JORNAL DO MERCADO MUNICIPAL DE CURITIBA
Curitiba, Paraná, Brasil - Setembro de 2011 - Ano 1 - Nº 1 história e cultura ao alcance de todos
distribuição
gratuita
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Entrevista
Nossa Gente
Turismo
Conheça as melhores opções de gastronomia da capital Paranaense.
Elói Zanetti, o publicitário curitibano criador de jingles inesquecíveis.
Fazendo Arte O talento do pintor dos “pássaros” Rogério Dias.
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Da Redação - Primeira Edição
Em hora boa! Depois de várias pesquisas sobre os costumes, tendências e preferências dos cidadãos curitibanos, apresentamos para você a mais nova conquista da capital parananese, o Jornal do Mercado Municipal de Curitiba. Nossa missão é oferecer cultura, entretenimento e diversão para todas as classes, todos os povos e todos os “mundos” que co-existem dentro desta fascinante cidade. Todos os meses, você encontrará no Jornal do Mercado entrevistas com personalidades curitibanas, dicas de gastrômia, pontos de cultura e um roteiro com o que há de melhor em opções de lazer e diversão. Desejo uma ótima leitura para todos e mês que vem nos encontramos para mais uma nova e deliciosa edição.
Jornal do Mercado MUNICIPAL DE curitiba
Edição nº 1 - Ano 1 - Maio de 2011 ARTE E EDIÇÃO Editora BemAmostra curitiba@mercadospublicos.com.br DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Em estabelecimentos comerciais, prefeitura e bibliotecas públicas do município de Curitiba.
Sejam bem vindos ao Jornal do Mercado.
Relógio - Rua XV de novembro
TIRAGEM 3000 PERIODICIDADE Mensal
Jornal Online
Índice
FOTOS Casa da memória.
TRATAMENTO DE IMAGENS Afonso Westphal COMERCIAL Manuela Merico manuela@mercadospublicos.com.br 55 (41) 7815 7123 | 3203 1960 COLABORAÇÃO Fred Curi, José Isaltino da Rosa Filho (Neno), REVISÃO Editora BemAmostra FONTE Livro do professor Helinho. “Na ponta da Língua” Como escapar das pegadinhas do português, páginas 12,13 e 14 da Editora Leitura e Biblioteca Pública de Florianópolis. JORNALISTA RESPONSÁVEL Clóvis Medeiros - (SC-00081/JP) IMPRESSÃO Gráfica Rio Sul - São José / SC
04...................O TEMPO NÃO PARA O antes e depois da cidade (fotografia) Anúncios do passado do Jornal o Estado
06 e 07............FAZENDO ARTE (Luciano Martins) O pintor dos traços lúdicos CAPA DESTA EDIÇÃO 08..................IMAGENS DA ILHA (Marcos Campos) Fotografias do cotidiano na ilha NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA Pegadinhas do português 09..................SALADA SOCIAL (Nipa de Oliveira) Dicas da gastronomia da região 10 e 11..........NOSSA GENTE (O artesão Leandro) As réplicas em miniaturas das baleeiras
16...................MAPA da Ilha de Santa Catarina 17...................TIRANDO DE LETRA (Neno) As polêmicas dos times da capital
Este jornal não se responsabiliza por conceitos ou opiniões emitidos em artigos assinados.
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05...................CHEF GOURMET (Célio Silva) Cozinheiro do bar Recanto das Pedras DELICATESSEN Fotografias da avifauna catarinense
14 e 15...........GENTE NO MERCADO Pessoas que frequentam e fazem a história do Mercado Público de Florianópolis
PROJETO GRÁFICO Divulg Propaganda e Editora Gráfica Ltda. Rua Luis Fagundes, 2714 Sala 01 - 1º andar - Picadas do Sul São José - Santa Catarina - Brasil CEP 88 106 000 Telefones: 55 (48) 3039-2122 55 (48) 9107-3227 contato@mercadospublicos.com.br
Navegue no site do Jornal do Mercado Público e confira as edições de Florianópolis e Curitiba.
18...................LARGO DA ORDEM Unindo gastronomia, vestuário e muita arte. 19...................MAPA Via Gastronômica do Batel 20 e 21...........RÓTULOS ANTIGOS - Cervejarias catarinenses MEMÓRIA - Arquivos fotográficos do Colégio Catarinense
Pontos de Distribuição - CURITIBA: Centro: Mercado Público de Florianópolis, Câmara dos Vereadores, Casa da Memória, Biblioteca Pública Municipal, Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, Prefeitura Municipal de Florianópolis, Pão Italiano (BeiraMar Norte), Papelaria Speck, Döll Vida e Saúde, Pier 54, Scuna Bar, Colégio Catarinense; Batel: Ponta das Caranhas; Cabral: Confeitaria Krauss, Posto Esso Coqueiros, Farmácia Saúde Vital, Panetteria Pães e Café, Panificadora Serrana, Cvc Vídeo Club, Rest. Rei do Bacalhau, Rest. Sobradinho, Pappatore Forneria, Chico Toicinho Pizzaria, Lelo’s Restaurante, Bar Emporium das Artes, Bar e Rest.Recanto das Pedras, Bella Pizza, Bar Conversa Fiada, Bar do Bolha; Bigorrilho: Pescaça Adventure; Carianos: Aeroporto Hercílio Luz: Bulebar Café; Ribeirão da Ilha: Porto do Contrato, Rest. Ostras e Ostras Coisas, Rest. Ostradamus, Rest. Vila Terceira; Santo Antônio de Lisboa: Varanda Café, Vineli Estúdio de Cerâmica Artística, Rest. Chão Batido, Rest. Vila do Porto; Sambaqui: Rest. Oliveira, - SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Centro Histórico: Bar do Toninho, Padaria Engenho Velho, Biblioteca Pública, Secretaria de Educação e Cultura; Kobrasol: Bar do Silveira, Lanchonete Dona Fruta, Prefeitura Municipal de São José, Loja Figueira Store, Pequenos Detalhes, Padaria Big Pan 24 Horas, Bar do Cristovão; Ponta de Baixo: Rest. Ponta de Baixo, Rest. Ponta do Mar.
22...................Bebes e Comes - Dicas aonde ir Agenda Cultural Cinema - Paradigma Cine Arte
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Periódicos do passado O olho da rua, formado por intelectuais curibanos do início do Século XX.
O ANTES E O DEPOIS DA MERCADO Foto Arquivo Histórico Estadual
Mercado Municipal antiga sede - 1910 Foto Nipa de OLiveira
O Olho da Rua, 12 de Outubro de 1907.
