Costa do Sol - Jornal | 23 de Agosto

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CONCERTOS TERMINAM DIA 28 DE AGOSTO EM CASCAIS

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Festas do Mar mantêm tradição

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DE 25 DE AGOSTO A 3 DE SETEMBRO

Paço de Arcos vai celebrar Senhor dos Navegantes

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Informação Geral

Costa do Sol jornal

 COLÓNIA DE FÉRIAS ATÉ 1 DE SETEMBRO

TRADIÇÃO MANTÉM-SE NA FUNDAÇÃO “O SÉCULO”

A colónia balnear deste ano é a maior de sempre, tanto em número de crianças, como em número de dias.

E

stão a decorrer os Campos de Férias da Colónia de Férias da Fundação “O Século”, que só terminam a 1 de setembro. Mantendo a tradição iniciada em 1927, durante um mês, a Colónia de Férias Residencial (Fechada) vai levar à praia centenas de crianças desfavorecidas, que são encaminhadas por outras Instituições Particulares de Solidariedade Social, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais de todo o país. A Colónia de Férias da Fundação “O Século” – a mais antiga do país, que este ano celebra 90 anos da Colónia Balnear Infantil de “O Século” -, teve início a 3 de julho, com o arranque dos Ateliês de Verão (Colónia Aberta) da Fundação “O Século”, que irão continuarão a decorrer em simultâneo com os Campos de Férias. Com o objetivo de assinalar os 90 anos da Colónia da Balnear Infantil de “O Século”, a Colónia de Férias da Fundação “O Século” de 2017 é a maior – tanto em número de

crianças como em número de dias - dos últimos anos, disponibilizando perto de 600 vagas, o dobro dos anos anteriores. A Colónia de Férias da Fundação “O Século”, à semelhança de anos anteriores, conta com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, através de uma comparticipação financeira às famílias mais vulneráveis. A Colónia Balnear Infantil “ O Século” nasceu e instalou-se em São Pedro do Estoril, numa antiga fábrica de conservas, a 10 de Setembro de 1927, concretizando a ideia do então jornalista e diretor do Jornal “O Século”, João Pereira da Rosa, com o objetivo de proporcionar às crianças mais carenciadas dias de férias na praia. Atualmente, a atividade social da Fundação “O Século” desenvolve-se muito para além da Colónia de Férias, com diferentes valências de apoio social, da infância à idade sénior, que alcançam, diariamente, mais de 600 pessoas.

OPINIÃO

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23 de agosto de 2017

Nuno Piteira Lopes

VAMOS FALAR DE VOTOS?

D

e vez em quando lá ouvimos a expressão voto útil. Até parece que os outros votos, nas outras eleições, são inúteis. E até compreendo que se possa pensar assim. Para que serve afinal um voto? Um único voto. Mas em quantos? Em 10? Em cem? Em mil? Em 10 mil? Que diferença faz? Compreendo. Mas gostava de lhe garantir que faz mesmo a diferença. Deixem-me tentar responder com outra pergunta: O que permitiu este trabalho feito por Carlos Carreiras e a sua equipa na Câmara de Cascais nos últimos 4 anos? O que torna Carlos Carreiras e a Câmara de Cascais num autarca e numa autarquia modelo? Não é só a equipa, porque há boas equipas noutros concelhos. Não é só a vontade, porque há gente com vontade noutros concelhos. Não são só os projetos, porque também há bons projetos noutros concelhos. O que permitiu este trabalho feito nos últimos 4 anos foi a soma destes fatores e de mais um: estabilidade e transparência na gestão. Infelizmente o país está cheio de câmaras municipais com boas equipas e bons projetos mas que não conseguem fazer nada porque as câmaras são ingovernáveis ou porque as juntas são ingovernáveis. Na Câmara de Cascais nunca perdemos tempo com politiquices. Falamos com as pessoas, debatemos o que há para debater, decidimos o que há para decidir e fazemos o que há para fazer. Isso só foi possível porque em 2013 os eleitores confiaram em nós. Só foi possível porque nas últimas eleições milhares de cascalenses acreditaram que o seu voto individual, podia fazer a diferença. E o seu voto foi mesmo útil. Cada um deles. Para eleger mais um representante desta equipa para a junta ou para a assembleia de freguesia, para eleger mais um vereador. Para dar uma maioria estável à Câmara de Cascais ou na Assembleia Munícipal. Porque no fim do dia podemos estar cheios de vontade, juntar a melhor equipa e as melhores ideias, fazer o melhor trabalho não vamos conseguir fazer nada sem si. Não deixe que os outros decidam por si. Vamos tirar Cascais do top 3 nacional com maior nível de abstenção. Cascais não pode parar.

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Informação Geral

23 de agosto de 2017

Costa do Sol jornal

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 PROTOCOLO IRÁ VIGORAR ENTRE 2017 E 2020

CASCAIS E ARS INVESTEM CERCA DE SEIS MILHÕES EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

Carcavelos vai ter um novo centro de saúde e São Domingos de Rana terá uma nova Unidade de Saúde Familiar no espaço já existente. O protocolo assinado entre autarquia e Administração Regional de Saúde prevê ainda a possibilidade de criar de raiz uma nova unidade de saúde na freguesia de Cascais.

O

concelho de Cascais vai ter duas novas unidades de cuidados de saúde primários e melhorias nas restantes no âmbito de um protocolo ontem assinado entre a autarquia e a Administração Regional de Saúde (ARS). Segundo a ARS de Lisboa e Vale do Tejo, o investimento, a realizar entre 2017 e 2020, será de “cerca de seis milhões de euros”. O objetivo é “reforçar os cuidados de saúde primários na área geográfica do município de Cascais e adequar as infraestruturas existentes às necessidades da população”, indicou a ARS num comunicado. Além da beneficiação e ampliação de instalações existentes, o acordo prevê a construção de duas novas unidades de saúde em Carcavelos e Cascais. De acordo com a minuta do protocolo a subscrever entre a presidente da ARS, Rosa Valente de Matos, e o presidente da autarquia, Carlos Carreiras, as duas entidades procederam “ao diagnóstico, ao cálculo das necessidades e das carências em equipamentos de cuidados primários de saúde”. No documento, a que a Lusa teve acesso, estão previstas, até à construção do novo polo de saúde de Carcavelos, instalações provisórias para a Equipa de Tratamento (ET) da Parede, e a ampliação da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Carcavelos, com até dois contentores. Uma nova USF no centro de saúde de S. Domingos de Rana, no último piso da unidade existente, está também contemplada no acordo. O futuro polo de saúde de Carcavelos, com uma área bruta de construção até 1.800 metros quadrados, incluirá a USF, a ET da

