Ana Clara Oliveira Líliam Faleiro
FRENTE
A
}PvR}rSR'É}lX}u
BIOLOGIA Por falar nisso V}! É É É uvÉ] } ]Év }Éu ]vÉP estruturas no interior das células? A }ÉÁ} É ooÉ ].o Éo} (} É a maioria das células serem tão pequenas que não podem ser }É }oR} vX D]vÉ ]}U (}] vÉÉA] ]vÉvÁ} É um aparelho que possibilitasse visualizar objetos muito pequenos, o microscópio. A invenção do primeiro microscópio é atribuída } (]vÉ É oÉvÉ R}ov! R] Z JvÉvX EoÉ }]} duas lentes de vidro, apoiadas nas extremidades de um tubo e observou que, juntas, essas lentes ampliavam os objetos. Com o desenvolvimento de instrumentos capazes de ampliar as Ruv É É U]}o}P]U]}o}P] ÉA }É É }u}}É ooUv}]uÉvÉPvÉ É É oo É É (}]oÉ X oA u É u v}oZ É ]} ~uÉuv ouAU Z oo]} É }Á }v_ } u] }] }uuÉv}]} A P}]}ouU}vÉ}}Éu]u}vÉ processos metabólicos e o núcleo, que contém a maioria do material PÉv }XNÉuZo}U]v]]Éu}}}É }]}ouX Nas próximas aulas, estudaremos os seguintes temas
A09 A10 A11 A12
Transporte por meio da membrana................................................8 Ribossomos e sistema de endomembranas..................................19 Vacúolos celulares e peroxissomos...............................................27 Citoesqueleto e movimentos celulares.........................................34
FRENTE
A
90A O LUDÓM
ASSUNTOS ABORDADOS nn Transporte por meio da membrana nn Transporte passivo nn Transporte ativo nn Transporte por meio de vesículas
BIOLOGIA TRANSPORTE POR MEIO DA MEMBRANA S}oÉ Á} u] R}u}P!vÉ É } u] Àv]X N }oÉU u}o o]}o]~}}u}vÉvÉ]É}Á}Z RuÉ }}u}vÉvÉ]ÉvÉUPÉouÉvÉ}o_]}]}oÉ É U Ru}É teXUu}oÁ}}u}vÉvÁ}oÉuuovÉÉ}o}XIvÉr uÉvÉU u }oÁ} }u u }vÉvÁ} ]˘ Éu uÉv} vÉ É }o}X P}v}Uv}u]}}vÉvÁ}Éu}oÁ}Uu]}o}ÉoAX É
soluto, enquanto que solven-
Quando duas soluções têm a mesa concentração, elas são isotônicas ~iso AA ]PoZX Qv}u}oÁ}Au] É }vÉvÉuÉoÁ} }UÉo hipertônica ~hiper AA u]ZX JA v} u }oÁ} uÉv} }vÉvU Éo hipotônica ~hipo = uÉv}ZXSZ }_Éo]ÉÉu}oÁ} R]ÉUR]}}]}Uv}}uu} com outra solução, ou seja, Solução B
1L de água 3g de açucar
1L de água 1g de açucar Concentração = 1g/L
Concentração = 3g/L
Opirus/Arte
Solução A
Figura 01 - A solução do frasco A em relação ao frasco B apresenta-se hipotônica. A solução do frasco B em relação ao frasco A apresenta-se hipertônica.
EuuZo}vÉ]}ÉU]u}}É Àv] É ÉvÉ oo}É uÉ]}˘É Év} uÉ]ÉouÉuvouAXEvÉv}UvÁ}}Á }Àv] }vÉ É PÉuÉAroÉU}Á}É U]Éu}ÉuÉuvÉuÉuÉ ]o]ÉÉoÉWRAuÉoÉÁ}ÉoÉ}u}}Á}É ÉAroX E˘]Éu](ÉÉvÉu]vR}Éo}]Àv]}ÉuÉvv ooUÁ} }Ru}uÉv]u}v}É É }uÉ]}uÉuvXv}É EÉ Á} o].}}} É }u}P}ÉvÉP]Éo ooXQv}RAP}ÉvÉP] Éo ooU]} U}P}TP A É ~u}o oÉvÉP oooÉZ ur Àv]}uÉ]}˘ÉÉ v}}uÉ]}]vÉv}U}]ÉrÉU]Éu}}É ativo. JAv}vÁ}RAP}ÉvÉP] ooU}
Transporte passivo O v}É ]} u } É v}É Éo]} Éo oo Éu } P} É ÉvÉP]XO}ÉÉvÉ}uÉ]}]v˘ÉÉ oo}É }o} Éo]}(}} P]ÉvÉ É }vÉvÁ}U } ÉiU } o}o É u] }vÉv} } o}o uÉv} }vÉv}XOv}É]}ÉuU}]v]o(vÁ}U}u}É]}}v]ÉvÉ }}]uÉ]}XTo}É} ]vGÉv]}Éo}~ZP nn Tamanho
da partícula de soluto;
nn D ](É É v É }vÉ v Á } É v É
8
}o É ]vÉ v É ˘É v oo V
r r
transporte é transporte é passivo.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
nn A (]v]
É _u] } }o } É u É o Á } uÉ u v É }u } ] Á } o] } }É ] X A oPv }o } Á } }o É U } } }o É X NÉ É •o]u} }U RA u ](] o É É u}]uÉ v Á } } }o } É u É o Á } v É o]_] uÉ u v o uA ] V
r
nn Tv } É
difusão simples, difusão faci-
]} É }É É É ! ]} P litada e osmose.
Difusão simples
F}vÉPW]l]uÉ]C}uu}v
Uu P}É}vÉ É oRv} Éu uÉ]]ÉvÉ}u AP u˘ÉÉ uo} } ]v_]} ](Á}X A ](Á} ]É É ¡o !u É É ÉoR v](}uÉuÉvÉ Éo} }É ]}v_ÉoX EÉ }É} }}É Éo} (} É }} } uÉ]] ~A}u}U _}vU u}o o X É Z Á}É Éu u}]uÉv} }vvÉX E u}r ]uÉvÁ} }v¡v É oÉZ] u}o o ÉvÉ ÉoRAroXuÉE vÉU RÉAu]}G˘}É¡o ÉP]Á}u]}vÉv uÉv}}vÉvr U É É Àv] vi uÉu }vÉvÁ} Éu }} } }É X NÉÉ u}uÉv}U}G˘}É¡oA]Po É ÉvÉ}]ÉÉX
Figura 02 - O movimento do corante quando colocado em um recipiente com água é um exemplo de difusão simples.
N ooUÉ](Á}}}Á}vÉÉA]}v]ÉP nn A uÉ u v o uA ] É É É uÉ A É o
À v] ~}o } }o Z X
nn D É É ˘] ] u ](É É v É }vÉ v Á } É v É } uÉ ]} ]v É ˘ É oo X
A }É_v uÉuv }Éu (]o] } Éo}uÉv} É oPu Àv] (} } P]ÉvÉ É }vÉvÁ}U Éu P} É vÉP] ooX O v}É ¡o u] A]}v](Á}(]o]}Év]uoÉUu}É r É_vuÉuvÉ(É]}uv}É É XAoPu}É_r v(}uuv]UÉo}]u}o o~Po]}ÉU}˘ÉÉ uo}Z Éu uÉuv ÉuÉ } uÉ]} R]Év]} } uÉ]}
2
r
, encontra os tecidos com muito
2
2
e O2, são moléculas apolares e 2
Membrana plasmá ca
Alta concentração
Baixa concentração
Figura 03 - A difusão simples pode ocorrer por meio da passagem da substância diretamente pela membrana plasmática.
9
A09Transporte por meio da membrana
Difusão facilitada
Z É ]˘
} vPÉ } o }o} o 2
Opirus/Arte
O PÉÉ]Z]} ~PA }˘]P!v]} É PAv]}ZU }˘ÉÉ uo}U Á}Àv] Évuv oo}](Á}UÉv}uÉuvouAXOvPÉÉr v}} RÉP } ouÉ }u o }vÉvÁ} É ]Z˘]} É }v} ~CO }vÉvÁ} É }˘]P!v]} ~O ZX O}É ](Á} }O C 2 u}vÉ É ](Á} } O } o }o} ou}vÉ } vPÉX O }É} ]vÉ} 2 }}Év}PÁ Z }}}}U}vÉ}vPÉU]}ÉuO CO2 e pouco O2XA]uU}](Á}U}PA}˘]P!v]}]}PÁ Z }}}}U}É O C }vPÉXOÉ}É }o}ÉuÁ}É UO C vÁ}Év}vu].oÉÉu]o]_]uÉuvouAX AÉo}]ÉÉv}É}}o} }}]}voÉv }vÉvÁ}}}o} v}uÉ]}R]Év]}.
Biologia
R]}v]}X E˘]Éu u u proteínas carreadoras, ou permeases, que transportam u}o o É_. v}r (} } Év} oo É o]Év}r Éu (É}}XA]uU Éo}]ÉÉv}É}}o} vÉÉ vÉ ]}v]]o] r dade de proteínas carreadoras na membrana. Exterior da célula com alta concentração do soluto Canal protéico
Interior da célula com baixa concentração do soluto
Opirus/Arte
Membrana plasmá ca
Figura 04 - As substâncias atravessam a membrana por canais proteicos específicos. Na maioria das células, o transporte de glicose é um exemplo de difusão facilitada.
Velocidade do transporte
O transportÉ (]o] } É vÉ É uÉ É v uÉ u v o uA ] X A É r o}] É É É v } É }} ]}vo v] É À v] } }v} É u É É uÉ É U É v } u É À v] U É Á } } } X O É É } PA (]} } o } ~(]P æ Z X A S demonstra o transporte passivo, e 1 S } v } É (]o] } X O É É É } v } É (]o] } u] A ] r 2 do, mas se torna constante a partir de determinado tempo em que as permeases estão todas ocupadas. O transporte passivo continua ocorrendo, uma vez que não depende de proteínas.
Concentração da substância
Figura 05 - Velocidade de fluxo dos solutos ao atravessar uma membrana por difusão simples e difusão facilitada, de acordo com os seus gradientes de concentração.
Solução hipotônica Lado 1
A
Osmose
Solução hipertônica Lado 2
Tv}É É }oÉvÉ ~AP Z É uÉuv Éu]É uÉAÉo É }}É }v}P]ÉvÉÉ}vÉvÁ}}}o}U} Éi UAP É o} }uÉ]}}u uÉv} }vÉvÁ} É }o} ~R]}v]}Z } uÉ]} Éu É } }o} É A Éu u]} }vÉvÁ} Lado 1 B Lado 2 ~R]É v]}ZX A Év!v] U v} É }É } Éu}U vP]rÉ } É ]o_]} ÉvÉ }oÉ U }É v} É uÉuv Éu]É uÉAÉo vÁ} É u]É É o} camento de soluto, somente de solvente.
Pressão osmó ca
Soluto
Membrana semipermeável
Opirus/Arte
A09 Transporte por meio da membrana
→
Figura 06 - Se tivermos uma solução de água + glicose e outra somente água (solvente puro), separadas por uma membrana semipermeável, com o passar do tempo, haverá a passagem das moléculas de água pela membrana semipermeável para a solução de glicose.
10
r
Para entender a osmose, você precisa entender } }vÉ]} É Á} }uZ X N} É˘É ]uÉv} } o} ~.PX ZU } o} U É Z Éu AP U É } } o} U É u AP u] }o}U } u uÉu r v Éu]É uÉAÉo ~]u }u} uÉuv ouA ZXP} }u}ÉUAP Éo uÉu r na saindo do lado 1 para o lado 2, elevando o nível da AP É o}X A (} É oÉ} AP } o} para o lado 2 é denominada pressão osmótica. E (} É vÉ ](ÉÉv ÉvÉ }vÉvÉ }oÉ X Qv} u]} (} ](ÉÉv U u]} ÉA É Á} }uZ X
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Osmose nas células animais SÉu oov]uo~RÉuA]U}˘ÉÉ uo}Z(}}o}Éuu}oÁ}R]}r v] Éu ÉoÁ} } É ]}}oU Éo PvRA AP } }u}ÉU É }ouÉ uÉvA É }É }}É uÉuv ~o]É ÉooZX C}u} uÉuv ouA ÉoAUÉo}vÉPÉuÉv}ouÉ É }É o]u]Xo]u] ÉAZ U ooÉ }uÉX E Év}u]v plasmoptiseX EÉ].uÉvÉ v} } RÉuAr cias, é denominada hemólise. SÉ u RÉuA] (} }o} Éu u }oÁ} R]Év] Éu ÉoÁ} } É ]} ouUAÉP } }u}É É uRAX O (ÉvuÉv} Év}u]v} C}É ooÉi}o}Éuu}oÁ}]}v]UÉovÁ}}(ÉAoÉÁ}É }ouÉ}vvA É }u}ouÉ É v}uoX Extracelular
Intracelular
SOLUÇÃO HIPERTÔNICA Extracelular
Intracelular
O fluxo de água no meio intra e extra é equivalente
A água sai do meio intra e vai para o meio extracelular
Hemácia normal
Hemácia murcha
SOLUÇÃO HIPOTÔNICA Extracelular
Intracelular
A água sai do meio extra e vai para o meio intracelular
Opirus/Arte
SOLUÇÃO ISOTÔNICA
r crenação.
Hemácia túrgida
Figura 07 - As hemácias em solução isotônica ficam normais, pois não há pressão osmótica. Se forem inseridas em uma solução com maior concentração, elas perdem água e murcham. Se estiverem em um meio mais diluído (hipotônico), elas absorvem água por osmose ficando túrgidas.
REGULAÇÃO OSMÓTICA NOS PEIXES Peixe de água doce Peixes marinhos Á} É uvÉ }v]]É É vPÉ Peixe de água doce Peixe de água salgada Peixe de água salgada ˘]u Z AP } uU É ]u ]É É APU } É não bebe muita água r não bebe muita água bebe muita água bebe muita ] É]Á} É }Pv]u} X P} água ]}U ÉoÉ ]vPÉÉu PvÉ entrada de água por osmose entrada de água por osmose perde água por osmose perde água por osmose }ouÉ P A É }uÉ v }É É u } ]v U É pelas brânquias p q pelas brânquias p q u]}}vÉvXO˘ÉÉ }ÉoU}Év]ÉvÉ}PvÉ}ouÉ ÉAPU ˘ÉÉ }ÉoÀv]X A ooo_]} É ]vÉv}}É]˘ÉAP É }ÉÁ} hipertônicos em relação ao meioUu}} É Á}É ÉuÉ}Év}AP} }u}ÉXOÉ]˘Éo_}oÉo]u]vuPvÉ É vÉAP É urina abundante excreta o urina escassa escass ss Éo ]v ÉU Éu o }vU Éu ]urina ]u}vÉXescassa E É ss urina abundante excreta escass e hipotônica e hipertônica excesso de sal e hipotônica excesso e hipertônica sal salinade é compensada pela absorção ativa de sais por meio do epitélio que reveste as brânquias.
11
A09 Transporte por meio da membrana
SAIBA MAIS
Biologia
C}u} ooÉPÉ tais apresentam parede celular, elas vÁ}}(Éuo]Év}}o}Éuu}oÁ}R]}v]r ca, mas aumentam de volume, situação conhecida como deplasmóliseX NÉ ooU } (ÉvuÉv} }uZ} }} r rem entre o meio extracelular e o vacúolo, que pode ocupar quase todo o volume interno da célula. Qv} } u]ÉvÉ ˘ÉÉ ooAÉR]Év]} Éu Ér oÁ} } ]vÉooU }•}o} ÉvoÉ APX A uÉur v É } }ouÉ ]}ouA} ÉuU u É ÉoovÁ}}(ÉuÉu(}uÁ É }U]} É ]P]ÉX Como consequência, pode haver o descolamento da memr v ouA É ooU (ÉvuÉv} Év}u]v} plasmóliseU } oU } É }o}vPÉ } u PvÉ É_r . É importante ressalr }} É u}U }É É (o oo É v ouZo]ÉU uÉuv ouA vÁ} É }o }uoÉuÉvÉÉooU}]É]A ÉoÉu ÉP]É Ru É plasmodesmos, pontos de troca de Àv]ÉvÉ oo]]vRX
]uoÉX EvÉv}U oo É]u uvÉ u ](Ér ÉvPÉ ÉvÉ}uÉ]}]vÉv}˘ÉÉ v}É (v r mental, por exemplo, para as células musculares e nervosas, v}vÁ}É]uo}Éo ]}Éo}vÉv]}X v}É EÉ Éo]}}u}}ÉÉ _vv r }}ÉvÉvuÉuvouAXNÉ}ÉÉ r + }U ! _}v N É }É_v }uÉ] (} + ooU }] _}v K são bombeados para dentro. Para rer o] É v}É }v¡v}U É }É_v }v}uÉu TP A ~](}(}Év}]vZUÉ u}o oÉ(}vÉÉ ÉvÉP]]É ooX A }u É Z]} É }A]} ( }u É } ]vÉ]} oo .É u] vÉP} } É } uÉ]} ˘ÉÉ v}U ]v } u ](ÉÉv ÉP Éo ] ÉvÉ } }] o} uÉuvX A ](ÉÉv É }Év]o Éo ]} ~DDPZU PÉ É u} } o}U (vuÉvo É } ]uo} vÉ }}}vÉv}vÉv]}X
r r
1 - Três íons sódio (Na+) do citoplasma unem-se ao complexo proteico da membrana Na+ Na+
6 - Os íons potássio (K+) são lançados no citoplasma
Na+ Na+ Na+ Na+ K+
ATP
K+
P
ADP
Opirus/Arte
P
Figura 08 - Quando a célula vegetal se encontra em meio hipertônico, perde água e pode ocorrer plasmólise (deslocamento entre a membrana plasmática e celulósica).
P}Éu} (]ouÉvÉ }É u]ÉvÉXuE ]u]}vÉÉ }É U oo(} oR.u˘} É }UuÉ P A }}ÁÉ }É uÉ É É (}oR uRuX SÉ ovÉ P A U} •}o}}ouvRÉ É P AÉ U oo}ou PÉ!v]U(}oR É U}}É v}uoX
É (ÉvuÉv} v} uÉ]}
r
A09Transporte por meio da membrana
P
K+
Na+ Na+ Na+
P
3- Os íons sódio (Na+) são Na lançados para o meio extracelular +
+
K
4- Dois íons potássio (K+) do meio extracelular unem-se ao complexo proteico Figura 09 - Representação esquemática da bomba de sódio e potássio
SAIBA MAIS
O}É }v } P]ÉvÉ É }vÉvÁ}U } ÉiU } }o} É o} ÉP]Á} É uÉv} }vÉvÁ} u]} É }vÉvÁ}XOv}É}}}É}uP} É ÉvÉP] É ÉvÉ Á} É }É_v É_. uÉuv ouAU ] (Á} }ÉuÉv} moléculas de um lado para o outro. A velocidade de transr }É}}o}UvÉ]Á}U ]AÉoUiAÉ}}o} dependente da disponibilidade da proteína de membrana. Bomba de sódio e potássio
12
CITOPLASMA K+
K+
Transporte ativo
Um exemplo É v}É } }u É Z]} É }A]}X O _}v sódio ~N +Z É ÉuÉvÉ Év} uÉuv ouA } ](Á}
5- O fosfato, já sem energia, libera-se do complexo proteico
2- Ocorre transferência de um fosfato energé co para o complexo proteico.
Opirus/Arte
Osmose nas células vegetais
potássio ~K+ZÁ}É }vv
r
UMA PROTEÍNA ALTERADA NA MEMBRANA PLASMÁTICA PODE CAUSAR UMA DOENÇA? O]v]_}}u.}É_vÉ ]•]}v_vÉÉ Éu}É_v}vA É oÉ o} É uÉÉ v}vuÉur − v_}v É o}}~C X Z A ]v]É É}É_v v}} U É }vÉvÉÉ r uÉvÉUoÉvÉ vÉ_}v É o}}v} É (} É oooÉu}Á}ÉuÉÉ v}}X P} serem mais viscosas, as secreções mucosas podem entupir os v]}}vÉuU}]}vv}(}uÁ}]} É }u _É .}X }A }Á }}vÉ}A oÉ }Á É u]]} ]uÉv]u É ]PÉiu É ovv}]vÉv}X }ÁE }}}Á É u]uÉ u}É}r meter os ductos biliares. O muco, produzido no pulmão, é mais }É É}É .}É v] É ]v]}} ]UoÉv}}ÉUvÉu}v]}v]É É v]X
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Transporte por meio de vesículas O }É} É ](Á} ]uoÉU ](Á} (]o] É v}É } Éu]Éu } Àv]} É u}o o É _}v É v ]uÉvÉX T}]U PvÉ u}o o } uÉu} PÉP} u}oÉoÉ vÁ} }vÉPÉuÉ uÉuv Éo} uÉu} uÉv]u} ÉU } ]}U Á} ]v}} oo É ˘É]}] } uÉ]} É_o~G˘}ÉuZU}u}Éu}ÉP]X Endocitose Tv}ÉÉu}o oPvÉ}uÉ]}˘É }]vÉooU}uÉ]}Ér sículas delimitadas por membrana. fagocitose e
O }] } É Év}]}É É u} }U vÉ uZo}U Á}P pinocitose. Fagocitose C}v]ÉvÉ¡oZo]PvÉÉo oo}uÉ]} (}uÁ} É ÉZ}ÉX N} }}}A]}U u]}r}Pv]u} RÉ}ZÉ .}U (P}]}É (ÉÉvÉuÉvÉ}uÉv]u}o]}}ÉvÁ}Év]ÉvÉX N}}É} É (P}]}ÉU uÉuv Éoo }(ÉP]vÁ É }U (}uv}}iÉ É ˘Év ~ÉZ}ÉZ É uvÉ] ÉvPo} ¡oX Eu ÉP]U uÉur v É É}Pv] É ¡o . ]]}v v} ]vÉ]} oo Éu É_o denominadas fagossomos.
r
Formação do vacúolo alimentar (fagossoma)
Opirus/Arte
Lisossomos Emissão de pseudópodes
Núcleo Citoplasma
Par cula alimentar
2
3
Fusão dos lisossomos ao fagossomo
Figura 10 - Representação da ameba (protozoário) fagocitando uma partícula de alimento por meio dos pseudópodes. Ao lado uma foto, feita a partir de um microscópio, desse mesmo processo.
N}Ruv} É U}PoZo}v}o]u}ÉÉ }Év}oÉ¡o vR É U}u} ]XDÉv} oo(P}_UÉv]u]PÉÁ}rÉ É_oÉPu}uÉ]o]v}}}U]vv}r}X Meio extracelular
A09 Transporte por meio da membrana
Par cula alimentar grande Pseudópode
Meio intracelular Fagossomo
1 a 2 µm
Opirus/Arte
Membrana plasmá ca
Figura 11 - Representação da endocitose por fagocitose.
13
Biologia
Pinocitose Por meio da]v}]}ÉU oo ]v}} É o_]}Év¡o Zo] ]}o] vÉÉ o_]}X N} }É}U uÉuv Éoo }(É ]vP]vÁ}U Évv}}]}ouÉuvÉ]]v}}P}¡oXEuÉP]UuÉuv É}Pv]P}¡o É .]]}vv}]vÉ]} ooÉuÉ_oÉv}u]v das pinossomos.
r
}É uÉ]}]v}]}ÉU}˘ÉÉ uo}UÉ oo]vÉv]uP}¡ oÉP}vÉ }Á}}o]uÉv}]PÉ]}Uv}}]PÉ}X Membrana plasmá ca
Go cula/ substância dissolvida
r
Invaginação da membrana Pinossomo
Citoplasma
Opirus/Arte
Núcleo
Opirus/Arte
Figura 12 - Representação da endocitose por pinocitose.
Citoplasma
A09Transporte por meio da membrana
Vesícula secretora
produto secretado ou excretado
Exocitose TrÉ É u (ÉvuÉvo inverso ao da endocitose. A exocitose conr siste na eliminação de produtos do meio intra para o extracelular. É por uÉ]} É }É } É Á} Éo]u]v} } }} É ]] (}u} Éo (P}]}É É ]v}]}ÉX Ao u ]}U u u }}É o]É Á} Àv] É Éo Z ] oo U }u}U } ɢÉuo}U o]É r Á} } }} É É Á} ]É PoÀvo Év}v Éu v}} }Pv]u}X É } } oo } ÀvÉ U É }Éu } R}uv]} ]vo]v É PoP}vU } ] Á} ov} v }ÉvÉ v r P_vÉ } uÉ]} ɢ}]}ÉX P É }} ˘ÉÉ ]}]Á}U É_o É }v u Àv] É A Éo]u]v É (vÉ }u uÉuv ouAU Éo]u]vv} Àv]ÉuÉ]vÉ]}X
Membrana plasmá ca
Figura 13 - Representação da exocitose: aproximação de vesículas da membrana plasmática e liberação do conteúdo para o meio externo.
14
RÉ_} vÁ} ]PÉ]} É Àv]U É vÉ (}u ÉvPo}U Á}uÉv}ÉuÉ_o}˘]uu É uÉuvU(vÉu rÉÉoÉo]u]vu}}vÉ É •}}uÉ]}˘ÉÉ v}X}ÉEÉ }UÉv} minado clasmocitoseU vÉ(ÉÉvÉÉu}Pv]u}v]ÉooÉÉ Éu oo(ÉÉ }}}Ruv}URuuZ(P}X
r r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Exercícios de Fixação 01. (Uneb BA) Dado o esquema abaixo, no qual um recipiente Z
R]}v]ÉuÉoÁ}}uÉ]}U}u É }Éu}}v}rÉ ÉZ
R]}v] Éu ÉoÁ} } uÉ]}U É }u } Éu} }(É
]}v]X
]]]} } u uÉuv Éu]ÉuÉÉoA ~MSPZU } (Ér vuÉv}0]}˘o] É }}}É AÉ v}v}]ÉuU
crenação.
ÉuP}ÉvÉP] P 1
MSP
03. (UEPB) Observe a ilustração abaixo. Representa a bomba de
2
Z]} É }A]}U É ˘o] É ](ÉÉv É }vÉvÁ} É_}vÉv}É(} oo
.
Solvente Soluto
Z
v
}É}V Év } }oÉvÉ Éo uÉur
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](Á}(]o]VÉv}}o}ÉouÉuv Éu]ÉuÉÉoA X Z
}u}ÉV Év } }oÉvÉ Éo uÉuv Éu]
r
ÉuÉÉoA X Z
r
uÉÉoA X ÉZ
, Biologia Hoje vol. 1.
F]PÉLINHARESÉGEWANDSZNAJDER
}u}ÉVÉv}}o}ÉouÉuvÉu]É v}É}V}oÉvÉ}o} É uÉouÉu
r
A }u É Z]} É }A]} u ˘ÉÉ uo} } É Àv]ÉvÉ ooÉ}uÉ]}˘ÉÉ v}XTrÉ}~ZP Z
Ou}ÉX Z
Ev}]}ÉX Z
Tv}É}X Z
D](Á}X ÉZ
E˘}]}ÉX
vÉu]ÉuÉÉoA X 02. (UFRRJ) C oo ÉuÉoR } vPÉ (}u }o} Éu u uÉ]}}u}vÉvÁ} ](ÉÉvÉ } É ]}ouX A ]Á}v}}ouÉÉoo(}]ÉP]v}PA.}É
P]X
R]Év]}U Éu ÉoÁ} } É ]vÉ]}U É ].rÉ É oo uR É v}oRÉ Éu ÉP]X Qo oÉv ]˘}]vo}(ÉvuÉv}É}}É oo}É}P Z D](Á}(]o]U ooÉPÉoX Z D](Á}]uoÉU ooÉPÉ Z Tv}É}U oov]uoX
tempo
Z R]Év]ÉuÉoÁ}}uÉ]}UÉ}u}Éu}}v} rÉ]}v]X Z
R]Év] Éu ÉoÁ} } uÉ]}U É }u } Éu} }(É hemólise. Z
ÉZ
PA.}Éu]É}vo]ÉRÉuA]P É
R]Év] Éu ÉoÁ} } uÉ]}U É }u } Éu} }(É crenação.
r
Ou}ÉU oov]uoX Ou}ÉU ooÉPÉ
oX
05. (Uerj RJ) C }o} v} rÉ RÉ uA ] Ruv É u ](É É vÉ }o É }u }vÉ v É ]v] ]A É ] U }É rÉ É˘É uo](] ]v(o!v] É } P É É uÉ ]o] É uÉ u v o uA ] A P É˘É É } É oo X A consequências desse experimento estão demonstradas v} É É u É P]X
A09
Z
AvAo]É}
oX Transporte por meio da membrana
volume celular
04. (UFPA) S}vRÉu ooÉi}o}ÉuuuÉ]}
15
Biologia
1
2
3
ÉvÉP }VuÉv}}vÉv}Vu]}vÉv}X Z
]v]}VR]Év]}VR]}v]}X Z
}uZ}VR]É}uZ}VR]}uZ}X Z
]v]}VuÉv}}vÉv}Vu]}vÉv}X ÉZ
ÉvÉP }VR]Év]}VR]}v]}X
4
Z
O esquema que representa o comp}uÉv} RÉuA]U } }o} É ÉuuuÉ]}R]Év]}U }Év•uÉ}P
09. (UEMS) Qo oÉv É }ÉuÉvÉ u } }É}v}É É uÉuvouAÓ Z
FP}]}ÉP}É}v}É É Éu]ÉÉvÉ
Z
_Àv] É ooÉ}vvÉuÉvÉX Z Z
E˘}]}ÉP}É}v}É É Éu]É]vPÉÁ}É
Z
Àv]}uÉ]}}}ÉvÉP]W}uÉZ]}X Z Z
Ev}]}ÉP }É} É v}É É u]É Éo]u]v
r
Á} É Àv] }u ]uÉvÉ u]}ÉU É vÁ} r
06. (Unifor CE) OÉÉ.P]˘}X
ÉuuÉuvouAX
Par cula de alimento
Z
receptores de membrana
P}É} }P Éu]É ]vPÉÁ} É Àv] }u ]
r
uÉvÉu]}ÉUvÁÉ }uÉ uÉuvouA
r
UÉuP}ÉvÉP]X ÉZ
P}É} ]}P }É} É v}É É }}É Éu
Citoplasma
P}ÉvÉP]}u}](Á}U](Á}(]o]É}u}ÉX
Membrana plasmá ca
10. (Unimontes MG) .}É A _~u}]]}ÉZ u}Évr NÉoUÁ}É Éu}É }É}É Z
ouZo]ÉX Z
]v}]}ÉX Z
(P}]}ÉX Z
}u}ÉX ÉZ
](Á}X
RÉÉ]A](ÉÉ ÉuÉ urv]}XNÉr sa doença, as secreções exócrinas são muito viscosas, obstruinr } } } PoÀvo ~ÀvÉ É PoÀvo o]ÉZ É ] É]Z]U ]v]ouÉvÉ } v]}X C}v]Év} É(vÉ}}u}vÉvÉÉooÉUÉ}Év A]ÉÉ uÉvÉÉo]}v}u Z
É˘É } v _vÉ É É }É _v É o} É _ o} É v}o
07. (Ufam AM) C}uoÉÉP ÉÁ}A }uZÉvÉ}vÉvÁ}É¡oÉ Z
].oÉv}Éu
soluto na solução. Quando duas soluções apresentam concenr Z
A09 Transporte por meio da membrana
YYYYYYYYÉu]]o_YYYYYYYYuÉÉ vÉX }oÁ}ouAV}oÁ}R]Év]X Z
}oÁ}R]}v]V}oÁ}R]Év]X Z
}oÁ}}V}oÁ}R]}v]X Z
}oÁ}R]Év]V}oÁ}R]Év]X ÉZ
}oÁ}R]Év]V}oÁ}R]}v]X
08. (Furg RS) SÉoÉ]}vÉ oÉv É vRÉ }ÉuÉvÉ as lacunas do texto abaixo.
r
É (É ]} v} v } É É _}v É A P uÉ u
r
na celular. Z
.]!v] É v}}É}]PÉ}o]}}uoX
11. (Unifor CE) Po]}É A uu}o o•É ]uoÉo]r ]vÉvuÉvÉv}uÉ}o]u}Év} ooXN}Évv
r
}UÉvPo]}É É }}ÉuoPu oo} v}}}}Uu}v}_É É }o]P É u}É_v É uÉuv v}} É_.U É } ˘]o] ÉuÉuvÉooÉuRÉP}ÉvÉP]X
O processo de transporte ativo na membrana de células
16
}uÉv}Éo}}uoÉ
˘}P}oP]ÉvÉX
](É É ÉvÉ}o} É Uu]}vÉv RuÉ Z
r
uA ]} X
EÉ}Éu}]uÉv} }vRÉ]}}u}
v]u] É É ] É o} P } Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y U } Z
meio da ação de um sistema do tipo “bomba de sódio e por Z
}u}ÉX
A ]} _X E É }É } ]} É ( vÉ É A ]}U u É É Z
v}É}X
realiza o transporte de íons de um meio ________________ Z
](Á}]uoÉX
para um meio ______________ . ÉZ
](Á}(]o]X
˘}]}É É X
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Exercícios Complementares 01. (Mackenzie SP) A tabela abaixo mostra o que ocorre com o volume e as concentrações interna e externa de uma célula }˘} É ](ÉÉvÉ}oÉX
04. (Ufpel RS) SÉrÉU É oo˘ÉÉ uÉ (v U É vÉ]} A É RÉu}v}oÉ}vÉvÁ}]vÉv P AÉ _}v É XuE U}!u]}N}Éo_u] É (}]i
r
uÉvÉ}]u ]}v}ÉruÉ]v}uÉ
Situação
Estado inicial
Estado final
Volume da célula
A
conc. ext > > conc. int.
conc. ext = = conc. int.
constante
oo]u]XoÉE }]u É }É_v~}]vU Z }
B
conc. ext < < conc. int.
conc. ext = = conc. int.
alterado
P A u}]uÉ É vXOv} É }u}]uÉv} }
Os proÉ}}}É É uÉuÁ}B É A UuÉÉ vÉP Z }u}ÉÉ](Á}X Z ](Á}v}É É Z }u}ÉÉ](Á}(]o]X Z ](Á}É}u}ÉX ÉZ v}É}É](Á}(]o]X
r
É (}u P A v} uÉuv oo É oPv É }]} É U}u}}]É o]}PoÀv
r
v_Éo uÉuvouAUÉ (}uu }}]} o} É P]ÉvÉ}uZ}oÉÉ }Á u}o oP AÉ (É]o} É uvR} É PÉ oÉ ]X Ciência Hoje, n° 200UXX
}X
02. (Uespi PI) Qv} É ( } oPuÉv} É vÉU ÉrÉ É } u]}r}Pv]u} É SÉvÉu_ É ]vo u} Á}É }É]Á}XC}vo]rÉU]uUÉ vÉ }vÉuuuÉ]}P Z ]}v]}X Z R]}v]}X Z R]Év]}X Z o]_]}X ÉZ ou}o]}X 03. (Ufam AM)OGA.}]˘}u}}vÉ!vÉ É íons, CU MP É Nv}v É }v}]}}oÉ oouÉ ov ˘]ÉÉ A vÉuÉ uoP}vÉ P A }]Z
Meio externo Soluto Água
r Aquaporina
Citoplasma Condição 1
Meio externo Soluto
}oP}X
Água
TRANSPORTE ATRAVÉS DE MEMBRANAS
Aquaporina Citoplasma Condição 2
Transporte por meio da membrana
BÉ}~v} Z ˘} É v} É }vRÉ É ]uÉv}U]voÉ oÉvINCORRETAX Z
.PU Ru} É }u}ÉX Eu oo ÉPÉ] v condição 2 ocorre a plasmólise. Z
Uu(}u](É É v] É }v}É}}
r
]} v}}P}vÉÉ P]~ATP]ÉÉ Z }Á }v
r
}É~}v}(}}P]ÉvÉoÉÉ }_u]}X Z Z
C oov]u]PÉÉ ]Uv}v]Á}U}ÉuP AU por isso ‘incham’, o que pode levar ao rompimento celular.
A09
PÉo}PA.}}Éu}}vo] }vÉ !É É É vÉ _}vv}}]uÉ]}~]voo É }A }Á É Z uv}P Z ]v}]}ÉX Z v}É}X Z v}É]}X Z (P}]}ÉX ÉZ ÉuÉ]o]ÉÉoÉX
O }É} É ](Á} É u}o oU Év} v
17
Biologia
Z
N](Á}(]o]Uu}Év}É]}U}
ÉZ
r
Z
IIU RÉuA].uou}o]U}]v}uÉPoR
É_vÉuÉuvv}uÀv]}uÉ]}u]
vu}oÁ}]}v]UÉ}ouÉ]}ouA}vÁ}
concentrado para o menos concentrado. BÉ} v .PU }ÉrÉ }v]É ÉU v }v]Á} U } uÉ]} R]}v]} ÉU v }v]Á} U R]Év]} Éu ÉoÁ} ooX
]}o}vP}}Éu}X Z
IIIU RÉuA]PvRuAPÉuÉvuÉ}ouÉ]} que se encontram. ÉZ
IU RÉuA] PvRu APU iA É (Éu v}É } É_}v}]vÉ]} ooU}vv}rÉR]Év]X
tem sido um aliado do homem na conservação de certos alir uÉv}U}u}vÉXSoPv}}É]˘ÉU}˘ÉÉ uo}UÉoÉrÉ
07. (Ufu MG) SÁ} } oo É o]u } v}É É
(}ÉuÉvÉ}É}Év]o}uZ}XA]uUv} ]
Àv]}uÉ]} (P}]}ÉXAuÉ~}}}A]}ZU
decompositoras entram em contato com a carne
}˘ÉÉ uo}Uo]u}ÉÉ }Éuo]uÉvÁ}X
} }u}É U PvRu A P U }vv} ] •P] U
C }v]É v} É É ]} É v } É U vo]É (]u ]
](] o v} } É uÉ }o]u}U }vÉ v} vÉ U
abaixo.
por mais tempo. Z
IX
} ]( Á }U } o É vÉ v ] U u v} r } plasmólise.
Z
} }u}ÉU PvRu APU}vv} ] ou}o]
IIX
A(P}]}É uv}É}U}]}o]uÉv}
r
IIIX N}}É U}}É}(P}]}É É o]}} oPu oo É (ÉÉ U }u} } ˘ÉÉ uo}U oPv
}}u}ÉUuÉ É P A } uÉ]}˘ÉÉ v}U]v} É }
PoZo}v}X
seu metabolismo, conservando a carne por mais tempo.
MÉoÉv}ÉX Z
ÉvIÉIIIÁ}}É
X
Z
ÉvIÉIIÁ}}É
X
Z
ÉvIIÉIIIÁ}}É Z
IUIIÉIIIÁ}}É
06. (FMJ SP) Eu ! } É v]} }vÉv} }oÉ É u uÉ u} }o} Éu }vÉvÉ É }vRÉ ] U (}u }o}
r
Pu}o]uÉv}}]vÉ]}uÉX
r
tabolismo induzindo a latência. ZÉ
r
uÉv}U É ]PÉ]} v} É ]vÉ]} } uÉ]} É v]
vessa a membrana com a ajuda de proteínas que carrer
por mais tempo. }](Á}U}oÉvÉv ]].ov}}uÉÉ
PÉo Éu]Á} É ÉZ}ÉU uÉ } o] uÉ_.X
r
U ].ov} } É uÉ}o]u}U }vÉv} vÉ Z
r
ouA}U }] Á} R]Év] Éu ÉoÁ} }oÁ} Éu
05. (UEPB) DÉ vP]ÉU } o }uu ~o}É} É Z]}Z
Z
r
r
RÉuA ] i É } .]}oZP] É Á} ÉP] v} PA.}X
X X
08. (Escs DF) Temperando Saladas Você jAÉ
ter temperado saladas para sua alimentação usanr
} ]uÉvÉ ]vPÉ } o]uÁ}U o É]ÉX P}˘ÉÉ ]!v] Z]U }! iA É }É} ÉU É uÉ }u antecedência, as verduras murcham.