Inauguração da nova fachada - 1914
O Olho da Rua, 15 de Abril de 1908.
Passo da Liberdade
Após permanecer fechado por quatro anos, no dia 19 de dezembro de 1873 (aniversário de emancipação do Paraná), o Mercado Municipal de Curitiba começou uma nova trajetória. Desta vez situado no Largo da Cadeia, atual Praça Generoso Marques, “o antigo mercado” teve sua inauguração em 11 de outubro de 1874. Devido à existência do mercado no local, em 1890 o Largo é rebatizado para Largo do Mercado. Neste endereço, “o antigo mercado” funcionou por 38 anos, até que em 1912 foi fechado e demolido em 1914, para dar lugar à antiga sede da Prefeitura da Capital, hoje conhecido como Passo da Liberdade.
O Olho da Rua, 11 de Maio de 1907.
Imagens Casa Romário Martins Fundação Cultural de Curitiba
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Chef Gourmet
Delicatessen
Lucas Pelá – Contato: lucaspela@gmail.com (41) 9134-7236 - 9813-1471
Mango Chutney Receita para 8 pessoas Ingredientes 1 1/2 xícara de Vinagre de arroz. 2 mangas picadas em cubos grandes (tomando cuidado para não ser muito madura) 3 colheres de chá de geléia de pimenta 1 colher de sopa de gengibre ralado 1 dente de alho picado 2 xícaras de açúcar 1 colher de chá de sal 1/2 xícara de passas brancas picadas
TEMPERATURA IDEAL
N
ão é raro escutarmos que vinho tinto se deve servir à temperatura ambiente, e os brancos gelados. Esta afirmação esbarra constantemente nas altas
temperatira do verão, e sem a definição de ‘gelado’ podemos
Modo de preparo
perder o que um vinho branco tem de melhor.
Corte as mangas em cubos grandes e reserve (preferencialmente manga bem firme, mas não verde, pois após a cocção ela deve permanecer firme), em uma panela adicione a geléia, o vinagre e o açúcar, diminua o fogo e adicione as mangas, deixando cozinhar por 20 minutos - podendo ter alguma variação - o ponto ideal se aproxima de uma geléia. Mantendo alguns pedaços de fruta, adicione o gengibre, o sal e as passas, desligue o fogo e por último adicione o alho bem picado. Além do Mango Chutney, o prato é acompanhado por aspargo verde, alecrim fresco e batata assada. Box 1 - Observacão do chef: O Chutney é um ótimo acompanhamento de proteínas preferencialmente a suína, e podendo ter algumas variações como abacaxi e tomate e as salgadas como berinjela e cebola.
Mas qual a influência da temperatura no gosto do vinho? O calor permite que os componentes se volatizem e, libertados, exprimam o bouquet agradáel do vinho.Os aromas variam de um vinho para outro, e portanto, cada um deles dá o melhor de si a temperaturas diferentes. Os vinhos tintos são fermentados junto com a casca da uva para que a cor seja extraída. Este processo faz o vinho tinto ser rico também em taninos. Estes, à baixa temperatura se tornam extremamente desagradáveis, deixando o vinho duro e quadrado, lembrando a sensação de se comer uma banana verde. Já os brancos tem acidez, que traz consigo a sensação
O que caracteriza um chutney é a presença do sabor doce e salgado (agridoce) e o toque levemente ácido que vem do vinagre. Ele harmoniza muito bem com a carne de porco e de pato.
de frescor, a sua melhor qualidade. Quando um vinho branco
Box 2 - O Chef Lucas esclarece também algumas dúvidas que podem aparecer, como no caso da escolha de outras carnes. “A receita abre o leque para o uso de outras carnes como chester, peru, pato, frango e peixe e por ai vai, mas cuidado na hora de combinar”, explica. De acordo com ele, a receita pode durar até três meses se conservado na geladeira.
já com a garrafa fresca a acidez se alia à fruta do vinho e torna
é consumido à uma temperatura elevada, esta acidez se torna bastante agressiva, comparável sensação de “chupar um limão”, agradável e refrescante , o que se pode esperar de qualquer vinho branco. Em relação aos vinhos espumantes, temos ainda o gás carbônico (bolhas) dissolvido , que aumenta muito a sensação de acidez. Por isto a temperatura para a degustação destes vinhos é ainda mais baixa que a dos brancos. Os vinhos adocicados (suaves) também pedem maior frescor que os secos. O aparelho usado para verificar a temperatura de um vinho é o termômetro. Em boas casas do ramo encontram-se alguns que vem ate com a marcação de temperaturas idéias para cada tipo de vinho. Poderíamos dividir as temperaturas de consumo em quatro faixas de: de 4ºc a 8ºc - Espumantes e Vinhos Bracos doces; de 8ºc a 12ºc - Vinhos brancos secos; de 12ºc a 16ºc - Vinhos Tintos Claretes e Leves e Vinhos Rose; de 16ºc a 20º - Vinhos Tintos Encorpados Santé.
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Título: Gralhas Técnica: Acrílico sobre tela
Multicoloridas Rogério Dias, foi desenhista, publicitário, escultor, cenógrafo, ator, cartunista, designer gráfico e ilustrador. Em 1977, realizou sua primeira exposição individual sobre vôos de pássaros e, a partir dos anos 80, decidiu se dedicar exclusivamente às artes plásticas. Onde você nasceu e quando se mu- me deixava mexer nas tintas quando eu ia dou para curitiba? limpar o ateliê para ele. Enquanto eu fazia
— Nasci em Jacarezinho, no inte- a limpeza, ele me dava uns restos de pinceis rior do Paraná, divisa com são Paulo. Tenho cinco irmãos, somos em dois e tintas e eu fazia uns desenhos, eu adorava. homens e quatro mulheres, meu ir- Acredito que descobri esta vocação desde mão também é pintor. Estou em Cu- esta época. ritiba desde os 19 anos. Quando Curitiba era uma cidade pequena era melhor, mas, por outro lado, hoje Na época, já tinha um tema preferido para em dia tem bastantes oportuni- pintar? dades. Lamento porque muitas coi- — Não. Quando eu comecei, o primeiro sas foram demolidas no centro, que quadro que eu fiz foi um palhaço. Depois antes tinha um aspecto mais antigo, comecei a fazer reproduções de fotos mais europeu. Inclusive os casarões que foram preservados na rua XV já pequenas, mas me dediquei mesmo a partir foram modificados e perderam um de 63 ou 64. Fiz um quadro com a ilustração pouco da identidade. Isso descaracdo Tiro de Guerra. Vim para Curitiba no teriza um pouco a obra do passado. final de 64, e em 65 fiz um curso de gravura
Quando descobriu a vocação para a pintura? — Eu faço esse trabalho com pintura desde 1961. Quando eu tinha mais ou menos 12 anos, meu irmão já era pintor, nossa diferença de idade é de 10 anos. Eu ficava no ateliê que tínhamos no fundo de casa apreciando enquanto ele pintava. Assim, pude acompanhá-lo um pouco. Ele
Elogiado por artistas como Paulo Leminski, em 1993 recebeu o convite do então prefeito de Curitiba Rafael Greca para pintar um painel em homenagem aos 300 anos da cidade. Na ocasião, criou “300 gralhas para Curitiba” e, logo após, executou o projeto para um painel de azulejos de 50 metros sobre o “Rio Iguaçu”, que foi inaugurado em 1996 ao lado do Palácio do Governo. Referindo-se a esses feitos, Rafael Greca declarou conhecer poucos artistas da dimensão de Rogério Dias.
