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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE Fonte: Mapa Cultural – Grupo N’Zinga. Acessado em: Outubro/2020.
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CURSO I CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES BRUNO RAFAEL ANTUNES CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Trabalho de Conclusão de Curso II apresentado ao curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Mogi das Cruzes como parte dos requisitos para Graduação.
Aprovado em: ___________________________________________________________
BANCA EXAMINADORA
__________________________________________________________________________ Professor Orientador Celso Ledo Martins Universidade de Mogi das Cruzes
__________________________________________________________________________ Professor Universidade de Mogi das Cruzes
__________________________________________________________________________ Arquiteto Convidado
MOGI DAS CRUZES 2020
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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Agradeço Aos meus orientadores, Martha Rosinha e Celso Ledo, por me oferecer dicas e enxergar os erros, além de me auxiliar a qualquer hora do dia, e a todos os meus professores que me ajudaram no decorrer desses cinco anos de curso. Aos meus familiares, minhas amigas de classes e meus colegas de trabalho por sempre estarem me apoiando para conseguir chegar até o final.
Fonte: Jasmine - Tecidos acrobáticos: arte circense ganha as academias. Acessado em: Outubro/2020.
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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
.
RESUMO O presente trabalho propõe a implantação de um Centro Cultural
e
Desportivo
no
município
de
Guararema,
mais
especificamente na Região Norte da cidade, zona esquecida nos quesitos de lazer e cultura pelo poder executivo, sendo assim, o programa busca proporcionar por meio da arte e do esporte ambientes planejamos para o estimulo do convívio da população, além de instigar o crescimento cultural de cada indivíduo. Os estudos expostos no decorrer desse documento, são de suma importância para compreensão dos itens que serão propostos no projeto, além de entender as necessidades de um edifício desse porte, que acarretara em diversas mudanças no quesito urbano, social e arquitetônico desse local.
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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Uran Rodrigues - Aulas de Tecido Acrobático na Escologia no Parque de Pituaçu. Acessado em: Outubro/2020.
SÍMBOLOS, ABREVIAÇÕES E SIGLAS
Lista de figuras
Figura 20 - Planta de setorização do 5º pavimento Centro
Figura 1 - Vista frontal do Centro Cultural George a.C. – Antes de Cristo a.D. – Depois de Cristo ABNT – Associação de Normas Técnicas Hab – Habitantes
Pompidou ............................................................................. 13 Figura 2 - Centro Cultural São Paulo.................................. 13 Figura 3 - Linha do tempo da história da arte .................. 14 Figura 4 - Linha do tempo da história da arte .................. 15 Figura 5 - Linha do tempo da história da arte .................. 15 Figura 6 - Fachada frontal do Sesc Santana .................... 18
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IE – Índice de Elevação IO – Índice de Ocupação
Figura 7 - Planta de setorização do subsolo do Sesc Santana ................................................................................ 19 Figura 8 - Planta de setorização do pavimento térreo do Sesc Santana........................................................................ 20
IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Figura 9 - Planta de setorização do mezanino do Sesc
Nacional
Santana ................................................................................ 20
LOUS – Lei De Ordenamento do Uso e Ocupação do
Figura 10 - Planta de setorização do 1º pavimento do
Solo
Sesc Santana........................................................................ 20
NBR – Norma Brasileira Recomendada
Figura 11 - Planta de setorização do 2º pavimento do Sesc Santana........................................................................ 20
NR – Norma Regulamentadora
Figura 12 - Vista aérea do Centro Cultural Heydar Aliyev
P.C.R. – Pessoa em cadeira de rodas
............................................................................................... 21
P.M.R. – Pessoa com mobilidade reduzida P.O. – Pessoa obesa PcD – Pessoas com Deficiências
Figura 13 - Vista interna do Centro Cultural Heydar Aliyev ............................................................................................... 21 Figura 14 - Biblioteca do Centro Cultural Heydar Aliyev . 22 Figura 15 - Planta de setorização do térreo Centro Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 22
SESC - Serviço Social do Comércio
Figura 16 - Planta de setorização do 1º pavimento Centro
TO – Taxa de Ocupação
Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 23
TP – Taxa de Permeabilidade UMC – Universidade de Mogi das Cruzes ZR – Zona Residencial ZUM – Zona de Uso Misto
Figura 17 - Planta de setorização do 2º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 23 Figura 18 - Planta de setorização do 3º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 23 Figura 19 - Planta de setorização do 4º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ......................................................... 23
6
Cultural Heydar Aliyev ........................................................ 23 Figura 21 - Planta de setorização do 6º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ........................................................ 23 Figura 22 - Planta de setorização do 8º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev ........................................................ 24 Figura 23 - Comprovante fotográfico da visita ao Centro Cultural São Paulo ............................................................... 26 Figura 24 - Vista aérea do Centro Cultural São Paulo ..... 26 Figura 25 - Átrio do Centro Cultural São Paulo com enfoque na estrutura .......................................................... 27 Figura 26 - Praça descoberta do Centro Cultural São Paulo ..................................................................................... 27 Figura 27 - Terraço jardim do Centro Cultural São Paulo 27 Figura 28 - Biblioteca do Centro Cultural São Paulo ....... 27 Figura 29 - Setor de exposição do Centro Cultural São Paulo ..................................................................................... 28 Figura 30 - Auditório do Centro Cultural São Paulo ......... 28 Figura 31 - Planto do pavimento de exposição do Centro Cultural São Paulo ............................................................... 28 Figura 32 - Comprovante fotográfico da visita do Sesc Pompeia ............................................................................... 29 Figura 33 - Vista aérea do Sesc Pompeia ......................... 29 Figura 34 - Setor de exposições do Sesc Pompeia .......... 30 Figura 35 - Biblioteca Sesc Pompeia ................................. 30 Figura 36 - Foyer Sesc Pompeia ......................................... 31 Figura 37 - Auditório do Sesc Pompeia ............................. 31 Figura 38 - Galpão de oficinas do Sesc Pompeia ........... 31 Figura 39 - Solário do Sesc Pompeia ................................. 32 Figura 40 - Setorização da implantação do Sesc Pompeia ............................................................................................... 32 Figura 41 - Setorização do corte do setor esportivo do Sesc Pompeia ...................................................................... 32 Figura 42 - Mapa do Brasil .................................................. 35
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Figura 43 - Mapa do Estado de São Paulo....................... 35 Figura 44 - Mapa de Guararema ...................................... 36 Figura 45 - Mapa da Região Norte de Guararema ........ 36 Figura 46 - Análise micro-ambiental .................................. 37 Figura 47 - Corte AA ............................................................ 37 Figura 48 - Corte BB ............................................................. 37 Figura 49 - Mapa de uso e ocupação do solo ................ 38 Figura 50 - Mapa de gabarito ........................................... 38 Figura 51 - Mapa do transporte público ........................... 38 Figura 52 - Foto 04 do terreno ............................................ 39 Figura 53 - Foto 05 do terreno ............................................ 39 Figura 54 - Foto 07 do terreno ............................................ 39 Figura 55 - Foto 09 do terreno ............................................ 39 Figura 56 - Zona Residencial 3 (ZR3-1) ............................... 41 Figura 57 - Projeção do sistema viário imediato ao lote 58 Figura 58 - Piso drenante .................................................... 59 Figura 59 - Via elevada ...................................................... 59 Figura 60 - Praça descoberta ............................................ 59 Figura 61 - Piscina sob estrutura envidraçada ................. 60 Figura 62 - Fluxograma geral ............................................. 71 Figura 63 - Estação compacta de tratamento e efluentes .............................................................................................. 73 Figura 64 - Brise Soleil ........................................................... 73 Figura 65 - Claraboia .......................................................... 73 Figura 66 - Piso drenante .................................................... 75 Figura 67 - Vidro de proteção solar................................... 75 Figura 68 - Painel Solar ........................................................ 75
7
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
SUMÁRIO
ÁREA DE INTERVENÇÃO LOCAL.............................................................................................................35 ANÁLISE MICRO-AMBIENTAL........................................................................37
INTRODUÇÃO
ANÁLISE MACRO-AMBIENTAL.......................................................................38 LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO.................................................................39
DIRETRIZES E PREMISSAS
TEMAS
DIRETRIZESE PREMISSAS..................................................................................41 CULTURA.........................................................................................................13
ESQUEMAS ESTRUTURANTES
ARTE................................................................................................................14 DESPORTE.......................................................................................................15
PERFIL DO USUÁRIO.......................................................................................57
ESTUDOS DE CASOS
CONCEITO E PARTIDO..................................................................................58 PROGRAMA DE NECESSIDADES...................................................................61 FLUXOGRAMA................................................................................................71
SESC SANTANA..............................................................................................18 CENTRO HEYDAR ALIYEV..............................................................................21
TÉCNICAS E SUSTENTABILIDE
VISITAS TÉCNINCAS
TÉCNINCAS E SUSTENTABILIDADE.................................................................72
CENTRO CULTURAL SÃO PAULO..................................................................26
ESTUDOS DE CASOS
SESC POMPEIA...............................................................................................29
8
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
MATERIAIS E ACABAMENTOS MATERIAIS E ACABAMENTOS.......................................................................74
CONCLUSÃO CONCLUSÃO.................................................................................................75
REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS.................................................................................................78
PROJETO PROJETO........................................................................................................82
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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
INTRODUÇÃO
10
10
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Pozinho Magico -Ballet para crianças: 7 passos para aprender na infância. Acessado em: Outubro/2020.
Centro
Cultural é um espaço destinado a realizações
de diversas ações com o conceito de proporcionar o entretenimento exposições,
para
atividades
seus e
usuários lazer,
por
meio
de
promovendo
a
descoberta do conhecimento e o acesso às atividades relativas à informação, discussão e criação por meio contato com a arte e o esporte.
terreno
na
cidade
de
em um terreno com uma declividade acentuada, onde o desnível ultrapassa quinze metros. Considerando que Guararema
é
uma
cidade
extremamente
horizontalizada, onde seus restritos índices urbanísticos, não permitindo grande verticalização. Ademais, a criação de uma edificação desse porte em uma região onde o entorno é composto predominantemente por
O local escolhido para implantação desse projeto é um
cultural e desportivo seria a dificuldade da construção
Guararema,
residências
unifamiliares,
também
dificulta
sua
mais
implantação, considerando que suas vias não são
especificamente na Zona Norte do município, local
preparadas para tal obra. Se considerada a utilização
distante da região central. A área é urbanizada graças a
da
grande quantidade de indústrias instaladas ao longo
realização de intervenções em seu percurso, para que
percurso da Rodovia Presidente Dutra, porém é uma
assim supra a necessidade para novas formas de
região esquecida pelo poder público no quesito de
acessar o Centro Cultural e Desportivo.
cultura e lazer, sendo assim, por isso o objetivo é construir um
lugar
composto
por
diversos
ambientes
que
proporcione aos seus usuários um local de acolhimento, conforto e bem estar contribuindo para construção de conhecimentos, pautados em valores culturais que pensem no desenvolvimento contínuo do cidadão. Porém,
alguns
problemas
podem
surgir
Rodovia
Presidente
Dutra,
será
necessário
a
A criação de um Centro Cultural e Desportivo na Zona Norte da cidade de Guararema foi escolhido por conta da falta de ambientes que proporcione a cultura para população do local. A localização do projeto é um dos conceitos que contribui para a escolha do tema, o descaso do município com relação a cultura, lazer,
para
educação, saúde e bem estar com a região norte da
implementação do conceito proposto, como deverá ser
cidade é extremamente gritante, não havendo espaços
feito o incentivo a população a usufruir das atividades
de nenhuma natureza com o intuito cultural para as
oferecidas, além de, como descobrir quais atividades
pessoas que ali vivem.
irão chamar a atenção da população estimulando o uso do edifício como se fosse seu; como propor a cultura de uma forma interessante, seja ela por meio da arte ou do esporte, onde de qual maneira ele se tornará extremamente eficaz para diminuição da criminalidade da região com a implementação desse programa para a sociedade.
Enfim, proporcionar a cultura e o entretenimento em um só lugar para melhorar a qualidade de vida da população norte de Guararema, além disso, trazer um Centro Cultural e Desportivo com atividades que chamem a atenção de todos, diminuirá a taxa de criminalidade no local, incentivando a solidariedade mútua entre todos os moradores.
Além disso, os problemas urbanísticos enfrentados para implantação desse programa por meio do edifício
11 11
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
01 - TEMAS
12 12
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: El País - Esplendor e ruína do Cirque du Soleil: crônica de uma queda em três meses. Acessado em: Outubro/2020.
CULTURA
igrejas, os monastérios, tornando o conhecimento algo
Figura 1 - Vista frontal do Centro Cultural George Pompidou
privativo, pois com a doutrinação da religião, era disponibilizado apenas aquilo que fosse consensual a
Definição A palavra cultura é usada com dois significados distintos: o primeiro, diz respeito a relação do homem com a sociedade, as questões que o levam a ter aquele comportamento, pensamento e atitudes (cultura pop,
doutrina
empegada
na
época,
porém
com
o
surgimento das universidades no século XII a privatização e o filtro empregado pela Igreja relacionado a cultura, começou a se esvair.
cultura indígena, cultura afro-brasileira, etc.), o segundo,
Na Revolução Industrial (século XIX), foi a principal
tem seu significado quando relaciona ao saber, uma
responsável pela modificação da cultura, com a
pessoa com posse de conhecimento, com grande
invenção do cinema, logo depois da televisão e do
quantidade de informações, tornando-se uma pessoa
rádio,
culta e os que não o tem, inculto.
necessitava
[...]conjunto
complexo
dos
padrões
de
conteúdo da
artístico
atenção
da
se
tornou
algo
população,
que
gerando
público e ibope, sendo assim, foi criado os padrões
comportamento, das crenças, instituições e
artísticos, como o vilão e o mocinho, as histórias de amor,
outros
os finais felizes.
valores
espirituais
e
materiais
transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade. (Novo Aurélio, 2010)
O Centro Cultural é uma instituição com o pretensão de produzir, elaborar e disseminar práticas culturais, sendo um local privilegiado para práticas informacionais que dão subsídios às ações culturais, por meio de informações,
o
em
um
processo
crítico,
criativo,
provocativo, dinâmico e em conjunto com a sociedade. Aspectos históricos Partindo-se do conceito que culto é a pessoa que tem conhecimento na forma cultural, seus primeiros, relatos são as instituições criadas com o objetivo de elaborar e disseminar o conhecimento, desta forma, pode-se citar as bibliotecas como sendo as construções mais antigas de cultura. A partir do século V, com a concentração do poder
Fonte: Euro Dicas Turismo, Centro Pompidou, 2019.
No Brasil o Centro Cultural São Paulo foi o primeiro edifício a integrar várias áreas culturais, como biblioteca, teatro e espaço de convivência. Inaugurado em 1979 na cidade de São Paulo, foi um marco na arquitetura,
O primeiro edifício com o conceito de Centro Cultural, surge na França no século XX, com a inovadora ideia da cultura ser apreciada em espaços distintos,
pelo seu exemplar programa que atende a população até os dias de hoje. Figura 2 - Centro Cultural São Paulo
como museus, bibliotecas, teatros e lugares para exposição, decidindo unificar todos em um só complexo, sendo o Centro Georges Pompidou projetado pelos arquitetos Renzo Piano e Richard Rogers, inaugurado em 1977, recebe o nome do presidente da época. O edifício foi feito para trazer cultura através da sua arquitetura
com
o
conceito
baseado
nas
altas
tecnologias metálicas, inteiramente estruturado com um sistema de conexões, tubos e cabos de aço, permitindo a permeabilidade visual, além de trazer uma sensação
Fonte: São Paulo City – Pluralidade do Centro Cultural São Paulo, 2017.
de inacabado na fachada, como uma obra de arte, sem fim, para que cada um possa ter seu entendimento dela.
econômico, político e social sendo da Igreja Católica, as bibliotecas passaram a ser instituições privadas das
13
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
ARTE
ambiente em que está confinado e a história que carrega. A sociedade para tentar realizar uma definição do
Definição Para arte não há uma resposta clara e exata, sua definição é relativa e muda para cada indivíduo, onde é estabelecido uma forma clara e lógica sobre o conceito pré definido pela sua cultura que é determinado por complexos
de
padrões,
sendo
eles,
crenças,
comportamento, materiais e valores espirituais que estipulam o que admirar como uma obra de arte.
Figura 3 - Linha do tempo da história da arte
que é arte, estipula quesitos específicos conferindo estatuto de arte a um objeto, para isso, a cultura prevê espaços delimitados para permitir que a arte se manifeste, como museus e galerias, onde o espectador irá com o intuito de encontrar obras de arte. Os teatros, auditórios e cinemas, são locais que garantem arte em suas exposições, onde o edifício em si, abriga a expressão artística. Na arquitetura, como não há a
Jorge
Coli1
em seu livro “O que é arte” cita dois
exemplos explicando o conceito do que é arte: no primeiro expõe
sua falta de conhecimento sobre HQ
(Histórias em Quadrinhos), sendo algo do cotidiano em sua vida, tornando extremamente normal de se ver e se fazer, negligenciando um conhecimento mais especifico
possibilidade de transportar o prédio para museus, há os institutos que protegem as construções artísticas, como o Instituto
do
Nacional(IPHAN)
Patrimônio que
Histórico
identifica
uma
e
Artístico construção
realizada em um certo período, tornando-a patrimônio artístico.
relacionado a esse assunto, onde não enxerga o conceito artístico nesse meio de expressão, porém, em contato com seu irmão conhece mais sobre o tema e entende que pessoas, como Stan Lee, citado no trecho, tornou-se artista realizando esse tipo de trabalho.
Definir se aquilo é uma obra de arte, não deve ser levado como uma certeza absoluta, pois os critérios utilizados são voláteis, um item pode ser levado em conta agora, que não será daqui há algum tempo, ou vice-versa.
O segundo exemplo, leva a um contexto de história e espacialidade, onde que por meio da observação de um cartaz publicitário de uma simples colher de pau, um utensilio doméstico comum em sua residência, Coli se questiona o porquê daquilo ser arte, sendo assim, procura um amigo, um professor de literatura, que explica que aquele objeto, aquele
Aspectos históricos A história da arte é muito vasta e complexa, pois acompanha o desenvolvimento do ser humano desde
Fonte: História da Arte – produzido pelo autor em 2020.
os primórdios, sendo assim, será apresentado uma linha do tempo contendo os principais períodos da história da arte e suas principais características.
símbolo, foi desenterrado de uma antiga civilização, sendo locado em um museu, logo se torna arte pelo
Jorge Coli, nascido em 1974 é professor em história da arte e colunista no Jornal Folha de São Paulo, formado em história da arte e arqueologia. 1
14
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
DESPORTE
Figura 4 - Linha do tempo da história da arte
Figura 5 - Linha do tempo da história da arte
Definição O termo esporte é usado desde o século IV, quando os marinheiros queriam sair de suas embarcações e passar o tempo com atividades e habilidades físicas, para isso utilizavam as expressões “fazer esporte”, “desportar-se” ou “sair do porto”. O fenômeno esportivo é considerado uma manifestação da cultura física, incluindo também dança e recreação. A expressão esporte é uma variação da palavra desporto, onde está era utilizada pelos portugueses, mas continua até hoje em textos oficiais, como na constituição de 1988, isso acontece graças à primeira lei relacionada ao esporte que surgiu no país, a Lei 3199/1941, onde João Lyra Filho redigiu o decreto institucionalizando o esporte nacional, onde se utiliza o termo desporto para referenciá-lo. Aspectos históricos O esporte está intrinsecamente relacionado a cultura humana, onde cada período histórico e cada povo tinha seu esporte, no qual reflete intimamente a essência cultural de cada época. O esporte está extremamente ligado ao jogo, ou seja, a competição que aquela atividade
Fonte: História da Arte – produzido pelo autor em 2020.
Fonte: História da Arte – produzido pelo autor em 2020.
proporcionava
para
população
naquele
determinado local. Na Pré-História haviam atividades físicas de caráter utilitário-guerreiro
que
surgiram
com
a
finalidade
relacionada a sobrevivência, como saltar, laçar, atacar e defender. Seguindo pressuposto de que o esporte sempre aconteceu com o intuito de competição, distingue-se o primeiro esporte da antiguidade, Os Jogos Gregos, onde a prática esportiva adquiriu também um conceito
15
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
educacional.
Foram
competição esportiva,
os
gregos
com
que
criaram
a
o intuito de práticas
religiosas ou cerimonias fúnebres, como os Jogos Olímpicos são considerados a maior manifestação esportiva da história, realizados por dozes séculos de 776 a.C. a 394 d.C., em Olímpia, na Élida, a cada quatro anos, em homenagem ao deus Júpiter e Zeus Horquios, onde apenas homens poderiam participar, inclusive escravos, o vencedor ganhava vários prêmios, como isenção de impostos, servos e pensões vitalícias, porém, em 394 d.C. os jogos foram suspensos pelo imperador Teodósio. Em 1828, quando Thomas Arnold, um idealista que identificava o esporte como um caráter utilitário, definindo três características para a prática: um jogo, uma competição e uma formação, seguindo esses conceitos quando dirigia o Colégio Rugby, na Inglaterra, incorporou
as
práticas
esportivas
na
formação
acadêmica dos alunos, permitindo que os mesmo tomassem o rumo do esporte, como criação de regras e códigos próprios, realizando uma disputa esportiva na escola. Com a dificuldade de prevalecer a paz mundial, um francês chamado Pièrre de Coubertin, inspirado por Arnold, identificou
o esporte como um
poderoso
incentivo para promover a convivência humana, em 1896 restaurou os Jogos Olímpicos, sendo o primeiro realizado em Athenas em 1896 contou apenas com 285 participantes, que com o passar do tempo foi se tornando um dos eventos mais importantes do mundo.
16
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Sesc - Circo foi tema de apresentação de final de ano das alunas de ballet do Sesc em Rio do Sul. Acessado em: Outubro/2020.
de casos
02 – estudos
17
17
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Magazine e Luiza - Fique em forma com Taekwondo. Acessado em: Outubro/2020.
SESC SANTANA
que também se é utilizada como uma pista de
Figura 8- Piscina do Sesc Santana
caminhada munida de medidas em metros para auxiliar Ficha técnica: Arquiteto Responsável: Miguel Juliano Área do Terreno: 6.756,00m2
o esportista no controle do seu exercício. O edifício foi setorizado e suas atividades distribuídas conforme mostra
a figura abaixo, uma maquete
eletrônica seccionada, o térreo é destinado a área da
Área Construída: 16.568,00m2
piscina e clínica de exames para os usuários, além um
Ano da Obra: 2005
grande hall coberto; no mezanino
Localização: São Paulo – Brasil
se localiza a
Fonte: Sesc Santana, 2005.
comedoria e a passarela de acesso ao solário; no segundo pavimento: setor odontológico, administrativo e
Além
disso,
pavimento
(acessado
destinado apenas
a
salas multiusos com academia; o ultimo pavimento esta
convivência,
Criado em um pequeno terreno na cidade de São
localizado quadra poliesportiva e por último os subsolos
passarela sobre a piscina) localizado logo depois da
são destinados ao teatro e ao estacionamento.
pele de vidro desta zona. Mais ao fundo há um deck e
com piscina, solário, auditório, restaurante e quadra
solário
é
Análise da obra Paulo, o projeto do Arquiteto Miguel Juliano é um edifício
um
o
pela
um grande gramado na parte posterior ao edifico
Figura 7 - Maquete eletrônica seccionada do Sesc Santana
poliesportiva, sempre pensando no bem estar dos
proporcionando o contato com a tranquilidade, além
usuários, usando grandes pés direitos e muito vidro para
disso, esse espaço conta com uma cozinha no estilo
aumentar a sensação de espacialidade, além do uso de
rustico disponível para os usuários realizarem festas ou
cores e paisagismo para completar a obra.
encontros. O mezanino é acessado pela larga rampa central
Figura 6 - Fachada frontal do Sesc Santana
logo na entrada do edifício, sendo acesso a uma pequena comedoria (comparada à outros Sesc’s), focado mais em servir lanches do que almoços, além Fonte: Cartilha de Informações da Unidade Sesc
disso, ao lado desse ambiente há um grande espaço
Santana, 2005
O
pavimento
térreo
é
quase
inteiramente
destinado para a piscina, porém pensando em trazer a iluminação natural, mas sem perder a proteção para os Fonte: Diário do Turista – Sesc Santana, 2019
dias chuvosos, a cobertura foi construída com um vidro especifico
que
permite
apenas
a
passagem
da
Seu principal acesso é pela larga Avenida Luiz
iluminação, impedindo a entrada do calor no ambiente,
Dumont Villares, sendo quase um prédio isolado na
além disso, nesse andar há salas que destinam-se a
quadra, o projeto foi dividido em cinco níveis, todos
realização de exames que precisam serem feitos antes
acessíveis por meio de uma grande rampa que convida
da utilização deste espaço.
destinado as crianças, com bancos e brinquedos. Porém,
o
item
que
mais
chama
atenção
nesse
pavimento, é a grande passarela envolta em vidro que acessa o solário, permitindo também a visualização da piscina.
o usuário a usa-la, deixando de lado o elevador, rampa
18
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
duas menores, divididas por uma estrutura metálica, Figura 9 - Comedoria do Sesc Satana
Figura 12 - Auditório Sesc Santana
além disso, esse equipamento tem acesso direto aos vestiários, que em
frente
também são montadas
arquibancadas móveis, com utilidade de armários. Além disso, logo depois do espaço das quadras, há uma sacada destinada a uma vista elevada da paisagem urbana da cidade de São Paulo. Figura 11 - Setor esportivo Sesc Santana Fonte: Revista Decorar, 2017 Fonte: Guia da Semana, 2016
O primeiro pavimento é destinado a três salas
1.1.1. Análise do projeto
multiusos, uma academia com parede de vidro voltada para a entrada principal e o hall de convivência, além
Figura 13 - Planta de setorização do subsolo do Sesc Santana
disso, nesse andar se localiza o setor administrativo, e a ala da saúde, com quatro cabines odontológicas que tratam os usuários conveniados ao programa. O mais interessante desse nível é a utilização da circulação
Fonte: Autoria Própria, 2019
horizontal, onde foi projetada com uma grande largura para atender as necessidades de pessoas PcD e servir
Os últimos pavimentos desse projeto, são os dois
de espaço para locação de jogos de mesas, como
subsolos, onde são quase que inteiramente dedicados
xadrez ou dama.
ao estacionamento contando com 175 vagas de
Figura 10 - Corredor de jogos do Sesc Santana
veículos de passeio e 17 vagas para motos. Além disso, se localiza o auditório do projeto, onde o acesso principalmente é pelo foyer que conta com uma pequena cafeteria. Além de realizar apresentações
Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março de 2020.
teatrais, o auditório possibilita de sessões de cinemas, com uma cabine de projeção na entrada deste ambiente. Esse local possui capacidade para 349 pessoas, as apresentações são realizadas no palco com cerca de 28 metros de frente por 10 metros de profundidade, tendo 14 metros de boca de cena. Atrás Fonte: Autoria Própria, 2019
O segundo pavimento é inteiramente destinado à
desse espaço há três camarins, sendo um deles individual, todos com banheiro anexo.
quadra poliesportiva, podendo ser transformada em
19
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Análise critica O pequeno Sesc Santana, localizado na Avenida Luiz Dumont Villares, 579 – Bairro Santana – São Paulo, com sua forma quase de um quadrado perfeito, porém com Figura 14 - Planta de setorização do pavimento térreo do Sesc Santana
Figura 76 - Planta de setorização do 1º pavimento do Sesc Santana
a junção de um pequeno retângulo em um de seus lados, é um edifício que conta com um bom projeto e um ótima setorização, suprindo as necessidades para qual foi idealizado, proporcionar cultura, lazer, saúde e atividades físicas para a população. Tendo como análise o projeto, ele deixa pouco a desejar, a primeira impressão que se tem com relação a esse
programa
proporcionando
vários
uma livros
grande e
biblioteca,
conteúdo
para
a
população, porém, quando se pensa nos dias atuais, é
Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março de 2020.
é
Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março
uma raridade a utilização de livros impressos, graças a tecnologia o conteúdo em páginas está se perdendo,
de 2020.
dando espaços as telas dos aparelhos, porém, esse edifício não deixa a desejar com espaços pensados ao final de cada lance de rampa, um local com mesas e Figura 87 - Planta de setorização do 2º pavimento do Sesc Santana Figura 15 - Planta de setorização do mezanino do Sesc Santana
cadeiras destinados a leitores e estudantes. O único ponto negativo no projeto foi relacionado a canalização de um córrego que corta o terreno, que necessitou ser modificado para dar espaço ao prédio, indo contra alguns preceitos da preservação ambiental.
Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março Fonte: Equipe Sesc Santana, adaptado pelo autor em Março de
de 2020.
2020.
20
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
ESTUDO DE CASO 02 - CENTRO HEYDAR ALIYEV
A implantação do projeto se dá por meio de um enorme
O interior do projeto é inteiramente projetado com
terreno, ocupando uma quadra inteira, onde por
um design clean, onde os tons de branco mais claro e
caminhos sinuosos o visitante é levado até o edifício
escuro tomam conta de todos os ambientes, a mescla
passando por uma praça com o mesmo material do
do vidro com esse estilo torna os espaços extremamente
prédio para proporcionar a pessoa que pretende
refletivos,
Área do Terreno: 111.292,00 m2
adentrar o ambiente uma sensação de que o centro
proporcionado pelas enormes peles de vidro, tornando
Área Construída: 57.519,00 m2
cultural em si se molda ao terreno e nasce dele, como
quase que inutilizável a iluminação artificial em alguns
forma mais normal possível, sendo comparado com um
setores. O conceito de continuidade usado pela
lenço caindo levemente sobre o solo, com toda sua
arquiteta no projeto ganha mais um item de extrema
leveza e serenidade.
beleza, que merece atenção, as escadas, seguem uma
Ficha técnica Arquiteto Responsável: Zaha Hadid Arquitetura
Ano da Obra: 2012 Localização: Baku – Azerbaijão Análise da Obra
Com o intuito de trazer o exterior para o interior, a
forma
aumentando
não
o
convencional,
ganho
onde
de
os
luminosidade
degraus
não
sequenciados se tornam parte da parede continuando
Construído em um pais recém independente da
primeira mulher ganhadora do Prêmio Pritzker em 2004,
antiga União Soviética (1991), o Centro Heydar Aliyev
Zaha Hadid, projeta o edifício curvilíneo onde não é
constitui-se basicamente em um museu, um auditório e
possível visualizar o começo ou o fim de cada item. Por
uma biblioteca, tendo como apoio um restaurante e o
meio de uma estrutura principal em concreto, como
estacionamento. É uma obra que busca a inovação,
pilares, fundações e algumas outras partes, o prédio é
que por meio da arquitetura de Zaha Hadid, um estilo
moldado com uma armação em aço, treliças espaciais
elevadores a pessoa é direcionada para o museu que
curvo e fluído que evita ângulos agudos, sendo
e revestidas com placas de concreto pré-moldadas
acontece em vários pavimentos do edifício, com
ganhador do prêmio de Museu de Design do Reino
reforçadas com vibra de vidro (GFRC) montadas por
espaços extremamente amplos, há a possibilidade até
Unido, considerado pelo júri da premiação como "uma
meio de parafusos, depois essas placas ganham uma
de exposições de veículos em seu interior, esses
obra tão sexy quanto a saia de Marilyn Monroe voando".
outra camada de poliéster reforçado também com fibra
ambientes acontecem por meio de mezaninos voltados
de vidro (PRFV), graças a esses materiais que foi possível
para o pavimento térreo e para pele de vidro do prédio.
trazer a plasticidade para o prédio, alcançando o intuito
Umas das principais intenções da criação do Heydar
e
Aliiyev é tornar esse museu o centro da cultural de
Figura 98 - Vista aérea do Centro Cultural Heydar Aliyev
condições
impostas
para
ser
uma
obra
emblemática e imponente.
tão
até sumir no forro, tornando por si só uma escultura, ganhando o devido valor de um objeto tão importante em um edifício. Por
meio
de
passarelas,
rampas,
escadas
e
Azerbaijão, sendo assim, ele conta principalmente com
Figura 109 - Vista interna do Centro Cultural Heydar Aliyev
obras desse país, representando a arte nacional.
Fonte: ArchDaily, Centro Heydar Aliyev / Zaha Hadid Architects, 2013.
Fonte: Austria From, Heydar Aliyev Center – Inside,2018
21
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Outro importante item no pavimento térreo, é o
Figura 20 - Setor de exposições do Centro Cultural Heydar Aliyev
Figura 22 - Biblioteca do Centro Cultural Heydar Aliyev
auditório e o foyer, que também pode ser acessado por entradas mais próximas a esses ambientes. Sendo um dos locais mais bonito do prédio, o auditório segue uma forma ondular e contínua como o exterior, porém não só por estética, mas por uma questão de acústica, o material
e
a
forma
que
são
distribuídos
são
propositalmente para a apresentação alcançar os assentos mais distantes. Formando um cone, onde o palco e o foço da orquestra são os espaços menores,
Fonte: AasArchitecture, Heydar Aliyev Cultural Center By Zaha Hadid,2013
esse ambiente cresce até alcançar todo o público
O restaurante se localiza ao lado direito de quem
dividido ente o piso convencional e o mezanino, além
chega pela entrada principal, com seu design arrojado,
disso, o jogo de luz e sombra graças a locação das
segue o modelo do prédio, proporciona um ambiente
placas,
extremamente aconchegante e clean para os usuários,
direcionamento todo o foco para o devido espetáculo.
proporcionam
uma
sensação
única,
sendo um dos poucos espaços onde há uma mescla
O último item do Centro Cultural Heydar Aliyev é a
entre o branco do ambiente com o piso laminado de
biblioteca, que começa no segundo pavimento e por
madeira,
a
meio de um jogo de mezaninos e níveis superiores ganha
vegetação dessa ala, que graças a grande quantidade
forma nas partes mais altas do edifício, sua orientação é
de iluminação natural a vegetação consegue compor o
voltada para norte, recebendo iluminação natural
espaço, trazendo um contraste do verde com à cor
constante por meio da pele de vidro dos vários andares
predominante.
que são ligados por uma rampa continua, tendo um
proporcionando
uma
conversa
com
Figura 21 - Auditório do Centro Cultural Heydar Aliyev
caminho sem
interrupções, sendo
Fonte: AasArchitecture, Heydar Aliyev Cultural Center By Zaha Hadid,2013
Análise do projeto Figura 23 - Planta de setorização do térreo Centro Cultural Heydar Aliyev
também ligada
diretamente por meio de uma passarela elevada ao museu.
Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado pelo autor
Fonte: IranSunWorld, Concert Hall at the Heydar Aliyev Center in Baku Azerbaijan, Março/2020.
22
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Figura 24 - Planta de setorização do 1º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev
Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013,
Figura 26 - Planta de setorização do 3º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev
Figura 28 - Planta de setorização do 5º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev
Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013,
Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013,
adaptado pelo autor
adaptado pelo autor
adaptado pelo autor
Figura 25 - Planta de setorização do 2º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev
Figura 27 - Planta de setorização do 4º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev
Figura 29 - Planta de setorização do 6º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev
Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013,
Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado
adaptado pelo autor
pelo autor
Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado pelo autor
23
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Figura 30 - Planta de setorização do 7º pavimento Centro Cultural Heydar Aliyev
por meio de curvas, materiais e técnicas construtivas
Por fim, tendo como único ponto negativo, o projeto
alcançou seu objetivo de demonstrar a evolução que o
é a sua política de criação, sendo elas: seu nome
pais busca por meio da arquitetura, a arquiteta
remete ao antigo líder do país Heydar Aliyev que é
conseguiu deixar explícito o potencial que o pais recém
acusado de ter sido um ditador que violou direitos
independente tem de crescer, mostrando seu potencial.
humanos, cometeu irregularidades eleitorais e intimidou
Por meio de um planta muito bem setorizada e com caminhos
planejados
para
formar
um
percurso
agradável ao visitante, seu interior é inteiramente acessível ao PcD, porém ainda mantem o caráter escultural das escadas, a um objeto importante para o edifício que não só se deve ser usado apenas como item
oposicionistas no país, além disso, há denúncia de que para realizar o crescimento da cidade por meio da arquitetura, seu filho, o atual presidente do pais, tem realizados
desapropriações
forçadas
e
trabalhos
escravos para construção dessas novas obras.(BBC News|Brasil, 2014)
de circulação, mas como uma obra de arte em si, Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado pelo autor
segundo o arquiteto Oscar Niemeyer. Ademais, o prédio inteiro é uma fantástica escultura, onde por meio da ausência de ângulos agudos, não havendo quinas em
Figura 3111 - Planta de setorização do 8º pavimento
nenhuma parede, o projeto é fluído e continuo criando
Centro Cultural Heydar Aliyev
uma sensação de movimento a quem olha, exemplo disso é o auditório que com suas curvas torna o ambiente único, proporcionando um acréscimo na beleza de qualquer espetáculo apresentado. Os materiais utilizado como partido foram de extrema importância para alcançar o conceito do projeto, que por meio de estrutura de concreto o prédio ganha sua forma mais solida, mas com a utilização de um estrutura metálica torna a possibilidade das curvas, além disso, as enormes peles de vidro não influenciam de uma forma negativa relacionado ao calor proporcionado pelos raios solares, ao contrário, com a utilização de vidros
Fonte: ArchDaily – Centro Cultural Heydar Aliyev, 2013, adaptado pelo autor
especiais, esses raios são refletidos para o exterior, permitindo apenas a entrada da iluminação natural, além disso, essas enormes vidraças trazem uma beleza
Análise Critica
especial à obra a noite.
O projeto de Zaha Hadid é uma enorme obra desconstrutivista, muito aclamada e imponente, onde
24 24
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
03 - VISITAS
TÉCNICAS
25
25
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Folha Z - Casal campeão europeu de tango dá aula de dança em Goiânia. Acessado em: Outubro/2020.
VISITA TÉCNICA 01 - CENTRO CULTURAL SÃO PAULO
país. / Queríamos uma arquitetura que permitisse
A implantação do Centro Cultural São Paulo é feita
Ficha técnica Arquiteto Responsável: Eurico Prado Lopes e Luiz Telles
Área Construída: 46.500,00m2 Ano da Obra: 1979 Localização: São Paulo - Brasil
Análise da obra
os
transeuntes,
de
repente, se perdessem e caíssem aqui
em dos terrenos residências desapropriados para a
dentro,
implantação das Linhas de Metro Vergueiro e Paraiso
saguões
(umas das primeiras de São Paulo), onde a ideia inicial
amedrontamentos… Era como se a
sem
porta
principal,
sem
e
nem
incríveis
gente pudesse pegar na mão dessa
era a construção de torres comerciais, hotéis, shopping e Área do Terreno: 21.000,00m2
que
pessoa acanhada, e falar: vem e usa o
uma biblioteca para desafogar a Biblioteca Mario de
que é seu. Inclusive porque você paga,
Andrade, porém o então prefeito da época, Olavo
você tem todo o direito, é público.
Setúbal, viu o grande potencial do terreno e decidiu
(TELLES, L)
criar um centro cultural baseado no Centro Cultural
Os
arquitetos
criadores
do
centro
cultural
George Pompidou, tornando-se assim o primeiro centro
buscaram uma planta mais horizontal, pois graças a
cultural do Brasil.
localização do terreno, entre duas vias, sendo uma
Figura 33 - Vista aérea do Centro Cultural São Paulo
localizada na cota mais alta e outra na mais baixa, foi mantido uma verticalização térrea de quem olha da
No dia 18 de Janeiro de 2020 realizei visita ao Centro
Rua Vergueiro, fazendo com que o prédio se desenvolva
Cultural São Paulo, localizado na Rua Vergueiro, 1000 -
para baixo, até encontrar a rua inferior. Este conceito
Paraíso, São Paulo – SP, um espaço criado há mais de
utilizado proporciona para o pedestre da via mais alta,
quarenta anos que não perdeu suas características e
de que quase como se não houvesse uma construção
seu conceito: proporcionar a cultural para todo o
ali, sendo percebida apenas pela cobertura do edifício
público até os dias de hoje.
que avança sobre o passeio trazendo proteção contra
Figura 122 - Comprovante fotográfico da visita ao Centro Cultural São Paulo
intempéries, além da sensação de segurança para a pessoa adentrar o espaço, ademais, há outro conceito para essa baixa verticalização: as copas das árvores que já haviam no terreno dos quintais das antigas residências
Fonte: SP Bairros, acessado em 2020.
Criado no final da ditadura militar, por algum motivo, o projeto não foi barrado pelos militares, permitindo a implantação de uma planta mais aberta, com vários acessos e uma permeabilidade visual incrível, sendo
foram mantidas, onde o pedestre vê a copa do lado de fora do ambiente e quando entra vê o “pé” da árvore, proporcionando um pouco de vegetação em uma cidade onde a cor predominante é o cinza do concreto. O
que, proporcionar a arte e a convivência livre naquela
é
definido
nos
principais
setores:
exposição, biblioteca e convivência que por meio de
época era algo proibido. Fonte: Autoria própria, 2020.
projeto
[...]o que queríamos era redução dos
grandes vãos graças a mescla de concreto protendido
controles. Lutávamos pela liberdade,
e estrutura metálica foi possível a criação de pilares que
que quase não tinha sobrado nesse
estão
26
localizados
nos
mesmos
locais,
mas
são
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
fisicamente separados, formando uma abobada, junto
dá acesso a cobertura verde que percorre uma parte
rampas no vazio, onde se pode acessar qualquer um
com a quase imperceptível ligação da viga, que ganha
do edifício, tornando uma praça sobre estrutura, sendo
deles pelas ligações dessa circulação. O térreo desse
maior espessura nos vãos do mezanino, mas ficam mais
utilizada para descanso, convivência, solário e até
conjunto
esguias nos pisos. Não se preocupando com revestimos
mesmo como uma horta comunitária.
extremidades
e pinturas o projeto inteiro tem aparência natural dos
é
onde desse
se
localiza
pavimento,
a
biblioteca
com
um
nas
acervo
extremamente grande há espaços de leitura externo e
Figura 35 - Praça descoberta do Centro Cultural São Paulo
materiais, além disso, a sonoridade do ambiente é
interno, além de acesso a computadores; no centro há
resolvida por meio do concreto, onde não se podia
um local vazio onde geralmente é preenchido com
realizar a construção inteira do edifício apenas com
cadeiras para ser realizado palestras e apresentações.
metal, pois a reverberação seria extrema, sendo assim,
Figura 3137 - Biblioteca do Centro Cultural São Paulo
em algumas partes do projeto foi utilizado o revestimento com vibra de vidro em placas para melhorar a acústica. Figura 34 - Átrio do Centro Cultural São Paulo com enfoque na estrutura
Fonte: São Paulo Viva Tudo Isso – Centro Cultural São Paulo, acessado em 2020. Figura 36 - Terraço jardim do Centro Cultural São Paulo
Fonte: Rede Brasil Atual – Centro Cultural São Paulo, 2017.
Os mezaninos são utilizados para realização das exposições, sendo os pavimentos vazios, eles são moldados conforme a demanda a atividade, tendo
Fonte: SP City – Centro Cultural São Paulo, 2017.
uma apenas uma sala fixa, no final do mezanino mais
Para quem acessa da Rua Vergueiro, o projeto
alto, chamada Sala Tarsila do Amaral, onde são
começa com uma pequena descida que o leva para
expostas as obras da artista. A permeabilidade visual Fonte: Passeios Baratos em SP – Centro Cultural São Paulo,
um jardim coberto que ganha iluminação natural pelo
2016.
grande pátio de uso diversificado, porém muito utilizado por grupos de diversas tribos para coreografar seu
mezaninos instiga o espectador que está observando
O Centro Cultural São Paulo é dividido basicamente
gênero de música favorito enquanto tem sua imagem
em
refletida na pele de vidro dos ambientes internos. Nesse
descoberta, tendo o setor ao Sul o setor de exposições e
local descoberto há uma escada no vazio, que se
as
destaca pela sua forma curva e sua cor vermelha, onde
mezaninos que proporcionam a apreciação ao jogo de
dois
blocos,
bibliotecas.
separados
Esses
espaços
27
proporcionada pelo enorme vazio central entre os
pela são
praça divididos
central
uma exposição a ir as outras, por meio da ampla visão que se tem de um lado do prédio ao outro.
entre
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Figura 38 - Setor de exposição do Centro Cultural São Paulo
Figura 39 - Auditório do Centro Cultural São Paulo
Alguns
pontos
negativos
são
nítidos
no
olhar
arquitetônico quando se vê a acessibilidade em falta por todo o prédio, o mais gritante é o jogo de rampas no meio do vazio do setor de exposição, esse objeto não é acessível, com sua inclinação extremamente alta e sem patamares não permite que uma PcD percorra essas rampa sozinha, além disso, há degraus no encontro desses itens tornando perigosos para pessoas ditas normais. Ademais, o terraço jardim é outro item que falta acessibilidade, onde que seu piso gramado dificulta a PcD a usufruir desse espaço, porém, no dia da visita
Fonte: O Jornal de Todos os Brasis – Centro Cultural São Paulo, 2017.
A segunda parte do prédio é onde se localiza as
pude presenciar um grupo familiar empurrando um
Análise do projeto Figura 4014 - Planto do pavimento de exposição do Centro Cultural São Paulo
oficinas e o auditório, essa parte do projeto é feita com
É impressionante como diversas pessoas que talvez nem se conheçam e nem gostem da mesma coisa
divisórias de vidros, onde que não importa onde você
conseguem delimitar um pequeno espaço e fazer suas
esteja, será possível ter a visão a sua frente, não
atividades não se importando com o outro grupo
havendo uma privacidade de uma sala fechada, sendo
desconhecido, como por exemplo, no dia da visita havia
assim, tudo o que uma pessoa faz, como acontece os
vários grupos de dança na praça descoberta, sendo
grupos de dança nos largos corredores, é observável,
algo que me chamou a atenção é um grupo de K-POP
tornando aquilo uma cultural visível a qualquer um,
(um estilo de musical coreano) dançando e fazendo
disseminando esse espetáculo e os conhecimentos. O auditório do Centro Cultural São Paulo é como um
senhor cadeirante pelo ambiente.
suas coreografia com a música alta, e logo depois, há Fonte: ArchDaily – Centro Cultural São Paulo, adaptado pelo autor em 2020.
teatro arena, onde o palco é central e envolto pelas
uns três metros de distância, um grupo tendo aulas de samba, também com sua música alta, isso não
cadeiras e espaços vazios para o público sentar, essa
Análise critica
atrapalhou em nada o desenvolvimento de ninguém,
zona é dividido em duas partes o piso que se localiza no
O Centro Cultural São Paulo criado na década de
todos se respeitando e interagindo dentro daquela
mesmo nível do palco, e o mezanino, que nasce de um
oitenta sem dúvida ainda desempenha muito bem sua
parede invisível criada em suas mentes, na qual é
vazio em volta do palco proporcionando duas visões
função de unificar diversas tribos, mesclando várias
rompido sem problema algum quando outra pessoa
diferentes do espetáculo que está acontecendo, esse
culturas, sendo essa por si só extremamente diversificada
entra e pergunta se pode observar ou participar.
método usado, é extremamente útil quando se pensa
e isso é nítido quando se entra nesse espaço tão bem
que o prédio é um ambiente público, onde não se é
planejado para suportar e dar apoio a toda essa
cobrado a entrada, então graças a demanda da
diversidade.
Delimitar uma cultura desejada para um espaço chamado centro cultural talvez seja algum impossível e utópico, porém acredito que isso não foi pensando na
população a utilização dos diferente níveis ajuda a
hora do projeto, mas criar apenas um ambiente onde
diminuir a superlotação.
28
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
qualquer cultura pudesse se expressar é o verdadeiro
O terreno antigamente era uma fábrica tambores,
O conceito de restauro era novidade para a época,
logo depois uma fábrica de geladeiras da marca
não se havia ainda tomado a sensibilidade de manter as
Mesbla, onde se produzia um equipamento muito
obras antigas com novas funcionalidades sem infligir
inovador para a época, pois podiam ser utilizadas com
grande mudanças em sua estrutura, respeitando a ideia
combustíveis e usadas em lugares onde não havia
do artista inicial, por esse motivo houve o convite da
energia elétrica, porém na década de 60 começou a
Arquiteta Lina Bo Bordi que havia realizado a única obra
Arquiteto Responsável: Lina Bo Bardi
haver as mudanças das grandes empresas produtoras
desse tipo na Bahia no projeto de reabilitação do Solar
Área do Terreno: 18.173,60m2
para o interior do estado, gerando a falência da marca,
do Unhão, restaurado para ser o Museu de Arte Popular.
sentido desse tipo espaço.
VISITA TÉCNICA 02 - SESC POMPEIA
Ficha Técnica
Área Construída: 23.571,00m2
proporcionando ao Sesc a compra do terreno em 1972, em um leilão do poder executivo.
Ano da Obra: 1986
Antes
Localização: São Paulo – Brasil
Análise da Obra Em visita realizado no dia 18 de Janeiro de 2020, ao
importância que a arquiteta dá para esse projeto, pois
estava
via a necessidade do seu serviço para o meio em que
abandonado há algum tempo, tendo o uso do público
seria inserido, proporcionar um espaço de lazer aberto
para práticas esportivas por se tratar de um ambiente
ao público era um item muito prestigiado por ela, além
muito amplo e cercado, permitindo aos pais deixarem
de se tratar de uma nova técnica, o restauro, a arquiteta
seus filhos livres para se divertirem.
queria estar presente em todo o processo aplicando
adquirido
instrutora que é integrante de um grupo de estudiosos sobre a história desse centro cultural. Figura 4115 - Comprovante fotográfico da visita do Sesc Pompeia
Logo
o
do
terreno,
depois
de
programa
canteiro de obra localizado no terreno, de tamanha ter
Sesc Pompéia, localizado na Rua Clélia, 93 - Água Branca, São Paulo - SP, com acompanhamento da
mesmo
Iniciada em 1977 Lina transfere seu escritório para o
o
ser
do
espaço
comércio
que
adquirido,
o
já
Sesc
viu
a
necessidade de tornar aquela espaço pronto para o
toques especiais em vários lugares. Figura 42 - Vista aérea do Sesc Pompeia
uso, realizando uma pequena reforma para poder realmente abrir ao público, porém, essas atividades duraram apenas quatro anos, onde o programa viu que a necessidade de tomar providencias para melhorar o espaço, sendo assim, houve o convite ao Arquiteto Júlio Neves2
para
realizar
o
projeto
para
atender
a
necessidade do segundo Sesc da cidade de São Paulo. Com o projeto aprovado, houve o início das obras, sendo o conceito, a demolição quase que completa dos edifícios, porém, houve a ideia da diretoria do serviço do comércio realizar o restauro do patrimônio, pois ali estava o verdadeiro sentido do programa, pois era uma fábrica, ou seja, havia a alma do trabalhador naquele sitio e o Sesc é para o trabalhador. Fonte: Autoria própria, 2020.
Arquiteto e urbanista com sua carreira focada em imóveis comerciais para lojas e escritórios. 2
29
Fonte: Veja São Paulo – Sesc Pompeia, acessado em 2020.
O Sesc Pompeia tem seu acesso principal pela Rua Cilélia por uma grande abertura convidando o usuário a adentrar o ambiente por meio de um largo passeio
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
central, como se fosse uma continuidade da calçada
lembrou-se do fogo; percebeu a grande quantidade de
externa, mostrando que aquele espaço era de todos,
iluminação e ventilação natural entrando pelos sheds,
para todos. O programa tem uma disposição mais
sendo o vento; e a pedra proporcionada pelos tijolos
horizontalizada, onde era os galpões da antiga fábrica,
das paredes, sendo a terra, porém faltava um elemento,
com altos pés direitos e grande vãos, tendo uma
a água, por isso foi criado um espelho d’água apelidado
característica única na sua estrutura, vigas duplas,
carinhosamente por ela de Pequeno Rio São Francisco,
marca do engenheiro François Hennebique, pioneiro do
pois lembrava as curvas do leito do rio. O outro prédio
concreto armado, sendo o único edifício do Brasil com
destinado ao setor cultural se localiza mais ao fundo do
esses itens.
terreno, sendo também um dos galpões da fábrica com
Apesar de ser o primeiro bloco no complexo, o setor administrativo passa quase que despercebido para o
enorme pé direito, iluminação e ventilação natural. Figura 163 - Setor de exposições do Sesc Pompeia
Figura 44 - Biblioteca Sesc Pompeia
Fonte: Pinterest, Sesc Pompeia, acessado em 2020.
Seguindo a sequência de prédios logo se tem o setor
visitante, isso se dá pela espetacular obra criada, o
de espetáculos, sendo ele composto por um auditório,
conceito utilizado de uma circulação horizontal contínua
foyer e camarins. Ao acessar esse local, o primeiro item
por meio do caminho de pedra que permite a
que se vê é um comprido foyer com cobertura
permeabilidade visual do usuário até quase o final do
transparente; alguns bancos dispostos em seu espaço,
terreno, instigando-o a desbravar todos os itens possíveis.
onde ao fundo um grande portão de metal com
Esse prédio se divide em dois blocos, ala leste e oeste,
abertura direta para a via, usado apenas para carga e
sendo o setor leste destinado a escritório, e a ala oeste
descarga e não para o acesso ao público. A direita de
aos sanitários, depósitos e setor de conivência dos
quem chega da circulação horizontal observa um bloco
funcionários.
Fonte: Mari pelo mundo, Sesc Pompeia, acessado em 2020.
A comedoria acontece em um retângulo, divido em
Dentro de um desses espaços para exposição há
sua maior parte coberta, mas uma pequena parcela
uma pequena biblioteca, dividida em dois pavimentos,
sendo descoberta. A zona descoberta conta com
moldada com uma arquitetura mais brutalista, como
guarda-sol e mesas com cadeira, já na área coberta há
todo o edifícios, Lina mostra que a nova construção foi
um espaço que serve como refeitório, além de uma
realizada depois da edificação inicial, por meio da
pequena cozinha que atende toda a demanda do
escolha dos materiais, sendo o concreto protendido sem
setor.
acabamentos. Onde o visitante pode usufruir de bancos
O setor de exposição acontece em dois prédios distintos, sendo um deles mais próximo da entrada principal, contando com um conceito muito interessante visto por Lina, onde que por meio da arquitetura
elevado ligado por uma passarela com o auditório, esses são os camarins, um bloco separado do palco, permitindo
também
necessário
entrar
no
o
acesso auditório,
direto, como
não
sendo
geralmente
acontece em outros projetos.
e mesas de madeira para ler seu jornal ou um livro junto com a exposição acontecendo sem ter vedações que separam esses ambientes, permitindo até a passagem de ruído de um local para outro.
encontrou a harmonia dos elementos, no caso, quando ela viu o forno, que foi transformado em uma lareira,
30
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Figura 45 - Foyer Sesc Pompeia
mas antes há um solário sob uma passarela de madeira
Figura 46 - Auditório do Sesc Pompeia
sob um córrego, esse trabalho necessitou de uma atenção especial, onde não houve o respeito a área de Área de Preservação Permanente (APP). Esse espaço próximo da piscina proporciona uma ótima iluminação natural,
que
em
dias
quentes
qualquer
pessoa,
conveniado ou não, pode usufruir desse caminho de madeira para tomar seu banho solar, além disso, há uma cascata que atualmente encontra-se desativada, mas Fonte: Pinterest, Sesc Pompeia, acessado em 2020.
antigamente seu intuito era trazer o mínimo que fosse possível do contato com a água para as pessoas que
O último bloco da antiga fábrica é o setor de oficinas,
Fonte: Veja São Paulo, Sesc Pompeia, acessado em 2020.
O auditório é outro ponto importante no projeto do Sesc Pompeia, ele é um teatro arena, ou seja, ele conta com
um
palco
proporcionando
um
central
com
espetáculo
duas
plateias,
diferenciado
do
convencional. Além disso, as poltronas desse espaço tem um conceito único, sendo feitas de madeira, extremamente desconfortável, porém esse era o intuito de Lina, onde não via este espaço como um local para a pessoa se sentir em casa, com todos os desleixos da
onde acontece aulas sobre artesanato, esse espaço é como
os
outros
galpões,
porém
são
divididos
internamente com paredes de aproximadamente dois metros de altura, sem cobertura, permitindo que o ruído de uma sala se propague para as outras, não sendo problema aos olhos de Lina Bo Bardi, pois, apenas instigaria a pessoa de um curso sentir interesse pelo outro.
não podiam ter acesso a piscina, pois não eram conveniados. Os últimos blocos do projeto são as torres esportiva e seu apoio, ligadas por meio de passarelas entre quadras e seus vestiários, levando o observador a impressão que são duas irmãs se abraçando, sendo a circulação horizontal seus braços. Dividido em dois blocos, o mais largo é onde se localiza a piscina no térreo e quadras esportivas nos pavimentos superiores, pavimentos esses
Figura 4177 - Galpão de oficinas do Sesc Pompeia
com pé direitos altos, com cerca de oito metros. Uma
intimidade de sua residência, mas sim para se comportar
característica única desse ambiente são as aberturas
em público, obrigando as pessoas a sempre a terem
usadas como janelas, onde em suas diferentes formas, o
uma postura ativa, além de obriga-la a procurar uma
intuito da arquiteta era criar aberturas que lembrasse as
posição que melhor agradasse naquele momento, não
entradas
permitindo
a
construção foi extremamente criticada pelo público,
apresentação, pois o público observa a apresentação,
como algo horrendo, porém hoje se vê a beleza que
mas ao mesmo tempo é observado.
esses itens proporcionam.
que
a
pessoa
cochilasse
durante
de
cavernas,
que
em
sua
época
de
O prédio mais esguio é divido em doze pavimentos, Fonte: Sesc São Paulo, Sesc Pompeia, 2013.
