diário do
SUL
FUNDADOR E DIRECTOR: MANUEL MADEIRA PIÇARRA DIRECTORES ADJUNTOS: MARIA DA CONCEIÇÃO PIÇARRA e MANUEL J. PIÇARRA ANO: 46.º NÚMERO: 12.691
PERIODICIDADE DIÁRIA SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JANEIRO DE 2016
PREÇO AVULSO: 0,75 € (75 CÊNTIMOS )
VIANA do ALENTEJO
PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS
Rossio - Évora
escutou um magnífico concerto de Ano Novo O Cineteatro Vianense foi palco, no passado dia 10 de janeiro, pelas 16h00, de um magnífico Concerto de Ano Novo pela Orquestra da Universidade de Évora, dirigida desde setembro de 2015, pelo maestro japonês Kodo Yamagishi. .... PÁG. 5
Entre Mora e Ponte de Sor
Roubo de gado preocupa criadores .... PÁG. 2
À segunda-feira
Monsaraz
Suplemento Literário
Ana Rita Janeiro apresenta exposição “Tradições e Folclore”
.... PÁG. 4
Comércio de exemplares vivos nos mercados
.... PÁG. 7
Alentejo e Algarve minimizam impacto de proibição ‘das aves’
A proibição temporária da venda de aves vivas nos mercados, decretada para 58 concelhos do país, não deverá ter impactos económicos significativos, consideram algumas autarquias do Alentejo e do Algarve. .... PÁG. 6
Pub.
diário do SUL
Tema de Abertura
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SEGUNDA-FEIRA , 18 DE JANEIRO DE 2016
NOTA NOTA DO DO DIA DIA
DIRECTOR MADEIRA PIÇARRA
1 – Dêm-lhe as voltas que derem a Economia do País
e a recuperação das economias familiares só poderão terem êxito se a produtividade crescer. Para tal as exportações terão que subir de valores e as importações terão que diminuir. O País terá que apostar numa forte campanha de atracção turística vendendo mais sol; terá que recuperar a agricultura e as pescas; produzir mais energia eléctrica; e terá que aproveitar os benefícios da Formação Profissional para que as novas gerações disponham de capacidade técnica igual à dos países mais desenvolvidos. Se essa dinâmica não acontecer de norte a sul, todas as esperanças de melhor nível de vida não irão ter sucesso. 2 – O ano 2015 deu mais esperança à natalidade
portuguesa pois nasceram mais 4 mil crianças que (...)O que se em 2014 atingindo o número de 82.130. torna urgente é dar mais apoio Esta recuperação é bem necessária dado o à natalidade envelhecimento da população e consequente desepois muitas quilíbrio humano na sociedade. vezes os casais não têm filhos O que se torna urgente é dar mais apoio à natalipor falta de dade pois muitas vezes os casais não têm filhos por meios(...) falta de meios económicos e todos sabemos os custos de criar as crianças. Uma política de apoio às famílias maiores em número de filhos será a melhor forma de fazer aumentar a natalidade no nosso País. Haja esperança, vontade e meios para isso.
Agora também na TV
Canal 502 e escolha Rádios Nacionais
Entre Mora e Ponte de Sor
Roubo de gado deixa criadores à beira de um ataque de nervos n Roberto Dores
O
diário do SUL
s criadores de gado de Mora, Ponte de Sor e Pavia lançam alerta vermelho contra o roubo de animais. Estimam que os furtos já ascendam a mais de mil cabeças e acreditam que há uma rede organizada a operar no terreno durante a noite. A GNR admite que não é fácil chegar aos autores dos crimes e até já lançou um apelo no Facebook, onde pede a ajuda dos proprietários e cidadãos comuns “que disponham de alguma informação que possa neste quadro ser relevante”. Nuno Dias é um dos criadores a braços com prejuízos. Contabiliza o furto de 70 animais adultos e 26 borregos, mas os estragos que sobraram do roubo de que foi vítima vão para lá da perda dos animais. Afinal, tal como acontece com outros
criadores, estão em causa rebanhos que têm vindo a ser apurados, alguns desde 2010, o que significa a perda de animais com um valor genético muito significativo. Nuno Dias fala num “duro golpe” para o negócio. António Jordão tem um prejuízo maior. Já foi alvo de dois furtos tendo perdido 140 animais. 120 de primeira vez e outros 20 de segunda, há cerca de dois meses. E as insónias passaram a atormentar este criador. “Algumas noites temos que saltar da cama para vir ver como estão as coisas, porque não sabemos o que podemos encontrar na manhã seguinte. Depois de um dia de trabalho devíamos descansar mas não conseguimos, porque temos que defender o que é nosso”, justifica, alertando ainda para estragos em cercas provocados pelos ladrões que chegam com camionetas às propriedades para carregaram os animais.
“Isto só pode ser feito por gente que sabe o que está a fazer e que conhece o que aqui temos”, denuncia, revelando que não há uma noite padrão para roubar gado. Aliás, até numa recente noite de temporal, com muita chuva e vento forte, houve um furto na região. Seria pouco provável, mas aconteceu. Perante a onda de furtos que não dá tréguas os criadores começam também a queixar-se de falta de policiamento, mas o Comando da GNR em Évora responde que está atento, garantindo que o efetivo até está reforçado nesta altura, com atenções redobradas sobre este fenómeno. Ricardo Samouqueiro sublinha mesmo que as patrulhas têm indicações específicas para, em especial durante a noite, “passarem sempre por estes locais de aparcamento de gado”, embora reconheça que “são
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muitos locais e muitos quilómetros” que estas patrulhas têm que percorrer diariamente. “Daí ser difícil nós conseguirmos controlar todas as propriedades”. Mesmo apesar desta contrariedade a GNR revela que já recuperou alguns animais furtados e até admite ter suspeitos identificados no âmbito da investigação criminal. Na página do Facebook o Comando Territorial de Évora reconhece que esta é uma das suas maiores preocupações neste momento, pelo que além de apelar à ajuda de proprietários e cidadãos comuns, avisa que o número direto de contacto da Sala de Situação é o 266748400. “Caso detetem alguma situação suspeita ou identifiquem algum movimento fora do comum falem connosco. Acreditem que pode ser útil”, escreve a GNR na rede social.