Parede, do eixo Oeiras/Cascais do Centro de Respostas Integradas (CRI) de Lisboa Ocidental e serviço de pedopsiquiatria. No documento está ainda prevista a construção da nova unidade de saúde de Cascais, que poderá ser de raiz ou mediante adaptação de edifícios existentes. Uma fonte oficial da ARS adiantou à Lusa que o investimento no âmbito do protocolo está estimado “em cerca de seis milhões de euros”, principalmente para os dois novos centros de saúde. A ARS assume o compromisso de “elaborar os programas funcionais” para as unidades de saúde, instalar equipamentos e mobiliário e “proceder à alocação de recursos humanos”, para “garantir a cobertura tendencialmente completa dos utentes do município de Cascais com médico de família até ao final de 2020”, estipula a minuta do acordo. O município compromete-se a “diligenciar pela localização dos terrenos para construção de infraestruturas e equipamentos de saúde”, na elaboração dos projetos, lançamento de concursos e construção ou reabilitação das instalações. “Este investimento conjunto permitirá requalificar as condições de funcionamento das unidades de saúde do concelho e aumentar a capacidade de atração de novos profissionais para o ACES [Agrupamento de Centros de Saúde] de Cascais”, salienta a nota da ARS. A ARS de Lisboa e Vale do Tejo é responsável pela prestação de cuidados de saúde a cerca de 3,6 milhões de utentes. Fonte: Lusa

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Informação Geral

Costa do Sol jornal

 ALGÉS

União Solidária entrega kits escolares Iniciativa tem como objetivo combate à exclusão social.

O

projeto União Solidária procedeu à entrega de 60 kits escolares a crianças carenciadas da União das Freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo, como medida de reforço ao apoio socioeducativo. Na atribuição destes Kits Escolares, o presidente da União de Freguesias, Carlos de Sales Moreira, salientou que esta autarquia pretende, através da iniciativa “Construir o Futuro”, no contexto do princípio de igualdade de oportunidades, “assegurar o cumprimento da escolaridade e a promoção da frequência escolar por parte dos alunos mais carenciados, sendo este mais um passo para o combate à exclusão social e ao abandono escolar”. Esta iniciativa contou com o apoio da Fundação Belmiro de Azevedo, da Fundação Manuel António da Mota, do Stand Replicexacta e de cidadãos solidários-

23 de agosto de 2017

 AUTÁRQUICAS 2017

PAN CONCORRE PELA PRIMEIRA VEZ À CÂMARA DE CASCAIS

Partido aposta na implementação de um projeto para um Rendimento Básico Incondicional e ainda a criação de um hospital público para animais errantes.

O

partido Pessoas, Animais e Natureza (PAN) vai concorrer pela primeira vez à presidência da Câmara de Cascais nas eleições autárquicas, com a candidatura de Francisco Guerreiro. Em comunicado, o PAN esclarece que o atual assessor parlamentar do deputado André Silva será o cabeça de lista, com o objetivo de eleger “pelo menos um deputado municipal”, considerando que “as maiorias absolutas não beneficiam a democracia e reforçam a abstenção no concelho”. “A preocupante taxa de abstenção verificada nas últimas autárquicas em Cascais, de 62%, mostra que há um profundo descontentamento com as atuais políticas e partidos do sistema. O PAN deseja ser mais um contributo para a dinamização deste pacto social e para o decrescimento da abstenção no concelho. Quando apenas 38% dos cascalenses votam, algo está profundamente errado com a política local”, refere Francisco Guerreiro na mesma nota. Apostar na regeneração verde do concelho, implementar um projeto piloto para um Rendimento Básico Incondicional (RBI), combater o isolamento e criar um hospital públi-

co para animais errantes, abandonados ou detidos por pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconómica que não tenham capacidade para lhes assegurar os cuidados básicos de saúde ou de os socorrer em situação de emergência, são promessas do PAN para Cascais. A candidatura tem como principais preocupações “os impactos e a mitigação das alterações climáticas e o redesenhar do urbanismo, pelo que uma prioridade do PAN Cascais passa pela regeneração verde e mul-

tifuncional do espaço público”. O partido considera que a reabilitação das oito ribeiras, de percursos rurais e a renaturalização de corredores ecológicos degradados melhorará a qualidade da vida socioeconómica e ecológica através de um espaço público mais coeso, sustentável, verde, seguro e aprazível para os munícipes. Para a Assembleia Municipal, a candidata será Sandra Marques, comissária política nacional do partido. Fonte: Lusa

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Informação Geral

23 de agosto de 2017

Costa do Sol jornal

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 LUTO NACIONAL OBRIGOU A CANCELAR CONCERTOS NO PRIMEIRO DIA

FESTAS DO MAR EM CASCAIS SÓ TERMINAM A 28 DE AGOSTO

A Câmara de Cascais foi forçada a cancelar o arranque das Festas do Mar no passado dia 18 de agosto devido ao luto nacional decretado pelo Presidente da República. Os concertos de abertura do evento foram adiados para dia 28 de agosto. Foto: Alexandre Vieira

FESTAS DO MAR

“O retorno económico local é enorme” O presidente da Câmara de Cascais fala de umas festividades ainda estão muito assentes na tradição. Costa do Sol – Jornal - A CMC não receia que as Festas do Mar estejam a perder as caraterísticas tradicionais? Carlos Carreiras - O mais importante nas Festas do Mar sempre foi e continua a ser a procissão da nossa senhora dos navegantes, o artesanato e a gastronomia, naturalmente a animação musical assume um papel importante nas festas que são da vila, que são de todos como se pode constatar pelo facto de serem de acesso gratuito.

A

homenagem à Nossa Senhora do Navegantes é um dos momentos altos das Festas do Mar em Cascais. No passado domingo, centenas de populares acompanharam os andores desde a Avenida D. Carlos até à Baía de Cascais. Como habitual, a imagens das santas e santos foram colocadas nas embarcações, que prosseguiram a procissão em mar até à Guia e de regresso à baía, durante a qual foram lançadas flores ao mar, em memória de todos os que já trabalharam no mar. Depois da cerimónia da bênção, seguiu-se missa na Igreja Matriz de Cascais. A origem desta tradição remonta ao século XVI, com a romaria à Senhora da Guia, uma promessa dos vereadores de Lisboa, pedindo o fim da peste que afetou a capital na altura. Segundo a obra “Festas de Tradição no Concelho de Cascais”, de José d’Encarnação, a “iniciativa era alheia e, pouco a pouco, a devoção esmoreceu”, até à década de 50 do século passado. Contudo, “em 1965, por iniciativa do dinâmico capitão-tenente António Cardoso, acordou Cascais para a Festa dos Pescadores”. No ano seguinte, “a Festa do Mar excedeu em êxito todas as previsões e ficaram de parabéns a Capitania”, em conjunto com a Casa dos Pescadores, a Junta de Turismo e a Câmara Municipal. Depois, as festas só se repetiram em 1968 e em 1970, numa iniciativa do jornal “A Nossa Terra”. Só voltariam a realizar-se em 1992. Durante o percurso da procissão, cada associação de pescadores (Associação de Armadores e Pescadores de Cascais e Associação dos Profissionais de Pesca de Cascais) leva quatro imagens nos andores. São elas a Santa Marta, São Sebastião, Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora da Guia, Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da Assunção e, claro, a Nossa Senhora dos Navegantes. As oito imagens, que no dia anterior foram decoradas pelas varinas, seguem nos andores até à baía, deixando terra e seguindo nos barcos até à Guia. Um ritual de agradecimento à padroeira pelo ano de trabalho, mas também de memória a todos os momentos difícil por que passam os pescadores.

