Portfólio arquitectura

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Por tf贸lio

arquitectura

Profissional e Acad茅mico | 2003 a 2011


Curriculum Vitae IDENTIFICAÇÃO:

Nome: Ana Cláudia Barroso Pereira Lopes Morada : Av. Sacadura Cabral, 160 5º 34 Peso da Régua 5050-071 Godim Data de Nascimento: 24 de Fevereiro de 1985 CONTACTOS:

Telemóvel : 939390509 E-mail: claudiabplopes@gmail.com

Outubro 2019 a Fevereiro 2011 Colaboração na equipa de planeamento, concepção e projecto dos seguintes trabalhos: Estudo Prévio Edifício Ultramarino, Bragança • Plano de Pormenor para o Hospital Miguel Bombarda, Lisboa • Adega Quinta da Gaivosa, Sta Marta de Penaguião • Edifícios Av de Ovar, Peso da Régua • Apartamentos Turismo | Alojamento Local - Vila Velha, Vila Real • Adega Quinta da Gaivosa, Sta Marta de Penaguião Licenciamento • Colégio de Artes, Mirandela • Casa João Guichard,, Peso da Régua Projecto Execução • Remodelação Casa | Francisco Seixas da Costa, Vila Real • Circuito Aberto de Arte Pública, Paredes • Cais de Bagaúste, Lamego • Centro de Artesanato e Oficios Tradicionais e Residência de Artistas, Lamego • Academia de Artes, Lamego • Habitações Unifamiliares Cooperativa Habialvão, Vila Real Em Belém Lima Arquitectos in Norvia, Consultores de Engenharia SA FORMAÇÃO:

2003/09 – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), média de ingresso de 18,5 valores. 1997/2003 – Escola Secundária Dr. João de Araújo Correia (ESJAC), média de conclusão de 18 valores. 1995/97 – E.B.2.3. do Peso da Régua. 1991/95 – Escola Primária Nº3 do Peso da Régua.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Abril 2011 a 30 de Junho de 2012 Planeamento, concepção e projecto dos seguintes trabalhos: Licenciamento • Loteamento | Favaios • Recuperação e Ampliação de uma Habitação | Castedo, Alijó • Construção Habitação | Vilarinho de Cotas, Alijó • Recuperação e Ampliação de uma Habitação | S. Mamede de Ribatua, Alijó • Recuperação e Ampliação de um edifício de Habitação | Alijó Colaboração na equipa de planeamento, concepção e projecto dos seguintes trabalhos: Licenciamento • Loteamento | Alijó Em RBLP, Consultores de Engenharia Lda,

PARTICIPAÇÃO na ANUÁRIA da FAUP

2006/07 - caderno de viagens da disciplina de História da Arquitectura Portuguesa, docentes: Alexandre Alves Costa, Marta Oliveira e José Miguel Rodrigues. 2006/07 - trabalho individual da disciplina de Sistemas Estruturais, docente: Rui Póvoas. 2006/07 - trabalho de grupo da disciplina de Controlo Ambiental, docente: Nuno Valentim 2007/08 - trabalho de grupo da disciplina de Patologias da Construção, docentes: Nuno Valentim e Paula Castro 2007/08 - trabalho de grupo e individual de Projecto V, docentes: André Santos e regente Manuel Fernandes Sá 2007/08 com o registo fotográfico da disciplina História da Arquitectura Contemporânea, docente: Carlos Machado SEMINÁRIOS e WORKSHOPS

Abril de 2008 – Participação no seminário internacional “CinemArchitecture” “ na FAUP. Junho de 2008 – Participação no seminário “Arquitectura Sustentável” em Barcelos. Setembro de 2008 – Participação no Seminário “CAC08: Contemporary Architectural Challenges: Conception; Production and Performance” na FAUP. Outubro de 2008 - Participação no seminário internacional “Interpretar a Ruína” na FAUP. CURSOS e INICIATIVAS:

2007/2008 – Participação na iniciativa: Conversas com estudantes: entrevista ao Arquitecto Alexandre Alves Costa Agosto/Setembro 2008 – Curso de Iniciação em ArchiCAD pela InfoCAD. Junho/Julho de 2009 - Curso de AutoCad Módulo 3D pelo Instituto Ciências e Letras.