266 730 410 * 266 741 341 • Fax: 266 730 411
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Opinião SEGUNDA-FEIRA , 18 DE JANEIRO DE 2016
Cumprir a Constituição
CRÓNICA DA SEMANA Visto do Alentejo N.º 1.184
C
NOVA PELE
umpriu-se no dia 1 de janeiro deste ano o trigésimo aniversário da adesão de Portugal à União Europeia, então designada como Comunidade Económica Europeia (CEE). O balanço do percurso europeu de Portugal é francamente positivo. Não podemos confundir a crise dos últimos anos, decorrente da definição de receitas erradas no plano europeu, aplicadas com o colaboracionismo ideológico do Governo PSD/CDS em Portugal, com a globalidade de um percurso que nos afirmou em plenitude como uma nação europeia projetada no mundo e como uma nação global integrada da Europa. Tal como o projeto europeu, Portugal saiu ferido do experimentalismo económico baseado no empobrecimento e na austeridade. Hoje, trinta anos depois da nossa adesão, é
mais uma vez tempo de sarar as feridas, endurecer a crosta da resiliência e criar condições para que nasça uma nova pele social e económica, forte, justa, digna e competitiva. Essa nova pele tem que obedecer a uma nova matriz de colaboração entre os agentes políticos, económicos e sociais, de forma a conjugar conhecimento, tecnologia e inovação, com identidade e capacidade de produzir bens e serviços geradores de riqueza, emprego e crescimento. Um pouco por todo o País a sementeira, lançada no contexto do Plano Tecnológico, de promover redes de eficiência coletiva, polos de competitividade, polos tecnológicos e redes de incubadoras de novas empresas e negócios, começa a frutificar. Portugal é hoje um destino reconhecido como território facilitador do lançamento de novos produtos e novos negócios. Guimarães vai acolher este ano o Congresso Mundial
Dr. CARLOS ZORRINHO de Empreendedorismo e Inovação e Lisboa será sede nos próximos quatro anos do maior encontro mundial de redes de inovação tecnológica ( Web Summit). Estes sintomas de que a nova pele está a nascer saudável, têm múltiplos reflexos no terreno. No dia 8 de Janeiro, antes de participar no Mosteiro dos Jerónimos na cerimónia de início das comemorações dos 30 anos da adesão de Portugal à então CEE, visitei no âmbito das minhas funções como Eurodeputado com responsabilidades particulares nos domínios da indústria, da investigação e da energia, diversas empresas e escolas do Cluster Tecnológico de Aveiro e conheci os 22 embaixadores tecnológicos que no empreendedorismo, do financiamento e na qualificação criam dinâmicas de excelência naquele território. Um exemplo entre muitos outros, que demonstram
Não vejo razão para tanto optimismo
António Cipriano A. Pinheiro1 No fim do ano soubemos que houve mais levantamentos no multibanco, mais gastos em compras de Natal, muito mais automóveis importados, mais casa compradas, mais portugueses passaram férias fora, enfim, mais consumo de bens e serviços nacionais e importados. Parece que já voltámos aos tempos de antes da crise!Mas atenção, a crise ainda não passou. Não são os anunciados aumentos do salário mínimo, da redução do IRS, de menos IVA na restauração, de mais feriados e de menos horas de trabalho que tornam o País cor-de-rosa de um momento para o outro. A economia real continua na mesma. O PBI pouco cresceu e o emprego não aumentou. Por outro lado, a nossa dívida está em níveis demasiadamente elevados o que, por si só, constitui um grande entrave ao crescimento. Para a diminuir só há um remédio: o governo tem de equilibrar as contas, isto é, não pode ter défice. Será que com as medidas anunciadas isto é possível? A não ser que tenham descoberto algum poço de petróleo ou minas (de ouro ou diamantes), que
eu desconheço, tenho muitas dúvidas que no curto prazo os contribuintes não tenham de ser chamados, mais uma vez, para pagar a euforia consumista causada por este “el dourado” anunciado mas não sustentado na realidade. O aumento do consumo interno, por si só, não é um motor suficientemente potente para fazer crescer a economia ao ritmo que o governo anuncia. E atenção que o aumento do consumo, baseado em produtos e serviços de outros países (como por exemplo, automóveis ou férias no estrangeiro) fazem crescer aeconomia dos países que produzem esses bens e serviços, mas não a nossa. Parece que não aprendemos. Ainda há quatro anos andámos mergulhados numa profunda tristeza e,de chapéu na mão, fomos pedir à Europa e ao Mundo que nos ajudassem pois não tínhamos dinheiro para pagar as nossas dívidas. Mas, assim que nos dizem que o sol vai voltar a brilhar, mesmo ainda sem vislumbrar a luz ao fundo do túnel, vamos a correr gastar por conta daquilo que ainda não temos! A minha geração trabalhou toda a vida, muitos desde tenra idade, acreditando que o seu esforço iria promover o desenvolvimento do País e, consequentemente, as condições de vida de todos os cidadãos. Alimentava o sonho de uma velhice confortável que os compensasse das privações da juventude.
