CONCEITO ANO 1 // Nº01 • 2014 - DESIGN GRÁFICO • ESTÁCIO DE SÁ
RESUMO DO CONTEÚDO DA DISCIPLINA DE LINGUAGEM VISUAL PROF ELIZABETH BOSCHER
ALUNO: DIEGO SANTOS TURMA DE DESIGN GRÁFICO / 2014
Elementos da Linguagem Visual: PONTO É o elemento mínimo da comunicação visual. Não pode ser reduzido a nenhum outro e, combinado com outros pontos, forma todos os demais elementos a serem estudados. Sua utilização na comunicação e na mídia ocorre com mais frequência de maneira não isolada, em combinação com outros pontos. Uma série de pontos colocados muito próximos um do outro fazem com que sejam vistos predominantemente como um todo, e não isoladamente, mas,deve-se ressaltar que isoladamente, o ponto tem a característica de possuir um grande poder de atração. Retícula: malha de pontos usada em reprodução gráfica de imagens, permitindo a utilização de meio-tom.
LINHA As linhas são dinâmicas, sugerem trajetória e ritmos. Podem ser: Onduladas e curvas: associam-se a leveza, suavidade, harmonia. Retas: são mais associadas à racionalidade e à precisão. Angulosas: podem traduzir a noção de choque e conflitos. Horizontais: associadas a estabilidade. Diagonais: dinamismo, movimento ou instabilidade
FORMA A linha descreve a forma. Na linguagem das artes visuais, a linha articula a complexidade da forma. Existem três formas básicas: o quadrado, o círculo e o triângulo equilátero. Cada uma das formas básicas tem suas características especiais, e a cada uma se atribui uma grande quantidade de significados, alguns por associação, outros por vinculação arbitrária, e outros, ainda, através de nossas próprias percepções e fisiologias.
DIREÇÃO As formas básicas expressam três direções visuais e significativas: o quadrado, a horizontal e a vertical; o triângulo, a diagonal; o círculo, a curva. Cada uma das direções tem um forte significado associativo e é um valioso instrumento para a criação de mensagens visuais. Quando se trata de direção, a vertical-horizontal constitui a referencia primária do homem em termos de bem-estar e mentalidade. A direção diagonal tem referência direta com a idéia de instabilidade. É a formulação oposta, a força direcional mais instável e, consequentemente, mais provocadora. As forças direcionais curvas tem significado associados à abrangência, à repetição e à calidez.
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TOM Tom ou tonalidade consiste na variação claro/escuro em determinada imagem. É comum confundir tonalidade com luz e sombra. São dois recursos relacionados, mas não significam exatamente a mesma coisa. A tonalidade é qualquer variação entre claro/escuro. A tonalidade é um recurso variado e eficaz, gerando significados e podendo ser aplicado na imagem com várias funções, como, por exemplo, a Ilusão de volume e profundidade O profissional de comunicação visual trabalha, de maneira geral, com suportes bidimensionais compostos apenas de altura e largura. Por exemplo, as páginas impressas, os monitores de computador e as telas de vídeo. Não raro, o profissional depara-se com a necessidade de sugerir uma terceira dimensão na imagem a ser criada em tais suportes Trata-se da ilusão de profundidade, sugerindo que naquela imagem há elementos mais próximos ou mais afastados de seu espectador. São diversas as técnicas visuais para sugerir a ilusão de profundidade. Entre as mais conhecidas, estão a variação de tamanho das figuras e o método da perspectiva. Cabe destacar que a tonalidade também é um recurso importantíssimo para sugerir o volume e a profundidade Ao acrescentarmos contrastes de claro/escuro numa imagem, são sugeridos efeitos de Afastamento / proximidade do observador. Simples observações ilustram a possibilidade do contraste tonal com recurso para ilusão de profundidade, sem necessidade de recorrer à perspectiva. Por exemplo, o desenho de um círculo sem sombras parecerá achatado, ao inserirmos contrastes tonais, sua imagem ganha volume e profundidade, sendo percebida como uma esfera. Outro exemplo está numa série de montanhas: as mais próximas parecem mais escuras, ficando mais claras à medida que estão mais afastadas do observador.