Por tfólio c o l a b o r a ç ã o p r o f i s s i o n a l BELÉM LIMA arquitectos | 2009 a 2011


BELEM LIMA | 12 REGARDS Coordenação de Escritório Colaboração na coordenação de escritório para a produção do livro Belem Lima | 12 regards. Este livro destaca doze obras seleccionadas do percurso recente do arquitecto Belém Lima, nascido em Vila Real e formado pela ESBAL em 1979. “Esta edição tem a particularidade de cada uma dessas doze obras terem sido visitadas, olhadas e comentadas por outros autores convidados, nomeadamente um filósofo, um artista plástico, um poeta e vários arquitectos. Na génese deste livro está uma conversa entre Belém Lima e o crítico de arquitectura Jorge Figueira, ponto de partida para todas as reflexões” .


TUB| Turismo de Bragança Colaboração

RAAL| Remodelação de Casa, Vila Real Colaboração

TUVV| Turismo da Vila Velha, Vila Real Colaboração

CAAP| Circuito Aberto de Arte Pública de Paredes Colaboração


ACAL | Academia de Artes de Lamego Colaboração

RAAL| Residência Artistas e Artesanato de Lamego Colaboração

CBG| Cais de Bagaúste Colaboração


Por tf贸lio t r a b a l h o s c u r r i c u l a r e s FAUP | 2003 a 2009



V PROJ. V PROJECTO URBANO 2007/08


Trabalho de Grupo

Projecto V

2 0 0 8 _ FA U P

Prof. André Santos; Regente: Prof. Manuel Fernandes de Sá

ANÁLISE DA ÁREA EM ESTUDO No

contexto

da

consolidada,

de

do

Porto,

identifica-se

espaços

alternativos

cidade

à

cidade

carência

a

de

paragem

e

vida

quotidiana,

lazer, ao

ritmo

intenso de uma grande cidade. Momentos de

pausa,

pontos

preenchendo pessoas

uma

que

de

descompressão,

necessidade

vivem

que

as

diariamente

o

território da cidade sentem.

Pretendeu-se, importante

à

face vida

a

esta

carência

agitada

do

tão

dia-a-dia,

criar esses momentos em falta e fazê-los

continuidade

dialogar, para garantir a

intra-territorial que se ambiciona. Foi criado um novo conceito de tempo, dentro da

cidade

consolidada,

momentos

focos de atracção

rede de autocarros STCP

na

cidade

propondo que

silêncio,

ao

descanso,

ao

alternativo

agitação,

à

paragem,

e,

por

interioridade

e

ao

rede de eléctricos linha de Metro existente

estações de Metro propostas pelo PDM

linha de Metro proposta pelo PDM

vezes,

contacto

directo com a natureza. estações de Metro existentes

novos

apelem

ao da à

mais


DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO O mote são os interiores

de

vazios na cidade. Áreas abandonadas, edifícios em ruína, quarteirão

sem

aproveitamento,

zonas

desocupadas, restos de cidade que surgem como espaços de

marginais

e

oportunidade

momentos de paragem e

e que carecem de um novo desenho tornando-se de estar opcionais que a cidade oferece

MOMENTOS

São momentos diversos, que surgem de acordo com as necessidades do lugar e com as oportunidades do território e que comunicam entre si.

A ligação é conseguida através de um percurso que garante a continuidade espacial

entre

as

“paragens”.

Este

canal

ramifica-se

noutros

percursos,

propondo várias alternativas a quem o percorre. Este

é

o diálogo

pretendido, que

possibilita

a

fluidez e

a

comunicação

entre as partes e entre estas e o resto da cidade.

A divisão foi determinada pelas funções e por vias importantes que cortam o

PERCURSO PELOS MOMENTOS

terreno. Os momentos nas suas diversas formas respondem às características físicas e funcionais da área.

A

partir

daí

surgiram

os

unificar

temas:

o

pólo

do

Campo

Alegre,

dinamizar o ‘verde’ junto à rua D. Pedro V, divulgar a cultura junto às museus,

disciplinar

o

espaço

público

galerias

e

em

torno

da

escolar e

criar ‘cidade’ na zona marginal junto à rua Damião de Góis.

zona

DIVISÃO DE ÁREAS POR FUNÇÕES


Trabalho de Grupo

Projecto V

2 0 0 8 _ FA U P

ZONA UNIVERSIDADES . vazios resultantes da nova estrutura rodoviária e da topografia acentuada . ocupação dispersa por equipamentos de forte utilização . edificado consolidado à face da rua principal.