com o Calderari. Na época eu já pintava, mas não achei espaço aqui para expor, iniciar. E, até hoje, em todas as áreas é difícil. Então me dediquei à publicidade, trabalhei na Secretaria da Educação. Eu trabalhava com artes gráficas e, quando chegava em casa, pintava. Inclusive fiz uns quadrinhos meus em uns pedaços de Eucatex 4 x 4. Atualmente, faço alguns desses de volta
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Título: 300 Gralhas para Curitiba Técnica: Painel de azuleijos
Fazendo Arte que comecei. Geralmente as perguntas de criança são “mas por que você faz tudo um igual ao outro?”. Essa repetição é para imitar a padronagem do tecido. Em algumas obras, os elementos seguem uma sequência lógica e a imagem é bem nítida. Já em outros, estão dispostos meio escondidos e compõem uma visão não tão clara, como é o caso do painel do Rio Iguaçu. Por quê? — Nesta obra, por exemplo, me preocupei em fazer o trajeto do rio (Iguaçu) e mais ou menos identifiquei por onde ele estava passando. Em um momento aparece uma ponte, há lugares onde tem barco, mostrando que lá é navegável. Então, fui colocando as coisas que tem no rio, como uma ilustração dele. O rio percorre todo o quadro com uma faixa azul clara.
Título: O linda Técnica: Acrílico sobre tela
para relembrar o começo.
— Sem dúvida a pintura me dá mais prazer. É mais fácil fazer e dá resultado monetário inclusive, dá um retorno bom para o pintor
E como era pintar esses 4 x 4? — Eu trabalhava com óleo, era diferente. Na verdade, trabalhava bem pouco nas De onde veio a sua preferência por pinturas. Mas não era bem um pintor de pintar pássaros? final de semana, porque toda hora que me — Várias vezes já me perguntaram: desse vontade eu ia trabalhar uma pintura “por que você pinta passarinho?”. E eu ou desenhar. O exercício da publicidade respondo: comecei a fazer esses passarinhos daquela época fazia com que a gente corridinhos devido a uma tentativa de desenhasse muito e desenvolvesse muito crítica ao momento que a gente vivia, que essa parte. era o finalzinho da ditadura. Foi disso que apareceram esses pássaros. Em 74, comecei a fazer passarinhos de madeira e depois Das técnicas de pintura, escultura ou veio a pintura. Eu já pintava, mas não passarinho. Então, para fazer uma crítica à mesmice, eu fiz repetido. A repetição vem também de uma história anterior. Eu fazia imitação de trabalhar na própria arte e na repetição de padronagens. Essa coisa da repetição veio justamente da padronagem. Juntando os dois fatores, fiz a tal da crítica à mesmice, declarando que todo dia é igual e que a vida da gente é sempre praticamente igual. Esse é um discurso não muito inteligente, gravura, qual lhe agrada mais? mas razoável para começar. E foi assim Personagem: Tainha.
Este trabalho levou quanto tempo para ser feito? — Levei quase um ano esperando que fossem resolvidas algumas questões burocráticas. Eu já tinha feito vários esboços do desenho e um deles, o qual eles aprovaram, eu retoquei e fiz mais detalhes. E nisso trabalhei de noite, durante várias noites. O original tem 11 cm de largura por 1 m de comprimento. Depois foi ampliado para 25 cm de altura por 2,5 m de largura. Esse é o original, o final, que eu colori e foi reproduzido nos azulejos.
Obra: Moinho
lugar? — Não. Em 2008 fui à Bulgária e fiz uma exposição na cidade de Varna, no litoral. Varna é uma cidade portuária no mar negro, mas também tem praia, é muito bonita. Fiquei uns 15 dias lá e conheci outros pintores, um deles faz abstrato, acho ate que é o mais importante do país. Essa exposição foi uma experiência bem bacana.
Para você, quem são os grandes artistas de Curitiba? — Tem muita gente, há bons pintores aqui. Admiro o trabalho de muitos, o Calderari é um deles. Tem ainda os que não são pintores: os coladores, que também trabalham com pintura ou uma época trabalharam, como o Antonio Arney. Vale lembrar nomes como os de João Osório Brzezinski; o falecido Erico da Silva, que foi muito bom pintor; Geraldo leão, que é jovem e já faz abstrato; Ruben Esmanhotto, o qual faz um casario. Mas não há um que eu prefira, todos são bons, não posso eleger o melhor. Você tem alguma exposição em algum
Personagem: Dom Quixote
Galeria e Atelier: Rua Afonso Delambert, 465, Lagoa da Conceição, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. CEP 88062 000 Tels.: 55 (48) 3233-1775 e 9981-9033. www.lucianomartins.com.br
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Pegadinhas do português
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atural de Pelotas, Rio Grande do Sul, vive em Santa Catarina desde o ano 2000. Formado em Publicidade e Propaganda, sempre procurou eternizar momentos e cenas que o seu olhar atento busca cons tantemente por onde passa, seja com a fotografia convencional ou em suas experiências com processos alternativos de captura de imagem como o “Pinhole”, já foi destaque até mesmo em livros e concursos internacionais. A fotografia como uma opção de vida, esse é o resumo de um trabalho que envolve e apaixona. Atualmente atende principalmente ao mercado da fotografia corporativa, aplicando a experiência de ter clicado vários segmentos como esporte, passarela, “books”, editoriais e publicações de renome nacional e internacional.