O caminho de pedra de todo o Sesc Pompeia leva ao fundo do terreno, que conta com o setor esportivo,
31
com setores de apoio, áreas técnicas e vestiários, além de contar com salas multiusos, como espaço para danças
ou
lutas.
As
passarelas
de
ligação
são
descobertas, permitindo intempéries em quem passa,
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
um item que não era vista por Lina como um problema,
Pompeia na Grécia, referência ao nome do bairro onde
dinheiro, além de gerar poluição ao meio ambiente,
pois segundo ela, quem já está todo suado praticando
o projeto foi implantado.
mas o mais importante seria a perda dos valores de
esporte na quadra não irá se importar em tomar alguns minutos de chuva, além disso proporciona um refresco
quem ali trabalhou, os próprios funcionários, o público
Análise do projeto Figura 49 - Setorização da implantação do Sesc Pompeia
aos esportistas.
alvo do programa Sesc. O intuito de Lina Bo Bardi na revitalização do local e acréscimo de mais algumas construção, sem dúvidas, ainda atende muito bem o público alvo, isto é nítido
Figura 48 - Solário do Sesc Pompeia
quando se passeia pelo espaço e vê a quantidade de usuários que observam as exposições, almoçam na comedoria ou usam o ambiente esportivo, isso apenas ressalta a eficácia de um ótimo projeto, que apesar de tanto tempo depois de ter sido construído, ainda tem sua função. Fonte: ArchDaily – Sesc Pompeia, 2013, adaptado pelo autor.
Fonte: Airbnb, Sesc Pompeia, acessado em 2020.
Figura 50 - Setorização do corte do setor esportivo do Sesc Pompeia
muitos como uma obra feia esteticamente, mas a arquiteta não se importava com isso, pois realmente não era para ser bonita e linda, pois pra ela a arquitetura
A ligação de um prédio ao outro é feito por uma
não
estrutura completamente anexa, ou seja, a arquiteta
era
a
beleza
acrescentavam
argentina queria mostrar que realmente são estruturas
a
da uma
forma,
os
fachada,
adornos uma
que
estética
agradável e propicia a apreciação do público, para ela
separadas dos prédios verticais, por isso é deixado um
a arquitetura era uma poesia, ou seja, ela deveria se
vão entre a entrada e a passarela, que como medida
expressar de uma forma única para cada pessoa,
de segurança ela criou uma escultura de uma flor
transmitir o pensamento e o intuito do criador pra
nordestina para barrar o vão entre a circulação e o
qualquer um que ali passasse, não ser um item histórico
edifício, impedindo acidentes. Além disso, não foi apenas essa planta a homenagem de Lina ao povo que
A Fabrica Pompeia, chamada por Lina, é vista por
Fonte: ArchDaily – Sesc Pompeia, 2013, adaptado pelo autor.
que apenas pessoas mais cultas iriam entender, o Sesc Pompeia é para todos, desde a classe o operária até
vinha de tão longe buscar emprego na cidade de São
Análise critica
Paulo, o reservatório de água do complexo tem uma
O projeto do Sesc Pompeia sem dúvidas foi uma
característica única, por meio de uma técnica usando
grade evolução para os preceitos da arquitetura na
tecido, forma de madeira e concreto Lina cria essa
época em que foi desenvolvida, a transformação de
estrutura que lembra o bordado das Mulher Bordadeira
uma fábrica de tambores em um centro cultural e
do nordeste do país, representando os babados dos
desportivo foi um enorme passo para a revitalização tão
trabalhos manuais realizados por ela, outra comparação
desconhecida na época. A eminente demolição das
feita é a lava vulcânica que cobriu a cidade de
construções existentes era um enorme desperdício de
32
para os grandes empresários, a beleza não está na forma, mas sim naquilo que ela transmite, e esse complexo passa uma mensagem magnifica de ótimos espaços que chamam e agradam o usuário a ir várias vezes e continuar usando, pois aquilo sempre se molda e traz coisas novas, como realmente é a cultura que deve ser buscada.
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
33
33
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Hora Extra -Baile de Tango traz campeões europeus para Goiânia. Acessado em: Outubro/2020.
04 – ÁREA DE INTERVENÇÃO
3434
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Metodologia Gustavo Borges - Natação para bebês Outubro/2020.
LOCAL
principais produtores de alimentos industriais do mundo,
Figura 52 - Mapa do Estado de São Paulo
é sede de 41% das fábricas automotivas, 15º maior produtor de veículos do mundo) e fornece seus serviços,
São Paulo O Estado de São Paulo está localizado na Região Sudeste do Brasil, fazendo divisas com os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso do Sul, além de ter mais de seiscentos quilômetros banhado pelo Oceano Atlântico, sendo sua área territorial de 248.219,481 km2 abrigando cerca de 45.919.049 pessoas,
bens de consumo e insumos tanto para outras regiões do Brasil quanto para o exterior. Sua capital é o município de São Paulo. Por possuir infraestrutura, a cidade é considerada o Centro Financeiro do Brasil, abriga muitas empresas, inclusive multinacionais e também é sede da Bovespa, principal bolsa de valores.
tendo sua densidade demográfica de 166,25 hab/km2, distribuídos em 645 municípios. Figura 51 - Mapa do Brasil
Fonte: IBGE, 2018, adaptado pelo autor.
De acordo com o IBGE e o SEADE3, em 2017 o Estado de São Paulo representava 31,93% do Produto Interno
Guararema
Fonte: IBGE, 2018, adaptado pelo autor.
A cidade escolhida para a implantação do projeto é Guararema, localizado na Região Metropolitana do
Guararema em seus 120 anos tem aproximadamente
Estado de São Paulo, sendo uma pequena cidade
29.798 habitantes, distribuídos em 270,816km2, tendo sua
fundada por Gaspar Cardoso, Capitão Mor de Mogi das
densidade demográfica de 95,43 hab/km2, fazendo
Cruzes,
nomeada
divisas com as cidade: Santa Isabel (ao norte), Jacareí
inicialmente de Arraial da Escada, graças a uma
(a nordeste), Santa Branca (a sudeste), Mogi das Cruzes
pequena capela dedicada a Nossa Senhora da Escada,
(a
localizada atualmente no Bairro da Freguesia da Escada.
Encontrando-se a 81km da Capital São Paulo e altitude
Todavia, apenas em 1875 com terras dada a uma
média de 585m relação ao mar, possuindo as seguintes
escrava chamada Maria Florência de sua senhora Dona
coordenadas geográficas 23° 24' 54" S 46° 02' 06" O,
Laurinda de Souza Leite com o intuito de auxilia-la, onde
sendo seu clima tropical de altitude.
em
meados
do
século
XVI,
oeste),
Salesópolis
e
Biritiba
Mirim
(ao
Sul).
construiu uma capela em louvor a São Benedito, sendo
Os acessos ao município se dão principalmente
nesse local o maior desenvolvimento da cidade,
pelas: Rodovias Henrique Eroles (SP-66), Rodovia Ayrton
tornando-se impulsionada pela proximidade ao Rio
Senna (SP-70), Rodovia Governador Carvalho Pinto (SP-
Paraíba do Sul e a Estrada de Ferro Central do Brasil
70), Rodovia Presidente Dutra (BR-116) e Rodovia Nicola Capucci, além de contar com estradas municipais que
Bruto brasileiro. O Estado de São Paulo concentra 36%
acessam a outras cidades por meio da Zona Rural. Além
da produção industrial brasileira, 12% da renda agrícola
disso, há duas Linhas Férreas que cortam o município,
do País. A economia paulista é diversificada (maior
porém atualmente são transportados apenas cargas
produtor mundial de Laranja e Cana de Açúcar e
para fora do município, sendo utilizada para transporte
destaca-se na produção de Carne Bovina, está entre os
de pessoa por meio de trem turístico (Maria Fumaça) Fundação vinculada à Secretaria de Governo, é hoje um centro de referência nacional na produção e disseminação de análises e estatísticas socioeconômicas e demográficas. 3
entre os bairros do Centro e de Luiz Carlos.
35
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
A cidade conta com sua maior parte territorial
para
suprir
a
necessidade
de
moradias
dos
Bairro Colônia
preenchida por Zonas Rurais 158.698km2, restando cerca
trabalhadores das fabricas, lotes esses com média de
Localizado no extremo nordeste do município, o Bairro
de 112.117 km2 de Zona Urbana, sendo está dividida em
300m2, com água encanada, os loteamento deixam a
Colônia
duas partes Zona Centro-Sul e Zona Norte, tendo seu
desejar no quesito de esgotamento sanitário, sendo
principalmente pela Rodovia Presidente Dutra, fazendo
maior desenvolvimento em relação a comércio, turismo,
necessário a realização de sistemas de esgoto individuais
divisa com as cidade de Jacareí e Santa Isabel, tendo
economia, educação, saúde, lazer e infraestrutura em
para cada terreno.
cerca de 1364 habitantes classificados como renda
sua região central. Quadro 1 - Tabela populacional de 2010 das zonas de Guararema
Com relação a educação, transporte, saúde, cultura e lazer disponível na Zona Norte a gestão do
com
cerca
de
1.018km2
é
acessado
média baixa. Figura 184 - Mapa da Região Norte de Guararema
município deixa a desejar, disponibilizando apenas dois pontos de saúde na região, sendo eles: a Unidade Básica de Saúde - "Benedito Antônio Mariano" e a unidade Básica de Saúde "Guiomar Franco da Cunha”; e algumas escolas entre ensino médio e infantil. Com Fonte: IBGE, 2010, adaptado pelo autor.
relação a lazer, há apenas um pequena quantidade de
Região Norte de Guararema
praças onde não são projetadas e pensadas, logo não
A região escolhida para o desenvolvimento do
são utilizadas em seu verdadeiro potencial.
projeto foi a Região Norte do Município de Guararema,
Figura 53 - Mapa de Guararema
local urbanizado graças a grande quantidade de serviço industrial proporcionado pela locação das
Fonte: Plano Diretor do Munícipio de Guararema, 2016,
industriais graças a proximidade a Rodovia Presidente
adaptado pelo autor.
Dutra, atualmente totalizando cerca de 68 industriais instaladas no município, onde apesar da grande
Este bairro é dividido em dois tipos de zoneamento
diversidade, ressaltam-se os ramos de eletroeletrônicos,
de acordo com a Lei Municipal 3116/2015 – Lei de Uso e
químico, alimentício, artefatos de concreto, embalagens
Ocupação do Solo, sendo ele: Zona de Uso Misto (ZUM)
e artefatos de borracha
e Zona Residencial (ZR), onde ambas são áreas de uso predominantemente
Essa região conta com os seguinte bairros: Chácaras
residencial
diversificado,
onde
admite-se também, usos comerciais ligados diretamente
Guanabara, Jardim Luiza, Parateí, Industrial, Jardim
às necessidades diários da população, sempre visando a
Dulce, Lambari, Fukushima, Maracatu, Colônia e Feital e
geração de renda e serviço para os moradores locais.
uma população estimada de 7.600 pessoas segundo o censo do IBGE de 2010. O desenvolvimento desse bairro se dá graças as
Fonte: Plano Diretor do Munícipio de Guararema, 2016,
indústrias que ali estão locadas, logo começou-se a
adaptado pelo autor.
criação de pequenos loteamentos residências ao redor
36
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Figura 5196 - Corte AA
ANร LISE DO MICRO-AMBIENTAL Figura 55 - Anรกlise micro-ambiental
Fonte: Autoria prรณpria, 2020.
Figura 5207 - Corte BB
Fonte: Autoria prรณpria, 2020. Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020.
37
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
ANÁLISE MACRO-AMBIENTAL
Mapa do Sistema Viário
Mapa de Uso e Ocupação do Solo Figura 60 - Mapa do sistema viário Figura 5218 - Mapa de uso e ocupação do solo
Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020. Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020.
Mapa do Transporte Público
Mapa de Gabarito
Figura 6122 - Mapa do transporte público Figura 59 - Mapa de gabarito
Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020. Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020.
38
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Levantamento Fotográfico Figura 63 - Foto 04 do terreno
Figura 65 - Foto 07 do terreno
Figura 62 - Mapa de localização fotográfica
Fonte: Autoria própria, 2020. Figura 64 - Foto 05 do terreno
Fonte: Autoria própria, 2020. Figura 66 - Foto 09 do terreno
Fonte: Prefeitura Municipal de Guararema, adaptado pelo autor em 2020.
Fonte: Autoria própria, 2020.
39
Fonte: Autoria própria, 2020.
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
05 – DIRETRIZES
E PREMISSAS
40 40
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Diário do Nordeste - Professores de dança de Fortaleza ensinam coreografias para serem feitas em casa. Outubro/2020.
Serão apresentados as normas relacionado a construção de um Centro Cultural e
TERRENO
Desportivo, divididas por ambientes que conterão este projeto.
Lei nº3116/2016 – Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo
A Lei nº3116/2016 – Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo delimita
Quadro 2 - Restrições de ordenamento do uso e ocupação do solo
parâmetros para edificações e divisão de lotes sobre o território urbano da cidade de
RESTRIÇÕES DE ORDENAMENTO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO - LOUS ÁREA TOTAL DO TERRENO: 30.115,00m2 APLICADOS ESTIPULADOS ESTIPULADOS APLICADOS PARA ATÉ PARA ATÉ ÍNDICES PARA ATÉ TRÊS PARA ATÉ TRÊS TRÊS DOIS PAVIMENTOS PAVIMENTOS PAVIMENTOS PAVIMENTOS TO 60% 18.069,00m2 60% 18.069,00m2 CA 1,8 32.542,20m2 1,3 23.489,70m2 IE 3 54.207,00m2 2,2 39.751,80m2 FRONTAL 5m
Guararema, sendo assim, o terreno encontra-se localiza está localiza na Zona Residencial, categoria três, pintado de cinza na figura abaixo.
RECUOS
Figura 237 - Zona Residencial 3 (ZR3-1)
AMBOS OS LADOS
UM DOS LADOS FUNDOS TP GABARITO
1,5m 5m 25%
7.528,75m2
20%
12m
7223,00m2 7m
Fonte: Lei de Uso e Ocupação do Solo, 2015, adaptado pelo
Fonte: Lei de Uso e Ocupação do Solo, 2015, adaptado pelo
2m
autor.
autor.
Permissibilidade do empreendimento
O imóvel localizado na Estrada Municipal Benedicto Pedro de Oliveira, esquina
Enquadramento de vias
Estrada Municipal Benedicto Pedro de Oliveira de acordo com o Decreto Municipal Nº3.274/2014, código 81, perfil: V2 – I – B, função: coletora, se
com a Rua Maria França Sardinha, Bairro Colônia, Município de Guararema, se situa
enquadra com 7,00m de leito carroçável (3,50m para cada sentido de
na ZR-3 (Zona Residencial 3), onde o empreendimento código da LOUS E.4.3.1.09
circulação), 2,20m de faixa de estacionamento (de ambos os lados) e 2,00m
(complexo cultural diversificado) enquadrado no código ESP 35 (Especial 35) é de uso
de passeio (de ambos os lados), totalizando 15,40m2.
permitido conforme a Lei Nº 3.116/2015, de Ordenamento do Uso e Ocupação do
Solo.
Rua Maria França Sardinha de acordo dom o Decreto Municipal Nº3.274/2014, código 290749, perfil: V3 – II – G, função: local, se enquadra com 6,00m de leito carroçável (3,00m para cada sentido de circulação), 2,20m de faixa de estacionamento para um lado da via e 1,90m de passeio (de ambos os lados), totalizando 12,00m.
41
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
CIRCULAÇÃO HORIZONTAL
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações,
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
rotas acessíveis.
ser de até 2% para pisos internos e 3% para
Rotas acessíveis em nível ou inclinadas que
pisos externos.
Inclinações
longitudinais
da
superfície
Uma pessoa em cadeira de rodas:0,90 m
por um declive com desnível igual ou
deve ser inferior a 5%, sendo iguais ou
Um pedestre e uma pessoa em cadeira de
inferior a 0,60m deve ser implantado uma
superior serão consideradas rampas.
rodas: 1,20 m a 1,50 m
margem lateral de no mínimo 0,60m antes
Duas pessoas em cadeiras de rodas: 1,50
da
m a 1,80 m
vertical de no mínimo 0,15m de altura.
entre 5mm até 20mm devem possuir
Rotas acessíveis sem vedações laterais que
inclinação máxima de 50%, e desníveis
são delimitada por um ou ambos os lados
superior degraus.
Área para manobra de cadeiras de rodas sem
superfície
inclinada,
ou
Para rotação de 90º: 1,20 m x 1,20 m
por um declive com desnível superior a
Para rotação de 180º: 1,50 m x 1,20 m
0,60m devem ser implantado guarda-
Para
rotação
de
360º:
círculo
com
Área para manobra de cadeiras de rodas com deslocamento (patamar):
devem
ser
evitados,
porém
desníveis até 5mm dispensam tratamentos,
a
20mm
serão
considerados
Deve ser previsto área de resgate sendo
corpos, ou borda de 0,15m em ambos os
uma para cada 500 pessoas e no mínimo
lados, ou laterais em nível com pelo menos
uma por pavimento e uma para cada
0,60m de largura.
escada
Acessos:
e
elevador
de
emergência,
devendo ter sua dimensão mínima de 0,80mx1,50m e não interferir na faixa de
Deslocamento recomentado: corredor de
acessível e as demais não pode ser
circulação.
1,20 m com patamar de 1,50m.
superior a 50m.
Descolamento mínimo para 90º: 1,20m
Deslocamento consecutivo de 90º com
percurso com distância mínima de 1,20m
Os acessos devem permanecer livre de
O percurso entre o estacionamento de veículos e os acessos deve compor uma
Deslocamento consecutivo de 90º com
rota acessível, porém quando não for
percurso intermediário: 1,05m para cada
possível,
percurso com distância mínima 0,60m e
acessível há uma distância máxima de
máxima de 1,20m.
50m até a vaga para pessoas com
deve
ser
previsto
uma
deficiência e para pessoas idosas.
Proteção contra queda ao longo de rotas
Largura de 0,90m para corredores de uso comum com extensão de até 4,00m.
entre eles.
acessíveis:
Corredores
qualquer obstáculos.
percurso intermediário: 0,90m para cada
Desníveis
A distância máxima entre cada entrada
proteção
diâmetro de 1,50 m
Inclinação transversal da superfície dever
deslocamento:
são delimitada por um ou ambos os lados
Largura para deslocamento em linha reta:
Deve haver proteção lateral ao longo de
Largura de 1,20 m para corredores de uso comum com extensão até 10,00 m.
rota
Largura de 1,50 m para corredores com extensão superior a 10,00 m.
Calçadas
Faixa de Serviço: serve para acomodação dos canteiros, arvores e os postes de
Portas giratórias devem ser evitadas.
42
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
iluminação ou sinalização deve ser de no
mínimo 0,70m de largura
com a seguinte equação:
Faixa livre de passeio deve ter no mínimo
(onde
1,20m.
c=comprimento)
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do
i=h x 100 / c
i=inclinação,
h=desnível,
balizamento com altura mínima de 0,05m.
Os patamares iniciais, intermediários e
cada 50m para piso até 3% de inclinação,
longitudinal mínima de 1,20m.
Iluminação e ventilação
recomendando-se a instalação de bancos
A
distância
mínima
entre
os
corpos
o vão com área mínima de 4,00m2 em
inclinação, recomendando-se a instalação
prédios vizinhos de até 4 pavimentos e
de bancos com encontro e braços.
distância
mínima
entre
os
corpos
edificados não será inferior a 1,30. Guararema
Corredores
Escadas
O bocel ou quina da escada pode
Deve ser previsto patamares a cada 50m
avançar no máximo 0,15cm sobre o piso
para piso de 6,25% e 8,33% de inclinação.
abaixo.
Desnível máximo de 1,50m de altura para
A
escada
deve
seguir
a
seguinte
equação: 0,63m ≤ p+2e ≤ 0,65m.
admissível de 5% sem limites de segmentos.
O piso (p) deve ser de: 0,28m ≤ p ≤ 0,32m.
Desnível máximo de 1,00m de altura para
O espelho (e) deve ser de: 0,16m ≤ e ≤
6,25% sem limites de segmentos.
Nas rotas acessíveis não pode ser utilizados espelhos vazados.
cada segmento de rampa de 5% até
Devem ter largura mínima de 1,50m até 10,00m de comprimento, superior a isso,
cada segmento de rampa com inclinação
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de
Deve ser previsto área de descanso a cada 30m para piso de 3% até 5% de
A abertura da porta não deve interferir na dimensão dos patamares.
de 10,00m de comprimento será suficiente
A
com encontro e braços.
o acréscimo de 1,00m2 por pavimento.
0,18m.
Desnível máximo de 0,80m de altura para
A largura mínima da escada deve ser de 1,20m.
deve ser adotado a largura mínima de
cada 6,25% até 8,33% com no máximo 15
1,80m.
segmentos de rampa.
corpo deve ser implementado guia de
Rampas em curva devem ter a inclinação
balizamento com altura mínima de 0,05m.
máxima de 8,33% e raio mínimo de 3,00.
CIRCULAÇÃO VERTICAL
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
corpo deve ser implementado guia de
Estado de São Paulo
para cada pavimento excedente haverá
Quando não houver parede ou guarda-
finais das rapas devem tem dimensão
edificados com compartimento com mais
Deve ser previsto área de descanso a
A inclinação da rampa deve ser calculado
Rampas:
Quando não houver parede ou guarda-
O primeiro e o último degrau de um lance
A largura da rampa deve ser de no mínimo
de escada deve distar no mínimo 0,30m de
1,20m.
área de circulação adjacente.
Toda rampa deve possuir corrimão de
Deve haver patamar a cada 3,20m de
duas alturas em cada lado, sendo um
desnível e sempre que houver mudança
localizado a 0,70m e outro a 0,90m do piso.
de direção.
43
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Entre os lances de escada deve ser
a largura mínima de 1,20m de ambos os
previsto
lados.
patamar
com
dimensão
longitudinal mínima de 1,20m.
Nas mudanças de direção os patamares
escada.
vãos em todas as laterais, até a altura de
Quando houver porta nos patamares, a
1,10m do piso da plataforma.
Devem
ser
instalados
em
rampas
e
escadas em ambos os lados a 0,92m e a
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado de São Paulo
Plataforma de percurso aberto só podem
Escadas
As escadas devem seguir a seguinte
Plataformas de percursos aberto devem
equação: 0,60m ≤ p+2e ≤ 0,65m, onde “e”
ter caixa enclausurada em percursos de
espelho e “p” piso
Dispositivos
que
não
permitem
a
Largura mínima de 1,20m
As
escadas
do
auditório
terão
características próprias citadas no item
acabamentos
dispositivos de acessibilidade
corresponde a auditório neste trabalho.
recurvado
ligando
o
Quando se tratar de rampas ou escadas necessário a instalação de no mínimo um
NBR
9077/2001
Saídas
de
emergência
em
edifícios
Iluminação e ventilação
Escadas
A
distância
mínima
entre
os
corpos
edificados com compartimento com mais
Corrimãos podem se projetar no máximo
de 10,00m de comprimento será suficiente
corrimão intermediário, mas garantindo a
0,10m da escada, sem obrigatoriedade do
o vão com área mínima de 4,00m2 em
faia de circulação mínima de 1,20m.
aumento na largura da escada
prédios vizinhos de até 4 pavimentos e
Lance mínimo da escada deve ter três
para cada pavimento excedente haverá
degraus
o acréscimo de 1,00m2 por pavimento.
Os corrimão intermediário somente devem
ser interrompidos quando o comprimento do patamar for de 1,40m, garantindo que
o espaçamento mínimo seja de 0,80m entre o ter mínimo e o início do seguinte.
Antecâmaras devem possuir comprimento
autonomia do PcD não são considerados
com largura igual ou superior a 2,40m é
inferior,
As extremidades dos corrimãos devem ter corrimão inferior ao superior.
permanente
mínimo de 1,80m,
2,00m até 9,00m
0,70m de altura do piso.
ser usadas até 2,00m de desnível
Corrimãos
Plataforma de percurso aberto devem ter fechamento continuo e não podem ter
interferir na dimensão do patamar.
ventilação
com área mínima de 1,20m2
devem ter dimensões iguais a largura da
Escadas enclausuradas protegidas devem possuir
Plataforma de elevação vertical
área de abertura da esquadria não deve
Lance máximo da escada não deve ultrapassar 3,70m
Em ambos os lados de vão da porta, deve patamares
haver
corrimão central único com
mínimo igual a folha da porta
alturas, 0,92m e 0,70m do piso, respeitando
A
distância
mínima
entre
os
corpos
edificados não será inferior a 1,30.
Em escada é permitido a instalação de um as duas
com
comprimento
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema
Elevadores
Deve
ser
servida
por
elevador
de
passageiros, a edificação com mais de
44
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
quatro andares ou que apresente desnível
entre o piso do pavimento do último andar do
pavimento
mais
baixo
(incluindo
Em locais esportivos os vestiários acessíveis
superfície superior de no máximo 0,80m.
Deve haver pelo menos um elevador
coletivos, ou seja, ele deve ser integrado aos
acessível para PcD em que de acesso a
demais.
sejam
instalados
nos
banheiros
altura
frontal
livre
na
Quando a porta for do tipo eixo vertical ela deve abrir para o lado externo do sanitário.
Barras de apoio são necessárias para garantir o
acessado por rampa.
entradas independentes, sendo 5% do total de
com deficiência ou mobilidade reduzida em
Deve haver um espaço mínimo livre de
cada peça sanitária, com no mínimo um, para
todos os sanitários para tais pessoas.
1,50m em frente a todos os elevadores
cada sexo em cada pavimento, onde houver
acessíveis.
sanitários. Além disso, As instalações sanitárias
se ter sanitários ou banheiros familiares com
Os elevadores acessíveis devem ter sua
acessíveis que excederem a quantidade de
entrada independente provido de boxes com
cabine
unidades mínimas podem localizar-se na área
bacias sanitário para adultos e infantis, além de
interna dos sanitários.
boxe com superfície para troca de roupas em
Deve ser previsto à no mínimo um sanitário por
posição deitada com dimensão mínima de
A cada 16 degraus será obrigatório a
pavimento, localizado nas áreas de uso comum
0,70mx1,80m providos de barras de apoio.
locação de um patamar, com largura
do andar. Quando o cálculo da porcentagem
mínima
sem
de 5% de peças sanitárias do pavimento resultar
no mínimo 0,80m e conter área livre de no
mudança de direção e no mínimo a
em mais do que uma instalação sanitária ou
mínimo 0,60m de diâmetro entre a abertura da
largura
fração, estas devem ser divididas por sexo para
porta e a bacia sanitária, recomendando-se que
cada pavimento.
as portas abram para fora para facilitar o
Em estabelecimentos como shoppings, terminais
resgate.
com
dimensões
mínimas
de
de
1,20m
da
em
escada
escadas
quando
houver
de transporte, clubes esportivos, arenas verdes
INSTLAÇÕES SANITÁRIAS
garantir
uso com segurança e autonomia das pessoas
mudança de direção.
que
Número mínimo de sanitários acessíveis com
Escadas
Os lavatórios deve ser instalados sem coluna tendo
excedentes
1,10mx1,40m.
máxima de 50,00m entre si.
subsolos), superior a 10,00m.
todos os pavimentos e que seja possível ser
Os banheiro acessíveis devem ter distância
Edifícios de uso público ou coletivo recomenda-
Boxes comuns as portas devem ter vão livre de
Boxes com barras de apoio deve conter barras
(ou estádios), locais de shows e eventos ou em
horizontais ou barras em “L” de ambos os lados
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações,
outros edifícios de uso público ou coletivo, com
com vão livre de 0,90m, sendo obrigatório a
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
instalações permanentes ou temporárias deve
porta com abertura para o exterior
Os sanitários, banheiros e vestiários devem estar
ser previsto um sanitário acessível para cada
localizados
sexo junto a cada conjunto sanitário.
não superior a 0,80m e contar com barra de
Os sanitários devem permitir circulação com giro
apoio horizontal, quando se tratar de bancada
de 360º livre.
com vários lavatórios, o lavatório acessível
em
rotas
acessíveis,
próximo
a
circulação principal e próximo ou integrados as demais instalações sanitárias.