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COR Natureza da Cor: Cor-pigmento e Cor-luz
Características da cor: matiz, brilho, saturação
A cor pode ser percebida, quanto à sua natureza, em dois tipos básicos: cor-pigmento e cor-luz.
Matiz: O matiz é determinado pela posição exata de uma cor no espectro de luz. Na linguagem comum, é aquilo que se denomina como cor (vermelho, amarelo, azul, laranja, verde), etc. A variação de MATIZ ocorre quando uma cor vai se aproximando da visualidade de outro matiz. Por exemplo, um azul que vai esverdeando.
Cor-pigmento (opacas) é aquela que se manifesta na superfície de qualquer objeto, produzida pela reflexão da luz quando esta incide sobre ele. É a cor materializada como pigmento, sejam naturais ou artificiais. São as cores utilizadas em qualquer tipo de impressão gráfica: revistas, jornais, etc. Cor-luz é a cor presente na emissão direta de uma fonte luminosa, ou seja, está na própria luz. Por exemplo: as cores em qualquer meio que utiliza monitores, como TV, vídeo ou computador.
Brilho: Definido pela quantidade de claros e escuros presentes na cor. Sua variação abrange da tonalidade mais escura (preto) à mais iluminada possível. A variação de brilho corresponde a de tonalidade. É a variação do claro e do escuro na mesma cor. Saturação: Intensidade ou pureza da cor, quanto mais se aproxima do cinza. A variação de SATURAÇÃO faz com que a cor vá se aproximando dos cinzas, dos marrons. A cor vai perdendo a sua pureza, a sua intensidade.
ESCALA Todos os elementos visuais são capazes de se modificar e se definir uns dos outros. O processo constitui, em si, o elemento daquilo que chamamos de ESCALA. A medida é parte integrante da escala, mas sua importância não é crucial. Mais importante é a justaposição, o que se encontra ao lado do objeto visual, em que cenário ele se insere; esses são fatores mais importantes. A escala pode ser estabelecida não só através do tamanho relativo das pistas visuais, mas também através das relações com o campo ou com o ambiente. DIMENSÃO A representação da dimensão em formatos visuais bidimensionais também depende da ilusão. A dimensão existe no mundo real. Não só podemos senti-la, mas também vê-la, com o auxílio de nossa visão. Mas em nenhuma das representações bidimensionais da realidade , como o desenho, a pintura, a fotografia, o cinema e a televisão, existe uma dimensão real; ela é apenas implícita. A ilusão pode ser reforçada de muitas maneiras, mas o principal artifício para simulá-la é a convenção técnica de perspectiva. Os efeitos produzidos pela perspectiva podem ser intensificados pela manipulação tonal, através do claro-escuro. MOVIMENTO Como no caso da dimensão, o elemento visual do movimento se encontra mais frequentemente implícito do que explícito no modo visual. O movimento talvez seja uma das forças visuais mais dominantes da experiência humana. A sugestão de movimento nas manifestações visuais estáticas é mais difícil de conseguir sem que ao mesmo tempo se distorça a realidade, mas está implícita em tudo aquilo que vemos, e deriva de nossa experiência completa de movimento na vida.
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Contraste de Cor
Anatomia da mensagem Visual: Representação, abstrato e simbólico REPRESENTAÇÃO:A realidade é a experiência visual básica e predominante. ABSTRAÇÃO O processo de abstração é um processo de destilação, de redução dos fatores visuais múltiplos aos traços mais essenciais e característicos daquilo que está sendo representado. SIMBÓLICO - o vasto universo de sistemas de símbolos codificados que o homem criou arbitrariamente e ao qual atribuiu significado
O tom supera a cor em nossa relação com o meio ambiente, sendo, portanto, muito mais importante que a cor na criação do contraste. Depois do tonal, talvez o mais importante contraste de cor seja o quente-frio, que estabelece uma distinção entre as cores quentes, dominadas pelo vermelho e pelo amarelo, e as frias, dominadas pelo azul e pelo verde. A natureza recessiva da gama azul - verde sempre foi usada para indicar distância, enquanto a qualidade dominante da gama vermelho-amarelo tem sido usada para expressar expansão. Essas qualidades podem afetar a posição espacial, uma vez que a temperatura da cor pode sugerir proximidade ou distância. O contraste complementar é o equilíbrio relativo entre o quente e o frio. De acordo com a teoria da cor de Munsell, a cor complementar se situa no extremo oposto do círculo cromático.