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Acreditámos que com o 25 de Abril a sociedade iria ser mais transparente e que a justiça seria mais isenta e célere, mas o que aconteceu? Os velhos são tratados como inúteis - ontem eram sábios, hoje, após a aposentação, para pouco ou nada servem. O Estado deixou de exercer cabalmente a função de regulador - o que se tem passado nos bancos e que, provavelmente, se vai continuar a passar é um escândalo. Os verdadeiros culpados ou não são apanhados ou a justiça tarda em os condenar e prender. Trabalhase para tapar os buracos abertos pelos banqueiros. Sempre fui optimista e tentei incutir nos jovens, alunos e familiares, a ideia de que se formos trabalhadores e honestos Portugal será um país com futuro. Infelizmente,tenho de confessar que começo a subscrever a interrogação que opsiquiatra José Gameiro levanta na revista do Expresso do passado dia 9 de janeiro: “Como é que um jovem pode acreditar num país em que o seu dinheiro é usado para pagar negócios de aldrabões, incompetentes, créditos de favor sem garantias, combinados em almoços pagos com cartões de crédito com plafonds ilimitados?”. (Footnotes) Professor Emérito da Universidade de Évora. Correio electrónico: acap@uevora.pt 1
Inês Zuber
Deputada do PCP no Parlamento Europeu
Não raras vezes assistimos à desvalorização do órgão de soberania Presidente da República. Na verdade, este tem responsabilidades determinantes para exercer uma influência muito significativa na evolução da situação do País. Essa influência ganha nos dias de hoje uma importância redobrada, numa nova fase da vida nacional em que é imperativo inviabilizar qualquer pretensão de regresso às políticas que empobreceram o país e retiraram direitos sociais, políticas que claramente contrariam o projecto de democracia, justiça social e soberania nacional que a nossa Constituição consagra. Embora grande parte da comunicação social tente ir impondo o contrário, em democracia não existem vencedores antecipados, os únicos votos que contam são aqueles que os portugueses colocarem na urna
no próximo dia 24 de Janeiro. A candidatura de Edgar Silva é uma candidatura comprometida, presente e solidária com a luta dos trabalhadores e do povo por uma vida melhor. Para todos aqueles que se revêm nos valores de Abril e da Constituição, é importante esclarecer que cada voto a mais em Edgar Silva é um voto que conta para derrotar a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa e do PSD e CDS - partidos que o apoiam e que conduziram Portugal para o desastre, e que vêem na eleição de Marcelo Rebelo de Sousa uma forma de concretizar os seus objectivos de recuperação do poder perdido. Não é verdadeira a independência do Professor Marcelo. No essencial -e apesar dos exercícios retóricos para fingir essa pretensa independência - sempre defendeu as teses essenciais da política de direita. Uma política de direita que abdicou da defesa dos interesses nacionais e do povo - e, portanto, que violou grosseiramente a Constituição - como demonstraram recentemente os casos do Banif e da TAP. Votarei em Edgar Silva porque é uma candidatura feita de valores e trajectórias de luta individuais e colectivas. Porque se trata de uma candidatura que tem por detrás uma intervenção
constante em defesa do povo e dos mais explorados. Na realidade concreta e não apenas nas palavras. Que não descobriu apenas agora, em período de campanha eleitoral, as consequências negativas das políticas de direita em Portugal. Mas também pela importância da defesa de um Portugal desenvolvido e independente face a uma UE cada vez mais centralizadora, anti-democrática, autoritária, neoliberal. Porque cabe a cada povo decidir sobre o seu desenvolvimento. Porque os Povos não podem estar tolhidos por regras impostas pela ditadura da “eurocracia”, que nos querem submissos em nome de um projecto de integração que já provou mil vezes estar ao serviço dos grandes interesses económicos. Também aqui a candidatura de Edgar Silva é a dos que se batem por uma Europa social e de coesão, de solidariedade e desenvolvimento sustentado com mais emprego e mais direitos dos trabalhadores e cidadãos, uma Europa aberta ao mundo e de paz, uma Europa solidária. Os portugueses não se deixarão enganar pela campanha bem orquestrada que pretende garantir à partida Marcelo Rebelo de Sousa como vencedor. Porque dia 24 é o dia da decisão.
Do lado de lá
Colóquio - Conferência em Badajoz António García Salas apresentou uma conferência-colóquio subordinada ao tema “Badajoz e el futuro”, no passado dia 11 de Janeiro na sede da Real Sociedad Económica Extremeña de Amigos del País. António Salas nasceu em 1961 em Badajoz e é formado pela Universidade da Extremadura, sócio fundador da ITAE, a primeira Escola de Negócios da Extremadura, é um empreendedor nato, que apresentou as suas ideias sobre Badajoz e a sua relação com o futuro da cidade. Salas fez uma resenha histórica da sua cidade e completou com uma ligação ao futuro, que na sua perspectiva passa por mais relação com o rio Guadiana, concretização do TGV até Lisboa e Madrid e mais relação com Elvas e Évora.
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diário do SUL
domQuixote SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JANEIRO DE 2016
dom Quixote
A voz da chuva
Suplemento de Artes e Letras
Este Suplemento é parte integrante do jornal «Diário do Sul» e não pode ser vendido separadamente
LIVRO
LIVRO
As Cores do Mar Clementina Rosa Matos Fui visitar-te à tardinha Fui visitar-te à tradinha no estio da minha alma uma chuva miudinha lavando a paisagem calma o areal ondulado na cor plúmbea do teu manto de ti sempre enamorado espraiando um doce encanto marulhado mil segredos melodias de enrolar Fui visitar-te à tardinha e eras tão cinzento, ó mar” Tornei-me batel, entrei à deriva em teu regaço Adormeci, acordei E era azul o teu abraço Atirou-me à praia o vento de verde te pincelando para dar lugar à bruma sempre a rugir ciumento Mas o sol agora vinha e tu mar sempre ondulando em mil reflexos cantar acenaste-me a contar Fui visitar-te à tardinha a inconstância do teu norte e eras tão azul, ó mar! Amante, mas sempre mar Feiticeiro das mil cores para a vida e para a morte mergulhei-me em teu perigo Cor de terra te vestiram perdida por ti de amores vagas rendadas de espuma morri, pra casar contigo. bailando fúrias partiram In As Cores do Mar (edição Modocromia)
Pensar - Sentir - Sonhar Habita em mim, o silêncio, talvez, emblemático, da estúpida imposição... Porém, a serena resistência às anomalias, reforçou a carapaça da sobrevivência. Ficaram as memórias, dum passado cinzento que não obstruiu a vontade, tão simbolicamente descrita e resumida pela sigla: “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”. Jamais a vontade, cunhada na mente e no espírito, fruto da vivência, será extirpada de sentir humano. No fim da tarde serena, que antecede o crepúsculo, emerge o santuário da Justiça, da Luz. Eis, porque a liberdade de escrever de forma honesta, é o poder mágico, que flui da capacidade de pensar, sentir e sonhar Vós ó poetas livres, como eu vos admiro. José António Banha
Ao Vento...
Do outro lado da fronteira
E fico assim tão só, e ansiosa Ao ouvir gritos de almas, como a minha que mesmo acompanhada... anda sozinha No meio dos vendavais... Audaciosa.
Abelhas mergulham profundo no pólen de perfumes proibidos e voltam ébrias de encantamentos que depositam docemente mel puro de diamantes, clandestino do outro lado da fronteira
Foi em janeiro que vi no rosto Daquele jovem, uma lágrima rolar. Tinha perdido o seu melhor amigo. Outro, assim, não iria mais encontrar!
Rouxinol cego de luz cheia não se deu conta e passou “el rio” traído pela magia do cio logo se encanta de “hermosas alas” salvos cantos em sombra escondida no outro lado da fronteira. (Poema e música - Janita Salomé In Raiano)
LIVRO
FIAT LUX (no ano da Luz) Código de barras
Foi em janeiro vivida a felicidade. Um novo membro, na família nascia, Trazendo renovadas espectativas, Enchendo todos de imensa alegria. Foi em janeiro que também chorei Em silêncio, na luta que travava, Com o cancro que veio até mim. Mas, noutro janeiro, intensamente, Meu coração exultava e cantava. Eu, prestes a ser mãe, e feliz por fim! Maria José Murteira Silva Correia
Chorar
Uma luz de noite se acendeu longe, lá muito ao fundo, no céu, talvez neste mundo...