ZONA HORTAS

ZONA CULTURA

ZONA ESCOLAS

ZONA PARQUE

. grande vazio de difícil topografia marginalizado . ocupação quase inexistente no seu interior e densa nos limites quando a cota estabiliza . falta de funcionalidade . edifícios culturais de excepção na sua proximidade

. malha consolidada . edifícios de referência cultural . interiores de quarteirão, largamentos, praças, como espaços potenciais

. malha consolidada . edifícios de ensino e património histórico articulados por importantes elementos urbanos

. área marginalizada nas traseiras de quarteirões bem consolidados . topografia acidentada . edifícios da judiciária com pouco carácter polarizador

1.

Espaço Verde face à rua Damião de Góis que anuncia a entrada no Parque e proporciona à rua um espaço de estar

3.

13.

4.

Parque Urbano, espaço direccionado para a prática desportiva ao ar livre

5.

Momentos de transição fragmentados em pequenos espaços de pausa na escadaria do Metro

6.

Rua pedonal transformada num momento dinâmico associada ao espaço interior do edifício Maria Pia

7.

Praça do eixo das escolas. Espaço de estar, de cruzamento de pessoas com diferentes ritmos diários

Interior de quarteirão aberto à cidade como espaço cultural. Espaço de divulgação da arte.

14.

Áreas verdes de refúgio face ao ritmo intenso do dia-a-dia com actividades de relaxamento e lazer.

15.

Espaço verde associado a um ginásio com estacionamento

16.

Praça associada à estação de Metro e entre as faculdades, integrando edifícios de comércio, escritórios e habitação.

17.

Campus Universitário que relaciona a faculdade de Arquitectura com a Faculdade de Ciências. Espaço de lazer para vivência universitária.

8.

18.

9.

19.

Praça recolhida formando o adro de igreja românica e espaço de circulação pedonal Espaço exterior com jardim. Espaço de permanência, de repouso. Esquema: o ritmo, as zonas, os momentos, o percurso, as barreiras

12.

Pátio público interior de ligação pedonal que ocupa um lote abandonado de frente para o conservatório.

Parque Urbano (à pequena escala), espaço verde ondulado pela topografia, com percursos de lazer e momentos de paragem.

momentos urbanos em diálogo

Nova escola artística associada ao percurso alternativo dos jardins do antigo conservatório

Momento que articula o percurso alternativo, sendo também um espaço de paragem e interface.

2.

PLANTA GERAL DE INTERVENÇÃO DE GRUPO

11.

10.

Parque verde que articula duas cotas. Ocupação de vazio urbano.

Centro desportivo com actividades alternativas à rotina dos estudantes universitários Casa de Chá com esplanada associada ao espaço verde, rico em diversidade arbórea.


MOMENTOS URBANOS EM DIÁLOGO

1

4 5

3 2

6 7

8

9 19 10 17 18

11

16 12 15 13 14

PLANTA DE ESTRATÉGIA


Trabalho Individual

Projecto V A

intervenção

estratégia terreno

individual

de

que

2008 _ FAUP

grupo,

abrange

importância,

nas

surge

numa

num

maior

espaços

contexto extensão

distintos,

acessibilidades,

quer

como

de de na no

desenvolvimento urbano da cidade do Porto.

A área de intervenção corresponde a uma parcela de terreno desqualificado na encosta do Seminário de Vilar junto à rua D. Pedro V, que se oferece como uma

oportunidade

continuidade de

de

percurso

desenvolvimento de

ligação

com

a

na cidade

consolidada.

Numa zona mais marginalizada da cidade, ainda com fortes

ligações

oportunidade

a

um

de

carácter

mais

revitalização

rural,

de

um

surge

a

espaço,

fortalecendo a sua identidade rural e aproveitandoa de modo a poder ser usada e habitantes

e

pedagógico,

visitantes de

da

frequentada pelos

cidade,

aprendizagem

com

intuito

agrónoma,

fortalecendo a relação com a Natureza aproveitada pelo Homem. Foi intenção fundamental do projecto, manter o mais possível

a

aproveitamento

identidade dos

do

muros

local, e

dos

com

o

percursos

existentes, tão característicos da zona Douro como preservação da MEMÓRIA colectiva.