Dinâmica do Contraste Em todas as artes, o contraste é uma poderosa ferramenta de expressão, o meio para intensificar o significado e, portanto, para simplificar a comunicação. O contraste é também uma contra-força à tendência do equilíbrio absoluto, ele desequilibra, sacode, estimula e atrai a atenção. Contraste de Tom Com o tom, a claridade ou a obscuridade relativas de um campo estabelecem a intensidade do contraste. O tamanho ou a proporção não é a única coisa a ser levada em conta. A divisão de um campo em partes iguais pode também demonstrar o contraste tonal,
Contraste de Forma A necessidade que todo o sistema perceptivo do ser humano tem de nivelar, de atingir um equilíbrio absoluto e o fechamento visual é a tendência contra a qual o contraste desencadeia uma ação neutralizante. Através da criação de uma força compositiva antagônica, a dinâmica do contraste poderá ser prontamente demonstrada em cada exemplo de elemento visual básico que dermos. Se o objetivo for atrair a atenção do observador, a forma regular, simples e resolvida, é dominada pela forma irregular, imprevisível.
Contraste de Escala A distorção da escala, por exemplo, pode chocar o olho ao manipular à força a proporção dos objetos e contradizer tudo aquilo que, em função de nossa experiência, esperamos ver. Como técnica visual, o contraste pode ser ainda mais intensificado através da justaposição de meios diferentes. No nível básico de construção e decodificação, o contraste pode ser utilizado com todos os elementos básicos: linha, tom, cor, direção, forma, movimento e, principalmente, proporção e escala. Toda mensagem visual combina os elementos em uma interação complexa. Muitas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo, e é difícil evitar a confusão e a ambiguidade. A visão inclina-se para a organização dos dados, e, através de uma complexidade cada vez maior, vai das sensações primárias (a expressão e a compreensão de idéias simples) até o nível abstrato. A informação visual tem esse mesmo caráter evolutivo, embora, em algum ponto da hierarquia, deva ser disciplinada pela intenção comunicativa do designer. Quer se trate de uma seta desenhada numa árvore para indicar o caminho numa floresta, ou de uma imponente catedral que ergue suas torres para o céu, a organização dos elementos visuais deve responder ao objetivo da manifestação visual, ou seja: a forma deve seguir a função.
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TÉCNICAS VISUAIS Equilíbrio: Os elementos visuais são mutuamente distribuídos nas áreas da imagem. Não é necessário que a imagem apresente exatamente os mesmo elementos.
Sutileza: Segundo Dondis, uma técnica que sugere “uma abordagem visual delicada e de extremo requinte”.
Instabilidade:É muito comum utilizar linhas inclinadas para sugerir instabilidade.
Ousadia: Segundo Dondis, técnica visual que, de alguma forma, sugere “audácia, segurança, confiança” na própria articulação dos elementos visuais.
Simetria : É um tipo específico de equilíbrio, ocorrendo quando as unidades visuais se distribuem igualmente em torno de um eixo central.
Enfase: Predomínio de um assunto ou elemento numa mensagem visual, chamando sua atenção em relação aos outros componentes da imagem.
Assimetria:Equilíbrio obtido com variação de elementos e posições. Trata-se de uma técnica mais complexa que a simetria, exigindo a distribuição de pesos e forças de maneira mais elaborada.
Neutralidade: Pouca atração do olhar para elementos isolados, predominando a imagem como um todo.
Regularidade: Distribuição uniforme de elementos, apresentando uma maneira constante e invariável. Irregularidade: Inclui elementos inesperados, variando e quebrando a repetição de padrões ao longo da imagem.