A09Transporte por meio da membrana
Sv]L}É
Após vAo]É } PA.}U }voÁ} }É É RÉP que no tubo Z
IU}oÁ} R]}v]U}]RÉuA]UÉv}u]}v ÉvUPvRuAPÉ}}É]Zo]ÉX Z
IIU RÉuA] uRuU }] v} uÉPoR vu }oÁ}R]Év]UÉuAPÉ]v}}}ouÉ]}r ouA}X
18
r
– BIO – 71
Euuo Éo(ÉUv}ÉuÉU}}É}ÉP]v r É(ÉvuÉv}P Z D](Á}Wu}]uÉv}¡o É }}v}}vÉÉoÁ}É menos concentradas para onde estão mais concentradas. Z D](Á} (]o] W u}]uÉv} } É uÉuv lipoprotéica sem a presença de enzimas especiais. Z P]v}]}É W u}]uÉv} É ¡o P} É membrana proteica, do meio mais concentrado, para omer nos concentrado. Z Ou}ÉWu}]uÉv }u}o É oAP É uÉ uÉ]}É menor concentração para uma de maior concentração. ÉZ Ev}]}ÉWu}]uÉv}É¡oU ÉuÉu r vÉu]ÉuÉÉoA U}uÉ]}]vÉv}}uÉ]}˘ÉÉ v}X
FRENTE
A
01A O LUDÓM
BIOLOGIA
RIBOSSOMOS E SISTEMA DE ENDOMEMBRANAS A }PvÉo ~} ouP organello AA Év} PÁ Z }Z Á} Éo}o]v} ]}ou ooÉuÉvRu(vÉÉ_.UÉo]v}É}.]}oZr P]]u}vÉXEo}ÉuuÉÉ uv}U}vÁ}uÉuv}U}u}}]} }u}X O ]Éu É v}uÉuv }u}} } }PvÉo (}u } vo]_]]u]oÉuÉuvouAXEo]]É É u}}}}}É ]}ouA}U}o (}u}}A]}}uuÉv}XEvÉ }PvÉo}vr ]vÉ } ]Éu É Év}uÉuvU uÉ rÉ } complexo golgiense e os lisossomosX A}uv]Á} ÉvÉ É }PvÉo}vÉÉU ]v]ouÉvÉU } uÉ]} É _o v}}U É }u É u }u uÉv}}}É(vÉuu}uuÉv}}É X
ASSUNTOS ABORDADOS nn Ribossomos e Sistema de endo-
membranas
nn Ribossomos
r r
uÉu
nn RÉ _ o} É v}o uA ]} nn C }uoÉ ˘} P}oP]É vÉ
retículo endoplasmático, o r
Ribossomos Os ribossomos não compõem o sistema de endomembranas de uma célula eucar ]ZX EvÉv}U u} Aro} É vÉoU }] ÉoÉ }Éu É}]} } ¡o} É Év}ouA}v}]}ouÉoo}Évo]Év}]}ouX O]}}u}Á}Po}oÉ É ]Év}}]}vÉÉv}]}v É ÉU É o}o]urÉ Év} u]}v] É o}}o}X E }PvÉo Év v]É ](ÉÉvÉ É vÁ} AÉ o]u] } uÉuvX S }u}]Á} _u] vÉÉ ]}voÉ}}É]U]} Uv]ÉÁ}}v_ ÉRNA]}u]}}ÉÉ _vX
r
Ribossomo 80S eucarió co
25nm 60S
40S
Subunidade menor Ribossomo
Opirus/Arte
Subunidade maior
Figura 01 - Desenho em cores fantasia de um ribossomo eucariótico, evidenciando as duas subunidades.
O]P]vurÉ É u ÉP]Á} } v•oÉ}U Ru vo }o}U É Á} É}vA É]Éo_vÉ}ÉÉ _viv}}u}uoɢ}Év]uURNAuÉvPÉ]}URNA v}} É } u]v}A]} ]}v_É] v} ]}ou ooX DÉv} oo Év}vurÉu]oRÉÉ]}}u}UiAÉ}É_v}vÉuÀv]É u]}o}o]}}uÉ}o]u}ÉooX
r
19
Ribossomo
Proteína em formação
Opirus/Arte
Biologia
Proteína finalizada
RNA mensageiro Subunidades do ribossomo Figura 02 - Desenho em cores fantasia de vários ribossomos (polissomos) realizando a síntese de uma mesma proteína.
Retículo endoplasmático É (}u} } u o uÉuv }É v•oÉ} ooU}ÉiUuÉuv}¡o} É Év}ouA} }v¡v }Év}oZ]}voÉ~]}ÉZXo]PÁ E }ÉvÉÉ ]u}vÉ }ÉuÉvR}É(vÉU}u}Éu}]vÉX
o]_] É }v¡v uÉuv ˘ÉÉ v É
O ¡o} É }u}} } u É ]vÉ}uv]vÉ É _o (}u } uuÉuv}v¡vU oÉo]u]u}É Ru} oPu ÉP]É É0]É ˘ÉÉ v uÉuv ~} ]}Zo]Z AÉ}É } ]}}u}XI}}]]o]]vÁ}ÉvÉ}]}¡o} É P mático granuloso – REG ~}P}ou É }]vU¡o} É Év}ouA}P}}U RERZÉ} retículo endoplasmático liso – REL~}vÁ}Pvo}}ZX
cisterna ou lúmen. Eu o retículo endoplas-
Retículo endoplasmático granuloso OREG vvÉu]} É Év}o]}Éu ooÉo]u_vÉ}É r É]U }u} } ˘ÉÉ uo}U oo } ÀvÉU É u ]vo]v É PoP}vV } ooÉu}É uP} É UuÉ u}Év]u]PÉX
A10
Citoplasma da célula 5’
3’
5’ RNA mensageiro
Membrana do RER Cisterna do RER
N
3’
membrana externa envoltório nuclear membrana interna re culo croma na endoplasmá co nucleolo rugoso
r
poro
Proteína
Ribossomos
Opirus/Arte
Ribossomos e Sistema de Endomembranas
A É]PvÁ} } ¡o} É Év}ouA} Pvo}} }ÉÉ Év É u•o o} ]}}u} É]} (É ˘ÉÉ v uÉuvU }vÉ PÉouÉvÉU (}uu complexos chamados de polirribossomos ou polissomos É ]vÉu }É_v É Á}]viÉv]Év}¡o} É Év}ouA}Pvo}}X
Figura 03 - Esquema tridimensional, em cores fantasia, mostrando o retículo endoplasmático rugoso contínuo à membrana do núcleo. Em zoom, a membrana do retículo com os ribossomos aderidos e traduzindo as proteínas que são enviadas à cisterna.
20
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
A u]}] oo É ]Z ] É v REG U }u u]} } uÉ v} P É É v}o]uÉ v} X E }PvÉ o É }vA É o } } ]U É u PÉ o U }É _v É É Á } ɢ} U É ]Á } É u } } oPÉ } } }U }u} }É _v É É uÉ vRu É o (]]}oZ P]} v Z ] oo U É˘É Á } É v]u o]} u] É Á } } ] u u v} REG X A (]v] É } ]} }u} É o} RE G É rÉ } (} É É uÉ u v } ] }É _v É } É É _(] } ]} } mos, chamadas de riboforinas.
r
r
Opirus/Arte
r
Figura 06 - Micrografia eletrônica de uma célula mostrando o retículo endoplasmático liso.
P} vÁ} }] ]}}u}U } REL vÁ} AÉ Év}o]} }u _vÉÉ }É_vU ÉvÉv}UAÉv}o]} }u }(vÉ]] ooP
Figura 04 - Micrografia eletrônica de uma célula mostrando o retículo endoplasmático granuloso.
Retículo endoplasmático não granuloso À ÉP]Á} } ¡o} É }vÉ } ]}}u} Á}É ÉvÉ ArÉ}v}uÉ¡o} É Év}ouA}o]}~RELZXEvv } } REG (}u} } }o RU } REL Éu uÉu v}u(}u}oÉv]XREGÉRELÁ}É }r vÉ}v]Á É }UuÉ }É U(}u ÉA PoX A} }} uÉuv R ] ]]v} (}uoÉv}}]}}u}X
r r
de lipídeos: (}(}o]_É } U É É }]É U }oÉ r terol e outros lipídeos constituintes da membrana são ]vÉ ] } É o} RE L X nn Contração muscular: } RE L o o u o É uo_}vAo]}UuvÉv}u}u]v] UÉ (v uÉ vo É }} }v Á } u oX nn Desintoxicação: oo }(_P}U]vÉ ]v}U ]v U É oÉ É ouÉ !u RE L }u (vÁ } É P } } Z˘]} }u} É ]] U }vÉ vÉ U A o}}o U uÉ ] r uÉ v} É } }P X nn Liberação de glicose: PÀ vo} ÉPo]}P!v]}U uÉ r v } v oo } (_P }U É v}v u rÉ É ]} } RE L U É Á } É } É u Po]}É (glicogenólise) v} oo É ] É vÉ P] X
Complexo golgiense O médico ] o]v} C u]o} G}oP] U É u ı U É v} oo vÉ } U ]É v](]} É o ]uÉ ] É u É r trutura celular até então desconhecida, a qual posteriorr uÉ vÉ É É } É v}uÉ X C }uoɢ} P}oP]É vÉ u }u}vÉ vÉ ]}o uA ]} }v ] _}U v u]} É v} oo U } }o uÉ u v} ~É }v ] ]Á } ]P o uÉ u v o uA ] Z R U empilhadas umas sobre as outras.
Membrana nuclear Núcleo Ribossomos
Re culo endoplasmá co rugoso Re culo endoplasmá co liso
Opirus/Arte
N} }}}A ]} U(vP} UÉPÉ ] É oPv É } U }o R } }uoɢ} P}oP]ÉvÉ ]]ÉurÉ Éu ]oR } }} } ]}ou U É uvÉ] ]É X N células dos vertebrados, as pilhas se acumulam em um únir co local na célula.
Figura 05 - Esquema tridimensional, em cores fantasia, mostrando o retículo endoplasmático rugoso e liso.
Localização e estrutura N u]}] das células dos vertebrados, o complexo P}oP]É vÉ ] rÉ É vÉ } É _ o} É v}o uA ]} É uÉ u v o uA ] X E }PvÉ o (}u } ! 21
A10Ribossomos e Sistema de Endomembranas
Opirus/Arte
nn Síntese
Biologia Opirus/Arte
]v} }o ~]É v Z }u É _ o ~É (}u É ( r ] Z }] }o U É v}u]v dictiossomo ou golgiossomo X E u ] ]} }u} } _É o ]É v](] uma face cis ~} (É }˘]uo U } (É (}u ] Z X }o r } É _ o} o uA ]}U É u face trans ~} (É ] o U } (É É u Á } Z U }o uÉ u v o uA ] X M] }É _v } ] v} É _ o} É v}o uA r ]} P}} Á } É v] ]É uÉ vÉ } }uoɢ} P}o r P]É vÉ U } uÉ ]} É É _ o U É v}u]v vesículas transportadoras ou vesículas de transição X E É _ r o É (vÉ u (É cis, onde despejam o conteúdo que transportam. Uma vez dentro das cisternas, esses Figura 07 - Micrografia eletrônica de uma célula mostrando o complexo golgiense. ](É É vÉ uÉ ]] ~ }É _v U o]_É } É X Z É Á } armazenados e processados É ](É É vÉ uvÉ ] X FÉ r É vÉ uÉ vÉ U u }É _v }É }(É Po]}]o Á } ~ ]Á } É u }] } Z U É ] u Po]}}É _v V (}(}]o Á }U ]]}vv} u P } (}(}U É vÉ } r } X M}v} _É } Á }U u u U }o]uÉ ] } (}uv} }o] _É } X Uu É˘É uo} É ]v É É oo}É (}u v} }uoɢ} P}oP]É vÉ oo É r PÉ ] X A Z } }É uÉ v}U } ]É u P}oP]É vÉ ] endereçar aquela molécula, ]} U ]vÉ ] vÉ o oPu }u}vÉ vÉ É oRÉ É u] ] É P]Á } }vÉ É ] X Uu É vÉ É }U } } } É É A ɢ} } É o oo empacotado em vesículas e lançado ao citoplasma no interior de vesículas de secreção que É u v (É trans } }uoɢ} P}oP]É vÉ X E É _ o o]É É o (É É u Á } ]]PÉ u rÉ } É É ]v} (]vo U É }É É v} } Z ]} ]}o r ma, como o meio extracelular.
complexo golgiense
Opirus/Arte
A10Ribossomos e Sistema de Endomembranas
re culo endoplasmá co granuloso
Figura 08 - Representação esquemática da célula como um todo e, evidenciando a estrutura do complexo de Golgi e sua interação com o retículo endoplasmático e a membrana plasmática.
22
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Complexo golgiense e a formação do espermatozoide Espermá de 1
QUAL A DIFERENÇA ENTRE SECRETAR E EXCRETAR?
Acrossomo Núcleo
M itas vezes usamos e ouvimos o P É É É˘ÉU }u} É Éo (}Éu ]vv]u} X M U v B]}o}P] U Éo !u ]Pv] r .} ](ÉÉvÉ X Quando dizemos que a célula É } oPu }}U É r u} v} É(É ]v} Àv] úteis produzidas naquela célula, mas que saem dela e vão para } ÉP]É } }} , como, por exemplo, R}uv]} U } uÉ u} (} } }}U }u} } } PoÀvo }_ U que secretam suor. A ˘ÉÉ Á} É (ÉÉ É } }É} É o]u]vÁ} ÉÀv] É são resíduos do metabolismo da célula, isto é, produtos que prer cisam ser descartados, como, por exemplo, a urina.
4
Espermatozóide União de vesículas secretadas pelo complexo golgiense
2
3
Citoplasma que será eliminado
Cauda
Opirus/Arte
E }PvÉo muito importante v (}uÁ} } Ér permatozoide, pois Éo ]A }] u estrutura chamada acrossoma ~} PÉr P} acros Wo}U }}r e somatos W }}ZU que é uma vesícula rica em enzimas dir PÉ É o} r liza na extremidade } PuÉ X SÁ} É r Év]u É ( r cilitam a penetração do espermatozoide no óvulo.
SAIBA MAIS
Complexo de Golgi secretando vesículas
Figura 09 - Formação do acrossoma do espermatozoide pelo complexo golgiense.
Exercícios de Fixação 03. (OBB) ObserÉ]uPÉu]˘}X Vacúolo Mitocôndria
}X
02. (UFRGS) A]voÉ}uV~ÉÉ]}Z}F~(o}Z .u r É]˘}U(ÉÉ ÉvÉ}}uoɢ}P}oP]ÉvÉX ~ Z Éo}oÉ_vÉÉo]_É}}]É É X ~ Z Eu}}É_v}Év]ÉvÉ}¡o} É Év}o r uA}É]]]v} É X ~ Z DA}]PÉu}}}u}v}Éu}}]ÉX ~ Z AÉvÉE Éu ooÉovX A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é Z VWVWFWVX Z VWFWVWFX Z FWVWVWFX Z FWFWVWVX ÉZ VWFWFWVX
Complexo de Golgi
A10Ribossomos e Sistema de Endomembranas
01. (Unifap AP) Qo.u]˘}vÉ }PvÉo ]}ouAuÉ ]vÉv]ÉuÉ u ooPovoÓ Z L]}}u}}uoÉ É ˘ }ÉG}oP]X Z C}uoɢ}ÉG}oP]Éu]}v]X Z RÉ¡o}Év}ouA}Éu]}v]X Z RÉ¡o}Év}ouA}}uoÉ É ˘}ÉG}oP]X ÉZ L]}}u}¡o} É Év}ouA
Re culo endoplasmá co
UouÉvÉ Év}vu} } }uoɢ} P}oP]ÉvÉ v É ˘]u} Z } ¡o} É Év}ouA}X E }˘]u]É }}ÉU}]P Z } }uoɢ} P}oP]ÉvÉ É}É_v }] Éo} ¡o} É Év}ouA}o]}X Z } }uoɢ} P}oP]ÉvÉ É o]_É} }]} Éo} ¡o} É Év}ouA}P}}X Z } ¡o} É Év }ouA} É Po]_É} }]} Éo}}uoɢ}P}oP]ÉvÉX
r
23
Biologia
Z ÉZ
} ¡o} É Év}ouA} É}É_v É o]_É} } ]}Éo}}uoɢ}P}oP]ÉvÉX } }uoɢ} P}oP]ÉvÉ É o]_É} É }É_v }] }Éo}¡o} É Év}ouA}X
r r
04. (FGV SP) OvÉÀ uPoÀvov0]vU}iÉ U}uo (vÁ}UuÉÉ vRv} uoÉ iv} } ]Éu]PÉ]} Z na produção de enzimas, tais como amilases e lipases, e tamr u iv} } ]Éu vZÉ ]v}U v}Á} É R}uv]}U ]}u}]vo]v}É PoP}vXTÉv}uÉ ]}u}]Á} ]}_u]o]}É É vÉ}A U}PvÉo]} r ouAuÉuv}v}o] É ]ÉuÉvÉ v}Á} v} É uÉvuÉv}v] À É }Á UuÉÉ vÉU} Z ¡o} É v}ouA É }P}}}É }uoɢ}P}oP]ÉvÉX Z ¡o} É Év}ouA}o]}É}o]}}u}X Z ]}}u}É}¡o} É Év}ouA }P}}X Z }uoɢ}P}oP]ÉvÉÉ}o]}}u}X ÉZ o]}}u}É}•}o}]PÉ }X 05. (Fac. Santa Marcelina SP)Ou}]vÉvo uuÉ]o}ur oɢ} }v_} ]v]ouÉvÉ } Po]}}É_v ~}É_v }]}o]_É}U Z }]}}É É } oo ]] É uÉ (}uo]É A É XP˘ÉÉ (vÁ É }}É U ooo]](}uÉuÉ vÉ oo É É ]A É ]vÉ}Á vÉÉ }PvÉo]vÉUuÉvU}É sar, endereçar e embalar o material a ser secretado. ~C S]oJ•v]}
r
Z
É u}v}_É} ]vÉ} v} ¡o} É Év}o uA}U}oÉv]}o]_É}X
07. (Unicastelo SP) O Ao}}oU v} }vu]} }u (É!v]U }É}oÉÀv]}}Pv]u}U}ÉiU}ÉÉ u]}ÉÁ}vÉÉA]ÉoÉ((ÉÉ ]}XE}oÉÀv ]A}] É }uÉv}É Z ¡o} É Év}ouA}o]}ÉvÉv}RÉZ]}X Z }˘]}u} É ÉvÉv}vÉv]}X Z u]}v]ÉvÉv}vÉv]}X Z ]}}u}Év Év}RÉZ]}X ÉZ o]}}u}Év Év ooÉv]X 08. (Unioeste PR) OÉ]}É]Éo]oÉ]Évu} Éoo É } u} ~Po]}}É_vZU É ¡ o Éu ÉvÁ} v} ]v]}X C}u É v (vÁ} É ooUo}PvÉovÉÉ Év}o]Ó Z V•}o}X Z L]}}u}X Z M]}v]X Z C}uoɢ}ÉG}oP]X ÉZ RÉ¡o}Év}ouA}o]}X 09. (UEPB) OÉÉ}Éu oo]˘}UÉuÉP]}u oÉÉ}˘} É É(}u}vAro}}É}X
r
r
r r
r
et al. Biologia 1UX}A XZ
A10Ribossomos e Sistema de Endomembranas
ooo]](}uÉ ]vÉvoda mocosa intes nal célula u}} caliciforme
A parte proteica e o polissacarídeo, que compõem o material }É v}}É}É_vÉÉ}u}]vÉvoUÁ} }]}UuÉÉ vÉU Z v}}˘]}u} É Év}¡o} É Év}ouA}o]}X Z v} ]Éu P}oP]ÉvÉ É v}¡o} É Év}ouA} o]} É P}}X Z v}•}o}}(AP]}Év}¡o} É Év}ouA}o]}X Z v}¡o} É v}ouA É }P}}v} É ]ÉuP}oP]ÉvÉX ÉZ v}o]}}u}Év}]}}u}X 06. (UECE) O ¡o} É Év}ouA} É } }uoɢ} É G}oP] Á} }PvÉoÉooÉi(vÉÁ}É Éo]}vÉP]v É(}uP Z }ÉÉ _v]vÉv}¡o} É v}ouA É }X Z Év]}É_vU vÉoÉ ]vÉU }¡o} É Év}o uA}X Z Év] }o]_É}U vÉoÉ ]vÉ}U } ¡o} É Év }ouA}X 24
r
r r
O PvÉ Év}o]uÉv} } YYYYYYYY ]v] É É r oo Éu ]vÉv ]É É YYYYYYYYU É Év É u YYYYYYYYÉu]vÉv]Éo]É É Á}YÉ YYYYYYY]v] r rÉÉu oo}u(vÁ}YYYYYYYYX Assinale a sequência que completa corretamente o texto acima. Z RÉ¡o}Év}ouA}P}}V_vÉ}ÉÉ ]V}uoɢ} P}oP]ÉvÉVÉ_o˘ÉÉ Á}V˘ÉÉ }X Z RÉ¡o}Év}ouA}P}}V_vÉ}É ]V}uoɢ} P}oP]ÉvÉVÉ_o˘ÉÉ Á}V˘ÉÉ }X Z C}uoɢ}P}oP]ÉvÉV_vÉÉ}]}V¡o} É Év}r ouA}o]}VÉ_oÁ}É V}É X Z RÉ¡o} Év}ouA} o]}V _vÉÉ Àv] u}r V}uoɢ}P}oP]ÉvÉVÉ_oÁ}É V}É X ÉZ RÉ¡o}Év}ouA}P}}V_vÉ}ÉÉ ]V}uoɢ} P}oP]ÉvÉVÉ_oÁ}É V}É X
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Exercícios Complementares 01. (UEPG PR) A .P ]˘} u ÉvÁ} ÉuA }É ¡o} É Év}ouA}U}uoɢ}P}or P]ÉvÉuÉÉ uvouA~]ouÉvÉ}} u}}Pv]ÉZX
r
02. (Escs DF) C}v]Év}rÉ.P]˘}U]o É }} É u oo } ÀvÉU }É} .u É _v É Év]u ]PÉ vÉ oo }}É v É ooÉvv.PÉo}v•u
Com ÉoÁ}}Pv]Á}Uv}ÉÉ_o(vÁ É } ÉooÉU]voÉ}É(}}É}X
r r ero
2 Membrana Plasmá ca
3
4
1
Complexo o Golgiensee
B]}o}P]ÉooIXV}oXUMZo}X Fundação Cecierj, Consórcio Cederj.
Z Z
Re culo Endoplasmá co plasmáá co co o Rugoso (RER)
Z Z
Ribossomos
X uE Uv} É A É (É]}}uoɢ}P}oP]ÉvÉX (ÉA ] }}vÉ_o É }Év]ÉvÉ}¡É r o}v}ouA É }vÉÉ uv}}uoɢ}P}oP]ÉvÉX X N ]É v } }uoɢ} P}oP]É vÉ u} É u U }} É u } }É } (]v] vÉ É A ]} ɢ} r tação das proteínas produzidas no retículo endoplasr uA ]} P vo}} X N} }uoɢ} P}oP]É vÉ U }É r _v Á } u}](] U É É É u } É u bolsas membranosas para serem enviadas aos locais em que atuarão. X E u U u} u É _ o É v} É É r uÉ u v o uA ] X O }uoɢ} P}oP]É vÉ atua também neste processo de secreção celular ~ }É } É v]} (} oo É À v] •É ] } }Pv]u} Z X X A (É } }uoɢ} P}oP]É vÉ }o uÉ u r v o uA ] É v}u]v É (É v U }u} u} } É u X É vÉ (É É } u É _ o }vÉ v} }É _v u}](] U ] É Á } É vÉ É } o} ] }vÉ É˘É É Á } (v É X X E u æ U É v } É (}u Á } É u É } r ˘] }u} }vÉ v} É v]u ]PÉ ] ] É u É _ o É } (É v } }uoɢ} P}oP]É vÉ X GPæ
03. (OBB) Assinale a alternativa que indica corretamente o v}uÉ É u (vÁ } É u É }v v (]P P j i
l k
a b
h
c
d
g
e
Z Z Z Z ÉZ
Ribossomos e Sistema de Endomembranas
}A ÉPAu]UJMVMR}UGRX Biologia das Células: Origem da vida, citologia e histologia, reprodução e desenvolvimento. V}ouÉXÉX]} E M}ÉvUSÁ}Po}UX
WÉ }uoɢ}P}oP]ÉvÉWÁ}É ÉooX W¡o} É v}ouA É }P}}W_vÉ}ÉÉ É _v W]}}u}W_vÉÉ }]É É X PW]}ÉWÉv}É(}uÁ}É_o]}ÉGPÉo}X RWvo }o}WÉv}É }v}oÉÉooX
04. (Escs DF) N}É]}}viv}Év}oÉ v_(É}}É Uv(ÉÉuÉ]uÉv}˘o É U oo]vÉ]]](É É Év]uÉu oo}}É esteroides.
os túbulos semir
A10
Vesículas
3 4 1 2
25
Biologia
A}PvÉou]Év}o]vÉ oo Z
}]}ÉÉoÉ}X Z
}ÉoR}ÉG}oP]X Z
}¡o} É Év}ouA}o]}X Z
}¡o} É Év}ouA}PvoX ÉZ
}v•oÉ}X
]PÉÁ}Àv] É ÉvPo}}YYYYYYY}Y NÉ•ou} É }UÉvÉ_o}}Évr ]u]PÉZ]Á}Év}u]vYYYYYYYX WILSONUPXBiologia XSÁ}Po}PU Á æ~}ZX
QooÉv}uoÉ É ov}ÉuÉvÉÓ RÉ¡o}Év}ouA}Pvo}}W¡o} É Év}ouA }o]}W}uoɢ}P}oP]ÉvÉW}uoɢ}P}oP]ÉvÉW(P}]r }ÉW]v}]}ÉWo]}}u}X Z RÉ¡o} Év}ouA} o]} W ¡o} É Év}ouA} o]} W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ W (P}]}É W ]v}]}ÉWo]}}u}X Z RÉ¡o} Év}ouA} Pvo}} W ¡o} É Év}ouA } Pvo}} W u]}v] W u]}v] W (P}]}É W ]v}]}ÉWo]}}u}X Z RÉ¡o} Év}ouA} o]} W ¡o} É Év}ouA} o]} W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ W (P}]}É W ]v}]}ÉW]}}u}X ÉZ RÉ¡o} Év}ouA} Pvo}} W ¡o} É Év}ouA } Pvo}} W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ W(P}]}ÉW]v}]}ÉWo]}}u}X Z
05. (OBB) A estrutura marcada com a letra (e) É}vAÉo Éo _vÉÉP j i
l
a
k
b
h
c
d
g
e
Z
}]É É X Z
}É_vX Z
u]}X Z
u}v}_É}X ÉZ
Éoo}ÉX
______.
r
r
r
08. (Puc Campinas SP) Centrifugadores quadrúpedes Qv} AÉ u}oR} É ÉvÉ (]}U u v]uo É] É É r } u] A]} }_Éo ]É u R]}Éu] ÉU uÉu}U u}ÉX I} É o] ]v]ouÉvÉ v]u] É pequeno porte que, em relação ao seu tamanho, absorvem PvÉvÉAP É XUuRuv} É ÉvÉ æ P É AP o}P} Z } vR}V u uv}vP} u}oR} Éo RÉP uÉÉ u }}o Éu APU É u(}u]PU!Z]É uXUuÁ}ÉlPU }u æ P É AP Éu É o}U É]] PA9 É }vu}oZ]}]A]}vouÉ É vÉ}o]É.
06. (OBB) OÉÉ]uPÉv]˘}P
~Revista Geo,vXUXæZ
}PvÉ A o~É A }PvÉ ÉZ o~]É B ]}ÉZ uUÉ
r
A10Ribossomos e Sistema de Endomembranas
uÉÉ vÉP Z
}oAPÉv}V}}oX Z
}oAPÉv}V]vo]vX Z
Éoo}ÉV}}oX Z
Éoo}ÉV]vo]vX ÉZ
}P!v]} É V]vo]vX
07. (Uema MA) Como são p}É_vU Év]u Á} ]vÉ v}~ZYYYYYYY } Éu ]}}u} o]É v} R]o}ouX D]
r
]_ Éo}~Z YYYYYYYU oPu Év]u u]Pu }~Z YYYYYYYU }vÉ .u uÉvX D }o É ]Év }~Z YYYYYYYÉÉvÉurÉ É_o RÉ] É v]u ] PÉZ]U É }Éu ɢ}Éo oo }}u}É 26
r
Uuuu_(É É }}o]u(]} }•u o}É]}]}}ÉuUÉvÉ(vÉU}]}ouÉv} u]}XA ooÉ]vÉuo]_É}Évu]vÉv ]ÉÉo]}v} Z }v]}uX Z vo }o}X Z ¡o} É Év}ouA}o]}X Z }uoɢ}P}oP]ÉvÉX ÉZ ¡o} É Év}ouA}P}}X 09. (OBB) O }uoɢ} P}oP]ÉvÉ u }PvÉo }u u] ]v(vÉXDÉvÉÉoU É}v]o]É É ]} _vÉÉP Z ÉvURÉu]Éoo}ÉÉPo]}u]vPo]vX Z ÉvU}oÉ}o É ÉPo]}u]vPo]vX Z }oÉ}o É Uo}ÉÉPo]}u]vPo]vX Z }oÉ}o É UPo]}}É_vÉoo}ÉX ÉZ }É_vU.vP}o]_É É }Éoo}ÉX
r
r
FRENTE
A
1 A O LUDÓM
BIOLOGIA
VACÚOLOS CELULARES, PEROXISSOMOS E LISOSSOMOS
ASSUNTOS ABORDADOS nn Vacúolos celulares, peroxissomos
Os vacúolos são estruturas saculiformes, }É } membrana fosfolipídica É (}u} } }uoɢ} P}oP]ÉvÉ } } ¡o} É Év}ouA}U eles apresentam diversas funções e são encontrados em diferentes tipos de células. O vacúolo u]}vRÉ]} ÉoÉÉv}v}v}ÉPÉ]XEvÉv}U˘]É É u}}}É vacúolo, como os digestórios e os pulsáteis.
e lisossomos
nn V•}o} É u oo É PÉ ] nn V•}o} oA É ] nn L]} }u} nn Peroxissomos
Vacúolo em células vegetais O •}o} }U PÉouÉvÉU u PvÉ }É v oo ÉPÉo oU É Ér É vR]} }uG]}}}U}}}oXAo uÉu}u}Z]} É É Àv]U}u}u]v}A]}U•ÉÉ_}vUÉ_o]u} AP É }}É É uv}}É}}u}É É Á}É É}vAÉ]}uvÉÉÁ} R]}Av} ]vÉ]} ooÉPÉoX O•}o}u u }Éu uÉv ]P uÉv}XAv}]v]vU}˘ÉÉ uo}U u]PuÉv}Év}v}UPÉouÉvÉU]}o] }v}}}oAÉo]}v}}u}]}oÉU•UÉuÉoR}ÉoÉ oPvÉPÉ]X
r r
AoPv•}o}uÉvu}}Éi]]] ooUÉvÁ}Àv] É U assim isoladas, reduzem o risco de intoxicação da célula.
Núcleo
Re culo endoplasmá co
Citoplasma Vacúolo
Complexo golgiense
Mitocôndria Cloroplasto
Membrana plasmá ca
Opirus/Arte
Parede celular
Figura 01 - Esquema de uma célula vegetal, em cores fantasia, evidenciando as organelas, e entre elas, o vacúolo. Perceba como ele ocupa um grande espaço no citoplasma.
27
Biologia
Opirus/Arte
Vacúolos pulsáteis Cílios Micronúcleo
Sulco oral Macronúcleo
Citofaringe Vacúolo digestório Vacúolo contrá l Local de exocitose
P}}}A]} É AP }É possuem vacúolos pulsáteis, também denominados var •}o} }vAÉ]U } ] ]u É o]É ooX C}u} É u]}r}Pv]u} Á} R]Év]} em relação ao meio em que vivem, suas células absorvem passivamente APU } osmoseX E AP Évu]vR } •}o} }vAo ÉU P } }vu} É vÉP] ~ATPZU É }v] É }uÉ] }˘ÉÉ } É AP } uÉ]}˘ÉÉ r ]} ivuÉvÉ }u ˘ÉÉ } uÉ}o]u} ÉooX O }}}A]} u]vR} Á} ÉouÉvÉ isotônicos em relação ao meio externo, portanto, o vacúolo atua apenas }u}Éo]u]v}Àv] É ˘] Z }˘ÉÉ X O]vPÉ}}vvÉÉAPU}uÉ]}˘ÉÉ v}}]vÉ]} ooU}o}Éu ]}]vÉP]ÉÉooXP}]}UÉu}Á}ÉPoAP É uv u}vvÉ} volume celular e evita riscos de rompimento da célula.
Lisossomos Figura 02 - Esquema de um protozoário, evidenciando as organelas, entre elas, o vacúolo contrátil e o vacúolo digestivo.
A oo } ](ÉÉvÉ É ]}u ¡o } uÉ]} ˘ÉÉ v}U } Évr }]}ÉU É (Éu ]PÉÁ} ]vÉoo É u}o o }PÀv]X P}] v} ¡o} É Év}ouA}P}}Éu}v}}uoɢ}P}oP]ÉvÉUÉv]uÉ realizam esse processo são armazenas em bolsas membranosas, os lisossomos. Oo]}}u}É ur}]}Éo}}uoɢ}P}oP]ÉvÉÁ}Ru}É lisossomos primáriosÉ]vvÁ}Éo]u]ÉÉ]PÉÁ}XQv}ÉoÉÉ(vÉu} fagossomo ou pinossomoU}ouÉuv}ÉPu ¡oo]uÉv ]PÉ É ]UuRu} É É lisossomos secundários ou vacúolo digestivo. O (}É ]PÉÁ}}}ÉÉvv}]vÉ]}É}PvÉoÉvu}Ér ção aos demais componentes celulares. A oo}v!uo]}}u}~}PÉP} liseUZuÉ u]} } uÉv} vÉU vÉÉ v} (vÁ} É ˘ÉÉ uÉ X}PvÉ E oPu É v]u É ]PÉ}É r }}}P}]ÉUo]ÉU}ÉU É voÉX É Oo]}}u}}ÉuuvÉ É ]P}u}Év} ]PÉ}Á ]vÉoo}u}vÉ É vÉ]v}}}~ heterofagiaZ}]PÉ]v}}u}vÉvÉ]Z oo~ autofagiaX Z VÉu} É P É ir como são esses dois processos.
Opirus/Arte
A11Vacúolos Celulares, Peroxissomos e Lisossomos
Função heterofágica
Figura 03 - Esquema que representa o ciclo da ação de um lisossomo, desde a captura do alimento até a sua eliminação. (Elementos fora de proporção de tamanho entre si e em cores fantasia).
28
O o]}}u} ÉvA ]}U } ˘ÉÉ Éu (vÁ} RÉÉr }(AP]U Á}É}vAÉ] }Éo] ]PÉÁ} É u}o r o }]v (P}]}É } ]v}]}ÉX À uÉ] É]PÉÁ}]vÉoo}}ÉU¡o pelas células são quebradas em pequenas moléculas que Éu uÉuv } •}o} ]PÉ}U v} } ]}}oX E u}o o Á}É o] v (]r Á} É v} Àv] É v} (}vÉ]uÉv} É vÉP] ooXÉv] E }É }}É}]PÉ}U}v_} } uÉ]o É vÁ} (}] ]PÉ]}U ÉuvÉÉu Év} } vacúolo, que passa a ser chamado vacúolo residualX M] r tas células eliminam o conteúdo do vacúolo residual para o uÉ]}˘ÉÉ ]}}˘}]}É É ~ou}]}ÉZX
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Função autofágica A oou}(P] ~}PÉP} autos, próprio, e phageinU}uÉZ]PÉ]v} partes de si mesmas com o auxílio de seus lisossomos. Por incrível que pareça, a autor (P] u]É]v]ÉvAÉo}É]!v] ooXTrÉÉu}É} ÉPÁ}É]oPÉu}Z]} É }u}vÉvÉU}u}}PvÉoÉooÉ v].U ˘]o]v} v uvÉvÁ} R}uÉ}É ÉooX P} uÉ]} }(P]U u ooZ]É }vZ É ]}v]vÉ É ]ÉÉX OPvÉoÉoR]v}É É vÉÁ}Év}o]}uÉuv(vÉ É u}o]} }u}U(}uv}u vacúolo autofágicoU}vÉ}}É]PÉÁ}X
r
Membrana plasmá ca
Organela a ser reciclada
Digestão da organela
Opirus/Arte
Lisossomo primário Membrana isolando a Vacúolo autofágico organela Autofagossomo
Figura 04 - Esquema que representa o ciclo da ação de um lisossomo durante a autofagia. (Elementos fora de proporção de tamanho entre si e em cores fantasia).
EuÉu]v ]ÉU }(P] u]É É oo }ÉÉo] }ÉÉvÉP]XP}˘ÉÉ uo}UÉu]ÉÉiÉiu}o}vP}UÁ}(}u}Ar ]}}(P}}u}v}RÉZ]}X
SAIBA MAIS SILICOSE, A “DOENÇA DOS MINERADORES” A silicose é causada pela inalação É Év ¡o É _o] É É É ] } ]vGuÁ} e lesões nodulares nos pulmões. O pó de sílica é o principal consr ]vÉ É] U É u}}U (É ÉvÉ É˘}]Á} } r balhadores, como os cortadores É Év]} É Pv]}U Éu }u} } }ÉA ]} É (v]É É }o] X A ɢ}]Á} }o}vP PvÉ vÉ É Z (}É É } É Z ]} É _o] v} alvéolos pulmonares, provocanr do a ruptura dos lisossomos, que É uu É }vÉ•} Év]uA r } v} É } ]}ouA }U destruindo as células pulmonar É X E É }É } Év}u]v} autólise e, como resultado, ocorr É É Á} É 0]É oÉ}r oU É ( } P} U }u Éi_} ]É É ]Z ] e, consequentemente, baixa oxir PÉvÁ} } vPÉU }}v} }v U (É É vA É U ]v r capacitando o trabalhador.
Morte celular programada (Apoptose) A apoptose ~} morte celular programadaZ u uÉv]u} É u}É ÉooUÉr Po} PÉvÉuÉvÉX Eu u Éu]v É } ]o} ÉooU Év]u É}v É]A Éo ]ÁÉ } } ]}ÉÉoÉ} É u}o o É DNA Á} ]vÉÉo ooXNÉ}ÉÉ }UA]É_oÉPv}}vÉ•}ÉooURuÉ pos apoptóticosUÁ}(}uX}EÉ ÉooÉÁ}(P}]}}uZ(P} É}} oo(ÉÉ X A }}É }ÉPÉ oo ]]vR É v} ÉU É }(}uU Éo }(É] É u oo É u}É É }} É }vÉ•}U ]vo]v} A] Év]u ] PÉU ÉvÉ }X Ao u ]}U } }É} É }}É Év Éo RÉ v} Év}o]uÉv} É u]} }Pv]u}U }u} Éu uv}vP}U Ruv} É }} uu_(É}U ]u}u} Éu}A ÉU v}É]} ]vÉ]P]o } É uÁ}U v}]]v]]ouÉvÉU(}uuZo] É ÉuÉoRvÉuoX}} A r Éo]u]v oovÉP]É]vÉ]P]]U}]P]vv}}_P]}]v]]o]}XN} } }É Ruv}U (oR }}É vÉÉ}É} }ÉÉoÉu É} } ÉuÁ}}uuÉuvUÉuÉoRvÉÉv}vÉuÉX
r cor-
r
A11acúols V es,Cluar xisom erP e Lisom
O} ˘ÉÉ uo} }É É }É} } o}vP} } Év}o]uÉv} } v0]}X A oo É (}uu } P]]v} }Éu u o}vÉvÁ} Év]u lisossomais, que, por apoptose, promovem a redução da cauda até seu desaparecimenr }XOv]ÉvÉUÉvÁ}UÁ}o]}}É]uÉv}}}oX 29
Biologia
SAIBA MAIS E SE NÃO FUNCIONAR? Problemas decorrentes do não (v]}vuÉv} } }˘]}u} É podem causar doenças metabólir v] v}oÉ É v} ]É} PÁZ }]ÉÉ u}PÀv]}U}u} a síndrome de ZellwegerXTrÉ É u }ÉÉ u PÉv ~}ÉuÉ uÉ v r ]uÉv}Z ]É } u (ÉÉ ]} }˘]}uo É oo }0P}U }É ]v É X NÉ}É Uoo PÁZ É É } }Éu }PvÉ É o S]_U sem as enzimas essenciais. Assim, }]v]_}(É}vÁ}o]A É É vÉÉ ]A É }É] r vência. A maioria das crianças com _v}uÉ É oo`É É Z PÉ u}É v} primeiro ano de vida devido a anor malias severas no sistema nervoso.