CSJ - Qual tem sido o envolvimento das associações de pescadores e comerciantes nas festas? CC - As associações de pescadores são sempre envolvidas tendo um papel preponderante e fundamental na procissão da nossa senhora dos navegantes. CSJ - Qual o retorno económico e social para Cascais que resulta das Festas do Mar? CC - As Festas do Mar têm cerca de 500 mil visitantes anualmente, o que trás um retorno económico local enorme, seja para os que vendem diretamente no recinto das festas seja para a atividade económica local. Facto reconhecido pelo comércio e restauração local. CSJ - Quais os destaques/novidades para a edição deste ano? CC - A procissão da nossa senhora dos navegantes está em constante evolução. Este ano o Clube Naval de Cascais e os surfistas de Cascais juntaram-se novamente à procissão e desta feita também o desafio foi lançado à PSP de Cascais. O cartaz musical, mais uma vez prima pela portugalidade e pelas bandas de Cascais. Este ano em 21 bandas, 16 são de cascais, o que mostra bem a qualidade musical existente na vila. Também a Sinfónica de Cascais vai fazer um concerto icónico, convidando a banda de tributo aos Beatles para a celebração dos 50 anos do álbum Sgt Peppers Lonely. Ainda no cartaz, um destaque aos duetos: de Tiago Bettencourt e Carminho, Miguel Ângelo e Miguel Gameiro, de Miguel Araújo a convidar António Zambujo e o já referido concerto da orquestra que convida os Bootleg Beatles.

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Opinião

Costa do Sol jornal

23 de agosto de 2017

Cidadania

Na prateleira

M. Margarida Rufino cidadania.costadosol@gmail.com

José d’Encarnação

MEU TRISTE MÊS DE AGOSTO

A

comunicação social reproduz à exaustão as más práticas, notícias tristes, incêndios, atentados, fracassos…Muito raramente relata sobre o que de excecional acontece no nosso país mas também no resto do mundo. Gente anónima e organizações não-governamentais que fazem verdadeiros milagres em locais onde, há muito tempo, a esperança parece ser uma palavra vã. Os noticiários repetem várias vezes por dia o que de pior acontece no país e no mundo. Crimes, atentados, incendiários. Vivemos rodeados de más notícias… Mas, não é por falta de boas notícias, de pessoas interessantes, de casos exemplares de cidadania, de boas práticas. As boas práticas é que devem ser exaustivamente divulgadas, para se poder gerar uma vaga de otimismo que contagie as pessoas e que permita criar movimentos de cidadania que impulsionem a

A FALTA DE ÁGUA EM CASCAIS

coesão económica e social de que tanto precisamos. A nossa floresta, o nosso património florestal, estão arruinados. Não nos ajuda continuar a mostrar as imagens de um país reduzido a cinzas. Precisamos de renovar a esperança daqueles que perderam (quase) tudo. Porque continuar-se vivo é a maior bênção que se pode ter no meio da calamidade. Tivemos o maior número de vítimas provocadas pelos incêndios. Inúmeros idosos perderam os bens de uma vida inteira. Mas é preciso renascer das cinzas. Precisamos de arranjar uma força interior que nos empurre para a renovação do que foi destruído pelo fogo. Tive uma parte da minha família (8 pessoas) envolvida pelo fogo numa aldeia de Tomar. Perderam os carros e outros bens materiais, mas não perderam a vida. Sobreviveram para contar o inferno que viveram, mas estão

eternamente gratos porque se salvaram. Precisamos de romper a onda de pessimismo que assola o país neste triste mês de Agosto. Temos de relatar mais os casos de cidadania ativa. Gente anónima que não quer protagonismo, mas que com as suas pequenas e simples atitudes pode contribuir para a mudança. Como aconteceu em Pedrógão. Como os nossos bombeiros que são exemplares no seu abraço à causa pública. Estes sim, os nossos verdadeiros heróis, que merecem todo o nosso apoio humano e material. Lembre-se deles quando preencher a sua declaração de IRS. Fica-me a esperança de que um mês de Agosto como este não se repita.

“Click” Rui Rama da Silva

NÚMEROS QUE DEVEM FAZER PENSAR

V

ivemos tempos de verão, a chamada “silly season”, período de férias, de pausa em que, no entanto, como é sabido, nem todos podem dizê-lo ou fazê-lo. Falo obviamente dos bombeiros voluntários que, como sempre, nesta altura, calcorreiam serras e montes no combate a incêndios florestais. Bombeiros das cinco associações do concelho têm participado em todos eles. Estiveram em Pedrógão, em Cernache, em Góis, na Sertã, em Mação, em Abrantes, Alijó, na Guarda e em muitos outros sítios, não descurando, mesmo assim, o dispositivo que mantém para intervenção no próprio concelho. Isto faz-se com muita vontade, muita determinação e muito sacrifício. Por isso, todos eles são credores da nossa estima e consideração. Os fogos florestais, contudo, apesar do seu impacto mediáti-

co, constituem apenas 7 por cento do conjunto de tarefas e missões desempenhados pelos bombeiros ao longo do ano. Nos restantes 93 por cento inserem-se todas as intervenções, inclusive, o socorro pré-hospitalar. Vivemos tempo de pausa, como disse, mas há quem, mesmo nesse período, mantenha a atenção e a disponibilidade de sempre, seja qual for o mês, o dia, a hora, o minuto ou o segundo. No último ano, 2016, as cinco associações de bombeiros voluntários de Cascais responderam a 21.670 pedidos de socorro pré-hospitalar encaminhados pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). Feitas as contas, no conjunto, os cinco corpos de bombeiros responderam a 59 pedidos de socorro por dia em 2016. No primeiro semestre do corrente ano, os cinco corpos de bombei-

ros já responderam a mais de 10 mil desses pedidos, muitas vezes, com duas e até três ambulâncias de cada um deles na rua em simultâneo. Um esforço de recursos a que também não é alheio o apoio da Câmara de Cascais na formação de mais tripulantes de ambulância de socorro, facto que tem qualificado ainda mais a prestação do socorro no concelho. É um esforço considerável, muitas vezes desconhecido, dos nossos bombeiros mas que nunca será de mais revelar. Refira-se ainda que Cascais é o único concelho do país a dispor da presença de uma moto do INEM e respectivos tripulantes sediados num dos corpos de bombeiros locais.