Choramos de tristeza e choramos de dor Também já vi chorar na agonia Quantas vezes se chora por amor E quantas, quantas se chora de alegria?!
Na passadeira, traços de ti, zeros e uns, uns e zeros, como em código de barras...
Choramos pela perda duma alma em flor E há quem chore na vida dia a dia Choram muitos também pelo temor De não chegar a paz e harmonia.
Do primeiro ao último byte e bit, que coisas estarão nas coisas escritas, que enigmas lá ocultos inscritos?... In FIAT LUX (no ano da Luz) (edição Jrd)
MONTEMOR-O-NOVO Galeria acolhe “Prelundium - Espaço de Osmose”
E quantos, quantos choram de emoção! E tantos, tantos outros por paixão E até alguns por não saberem amar. E há quem chore também por tudo e por nada Pois consideram a vida uma maçada Mas afinal, todos nascemos a chorar...
Velez Correia
Oração ao Sol Ó Sol sê meu amigo dá-me notícias do céu porque e lá onde tu moras é tudo que Deus te deu! Meus olhos só veem terra terra que nada me deu e tudo aquilo que encerra fica bem longe do céu!
...serve numa bandeja de prata a tua solidão desalmada:
Natividade Coelho
Leolinda Trindade
Foi em janeiro...
Olho agudo de águia não tropeça na espessa linha de côr cinzenta e a presa num impulso de vida chega e em segredo é repartida no fundo calmo do ninho quente do outro lado da fronteira
gélida está a noite por sobre os olhos mansos caídos no sono
Talvez a chuva esconda um ser amado, debaixo dum abrigo disfarçado tapado com mil gotas de cristal.
DAQUI MAIS AO SUL
Poema
O universo é mágico, vibrante E a vida... Um mistério triunfante Que eu sei cantar em versos... De magia
Quanta mágoa naquela voz cansada, caída dos beirais... sempre a pingar, mistérios que parecem deslizar nos vultos de uma noite enevoada.
Há um pingar constante em agonia, a dizer-nos numa triste melodia que um grande amor na vida... acaba mal!
“Prelundium - Espaço de Osmose” é o título de uma exposição de artes plásticas, de Sofia Gomes e Silvia T. A mostra está patente na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, até ao dia 5 de Fevereiro, indicou o Município.
Deslumbro-me ao ouvir chorar o vento Terá ele a alma amargurada? Afaga o universo com lamentos A essência... É de uma alma apaixonada.
Já vivi fulminantes tempestades Senti e enfrentei realidades E venci também a tirania!
Nova Antologia de Poetas Alentejanos Janita Salomé
A chuva cai... parecendo abandonada ninguém sabe a razão do seu chorar... e os guarda-chuvas passam sem escutar, pisando em vão, a rua enlameada.
Nunes
Ó Sol vem-me buscar para o céu onde tu moras deixa-me morar contigo serei eu a tua aurora!
Maria Tereza Grave
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Magnífico concerto de Ano Novo no Cineteatro Vianense O Cineteatro Vianense foi palco, no passado dia 10 de janeiro, pelas 16h00, de um magnífico Concerto de Ano Novo pela Orquestra da Universidade de Évora, dirigida desde setembro de 2015, pelo maestro japonês Kodo Yamagishi. O programa incluiu peças de Georges Bizet, Felix Mendelssohn, Alexander Borodin, Hector Berlioz, Adolphe Adam, Franz Lehár e Franz von Suppé e teve a participação das sopranos Maria Varandas, Inês Pinto, Sara Silva e a meio-soprano Diana Santos. A iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Viana do Alentejo, Juntas de Freguesia do Concelho e a Escola de Artes da Universidade de Évora, surgiu no âmbito das comemorações do 118º aniversário da Restauração do Concelho de Viana do Alentejo que decorrem até ao próximo dia 17 de janeiro.
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EM REUNIÃO PÚBLICA DE 13 DE JANEIRO
Câmara de Évora prorroga período de liquidação do NIA A Câmara Municipal de Évora aprovou por unanimidade a prorrogação do período de liquidação do NIA- Núcleo de Loteamento e Infraestruturação Industrial da Azaruja, Lda., até 31 de Março de 2016, com recondução dos gestores liquidatários, conferindo-lhes autorização para o desenvolvimento de procedimentos de venda do património da sociedade. Uma fábrica de descasque de amêndoa poderá vir a ocupar o
espaço do NIA na Zona Industrial da Azaruja, criando quase duas dezenas de postos de trabalho, sendo que, a confirmar-se a venda do terreno, a situação do NIA será resolvida e os sócios, entre os quais a Câmara Municipal, receberão uma verba que decorre da venda do tereno e encerramento da empresa. Foi aprovado por unanimidade o parecer favorável ao pedido de informação prévia/Tapada do Matias, sobre a possibilidade de
instalação de novo estabelecimento (Decathlon) em Évora. Aprovação unânime mereceu igualmente a proposta dos serviços jurídicos camarários acerca da recomendação da Assembleia Municipal de Évora à Câmara sobre a petição “Fim dos circos com animais em Évora”. A Câmara Municipal constatou com base em três pareceres jurídicos (dos gabinetes jurídicos do Município, da Comissão de Coordenação e
Desenvolvimento Regional do Alentejo/CCDRA, e da Associação Nacional de Municípios Portugueses/ANMP) que não existe norma que permita às autarquias locais aprovar regulação que interdite, sem mais, no seu território, a utilização de animais em atividades circenses. Face a tal, a autarquia não pode dar seguimento à recomendação da Assembleia Municipal, à qual irá dar conta de tal situação em próxima sessão deste órgão.
