Clipping 01 04

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Data:01/04/2015

Manaus sediará primeiro Seminário Internacional de Tecnologia e Sustentabilidade Acontece no período de 7 a 10 de abril de 2015 o 1º Seminário Internacional de Sustentabilidade (Sintes). O evento é promovido pelo Grupo Italiano A21G, que reúne empresas da área de Engenharia e Arquitetura. O evento acontecerá na Escola Superior de Tecnologia (EST), localizada na Avenida Darcy Vargas, bairro Parque 10 de Novembro. A organização do evento estima a presença de seis mil pessoas entre empresários e profissionais atuantes das empresas de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Mineração, Energia, Petróleo, Gás e Saúde. O 1º Sintes trará para Manaus, durante três dias, um ambiente de ampla difusão de conhecimento. A iniciativa pretende proporcionar grande interação de pesquisadores, estudantes, executivos e profissionais atuantes das empresas de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Mineração, Energia, Petróleo, Gás e Saúde. A programação contará com palestras, mini-cursos, workshop e visitas técnicas. Outro destaque ficará por conta da instalação de uma Mini Usina nas dependências da Escola Superior de Tecnologia (EST), para proporcionar aulas práticas sobre energia sustentável para os alunos da UEA. "O objetivo é que todos os profissionais da área venham a discutir, por isso estamos convocando palestrantes de todas as áreas", disse a coordenadora do evento, Erleide Parente, da A21G. Na ocasião, também haverá exposição de trabalhos acadêmicos com conceitos de


Sustentabilidade das mais diversas áreas do Conhecimento. Exposição O evento também contará com a 1ª edição da Feira de Exposição, destinado às empresas colaboradoras onde permitirá a demonstração de produtos e a divulgação da marca em estandes. Além disso, os visitantes e convidados terão acesso à Arena do Conhecimento que proporcionará a oportunidade de participar gratuitamente de um circuito de apresentações curtas com temas inovadores, por meio de palestras e interação localizada no espaço da feira. O seminário promoverá ambiente de ampla difusão de conhecimento, com objetivo de introduzir novos produtos avançados na área de tecnologia e sustentabilidade ao mercado consumidor, por meio de cursos, mesas redondas, oficinas e visitas técnicas. Entre as instituições parceiras do evento estão Câmara do Comércio Italiana, Ufam, Fapeam, Fieam, Sinduscon, Seduc, Semmas, Corecon/AM, Sebrae, Inpa, OAB/AM, CRO/AM, Crea/RR, CAU/RR, Fundação Amazônia Sustentável (Fas), Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), Instituto Federal do Amazonas (Ifam), CTI/Campinas, Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), AEAEA, AEAA, Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam), Embrapa, CRMV/AM, CRA/AM, SJAM, Eletronorte, CRC/AM, Manauscult, Semulsp, INPI, UFRR e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

http://www3.uea.edu.br/noticia.php?notId=37183


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Editoria: Pag: Tv News Assunto:Cartilhas reúnem resultados de pesquisas feitas no município de Humaitá

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Data:01/04/2015

Cartilhas reúnem resultados de pesquisas feitas no município de Humaitá (AM) O material é produzido pelo Inpa/MCTI, via Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) 31 de março de 2015 Com uma linguagem simples e didática, os resultados de pesquisas sobre mudanças ambientais e climáticas, hidrológicas e biogeoquímicas realizadas no Sul do Amazonas (Humaitá, distante 675 quilômetros de Manaus) estão reunidos em três cartilhas produzidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), via Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA). As cartilhas, ‘Ecossistema amazônico: importante agente para o equilíbrio biogeoquímico global’, ‘Desvendando a ciência do Clima’ e ‘Noções de hidrogeografia – conhecendo o meu Rio Madeira’, serão lançadas nesta terça-feira (31), no auditório do Bosque da Ciência, durante o colóquio ‘A água da Amazônia irriga o Sudeste?’. O evento será realizado das 14h às 18h e apresentado pelos pesquisadores Carlos Rittl, do Observatório do Clima, e Luiz Cândido, do Inpa. Como provocadores participarão: Ricardo DelaRosa, pesquisador do Inpa, Rita Valéria Andreoli professora da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), e Naziano Filizola, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Segundo a gerente científica do LBA, Muriel Saragoussi, a proposta do colóquio é movimentar e difundir o debate sobre o conhecimento existente e a necessidade de ação por parte dos poderes públicos e da sociedade para a efetivação da proteção e uso sustentável da Amazônia e além de um manejo racional da água no país. “A expectativa é que os participantes saiam instigados a conhecer a ciência por trás dos fatos, e a se engajar na construção de políticas públicas para uma proteção mais efetiva da Amazônia e para a prevenção e mitigação de eventos extremos, como por exemplo, a seca no sudeste brasileiro e as enchentes no oeste da Amazônia.”, afirmou Saragoussi. As Cartilhas As cartilhas reúnem parte dos resultados do projeto ‘Potencialidades e Susceptibilidades da


Região Sul do Amazonas às Mudanças Ambientais e Climáticas, aprovado pelo Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). Executado em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Pronex consiste em apoiar, com recursos financeiros, grupos de alta competência que tenham liderança e papel nucleador no setor de atuação em ciência e tecnologia no Amazonas. Coordenado pelo pesquisador do Inpa, Flávio Jesus Luizão, o projeto teve início em 2010 e tinha como objetivo subsidiar a geração de modelos ecológicos conjuntamente com estudos de outros grupos de pesquisa existentes na região. O estudo caracterizou a hidrologia do Rio Madeira e as relações existentes entre a variabilidade climática regional e o ciclo hidrológico ao nível da bacia. No mesmo local foram estudados, simultaneamente, por exemplo, a hidrologia, a pluviosidade, a vazão, a produção e a decomposição da liteira, as taxas de fotossíntese e respiração das plantas e as trocas de energia e gases entre a floresta e a atmosfera. Conforme a doutora em Modelagem Biogeoquímica pelo Inpa/UEA e um dos autores da cartilha ‘Desvendando a Ciência do Clima’, Maria Terezinha Ferreira Monteiro, o objetivo das cartilhas é falar de forma simples para o público da região. “Sofremos críticas porque muito do que produzimos é em língua estrangeira e os povos locais não têm acesso. Por isso, elaboramos as cartilhas com uma linguagem simples, acessível e didática”, pontuou. As cartilhas, ‘Ecossistema amazônico: importante agente para o equilíbrio biogeoquímico global’, ‘Desvendando a ciência do Clima’, e ‘Noções de hidrogeografia – conhecendo o meu rio madeira, tratam dos valores e serviços que a floresta presta à sociedade e destaca a importância de que o sistema continue dinâmico, além de fazer uma abordagem das técnicas dos elementos que compõem o Clima. Monteiro contou que foi convidada, no mês de setembro de 2014, pelo pesquisador Flávio Luizão para participar da publicação. Ela explicou que as cartilhas reúnem os resultados de anos de trabalho. Segundo a pesquisadora, as ilustrações são de Adriana Castro da Conceição (estudante de mestrado do Programa de Pós-graduação em Clima e Ambiente (CLIAMB/Inpa/UEA), e de Maria Nilma Cruz França (bolsistas do LBA). Ela salientou também a grande contribuição de Saragoussi, que tem experiência nessa área. “Tivemos a sorte dela estar no Inpa no ano passado para finalização do material”, ressaltou. Saiba mais: ‘Ecossistema amazônico: importante agente para o equilíbrio biogeoquímico global’ – apresenta conhecimentos básicos necessários para incentivar a preservação da floresta com seus constituintes físicos, químicos e biológicos, além de destacar a importância dos ciclos biogeoquímicos em Ecossistemas distintos. ‘Desvendando a ciência do Clima’ – trata da caracterização climática e as projeções futuras. Explicando os modelos climáticos que permitem gerar informações sobre o Clima no passado, presente e futuro. Noções de hidrogeografia – conhecendo o meu Rio Madeira’ – trata da caracterização hidrológica da região no sul do estado do Amazonas. Aborda procedimentos de mensuração e monitoramento dos rios amazônicos, inclusive sobre como ocorrem os eventos de cheias e secas no Rio Madeira. http://www.cliptvnews.com.br/mma/amplia.php?id_noticia=117914