E

ra este um título recorrente nos Verões das décadas de 50, 60 e ainda 70 do século passado. Esse fantasma aparentemente desapareceu, pois compramos a água a Lisboa e fornecedor que se preza não deixa o cliente desamparado, até porque ele próprio tem clientes que lhe pagam bem, a tempo e horas, sob pena de lhes virem cortar o contador e terem de pagar com língua de palmo o descuido. Dependemos de Lisboa; ou seja, dependemos do rio Tejo. E as notícias que vieram a lume nos princípios deste mês de Agosto acerca do substancial aumento de poluição das águas desse rio são de molde a trazer-nos preocupados. Bastará a água da barragem do Castelo de Bode deixar de ter qualidade para que renasçam os problemas de há 50 anos… Não estamos, felizmente, no Alentejo, onde a seca afecta gravemente a agricultura e, sobretudo, a pecuária; nem no Centro do País onde os criminosos incêndios fazem gastar milhões de metros cúbicos de água. Lembro-me, porém, de que, quando Guilherme Cardoso e eu fizemos o livro «Para uma História da Água no Concelho de Cascais» (SMAS, 1995), transcrevemos (p. 45-46) o texto que o Visconde de Atouguia publicara, em Julho de 1917, no jornal A Nossa Terra, onde dava miúda conta dos sítios do concelho onde os caçadores podiam dar água aos cães. Um relato do maior alcance histórico, uma vez que localizava nascentes, fontes, poços… Solos permeáveis precisam-se! Passei a meninice em Birre de Baixo. Aí havia, na década 50, as ruínas dos tanques para lavar e passar roupa e, sobretudo, o poço público, com o bebedouro para os animais, poço que o Município, sem mais nem menos, alienou a um privado – e ‘así se hacen las cosas!’, diria o nosso cáustico Gil Vicente. De Inverno, eu ia a uma nascente próxima, de chinguiço aos ombros, um balde de cada lado, acarear água que por ali brotava límpida. Razões desta ‘conversa’? Duas: a primeira, para evitar que esses factos caiam no esquecimento; a segunda, para dizer que a Ribeira dos Mochos era para nós um «rio», porque, em tempo de boa invernia, inundava tudo quanto eram terras de cultivo e pomares desde Birre ao vale da Barraca de Pau. E donde vinha o rio? Do Mato Romão! Isto é, daquela zona entre Birre e Aldeia de Juso por cuja manutenção como mato nós continuamos a pugnar, porque é a sua permeabilidade às águas que poderá alimentar os caudais subterrâneos e evitar enxurradas que ponham em perigo as aldeias e a própria vila. Para que conste. Como, por exemplo, agora que tanto se fala de limpeza de matas, talvez não seja despropositado lembrar que Champalimaud, dono da Marinha, permitia às gentes das povoações vizinhas que, uma vez por semana, lá fossem apanhar lenha, maravalha, pinhas…O povo utilizava na cozinha, na cama dos animais, na cobertura dos pátios…

A necessária independência de Lisboa Os trabalhos de captação de águas para abastecimento de Cascais «na serra da Malveira» começaram em 1887. Construiu-se, mais tarde, a albufeira do Rio da Mula, sucessivamente aumentada, de modo que, em 2002, o muro de sustentação passou a ter 11 metros de altura e a capacidade de retenção de água subiu para 400 000 metros cúbicos! Assim se dava cumprimento a um voto repetidamente exarado nos relatórios dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento: «Necessário se torna prosseguir nos esforços de aumentar as possibilidades de captação das águas do concelho para que este não fique na inteira dependência da conduta de Cascais que transporta a água fornecida pela Companhia das Águas de Lisboa». Esse, porventura, um voto difícil de cumprir hoje, em que a preocupação maior parece ser a de autorizar novas urbanizações, permitir mais prédios em altura, proporcionar substancial aumento de habitantes, situação passível de vir a ser incomportável em termos logísticos, mormente se não se puser pôr cobro urgente às «roturas escondidas»; se não pensar de novo nas captações da Serra de Sintra e não se der a maior atenção à albufeira do Rio da Mula.

Ficha Técnica Costa do Sol jornal Semanário Regional de Oeiras e Cascais Proprietário e Editor: Labirinto de Páginas Unipessoal, Lda. • NIF: 510676448 Fundador: J. Elias Martins Morada da sede: Rua Instituto Conde Agrolongo, nº 5 - 2º Esqº 2770-081 Paço de Arcos Telefones: 21 156 99 42 | 91 250 48 82

Diretor: Henrique Jorge Santos Redação: Carlos Gaspar da Silva E-mail: noticiascostadosol@gmail.com Nº de registo na ERC: 126369 Nº depósito Legal: 360449/13 Opinião: Isabel Magalhães, José d’Encarnação, Maria Clotilde Moreira, Maria Margarida Rufino, Nuno Campilho, Nuno Piteira Lopes, Pedro de Sá, Rui Rama da Silva, Sofia Pracana

Secretariado: Deolinda Prada Martins Publicidade: Dina Oliveira e Bruno Antão Design Gráfico: Diana Prada Martins Distribuição: Agostinho Castanheira Periodicidade: Semanal • Preço: 0,01€ E-mail: publicidade.costadosol@sapo.pt Impressão: Gráfica Funchalense


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Informação Geral

Costa do Sol jornal

 CENTRO DE CONGRESSOS DO ESTORIL

Cascais recebe encontro de youtubers Evento vai juntar mais de cem especialistas.

23 de agosto de 2017

 PARA CONSTRUÇÃO DE NOVOS EQUIPAMENTOS

 QUARTA EDIÇÃO

CARLOS CARREIRAS LANÇA DESAFIO AO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

Cerveja artesanal em Cascais Mais de vinte cervejeiros vão juntar-se no Mercado da Vila.

A Escola Secundária de Cascais é um dos casos apontados pelo presidente da autarquia cascalense.

O O

VidYou Festival 2017 vai decorrer nos próximos dias 25, 26 e 27 de agosto, no Centro de Congressos do Estoril. Inserido no âmbito de Cascais Capital Europeia da Juventude 2018, o VidYou Festival 2017 será o maior encontro de youtubers. Este evento inclui áreas de exposição, um espaço exclusivo para os youtubers, zona para comunicação social, restauração, dois palcos, espaços para autógrafos e ainda uma área para meet & greet. Conta-se com a presença de mais de 100 youtubers e 20 cabeças de cartaz.

O

presidente da Câmara de Cascais desafiou esta semana o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a estabelecer um protocolo com o município de Cascais que permita à câmara construir ou requalificar todas as escolas do concelho. O objetivo seria terminar com equipamentos, em alguns casos provisórios há mais de 40 anos, como é o caso da Escola Secundária de Cascais, mais conhecida como Polivalente de Cascais. “A Câmara de Cascais apresenta ao Ministério da Educação a mesma disponibilidade que apresentou ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Administração Interna de nós fazermos a obra, de construirmos as escolas, e o Ministério colocar os equipamentos, agora que concluímos a Carta Educativa e a Carta Estratégica de Educação para Cascais”, salientou Carlos Carreiras.

Mercado da Vila volta a acolher um dos maiores encontros de produtores de cerveja artesanal. Entre dia 24 e 27 de agosto, o Mercado da Cerveja Artesanal vai reunir mais de vinte cervejeiros, entre os quais a Deck Beer, a Cerveja Vadia, a Beer Cascais, a Boémia, a Maldita, a Sovina, a Sadina, a Oitava Colina ou a Bolina, entre muitas outras. Para além de poder provar várias cervejas nacionais, o Mercado da Cerveja Artesanal de Cascais vai proporcionar aos visitantes vários momentos de música ao vivo, entre o palco principal e a esplanada, O Mercado da Cerveja Artesanal estará aberto das 17h00m às 24h00m na próxima quinta e sexta-feira. No sábado e domingo, o horário é das 12h00m às 24h00m.