45
Os lavatórios devem ter sua cuba com superfície
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
devem estar posicionados nas extremidades do
conjuntos, podendo ser em apenas um das extremidades.
Caso haja um mictório na instalação sanitária, ele deve ser dotado de barras de apoio vertical
deste trabalho.
Deve conter dispositivo de captação de água o
Iluminação e ventilação
A
distância
mínima
entre
os
corpos
de 10,00m de comprimento será suficiente
0,80m, sendo instalados o mais próximo da
sanitária devem ter área mínima de 1,20m2 com
o vão com área mínima de 4,00m2 em
entrada do sanitário.
dimensão mínima de 1,00m.
prédios vizinhos de até 4 pavimentos e
Compartimentos sanitários com bacia sanitária e
para cada pavimento excedente haverá
lavatório devem ter área mínima de 1,50m2 com
o acréscimo de 1,00m2 por pavimento.
Os sanitários acessíveis devem conter próximo a porta-objetos,
cabide,
espelho,
altura máxima de 1,20m, exceto o espelho
dimensão mínima de 1,00m.
Compartimentos sanitários com bacia sanitária e
Quando houver porta no box do chuveiro o vão
lavatório devem ter área mínima de 1,50m2 com
livre
dimensão mínima de 1,00m.
dever
ser
de
no
mínimo
de
0,90m
recomendando-se porta de correr ou cortina.
A
distância
mínima
entre
os
corpos
edificados não será inferior a 1,30.
Área iluminante deve ser de o mínimo 1/8 da área do piso, com no mínimo 0,60m2.
Compartimentos sanitários, área para banho,
Revestimento
Os boxes com chuveiro devem ser providos de
com chuveiro e lavatório devem ter área mínima
banco articulados ou removíveis e providas de
de 2,50m2 com dimensão mínima de 1,00m.
até a altura de 2,00 m no mínimo, de
Compartimentos sanitários contendo apenas
material liso, resistente, impermeável e
Os dos chuveiros devem ter dimensões mínimas
chuveiro deve ter área mínima de 1,20m2 com
lavável.
de 0,90mx0,95m permitindo o giro de 360º da
dimensão mínima de 1,00m.
barras de apoios.
cadeira de rodas.
Dispor de aparelhos sanitário de dispositivos de
Compartimentos sanitários somente com bacia
saboneteira e toalheiros, não ultrapassando a
próprias citadas no item corresponde a auditório
edificados com compartimento com mais
cuba:
Os vestiários dos auditórios terão características
piso.
0,65m e o espaçamento entre as divisórios de
Estado de São Paulo lavagem continua ou intermitente
e sua altura da base mais baixa de no máximo
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do
Antecâmaras, com ou sem lavatórios devem ter
Os vestiários individuais devem ter dimensões
área mínima de 0,90m2 com dimensão mínima
mínimas de 1,80mx1,80m providos de superfície
de 1,00m.
para troca de roupa deitado com dimensão
mínima de 0,70mx1,80m, esse ambiente deve ser
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema
Sanitários
Separação entre mictórios tipo cuba de no mínimo 0,60m de eixo a eixo
Deverão ter o piso e as paredes revestidas
No sanitário masculino, 50 das bacias poderão ser substituídas por mictórios.
As
instalações
sanitárias
devem
estar
provido de barras horizontais e espelho, sendo
Vestiários com área mínima de 6,00m2.
localizadas em local acessível, próximo à
necessário o espaço da cadeira de rodas ao
Os vestiários da piscina terão características
circulação principal.
lado da superfície de troca de roupa.
próprias citadas no item corresponde a piscina deste trabalho.
46
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Boxe acessíveis com bacia sanitária e lavatório com área de giro de 180º devem
COZINHA, COPA OU SIMILARES
ter dimensões mínimas de 1,50m x 1,70m.
Boxe acessíveis com bacia sanitária e
lavatório com área de giro de 360º devem
2,00m de altura.
Contendo uma bacia, um chuveiro e um
mínima de 1.000litros, assegurando o consumo
Portas
lavatório deve ter dimensão mínima de
diário.
Contendo uma bacia e um lavatório deve
Deve conter dispositivo de captação de água o Área mínima de 10,00m2 e dimensões mínimas
Distancia de espaços livre entre os corpos pavimentos ou 10,00m de altura, quando
mínima de 2,00m2 e com pé direito mínimo
excedente somar 0,15m por pavimento
Contendo somente uma bacia deve ter
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
material liso, resistente, impermeável e
dimensão mínima de 0,80m, com área
lavável e o restante pintado com cores
mínima de 1,00m2 e com pé direito mínimo
claras e tinta lavável.
ao sanitário
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado de São Paulo
Iluminação
Sanitários Devem
Deve possuir pelo menos 5% do total de mesas, locadas próxima a uma rota acessível e próximo
Deverão ter o piso e as paredes revestidas
Contendo somente um chuveiro deve ter
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações,
com no mínimo uma, acessíveis e devem estar
até a altura de 2,00 m no mínimo, de
Iluminação e ventilação
Revestimento
de 2,60m.
RESTAURANTES, REFEITÓRIOS, BARES E SIMILARES
Área iluminante deve ser de o mínimo 1/8 da área do piso, com no mínimo 0,60m2.
A instalação sanitária deve ser provida de antecâmara ou anteparo.
ter dimensão mínima de 1,00m, com área
mínima de 1,20m2 e com pé direito mínimo
Sanitário
edificados de 1,50m em prédios até 3
de 2,60m.
Iluminação e ventilação:
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema
Contendo uma bacia e um chuveiro deve
dimensão mínima de 1,00m, com área
de 2,50m.
com mola e proteção contra
roedores.
piso.
de 2,60m.
As paredes devem ser de cores claras e laváveis
Aberturas teladas.
de 2,60m.
material cerâmico vidrado pelo menos até
mínima de 1,50m2 e com pé direito mínimo
Estado de São Paulo
Deve ter reservatórios de água com capacidade
ter dimensão mínima de 1,00m, com área
As paredes devem ser revestidas com
Pisos revestidos de material cerâmico.
pé direito mínimo de 2,60m.
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do
1,00m, com área mínima de 2,50m2 e com
Despensas e depósitos
acima da barra impermeabilizante.
ter dimensões mínimas de 1,70m x 2,00m.
ser
distintas,
não
comunicar-se diretamente com entre si, a
sendo que no mínimo metade deve ser
não ser por antecâmaras que possuam
destinado a ventilação do compartimento.
abertura para o exterior
47
da área do piso, com no mínimo 0,60m2.
podendo
Dever no mínimo 1/8 da área do piso,
Área iluminante deve ser de o mínimo 1/8
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Para
cálculo
de
lotação
deve
ser
Dever no mínimo 1/5 da área do piso,
necessidades especiais e sua edificação
considerado 1m2/pessoas em áreas de
sendo que no mínimo metade deve ser
deverá prever os acessos e mobilidade
frequentadores sentados e 7m2/pessoa
destinado a ventilação do compartimento.
necessária ao trânsito delas.
nas demais áreas
Sanitários
Deve ser considerado uma bacia e um lavatório a cada 20 pessoas, sendo que
LOCAIS DE ESPORTE, LAZER E TURISMO
bacia para cada 50 pessoas; e acima de
cada 100 pessoas.
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, Todas as portas devem ter vão livre de 1,00m, incluindo as portas dos sanitários.
200 pessoas, acrescentar uma bacia para
acessíveis,
às praças de alimentação.
arenosos ou similares.
A instalação sanitária deve ser provida de
pessoas.
PISCINA
exceto
os
campos
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
Todas as áreas de práticas de esporte devem ser
Deverão ser previstos sanitários contíguos
gamados,
degraus
Os sanitários devem estar locados tanto na área
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema
Para
cálculo
de
lotação
deve
ser
Sanitários
Deve ser considerado uma bacia, um pessoas.
deve
ser
A instalação sanitária deve ser provida de
Iluminação e ventilação
Para
cálculo
de
lotação
deve
ser
Para
cálculo
de
transferência
para
de
lotação
deve
de rodas para uso de pessoa portadora de
48
Recomenda-se a instalação de barras de
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado de São Paulo As piscinas constarão, no mínimo, de tanque, sistema de circulação ou de
ser
Devem dispor de espaços para cadeiras
Ao menos um ducha deve garantir o
altura do nível da água.
recirculação, vestiários e conjuntos de
considerado 0,50m2/pessoas.
submersas
apoio nas bordas internas das piscinas na
Arquibancada
rampas
acesso de pessoas com cadeiras de rodas.
Devem estar no mínimo 1,00m de distância
considerado 0,30m2/pessoas
antecâmara ou anteparo.
lotação
Setor para público em pé
lavatório e uma chuveiro a cada 20
de
do lote vizinho quando forem descobertas.
transferência,
1,20 m.
considerado 4m2/pessoas.
considerado 7m2/pessoas
cálculo
de
piscinas com profundidade máxima de
Quadras e campos Para
bancos
submersos,
equipamentos
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de
de
com no máximo 8,33% de inclinação ou
Guararema
SETOR ADMINISTRADTIVO
O acesso da piscina deve ser garantido através
de uso público quanto na área esportiva.
antecâmara ou anteparo.
Deve ser considerado uma bacia, um lavatório e uma chuveiro a cada 20
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
até 200 pessoas deve ser utilizado uma
Sanitários
instalações sanitárias.
Os tanques devem ter revestimento interno de material resistente, liso e impermeável.
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
A declividade do fundo do tanque, em
qualquer parte da piscina, não poderá ter mudanças bruscas; e, até 1,80 m de
As piscinas devem observar o afastamento
destinado a ventilação do compartimento.
O tanque deve manter afastamento de
imóvel.
Em todos os pontos de acesso à área do
OFICINAS DE ESTUDO
Sanitários
Deve ser considerado uma bacia, um
tanque é obrigatória a existência de lava-
lavatório e uma chuveiro a cada 20
pés, com dimensões mínimas de 2,00 m x
pessoas.
SETOR EXPOSITIVO
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de
Os vestiários e instalações sanitárias devem de 1 para cada 60 homens.
0,30m2/pessoas
pelo
menos
As
bacias
chuveiros
na
sanitárias
devem
estar
ser
considerado
Para
cálculo
de
lotação
deve
ser
considerado 4m2/pessoas
Iluminação e ventilação
Dever no mínimo 1/5 da área do piso,
Para área de público em sentado o
sendo que no mínimo metade deve ser
cálculo de lotação deve ser considerado
destinado a ventilação do compartimento.
Sanitários
Sanitários
Deve ser considerado uma bacia, um
Deve ser considerado uma bacia e um
lavatório e uma chuveiro a cada 20
utilização antes ao chuveiro
lavatório a cada 20 pessoas, sendo que
pessoas.
Os chuveiros devem estar localizados de
até 200 pessoas deve ser utilizado uma
forma obrigatória sua utilização antes da
bacia para cada 50 pessoas; e acima de
entrada dos banhistas da área do tanque.
200 pessoas, acrescentar uma bacia para
A área do tanque será isolada por meio de
cada 100 pessoas.
divisórias
deve
1,00m2/pessoas
localizadas em local que facilite sua
Guararema
Para área de público em pé o cálculo de lotação
Os vestiários e instalações sanitárias devem
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de
conter pelo menos mictórios na proporção
proporção de 1 para cada 40 banhistas.
Guararema
para cada 40 mulheres.
conter
Área iluminante deve ser de o mínimo 1/5 da área do piso
Os vestiários e instalações sanitárias devem lavatórios de 1 para cada 60 homens e 1
Iluminação
conter pelo menos bacias sanitárias e
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado de São Paulo
2,00 m e de 0,2 m de profundidade útil.
Dever no mínimo 1/5 da área do piso, sendo que no mínimo metade deve ser
mínimo de 1,50m de todas as divisas do
profundidade equipara-se à piscina.
profundidade, não será maior do que 7%. pelo menos 1,50m das divisas.
O espelho d'água com mais de 0,50m de
CINEMAS, AUDITÓRIOS E SIMILARES
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
Iluminação e ventilação
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, Plateia
Guararema
49
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Ter garantido no mínimo um assento
As portas deverão ter vão livre de 1cm por
companheiro ao lado de cada espaço
o desnível deve ser vencido através de
reservado para pessoa com deficiência e
rampa com largura mínima de 0,90m, com
dos assentos destinados às P.M.R. e P.O.;
inclinação de 16,66% para vencer desnível
e deverão apresentar lances retos de 16
A distância mínima para a localização dos
de até 0,60m, ou inclinação de 10% para
degraus
espaços para P.C.R. e os assentos para P.M.R. e
desnível superior a 0,60m e conter guia de
patamares de no mínimo 1,50m
obesos deve ser calculada traçando-se um
balizamento. Sendo que essa rampa pode
ângulo visual de no máximo 30° a partir do limite
ser
superior da tela até a linha do horizonte visual,
eletromecânico.
com altura de 1,15 m.
Os assentos para P.M.R. e P.O. devem estar
equipamento
As escadas terão largura mínima de 1,50m no
máximo,
sendo
o
17º
Quando o número de pessoas for superior a 150, deverá aumentar a largura da escada para 0,008 por pessoa excedente.
Os degraus das escadas não terão pisos inferiores a 0,30m e espelhos superiores a
localizados junto aos corredores e de
deve ser acessível, caso haja um camarim
0,16m.
preferência
apenas, ele deve ser unissex, caso haja
nas
fileiras
contíguas
às
passagens transversais.
sanitário
O espaço destinado para o assento para
recomendações conforme a do vestiário
PcD deve possuir as dimensões mínimas de
citado acima.
distância de 0,30m de faixa livre do assento posterior e 0,60m do assento
anexo
deve
seguir
as
Será de no mínimo 2 escadas que devem dirigir-se para a saída.
As instalações sanitárias serão de no mínimo uma bacia sanitária para 100
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do
pessoas e um lavatório e um mictório para
Estado de São Paulo
cada 200 pessoas
Auditório
Deverá ter locado na área externa ao
Pé direito de no mínimo 6,00m, podendo
auditório bebedouros na proporção de um
frontal.
ser permitidas reduções até 4,00 m, em
para cada 300 pessoas.
Deve ser previsto um espaço para cão-
locais de área inferior a 250,00m2
guia junto de um assento preferencial, com
dimensões
de
0,70
m
de
comprimento, 0,40 m de profundidade e
por
Camarins
relação ao encosto da cadeira ao lado e
substituída
espectador, sendo o mínimo de 2,00m.
Pelo menos um camarim para cada sexo
0,80mx1,20m e estar deslocado 0,30m em
incombustíveis.
Deve ser assegurado o rápido escoamento
Os corredores de circulação da plateia
segura do edifício.
de 0,70m de altura
NBR 9050/2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
dos espectadores para área externa ou
Deverão ser construídos com materiais
0,30 m de altura deve ter ao mínimo um corrimão central
Caso haja desnível da plateia com o palco
Espaços destinados para P.C.R
espaço.
As portas deverão abrir para o lado de fora do espaço
Palco
Até 25 assentos deve ser destinado 1 De
26
até
50
assentos
devem
ser
devem
ser
destinados 2 espaços.
De
51
até
100
assentos
destinados 2 espaços.
50
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
De 101 até 200 assentos devem ser
200 pessoas, acrescentar uma bacia para
destinados 4 espaços.
cada 100 pessoas.
De 201 até 500 assentos devem ser
De 501 até 1000 assentos devem ser
Execução, Manutenção e Utilização de Obras e
face anterior do encosto imediatamente à frente
destinados 10 espaços, mais 1% do que
Edificações
(ou atrás), não deve ser inferior a 1,00 m.
Acima
de
1000
assentos
devem
ser
Até 25 assentos deve ser destinado 1 De
26
200
assentos
devem
ser
destinados 1% do total de assentos. de
1000
assentos
devem
ser
em ambos os lados.
relação a visão direta para o centro da tela de
Os assentos devem ter no máximo 8
projeção.
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de
Quando
se
tratar
A borda inferior do feixe de projeção deve se situar a uma altura mínima de 1,90m.
de
corredores
ESTACIONAMENTO
Deve haver vão livre entre o assento e o
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
0,50 m.
exceder 1000.
das laterais não devem ser maior que 15º com
encosto do assento fronteiro de, no mínimo
destinados 10 assentos, mais 0,1% do que
assentos em fila, quando tiverem corredor
filas de assentos.
De 201 até 1000 assentos devem ser Acima
O ângulo de visão dado pelo centro da poltrona
transversais devem dispor de no máximo 14
destinados 1 assento.
em um único lado.
até
Os assentos devem ter no máximo 16
assentos em fila, quando tiverem corredor
assento.
O espaçamento entre as poltronas, medido da face anterior de um determinado encosto até a
Assentos Destinados para P.M.R. e P.O.
Serem Obedecidas no Projeto, Licenciamento,
exceder 1000.
a 0,125m mais alta que a poltrona da frente.
Lei Nº 11.288/1992 Regras Gerais e Específicas a
destinados 15 espaços, mais 0,1% do que
As fileiras em sequência devem estar no mínimo
destinados 2% do total de assentos.
exceder 500.
As vagas de estacionamento de idosos
NB 1186/1988 Projetos e Instalações de Salas de
devem ser posicionadas o mais próximo
Projeção Cinematográfica
possível da entrada
A relação entre a distância (D) da tela com a
As vagas de estacionamento para PcD
Guararema
face do encosto da poltrona mais afastada e a
deve contar com espaço adicional de no
Para cálculo de lotação será considerado
largura (L) da tela deve ser menor ou igual a 2,9,
mínimo 1,20m, podendo ser compartilhado
0,80m2 por pessoa,
para isso, deve-se seguir a seguinte equação
um único espaço por duas vagas
Sanitários
D/L≤2,9.
As vagas de estacionamento para PcD
A face posterior do encosto da poltrona mais
deve estar locado no máximo a 50m de
lavatório a cada 20 pessoas, sendo que
próxima à tela deve se situar a uma distância
distância da edificação ou do elevador de
até 200 pessoas deve ser utilizado uma
mínima (D mín) igual a 60% da largura (L) da tela
acesso
bacia para cada 50 pessoas; e acima de
(Dmín=0,6xL).
Deve ser considerado uma bacia e um
51
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
O estacionamento deve garantir faixa de
dimensionada de forma a comportar, no
COBERTURAS
circulação de pedestre de no mínimo
mínimo, 3% da capacidade total de
1,20m até o local de interesse.
vagas.
Lei Nº 13.146/2015 Lei Brasileira de Inclusão da
Pessoa com Deficiência
vagas
de
veículos
deve
Deverão ser de material impermeabilizante e mau condutor de calor
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema
ser
O beiral cuja projeção no plano horizontal
deficiência com comprometimento de
dimensionada conforme o total de metros
avance no máximo 0,60m sobre as linhas
mobilidade igual a 2% do total de vagas,
construídos, sendo 1 vaga para cada
dos recuos de frente, laterais e de fundo.
garantida, no mínimo, uma vaga.
50m2, onde deve ter no mínimo três vagas.
Rebaixamento
de
guia
poderão
necessário
pavimentos.
uma
vaga
de
carga
e
solicitados quando haver o acesso de
3,50mx15,00m, observando no mínimo uma
veículos ao imóvel, sendo que será admito
vaga. mínimas para motocicletas, onde não
obrigatório ter 2,00m de guia levantada.
devem ser computadas no cálculos total
A faixa de circulação interna de veículos
de vagas.
A faixa de circulação de veículos deve ter de trafego. As rampas de uso exclusivo para veículos
devem apresentar declividade máxima de 20%.
construída
em
um
dos
O beiral poderá avançar até 0,20m sobre o poço de iluminação.
CONSTRUÇÕES GERIAS
NBR 9050/2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
As vagas devem ter dimensões mínimas de 2,50mx4,50m.
área
Será necessário 10% do total de vagas
imóvel, sendo que a cada 10,00m é
Beirais acima de 0,60m serão computados como
descarga com dimensões mínimas de
A cada 100 vagas de veículos será
ser
largura mínima de 2,75m em cada sentido
As
ficar
admitida tal atividade no logradouro.
deve ter altura mínima de 2,40m
deverá
acessos de circulação de pedestres para
o rebaixamento de até 2/3 da testada do
imóvel
estacionada dentro do terreno, não sendo
Guararema
no
Devem ser reservadas vagas próximas aos
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de
de São Paulo
A frota de veículos de uso da atividade exercida
veículos que transportem pessoa com
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do Estado
Portas
Portas em sequência é necessário um
As vagas para motocicletas devem ter
espaço de transposição com um círculo
dimensões mínimas de 1,00x2,00m
de 1,50m de diâmetro que não interfira na
Todas as vagas devem ser demarcadas
abertura das portas ao mesmo tempo
em projeto.
Distância de 0,60m da parede até a
A área de estacionamento descoberta
maçaneta da porta para aberturas no
Devem dispor de área de acumulação,
deve apresentar piso drenante e ser
sentido oposto ao deslocamento
localizada
arborizada, quando seu pavimento se
controle
entre de
o
alinhamento
entrada
dos
e
o
veículos,
apoiar diretamente no solo.
52
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Distância de 0,30m da parede até a
de até 10m de comprimento, poços e
nas áreas que não sejam de cozinhar,
maçaneta da porta para aberturas no
saguões de elevadores.
estar, ensino, leitura e sanitários.
sentido do deslocamento
As portas em setor de esporte devem ter
espaços livre fechados com áreas não
vão livre de no mínimo de 1,00m
inferiores a 6,00m2 e dimensão mínima de
iluminados
Em sanitários/banheiros/vestiários as portas
2,00m; e espaços livres abertos nas duas
profundidade
devem ter no lado oposto da abertura um
extremidades
delas
iluminante for maior que três vezes seu pé
puxador horizontal
(corredores), entre corpos edificados, de
direito, incluída na profundida a projeção
altura não superior a 4,00m.
das
As paredes com vãos de iluminação,
coberturas.
Reservatórios de água
Devem
permitir
ventilação o
fácil
acesso
para
insolação
uma
devem
um
ter
distância mínima do outro corpo edificado h²/4
(onde
Não
serão
considerados os
saliências,
insolados
compartimentos a
partir
da
alpendres
ou cuja
abertura
ou
outras
Lei Municipal 2636/2009 Código de Obras de Guararema
Possibilitar o esgotamento total.
h=altura da parte mais alta do prédio até
desnível não serão considerados o último
Ter cobertura adequada.
o piso do pavimento térreo).
pavimento quando for de uso restrito do
Ter superfície lisa, resistente e impermeável.
As paredes com vãos, ou sendo um dos
penúltimo
lados corredores, junto a divisa do lote ou
máquinas, piso técnico de elevadores, caixa d'água e barrilete.
Pé-direito
equação:
da área de iluminação natural.
equivalente
a
em qualquer caso de no mínimo metade
inspeção e limpeza.
Em pavimentos térreos mínimo de 3,00m.
entre corpos edificados, de largura maior
Em
ou h/6, com no mínimo 2,00m de distância.
pavimentos
superiores
mínimo
de
2,70m.
Em outros locais de trabalho, 3,00 m
ventilação forçada de compartimentos
podendo ser permitidas reduções até 2,70
sanitários.
Todo compartimento devem dispor de abertura
comunicando-o
diretamente
com o exterior, excetuam-se os corredores
ou
destinado
a
casa
de
O pavimento superior quando em balanço de árvores, postes, luminárias, placas e
admitida
Insolação, Iluminação e Ventilação
No cômputo dos andares e no cálculo do
deverá ter no mínimo 0,90m de distância
Em garagens mínimo de 2,30m.
Em qualquer tipo de edificação será
m, segundo a atividade desenvolvida.
e
em
de
A área de ventilação natural deverá ser
pavimento e de até 4,00m de altura com
ou
prédios
0,80m
em
quaisquer
compartimentos
Decreto Nº 12.342/1978 Código Sanitário do
suficiente
As portas devem ter vão livre de no mínimo
Estado de São Paulo
Concederam-se
a
ventilação
indireta
ou
fiação elétrica.
Molduras, marquises que não constitua
Em casos especiais poderão ser aceitas
área de piso e cuja projeção em plano
ventilação e iluminação artificiais, em
horizontal avance no máximo 0,40m sobre
substituição às naturais.
as linhas dos recuos de frente, laterais e de
Área iluminante deve ser de o mínimo 1/10
fundo.
da área do piso, com no mínimo 0,60m2
53
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Abrigo para lixo, gás, medidores, portão
porta, cabine de força, casa de máquinas isoladas,
portaria
e
guarita
Iluminação e ventilação
poderão
ocupar as faixas de recuos.
Deve ter dimensão mínima de 2,50m com
passagem).
abertura
necessária
para
edifícios
e
edificado (h=altura do corpo edificado já
edifícios com chuveiros automáticos de no
existente).
máximo 55,00m.
deve
dispor
para
a
de
guarda
armazenar
separadamente
os
As
áreas
edificadas
com
mais
de
Nenhuma abertura poderá ser voltada
A distância máxima a ser percorrida em caso de sem
chuveiros
automáticos
e
em
As larguras mínimas das saídas, em qualquer
para a divisa do lote com uma distância
caso,
mínima de 1,50m.
correspondendo a duas unidades de passagem
Poço de iluminação
devem
ser
as
seguintes:
1,10m,
e 0,55m, e para permitir a passagem de macas e
Em edificações com h(altura) máxima de
camas devem ter largura mínima de 2,20m, além
prever sistema de captação de águas
9,00m deve ter dimensão mínima de 2.h/6
disso, devem ter altura mínima de 2,00m.
para reuso.
(onde h=altura total da edificação onde o
As torre de caixas d'água isolada devem
poço irá estar), sendo a dimensão mínima
observar o afastamento mínimo de 1,50m
de 1,50m e área mínima de 6,00m2.
Revestimentos Em
piso
Em edificações com h(altura) maior que de 9,00m deve ter dimensão mínima de
drenante
apenas
sua
área
h²/4 (onde h=altura total da edificação
efetivamente vazada será considerada
onde o poço irá estar), sendo a dimensão
como livre de pavimentação.
mínima de 1,50m e área mínima de
Sanitários
6,00m2.
O percurso real de qualquer ponto da
edificação até a instalação sanitária deve ser de, no máximo, 100,00m.
Nenhuma
mínimo admitido de 1,50m de outro corpo
edificação
de todas as divisas do imóvel.
P=população, e C=capacidade da unidade de
local
A
1.000,00m2 de área construída deverão
destinado a ventilação do compartimento.
emergência deve ser de no máximo 50,00m em
Reservatórios de água
passagem, arredondado para número inteiro,
localizada a menos de h/6, sendo o
resíduos orgânicos dos inorgânicos.
sendo que no mínimo metade deve ser
mínimo de 10,00m.
para
formula N= P/C (onde N=número de unidades de
iluminação e ventilação poderá estar
acondicionamento de lixo, bem como
Dever no mínimo 1/10 da área do piso,
área mínima de 10,00m2 e com pé direito
apropriado
tabela desta norma e utilizando a seguinte
É
obrigatório
todo
instalações sanitárias.
pavimento
9077/2001
Saídas
de
emergência
em
edifícios
conter
NBR
A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observando os critérios adotados nas
54
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
55 55
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Vice -Fotos de b-boys e b-girls em mais de uma década de dança de rua no Brasil. Acessado em: Outubro/2020.
06 - ESQUEMAS ESTRUTURANTES
56 56
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Info Escola - Futsal. Acessado em: Outubro/2020.
PERFIL DO USUÁRIO
Artistas e palestrantes: pessoas que irão realizar
Setor esportivo
apresentações para o público, por meio de peças teatrais, palestras ou outro tipo de apresentação.
Visitação
Moradores em geral: pessoas que habitam nos arredores do edifício que deseje ter lazer com apreciação
de
paisagem
Espectador: pessoas que irão acompanhar jogos
Estudante: crianças a partir de sete anos, jovens,
Área externa(praça)
em
espaços
realizar
apresentações em ambientes abertos, cobertos ou descobertos, para o público em geral
Curiosos:
pessoas
que
desejam
apreciar
a
alguma
forma
de
arte
e
expandir
seus
conhecimentos. Artista: pessoas que produziram peças artísticas que público.