Veículo:Coop

Editoria: Pag: News Assunto:Estudo auxilia no planejamento e produção de móveis em Parintins Cita a FAPEAM: ✘

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Data:01/04/2015

Estudo auxilia no planejamento e produção de móveis em Parintins Para identificar ferramentas que auxiliem no planejamento e controle da produção de móveis nas marcenarias ligadas à Associação dos Moveleiros de Parintins (Amopin), em Parintins (distante 369 quilômetros de Manaus), o mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Sérgio Vieira do Nascimento, desenvolveu um estudo para criar uma cultura de planejamento nesses locais, gerando a produtividade máxima com o mínimo de custos. A partir da pesquisa, as movelarias ligadas à Amopin estão capacitadas para atuar com planejamento e controle de produção, gerando, assim, um maior número de produtos com o mínimo de recursos. “Busquei desenvolver nas marcenarias ligadas à Amopin, uma cultura de planejamento e controle da produção a fim de que se possa implementar procedimentos formais a serem cumpridos pelos associados, com metas, indicadores, planos e demais ferramentas de gestão, possibilitando maior capacidade produtiva, aumento de receitas, eliminação de desperdícios e maior qualidade dos seus produtos”, disse Nascimento. O estudo ‘A importância do planejamento e controle da produção como diferencial competitivo nas movelarias ligadas à Associação dos Moveleiros de Parintins (Amopin)’, que iniciou em 2013 e finalizou neste ano, foi realizado com recursos financeiros do governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-graduados para o Interior do Amazonas (RH Interiorização), em fluxo contínuo.


Perfil Ao longo da pesquisa, foi elaborado o perfil socioeconômico dos gestores dos marceneiros da Associação e um diagnóstico das atividades desenvolvidas. As ações auxiliaram na identificação das dificuldades durante o processo produtivo. “A Amopin demonstrou dificuldades em sua gestão, entre elas, no planejamento, controle e programação da produção de modo a obter um bom desempenho, devido à restrição de recursos humanos, financeiros e de materiais, além de limitado poder de negociação com fornecedores, clientes e concorrentes”, disse o mestre no projeto encaminhado à FAPEAM. Diante das dificuldades encontradas, o pesquisador propôs soluções aos gestores das marcenarias ligadas à Amopin para que elas possam aperfeiçoar o processo de produção, gerando um maior número de produtos com o mínimo de recursos. Fabricação de imóveis e móveis com a floresta em ‘pé’ De acordo com dados dos indicadores de desempenho do Polo Industrial de Manaus (PIM), divulgados pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o Polo Madeireiro tem apresentado índices de crescimento nos últimos anos. De 2010 a janeiro deste ano, foram investidos US$ 301,7 milhões no Polo Moveleiro do PIM. No mesmo período, o faturamento foi de US$ 140,5 milhões. Em março deste ano, a então Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável (SDS) informou que o desmatamento no Amazonas reduziu 20% de setembro de 2014 em comparação com o mesmo período em 2013, segundo os relatórios do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De acordo com dados divulgados pelo Instituto do Homem e Meio Ambienten (Imazon), com 1% do total de 288 quilômetros de área desmatada, o Amazonas foi considerado o Estado onde foi registrado o menor desmatamento em janeiro de 2015 em comparação com os Estados da Amazônia Legal. No mesmo período, segundo o Imazon, houve um crescimento de 50% no volume de maneira manejada em 2014 em relação a 2013. O crescimento foi fruto das ações integradas entre órgãos do governo do Estado.

Camila Carvalho – Agência FAPEAM http://www.coopnews.com.br/pesquisa-e-inovacao/205-estudo-auxilia-no-planejamento-eproducao-de-moveis-em-parintins


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Editoria: Pag: Xingu Assunto:Cartilhas abordam mudanças ambientais e climáticas no Amazonas Cita a FAPEAM: ✘

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Data:01/04/2015

Cartilhas abordam mudanças ambientais e climáticas no Amazonas Com a finalidade de tornar o conhecimento científico mais acessível com uma linguagem simples e didática e, ao mesmo tempo, ilustrativa sobre os conceitos relacionados à ciência do clima, ao ecossistema amazônico e à hidrogeogafia do rio Madeira, o Programa de Grande Escala Biosfera Atmosfera na Amazônia (LBA) lançará três cartilhas. O lançamento acontecerá Auditório da Ciência, no Bosque da Ciência/Inpa, na tarde desta terça-feira (31), durante a palestra “A Água da Amazônia irriga o Sudeste?”. As publicações, que em breve serão disponibilizadas na versão digital no site do LBA, incluem três volumes baseadas nas pesquisas sobre os ciclos biogeoquímicos em ecossistemas distintos, a caracterização climática e a caracterização hidrológica da região no sul do Amazonas. Temas De acordo com o pesquisador do Inpa, Luz Antônio Cândido, um dos autores da cartilha “Desvendando a ciência do clima”, as publicações são voltadas ao público que está em fase de formação de conhecimento, como os estudantes de ensino médio e universitários. “Estas cartilhas são dedicadas aos jovens com o objetivo de tentar trazer o conhecimento científico da academia, que tem um teor de conteúdo mais aprofundado, para uma linguagem de fácil entendimento”, ressalta o pesquisador.


As cartilhas são resultados do projeto “ Potencialidades da região sul do Amazonas às mudanças ambientais e climáticas ”, apoiada pelo Programa de Apoio ao Núcleo de Excelência (Pronex), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) com recursos do Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). “Ecossistema Amazônico: importante agente para o equilíbrio biogeoquímico global” é outra cartilha a ser lançada pelo LBA. Apresenta conhecimentos básicos necessários para incentivar a preservação da floresta com seus constituintes físicos, químicos e biológicos, além de destacar a importância dos ciclos biogequímicos em ecossistemas distintos. A bolsista Inpa/UEA, obtidos, a região de científica.

de pós-doutorado junto ao programa de pós-graduação em Clima e Ambiente do a engenheira florestal Maria Terezinha Monteiro, explica que alguns dos resultados partir dos trabalhos realizados no sul do estado do Amazonas, especificamente, na Humaitá, ilustram a aplicação destes conhecimentos na prática da pesquisa

