 +6,95

FORRO EM GESSO VAZIO DO SHAFT 11,60

3,00

1,00

BARRILETE

3,33 0,17

0,69 1,50

2,15

0,15 4,22 0,17

0,76 1,50 0,35 0,89

+6,13 +6,08

1,50

+0,00 +0,05

CAIXA D'ÁGUA 2.000L

0,17 1,05 0,03 0,30

0,35 0,35 0,03 0,30

0,17

+8,05 +8,00

1,00

+0,00 -0,05

3,00

3,03

1,95

BALCÃO 1,05

0,17

+1,05 +1,00

1

0,15

2

+9,63 +9,58

0,03

2,10

0,17 3,33

+2,63 +2,58

0,03

1,00 0,12 3,00 0,12

3,33

+6,13 +6,08

3,00

0,17

+7,00 +6,95

0,90 0,50

3,00

3,45

+9,63 +9,58

0,50 1,00

+10,50

+3,50 +3,45

0,88

3

CASA DE MÁQUINAS DO ELEVADOR

CASA DE MÁQUINAS DO ELEVADOR

2,20 0,15

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

+4,55 +4,50

LU

4

LAJE IMPERMEABILIZADA

+8,05 +8,00

TA

5

LAJE IMPERMEABILIZADA

BARRILETE

5% i=4 E D

6

PLATIBANDA

CAIXA D'ÁGUA 2.000L

-0,10

7

0,17 0,03 0,30

8

0,17 0,30

9

0,03 0,90

10

PLATIBANDA 0,15

+14,00 +13,95

11

3,00

12

0,47

13

-0,08 -0,03 -0,80 -0,75

RESERVATÓRIO INFERIOR 2.000L

-1,52 -1,57

CORTE EE ESC: 1 : 100

H Q

P

O

N

M

L

K

J

G

F

E

I

D

C

B

A

i=

-1,65 -1,70

% 45

-1,50 -1,55

-1,35 -1,40

-1,20 -1,25

-0,90 -0,95

-1,05 -1,10

-0,75 -0,80

2,10

1,00 0,61 1,50 0,540,50 0,89

10,45

1,50 0,500,50 0,96 1,50

0,03 0,17 0,30 3,00 0,03 0,17 0,30 3,00

1,00

+0,00 -0,05

-0,45 -0,50

0,90 0,50

0,50

3,00 2,10

2,10

4,35

DE LU TA

-1,15 -1,20

-0,60 -0,65

3,00

6,30

7,00

2,25

0,03

FORRO EM GESSO

0,03 0,17 0,30

2,10

2,82 5,40

0,20

+3,50 +3,45

3,00

0,90 0,50

0,50 3,00

COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA

2,45

10,45

1,75

+7,00 +6,95

2,10

1,50

3,00

1,25

+10,50 +10,45

0,90 0,50

0,50 1,00

1,00

1,00

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

+0,00 -0,05

+0,00 -0,05

CORTE FF ESC: 1 : 100

AO

AN

AM

AL

AK

AJ

AI

AH

AG

AF

AE AD

AC

AB

AA

Z

Y

X

W

V

U

T

Q

P

S

O

R

0,15 0,60

0,15 0,60

0,20 0,75

7,55

6,95

3,00 1,05 0,35 2,10

2,10 0,12 0,90 0,03 0,35 2,10

0,35 0,03

0,12 3,00

0,03

0,90 0,17 0,75

0,03 0,17 0,30 3,00

3,20 0,35 3,15

0,35

0,60

3,35

0,30 1,05 0,15

3,65 0,78 1,50

0,65

0,93

+3,40 1,55

+3,50 +3,45

2,15

0,15 0,60 3,00 0,50

FORRO EM GESSO

3,00

1,40

PISCINA +5,50 +5,45

BARRILETE

1,50

0,500,45

6,80

4,71 2,10

2,10 0,90 0,50

+7,00 +6,95

+7,00 +6,95

2,10

3,15

RESERVATÓRIO INFERIOR 2.000L

0,90

0,03 0,03 0,35 0,35

+3,50 +3,45

FORRO EM GESSO

CAIXA D'ÁGUA 2.000L

1,00

+3,40

0,12

FORRO EM GESSO

3,00

6,95

+7,00 +6,95

TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%

3,20

3,00

11,60

0,17

1,00

+10,50 BARRILETE

FORRO EM GESSO

1,07

1,15 2,15

CAIXA D'ÁGUA +11,70 2.000L

0,30 1,05 0,15

2,50

+14,00

1,35 0,20

1,15

COBERTURA METÁLICA

RESERVATÓRIO INFERIOR 5.000L

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:

CORTE GG ESC: 1 : 100

ESCALA:

CORTES TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

1 : 100

23


PÓRTICO EM ALVENARIA

CABO DE AÇO

PAINEL ENVIDRAÇADO FIXO COM MOLDURA EM ALUMÍNIO

GUARDA-CORPO H=1,20

PAREDE EM ALVENARIA PINTADA DE BRANCO

PASSARELA SOB CABOS DE AÇO

PORTA DE CORRER EM VIDRO E ALUMÍNIO

ELEVAÇÃO 1 - NORTE ESC:1 : 150

PÓRTICO DE ALVENARIA PINTADO DE BRANCO CABO DE AÇO DE SUSTENTAÇÃO

PLATIBANDA DE ALVENARIA PINTADA DE BRANCO

GUARDA CORPO H=1,20M PAREDE DE ALVENARIA PINTADA DE BRANCA

PASSARELA SUSPENSA POR CABOS

JANELA MA XIMAR DE VIDRO E ALUMÍNIO

PORTA CORTA FOGO ALUMÍNIO

MURO DE CONTENÇÃO

PELE DE VIDRO

ELEVAÇÃO 2 - LESTE ESC: 1 : 100

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:

ESCALA:

ELEVAÇÕES

Como CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA indicado BRUNO RAFAEL ANTUNES 11162500653

TEMA:

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

CELSO LEDO MARTINS

TCC II

24


VISTA AÉREA

SOLÁRIO

PRAÇA

RESTAURANTE

PASSARELA

FOYER

SALA DE DECANSO

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:

ESCALA:

MAQUETES ELETRÔNICAS TEMA:

CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA

ALUNO:

RGM:

ORIENTADOR:

MATÉRIA:

BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS

11162500653 TCC II

25


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