Transparência: Utilização de recursos visuais que permitem ao observador ver figuras e objetos que se situam atrás dos mesmos, em termos de profundidade.
Modularidade: composição da imagem com módulos que se repetem. Episodicidade: técnica que sugere pouco ou nenhuma conexão entre os elementos componentes da imagem. Angularidade: Predomínio de linhas ou formas angulosas Rotundidade: Predomínio de linhas ou formas curvas ou redondas Intersecção: formas diferentes formam uma intersecção, ou seja, estão próximas e compartilham áreas que as compõem. Paralelismo: formas afastadas, sem compartilhar áreas.
Opacidade: A mensagem envolve elementos visuais que cobrem, ocultam outras que parecem atrás
Simplicidade: utilização de formas elementares, sem maiores ornamentação ou elaborações detalhistas.
Estabilidade: Segundo Dondis, “a estabilidade é a técnica que expressa a compatibilidade visual e desenvolve uma composição dominada por uma abordagem temática uniforme e coerente”
Complexidade: presença de múltiplos elementos da linguagem visual, com relações mais elaboradas entre si.
Variação: Técnica sugerindo diversidade e variações em torno de um mesmo tema.
Unidade: os elementos componentes formam uma totalidade percebida de imediato pelo observador.
Exatidão: Técnica de criação de imagens procurando reproduzir exatamente as características do objeto ou modelo representado.
Fragmentação: Os elementos da imagem são decompostos em várias partes separadas.
Distorção: Modificação da visão realista , representando o modelo ou objeto como uso de efeitos.
Economia: Elaboração da imagem com elementos mínimos, em geral aproveitando o próprio vazio do suporte. Profusão: A imagem apresenta-se carregada de elementos visuais como, por exemplo, na ornamentação exagerada
Profundidade: Técnica com utilização de recursos como perspectiva, luz e sombra e outros que sugerem tridimensionalidade. Planura: Ênfase no aspecto bidimensional da imagem, eliminando a aparência de volume e profundidade.
Minimização: Apresentação dos elementos em condições mínimas. Por exemplo: dimensões reduzidas.
Singularidade: Enfoque num tema isolado e independente,
Exagero: Ampliação e intensificação do componente da mensagem visual.
Justaposição: técnica que consiste em colocar estímulos visuais lado a lado, provocando a comparação.
Previsibilidade: Convencional, sendo possível prever de antemão como vai ser toda a mensagem visual.
Sequencialidade: Ordenação seguindo um padrão rítmico, sugerindo uma ordem lógica
Espontaneidade: Caracteriza-se pela liberdade e soltura na aplicação dos elementos visuais, sugerindo a ausência de planejamento rígido
Acaso: Técnica marcada pela casualidade, sugerindo a ausência de planejamento e um processo acidental na criação da imagem. Agudeza: Utilização de contornos precisos e rígidos
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Atividade: Procura refletir o movimento através da representação ou sugestão.
Difusão: Contornos difusos, suaves, diminuindo nitidez
Estase: Representação estática, passividade, apresentando um efeito de repouso, tranquilidade ou mesmo de falta de atividade
Repetição: Repetição de elementos visuais, formas ou padrões, sugerindo forte conexão entre os mesmos. Um bom exemplo é a
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LEIS DA GESTALT Unidade: Uma unidade pode ser entendida como um único elemento, que se encerra em si mesmo, ou como parte de um todo. O círculo, por exemplo, é uma unidade que encerra em si mesmo, porém se ele tiver em seu interior algum desenho, esse interior será as subunidades. Uma forma simples de entender também é a relação dessa lei com os substantivos coletivos, onde, por exemplo, diversos lobos são unidades quando analisados individualmente, mas que o grupo (ou alcatéia) também pode ser considerado uma unidade. Segregação significa a capacidade perceptiva de separar, identificar, evidenciar ou destacar unidades formais em um todo compositivo ou em partes deste todo. Naturalmente, pode-se segregar uma ou mais unidades, dependendo da desigualdade dos estímulos produzidos pelo campo visual (em função das forças de um ou mais tipos de contrastes). A segregação pode se feita por diversos meios tais como: pelos elementos de pontos, linhas, planos, volumes, cores, sombras, brilhos, texturas