Já a cartilha “Noções de hidrogeografia – conhecendo o meu rio Madeira”, que também será lançada na próxima terça-feira trata da caracterização hidrológica da região no sul do Estado do Amazonas. Aborda procedimentos de mensuração e monitoramento dos rios amazônicos, inclusive sobre como ocorrem os eventos de cheias e secas no rio Madeira. Região Hidrográfica Amazônica A Amazônia é conhecida mundialmente por sua disponibilidade hídrica e pela quantidade de ecossistemas, como matas de terra firme, florestas inundadas, várzeas, igapós, campos abertos e cerrados. Abriga, ainda, uma infinidade de espécies vegetais e animais: 1,5 milhão de espécies vegetais catalogadas; três mil espécies de peixes; 950 tipos de pássaros; e ainda insetos, répteis, anfíbios e mamíferos. A Região Hidrográfica Amazônica é constituída pela bacia hidrográfica do rio Amazonas situada no território nacional, pelas bacias hidrográficas dos rios existentes na Ilha de Marajó, além das bacias hidrográficas dos rios situados no Estado do Amapá que deságuam no Atlântico Norte (Resolução CNRH n° 32, de 15 de outubro de 2003), perfazendo um total de 3.869.953 km². A população na Região Hidrográfica Amazônica, em 2010, era de 9.694.728 habitantes (5,1% da população do País) e a densidade demográfica de apenas 2,51 hab/km². As capitais Manaus, Rio Branco, Porto Velho, Boa Vista, Macapá, bem como os municípios de Santarém (PA) e Sinop (MT) são os centros urbanos que mais se destacam dentre os 304 municípios da Região Hidrográfica Amazônica. Fontes: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Agência Nacional das Águas http://www.oxingu.com/noticia/8961/cartilhas-abordam-mudancas-ambientais-e-climaticasno-amazonas.html


Veículo:Jornal

Editoria: Brasil Assunto:Inpa lança cartilhas sobre ecossistemas do sul amazônico Cita a FAPEAM: ✘

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Data:01/04/2015

Inpa lança cartilhas sobre ecossistemas do sul amazônico O Programa de Grande Escala Biosfera Atmosfera na Amazônia (LBA), coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), lançará nesta terça (31) três cartilhas sobre ciência do clima e ecossistema amazônico. O evento será realizado no Bosque da Ciência, em Manaus (AM), durante a palestra "A água da Amazônia irriga o Sudeste?". A finalidade é tornar o conhecimento científico mais acessível, a partir de uma linguagem didática e ilustrativa sobre os conceitos também relacionados à hidrogeografia do rio Madeira. As publicações, que em breve serão disponibilizadas na versão digital no site do LBA, incluem três volumes baseados em pesquisas sobre os ciclos biogeoquímicos em ecossistemas distintos, a caracterização climática e a caracterização hidrológica da região no Sul do Amazonas. Método de ensino De acordo com o pesquisador do Inpa Luz Antônio Cândido, um dos autores da cartilha "Desvendando a ciência do clima", as cartilhas são voltadas ao público que está em fase de formação de conhecimento, como os estudantes de ensino médio e universitários. "Elas são dedicadas aos jovens, com o objetivo de tentar trazer o conhecimento científico da academia, que tem um teor de conteúdo mais aprofundado, para uma linguagem de fácil entendimento." As cartilhas são resultados do projeto "Potencialidades da região sul do Amazonas às


mudanças ambientais e climáticas", apoiada pelo Programa de Apoio ao Núcleo de Excelência (Pronex), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) com recursos do Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ecossistema amazônico “Ecossistema Amazônico: importante agente para o equilíbrio biogeoquímico global” é outra cartilha a ser lançada pelo LBA. Apresenta conhecimentos básicos necessários para incentivar a preservação da floresta com seus constituintes físicos, químicos e biológicos, além de destacar a importância dos ciclos biogequímicos em ecossistemas distintos. Já a cartilha “Noções de hidrogeografia – conhecendo o meu rio Madeira”, que também trata da caracterização hidrológica da região no sul do Estado do Amazonas. Aborda procedimentos de mensuração e monitoramento dos rios amazônicos, inclusive sobre como ocorrem os eventos de cheias e secas no rio Madeira.

http://jornalbrasil.com.br/noticia/inpa-lanca-cartilhas-sobre-ecossistemas-do-sulamazonico.html


Veículo:D24 Assunto:TV

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Ufam prepara retorno após dois anos de paralisação

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Data:01/04/2015

TV Ufam prepara retorno após dois anos de paralisação Fora do ar desde o primeiro semestre de 2013, a TV Ufam tem preparado o terreno para retomar as atividades regulares ainda no final do primeiro semestre de 2015. Conforme informações da assessoria da Universidade Federal do Amazonas, um novo Departamento de Cultura e Produção de Imagem foi criado e vinculado à TV universitária. De acordo com nota enviada pela Ufam na tarde desta terça-feira (31), a professora Ítala Clay de Oliveira Freitas, jornalista formada pela Ufam e com doutorado em comunicação e semiótica pela PUC-SP, foi nomeada por meio da portaria No. 221/2015, para assumir a direção do referido departamento, que por sua vez será vinculado à Pró-Reitoria de Extensão. Para a docente, o momento agora é de estudos e planejamento. "Estudos sobre o perfil das TVs universitárias brasileiras - referentes a múltiplos aspectos, tais como a proposta de design televisivo, de organização da programação, de estrutura da rotina produtiva que, de algum modo, venham a inspirar o novo formato. E planejamento, a fim de que se possa garantir recursos humanos e financeiros para assegurar não apenas a reativação da TV, mas a manutenção do seu dia a dia, assim como o estabelecimento de parcerias para o compartilhamento de conteúdos", disse a diretora do departamento. Ítala Clay reiterou também a importância do papel da TV neste contexto, organograma e gestão. "Institucionalmente, a TV tem por obrigação estar alinhada com os objetivos e metas traçados pelas Políticas Nacionais de Extensão, Cultura e Educação", comentou a docente. Ainda segundo a professora Ítala: “pensa-se em uma gestão colaborativa – em diálogo com diversos setores e em uma gestão realista frente às possibilidades de uma TV Universitária diante do atual quadro político e econômico do país. Isso leva tempo. Requer paciência em


alguns momentos, e resiliência, em outros, mas também requer entusiasmo, persistência e criatividade para oferecer alternativas que realmente possam impactar o nosso cotidiano”, concluiu ela. Quanto à participação dos docentes e discentes, esta deverá ocorrer de modo sistemático e flexível em acordo com as demandas que surgirem, e deverá abrigar alunos de diversas áreas do conhecimento na composição do Núcleo de Produção Audiovisual a ser criado, informou a universidade. Negociações com o MEC Em comunicado oficial transmitido na TV Ufam, o conselho de Gestão da TV universitária do Amazonas afirmou que "desde 2005, a TV Ufam desenvolveu suas atividades com funcionários que não integravam o quadro de servidores da Ufam, funcionando, portanto, até o primeiro semestre de 2013 com muita dificuldade, sendo obrigada a encerrar suas atividades por falta de pessoal. A fim de retornar as atividades regulares da TV Ufam, esta universidade solicitou ao MEC liberação de vagas para a realização de concurso público para pessoal especializado em gravação, produção, edição e exibição da programação da TV, de modo a assegurar o retorno das atividades com maior brevidade possível". Sobre a questão, a assessoria da Ufam informou que a reitora Márcia Perales conseguiu junto ao Ministério da Educaçãoc (MEC), em Brasília, quatro vagas para o quadro de funcionários da TV Ufam. A Pró-Reitoria de Extensão elaborou e submeteu, neste mês, a proposta do Plano de Cultura da Ufam para o Edital Mais Cultura nas Universidades, consistindo esta em mais uma possibilidade de apoio financeiro para a reativação e revitalização da TV, disse a assessoria. Fim de uma época Para o ex-presidente da TV Ufam, e apresentador dos programas "Ufam Esporte" e "Revista Ufam", Gilmar Couto, a situação de a emissora estar fora do ar é lamentável. "Todas as alternativas que tínhamos para tentar manter a TV ativa foram tomadas. Havia projetos e recursos juntos à Fapeam que a manteriam funcionando, mas, infelizmente, devido a diversidades maiores, não conseguimos dar seguimento ao projeto", lamentou o professor, que pediu afastamento do cargo de presidente no final do ano passado. Quem também lamentou o fim da TV Ufam foi o radialista Braz Silva, que de 2009 a 2012 apresentou o programa "Debate Ufam". "O Debate foi um dos melhores programas da minha vida. Sua mistura de jornalismo informativo com talk-show deu muito certo e até hoje inúmeras pessoas me perguntam sobre quando o programa e a TV Ufam voltarão. Espero sinceramente que ela volte à ativa o mais rápido possível", concluiu o ex-vereador, ressaltando que "quem decidiu acabar com a emissora, talvez por falta de competência, fez um desserviço à população". http://new.d24am.com/plus/tv/ufam-prepara-retorno-apos-dois-anos-paralisacao/131516