1. ( ) sombrancelhas ( ) sobrancelhas São realmente bem desenhadas as..................dela. 2. ( ) anti-inflacionário ( ) antiinflacionário O recente pacote............................foi pesado. 3. ( ) malcriação ( ) má-criação Foi castigado porque cometeu uma grande................ 4. ( ) aos dez ( ) às dez O jantar deverá ser servido rigorosamente........para as duas. 5. ( ) em vias ( ) em via Eles estão.............de serem transferidos para Recife. Título: Noite no Mercado
6. ( ) anexo ( ) anexas Temos o prazer de encaminhar-lhe............as listas solicitadas. 7. ( ) Encaminhamos-lhes ( ) Encaminhamo-lhes ............................os relatórios solicitados. 8. ( ) Canal ( ) canal? Em nossa última viagem, ficamos conhecendo o ...................da Mancha. 9. ( ) rua ( ) Rua Aquelas pessoas sempre moraram na.................... Tupinambás. 10. ( ) muito ( ) muita Minha mãe sempre teve.................dó dos menos favorecidos.
____________________________ Título: Ponte Hercílio Luz
Título: Bola na praia
Solução comentada (1 a 10)
1. sobrancelhas/do latim supercilium. 2. anti-inflacionário/ O prefixo ANT(I) exige o hífen quando o segundo elemento é iniciado por “i” ou “h”. 3. má-criação/ má boa. 4. aos dez/ aos dez minutos. 5. em via/ não se pluraliza referida locução. 6. anexas/ “anexo” é um adjetivo, devendo, no caso, concordar com o substantivo a que se refere. 7. Encaminhamos-lhe. 8. canal/ os nomes dos acidentes geográficos de verão ser grafados com a inicial minúscula. 9. Rua/ São grafados com inicial maiúscula os nomes dos logradouros públicos. 10. muito/ O substantivo “dó” pertence ao gênero masculino. O dó que tenho dela é imenso.
Título: Tarrafada
Marcos Campos: contato@marcoscampos.com.br www.marcoscampos.com.br
Fone: (48) 8419-8334
Título: Casario
Fonte: Livro do professor Helinho. “Na ponta da Língua” Como escapar das pegadinhas do português. Páginas 12,13 e 14 Editora Leitura. leitura@editoraleitura.com.br
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S
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alada ocial www.mercadospublicos.com.br
Mostra para ver
manuelamerico@mundoequestre.com.br
Arte Contemporânea na capital
Aconteceu na capital paranaense a mostra “Dores de Colômbia”, do renomado artista colombiano Fernando Botero. A exposição, que durou até o dia 21 de agosto, no museu Oscar Niemeyer, apresentou as mais diversas obras, dentre elas, seis aquarelas, 25 pinturas e 36 desenhos. Estas obras foram doadas pelo seu autor ao Museu Nacional da Colômbia, entre os anos de 2004 e 2005. Para quem não o conhece, Botero é considerado um dos mais importantes e prestigiados artistas plásticos de toda a América Latina. As suas características são marcantes e facilmente reconhecidas em seus desenhos arredondados. As obras mais consagradas e conhecidas dele são expostas nos museus mais importantes de todo o mundo. O horário de funcionamento do Museu do Olho é das 10h às 18h. O preco do ingresso varia entre R$4,00 e R$2,00
Curitiba recebe até novembro a 6ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea. Considerado um dos eventos mais importantes de arte contemporânea da América Latina, a bienal exibirá obras de diversos artistas de cinco continentes. A bienal que começou dia 17 de setembro vai até o dia 20 de novembro. Vários locais vão abrigar o evento: a Casa Andrade Muricy, o museu da Fotografia Cidade de Curitiba, também o museu Alfredo Andersen, além dos museus da Gravura Cidade de Curitiba, o de Arte da UFPR e o museu Oscar Niemeyer. Além de performances, mesas redondas e outras atividades em outros locais da cidade. Para mais informações basta entrar no site: www.bienaldecuritiba.com.br
Pesca no litoral
Seu Jorge (en)canta
Para quem gosta de pescar, ir ao litoral paranaense
No próximo dia 16 de setembro Curitiba
é uma boa pedida sempre. Acompanhar o campeonato paranaense de pesca e ainda poder visitar os pontos turísticos das cidades é melhor ainda. Para os admiradores da pesca a hora de ir para o litoral é essa. A competição organizada pela Liga Paranaense de Pesca Esportiva acontece entre os
recebe o show do cantor Seu Jorge. O evento que acontece no Curitiba Master Hall, traz o carioca à Curitiba mais uma vez, com seus sucessos já consagrados
dias 27 de agosto, em Paranaguá,
em todo o país. Os ingressos já estão a
e nos dias 8 e 9 de outubro, em
venda, pelo disk-ingressos, a partir de
Guaratuba.
R$ 35, preço que pode variar.
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“O Tempo Voa” Elói Zanetti nasceu em Curitiba, e com apenas 45 dias foi morar em Jacarezinho, norte do Paraná. Voltou à capital nove anos depois. Ao longo de sua carreira, foi diretor de comunicacão do Banco Bamerindus, onde criou as campanhas “O Tempo passa, o Tempo voa…”, “Gente que faz”, entre outras. Hoje, além de consultor de marketing e vendas, ambientalista e palestrante, o publicitário arranja tempo para escrever.
Curitiba mudou muito, você sente falta da antiga cidade?
Curitiba mudou muito, principalmente nos últimos 30 anos. Mas é uma coisa natural, temos que aceitar o fato. É claro que a gente tem uma certa nostalgia da cidade antiga, mas não tem remédio, é a lei natural da vida. Depois do meu livro “Mudou Curitiba, ou mudei eu?” – onde trato desses temas, acredito que não farei mais crônicas lamentando a perda, mas sim sobre o dia a dia dos curitibanos. Esta fase de reclamar do antigo para mim já passou.
Quando pensa na cidade, do que se lembra?
Gosto do clima de Curitiba, que todo mundo reclama sem perceber que aqui o “ar condicionado é na rua” – média de 17 graus ao ano. Não sofremos com o excesso de calor de outras partes do Brasil. Vivemos a 1000 metros de altura e próximo do mar. O clima é sempre fresco. Sabemos que por mais que faça calor durante o dia, as noites serão frescas. Gosto também da luminosidade da cidade. Aqui, temos uma certa luminosidade impressionista que deixa as coisas claras,
mas não muito. É suave a luz de Curitiba. Como disse no meu livro, o pintor Miguel Bakun e a poeta Helena Kolody captaram bem este estado.