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SEGUNDA-FEIRA , 18 DE JANEIRO DE 2016
Autarquias do Alentejo e do Algarve minimizam impacto de proibição de venda de aves
A
proibição temporária da venda de aves vivas nos mercados, decretada para 58 concelhos do país, não deverá ter impactos económicos significativos, consideram algumas autarquias do Alentejo e do Algarve ouvidas pela Lusa. A presidente da Câmara de Arronches, Fermelinda Carvalho, no distrito de Portalegre, disse que a decisão “não terá impacto” na economia local, porque não existem no concelho “explorações dessa natureza, tirando alguns particulares que criam para consumo próprio”. A mesma convicção é partilhada por uma fonte oficial da Câmara de Reguengos de Monsaraz, frisando que a proibição “vai ser cumprida”, mas é “esperado um impacto marginal na economia”. A proibição temporária da venda de aves vivas nos mercados de 58 concelhos do país vai ser fiscalizada primeiro por veterinários municipais e depois por profissionais da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), disse fonte do Ministério da Agricultura. O presidente do município de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, afirmou que a medida “não tem grande impacto do Pub.
ponto de vista económico”. O autarca do concelho do distrito de Setúbal admitiu, porém, que como a determinação das autoridades proíbe a venda e exposição de aves, se for prolongada “durante muito tempo” poderá “prejudicar a ExpoAves”, certame previsto para novembro, em Santo André. A Direção-Geral de Veterinária também declarou o sotavento algarvio como uma das áreas de “maior risco” no país, devido à existência de duas zonas húmidas utilizadas por diversas espécies de aves selvagens como ponto intermédio nas suas migrações. Apesar do risco, nos municípios de Castro Marim, Olhão e Vila Real de Santo António, no distrito de Faro, são apontados como residuais os impactos da proibição de venda de aves nos mercados municipais que gerem. Em Castro Marim, fonte da câmara disse à Lusa que a proibição abrange as freguesias da sede de concelho, onde “apenas são vendidos produtos tradicionais e artesanato e não se vendem animais vivos”, e na localidade balnear de Altura “o mercado está encerrado para obras de reabilitação”.
A Câmara de Vila Real de Santo António gere os mercados das três freguesias do concelho - Vila Real de Santo António, Monte Gordo e Vila Nova de Cacela -, todas abrangidas pela proibição de venda. Segundo uma fonte do município, “já não são vendidos animais vivos nesses mercados” e essa venda apenas se realiza no mercado de rua mensal em Vila Nova de Cacela. A mesma fonte municipal referiu ainda que são “apenas concedidas as licenças de utilização do espaço e de venda ambulante, mas a fiscalização fica a cargo de outras entidades”, como a Autoridade para Segurança Alimentar e Económica (ASAE). Fonte da Câmara de Olhão disse à Lusa que ainda se regista venda de aves em alguns mercados, como os de Olhão e de Moncarapacho, e que “a proibição de venda já foi transmitida às juntas de freguesia” da União de Moncarapacho/Fuseta, Quelfes, Pechão e Olhão. As autarquias são “as responsáveis pela gestão dos mercados locais”, mas a fonte camarária não precisou quantos vendedores poderão ser afetados pela interdição e o impacto que pode ter.
Bombeiros de Mora comemoram 76.º Aniversário No dia 9 de Janeiro de 2016 a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mora celebrou o 76º Aniversário. Com a cerimónia a realizar-se no dia 10 de Janeiro, iniciou-se com o Hastear das Bandeiras na sede da Associação, homenagem aos bombeiros e sócios falecidos no cemitério de Mora, com uma missa na Igreja da Misericórdia de Mora, receção às entidades convidadas, sessão solene e um almoço convívio de convidados, órgãos sociais, bombeiros e respetivas famílias. A sessão solene, presidida pelo Major-General Francisco Grave Pereira, Presidente da ANPC, contou ainda com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Mora, Eng. Luís Simão de Matos, o Diretor Nacional de Bombeiros, Eng. Pedro Lopes, o Vice-Presidente da Liga de Bombeiros Portugueses, Dr. Adriano Capote, entre outros
ilustres convidados. Foram condecorados 25 Bombeiros e Diretores da Associação, com medalhas de Assiduidade e Dedicação da Associação e da Liga de Bombeiros Portugueses, e atribuídos 4 louvores, um dos quais a título póstumo. Foi condecorado o Bombeiro de 1ª, António Biléu com a medalha de serviços distintos da Associação por mais
de 40 anos ao serviço dos Bombeiros de Portugal e a Câmara Municipal de Mora com a medalha de serviços distintos da Liga de Bombeiros Portugueses. Os pontos altos desta sessão solene foi a atribuição do crachá de ouro da Liga de Bombeiros Portugueses e a Medalha de Mérito de Proteção e Socorro à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mora.
Lar Vale Peso animado pelo DESPORTALEGRE João Mourato, foi o vencedor dos jogos recreativos do Centro Cultural e Desportivo Desportalegre, organizados no Lar de Nossa Senhora da Luz em Vale do Peso, seguido de Francisco Queirós e Maria Rosa e Maria Joaquina Azeitona. Os participantes disputaram uma série de 11 jogos individuais onde tentaram acumular o máximo de pontos que lhes permitisse ganhar os prémios oferecidos pela Fundação PT e pela Delta Cafés.
Livro Altas Vozes Brincas de Évora:
Práticas Contemporâneas e Caderno de Fundamentos serão apresentados na Galeria da Casa de Burgos
Dia 20 de janeiro, às 18h, terá lugar na Galeria da Casa de Burgos, em Évora, a apresentação do livro Altas Vozes Brincas de Évora: Práticas Contemporâneas, da autoria de Isabel Bezelga, e do Caderno de Fundamentos compilado por Luís de Matos. A iniciativa contará com a projeção do documentário ‘Brincas de Évora’, realizado por Luís Godinho. Este lançamento editorial, da Arranha – Céus, insere-se no
âmbito do Projeto “Disponibilização de Recursos e Divulgação das Brincas de Évora”, apoiado pela EDP - Programa Tradições Locais e Regionais 2015, cujo consórcio é constituído pela Casa do Povo dos Canaviais, Universidade de Évora, Instituto de Estudos de Literatura e Tradição: Património Artes e Cultura (IELT) – FCSH da Universidade Nova de Lisboa, Câmara Municipal de Évora,
Junta de Freguesia dos Canaviais, União das Freguesias do Bacelo e Senhora da Saúde, Santa Casa da Misericórdia de Évora e Delta Cafés. O evento é organizado pela Direção Regional de Cultura do Alentejo e Casa do Povo dos Canaviais.
Há Cultura nos Remédios No âmbito da promoção do Convento dos Remédios como espaço municipal de cultura, a Câmara Municipal de Évora organiza um ciclo de conferências sobre o património artístico de Évora. Neste mês de janeiro, terão lugar no auditório duas conferências que serão da responsabilidade de dois professores universitários, investigadores e conferencistas com vasta obra publicada. Dia 21 de Janeiro às 18h00 – Auditório do Convento dos
Remédios “França e a Arquitetura do Renascimento em Évora” Por Nuno Seno – CHAM, Universidade Nova de Lisboa / Universidade dos Açores Dia 28 de Janeiro às 18h00 – Auditório do Convento dos Remédios “A Ordem Carmelita em Évora – Contributos para o Estudo Arquitetónico das suas Fundações” Maria do Céu Simões Tereno – Universidade de Évora, Departamento de Arquitetura.