Veículo:Ufam

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do Núcleo de Estudos Azulilas lança livro com artigos acerca da

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Data:01/04/2015

Coordenadora do Núcleo de Estudos Azulilas lança livro com artigos acerca da violência sexual contra crianças e adolescentes A coordenadora do Núcleo de Estudos em Gênero, Famílias, Conflitos e Sexualidades da UFAM, Azulilás, professora Raquel Wiggers reuniu, no último sábado, 21, na Livraria Valer, no Centro de Manaus, alunos, amigos e familiares para divulgar o livro "Abuso e exploração sexual: notas para um debate multidisciplinar". A publicação, financiada pelo edital Biblos, da Fundação de Amparo à Ciência (Fapeam), é uma compilação de artigos produzidos por membros, os professores do Núcleo. A coordenadora teve apoio do graduando, Natã Souza, durante a jornada para organizar os trabalhos, referenciados no período de 2010 a 2013. "Os estudos inseridos no livro inserem nos esforços do Programa Observatório da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, em Manaus e chega ao público num momento em que a sociedade exige da justiça e das instituições, atos que coíbam não somente a violência sexual, mas crianças e adolescentes vitimadas por violência psicológica, injustiça social e abandono da família e pelos poderes públicos", salientou a autora. Conforme está registrado no livro e baseado em dados da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, dados estatísticos recentes apontam para a existência de 754 casos de violência sexual, cujas vítimas são crianças. "A nossa proposta a partir do livro era olhar a questão da exploração sexual contra crianças e adolescentes de forma tangencial, ou seja, incluindo vários olhares para permitir analisarmos o tema. Isso faz do livro um objeto com perspectiva única, porque embora a temática esteja clara, a forma como ela é analisada é abrangente, desde o ponto de vista do autor do crime, da vítima e da estruturado sistema de atendimento", disse o graduando Natã Souza. http://portal.ufam.edu.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=59


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Cartilhas abordam mudanças ambientais e climáticas no Amazonas Com a finalidade de tornar o conhecimento científico mais acessível com uma linguagem simples e didática e, ao mesmo tempo, ilustrativa sobre os conceitos relacionados à ciência do clima, ao ecossistema amazônico e à hidrogeogafia do rio Madeira, o Programa de Grande Escala Biosfera Atmosfera na Amazônia (LBA) lançará três cartilhas. O lançamento acontecerá Auditório da Ciência, no Bosque da Ciência/Inpa, na tarde desta terça-feira (31), durante a palestra “A Água da Amazônia irriga o Sudeste?”. As publicações, que em breve serão disponibilizadas na versão digital no site do LBA, incluem três volumes baseadas nas pesquisas sobre os ciclos biogeoquímicos em ecossistemas distintos, a caracterização climática e a caracterização hidrológica da região no sul do Amazonas. Temas De acordo com o pesquisador do Inpa, Luz Antônio Cândido, um dos autores da cartilha “Desvendando a ciência do clima”, as publicações são voltadas ao público que está em fase de formação de conhecimento, como os estudantes de ensino médio e universitários. “Estas cartilhas são dedicadas aos jovens com o objetivo de tentar trazer o conhecimento científico da academia, que tem um teor de conteúdo mais aprofundado, para uma linguagem de fácil entendimento”, ressalta o pesquisador. As cartilhas são resultados do projeto “ Potencialidades da região sul do Amazonas às mudanças ambientais e climáticas ”, apoiada pelo Programa de Apoio ao Núcleo de Excelência (Pronex), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) com recursos do Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). “Ecossistema Amazônico: importante agente para o equilíbrio biogeoquímico global” é outra


cartilha a ser lançada pelo LBA. Apresenta conhecimentos básicos necessários para incentivar a preservação da floresta com seus constituintes físicos, químicos e biológicos, além de destacar a importância dos ciclos biogequímicos em ecossistemas distintos. A bolsista Inpa/UEA, obtidos, a região de científica.

de pós-doutorado junto ao programa de pós-graduação em Clima e Ambiente do a engenheira florestal Maria Terezinha Monteiro, explica que alguns dos resultados partir dos trabalhos realizados no sul do estado do Amazonas, especificamente, na Humaitá, ilustram a aplicação destes conhecimentos na prática da pesquisa

Já a cartilha “Noções de hidrogeografia – conhecendo o meu rio Madeira”, que também será lançada na próxima terça-feira trata da caracterização hidrológica da região no sul do Estado do Amazonas. Aborda procedimentos de mensuração e monitoramento dos rios amazônicos, inclusive sobre como ocorrem os eventos de cheias e secas no rio Madeira. Região Hidrográfica Amazônica A Amazônia é conhecida mundialmente por sua disponibilidade hídrica e pela quantidade de ecossistemas, como matas de terra firme, florestas inundadas, várzeas, igapós, campos abertos e cerrados. Abriga, ainda, uma infinidade de espécies vegetais e animais: 1,5 milhão de espécies vegetais catalogadas; três mil espécies de peixes; 950 tipos de pássaros; e ainda insetos, répteis, anfíbios e mamíferos. A Região Hidrográfica Amazônica é constituída pela bacia hidrográfica do rio Amazonas situada no território nacional, pelas bacias hidrográficas dos rios existentes na Ilha de Marajó, além das bacias hidrográficas dos rios situados no Estado do Amapá que deságuam no Atlântico Norte (Resolução CNRH n° 32, de 15 de outubro de 2003), perfazendo um total de 3.869.953 km². A população na Região Hidrográfica Amazônica, em 2010, era de 9.694.728 habitantes (5,1% da população do País) e a densidade demográfica de apenas 2,51 hab/km². As capitais Manaus, Rio Branco, Porto Velho, Boa Vista, Macapá, bem como os municípios de Santarém (PA) e Sinop (MT) são os centros urbanos que mais se destacam dentre os 304 municípios da Região Hidrográfica Amazônica.

http://jornalbrasil.com.br/noticia/cartilhas-abordam-mudancas-ambientais-e-climaticas-noamazonas.html


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Editoria: Pag: Brasil Assunto:Abertas inscrições para bolsas de pesquisador visitante e doutorado-

sanduíche do CNPq Cita a FAPEAM:

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Data:01/04/2015

Abertas inscrições para bolsas de pesquisador visitante e doutorado-sanduíche do CNPq Estão abertas as inscrições para oportunidades de bolsa de Pesquisador Visitante (PV) e Doutorado Sanduíche no País (SWP) destinadas a alunos de doutorado brasileiros ou estrangeiros. A apresentação de candidaturas para o segundo e o terceiro cronogramas deve ser feita, respectivamente, até 23 de abril e 21 de agosto. As bolsas de Pesquisador Visitante oferecem aos doutorandos a chance de se juntarem a outras equipes de pesquisa com objetivo de colaboração. São elegíveis pesquisadores classificados como nível A ou B em produtividade de pesquisa pelo CNPq, e as bolsas têm duração de três a 12 meses, com possibilidade de prorrogação por até 12 meses. As bolsas de Doutorado Sanduíche no País proporcionam que os doutorandos desenvolvam parte da tese em colaboração com outro grupo de pesquisa brasileiro num período de dois a seis meses. Podem se candidatar alunos matriculados há mais de um ano em cursos de doutoramento que não estejam vinculados a nenhuma outra bolsa. A proposta deve ser encaminhada pelo orientador da instituição de origem. Os valores das bolsas podem ser consultados no site do CNPq, assim como a tabela de valores do auxílio-deslocamento. http://jornalbrasil.com.br/noticia/abertas-inscricoes-para-bolsas-de-pesquisador-visitante-edoutorado-sanduiche-do-cnpq.html