Peroxissomos O }˘]}u} É U ÉvÉ v oo ]ZÉ U Á} É_o uÉuv} ~ÉvÉUæARuÉUæARuÉ]ÀuÉ}ZÉuÉoRu}o]}}u}Uu](ÉÉu v}}}vÉ•}Év]uA}X O}˘]}u} É Á}}uvv oo}0P}U}]}PÁ ÉZ } }vRÉ]} }u} É]v}˘]} } }Pv]u}X A É_o }Éu Év]u oxidases, que der O ZU }uÉu }˘]vX EvÉv}U É }É} } ˘]} ZÉ É R]}P!v]} ~H 2 2, que também é tóxico para a célula, mas os peroxissomos contêm a enzima catalase, que converte }˘]} ZÉ ÉR]}P!v]}ÉuAPÉPA}˘]P!v]}X H
O2A=Ev]uoÉC
2
→H
O + O2
2
oA u ÉPÁ}É }˘]vU}}˘]}u} É u u}Éu] }˘]r dação de u}o o É A]} P˘}U É Á} o] v É]Á} ÉooU }ÉvÁ} É vÉP]X Nos vegetais, as sementes em germinação possuem peroxissomos especiais, conhecidos como glioxissomos, importantes na transformação de ácidos graxos em substâncias de menor tamanhoU É Á} Év} }vÉ Éu Po]}ÉÉo]Éo}Éu]Á}ÉuPÉu]vÁ}X
Exercícios de Fixação 01. (UFPI) A]PÉÁ}]vÉoo u(vÁ}]_É }PvÉo]}ouAÓ Z Àu]}v]X Z A}}uoɢ}ÉG}oP]X Z A}o]}}u}X Z A}¡o} É Év}ouA}X ÉZ A}]}}u}X
A11Vacúolos Celulares, Peroxissomos e Lisossomos
02. (UEPG PR) }E Éo]u]vÉÉuu]vÉ]}ÉP]Á} r }v_(ÉC]]•u É WSC!uÉv}Éo}É} r vÉ}uÉoÁ}vÉu}}v]}ÉUÉ u(ÉÁ} pulmonar, provocada pela inalação da poeira do carvão e de }}u]v ]}XE u}Évo]PoÉÁ}uÉur v o]}u]X C}u ÉoÁ} } o]}}u}U ]voÉ } É(}}É}X X SÁ}]}ÉuÉv]u}}R]}oÉX X SÁ} É voÉÉ É É }]P]vu } }uoɢ}ÉG}oP]X X Eu ooÉPÉ ]U˘]o]u}}É}(}}]v }X X SÁ}}É}vAÉ]Éo]PÉÁ}]vÉooX X A} v]ÉurÉ } (P}}u}U (}uu } •}o} ] r GPæ PÉ}X 03. (UPE) PÉ}˘]}u}}Á }PvÉo]}ouAUuÉu v}UvÉÉ v oov]u]u]} É PÉ É
30
r tais.
S}É}P É vÉo(vÉ É Uvo]É.uX X Évu A u]Év]u}}}˘]ÉUÉo] r u } }˘]P!v]} }˘]Àv] }PÀv]É (} r uU}u}}}U˘]} ZÉ ÉR]}P!v]}X X SÁ} u]vvÉ v oo} 0P} É } ]vU onde desempenham importante papel na oxidação de v] ]À A }]o} É vPÉU}u}}o}}o A X X Ov}}}˘]}u} É Á}(}u}]É r v}}uoɢ}G}oP] É UÉv}o]É}]ÉuÉvÉ no citoplasma. X EuÉu]vovU]v]ouÉvÉv}P} }oÉP]v}U oo}}o }vÉÉvuu } É]o É }˘]}u}U Év}u]v} É Po]}˘] r }u}U i (vÁ} }vÉÉ } o]_É}U uÉv r } v ÉuÉvÉU Éu •É É Á}É o]} v} }É}ÉPÉu]vÁ}X X Eu} }˘]} ZÉ É R]}P!v]} Éi u Àv] tóxica produzida pelos peroxissomos, estes são capazes ÉPAro}Uv(}uv}r}ÉuAPPA É v] r VrVrFrVrF co através da enzima catalase. 04. (UFRN) N.PÉP]U}PvÉo]}ouAÉuÉ r taque é uma vesícula cheia de enzimas que desempenha (vÉ]u}vÉv oo]ZÉ .
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Ov}uÉ}PvÉ É oÉovÉ É }(v]} É r vuÉv}Á}É Éo]}v}vÉP]vÉ}Á}P Z L]}}u} → ]PÉÁ} É u]}Pv]u} É}]}oÁ} celular. Z Go]}˘]}u} → renovação celular e apoptose. Z PÉ}˘]}u} →}vÉÁ}}H O e autólise. 2 2 Z G}oP]}}u} → armazenamento de proteínas e movimenr tação ciliar. 05. (UFG) LÉ]]v(}uÁ}ÉP]P M}ÉL}Év}O}vÉU]v]} É }.ouÉ}
IIIX DÉuÉvRuuÉu(vÉ}o]}}u}X IVX SÁ}˘o]} É É ooÉ]vX VX O]P]vurÉ}Év Á}E }ÉÉv Z IÉIIX Z IÉIVX Z IÉVX Z IIIÉIVX ÉZ IIUIIIÉVX
}oZ]}voÉX
08. (Puc Campinas SP) Qv}}P]]v}É }}É}ÁÉ }oo]} É Á}} Z P}oP]}}u}X Z ]}}u}X Z }˘]}u} É X Z }u}}u}X ÉZ o]}}u}X
metamorfoseia em sapo
09. (Uniube MG) Óleo de Lorenzo.
Disponível em: <http://cinema.uol.com.br>. Acesso em: 19 mar. 2009.
06. (UCS RS) T} oo]PÉuÉ ]É uÉu}uÉ]} lÉ YYYYYYYYYYXQv}u}Pv]u} ]}É o]uÉ É v}}É }} É P}u É U}u}É P]}ÉÉ ]!v]U oou]PÉ]]É mesmas, processo denominado __________.
r r
SOARES, J. L. Biologia no terceiro milênio. São Paulo, Scipione, p. 93, 1998
r
A]voÉ oÉvÉ}uoÉ}ÉuÉÉ vÉ as lacunas. Z Z Z Z ÉZ
o]}}u}V}(P]X u]}v]V]PÉÁ}ÉooX •}o}]PÉ}V}É]Á}X }uoɢ}ÉG}oP]V}ÉÁ}É X ¡o} É Év}ouA}V]PÉÁ}ÉooX
07. (Unifra RS) Avo]É .u}É}˘]}u} É UÉ v É_o ]}ouA Éo]u] } uÉuv o]} }É]U}vÉv}Év]u}˘]vÉP IX DÉvÉÉv]uuoUoÉ}˘]É É são mais importantes. IIX SÁ}_}}}!v] É }˘]Á}}˘]} ZÉ }˘]P! É v]}~H 2O2ZX
r r
r
Durante a mÉu}(}ÉU}P]]v}}(ÉÉPÉÁ} } Á} ]v É } ]vÉ É U Év]u }É}o_ o] Éo}~ZP Z u]}v]X Z }uoɢ}ÉG}oP]X Z o]}}u}X Z ]}}u}X ÉZ }˘]}u} É X
r
A11Vacúolos Celulares, Peroxissomos e Lisossomos
L}Év} O}vÉ É] É v}oÉ}]}.U }Év }uuÁ}P!v]}} É ]ÁÉ }}] ÉuvÉ}}}u}]._vÉu]É É o]vXuÁE } oÉuÉuv}}˘]}u} É U}PvÉoÉv}o]v Z _vÉ}ÉÉ _vX Z ÉPoÁ}}uZX Z (}uÁ}Éu]}•o}X Z }˘]Á}ÉA]}P˘}X ÉZ ]PÉÁ}]vÉooX
10. (FUVEST SP) Eu É }Év RuvU Év]u ]PÉ ]vr ÉooÉ ~R]}oÉZ Á} v} } }uoɢ} P}or P]ÉvÉuÉuvÉooU É ÉuÉu Évu]vR}PvÉoÉuuÉ XN}]v]_} clinicamente normais, Z Éu}PvÉ É oÉooÉÉv]u]PÉuÓ Z o u É uÉ]]} } uÉ]} ˘ÉÉ v}U É }} uÉ]]Á}]PÉ]}Éo ooÓ Z o }v} É }} } ]PÉÁ}]vÉooÓ ZL]}}u}V ZA oo}É]PÉ]ÉooÉÉuÉ}}(ÉÉ ]}V O Z }}]PÉÁ}]vÉoo}Éuo]} É v}uÉ}o]u} da célula, armazenados e eliminados.
31
Biologia
Exercícios Complementares 01. (UFRGS) N} o}} uperior abaixo, são citadas duas estrur Z
ÉooÉVv}]v(É]}UÉ_X É
}PvÉoÉvÉoRÉ]U Év}Á}É
X L]}}u}X Z
}•}o}o]uÉvÉ}vAÉo}v] ooX ÉZ
}v•oÉ}U]v]]v}rÉ}}É}É]]Á}Éoo
~ Z Á}É ÉvÉÉu}]}vÉX ~ Z Éo]u]PÉÁ}Év]ÉvÉX
v}~YZ YYYYYY }uÉ ]}}u}o]Év} R]o}ouX]D
~ Z }vÉuv]ÉuvR} É ]v}X cima para baixo, é
Z
WWWX Z
WWWX ÉZ
WWWX
YYYYYYYU }vÉ .u uÉvX D }o É ]Év }~Z YYYYYYYÉvÉÉ urÉ _o É RÉ] É v]u É ]PÉ]Z U É }Éu É ˘}oÉ oo }} YYYYYYYX NÉÉ •ou}}UvÉ _o É } _____ . WILSONUP. Biologia.SÁ}Po}P U Á æ~}ZX
02. (Unimontes MG) ouÉ A vÉU RA ]!v] É ]Év¡.
r
PÉ]v} É } ˘ÉÉ _]} 0]} ]vÉv} É }v¡v} u ]u
r
Qual a aoÉv}uoÉ É ov}ÉuÉvÉÓ Z
RÉ¡o} Év}ouA} Pvo}} W ¡o} É Év}o W(P}]}ÉW]v}]}ÉWo]}}u}X Z
RÉ¡o} Év}ouA} o]} W ¡o} É Év}ouA}
É u É Éo }vX SÉ (ÉÉ ]} ÉvPo}u ]v•uÉ
o]}W}uoɢ}P}oP]ÉvÉW}uoɢ}P}oP]ÉvÉW(P}]
oÉÉ uÉuv ÉooÉU oÉÉ v} uÉ}U ]vGuÁ}U oÉÉ R]}oZP]U } uoU ÉvÉoRÉ
r
uA} o]} W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ
moléculas que não apresentam nas suas órbitas exterior
r
}ÉW]v}]}ÉWo]}}u}X
r Z
cimento precoce, entre outros. O excesso de radicais livres }É É }vovÉ} }u v}˘]vÉ Év]uA}
RÉ¡o} Év}ouA} Pvo}} W ¡o} É Év}o
r
uA} Pvo}} W u]}v] W u]}v] W (P}]
r
}ÉW]v}]}ÉWo]}}u}X
Év]]}v]}u}]u]vU C EÉAX Z
RÉ¡o} Év}ouA} o]} W ¡o} É Év}ouA} o]}W}uoɢ}P}oP]ÉvÉW}uoɢ}P}oP]ÉvÉW(P}]
A vo]É oÉv ]˘} É ]voÉ É Év }ÉuÉvÉ}PvÉoÉv]uÉo]}v]É v}˘]vÉÉv]uAX Vacúolos Celulares, Peroxissomos e Lisossomos
r
}v]u É ]PÉ}}Á v}u]v É YY
R]] o]É Á} u}o o ]vAÉ] } (PuÉv} É
r
}ÉW]v}]}ÉW]}}u}X ÉZ
RÉ¡o} Év}ouA} Pvo}} W ¡o} É Év}o
Z
M]}v]lv]vÉ É X
uA} Pvo}} W }uoɢ} P}oP]ÉvÉ W }uoɢ} P}or
Z
PÉ}˘]}u}loÉX
P]ÉvÉW(P}]}ÉW]v}]}ÉWo]}}u}X
Z
L]}}u}l]}] Z
R]}}u}l(}(
}É]}PÉvÉX
r
05. (UEPB) OPvÉo (}u } }uÉv} É _o }
}(}]vÉX
03. (FGV SP) Oo]}}u}Á}}PvÉo]} É ]u}v
A11
r
u}É ]PÉ}Á v] À É vPo} É }YYYYYYY}
}vÉ ¡uo} É }Á} ˘ÉÉ ] É ]] o]ÉX
32
r
]_o} É ~YZ YYYYYYUoPuv]u É u]Pu }~Z
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de
WWWX
X
04. (Uema MA) }u} C }Á }É_vUv]u É }Á ]vÉ
~ Z Éo]u}(P]X
Z
r
truturas.
2. Ribossomos.
WWWX
r
Pu X Z
A}]ÉÉuÉvÉ}o}}]v(É]}}É]}X
Z
É ]vÉ v U v} u} É É oo }
}uoɢ}P}oP]ÉvÉUÉuÉvR(vÁ}RÉ}(A É P]É r
}(AP]Uo uÉo]}v}u}ÉvRuvU
}ÉÉ }]] ooXSÁ}Éo]u]}}u
] }u} ]o]}É É ]É Éu}]ÉX RÉ(É]u}rv}U v
uÉuv ÉuÉoRvÉ É } }PvÉo É } Z]}
É]Á}]uU}P
Év}oZ]} ÉooX C} } }vÉ•} Év]uA} ]vÉv} É Z
V•}o}}É ÉooX
todos os lisossomos seja liberado no citoplasma, ocorre enr Z
PÉ}˘]}u}X
Á}]PÉÁ} Z
}}u} A X
Z
¡oÉv}]Éo}}É}(P}]}É É Z
RÉ¡o}Év}ouA}X
e pinocitose, nutrindo a célula. ÉZ
L]}}u}X
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
r O + O2 representa o
2
07. (Uerj RJ) Eu Éu]É É oPv }É U }v(}uÉ ]o ]uPÉuU}ÉrÉ}ÉÉvuÉ uÉuv ]vÉ]P]oÉvÁ}ÉvÉA Éu.oR}ÉÉv}o]r mento normal por ocasião do nascimento.
r
r
10. (Uerj RJ) As células musculares presentes nas asas das aves u]PZ] }Éu u]} }vÉvÁ} É u]v } r PvÉoU É }u oo uoÉ } vÉÉ } }}X ÉE (} (}ÉÉ o]Á} ]vÉv É] uÉu} por esses animais. E}PvÉo Év}u]vP Z v•oÉ} Z Év_}o} Z o]}}u Z u]}v]
Fonte: med.unsw.edu
A É É]} }}É É u]v (É } desenvolvimento, quando as células da membrana liberam em É ]}ou Év]u É ]PÉÉu ] Z]X A ]v]o }PvÉo ]vÉ É }É} É ]ÁÉ } Éoo Év}u]vP Z o]}}u}X Z }˘]}u} É X Z }uoɢ}ÉG}oP]X Z
¡o} É Év}ouA}P}}X
08. (Unisc RS) SÁ} É ]}ouA É }v!u v} É ]vÉ]} Év]u ]u}vÉ v} uÉv]u} É ]PÉÁ} ]v tracelular. Z R]}}u}X Z PÉ}˘]}u}X Z L]}}u}X Z RÉ¡o}Év}ouA}X ÉZ
C}uoɢ}ÉG}oP]X
09. (Puc RS) A É ]!v]}u} !v] É u}]uÉvr }}oÉÉ ]oÁ}ÉvÉ(Ao]U(}]}v.u u}É oÉ Éui}Éu_uÉu]ÉvÉ}u}]o_}X (u_o] AZ RÉ}v}}}u}Á}PÁ ZÉ }U u PvÉ É }Pv]} (}} É É]É É •É Éo}
r
11. (Unicamp SP) Ao observar uma célula, um pesquisador visur alizou uma estrutura delimitada por uma dupla camada de uÉuv(}(}o]_]U}vÉv}u]Éu}uoɢ}Évr }uÉuvÉoÉ}}ÉÉ _v]vÉP]É]( ]XVÉ] r .}u u U É o u É}vÉ ÉZ]} uÉ]o PÉv r }U}}] É ÉuvÀv]Éu}ÉP]É uÉ]ÉuAÉovXQoÉ]ÉooÓ Z Co}}o}X Z M]}v]X Z N•oÉ}X Z RÉ¡o}Év}ouA}X 12. (UEPG PR) LÉv}rÉ Éu }v]ÉÁ} (vÉ ]_ }PvÉo]}ouAU]voÉ}É(}}É}X X O]}}u}Á}(}u}}É}v r U}uuvR}](ÉÉvÉUÉÁ}Év}v}v} Éu oo }]Z v} Éu ]ZÉ X P]r pam do processo de síntese proteica. X O ¡o} É Év}ouA} vÁ} Pvo}} ~} o]}Z vÁ} Év ]}}u} É]} uÉuvX É }vA r ÉoÉo_vÉ}]É É U(}(}o]_]}É}}o]_É r }U}u}}oÉ}o É XP}Éu uvÉPÁ}} Ao}}o]vPÉ]}ÉuÉ]o}Zo]X X O }uoɢ} P}oP]ÉvÉ }u}} É v] Éo]u]} }uÉuvXÉvA U}u}É_UÉvr ]}}u} É É]}uÉuvU]v r do, portanto, da síntese de proteínas. X Oo}}o}Á}}PvÉoÉ}vAÉ]ÉoÉ]Á} ÉooZ]É XÁ}E ÉvÉ Éu ovÉvu internamente uma matriz, onde se encontram as enzimas ]vÉ}]o}ÉKÉX
Vacúolos Celulares, Peroxissomos e Lisossomos
O2 → H
2
v}Évu]vRuÉv}UvovÉU}0P}UZvÉU }}Á}U}]v}É ouÉX(vÉ A }0P}}r ]ÉvÉ}É R]u(oR}Éu}!v] É uÉ }Év v]É] É}vAÉo Éo u}].Á} química de pequenas moléculas internalizadas pela célula her U A É]ouÉvÉ}P]É X Év}u]v E rÉ Z }˘]}u} É X Z o]}}u}X Z ]}}u}X Z }uoɢ}ÉG}oP]X ÉZ ¡o} É Év}ouA}o]}X
A11
06. (UERN)P A }˘]PÉv~ɢ]} Z R]}P!v]} É }]P]v Z }˘]Á}Éu}o o}PÀv] ouÉvɢ] Z ooX}Á É A _u]H }É}}u}]Á É }˘]} ZÉ R]}P!v]} É ÉuAP }˘]P!v]} É UvÉvÉv]uoÉX}PvÉ A oÉ}v ÉoA É}}Á}É _u]Á}UuÉÉ vÉ Z }˘]}u} É Á}É ˘ÉÉ Pv]X Z Po]}˘]}u}Á}É ÉvÉPv]X Z }˘]}u} É Á}É ÉvÉPv]X Z }uoɢ}P}oP]ÉvÉÁ}É ˘ÉÉ Pv]X
33
FRENTE
A
21A O LUDÓM
BIOLOGIA
ASSUNTOS ABORDADOS nn Citoesqueleto e os movimentos
celulares
nn M] }• o} nn F]ouÉ v} ]vÉ uÉ ]A ]} nn F]o uÉ v} É ]v } u] }(] lamentos
r
nn Citoesqueleto e os tipos de movir mentos celulares
CITOESQUELETO E OS MOVIMENTOS CELULARES O]}ou oo]ZÉ ÉvUo u }PvÉoÉ]u}v} uZo} vÉ]}ÉU u uÁ} }É] .ouÉv} Ru ÉuÉvR]u}vÉ(vÉv ooU}u}P
citoesqueletoX E
nn S É v É }Pv]
]É É oo V nn MvÉ }PvÉ o É u É o} o É u]v } V nn C }v(É ] u (}u É É _(] oo V nn P} ]]o] } É o} uÉ v} É À v] É u É ]vÉ ]}X nn Promover adesão entre células vizinhas.
Microtúbulos
Filamentos intermediários
25 µm
25 µm
25 µm
Opirus/Arte
O ]}ÉoÉÉ } }u}} ]v]ouÉvÉ }!} É .ouÉv}}É]}P microtúbulos, filamentos intermediários e os filamentos de actina (microfilamentos). Filamento de ac na
25 µm
25 µm
25 µm
Figura 01 - Distribuição celular dos três principais componentes do citoesqueleto de uma célula animal.
Microtúbulos
moléculas de tubulina Opirus/Arte
20 - 25 µm
M]}•o}}Á }É u]}.v(}uoÉ v]Á}u}vuÉ É } proteína tubulinaXv]É E }É]vÉurÉuÉ ]o É U (}uv}uÉ r tura cilíndrica, a qual pode aumentar e diminuir em comprimento pela incorporação ou o]É}Á u}o É oo]v É uÉ ˘ÉÉ u]ÉXvÉÉ D v}(É}]o} celular em que a célula se encontra, os microtúbulos são remontados e desmontados uÉ v}}v.PÉU]]]v} É }PvÉov}]}ouoÉÉ v}(}u ooXOu]}•o}}Á Uu uU(}u}É}v_}o} É U}_o]}GPÉ É o}X
Figura 02 - Representação esquemática dos microtúbulos em cores fantasia.
34
O u]}•o} É }]P]vu Éu u o}o É_.} } ]}ouU denominado de centro organizador de microtúbulos~MTOC, }]vPo!P microtubule-organizing centerZX Eu oo v]u]U } MTOC É o}o] }É }v•oÉ}UÉuuÉP]Á}}vRÉ]}u}P centrossomo ou centro celularXJA ooÉPÉoÉvA]}Év}}Pv]}ÉÉ u]}•o}˘]u} Z uÉuvouAX
Opirus/Arte
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Centrossomo
Centríolos Microtúbulos
Centríolos É u É ]o_v ] } (}u a por nove conjuntos de três microtúbulos, unidos por proteínas adesivas. SÁ } }PvÉ o É É Á } É vÉ v u]}] oo É v]u] U }}}A ]} U o r P U u P} É uu ] X E vÉ v}U v oo É oPv (vP} U ov É ]}É ~P]uv} É u É vP]} É u Z É vÉ u}]É não existem centríolos.
Trinca de microtúbulo
N ooU } Év_}o} }vÉuÉX P} uÉ]} }o]uÉ]r Á} }É_v o]vU u oo o] } É Év_}o}X I} ocorre durante a sua preparação para a divisão celular. Os dois pares Év_}o}}Pv]uu]Éu.É }vÉ}}u}} r mos, o que se denomina fuso mitótico ou meiótico. Formação do fuso mitótico Figura 03 - Representação esquemática de um par de centríolos no centrossomo, seguida de uma micrografia de um centríolo cortado transversalmente.
r
Opirus/Arte
vÉD ]]Á}ÉooU}}u}}u}ÉvÉurÉ.}(}u}] É r uÉvÁ} }}}o}vPuÉv}ÉvuÉv}}u]}•o}}(}U }uÉ]}]v}}Á}}o]ÉÁ}u}o É oo]v É X]ÉEÉ u v Év]]Á}]Po]A]}}u}}u}ÉvÉ oo.oR(}uX
r
A12 Citoesqueleto e os movimentos celulares
N} ]v_]} } }cesso de divisão da célula animal, um conjunto de u]}•o} }]P]v} } Év}}u} }Pv]rÉ Éu }v} } v• oÉ}U (}uv} } fuso mitóticoX C u]}•o} } (} ]A É o]P } Év_}o} ÉU vÉ ]]Á} ÉooU ÉvrÉ Éu É v} }] }o} ooX NÉ (ÉU } Év_}o}Á}É Év}o]} } u conjunto de microtúbulos, o áster.
Figura 04 - Representação esquemática da formação das fibras do fuso, e ao lado uma micrografia de luz fluorescente de uma célula se dividindo evidenciando os elementos do fuso mitótico (em amarelo) e os cromossomos (em azul).
35
Biologia
Opirus/Arte
Formação dos cílios e flagelos O _o]} É } GP Éo} Á} Év}v} Éu oPU }}}Ar ]} É u oPu oo v]u]U }u} } Éu}}]É Par microtúbulos e as células do trato respiratório dos humanos, por exemplo. periféricos E ÉÁ} Éo]}v u}o]É ÉooU (}r recendo a captura de alimento e locomoção.
Microtúbulos periféricos
Membrana plamasmá ca
An go centríolo Figura 05 - Representação esquemática da formação de um cílio e flagelo.
O_o]}}É GPÉo}!uuÉu]vÉ É vXu} A }Á (}u}}u]}•o}]} É }v_}o} É U}] u]Pu](É É ] oo}iÉ É u}vuÉu vouAXoA u}v}Éu]}•o} É }]P]v }}v_}o} É U _o]} É GPÉo}}Éu }] u]}•o} v] É v}o]} É oÉ uÉuvouAX O_o]}U PÉo uÉvÉU}Á u]}}Á É uÉ u]}vÉv ooU uÉ oÁÉ }}GPÉo}UÉ u]o}vP}uÉÉ v}vuÉ}}X
r r r
Filamentos intermediários Recebem esse nome, pois apresevu É vu É U É Év} É ]vÉuÉ]A] Éu }uÁ} } u]}•o} ~ vuZ É } u]}.ouÉv} ~É ıvuZXSÁ}(}u}}u]ÉÉ }É_vU}u}vÉ UÉÁ}u] É]ÉvÉ}É}u]}.ouÉv}X }A }vA]} } }} }u}vÉvÉ } ]}ÉÉoÉ} ~u]}.ouÉv} É u]}r •o}ZU } .ouÉv} ]vÉuÉ]A]} vÁ} ]u } u}]uÉv} ÉooÉX Er ÉuÉvRu(vÁ}uÉÀv]U]v} É uÉuvÉ oo É }u ÉvÉU }u} uoÉ É É]Éo]]X O .ouÉv} ]vÉ uÉ]A]} ]u ivÉ ÉvÉ oo É u u ÉuÉvRu (vÁ} É ÉvÁ}U}u}v}É]}ZÉ}oP]v}} É X
Opirus/Arte
7 -9 nm
r
filamento de tubulina Figura 06 - Representação esquemática de um filamento intermediário, em cores fantasia.
Citoesqueleto e os movimentos celulares
Filamentos de actina ou microfilamentos RÉ o u v]Á } ~}o]uÉ ] Á } Z }É _v Po É ı vu É É É X P} ] }U u u Á } }vRÉ ]} }u} (]ouÉ v} É ]v X E Á } ] }} v} ]}o u É u (É ]˘É } (}uv} É U É Á } ]vÀ u] } U }] } u] }(]ouÉ v} uÉ vu É ]u]vÉ u É o ]Á } } É u}Á } É moléculas de actina.
obular actina U (}uv} (]} r
A12
O .ouÉv} É v Á} É}vAÉ] } u]} } u}]uÉv} ÉooÉ É Éo}v]!v] } ]}ouX L}P} ]˘} uÉuv v É](É] ÉooU vÉr P]Á} }vRÉ] }u} ectoplasma, eles estão bem compactados, resultando um citor ou}u}v]!v]u].uÉURu gelXNÉP]Á}]vÉv ooU}vRÉr cida como endoplasma, } .ouÉv} É v É ]Éu É uvÉ] u] (}˘U }v(É]v}}]}ouÉP]Á}}v]!v]PÉov}URu sol. 36
Opirus/Arte
3 -6 nm
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
molécula de ac na Figura 07 - Representação esquemática de um filamento de actina, em cores fantasia.
Ou]}.ouÉv}}Éu]v}]} É }}É_vU}u}u]}]r na nas células musculares.
Citoesqueleto e os tipos de movimentos celulares Ciclose M}]uÉv} }v¡v} }PvÉo É }Àv] v} ]}ouU ÉovÉ ]vÉÁ} }vvÉ ÉvÉ u}o o É v É u]}]vX EÉ }É} ]u} r vÉ ]]]Á} ]vÉoo ÉÀv] É }PvÉoX N oo ÉPÉ]U a ciclose se destaca como um movimento de arrasto de cloroplastos imersos em um G˘} É R]o}ouX EÉ u}]uÉv} ]oU v É](É] ooU Éu]É uÉoR} exposição e aproveitamento da luz por todos os cloroplastos. Movimento ameboide AoPv } É oo !u ] dade de alterar rapidamente a consistência de É ]}}oU É PÉo }o É }o PÉoU } uÉ]} É ]]]Á} } u]}. r ouÉv} U PÉ v} G˘} ]vÉ v} É É u]Éu oo É(}u uÉuv U Éu]v} }iÉ É Év}u]v pseudópodes. Portanto, o que promove o movir uÉv} oo } G˘} ]}ouA } } } uv v }v]!v] } ]}ou X E É } É u}]uÉv} ÉooU É vÉ Éu u]} }}}A ]} U } ɢÉuo}U v uÉ U É }vAÉo Éo É o]uÉv} É Ru} movimento ameboide. Os leucócitos ~PoZ o} v} Z } v}} vPÉ u u Éu] r tem pseudópodes por meio dos quais se deslocam, entre os tecidos, em direção ao (}}]vGuZ ]}XNÉ Éo}oU u(P}]}ÉUÉ o]v}u É(É ]uv}oZ r P] }v ]É } } É PÉvÉ ]v}É X
Ectoplasma (sol)
Citoesqueleto e os movimentos celulares
Opirus/Arte
Ectoplasma (gel)
Pseudópode
Membrana plasmá ca
Corrente citoplasmá ca
A12
Figura 08 - Representação esquemática do movimento ameboide pela emissão de pseudópode. As setas dentro da célula indicam o fluxo do citoplasma.
37
Biologia
Exercícios de Fixação 01. (Fac. Cultura Inglesa SP)Avo]É.PX
~ ~ ~ ~
Z L}}u}Á}}Éu}}]ÉX Z C]o}ÉÉu ooÉPÉ Z C}vÁ}É]ÉvÁ} oouoÉX Z F}uÁ}Év_}o}X
]X
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é Z WWWX Z WWWX Z WWWX Z WWWX ÉZ WWWX
(http://schools.firn.edu)
.P A Évu oov]uo}uoPuÉ }PvÉoX É }É} .u É É }v }ÉÁ}UuÉÉ vÉU Z u]}v]É]}}u}X Z Év_}o}}uoÉ É ˘}P}oP]ÉvÉX Z o}}o}Éo]}}u}X Z ¡o} É Év}ouA}Év•oÉ}X ÉZ •}o}}˘]}u} É X 02. (Anhembi Morumbi SP) N.PU]v]u É É Éo]}vo}}u}Á}Éoo
r .
→
→
A
B (www.prof2000.pt)
Citoesqueleto e os movimentos celulares
IvÉvuÉvÉU ] ÉooÉ Á}vÉ ÉuÉr oRvÉv}}v]Á}U]} É ÉvÉ Z u]}v]}Á}ÉvÉP]X Z uÉuvo]}}É]Éu]ÉuÉÉoA X Z .}ÉÉ _vuoÉ}vAÉ]X Z ]}ou}u}PvÉoÉooÉX ÉZ }viv}Éu]}•o}}ÉÉ _vX
A12
03. (UFRGS) N}o}}É]}]˘}UÁ}]}}]](ÉÉv É }u}vÉvÉ ]É } ]}ÉÉoÉ}V v} ]v(É]}U (vÉX A}]É ÉuÉvÉ } o}} ]v(É]} } superior. X M]}•o}X X M]}.ouÉv}X
38
r
04. (UFC CE) O]}ouÉ oo]ZÉ Évu }viv} É ..v É o}vPU É}v]Á}}É]U Ru}É]}ÉÉoÉ}XA]voÉ oÉvÉr Évu(vÁ}vÉ ooX Z MvÉ(}uÉvÁ}É ]X Z P]}vÉ É vÁ}}}u}}u}X Z PÉu]]PÉÁ}A]} É }u}}v ooX Z P}]]o] }˘]Á} É Àv] }PÀv] v} ]vÉ rior da célula. ÉZ PÉu]ÉÁ} oo oo]]vRÉ0 cies extracelulares.
r
r r
05. (Uerj RJ) O v•oÉ} É u oo ]} É U } É A9 mais denso que o meio intracelular, tende a se deslocar vÉÉuÉ]}XN}Évv}U uv}Éu }]Á}v}uo Éo}]}ÉÉoÉ}Uu}viv}ÉoAÉr }vAÉ]Éo}}ÉÉooÉXEu]PÉv É]]UÉu}v]ÉP]É É uÉv}TÉÉ U } (}} É } ]} ÉoÉ} uvÉ É ]o_]} ]r minui, o que pode causar alterações no metabolismo celur oXA]É A }}u}vÉvÉ}]}ÉÉoÉ} Á}(}u}u}o oÉP Z }É_vX Z Po]}o]_É}X Z }o]_É}X Z voÉ}}É_vX 06. (UFMA) vÉD Éu}P!vÉÉUuÉu}Pv] (}uu } ÉuAÉU ] }(ÉÁ} u ]É É u}].É ]Éu u}}]É É u}X UuÉ Uo (}u} Z ¡o} É Év}ouA}X Z Év_}o}X Z }uoɢ}ÉG}oP]X Z }˘]}u} É X ÉZ o]}}u}X
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Exercícios Complementares
03. (UEPG PR) C}uÉoÁ}ÉvÁ} ooÉ u}r ]uÉv}U]voÉ}É(}}É}X X O u]}•o} Á} (}u} Éo }É_v o]vX Fornecem o suporte estrutural da célula, além de atuar rem nos movimentos dos cromossomos durante a divir Á}ÉooÉ(}uÁ}Év_}o}U_o]}ÉGPÉo}X
31
nas vias respiratórias humanas atuam na expulsão de ¡ovR É }}}X
04. (UFCG PB) O u]}•o} Á} ÉoÉuÉv} }v]vÉ }]}ou ooXA]voÉ oÉv]˘}É ORRE CÉ TAMENTE(vÉÉu]}•o} Z C}vÁ}uo}v]Á É }}]}ÉÉoÉ}X Z C}vÁ}uoÉ}]ÉvÁ}]]Á}ÉooX Z Mv É vÁ } (}u oo É (}u Á } } ( } mitótico. Z F}uÁ}}(}u]Z}Éu}]uÉv}uÉ}]ÉX É Z D É o} uÉ v} } }u} }u} É u}]uÉ v} uÉ boides. 05. (Uea AM) E ˘]É u }P ]u]}É A ] v} uÉ v} É ]É vÉ }u À vÉ É ]uÉ É u (} u Á } É u] }• o} X S ]vÉ (É !v] v} }É } É ]]Á } É oo É A Z v}É]uÉv }]}ÉX Z v}É]uÉv }}vo }o}X Z vo]Á}}}u}}u}X Z v}vÉvÁ}}}u}}u}X ÉZ vu]PÁ}}}u}}u}X
P
r
r r
Citoesqueleto e os movimentos celulares
02. (UFPEL RS) O]}É ÉoÉ} (}u}} u}viv}É .ouÉv} ~v U.ouÉv} ]vÉ uÉ ]A ]} Éu]}• r o} Z É vÉ v} ]}ou oo XEoÉ É }vAÉo } A ] (vÉ ÉooÉ É } ]} u É o r uÉvÉ ]vÀu] É u}]. }v(}uÉ vÉ É ] r de das células. }} DÉ }u}˘} É }vRÉ É ]uÉv}U INCORRETO .uÉP Z O(}u]Z} }v_}}]}ÉÉoÉ}ÉUv r É u]}ÉU ÉoÉ É o]P } ÉvuÉ} } }u}} r u}uÉ(A]}X Z O ]}ÉÉoÉ} ] }vÁ} É ]ÉvÁ} células musculares, da ciclose e do movimento amebóide das células. Z O ]}ÉÉoÉ} AÉ v}o]} v Éu]vÁ} (} r u ooÉvÁ}U]u}u}v}Pv]r Á}]vÉv}PvÉoX Z O]}ÉÉoÉ}ÉvÉA v}_o]}GPÉ É o}Uu} }u(vÁ}u}]uÉ É v}U} u}_o]}Á}u] r }ÉPÉouÉvÉ}}ÉuÉuu]}v•uÉ}} ooX ÉZ OÉv_}o}vÁ}Évuv}v]Á}}]} r esqueleto, apesar de estarem envolvidos no movimento dos cromossomos durante a divisão celular.
X Ou]}.ouÉv} Á} (}u} } v É }vÉvr urÉ(ÉÉ Év]ouÉvɢ]u} Z uÉuvo r uAU (}vÉÉv} ÉvÁ} u]}]o}]ÉX Além disso, atuam em certos movimentos celulares, P]É}vÁ É }X X O Év_}o} Á} É ]o_v] }u} É v}ÉP}!É u]}•o}XSÁ}Év}v}PÉr ouÉvÉ}ÉÁ}}]PÉu}_o]}ÉGPÉo}X X N} ]}} É U } _o]} É GPÉo} Á}É } r }}ÉvÉv}u]ÉvÉo_]}}vÉÁ}É uÉP r lhadas as células, sendo que estas correntes podem ser usadas para locomoção e captura de alimentos. X O _o]}Á} É vuÉ}UÉv}É
06. (Unimontes MG) As células, quando se tornam cancerosas, }(Éu ]É oÉÉU }u} É ]É É ÉÁ}uÉÉ v}u}]o]ÉXoÉA v]˘} ÉvuoPu]vÉ É ooÉX
Z
Z
Z
Z
AnaliserÉ]voÉ AÉMAISRELACIONAAD}r mento da mobilidadeP L]}}u}X C}uoɢ}ÉG}oP]X RÉ¡o}Év}ouA}X C]}ÉÉoÉ}X
A12
01. (Puc RJ) O citoesqueleto encontrado no citoplasma de célur o ]ZÉ }v u u }viv} É o}vP . .v ÉuÉvRu]u}vÉ(vÉv ooXÉ]A r } (vÉ ÉuÉvR Éo} ]}ÉÉoÉ}U }v] r .u É ]˘}P IX Év ooÉuv u(}uX IIX }u} É] }v ]v(ÉÉ } }Pv]u} que podem provocar doenças. IIIX ]vÉPÉ }u É ˘ÉooÉ ˘]o]v} v v}PÉu oo}Éo}oÉ}X IVX ˘]o] .o uÉ]]É u ÉvÉ ](ÉÉvÉ tecidos. AINC E ORRETO}.u É ÉuP Z IÉIIX Z IÉIIIX Z IIÉIVX Z IIIÉIVX ÉZ IÉIVX
39
FRENTE
A
BIOLOGIA
Exercícios de Aprofundamento 01. (UFTM MG) .P A Évu}]]u}vÉ}r É}ÉooÉUÉo]}v}}ÉuÉ]o}u}uÉ]}X Z
É_.}W]uW]uWÉ_.}X É_.}WvÁ}W]uWvÁ}É_.}X vÁ}É_.}W]uWvÁ}WvÁ}É_.}X vÁ}É_.}W]uW]uWÉ_.}X vÁ}É_.}WvÁ}WvÁ}WÉ_.}X Z Z Z ÉZ
03. (UNIFICADO RJ) O }É} }uZ} }É}vÉ ](Á} AP uÉuvX}ÉEÉ }U}uoÉuÉv r te passivo, pode proporcionar mudanças na estrutura celular. Qo}PA.}]˘}Év}(ÉvuÉv}ouZo]ÉÓ a)
b)
Concentração de Solutos
vesícula livre no citoplasma
Concentração de Solutos
fusão da membrana da vesícula com a membrana plasmá ca e eliminação do conteúdo da vesícula
Tempo
Tempo
BioUSv]L}ÉU]} E S]Z
QÉ }É} ÉooÉ Á}É Év}U É uÉvÉUv.PÉÓ Qo .P }É]Év ]Á} oo}ÀvÉvuÉ}o]Á}•ÉÉ oÉ Éo }É]ÉvÁ}uZÉ (P}Éuu(É]uÉv} ]v(É]}v}ÓJ.ÉX
r
02. (UFRGS) O } ]˘} É (ÉÉ } uÉv]u} É v porte através da membrana.