Moradores em geral: pessoas que se interessar em realizar as refeições no Centro Cultural e Desportivo.
Aluno:
estejam realizando atividades no edifício que não desejam se locomover até outra edificação para realização de suas refeições.
com
o
estudantes
de
diferentes
idades
intuito
de
aprender
sob
a
exposição
apresentada. Professores de outas instituições: acompanhantes
Piscina Banhista: pessoas que desejem utilizar seu tempo para relaxar e se divertir. Atleta: pessoas com o intuito de praticar atividades esportivas, aprendendo técnicas sobre determinado
PERFIL DOS FUNCIONÁRIOS E COLABORADORES
Limpeza
Oficina
Auditório Espectadores: pessoas que desejam assistir peças cinema,
esportivas, aprendendo técnicas sobre determinado
de alunos com o intuito de ensinar com exposições
Setor cultural
de
Atleta: pessoas com o intuito de praticar atividades
esporte com o interesse competitivo ou não.
períodos históricos.
sessões
sobre técnicas esportivas de determinado esporte.
livre na piscina como lazer, tendo contato com a água
acompanhados sob responsabilidade de instrutores
Usuários do Centro Cultural e Esportivo: pessoas que
para
esporte com o interesse competitivo ou não.
tem o intuito de exposição para a apreciação do
Restaurante
esportivos
Instrutor: educadores físicos que instruíram aos alunos
Expositivo
com desejam
eventos
acontecendo.
a dia. que
em
interpretação teatral.
exposição que esteja acontecendo para ter o contato
pessoas
arquibancadas
apreciação da competição esportiva que estará
a natureza e outras atividades que acontecem no dia
Artistas:
nas
adultos e idosos que deseje aprender técnicas de
que
proporciona o bem estar, além de ter um contato com
teatrais,
Quadra poliesportiva
palestras
ou
Funcionários da limpeza são pessoas proficientes
Estudante: pessoas com o interesse de aprender
em suas atividades de organização e higienização de
algum tipo de técnica para produção de arte, sendo
todo o Centro Cultural e Desportivo, sendo elas,
ela, desenho, pintura, escultura, artesanato, etc.
ambientes externos ou internos, públicos ou privados,
apresentações em geral, com o intuito de lazer ou
pois todos os espaços devem manter-se higienizados e
aprendizagem.
limpos para todas as atividade que ali seja exercida.
57
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Cozinheiro Chefes de cozinha e auxiliares que irão ministrar
Serviços gerais Pessoas que irão realizar manutenções básicas durante o
funcionamento
conceitos urbanísticos que se pretende aplicar ao
do Centro Cultural
e
Desportivo, realização pequenos reparos em diversos equipamentos ou estruturas que não necessite de grande conhecimento sobre o assunto, como aparar a
como irá funcionar as refeições que serão servidas no restaurante do Centro Cultural e Desportivo, estas pessoas irão realizar a higienização, preparo, cocção e distribuição dos alimentos para as refeições que serão
coordenação, administração, contabilidade, recursos humanos que administrarão o Centro Cultural e Esportivo em todas as suas áreas de atuação.
Professor e instrutor Educadores físicos, artistas ou pessoas com proficiência em algum curso ou oficina que será ministrado no Centro Cultural e Desportivo com o intuito de transmitir o conhecimento por meio de aulas, apresentações e atividades.
Para alcançar os conceitos urbanísticos serão dentro do terreno do Centro Cultural e Desportivo, como por exemplo: no quesito de alargamento das
Nutricionista
Diversos profissionais de diferentes áreas: diretoria,
PARTIDO URBANISTICO utilizados técnicas arquitetônicas que se aplique fora e
oferecidas no edifício.
grama, poda de árvores, troca de lâmpada, etc.
Administrativo
local.
vias conforme a legislação citada nesse trabalho
Pessoa com graduação em nutrição que atua na
(Diretrizes e Premissas), será utilizado apenas o lote do
estrutura do restaurante, verificando se as normas
projeto, não havendo a necessidade da realização de
sanitárias estão sendo cumpridas, acompanha a
desapropriação dos outros lotes, com isso, o tamanho
manipulação e a qualidade dos alimentos, além de
do passeio irá aumentar, gerando a possibilidade do
planejar cardápios, considerando o valor nutricional os
plantio de arvores e canteiros com grama entre o
alimentos e as preferências dos diversos públicos.
percurso do pedestre e do veículo, onde será possível
CONCEITO URBANISTICO
realizar a ligação entre os espaços das arvores com os
Com o baixo nível de itens urbanístico no quesito de infraestrutura o Bairro Colônia, apesar de ter sido
estacionamento nas vias previstos pela legislação. Figura 24 - Projeção do sistema viário imediato ao lote
criado a partir de um loteamento, como quase toda a Região Norte, com projeto aprovado há anos atrás, não contempla aspectos básicos para ser considerado um bom espaço para se viver quando se leva em conta cultura, saúde, educação e segurança.
Médico
O local conta com passeios estreitos e desformes,
Clínicos que realizaram exames dermatológicos,
onde não há um paisagismo, com o mínimo de
rápidos, indolores e relativamente simples nos usuários
arborização, sendo assim, propor o alargamento,
do Centro Cultural e Desportivo que tiverem interesse
melhoramento do sistema de drenagem, arborização
de utilizar a piscina, para prevenção de todos os
e adaptação no sistema viário são os principais
Fonte: Resenha Geral - Começam obras de urbanização da Rua Goés Calmon, 2016.
usuários na transmissão de fungos e bactérias
58
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Com relação a melhoria da permeabilidade do solo, além dos conceitos e partidos utilizados no terreno
aérea que proporcione o acesso expresso a Estrada
itens que transforme o programa em um lugar que
Municipal Benedito Pedro de Oliveira.
instigue o interesse do público.
do projeto do Centro Cultural e Desportivo a calçada
Para isso ser possível, terá como conceito de
Figura 26 - Via elevada
será inteiramente de bloco intertravado, item que já é utilizado em
público para dentro dos ambientes, ou seja, o objetivo
grande parte da Região Central de
é que a pessoa se sinta instigada e acolhida pelo
Guararema, com o propósito da diminuição de
Centro Cultural e Desportivo, onde a sensação de
alagamentos e melhoria da permeabilidade da água
pertencimento a aquele local a faça sentir prazer e
no solo, esse programa do município de realizar em suas
calçadas
delimitando
uma
também
padronização zonas
mais
do
necessidade de participar das atividades propostas
desenho,
seguras
de
pelo programa, podendo chamar de “seu” o edifício
se
caminhar pelo passeio público, onde a cor vermelha sinaliza cuidado, pois o pedestre estará próximo ao
criado. Fonte: Exame - CET testa São Paulo sem Minhocão na Virada Cultural- Guararema, 2015.
leito carroçável. Figura 25 - Piso drenante
PARTIDO ARQUITETONICO Para criação do Centro Cultural e Desportivo
Enfim, o último item no quesito de melhoria do
alcançando os conceitos do programa, serão tidos
sistema viário, será a doação de parte do terreno do
como partidos a utilização grandes espaços abertos,
Centro
a
áreas de lazer em diferente níveis, realizando uma
continuação da Rua Mairiporã, realizando a ligação
sensação de privacidade conforme você adentra o
com a Estrada Municipal Benedicto Pedro de Oliveira,
edifício.
Cultural
e
Desportivo
para
realizar
onde será proposto a alteração do sistema de
Figura 27 - Praça descoberta
itinerários dos ônibus, com a locação de um ponto de Fonte: Google Earth – Rua Inocêncio de Melo Frango -
Outro partido no quesito de melhoria do entorno do
priorização
Centro da
Cultural
Rodovia
e
Desportivo,
Presidente
destinado
a
proporcionar
facilidades
as
pessoas que não possuem autopsiáveis próprios e
Guararema, 2019.
viário
ônibus,
será
Dutra
a
desejam utilizar o complexo.
CONCEITO ARQUITETONICO
para
Para criação do Centro Cultural e Desportivo o
realização do acesso de veículos ao empreendimento
principal conceito será a criação de uma ligação da
para não haver a sobrecarga das vias locais do bairro,
sociedade com a cultura, arte e o esporte, para isso ser
para isso, será realizado um retorno de quem do leste
possível, não deve haver barreiras que impeça o
vem em direção ao prédio, onde torne seu acesso
contato da população com projeto, onde por meio de
mais fácil e rápido, para isso será proposto uma via
Fonte: Cruzeiro do Sul – Sesc inaugura unidade de Sorocaba em Setembro
Além disso, para manter a topográfica e haver menos
59
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
alterações no terreno serão utilizados grandes platôs que serão interligados por circulação vertical, porém ainda serão necessário muros de contenção para criação de vistas panorâmicas do entorno. Proporcionar a iluminação e a ventilação natural do Centro Cultural será uma das prioridades para criar ambientes aconchegantes e bem iluminados, para isso serão utilizados grandes aberturas voltadas para o exterior, onde até mesmo em setores que não será possível manter o ambiente aberto, como no caso da piscina e quadra coberta, será projetado paredes envidraçadas e coberturas com aberturas zenitais que permitam a entrada da iluminação solar. Figura 28 - Piscina sob estrutura envidraçada
Fonte: Facebook – Sesc Sanatana
60 60
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Illion - 5 dicas para iniciar a criança no esporte . Acessado em: Outubro/2020.
PROGRAMA DE NECESSIDADES Quadro 3 - Programa de Necessidades
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CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
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69
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Fonte: Prรณpria autoria, 2020.
70
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
FLUXOGRAMA Figura 29 - Fluxograma geral
Fonte: Prรณpria autoria, 2020.
71
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
07 – TÉCNICAS E SUSTENTABILIDADE
72 72
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Paraná Governo do Estado - Teatro de Comédia estreia com peça indicada ao Pulitzer. Acessado em: Outubro/2020.
ESTAÇÃO COMPACTA DE TRATAMENTO E EFLUENTES É um composto
sistema de tratamento de efluentes por
decantador
anaeróbico
primário,
edificação, impedindo grandes quantidades de calor
isso ser possível há tipos de abertuas, como claraboias,
nos ambientes. Pode ser utilizados os mais diversos
lanternins, domus, shed e outros.
matérias em sua construção, como madeira, metal, concreto e outros.
compartimento anaeróbio para controle de fosforo,
A locação dos brises é de acordo com a incidência
reator anóxico para desnitrificação, reator aeróbico,
solar sobre a fachada, ou seja, de acordo com a
difusores e tanques que podem ou não serem
direção da fachada, sendo ela norte, sul, leste ou
enterrados que atenderam as normas NBR 7229/1993,
oeste, sendo assim, para a fachada norte deve-se
13969/1997 e 12209/2011 conforme necessário. Este
utilizar brises horizontal, para as fachadas leste e oeste
equipamento
verticais e para a fachada sul não há a necessidade
degradam nitrogênio
as e
é
composto cargas
fosforo,
com
processos
orgânicas, realizando
que
removendo a
o
desinfecção,
Figura 32 - Claraboia
da utilização dessa técnica.
Fonte: VivaDecoraBlog - Claraboia, 2018.
Figura 31 - Brise Soleil
garantindo o processo necessário para o sistema de esgotamento sanitário público ou o reuso.
Figura 30 - Estação compacta de tratamento e efluentes
Fonte: Excellent – Brise-soleil: ele está de volta, 2017. Fonte: Águas Claras – Estação de Tratamento de Esgoto – ETE Compacta. Acessado em Outubro/2020.
ILUMINAÇÃO ZENITAL BRISES-SOLEIL É uma técnica criado para impedir a incidência
Proporcionar a iluminação por meio de aberturas na cobertura das edificação é uma forma extremamente viável de permitir maior claridade no ambiente, para
direta da radiação solar sobre o interior de uma
73
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
09 – MATERIAIS E ACABAMENTOS
74 74
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
PISOS DRENANTE
Figura 34 - Vidro de proteção solar
Figura 35 - Painel Solar
São placas a base de concreto que permitem a permeabilidade
da
água
da
chuva
no
solo,
alcançando as camadas subterrâneas da terra, dando continuidade ao ciclo natural da água, além de diminuir
o
risco
de
alagamentos
e
o
descarte
inadequado dessa água. Figura 33 - Piso drenante
Fonte: AECweb – Vidro de proteção Solar. Acessado em
Fonte: BlueSol – Painel Solar. Acessado em Outubro/2020
Outubro/2020
PAINEL SOLAR Equipamento composto por células fotovoltaicas
Fonte: Tijoles – Piso Drenante Placa Natural. Acessado em
responsável por converter a luz do sol em energia
Outubro/2020
elétrica, ou seja, com a exposição dessa placa a
VIDRO DE PROTEÇÃO SOLAR
radiação solar direta é gerado energia que ajuda na
Controlam a incidência de luminosidade no
alimentação do edifício, diminuindo os gastos e
vidro, ou seja, o calor é bloqueado pela contenção
ajudando o meio ambiente, por se tratar de um
dos raios infravermelhos, diminuindo a temperatura no
equipamento extremamente sustentável.
ambiente,
logo,
diminuindo
a
necessidade
da
utilização de ar condicionado.
75
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
Fonte: Paraná Governo do Estado - Livro sobre a trajetória do escultor Espedito Rocha é lançado no MON. Acess
10 - CONCLUSÃO
76 76
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Agência Olímpica - Natália Gaudio é bronze na ginástica rítmica em Lima. Acessado em: Outubro/2020.
CONCLUSÃO
Pompeia, criado há muitos anos, exemplifica o poder de um projeto bem elaborado, que eleve e supra
O trabalho apresentado buscou expor itens de extrema importância para criação de um Centro Cultural e Desportivo, desde conceitos, sendo eles os principais norteadores para o projeto, cultura, arte, esporte, teatro e restaurante. Para isso foi necessário
todas as expectativas para um edifício desse porte, o arquiteto e urbanista que se dedica realmente criar um ambiente cultural, tem a capacidade de modificar por completo a área em que será implantado. Enfim, a conclusão desse trabalho é que depois de
realizar a definição e seus aspectos históricos, além de
estudos
descrever quais serão os principais tipos que estarão
necessidade de um Centro Cultural e Desportivo na
presentes no programa. Sendo assim, como por
Região Norte do município Guararema, pois, sua
exemplo, apresentar o que é cultural e arte, deixou
implantação
claro que a diversidade é uma das bases do
diversas atividades ao público local, frisando que é
programa, onde a pluralidade de itens que deve ser
uma área esquecida, porém de extrema importância
proporcionado ao público é de suma importância
para a cidade. Sendo assim, proporcionar cultura e
para atrair todo o tipo de pessoas, como por exemplo,
esporte para essa população apenas acarretará em
não há como inaugurar o edifício com uma exposição
ótimos aspectos para o desenvolvimento pessoal de
sobre arte cubista para uma população que em sua
cada um, maior foco desse trabalho.
e
pesquisas
no
bairro
apenas
deixou
Colônia
irá
nítido
a
proporcionar
não teve o contato básico com a arte, não haverá a sensibilidade crítica para a apreciação de tal, mas há como instigar os espectadores com exposições de obras do seu cotidiano, até alcançar um senso que entenda e aprecie uma arte mais clássica. No processo de pesquisas e entendimento do funcionamento de um Centro Cultural e Desportivo os estudos de casos e as visitas técnicas realizadas foram imprescindíveis para aprender mais sobre o tema, dando ênfase ao programa Sesc que engloba tanto a arte, como o esporte em suas dependências, ele apresenta há décadas eficiência na relação entre instituição e público, tendo como exemplo o Sesc
77 77
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA Fonte: Agência Brasil – Ginástica rítmica ganha ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima. Acessado em: Outubro/2020.
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81
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
11 - projeto
82 82
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
+618
RUA MARIA FRANÇA SARDINHA 122.70
34.10
VEGETAÇÃO EXISTENTE
+634
+633
+632
+631
+630
+629
+628
+627
+626
+625
+624
+623
+622
+621
+620
+619
LEGENDA
A
EDIFICAÇÃO À DEMOLIR
635 CURVA DE NÍVEL
C
LEGENDA
4
VEGETAÇÃO EXISTENTE
EDIFICAÇÃO À DEMOLIR
.4
C
B
24.82
78
B
PEDRO DE O T IC D E IPAL BEN IC N U M A D 188.79 ESTRA
OLIVEIRA
61.38
A
41.7
0
N
635 CURVA DE NÍVEL
59.28
LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO NATURAL 1:750
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:
ESCALA:
LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO - PERFIL NATURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
1:750
ALUNO:
RGM:
FOLHA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES
11162500653
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
CELSO LEDO MARTINS
TCC II
01
DE OLIVEIR O R D E P O BENEDICT
A
61.38
+634
+632
+631
+630
+629
+628
34.10
+627
+626
+625
+624
+623
+622
+621
+620
+619
122.70
+633
+618
RUA MARIA FRANÇA SARDINHA
632.00
ICIPAL
D
+623.35
MUN ESTRADA
LEGENDA VEGETAÇÃO A MANTER .4
4
635 CURVA DE NÍVEL 24.82
MURO DE CONTEÇÃO
78
D
+625.00
188.79
628.50
41.7 0
N 59.28
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:
ESCALA:
LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO - PERFIL PRETENDIDO TEMA:
LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO PRETENDIDO 1:750
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA
1:750
ALUNO:
RGM:
FOLHA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES
11162500653
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
CELSO LEDO MARTINS
TCC II
02
+631.00
+630.00
+629.00
+628.00
+625.00
+626.00
+620.00
+619.00
+631.00
+630.00
+629.00
+628.00
+627.00
+626.00
+625.00
+624.00
+623.00
+622.00
+621.00
+620.00
+631.00
+630.00
+629.00
+628.00
+627.00
+626.00
+625.00
+624.00
+623.00
+622.00
+621.00
+619.00 +620.00
CORTE AA 1:750
CORTE BB 1:750
CORTE CC 1:750
LEGENDA
CORTE
CORTE DD 1:750 ATERRO
MURO DE CONTEÇÃO
TÍTULO:
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES ESCALA:
LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO - CORTES TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO EM GUARAREMA ALUNO: RGM:
BRUNO RAFAEL ANTUNES 11162500653
ORIENTADOR: MATÉRIA:
CELSO LEDO MARTINS TCC II
1:750
03
+634.00
+633.00
+632.00
+631.00
+630.00
+629.00
+628.00
+627.00
+626.00
+625.00
+624.00
+623.00
+622.00
+621.00
+620.00
+619.00
1
PASSEIO ESTACIONAMENTO ESTACIONAMENTO
RUA MARIA FRANÇA SARDINHA SAÍDA DE VEÍCULOS AO ESTACIONAMENTO +7,50
ESTACIONAMENTO DESTINADO À ONIBUS
PASSEIO
PASSEIO
CAIXA D'ÁGUA 50.000L
S
OS UL NT O C Í E V E AM E N D IO S O AC -0,30 S T E S S AC O E A
RA i=2 M PA 0%
19,63
DEPÓSTO DE RESÍDUOS E RELÓGIO GERAL
2
+3,40
PASSEIO PA M % RA 8.80 i=
ESPAÇO PARA EMBARQUE E DESEMBARQUE DE PESSOAS
+3,40
ESTRADA MUNICIP
PRAÇA DESCOBERTA ACESSO AO SETOR ESPORTIVO
PA
SS
EIO
D DICTO PE
ACESSO AO SETOR CULTURAL -2,00
ACESSO AO SETOR CULTURAL
AL BENE
27,19
+0,00
LIV RO DE O
+6,95
SA PAS
A REL
ESPELHO D'ÁGUA
PRAÇA DESCOBERTA +3,40
EIRA 18,60 94,24
MINI ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO
PASSEIO
O NAMENT ESTACIO
O NAMENT ESTACIO PASSEIO
14,77
43,19
ACESSO AO SETOR DE SERVIÇO
ÍNDICES URBANISTICOS ÁREA DO EXIGIDOS CONTABILIZADOS TERRENO TO 60% 31.290,20 M² 12,57% ÁREA CA 1,80 0,27 CONSTRUÍDA IE 3,00 0,45 TP 25% 73,70% 8.735,42M²
IMPLANTAÇÃO ESC: 1 : 500
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
IMPLANTAÇÃO TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 500
04
E
RAMPA i=8,33 -1,52
S
RAMPA i=8,33
S
-1,16
1
RAMPA i=8,33
PASSEIO
-0,80 RAMPA i=8,33
-0,44
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
S
RAMPA i=8,33
S
+0,00
-0,08
BRISE SOLEIL
S
S PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
ACESSO PRINCIPAL +0,00
DML
RECEPÇÃO
SANIT. PCD FEM.
PASSEIO
SANIT. PCD MASC.
SALA DE EXPOSIÇÕES
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
ELEVADOR
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
CIRCULAÇÃO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
CAMARIM FEMININO
VEST. PCD FEM.
VEST. FEM.
VEST. PCD MASC.
VEST. MASC.
2
S
SALA DE LUZ E SOM
RESTAURANTE
COXIA
PLATÉIA
PALCO
S
CIRCULAÇÃO
RAMPA i=8,33
SAÍDA DE EMERGÊNCIAS
CAMARIM MASCULINO
02
03
04
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
-1,50
S
01
-1,35
-1,20
-1,05
-0,90 05
-0,75 06
-0,60 07
-0,45 08
09
-0,15 10
11
BRISE SOLEIL
DEPÓSITO DE ALIMENTOS CONSUMIDOS
-0,30
F
+0,00
F
DEPÓSITO/DML
-1,65
+0,00
BALCÃO DE ATENDIMENTO
FOYER
S 1 2 3 4 5 6 7 8 1011 FILA PARA BILHETRIA
D
FILA PARA BOMBONIERE
DML
DML
SANIT. PCD MASC.
SANIT. MASC.
RAMPA i=8,33
RAMPA i=8,33
BILHETERIA
D
-1,04
SANIT. PCD FEM.
ELEVADOR
-0,29
SANIT. FEM.
CIRCULAÇÃO
CIRCULAÇÃO
D
RAMPA i=8,33
BOMBONIERE
SANIT. MASC. SANIT. PCD SANIT. PCD MASC. FEM.
CIRCULAÇÃO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PLATAFORMA DE ALIMENTOS
10 9 8 7 6 5 4 3 2 1
21
SANIT. FEM.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO
ACESSO DE FUNCIONÁRIOS
PLANTA DE LAYOUT DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N E
TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA LAYOUT DO PAV. TÉRREO - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
05
E
BRISE SOLEIL
1
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
DML
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PASSEIO
SANIT. PCD FEM.
SANIT. PCD MASC.
VAZIO DO MEZANINO
SALA DE EXPOSIÇÕES
ELEVADOR
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
+3,50
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA SAÍDA DIRETA DA COZINHA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PASSEIO
PREPARO
HIGIENIZAÇÃO DE CARNES
COCÇÃO
CÂMARA FRIA DE CARNES
2
COZINHA +3,50
MONTAGEM
CIRCULAÇÃO
CÂMARA FRIA DE LEGUMES E VERDURAS
VAZIO DO AUDITÓRIO
F CÂMARA FRIA DE FRUTAS
DEPÓSITO DE RESÍDUOS TEMPORÁRIO
HIGIENIZAÇÃO DE FRUTAS
HIGIENIZAÇÃO DE UTENSILIOS
HIGIENIZAÇÃO DE VERDURAS
ARMAZENAMENTO DE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS
PLATAFORMA DE ALIMENTOS A SEREM RECOLHIDOS
DISTRIBUIÇÃO
SALA DA NUTRICIONISTA
CIRCULAÇÃO +3,50
+3,50
COPA
CIRCULAÇÃO
ELEVADOR
ADMINISTRAÇÃO
COORDENADORIA
DIRETORIA
SALA DE REUNIÕES SANIT. MASC.
VEST. MASC.
VEST. FEM. VEST. PCD FEM.
VEST. PCD. MASC.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
SAÍDA DE EMERGÊNCIA
DML
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
E
PASSEIO
PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
SANIT. PCD FEM.
DML
PASSEIO
SANIT. PCD MASC.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PASSEIO
PLATAFORMA DE ALIMENTOS A SEREM DISTRIBUÍDOS
ESPAÇO DESTINADO AO PCD
PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
BRISE SOLEIL
ARMAZENAMENTO UTENSILIOS
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
F
SANIT. FEM.
PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PASSEIO
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N PLANTA DE LAYOUT DO PRIMEIRO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA LAYOUT DO 1º PAV. - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
06
E
BRISE SOLEIL
1
PASSEIO
PASSEIO
DML
PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
SANIT. PCD FEM.
SANIT. PDC MASC.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
21
ELEVADOR VAZIO DO MEZANINO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
2
PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
ACESSO Á PASSARELA DESCOBERTA
+7,00
SALA DE EXPOSIÇÕES
F
F
ESPAÇO DESTINADO AO PCD
PASSEIO
BRISE SOLEIL
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
+7,00
DML
SANIT. PCD MASC.
SANT. MASC.
ELEVADOR OFICINA
OFICINA
OFICINA
OFICINA
OFICINA SANT. MASC.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
SANT. PCD. FEM.
SANIT. PCD FEM.
SANT. PCD. MASC.
SANIT. FEM.
SANT. FEM.
21 20 19 18 17 16 15 14 13 12
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
PASSEIO
21 +7,00
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
DML CIRCULAÇÃO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PASSEIO
CORREDOR DE EXPOSIÇÕES
11
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO
PASSEIO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PASSEIO PASSEIO
E
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
PLANTA DE LAYOUT DO SEGUNDO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
ESCALA:
PLANTA LAYOUT DO 2º PAV. - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
07
1
BICICLETÁRIO VERTICAL
VAGA DESTINADA A CARGA E DESCARGA
DEPÓSITO NEUTRO
VAGA DESTINADA A CARGA E DESCARGA
ESTACIONAMENTO MOTOCICLETAS
CÂMARA FRIA DE VERGURAS, VEGETAIS E FRUTAS
CÂMARA FRIA DE CARNES
ESTACIONAMENTO
MANUTENÇÃO
COPA
VEST. PCD FEM.
2
VEST. PCD MASC.
SANIT. FEM.
DML
CASA DE MÁQUINAS DA PISCINA
VEST. FEM. SANIT. PCD FEM.
SANIT. MASC.
SALA DE DESCANSO GUARDA VOLUMES
CIRCULAÇÃO +3,50
MESAS PARA JOGOS
ACESSO PRINCIPAL AO SETOR ESPORTIVO
PROJEÇÃO DA PISCINA
G
SANIT. PCD MASC.
SALA DE JOGOS DE MESAS
BRISE SOLEIL
+3,45
ELEVADOR
G
SANIT. FEM.
ATERRO
VEST. PCD FEM.
+3,50
SALA MULTIUSO
VEST. PCD. MASC.
BARRA DE APOIO h=1.20m
CAMA ELÁSTICA
BARRA DE APOIO h=1.20m
SALA MULTIUSO
BARRA DE APOIO h=1.20m
PROJEÇÃO DA PISCINA
SALA MULTIUSO
VEST. MASC.
GUARDA VOLUMES
SANT. MASC.
PLANTA DE LAYOUT DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA LAYOUT DO TÉRREO - S. ESPORTIVO TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
08
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
1 PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
VEST. FEM.
GUARDA VOLUMES
VEST. PCD. FEM.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
SANT. FEM.
QUADRA POLIESPORTIVA COBERTA
QUADRA POLIESPORTIVA DESCOBERTA
+7,00
SOLÁRIO VEST. PCD. MASC.
SANT. MASC.
VEST. MASC. +7,00
2
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
GUARDA VOLUMES
ESCADA TIPO MARINHEIRO DE ACESSO AO PAVIMENTO TÉCNICO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA SANT. FEM.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
DML
VEST. FEM. SANT. PCD FEM.
ELEVADOR
SANT. PCD MASC.
G
SALA DE DESCANSO +7,00
GUARDA VOLUMES
G
SANT. MASC.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA BRISE SOLEIL
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
SANT. FEM. PISCINA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
VEST. PCD. FEM.
VEST. PCD. MASC. CIRCULAÇÃO PISCINA
ACESSO A ÁREA DA PISCINA
CIRCULAÇÃO
+7,00
VESTIÁRIO PCD SALA DE ESPERA DO CONSULTÓRIO MÉDICO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
CONSULTÓRIO MÉDICO
CIRCULAÇÃO
SALA DE EMERGÊNCIAS
SALA DOS INSTRUTORES
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
COPA
DEPÓSITO/DML
VEST. MASC.
GUARDA VOLUMES
SANT. MASC.