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Data:01/04/2015

UFMG promove nova edição de workshop internacional sobre inovação

As inscrições para a quinta edição do Workshop Internacional Innovation and Clusters estão abertas e podem ser feitas pelo site do evento, que será realizado de 10 a 12 de maio. Com o objetivo de assessorar profissionais, empresas, corporações, governo e universidades para obtenção de resultados práticos e mostrar experiências internacionais, a atividade vai reunir palestrantes de países como Rússia e Estados Unidos. O evento será no auditório da Escola de Engenharia da UFMG, e as taxas de inscrição variam de R$ 100 a R$ 600. Mais informações podem ser obtidas no site do workshop. http://jornalbrasil.com.br/noticia/ufmg-promove-nova-edicao-de-workshop-internacionalsobre-inovacao.html


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Data:01/04/2015

Biocombustíveis avançados da cana são temas de workshop internacional Foi aberto na tarde desta terça-feira o workshop internacional "Biocombustíveis avançados a partir da biomassa da cana", com a participação de especialistas da Unicamp, USP, Unesp e da Universidade de Bath (Inglaterra), para um público predominantemente de pós-graduandos. O evento organizado pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) e pela Vice-Reitoria Executiva de Relações Internacionais (Vreri) prossegue durante todo o dia 1º de abril, no auditório da Diretoria Geral da Administração (DGA). O professor Luis Augusto Barbosa Cortez, vice-reitor executivo de Relações Internacionais, afirmou que a Unicamp vem procurando estreitar relações com universidades estrangeiras, sobretudo europeias e americanas, em torno do tema dos biocombustíveis. “Este workshop, especificamente, trata de biocombustíveis avançados derivados da cana-de-açúcar, tanto de primeira como segunda geração (produzidos a partir das fibras). Estive na Universidade de Bath, que é bastante competitiva nestas pesquisas e que possui uma área muito forte de engenharia química. Com a presença destes pesquisadores e da USP, Unesp e CTBE [Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol], mais os pós-graduandos, temos todos os elementos para um bom workshop.” A professora Telma Teixeira Franco, da Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Unicamp, foi convidada para abordar o primeiro tema do evento, sobre a produção de outros biocombustíveis a partir da cana além do etanol. Da discussão participaram os professores Rod Scott (Universidade de Bath) e Igor Polikarpov (USP). “Existe, por exemplo, o bioquerosene para aviões, que pesquisamos no nosso Laboratório de Engenharia Bioquímica e sobre o qual vou falar. Creio que os outros palestrantes também tratarão de outros biocombustíveis que os microrganismos podem produzir”, disse a docente da Unicamp. Para o dia 1º de abril foram programadas questões como da melhoria da adaptabilidade da cana em climas temperados, tolerância a doenças e pragas de insetos, utilização de matériasprimas de lignocelulose, sustentabilidade dos biocombustíveis, segurança alimentar e redução da pobreza. http://jornalbrasil.com.br/noticia/biocombustiveis-avancados-da-cana-sao-temas-deworkshop-internacional.html


Veículo:Agência

Fapesp

Assunto:FAPESP

e NERC financiarão pesquisa colaborativa

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Data:01/04/2015

FAPESP e NERC financiarão pesquisa colaborativa A FAPESP e o Natural Environment Research Council (NERC), um dos Conselhos de Pesquisa britânicos, abriram nova oportunidade de financiamento a projetos colaborativos entre pesquisadores do Reino Unido e do Estado de São Paulo. O foco da nova chamada de propostas FAPESP-NERC está em pesquisas sobre a Ciência do Sistema Terrestre e sobre Mudanças Ambientais Globais. Podem participar da chamada, no Estado de São Paulo, pesquisadores principais elegíveis para financiamento da FAPESP que demonstrem excelência em um ou mais dos seguintes pontos: Desenvolver pesquisa de elevado impacto e com resultados direcionados a áreas de interesse do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG) ou do Programa FAPESP de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade (BIOTA). Realização de atividades que posicionem a colaboração internacional no centro de sua abordagem, que adicionem valor à capacidade de pesquisa brasileira e que promovam resultados que não poderiam ser obtidos isoladamente por pesquisadores em São Paulo. Realização de atividades com resultados duradouros que promovam benefícios além do período dos auxílios oferecidos pela FAPESP e pelo NERC. Nesta chamada, a FAPESP está especialmente interessada em propostas em que o foco geográfico da colaboração esteja na América do Sul e nos oceanos adjacentes, particularmente nas regiões Amazônica e do Atlântico Sul. Pesquisadores interessados no Estado de São Paulo podem submeter propostas solicitando até o equivalente a £ 40 mil por proposta de até dois anos de duração. As propostas devem estar relacionadas a um Auxílio à Pesquisa FAPESP vigente e sob responsabilidade do proponente.


A FAPESP apoiará as propostas aprovadas com a cobertura de despesas de curto prazo para atividades de intercâmbio com pesquisadores do NERC (despesas de mobilidade), da realização de workshops e de pequenas despesas de pesquisa (serviços e equipamentos de baixo custo). As propostas serão recebidas até o dia 30 de abril de 2015. A chamada de propostas (em inglês) está publicada em: www.fapesp.br/9353 http://agencia.fapesp.br/fapesp_e_nerc_financiarao_pesquisa_colaborativa/20917/


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Editoria: da Ciência Assunto:Secretarias de CT&I encolhem 75% nos Estados Cita a FAPEAM:

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Data:01/04/2015

Secretarias de CT&I encolhem 75% nos Estados Hoje apenas cinco Estados e o DF mantêm as pastas de CT&I “puro sangue” Apesar de estratégica para o desenvolvimento econômico, a área de ciência, tecnologia e inovação vem perdendo espaço na pauta dos Estados. O número de secretarias de CT&I, chamadas “puro sangue”, que somou 24 pastas na última década caiu para cinco neste início de ano, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia Informação (Consecti). Atualmente apenas cinco Estados e o Distrito Federal mantêm secretarias exclusivas para o setor. São eles, Mato Grosso, Alagoas, Bahia, Amapá e Acre. No caso de Mato Grosso, a pasta também foi ameaçada e não desapareceu em razão do apelo do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) ao governador Pedro Taques, do mesmo partido, conforme admitiu o próprio governador em sua posse, em 29 de dezembro de 2014. Somente neste início de ano seis Estados decidiram extinguir ou incorporar as secretarias de CT&I a outras pastas. São eles, Amazonas – até então o mais conhecido – Tocantins, Rio Grande do Sul, Goiás, Pará e Pernambuco. Alguns governadores justificam a medida alegando a necessidade de enxugar despesas, diante do forte ajuste fiscal do governo federal, que deve respingar nas contas estaduais. A presidente do Consecti, Francilene Procópio Garcia, lamenta o cenário e considera “gravíssima” a opção adotada pelos governos estaduais. Para ela, a iniciativa representa um retrocesso em relação aos esforços do passado e pode comprometer o futuro do País.