G]}v}.voAP]v
Energia externa necessária
Força de movimento
Proteína de membrana necessária
Especificidade
D](Á} simples
NÁ}
(} A } P]ÉvÉÉ concentração
NÁ}
1
D } ](Á (]o]
NÁ}
(} A } P]ÉvÉÉ concentração
2
3
Contra o P]ÉvÉÉ concentração
S]u
_. É E}
4
Assinale a alternativa que contém a sequência de palavras que substitui corretamente os números de 1 a 4, compler tando o quadro. 40
QÉÁ} ZO}É}Év}v.P u˘}]É É ~ou}]}ÉZÉv.P uÉv}]}É~(P}]}É}]v}]}ÉZX .P AZ Év]]Á} oo}ÀvÉ}Éo]É]R}uv]}v}ÉvÉvP_vÉ ou}]}ÉXJA.P Év]Á}}uZ(P}(Év}u(P}]ÉÉuuPÉvÉvR} É X
e)
r
Mecanismo de Transporte
Transporte }
Tempo
Tempo Concentração de Solutos
Z
r
Tempo
04. (UFU MG) A .P ]˘} ]o A] ]É ] É u ooÉPÉoXoÉA ooAuR É É•P]UuÉÉ vÉX
X e Y mostram momentos em que Sequência 1 Sequência 2 Sequência 3
40
Pressão em atmosfera
Z
vesícula livre no citoplasma
d)
Concentração de Solutos
~.P]v
c)
Concentração de Solutos
invaginação da membrana plasmá ca e ingestão de par culas fusão da membrana plasmá ca
35 30 25 20 15
y
10 5 0 -5 -10 -15
1 x
1.2
1.4
1.6
1.8
2.0 2.2
Volume rela vo da célula
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
1, 2 2rÉÁ}}uZV
3r .]ÉÁ} 2rÉÁ} }uZV
2rÉÁ} É P}V
3rÉr 3r .] É r
2r .] É Á} É P}V
3rÉr
05. (UEPB) OÉÉ } PA.} ÉP]vÉX Qo ÉoÉ Év o que ocorre com uma solução salina em que são colocadas ooR]Év]Ó a)
Concentração da solução
Concentração da solução
b)
Tempo em minutos
Tempo em minutos
d)
Concentração da solução
Concentração da solução
c)
Tempo em minutos
Concentração da solução Tempo em minutos
07. (OBB) É}A Éo}o]v(Z]}}B }vRÉ É uÉ v ¡PÉv} ÉvÉU ]v]ouÉvÉU Á} ÉP]vÉ É ÉooÉP Z RÉ¡o}Év}ouA}o]}}uoÉ É ˘}P}oP]ÉvÉX Z R]}}u}Éo]}}u}X Z C}uoɢ}P}oP]ÉvÉÉ]}}u}X Z RÉ¡o}v}ouA É }P}}}uoÉ É ˘}P}oP]É É vÉX ÉZ R]}}u}¡o} É Év}ouA QÉÁ} O Z ¡o} É Év}ouA}P}}}]]}}u}XÉU E }U É Á}(}u}v}vo }o}X C Z ooPoÀ É voÁ}}É XGÉouÉvÉ}uÉ]o}É }É oo uÉvr }Uu}].}SÉÉ u}}_v}}uoɢ}P}oP]ÉvÉvÉo]É É }}É_o}É X
r r G]}v}.voAP]v
r
r r
}o]}X
r r
r
r
r r r
09. (OBB) Eu} } É Éu ouÉvÉÉvÉu } (ÉA r P} É _o } ¡o} É Év}ouA} ~REZ } }uoɢ} P}oP]ÉvÉ~CGZUÉrÉv}É É u u}}Év} Év}]vÉ}XA]u}Àv]v}É É ]]É]}vo P Z Pvv]Á}}]ÉuoÉ X Z (}vÉTP ÉA ]ÉoÉ X Z }oÉ É }RE}É_v}]v}GC X Z uvÉÉoA É0]ÉÉuÉuv}REX ÉZ }oÉ É }REo]_]}}]}v}GC X
Tempo em minutos
e)
06. (Fuvest SP) C oo É PoÀvo É v]u] Évu v o }o}U¡o} É Év}ouA}P}}É}uoɢ}P}oP]ÉvÉ~ }uoɢ}ÉG}oP]ZÉuÉv}o]}X Z QÉÉoÁ}˘]É É ÉvÉ}¡o} É Év}ouA}P}}É o nucléolo? Z Qo }Éo}}uoɢ}P}oP]ÉvÉv(vÁ}É lulas?
08. (Unitau SP) uE u ˘ÉÉ ]uÉv}U uu]v É oo (}] }uuv] À I~SIU Z ]v É }Á}uÉ }É_vW~WX Z P] ÉA UÉ oo(}]}uu v] À u}M ~MU Z É o]P].uÉ É É vÉ W }É uÉu}u} É o]P A É u}vÉ]o É É X}vÉ ÉE É u]É}uvRo}o]Á}]voo É M É vuu]}Z]} oÉÉ v]}UuÉ ](ÉvÉÉ u} É XNuPv} É ˘ÉÉ ]uÉv}U(}] ]]}vuv] À X~XivuÉ Z vÉ}uSIU}É u] É }É]uÉv}(}u]P]}}]uÉ]}˘ÉÉ ]uÉv}X]voÉ A oÉvORRE C TAuÉ oÁÉ }o}o]Á}M É P Z SÉW(}Éu}É_vU É MÉ]É ]v]]ouÉvÉv}ÉoR}G}oP] É UÉP]v}¡o} É Év} ouA}P}}ÉU.vouÉvÉUv}˘ÉÉ ]} ooX Z SÉX(}Éu]v]]}}(ÉA P}É_o]vÉooÉU M É] É ]v]]ouÉvÉ v} ¡o} É Év}ouA } P}}U ÉP] v} ÉoR} É G}oP]U ÉU .vouÉvÉU v uÉuvouAX Z SÉX(}Éu]v]]}_vÉ É }ÉÉ ]UMÉ]É ]v]]ouÉvÉ v} ¡o} É Év}ouA} o]} ÉU ÉP]U v} ÉoR}G}oP] É U}vÉMuo] É Éu}}v} É X Z SÉW(}Éu}É_vo]}}uoUM]v]]o ]É É uÉvÉv}¡o} É v}ouA É }P}}UP] É Uv}É oR}G}oP] É UU É .vouÉvÉUuÉ _o É ou}]}É É X ÉZ SÉW(}ÉuPo]}}É_vÉuÉuvUMÉ]É ]v]]ouÉvÉ v} ¡o} É Év}ouA} o]}U ÉP]U v}ÉoR}ÉG}oP]UÉU.vouÉvÉUvuÉuvX
10. (FGV) O}}vvÉ}P É ]}Z]U}u}}Ao}}oU }É (É }u É A]} Év}ou É}oÉÀv ] }PU É o u}} É u É vÉÉA] }É u]}É É }É (ÉÉ ]}Éi}}XNÉ}É U }É}]ÉÉUv oo}0P}ÉA]}U Z }¡o} É Év}ouA}o]}Év}}Év}o ]}X EÉ}É} }É}v]] ]u]v] .AÉ ] ÉoPvuÉ]uÉv}U}u}}v]Z}X Z }¡o} É Év}ouA}o]}ÉvvÉÉv }o]}X}ÉEÉ }}É}v]]]u]v].AÉ ]ÉoPvuÉ]uÉv}U}u}}v]Z}X Z } ¡o} É Év}ouA} P}} É Év }} É Év}o]}X EÉ }É} }É }v]] uÉv .AÉ ]ÉoPvuÉ]uÉv}U}u}}v]Z}X Z }¡o} É Év}ouA}P}}ÉvvÉÉ Év}o]}X EÉ }É} }É }v]] uÉv .AÉ ]ÉoPvuÉ]uÉv}U}u}}v]Z}X
r
r
r r r
r
41
FRENTE A Exercícios de Aprofundamento
Avo]v}É.PU}ÉrÉ.uÉ!v] e 3 ÉvuuÉÉ vÉP Z 1rÉÁ}P} É V P} É X Z 1r .] É Á} É P}V Á}P} É X Z 1rÉÁ} }uZV Á}P} É X Z 1rÉÁ} É P}V Á}}uZX
Biologia
ÉZ
} }uoɢ} P}oP]ÉvÉ É v vÉ Év}o]}X EÉ }É} }É }v]] uÉv .AÉ ] É oPvuÉ]uÉv}U}u}}v]Z}X
11. (PUC GO) R Á} É ÉU v }vÉ É u]P} meus, ou de pessoas das minhas relações, não surja esta perr PvXTÉ]u}]}}]} v]}]Z Ó A É ]}U }]v]É Á} ]ÉPÉvÉX Uv Ru É }É ]}W}u}}vRÉvoPuÉuÉoRv}u]r P}X O}U u]]}} É UÉ]u É u]vR u}É ÉvÉ } }o } (} }vu} É } ]v]_} Éu vuRuv}]Z vÁ}uÉ ouÉvUÉvr }o] } u }É ]vZo} Ruv}X A]v RA } É. r uu É uvÉ]ÉPZ]} uÉ (oÉ]uÉv} É vÁ} É]u }]Á}˘]É É vÉ}u}Év}]Z U}]} v]}U uoP uu]}É]}}u}.v}XUu}]v]vP u ]ÉP]ÉZ u}ÉU}}} É vÁ}(}]ÉvÉ}X XXX SZuvuÉ É v}uÉ}]uÉP}vÉ É ]uÉv}}v} É É r uA É u}}}É ]}]u É u]P}v]vÉÓE u]vRvP•}É É vÉ UvoÉv]ÉUu]vR É ]ÉuÉ U]Év]}]U uÉ ]} É }É r }É Éu]uu}XuvRÁ A }]}ÉvÉA o}U}}o]oRv}}u}vv]oR}XNÉR}}R}uÉv }uÉvÉÉ }Á U É uÉu}uPÉu]U]v]}U} r u]vR É ˘]!v] É vu} É uÉ }É}É v}iAÉ aproxima da terra para exclusiva ternura dos meus olhos.
FRENTE AExercícios de Aprofundamento
~RUBIÃOUM]o}X Obra Completa. SÁ}Po}P C}uvR]LÉUXXÉXZ
OÉÉ } ÉP]vÉ (PuÉv} } ˘} É P SUu }] v]vP u ]ÉP É]Z u}ÉU } É }} vÁ} (}] ÉvÉ}_X A u}ÉÉoovÉÉ ]u}É}ÉPÉvÉÁ}Uu r cando, assim, a destruição e a deteriorização dos tecidos. Denr ]A É }PvÉo]}ouAUuÉoUÉuÉ]oU ] uÉvÉ É }É}U Évv} }vÉ•} Év]uA}U u u É}vAÉo Éo} }É} É ]PÉÁ} intracelular. A]voÉoÉvÉv}PvÉ É o}É }Ér }Éo}oÉo}}u}ÉÉooP Z RÉ¡o}Ev}ouA}W}(P] A X Z L]}}uWZo]É A X Z PÉ}˘]}u}WCo]Á}X Z C}uoɢ}ÉG}oP]WAvÉ}]}ÉX 12. (FCM PB) KXLXPU v} É ]É ˘} É (Éu]v]v}U (}] oÉ } sua mãe ao pediatra. A criança apresenta sintomas severos de retardo mental. O Dr. Feraz, pediatra que a atendeu, solicitou A]} ˘uÉ É X A} É } Éo}UX D FÉ}v.u} ]É ]PvZP}ÉvÉT˙rSRXE˘o]} uÁÉ É KXLXPU É }Év É RÉv}u]É] É }ÉÉ vÉ } u (v]}vuÉv} É u }PvÉo ur uÉvÉv oovÉ}XP}}É}o}P] É ÉvuuuvRÉuÉoRv}}oR}UoÉvÉÉ }ÉPÉr 42
vÉU}]}vv}}}u}uÉuÉv}]}u}}XP}P vZ}}u]}U}uZ]}PÉouÉvÉ}æv}X}o}P] A (ÉÉ É}}o_v]}Éu}u}}PvÉoÉ}vAÉoP Z M]}v]X Z C]}ÉÉoÉ}X Z PÉ}˘]}u}X Z L]}}u}X ÉZ S]ÉuP}oP]ÉvÉX
r
13. (Etapa SP) O ]Pu ÉP] u}u oo v]uo } }É u]}Z]}ÉoÉv]}X
r
A
E
D
B
C
AÉP]U(vÉ}É_ ]vo É P IX C}v uÉv]uR]}o_V]u}vÉvZo]ÉX IIX L}o}vÉu}vuÉ}}Á v]}}o]PÉ¡] É X IIIX L}o}vÉ}o]}}u}Á}}]}X IVX Ev}o]}v(}uÁ}É]}}u}X V. Realiza transporte através do citoplasma. Uo]É oÉ } ]Pu É }oR É U ÉvÉ oÉvU Éo}] É }ÉuÉvÉ(vÉ É } É_X Z IrAUIIrCUIIIrDUIVrEUVrBX Z IrBUIIrDUIIIrAUIVrEUVrCX Z IrAUIIrCUIIIrEUIVrBUVrDX Z IrCUIIrBUIIIrAUIVrDUVrEX ÉZ IrEUIIrCUIIIrDUIVrAUVrBX 14. (UPE) A (]P É P] ]o } }É } É ]PÉ Á } ]v É ooU v} o É Á } É v}o] A ] }PvÉ o É oo É X IÉ v](] É É É l} }É } É vuÉ } v (] P É P] P
r r
I
VI
II
V III IV
Fonte: <http://3.bp.blogspot.com/_klKFmeWGnUQ/THF49NcH8TI/AAAAAAAAAG8/0YkWYfNfing/s1600/Autofagia+e+Heterofagia.gif>.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
r
r r
15. (ESCS DF) Crianças com Tay-Sachs Évu Év}oÉrÉ normalmente nos primeiros meses de vida. Depois, com a ]ÉvÁ} É oo vÉ} }u uÉ]o ]}}U RA u É]}Á} ]É 0]X E É]}Á} RÉÉ]A]Éu}!v] É ÉP Z u(v]}vuÉv}Év]u}o]}}u} oo nervosas do cérebro. Z }Év ]vGuZ]U }u} ]ÉU o]Év} Év]u É v}P} É }uÉ]]ivX Z uÉu}(}É}v0]}UÉuÉ }ouÉvÉÉ r PÉvÉ}Á}Év]uX Z }É U v} ]vPÉ]u} Éu ˘ÉÉ } É}PÉ ]vÉu}o](ÉÁ}}¡o} É X ÉZ }u]uÉv}}o]}}u}o]Év}Év]uÉv} ooU}u}vÉ!v]Z.X 16. (UFTM MG) Um homem que não produza as estruturas celular É _o]} É GPÉo}AÉ u]} RvÉ É v}oÉU Ér uÉvÉU Z ]v(ÉÉv}}oR}É]o]ÉX Z Év.Éuou}vÉ}É}}}ÉX Z }viv]ÉAoo} É Év]X Z }oÉuÉ]Z]}É]v(Éo]ÉX ÉZ Puu}É]ÉÉX 17. (UEFS BA) A ]}o]v B u }P É É o]Pv} }u]}.ouÉv}vÉ U]uÉ]v}}o]uÉ]Á}X D]vÉ.uÁ É }}u É v} É }vRÉ]uÉv}Éo]}r v} (vÉ ÉuÉvR Éo} ]}ÉÉoÉ} ÉooU }ÉrÉ]v(É]Á}É ]}o]v Z ]uÉÉ(}uÁ}Év} oo}]u}]]o]PÉ Á} . } (} u]Z}U } ] É o]Pu } }u}}u}vÉuÉ(ÉA u]ZX Z ]uÉÉ } uÉv} }}Év} É _o]} É GPÉo} v ] É oo]ZÉ ÉvuÉ de locomoção. Z ]v]]o]PvÉ}É u}]uÉv}ÉooÉU]v]o mente os que dependem da emissão de pseudópodes. Z ]v] (}uÁ} } Év_}o} ÉU v} }]Év } Év]ouÉvÉU (}uu } Év}}u} } Évr }}Pv]}ÉÉ]]Á}ÉooX ÉZ }v oo ]o] É É v_É] oÉ É É uÉÀv]}U É]v}U ]uU ]P]É } É]} É É0 ie corporal que compõem.
18. (UPE) A }o](É}Á oo É ˘PÉ É A É]ÉuÉvÉ oÉ ]}v}v}o]uÉ É v} ÉvÉÀ X TÉurÉ}u}˘ÉÉ uo} Éo}É]}}ÉÉ }}}}P É vu]ZUÉ }Pv]u É }(}u]Z}XuE oÁÉ }(}uÁ}}É oÉ }(}u]Z}uÉ }v]Év}u]U ORRE C TO.uP É Z A ]}ÉU uÉuv voÉ (}u } }É_v . }}]}ÉÉoÉ}UÉv}o] A v(}uÁ}}(} u]Z}UÉv]oÉÁ}ÉooX Z O]}ÉoÉ} u]}ouA É A]} É voÉ] } Év}o]} v} }É} (}uÁ} } (} u]Z}U Éo]}}u}É}}}u}UÉ}vAÉ]Éou]}ÉX Z O Év_}o} Á} ]o]v} (}u} } v É u]}]vU Év}o]} v (}uÁ} } (} u]Z}U } _o]} É GPÉr los, que auxiliam na movimentação celular. Z O ÉvuÉ} Á} É}vAÉ] Éo (}uÁ} } (} u]Z}}v_}}]} É UÉv]o}]É]}vr mento do ciclo celular. ÉZ O u]}•o} Á} }v_} É o]v É (}uu } (} u]Z}U}vA É Éo Éo}ÉÉPÉPÁ} }} mossomos durante a divisão celular.
r
r
r
r
19. (FCM MG) SA v}É o É u]}•o} É u GPÉo} } cílio deslizam, uma sobre as outras, impelidas pelas alterações _o]}v(}uÁ}É]ouÉ }É_vu}}XEÉ uÉv]u} ˘]É É Éu }} } ]}} É X I} ]Pv]. ÉU por mais de dois bilhões de anos em que os eucariotos evolur _uU vÉvRu }É(}] (}É] Éo ÉoÉÁ} v r oU Éu ]Á} } u]}•o}_X Uu oÉÁ} vÉ }É_vu}} É}vAÉo}u]•]}PÉv }}u A] }vÉ!v]X N} }}É É ]•]} }Ér u}]Év.UEXCETOP Z R}uÉvÉ É]X Z uoRÉÉ É]X Z R}uÉvÉuoRÉ}u É }Év É]Z]PÉX Z R}uÉvuoRÉ É }u É }oÉu}ÁÉ }]vÉvoX 20. (Puc Rio 2012) O citoesqueleto encontrado no citoplasma de oo]ZÉ }v uu}viv}Éo}vP..v É uÉvRu ]u}vÉ (vÉ v ooX A É]} (vÉ ÉuÉvR Éo} ]}ÉÉoÉ}U }v]ÉÉ .u]˘}P
r
r
r r
r
IX vÉ ooÉuv u(}uX IIX }u}É]}v]v(ÉÉ}}Pv]u}É podem provocar doenças. IIIX ]vÉPÉ }u ˘ÉÉ ooÉ ˘]o]v} v v }PÉu ooÉo}oÉ}X IVX ˘]o] (]o uÉ ]] É u É vÉ ](É É vÉ tecidos.
r
AINC E ORRETO}.u É ÉuP Z IÉIIX Z IÉIIIX Z IIÉIVX Z IIIÉIVX ÉZ IÉIVX 43
FRENTE AExercícios de Aprofundamento
Á}E COR RETAS Z Ir Ev}]}ÉV IIr PÉ}˘]}u}V IIIr RÉ¡o} Év}ouA} P}}VIVrV•}o}]PÉ}VVrFP}}u}VVIrE˘}]}ÉX Z Ir FP}]}ÉV IIr L]}}u}V IIIr C}uoɢ} É G}oP]V IVr V •}o}}(AP]}VVrC}}É]oVVIrCou}]}ÉX Z Ir P]v}]}ÉV IIr V•}o}V IIIr RÉ¡o} Év}ouA} o]}V IVrM]}v]VVrFP}}u}VVIrA}(P]X Z IrHÉ}(P] É VIIrR]}}u}VIIIrC}uoɢ}ÉG}oP]VIVrV •}o}VVrE˘}]}ÉVVIrE˘ÉÁ}ÉooX ZÉ IrFP}}u}VIIrGÀvo}É]voÁ}VIIIrRÉ¡o}v}o É uA}o]}VIVrM]}v]VVrHÉ}(P] É VVIrou}]}É C X
FRENTE
B
KÉ˙vK}vlSR'É}lX}u
BIOLOGIA Por falar nisso N É ]É RuvU Éu Év v}É uÉÉU u •v] oo v(}urÉÉuu}uoɢ}}Pv]u}}v_}}A]} u]oRÉ É oo É]o]U ] (}uu É }}] É oRÉ ]Á} }}]}v u ] v}uX V}! sabe como isso ocorre? Quais são os processos envolvidos? O É Á} PuÉÓ A (ÉvÁ} iA ˘]É É ]Ó Qv} começa e quando acaba a vida humana? Nas próximas aulas, estudaremos os seguintes temas
B09 B10 B11 B12
GuÉ}P!vÉÉHuv
................................................................
Aneuploidia....................................................................................æ T]}É}}ÉPuÉvÁ} Eu]}o}P]}v.}˘}
........................................................ ..................................................................ı
FRENTE
B
90B O LUDÓM
ASSUNTOS ABORDADOS nn Gametogênese humana nn E É u }P!vÉ É nn O}P!vÉ É
BIOLOGIA GAMETOGÊNESE HUMANA OPuÉÁ} oo}} É UÉ_o}v(É!v]PÉ É vÉÉ Év!v]X O PuÉ (Éu]v]v} Év}u]v} TrÉ É oo ouÉvÉ É]o]UÉ}vAÉ] } Pv (}uÁ} } Éu]Á}UÉv}uÉou}viv}É_É É_..u É X OPuÉÁ} haploidesU}(É É u}É}uÉÉ ]}ÉÉ oo]o}]É ÉvÉ v Pv (Éu]v]vU } }A]}U É v Pv uo]vU }¡o} É X CPuÉ}v uU}v}UuÉÉ ]v(}uÁ}PÉv vÉÉA] (} uÁ}uÉ ]v]_}X(ÉAZ o]Á}U}PuÉvÉuv•oÉ É }(}uv}} zigotoUv} É ]u}o]É}}u}}u}Éu}Pv]u}X
r óvulo e o masculino, espermatozoide.
r
espermatogênese,
O}É}É oÉ}Á} É PuÉ }vRÉ]} }u} v}u}}]PÉu}u}}]É É Uovogênese É }}o}P!vÉv} É v}(ÉÉ ]u}(}uÁ}}o} Z U}É}}Á É ]} É uÉ oRÉ É P] É X
Espermatogênese
Opirus/Arte
A(}uÁ}}Éu}}]É}}É}ÉÉ vÉuÉvÉv}]vÉ]}}¡o} É Uv} oÉv}vu}viv}ÉoP}}Éu]v_(É}XuvÉ DÉ ]U}Éu} ]]]}}É}vÉP]vÉP É nn Primeira
etapa ou Fase Multiplicativa: N É É ]v É v É É } U É v }v u r É v r uÉ } o o ] o}] É U iA v vida intrauterina e por toda a vida ( ]o }R}uÉuU}}É } Á} É É u }Pv] U } u]}É X
n n Segunda
etapa ou Fase de Crescimento: com o início da puberr É U É v É } v} É ] É U É É u }P v] É r É u ] É uÉ v É É }( É u ] r (É É v] Á } É oo U }É } É }]P]v }} ]} Éoo ]o}]ÉU chamado de espermatócito pri r uA ]} } É É u Z ] } I X
n n Terceira etapa ou Fase de matura-
Figura 01 - Secção de um testículo evidenciando a espermatogênese no interior dos túbulos seminíferos.
46
ção: O É É uZ ]} ]uA ]} ~ v Z }( É u uÉ ]} É I É } ]P]v u } É É u Z ] } É v A ]} U também conhecidos como es r É u Z ] } II X O É É u Z r ] } É v A ]} Á } R o}] É U contendo cromossomos duplos e estão localizados nas paredes ]vÉ v } • o} É u]v_(É } X
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Iv]] meiose IIU } ÉuZ]} ÉvA]} Á} }]PÉu }vÉ É u ooRo}]É}v}}u}}u}]uoÉX
espermátides,
nn Quarta etapa: FÉ](É É Év]Á}}Éu]}P!vÉÉXÉuAA ]É}(Éu
](É ]ÉA É v]Á É }oo É }vÉ É uu}}]É É (v]}v]X O}uoɢ} P}oP]ÉvÉ }]P]v } acrossomo a partir da união de suas vesículas. O }u}}u} ]rÉ v É } Éu}}]É É Év]u É ]Á} ]PÉ]}v}oZ É ]}}}Z]}U(]o]v}(ÉvÁ}XOv•oÉ}}v É v} É o}vP} É XOÉv_}o}u]Puu}]Á}}}}}u}}u}Uo] Év}oÉ}(oPÉo} (}uÁ} X r
Opirus/Arte
N}Á}]vÉuÉ]A]}u}}]É É U}vÉvurÉ u]}v]U}P vÉo É}vAÉ] Éo É]Á} ÉooU }]v} PvÉ vÉ É vÉP] R]Zo]ÉTP É A }}]}v }A]} u}]uÉv} } GPÉo}UÉor v}v}Éo}uÉv}}PuÉuo]v}X
Figura 02 - Acima: Desenho esquemático mostrando as principais modificações pelas quais passam as espermátides durante a espermiogênese. Abaixo: Principais partes de um espermatozoide maduro.
AZ }voÁ} É}} }}É} É u}P!vÉÉU } PuÉuo]v} ÉuÉ}•o}Éu]v_(É}Éuvo~]É]vÉvZÉ• o}UÉv}oÉ} }É]_]u}U}o}o]}}A ¡o} É U}vÉ}}ÉA uÁ}ÉuÉvuÉv} Éiuo]É}Éo]PÉv]]u o]v v} u}uÉv} ÉioÁ}U É }É o]É É æ u]oRÉ ÉoÉX C}vÁ}RiÉioÁ}U}Éu}}]ÉÁ}ÉP}X
r r
Ovogênese r B09Gametogênese humana
}ÁA }}PuÉ(Éu]v]v}}}Év}}A]}ÉuÉuÉoRvÉ}}r }É Éu}P!vÉÉU](ÉÉv]v}ÉvÉo!v]](É É Év] Á}XO(}o_o}}]v}U}ÉiUv]É(v]}vo}}A]}U(}u}Éo}}Z]} É Éo oo (}o]oÉ É } }É]uX D](ÉÉvÉuÉvÉ } R}uÉuU uoRÉ vÁ} }uÉ É ]v]]] É }o}P!vÉÉ}o}vP}É]( oX nn Primeira
etapa ou Fase Multiplicativa: E É É ]v]] É (]vo] vÉ ]]vÉ ]v}(É}}ɢ}(Éu]v]v}XC ooPÉ u]v] ]o}]É}(Éu A ] u]}É }]P]vv} ovogôniasX A }}Pv] Á} } ] Év v (É Éu]}vA ] X 47
Biologia
nn Segunda
etapa ou Fase de Crescimento: T} }}Pv] ~ vZ u } um processo de aumento do volume celular devido ao incremento da atividade uÉ Zo] U(}uv}}}Z ]}IUu oo ]o}]ÉXN}}P!vÉ ÉUÉ u] Év } É v É u}P!vÉ ÉX
nn Terceira
etapa ou Fase de maturação: E (É u u É ]v]] v ] ]v É ]v U u vÁ } É (]vo] X Qv} v É u ]v } ɢ} (É u]v]v}U Éo } ]U v} É }] }A ]} U }Z ]} I É iA ]v]]u uÉ]}ÉX P} u } processo é totalmente interrompido na prófase I É (] É ]}v} vÉ (É até a puberdade.
Opirus/Arte
CÉ É u]o }Z ]} ]uA ]} Á} }]} vÉ ] ]vÉ ]v U } u PvÉ u]}] ÉoÉ ÉÁ} ÉPÉvÉ } É É }]} X A u Á} } }Z ]} ]uA ]} }}É v} uoRÉ Év v É X P} uÉ]} É u oÁ} }u}] } R}uv]} R]}.A ]} U }u} } R}uv]} (}o_o} É uovÉ ~FSHZÉR}uv]}oÉ]v]vÉ~LHZU} }É } ÉuÉ]}É Éu }vv]ÉXD vÉ (É Éu Á}U}}Z ]} ]uA ]}~ vZ}vo]uÉ]}ÉIÉ}]P]v oo P um ovócito secundário ~vZU É É PvÉ É } ]}ou U É u oo denominada corpúsculo polar } PoZ o} }o ~vZX N uÉ É } ]o} uÉv oU }v]É v} u ]o} u ]} É ] U } }Z ]} É vA ]} ~vZU PuÉ (Éu]v]v}U o]É } Éo} }A ]} É } Éo É ]v }u uÉ]}É II Éu vuÉv}U u ]vÉ }uÉv} } }É } v uÉA(É IIX O}ÉAUÉvÁ}U]uÉ]uÉvÁ}~menarcaZUÉ.vÉ}]v_]}]( o uoRÉU É }v }Á} } }Z]} IIX Uu uoRÉ }]AU vÉ (É}É UÉuu ]æPuÉUÉv}u]o} uÉvoU]É X}ÁA }}PuÉÉ na menopausa}uÉv}Á}ÉR}uv]}}]v}X
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A ÉvÉÁ} } Éu}}]É v} }Z]} II } ¡uo} É É uÉ]}É II }]PU }]P]vv} ooP } óvulo ~vZU É é assim chamado até que os núcleos do espermatozoide e óvulo se (vuU }] _Éu} } ovo ou zigoto e outro corpúsculo }oÉ]AÉPÉvÉX
B09Gametogênese humana
O ]uÉ]} }•o} }o (}u} uÉ]}É I }É u u}(ÉuÉ]}ÉIIU(}uv}}]}•o}}oÉRo}]r É P]Éu É Á} }]} Éo} }Pv]u}X P}v}U u }Z]} ]uA]}U } .u É }É} É uÉ]}ÉUA}]} É } ooPuo} Z (v]}vo!É }•o}}oÉÉ ÉPÉvÉuX
Figura 03 - Representação esquemática das fases da ovogênese.
48
C } vÁ} }} (É vÁ}U }}P!vÉ É vÁ} É }uoÉ É } }Z ]} II É ÉPÉvÉ X A É v} v_É] R}u}v] U ]v]o r uÉvÉ }PÉ É}v U É u]v É uÁ} u u] É .]ou} }•É}U}vRÉ ] }u}Év}u ]}U ]u Év}U }vÉ É uÉv Á}X O Év}u ]} (}] (}u} v r te o ciclo menstrual como resultado das alterações hormonais que É u } }} (Éu]v]v} u }_Éo P]É X O ]uÉ]} dia da menstruação corresponde ao primeiro dia do novo ciclo que É]v]] XNÉ Éu}uÉv}U}}}Z ]} ]uA ]}É A É v r } u É }uÉ uÉ]}É IU v (É É u Á}X
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
SAIBA MAIS FOLÍCULOS DE GRAAF
Opirus/Arte
Ao redor do ovócito em desenvolvir uÉv}U ˘]É É u oPu oo (}r o]oÉ ](ÉÉv] } }A]}U ] (}uu u }viv} Éoo denominado folículo de Graaf. Quanr } } }Z]} o]É}U } (}o_o} É G( É Ru} É corpo lúteo É Éu }u} (vÁ} }] R}uv]} (Éu]v]v} uvr ÉvÁ}Éu}_ÉoP]ÉX C }A]}AÉv}o} } u É]r o]} É ]]P} } } ]vÉv}U É v }v }o } }A]} ]ur rÉ } (}o_o} Éu Év}o]uÉv}U }vÉU Z }oÁ}U PÉu } corpos amarelos.
Opirus/Arte
B09Gamo te ên g ese humana
F}vÉPAMR'Pll`]l]]Év]X]Év]X}PANXAÉ}ÉuPÉJoXX
Figura 04 - Comparação entre os dois processos de gametogênese.
49
Biologia QÉÁ}æXNÉu}P!vÉÉuZ]}]uA]}Á}}]}}Éu}}]ÉUiAv}}P!vÉÉU}Z]}]uA]}PÉrÉÉvuo} Z (v]}voXÉu}P!vÉ A ]v]] É rÉv]]vrÉ]v]u}u}v}o}P!vÉÉU} u}Á}}}Pv] É }ZÉ ]}]uA]}.u]} É (ÉÉ (}uÁ É } Éu}Pv] }v¡vÉu}]XO]o}}]v}ÉuuÉ_}}u ]}É]UiAv}¡o} É }PuÉÁ}}]}}vvÉuÉvÉXOÉu}}]É u ooÉvUuZÉoÉGPÉoUiA}}Z]}II u]}É]uZÉoX
Exercícios de Fixação 01. OÉ uPuÉÉ(vÁ}É oo˘ÉÉ ÉÓ
O PuÉ Á} oo Ro}]É }] } uÉ]}ÉX O PuÉ (Éu]v]v} Év}u]v} o} Z É}uo]v}UÉu}}]ÉXSÁ} ooouÉvÉÉ]o]UÉ}vAÉ]Éo (}uÁ}}]P}}UÉoÉÉv}}v•uÉ}}u}}u} É É_}É ]ÉX
02. (UNESP SP) .P A ÉvPuÉ}P!vÉvÉ É ]É RuvXN}uÉ]É}}É}]]Á É }ÉooÉo}] u oo PÉu]v]u}]]U }É}vÉv É oÉ A, B e CXC}v]Év}}É}}Év(É v}É](ÉÉu}P!vÉÉ}o}P!vÉÉÓ
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G]}v}oR} É ˘]u Z AP]v
IIIX N}o}P!vÉÉU]uÉ]]]Á}uÉ]}ÉÉ }Z]} ]uA]} } u oo PvÉ ~}Z]} ÉvA]}ZÉu}.~]uÉ]}PoZo}}oZX IVX N (É É É ]o]Á}U } É u]}P!vÉ ÉU } É uA É É ](ÉÉv]u Éu } É permatozoides. A]voÉoÉv}ÉX Z S}uÉvÉ.uIIUIIIÉIVÁ}É]X Z S}uÉvÉ.uIUIIÉIIIÁ}É]X Z S}uÉvÉ.uIUIIIÉIVÁ}É]X Z S}uÉvÉ.uIÉIIIÁ}É]X ÉZ S}uÉvÉ.uIIIÉIVÁ}É]X 05. C}uÉ } }É } É É u}P!vÉ É É }}P!vÉ É v} } v•uÉ} É PuÉ }]} U É ]v É ]v U } ]o} }}]} v Pv É } É } u} (}oZP]} } PuÉ X G]}v}oR} É ÉAP]v 06. (UEG GO) A É }Á} ɢ É o] } PvÉ É} É ]}]v]] É rÉ}u(}uÁ}}PuÉ X N É ]É Ruv U (}uÁ} } PuÉ u o]v} É (Éu]v]v} }] (É ]v X A É ]} É (É U É rÉ É Z u}P!vÉ É É]v]]rÉvÉ}Év}o]uÉv} Éu]}vA]}UvoUv}¡o} É }Éu]ÉU r ooRo}]ÉÁ}}]PÉu}ÉuZ]}X Z v} v }o}P!vÉÉ v} v Éu}P!vÉÉU v} É_}} PÉu]v}U }}Éu u]}É PÉv} }}r Pv]Éu}Pv]UuÉÉ vÉX Z }o}P!vÉÉU}}vA]} Éu}P!vÉÉU]v]] rÉv(ÉÉUv} oo]o}]É} }A]}(}uu}}Z]}ÉvA]}X Z v }o}P!vÉÉU }}É ](ÉÉv]Á} }}Pv] Éu o} Z É v Éu}P!vÉÉ vÁ} RA ](ÉÉv]Á} ÉuAÉuÉu}}]ÉX
03. SÉv} É }}Pv] }Éu }Z]} ]uA]} vÉ } É_}} Éu]}vA]} É o]u ] ]Á} ÉooU Éu o (É ] uoRÉ }}P!vÉÉ É ]v]]Ó Q] } ÉooÉ }Á (}u} } Év}o]uÉv}}}Z]}]uA]}Ó
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B09
Gametogênese humana
04. (UDESC SC) Uu } }É} É}Á} } }Pv] u}}}Év}Á}ÉPuÉUvPv}PoÀv o˘] É UÉ Ru}ÉPuÉ}P!vÉÉX Avo]É.u]˘}P IX Tv}vu}P!vÉ É É v} É v}o}P!vÉ}} É uoo] ÉuÉ }Á U]uÉ É v}u}ÉÁ X IIX NPuÉ}P!vÉU É uÉ}É }Á ˘ÉU}Á }]P]v}.oR}}uuPvÉPÉ]ÉÉ vX
50
QÉÁ} X A uoRÉÉ vÉu}u}} } É}É É }Z]} ]uA]}ÉÁ} o]}vÉ (É}É XNÉU} uÉ]} É ¡uo} É R}u}v]U}}Z]}]uA]}}(ÉuuÉ]}ÉIÉ}]P]vu}}Z]}ÉvA]}U ooRo}]ÉUÉu}•o}}ou uRo}]ÉXC}Ri (ÉvÁ}U}}Z]}II}(ÉuÉ]}ÉII(}uv}}o} Z ~vuÉZ }•o}}o~v}Z oÉPÉ A vÉ}XÉvouÉ E vÉU}]uÉ]}}•o}}o(}ur }u u}(ÉuÉ]}ÉII(}uv}}}}]}•o}}oÉÁ}É ÉP}}]} É X
07. (UFV MG) O}É}É(}uÁ}}PuÉuo] v}É(Éu]v]v}Á}Év}u]v}Éu}P!vÉÉ}} P!vÉÉU uÉÉ vÉX S}É É }É} INCORr RETO.uÉP Z A Éu]}P!vÉÉ } }É} É v(}uÁ} ÉuAÉuÉu}}]ÉX Z N(ÉÉ]uÉv}U}}Pv]uÉvuÉuv• uÉ}}É]]]ÉuÉ]ZX Z Ov•uÉ}ÉPuÉ]AÉ]ÉovÉ Éu} P!vÉÉ u]}É}}}P!vÉÉX Z vÉD PuÉ}P!vÉ}}É É u}É}É]}vo do número de cromossomos. ÉZ A Éu}Pv] É } ÉuZ ]} ]uA]} }r suem o mesmo número de cromossomos.