LOCALIZAÇÃO DA INTERVENÇÃO INDIVIDUAL


ESQUEMA PERCURSOS

O PERCURSO principal de cota

transição entre zonas estabelece-se à

alta, aproveitando o

Caminhos

Românticos,

PASSADIÇO

num

proposto

contacto

e

directo

entrando

com

as

pelos

quintas

existentes na proximidade do Palácio de Cristal. O percurso porém RAMIFICA-SE e entra pelo vale, aproveitando os caminhos

existentes

e

estabelecendo

novos

percursos

entre

as

diversas ACTIVIDADES. O percurso do PEÃO é favorecido sobre o percurso automóvel, fortalecendo-se os atravessamentos da rua D. Pedro V.

ESQUEMA LINHA ELÉCTRICO

O

ELÉCTRICO

ascendente, associada

é

proposto

fazendo

ao

a

MUSEU

para

ligação

do

a

Rua

entre

Eléctrico

D. a

com

Pedro

Alameda a

Praça

V de da

num

sentido

Massarelos, GALIZA

e

a

Rotunda da BOAVISTA. Esta

nova

linha

alimenta

com

TRANSPORTES

PÚBLICOS

este

espaço, favorecendo a chegada de pessoas e facilitando a subida da rua. Também para facilitar o percurso ascensional da Rua D. Pedro V, é instalado um corrimão eléctrico para BICICLETAS, no lado

direito

da

rua,

com

entrada superior do vale. Museu do Eléctrico Percurso Existente Percurso Proposto Paragens Eléctrico

faixa

própria

para

a

circulação

até

à


Trabalho Individual

Projecto V

2008 _ FAUP

PLANTA GERAL DE INTERVENÇÃO


C 4

C 1

C 1

C 2

C 2

C 3 C 3

PLANTA DE CORTE NO EDIFICADO

CORTES

C G E4 RAIS


Pormenores

Projecto V

2008 _ FAUP

PLANTA DE REFERÊNCIA DO PORMENOR.1 E PORMENOR.2


RUA D. PEDRO V _ Pormenor 1 Com o eléctrico proposto para a rua D. Pedro V, o desenho da rua é alterado para a sua passagem e para dar prioridade ao peão. o pormenor escolhido demonstra o novo perfil da rua com o acesso ao vale de Massarelos entre edifícios.

PRAÇA COBERTA _ Pormenor 2 zona de estar, de paragem e comercial, junto à rua D. Pedro V e com ligação ao vale de Massarelos


Pormenores

Projecto V

2008 _ FAUP

PLANTA DE REFERÊNCIA DO PORMENOR.3


CAFETARIA COM PRAร A ASSOCIADA _ Pormenor 3 cafetaria e zona de estar ao ar livre junto ao passadiรงo que atravessa o vale. momento de paragem essencial ao percurso proposto


FOLHAS DA ENTREGA INDIVIDUAL


V PATOLOGIAS DA CONSTRUÇÃO ESCOLA SOARES DOS REIS

2007/08


Painel de Grupo - Anuária

Patologias da Construção

2 0 0 8 _ FA U P

Prof. Nuno Valentim

ESCOLA SOARES DOS REIS Durante

o

seu

comportando

período

estas

de

vida,

diferentes

a

escola

abordagens

Soares

dos

Reis

estruturais.

sofreu

três

Actualmente

o

ampliações seu

sistema

estrutura mistura a alvenaria de pedra, o betão armado e vigotas pré-esforçadas. Como em qualquer estrutura histórica, a ideia principal vai no sentido do restauro e conservação

do

conjunto

edificado.

Apesar,

da

estrutura

ficar

escondida

pelos

revestimentos é um dos elementos fundamentais na garantia da qualidade funcional e da sua durabilidade. As

principais

patologias

estruturais

da

Escola

são

relativas

a

acções

estáticas

(directas e indirectas) no edifício. Algumas causas patológicas são provocadas por acção

humana

(concepção/

projecto,

execução

e

utilização),

outras

por

assentamentos, deslocamentos, fendas e fissuras.