Segundo Francilene, ao serem incorporados por outros setores, os sistemas estaduais de C&T acabam sendo “penduricalhos” de algumas secretarias, deixando de ser o “tema central” dos governos estaduais. “Estamos seguindo uma trilha complicada. Na medida em que esses sistemas enfraquecem, damos um passo para trás”, alerta Francilene, eleita recentemente para dirigir o Conselho no próximo biênio. Nos Estados, essas secretarias atuam na articulação política para viabilizar políticas públicas – como fomento para pesquisa e desenvolvimento tecnológico – medidas que, tradicionalmente, são executadas pelas Fundações de Amparo à Pesquisa nos estados, as FAPs, sob o comando do Conselho Nacional das Fundações Estaduais (Confap). Prioridade em crises econômicas A presidente do Consecti reforça que a ciência, tecnologia e inovação são áreas estratégicas para alavancar qualquer economia – principalmente em países que enfrentam baixo crescimento, como a do Brasil no momento. Francilene alertou, ainda, que é em tempos de crise que os investimentos em CT&I se tornam mais necessários. Os Estados Unidos, por exemplo, na crise financeira global de 2007-2008 alavancaram os investimentos na área. “Quanto menos cresce a economia, mais prioritários são os investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Porque as empresas precisam tornar sua gestão e seus processos de produção mais eficientes, para minimizar os impactos de baixo crescimento em seus negócios”, analisa Francilene, especialista em qualidade e produtividade. Professora e pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba desde 1989, Francilene é graduada em Ciência da Computação, com mestrado em Informática e especialização em Qualidade e Produtividade e doutora em Engenharia Elétrica. Insegurança no ambiente de negócios A especialista acrescenta que o desmantelamento dos sistemas de CT&I, como vem ocorrendo nos Estados, contribui para aumentar a insegurança no ambiente de negócios. “Como o País vai continuar se preparando para ser autônomo em sua própria ciência e resolver os nossos problemas?”, questiona Francilene, que também é presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). Conforme entende a especialista, a indústria brasileira precisa de apoio, de sintonia e de sinergia com o segmento gerador do conhecimento, embora a inovação seja desenvolvida e aplicada pela indústria. “Precisamos manter o fortalecimento desses elos responsáveis pela melhoria dos nossos sistemas e pelos acertos nas soluções tecnológicas, sejam em áreas estratégicas – como segurança, petróleo e gás, aeroespacial, biotecnologia e saúde – seja em áreas com vocações localizadas”, diz ela. Francilene citou como exemplo o semiárido do Nordeste, cujas características precisam ser estudadas por competências locais. E a região Centro-Oeste, onde o plantio de grãos e a venda de produtos de baixo valor agregado precisam ser vistos pelos segmentos geradores de conhecimento como estratégia para o desenvolvimento do País. “Precisamos agregar valor às nossas riquezas.” Ponta do iceberg A incorporação das pastas de C&T no Amazonas, em Tocantins, Rio Grande do Sul, Goiás, Pará


e Pernambuco por outras secretarias é uma tendência que vem se confirmando nos últimos anos. No caso do Amazonas, Rio Grande do Sul e Goiás, as secretarias foram incorporadas pela pasta de Desenvolvimento de seus respectivos estados – a qual foi acrescentada Ciência, Tecnologia e Inovação, segundo os dados do Consecti. Na prática, esses três Estados seguiram os modelos adotados bem antes por Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe, Mato Grosso do Sul e Piauí. Já em Tocantins, a secretaria de C&T passou por idas e vindas desde a sua criação, em 2007, e agora foi transformada em uma agência de inovação pelo novo governo, “com papel híbrido de fomento e construção de políticas de CT&I”. Porém, ainda está sob o vínculo da Secretaria de Desenvolvimento do Estado. Por sua vez, Pernambuco seguiu as diretrizes implementadas em gestões passadas no Paraná, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Pará, Maranhão, Minas Gerais e Ceará – que incorporaram a secretaria de C&T à pasta de Educação, na qual foram acrescentadas Educação Tecnológica, Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação. Mais recentemente, o Pará acrescentou o Ensino Fundamental a essa pasta. Na Paraíba a secretaria de CT&I foi rebaixada e agregada à pasta de Meio Ambiente com Ciência, Tecnologia e Inovação – na qual foram criadas “secretarias executivas” com status de secretários. Lá é Francilene que é a secretária-executiva de C&T. Também em gestões passadas a secretaria de C&T de Roraima foi transformada em um Instituto de Apoio de CT&I vinculado à pasta de Planejamento. Já em Rondônia a secretaria de C&T é incorporada à pasta do Planejamento desde 2008. Questionados se esses estados estariam seguindo o modelo de São Paulo que não possui uma secretaria de CT&I, as fontes do Consecti informam que o Estado paulistano “é um ponto fora da curva” no que se refere ao setor. Isso porque a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado paulistano (Fapesp), embora seja ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Inovação e Tecnologia do Governo do Estado de São Paulo, tem autonomia garantida por lei. Conta com o orçamento anual correspondente a 1% do total da receita tributária do Estado. Desafios Ao falar de seus desafios à frente do Consecti em um ano de vacas magras, Francilene reafirmou que sua preocupação com o atual cenário das secretarias de C&T já é do conhecimento do ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Aldo Rebelo, desde o início de março, quando ele participou do Fórum do Consecti, em Brasília, e foi informado sobre as decisões dos estados e os riscos que elas representam para o país. As expectativas desse encontro são desanimadoras. “À luz do cenário atual, nada promissor, em razão dos cortes do orçamento. A dificuldade é tanto na esfera estadual como na federal. Existem cortes orçamentários que atingem diretamente o setor, inclusive, nos orçamentos estaduais”, observa. Ainda não há estimativa sobre o tamanho do corte no MCTI. Para a dirigente do Consecti, a saída é avançar nas articulações políticas. “Estamos iniciando novas gestões, tanto no âmbito federal como no estadual, com um novo desenho de articulação para que possamos manter as atividades em prol da ciência, tecnologia e inovação.” Francilene fez questão de frisar que o Consecti tem uma posição muito crítica ao não desembolso de recursos. Tem também “uma dimensão clara” da atual conjuntura do Brasil. “A solução tem de ser pactuada entre as diversas instituições que fazem parte do ecossistema de inovação no País. Não pode ser uma solução isolada”, opinou.