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PLANTA DE LAYOUT DO PRMEIRO PAVIMENTO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA LAYOUT DO 1º PAV. - S. ESPORTIVO TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
09
QUADRO DE PORTAS E
-1,52 -1,58
RAMPA i=8,33
S
-1,16 -1,21
-2,00 -2,05 SOBE PARA O SETOR CULTURAL ESPELHO =16,66CM
-0,80 -0,85 6,71
RAMPA i=8,33
S
0,15
1,54
0,15 0,500,15
0,15
1,54
0,50
ACESSO PRINCIPAL
+0,00 -0,15
S
3,05 m²
3
3
1
3
3
DML
2,00 m²
P2 P2
1,53
DIMENSÕES (MM)
BRANCA
NÃO SE APLICA
BRANCA
NÃO SE APLICA
BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA
300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA
19,57 m²
SANIT. PCD MASC.
SANIT. MASC.
4,20 m²
4,18 m² 3
3
3
1
+0,00 -0,05
3
1
1
J1
J1
1
3
1
3
+0,00 -0,05
RAMPA i=8,33
J1
J1
J1
-0,29 -0,34
0,15 0,15 0,15 1,00 0,63 0,39 1,00 0,390,39 1,00 0,40 0,63 1,00
3,25
0,15
-0,10 -0,25
J2
1,78
0,15
1,79
0,15
0,15 0,10 1,00 0,63 0,88
3,25
0,15
4,30
0,15 1,41
5,28
0,15
120X300 120X300
CINZA
NÃO SE APLICA
J2
J2
J2
J2
PELE DE VIDRO J2
J2
J2
J2
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
DEPÓSITO/DML 5,96 m²
3
J2
J2
J2
J2
J2
0,15 0,20
0,15 0,20 0,20
2,30
0,20 0,15
2,60
-1,65 -1,70 ESPAÇO DESTINADO AO PCD
DESCE PARA O TÉRREO ESPELHO=16,5CM
P7
P2 4,23 m²
3
1
SANIT. MASC.
BOMBONIERE
1
4,06 m² 1
1
3
1
3
1
J1
1 2 3 4 5 6 7 8 1011
3
J1
3
3
-1,65 -1,70
J1
3
3
1,45
1,45
20,39
1,45
1,45
1,45
1,45
0,11 0,15 1,48 0,15
56,17
0,15 0,60 3,00
2
0,15 13,85
1
3
1
-1,65 -1,70
1
J1
SOBE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO=16,5CM
10,46 m²
-1,65 -1,70
J1
3
-0,10 -0,25
1
21
2,19 m²
3
3,53 m²
1
DML
1
SANIT. FEM.
P2
3,53 m²
-1,65 -1,70
-1,65 -1,70
CIRCULAÇÃO 3
1
J4
46,14 m²
1
S
P2
P2
+0,00 -0,05
SAÍDA DE EMERGÊNCIA
SANIT. PCD SANIT. PCD MASC. FEM.
10,45 m²
9,64 m²
3
P3
3,27
0,15 0,10 0,15 0,10 0,10 0,15 0,88 0,88 0,52 0,52 0,88 0,10 0,88
2,27
BILHETERIA
1
3
J1
J1
N J1
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
2,70
0,15
3,00
2,70
0,15
3,00
0,15 0,13 1,00 0,15
1,00 3,25
0,13 0,25 0,15 0,25 0,15 0,13 1,00 0,15 1,00 0,25 1,00 0,25 1,00 0,15
1,50
0,15
1,50
0,15
8,74
P3
P7
2
J5
-1,15 -1,20
P2
2
2
1
0,40 0,15 0,15 0,60
J5
2,05
1,45 0,15
F
SAÍDA DE EMERGÊNCIAS
P2
PASSEIO
1,45
J1
2,85
0,15 1,91
2
1
D
RAMPA i=8,33
D
-1,15 -1,20
CAMARIM MASCULINO
2,05 -1,65 -1,70
SOBE PARA O 1º PAV. ESPELHO=17,5CM
1
-1,65 -1,70
PASSEIO
0,15 0,60
79,43 m²
240,57 m²
+0,00 -0,05
ACESSO DE FUNCIONÁRIOS
0,15 0,63 1,00
CIRCULAÇÃO
-1,15 -1,20
FOYER
ELEVADOR
1
3
0,15 0,10 1,34 0,88
01 -1,35 -1,40 02
-1,20 -1,25 03
04
-1,05 -1,10
-0,90 -0,95 05
-0,75 -0,80 06
-0,60 -0,65 07
-0,45 -0,50 08
-0,30 -0,35 09
-0,15 -0,20 10
+0,00 -0,05 D
8,78 m²
+0,00 -0,05
BRANCA BRANCA
6,29
P2
PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO
PASSEIO
CIRCULAÇÃO
P2
SANIT. PCD FEM. 3
2,27
P2 J1
0,15
P2
0,15 0,88 0,10
0,150,85
3,03
1
+0,00 -0,05 0,15 0,10 0,10 0,81 0,88 0,88
0,15
P2
+0,00 -0,05
0,15
0,99
1 2
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
0,15 4 1 1 0,10 0,10 0,88 0,88 0,80
1
3
0,15 1,26
DIMENSÕES (MM)
1,00 3,25
0,13 1,00 0,15 0,15
3,12
0,15 0,60 0,15
3
2,27
3
P2
19,64 m²
8,79 m²
RAMPA i=8,33
S
P2
1,30
CIRCULAÇÃO
P2
SANIT. FEM.
-1,70 -1,85
0,15
0,92
0,99
P3
P2 1
1
1
1
3
1
RAMPA i=8,33
3
0,50 0,37 0,88 0,10 0,15
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
DML
4
3
J1
6,94 m²
2
P2
P3
13,31 m²
+0,00 -0,05
1,62 m²
BALCÃO DE ATENDIMENTO
COR
J1
14,71 m²
-1,04 -1,09
1
3
0,99
3,74 3,74
8,47 m²
3
S
P10
DESCE PARA O FOYER ESPELHO =16,5CM
P2
VEST. MASC.
6,61 m²
-1,15 -1,20
2,06
+0,00 -0,95 11
0,30
VEST. PCD MASC.
2
2
-1,15 -1,20
-1,05 -1,10
P3
0,99
4,25 3,71
1,45 0,15
BRISE SOLEIL
2,27
NOME
0,15
2
0,10
0,05 0,83 0,10
2
1
3
-1,15 -1,20
0,100,88 0,51
2
2
0,15
+0,00 -0,05 0,15
1,45
2
2
+0,00 -0,05
J2
J2
6,94 m²
3
1
3
2,60
0,15 2,85 2
1
J2
VEST. FEM.
6,61 m²
0,850,15 0,15 0,15 0,73 0,420,100,99 0,10 0,15
1
2
72,52 m²
-1,15 -1,20
170,15 m²
15,15 m²
2
0,10 0,88 0,52 0,15 1,56
1,45
77,58 m²
1
2
PLATÉIA
-1,50 -1,55
CIRCULAÇÃO
P2
3
2,85
SALA DE LUZ E SOM
183,78 m² 5
J3
1,45 0,15
VEST. PCD FEM.
P4
0,25 0,89 0,15
RESTAURANTE
J2
3
COXIA
91,85 m²
1
0,88
-1,15 -1,20
PALCO
4
2
1
P2
S
3,91
J2
PAREDE DE VIDRO
PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
J2
CÓDIGO
0,15
J3
-1,15 -1,20 1,34 0,10 0,88 0,15
1,91
4,25
0,10 0,15
J2
+0,00 -0,05
1,45
COR
TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO
3,00
0,990,10 0,22 0,15
2
J2
0,15 0,15 PASSEIO
MATERAL
1
1,40 0,15
CAMARIM FEMININO
J2
0,15 0,15 1,41
CÓDIGO
2,85
0,15
14,71 m²
1,45 1,45 1,45 1,45 1,45
4,90
0,15 1,00 0,430,25
5,11 0,15
28,85 38,04
0,15
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15 0,15 1,40 0,40 1,00 1,00 0,60 0,43 1,00
SOBE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO =17,5CM
31,45
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PLATAFORMA DE ALIMENTOS
0,15 0,50 0,151,35 0,15 0,50 1,35 0,15
600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300
0,60
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15 0,30 1,20 1,20 0,30 0,15
36,65
P3
1,45 1,45
J2
2,85 2,70
DIMENSÕES (MM)
3
0,15
F
0,60
COR
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO
J2
J2
MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO
CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA
3 4 5 6 7
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 5,11 1,52
1,45
J2
103 213 6 3 2 7
1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,90 0,60
MATERIAL
15,15
1,34
J2
1,45
ELEVADOR
1,53
J2
1,45
1
5
+0,00 -0,05
DESCRIÇÃO
GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE
0,39
1,45
1
2,32
215,78 m²
0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50
QUANTIDADE
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0,55
J2
DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL
CÓDIGO
2
SALA DE EXPOSIÇÕES
CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES
1,52
2,95
J2
SANIT. PCD FEM.
1
1
3
5
J2
3,05 m²
4,48 m²
1
3
3,09
RECEPÇÃO
P2
J2
6 80 48 1 16 3 4 4 1 1
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO
1
0,10 0,88 0,32 0,18 0,15 0,10 0,88 0,41 0,41 0,88 0,15
1,45
+0,00 -0,05
1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00
0,15
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA P1
SANIT. PCD MASC.
-0,10
+0,00
-0,08 -0,13
0,15
PASSEIO
DESCRIÇÃO
2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11
LARGURA
J1 J2 J3 J4 J5 J6
S
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15 1,39 0,15 1,39 0,15 1,30 0,15
BRISE SOLEIL
1,45
3,28
J2
PASSEIO
1,45
1,45
1,45
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
0,15 1,41 0,15
0,60
3,62
1 0,60
13,61
0,15
CÓDIGO
0,60
0,15
QUANTIDADE
QUADRO DE JANELA
RAMPA i=8,33
-0,44 -0,49
16,25
3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81
RAMPA i=8,33
S
0,60
DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA
P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10
RAMPA i=8,33
S
PRAÇA DESCOBERTA
CÓDIGO
0,15
3,27
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
0,60 TÍTULO:
E
ESCALA:
PLANTA EXECUTIVA DO PAV. TÉRREO - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
PLANTA EXECUTIVA DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
10
QUADRO DE PORTAS DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA
CÓDIGO P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10
1 E
8,83
0,08 +0,00
GUARDA CORPO h=1.20M
1 3
3,05 m²
3 1 3
3,05 m²
3
5,35
ACESSO Á PRAÇA
MATERIAL
COR
DIMENSÕES (MM)
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE
CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA
600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300
CÓDIGO
MATERAL
COR
DIMENSÕES (MM)
1
TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO
BRANCA
NÃO SE APLICA
BRANCA
NÃO SE APLICA
BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA
300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA
36,65 36,50
CÓDIGO
NOME
COR
DIMENSÕES (MM)
1 2
PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO
BRANCA BRANCA
120X300 120X300
CINZA
NÃO SE APLICA
0,60 0,15
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
3
PASSEIO
1
0,15
+3,50 +3,45
J1
J1
0,30 1,00 0,15 0,15 0,60
2,43
0,15 0,15
3
3
1
0,15
J1
2,30 2,60
0,10 0,15
2 PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
0,15 1,51
ARMAZENAMENTO DE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS 3
1
+3,50 +3,45
1,51
27,24 m²
0,15
1
0,15
2,44
2,27
0,15
1
+3,50 +3,45
P2
SANIT. MASC.
P2
10,45 m² 3
3
+3,50 +3,45
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA -0,10 -0,25
PASSEIO 2,57
2,72 2,34
0,15 1,41
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
0,15 1,28 0,15
1,45 26,40
1,45
1,45
1,45
1,48
J1
6,11
0,15 0,13 1,00 0,15
J1
1,00 3,25
SANIT. PCD FEM.
3,53 m²
3
J1
0,13 1,00
3
3
1
3
+3,50 +3,45
J1
J1
0,15
1,50
0,15
1,50
1
0,15 0,50
0,15
3
1
+3,50 +3,45
J1
J1
0,15 0,60 4,63
DESCE PARA O TÉRREO ESPELHO=16,5CM 21
10,46 m²
1
0,15 0,15 0,25 0,25 0,25 0,25 1,00 1,00
3
1,47
3
3,53 m²
+3,50 +3,45
3
PASSEIO
1
SANIT. FEM.
P2
SANIT. PCD MASC.
1
PELE DE VIDRO J2
0,15 1,36 0,15
P2
DML
2,19 m²
P2
19,46 m²
4
SOBE PARA O 2º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM
0,15 1,00 0,21
0,15 0,15 0,15 0,10 0,10 0,10 0,10 0,88 0,88 0,52 0,52 0,88 0,88
ADMINISTRAÇÃO
ELEVADOR
P7
2,05 0,81
P6
1
0,64
DESCE PARA O TÉRREO ESPELHO=17,5CM
1
+3,50 +3,45
2,58
40,11 m²
1
1
J4
4,11
4
J1
0,15 0,22 1,00
SAÍDA DE EMERGÊNCIA
PASSEIO
0,66
3,93
0,81
0,15
ESPAÇO DESTINADO AO PCD
SOBE PARA O 2º PAVIMENTO ESPELHO=16,5CM
P3
3
9,04
1
3
+3,50 +3,45
0,99
0,10 0,15 0,99
13,70
0,10 0,15
P2 P2
1,02 P2
0,88
0,10 0,15
3
1,02
0,15
0,88
1,02
0,88
1,91 0,15 0,15 0,10
P3
0,99
1
3
+3,50 +3,45
J1
0,15 1,00 0,30 0,30
1,41 P3
1,66 P3
3
+3,50 +3,45
J1
F
7,86 m²
6,58 m²
5,20 m²
3
1
2,60
1,46
VEST. MASC.
P3
VEST. PCD. MASC.
+3,50 +3,45
1,30
0,15 0,10 1,39 0,88 P2
5,20 m²
3
3,31
0,22 0,15 P3
1
+3,50 +3,45
1
0,22 0,99
VEST. PCD FEM.
0,14 1,00
0,99
1
CÂMARA FRIA DE FRUTAS
CIRCULAÇÃO
0,910,15
0,15 0,15
0,151,39
2,00
3
0,15
22,09 m²
1
1
+3,50 +3,45
3,81 CIRCULAÇÃO
0,10
0,15
2,70
3
+3,50 +3,45
1,75 0,15
6,57 m²
6,92 m²
3
VAZIO DO AUDITÓRIO
1
3
0,08 0,15
0,15
SALA DA NUTRICIONISTA
3
7,86 m²
3
0,15 0,60
VEST. FEM.
3
CÂMARA FRIA DE LEGUMES E VERDURAS
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
P2
3
0,88
2,33
1
3
+3,50 +3,45
3,21
0,15
0,88
7,96 m²
7,86 m²
3
4,87
0,15 1,45
P2
CÂMARA FRIA DE CARNES
15,72 m²
P2
3,65
0,15
0,10
1
3
P3
DISTRIBUIÇÃO
0,15 0,15
3
0,10
1,62 m²
0,15
P2
DML
0,50 0,37 0,88
1
0,15
0,10 0,10 0,99 0,88 0,15
2,72
P2
3,31 m²
0,10 0,88 0,48 0,48
1
3
PLATAFORMA DE ALIMENTOS A SEREM DISTRIBUÍDOS
0,55
3
0,15
+3,50 +3,45
2,09 0,15 0,41 0,99
0,15
2,66
1,71
3,93
3
3
P3
0,15
PLATAFORMA DE ALIMENTOS A SEREM RECOLHIDOS
8,14 m²
0,99
1
3
HIGIENIZAÇÃO DE VERDURAS 3
0,15 1,41
3
J2
3
3
+3,50 +3,45
0,15
HIGIENIZAÇÃO DE UTENSILIOS 6,98 m²
1
3
+3,50 +3,45 0,10
0,10 0,99 0,15 0,88
BRISE SOLEIL
1,45 0,15 1,41
P5
J2
3
8,14 m²
3
8,62 m²
+3,50 +3,45
HIGIENIZAÇÃO DE FRUTAS
P3
1,82
1
3
P2
1,45
3
DEPÓSITO DE RESÍDUOS TEMPORÁRIO
CIRCULAÇÃO 15,55+3,50 m² 3 3 +3,45 3
P9
P3
P3
0,10 0,10 0,99 0,99 0,15
P5
P3
0,15
1,45
0,15 0,15 0,56 0,50 0,99 0,22
1,50
+3,50 +3,45
P3
1
3
1
3
0,99 0,10
3
+3,50 +3,45
J2
3
9,77 m²
112,87 m² 3
0,15 1,20 0,15
HIGIENIZAÇÃO DE CARNES
1,41 0,54 0,92 0,54 0,99 0,15 0,15 0,10
J2
3,26
2,70
0,15
COZINHA
PAREDE DE VIDRO
1,45 1,45 1,45
J2
9,20 m²
3
0,15
1,91
J2
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
1,45
J2
J2
0,15
MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO
SAÍDA DIRETA DA COZINHA
J2
0,50
103 213 6 3 2 7
1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,60
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO
P3
J2
DESCRIÇÃO
CÓDIGO
3 4 5 6 7
1,22
0,99 0,10
0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50
QUANTIDADE
0,15 0,60
1,45
5,96
DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES
J2
0,08
1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00
2
SOBE PARA O 2º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM
CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 2,58 1,31
1,45 1,45 1,45
SANIT. PCD FEM.
P2
ELEVADOR
1
1
+3,50 +3,45
J2
1,45
1
3
LARGURA
J1 J2 J3 J4 J5 J6
15,15
1
VAZIO DO MEZANINO
J2
0,15 1,39 0,15 1,39 0,15 1,30 0,15
P2
0,10 0,88
SALA DE EXPOSIÇÕES
J2
J2
3,74
CÓDIGO
DESCE PARA O TÉRREO ESPELHO=17,5CM
89,00 m²
1,35 0,15
3
P2
1,45
J2
2,00 m²
SANIT. PCD MASC.
1,45
J2
1,45
0,15 38,04 8,50 0,15 2,80 0,15 2,10 0,15
0,15 0,15
DML
2,95
5,16 m²
3,66
1,54
PASSEIO
0,32 0,25 0,15 0,10 0,88 0,41 0,41 0,88 0,15
1,45
J2
ARMAZENAMENTO UTENSILIOS
1,35 0,23
0,15
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
1,19
0,15 0,15 0,50
2,95
0,60
-0,10
F
2,70
0,15
6 80 48 1 16 3 4 4 1 1
QUADRO DE JANELA
0,50
8,82
0,60 0,15
1,61
1,30
BRISE SOLEIL
1,41 0,15
0,15
DESCRIÇÃO
2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11
0,60
J2
1,45
15,00
16,25
J2
1,45
0,60 0,15
0,60
3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81
QUANTIDADE
J1
0,15 0,13 1,00
0,15
1,00
0,13 0,15 1,00 1,55
3,25
0,15
1,57 3,12
56,17
0,15 0,15 0,60
E
PLANTA DO PRIMEIRO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA EXECUTIVA DO 1º PAV. - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
11
QUADRO DE PORTAS DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA
CÓDIGO P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10
1
3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81
3,05 m²
P2
3
1
1
SANIT. PDC MASC. 3,05 m²
3
1
1
P2
0,08
0,60
COR
DIMENSÕES (MM)
CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA
600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300
MATERAL
COR
DIMENSÕES (MM)
1
TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO
BRANCA
NÃO SE APLICA
BRANCA
NÃO SE APLICA
BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA
300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA
14,55
CÓDIGO
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO CÓDIGO
NOME
COR
DIMENSÕES (MM)
1 2
PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO
BRANCA BRANCA
120X300 120X300
CINZA
NÃO SE APLICA
3
CALHA METÁLICA COR BRANCA
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
J2
SALA DE EXPOSIÇÕES 520,01 m²
J2
1
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
1
+7,00 +6,95
F
J2
0,15 4,00
1,07
4,00
1,15
4,00
1,16
4,00
1,54
4,00
1,51
4,00
1,05
4,00
0,440,15
2,52 3,12
0,15 0,15 0,60
J2
SANIT. PCD MASC.
3
4,19 m²
3
1
3
+7,00 +6,95
J1
SANT. MASC.
3
8,79 m²
3
J1
1
J1
0,15 0,60
1,00
5,18
0,15
1,93
3,25
1,50
P5
0,23 0,28 0,15 1,50
P5
0,15
5,35
0,10 0,10 0,88 0,15 0,88
1
OFICINA
OFICINA
24,65 m²
ELEVADOR
1
1
1
1
+7,00 +6,95
1
1
1
1
+7,00 +6,95
+7,00 +6,95
1
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
1
1
+7,00 +6,95
J2
J2
J2
5,29
0,15 1,41
8,68
0,15
1,45 5,00
1,45
1,45 0,15
1,45
1,45 4,98
1,45
1,45
0,15
0,50
DML
2,19 m² 3
3
1
P2
28,24 m² 1
SANT. MASC.
1
+7,00 +6,95
P2
10,45 m²
3
1
3
J2
+7,00 +6,95
J3
J2
J3
J3
J3
J1
J1
SANT. FEM.
P2
10,46 m²
SANT. PCD. SANT. PCD. MASC. FEM. 3,53 m²
3
PAREDE DE VIDRO
J1
0,15 1,47
0,10 0,10 0,88 0,15 0,88
1,19
P2
OFICINA
24,51 m²
24,77 m²
1
1
OFICINA
OFICINA
24,52 m²
SOBE PARA O PAVIMENTO TÉCNICO ESPELHO=17,5CM
0,15
2,33
P5
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA PASSEIO 3,25
4,05
J1
3
3
1
3
3
1
+7,00 +6,95
+7,00 +6,95
J1
J1
3
1
+7,00 +6,95
3,53 m²
21 20 19 18 17 16 15 14 13 12
0,15
5,03
1,45
1,45 0,15
1,45
1,45 4,98
1,48
0,81 0,15
1,20
1,20 0,20 1,20
0,60 3,00
11 J1
J1
J1
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PASSEIO
1,45
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
9,04
1,50
P5
PASSEIO 0,15 0,30 1,00
3,30
21
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
0,15 0,15 0,95 0,54 1,00 0,390,39 1,00 0,39
0,15
P2
+7,00 +6,95
1
+7,00 +6,95
J1
3
P5
3,20
P2
3,28
+7,00 +6,95
0,15 0,23
J4
0,15
P2
4,19 m²
1
0,15
P2
SANIT. PCD FEM.
+7,00 +6,95
2,27
1
0,88 0,35 0,88
P2
8,78 m²
J1
1,05
19,36 m²
0,88
0,15 0,10 0,80 0,88
P2
3
0,23 0,28 1,50 0,15 1,50
P3
SANIT. FEM. 3
0,15
1
0,92
4,19
DESCE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM
CIRCULAÇÃO
P2 1
6,18
0,15 0,10
3
0,37 0,88 0,15
1,62 m² 3
0,50
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
PASSEIO
DML
0,15 0,11 1,50 0,99
1
1
5,29
P7
3,89 0,50 0,15 0,15 1,35 0,15
ESPAÇO DESTINADO AO PCD
J6
151,94 m²
0,15
2,70
J6
CORREDOR DE EXPOSIÇÕES
1,20 0,15 1,50 1,35 0,15
J6
PASSEIO
J6
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
J6
DESCE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM
J6
0,60
BRISE SOLEIL
1,45 1,45
1
2
PAREDE DE VIDRO
PASSEIO
J2
J2
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
1,45 1,45
J2
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
J2
J2
1,45
MATERIAL
3 4 5 6 7
1
0,15 0,65
MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO
GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE
2
J6
2,70
103 213 6 3 2 7
1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,60
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
CALHA METÁLICA COR BRANCA
0,15
DESCRIÇÃO
J2
F
0,60
0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50
QUANTIDADE
CÓDIGO
3,28
P1
ACESSO À PASSARELA DESCOBERTA
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
5,96
ELEVADOR
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
1,41
1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00
DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES
DESCE PARA O 1º PAVIMENTO ESPELHO=17,5CM
GUARDA CORPO h=1.20M
0,15 1,39 0,15 1,30 0,15
P2
1
CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO
0,15 0,62
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
1,45 1,45
1
SANIT. PCD FEM.
J2
8,83
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
P2
DML
2,00 m² 3
0,32 0,15 0,10 0,88 0,41 0,41 0,88 0,15
1,30 3,34 0,15 0,55 0,88
SOBE PARA O PAVIMENTO TÉCNICO ESPELHO=17,5CM
PAREDE DE VIDRO
1,45 1,45
J2
1,45
J2
1,45
J2
0,15
21
+7,00 +6,95
VAZIO DO MEZANINO
1,54
1,54
0,15 0,10 0,88
BRISE SOLEIL
1,41 0,15 1,45 1,45
PASSEIO PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
J2
1,45
1,45
J2
0,60
4,71
J2
J2
1,45
0,08
J2
1,45
32,74
8,83
PASSEIO
J2
1,45
0,15
0,60 38,04
+0,00 16,25
PASSEIOPROJEÇÃO DA PLATIBANDA
6 80 48 1 16 3 4 4 1 1
2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11
LARGURA
J1 J2 J3 J4 J5 J6
E -0,10
DESCRIÇÃO
QUADRO DE JANELA CÓDIGO
0,60 0,15
QUANTIDADE
PASSEIO 0,15 0,13 1,20 0,31 1,00 9,22
1,00
0,13 0,25 0,25 0,25 0,25 0,13 1,00 0,15 1,00 0,15 1,00 0,15 1,00 0,15 1,50
0,15
1,50
0,15
1,00
0,13 1,00 0,15
3,12
0,15
3,25
0,15
3,12
0,15 0,60
56,17
E
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
PLANTA EXECUTIVA DO SEGUNDO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
ESCALA:
PLANTA EXECUTIVA DO 2º PAV. - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
12
QUADRO DE PORTAS CÓDIGO
DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA
P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10
3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81
51,42 0,15
5,68
1,75
1,65
DEPÓSITO NEUTRO 3
3
+3,50 +3,45
0,88 0,35 0,88 P2
P2
CÂMARA FRIA DE CARNES
CÂMARA FRIA DE VERGURAS, VEGETAIS E FRUTAS
10,15 m²
3
1
3
103 213 6 3 2 7
MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO
1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,60
MATERIAL
COR
DIMENSÕES (MM)
GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE
CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA
600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300
CÓDIGO
MATERAL
COR
DIMENSÕES (MM)
1
TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO
BRANCA
NÃO SE APLICA
BRANCA
NÃO SE APLICA
BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA
300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA
3 4 5 6 7
+3,50 +3,45
1
3
0,15
+3,50 +3,45
0,15
58
45
DESCRIÇÃO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
2
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO
57
46
36 35
27 26
17 16
0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50
QUANTIDADE
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES
10,20 m²
08
DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL
CÓDIGO
1,86 0,15
1,71
3,68
VAGA VAGA DESTINADA DESTINADA A CARGA A CARGA E DESCARGA E DESCARGA 3,68 0,15 4,83
60 59
48 47
6,73
37,33 m²
3
3
07
CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO
49
39 37
29 28
19 18
05
04
03
02
38
10
08
08
07
06
1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00
P5
4,15
BICICLETÁRIO VERTICAL
SAÍDA DO ESTACIONAMENTO
LARGURA
J1 J2 J3 J4 J5 J6
0,15
0,15 0,15
45,29
01
6 80 48 1 16 3 4 4 1 1
QUADRO DE JANELA CÓDIGO
ESTACIONAMENTO MOTOCICLETAS
DESCRIÇÃO
2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11
1
0,15
QUANTIDADE
CÓDIGO
NOME
COR
DIMENSÕES (MM)
1 2
PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO
BRANCA BRANCA
120X300 120X300
CINZA
NÃO SE APLICA
3
ESTACIONAMENTO +3,45 +3,30
5,10
55
43
5
1
3
+3,45 +3,30
53
2,40
52
21
11
02
0,15
2,76
0,15
0,15
COPA
11,04 m²
0,15 1,20 0,10 1,50
3
1
3
4,00
41
12
03
22,10
54
42
33 32 31
24 23 22
42,77
13
04
14
05
105,25 m²
13,65
MANUTENÇÃO
13,65
5,10
34,25 34,25
5,00
56
3
44
1
34
5
25
15
06
1547,89 m²
+3,50 +3,45
0,15
51
40
1,32
1,32
1,36
1,53
1,49
1,49
1,49
1,49
23,44
0,15
18,14
D ACESSO PRINCIPAL AO SETOR ESPORTIVO +3,40
ESPELHO D'ÁGUA
3,30 3,00
J2
J2
J2
J2
2
0,15
1,45 J2
3
J1
J1
SANIT. FEM.