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Ciências da Natureza e suas Tecnologias QÉÁ}XD](ÉÉvv(ÉCP XN}o}P!vÉÉU(}uurÉ ooPuo} Z É}ÉPv}PoZo}}oXNÉu}P!vÉÉU(}uurÉ} ooÉv}u]vÉuAÉX XNÉu}P!vÉÉU}vÉÉu]}P!vÉÉU(ÉvuÉv}}v]É É v](ÉÉv]Á}ÉuAÉuÉu}}]ÉXNÁ}RA(É}É}vÉvÉv}o}P!vÉÉX XN}o}P!vÉÉU}}Éu]}]vÉÉ]PoÉvv}vÉu}P!vÉÉ]}]vÉÉ ]PoX
08. (UEPG PR) A PuÉ}P!vÉ É u }É } É }}É v É r pécie humana, assim como em todos os animais, seres que É vu v}uouÉvÉ É }Á} ɢ X Eo }v]É v }Á} É oo É ]] U} PuÉ (Éu]v]v}Éu r o]v}U É } (v]rÉ (}uu } ]P}}U ]uÉ] oo É u v}} }Pv]u}X A É ]} É }É }U ]voÉ } É (} }É}X X N} ]v_]} PuÉ}P!vÉ ÉU v} É _}} É uoo]Á}U }}É u PvÉ v•uÉ} É u]}É oo PÉ u] r v ]u}]] U É ov} }}Pv] U É Á} r lulas diploides. X N} É _}} É É ]uÉv}U }}Pv] uou Àv] É É uÉvu Éu }ouÉU Év}u] r vv}rÉ}Z ]} IU ]v ]o}]É XD vÉ u r Á} }}ÉA uÉ]}ÉX X A PuÉ}P!vÉÉ uo]v É PuÉ}P!vÉÉ (Éu]v]v Á} }É} u]} ÉuÉoRvÉU ](É]v} Év }u ÉoÁ}}uvR}}PuÉXOPuÉ(Éu]v]v} u]r }Z]}É}PuÉuo]v} u}Z]}X X N }}P!vÉÉU } oo ÉovÉ uÉ]}ÉU Évu]}U}o} Z U ( oX}A !uÉv}ÉU} GP polócitos, são estéreis.
]v(Éo]ÉÉU}Év]ouÉvÉUÉu]}Év}o]uÉv}É v}}}Év}o}P]}É X Fonte: <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/cientistas-criamformas-primitivas-deovulo-e-esperma artificial>. Acesso em: 23 set. 2016.
O uÉ ]o PÉ v ]} É vÉ v oo Ruv É A o} calizado Z v}v•oÉ}X Z vuÉuvouA X Z o]Év}]}ouX Z v}o}}o}X ÉZ v}o]}}u}X 11. (UFPB)OÉuÉP]]o}}É}(}uÁ É }} PuÉÉ ooPÉu]vU}}}É É Éu]v] _}Ruv}}˘} É uo]v}~ÉÉu}P!vÉÉZX
r
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09. (UNITAU SP) Com base no esquema abaixo, que representa PuÉ }P!vÉ É Ruv U ]voÉ oÉ v ] É ]v] C ORRE TA ME NTE É o É É v•uÉ } É oÉ }u } ] r pos celulares e tipos de divisão celular presentes na ovulor P!vÉ É É
Z Z Z ÉZ
ru]}É A VBruÉ]}ÉVr}}Pv]Vr}•o}}oX ru]}É A VBruÉ]}ÉVr}Z]}IVr}Z]}IIX ruÉ A ]}ÉVBru]}ÉVr}Z]}IVr}Z]}IIX ruÉ A ]}ÉVBru]}ÉVr}}Pv]Vr}Z]}IIX ruÉ A ]}ÉVBru]}ÉVr}}Pv]VrZo}X
10. (IFPE) PÉ]}É}vÉP]u ]U Éo ]uÉ]U É (} r u ]u] É o} Z É u}}]É Ruv} Éu o r boratório. A descoberta pode ajudar a solucionar problemas de
r
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51
Gametogênese humana
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}} É D }u}}É}uÉ É}U }É}.uP É Z A Éu}Pv] (}uurÉ } ]]Á} uÉ]ZÉ ooo]vRPÉuPÉu]vX Z OÉuZ]}I(}urÉ}(Á}Éu}Pv]X Z OÉuZ]}II(}uurÉ}.vo}}É}]] É Á}uÉ]ZX Z A ÉuAÉ (}uurÉ Éo} É]uÉv} É ](ÉÉv] Á}}ÉuZ]}IIX ÉZ O Éu}}]É (}uurÉ Éo ](ÉÉv]Á} É ÉuAÉUÉuÉ}}uv}]]ÉÉooÉX
Fundamentos da Biologia Moderna, SÁ}Po}P]} E M}ÉvUXXæX
B09
}A ÉPAMABISÉMARTHOU
Biologia
Exercícios Complementares 01. (UnB DF) A .P ]˘} ]o u Éu }u} (}uÁ}PuÉ É uo]v}(ÉÉ u]v]v}XC}u}˘_ o]}.PUioPÉ}ÉP]vÉ]ÉvX
J} M]v}Au]G]oÉ}R}]PÉMR}X
CrErErE
Fundamentos da Biologia ModernaXSÁ}PoPM}ÉvUııUX
X .P D U]v(ÉÉrÉv} É }ÉuZ]}Év A]}v}ÉuAÉÁ} ooRo}]ÉX X Euu]v]_}}u]} É U](ÉÉv]Á}É Éu}Pv]ÉuÉu}}]É ]uÉ]]} É Á}É }vo(ÉÉ ÉvÉX X N} .vo uÉ]}ÉU }} Éu}}]É (}u }Á}PÉvÉuÉvÉ]!v}X X A Éu}Pv] Á} oo PÉu]v É o]u ]uÉ] ]]Á} uÉ]Z ]v vÉ } v] mento do indivíduo.
Gametogênese humana
02. (UEPB) PPÉ u}}]É É É o} Z É UÉ u}Pv] É }}Pv] É }}]}uÉÁ É É vÉ Z ÉæX Z ÉX Z ÉX Z ÉX ÉZ ÉvÉvRuX
B09
03. (Escs DF) Eu}viv}U}}É}u}P!vÉ É É Éu]}P!vÉÉouv(}uÁ}Éu}}]É Ruv}U}v(}uÉÉu]}ÉP]X
52
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S}É}É}Uo]ÉÉP]vÉ.uP IX O }u}}u} } É u ÉuAÉ } r Éu }vÉ }u]vÉ É oÉo} ](ÉÉvÉ É r las encontradas nos cromossomos par 2 do espermar Z]}]uA]}ÉoRÉÉ}]PÉuX IIX O}u}}u}} ÉuÉu}}]É}É }vÉ}u]vÉoÉÉ o}](ÉÉvÉÉoÉvr contradas nos cromossomos do par 2 do espermatór ]}ÉvA]}ÉoRÉÉ}]PÉuX IIIX HAo]Á}}}u}}u}vÉ(}uÁ}É uZÉ uAÉ ]} É É vAÉ ]}X }ÉAE }Év}.u É ÉuP Z IX Z IÉIIIX Z IIX ÉZ IIÉIIIX Z IIIX 04. (UEPG PR) S}ÉPuÉ}P!vÉU É ]voÉ}(} É }É}X X N}_}} É ]uÉ É v}U}}Pv] É uou uÉÉ v] À vÉ É uÉ uÉ }ouÉUv} }Z]} ]uÉÉ ]}ÉuU}}Z]}IU]v]o}]ÉX X N}]v_]}U}_}} É uoo]Á É }]É rÉ}u PvÉ v•uÉ}É u]}É ooPÉu]v] u}]]Uov} É Pv]U}Á É oo]o}]ÉX X APuÉ}P!vÉÉuo]vUv}u]v É u]}P!vÉ ÉÉ U É PuÉ É }P!vÉ(ÉÉ u]v]vUv}u]v É }}P!vÉU É }Á }É}u]}uÉÉ oRvÉU](É]v}]uÉvÉ uÉ oÁÉ }}uvR}oo}É v•uÉ}PuÉ É ( ]ovÉ É É u]}ÉU}.vo}}É}X X N}É_}}uÁÉ }U}}ÉuÉ]}ÉXNÉoZ(É I}]P]vurÉ}}Z]}ÉPv}Éu}}Z]} IIUÉUv}.voUvÉoZ(ÉIIUiAÁ}É (}u}}o} Z ÉuAÉUu}Ro}]ÉX X N} } }}P!vÉÉU } oo ÉovÉ uÉ]}ÉU Év PvÉ } o} Z U ( oV } !UÉvUÁ}}}•o}}oÉUÉ É]XN} } Éu}P!vÉÉU ÉuAÉÁ} oo ]uZÉ]É v(}uÁ}ÉuÉu}}]ÉGr PÉo}UÉU}v}UÉ(ÉvX GP
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Ciências da Natureza e suas Tecnologias
05. (Uea AM) APuÉ}P!vÉÉRuv É}vAÉoÉo} Á}o} Z É ~}o}P!vÉu}}]É ÉZ ~ÉÉu}P!r vÉÉZXE˘]Éu ](ÉÉvÉ uÉoRvÉvÉ } }]}É }ÉPuÉ}P!vÉÉP Z }o}P!vÉÉ ]v]] }É]}uÉvÉ } v]uÉv}U Év v} Éu}P!vÉÉ ]v]] vÉ]}uÉvÉ } v ]uÉv}Vu}}ÉuvPvX Z }o}P!vÉÉ u }É} É ](ÉÉv]Á} ÉooU Év v} Éu}P!vÉÉ u }É} É ]]Á} Éo oVu}}ÉuÉX Z Éu}P!vÉ}v]É É ÉuÉvu]]Á}uÉ]Z UÉvv} }o}P!vÉÉ}v]ÉÉu ]]ÉuÉ]r ÉP] Z VuÁ}]]ÉÉ]}v]X Z Éu}P!vÉÉvÉÉ ]É UÉvv}} o}P!vÉÉ Z É .vo] Z (ÉvÁ}V u Á} ]] ÉuÉ]ZX ÉZ É u}P!vÉÉ }}É } u ÉuÉ Éu }v} de 38 °CU Évv} }o}P!vÉÉ }}É } u Éur É }}o Éu }v} É æ equacionais.
r
} u PvÉ v•uÉ} É XXXXXXXXXXXXXX Éu}É} ]vÉ}u]} ÉXXXXXXXXXXXXXXX•ou ooÁ}XXXXXXXXXXXXXXX Z o} Z WuÉ]}ÉWRo}]ÉX Z }Z]}IWu]}ÉWRo}]ÉX Z }Z]}IIWuÉ]}ÉWRo}]ÉX Z }Z]}IWuÉ]}ÉW]o}]ÉX ÉZ }•o}}oÉWu]}ÉW]o}]ÉX
r r r r r r
r r
°C; ambas são divisões
06. (Puc MG) OuÉ ÉvPuÉ}P!vÉÉuo]vÉ (Éu]v]vUÉu(ÉX
08. (UEPG PR) O }A]} Á} É}u É u É}u]uÉv}o}o]}v]É}u]voUvÉP]Á} ]]oRXN}Á}}]vu]˘ÉÉ vURu˘ÉZ }]v}Uo}o]urÉ ooÁ}É }]PÉu}o} Z X É]} A }}É}É(}uÁ}}o} Z U]voÉ}É (}}É}X X O}É}É(}uÁ}ÉPuÉ(Éu]v]v} Ru} É }o}P!vÉÉ u ]v_]} vÉ } v]uÉv} É u mulher, em torno do terceiro mês de vida intrauterina. X P}}o}É]} u! É ] É u uÉv]vU }} r Pv] u É ]]]U ÉuU o]u } }u} r somos e entram em meiose, passando então a ser chamar É}Z]}]uA]}}}Z]}IX X A oo }É } PuÉ (Éu]v]v}U }}P r v]U uoo]urÉ } u]}É }uÉvÉ Z } ]uÉ]} ]o}uÉvo(Éu]v]v}X X O }Z ]} ]uA ]} } }Z ]} I É uvÉ É u É r ]}v } v (É É uÉ A (É II uÉ ]}É X E É É u] r nam o ciclo meiótico por volta do décimo quarto dia do ]o} uÉ v o X SÉ vÁ } R} É (É v Á }U É PÉ vÉ u e são eliminados. X O }Z]} ]uA]} } }Z]} IÉu]v ÉPv ]]Á} uÉ]}É É } oo É uvR} ]P]P } }Z]} ÉvA]} } }Z]} II É } ]uÉ]} }•o} }o}}•o}}oIX GP 09. (Unipac MG)Avo]É}Éu]˘}U(ÉÉ É u}P!vÉÉUÉ]voÉoÉvINCORRETAP
r
Z Z Z r
Z
EuIZ}}Éu]]ÉÉoo AuÉ]}É}}ÉÉvv( A oo}ÉÉ u]( OÉ_}}É]uÉv
É}u]}ÉX É X III vÉÉ v•uÉ}}u}}u} É X }Éoo}}ÉÉvÉæÉX
B09
07. (UFRS) A]voÉ oÉv É }uoÉ }ÉuÉvÉ lacunas do texto abaixo. A uÉv]vU } vÉU iA Éo]} (É É uoo]Á} É É]uÉv}}}É}Év}u]v}PuÉ}P!vÉÉU}]v
Gametogênese humana
Com o auxílio do esquema e com base em seus conhecimentos }É}v}U]voÉ.uÁ}INCORRETA. Z OuZÉ É ]}IuÉ uÉuvNA ÉD Éu]} }vÉ•}]}ouA}uÉ oÁÉ }u}Pv] ÉÉ X Z O}Z]}IIÉuuÉuvÉDNA É voÉ}É }oZ]}IUÉÁ} ooRo}]ÉX Z N(ÉPuÉ}P!vÉuo]v É U}}Éu}É É ouÉv r }oo É vÉ]} A É (}uÁ}PuÉ É (v]}v]X Z N PuÉ}P!vÉÉ (Éu]v]vU ]]Á}É]Po}}vÉ•} ]}ouA} (}ÉÉ }Á} É u •v]} PuÉ (v]}vo}uÉ]}ÉX
53
FRENTE
B
01B O LUDÓM
ASSUNTOS ABORDADOS nn Aneuploidias nn Causa das aneuploidias nn Trissomia de cromossomos autosr u]} nn Trissomias de cromossomos sexuais
BIOLOGIA ANEUPLOIDIAS A citogenética } u} PÉv É } }u}}u}U U É }u}]Á}Éov}Év}o]uÉv}}ÉÉ vXR]Z A ]]}PÉv }uÉ Éu ıU v} } uÉ]v} WoÉ S'}v É } oÉuÁ} TÉ}} B}É] ÉoÉÉr ram a Teoria Cromossômica da HerançaU }}v} É } uÉ]o PÉv } AÉv} }u}}u}X S'}v É B}É]uÉ ]v_]} u}oÁ É } ]Év¡. É u] É]Á}ÉvuÉ}_v}uÉuo(}uvÉvÁ}˘o] É UÉ}P] uÉv}v} É É]o]ÉvGÉv HuvU}uo]ÉvÉvÁ}Uv} ]PvZ}Év!É u ]X
r
Opirus/Arte
A oÉ É }u} u] Á } o ](] É u numéricas ou estruturais. As É É }u} u] É ] ]voÉ u } } É u É u } u] } r mossomos apresentam alterações em sua estrutura, e podem ser de diversos tipos. A oÉ É vu ] ]voÉ u } } É u É RA ]u} } ]u]v]Á } } número de cromossomos normal da espécie, constituindo as euploidias e as aneuploidias.
Figura 01 - Esquema ilustrando as alterações cromossômicas do tipo numéricas, euploidias e aneuploidias.
As euploidias }]P]vu oo }u v•uÉ} É }u}}u} u•oo} } v•uÉ} Ro}]ÉU É Á} oÉ É É }} PÉv}u U } Éi U ]v]_} É !u uÉv} } ]u]v]Á} É }} } }viv} }u}u]}X E o}]] Á} Éu v]u] U u vÉ }uv É ]u}vÉ uÉ v]u} É}o} v ov X N É ]É Ruv U }}!v] É o}]] ]v}u¡Éo }u } É v}o]uÉv} } Éu]Á}U É u]vv} }}!v] } }}X AoPv } É u}É Ruv} apresentam células poliploides.
r
As aneuploidias são alterações que envolvem a diminuição de cromossomos de u É u]v} ~u}v}}u] Z } uÉv} É u }u}}u} Éu u É r u]v} ~]}u] ZX SÉ u ]v]_} ]o}]É ~ vZ É Év u }u}}u} a mais, pode ser representado como 2n +1. Quando ele apresenta um cromossomo a uÉv} U É v} } vr X
54
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Causa das aneuploidias A vÉ o}] ] } } É u É ] } vÁ } ] i v Á } É }u} }u} vÉ uÉ ]} É } vÉ u] } É } ]P} } X N uÉ ]} É U vÁ } É Á } v} } É } } É v ]uÉ ] ] ] Á } ~ vA ( É I Z }u} v É P v ~ vA ( É II Z X A ]v ] ] vÉ o}] ] Á } P nn Nulissomias (2n-2): Iv]_}vÁ } É v vÉ vRu }u}}u} É É u]
r
v}XÉ]v]AÉoÉ ] Á} } É v}o]uÉv}Éu]}vA ]}Ruv}X
nn Monossomias
(2n-1): Iv ] _ } É É v É v u }u} }u} É u determinado par.
nn Trissomia (2n+1):Iv]_} É v u }u}}u}u] É}v}uoÉ u
Opirus/Arte
um determinado par, ou seja, apresenta três cromossomos de um mesmo tipo.
TR}u}vTR}u}v Genetis in Medicine. 1991
TR}u}vTR}u}v Genetis in Medicine. 1991
Figura 02 - Exemplos de não disjunção na meiose I e II.
Opirus/Arte
Trissomia de cromossomos autossômicos Síndrome de Down
ou
Figura 03 - Cariograma ilustrativo de um indivíduo portador da Síndrome de Down. Dentro do círculo, evidencia-se o cromossomo 21.
55
B10Aneuploidias
É uma anÉ o}] ] } u] É u É } ]v ] _ } É É v ! }u} }u} ~T] }u] } C } r u} }u} Z X SÉ ]Z ] } U XY } XX X D É v É É _ ] É _v }uÉ U } É u} ] P } r ciente intelectual abaixo do normal, hipotonia mus r o U É o} (]v} U o} É É } } X A É ˘ É ] É vida desses pacientes é de quarenta anos ou mais e É ˘ uÉ rv ] Á } É É ] Pv} ] É síndrome e são importantes, pois auxiliam na prepa r Á } ] }oZ P] ( u_o] X S É r É É ] É r É v É u É v É u ]v(o !v ] v} ] } É É PÉ uma criança com essa síndrome, entretanto outros ( } É } É u ]v É (É ] X
Biologia
Opirus/Arte
Síndrome de Edwards A síndrome de Edwards é causada por uma trissomia do cromossomo 18. A maior parte dos pacientes portador É É _v}uÉ É v ]}u] ÉPoU } Éi U ]Z } U XX } XYU A= U u É ]}u] u u }É É o} É vo}Á} ~Év}oÉv} }} } u]} É } }u}}u} ZU } }É É É vÉ v (}u É u}]}X
A }uÉÉ Éu v]} U Év} } ɢ} (Éu]r v]v} u] }uuÉvÉ (É } É É ] rÉ É ıæA9 } } É _v}uÉ É oÉu }} É }vÀvÉ} v Figura 04 - Cariograma de um indivíduo do sexo feminino portadora da trissomia É PÉ Á}X A É˘É É ] u }} do 18. No círculo vermelho, evidencia-se o cromossomo 18 adicional. _v}uÉ É E` ]˘V }] U iA (}u É ]} } É }oÉ ÉvÉ }u æ v} É ]É }}É (É Á}X O }}É U PÉ ouÉvÉU É vuÉ uÉv}0]}ÉuÉvoU É(É]} _} U}u} À v]} u]} o}vP} v ÉP]Á} }]]oU É }} } ÉU (É ÉvÉuÉvÉU } ZPÁ} PÉv]] É˘É v} Á} vuo} .
r
r
Síndrome Cri-Du-Chat (Síndrome do Miado de Gato) A Síndrome Cri-Du-Chat(}]É]ÉuıÉo}X D LÉiÉvÉUvFvUÉ É v}uÉ Éo} (} É É }}É }_Éu u R}} ÉuÉoRvÉ } u]} P} É u P}X TrÉ É u v}uo] }u}u]oÉ U Éo ÉoÉÁ}]o~ÉZ}}}}}u}}u}æUÉvv}u]Z} UXXUær}UXYUærXuÉA _v}uÉ É (ÉÉuæ casos de crianças nascidas no mundo. O (É} É]u } Év]uÉ] (]oU }u u]}É(o] ~r É vZU uo(}uÁ} o]vPÉ ~_ } R}} ouÉv}} É]} }u u]} P} É ZUR]ÉÉo}]u}}o~uÉv}]Àv]ÉvÉ}}oR}ZUR]}}v]~v uo.]É É vÉZU}. } uÉu}U }]}vv}uÉÉ v} vÉ}u}}U É retardamento mental acentuado.
F}vÉPW]l]uÉ]C}uu}v
B10Aneuploidias
Opirus/Arte
6
Figura 05 - Imagem de um indivíduo portador da Síndrome de Cri-Du-Chat.
56
Figura 06 - Cariograma ilustrativo de um indivíduo portador da Síndrome de Cri-Du-Chat, evidenciando a perda de material genético no braço curto do cromossomo 5.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Opirus/Arte
Figura 07 - Ilustração esquemática mostrando a formação de uma fenda palatina e uma fenda no lábio (Lábio leporino), alterações morfológicas frequentemente encontradas em pacientes portadores da Síndrome de Patau.
SAIBA MAIS UM MESMO INDIVÍDUO PODE TER GENOMAS DIFERENTES? Quando um indivíduo apresenta }] uÉ]] PÉv } ]v}U chamamos esse processo de mosaicismo. EÉ }É} }}É quando um indivíduo possui célur o}uDNA](ÉÉvÉUuÉ ÉvÉu } uÉu} ]P}}X A oo É ](ÉÉv]u É mutações ocorridas em determir nados tecidos do embrião ou não disjunção durante as mitoses na (É Éu]}vA] É ÉPuÉvr Á}XN}u}]]u}U](ÉÉv PÉv ÉvÉ oo }r uuu]} É ÉvUvP]v r }}}Év}DNAX N Év } u}]]u}U proporção de células normais e alteradas pode variar de tecido É]}U ÉvÉ (É } Év}o]uÉv} Éu]}vA]} Éu}}É É u Á}PÉv r ca ou mesmo uma não disjunção. As consequências dessa condição, v} AP]} É ]v]] } Év r }o]uÉv} (ÉoU }Éu oÉ }} É}vÀvÉ} } }Éu passar desapercebidas, quando a }}Á} É oo v}u] (} .]ÉvÉuÉvÉ o ]o] } (ÉÉ ]}(ÉÉ ]}X
B10Aneuploidias
F}vÉPW]l]uÉ]C}uu}v
Síndrome de Patau A síndrome de Patau resulta da trissomia do cromossomo 13 e leva esse nome, }] (}] É ] ]uÉ]uÉvÉ } Ko P U v} v} É ı X A ]v]!v] (}] É u Éu É É } v]uÉv} U É }] rÉ ]É uÉ v v U } É u u] }_] }}!v] vÁ} ]ivÁ} } }u}} r u} X A ]É uÁÉ É ]} æ v} Éu A9 } } X A ]v]] É_ } }}É É _v}uÉ Á}P PÉ uo(}ur É}]ÉuvÉ}}ÉvoV]˘}É}}v]uÉv}V(ÉÉ ]}v(}uÁ}} }oR}} !v]ÉoÉV}oÉu]}V(ÉvovÉl}oA]}oÉ}]v}V ]v}o]_}Vuo(}uÁ}uÁ}V(ÉÉ ]}_}}vP!v]}É}o]o]X
Figura 08 - Cariograma de um indivíduo do sexo feminino portadora da síndrome de Patau. No círculo vermelho, evidencia-se o cromossomo 13 adicional.
57
Biologia
Trissomias de cromossomos sexuais Síndrome de Turner
Opirus/Arte
É uma monossom] v o } ]v]_ } (É r } ɢ]É u ɢ} (É u]v]v}U u } } }u} r }u} ɢ ] É A ]v}uoÉ }U }] há apenas um X, sendo seu cariótipo representado por 45, XO. E u}v} }u] }v ] ] u u] }uv É u} É ]v É ]v U ]vP]v} É vÉ uoRÉ É X
Figura 09 - Cariograma de um indivíduo portador da Síndrome de Turner.
N} ]v]_ } }u TvÉU É ]} (o É u }u} }u} ɢ o U RA É (]]!v] É É Z PÉ r nos, portanto as pacientes não desenvolvem as É _ ] ɢ ] É vA ] (É u]v]v } ]vP] É É X O }A ]} Á } }(] } É É }]} É (}o_ o} X GÉ ouÉ vÉ !u ]˘ baixa estatura, alterações cardíacas e ósseas e esr cassez de pelos pubianos.
Síndrome de Klinefelter SÁ } ]v]_ } } ɢ} u o]v} É É vu u }u} }u} X u] É } É ]Z ]} U PÉ ouÉ vÉ U 47, XXY X E oÉ }v ] É u É vÉ É u r rv ]} } ɢ} u o]v}U v} rÉ U } v}U É u ] }u] É } r mossomos sexuais mais comuns. Os indivíduos portadores são do sexo masculino e É vu É _ ] }u} P u]} É É u ] } o Á }U Z PÁ } PÉ v] ] } } É v}o]} U ]v(É ]o] É É RA } É É v}o]uÉ v} É u r u ~P]vÉ }u ] Z X P}É u É vu ] • ]} }Pv]]} É }u} uÉ v] X
B10Aneuploidias
Opirus/Arte
Figura 09 - Cariograma de um indivíduo portador da síndrome de Klinefelter.
58
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
SAIBA MAIS
Opirus/Arte
CROMATINA SEXUAL
r r
B10Aneuploidias
F}vÉPW]l]uÉ]C}uu}v
}uv A ˘o É }}•o}É}ÉB r ponde a um cromossomo X}vÉv}vÉ ]v (Éoo É X}vÉ E vÁ}}vÉ cror mossomo ]v}XSÉPÉvÉU}v}UvÁ}}Á v]}vÉu]}XNu]}}]U Z oo(!uÉvu É Uv}v•oÉ}Uu mancha escura que se destaca do restante da cror uvUuvR É }uv˘o É XÉD uvÉ]U}v•uÉ}}u}}u É Xv}R}uÉu É v uoRÉ É ]PouU (ÉvuÉv} }vRÉ]} }u}S}uÉvÁ}}ÉÉ _ . ]vÁ A }}X oÉ]Z U}iÉ U}É]v} É } cromossor Cromatina sexual ou corpúsculo de Barr em diferentes indivíduos. mo X]} É }]}} cromossomo X]} É uÁX É N}uouÉvÉU}uR}vÁ}vu É uÉ oo}uv˘o É U} uUvÉ ]ÉRuvUR}uÉv}}É _v}uÉKo]vÉ É (ÉoÉ~UXXYU Z vu É u}uv˘o É XO]v]_}}u_v}uÉTvÉ É ~UXvÁZ }vu É }uv˘o É UuÉ É (Év}]uÉvÉuoRÉX É MoRÉ}} É ]}u] É }X}_v}uÉ}T]o}X~UXXXZ vu É }uv˘] É v}v•oÉ}É ooXuE uoRÉRÉ É }]P} É UuRÉvo]P}˘} É }}ÉU(É vÉÉ uÉvÉUuu}]}v}}}X}É }]o]}É u]v]ZU}Évo]}v É ]]]Á}PoÀvo}_ XuE P]É É É oÉÉ U}X]v}}}PÉvÉ}u]vvÉPoÀ É vo}}Éuv}uouÉvÉUuÉ }oÉÉ É } }u}}u]v} }}}PÉvÉ]} É U}v}UvÁ}RA}}!v]v}uoPoÀvo}_X É}_Éo]Pv}}˘} É Éu]v]_}UÉu}]}}U}uÉ]} vAo]ÉÉ ooÉu]v (ÉÉ]o]Á}}r uv˘o É X
Fotomicrografia de sangue humano corado com Giemsa. Na mulher, a heterocromatina sexual, corpúsculo de Barr (seta), pode ser identificada como um pequeno apêndice nuclear em forma de raquete no núcleo segmentado dos neutrófilos (leucócito granulócito). 59
Biologia
Exercícios de Fixação 01. (UFF RJ) Um indivíduo do sexo masculino apresenta como É_(Év}¡]PR]}}v]UuÉÉ v}uÉvoU É ]É(Ao] }u u }]_]} R}U }oR} }u ÉPÉ]ÀvU_]}uuvRÉu}v}uPÉuU v]}u}vÉ]˘Uo_vPv}uouÉvÉ}iÉÉr ]U (ov} . ÉvoU uÁ} Év É oPU Évv}u]uÉ oP}}É ÉvÉ}] r uÉ]}}É ÉPv}É}uÉ o}ÉvÉv}}˘]ur uÉvÉ}o}vP}É0]É}o}vP}É0]ÉovU ]˘} É }v}uoÉ}]Z} .P]˘}X
03. (Unievangélica GO) LÉ]}˘} É ÉP]X O }viv} É _ u}(}oZP] } }u}} r u} É u oo }v] É ]Z} É } uvR}U (}u É } v•uÉ} } }u}}u} Á} }vvÉ ÉvÉ os indivíduos de mesma espécie. Desvios em relação ao car ]Z} v}uo Á} }vRÉ]} }u} oÉÉ } rÉ É }u}u] É PÉouÉvÉ u v}v} } (v]}vuÉv}ÉooU}]v}oÉÉu}(}oZP] É.]}oZP]XUu˘ÉÉ uo} oÉÁ}}u}u]É Éov_v}uÉÉKo]vÉ(ÉoÉUÉuRuv}XN_v} r uÉKo]vÉ É (ÉoÉU}R}uÉv!uuÉ ]PÉouÉv r Éu]}É u ]UPÁ Z }PÉv]]}}Év}o]} Év}o]uÉv}uuUÉvÉ}É_X GRIFFITHSUAvR}v˙XJXFXoÉ X Introdução à genética. ıXÉXR]}ÉJvÉ]}UGvK}}PvUXXX
A }v]Á} }u}u] v _v}uÉ É Ko]vÉ(ÉoÉ ÉvÉo}]Z} Z A=XXY}UXXYX Z A=X}æUXX
~THOMPSONU JXSXV THOMPSONU MGenética XWXV MédicaX ÉX R]} É JvÉ]}U IvÉuÉ]vUıXæXCXXA}u}u] É UXæZ
É]v]_} E }}ÉP Z _v}uÉÉTvÉX Z _v}uÉÉD}`vX Z _v}uÉ}]rrRX Z _v}uÉÉKo]vÉ(É]ÉX ÉZ _v}uÉÉ]}`E ÉuıX
Z
Z
A=XXX}UXXXX A=XYY}UXYYX
04. (FCM PB) A _v}uÉ PÉv }Á vÉ }vRÉ] U É } uÁ}}u}u]X]É C rÉ } u} o_v]} uo}U }u }uÉuÉv} É u•oo} PÁZ }]ÉÉ uXu]}] A }(É}}}ÉU}uo }Á É }u}u]u}v}]Z}~.P]˘}U Z vÁ}RÉP}u} É X}D v]}]}U}o]É É }o] É }]} Z v}]uÉ]}v}]É U}]PvZ} ouÉvÉ}v.u}o} É }É }}u}}u}XZ A o]Á}}]Z}Uu}v} É v.P]˘}V] voÉoÉvORRE C TAv}}]PvZ}X
r
r
02. (OBB) OÉÉ}]Z}]˘}P
B10
Aneuploidias
MÉ oÉvÉ }vÉvR vÉo}]] É }˘} É U uÉÉ vÉUÉ]v]_}P Z D}`vV(Éu]v]v}X Z D}`vVuo]v}X Z `E V(Éu]v]v}X Z TvÉV(Éu]v]v}X ÉZ Ko]vÉ(ÉoÉVuo]v}X
60
ÉZ
Z
Z
Z
Z
M}v}}u]}}u}}u}XV_v}uÉÉT S_v}uÉ}]o}XV_v}uÉ}Ko]vÉ(ÉoÉX T]}u]}}u}}u}V_v}uÉ`ÉE X T]}u]}}u}}u}V_v}uÉÉD}`vX T]}u]}}u}}u}V_v}uÉÉPX
vÉX
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
05. (Uerj RJ)
]U}É }u_v}uÉ}`v DÉ ovu]u}v Cromossomo tem um inédito mapa completo
C]Év}vÉP]u upear, pela primeira vez um cromos
tes marcos no desenvolvimento e podem estudar, trabalhar e ter u]uÉÉ oRvÉ}u] É ]Á}XS}Év}uo] v}v•uÉ}}u}}u} É U ORRE C TO.uP É
r
somo humano inteiro, o de número 21. O trabalho representa
X
u Év}uÉ v} v} }vRÉ]uÉv} } PÉv}u Ruv}U O
X P}Éu}vÉ]} É }É vv]Á}}RNAX
}u}}u} AÉ }]} É A] }ÉvU }u} _v
r
} o}P!vÉ É X
O PÉv}u u É ]É É v]o} ] ]}oZP] É }vr
X O}Éuu]ÉuuÉv]v}ÉuuÉv]v}X
u}]v(}uÉ_u]]Á}}Ru É
r
X O}Éu}uÉvÉÉu.oR}.oR É uoRÉ É Á}É
v}XC ooRuvÉu}u}}u} É XE
luz em idade avançada.
}u}}u} (}u}}u]oRÉÉPÉvÉX
X O}Éu(ÉÉ Év]ouÉvÉÉu}oÉuÉÉ v}Év (Trechos do texto de O GLOBO Éllı
)
}v É v}˘} É ]uU}ÉrÉ.u}} É }]v
r
]_}}}ÉÉ_v}uÉÉvuP uoÉAoRÉ]uÉX Z
]}u]ÉvX Z
ÉoÉÁ}}}u}}u}X Z
oo}u}u}}u}X ÉZ
vÁ}]ivÁ}}É}
r
mossomos na meiose.