Para minimizar os impactos do ajuste fiscal que em breve deve entrar em vigência, Francilene defende a criação de uma agenda positiva. “Deveríamos usar este momento crítico que estamos vivendo para fazer uma articulação política competente e madura. Analisar a situação em que o País se encontra, colocar as dificuldades das três esferas (estadual, municipal e federal) e procurarmos uma agenda positiva e sem descontinuidades graves. Nesse caso, lembrou da Emenda Parlamentar 85, promulgada recentemente pelo Senado Federal que, segundo a presidente do Consecti, representa um alento para a área de CT&I nesta atual conjunta. Dentre os pontos positivos da Emenda, no entendimento de Francilene, está a atualização do código da lei de inovação de 2004. Projetos paralisados Embora o desequilíbrio nas contas públicas tenham se agravado neste ano, Francilene destacou que alguns projetos estão parados desde o ano passado. São propostas milionárias que foram aprovadas em 2013 para começar a ser executadas no início de 2014 e que impactariam diretamente nas ações estaduais. É o caso de uma chamada pública, na ordem de R$ 110 milhões, com recursos da Finep, para o fomento de parques tecnológicos no País. Outro caso é a chamada pública, no valor de R$ 12,5 milhões, via MCTI, destinada ao fomento de incubadoras cujos valores até agora não saíram do papel. “Não temos apenas um problema imediato em relação aos cortes orçamentários. O problema é gravíssimo. Nós já estamos vivendo um momento de falta de recursos para tocar ações que já estão sendo paralisadas e descontinuadas.” Resposta da Finep Procurada, a Finep respondeu, via assessoria de imprensa, que não procede a informação de que até agora não foram liberados os R$ 110 milhões. Segundo a assessoria, o edital previa a contratação dos projetos em 2014, com liberação nos dois anos subsequentes, e execução de alguns projetos até 2017. Na versão da Finep, houve demora na contratação de tais projetos em função de documentações a serem apresentadas pelas instituições. “No processo de contratação, todos os projetos passaram por adequações de orçamento, o que gerou a obrigatoriedade de atualização de alguns documentos, como o projeto básico, especificações técnicas, cronograma físico-financeiro e licenciamento ambiental”, diz um dos trechos da resposta encaminhada por e-mail ao Jornal da Ciência.De acordo com a assessoria de imprensa da Finep, as primeiras parcelas dos convênios estão sendo pagas de acordo com a viabilidade de caixa da instituição. Acrescenta que já foram desembolsados cerca de R$ 19 milhões do total de R$ 36 milhões referentes à primeira parcela do edital. O restante dos recursos será liberado no decorrer de 2015 e 2016, esclarece a Finep.A Finep afirma, ainda, que dos 16 projetos selecionados apenas três – Juiz de Fora, Brasília e Paraíba – ainda não foram contratados. Pontua que Juiz de Fora e Paraíba por problemas de documentação. Em Brasília, por questões de empenho, já que a liberação ocorreria no final do ano e, provavelmente, não daria tempo de execução do orçamento pela instituição, o que acarretaria devolução do dinheiro. Sobre a resposta da Finep, a presidente do Consecti confirmou a liberação dos R$ 19 milhões do total de R$ 110 milhões que constam da chamada pública. Disse, porém, que essa é uma iniciativa recente, em função das pressões do setor. “Acho que começaram a fazer a liberação orçamentária”, disse. (Viviane Monteiro/ Jornal da Ciência) http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/1-secretarias-de-cti-encolhem-75-nos-estados/


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Editoria: Pag: da Ciência Assunto:Esvaziamento de secretarias nos Estados deve prejudicar pesquisa, alertam

dirigentes do Confap Cita a FAPEAM:

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Data:01/04/2015

Esvaziamento de secretarias nos Estados deve prejudicar pesquisa, alertam dirigentes do Confap Por enquanto, não há impacto direto do esvaziamento das secretarias de C&T nos projetos de pesquisas das FAPs O secretário-executivo do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo a Pesquisa (CONFAP), Luiz Carlos Nunes alerta que a médio prazo a extinção de secretarias de ciência e tecnologia deve interferir de forma negativa na execução de projetos de pesquisa nos estados, embora até o momento esteja tudo normal. “O esvaziamento reflete nas FAPs, porque as secretarias ficam sem força política para brigar”, alerta Nunes. Ele explica que as “as secretarias extintas” exerciam um papel intermediário entre o governo estadual e as FAPs. Hoje, porém, há outra estrutura. “Mas por enquanto, isso não nos afetou diretamente. Até agora as FAPs continuam com a mesma estrutura e com o mesmo encaminhamento”, observa. Pelo que vem acompanhando, Nunes confirma que em alguns Estados a estrutura de apoio à C&T atualmente é mais ligada à Educação ou à pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio. “Mas, por enquanto, não vimos reflexos perniciosos. Até por que a maioria das FAPs tem previsto o seu orçamento na Constituição do Estado.” A Constituição prevê desembolso de 1% da receita tributária do Estado para C&T, recursos que são destinados às FAPs para execução. “Esteja onde estiver as FAPs têm o orçamento previsto nas contas do Estado. Se o Estado cumpre integralmente ou não isso é outra coisa para brigar.”


Atualmente existem 25 FAPs presentes no Brasil. As exceções são de Roraima e Tocantins. No caso de Tocantins, onde a área de ciência e tecnologia vinha despontando, as informações são de que a FAP foi desmontada e transformada em “uma salinha” para tocar projetos que estavam em andamento. Em outra frente, dados do Consecti revelam que a secretaria de C&T de Tocantins, há poucos dias, foi transformada em uma agência de inovação pelo novo governo, tendo papel híbrido de fomento e construção de políticas de CT&I. Porém, ainda está vinculada à Secretaria de Desenvolvimento do Estado. Força política Tentando demostrar a força política de uma secretaria de C&T no Estado, Nunes destacou que são os secretários de C&T que participam de reuniões políticas e com o governador do Estado. “Não é a FAP que está lá”, disse. Tradicionalmente, disse que o secretário da pasta de C&T é um político. Enquanto que o presidente de uma FAP é um membro da academia (pesquisador conhecido, professor universitário) ou alguém da área. O enfraquecimento político das secretarias de C&T, no entendimento de Nunes, mostra que o Brasil segue na contramão da decisão de muitos países, sobretudo dos desenvolvidos que, quando enfrentam aperto financeiro, decidem aumentar consideravelmente os investimentos em C&T. Nesse caso, ele reforçou a posição da presidente do Consecti que citou o exemplo dos Estados Unidos de que, no momento de crise, aumentaram o investimento em CT&I. “Não há outra saída mais clara do que se investir em inovação”, disse Nunes. Com exceção da Fapesp, principalmente, uma Fundação consolidada e que consegue cumprir com sua legislação, disse que as demais FAPs dependem das secretarias para suas sobrevivências. “A secretaria de C&T é política, não possui orçamento algum. Mas têm estruturas que planejam e pensam estrategicamente as ações.” No caso da Fapesp, disse que a economia de São Paulo pode até passar por problemas, mas mantém seu orçamento. “A Fapesp é muito forte e independente. Ela é diferente. Não depende nada de secretarias.” Reduzir o papel das secretarias de C&T sob alegação de retração da economia – que pode cair este ano e crescer nos próximos – é um equívoco e implica em prejuízos. “Há sim um prejuízo que depois será difícil ser recuperado, até porque os investimentos em CT&I são de médio prazo. Quanto mais se atrasa mais fica complicado. Porque há estados avançados e quem incorpora fica em descompasso.” As previsões de corte no orçamento do governo federal também preocupam o secretário do Confap, já que nem todos os Estados cumprem com a legislação que obriga investir 1% da receita tributária através das FAPs. “A destinação constitucional está lá. Mas quanto a cumprir, sabemos que há um fosso. E agora com as restrições orçamentárias estamos prevendo um ano complicado.” Para Nunes, as parcerias das Fundações com as áreas federais “são muito importantes”. (Viviane Monteiro/ Jornal da Ciência) http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-esvaziamento-de-secretarias-nos-estados-deveprejudicar-pesquisa-alertam-dirigentes-do-confap/


Veículo:MCTI Assunto:Aldo

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Rebelo ressalta cooperação em pesquisa e inovação com a Suécia