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Regional
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Na região Alentejo
Fundação Ilídio Pinho financia 20 projetos escolares n Bruno Calado Silva
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o âmbito da 13.ª edição do projecto ‘Ciência na Escola’ da Função Ilídio Pinho, subordinada à temática ‘A Ciência e a Tecnologia ao Serviço de um Mundo Melhor’, foram aprovados 20 projetos promovidos por diversas escolas da região Alentejo que, depois de validados por um júri regional, vão agora passar à fase de construção. Na cerimónia de entrega dos diplomas e respetivos prémios de participação, que aconteceu na Direção de Serviços da Região Alentejo do Ministério da Educação, na passada quinta-feira, 14, o novo secretário de Estado da Educação, João Costa, assegurou estarmos perante “um projeto que leva a que os alunos criem, que façam investigação própria e ciência na escola. Temos um aqui um projeto com enorme potencial para demonstrar o papel da escola no que respeita à transformação dos alunos que por lá passam e, sobretudo, ao despertar da
curiosidade intelectual”. E estimular a vocação científica dos jovens na escola e promover a ciência como criadora de valor no tecido empresarial português são apenas dois dos objetivos com que a Fundação Ilídio Pinho se apresenta para contribuir para o desenvolvimento país. “Portugal só tem a beneficiar com a dedicação e sentido de missão que estes alunos e professores têm em comum. É o desenvolvimento do conhecimento sustentado na ciência e na dedicação notável e exponencial dos jovens e dos professores podem ajudar a ditar o futuro deste país”, afirmou Ilidio Pinho ao Diário do Sul. A 13ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”, foi lançada em 17 de setembro último, em Lisboa, e é fruto de uma parceria com o Ministério da Educação e o Ministério da Economia. Visa estimular o interesse de todos os alunos da Educação PréEscolar, dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, pelas ciências e áreas tecnológicas através do
apoio a projetos inovadores. O tema deste ano letivo, é “A Ciência e a Tecnologia ao serviço de um mundo melhor”. O concurso de ideias desenvolveu-se numa primeira fase em que, das 1044 propostas
apresentadas a nível nacional, se apuraram 522, sendo 20 oriundas das escolas alentejanas. Começa agora a fase de desenvolvimento com um orçamento de 500 euros atribuído a cada projeto.
Projetos como um sistema semi-automático de rega com aproveitamento das águas da chuva da Escola Secundária D. Manuel I de Beja, um aerogerador proposto pela Escola Secundária de Odemira ou
um sistema de aproveitamento de energia da lama imaginado pela Escola Básica e Secundária de Almodôvar, podem vir, num futuro próximo, a serem replicados e até comercializados.
Exposição de pintura vai estar patente até 28 de fevereiro na Igreja de Santiago
Ana Rita Janeiro apresenta “Tradições e Folclore” na vila medieval de Monsaraz
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Tradições e Folclore” é o título da exposição que Ana Rita Janeiro vai apresentar ao público entre os dias 16 de janeiro e 28 de fevereiro na vila medieval de Monsaraz. Esta mostra de pintura organizada pelo Município de Reguengos de Monsaraz integra o ciclo de exposições Monsaraz Museu Aberto e pode ser apreciada diariamente na Igreja de Santiago, entre as 9h30 e as 13h e das 14h às 17h30. A exposição vai apresentar 20 telas pintadas a acrílico nas quais a artista retrata as suas origens e as tradições alentejanas, com especial incidência no folclore. As vivências
e as memórias de Ana Rita Janeiro são reveladas em pinturas coloridas representativas de locais, momentos e tradições que marcaram a sua infância no Alentejo. Esta será a segunda exposição individual da artista, após a apresentação dos seus trabalhos em 2014 no Palácio Ribamar, em Algés, com a mostra “De olhos fechados”, centrada nos sonhos e nas suas viagens. Ana Rita Janeiro nasceu em 1982 e é uma pintora autodidata com formação académica em Arqueologia e Serviço Social. Iniciou-se na pintura a acrílico na adolescência revelando, desde logo, aptidão para a
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DONATIVO AO CHÃO DOS MENINOS
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Operacionais de Maneio de Suínos (M/F) Pretende-se contratar um operacional e um auxiliar de maneio de suínos para exploração no concelho do Alandroal, preferencialmente casal para residir em habitação da exploração pecuária. Resposta com Currículo ao n.º 157955 deste jornal ou para recrutamento.a2016@ gmail.com
Raquel dos Anjos Piteira Rodrigues de Sousa, natural de Alvito, Baixo Alentejo, ex funcionária do Centro Distrital de Segurança Social de Évora, com residência em Évora, no Bairro das Nogueiras, informa que doou à Instituição “Chão dos Meninos”, a casa onde foi a tragédia da morte do seu Santo filho, Luís Manuel Rodrigues de Sousa, pela sua alma.
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Sociedade SEGUNDA-FEIRA , 18 DE JANEIRO DE 2016
Pub.
FALECIMENTO
NECROLOGIA JOAQUIM GABRIEL SAPATEIRO
Faleceu dia 14/01/2016 em Évora, o senhor Joaquim Gabriel Sapateiro, de 89 anos de idade, natural de Igrejinha e que residia em Évora. Dia 15/01/2016, na Igreja do Frei Aleixo, foi celebrada encomendação do corpo presente às 14:30 horas, seguindo o seu funeral para o cemitério do Espinheiro em Évora. Tratou do Funeral a Agência Funerária Maurício
Faleceu em Angola no passado dia 11 de Janeiro, País onde residia, Joaquim José Latas Lázaro, aos 60 anos de idade, natural de Évora. Em nome da família do “Quim Zé”, na impossibilidade de o fazermos pessoalmente, manifestamos o nosso apreço a todos os amigos e amigas que nos fizeram chegar o seu pesar e a sua solidariedade. Um Abraço!