Evolução histórica O edifício da escola Soares dos Reis atravessou diferentes fases de concepção. O corpo

da

principal, estrutura

Antiga

Fábrica

paredes em

de

madeira.

de

Chapéus

alvenaria As

de

paredes

do

século

pedra,

XIX

sendo

exteriores

e

tinha os

uma

como

pisos

central

sistema

resolvidos formavam

a

estrutura com

uma

estrutura

principal do edifício. Com

a

princípios

adaptação

da

construtivos.

fábrica O

à

elemento

escola

em

distinto

1928, era

o

mantiveram-se último

piso

os

onde

principais o

invólucro

continuava a ser em alvenaria de pedra, mas com um desenho distinto; no centro a parede de alvenaria de pedra foi substituída por pilares em betão armado.

PAINEL DE GRUPO – ANUÁRIA 2008


Trabalho Individual

Patologias da Construção

2 0 0 8 _ FA U P

Tipologias da caixilharia existente No

edifício

da

Escola

Decorativa

Soares

dos

Reis existe uma grande variedade de dimensão dos vãos e da tipologia dos caixilhos.

A

razão

destas

provavelmente

ao

diferenças

facto

da

deve-se

escola

ter

sido

construída aos poucos, como um somatório de volumes e em diferentes épocas, sem nunca ter existido

a

preocupação

de

homogeneizar

os

vãos.

Recentemente

algumas

destas

caixilharias

foram alteradas por caixilhos em alumínio que tentam

imitar

alteração

a

não

antiga foi

feita

caixilharia, na

mas

esta

totalidade

mas

apenas em alguns vãos, principalmente à face da rua, o que acentua ainda mais as diferenças entre

os

tipos

de

caixilhos

existentes

na

escola.

Caixilho tipo O caixilho escolhido é constituído por 6 folhas, 3

superiores

centrais são

e

3

inferiores,

em

que

as

duas

fixas, as laterais superiores são

basculantes e as laterais inferiores de batente

ALÇADO E CORTES DO VÃO EM ESTUDO


Levantamento Pela

inexistência

de

desenhos

de

pormenor

dos

caixilhos, foi necessário o seu levantamento para melhor compreender as suas dimensões e os seus encaixes. Foi

possível

caixilho

perceber

seria

possível

que a

devido

sua

à

espessura

adaptação

para

do

receber

vidro duplo. Aparentemente, apesar de não ser muito vulgar, a pedra é

contínua

desde

perpendiculares

o

ao

interior caixilho

ao

exterior,

para

com

possibilitar

quebras o

seu

encaixe.

Identificação das patologias e Possíveis causas - Descasque e fissuração da pintura: possivelmente

pela

exposição

solar

e

pela

acção

das

chuvas durante todos os anos desde a construção e sem qualquer tipo de manutenção - Fendas na madeira do caixilho: o descasque da pintura deixa a madeira mais exposta e mais vulnerável aos agentes exteriores. A água das chuvas provoca o inchamento da madeira e a radiação solar a sua retracção. Estas alterações físicas provavelmente

terão

causado

a

abertura

de

fendas

na

madeira, aprofundadas com a permanência da humidade. - Degradação das ferragens: as

ferragens

degradadas,

dos

caixilhos

notando-se

em

encontram-se alguns

um

casos

destacamento em relação a parte do caixilho.

pouco o

seu


Hipótese de restauro do caixilho Para o restauro do caixilho será necessária uma análise ao estado da madeira, que será lixada, para perceber em que situações deve ser substituída com a realização de próteses. Para um melhor desempenho do caixilho é proposta a introdução de vidro

duplo

(6mm/8mm/4mm),

de

baixa

emissividade

para

melhor

desempenho térmico e acústico, no caixilho original, sendo para isso necessário a diminuição da dimensão do bite para aumentar o espaço disponível para a colocação do vidro. Será

também

necessária

a

introdução

de

borrachas

vedantes

em

pontos críticos de modo a permitir a estanquidade do caixilho à água e ao vento. Algumas

das

impossibilidade

ferragens da

terão

colocação

de

que uma

ser

substituídas,

ferragem

igual

à

e

na

existente,

poderá ser necessária a hipótese de total substituição das ferragens por outras de desenho semelhante. Em

algumas

situações,

será necessário

para

aproveitamento

cobrir algumas fendas na

do

caixilho

existente,

madeira, que poderá

ser

feita com betume de vidraceiro, antes da pintura. Por último é necessária a aplicação da pintura, a tinta de óleo, tanto no exterior como no interior, sobre a madeira e sobre algumas das ferragens, de modo a conservar os materiais. Os caixilhos terão que ter manutenção regular para garantir o bom estado da madeira e a sua conservação.