A cidade a cada dia recebe mais pessoas de fora. Você acha que Curitiba modifica ou é modificada pelos novos curitibanos? É modificada pelos neo-curitibanos. Hoje, eles já são maioria e uma cultura maior absorve a menor. Então, estamos em processo de modificação, Curitiba vai ser outra cidade, acredito que bem melhor.
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Nós mudamos: Éloi lançou em 2009 o livro sobre as alterações sofridas na capital dp Paraná, entitulado: Mudou Curitiba ou eu mudei?
Nossa Gente O que Curitiba tem que as outras cidades não tem?
Cada cidade tem as suas características, coisas boas e defeitos. Curitiba teve a sorte de sempre ter bons prefeitos, por isso a administração publica é boa, bem administrada. Teve bons planos urbanísticos.
Quais as transformações pelas quais Curitiba passou que te chamaram mais atenção?
Primeiro o cenário urbano, criação de sistemas viários, parques e praças, a organização da malha viária e das construções. Junto veio o movimento cultural, que ainda é incipiente mas está num crescente. Sempre fomos consumidores de cultura e, hoje, já existem bons movimentos na cidade. Os jovens estão fazendo boa música, bom teatro e boa literatura.
Como você vê a cultura curitibana? Acha que estamos perdendo nossa identidade?
Não, na verdade, acho que estamos é reafirmando a nossa identidade.
O seu livro de crônicas “Mudou Curitiba ou mudei eu?” teve o incentivo da Fundação Cultural, você acha que Curitiba carece de trabalhos que ressaltem a cultura local?
A lei de incentivo, apesar de burocrática e até certo ponto necessária, ajuda muito na produção de trabalhos culturais. Acredito que o poder público deveria incentivar produções que falem de “nós mesmos”. Cronistas, músicos,etc, precisam falar mais sobre nossa cidade.
Quais os hábitos tipicamente curitibanos que você destaca?
O curitibano gosta da sua privacidade, não se mete em assuntos alheios, tem uma certa timidez e respeita fila.
Você é consultor de marketing, comunicação, vendas e é escritor. Sempre quis escrever sobre a cidade?
Eu sempre quis escrever. Comecei a levar a sério a arte da escrita com 50 anos – hoje tenho 64. Escrever sobre a cidade foi uma necessidade. Muitas vezes, coloco nos meus textos, quando escrevo sobre Curitiba, uma certa ironia, que é para provocar mesmo os curitibanos, fazê-los pensar sobre a sua cidade.
Quais as transformações pelas quais Curitiba passou que te chamaram mais atenção?
Primeiro o cenário urbano, criação de sistemas viários, parques e praças, a organização da malha
“...O tempo passa o tempo voa e a poupança Bamerindus continua numa boa...” Trocaria Curitiba por outra cidade?
Meus planos para aposentadoria é morar em uma região da Serra da Mantigueira, um lugar remoto, com poucas pessoas. Fugir do trânsito.
Como diretor de comunicação do extinto banco Bamerindi Elói criou capanhas memoráveis
viária e das construções. Junto veio o movimento cultural, que ainda é incipiente mas está num crescente. Sempre fomos consumidores de cultura e, hoje, já existem bons movimentos na cidade. Os jovens estão fazendo boa música, bom teatro e boa literatura.
Você é consultor de marketing, comunicação, vendas e é escritor. Sempre quis escrever sobre a cidade?
Eu sempre quis escrever. Comecei a levar a sério a arte da escrita com 50 anos – hoje tenho 64. Escrever sobre a cidade foi uma necessidade. Muitas vezes, coloco nos meus textos, quando escrevo sobre Curitiba, uma certa ironia, que é para provocar mesmo os curitibanos, fazê-los pensar sobre a sua cidade.
Quais as transformações pelas quais Curitiba passou que te chamaram mais atenção?
Primeiro o cenário urbano, criação de sistemas viários, parques e praças, a organização da malha viária e das construções. Junto veio o movimento cultural, que ainda é incipiente mas está num crescente. Sempre fomos consumidores de cultura e, hoje, já existem bons movimentos na cidade. Os jovens estão fazendo boa música, bom teatro e boa literatura.incipiente mas está num crescente. Sempre fomos consumidores de cultura e, hoje, já existem bons movimentos na cidade. Os jovens estão fazendo boa música, bom teatro e boa literatura. A cidade. Os jovens estão fazendo boa música,
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Apoio Cultural:
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A ilha é uma flor para os olhos de quem chega. Os açorianos ainda estão vivos na divina construção barroca da catedral e na Praça XV. As pessoas sentadas, ou passeando pelo Mercado Público, onde as pombas, com suas meiguices, fazem da paradisiaca “Floripa” uma flor estupidamente iluminada.