JOAQUIM MANUEL BANHA CAVAS
Faleceu dia 14/01/2016 em Évora o senhor Joaquim Manuel Banha Cavas de 97 anos de idade natural de S Cristóvão (Montemor o Novo, e que residia em S Cristóvão. Dia 15/01/2016, na Igreja de S Cristóvão, foi celebrada encomendação do corpo presente às 16:30 horas, seguindo o seu funeral para o cemitério de S Cristóvão. Tratou Do Funeral A Agência Funerária Maurício Diário do Sul apresenta a todos os familiares as suas mais sentidas condolências. Pub.
LUÍS MANUEL RODRIGUES DE SOUSA 42.º Aniversário Natalício
Se fosse vivo faria hoje, dia 18 de Janeiro, 42 anos, sua mãe Raquel de Sousa vem por este meio recordá-lo com muita saudade, muito amor e carinho
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Regional SEGUNDA-FEIRA , 18 DE JANEIRO DE 2016
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Com participação do Município de Évora MetAlentejo organizou seminário sobre Saúde Mental no Alentejo Decorreu na passada sextafeira, o seminário intitulado “Saúde Mental no Alentejo – que caminhos para o futuro”, no Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo em Évora. Este evento apoiado pelo Município de Évora, contou na sessão de abertura com a participação do Presidente, Carlos Pinto de Sá, e da Vice Presidente, Élia Mira, que moderou um painel. A MetAlentejo é uma das entidades que integram o Conselho Local de Ação Social de Évora e dedica-se ao acompanhamento da pessoa com doença psiquiátrica, seus familiares e cuidadores. Este seminário pretendeu dar a conhecer à comunidade a temática da saúde mental e servir de referência para a apresentação e discussão de boas práticas. A sessão de abertura, apresentada por Teresa Reis (Presidente da MetAlentejo), contou com as intervenções de Paula Domingos, em representação do Diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental/Direção Geral de Saúde; Manuel Carvalho (Presidente do Conselho de Administração do Hospital do Espírito Santo de Évora); José
Robalo (Presidente do Conselho Diretivo da ARS Alentejo); Sónia Ramos (Diretora do Centro Distrital de Segurança Social) e Carlos Pinto de Sá (Presidente do Município de Évora). Preencheram ainda a manhã os painéis “O papel das IPSS no
apoio comunitário da pessoa com deficiência mental” e “A importância do trabalho em rede em saúde mental”, este segundo moderado pela Vice-Presidente da Câmara de Évora, Élia Mira. Ler reportagem em próxima edição
PROGRAMAÇÃO TELEVISÃO
RTP 1 06:00 Manchetes 3 06:30 Bom Dia Portugal 10:00 A Praça 13:00 Jornal da Tarde 14:15 Os Nossos Dias 15:00 Agora Nós 18:00 Portugal em Direto 19:00 Campanha Eleitoral Presidenciais 2016 19:15 O Preço Certo 20:00 Telejornal 21:00 The Big Picture 21:45 Donos Disto Tudo (O melhor da semana) 22:00 Prós e Contras 23:45 Terapia 00:15 5 Para a Meia-Noite 01:30 Dexter 02:30 O Princípio da Incerteza 03:15 Os Nossos Dias 04:00 Televendas 05:30 Hora dos Portugueses (Diário) 05:45 Online 3
RTP 2 07:00 Zig Zag 11:05 Resgatar Chernobyl 12:00 Vida Selvagem 13:00 O Mentalista 14:00 Sociedade Civil T10 15:00 A Fé Dos Homens 15:30 Euronews 16:00 Zig Zag 20:30 A Teoria do Big Bang 21:00 Jornal 2 21:45 Campanha Eleitoral Presidenciais 2016 21:55 Hora Da Sorte 22:00 Trepalium 22:45 City Folk - Gente Da Cidade 23:15 Os Anos 80 - A Década Que Nos Criou 00:20 Rockefeller 30 00:45 Portugal 3.0 01:45 Esec-Tv 02:15 Sociedade Civil 03:15 Euronews
SIC 06:00 Edição Da Manhã 08:45 A Vida Nas Cartas: O Dilema 10:00 Queridas Manhãs 13:00 Primeiro Jornal 14:30 Dancin’ Days 15:45 Grande Tarde 18:30 Babilónia 19:00 Tempo de Antena 19:15 Babilónia 20:00 Jornal Da Noite 21:30 Coração D’Ouro 22:30 Poderosas 23:30 A Regra Do Jogo 00:30 C.S.I. 01:30 Downton Abbey 02:30 Podia Acabar O Mundo 03:15 Televendas
TVI
DISTRITO DE BEJA ALJUSTREL – Pereira ALMODÔVAR – Ramos ALVITO – Nobre Sobrinho BARRANCOS – Barranquense BEJA – Oliveira CASTRO VERDE – Alentejana CUBA – Misericórdia FERREIRA DO ALENTEJO – Singa MOURA – Rodrigues SERPA – Serpa Jardim VIDIGUEIRA – Pulido Suc. DISTRITO DE PORTALEGRE ALTER DO CHÃO – Alter; Portugal ARRONCHES – Esperança; Batista AVIS – Nova de Aviz
CAMPO MAIOR – Campo Maior CASTELO DE VIDE – Roque CRATO – Misericórdia; Matos ELVAS – Calado FRONTEIRA – Vaz GAVIÃO – Gavião MONFORTE – Jardim NISA – Ferreira Pinto; Moderna PONTE DE SÔR – Cruz Bucho PORTALEGRE – Romba SOUSEL – Mendes Dordio; Andrade LITORAL ALENTEJANO ALCÁCER DO SAL – Alcarense GRÂNDOLA – Costa; Silva Ângelo SANTIAGO DO CACÉM – Jerónimo SINES – Atlântico
meo meo6438917000
06:30 Diário da Manhã 10:10 Você na TV! 13:00 Jornal da Uma 14:43 Mundo Meu 16:00 A Tarde é Sua 19:00 Campanha Eleitoral: Presidenciais 2016
Évora Concelho do Mundo: Jardim Público
19:26 A Quinta - O Desafio: Diário 20:00 Jornal das 8 21:40 A Única Mulher 22:45 Santa Bárbara 23:45 A Quinta - O Desafio: Extra 00:45 Um Mundo Sem Fim 02:15 Fascínios 03:45 Sonhos Traídos 05:00 Televendas
Farmácia de Serviço DISTRITO DE ÉVORA ALANDROAL – Alandroalense ARRAIOLOS – Misericórdia BORBA – Carvalho Cortes ESTREMOZ – Godinho ÉVORA - Ferro MONTEMOR-O-NOVO – Novalentejo MORA – Falcão, Central MOURÃO – Central PORTEL – Fialho REDONDO – Xavier da Cunha REGUENGOS MONSARAZ – Paulitos VENDAS NOVAS – Ribeiro VIANA DO ALENTEJO – Nova VILA VIÇOSA – Torrinha
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Tempo Segunda-feira, 18
Évora
Nub Máx.: 14º C Min.: 6º C
Beja
Nub Máx.: 15º C Min.: 4º C
Portalegre
Nub Máx.: 11º C Min.: 5º C