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Informação Geral

23 de agosto de 2017

Costa do Sol jornal

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 ENTRE 25 DE AGOSTO E 3 DE SETEMBRO

MÚSICA E TRADIÇÃO NAS FESTAS DE PAÇO DE ARCOS

A música popular, o cante alentejano, os sons africanos e a comédia vão marcar as dez noites mais aguardadas do verão em Paço de Arcos.

A

edição de 2017 das Festas em Honra do Senhor Jesus dos Navegantes arranca logo no dia 25 de agosto com uma procissão que levará a imagem do padroeiro desde o Jardim do Palácio dos Arcos até à Igreja Paroquial de Paço de Arcos. O programa religioso deste evento terá o seu ponto alto no domingo, dia 27, a partir das 16h30m. A Procissão Solene irá sair da Igreja Paroquial, passar por várias ruas de Paço de Arcos até à Marginal. No Centro Náutico, a imagem do Senhor Jesus dos Navegantes irá embarcar e seguir pelo mar até à Praia Velha. Daí regressará à Capela do Senhor Jesus dos Navegantes, como manda a tradição. Mas não é só de religião que se fazem as Festas de Paço de Arcos. Durante os dez dias de festividades haverá vários concertos e animações no Jardim Municipal. No dia 25, atua a Banda Jamor, seguida do conjunto Onda Nova, no dia 26. No domingo, dia 27, espaço para a atuação da Banda de Talaíde. No dia 28, segunda, a noite será de mornas e coladeras, com a Banda Morabeza. A Banda Line com Glória Pretorius serão os artistas principais da noite de dia 29 de agosto, terça-feira. Gonçalo da Câmara Pereira e os Cantares Alentejanos “Entre o Tejo e o Guadiana” vão atuar na quarta-feira, dia 30. O destaque do último dia de agosto vai inteiramente para a atuação dos Tenis Bar. No dia 1 de setembro, a Companhia Profissional Flamenca “Son Aires de Andaluzia” vão mostrar a sua arte às gentes de Paço de Arcos a partir das 22h00m. A noite de sábado, dia 2, ficará a cargo de DjKamp. O encerramento das Festas em Honra do Senhor Jesus dos Navegantes foi entregue ao comediante Serafim, “O Alentejano de Beja”, seguido do lançamento de fogo-de-artifício.

Estas festas são uma tradição que remonta ao século XIX, precisamente ao ano de 1873. No concelho de Oeiras, apenas as Festas de Nossa Senhora da Rocha, em Linda-a-Pastora, são mais antigas que as festividades de Paço de Arcos. Reza a história que as festas tiveram início com a reconstrução da ermida do Senhor Jesus dos Navegantes. Relatavam-se nos jornais da altura uma grande romaria de

visitantes. Ao longo dos tempos, as festas deixaram de ter apenas o cunho religioso, adotando também o aspeto profano.A organização destas festas está a cargo da União das Freguesias de Oeiras e São Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias, em parceria com a Paróquia de Paço de Arcos. Esta é uma iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

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Empresas

Costa do Sol jornal

23 de agosto de 2017

DECK BEER GARDEN

Pedra de toque

O melhor da cerveja artesanal em Cascais O Deck Beer Garden tem uma pequena fábrica onde são produzidas cervejas dedicadas aos locais mais emblemáticos de Cascais.

A

migos de infância, Miguel Lima e João Pisco estão há seis anos a viver a aventura da produção de cerveja artesanal. Depois das primeiras produções e formações, lançaram em 2014 uma marca própria, estreando-se no Mercado da Cerveja em Cascais. Agora, num espaço da Av. Aida, os empresários promovem as próprias cervejas no Deck Beer Garden. Este Jardim da Cerveja Artesanal tem uma pequena fábrica, “com equipamento totalmente produzido em Portugal”. Segundo os sócios, “a sua produção é centrada na qualidade e pureza da cerveja, e são utilizados métodos bastante simples e diretos, assegurando sempre uma atmosfera higienizada e estável”. Revelam ainda que “existem diversos tipos de cerveja que são produzidas, desde cervejas claras e leves até às mais escuras e densas”. Por outro lado, “a Deck Beer oferece uma série de receitas fixas e outras que vão sendo apresentadas sazonalmente”. Na realidade, a cerveja tem diversas facetas e pode acompanhar todas as comidas, desde saladas a todo o tipo de carnes: “o truque é saber escolher a melhor cerveja para harmonizar o prato escolhido”. Claramente a Deck Beer pretende ser uma marca regional e a atenção centra-se no

mercado de Cascais, sendo as cervejas desenvolvidas a pensar nesse universo. Por exemplo o nome de cada cerveja remete para uma praia do concelho de Cascais: a Tamariz, que é uma cerveja refrescante mas decidida, ou a Rainha que é leve e delicada, entre outras. Assumem o seu carácter de bebida local, com bastante orgulho e gostaríam de ver as suas cervejas em muitos dos excelentes espaços que existem em Cascais. “Toda a equipa de pessoas que estão envolvidas neste projeto valoriza o seu carácter revolucionário. Todos sabem que estão envolvidos na criação de uma nova tendência e de um novo produto para o mercado nacional, para além de estarem a testemunhar uma séria modificação num velho paradigma”, adiantam.

“Até agora a quantidade de novos espaços e conceitos que abraçam a cerveja artesanal reforça ainda mais a ideia de que a cerveja artesanal nacional tem capacidade para afirmar-se até a um nível internacional”, concluem Miguel Lima e João Pisco.

Av. Aida, 20, 2765-187 ESTORIL | Facebook.com\deckbeerlab | Encomendas: geral@deckbeerlab.pt

BLISS CAKE ART & CREATIVE STUDIO

Festas mais criativas em Oeiras Eventos, festas, animação e formação são as mais valias da Bliss Cake Art & Creative Studio que continua a surpreender pela criatividade.

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á conhece o Bliss Cake Art & Creative Studio, em Oeiras? Um espaço polivalente, onde se realizam workshops de cake design, pastelaria e artes criativas e as melhores festas do concelho. Todas as festas e eventos (para crianças e adultos) são personalizadas e realizam-se tanto no espaço como na casa dos clientes. A Bliss Cake Art & Creative Studio organiza todo o evento-planeamento de menus, bolo de aniversário personalizado, decoração e animação. Para além do catering, a empresa encarrega-se de levar todo o material. Uma das mais valias da Bliss Cake Art & Creative Studio é a organização de Festas Temáticas Infantis. Os mais novos podem escolher as suas personagens favoritas, entre os quais a Bela e o Monstro, Branca de Neve, Piratas, Super Heróis, entre outros. Os orçamentos são gratuitos. O espaço Bliss Cake Art & Creative Studio, espaço polivalente com duas salas e um terraço privado ao ar livre, onde se realizam workshops de cake design e party styling, festas de aniversário (para miúdos e graúdos), sessões fotográficas “Smash the Cake” para bebés, babyshowers, palestras e eventos privados. Tudo isto num espaço de 130m2 no centro de Oeiras, disponível de segunda

a domingo por marcação. Nas formações de cake design e pastelaria, pretende-se criar um espaço de saber, conforto e prazer, em que a aprendizagem é facilitada por um ambiente onde se criam amizades, num espírito de partilha de experiência e valências. Têm um curso intensivo individual ou em grupo de cake design, especialmente desenhado para quem se quer iniciar neste mundo doce e conhecer todos os truques para se lançar nesta atividade.