GP
É u}u}}u} u] } } É v}rÉ ]v(}ur
r
da, com menor escolaridade e pouca assistência médica. X Á}E ]vuuÉvÉ o]P Á}É ]v}É } }
_v}uÉ É D}`v É }Éo}Év
Z
O}Éu}}UuÉÉ ]} É u}É v}o}P!vÉX É
X P}É u }} É v} v É É u}P!vÉ É v} v
}uÉÉD}`vUÉ}uoÉAoRÉ]uÉX
SÉv}rÉ
r
08. (UnB DF) Uu u ]}É u ]vÉ urv]r vRU ](ÉÉvÉuÉvÉ É ]U }oR} } } }]ÉvoU orelhas com implantação mais baixa do que o normal e uma única linha transversal nas palmas das mãos. Diante dessas evir !v]U } u ]} É]} É ]v (}É }} S_v}uÉÉD}`vX
}u}}u}X
JoPÉ } ]Év ]˘}U É }} }u } }É]uÉv} É }É]u}v]]}]PvZ}u ]}P
06. (Efoa MG) }˘]uuÉ A vÉ A9 É Éu]É ]o}]ÉU Éu Ruv}UPÉu}u}Éo} } ÉP]vÉ } É (É
r
X VÉ].UÉo}˘uÉ É }]Z}U]v É Éu}u}
r
somos a mais.
o]Á} ~IU II É IIIZUÉv} ]˘}X Avo]Ér} É ]voÉ
X P}u}].É0]v}É}u_v]u}Év}X
oÉvORRE C TAP
X VÉ]. Év É PÉvÉ uP!v]} v} u]ÉvÉ em que a criança nasceu. X FÉuoÉvÉ}RA]}o]uÉvÉ(u_o]X X Éu]v D }P}vP_vÉ}}]É]vX CrCrErErE
09. (Enem MEC) A ]}PÉu uu }} É vo] oo É u ]v]_} É u]v É Á} }u}u]}X E v] }v]É v u}vPÉu (}}PA. U Éu É !v
r
] U } É É }u}}u} É É u]É ]Év. u ]v
r
]_} v}uo ~ U XX } U XYZ } }u oPu oÉ Á} }u}u] X A ]vÉ PÁ} } ]Z } É u ]v }
Uu]}u]}] AÉ Éo( Z
N}!}U}É }u}}u}AoÉÉ X Z
UuvÁ}]ivÁ}}u}u]
vÉAuÉ vÉo}]ÉX
uÉv} }Pv]} É ].} É o É v (Z uo ]}
Éo]Á}IIIX
oÉA }Á }u}u]]v}Éo]. É }u}
i.}PuÉÉuIX
oZÉ U}}ÉoÉÁ}X
O!}(ÉÉ o]Á}}]P]vuu]É É }o]o}]ÉX
Zvu ]U}}Éo}]]X
07. (UFSC) }˘]uuÉ A vÉ u ]vvÉ}u _v}uÉ}`v D É U}]v}uo]}u}u]}Á (ÉvÉ Év}oÁ}X NPvÉ u]}]}}U ]}É vÉ uÉ }u}}u}˘vuÉ É ]} A XQv}uÉ
r
¡] U XYUA= X
r
Aneuploidias
N}}IU}Éu]Á}Éo Z
Zvu ]U}}}o]o}]]X oZÉ U}}o]Á}X ÉZvu ]U}}vÉo}]]X
B10
ZÉ
Z
ɢ} uo]v} }u oÉ É u}(}oZP] É }u}uÉr
61
Biologia
Exercícios Complementares 01. (FMTM MG) O esquema demonstra a não disjunção do cror u}}u}XvÉ uÉ]}ÉÉvÉÉ (}uÁ}} o} Z (Éu]v]v}XOÉÉP Z Z Z ÉZ
v}uo]ÉoÉvvÁ}vu]É É vÉvRu dos descendentes. Á}É ÉoÉv }u]ÉvÁ}v PÉo} ÉZ X Á}]P]}]o]ÉÉoÉu}] É Z los normais e anormais. (}u Á } É u ]P}} v}uo É vÉ } É É matozoide.
r r r
04. (UFSC) O ]Z} }v]É v u}vPÉu (}}PA.U Éu É!v]U É u } } }u}u]}X EoÉ v} Éu]É É o } v•uÉ} É o (}u } }u}r somos de uma espécie, bem como estabelece o seu padrão }u}u]}v}uoXvAA o]É.P]˘}UÉ ÉuÉoÁ}}É U ORRE C TO.uÉP
SÉrÉ É v u É } oor.oR A }]PÉu } o} Z X SÉ É o} Z (} (Év} } u Ér Éu}}]É v}uo YU }]o]É É } ÉvÉvÉ Év_v}uÉÉKo]vÉ(ÉoÉ Z lX Z lX Z lX Z lX ÉZ lX
Aneuploidias
02. (Ufac AC) A reprodução da maioria dos seres vivos envolve u }É} ˘o É Éu É oÉvu } (ÉvuÉv} É uÉ]}É(ÉÉ vÁ}XNÉ ]ÉRuvUuÉ]}É Pu r U(ÉÉ vÁ}}v] É ]o}]]XUu]]]Á} É }u}}u}vÉ uÉ]}É }]P]v PuÉ }uuv•uÉ}v}uoÉ}u}}u}XA É PuÉU }Éu P] ]P}} É ]v]_} }u u v• r uÉ} v}uo É}u}}u} Éu ooX MÉ]vÉ .uÉ É U]v]ÉoÉvÉv} ÉPuÉÉ}ÉA}]P]vu]P}}}uRvÉÉ Év}oÉuÉu]Á}}uS_v}uÉÉTvÉX GuÉGuÉ Mo]v}FÉu]v]v} Z A=XY VA=XX Z A=Y VA=XX Z A=X VA=XX Z A= VA=XYX ÉZ A= VA=XX
B10
03. (UEPB) Uma mulher possui trissomia do cromossomo 21 ~_v}uÉÉD}`vZ}ÉPÉ.oR}v}u]}ÉP Z }}}o} Z Éo}Á}Ro}]ÉÉv}u]X
62
GP
X O]Z} }S}}u}u]}_ ooR ploides de cada espécie. X N É ]É RuvU } }u}}u} Á} o].} Éu P}U }uÉÉvÉv} É }u}}r u}}u]}UÉu]u }u}}u} É Ér ˘]ÉUv}R}uÉuU XYÉUvuoRÉUXXX X P }ÉvÁ} } ]Z}U Á} o] oo É oÉZ]}ÉuvA(ÉuÉ]ZX X Eu (É}U v}uouÉvÉ ]}PÉu ZÉ (É] v} RA Éo É] É oPu } É oÉÁ} }u}u]UiAÉ v]É}oÉÉuÉ]o apresentam risco de aborto. X A vAo]É É ]Z}U ]v(}uÉ o]} }Éu É }U ] }u} ˘]!v] É É }u} }u}˘É }}u}u] É U˘]o]v} v}]PvZ}v}uo] É PÉv X X AS_v}uÉÉD}`vU}]}u]}}u}}u}U }É o}v]u}Á}˘ÉÉ uo}}ÉÉ v}]PÉ É uPÉ v É }Éu É ]Pv}} uÉ]} }˘É r uÉ]}¡]}X
05. (Puc MG) A _v}uÉ É D }`v u u] v}u o] } oÉ É v} v•uÉ } }u} u]} X
r
r
r
r
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
06. (UFRJ) A}vo]}]Z}É oo}Éu]v r }u _v}uÉ É D}`vU }É}rÉ É A9 oo apresentavam 47 cromossomos, por exibirem a trissomia do }u}}u}UA9É ooÉvuu] r Z} v}uoU } ÉiU }u}}u}U Éu ]}u] } X RÉ}v É } (ÉvuÉv} vÁ} ]ivÁ} } É}u}r }u}}}ÉvÉ}É}](}uÁ}}]P}}XJ r G]}v}.voAP]v .ÉÉ}X 07. (UFRGS) N v}É o R U u } É u } } v ]uÉ v} É u ]v }u _v}uÉ É D }`v X T rÉ É u uÉ v]v P!uÉ É u uÉ v]v} É vÁ } É v _v}uÉ X C }u É vÉ ]v(}u É U }v]É É (] mações abaixo. IX EÉP!uÉ}Á}]]P }Z X IIX A_v}uÉÉD}`v uvÉo}]]É IIIX A _v}uÉ É uÉv]v }É É }ÉÉ vÉ É u }É vÉuÉ]}ÉI}IIX Quais são corretas? Z ÉvIX Z ÉvIIX Z ÉvIIIX Z ÉvIÉIIIX ÉZ ÉvIIÉIIIX 08. (UFMS) VA]_v}uÉPÉv Évu}u}or }u}u] É U}Év}rÉ]U}u}˘ÉÉ uo}U _v}uÉ É TvÉU D}`v É Ko]vÉ(ÉoÉX Eu ÉoÁ} S_v}r uÉÉD}`vU]voÉ~}}]Á Z }~É}ÉZ ~ZX X u]}] A }}S_v}uÉ É D}`v É }}É}u vo}Á}}u}u]Év}oÉv}}}u}}u}X X A u}v}}u] }}u}}u} u } É oÉÁ} }u}u]ÉoÉS_v}uÉÉD}`vX X A S_v}uÉ É D}`v u oÉÁ} }u}u] } }vu ]UÉv}}v]ÉuvÉo}]]X
QÉÁ}X AvÁ}]ivÁ}(}]Zr]PZU}ÉÉ vÉÉu]]Á}u]ZvuoXSÉ vÁ}]ivÁ}}}]} É vÉ(ÉvÁ}U}]Z}v}uoÉ]Ér tado em todas as células pesquisadas.
r
r
˘oX
GP
X ˘]!v] ÉA !É }u}}u}~]}u]}}u} }u}S_v}uÉ Z ÉD}`vX X A S_v}uÉ É D}`v u oÉÁ} }u}u] ] buída a alterações nos cromossomos sexuais. X O ˘uÉ É } ]Z} u u }} É ]PvZ} S_v}uÉÉD}`vX
r r
09. (UNCISAL AL) SX NÉ]vR} ÉX D MvR Á} v}u] É PÉr uu]vov]É}uuÁ}É }u}u]r }v(}uÉ}ÉÉ}É}v}]]}PuX
AZ vAo]É } ]]}PuU u PÉvÉ] .u} É r mente que a criança possui Z _v}uÉKo]vÉ É ÉoÉ}}É É uvÁ}]ivÁ}v r ÉuÉ]}ÉI}o}P!vÉÉX Z _v}uÉ É D}`v É }}É u vÁ} ]ivÁ}vÉ uÉ]}ÉIÉu}P!vÉÉX Z _v}uÉ e Patau e ocorreu uma não disjunção durante a uÉ]}ÉIÉu}P!vÉÉX Z _v}uÉKo]vÉ É (ÉoÉ}}É É uvÁ}]ivÁ}v r ÉuÉ]}ÉII}o}P!vÉÉX ÉZ _v}uÉ}o}XX}}É É uvÁ}]ivÁ}vÉ uÉ]}ÉI}o}P!vÉÉX 10. (Ufu MG) D} uÉv} ÉvÉ u R}uÉu v}uo ~]Z} U XYZ É u uoRÉ v}uo ~]Z} U XXZ vÉ u ]v }u u vÉo}]] W S_v}uÉ É D}`v ~]Z} UXXU +21ZXC}uÉoÁ}}}É}v}u]PuÉ É }P!r vÉÉ}(}É]}]uU}ÉrÉ.uÉP IX vÉE o}]]}É]} É }]P]vvÁ}]ivÁ} }}u}}u}R}uZo}P}~ uÉ}P!vÉÉv}uÉvX IIX NuÉ]}É IPuÉ}P!vÉuÉÉ vUv}uouÉvÉ}} ]ivÁ É }}uAr]uÁ É uÉ }u}}u} IIIX E vÉo}]] }É É ]} }]P]v vÁ} ]iv Á} }uAÉr]uÁ É u }u}}u} meiose II PuÉ}P!vÉse materna. C}uÉoÁ}.u]uUuÉoÉv}ÉX Z }uÉvÉIII }ÉX Z }uÉvÉI }ÉX Z }uÉvÉII }ÉX Z }uÉvÉIÉIIIÁ}}ÉX
21ZUvuÉ]}É
I Pr r 21. r 21, na
B10Aneuploidias
O }u} }u} Á } } • o} ]v É oo É É ]]PÉ u } É v}o]uÉ v} } (É } X N} ]uÉ ]} ]uÉ É É ] U } É uÉ v} ]} _u]} }É É (É ]} } }É _v v} r u] v} o u uÉ v} } } ]}] PÉ u É É ] A9 PÉ É }u _v}uÉ É D }`v X A ]voÉ (]u ] INC ORRE TA X Z Av}uo]}u}u] }}Éuv}u]vÉ r cebeu um número de cromossomos menor ou maior que o normal tanto nos autossomos quanto nos heterossomos. Z A _v}uÉ É D}`v }}É v} u (É} É u cromossomo a mais no par 21, causando alteração do der Év}o]uÉv}oÉÉ v}}É]uÉv}É_ ¡]_v}uÉX Z _v}uÉ A }`v D É }ÉP]}vÁ}]ivÁ}}u} r u]v}vPuÉ}P!vÉ(ÉÉ u]v]vv}vuo]vX Z OÉvÉvÉ}] É ]v]_}}u_v}uÉD}`v É Á}É }]P}]uÉvÉ(É}}Év}uo]X
63
FRENTE
B
1 B O LUDÓM
ASSUNTOS ABORDADOS nn Tipos de ovos e segmentação nn Distribuição de vitelo nos ovos nn T]} É É PuÉ v Á }
BIOLOGIA TIPOS DE OVOS E SEGMENTAÇÃO ZA (}uÁ} } ]P}}U É oo É ]]]AA]É u u}É}} }Év} ÉA }Pv]}}} É u v}} É ]}X A ]uÉ]É} Ér Év}o]uÉv}Éu]}vA]} ]]Á}}]P}}U}É}Év}u]v} tação ou clivagemXEÉ_}} u}}]vÉvo]PÉv}u}uÉv}} número de células, porém sem aumento de volume. A ooÉovÉo]PÉvUÉv}u]v ]ÉÉouÉvÉÉu}ouÉU}](Éu]ZÉu}}É É _vÉ}ÉÉ _v vÉ É]u]XvÉD É(ÉU É v]ÉvÉÉ} u oor}}(Éu]v]v]Av] ooÉu]}vA]v}]v_]}}Év}o]uÉv}XA ](ÉÉvvvÉuÉvvÉ ]]]Á}v]É É vÉUÉv}u]v} viteloUÉu]vu](ÉÉvv}Éo]PÉuX
r segmen-
blastômeros, não aumentam conr
Distribuição de vitelo nos ovos O}ÉPuÉvÁ}É}}Év oor}}ÉvÉvÉÉ]] ]Á}}]Éo}o]ÉvÉXBÉ}vvÉ]]]Á É }}]Éo}U}}} Á}o].}ÉuP isolécitos, heterolécitos, telolécitos e centrolécitos.
r
Opirus/Arte
Ovos isolécitos
Figura 01 - Representação esquemática de um ovo isolécito.
O}]}o ]}~}PÉP} isosU]PoZ}}o]P}o ]}~}PÉP} oligosU}}Z}r Éu }} ]Éo}U } o R}u}PÉvÉuÉvÉ ]]_}X EÉ } É }} }}É nos cordados, equinodermos, moluscos, anelídeos, nematódeos, platelmintos e mar u_(É}~Éuuu_(É}U}}} o}}}oPv}ÉÉuuoÉ](ÉÉvÉ Év}u]vo ]}ZX
Ovos heterolécitos
Opirus/Arte
O}RÉ}o É ]}~}PÉP} heterosU](ÉÉvÉZ}Éuu]}]Éo}]]_} ]ÉPouÉvÉU(}uv}u polo animalU}uuÉv}vÉÉ]Éo}É}vÉ se encontra o núcleo, e um polo vegetativoU}vÉÉ}vÉvu]}vÉ É]Éo}XO}ÉÉuv0]}É]˘ÉX Figura 02 - Representação esquemática de um ovo heterolécito.
Ovos telolécitos
Opirus/Arte
NÉ É ]} É }} ~É o}o ]}U } PÉ P} ] uÉ vÉ U } oo U }u ]u]v} } ]}o u v É ](É ] X O ]}o u É É uÉ u É É v} ] }U É u u É P]Á } Z˘]u uÉ u v o uA ] X E É ]} É }} É A É vÉ É u É U É ] U u}o } É (oZ }É ~}o} É oo Z É É ]˘É X
Figura 03 - Representação esquemática de um ovo telolécito.
64
telos, ɢ É u] É Z U } ]É o} } U
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Ovos centrolécitos O} É v}o ]} ~} PÉ P} centro U uÉ ]} Z É vu v] É o ] uÉ v É P vÉ É ]É o}U } o (] }vÉ v } v É P]Á } É v o oo r}} X O} É na maioria dos artrópodes.
Opirus/Arte
r
Tipos de segmentação
Figura 04 - Representação esquemática de um ovo centrolécito.
O É ÉPuÉvÁ} }Éu }}É Éu }} } ]P}}U Év} Év}u]v} holoblástica}}oU}}Éu}}ÉÉvÉuuÉP]Á}}]P}}UÉv}Év}r minado meroblástica ou parcial. Segmentação holoblástica (total) A ÉPuÉvÁ} R}o}oA pode PÉ ouÉ} É uvR} iguais, como }}ÉÉuv]u]o} ZÉ o ]}oPv É }o]P}o ]}U}ouÉ}v]uÉvÉ desiguais ~Év} } u]}É Év}u]v} macrômeros e os menores, micromêrosZU ÉuRÉ}o É ]}ÉoPv}o]P}o ]}XA]v}É}vÉÉPuÉvÁ}R}o}oA r subigual U}uouÉ}]ÉPoÉUÉuo} Z ]}o ]}X
Opirus/Arte
OÁ}ÉPuÉvÁ}u u .v]} É }}v}oÉPÉv }UuÉ uÉo vÉ]ÉÉ o}v}}}XP}Á}É Uv]u]](ÉÉvÉ}u}uÉu}}É }}}ÉuÉvÉPuÉvÁ}](ÉÉvÉX
Figura 05 - Representação esquemática da segmentação holoblástica igual e desigual.
Segmentação meroblástica (parcial)
Opirus/Arte
ª
ª ª
B11Tipos de Ovos e Segmentação
A ÉPuÉv Á} uÉ}oA }É }vÉ É É uvÉ] P segmentação meroblástica discoidal e segmentação meroblástica superficial. N (}u discoidal, as divisões ocorr Éu Év v ÉP]Á} Éu ]Éo}U (} r mando um disco de células acima da ÉP]Á} } }o} ÉPÉ }U É v (}u superficial, as divisões ocorrem na per ](É ] } ]P}}X A ]]É ]] discoidais ocorrem em óvulos telolér ]} UÉvv} ]]É É .]] ocorrem em centrolécitos.
ª
ª ª
Figura 06 - Representação esquemática da segmentação meroblástica discoidal e superficial.
65
Biologia
Exercícios de Fixação 01. (Fuvest SP) Qo ](ÉÉvU v} Év}o]uÉv} Éu]}r vA]}U ÉvÉ v]u] }u }} }o]P}o ]} É v]u] }u ovos telolécitos? Z N•uÉ}É(}oRÉ}Éu]}vA]}(}u}X Z PÉÉv}!v]Éo}uX Z PÉÉv}!v]Év}}}X Z T]}ÉPuÉv Á}}}}X ÉZ M}}É(}uÁ}}}vÉ oX
P}ÉrÉ }vo ] É É Éu]Á} (}u}rÉ É u}}}uP Z }}]Éo}Uv](}uÉuÉvÉ]]_}X Z }}]Éo}Uu]vvÉv}}o}ÉPÉ}X Z u]}]Éo}U}vÉv}vÉP]Á}ÉvoX Z u]}]Éo}Uv](}uÉuÉvÉ]]_}X ÉZ u]}]Éo}U}vÉv}v}}o}v]uoX
02. (Unipac MG) MÉ}Á}INCORRETAP Z Oo]P}o } Á} }} É }v!u Év vÉ É ]Éo}U v](}uÉuÉvÉ ]]_} Éo} ]}ouX SÁ}Év}v}v}}_(É}X Z MÉ}o ]} Évu É uÉÉ } }ouÉ ] r }ouA} }} } ]Éo}X SÁ} Év}v} v} platelmintos. Z MÉPo ]}Á}}}ÉuvÉÉ ]ÉÉ o}} r pa quase todo o citoplasma, enquanto o núcleo ocupa }É u_v]u}vÉ](É]XO}ÉÉuÉX Z CÉv}o ]} }Á }} v} ] } v•oÉ} ÉvoU Év r }o]}Éo}]}ouUÉ}]Éo}]ÉrÉ}É}} ]}ouXSÁ}Év}v}v} É]X 03. (UFRRJ) OÉu]˘}]o}}É}ÉPuÉvr Á}Éo]PÉuÉuP
05. (Ufam AM) NÉ É]Év}vu}}}}}P Z uÉo ]}X Z Év}o ]}X Z RÉ}o É ]}X
Éo}o Z ]}}uoÉ}X ÉZ o ]}X
06. (Unifor CE) Uu É]} ÉU }É U A] oAo ]X C}u} } Évu u]uÉ} v} }o}v]uouuÉ É }v}}o}ÉPÉ}U}vo]} uÉÉ vÉÉo}]P]vurÉÉ]P}}P Z o ]}X Z ]}o ]}X Z Éo}o ]}X Z RÉ}o É ]}X ÉZ Év}o ]}X
r
07. (Ufam AM) N} }} }o]P}o ]}U ]uÉ] o]PÉv }}ÉuÉu}˘ÉÉ vÁ}}}}U(}uv}ouÉ} }˘]uuÉvÉ É uÉu} uvR}X ÉE } É o]r PÉuÉ}v}uÉÉP Z HÉ}o É ]}X Z Év}o C ] }X Z MÉ}oAX ÉZ TÉo}o ]}X Z H}o}oAX 08. (FFFCMPA RS) N} } É ÉPÉU Év}vu} } É o} Z É PuÉvÁ} É }} }u }}!v] v} ](ÉÉvÉ P} É v]u]X A]voÉ v} } ]˘} oÉvÉv associação incorreta. Ocorrência Mu_(É} oÉvA]} Z Z
Tipos de Ovos e Segmentação B1
04. (Unifor CE) A .P ]˘} u} u Éu]Á} v (É É }]}ouÉ}X
66
Z
Curso Básico de BiologiaXıæX
AMABISÉMARTHOX
aZ uu _(É}X Zv0]}X Z v.}˘}X
Peixes
ÉZ
Z
Z
ÉX É]X
ÉZ
Tipos de óvulos Oo]P}o ]} HÉ}o É ]}
Aves
Telolécitos
Artrópodes
Centrolécitos
Répteis
Telolécitos
09. (Udesc SC) A]voÉ oÉv }ÉU Éo]}vv} } }o} ZÉ UvÉ]ÉÉ o}˘ÉÉ uo}v]u] É X Z O}Éo}o ]}WNÁ}}]]Éo}WÉ}}}}v0]}X Z O}}o]P}o ]}WP}]}}]Éo}W}É }}}v0]}X Z O}RÉ}o É ]}WP}]}}]Éo}W}É }}}]vÉ}X Z O}}o]P}o ]}WP}]}}]Éo}W}É }}}uu_(É}X ÉZ O}RÉ}o É ]}WP}]u]}]Éo}W}É }}} oX
Tipos de segmentação T}oÉ]Po T}oÉ]Po MÉ}oA]}]o MÉ}oAÉ.]o MÉ}oA]}]o
Ciências da Natureza e suas Tecnologias QÉÁ}X N}É]˘ÉU}Éu}Év}vo} Z RÉ}o É ]}r}ÉÉ uvÉ]Éo}U}o ]]_}]ÉPouÉvÉU]v}}]}o}rUo} Z É Éo}o ]}UÉuÉoRvÉv} ]]]Á}}]Éo}U} uu]}ÉXOo} Z RÉ}o É ]}Éo]ÉPuÉvÁ}R}o}oAÉ]Po~}uouÉ}v]uÉvÉ](ÉÉvÉZUÉvv}}o} Z Éo}o ]}Éo] ÉPuÉvÁ}uÉ}oA]}]o~}u]]ÉÉvvÉP]Á}Éu]Éo}ZX
Exercícios Complementares 01. É]ÉC } }] } É o} Z Év}v} Éu É]˘É v}u}(}o}P]É}ÉPuÉvÁ}X 02. (UFSC) L}P}(ÉZ vÁ}U oo}}}]P}}]v]] u}É}ÉPuÉvÁ}XN.P]˘}U]É} }É]P}}ÉPuÉvÁ}Á}É Év}X Tipo de segmentação
a)
b)
c)
r
03. (UFU MG) C}uÉoÁ}Éu]}o}P]}v}PÉ É v]}É r }É U]voÉoÉv}ÉX Z N} }} Éo}o ]} }uoÉ} ~É É É]ZU ÉP r mentação é apenas parcial, ocorrendo numa pequena ÉP]Á}É](É] ooU.v}oAoÉu(}u ÉuÉv}]}~o}]}ZX Z O}}o ]}}]}o ]}}}o]P}o ]}~ÉÉu r u_(É}Z Á} ]} Éu ]Éo} É PuÉvÁ} }}É Éu toda a extensão do ovo. Z O}}É É]Á}Éo}o ]}]v}uoÉ}}RÉ}É r o ]}X NÉoÉU u]}É Á} u] A] É vuÉ} v}}o}]}Éu]Éo}U}vÉÉ(}u}u]uÉ}X Z A ÉPuÉvÁ} É.]o ]}]o }}É Éu }} RÉ r }o É ]}~ É]ÉZUÉuu]PÁ É }É oo (}uuu]}P}ÉouÉ}X 04. (Ufu MG) Um pesquisador observou o desenvolvimento de u}}É}ÉU}vv} ÉP]vÉÉ_r PS}}}uÉovÉ]ÉÉ o}]]_}É]r PouÉvÉ Éo} ]}ouV o]PÉu R}o}oA É]Po }u(}uÁ}Éu]uÉ}ÉuuÉ}VÉ(}uÁ} Éuo}ÉoÉo}o]v}}o}v]uoX_C}uÉv descrição do padrão de desenvolvimento desse ovo, poder rÉ.uÉu}}É Z uu_(É}X Z ÉX Z v0]}X Z oX
r VERDADEIRA(S).
X O]Éo} ]}ÉuÀv]v]X X O } É ÉPuÉvÁ} vÉÉ u vÉ É da distribuição do vitelo no ovo. X Eu a e bÉu} ÉPuÉvÁ}R}o}oA]PoÉr ]PoU uÉÉ vÉU É }}É Éu ]P}} }Ér nientes de óvulos com alta concentração de vitelo. X Eu bU Év É uuÉ}U v} }o} ÉPÉ}U ArÉ Éu (vÁ} u]} ]]]Á} } ]Éo} vÉ ÉP]Á}U}É].o}}É}É]]Á}ÉooX
05. (Unifor CE) Os esquemas abaixo representam embriões nas (ÉÉ ooX ª
Tipos de Ovos e Segmentação
d)
uE oÁÉ u]}P!vÉ É}É É }É }]P} É }u}}U]voÉ~}}]Á Z }~ÉZ
GP
r
ª
B11
Tipo de zigoto
r
X uE cU ÉPuÉvÁ}}}ÉÉvvÉP]Á}Év}u] v]_oU}u}}}Év}}}ÉPo]vRX X Eu dU o]PÉu ]uÉ}oAÉ.]oU Év} }Év]ÉvÉo} Z É Év}o ]}}uvÀv]É ]Éo}vÉP]Á}É]( ]X X OÉ} É ]Éo} v} }} v} u]} v} u] ÉoÉ }]Á}}v]uovoÉ }o É X
67
Biologia
SÉv}rÉ}É ]P}}}]P]vu É u]É É É !u uÉuv]ÉÉ o} É U}vo]urÉÉ I}]Éo}P Z ]]]rÉ v](}uÉuÉvÉ É Éu II RA u] ]Éo} v} }o} animal. Z ]]]rÉ v](}uÉuÉvÉ É Éu II RA u] ]Éo} v} }o} PÉ É }X Z }vÉvrÉu]v}}o}ÉPÉ}ÉuII]]]rÉv] (}uÉuÉvÉX Z }vÉvrÉu]v}}o}v]uoÉuII]]]rÉv](} memente. ÉZ ÉuuÉu]]]Á}Év}vÉuIIX
r r
06. (UFPEL RS) A(vÁ}}]Éo} vtrir o embrião durante o de v}o]uÉ É v}u]}vA É ]}U}uÉv}uÉ ]uÉ](ÉX N}]v} É v]uoUvÉ]]]Á É }}]Éo}v}}}É u]vu É ](ÉvÉ vPuÉ É vÁ}U}Év}}}É É uÉ }}}}}}uÉZ oÉÉ XOuvR} oo(} u~ouÉ}vÉZ PuÉ É vÁ}}É]Po É } ](ÉvÉÉ XoÉ A ]˘}]v]}}}} É U}v(}uÉ}}É É ]]]Á} } ]Éo}U }} ÉPuÉvÁ} É A˘ÉÉ uo} v]u] É vu É É }É }} É P É
1 Clivagem
r r r
mentação.
C}u É v}˘} É É u É }vRÉ]uÉv}U ] .u Á}É }ÉP Z IUIIÉIIIX Z IUIIIÉIVX Z IIÉIVX Z IÉIVX ÉZ IIÉIIIX 07. (UFPB)uE uo}Éu]}o}P] É v]uoU}(É}( o}}É}]É}}}} É PuÉ É É vÉXSÉv }rÉU É v}](ÉvÉÉ P}v]u]U}}}} É É PuÉ É vÉ}Á ]v}U]Év.É.u}ÉP IX Ouu_(É}Évu}}}}}o]P}o ]}ÉP uÉvÁ}uÉ}oAX IIX O]vÉ}}Éu}}}}Év}o ]}ÉPuÉv Á}}}É.]oX IIIX O v0]} }Éu }} } } RÉ}o É ]} É ÉP uÉvÁ}R}o}oAÉ]PoX IVX O É]˘É Évu }} } } Év}o ]} É P uÉvÁ}}}uÉ}oAX VX O É]}Éu}}}}Éo}o ]}ÉPuÉv IIrIIIrV Á}uÉ}oA]}]oX 08. (UFMS) C}v]É}É ÉP]vÉ}Pv]u}Pv.}˘}~v]uoAZV Po]vR ~v]uo BZV i ~v]uo CZV vR ~v]uo DZV } ~v]uoEZÉÁ}~v]uoFZXEu(vÁ} vÉÉ ] ]]Á}}]Éo}v}o} Z U }É}.uÉP X Ov]uoÉvC o} Z }}o ]}X X Ov]uoÉvB o} Z }}Éo}o ]}X X Ov]uoÉvA o} Z }}RÉ}o É ]}X X Ov]uoÉvD o} Z }}Év}o ]}X X Ov]uoÉvE o} Z }}RÉ}o É ]}X X Ov]uoFÉv o} Z }}Éo}o ]}X
2 Clivagem
3 Clivagem
r
r r
r r r r r
r
GP
09. (UEPB) OÉÉ } Éu]˘} Évu } É ÉPuÉvÁ}É}}Év]u]X
3 Clivagem
Figuras do livro BIO, Sônia Lopes. 2003, [adapt.].
B11 Tipos de Ovos e Segmentação
Analise as a.uP IX A oÉA }É}vÉ v]u] }u} É É]U }]}} É }Éuo}É}]ÉÉ o}UÉPuÉvr ção ocorre apenas em um dos polos. IIX oÉ}ÉA B }vÉu}PuÉ É É vÁ}uÉ }É }}ouÉ}(}u}}Éu}uÉu}uvR}X IIIX A oÉC }É}vÉ }} É }Éu u]} ]Éo}U .v}É]]_}]PouÉvÉv}]}ouX IVX oÉ}ÉA D }vÉu}PuÉ É É vÁ}uÉ É oou]}vA É ].u]}v0]É É }}}X 68
r
A]voÉ oÉv É }v u ]v(}uÉ }É v} } } É }}U } É PuÉvÁ} ɢÉuo} É vivo onde ocorre. Z O} ]}o ]}U ÉPuÉvÁ} R}o}oA ]PoU }}É Éu uu_(É}X Z O} Éo}o ]}U ÉPuÉvÁ} uÉ}oA ]}]oU }}É Éuv0]}X Z O} Év}o ]}U ÉPuÉvÁ} uÉ}oA É.]oU ocorre em insetos. Z O}Év}o ]}UÉPuÉvÁ}uÉ}oA]}]oU}} re em répteis e aves. ÉZ O}RÉ}o É ]}UÉPuÉvÁ}R}o}oAÉ]PoU}}É Éuv0]}X
r
FRENTE
B
21B O LUDÓM
BIOLOGIA
EMBRIOLOGIA DO ANFIOXO A o v.}˘} É] } (} É É v]u] Éu } }} .o} Éu }v~anfi AA }]ZX O v.}˘} vÁ} (}uu }ovoÉ U u ÉvÉu } .o} C}XCRÉPuuÉ] Év¡uÉ}}u]uÉ É v}!u É }}}ÉuÉoRvÉ } É u É]˘ÉU o u É ]ÉÉu Éu]ÉvÉ} vÉ]U Éu o}] É APou Éo]uUuvÉv}}uÉvÉ ÉvÉ]}}}} (}}}XVu} Éu]}o}P]É ]}U}] B]}o}P]o]r}}u}}Pv]u}u}Éo} É}A }vRÉ]uÉv}X
ASSUNTOS ABORDADOS nn Embriologia do anfioxo nn T]} É }} É É PuÉ v Á } nn G o Á } nn OPv}P!vÉ É
SAIBA MAIS O QUE É UM ORGANISMO MODELO? AoPv]} É !u pÉo(vuÉvov}v}v} É }uÉÉvÁ}vuÉ É }} }É}]}oZP]}XI}}ÉÉ }(}Éu]}}É ]}o}P]Á}]u]oÉ vu]}]}Éu}}}}Pv]u}Uu (ÉÉvÉuÉvÉu]}u](A]oÉ u}É oÉuu}Pv]u}}Éu}}X}Pv]u} EÉ u]}rÉ }Pv]u} }Á}}uuÉvÉ(ÉÉ ]}}u} u}Éo}U}ÉuÉuu}u] É_}É (Éu}]}}É o}Z É ]}XO}Pv]u}ru}Ér o}!uPvÉvPÉvÉ]˘ÉÉ ]uÉv]U]}u}}Év}o]uÉv}A]r }É}]o}É]Uo}Év}uvR}U(A]o]}v]]o]ÉÉuvÉvÁ}X UuPvÉv•uÉ}É]v(}uÉ}ÉÉ}}É}Pv]u}U}Év}o]}} } vAo]É } Év}o]uÉv} Ruv}U ÉPoÁ} P!v]U }Év É }É } }É}}o} É X
F}vÉPAMNÉvRu_vo}É]vÉÁ}AÉ N
Figura 01 - Imagem de um anfioxo.
69
Biologia
Tipo de ovo e segmentação
Macrômeros
Opirus/Artre
O }} } v(]}˘} oligolécito É É PuÉ v Á } total subigual. Durante a É É É PuÉ v Á }U } ]P}} É o (É É mórula U É u Po}uÉ } É É É ] oo U É uÉ oRvÉ u É É v u} U É É u É P] U É o (É É blástula U É u É oo }uÉ u É }Pv] v É ](É ] É É (}u uma cavidade interna denominada blastocele, bem delimitada em óvulos isolécitos e heterolécitos.
Figura 02 - Representação esquemática dos estágios iniciais do desenvolvimento embrionário do anfioxo: zigoto, mórula e blástula.
Gastrulação
Opirus/Artre
A É PoÁ} É ]v]] }u invaginação } ouÉ} u]}É ~ur uÉ}Év} Z ]Éo}ÉoÉU}É}ÉuÉoRvÉuÉ}Éur v} u ˘]P É RÉ] X É NÉÉ }v} }vÉ }}É ]vP]vÁ}U PÉ u }]0]}UÉv}u]v} blastóporo. A cavidade interna passa a se denominar arquêntero, É ]ÉÉ]A(}u}]vÉv}X
B12Embriologia do Anfioxo
Figura 03 - Início da gastrulação no anfioxo.
NÉ(É}Év}o]uÉv}}]P}}U](ÉÉv]urÉ o]vRPÉv}o É } v]u]X Qv} } oZ}} A }]PÉu } } u }]0]} É v} }u} }} ÀvUÉv]uo o].}}u} protostômioU}u} } v]A]}U platelmintos, nematelmintos moluscos, anelídeos e artrópodes. Quando o blastóporo, v}}ÉÉ }}É}Év}o]uÉv}U}]P]v}ÀvUÉv]uo deuterostômio, representado pelos equinodermas e cordados. 70
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
vÉD PoÁ}U}} ](É É Év]Á}}P}É oo}(}oRÉ}PÉ u]v} } Éu]}vA]}X A u ˘ÉÉ v PAo }]P]vA v} u ]vÉvA }]PÉu endodermeX N} v]u] ]oA} ~ }oÉou]v}v}Éu}o É ZUÉv}oÉrÉu(}oRÉ}]vÉuÉ]A]}ÉU denominado mesodermeX C u É (}oRÉ} }]P]vA u Éu]v} P} PÁ ÉZ }U}u}˘o]} AÉ ÉP]X
r ectoderme, enr
Opirus/Artre
GASTULAÇÃO
Figura 04 - Representação esquemática do estágio de gástrula do anfioxo.
Organogênese A É] (É } Év}o]uÉv} Éu]}vA]} }Pv}P!vÉÉU É É r É] Éo ](ÉÉv]Á} É PÁ Z } } (}oRÉ} Éu]}vA]} (}u} v PoÁ}X A }Pv}P!vÉÉ ]v]] }u primórdios do sistema nervoso.
neurulaçãoU (É Éu É (}uu }
vÉD }Pv}P!vÉÉU }}É Éu]vÁ} o]vRPÉv ÉooÉU }Pv]r }Á ]o É }(}oRÉ}Éu]}vA]}É(}uÁ}}]uÉ]}PÁ Z }X}ÉAÉ uÉ A}]PÉuÉ]ÉuÉU]ÉuvÉ}}É] o]}]ÉoUvoÉvoX A uÉ}ÉuÉ }]P]v ÉuÉU u•o}U }}UoPÉuU vPÉUÉ]} o]v(A} É PÁ Z }PÉv]]XAÉv}ÉuÉU}.uUA}]PÉu}uÉÉ v}}]ÉuÉ]r Z]}U}]PÉZ]}UPÁ ÉZ }U}u}0P}ÉÀvÉX Formação da nêurula
B12Embriologia do Anfioxo
nêurulaXN(}uÁ}v!o~ neua placa neural, que ~vÉ}}Z.
Opirus/Artre
NÉU É PAoÉuÉv}o]uÉv}(}uAU}ÉÉ uÉ}oU u}vÉ}}Av}uÉ É U_U rulaçãoZU }ÉÉ uU É A ] v ÉP]Á} }oU (}u }(Éu(vuÉv}Éov}v} tubo neural
Figura 05 - Formação do tubo neural do anfioxo.
71
Biologia
somitos, que
notocortubo digestório.
Opirus/Arte
IvÉvuÉvÉU uÉ}ÉuÉ }(É P]vÉ É oÉ] (}uv} } Á}}]PÉu]vÉ É v}u}u•o}É}}Uo uÉo]u]ur vidade interna denominada celomaU o}o É }u}Á} } PÁ Z } ]vÉv}X O uÉÉ }ÉuÉUo}o]}É}!vÉ}U}Pv] É (}u daXAÉv}ÉuÉU}.uU˘v]A É É(}uA}uÉÉ v}}
Figura 06 - Representação esquemática das etapas do desenvolvimento que levam à formação da nêurula.
B12Embriologia do Anfioxo
OÉo}uu u u] ]}Éu]}vA]}É]vP]ÉoÉ}o É ÉvÉ}v]u]XA }P]uÉv} uÉ}ÉuÉU}v]u]}ÉuÉ]v P]}ÉuP nn acelomados,
r
quando o espaço entre a ectoderme e endoderme é totalmente preenchido por mesoderme, sem cavidades, como nos platelmintos; nn pseudocelomados, quando existe uma cavidade, porém a mesoderme reveste É v É u] Z˘]u É }É uÉ U }u} v} vÉ u É ou]v} V nn celomados U v} RA u ] É É ] É o uÉ }É uÉ U v} É u] v]u] ] } vÉ o_É } X A Z vÉ o Á }U } (}oRÉ } É u ]}vA ]} U }v]v u É ](É É v] U }]P]vv o os tecidos especializados do adulto. 72
Opirus/Arte
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Figura 07 - Classificação dos animais triblásticos quanto ao celoma.
Exercícios de Fixação 01. (OBB) SA}} ]v}Ó PÉ] oor}v} ]v }u Év} É Ruv}Ó Mv]o Éu] r ões é crime? Polêmicas como essas só se resolverão ao der Éu]vu}v}UÉ(}U}uÉ]Ruv_ Z Z Z
Fonte: <http://super.abril.com.br/ciencia/vida-primeiro-instante-446063.shtml>.
SÉ (}É }_Éo ÉoÉÉ ÉoÁ} } P]uÉv} ] v} Éu]Á} }u (}uÁ} } É ]Éu vÉ}}U o (É Éu]}P!vÉÉ É ]É Éo]}v }u P]uÉ É v}Ó Z MZoX Z BoAoX Z GAoX Z OPv}P!vÉÉX ÉZ Oo}P!vÉÉX
Z ÉZ
PAoU}É (}oRÉ} ]v]}}æ É Á}UrÉ mente, ectoderme e mesoderme. PAoU]ÉÉ ]v]}Á}É UÉ vamente, celoma e arquêntero. PAoU]v] É }Á}É UÉ vamente, tubo neural e notocorda. v!oU}É (}oRÉ}]v]}}æ]v] É }Á}UuÉÉ vÉUuÉ}ÉuÉ!vÉ É }X v!oU]ÉÉ ]v]}]v] É }Á}UuÉÉ vÉUÉo}uÉv}}}X
03. (Unesp SP) C}v]ÉÉ } ÉuU vuÉ} É U Éu}u}](ÉÉvÉAP]} É É}}ÉuvÉ} }É}Éo]PÉuXOÉÉoÉvÁ}Á}É vÉ ência de acontecimentos.
r r
r
r
Eu]}o}P]}Av.}˘}
02. (FMABC SP)
B12
O Éu Év u (É } Év}o]uÉv} Éu]}vA]}}v.}˘}XE(É
73
Biologia
Eu o oÉv } Év}o]uÉv} Éu]}vA]} AÉ Éu ordem sequencial totalmente correta? Z WWWWæWX Z æWWWWWX Z WæWWWWX Z WWæWWWX ÉZ WWæWWWX
.uÁ} É v .P]˘}U Év}u]v É o Z}} v} v]u] }}u]} É }u]}U }É }]PÉuÉP]vÉP É
04. (Puc RS) OouÉv}]Àv]}oÉPo]}É]Éu oo É o}vÉ Ruv} Év}o]} Éu o}Z]}X A É P}U AÉ u]} v IvPoÉ Éo] ]vÉPÉ }u ooÉu]}vA]Ruv}u É ooX QÉ v}uÉ É A É u] É oo v} AP]} É }Év}o]uÉv}É ooÓ Z Óo}X Z Z]P}}X Z MZoX Z GAoX ÉZ FÉ}X
LOPESUSv]G}}˙BÉv}oR} C X SÁ}Po}PS]UXXX
05. (Ufu MG) BÉv}rÉ v Éu]}o}P] } Av.}˘}U ]voÉ oÉvÉvÉ!v]}É(ÉX Z Z
MZoWGAoWB MZoWBoAoWGAoWN!oX BoAoWMZoWN!oWGAoX BoAoWN!oWMZoWGAoX Z Z
} Z
}}u]}rÉo}uV}u]} É W}X Z
}}u]}rÀvV}u]} É r}ÉÀvX Z
}}u]}r]vÉv}V}u]} É r]Éu˘ÉÉ }X ÉZ
}}u]}r]ÉuvÉ}}V}u]} É WÉ(P}X
Bio.