Ana Paula da Costa, Jenniffer da Costa e Ana Cristina Moderno
Barbara e Julia
Uby Oliveira
Julia Tedesco
Thainan Ferreira
Roberto Kishainami, Valeria Damico, Sofia Protti Rocha, Marina Damico e Roberto Damico
Josiane, Fernanda, Rosicléa e Anderson Tonon
Priscila Azevedo, Leandro Cardoso, Mariana Cassettari e Luiz Cassettari
Michelle Silva, Guilherme Mello e Karina Pacheco
Rodrigo Kost, Jaime Cannet, Nando Miranda, Bigorna, Flávio Martinez e Renato Junqueira
Ninfa e Fabrizio Caffarena, Tiago Claro, Fernando da Silva Costa
Rafaela Weber Cecconello e William Pacheco
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Ninfa Caffarena e Tiago Claro
Gente No Mercado
Márcia, Gabriela e Júlia Reinheimer
Roberto Kishainami, Valeria Damico, Sofia Protti Rocha, Marina Damico e Roberto Damico
Graziana Ribeiro, Rafaela e Bruna Weber Cecconello
Nando Miranda
Hermano Marin, Fernanda, Mariana, Adair, Cristóvão, Manuela e Toti
Mariana, Adair e Cristóvão Dellagerise
Thalison, Ananda e Matheus
André Guerios
Andressa de Mari, Sérgio Stock e Anderson
Camila Galindo, Adelia Guerra e Juliana Galindo
Vitória Junckes, Marcos Castro e Elisa Olsen
Cintia Cimbaluk
Gabriela e Thayna
Paulo Manegè Gesuato, Yuri Borges e Vivecca Passos
Joaquim Borges Neto e Alessandra Ventura da Silva
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Tirando de Letra ATLÉTICO
CORITIBA
A priorização da razão pode ser a solução
Caminho das Pedras
Humberto Brolini Frasson
Cássio Bida de Araujo
Usando de um futebol fraco e com poucas, ou melhor, pouquissímas chances claras de gol, o Coritiba proporcionou ao Flamengo alcançar a liderança. Mas isto não foi uma falha apenas do time dentro de campo. No futebol derrotas acontecem, gol são tomadas, falhas devem ser admitidas e tudo o mais. Só que o problema do alviverde está um pouco mais profundo. Está em algo chamado de objetivo. A diretoria do coxa e grande parte da torcida está fazendo um trabalho, ou ao menos tem o objetivo de fazer, focado nas primeiras posições e na classificação para a libertadores. O que faz com a emoção ultrapasse a razão. Este poderia e deveria ser o pensamento dominante caso estivessemos tratando daquele Coritiba que vinha batendo recordes de vitórias e não precisava se preocupar com o adversário. Mas o cenário mudou. Hoje o time o Alto da Glória não possui elenco forte o suficiente para realizar grandes sequencias de jogos e recuperar o tempo perdido. Para a próxima partida pro exemplo, o time terá seis jogadores pendurados por cartão. Sendo que cinco deles são titulares. Em momentos como esse o time se perde e não tem como tapar tais buracos. A sequência de jogos do coxa parece ser fávoravel para sua recuperação. Enfrentará Atlético-MG, Santos e Avaí. São times que estão, no mínimo, a cinco posições atraz do Coritiba. Mas se o time entrar em campo pensando em libertadores antes de pensar em se livrar do rebaixamento, tal sequência será muito perigosa. Visto que, ao contrário do coxa, todos estes times tem a consciência que, por hora, a obrigação é se livrar de qualquer risco. A solução mais cábivel neste momento, é visar a estabilidade do grupo, para que em momentos de desfalques seja possível ter respaldo no banco de reservas. Enquanto isto não acontecer, o sonho da libertadores continuará sendo sonho.
Ao final da décima segunda rodada, o Paraná Clube era apontado como unanimidade na briga por uma vaga na primeira divisão do futebol brasileiro. A atuação de encher os olhos diante do Criciúma, na casa do rival, deu uma esperança à sofrida massa tricolor. Acostumado com campanhas irregulares desde que disputa a série B, o time da Vila Capanema, depois dos 2 a 1 em Santa Catarina, parecia ter virado a página e deixado o terrível início de ano em um passado distante. Rebaixado na competição estadual, o time apostou todas as forças na segunda divisão nacional e vinha com bons resultados. Tudo ia bem. Mas depois de Criciúma, a maré parece ter mudado. O que afinal aconteceu com o Paraná Clube depois daquele glorioso 23 de julho? Teria o time desviado a rota e perdido o caminho do acesso? Antes das respostas, vamos aos números. Nas 12 rodadas o Paraná conquistou 23 pontos em 36 possíveis. O tricolor ficou atrás apenas de Portuguesa e Ponte Preta, fortes candidatas a uma vaga na Série A em 2012. Invicto em casa, uma das melhores defesas da competição e uma posição consolidada no grupo dos 4 primeiros colocados. Mas, com apenas um ponto conquistado nos últimos três jogos, a posição no G4 agora sofre sérias ameaças. O tricolor da Vila chegou a abrir mais de três pontos para os concorrentes ao acesso. Contudo, diante dos tropeços em casa contra Ponte Preta e Grêmio Barueri, além do empate contra um combalido São Caetano em campo neutro, o paraíso da primeira divisão ficou um pouco mais distante. Embora o sonho do retorno ao Brasileirão depois de cinco anos tenha se afastado de forma momentânea, ainda não há motivos para qualquer espécie de desespero. O trabalho desenvolvido em conjunto por diretoria e comissão técnica não pode ser crucificado. Para conquistar o acesso e passar pelo calvário da segundona, duas coisas são necessárias: regularidade e entrosamento time-torcida. Com essas armas, o Paraná voltará a ser grande e, como diz o hino, voltará a ser verdadeira alegria do povo.
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PARANá
Apimentadas Coritiba A perda da Copa do Brasil e a instabilidade no Brasileiro, só serviram para acordar os falastrões do Couto Pereira. Pensavam ser grandes, mas como
Caminho das Pedras
consegue ser grande um time que nos últimos 10 anos caiu duas vezes
Cássio Bida de Araujo
e frequentou a segunda divisão durante quatro anos? Doce ilusão, a realidade do iô-iô logo volta.
A temporada de 2011 começou cheia de promessas. Título estadual, a conquista da Copa do Brasil, chegar ao menos nas semifinais da Copa Sul-Americana, e despontar entre os primeiros no Brasileirão. Pois bem, estamos em agosto e temos a certeza que nada do que foi “planejado” irá se concretizar. Mais uma vez perdemos o estadual para o nosso maior rival, na Copa do Brasil fomos eliminados, e com a má campanha no Brasileirão, a Copa Sul-Americana foi deixada de lado. Ai o torcedor se pergunta: O que deu errado nesses oito meses de 2011? A resposta é simples. O tal do “planejamento”. Contratações equivocadas, técnicos retranqueiros, e brigas políticas, fatos que aqueceram o clima no CT do Caju e nas arquibancadas. O torcedor atleticano está cansado de promessas, quer resultados, vitórias, títulos. Ao assumir, a atual diretoria prometeu: “vamos investir menos em tijolos e mais em chuteiras”. E de fato, não investiu em nada! A execução da reforma e conclusão da Arena da Baixada, estádio sede da Copa de 2014, segue sendo uma incógnita. A as tais chuteiras, realmente chegaram, porém foram apenas alguns kichutes. Jogadores de baixo nível técnico, atletas que chegaram com status de ídolos, e hoje amargam o banco de reservas, jogadores que sequer vestiram a camisa em jogos oficiais e foram dispensados. E os craques que chegaram, vieram de empréstimos e saíram sem dar lucro nenhum, sem dizer muito obrigado ao Atlético. Mas depois de muitos erros, finalmente houve um acerto, a chegada do Renato Gaúcho. A mudança na metodologia dos treinamentos e na forma do time jogar, deu novo animo ao time da Baixada. Aliado a volta de Marcinho, a chegada de Morro e Edílson, e a firmação de Kléberson e Cléber Santana, o time ganhou uma cara nova, uma postura de equipe. Pois até então o que se via era um time de várzea, que sobrevivia a base de chutões e bolas paradas. Agora a bola rola, chega aos meias e aos atacantes, existe um conjunto. A recuperação começou, e tenho certeza que o rubro-negro não cai para a segunda divisão nacional, pois o elenco, mesmo limitado, começou mostrar vontade, é o Atlético é feito disso, raça, vontade,
Paraná O terceiro time da cidade, fundado da junção de oito clubes também quer ser grande, mas ora bolas, afundado em dívidas, há anos na segunda divisão nacional, e agora também na segunda do estadual, que despontar como?. O que resta a eles e fazer uma nova fusão. Basta saber com quem? Fanny? Combate Barreirinha? Trieste? Caso isso não ocorra, a vida da gralha está com os dias contados.