Av. Dr. Francisco de Sá Carneiro, Atelier 7E, Terraços do Bugio, Moinho das Antas (atrás do Millennium) | 2780-241 OEIRAS 964 119 361 | geral@blisstudio.pt | www.blisstudio.pt | www.facebook.com/blisstudio/

Sofia Pracana - Psicóloga Clínica

s_pracana@hotmail.com

A SOCIEDADE DO EFÉMERO

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mbora Isaac Newton tenha escrito, no século 17, que o tempo era algo “absoluto, verdadeiro e matemático, que transcorre uniformemente”, nem sempre o sentimos desta maneira. Apesar da cadência regular dos ponteiros do relógio, sentimos tantas vezes que “o tempo passa cada vez mais depressa” (e cada vez menos que “o dia demorou a passar”). A forma como sentimos passar o tempo está relacionada com a forma como preenchemos os nossos dias: quanto mais ocupados estamos, mais eles “voam”. Geralmente, um dia bem passado é um dia que passa rápido. Porém, a satisfação transforma-se em angústia, quando sentimos excesso de velocidade na forma como os dias se sucedem. É que embora o mundo gire sempre à mesma velocidade, quer sobre si mesmo quer à roda do sol, tudo acontece hoje muito mais rápido nas nossas vidas do que há uns séculos (ou décadas) atrás. Mia Couto diz que vivemos na “sociedade do efémero”, isto é, “do que nasce já morrendo”. Aponta o dedo aos “mercados”, que nos levam ao consumo desenfreado e descartável de todas as coisas. É possível que a lógica consumista nos aumente a sensação de que as coisas são pouco perenes, pois tudo se esfuma em três tempos: roupas, telemóveis e até relações humanas. Não esqueçamos a tecnologia. Na era digital, os momentos sucedem-se rapidamente, os ritmos são frenéticos, tudo nos chega em quantidades enormes —informação, solicitação, opinião e desinformação— e a toda a velocidade. Tudo circula a uma velocidade nunca vista: os aviões substituíram os comboios, os emails substituíram as cartas e a imagem tenta substituir as palavras. Quanto mais rápido, melhor. Há uma impaciência generalizada, uma urgência em resolver todas as coisas, uma pressa em atingir todas as metas. Os estímulos multiplicam-se e somos bombardeados com mil opções sobre como preencher as nossas vidas. O difícil é selecionar. O impensável é sentir tédio. Podemos ocupar todos os minutos do nosso dia, se assim o entendermos. Mas se tudo se precipita quase “à velocidade da luz”, sobra-nos a dita sensação que, antes de começar, já terminou. Corremos de mais. Corremos para viver a mais plena das vidas. Corremos para não estarmos desatualizados. E de tanto correr perdemos a chance de apreciar a paisagem, de aprofundar conhecimentos e relações. Estamos em todo o lado e não estamos em lado nenhum. Conhecemos todos mas não conhecemos bem ninguém. Sabemos um pouco de tudo mas não sabemos muito de nada. Tudo se torna pouco sólido, pouco consistente. E o vazio toma conta de nós. Pouco preenchidos, voltamos a correr, a consumir. Então é preciso parar, não o tempo, mas a loucura que se apoderou dele. Sem parar, não há pensamento, não há reflexão, não há possibilidade de estarmos verdadeiramente nos momentos nem com as pessoas. É preciso selecionar: não podemos estar em todo o lado, nem com toda a gente, nem fazer tudo. É preciso largar a omnipotência que tomou conta de nós. Por uma vida de qualidade e não de quantidade.


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23 de agosto de 2017

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Costa do Sol jornal

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Cultura

Costa do Sol jornal

 HENRIQUE FEIST LIDERA ELENCO

“Let the Sun Shine In” até final de setembro Os anos 60 são o mote do espetáculo que está em cena no Auditório do Casino Estoril.

O

espetáculo “Let The Sun Shine In” vai estar em cena no Auditório do Casino Estoril até ao final do mês de setem-

bro. Trata-se de um musical que reúne em palco Henrique Feist, Vanessa Silva, Diogo Leite, Daniel Galvão e Valter Mira. O novo espetáculo de Henrique Feist convida, assim, o público a divertir-se, a cantar composições intemporais, recordando uma época memorável: os anos 60. Para além de autor e encenador, Henrique Feist encabeça um elenco que inclui ainda Vanessa Silva, Diogo Leite, Daniel Galvão e Valter Mira. A direção musical está a cargo de Nuno Feist e a coreografia é de Pedro Bandeira. O musical “Let The Sun Shine In” tem sessões às sextas-feiras e aos sábados, a partir das 21h45m.

 DE 15 A 17 DE SETEMBRO

FESTIVAL IMINENTE ESTÁ DE VOLTA A OEIRAS

O evento que combina música com arte urbana tem lotação é limitada a três mil pessoas por dia e os bilhetes vão estar à venda a partir das 16h00m do dia 29 de agosto.

A

segunda edição do Festival Iminente vai realizar-se entre os dias 15 e 17 de setembro, no Jardim Municipal de Oeiras. Com curadoria do artista Vhils e da Underdogs, o evento é uma iniciativa da Câmara Municipal de Oeiras que tem como objetivo “mostrar a nova música e nova arte numa experiência de intensa intimidade coletiva”. Segundo a organização, trata-se também de “juntar num espaço encantador, mas nem por isso muito grande, a melhor seleção de talento artístico lusófono”. Depois de ter passado por Londres há pouco mais de um mês, o Festival Iminente conta este ano com mais de trinta concertos, na grande maioria de artistas portugueses, com destaque para Noiserv, Slow J, Carminho, Capitão Fausto, Capicua, Orelha Negra, Regula, entre muitos outros. Haverá também cerca de vinte performances de artes visuais. Os bilhetes são limitados a três mil pessoas por dia porque, segundo a organização, “não cabe lá mais ninguém”. Cada bilhete, por cada dia, custa cinco euros. Os ingressos vão ser colocados à venda no dia 29 de agosto, a partir das 16h00m.