}u]}r}ÉÀvV}u]} É WÀvX
09. (UFPR) FÉ } Év}o]uÉv} Éu]}vA]} É] Éo} ÉoÉ]uÉv} } ! (}oRÉ} PÉu]v} ~É}r ÉuUuÉ}ÉuÉv}ÉuZÉ}]vÉv}u}]uÉv} u}(}PÉv }P
~Au]MR}X
GoÁ}X Z
Co]PÉuX Z
M}(}P!vÉÉX Z
FÉvÁ}X ÉZ
A}}ÉX
10. (UFF RJ) O}u}ÉÁ}É É}vv} u (ÉuÉv É v]v}U Éu]v} } É} u o} v_Éo É ]v(}uÁ}
Biologia das Células, 1ª ed. SÁ}Po}PM}ÉvUııZ
07. (UFPI) As células que resultam das primeiras divisões no emr brião são chamadas de Z uZoX Z ouÉ}X Z v!oX Z PAoX ÉZ oAoX 08. (UEPB) N}]v_]}}Év}o]uÉv}Éu]}vA]}}v]u]U ÉuPÉo(}uurÉ}(}oRÉ}PÉu]v}}Éu]}vA]}U } ] É }]P]vu } É]} } o}X C}u É vÉ
Z
r
O AP]} É } v}o]uÉ É v} Éu]}vA]} É]} v} ˘} É Év}u]v}P Z uZoX Z PAoX Z oAoX Z v!oX ÉZ }Pv}P!vÉÉX
B12Embriologia do Anfio o
Z
oAoWN!oX
06. (UNIFOR CE) SAZ ]uÉ] o]PÉvU v} } Éu]Á} AÉ }v_} } oPu ÉvÉv É ooU }uÉ P]U Éu u ÉP]Á} u] ]vÉvU u ]É RÉ] É o_ ]}X O }É} }ÉPÉ É (}uÉ u ]É Éu.v] É UvÉP]Á}Évo}oÉ ooX_
74
r
oriunda de bibliotecas e sites especializados de universidades e }o É X EvÉv}U v IvÉvÉU Év}vurÉ ]É ]v(}
r
uÉ }(ÉÉ] } ]É vÁ}rÉÉ]o]}U }vÉv} É
r
} PÉU ]vo]É vÉA B]}o}P]X S}vRÉ .P abaixo tenha sido encontrada em uma pesquisa sobre o tema Éu]}o}P]UvIvÉvÉX
uAZ vAo]ÉU}vo]rÉ
ue houve um equívoco na elabor
Á}.PUÉ_}}(ÉÉ É}]Á}} Z
}ÉÉ uU}]ÉoÉÉ}]P]v}uÉ}ÉuX Z
Év}ÉuU}]ÉoÉÉ}]P]v}}ÉÉ uX Z
uÉ!v]uU}]É}]P]v}Év}ÉuX Z
uÉ!v]uU}]ÉoÉÉ}]P]v}uÉ}ÉuX ÉZ
uÉ!v]uU}]É}]P]v}É
}ÉuX
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Exercícios Complementares 01. (Unifor CE).P A ]˘}u}uÉ!v]]v]]o} Év}o]uÉv}Éu]}vA]}Éu}É X
OAP]} É ]v]]oÉv}o]uÉv}}É ˘} É (ÉÉ É }.voo]PÉuXS}É}v}U }É}.uÉP X A o]PÉu É]rÉ } u É!v] É ]]
r
sões celulares, que na maioria dos animais acontecem muito rapidamente. 1
X }A .voo]PÉuU}u]Á É }vÉ rÉ}u}u
2
oAoX X N vÉU }vÉ}rÉ u Á} •v]} É o]
r
PÉu}}}}É}}X 3
X Oo}]} oAoÉuu_(É}X
4
X
O}}uuvu]} É PvÉ]ÉÉ o}}(Éu
VrVrFrVrV
]]É]]U}uÉ}oAUvÉo]PÉuX
04. (UEPB) .P A ÉvÉP]]ou}Év 5
A vAo]É .P
r
versal de um cordado. Analise as estruturas indicadas pelas
6
U É É]v]uuÉÉ v
Éu]É }vo] É } ]P}} É
ÉP
v]uoÉvP }}]Éo}}É ]}RA(}uÁ}oÉ uÉ}]P]X ]Éo}v](}uÉuÉvÉ]]_}X Z
u]]Éo}v}}o}v]uo}Év}}o}ÉPÉ}X Z
u]]Éo}v}}o}ÉPÉ}}Év}}o}v]uoX ÉZ
v} ]Éo} É vÁ} RA }]]o]É É (}uÁ} É ouÉ}}uoÉ}X Z
IrT Z
IrN}}}VIIrCÉo}uVIIIrT}NÉ}}VIVWIvÉv}X Z
IrIvÉv}VIIrT}NÉ}}VIIIrCÉo}uVIVWN}}}X
02. (FMTM MG) vÉD Éu]}o}P]}v.}˘}U}}É Z
}É]uÉv}}}vÉoZ}É]uÉv} da notocorda.
Z
Z
]uovÉuÉvÉ(}uÁ}v}}}P]vÁ ÉÉ } Z
IrT}NÉ}}VIIrN}}}VIIIrIvÉv}VIVWo}u ÉC X ÉZ
}uuÉ}U(}uÁ}}}vÉo}oX
IrCÉo}uVIIrN}}}VIIIrT}NÉ}}VIVWIvÉv}X
05. (UEG GO) N} Év}o]uÉv} Éu]}vA]} } }}U
}]uÉ É É v} } !vÉ} Z (}uÁ}
˘]É É u É _ Éu É }}Éu }É}
blastocela. Z
mais ou menos semelhantes.
]vP]vÁ}}}o}PÉ(}uÁ É } }PAoX ZÉ
]uovÉuÉvÉ(}uÁ}uÉ}ÉuÉoAÉ oX
S}É}ÉÉ }U INCORRETO.uÉP Z
A v!o }AP]} É Éu]}vA]} Éu É iA É ]Év.
03. (UFPR) SA oor}v}}vRÉ]RAu]u} É }Á u]} É
dorsal da ectoderme.
uZRAv}}]P}]vÉvÉÉ vÉ]É
r
}É}vÉP]u]u}o]AroU}iÉ UoAro]vÉ.v]
r
uÉvÉuÉ o}Z]}X P]}Uo]u ooÉ
r
uoo É ]vÉvo}]} É ~u}P]} AÉ ]v]]]}u]É É uu_(É É }uv}vP} ÉZ X_ ~CARVALHOUAvv]}Co}Cu}ÉXC oor}v}X uÉA ]]v}(}XCiência Hoje, U}oXıUvXUXXZ
Z
uZA o uAP]} É Éu]}vA]}v]ÉooU}u}
r
oor}v}u]}vA É ]}Á É }É o}ıU
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}}vÉoUÉ }]P]vÉu}ÉP]Á}
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vA]U}É }}U}u}v}o]uÉ É v}}u]Á É }U }Éu}u] É ooÉu}Pv]u}XA
}NÉ}}VIIrIvÉv}VIIIrN}}}VIVWCÉo}uX
}˘]uuÉ É vÉ(É ]}ÉPÉu]v}X Z
oAA o }P]} A É u]}vA É ]}uÉ uÉ .vu
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ouÉ É }v}oÉ É uvÉ ]Évo É X Z
A PAo uAP]} É Éu]}vA]} Éu É ](ÉÉv
r
Eu]}o}P]}Av.}˘}
Z
]u!(}oRÉ}PÉu]v}X 06. (Urca CE) Descobertas recentes sobre o desenvolvimento Éu]}vA]}Éuu u}v]_}oÉÉ
B12
Z
75
Biologia
o] (É } }}X O v} ]!v] v ÉA ]!v
r
IIX AU É A }vu C É B uÉÉ vÉ}Év}ÉuU a notocorda e o mesoderma.
] u ] }É } Év}o]uÉv} } Éu]Á}l(É} ]A
IIIX A É}vÉo ÉB DÁ} }]PÉuU
novos caminhos para uma “nova era na educação sobre o der Év}o]uÉv} rvo_XOÉv}o]uÉv}}(É}Ruv}
uÉÉ vÉU}ovoÉ }É ]ÉuvÉ}}
}o}vP}}É_}}ÉPÉÁ} }uu}v}}É
central.
oo } u u ](}uÉ }ÉÉ vÉ } ÉP]} }
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É]}É]Éo]]uÉÉ v}X
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de neurulação. N(ÉÉPuÉvÁ}UÉu}}É É uA]]]É
08. (UESPI) Q v} É É É u ]}o}P] Ruv U } É
uÉ]Z } ]P}}U } u v} .vo É (É vÁ}RAuÉv}}}ouÉ}o}Éu]Á}ÉuÉoÁ} }}ouÉ}]P}}X IIIX uZA ooAÉ oÁ}É ÉvÉv(ÉPo É r Á}VuÁ}(}u}u}viv}É ooU}r uuZo uu]}ÉooÉoAoÉv uma cavidade interna cheia de líquido. IVX N (É É }Pv}P!vÉÉ } }}U PÉ } } neural, a notocorda e o arquêntero; o tubo neural e a nor }} Á}É Év}o]} v (}uÁ} } (} ]Éu vÉ}}UÉ}!vÉ}U}]Éu]PÉZ]}X VX N (É É PoÁ}U } Éu]Á} uÉvÉuvR} É RA (}uÁ} } (}oRÉ} PÉu]v} É Á} }]r PÉu}}}É]}}]v]_}X ÁE
rÉ É P } ]P}} ~ Z }(É A ] u]}É U (}uv} oo ]P ] U É É }Pv] u (}u u} É u ~ Z É U } É ]}uÉ vÉ U v (}u U É æ X C }u É o Á } É É É u U } É } (]u É P
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r
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r
transversal.
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r
dade oca. Z
A P]} } É v}o]uÉ v} É u ]}vA ]} } v(]}˘} É u } É
B12Embriologia do Anfio o
r
}INCORRETAS.u Z
07. (Uel PR) A vo]É (]P ]˘} É É É v u } É
76
r
Z
UUÉX Z
ÉvX Z
ÉvX Z
ÉvX ÉZ
UÉvX
09. (UFPEL RS) O Év}o]uÉv} Éu]}vA]} } }É ]]]} v ÉP]vÉ P É ÉPuÉvÁ}U PoÁ} É }Pv}P!vÉÉX
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
~E˘_} É LOPESUSXBIO. X Vol. 1, X E S]UXX
IIX
BÉv}rÉv}Éu INCORRETO.uÉP Z r Z
TrÉÉuÉPuÉvÁ}R}o}oA]PoX Z
}ÉE }vÉ(ÉÉoAoX
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neurulação.
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}ÉD }vÉ(ÉÉuZoX
]}vA]} Éu É }}É ](ÉÉv]Á} } É]} É
IIIX uZA ooAÉ oÁ}É ÉvÉv(ÉPo É
11. (UFPR) Para estudar a expressão de determinadas proteínas em v0]}U]}É É }]u u u} G}ÉvÉÉ }PÉvÉ}}É XM}É(}u É }]}u PÉvÉ É u}ÉuÉÉ oR} }}X C oo ]v](Év] É (}uvÁÉ }v(É}uu}}}PÉ É vÉÉ]v r }]uÉ ](ÉvÉÉ o}]ÉPAov0]} É XO ]}É É }ÉuG}É!v]Uu]U É v}P]] r v}XOu•o}}v]uoG}ÉuÉ uÉ ]ÉÉ r uÉuÉ uÉÉ oR}XP}]o} É UuÉ P]É É PAo(}u]viÉ}UuÉÉ vÉUPÉÉ vÉÓ
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dos do indivíduo.
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10. (Cefet PR) O}Pv]u}uoÉooÉÉv}oÉu uÉ oor}}ÉUÉ}]É]]]É](É É r Év]É}]PÉ A u}o]É oo}uÉ É u} É]}}}]XOÉu]˘}Évuo]PÉu de ooW}}P
MÉ}Éu}ÉÉ uX
12. (Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública) O desenvolvir uÉv}Éu]}vA]} ]v]]}}u(}uÁ}}}}}]P}} (ÉvÁ} } o} Z Éo} Éu}}]ÉX O }} U ÉvÁ}U } u ]É É ]u (} r uÁ}Éu}Pv]u}X
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K}}PvUZ
r
S}ÉÉu]}o}P]U }É}.uP X A }]PÉu Éu]}vA] }É]} vÉ}} É uo } endoderma. X SÀv] É o oo v}}} u v](ÉÉv]Á}}}vÉo}}}X X PoÁ A }U}É}ÉvÉ}Éo}Pv}P!vÉÉU É(}uÁ}uZoX X (}uÁ A }}}ÉÉ uUÉv}ÉuuÉÉ }Éu}} Éoo]PÉvÉ]u(}uÁ}oAoX æX oÉA v uvɢ}Éu]}vA]}Év}oÉ}Éu]Á} }uu_(É}X
r
77
B12Embriologia do Anfioxo
Avo]É.uX IX A }Pv}P!vÉÉ u É } Év}o]uÉv} Éu
Biologia Celular e Molecular, DÉ R}É EXDXPXU ]} E Gv
FRENTE
B
BIOLOGIA
Exercícios de Aprofundamento 01. (UFG) PuÉ A }P!vÉÉ (vuÉvo}É}}É r }}v]u]XN}R}uÉuUu}P!vÉ É É u}Ér }PvÉ É }Á}}PuÉ}}É É v}¡o} É X A.P]˘}]ooPu(É}ÉÉ }X Z Z
MÉ]}É IV o ulas com n cromossomos; ovócito secunr A]}ÉPoZo}}o}}•o}}oX M]}ÉIV} oo}uv}u}}u}V}}Z] r }ÉvA]}X M]}ÉIIV oo}uv}u}}u}V}Z]}Év r A]}ÉPoZo}}oX MÉ]}ÉIIV} oo}uv}u}}u}V}Z]}É r vA]}ÉPoZo}}oX MÉ]}ÉIV oo}uv}u}}u}V}Z]}Év r A]}ÉPoZo}}o}}•o}}oX Z Z ÉZ
}} DÉ }u.PU Z o].Éu(É]v] Z ˘o]É É }] Év}U É }}Éu v Éu}P!vÉÉU ÉPvÉu]Á}P!v]v}ÁÉ }˘É X
04. (UEA AM) O esquema mostra dois erros que podem ocorrer vÉPuÉ}P!vÉÉu oo diploide.
X
02. (Fuvest SP) C}u ÉoÁ} PuÉ}P!vÉÉ RuvU v ÉDNA IX }o} Z uÉÉvÉv}}Pv]X IIX }}Pv]]oÉ É oÉ vÉÉ vu}Pv] É X IIIX Éu}P v] uÉÉvÉv}]P}}X IVX }Pv} É }•o}}ouÉuvÉÉ v}]P}}X VX u}Pv] É }}}vÉÉ vuAÉ X É SÁ}.u}ÉÉvP Z IÉIIX Z IVÉVX Z IUIIÉVX Z IIUIIIÉIVX ÉZ IIIUIVÉVX
r
03. (FCM PB) vÉD ] (Éo ]v]]oU }}Pv] É }o](Ér u } ]]É u]Z (}u } }Z]} ]uA]} antes do nascimento. Quando uma mulher nasce, seus dois }A]}}v!u}˘]uuÉvÉ}Z]}]uA]}U vÉvRu }Z]} (}u} É}] } v]uÉv}X A puberdade, a mulher passa a apresentar ciclos menstruais, que É(Éu ]V Éu ]o}U PÉouÉvÉ u } }Z]} ]uA]}Évv}É_}}ÉuÁ}XBÉ}v}}Ér }}}P!vÉ É ÉuÉoÁ}}}Z]}]uA]}UÉ}vÉr uÉÉ vÉPv É Uuv}oÉvORRE C TAX IX Qo Év}u]vÁ} } ]o} Éoo Éu É }}É }}P!vÉÉÓ IIX Qv ooÁ}}]P]vv]uÉ](ÉÉ] r clo celular? IIIX Q]Á} ooÉovÉ(ÉÉ ]v]]oÉ}} r P!vÉÉÓ
78
QÉÁ}XZIPPZ(ÉIVIIPMÉ(ÉA IVIIIPAvA(ÉIVIVPPZ(ÉIIVVPMÉ(ÉA IIVVIPTÉoZ(ÉIIX ZC}v]É}]}ÉP]vÉÉv}P • Crossing over ~}ÉuZP~}oZÉ ÉvÉ}uA}vÉ É ÉvÉ}}uÉ]oP!v]}ÉvÉ}uAR}uZ É o}PV}}Év}(AIÉ X {MÁ}}uAP}É vÉo]Á}}DNAUu}].v}É!v]voÉ É }¡É}UÉi}]Á}UÉi}]Á}UÉi}ÉÁ}ÉX C}u}Á}Éu ooPÉu]vUÁ}}ÉvÉvÉV}v}UÁ}uÉ}uAX {SÉÁ}oÉZ]}}u}}u}R}uZo}P}vuÉ]}ÉIP}}u}}u}vÁ}ÉPÉuuÁ}Á}É X
(www.uel.br)
Considerando o esqÉuU}vo]rÉÉvÁ}]ivÁ}v ]uÉ] ]]Á} uÉ]Z oÉA (}uÁ} É æA9 É P uÉv}u]ÉæA9ÉPuÉv}u]X Z ÉPv ]]Á} uÉ]Z oÉA (}uÁ} Év É P metas anormais. Z ]uÉ] ]]Á} uÉ]Z oÉA (}uÁ} É æA9 É P uÉv}u]ÉæA9ÉPuÉv}u]X Z ÉPv ]]Á} uÉ]Z oÉA (}uÁ} É æA9 É P uÉv}u]ÉæA9ÉPuÉv}u]X ÉZ ]uÉ] ]]Á} uÉ]Z oÉA (}uÁ} É æA9 É P uÉv}u]ÉæA9ÉPuÉ as anormais. Z
r r r r r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
06. (Uerj RJ) PÉo vAo]É } }u}}uU }_Éo É v}uo] É ] _v}uÉ É D}`vX O Éu abaixo apresenta quatro eventos da divisão celular.
OÉv}}_É]uÉ]}ÉoÉÉ u_v}uÉD}`v É Á}}Év•uÉ}P QÉÁ}XZ Z ÉX Z ÉX Z ÉX Z ÉX
08. (Fuvest SP) S}vRÉvÉu}P!vÉÉuR}uÉu ocorra não disjunção dos cromossomos sexuais na primeira ]]Á} uÉ]}ÉU ]} U É } }u}}u} X É Y u]PÉu iv}uuÉu}}o} ooXAu]v}uÉÉ ]}É G]}v}.voAP]v }vvÉv}uouÉvÉU Z o}v]Á AÉ }}u}u]}Éu}}]É (}u}vÉuÉ]}ÉUv}(ÉÉ É}}u}}u} sexuais? Z ] Á}É }_É] }v]É }u}u] É ]v PÉ Éo} Éu}}]É }]} vÉ uÉ]}ÉUv}}ÉoÉ(ÉvÉuo} Z v}u]Ó 09. (UFTM MG) Eu u ]] } }Lou}o}P]U M]vU É portadora da síndrome de Turner, descobriu que também é ov]U ]u }u} É ]X N (u_o] É uÁÉU vÁ} RA oÉ } É o}v]u}X C}v]Év}rÉ É } o}r v]u} Éu]v} } u oÉo} É]} o]P} } ˘} É U }ÉrÉ ]É É u] }AÉo É } (} É M]v É portadora da síndrome de Turner seja devido a um lote cror u}u]}vuo}RÉ}Éo] Z ÉvU}É Éu}}]ÉÉP}]}u}}u}XX Z É v U É } É É u}}]É É P É v u } r u} }u} X X Z ÉvU É } Éu}}]É vÁ} ÉP vÉvRu } r mossomo sexual. Z uÉvUÉ}o} Z ÉPÉvu}u}}u}XX É Z uÉ v U É } Z o} vÁ } É P vÉ vRu }u} }u} sexual. 10. (UDESC SC) Complete o texto com as palavras propostas nas oÉv SA ]uÉ] (É } Év}o]uÉv} Éu]}vA]} } uu_ r (É}U}ÉiU}}YYYYU (ÉÉYYYU}vÉv}]P}}}} r Éu }vÉ YYYY Éu É oo .oR ]]Éu ÉvÉ si o vitelo da célula mãe. O nome das células que resultam das
Z
79
Exercícios de Aprofundamento
Com base no esquema e em seus conhecimentos sobre o asr v}U]voÉ.uINCORRETA. Z N (É AU Éu}Pv] É }}Pv] Á} }] }u]}ÉÉ ooo]vRPÉuPÉu]vX Z (ÉA U B PuÉ DÉC }P!vÉ]v]] É vÉ r É}}(ÉÉ ]}ÉR}uv]}o]É}ÉoR]Z.ÉX Z N(ÉU C }}ÉÁ}É o}]]U}]Á}}É } }u}}u}R}uZo}P}X Z AÉv } PuÉ(Éu]v]v} }Éu v]ÉvÉ vÉÉA r rios ao desenvolvimento inicial do embrião.
07. (FMABC SP) u}}]É EÉ Ruv}}]P]v}}uÉ]}É v}uoU}ÉuÉv}v]ÉXXÉXYXSÉ(Év r darem óvulos cromossomicamente normais, e caso os embrir É }uoÉÉu É v}o]uÉv}U Á}É }]P]v} ]v]_ r }uÉÉ vÉU}u]Z}P Z UXXXU É XYYUÉv}}]uÉ]}}u]v}˘} É (Éu]v]v} É } }}U u ]v } ˘} É uo]v}U u} cromossomicamente anormais. Z U XX É U XYU Év} } ]uÉ]} } u ]v}˘} É (Éu]v]v} É } }}U u ]v } ˘} É uo]v}U u} cromossomicamente normais. Z U XXX É U XXYU Év} } ]uÉ]} } u ]v }u ]}u]}}u}}u}XÉ}}}Uu]v}u_v r }uÉÉKo]vÉ(ÉoÉX Z U XXX É U XXYU Év} } ]uÉ]} } u ]v }u ]}u]}}u}}u}XÉ}}}Uu]v}u_v r drome de Turner.
FRENTE B
05. (Puc MG)E˘]ÉuÉuÉoRv](É É ÉvÉvÉPuÉ}P!r vÉuo]v É PuÉ É }P!vÉ(ÉÉ u]v]vXOÉuÉ Éu } (É }uv ~AU U B C É DZ Éu}P!vÉÉ }}P!vÉÉX
Biologia
]uÉ] ]]É v} Éu]Á} Á} } ouÉ}X O ]P}} v(}u} Éu u u }u É oo Ru ____, que passa a envolver uma cavidade interna cheia de lír ]}Uv}Év}u]vYYYYX_ A]voÉoÉvÉvÉ!v] correta de par lavras que completam o texto acima. Z }o]P}o ]}VÉPuÉvÁ}VuÉ]}ÉVoAoVuZoX Z }o]P}o ]}VPoÁ}VuÉ]}ÉVuZoVPAoX Z uÉPo ]}VPoÁ}VuÉ]}ÉVuZoVPAoX Z uÉPo ]}VÉPuÉvÁ}Vu]}ÉVuZoVoAoX ÉZ }o]P}o ]}VÉPuÉvÁ}Vu]}ÉV uZoVoAo . 11. (UEA AM) A.P]ouAP]} É }v}o]uÉ É v}]v] ]oÉuv.}˘}Éuv0]}X
~J} M]v}Au]ÉG]oÉ}R}]PÉMR} Biologia das célulasUX}A XZ
FRENTE BExercícios de Aprofundamento
A](ÉÉvÉvÉ}}]}É}ÉrÉ Z É]!v]U u]} } uÉv}U uÉuv É oor}}X Z }}!v] É ]]É u]ZÉu u]} v•uÉ} v oor}}}v.}˘}X Z vÉ]]]Á É }}]Éo}ÉvÉv}]}ou oor}}X Z }}!v] É ]]É u]ZÉu u]} v•uÉ} v oor}}}v0]}X ÉZ u]]]Á}É]Po}PvÉo]}ouA oor}}X 12. (UFPA) (ÉAZ vÁ}Uu oo}}}]P}}(}u É É }(É]]Éu]ZÉ]X}ÉEÉ }UÉv}u]v} o]PÉ É uU }]v_]}}Év}o]uÉv}Éu]}vA]}XS}É }}É} }É}.uÉP Z A ÉPuÉvÁ} R}o}oA ]Po }]P]v ouÉ} É uÉu}uvR}É}}ÉÉuoPuns ovos heterolécitos. Z A ÉPuÉvÁ} R}o}oA ]Po É }]P]v ouÉ} É]P]É}}ÉÉu}}}}}}o]P}o ]}X Z A ÉPuÉvÁ} R}o}oA É]Po }}É Éu oÉou]v }UvÉo_É}Uu}o}UÉ]˘ÉÉv0]}X Z NÉPuÉvÁ}uÉ}oAÉ.]oUo]PÉu}}É v} }o} É]} } }}U Évv}U v uÉ}oA]}]r oU o]PÉu}}ÉvÉP]Á}Évo}}}ÉUÉuÉP] U oou]PuÉ](É]X 80
r
.
r
r
ÉZ
AÉPuÉvÁ}uÉ}oAÉ.]o}}ÉÉu}}} }É ÉuoPv]vÉ}X
13. (UEPG PR) L}P}Z (ÉvÁ}U oor}}}]P}}UÉr ur(}uU]v]]u}É} É ]]]ÉÉv} r u]vo]PÉu}ÉPuÉvÁ}XAÉ]}ÉuAU ]voÉ}É(}}É}X X D É } } }u v É } Z o} É É }]PÉ u } ]P}}U É É PuÉ v Á } }É A v } É É u É P]vÉ uvÉ ] P R}o}oA ] } } o É uÉ } r oA ] } ]o X X A ÉPuÉvÁ} ]o ]}]o }É É ] }u ]P} r }ÉP]u Éo} Z Év}o ]}U}u}} }} ÉU É ÉPuÉvÁ} ]o É.]o É }u } ]P}} ÉovÉ É o} Z Éo}o ]}U }u} } ovos dos répteis. X A ÉPuÉvÁ} }o É]Po }}É Éu ]P}} }]v} de óvulos heterolécitos que têm um pouco de vitelo misr }v}]}ouv}}o}ÉPÉ}XA]uUÉvv} }}Éu ]uÉ]]]ÉU } ouÉ} Éo r vÉ]vÁ}]P]XT}]Uv}É]AÉ ]r ]Á}U É PÉ } ov}}]o É U } }]} ouÉ} novos, quatro conterão vitelo e os outros quatro, não. X A É PuÉ v Á } ]o }} É v} ]P}} É u É } r É u} A É É ]É o} } X E ] } ɢo] } É } ]É o}U v} }U vÁ } }(É É PuÉ v Á } X E vÁ }U somente a parte da célula que contém o protoplasma ~]}o u É v•oÉ } Z É v É u o] PÉ u X P} ] } É PuÉ v Á } ]o X X A ÉPuÉvÁ}}o]Po}}É Éu ]P}}}Év]ÉvÉ de óvulos nos quais o vitelo é inexistente, ou reduzido a u vÉ u_v]uU R}u}PÉvÉuÉvÉ ]]_ GPı por toda a célula. 14. (UFLA MG) OÉÉ vuÉvÉ } ]v_]} (}uÁ} É u Éu]Á}u}}v.P]˘}X
2
3
4
5
r
C}uÉv.PUÉ}vP Qo}}ÉPuÉv Á}}É}Ó Z Eu o~]Z oÉ~Z É v]uo~]Z }}É~uZ É } É ÉPuÉvÁ}Ó Z
r
1
ZSÉPuÉvÁ}uÉ}oA}]oÉ.]oX ZIvÉ}X
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
15. (UNIFOR CE) Eu u PAo É uÁ}U ]viÉ}rÉ u
X NPoÁ}U(}urÉ}oZ}}XOv]u]ÉuÉ } oZ}} A }]PÉu } Àv Á} Ru} É}}r
Àv]R]}v ooÉ]vu}oZ}}X SÉ o Àv] ÉuvÉÉ vÉ ooU }ÉA É ]É
u]}U}É v]u]Éu}É oZ}}}]PÉ A u}
r
Á}Ru}}u]} É X
denciada, no animal adulto, Z
vÉP]Á}voX
X A} o}vP} } Év}o]uÉv} Éu]}vA]}U oo
Z
vÉP]Á}}oX
u } u}É} É ](ÉÉv]Á} Éoo Éu É
Z
vÀv]X
oPvPÉvÉÁ}S}_Uv}}}Év(v
Z
vPvX
É ÉooÉX SPÉu É uvÉ] } } ÉooÉU
ÉZ
v}]vÉv}X
É}Pv]uÉuÉ]}X
r
X uÉ D u}}PÉoUuÉ uÉvÉ}}}v]u]}Éu
16. (UFPEL RS) A ]oÉ ]˘} Évu Éur
É}É!(É}vÉv}o]uÉ É v}
mente — em corte transversal — um embrião de um cordado
u]}vA É ]}PPuÉ É vÁ}UPoÁ}}Pv}P!vÉ É X É
oÉU~ZUÉuv.}˘}o}U~ZX
X
N }Pv}P!vÉU É }}É ](Év]Á É } }PÁZ } }(}oRÉ}u]}vA É ]}(}u}o}P}PZ oÁ}X
GP
18. (UFMS) C}v]ÉÉU PÉvÉ]uÉvÉU ÉP]vÉ (É } Ér Év}o]uÉv}Éu]}vA]}P IX
OPv}P!vÉÉX
IIX
GoÁ}X
IIIX SÉPuÉv
Á}X
A}]É (É (vÁ} É ]Év.É ~Z oÉv~Z cujas associações estão corretas. Com base nessas ilustrações e em seus conhecimentos, é corr
Diferenciação dos tecidos e órgãos
}É .uÉP Z
A v}}}U } o}vP} } }É} }o} É }É
r
}U É ](ÉÉv]} Éu u É!v] o É v]
r
ÉZ(}uu}ovoÉ X Z
Av}}}ÉvÉv}v.}˘}vÁ}}]vÉvRuÉo
r
Á} É R}u}o}P] }u V É } ]}U ÉoÉ ÉvÉ }P}}(o}}} É ÉvÁ}}}É X Z
v}}} A ÉvÉv}v.}˘}}]uÉoÁ}vÉ
Aumento do número de células e do volume total
Aumento do número de células sem aumento do volume total
III
NÉvRu
II
NÉvRu
I
NÉvRu
I
II
NÉvRu
NÉvRu
NÉvRu
III
I
II
III
III
II
I
r
o}P]}u V É }]}UÉoÉ }v]É}v}u]r
FrFrFrFrVrF
32
camente como um cordado invertebrado. v}}} A U}o}vP}}}É}}o} É }}É U r
ra a premissa de que todo o cordado é um vertebrado. ÉZ
19. (UNESP SP) Uu } u]vR} }oR]} É Éo} ]ÉvÉ oRu}uo}vPÉv Év}oÉÉuRuv}o}vr PÉu !É U ]v]ouÉvÉ }ÉvÁ} É oo
]u]o]É A vu]ÉvÉ}AP]} É Éu]}vA]}uÉ
r}v}UÁ}É oo]v](ÉÉv]}ÉÉ u}]PÉu
}É ~Z É (}u o É u v.}˘} ~Z u}
oÉ}É]}X
(}É ]v_]} É v}}} uvAÉ o}P U É ]}Éu(vÁ}A]}ÉÉ Á}uÉÀr
Quanto É É É }U oo r }v} }É u É }u oo } É u ]É U É v v} É É v}v u v (É É
nica do cordão nervoso dorsal. 17. (UEPG PR) É]} A }Év}o]uÉv}Éu]}vA]}U]v
r Z
uZoX Z
PAoX Z
v!oX Z
(}uÁ}}Éo}uX ÉZ
(}uÁ}v}}}X
oÉ}É(}}É}X X A ]]É É }}Éu vÉ ÉPuÉvÁ} Év}u]
r
vurÉ o]PÉvU É oo É (}uu Á} Rur das mórulas.
r
r
Exercícios de Aprofundamento
](ÉÉ v]} É uÉ u}ovoÉ V}v}U]É É
FRENTE B
Z
81
FRENTE
C
Século XVI - varíola ataca o povo asteca. O vírus foi usado como arma biológica pelos espanhóis na colonização da América.
BIOLOGIA Por falar nisso As viroses sempre aterrorizaram a humanidade. A varíola, por ˘ÉÉ uo}U }] u]oRÉ É u}} ÉvÉ ı ıX E }Év}uÉv} Ruv]É } u] É v}X O (Z ÉP_]} Ru IIU ]vR M] II IvPoÉ É } É] L_XVFvuÉ Éu]Sɢ]P_~_}oZX]v A (}] }ÉÉ ÉuıX O vírus Influenza, um dos maiores carrascos da humanidade, produziu u]oRÉu}} É vÉÉ ııXu] A P]ÉÉ u](}] P]É É vR}o É Uu} É vR É (É]}_uv}uv} }}XN}]o B U}ÉÉ vu}}]ÉÉ vÉR}]PÉoÉA X Nas próximas aulas, estudaremos os seguintes temas
C09 C10 C11 C12
V]}ÉRuvI
.............................................................................84
V]}ÉRuvII
............................................................................94
V]}ÉÉuÉPÉvÉPÉ É vÉ TÉ]}É]Éo]ouÉÉ v}
................................................ ................................................... 112
FRENTE
C
90C O LUDÓM
BIOLOGIA VÍRUS E DOENÇAS VIRAIS
ASSUNTOS ABORDADOS nn Vírus e doenças virais nn S_v}uÉ ]uv}É(]]!v] ]] ~A ID S Z nn Condiloma acuminado nn HÉ É ]uoÉ nn HÉ ]É ] ]
r
]}É A uv}uÉPÉv ]}}oÉ}ÉvvR É U}u}UoPu }_É UvR É É }Á }o]u]U}iÉ U}É ]} Z }Pv]u}(} o] É }Év}]vR}uÉ u_}} É u ]}æ É ]Uu]}uv}Á ]}É]ZÉ ]U}u}}(]} É U]vÉ É v]U}É}}}_X EÉ } É v(Éu]É (É u] ]v }É Éo ]vÁ}É v} Éo} }É} É (}uÁ} } ]Éu ]uv}oZP]}U É}vAÉo Éo (ÉÉ } } }X Eu u]ÉvÉ É }v.vuÉv}U ]v]ouÉvÉ }o É U ÉRÉ É A]}U ]v .u u] ˘} É }v_Éu É } É }ÉvU }] RA u u]} ]oÁ}}_XAo u]}U}Év}]vvÁ}}Éu v}ÉA]É R]P]ÉvÉ É}]É]uÉvÉ oÉu uÁ} }Éu oAroU ]u É Éu}ÉPÉ } v]U]vPÉ É Éuo]uÉv}ÉvRu_}v}RÁ}U(]o]v}U]uU}}vAP]}É vu]Á}Év(Éu]ÉX
r
EvÉ]v]]]}ÉvPÉ É u]vÁ}É É]Z]UÉ de bastante comuns durante o outono e inverno, também aparecem no verão. Os sinr }uÁ}}ÉU}]}É oU}vPÉÁ}vo(ÉÉ ÉUÉv}vÉ r ouÉvÉÉuoPv}}]XOu ]}]v]}É ]u]v]ÉuÉv} ]v}uU(Év}]voÉ}u}}.]}oZP]}UÉuÉÉvÉÉA]}U˘]o] na boa respiração e que mantenham a atenção, sobretudo, na hidratação da criança.
F}vÉPPR}}]lSR'É}lX}u
Tu uÁ}vÉ}uv ]}ÉÉvPÉu}}]vÉvoU}u}}}r _U}] É v}uÉ É ]} É (}u]u]o}uÉ }XO}vr AP]}Év(Éu]É}}ÉÉo] É]}ÉU}ÉiU}v] É U}É ]v}uÁ}}v(}} É }u]voUu]}U(É]ÉÉ ]XNÉ}É U}] Éu uvÉ ÉvÁ} R]P]ÉvÉ ]vÉu }u ]É}vvÉU É]}]ÉÉ}]Á}Éo_]}É]vPÉÁ}Éo]uÉv}ÉiÉu]o] É }(v]}vuÉv}}]vÉv}X
Figura 01 - Pais devem adotar dieta constipante, que priorize reposição de líquidos e ingestão de alimentos que regularizem o intestino das crianças.
84
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Grupos de Transmissão
Viroses AIDSU}v]o}uÉv É}URÉÉU RÉU ÉB X CÉD
DST / Transfusão de sangue Contato direto Feco-oral
PvÉu}v] ]AU G]É S_v } IvGÉv AU FÉÉ E}oU RÉ(]} C}r uuU PvÉu}v] É MÉv]vP]É V]]U M}v}voÉ}ÉU R }oU }C U ˘u C USu}UV_}o~É]ZX HÉÉA~RÉÉ]v(É]}ZURÉÉEUP}o]}u]Éo]ÉUR}]}ÉX
Vetores
DÉvPÉUFÉÉAuÉoUFÉÉCR]lvPv˙UZ]lX
Contato com hospedeiro Vertebrado contaminado
R]}H]}(}]UG]É]AA ]U Hv]}ÉX
Transmissão congênita
Z]lUHIV~AIDSZURÉU ÉB RÉU ÉD }o
Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) A AIDS u _v}uÉ ~}viv} É ]v] É ]v}u Z É }}É É ]} É v ]uv]É É É É ] } A ] ]v(É É }}v] X A É ]uv]É }}É É ]} ]u]v]Á} }v•uÉ} Éo]v(Z ]} T ~ ˘]o]}É } o]v(Z ]} CD Z É Á} } }É }É É } ]uv}oZP] X O o]v(Z ]} T ˘]o] } É }vAÉo Éo É uoÁ} É }} } ÉooÉ É }uÉu } v¡PÉv} É u (}u PÉ oU É ]u]v]Á}U Éu v•uÉ}U ( }u É } ]Éu ]uvÉ } ]uv}oZP]} É] ˘ÉÉ }uÉ.]!v]}v]v(É É U]vo]v}]v(É É ]uoÉ }u} P]ÉX
nn Iv(}u}v]É É v]
r a população de mulheres sobre } ] } É }v u]v Á } v PÉ Á } É v} É _}} É amamentação; nn U o É A É ] É ] } }v } }u } vPÉ É } É } X
r
r r
Estrutura do HIV – Um retrovírus O}_ É Á} _ É }Éu RNA }u} uÉ]o PÉv } É u Év]u É]o W transcriptase reversa W Éu]É}Á}DNA É ]o}RNAXODNA ]o(}u}}É]v}} É }DNAÉooÉuvÉ r Éu}É oÉvÉ}oPuÉu}X
A]v]](}uvu]Á É }}HIVÁ}P nn Contato
sexual, sem preservativo, com pessoas porr
} } HIVV nn Tv( Á } É vPÉ }
v ovÉ É Z PÁ } }v u]v } É o} HIVV
r
nn U} }u ]oR} É ]vP } uÉ ]] ]•P]}
contaminados; nn D É uÁ É
A transmissão sexual não é restrita ao sexo masculino. Ao u ]}U vÁ} ˘]É É u P} É ]} É ]u }u} r uÉv}]} É XN}•ou}v}UÉu}}Év}uPv r É}o](ÉÁ} AIDSÉ uÉoR}uvÉ]É]}v r u]vÁ} ÉoÉÉuÉ]ÉvX A]v]]uÉ]ÉvÁ}AIDSÁ}P nn Uso
de preservativos nas relações sexuais;
nn U} É u É ]] É
A É ] } É É ]o] } V
nn C }v }oÉ _P]} v} v} É vPÉ U É !uÉ v U É
oÉ ]É u É v} É É Z PÁ } V
Figura 01 - Partícula viral do HIV: envelope com receptores químicos, cápsula proteica, RNA e enzimas virais.