Coritiba Será que a torcida alviverde já acordou do sonho? Sim, pois quem achava que o time do Alto da Glória atropelaria no Brasileirão, a exemplo do que fez na Copa do Brasil, se iludiu bonito. É bom o Coritiba ficar esperto, senão pode pegar a fama de time gangorra. Ou seja, sobe num ano, cai no outro, sobe num ano...
Atlético Outro que precisa ligar o sinal de alerta é o tal do furacão. Renato Gaúcho não tem vocação para salvador da pátria. Muito menos, como ele próprio se definiu, o “Dr. House” do futebol brasileiro. Falastrão ele sempre foi, desde os tempos de jogador. Resta saber se a tal lábia de heroi cola até o final do campeonato. Ou até o final do contrato dele com o time da Baixada.
Coritiba Desde a décima segunda rodada o time não para de crescer. O que não quer dizer que isso indique alguma coisa. Pra quem perdeu o triplo de jogos que ganhou já é alguma coisa.
Paraná O tricolor vem se mostrando cada vez mais capacitado para se tornar um rival a altura que o grande alviverde merece.
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A grande feirinha Onde a arte encontra o povo, onde o artista encontra inspiração e onde o curitibano encontra o talento paranaense. O final de semana na capital paranaense é um prato cheio para quem deseja fazer algo diferente para sair da rotina. Um lugar, em especial, é bastante visitado nas manhãs de domingo, o Largo da Ordem. Com inúmeras barracas, vendendo os mais diversos produtos, a feirinha do Largo – como é mais conhecida – é um mercado ao ar livre, que abre das 9 horas da manha às 14 horas, no Centro Histórico de Curitiba. Na feira, encontra-se de tudo, desde bijuterias, brinquedos, roupas e lembracinhas da cidade, comidas tipicamente brasileiras, caso do acarajé, até receitas importadas e já consagradas na capital, como o polonês pierogi, as empanadas argentinas e os tacos mexicanos. A feirinha existe há mais de 30 anos na Praça Garibaldi e conta hoje com 1.200 barracas, apresentando os mais diferentes produtos artesanais. Aproximadamente 20 mil pessoas passeiam pela feira todos os domingos, é o que aponta o Instituto Municipal de Turismo (o número varia de acordo com o clima, datas comemorativas ou feriados). No portal da Feira do Largo (www.feiradolargo.com.br), é possivel entrar em
contato direto com o artesão. O coordenador da Feira do Largo, Juares Massuchetto, conta que, formalmente, 1.200 artesãos apresentam seus produtos na feira, além dos 85 artistas plásticos, 40 comerciantes de antiguidades, 40 fabricantes de culinária artistica (bolachas e chocolates enfeitados) e mais 40 pessoas responsáveis pela parte gastronômica da feirinha. Mas se você não quer comprar nada, há outras opções. A feira é multicultural, há sempre uma performance artística em uma esquina, músicos na outra, exibição de carros antigos, pessoas de diferentes sotaques, turistas de toda a parte do mundo, encantados com o artesanato curitibano. Cansou de andar? Muitos bares ao redor abrem as portas nas manhãs de domingo para abrigar os visitantes que ficarem cansados. E, além da feira, galerias de arte, sebos, museus completam o passeio cultural.
Popular
A Feira do Largo da Ordem já entrou na lista dos pontos turísticos mais visitados de Curitiba. Localizada
no bairro São Francisco, bem no coração do Centro Histórico da cidade, ela atrai multidões nas manhãs de domingo. O que pouca gente sabe é que, desde 1917, o nome oficial do local é Largo Coronel Enéas, em homenagem ao coronel Benedito Enéas de Paula. É ali que está localizada a igreja mais antiga de Curitiba, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas. Construída em 1737, a Igreja da Ordem empresta seu nome ao local que já foi conhecido, no século 18 e 19, como Páteo de Nossa Senhora do Terço ou ainda Páteo de São Francisco das Chagas. Nessa época a área abrigava um intenso comércio. Assim sendo, a grande feira de artesanato do Largo da Ordem não poderia existir em um lugar melhor.
Matando a sede
Não é só a feirinha que chama a atencão de quem passa pelo centro histórico de Curitiba, há também um antigo monumento que tem história para contar. O bebedouro de cavalos, feito de pedra, há mais de 250 anos, era utilizado pelos tropeiros e fazendeiros da região que costumavam dar de beber ao seus animais. Também ali, em homenagem aos imigrantes e tropeiros que vinham a Curitiba comercializar seus produtos, foi instalada, em
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1995, uma escultura de Ricardo Tod. A fonte, em forma de cabeça de cavalo, foi feita em bronze e colocada na Praça Garibaldi, um pouco acima do Largo da Ordem. A escultura já caiu no gosto dos curitibanos que, entre outros apelidos, a chamam de “a fonte do cavalo cuspidor”.
Presença a mais de 250 anos na Praça Garibaldi, o momumento é um dos marcos do Largo da Ordem.
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memórias
Sustentada por sua imponência Ela não é só mais uma igreja dentre tantas já existentes na cidade. A Catedral Basílica de Curitiba é um marco na história da capital e mesmo na época em que foi construída causou certa controvérsia em relação ao seu estilo.