V

HISTÓRIA DA ARQUITECTURA CONTEMPORÂNEA Registo Fotográfico

2007/08


Registo Fotográfico - Anuária

História da Arquitectura Contemporânea Prof. Carlos Machado

Casa de Serralves, 1931, José Marques da Silva e Charles Siglis

2 0 0 8 _ FA U P


Cinema Batalha, 1946, Artur Andrade


Parque Municipal da Quinta da Conceição e Pavilhão de Ténis, 1956-60, Fernando Távora

Piscina no Parque Municipal da Quinta da Conceição, 1958-65, Álvaro Siza


Casa de Chรก da Boa Nova, 1956-63, ร lvaro Siza


Edifício de Escritórios e Habitação na Sá da Bandeira, 1946, Arménio Losa e Cassiano Barbosa

Edifício de Escritórios e Habitação da firma “Soares & Irmão”, 1950-55, Arménio Losa e Cassiano Barbosa


Operação SAAL Norte, Conjunto Habitacional da Bouça, 1974-77


Pousada de Santa Maria do Bouro, 1989-97, Eduardo Souto de Moura e Humberto Vieira

Reconversão da Ruína do Gerês, 1980, Eduardo Souto de Moura


IV PROJ. IV EQUIPAMENTO Piscina e Ginรกsio da Carcereira

2006/07


Entrega Final

Projecto IV

2007 _ FAUP

Prof. Adalberto Dias

PISCINA COBERTA E GINÁSIO DA CARCEREIRA

A proposta para a Piscina e Ginásio da Carcereira desenvolve-se segundo o conceito de edifício com pátio central.

O

conjunto

divide-se

em

três

grandes

espaços

exteriores:

um

espaço

público

voltado

para

a

Av.

Sidónio Pais; um semi-privado, reservado aos utentes do edifício, mais propriamente do ginásio, como continuação

das

salas para

uso

exterior;

e

um

espaço

privado, de

uso

restrito

aos

funcionários e

também possível acesso de emergência, a uma cota inferior ao piso de entrada, com acesso directo ao piso técnico.

O átrio relaciona-se com a cafetaria a partir de um espaço exterior coberto, permitindo uma maior liberdade de funcionamento da cafetaria.

A

partir

do

átrio

desenvolvem-se

duas galerias

voltadas para

o

pátio

interior que

dão

acesso

aos

vestiários e balneários envolvendo o pátio. Este permite uma maior respiração do edifício, assim como uma sempre favorável iluminação natural. Os dois espaços principais encontram-se cada um de um dos lados do pátio e do edifício, com frentes para o espaço público a piscina e para o espaço semi-privado o ginásio.

Os espaços exteriores são tratados essencialmente como espaços verdes de usufruto visual a partir do interior e também de uso físico no caso das salas de ginásio


ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL PISO PRINCIPAL

SALAS GINÁSIO

BALNEÁRIOS/ VESTIÁRIOS

RECEPÇÃO/ GABINETES BALNEÁRIOS/ VESTIÁRIOS

BAR/ CAFETARIA

IMPLANTAÇÃO

PISO TÉCNICO

PISCINA


Entrega Final

Projecto IV

C2

2007 _ FAUP

C3

C1

PLANTA E ALÇADOS DA ENTRADA E PISCINA


ALÇADOS DO GINÁSIO

CORTE 1

CORTE 2

CORTE 3

CORTE 4


Pormenores

Projecto IV

2007 _ FAUP

CORTE INDICATIVO DE PORMENORES – P1 a P9


PORMENORES – P1 a P9


Pormenores

Projecto IV

2007 _ FAUP

CORTE INDICATIVO DE PORMENORES – P10 a P16


PORMENORES – P10 a P16



IV HISTÓRIA DA ARQUITECTURA PORTUGUESA CAPELA N. S. GUADALUPE

2006/07


Trabalho de Grupo

H i s t ó r i a d a A r q u i t e c t u r a P o r t u g u e s a 2007 _ FAUP Prof. Marta Oliveira e Prof. José Miguel Rodrigues; Regente: Prof. Alexandre Alves Costa