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Data:01/04/2015

Aldo Rebelo ressalta cooperação em pesquisa e inovação com a Suécia O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, recebeu nesta terça-feira (31) o presidente do Conselho de Administração do grupo financeiro sueco Skandinaviska Enskilda Banken (SEB), Marcus Wallenberg, para tratar do processo de transferência de tecnologia associada ao desenvolvimento dos aviões de combate Gripen NG. Em 2013, o governo federal anunciou a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), adquiridos da empresa Saab, controlada pelo grupo SEB. "Houve, nos últimos anos, um esforço bilateral para que alcançássemos o acordo dos caças, mas isso só foi possível porque temos uma sólida trajetória de cooperação entre o Brasil e a Suécia", afirmou o ministro. "A parceria na área de aviação é um ponto alto do nosso relacionamento em sentido de durabilidade, profundidade e confiança. Creio que hoje reafirmamos e renovamos os laços de amizade e colaboração". Wallenberg informou que a SEB prioriza a aeronáutica como área de pesquisa aplicada e lembrou que o projeto de desenvolvimento dos caças deve ocorrer nos dois países, paralelamente. "A Saab levará 150 engenheiros e técnicos brasileiros para a Suécia, onde eles poderão estudar a tecnologia da aeronave. Isso é necessário justamente para que depois possam voltar ao País e executar toda a parte de fabricação, montagem e desenvolvimento", detalhou. O executivo destacou a "larga experiência brasileira" na produção de aeronaves comerciais e defendeu que a cooperação bilateral pode ajudar a trazer para a indústria nacional a última geração de tecnologia de defesa. "Essa relação estratégica que está se iniciando deve durar pelo menos 30 anos. É um projeto que, como todo caça, possui um desenvolvimento contínuo, motivo pelo qual precisamos trazer indústria e universidades a bordo da iniciativa". Durante o encontro, o embaixador da Suécia no Brasil, Per-Arne Hjelmborn, informou a Aldo Rebelo que o ministro sueco da Indústria e Inovação, Mikael Damberg, tem viagem marcada para o Brasil de 20 a 22 de maio, quando planeja se encontrar com titulares de pastas do governo federal. A ideia é discutir caminhos para ampliar a cooperação científica para áreas como mineração e papel e celulose. Capacitação e intercâmbio


Wallenberg informou que o grupo ofereceu uma cátedra ao Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), "o primeiro passo das nossas relações de longo prazo, como um símbolo da nossa intenção de trazer mais conhecimento em áreas de aeronáutica". De acordo com o secretário executivo do MCTI, Alvaro Prata, com a cátedra, a SEB financiará o trabalho de um cientista sueco no ITA por determinado período, "fazendo pesquisa, orientando alunos, ministrando cursos e atuando em laboratório na área de engenharia aeronáutica". Wallenberg recordou que a Saab apoia o acordo firmado em março de 2012 entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico (CNPq/MCTI) e o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (Cisb), para concessão de 100 bolsas de doutorado, pós-doutorado e pesquisador sênior no âmbito do programa federal Ciência sem Fronteiras (CsF). Atualmente no quarto edital, aberto até 15 de maio, a parceria já enviou 40 brasileiros para universidades suecas. A chamada vigente oferece 15 bolsas de estudo na área de aeronáutica, com ênfase em eletrônica, materiais e manufatura, sistemas de engenharia mecânica e tecnologias da informação e comunicação (TICs). Os pesquisadores contemplados desenvolvem seus projetos em universidades de excelência e podem realizar estágios ou participar de trabalhos na Saab. Até o momento, 166 brasileiros estudam na Suécia por meio de bolsas concedidas pelo CsF. Inaugurado em 2011, em São Bernardo do Campo (SP), o Cisb busca identificar, desenvolver e apoiar projetos de alta tecnologia. O modelo operacional é inspirado em parques tecnológicos suecos. O centro atua como facilitador, catalisador e gestor da rede colaborativa dos dois países. O Escritório do Programa Internacional de Educação e Formação (IPO, na sigla em inglês), ligado ao governo sueco, também mantém parceria com o programa de mobilidade acadêmica, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC). Também participaram da audiência o vice-presidente da Saab, Lennart Sindahl, e o diretor da Saab para a América Latina, Bo Torrestedt. Pelo lado brasileiro, compareceram o presidentes do CNPq/MCTI, Hernan Chaimovich, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), Luis Fernandes, o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Armando Milioni, e o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do ministério (Assin), Carlos Cardim. Fonte: MCTI http://www.mcti.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/jIPU0I5RgRmq/content/aldo-rebeloressalta-cooperacao-em-pesquisa-e-inovacao-com-a-suecia


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Editoria: Pag: A Critica Assunto:Escolas públicas e privadas de Manaus podem receber BiblioSesc e Sesc

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Data:01/04/2015

Escolas públicas e privadas de Manaus podem receber BiblioSesc e Sesc Ciência gratuitamente O Serviço Social do Comércio (Sesc) do Amazonas realizará nesta terça (31) o V Encontro de Gestores com objetivo de buscar parcerias com escolas públicas e privadas para oferecer, gratuitamente, os serviços do Sesc Ciência e BiblioSesc. A iniciativa proporciona enriquecer o conhecimento dos alunos e de professores das escolas das redes pública e privada de ensino de Manaus. O evento será realizado a partir das 14h no salão Zezinho Corrêa, na unidade Sesc Balneário, localizada na avenida Constantinopla, s/n, bairro Planalto. O encontro será aberto ao público. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 92 3649-3750 ou no site www.sescam.com.br. Sesc Ciência O objetivo educacional do Projeto Sesc Ciência é constituir parcerias com as escolas públicas e privadas a fim de levar ao público estudantil professores e alunos uma visão renovada da Ciência, de forma acessível e dinâmica, fornecendo ao indivíduo instrumentos para compreensão de sua realidade e do mundo em que vive. O Projeto atua de duas formas. A primeira é Permanente, composta por uma Sala de Ciências com um laboratório de química, equipamentos de manipulação de física, jogos lúdicos de cunho científico e um acervo de livros e revistas. A segunda forma é a Itinerante, com ações realizadas em outros espaços como Instituições de Ensino, praças e eventos escolares. São evidenciados experimentos práticos como a química


das cores, tratamento químico da água, ciência do ovo, ilusão de ótica, bolinhas de sabão, jogo com a tabela periódica, além de palestras sobre o corpo humano, as formas de energia, a ciência no cotidiano, educação sexual, higiene, astronomia, problemas ambientais e outros assuntos nas áreas de Física, Química e Biologia. A Sala de Ciências do Sesc AM está à disposição da comunidade estudantil para contribuir com o ensino da Ciência e o desenvolvimento de um processo de aprendizagem prático e significativo à vida humana. BiblioSesc As bibliotecas móveis do Sesc (BiblioSesc) são serviços que chegam até populações sem acesso às bibliotecas físicas. Comunidades desfavorecidas pela localização geográfica (pequenas comunidades, áreas rurais, bairros periféricos de zonas urbanas) ou públicos específicos (lares de idosos ou escolas) podem receber informações de qualidade, por meio de coleções abrangentes, direcionadas e organizadas. Para levar leitura e conhecimento as bibliotecas volantes do Sesc Amazonas carregam clássicos da literatura, aventuras, ficções e histórias reais que chegam às mãos de leitores de todas as idades. O cadastro para empréstimo de livros é gratuito, basta ao interessado apresentar o documento de identidade e um comprovante de residência. Os objetivos do BiblioSesc são promover acesso democrático à informação e ampliar o acesso ao livro no Amazonas; formar leitores e promover uma melhor qualidade de vida por intermédio do acesso à informação; encurtar a distância entre o livro e o leitor; e estimular o pensamento crítico, a criatividade e o prazer pela leitura. *Com informações da assessoria de imprensa http://acritica.uol.com.br/manaus/Escolas-gratuitamente-Sesc-CienciaBiblioSesc_0_1330066999.html


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A Critica Assunto:Amazônia SA Cita a FAPEAM:

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Data:01/04/2015


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Editoria: Plus A Critica Assunto:TV Ufam ensaia retorno, após dois anos de hiato Cita a FAPEAM:

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Data:01/04/2015


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