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Telefones de Urgência Évora - PSP- 266760450 - GNR - 266748400 - Protecção Civil- 266777150 - Bombeiros Voluntários- 266702122 - Hospital Espírito Santo - 266740100 - Taxis- 266734734 - Estação Caminhos Ferro - 707210220 - SEF- 266 788 190 / 808 202 653 - Universidade de Évora- 266740 800 - Acção Social U.E.- 266 745 610 - Piscinas Municipais- 266 777 186 Elvas - Bombeiros Voluntários- 268636320 - PSP - 268639470 - GNR - 268637730 - Hospital Santa Luzia - 268 637600 - Centro Saúde - 268622719 - EDP - LTE - 800505505 - Serviço de Águas - 268622267 - Câmara Municipal Elvas - 268639740 - Táxis - 268622287 - Estação Caminhos Ferro - 707210220 - Rodoviária do Alentejo - 268622875 - Tribunal Judicial Elvas - 268639156
- Repartição Finanças - 268622527 Beja - PSP - 284313150 - GNR - 284311670 - Protecção Civil - 284313050 - Bombeiros Voluntátios - 284311660 - Hospital de Beja- 284310200; 284310215 (horário nocturno) - Câmara Municipal - 284311800 - Serv. Protecção Civil - 284311814 - Posto de Turismo - 284311913 - EMAS - 284313450 / 284313455 - EDP - 284005000 / 800506506 - Táxis de Beja - 284 322 474 - Gare Rodoviária - 284313620 - Caminhos de Ferro CP - 707210220 Portalegre - PSP- 245300620 - GNR -245330888 - Protecção Civil- 245201203 - Bombeiros Voluntários - 245300120
Pub. ANO: 46.º NÚMERO: 12.691 PVP: 0,75€ SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JANEIRO DE 2016
Rosa de Matos Nova Presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo
A Dr.ª Rosa de Matos foi agora nomeada, como Presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Felicitações.
Virus da gripe tipo A existe desde 2009, é menos perigoso e não há alarme O diretor-geral da Saúde esclareceu que o vírus da gripe tipo A que circula este ano é o mesmo que tem estado presente em todas as gripes sazonais desde 2009, não existindo especial risco nem motivo de alarme. Segundo Francisco George, a incidência tem sido até inferior à verificada em anos anteriores: este ano contam-se 50 novos casos por semana, por cada cem
mil habitantes, enquanto em anos anteriores chegou a ser superior aos 130 casos por cem mil habitantes. Quanto aos casos de pessoas internadas em unidades de cuidados intensivos por causa da gripe, o responsável sublinhou tratar-se de um número relativamente baixo e abrangendo apenas doentes com outras morbilidades associadas,
portanto com um sistema imunitário fragilizado. Em circunstâncias normais, e de uma maneira geral, a população está protegida contra este vírus tipo A, subtipo H1N1 – porque ganhou anticorpos durante estes sete anos em que se manteve em circulação, mas também porque este vírus está desde 2009 abrangido pela vacina.
Diretor geral de veterinária garante que não há gripe das aves em Portugal O diretor-geral de Alimentação e Veterinária, Álvaro Mendonça, garantiu que não existe gripe das aves em Portugal e que estão a ser tomadas todas as medidas para evitar a entrada de casos no país, vindos de França. “Surgiu em França com alta patogenicidade nas aves em novembro, e em meados de dezembro houve, de uma semana para a outra, um grande aumento do número de casos. Receámos que estivesse descontrolado”, reconheceu. Apesar de não existir em Portugal e de não ser facilmente
transmissível às pessoas, as autoridades estão a tomar medidas de urgência, porque a importação de um lote infetado traria risco de contágio, disse o responsável durante uma conferência de imprensa da Direção-Geral da Saúde, sobre a gripe. Essas restrições passam por proibir a importação de aves vivas provenientes de zonas de restrição que se destinem a mercados de rua, disse Álvaro Mendonça, sublinhando que não há restrições a animais produzidos em zonas fechadas. O diretor-geral acrescentou
ainda que está proibida a venda de aves vivas em mercados ou feiras situados em cerca de 50 concelhos onde existem zonas de aves migratórias, que possam trazer o vírus para Portugal. O responsável salienta, no entanto, que “o risco seria do foro económico”. “Todas as importações estão a ser analisadas caso a caso, antes de saírem de França e à entrada em Portugal. São sujeitas a análises laboratoriais e, até ao momento, não temos nenhum caso positivo, nem nenhum caso suspeito”, esclareceu.
Costa promete resolver situações mais graves de amianto até final do ano letivo O primeiro-ministro, António Costa, assegurou que até ao final do ano letivo de 2016/2017 serão feitas intervenções nos edifícios escolares que apresentem os níveis mais graves de amianto. António Costa disse que o governo está a rever o “mapa das intervenções em função do grau de gravidade” e que as “situações de nível quatro estarão concluídas até ao final do ano letivo de 2016/ 2017”. O primeiro-ministro respondia à deputada do PEV Heloísa Apolónia, no debate quinzenal no parlamento, que advertiu em seguida que não são apenas os
edifícios escolares que contém amianto e apelou para que o governo divulgue o plano de ação não só relativo às escolas mas a todos os edifícios públicos onde foi detetada a presença de amianto na sua construção. “É um fator de descanso para as pessoas que trabalham nesses edifícios saber que tipo de intervenção é que vai ser feita”, disse a deputada. O deputado do PAN, André Silva, questionou o primeiroministro sobre as operações de prospeção de petróleo e gás natural que podem prejudicar o setor do turismo no Algarve,
advertindo para um “elevadíssimo risco de catástrofe ambiental”. “Veremos definhar ecossistemas únicos, bem como a principal atividade económica do Algarve, o turismo, e também um forte aumento do desemprego no setor”, criticou o deputado. Na resposta, o primeiroministro defendeu que “é absolutamente essencial para o país conhecer os seus recursos naturais e prosseguir com a prospeção”. No entanto, ressalvou, “haverá uma avaliação devida sobre os custos e benefícios de qualquer solução”.
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