CAPELA DE NOSSA SENHORA DE GUADALUPE – BRAGA

O trabalho sobre a Capela de Nossa Senhora de Guadalupe incide maioritariamente sobre o exercício de levantamento.

Partindo do particular para o geral, o trabalho inicia-se com uma aproximação à capela e à sua

forma,

evidenciando

uma compreensão do Procurou-se

uma

as

suas

características

mais

determinantes.

Daqui

partiu-se

para

sítio, do lugar em que a capela se insere.

relação entre o

plano da

capela e

o plano do

Campo

Novo, fazendo uma

breve descrição do que foi este plano do século XVIII, e de como os dois estão estritamente interligados. Procurámos inserir o desenho da capela no desenho urbano, num contexto mais alargado, no contexto da cidade de Braga. Aqui se descreve de forma sucinta diferentes fases da evolução da cidade, como a cidade cresceu, e como o plano da capela se inseriu na malha urbana.

Depois da forma, depois do lugar da capela caracterizado, no monte, no Campo, na cidade, outro tema surge, o tema do

santuário. planta centralizada,

A partir do tema do santuário, rapidamente se passa para o tema da tema

que

Através

da

resulta

do

anterior

caracterização

e

desta

que

faz

como

tipologia

de

que

uma

planta

conclusão

central

é

ao

feita

trabalho a

relação

nesta com

fase. outros

exemplos de santuários e igrejas de planta centralizada, em Braga e nos arredores da cidade. Partindo de uma caracterização geral desta tipologia de cruz grega é feita uma aproximação à capela e a outras relacionadas, como o Bom Jesus de Braga é exemplo.

Assim como a planta central, o trabalho nasce e desenvolve-se sempre centrado no exercício de levantamento, a partir do qual os temas surgem mas onde sempre regressam. A forma como tema fulcral e radiocêntrico, em torno do qual o trabalho se gere.



Trabalho de Grupo

H i s t ó r i a d a A r q u i t e c t u r a P o r t u g u e s a 2007 _ FAUP

Planta da cidade de Braga. Idade Média 1070-1505. a vermelho as vias que envolvem o monte. Fonte: Braga. Evolução da Estrutura Urbana

Vista sobre o santuário do Bom Jesus do Monte a partir do recinto da capela

Vista do Bom Jesus sobre a cidade

Vista sobre o santuário do Sameiro a partir do recinto da capela

Vista sobre a Igreja de S. Victor

Vista sobre o recinto da capela

Vista sobre a Igreja Nossa Senhora a Branca

Vista sobre a Igreja do Carmo




III PROJ. III Edifício de Habitação Colectiva 2005/06


Edifício Habitação Colectiva

Projecto III

2006 _ FAUP

Prof. Rui J. G. Ramos; Regente: Prof. Luís Soares Carneiro

PLANTA GERAL


REFERÊNCIAS

Galeria do Hospital de Veneza

Promontório Arquitectos, Edifício de Habitação Colectiva


Fogo individual

Projecto III

2006 _ FAUP

FOTOS MAQUETE

IMAGENS VIRTUAIS 3D

ALÇADO GERAL DO EDIFÍCIO

ALÇADO DO FOGO INDIVIDUAL

EM ESTUDO


PLANTA PISO 1

PLANTA PISO 2

DESENHOS DIGITAIS MÓDULO 3D


Pormenores

Projecto III

2006 _ FAUP

CORTE INDICATIVO DE PORMENORES – P1 a P6


P.1

P.2

P.3

PORMENOR VERTICAL DE VÃO

P.4

P. 5

P. 6

PORMENORES – P1 a P6 PORMENOR HORIZONTAL DE VÃO


DESENHOS DIGITAIS 3D – EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO


II PROJ. I I ResidĂŞncia de Estudantes

2004/05


Residência de Estudantes

Projecto II

2005 _ FAUP

Prof. Helder Casal Ribeiro; Regente: Prof. Francisco Barata

A proposta de projecto de uma residência de estudantes na Praça de Lisboa foi implantada junto à rua Ferreira da Silva. O seu contacto com a força visual da faculdade de Ciências cria um paralelo que equilibra e facilmente ancora o edifício neste local.