ATERRO
J1
18,53 m² 3
1
3
+3,50 +3,45
0,15
J1
1,62
VEST. PCD FEM. 7,70 m²
0,99
TA ER B CO
2,58
1
+3,50 +3,45
+3,50 +3,45
0,91
1,32
J2
3
3,12
J2
0,10 0,15 0,88
J2
15,96
J2
J1
13,39 m²
18,18
J2
1,50
J2
14,78
DA
D
P8
12,82
P
JE RO
O ÇÃ
A SS A P
LA RE
ES
J2
1,46 1,46 BRISE SOLEIL
0,15 1,28 0,15
J2
1,46
5,00 5,00
J2
PROJEÇÃO DA PISCINA
1
J2
GUARDA VOLUMES
0,63 0,58 1,00 1,00 0,58 0,15 1,00 1,00 0,63 0,15 3,15 0,15 3,26 0,15
1,20
0,10 1,50
1,55
+3,50 +3,45
J2
0,15 0,15
1
P3
PROJEÇÃO DA PISCINA
3
J1
1
3
G
1,00 0,55 0,15 0,15
+3,50 +3,45
5
J1
1,00 4,10
1
2,15
1
3
+3,50 +3,45
0,15 0,90 0,55 1,00 0,15
348,46 m²
0,15
23,03
14,72 m²
3
+3,50 +3,45
1,07 0,150,90 0,15
2,00
20,73
1
3
P3
CIRCULAÇÃO
3
P2
0,91
1
3
+3,45 +3,30
VEST. FEM.
0,91
0,15
3
7
J1
3,85 m²
0,15
P2
3,00 m²
3
0,15
DEPÓSITO/DML
P2
0,10
P2
0,15
SANIT. PCD MASC.
11,54 m² 3
5
ELEVADOR
1
4,52
P3
3
80,26 m²
0,15
0,15
P2
J1
0,10
2,00
0,15 0,15 0,10 0,99 0,33 0,60 0,88
J1
1,76 SANIT. MASC.
3
0,87
P5
CASA DE MÁQUINAS DA PISCINA
1,46
0,100,99
3
0,88
6,97 0,15
0,15 1,08
P3
3,00 m²
0,10
+3,45 +3,30
SANIT. PCD FEM.
0,840,15
ACESSO AO ESTACIONAMENTO
+3,50 +3,45
1
3
P2
0,88 0,52 0,52 0,88
0,15
P3
1,93
1,93
3
P6
P5
0,15
1
0,15
2,00
17,04
3
+3,50 +3,45 2,76 0,15
4,02 4,17
0,15
7,73 m²
0,15
1,76
DML
3,07 m²
0,960,15
2,80 0,15
VEST. PCD MASC.
1,00 2,80 25,10
0,10 0,10 1,50 0,15 1,50
50 5,01
20 1
3
2,58
SOBRE PARA O 2º PAVIMENTO ESPELHO =17,5CM
+3,50 +3,45
11,54 m² 3
17,41
RAMPA i=8,33
J1
0,15 0,10 0,99
0,15
0,15
SANIT. FEM.
J1
1,85
+3,50 +3,45
3
+3,45 +3,30
1,66 0,15 0,50
0,15
1
3
P5
P5
0,15
0,15 2,31 0,15 0,30 1,00 1,00 0,15
G
30
09
7,73 m²
3
2,80
0,15 ACESSO AO ESTACIONAMENTO
VEST. PCD FEM.
3,15 3,15
0,15 2,46 0,15 1,00 1,00 0,15
01
10
P5
VEST. PCD. MASC.
0,15
2,29
2,29
1,50
2,29
0,15
P5
P2
P3
J2
56,70 m²
6
J2
1
SALA MULTIUSO
SALA MULTIUSO
27,93 m²
6
56,45 m²
1
+3,50 +3,45
6
+3,50 +3,45
1
14,71 m²
+3,50 +3,45
1
+3,50 +3,45
+3,50 +3,45
VEST. MASC.
1
1
1,00 2,80 0,15 0,73 0,15 3,27
1,08 2,75
0,15 0,15
P5
1,11
0,15 0,10 0,15 1,11 0,880,22
0,10 0,15 0,15 0,88 0,50 0,46 0,99
2,27
J1
P2
3
SANT. MASC. 18,53 m²
13,72 m²
1
3
GUARDA VOLUMES
P3
+3,50 +3,45
3
3
1
3
+3,50 +3,45
3
1
+3,50 +3,45
J2 J1
J1
J1
J1
J1
J1
J1
0,15
0,15
1,46
0,15
J2
SALA MULTIUSO
1,50
+3,50 +3,45 8,52
1,50
1
4,52
2,29
3
0,15 1,00
1,46
1,50
P5
1,46
0,15
8,52
1,08
0,15
J2
3,37
1,46
30,38
4,52
P3
0,99
J2
3
+3,50 +3,45
0,15 0,91
1,46
17,72
1,46
7,70 m²
J2
0,15
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
1,59
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,44
12,31
0,15
12,31
0,15
6,23
0,15 0,63 1,00
0,15 1,00 0,63 0,60 1,00
3,25
0,15
0,15 1,00 0,60 0,55 1,00
3,20
0,15
1,00 4,10
1,00 0,55
0,15
0,15
42,30
PLANTA EXECUTIVA DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA EXECUTIVA DO PAV. TÉRREO - S. ESPORTIVO CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
TEMA:
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
13
QUADRO DE PORTAS CÓDIGO
DIMENSÕES (M) LARGURA ALTURA
P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10
3,20 0,88 0,99 0,89 1,50 2,50 2,05 2,58 0,92 1,81
QUANTIDADE
DESCRIÇÃO
6 80 48 1 16 3 4 4 1 1
CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - DUAS FOLHAS - CORTA FOGO CORRER - 4 FOLHAS DE ALUMÍNIO E VIDRO ABRIR - 1 FOLHA DE ALUMÍNIO ABRIR - 2 FOLHAS DE MADEIRA
2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 2,18 2,10 2,13 2,11
QUADRO DE JANELA CÓDIGO
1
4,52
0,15
0,27 0,15
1,48 1,48
J2
3,41
15,41 m²
0,15
VEST. FEM.
3
J2
1,00
J1 1
3
+7,00 +6,95
J1
P3
0,15 J1
18,53 m²
1,48
J2
J2
1,48 1,48
J2
VEST. PCD. MASC.
J1
1
+7,00 +6,95
J1
P2
SANT. MASC.
J1
18,53 m² 3
J1
+7,00 +6,95
J2
P3
35,32
808,05 m² 9
SOLÁRIO 503,14 m²
JARDIM
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
1,45
0,88
3,44
2,00
0,15
4,52
0,15
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
11,54 m²
3
3
1
1
5
J1
+7,00 +6,95
J1
18,14
1
3
3,00
J1
J2 J1
PISCINA 8
3
6
J2
P2
+5,50 +5,45
VEST. PCD. FEM.
P3
7,70 m²
7,70 m²
+7,00 +6,95 P1
ACESSO A ÁREA DA PISCINA
CONSULTÓRIO MÉDICO
1
23,36 m²
+7,00 +6,95
J2
1
0,99
3
1
1
+7,00 +6,95
2,94
0,15
P3
0,10 0,15 0,99
3,98
1,91
0,15
0,10 0,15 0,15 0,88 0,50 0,46 0,99
2,27
P3
P2
0,10 1,11 0,15 0,880,25
P3
0,73
P3
P2
P3
1 1 2,65
0,990,10
0,15
5,60 m²
3
0,91
SALA DE EMERGÊNCIAS
1
1
P3
0,99
SALA DOS INSTRUTORES
18,40 m²
0,91
3
1
1
1
+7,00 +6,95
CIRCULAÇÃO
3
+7,00 +6,95
3
3
1
+7,00 +6,95
3
GUARDA VOLUMES
VEST. MASC.
13,80 m²
18,20 m²
1
1
DEPÓSITO/DML
COPA
30,16 m²
14,71 m²
1
3
+7,00 +6,95
1
3
SANT. MASC. 18,53 m²
13,72 m²
3
+7,00 +6,95
3
1
3
+7,00 +6,95
3
1
+7,00 +6,95
P3
0,99
6,75 m²
J2
3
3
1
P3
5
2,91
VESTIÁRIO PCD
2,00
22,25 m²
1
173,44 m²
0,10 0,15 0,99
2,80
P3
1,28 0,15
J2
0,15
P3
SALA DE ESPERA DO CONSULTÓRIO MÉDICO
5,09
3,43
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
J2
0,15 0,99 0,25
4,66
J1
3,27
1,46 1,46 1,46
0,15
1,46 4,52
1,46
3
1
3
+7,00 +6,95
PAREDE DE VIDRO
0,15
1,50
4
+6,90 +6,85
CIRCULAÇÃO
0,60
3
CIRCULAÇÃO PISCINA 7
J2
1,07
VEST. PCD. MASC.
264,03 m²
J2
J1
+7,00 +6,95
0,15
17,72
J2
1
3
1,40
J2
3
0,15
J2
1,08
20 1. H=
1,11
OR -C A D AR U G
PO
3
0,15 0,60
G
1,08
DE
+3,30 +3,00
TA
J1
18,53 m²
+7,00 +6,95
282,53 m²
1,46
SS PA
AR
A EL
ER OB C S
ESPELHO D'ÁGUA
SANT. FEM.
3,57
23,44 +6,90 D +6,85 ACESSO AO SETOR ESPORTIVO
20 1. H=
J2
1,45 J2
1,40
J2
1,49
0,990,10
J2
1,49
3,12
J2
1,49
1,08 0,15 0,100,99
O
J2
1,49
1,46
RP CO A RD A GU
J2
1,53
1,11
0,60
2,58
0,250,88
1,36
PAREDE DE VIDRO
1,32
BRISE SOLEIL
1,32
1,50
1,32
1,46
J2
1,46
0,15
5,00
J2
12,82
0,15
J2
1,46
0,15 1,28
J2
1,00
1
1
P8 J2
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15 5,00
1,00
0,78
PAREDE DE VIDRO
1,00 0,58 0,15
0,60 0,250,88
1
+7,00 +6,95
3
P3
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
J2
1,59
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
1,48
4,66
0,15
5,09
0,15
2,80
0,15
4,00
0,15
J2
J2
J2
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 1,48 1,48 1,48
6,58 42,30
0,15
J2
J2
J2
J2
1,48
1,48
1,48
1,44
3,98
0,15
3,00
0,15
J1
1,63 0,15
J1
0,15
1,00 0,63 3,25
0,15
J1
1,60
J1
1,00 0,60 3,20
0,15
0,15
J1
1,55
J1
1,00 4,10
J1
1,00 0,55
0,15
0,60
SANT. MASC.
J1
13,39 m²
1,00
P2
GUARDA VOLUMES
2,80
1
3
SOBE PARA O PAVIMENTO SALA DE TÉCNICO DESCANSO ESPELHO =17,5CM 181,88 m²
J1
P2
0,15 1,08
3
P2
P2
J1 1
3
+7,00 +6,95
0,99 0,48
+7,00 +6,95
SANT. PCD MASC. 3,53 m²
DESCE PARA O PRIMEIRO PAVIMENTO ESPELHO =17,5CM
1
3
1
3
P2
PROJEÇÃO DA CLARABÓIA
3,53 m²
3
3
3
1,00 0,55 0,15
ELEVADOR
P2
14,72 m²
3,85 m²
1,00
SANT. PCD FEM.
P2
VEST. FEM.
DEPÓSITO/DML
+6,90 +6,85
0,15
P2
ACESSO AO SOLÁRIO
1
3,27
1
3
0,15
3
4,52
3
PELE DE VIDRO SOB ALVENARIA h=10,50m
3,07 m²
11,54 m²
2
0,15
0,60
1,45
25,10
1,45
0,15
1,45
3,26
1,45
0,60 0,15
0,15 0,63
1,45
4,52
3,15
1,45
0,15
0,77
1,45
2,00
1,00
0,15
1,41
0,15
0,15 0,58
30,38
J1
4,10
+6,95 +6,80
37,35
1,00
+7,00 +6,95
J2
ESCADA TIPO MARINHEIRO DE ACESSO AO PAVIMENTO TÉCNICO
0,15 0,55
1
0,900,15
3
2,80
3
1,00
J1
14,74 m²
J2
0,90
+7,00 +6,95
4,52
1,48
+6,95 +6,80
DML
SANT. FEM. 3
J1
QUADRA POLIESPORTIVA DESCOBERTA
P1
J1
J1
NÃO SE APLICA
0,15 0,15
1
1
J1
J1
CINZA
3
0,15
J2
13,74 m²
3
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
1,48
J2
1,51
3,96
120X300 120X300
GUARDA VOLUMES
1,48
1,48
J2
P1
RAMPA i=8,33
0,15 1,15
0,15
0,15 1,00 0,15
2,31 0,15 1,50 0,15
0,15 0,15 0,25 0,15 0,25 0,15 1,00 0,25 1,00 0,25 1,00 0,15 1,00
1,50 0,15
0,60
2,31
0,15
G
3,28
BRANCA BRANCA
1
J1
9,04
300X300 100X100 10 300X300 NÃO SE APLICA
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - FORRO
0,15
1,48
3
VEST. MASC.
0,15
BRANCO OFFWHITE FUMÊ AZUL CINZA
PINTURA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE GESSO LISO TRATAMENTO ACÚSTICO EM PAINÉIS DE FIBRA DE VIDRO REVESTIDO DE TECIDO POLIESTER CONCRETO APARENTE TRATADO
7,84 m²
P3
1,85
NÃO SE APLICA
1 2
1,00
P3
J1
0,15
NÃO SE APLICA
BRANCA
3 4 5 6 7
0,15 0,60
PLANTA EXECUTIVA DO SEGUNDO PAVIMENTO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100
DIMENSÕES (MM)
DIMENSÕES (MM)
3,28
+7,00 +6,95
3
5,00
BRANCA
1,50
P3
3
J2
J1
COR
TINTA LÁTEX ACRÍLICA TINTA LÁTEX ACRÍLICA SOBRE REVESTIMENTO ACÚSTICO COM LÃ DE VIDRO PASTILHA CERÂMICA PASTILHA CERAMICA VIDRO LAMINADO REFLETIVO PLACAS DE CERÂMICA EXTRUDADA CIMENTADO LISO
COR
0,15 0,40 1,00
+7,00 +6,95
MATERAL
1
NOME
1
3
CÓDIGO
CÓDIGO
0,28 0,15 1,50
1,48
J2
1,48
J2
3
J1
P1
1,48
J2
JANELAS SOB ALVENARIA SOB VÃO DE PASSAGEM h = 10,50m
1,48 1,48
J2
J1
P2
VEST. PCD. FEM. J2
1,48
PROJEÇÃO DA CARABÓIA
34,25
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA
+7,01 +6,90
42,77
34,25
3
600X600 13400X1870 300X300 NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA NÃO SE APLICA 600X600 300X300 NÃO SE APLICA 300X300
1,00
J2
J1
0,15 1,00 0,55 0,52 1,00
1,48 1,48
J2
7,84 m²
1
DIMENSÕES (MM)
CINZA MADEIRADO CLARO BRANCO BRANCO CINZA OFFWHITE OFFWHITE AZUL VARIAVEL CINZA
2
1
3
+7,00 +6,95
9
COR
GRANITO FLAMEADO MADEIRA FREIJÓ CERÂMICO EM PLACAS FORBO COLOREX CIMENTADO DESEMPENADO E LISO ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO CERÂMICA EXTRUDADA ANTIDERRAPANTE PLACA DE CERÂMICA EXTRUDADA ESPORTIVO FLEXÍVEL DE POLIURETANO COLOR PISO CIMENTÍCIO DRENANTE
4,10
3
1,00
J2
1,00
1,48
SANT. FEM.
1,00 0,55
P3
0,15 0,55 1,00
1,48
J2
3,15
1
1
0,15
3,15
1,48
3
J2
+7,00 +6,95
840,13 m²
MATERIAL
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PAREDES
13,49 m²
QUADRA POLIESPORTIVA COBERTA
CÓDIGO
GUARDA VOLUMES
0,15
1,66
0,15
J1
J2
LEVANTAMENTO DE REVESTIMENTO - PISO
0,60
0,57 0,880,15
2,80
1,48
0,15
1,48
6,28
1,48
0,15
1,48
2,80
1,48
0,15
1,48
4,10
1,48
MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO MAXIM AR DE VIDRO E ALUMÍNIO
0,15
1,48
103 213 6 3 2 7
1,50 1,00 0,90 2,40 -0,21 0,60
3,15
1,48
3,56
1,48
1,00
1,48
DESCRIÇÃO
1,00
1,48
0,60 1,50 1,20 0,60 1,20 1,50
QUANTIDADE
1,11
1,48
0,15
3,15
1,48
4,52
PROJEÇÃO DA PLATIBANDA 0,15
0,60
0,000,83 0,62
0,15
0,14 0,15 1,00
23,43
1,00 1,50 1,20 3,00 1,00 4,00
DIMENSÕES (M) ALTURA PEITORIL
0,15
0,15
0,60
0,15
28,40
J1 J2 J3 J4 J5 J6
3,26
0,60
LARGURA
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA EXECUTIVA DO 1º PAV. - S. ESPORTIVO TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
14
E 17,45
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
36,65
+6,94
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
RUFO METÁLICO
PLATIBANDA h=1.00m
i=10% PLACA FOTOVOLTAICA SOBRE TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA 10,24 METÁLICA
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
+11,18
CUMIEIRA METÁLICA
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
57,37 CALHA METÁLICA COR BRANCA
F
3,27
CALHA METÁLICA COR BRANCA
+14,00
13,85
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
+6,00
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
2
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
CALHA METÁLICA COR BRANCA
F
CALHA METÁLICA COR BRANCA
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
CUMIEIRA METÁLICA
CALHA METÁLICA COR BRANCA
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
39,24
CALHA METÁLICA COR BRANCA
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
1
15,15
+14,00
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
RUFO METÁLICO
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
CALHA METÁLICA COR BRANCA
E
PLANTA DE COBERTURA DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA DE COBERTURA DO SETOR CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
15
1 29,00
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
ESCADA MARINHEIRO
ACESSO
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
O
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
CLARABÓIA
RUFO METÁLICO
23,45
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
+10,50
RUFO METÁLICO
2
RUFO METÁLICO CALHA METÁLICA COR BRANCA 2,07
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
+14,00
RUFO METÁLICO
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
RUFO METÁLICO
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
CALHA METÁLICA COR BRANCA
RUFO METÁLICO
LI C ET Á R
O
M
C LI
FO
Á
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
ET M
U
FO U
O
R
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
17,65
+14,00
G
6,02
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA CALHA METÁLICA COR BRANCA18,21
37,35
CALHA METÁLICA COR BRANCA
C LI
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
CALHA METÁLICA COR BRANCA
34,17
CALHA METÁLICA COR BRANCA
RUFO METÁLICO
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
CLARABÓIA
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA CALHA METÁLICA COR BRANCA
Á
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
RUFO METÁLICO
ET M
RUFO METÁLICO
RUFO METÁLICO
FO U
G
+14,00
R
9,14
34,23
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
CALHA METÁLICA COR BRANCA
RUFO METÁLICO
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
CALHA METÁLICA COR BRANCA
43,50
PLANTA DE COBERTURA DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA DE COBERTURA DO SETOR ESPORTIVO TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
16
E
E A
B
C
3,23
P1 (150 x 450mm)
1
D
3,86
P2 (150 x 450mm)
3,40
F
H
1,28 0,25
P3 (150 x 450mm)
1
G
2,23
0,25
P4 (150 x 450mm)
I
J
1,43
5,18
K 5,12
L 5,19
M 5,13
N 5,95
O
P
5,05
5,05
3,27
P5 (150 x 450mm)
4,54
L01
L02
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P7 (150 x 450mm)
P6 (150 x 450mm)
VAZIO DO SHAFT
V101 (150 x 300 mm)
2
P8 (150 x 450mm)
1,83
V102 (150 x 300 mm) P9 (150 x 450mm)
1,84
L03
1,78
L04
VAZIO DO ELEVADOR LAJE P11 P12 NERVURADA (150 x 450mm) (150 x 450mm)
VAZIO DO MEZANINO
4 5
P10 (150 x 450mm) VAZIO DA ESCADA
3
LAJE NERVURADA P14 (150 x 450mm)
P13 (150 x 450mm)
P15 (150 x 450mm)
5,17
V115 (150 x 300 mm)
V103 (150 x 300 mm)
P16 (150 x 450mm)
6
P17 (150 x 450mm)
L06
L05
LAJE NERVURADA
P18 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P19 (150 x 450mm)
P20 (150 x 450mm)
P21 (150 x 450mm)
P22 (150 x 450mm)
P23 (150 x 450mm)
P24 (150 x 450mm)
P25 (150 x 450mm)
P26 (150 x 450mm)
P27 (150 x 450mm)
V104 (150 x 300 mm)
L09
LAJE NERVURADA
P29 (150 x 450mm)
L10
LAJE NERVURADA
P30 (150 x 450mm)
L11
LAJE NERVURADA
P31 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P33 (150 x 450mm)
P32 (150 x 450mm)
V105 (150 x 300 mm)
5,20
L13
L14
LAJE NERVURADA
L15
LAJE NERVURADA
L16
VAZIO DO AUDITÓRIO COBERTURA METÁLICA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
F P35 (150 x 450mm)
P37 (150 x 450mm)
P38 (150 x 450mm)
P40 (150 x 450mm)
P39 (150 x 450mm)
4,25
V107 (150 x 300 mm)
L18
LAJE NERVURADA
P44 (150 x 450mm)
P43 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P45 (150 x 450mm)
P46 (150 x 450mm)
P47 (150 x 450mm)
P48 (150 x 450mm)
P49 (150 x 450mm)
P50 (150 x 450mm)
P51 (150 x 450mm)
P52 (150 x 450mm)
P53 (150 x 450mm)
L22
L23
LAJE NERVURADA
L24
LAJE NERVURADA
P56 (150 x 450mm)
L25
LAJE NERVURADA
P57 (150 x 450mm)
L26
P58 (150 x 450mm)
L27
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P60 (150 x 450mm)
P59 (150 x 450mm)
L28
LAJE NERVURADA
L29
LAJE NERVURADA
P61 (150 x 450mm)
L30
LAJE NERVURADA
P62 (150 x 450mm)
L31
LAJE NERVURADA
P63 (150 x 450mm)
L32
LAJE NERVURADA
P72 (150 x 450mm)
P73 (150 x 450mm)
P74 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
L41 LAJE NERVURADA
P77 (150 x 450mm)
L42 LAJE NERVURADA
P78 (150 x 450mm)
L43 LAJE NERVURADA
L44 LAJE NERVURADA
P79 (150 x 450mm)
P67 (150 x 450mm)
L45
VAZIO DO SHAFT
V123 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L40
V122 (150 x 300 mm)
P76 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
L39
V121 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA P75 (150 x 450mm)
L38
V120 (150 x 300 mm)
L37
V119 (150 x 300 mm)
VAZIO DA ESCADA
VAZIO DO ELEVADOR P70 P71 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
V118 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
P69 (150 x 450mm)
V117 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L36
V116 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L35
V114 (150 x 300 mm)
L34
V113 (150 x 300 mm)
V112 (150 x 300 mm)
VAZIO DO SHAFT
1,58 1,84 1,58
12
P68 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P66 (150 x 450mm)
P65 (150 x 450mm)
P64 (150 x 450mm)
L33
LAJE NERVURADA
V110 (150 x 300 mm)
11
P54 (150 x 450mm)
V109 (150 x 300 mm)
P55 (150 x 450mm)
10
LAJE NERVURADA
L21
L20
L19
VAZIO DA ESCADA
P80 (150 x 450mm)
V125 (150 x 300 mm)
3,89
9
VAZIO DA PLATAFORMA DE ALIMENTOS
P42 (150 x 450mm)
P41 (150 x 450mm)
V108 (150 x 300 mm)
L17 LAJE NERVURADA
F
V124 (150 x 300 mm)
8
P36 (150 x 450mm)
2
V106 (150 x 300 mm)
L12 LAJE NERVURADA
P34 (150 x 450mm)
07
L08
LAJE NERVURADA
VAZIO DO SHAFT
4,40
L07 P28 (150 x 450mm)
7
13
Q
P81 (150 x 450mm)
V111 (150 x 300 mm)
E
PLANTA ESTRUTURAL DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA ESTRUT. DO PAV. TÉRREO - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
17
E
E A
B
C
3,23
P1 (150 x 450mm)
1
D
3,86
P2 (150 x 450mm)
3,40
F
H
1,28 0,25
P3 (150 x 450mm)
1
G
2,23
0,25
P4 (150 x 450mm)
I
J
1,43
5,18
K 5,12
L 5,19
M 5,13
N 5,95
O 5,05
P
Q
5,05
3,27
P5 (150 x 450mm)
4,54
L01
2
L02
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P7 (150 x 450mm)
P6 (150 x 450mm)
VAZIO DO SHAFT
V201 (150 x 300 mm)
P8 (150 x 450mm)
1,83
202 (150 x 300 mm)
1,84
L03
L04
VAZIO DO LAJE P11 ELEVADOR P12 NERVURADA (150 x 450mm) (150 x 450mm)
VAZIO DO MEZANINO
4 1,78
VAZIO DA ESCADA
3
5
P10 (150 x 450mm)
P9 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA P14 (150 x 450mm)
P13 (150 x 450mm)
P15 (150 x 450mm)
P16 (150 x 450mm)
6
P17 (150 x 450mm)
P18 (150 x 450mm)
V212 (150 x 300 mm)
5,17
V203 (150 x 300 mm)
L06
L05
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P19 (150 x 450mm)
P20 (150 x 450mm)
P21 (150 x 450mm)
P22 (150 x 450mm)
P23 (150 x 450mm)
P24 (150 x 450mm)
P25 (150 x 450mm)
P26 (150 x 450mm)
P27 (150 x 450mm)
V204 (150 x 300 mm)
4,40
L07 P28 (150 x 450mm)
7
L08
LAJE NERVURADA
L09
LAJE NERVURADA
P29 (150 x 450mm)
L10
LAJE NERVURADA
P30 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P31 (150 x 450mm)
P34 (150 x 450mm)
P32 (150 x 450mm)
2
V205 (150 x 300 mm)
5,20
L12
L13
LAJE NERVURADA
L14
LAJE NERVURADA
L15
LAJE NERVURADA
VAZIO DO AUDITÓRIO COBERTURA METÁLICA
LAJE NERVURADA
F
F P35 (150 x 450mm)
8
P36 (150 x 450mm)
P37 (150 x 450mm)
P38 (150 x 450mm)
P41 (150 x 450mm)
P39 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P44 (150 x 450mm)
P43 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P45 (150 x 450mm)
P46 (150 x 450mm)
P47 (150 x 450mm)
P48 (150 x 450mm)
P49 (150 x 450mm)
P50 (150 x 450mm)
P51 (150 x 450mm)
P52 (150 x 450mm)
P53 (150 x 450mm)
L22
L23
LAJE NERVURADA
L24
LAJE NERVURADA
P56 (150 x 450mm)
L25
LAJE NERVURADA
P57 (150 x 450mm)
L26
P58 (150 x 450mm)
L27
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P60 (150 x 450mm)
P59 (150 x 450mm)
L28
LAJE NERVURADA
L29
LAJE NERVURADA
P61 (150 x 450mm)
L30
LAJE NERVURADA
P62 (150 x 450mm)
L31
LAJE NERVURADA
P63 (150 x 450mm)
L32
LAJE NERVURADA
P65 (150 x 450mm)
P64 (150 x 450mm)
13
P72 (150 x 450mm)
P73 (150 x 450mm)
P74 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P77 (150 x 450mm)
L42 LAJE NERVURADA
P78 (150 x 450mm)
L43 LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P66 (150 x 450mm) VAZIO DO SHAFT
V220 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L41
V219 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L40
V218 (150 x 300 mm)
P76 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
L39
V217 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA P75 (150 x 450mm)
L38
V216 (150 x 300 mm)
L37
V215 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
VAZIO DO ELEVADOR P70 P71 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
V214 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L36
V213 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L35
V211 (150 x 300 mm)
V210 (150 x 300 mm)
VAZIO DO SHAFT
L34
P69 (150 x 450mm)
VAZIO DA ESCADA
1,58 1,84 1,58
12
P68 (150 x 450mm)
L33
LAJE NERVURADA
V208 (150 x 300 mm)
11
P54 (150 x 450mm)
V207 (150 x 300 mm)
P55 (150 x 450mm)
10
LAJE NERVURADA
L44 LAJE NERVURADA
P79 (150 x 450mm)
P67 (150 x 450mm)
L45
VAZIO DA ESCADA
P80 (150 x 450mm)
V222 (150 x 300 mm)
3,89
9
VAZIO DA PLATAFORMA DE ALIMENTOS
P42 (150 x 450mm)
L20
L19
LAJE NERVURADA
VAZIO DO SHAFT
L18
L17
V221 (150 x 300 mm)
4,25
V206 (150 x 300 mm)
P81 (150 x 450mm)
V209 (150 x 300 mm)
E
PLANTA ESTRUTURAL DO PRIMEIRO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA ESTRUTURAL DO 1º PAV. - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