Foi ali que tudo começou. Toda a história da cidade de Curitiba teve início nos arredores da Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz. Com um estilo bastante diferente dos demais templos católicos daquela época, ela causou certa estranheza por parte da população. Não se pode falar historicamente da Cidade sem mencionar sequer um pouco sobre esta igreja, marco zero da capital paranaense. As paredes já gastas pelo tempo demonstram as décadas já passadas por ela e o seu projeto arquitetônico revela toda a sua imponência diante dos seus mais de 100 anos. Localizada na Rua Barão do Serro Azul, no Largo da Ordem, ela foi construída entre os anos de 1878 e 1893. A Basílica buscou inspiração vinda de longe, pelo engenheiro francês Alfonso Conde des Plas, no velho continente. A Catedral da Sé de Barcelona, na Espanha, foi a origem do que se pode ver hoje, ao adentrar no local sagrado. O seu estilo não agradou muito a população da época, porém, estes aceitaram de bom grado a construção do tempo. Lugar este que foi tombado pelo Patrimônio
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Histórico Municipal. Contudo, antes da Catedral Basílica ser erguida ali, outra igreja já existia naquele mesmo local. Sustentada por uma estrutura de madeira e um tanto simples, a capela que existia em torno de 1715, guardava a padroeira da cidade, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, trazida ao Brasil pelos portugueses no século XVII. Depois de tantos anos de luta contra a degradação pelo tempo, em 1993 ela foi restaurada, e neste mesmo ano, ganhou o nome que ostenta até hoje. Com esta renovação a Basílica, recuperou seu aspecto, para assim continuar abrigando os milhares de fiéis que a visitavam. Ainda neste ano foi anunciada outra restauração, para conter as infiltrações e tentar dar nova vida às pinturas gastas do teto, e também das obras de artes que estão na basílica, além de outros concertos. Estimada em R$ 1,3 milhão, as obras que foram iniciadas no começo deste ano, tem a previsão de término para daqui a dois anos, o que, porém, não prejudica as missas realizadas; mais um suspiro para que a basílica continue fazendo história durante os séculos.
Passeando pela história, caminhar pela igreja é viajar por sua história enquanto os olhos percorrem cada contorno e detalhe seu. Ao adentrá-la é possível ver os vitrais, doados na época por famílias da cidade, além de outros objetos, como púlpitos esculpidos, móveis e entalhados de imbuía. A sua construção foi um tanto complicada. Operários vindos de uma recém-inaugurada Estrada de Ferro entre Curitiba e Paranaguá, se tornam responsáveis por levantar a catedral, porém a construção acaba sendo suspensa por falta de verbas, daí o motivo de sua construção acontecer durante 15 anos. A inauguração aconteceu mesmo sem o término total das obras; as pinturas internas ainda não haviam ficado prontas, porém isso não foi empecilho para deixar o templo fechado. Já em 1947 é construído o anexo, que pode ser visto atrás da igreja, o que deixa o prédio fora dos
padrões das demais catedrais, fazendo com que historiadores desapreciem o monumento. Encontrar rachaduras, pinturas gastas, é o que o tempo cobra pelos seus mais de um século de existência, porém o fiéis jamais abandonam o templo que a tanto tempo abrigou a santa padroeira de Curitiba.
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Exposição – Até de 18 de Novembro Da materialidade ao Vazio é uma obra criada pelo artista Márcio Prado, que está exposta no Museu Oscar Niemeyer (MON) e fica aberto ao público até 18 de Novembro. Parte do projeto Desinstalação, a obra em forma de cubo gigante, é composta por outros 4.096 cubos menores de cerâmica refratária. Exposta na parte externa do museu, o público pode apreciar a obra gratuitamente. De terça-feira a domingo, das 10h às 18h. Informações: 3350-4400 Rolando Boldrin – Dia 3 de Setembro
Rancho Açoriano – Restaurante tradicional na gastronomia regional. Serve pratos a base de frutos do mar. Segunda a domingo (11h/23h30). Rua Desembargador Pedro Silva, 3240, Coqueiros/ Florianópolis, tel.: 3249-1414.
Chef Fedoca – Nas margens da Lagoa da Conceição, possui um ambiente informal. Marina Ponta da Areia, rua Sen. Ivo d’Aquino, 133, Lagoa da Conceição/Fpolis, . Terça a sexta, 11h30 às 15h e 19h30 às 24h; sáb 11h30 às 24h; dom. 11h30/18h. tel.: 3232-0759.
Ostradamus - Especialidade: frutos do mar com ostras especiais depuradas. De terça a sábado das 12h/23h, domingo até 18h. Rodovia Baldicero Filomeno, 7640, Ribeirão da Ilha, Florianópolis, SC, tel.: 3337-5711.
Cervejaria Original Venha resgatar o velho boteco da esquina pra jogar conversa fora. Com opção de locação para eventos. Gastronômica de boteco. R. Domingos André Zanini, 277 - Kobrasol, São José, SC. Em frente ao Shopping Itaguaçu. tel.: 3034-7900.
Ostras & Ostras Coisas Restaurante com deck de frente para o mar. Pratos principais: Chapeado de frutos do mar, chiclete de camarão e prato do Mané. Rod. Baldicero Filomeno, 6520, Ribeirão da Ilha, Fpolis, SC, tel. 3233-3958.
O ator e cantor desembarca em Curitiba para cantar seus maiores sucessos, buscando na música genuinamente brasileira o seu tom. Rolando e sua viola, instrumento característico quando se trata dele, vão se apresentar no Teatro Guaíra no dia 3 de Setembro, às 21h. Os ingressos começaram a ser vendidos no dia primeiro, com o valor de R$ 80.
Restaurante Oliveira Ótimo atendimento o restaurante é tradicional em frutos do mar, a beira da lagoa, com porções bem servidas. Rua Henrique Veras Nascimento, 57. Domingo: das 11h30 às 23h30; terça-feira: fechado; demais dias 11h30 às 18h. tel.: 3232-0201.
O Homem do Futuro Titulo Original: O Homem do Futuro Gênero: Drama, Comédia, Romance e Ficção Científica Duração: Origem: Brasil Estréia: 02 de Setembro de 2011 Direção: Cláudio Torres Roteiro: Cláudio Torres Distribuidora: Paramount Pictures Censura: Ano: 2011
Manda-Chuva – O Filme 3D Titulo Original: Top Cat Gênero: Animação Duração: Origem: México e Argentina Estréia: 23 de Setembro de 2011 Direção: Alberto Mar Roteiro: Kevin Seccia e Tim McKeon Distribuidora: PlayArte Pictures Censura: Ano: 2011
Os Três Mosqueteiros 3D Titulo Original: The Three Musketeers
O Barba Negra Indicado pela Revista Veja como “O melhor da cidade”. Pratos especiais da casa: Dueto Barba Negra (polvo grelhado e camarões rosa. Av. das Rendeiras, 1628, Seg. e quarta a sáb. (11h30/23h); domingo (11h30/17h). tel.: 3232-5098.
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Gênero: Ação, Aventura e Romance Duração: Origem: Alemanha Estréia: 14 de Outubro de 2011 Direção: Paul W.S. Anderson Roteiro: Alexandre Dumas e Andrew Davies Distribuidora: PlayArte Pictures Censura: Ano: 2011
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