A evolução do trabalho foi mais em relação à forma e estruturação da residência e da praça do que em relação a decisões de implantação. O surgimento de uma nova direcção no projecto correspondente à galeria de Paris trouxe novas opções e significados tanto no tratamento da praça como do edifício que para além de alterar a sua forma acrescentou-lhe também um pátio privado.

O edifício prolonga-se para alem do alinhamento da faculdade de Ciências. O prolongamento não é feito

aleatoriamente

pois

o

novo

volume

torna-se

praticamente

independente

surgindo

como

braço

excepcional que se solta do volume principal, e que se eleva para continuar a permitir a passagem e a entrada na praça de quem acede desde o jardim da Cordoaria. A sua forma herda também a direcção da Galeria de Paris o que leva a afunilar-se e a rematar o restante volume que neste local desce ligeiramente como numa rampa suave.

Tornou-se fundamental a preocupação em resolver a praça de maneira a torná-la mais acolhedora e facilitando os seus acessos. Foi criado um género de pátio de entrada que se abre em diferentes acessos à praça, um mais rápido de dois lanços de escadas e outro mais lento da rampa dentada que alonga o percurso. Este pátio criou uma nova linha direccional perpendicular à rua das Carmelitas que condiciona o percurso das pessoas conduzindo-as aos dois acessos à praça neste ponto. Sob

uma

das

plataformas

encontra-se

o

café/galeria,

com

cobertura

visitável,

o

que

provoca

a

necessidade de novos acessos a partir da plataforma superior que sirvam de alternativa à rampa. Um deles surge relacionado com o percurso junto à rua Filipe Nery e o outro como remate do percurso na cobertura do café/galeria. A criação de um pátio entre eles funciona como separação das duas funções e origina uma entrada de luz na sua união.


ALÇADOS PRINCIPAIS

PLANTA DE COBERTURA

PLANTAS


DESENHOS DE ESTUDO


II DESENHO I I Desenho de Arquitectura

2004/05


Desenho de Arquitectura

Desenho II

2005 _ FAUP

Prof. Sofia Barreira; Regente: Prof. VĂ­tor Silva

DESENHOS DO TERRENO DE PROJECTO II


CÓPIAS DE DESENHOS DE ARQUITECTOS



II INTRODUÇÃO aos SISTEMAS CONSTRUTIVOS Desenho de Arquitectura

2004/05


Levantamento – Praça Carlos Alberto

ISC

Introdução aos Sistemas Construtivos -

2005 _ FAUP

Prof.Joaquim Teixeira

LOCALIZAÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM ESTUDO

LEVANTAMENTO DE DUAS CONSTRUÇÕES DO SÉC. XIX NA PRAÇA CARLOS ALBERTO, PORTO


DESENHOS DE LEVANTAMENTO DE DUAS CONSTRUÇÕES DO SÉC. XIX NA PRAÇA CARLOS ALBERTO, PORTO



I PROJ. I 2003/04


Cidade

Projecto I

2004 _ FAUP

Prof. Gonçalo Furtado, Prof. José Manuel Soares.

MAQUETE DA CIDADE

DESENHOS DE ESTUDO

MARGINAL – PORMENOR DE MAQUETE DA CIDADE


Café - Módulo

Projecto I

2004 _ FAUP

Prof. Gonçalo Furtado, Prof. José Manuel Soares.

MAQUETE DO CAFÉ VISTAS MAQUETE

PERSPECTIVA, CORTES E PLANTAS DO CAFÉ


Residência de Estudantes

Projecto I

2004 _ FAUP

Prof. Gonçalo Furtado, Prof. José Manuel Soares.

MAQUETE

PLANTA E ALÇADO DA RESIDÊNCIA


ALÇADOS DO MÓDULO

CORTES DO MÓDULO

ALÇADO, CORTES E PLANTA GERAL

PLANTA DO MÓDULO


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