e outros. Unificação A unificação da forma consiste na igualdade ou semelhança dos estímulos produzidos pelo campo visual, pelo objeto. A unificação se verifica quando os fatores de harmonia, equilíbrio, ordenação visual e, sobretudo, a coerência da linguagem ou estilo formal das partes ou do todo estão presentes no objeto ou composição. Importante salientar que, obviamente, a unificação também se manifesta em graus de qualidade, ou seja, varia em função de uma melhor ou pior organização formal. Fechamento O fator de fechamento é importante para a formação de unidades. As forças de organização da forma dirigem-se espontaneamente para uma ordem espacial que tende para a formação de unidades em todos fechados. Obtém-se a sensação de fechamento visual da forma pela continuidade numa ordem estrutural definida, ou seja, por meio de agrupamento de elementos de maneira a constituir uma figura total mais fechada ou mais completa. Continuidade A boa continuidade, ou boa continuação, é a impressão visual de como as partes se sucedem através da organização perceptiva da forma de modo coerente, sem quebras ou interrupções na sua trajetória ou na sua fluidez visual. É também a tendência dos elementos de acompanharem uns aos outros, de maneira tal que permitam a boa continuidade de elementos como: pontos, linhas, planos, volumes, cores, texturas, brilhos e outros. Proximidade Elementos ópticos próximos uns dos outros tendem a serem vistos juntos e, por conseguinte, a constituírem um todo ou unidades dentro do todo. Em condições iguais, os estímulos mais próximos entre si, seja por forma, cor, tamanho, textura, brilho, peso, direção, e outros, terão maior tendência a serem agrupados e a constituírem unidades. Proximidade e semelhança são dois fatores que muitas vezes agem em comum e se reforçam mutuamente, tanto para constituírem unidades como para unificar a forma.
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Semelhança A igualdade de forma e de cor desperta também a tendência de se construir unidades, isto é, de estabelecer agrupamentos de partes semelhantes. Em condições iguais, os estímulos mais semelhantes entre si, seja por forma, cor, tamanho, peso, direção, e outros, terão maior tendência a serem agrupados, a constituírem partes ou unidades. Em condições iguais, os estímulos originados por semelhança e em maior proximidade terão, também, maior tendência a serem agrupados. Pregnância da Forma A pregnância é a Lei Básica da Percepção Visual da Gestalt e, assim definida: “Qualquer padrão de estimulo tende a ser visto de tal modo que a estrutura resultante é tão simples quanto o permitam as condições dadas”. “As forças de organização da forma tendem a se dirigir tanto quanto o permitam as condições dadas, no sentido da harmonia e do equilíbrio visual”. Uma boa pregnância pressupõe que a organização formal do objeto, no sentido psicológico, tenderá a ser sempre a melhor possível do ponto de vista estrutural. Assim, para efeito deste sistema, pode-se afirmar e estabelecer o seguinte critério de qualificação ou julgamento organizacional da forma: 1) Quanto melhor for a organização visual da forma do objeto, em termos de facilidade de compreensão e rapidez de leitura ou interpretação, maior será o seu grau de pregnância. 2) Quanto pior ou mais confusa for a organização visual da forma do objeto, menor será o seu grau de pregnância. Para facilitar o julgamento da pregnância, pode-se estabelecer um grau ou um índice de pontuação como, por exemplo: baixo, médio, alto ou uma nota de 1 a 10.
A cor na Comunicação A cor está particularmente arraigada nas emoções humanas. Em sua função prática, a cor distingue, identifica e designa um determinado status, em sua função simbólica. Pode refletir, por exemplo, amor, perigo, paz, etc., e finalmente dentro da função indicial e sinalética é aplicada tanto em sinais informativos, como proibições ou advertências, quanto em muitas outras aplicações. Os desenhistas usam a cor de forma estratégica para criar condições visuais de unidade, diferenciação, sequência, etc. Com a cor é possível gerar sentimentos, sugerir ações e criar efeitos. É também assim na criação de identidades visuais, embalagens e outras expressividades
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