23 de agosto de 2017

O CARTAZ Dia 15. TRKZ Young You Can’t Win, Charlie Brown Kroniko Slow J Scúru Fitchádu Halloween – Unplughetto Throes + The Shine Mike El Nite Capitão Fausto DJ Yen Sung Orelha Negra DJ Marfox + DJ Nervoso Dia 16. Cachupa Psicadélica NBC Vado Más Ki As Chullage - Golden (R)age + Convidados Karlon Hollyhood + Convidados DJ Big Regula Shaka Lion Branko Enchufada Na Zona Xinobi + Moullinex Dia 17. Pro Seeds Noiserv Bruno Pernadas Rocky Marsiano & Meu Kamba Sound Capicua DJ Maskarilha Carminho DJ Ride + Vhils

CSJ 2313

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Cultura

23 de agosto de 2017

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Os meus livros Jorge Fonseca de Almeida

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ma lista extensa de 39 sociedades secretas que mantém atividade no mundo de hoje, desde as mais conhecidas como a Maçonaria e a Opus Dei, as mais criminosas como a Máfia e as Tríades chinesas, às místicas como os sufis, às abertamente políticas como a tristemente celebre P2 ou o sofisticado e elitista Grupo de Bildeberg, apresentada com sobriedade procurando evitar teorias da conspiração. Cada uma das 39 sociedades secretas é apresentada de forma sucinta, indicando fundadores, as doutrinas que defendem e objetivos que perseguem. Quem diria que por trás de um nome tão assustador como The Skull and Bones (a caveiras e os ossos) que nos remete para a bandeira negra dos piratas, se encontra uma das sociedades mais restritas, apenas 15 novos membros a cada ano, que reúne membros das mais antigas e ricas famílias americanas como os Cabot, Coolidge, Russell, Davison, Rockefeller, que inclui entre os seus associados vários Presidentes dos Estados Unidos. Um dos seus ideólogos acreditava que “uma guerra em cada geração era um acontecimento saudável e espiritual que unia a nação e continha um elemento purificador nas elites políticas”. Esta ideia permanece no centro das preocupações da The Skull and Bones. Curioso também é o Culto de Mithra, uma antiga religião persa de onde derivam vários

dos ritos cristãos, incluindo o batismo, a cruz como símbolo, a partilha do pão e outros. Particularmente virulenta é a The John Birch Society dedicada a combater o comunismo e a perseguir os seguidores desta ideologia. Fundada nos Estados Unidos no final da II Grande Guerra esta sociedade secreta tem o nome do primeiro soldado americano morto na China, quando as tropas americanas ajudavam os nacionalistas na guerra que os opunha ao Exercito Popular do Partido Comunista Chinês liderado por Mao Tsé-tung. Igualmente sinistro é o Ku-Klux-Klan (KKK) uma organização secreta racista que procura aterrorizar os afro-americanos nos Estados Unidos e responsável por centenas de assassinatos. Apesar de ilegal mantém-se em atividade em vários Estados. Já o Culto de Abramelim, surge descrito como totalmente inofensivo, procurando os seus membros vias iniciáticas de contacto com o seu Anjo da Guarda. Estranhos eram o Castrados, uma seita cristã russa em que a condição de entrada consistia na castração no que apelidavam de “Batismo de Fogo”. Criada pelo místico Selivanov continuou após a sua morte em 1832. Um pequeno livro com informação relevante para quem queira ter uma visão do que são as sociedades secretas hoje e a que é que se dedicam.

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“SECRET SOCIETIES”, DE NICK HARDING

 TEATRO INDEPENDENTE DE OEIRAS

Companhia estreia peça para bebés

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já no próximo dia 3 de setembro que o Teatro Independente de Oeiras estreia o seu novo espetáculo. “H2Ó-Ó” é uma peça “a pensar nos bebés”. Segundo a companhia de teatro, “a água é o primeiro ninho do bebé, é maternal por natureza, um colo que ele reconhece ao

primeiro suspiro. Os olhos fecham, o som adormece, os salpicos transformam-se em magia. O mundo dos sonhos está em estado líquido, puro e cristalino”. “H2Ó-Ó” vai estar em cena até dia 25 de fevereiro de 2018, duas sessões aos domingos: 10h30m e 11h45m.

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Espetáculo vai estar em cena até fevereiro do próximo ano.

Costa do Sol jornal

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Desporto

Costa do Sol jornal

23 de agosto de 2017

 FUTEBOL | LIGA NOS

 FUTSAL

Estoril após vitória em Tondela joga domingo no Alvalade XXI

Leões: derrota com campeão Sporting

A

ida para intervalo com o resultado em 0-2, com um golo na própria baliza e outro de Allano, seguido do 0-3 nos minutos iniciais da segunda metade pelo mesmo Allano, que acabou por ser o homem do jogo, parecia deixar a equipa do Estoril Praia tranquila quanto ao resto do encontro com o Tondela, só que dois golos de rajada dos tondelenses criaram alguma instabilidade nos pupilos de Pedro Emanuel, treinador que nos derradeiros minutos da partida teve de reforçar o setor defensivo para salvaguardar o 2-3 que permitiu aos canarinhos somarem a segunda vitória no nacional maior, e manterem-se no grupo dos perseguidores aos quatro líderes, Benfica, Sporting, FC Porto e Rio Ave, que somam vitórias nas três jornadas já efetuadas. Na jornada do próximo fim de semana, o Estoril Praia volta a jogar fora de casa, com o segundo grande, o Sporting, em Alvalade, encontro marcado para domingo, às 18h00, que pode seguir através da Sport TV 1. No que diz respeito a entradas e saídas, a telenovela Carlinhos terminou finalmente com o jogador a ser dado como certo no Standard de Liége, enquanto Pedro Emanuel vê chegar o lateral esquerdo Abner e o médio defensivo Pedro Rodrigues, emprestados, respetivamente, pelo Real Madrid e Benfica, numa altura em que o plantel estorilista está contas com a lesão de Eduardo Teixeira, em Tondela, jogador que se junta a Thiago Cardos e Nuno Lopes nos indisponíveis para o jogo com o Sporting.

NACIONAIS JOVENS

Oeiras e Estoril iniciam nacionais a vencer

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o passado fim de semana deu-se o pontapé de saída dos nacionais jovens, e não podiam ter arrancado melhor para as duas formações da Linha, o Estoril Praia e AD Oeiras, o pleno de vitórias, com os estorilistas a somarem os três pontos na saída a Massamá, onde derrotou o Real (0-1), jogo da jornada inaugural do campeonato principal júnior, vencendo igualmente o Sporting de Cuba, por 5-0, no início do nacional de juvenis, onde a AD Oeiras bateu o Olhanense, por 1-0. No próximo fim de semana arranca o nacional júnior secundário, onde militam a AD Oeiras e o Sporting de Linda-a-Velha, assim como o nacional de iniciados, onde canarinhos e oeirenses marcam presença na “Série E”. Próximos encontros: Juniores/I Divisão – Estoril Praia-Belenenses (sábado às 17h00). Juniores/II Divisão – Lusitano Évora-AD Oeiras; Sporting de Linda-a-Velha-Casa Pia (sábado às 17h00). Juvenis – Cova da Piedade-AD Oeiras; Barreirense-Estoril Praia. Iniciados – Benfica-Estoril Praia; AD Oeiras-CA Cultural (domingo às 11h00).