18
E
E A
B
C
3,23
P1 (150 x 450mm)
1
D
3,86
P2 (150 x 450mm)
3,40
P3 (150 x 450mm)
1
G
F
H
1,28 0,25
2,23
0,25
P4 (150 x 450mm)
I
J
1,43
5,18
K 5,12
L 5,19
M 5,13
N 5,95
O
P
5,05
Q
5,05
3,27
P5 (150 x 450mm)
4,54
L01
L03
L02
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
2
L04
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P7 (150 x 450mm)
P6 (150 x 450mm)
VAZIO DO SHAFT
V301 (150 x 300 mm)
P8 (150 x 450mm)
1,83
V302 (15x30cm)
3 1,84
L05
1,78
4 5
L07
L06
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P10 (150 x 450mm) VAZIO DA ESCADA
P9 (150 x 450mm)
L08
VAZIO DO ELEVADOR P11 P12 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA P14 (150 x 450mm)
P13 (150 x 450mm)
P15 (150 x 450mm)
5,17
V303 (15x30cm)
L09
P16 (150 x 450mm)
6
LAJE NERVURADA
P17 (150 x 450mm)
L12
L11
L10
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P18 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P19 (150 x 450mm)
P20 (150 x 450mm)
V304 (150 x 300 mm)
4,40
L13
P28 (150 x 450mm)
7
L14
LAJE NERVURADA
L15
LAJE NERVURADA
P29 (150 x 450mm)
L16
LAJE NERVURADA
P30 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P31 (150 x 450mm)
P32 (150 x 450mm)
2
V305 (150 x 300 mm)
5,20
L17
L18
LAJE NERVURADA
L19
LAJE NERVURADA
L20
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
F
F P35 (150 x 450mm)
8
P36 (150 x 450mm)
P37 (150 x 450mm)
P38 (150 x 450mm)
L21
L22
LAJE NERVURADA
P45 (150 x 450mm)
P46 (150 x 450mm)
P47 (150 x 450mm)
P48 (150 x 450mm)
P49 (150 x 450mm)
P50 (150 x 450mm)
P51 (150 x 450mm)
P52 (150 x 450mm)
P53 (150 x 450mm)
L25
L26
LAJE NERVURADA
L27
LAJE NERVURADA
P56 (150 x 450mm)
L28
LAJE NERVURADA
P57 (150 x 450mm)
L29
P58 (150 x 450mm)
L30
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P60 (150 x 450mm)
P59 (150 x 450mm)
L31
LAJE NERVURADA
L32
LAJE NERVURADA
P61 (150 x 450mm)
L33
LAJE NERVURADA
P62 (150 x 450mm)
L34
LAJE NERVURADA
P63 (150 x 450mm)
L35
LAJE NERVURADA
P72 (150 x 450mm)
P73 (150 x 450mm)
P74 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P77 (150 x 450mm)
L45 LAJE NERVURADA
P78 (150 x 450mm)
L44 LAJE NERVURADA
VAZIO DO SHAFT
V320 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L44
V319 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L43
V318 (150 x 300 mm)
P76 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
L42
V317 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA P75 (150 x 450mm)
L41
V316 (150 x 300 mm)
L40
V315 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
VAZIO DO ELEVADOR P70 P71 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
V314 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L39
V312 (150 x 300 mm)
L38
V311 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
V310 (150 x 300 mm)
VAZIO DO SHAFT
L37
P69 (150 x 450mm)
VAZIO DA ESCADA
1,58 1,84 1,58
12
P68 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P66 (150 x 450mm)
P65 (150 x 450mm)
P64 (150 x 450mm)
L36
LAJE NERVURADA
V308 (150 x 300 mm)
11
P54 (150 x 450mm)
V307 (150 x 300 mm)
P55 (150 x 450mm)
10
P44 (150 x 450mm)
P43 (150 x 450mm)
L24
LAJE NERVURADA
L45 LAJE NERVURADA
P79 (150 x 450mm)
P67 (150 x 450mm)
L45
VAZIO DA ESCADA
P80 (150 x 450mm)
V322 (150 x 300 mm)
3,89
9
VAZIO DA PLATAFORMA DE ALIMENTOS
P42 (150 x 450mm)
L23
LAJE NERVURADA
V321 (150 x 300 mm)
4,25
V306 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
13
P39 (150 x 450mm)
P81 (150 x 450mm)
V309 (150 x 300 mm)
E
PLANTA ESTRUTURAL DO SEGUNDO PAVIMENTO DO SETOR CULTURAL ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA ESTRUTURAL DO 2º PAV. - S. CULTURAL TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
19
P90 (150 x 450mm)
2,92
2,91
3,32
P92 (150 x 450mm)
P91 (150 x 450mm)
L07
L08
L09
L10
L11
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P96 (150 x 450mm)
P97 (150 x 450mm)
P98 (150 x 450mm)
P99 (150 x 450mm)
P100 (150 x 450mm)
P101 (150 x 450mm)
P102 (150 x 450mm)
P103 (150 x 450mm)
P104 (150 x 450mm)
L13
L14
L15
L16
L17
L18
L19
L20
L21
L22
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P108 (150 x 450mm)
P109 (150 x 450mm)
P110 (150 x 450mm)
P111 (150 x 450mm)
P112 (150 x 450mm)
P113 (150 x 450mm)
P114 (150 x 450mm)
P115 (150 x 450mm)
P116 (150 x 450mm)
L24
L25
L26
L27
L28
L29
L30
L31
L32
L33
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P120 (150 x 450mm)
P121 (150 x 450mm)
P122 (150 x 450mm)
P123 (150 x 450mm)
P124 (150 x 450mm)
P125 (150 x 450mm)
P126 (150 x 450mm)
P127 (150 x 450mm)
P128 (150 x 450mm)
L35
L36
L37
L38
L39
L40
L41
L42
L43
L44
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P143 (300 x 600 mm)
P144 (300 x 600 mm)
L48
L49
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P145 (300 x 600 mm)
P146 (300 x 600 mm)
P147 (150 x 450mm)
P176 (150 x 450mm)
P177 (150 x 450mm)
L69 LAJE NERVURADA
P162 P163 P161 P164 (150 x 450mm) (150 x 450mm) (150 x 450mm) (150 x 450mm)
L54
L55
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
L70 LAJE NERVURADA
P178 (150 x 450mm)
P179 (150 x 450mm)
L59
L60
L61
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
L71 LAJE NERVURADA
P150 (150 x 450mm)
L62 LAJE NERVURADA
P167 P168 (300 x 600 mm)(150 x 450mm)
P151 (150 x 450mm)
L63 LAJE NERVURADA
P169 (150 x 450mm)
P152 (150 x 450mm)
L64 LAJE NERVURADA
P170 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P155 P156 P154 (150 x 450mm)(150 x 450mm) (300 x 600 mm)
L66
L67
LAJE LAJE NERVURADA NERVURADA P173 P174 (300 x 600 mm) (150 x 450mm)
P172 (150 x 450mm)
L73
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P180 (150 x 450mm)
P181 (150 x 450mm)
L74
L75
L77
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
ATERRO P187 (300 x 600 mm)
P188 (300 x 600 mm)
3,81
V112 (150 x 300 mm)
L81
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P192 (300 x 600 mm)
P193 (300 x 600 mm)
2,09 2,10
L85
LAJE NERVURADA
P200 (300 x 600 mm)
L86 P206 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P201 (300 x 600 mm)
L87 P207 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P202 (300 x 600 mm)
L88 P208 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P203 (300 x 600 mm)
L89 P209 (150 x 450mm)
P214 (150 x 450mm)
P215 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P216 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P217 (150 x 450mm)
L95 LAJE NERVURADA
L83
P195 (150 x 450mm)
L84 LAJE P196 NERVURADA P197 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
V116 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L90 LAJE P210 NERVURADA (150 x 450mm)
V138 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L94
V135 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L93
V133 (150 x 300 mm)
P213 (150 x 450mm)
L92
V131 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
V128 (150 x 300 mm)
V126 (150 x 300 mm)
4,60
L91
P204 (300 x 600 mm)
P218 (150 x 450mm)
P211 (150 x 450mm)
P212 (150 x 450mm)
VAZIO DO SHAFT
L96 LAJE NERVURADA
V139 (150 x 300 mm)
1,32
P198 (150 x 450mm)
P199 (300 x 600 mm)
V118 (150 x 300 mm)
PLANTA ESTRUTURAL DO PAVIMENTO TÉRREO DO SETOR ESPORTIVO
P194 (150 x 450mm)
V115 (150 x 300 mm)
V117 (150 x 300 mm)
31
P190 (150 x 450mm)
L80
LAJE NERVURADA
30
P189 (150 x 450mm)
L82
P205 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
V113 (150 x 300 mm)
V114 (150 x 300 mm)
29
L78
L79 P191 (150 x 450mm)
28
P185 (150 x 450mm)
V110 (150 x 300 mm)
L76 P186 (150 x 450mm)
G
LAJE LAJE NERVURADA NERVURADA P183 P184 (300 x 600 mm) (150 x 450mm)
P182 (300 x 600 mm)
P175 (150 x 450mm)
VAZIO DO SHAFT
V109 (150 x 300 mm)
L72
P157 (150 x 450mm)
V107 (150 x 300 mm)
V111 (150 x 300 mm)
27
2,90
P153 (150 x 450mm)
L65
P171 (150 x 450mm)
1,77
P141 (150 x 450mm)
L53
P148 P149 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
P166 (150 x 450mm)
P140 (150 x 450mm)
L52
LAJE NERVURADA
P165 (150 x 450mm)
P139 (150 x 450mm)
L51
L58
V125 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
V121 (150 x 300 mm)
L68
P160 (150 x 450mm)
VAZIO DO ELEVADOR
V124 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
V122 (150 x 300 mm)
L57
LAJE NERVURADA
P138 (150 x 450mm)
L50
P158 P159 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
L56
P137 (150 x 450mm)
V136 (150 x 300 mm)
L47
P136 (150 x 450mm)
V134 (150 x 300 mm)
L46
P135 (150 x 450mm)
V132 (150 x 300 mm)
L45
P134 (150 x 450mm)
V130 (150 x 300 mm)
P133 (150 x 450mm)
V129 (150 x 300 mm)
P132 (150 x 450mm)
AO
P129 (150 x 450mm)
L34
P131 (150 x 450mm)
2,15
AN
P117 (150 x 450mm)
L23
119 (150 x 450mm)
4,18
AM
P105 (150 x 450mm)
L12
P107 (150 x 450mm)
AL
P93 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P95 (150 x 450mm)
AK
2
P89 (150 x 450mm)
3,31
AJ
L06
VAZIO DO SHAFT
V120 (150 x 300 mm)
1,77
AI
LAJE NERVURADA
0,92 0,15
4,46
AH
L05
26
ESC: 1 : 100
P88 (150 x 450mm)
0,63
AG
LAJE NERVURADA
3,81
25
3,30
24
0,44
G
5,00
AF
L04
V108 (150 x 300 mm)
23
P87 (150 x 450mm)
P86 (300 x 600 mm)
AD AE
2,02
VAZIO DA ESCADA
2,49
22
2,98
AC
LAJE NERVURADA
0,77
21
AB
L03
P142 (300 x 600 mm)V106 (150 x 300 mm)
20
1,67
V127 (150 x 300 mm)
7,52 7,52 7,52 5,13
19
3,42
AA
LAJE NERVURADA
P130 (300 x 600 mm)V105 (150 x 300 mm)
18
4,53
P85 (300 x 600 mm)
P84 (300 x 600 mm)
Z
L02
P118 (300 x 600 mm)V104 (150 x 300 mm)
17
0,47
Y
LAJE NERVURADA
P106 (300 x 600 mm)V103 (150 x 300 mm)
16
1,20
X
L01
P94 (300 x 600 mm)V102 (150 x 300 mm)
15
2,11
V123 (150 x 300 mm)
6,72
14
P83 (300 x 600 mm)
1,69
W
V143 (15x30cm)
P82 V101 (150 x 300 mm) (300 x 600 mm)
5,03
V
L97 LAJE NERVURADA
L98 LAJE NERVURADA
V142 (150 x 300 mm)
5,15
U
V141 (150 x 300 mm)
T
V140 (150 x 300 mm)
S
V137 (150 x 300 mm)
R
1
P222 (150 x 450mm)
V119 (150 x 300 mm)
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA ESTRUT. DO PAV. TÉRREO - S. ESPORTIVO TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
20
R
S
T
5,15
5,03
P83 P82 (300 x 600 mm) V201 (150 x 300 mm) (300 x 600 mm)
1,69
V 2,11
W 1,20
0,47
X
Y 4,53
P85 (300 x 600 mm)
P84 (300 x 600 mm)
Z 3,42
AA 1,67
AD AE
2,02
5,00
0,63
AF 4,46
AG
AH
1,77
3,31
AI 2,92
AJ 2,91
AK 3,32
AL 4,18
AM 2,15
AN
AO
1,77
2,90
P224 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P225 P226 V202 (150 x 300 mm) (300 x 600 mm) (150 x 450mm)
7,52
L02 LAJE NERVURADA
P106 (300 x 600 mm)
16
AC
L01
P94 (300 x 600 mm)
15
AB
2,98
P87 P223 (150 x 450mm) (300 x 600 mm)
P86 (300 x 600 mm)
6,72
14
U
1
P227 (300 x 600 mm)
P228 (150 x 450mm)
V203 (150 x 300 mm)
L03
7,52
4
LAJE NERVURADA
P229 (300 x 600 mm)
P118 (300 x 600 mm)
17
V204 (150 x 300 mm)
7,52
L04 LAJE NERVURADA
P130 (300 x 600 mm)
P231 P232 V205 (150 x 300 mm) (300 x 600 mm) (150 x 450mm)
L05
5,13
VAZIO DO SHAFT
LAJE NERVURADA
P148 (150 x 450mm)
L13 LAJE NERVURADA
P176 (150 x 450mm)
P177 (150 x 450mm)
L08
L09
L10
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P162 P163 P161 P164 (150 x 450mm) (150 x 450mm) (150 x 450mm) (150 x 450mm)
P160 (150 x 450mm)
L14 LAJE NERVURADA
L15 LAJE NERVURADA
P178 (150 x 450mm)
P234 (300 x 600 mm)
P235 (300 x 600 mm)
P236 (300 x 600 mm)
P237 (300 x 600 mm)
P155 P156 P154 (150 x 450mm) (150 x 450mm) (300 x 600 mm)
P157 (150 x 450mm)
V207 (150 x 300 mm)
VAZIO DO ELEVADOR
V223 (15x30cm)
P179 (150 x 450mm)
P165 (150 x 450mm)
P166 (150 x 450mm)
L11
L12
LAJE LAJE NERVURADA NERVURADA P173 P174 (300 x 600 mm) (150 x 450mm)
P167 (300 x 600 mm)
L16 LAJE NERVURADA
L17
L18
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P180 (150 x 450mm)
P181 (150 x 450mm)
L19
G
L20
LAJE LAJE NERVURADA NERVURADA P183 P184 (300 x 600 mm) (150 x 450mm)
P182 (300 x 600 mm)
P175 (150 x 450mm)
VAZIO DO SHAFT
V209 (150 x 300 mm)
P185 (150 x 450mm)
V210 (150 x 300 mm) V211 (150 x 300 mm)
VAZIO COBERTURA DA PISCINA
P187 (300 x 600 mm)
P188 (300 x 600 mm)
3,81
V212 (150 x 300 mm)
L26
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P192 (300 x 600 mm)
P193 (300 x 600 mm)
2,09
V215 (150 x 300 mm)
P198 (150 x 450mm)
2,10
L30
LAJE NERVURADA
P200 (300 x 600 mm)
L31 P206 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P201 (300 x 600 mm)
L32 P207 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P202 (300 x 600 mm)
L33 P208 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P203 (300 x 600 mm)
L34 P209 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
31
P214 (150 x 450mm)
P215 (150 x 450mm)
P216 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
P217 (150 x 450mm)
L40 LAJE NERVURADA
L27 LAJE P196 NERVURADA P197 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
V216 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
LAJE P210 NERVURADA (150 x 450mm)
V231 (150 x 300 mm)
LAJE NERVURADA
L39
V230 (150 x 300 mm)
L38
V229 (150 x 300 mm)
P213 (150 x 450mm)
LAJE NERVURADA
V228 (150 x 300 mm)
V227 (15x30cm)
4,60
LAJE NERVURADA
L37
P195 (150 x 450mm)
L35
V218 (150 x 300 mm)
L36
P204 (300 x 600 mm)
P218 (150 x 450mm)
P211 (150 x 450mm)
P212 (150 x 450mm)
VAZIO DO SHAFT
L41 LAJE NERVURADA
V232 (150 x 300 mm)
1,32
L29 P199 (300 x 600 mm)
V217 (150 x 300 mm)
30
P194 (150 x 450mm)
L28
P205 (150 x 450mm)
P190 (150 x 450mm)
L25
LAJE NERVURADA
29
P189 (150 x 450mm)
V213 (150 x 300 mm)
V214 (150 x 300 mm)
28
LAJE NERVURADA
L24 P191 (150 x 450mm)
27
L23
L42 LAJE NERVURADA
L43 LAJE NERVURADA
V236 (150 x 300 mm)
3,81
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
P186 (150 x 450mm)
26
L22
L21
V235 (150 x 300 mm)
V220 (150 x 300 mm)
0,15 3,30 0,44
G
P147 (150 x 450mm)
P233 (300 x 600 mm)
V225 (15x30cm)
L07
LAJE NERVURADA
V208 (15x30cm)
23
P146 (300 x 600 mm)
P158 P159 (150 x 450mm) (150 x 450mm)
L06
V223 (15x30cm)
2,49
22
P145 (300 x 600 mm)
VAZIO DA ESCADA
0,77
21
25
P144 (300 x 600 mm)
0,92
20
P143 (300 x 600 mm)
2
P142 (300 x 600 mm)V206 (15x30cm)
V224 (150 x 300 mm)
19
LAJE NERVURADA
V234 (150 x 300 mm)
18
24
P230 (150 x 450mm)
V227 (15x30cm)
07
VAZIO COBERTURA DA QUADRA POLIESPORTIVA
P222 (150 x 450mm)
V219 (150 x 300 mm)
PLANTA ESTRUTURAL DO PRIMEIRO PAVIMENTO DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA ESTRUTURAL DO 1º PAV. - S. ESPORTIVO TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
21
R
S 5,15
T 5,03
U 1,69
V 2,11
W 1,20
0,47
X
Y
Z 1
4,53
AA
3,42
1,67
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
2,98
AC
AD AE
2,02
5,00
0,63
AF 4,46
AG
AH
1,77
3,31
AI 2,92
AJ 2,91
AK 3,32
AL
AM
4,18
2,15
AN 1,77
AO 2,90
RUFO METÁLICO
6,72
CALHA METÁLICA COR BRANCA
14
AB
P154 (300 x 600 mm)
P173 (300 x 600 mm)
RUFO METÁLICO
3,81
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
P183 (300 x 600 mm)
P182 (300 x 600 mm)
+10,50
L03
L04
L05
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
LAJE NERVURADA
V303 (150 x 300 mm)
P200 (300 x 600 mm)
P201 (300 x 600 mm)
P202 (300 x 600 mm)
RUFO METÁLICO
P203 (300 x 600 mm)
RUFO METÁLICO
L02
LAJE NERVURADA
P204 (300 x 600 mm)
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
P199 (300 x 600 mm)
L01
P193 (300 x 600 mm) V305 (150 x 300 mm)
V304 (150 x 300 mm)
P192 (300 x 600 mm)
+14,00
2
RUFO METÁLICO CALHA METÁLICA COR BRANCA
C LI
O LI C ET Á
Á
R
O
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
ET M
U
FO U
4,60
V302 (150 x 300 mm)
R
30
P188 (300 x 600 mm)
RUFO METÁLICO
M
2,10
29
FO
1,32
28
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
2,09
27
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
3,81
26
RUFO METÁLICO
P187 (300 x 600 mm)
G
CALHA METÁLICA COR BRANCA
(300 x 600 mm)
ACESSO
(300 x 600 mm)
ESCADA MARINHEIRO
P237 (300 x 600 mm)
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
CALHA METÁLICA COR BRANCA
PLATIBANDA P235h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA P236
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA CALHA METÁLICA COR BRANCA CALHA METÁLICA COR BRANCA
0,77 2,49 0,15
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA RUFO METÁLICO
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
O
RUFO METÁLICO
C LI
25
V301 (150 x 300 mm)
P234 (300 x 600 mm)
P167 (300 x 600 mm)
Á
24
LAJE IMPERMEABILIZADA i=3%
ET M
G
RUFO METÁLICO
FO U
23
RUFO METÁLICO
P233 (300 x 600 mm)
R
22
3,30
21
0,44
20
0,92
19
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
5,13
18
CALHA METÁLICA COR BRANCA
7,52
17
CLARABÓIA
7,52
16
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
7,52
15
31 PLATIBANDA h=1.00m SOB PINGADEIRA METÁLICA
CALHA METÁLICA COR BRANCA
PLANTA ESTRUTURAL DA COBERTURA DA PISCINA DO SETOR ESPORTIVO ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
N TÍTULO:
ESCALA:
PLANTA ESTRUT. DA COBERT. DA PISC. - S. ESPORT. TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
22
0,15 2,50
2,30
0,15 3,00
FORRO EM GESSO
0,17
0,65
+2,63 +2,58
2,46
+1,05 +1,00
+3,50 +3,45
2,10
0,35 0,96
3,33
+4,55 +4,50
+0,00 +0,05
RESERVATÓRIO INFERIOR 2.000L
10,35
+7,00 +6,95
FORRO EM GESSO VAZIO DO SHAFT 11,60
3,00
1,00
BARRILETE
3,33 0,17
0,69 1,50
2,15
0,15 4,22 0,17
0,76 1,50 0,35 0,89
+6,13 +6,08
1,50
+0,00 +0,05
CAIXA D'ÁGUA 2.000L
0,17 1,05 0,03 0,30
0,35 0,35 0,03 0,30
0,17
+8,05 +8,00
1,00
+0,00 -0,05
3,00
3,03
1,95
BALCÃO 1,05
0,17
+1,05 +1,00
1
0,15
2
+9,63 +9,58
0,03
2,10
0,17 3,33
+2,63 +2,58
0,03
1,00 0,12 3,00 0,12
3,33
+6,13 +6,08
3,00
0,17
+7,00 +6,95
0,90 0,50
3,00
3,45
+9,63 +9,58
0,50 1,00
+10,50
+3,50 +3,45
0,88
3
CASA DE MÁQUINAS DO ELEVADOR
CASA DE MÁQUINAS DO ELEVADOR
2,20 0,15
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
+4,55 +4,50
LU
4
LAJE IMPERMEABILIZADA
+8,05 +8,00
TA
5
LAJE IMPERMEABILIZADA
BARRILETE
5% i=4 E D
6
PLATIBANDA
CAIXA D'ÁGUA 2.000L
-0,10
7
0,17 0,03 0,30
8
0,17 0,30
9
0,03 0,90
10
PLATIBANDA 0,15
+14,00 +13,95
11
3,00
12
0,47
13
-0,08 -0,03 -0,80 -0,75
RESERVATÓRIO INFERIOR 2.000L
-1,52 -1,57
CORTE EE ESC: 1 : 100
H Q
P
O
N
M
L
K
J
G
F
E
I
D
C
B
A
i=
-1,65 -1,70
% 45
-1,50 -1,55
-1,35 -1,40
-1,20 -1,25
-0,90 -0,95
-1,05 -1,10
-0,75 -0,80
2,10
1,00 0,61 1,50 0,540,50 0,89
10,45
1,50 0,500,50 0,96 1,50
0,03 0,17 0,30 3,00 0,03 0,17 0,30 3,00
1,00
+0,00 -0,05
-0,45 -0,50
0,90 0,50
0,50
3,00 2,10
2,10
4,35
DE LU TA
-1,15 -1,20
-0,60 -0,65
3,00
6,30
7,00
2,25
0,03
FORRO EM GESSO
0,03 0,17 0,30
2,10
2,82 5,40
0,20
+3,50 +3,45
3,00
0,90 0,50
0,50 3,00
COBERTURA METÁLICA SOBRE ESTRUTURA METÁLICA
2,45
10,45
1,75
+7,00 +6,95
2,10
1,50
3,00
1,25
+10,50 +10,45
0,90 0,50
0,50 1,00
1,00
1,00
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
+0,00 -0,05
+0,00 -0,05
CORTE FF ESC: 1 : 100
AO
AN
AM
AL
AK
AJ
AI
AH
AG
AF
AE AD
AC
AB
AA
Z
Y
X
W
V
U
T
Q
P
S
O
R
0,15 0,60
0,15 0,60
0,20 0,75
7,55
6,95
3,00 1,05 0,35 2,10
2,10 0,12 0,90 0,03 0,35 2,10
0,35 0,03
0,12 3,00
0,03
0,90 0,17 0,75
0,03 0,17 0,30 3,00
3,20 0,35 3,15
0,35
0,60
3,35
0,30 1,05 0,15
3,65 0,78 1,50
0,65
0,93
+3,40 1,55
+3,50 +3,45
2,15
0,15 0,60 3,00 0,50
FORRO EM GESSO
3,00
1,40
PISCINA +5,50 +5,45
BARRILETE
1,50
0,500,45
6,80
4,71 2,10
2,10 0,90 0,50
+7,00 +6,95
+7,00 +6,95
2,10
3,15
RESERVATÓRIO INFERIOR 2.000L
0,90
0,03 0,03 0,35 0,35
+3,50 +3,45
FORRO EM GESSO
CAIXA D'ÁGUA 2.000L
1,00
+3,40
0,12
FORRO EM GESSO
3,00
6,95
+7,00 +6,95
TELHA TRAPEZOIDAL TIPO SANDUÍCHE TERMOACÚSTICO SOBRE ESTRUTURA METÁLICA i=10%
3,20
3,00
11,60
0,17
1,00
+10,50 BARRILETE
FORRO EM GESSO
1,07
1,15 2,15
CAIXA D'ÁGUA +11,70 2.000L
0,30 1,05 0,15
2,50
+14,00
1,35 0,20
1,15
COBERTURA METÁLICA
RESERVATÓRIO INFERIOR 5.000L
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:
CORTE GG ESC: 1 : 100
ESCALA:
CORTES TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
1 : 100
23
PÓRTICO EM ALVENARIA
CABO DE AÇO
PAINEL ENVIDRAÇADO FIXO COM MOLDURA EM ALUMÍNIO
GUARDA-CORPO H=1,20
PAREDE EM ALVENARIA PINTADA DE BRANCO
PASSARELA SOB CABOS DE AÇO
PORTA DE CORRER EM VIDRO E ALUMÍNIO
ELEVAÇÃO 1 - NORTE ESC:1 : 150
PÓRTICO DE ALVENARIA PINTADO DE BRANCO CABO DE AÇO DE SUSTENTAÇÃO
PLATIBANDA DE ALVENARIA PINTADA DE BRANCO
GUARDA CORPO H=1,20M PAREDE DE ALVENARIA PINTADA DE BRANCA
PASSARELA SUSPENSA POR CABOS
JANELA MA XIMAR DE VIDRO E ALUMÍNIO
PORTA CORTA FOGO ALUMÍNIO
MURO DE CONTENÇÃO
PELE DE VIDRO
ELEVAÇÃO 2 - LESTE ESC: 1 : 100
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:
ESCALA:
ELEVAÇÕES
Como CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA indicado BRUNO RAFAEL ANTUNES 11162500653
TEMA:
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
CELSO LEDO MARTINS
TCC II
24
VISTA AÉREA
SOLÁRIO
PRAÇA
RESTAURANTE
PASSARELA
FOYER
SALA DE DECANSO
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES TÍTULO:
ESCALA:
MAQUETES ELETRÔNICAS TEMA:
CENTRO CULTURAL E DESPOSTIVO EM GUARAREMA
ALUNO:
RGM:
ORIENTADOR:
MATÉRIA:
BRUNO RAFAEL ANTUNES CELSO LEDO MARTINS
11162500653 TCC II
25