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visita do campeão Sporting a Porto Salvo, na partida que serviu de apresentação do plantel do Leões para 2017/2018 aos sócios e simpatizantes, foi um cartaz que quase preencheu as bancadas do Complexo Desportivo porto-salvense, com as quase seis centenas de adeptos a não darem o tempo perdido, já que os pupilos de Jorge Monteiro e de Nuno Dias não viraram a cara à luta, mesmo num jogo a feijões, que acabou com a vitória dos leões de Alvalade, por 2-6, com 2-3 ao intervalo. E foi precisamente nos 20 minutos iniciais que se viu o Leões de Porto Salvo, onde Rúben Santos inaugurou o marcador, seguindo-se o 1-1 e 1-2 do Sporting com Ré a igualar, acabando o campeão por fazer o golo que o levou para descanso na frente do marcador. Na segunda parte, e por queda física dos jogadores de Jorge Monteiro, que contavam apenas 5 dias de trabalho, e pela maior valia do Sporting, que manteve o núcleo forte de futsalistas e a entrada de Cardinal e Divanei, a formação lisboeta não teve dificuldades em criar maiores ocasiões de golo, concretizá-las, enquanto os porto-salvenses, que nunca se deram por vencidos, acabaram por ficar em branco. Um jogo que deixa boas indicações, pois o Leões conta com um leque de bons jogadores, que certamente fará regressar a formação do concelho de Oeiras aos bons velhos tempos. O Leões de Porto Salvo vai estar este sábado, dia 26, na “Vagos Cup”, torneio em que vai competir com o Covão do Lobo, Rio Ave e Módicus Sandim, um quadrangular que servirá para Jorge Monteiro afinar o conjunto porto-salvense para os jogos que se seguem.

Lombos: apresentam-se com Reguilas

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ste domingo, dia 27, é a vez do CRC Quinta dos Lombos apresentar-se aos sócios e adeptos, mantendo-se fiel a fazê-lo num torneio que evoca a memória de Rui Silva, desta feita perante o Reguilas de Tires, equipa que milita na divisão secundária nacional. O programa que conta com dois jogos, o primeiro, habitual, entre amigos do homenageado, com início às 14h45, seguindo-se o CRC Quinta dos Lombos-Reguilas de Tires, às 16h00, partida em que serão apresentados os jogadores que fazem parte do plantel comandado por Rodrigo Barreiros tendo em vista as quatro frentes da época que vai ter início em Setembro, primeiro com a “Taça de Honra AFL”, depois na “Liga Sport Zone”, “Taça de Portugal” e “Taça de Liga”.

 TRIATLO/DUATLO

Oeirenses Rafael, Rui e Sheila sagram-se campeões nacionais

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rio Tâmega e percursos circundantes foram durante o passado fim de semana palco do “Campeonato Nacional Individual de Triatlo e de Duatlo

Cross”, um dos melhores cenários do país para a prática da modalidade nesta variante, com os participantes a competirem no sábado ao longo de 750m de natação,

21,6km de ciclismo e 5km de corrida, prova em que Rafael Domingos, triatleta do Outsystems Olímpico de Oeiras, cortou a meta com mais de dois minutos sobre o segundo classificado sagrando-se campeão nacional de Triatlo Cross, com Marisa João a subir ao pódio na 3.ª posição na competição feminina, que lhe conferiu o título de campeã nacional em Veteranos 1. No Duatlo Cross, disputado no domingo, em que os duatletas percorreram uma primeira corrida de 5km, seguindo-se 24,5km de ciclismo e uma segunda corrida de 2,5km, o vencedor foi Rui Narigueta com Rafael Domingos na 2.ª posição e Custódio António no 7.º lugar, trio que deu o título masculino por equipas ao Outsystems Olímpico de Oeiras, com os dois primeiros a subirem ao pódio como campeão e vice-campeão nacional. Para finalizar o brilhante fim de semana em Penafiel, a oeirense Sheila Marques que se sagrou campeã nacional individual de Duatlo Cross de forma categórica, com Marisa João a entrar em 3.º lugar, posições que juntamente com o 6.º de Susana Pontes deram o título feminino por equipas ao Outsystems Olímpico de Oeiras.


Desporto

23 de agosto de 2017

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 ATLETISMO | TROFÉU DE CASCAIS

ABÓBODA CAMPEÃO, ATIBÁ E CCD CASCAIS NO PÓDIO

Caiu o pano em mais uma edição do “Troféu de Atletismo de Cascais”, competição que contou com 7 provas e que a Câmara Municipal de Cascais organizou ao longo de 2017, numa cerimónia que decorreu no Auditório Maria de Jesus Barroso da Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, e que serviu de consagração aos campeões, com estes a receberam os troféus e medalhas das mãos de Nuno Piteira Lopes, vereador do Desporto do Município.

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25.ª edição do “Troféu de Atletismo de Cascais” contou com a participação de mais de quatro dezenas de clubes, catorze do concelho, os restantes de Oeiras, Sintra e limítrofes, que ao longo de três

cais, com 1.910 pontos, a sentarem-se nos restantes lugares de honra. Na tabela de clubes cascalenses, os restantes ficaram posicionados nos seguintes lugares: 4.º Clube Desportivo do Arneiro,

meses competiram pelo título de campeão, o qual acabou por voltar a cair nas mãos da formação do Núcleo Atletismo Zona Abóboda, que somou 4.366 pontos, com a Associação de Moradores da Atibá, com 3.023 pontos, e o CCD Pessoal Município de Cas-

1.768 pontos; 5.º Os Galgos, 1.673; 6.º Desportivo Monte Real, 1.408; 7.º Núcleo de Atletismo “Os Papagaios de Cascais”, 1.037; 8.º Cascais Pandilha Redux, 455; 9.º Lets Run, 395; 10.º Clube de Atletismo Salesianos de Manique, 273; 11.º Vitória de Janes, 153;

12.º Bladerunners, 40; 13.º Os Pietras, 21; 14.º Família Malato Campos, 14. Individualmente entre os quase seiscentos participantes, os campeões em cada escalão foram os seguintes atletas: Benjamins – João Dantas (CD Arneiro) e Rita Mendes (NAZ Abóboda). Infantis – Paulo Barrocas (CD Arneiro) e Alisha Samrow (Lets Run)). Iniciados – Lourenço Ferreira (AM Atibá) e Rosa Jombati (CA Salesianos Manique). Juvenis – Tiago Reis (CD Arneiro) e Carolina Santos (CA Salesianos Manique). Juniores – Diogo Silva e Joana Assunção (ambos do NAZ Abóboda). Sub-23 – Rodrigo Rodrigues (Os Galgos) e Renata Ferreira (AM Atibá).

Seniores – Filipe Correia (NAZ Abóboda) e Ana Brás (CCDP Município de Cascais). +35 – Telmo Silva (AM Atibá) e Alexandra Machado (CCDP Município de Cascais). +40 – João Pires (Monte Real) e Maria Policarpo (CCDP Município de Cascais). +45 – Marco Mello (AM Atibá) e Maria João Madeira (Os Papagaios de Cascais). +50 – Paulo Rola (NAZ Abóboda) e Maria Piedade Alves (AM Atibá). +55 – José Brito (NAZ Abóboda) e Maria Cidália Oliveira (Os Papagaios de Cascais). +60 – Herculano Domingues (NAZ Abóboda) e Paula Machado (CCDP Município de Cascais). +65 – Carlos Duarte (NAZ Abóboda). +70 – Joaquim Neiva (NAZ Abóboda).

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