O HIV É vÉ (u_o] Retroviridae É } P!vÉ} LentivírusX É ( ]} É uÉ ÉU }˘]uuÉvÉU vu É ] r ÀuÉ }X P}] u }É ~v•oÉ} ]oZ }v_} } u}o o É RNA É }É_v É ] (}uv} u capsídeo proteico que é envolto por um envelope externo (}u} } o]_É} É Po]}}É_v X N} ]vÉ ]} } r _É}U ɢ]Éu ÉP]vÉ Év]u P integrase W }u}É ]vÉPÁ} } DNA ]o } DNA Éoo V protease W ]v]ouÉvÉ v }Pv]Á} .vo }É_v ]] U além da transcriptase reversa. 85
C09Vírus e doenças virais
(]oR} o É v ~ vu] Á } }vP!v] } É ] o Z } É o uuÉ v Á } X
Biologia
Ciclo reprodutivo do HIV Iv]]ouÉvÉU } _ É vÉ uÉuv ouA } uÉ]} }u]vÁ} É }É_v É_.X A ]v]o }É_v]o Év}u]vGP É o]P É }É_v CDrÉvÉ v} o]v(Z]} T4. Após o encaixe, o envelope ]ovÉrÉuÉuvouA}É voÉ}_É}]o ]v}]}v ooXEuÉP]U}_É} ÉP} É}RNAÉv]uÁ}o]É}XUo]v}u]v] molecular da célula hospedeira, a transcriptase reversa pror u}É (}uÁ} É DNA ]o } RNAX E u}o r oÉDNA]oÁ}Év}u]v}_
r
uE P] É U}É_v}vÉÉ o}Éu]PuuÉ ]É}Á uÉuvouA}]u É o]_É}X}ÉA _v ]É]Uv]u É ]]}É RNAu uu]PuuÉ ] r }Á É uÉuvouAX(}u ÉD U(}uurÉv}} _vÉÉ É u ooR}É]É X}ÁE } de vírus pode ser lenta, não ocorrendo destruição da célula ~É}Á}}v}o}_}Z uÉ }]vÀv]U }ÁÉ }]o ]A }}É É o]Éoo É X
Figura 02 - O ciclo reprodutivo do HIV. Esse retrovírus entra em uma célula hospedeira por meio da fusão de seu envelope com a membrana plasmática do hospedeiro. A transcrição reversa do RNA viral produz uma molécula de DNA complementar que se insere no genoma do hospedeiro. Ilustração produzida com base em: SXXÉ D o]X Vida – A Ciência da Biologia, XX E P}}AoÉPÉPAuÉUıUXıX
C09
Vírus e doenças virais
O DNA ]o v}} } v•oÉ} Éoo É ]v}}r } u }u}}u} Éo Á} Év]u ]vÉPÉX O DNA ]o }É ÉuvÉÉ (}u ]v } Éu }É latente por tempo indeterminado. Caso saia da latência, ele
]A}uv _vÉÉ u}o o É RNAXU E } U É }Éu(}u}uÉ]oPÉv }v}} É _}(} u u}o o É RNA uÉvPÉ]} É Á}É ] v} ]}}u} ~ oo R}ÉÉ]Z (}uv}}É_vX A }É_v }] }(Éu Á} }ÉÉ ]] É}]P]vu}É_v(}u}}ÉvÉo}ÉÉ}_r deo, assim como as enzimas virais.
86
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Principais infecções oportunistas C}u}]u}U]ÉvÉ}u}_HIV!uu]RvÉÉv}oÉ]v(ÉÉ }}v]U}]!u]ÉÉ u]uv}oZP]}}u}uÉ}X]v]] A ]v(ÉÉ }}v]}uÉ É Éu}]ÉvÉ}}}]}Á}(ÉÉvÉuÉvÉP nn C v]_ É W ]v(É Á } } (vP} V nn PvÉ u}v] vÉ u}_ ] W ]v(É Á } } }}}A ]} V nn TÉ o}É W ]v(É Á } É ]v V nn HÉ É ]uoÉ W ]v(É Á } ] o V ] }}}É X nn T}˘}ou}É r }}}}É X
VÍRUS DA AIDS SURGIU EM CHIMPANZÉS DE CAMARÕES Uma população de chimpanzés isor ouÉ uÉC (}] } }v} É }}}HIVU}É mais se espalha hoje pelo mundo. }ÉÉ A (}](É]}uP} ]ÉÉ v]} É uu }} para detectar a presença de vírus v(É}É u}X JA]É}HIV]vu É r uÉvÉo]}v} É }SIV~}Á É _u]U}iÉ U}_}u}U Z mas ainda não havia meios técr nicos de detectar qual população oPÉ É u]P}_X }u C vAo]É PÉv u].É r vU]}É É }vÉP]u ]v]vP]}]PÉvÉ variantes do vírus, uma pandêmica e outra que só existe em partes da (] Á X C u oÉ ]v(É }oÉ](ÉvÉÉ R]uv É r zés dentro de Camarões. À medida que mais populações de R]uv (}Éu }vU } ]Év }Éu É ] }É }u} } HIV PvR} ]É ]v(É É Ruv}XO]Év Á}É oRv} P} Ér terminar quais mutações se acur mularam quando ele ainda estava v} R}ÉÉ]} }]P]voU É } É É uv ]Pv].u Éu Éu}}oZP]}X uE u]} _É (] Á U } r mum o consumo de carne de chimr v U P}]o É }} PvÉ u}X A u]}] } ]Év ]É É É (}u u] comum e arriscada de contato com os vírus que podem eventualmenr (ÉÉ PvÉÉ É ]ÉX C}u} }Z]} É É SIV ]v existe tanto em Camarões como em populações de chimpanzés de }} _É (]v}U } }vr mo de carne símia aumenta basr vÉ } ]} } P]uÉv} É v} ]vÉ } _ AIDS É]v(ÉRuv}X
Vírus e doenças virais
Figura 03 - Fases da AIDS não tratada.
SAIBA MAIS
C09
Fases da doença HIV em paciente não diagnosticado 1ª Fase: Infecção primária.L}P}}vu]vÁ Z }o} É HIVU}]ÉvÉ}Éu vÉ (Éuo É (oÉ rÉÉ ]UÉ }}]ÉÉ u]]v]]oX]v}u ÉE cessam em poucos dias e a doença entra em um período de latência clínica. A resposta imur vÉ}]ÉvÉU}u}}Á}v}} É U}v}ou}]uÉ É vÉ]v(É}Á Pr X]v(É A }Á PP] É }u_}} É o!v] É v} }ÉÉ X }A u}uÉv}}É ]v]_}}v]}HIVuÉ }Pv]u} É U]Éu}oÉÉ É soropositivo. 2ª FasePLatência clínica. HAu}PÉ É ]ÉoÉvÉ ooTÉ] r Á} } É]} o]v(}]ÉX C}vÉÉvÉuÉvÉU }vPÉu É ooU v} vPÉU começa a declinar. 3 3ª FasePAIDSXQv} ˘Éo]v(Z]} T]]˘} É }uu ~} v}uo 3 É æ oo}uu ZU}]ÉvÉÉ}v¡ÉÉ o ]v(ÉÉ ]} É oÉ }(É É AIDSX O ]ÉvÉ }u Év PÀvPo]} ]vGu}U ]É] ]ÉÉ vÉU É }U }ÉU (ÉÉ ]vÉu]ÉvÉU ]v}u É }] ocorrência de infecções oportunistas. A reprodução viral ocorre intensamente e a lise oo R}ÉÉ] (ÉÉvÉX NÉ (ÉU } v•uÉ} É o]v(Z]} T AÉ ] r } É ]uv]É É_. AÉ ˘ÉuuÉvÉ }u}uÉX Ao u ]}U v} É v}} Éo} o]v(Z]} B v} (ÉÉ }u}] Éo} o]v(Z]} T u u AÉ}u}uÉ ]} É Év!v] É (ÉvuÉv} !u }u oo T ~o]v(Z]} ˘]o]}ZUP}]XO]ÉvÉu uÉ}vu¡ÉÉ ] ÀvÉÉ}Á }}_}v}P!v]}U}u}}_}}v]RÉÉ XO}u]}uuÀvÉÉ UvÉ]ÉÉ vÉU uu}Év}}v r P_vÉ}É Ru} sarcoma de KaposiXAoPv]ÉvÉÉv}oÉuÉu!v] ÉUÉ]rÉUÉiÉu}!v] É É}uZ(P}v} }É X
87
Biologia
Tratamento
SAIBA MAIS VÍRUS ONCOGÊNICOS }˘]uuÉ A vÉ æA9 } Àvr Ruv} É !u}o}P] É ]oV no entanto, é importante esclarer É É }uÉvÉ ]v(ÉÁ} ]o vÁ} .]ÉvÉ ]v] ur o]Pv]É Éoo ~É u PÁ Z }} É]}Z Éu u ]v]_}X A ]v(Ér ção viral é um dos muitos passos envolvidos no processo de desenr }o]uÉv}ÀvÉÉ X Os pesquisadores analisaram u] É æ u}É]} É ]v(É} o} É ]v]] _ }É É vÉÀ P } _ do papiloma humano é causa vÉ]A É } P]uÉv} É vÉÀ É]˘V}_RÉÉ o]}v} É A É B }]uÉ É v} } vÉÀ É 0P}V É } _ ]v É E rBUÉoPv} o]v(}u É XoÉE (}u}oR]} É uÉ !P}É}oÁ}P}É ]v(ÉU u vÁ} ]v}uAU v}oÉ É }É uoPu ]v(É}Á } oÉ}Á ruo]Pv É }É É iAv}oÉ É uu u}}uvÉÀ }]}XO ]Év !u }}} ]É} uÉv]u}˘o] É o]PÁ} vÉÉ }vÉÀ oPv É _XUu hipótese conhecida é de que o uÉ]oPÉv }}_oÉ] oo } ]v(Éro A U (Év}r crescer descontroladamente e, vouÉ É vÉ oÉv} } vÉÀ Ov}_}vRÉ]}P nn V_ ]o}u Ruv} ~HPVZU u DNA _ U oPv ]} É HPV uÉ v } ] } É U } ˘ÉÉ uo}UvÉÀ }}o}}•É}X nn Vírus da hepatite B e vírus da
RÉ ] É C P C À v É É (_P } ~RÉ } ]v}u Z X
C09Vírus e doenças virais
nn HÉ É _ Ruv} ~HHVr Z
É A }] }u } }u É K }] X
Z P } ] } }u o]v(}u É ]v}u É ( ]vPÉ X
v]}~HTLVrP Z }]}}u o]v(}uÉ ooTuÉ o}X
88
sistema imur r
P}uÉ}HIVU vÉÉA]}o]Éo}uÉv}!vÉ}]]}u]v }P}]uÉ]uÉv}ÉoÉ](ÉÉvÉUÉ}ÉÁ}}u]v} É ÉuuZ }u]u]}XAvPuÉvÉUÉ}u]vÁ}Ru É ÉS}ÉÉo_UuR}iÉÉu ]UÉu}]ÉuÉ}UÉ}Éu}}É} P]É vÉ}]oX
r
Condiloma acuminado uÉ }Év˘ouÉ É vÉvu]_Éo~DSTuZ u}vRÉ]}u}]Po} É }]o}uvÉ }É XO}v]o}u }o} É _HPV~Human Papillomavirus NA D X]} É É oÉ vÉ oÉÉ }É É v}PÁZ }PÉv]]U É uÉ oPv }Uv}vÀ X}ÉA v}ÉuvÉ É uÉ uv](É}Á o_v]oPu É ]É }ÉÉ uo]}v É É }v}o]uÉ É v}vÉÀ É }o} É ]v} É X
ÉZ r
Herpes simples O RÉr_ É Á} _ É DNA É ˘]Éu }] } ]v]]P HSVr É HSVrX O HSVr É}vAÉo}oÉo]] É Uv(ÉÉvouÉvÉÉu}ÉP]ÉXA oÉÉu]v]ouÉvÉv}É}Év}vrÉÉ]o]~}É }}]v(ÉÉZX O HSVr } ]v]o É}vAÉo } ]v(ÉÉ PÉv]]X O } o_v]} É r É]} oÉÉuÉoRU}u ]} ~}É]ZU!v] É }X Iv]]ouÉvÉ (}uurÉÉ_o}oR}}uÉ É uv}oÉÉX O}]}RÉ É Éu]} É }É UÉu}vÁ}Ri.v] É u}ÉvXC}u}}Év vu]U]v]ouÉvÉU}uÉ]}} }v}˘o É U}vÉoRrÉ]É }v}_vu}}uÉ}}}UvÉ as recorrências da virose.
r
Hepatites virais ARÉ]] É }Á }_É](ÉvÉÉ (u_o]ÉP!vÉ}É vu É }]u}~.v]É}Z 0P}U}Év}oÉoÉRÉ ÉP ÉA ]É]AoÉ X O_RÉÉ A ~HAVZ É RÉÉ E ~HEV}ZÁ vu]Á É } vÉ ]U }iÉ U (Éor}o uÉ RÉÉ P~RÉÉ ]v(É]}X Z E RÉ}Á É v!u] É uÉ P]É É uv]](ÉoÉ }ÉUi}v]É v]A]}Á ]A É XO_RÉ~HB B É VRÉÉ Z ~HC C É V}Á Z vu]} }v(Á}vP_vÉ}É uÉ]}oÉÉ ˘] É U}ÁÉ o]}v} É RÉÉ v]U]}ÉvÉÀ É RÉ}A XO_RÉuÉ D É }v(É}Á }uHBVX
r r
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Hepatite A
nn V_ÉE]vrB~EVB }HHVr
nn V_o]v(}Z]}ooRu
OuÉ]uÉv}vÉ}]]P]uv ÉıU]uÉ] uor o]Á}}_v}}Pv]u}Uiv}]É }Év(É]uÉv}} v}oZP]}XP}]}U}É (vuÉvouÉv}Éu}o]É É ]É } ]ÉvÉX E˘]Éu ]É oÉ É uÉ]uÉv}U É ]uÉÉu uo o]Á}}_(}u É ](ÉÉvÉXP}˘ÉÉ uo}U˘]É É uvÉ}]]uÉ ]v]]v} v]É U É }v} ]uÉÉu _vÉÉ DNAV }}U u ]v]]v}}ÉÉ]vÉPÉU]uÉ]v}}v(ÉÁ}Év}}_É]vÉÁ}} HIVÉu oovÁ}]v(ÉUuÉÉ vÉX
r
D}Év]v(É]}PUÉ]o}(Éor}o}É ]vGuÁ}RÉX A OHAV u _ É RNAX O} o_v]}}o] É }u (ÉÉU vAÉUu]}U } }u] voU v}U ]É_]U (ÉÉ o ~}o] (ÉoZ É ]v É ~}o•]ZX A uv](Ér ÉÁ}]AÉ]U}Év}ÉvrÉ}u}u]v(ÉÁ}]v}uA}}u} uRÉÉ(ou]vvÉX
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
A uÉ]}.oA É RÉÉ Á}P R]P]!v]~o uÁ}U AP }AÉoUR]P]ÉvÉ]P}}}u}o]uÉv}U]voÁ}AP É ÉP}}}ÉZ uÉ]}]vÁ}X]v A }u}_]v}u}}rÉÉP.É X Hepatite B OHBV u_ÉDNAXvu]Á A }}}É}v(Á}ÉvPÉU}u oRuÉv}PoR É }vu]vUvu]Á}}vP!v]Éoɢ] É }É r ÉP]}uÉ]}}vu]v}X O}o_v]} ]AoÉ }u]v(É]v}uA É }É PÉ}uvÉÀ RÉ}A XA(}uv]]É rÉ}v(É É ]uÉv}U]É_]URÉ}É oÉv}uÉPo]u}ÉoÉÉ v]uA É X]}É A }É}}É]É É }}PÉ É ](vÁ}RÉÉ(}uÁ A }˘ÉÉ ]]} É }viv}XA oÁÉ }vÉÉ ]v(É}Á ]ÉÉ vÉvÉÀ É vÁ}}Á É }ouÉvÉoÉÉ ]X ÉvÁA }É(Éo}}]v É U}É UÉ]vPÉ]A É ]P}u]}vv(ÉvPÉ É XÁ}ÉA }oÁ}ÉuÉoÁ}(}u vu]Á É }}oÁ É }}ÉvÁ}(vuÉv]X
r
r
Hepatite C O HCV u _É RNAX Avu]Á}É vÁ} Á} ÉuÉoRvÉ } RÉr ÉBXNÁ}˘]É É ]vÉ_.}_RÉÉCX Hepatite D O _ HDV }] u . ]uoÉ É ]o É RNA ~•v]} _ }vRÉ]} }u É ZX O É ]v(ÉÁ} }vRÉ]} Á} } uÉu} RÉÉ BX A ]vÁ}}vRÉ}ÉÉB PÉ}v]v(ÉÁ}Éo}HDVX Hepatite E O _ RÉÉ E u _ É RNAXÉvA ]o} (Éor}o É} ÉuÉr oRvÉRÉÉAXM }}}.oA}ÉuÉoRvÉUu uU}HÉ
ÉAX
HEPATITE C
Conheça mais sobre a doença O que é
Causa
Doença adquirida exclusivamente pelo contato com sangue infectado e das secreções contaminadas pelo vírus com o sangue de indivíduo sadio (via parenteral) É a mais grave FÍGADO das hepa tes
Vírus denominado VHC (vírus da Hepa te C)
Infecção pelo vírus da hepa te Vírus libera material gené co após entrar na célula hepá ca
RNA VIRAL
Sintomas A maioria dos pacientes em fase aguda são assintomá cos. Quando os sintomas aparecem, podem ser:
RNA viral é replicado pelas estruturas da célula
NA FASE CRÔNICA Fadiga, mal-estar semelhante ao da gripe, falta de ape te, dores musculares, náuseas e bebre
NOVO VÍRUS
Novos vírus são formados e infectam novas células
C09
NA FASE AGUDA Fadiga, falta de ape te e náuseas
VÍRUS
89
Biologia
Exercícios de Fixação 01. O Éu Év }ÁÉ } } _ HIV Éu u o]v(Z]}TX Z
rv]ÉrDÉ NArRNArRNA Z
rv]ÉrRNA É rDNArRNA Z
rRNA}o]uÉÉrDNArRNArDNA Z
rDNA}o]uÉÉrDNArRNArRNA ÉZ
rDNAo]PÉrRNArDNArRNA
04. (Enem MEC) uE rÉ É Ri ouÉvÉ v} uv} u]oRÉ É } ]v(É Éo} HIV ~} _ É AIDSZU Év} É ˘ É v} ]v(ÉÉ }vvu . NÉÉ crescendo, principalmente na Á(]U Á] É R•] ÉvA]}vÉÉ u]Uu]v}v}HIVÉ]]uÉv} impacto, pois salvaria milhões de vidas. Certamente seria u u} v R]Z] ovÉA] É u u u Év para as populações carentes de tratamento antiviral e de acompanhamento médico. .} É vÉ X
Sobre cada um dos passos numerados no esquema, é corr }É .uÉP Z O } ]v] o]ÉÁ} } RNA ]o v oo R} r É] É v]Á} É u DNAU } Á} enzima transcriptase reversa. Z O}]v]PÉu}DNA]o}v•oÉ} } ]}ouU }vÉ É]A É u}oÉ _vÉÉ É suas proteínas. Z O} ]v] Év } RNA ]o v} v•oÉ} É ]v}}Á} } DNA oo R}ÉÉ]U } uÉ]} enzima helicase. Z O} ]v] v]Á} } o]_É} uÉuv o r uA}_}o]_É}}ÉÉ }o]v(Z]}TX ÉZ N} } æU }É_v uÉuv ouA ]o Év}oÉu}_É}UÉv]u}É DNA]ou}vr PÉuÉo]ÉÁ}}_X
TANURIUAXVFERREIRAJUNIORUOXCXV]v}vA]P Ciência Hoje ~ZUı~}ZX
Uu]v.]É É vÉ}v}HIVÉ] Z
]v] ]uv]
ÉU }ÉPÉ } }Pv]u} }vr
taminação viral. Z
É É oÉ } PÉv}u } }Pv]u} }}U Z
}]v¡PÉv}É o]PÉu}_U]uÉ
induzindo a síntese de enzimas protetoras. ]v}ÉvÉv oo}}Pv]u}Ruv}X Z uouÉ É vÉo]uÉ v]u]U]} }Á É É}É principais transmissores do vírus para os seres humanos. 05. (UFPE) OÉÉ .P ÉP]U }vÉ AÉ v}U ÉuuÉvÉU } _ HIV É vo]É }}]É v}}ÉÁ}X
02. ¡o A ]o}HIVÉvUEXCETOP Z RNAÉvÉo}É]oX Z Tv]ÉoAÉ X Z RÉ}ÉÉ _u]}}É_vCDÉRNAX Z GÉv}uÉRNAÉRNAuÉvPÉ]}X 03. (UFC) A]voÉ oÉvÉU v É!v]}ÉU }Éu}ÉvRÉuov}˘} É P Vírus e doenças virais
SO }_ É U }u} } HIVU Á} ¡o }} É RNAUÉ}ÉuÉ_É]oÉv]u XXXXXX É i} XXXXXX}uv _vÉÉ XXXXXX XÉE•ou}U u(}u} É U}uv_vÉv} É u}r o o É XXXXXXU É ]Á} }v] } uÉ]o PÉv } É
C09
v}}}_ É _X
90
r
~ rAZ }É}vÉuuo]_]}Év}oZ]}} vírus. ~ rZB ]v]}v•oÉ}X ~ rZC ]vo}DNAÉv}o}}}É_vX ~ rZ D u}}É_vÉ}vAÉ] Éo ÉÁ} oo hospedeira. ~ rZE ]v]u}o oÉv]uv]ÉX É
VrFrFrVrV
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
06. (UFPE) Eu ÉoÁ} AIDS ~S_v}uÉ É Iuv}É.]!v] Ar ]]ZUvo]É}}]ÉÉP]P 1. É causada por um retrovírus. X P}Évu] É Éo}oÉ]ÉuÉv}uÁ}vu] É vÉo}HIVX X O}}É ~u]]vRvÉZ ÉoÉÉ ˘] u]v]]uÉ]}.oAX X vu]Á A } (ÉÉvÉÉo}}v}ÉuÁ}X }v]É C v}}P]} A É o}vRÉ É ]uÉv}U}Á É }É}P Z 1, 3 e 4, apenas Z 2 e 4, apenas Z 1, 2 e 3, apenas Z 2 e 3, apenas ÉZ 1, 2, 3 e 4 07. (Cesgranrio RJ) O_AIDS (}u}}uoA Ér ( ] }vÉv} Éu É ]vÉ]} } uÉ]o PÉv }X EÉ } É_ Ru}RETROVÍRUS}É
r r
09. S}ÉAIDSU]voÉoÉv]v}ÉX Z O _ AIDS vu]} } uÉ]} É oÉ ˘] É }ÉÉ P]U Éo} vPÉV É É uÁÉ PÉvÉ .oR}U vÉP]ÉU}Éo}oÉ]ÉuÉv}X Z ]v]o A ooÉo}_]uv}É.]!v]R uv CDU É}vAÉo Éo É} ]uv]A] } }Pv]u}X Z AIDS}]]}É]uÉv}É]v(ÉÉ}}v]É É }Éu É (] ÉuÁ} É]o]É } }Pv]u} É}}uÉX Z H}uÉv R}u}ɢ]U A]} É }P ]viÉÉ]A U } .]}v]}˘} É ÉRÉu}0o]}}vÉu}P}É]} para esta doença. 10. (Puc Campinas SP)É}A ]v(ÉÉo}_AIDSÉr ÉvÉvÉ]uv]É]} É Á}É }v• mero de Z o]v(Z]}X Z vÉZ.o}X Z uZ(P}X Z u}vZ]}X ÉZ RÉuA]X
r
r
r
11. (UFF RJ) C]Év Uv]É]É oE É N} Y}lU EUAU]vÉu}_ }o]}u]Éo]ÉXF}]}u]}É É ÉRÉP}É]rÉ]Éuo}Z]}UiAÉ}_UÉur }ÉvRu uÉ]o PÉv } É ]É É uoo] como bactérias, plantas e seres humanos, não são considerar }}Pv]u}]}X “Jornal do Brasil”, Rio de Janeiro, 12 de jul. 2002
Z Z
}RNA}uSu}oÉ_ }RNA}vrÉuu}o o}o]AÉoX }DNA}]É]]uoÉÉuu]vX }DNA}]uÉv]u}}ÁÉ }X }DNAÉRNAvÁ}É]uX Z Z ÉZ
de moléculaÉDNAX
OÉP]vÉÉu]uo].}PÉÉuoPv}} _É] uÉv]u} É }É]u ˘o] É uoo]Á} ]o Éuu ooP
r
IÉv.É } Éu Év} uÉv]u} É uo o]Á}}_AIDSP Z ÉuI Z ÉuII Z ÉuIII Z ÉuIV ÉZ esquema V
r
C09
O _ AIDS }É É vu]}U }u}uÉvÉU } uÉ]}ÉAPENAS Z IUIIÉIII Z IUIVÉV Z IIUIIIÉIV Z IIUIVÉV ÉZ IIIUIVÉV
Vírus e doenças virais
08. (Puc Campinas SP) C}v]ÉÉ ÉP]vÉ }]]o]É É vu]Á}ÉuPÉvÉ}P!v]}P IX v(Á}ÉvPÉ IIX }É ÉuÁ}}É IIIX }ÉvRÉ]}•o] } IVX Éoɢ] É VX }É]vPUu É]o]•P]}ÉPoR
91
Biologia
Exercícios Complementares 01. (UFTM MG) O PA.} u} ]Á}U } o}vP} }
A]voÉoÉvC Z S}uÉvÉ.uIÉIIIÁ}}ÉX Z S}uÉvÉ.uIÉIVÁ}}ÉX Z S}uÉvÉ.uIIÉIVÁ}}ÉX Z S}uÉvÉ.uIUIIÉIIIÁ}}ÉX ÉZ S}uÉvÉ.uIIUIIIÉIVÁ}}ÉX
v}U vÉ É _ HIVU } AIDSU É É o]v(Z]}CDÉuu]ÉvÉÉvÁ}(}]uÉ}vÉr vRuuÉv}}uv]]X
ORRETAX
03. (UFPB) O ÉuU ÉP]U u} }Pv]Á} É u vírus causador de doença em seres humanos.
A partir vA o]É } PA (]}U }É rÉ (]u } É
r
uÉ vÉ É P Z
A vÉ É o]v(Z]} uÉv }u } uÉv} Z
O ]v}u ¡]} }Év Éu } É
vÉÉ_vÉ}]v}]uÉ]}v}X r
Pv}v}}É}v•uÉ}Éo]v(Z]}A]˘} É É æ}uu Z
ÉvPÉX
3
vÉD (É P Év]U u É} vÁ}
r
É vu] } _ } É}U ]} }}É }uÉvÉv(ÉÉAIDSX Z
M] }Év }}v] }Éu É ]] } u ]ÉvÉ v} vÉ É o]v(Z]} vPÉ ÉvPÉX
o}É]˘}É}uu ÉZ
3
O _ o]u } o]v(Z]} É }]Éu v} dois primeiros anos e, depois, qualquer célula humana
S} É } _ É É u ] }U Á } (É ] É P]vÉ (] u] P IX TrÉuÉ }_ É X IIX P}]u}o oÉRNAX IIIX P}ÉÉv}_P]ÉX A~Á E }}ÉZ ~ZP Z IUIIÉIII Z AÉvIÉII Z AÉvIÉIII Z AÉvIIÉIII ÉZ AÉvI 04. (UFU MG) A .P ÉP]Év} ]o} ]o } _ ]uv}É.]!v]Ruv~HIVZX
pode servir como hospedeira. 02. (Uel PR) O_]uv}É.]!v]Ruv~HIVZ]v(É oo } ]Éu ]uvÉ É } PÉvÉ }oZ É P]} AIDSX SÁ}É_}_HIVP IX
GÉv}u }v
_} É RNAP Év É Év]u
IIX
PÉÉvuÉÉ uv]}ouAVPÉv}u}v
Vírus e doenças virais
transcriptase reversa. r
_}ÉDNAX IIIX T}]u}} ooCDVvu]Á}]˘o É ]É vPÉ}vu]v}X
C09
IVX
92
PÉÉv É ]} RNAÉDNAX
}u V PÉv}u }v_} É
vo]É A .uP] É uÉÉ oÉv}ÉX IX }}É B ADÉ }}É}v]Á É }É ÉUEU ÉD }}É}v]Á É }X IIX AoÉAÉC]v]uu}o oÉDNAX
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Z Z Z Z
IÉIIIÁ}}ÉX IÉIIÁ}}ÉX IIÉIIIÁ}}ÉX AÉvI }ÉX
05. (Unirio RJ) AÉvÁ} ÉP] ]vÉ} Ru} }Pr uÉvo]}o}P]ÉooX
transcriptase reversa e de proteases. C}uÉv}˘} É ]uUPv É rÉP Que tipo É u}o o Á} ÉU ]v]] Éo }P É compõem o coquetel? Ev]u]]X Qual (vÁ}ÉuÉvR}uÉu}o o ~ÉÁ}]v]]Zo]Éo}_Ó o]_vÉDNA É }u}oÉRNA É ]o X Tv]ÉP É o] _vÉÉ É }É_v ]] oA X P}u}É } X P}ÉÉP
desnudamento do vírus quando ele entra na célula hospedeira.
08. (UFMG) A RÉÉ C u }Év É }oÁ} oÉv É u A] }vÉ!v] }_É]X DÉ }} }u uÉ OPv]Á}Mv]oÉS•É~OMSZU˘]É É uUv}]o B Uu] de três milhões de indivíduos contaminados com o vírus da RÉÉ CX N} }E Uv]}U É v•uÉ} RÉP } milhões. Analise estes esquemas.
ÉE G˘} v]]É]}vo É ]v(}uÉ }vrÉ ˘ÉÉ Á} v} }_ É U}u}}AIDSU}]É_P Z !u ]É É ]vÉ u ¡ÉÉ } ]ÉuÉvÉ }ADNX Z }Éu v]É É ÉU } ARNruU orienta a tradução. Z !u]ÉÉ]vÉARNru}ADN]oX Z }Éu v]É É ÉU } ¡ÉÉ }U }]Év_vÉÉ}ARNruX ÉZ !u]ÉÉ]vÉADNÉARNX 06. (Puc Campinas SP) _O ]Év˘u]vu É }vÉ R}uÉv ] }U }] ]v} vvvRu} uÉ]uÉv} vrHIV É ]É R]u }X VÉ].u É }]} ]ÉvÉ vu É v} uÉ } _U ]ÉÉ vÉ }P u]v]_ÉÉ ]uÉ É vu]}}É X_ }} DÉ }u}˘} É U}_HIV Z }uÉvÉ}(ÉuÁ}v}R}uÉv}uu É uÉ]r uÉv}v]]X Z vÁ}}(ÉuÁ}v}R}uÉvvv É uuÉ]r uÉv}v]]X Z }(É uÁ} v É} É }uu } vÁ} uÉ]r uÉv}v]]X Z (}] }uoÉuÉvÉ _} É Éo Á} } uÉ]uÉv} v]]X ÉZ (]ouÉvÉ _} É Éo Á} É uvÉ }]} }uÉ]uÉv}v]]X 07. (UFCE) A AIDS ÉvÉ É }v u }Év v] ~É vÁ} (oZP}u]}}vRÉ]uÉv}]Év¡.}}]É É v}uÉv}X RÉÉvÉuÉvÉU u } ]u}vÉ (}] } vÉÉ v} }u o]Á} É u S}ÉÉo v]_U Ér Év}o]}ÉoÉ]É}}}]D H}U]]PÉ É }Év} }v A D]u}v É N} Y}lU }vÉ É ] }ÉvX O }ÉÉo u }u]vÁ} É }P É ]v]Éu Á}
FONTE: N. Engl. J. Med. 2001; 345(1): 41-52.
1. Cite}](}É]} É Éo]}v}}uo]v]!v] ÉRÉÉCvo]ÉX 2. Que ]uo] Á } É u •É } o Á } } (} É A9 } ]v]_ } }u RÉ ]É C vÁ } É v É u sintomas? 3. O ]PvZ ]} É }É v É U É u] É U É o] Á } É ]Z ] ~É u}Á } É ( PuÉ v} É ]} vA o]É Z X Z C }u É v} É É u II U } Z PÁ } É vo] } } ]Z ] É u ]É vÉ }u RÉ É CX XAo(É!v]É}}É]v}uA}X C}uoRuÉv}É]vPÉuP}ÉA]}}P É ]viÉÉ]A X X AuÉv} É vu]É iA É } }} ]v}uA}U }vRÉ É Év} }v]Á}UvÁ}uv uÉRA]}É]U}u}ÉoÁ}˘o É }ÉP]X XÓPÁ}P0P}X
r
cite o número e nomeie
93
C09Vírus e doenças virais
IIIX OuÉ]oPÉv }}HIV Év}o]}}u_É} É o]_]} É Po]}}É_vU }É } u ÉvÉo}É de proteínas.
FRENTE
C
01C O LUDÓM
ASSUNTOS ABORDADOS nn Principais Viroses Humanas II nn D É vPÉ nn Febre amarela nn FÉ É R]lvPv˙ nn V_ ]l
BIOLOGIA PRINCIPAIS VIROSES HUMANAS II }ÉD v ]v(É]} (É] P }u} dengue, febre amarela, chikungunya e Zika podem ser enquadradas entre as arboviroses, } ÉiU ]}É vu] } artrópodes. Os vírus causadores dessas doenças, exceto o vírus da chikungunya, perr ÉvÉu (u_o] Flaviviridae É } P!vÉ} Flavivírus ~É P _ É RNAZX A]v ˘]É É u}É_(ÉÉuÉo}É }ÉvPÉX
nn Febre ebola nn Iv(oÉ v A } P]É _v nn Rubéola
F}vÉPW]l]uÉ]}uu}v
nn Poliomielite
Figura 01 - Slogan de campanha contra a dengue.
Dengue ÉvPÉ A vu]Éo]}u}]} ]v}oÁ AZ }Éo]]v(É(!uÉ}u}]}U]uÉ] oo]v (ÉÁ} ooÉv_ÉoÉXÉo]Á AZ }]v]]o}_u]PÁ É } } o]v(}v}}U É} }É Év } ]v}u P} É (ÉÉU }ur vR} } u ]ÉÉ ]v}u vÁ} É_.}X vÉD É _}} (É]o P}UÉ}uÉ! ]v}]U}_ ÉvPÉ]ouv}vPÉ É]( ]}XOo]v(Z]}To]Éu]vÉ( }v~ÉÁ}}É_vÉ]vo]Á}ÉooZ É u v uÉo ZÉ ]u]v]v} }Á} É oo vP_vÉ vÉÉ PÁ Z }X C}u} }vÉ!v]U }}Éu oÉ}Év] ~ÉÁ} v} v•uÉ} É oÉZ É (}uÁ} É ] ~}v} RÉu}AP]}Z ÉoR} Éo} }} ÉP]} } oÉ}]}É~uÉv}}v•uÉ}ÉPoZo}v}ZX
Aedes aegypti ou Aedes albopictus. r
D}vPÉU}_Á}]Éu]v}}}PÁ Z }}u}}0P}U}UPÀv Po]}o]v(A}U}Év}vP]}ouÁ}U}}P}]vÉvoÉ}}Á}X
r
N} } É ]v(ÉÁ} } u ÉPv} }}} É _U oo É uÉuZ] }Éuv}}ÉPÉuUuvÁ}vÉo]u}_XO}É}uÉv} ÉuÉ]o]É o }u ˘uÉ É v} É ou } É]}U }PoÁ} ]vo É R]}}oÉu] ~]u]v]Á} v}uo } }ouÉ } vPÉ É u ]v]_ }ZX}EÉ É]Év}u]vÉvPÉRÉu}AP]X OÉ_}}É]vÁ}]É}]É]É}}o_v]} ÉvPÉoA ]ÉvÉP]vÉuv](ÉÉP(ÉÉU(oÉ É ]U}}É r}]oU}vPÉÁ} }vivoUuorÉU}Á}Uv}ɢ]UvAÉUu]oP]É Auv](ÉÉRÉu}AP]}Éu]vo]É]˘É~vPuÉv}voZUPÉvP]} P]UvPuÉv}P}]vÉvoP]vo É ÉRÉu•]X 94
r r oP]~}oZX r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Febre amarela
, o vírus
r
Opirus/Arte
N (ÉÉ uÉoU Z ]v}oÁ} Éo} u}]} infectado, Aedes aegypti Éo]rÉ v} vZo} o]v(A} ÉP]}v] É ÉP] ]Éu]vrÉ }} PÁ Z } }u} 0P}U ]vU uÉo ZÉU ]Éu vÉ}} ÉvoU }Á}U }U ÀvÉ É PÀvPo]}o]v(A}X A febre amarela }É}o] É }u(}uo_v]v]Pv É ~æA9}}}Z (}u PÉ~æA9X Z A}Év]É rÉ}u}o_v]}](A]}}É }u _}} É u]Á É }}u]u]v]Á} ]Éu]X A]uÉ](É}É}vÉ (}u oÉu}É É v(É É u]ÉUvv} É Pv É (É}É}vÉ(}uPÉX O É_}} É ]vÁ} É ! É] ]X O } ]v]]o }u (ÉÉU uorÉU(oÉ É ]Uu]oP]Uv}Uo(]}ÉUÉU]É]u]} É XGÉouÉv É } ]ÉvÉ uÉoR}Z} ] }uÁ}É }oX Eu æA9 } }U } ]v}uÉu(}u É PÉ}u(ÉoÉ U}É]PA]U]É]u]} É É}ÉuÉRÉu}AP]}X A (ÉÉ uÉo }É É ]]] Éu (}uP vU u u vu] pelo Aedes aegypti É (}u ]oÉÉUvu] Éo (!uÉ É u}]} } P!r nero Haemagogus.
C10Principais viroses humanas I
Figura 02 - Sintomas da dengue.
Febre chikungunya (ÉAÉ chikungunya}u_PÉ }](ÉvÉÉ }vÉ]}~ Alphavirus(u_o] T}P]]ÉU Z uU}]}ÉuÉv]}v}Á vu]}R}uÉuo} É uÉu}}É r u}]} , o Aedes aegyptiX O ]v}u ¡]} }Á P (ÉÉ ]u É ı PU]v_]} É vv} É U}ÉÉ ]vÉvvoÉÉ uÁÉ }W}É U} r nozelos e pulsos. Pode ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas uÉÉ oRvoÉÉ X9A É C }}vÁ}RÉPuv}oÉ É ]v}uX 95
Biologia
r r
r r
Opirus/Arte
(ÉA É chikungunya_É É ~CHIKV]}o} Z oÉ ]uÉ]uÉ ıæUvTv v] À Xv}uÉ É É (ÉÉ EÉ }] , chikungunya ]Pv].SÉoÉ}u É _ no dialeto MakondeTvÀv]X}ÉA vU}} É É oÉoU]o] É vÉ} ]ÉvÉU}]oÉÉ uÉ ].oÉÉu}]uÉv}Éo}}u}Á}}oÉ ]vGu}o}] É U_}Sv}_X}ÁÉ A }}u}PÁ}}HIKV C vP]u]}uÉ Uv}}_(}]v}v} É v}v}ÉIAo]]v} ÉZ ]}}u]ivÉ}u}_]v}Ív]X}C ]u}}u u(}u]Év .}v}v}uÉ É T]`vUFvU}E Uv]}]o B É U]}}]ivÉ ]v}UuÉÉ vÉUIv}v ]UIoRR v]}vUÍv]}É S}É]AÉ }X O_HIKV C (}]]Év.}uÉ ]oR}]ÉCG]v É FvÉU_ov}ruÉ]v}X P}uÉ]}}}É }uAA U(ÉÉ chikungunya RÉP}}]o B X]A U}u}]} os mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus transu]uv}} É _X
Figura 03 - Sintomas da Chikungunya.
Vírus zika C10Principais viroses humanas II
O _ Z]l ~ZKVZ É ]uÉ] ]Á} ÉP] Éu ı U v} (}] Év }v} Éu u} Fo}É Z]lU Éu UPv X EvÉ v}U }uÉvÉ Éu ıæ } ]uÉ]} } Éu É Ruv} (}u Éo} U v N]P ] X O _ Z]l vP] OÉ v] Éu É P}o]v ] FvÉ v} v} É X O B ]o v}.} } ] uÉ]} } É Z]l _ Éu æU v} R]} GvÉ } N}É É v B R] X A ouÉvÉU É v iAÉ A }uÉv Éu É _É XZ]l u _ vu]} pelos mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictusXA vu]Á}}ZKV uÉvÉ }}É Éu ÉuÉ ]˘} É ° CX A ÉuÉ u] }_] P] Éu }v} É° a 32° rC } ]}U ÉoÉ É É v}oÉ É(ÉÉv]ouÉvÉ Éu AÉ }]] É subtropicais.
96
r
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Uu PÉvÉ }É vu] } ZKV } (É} vÉ P]É ~vu]Á} }vP!v]}oÉ ZXE(}uvu]Á É }Éo]}v A }}!v]Éu]r }É(o]}} É (ÉÉ ]}]É PÉ}(É}XAoÉu]}UoÉoÉÉ U }oÉ}É uo(}uÉ!uÉv}Éo]}vvu]Á}}ZKVUuÁÉ }(É}V}ÉuÉv}}É X OZ]l_}Évu]} É }uÉ]}ÉoÁ}˘o É ÉuÉ}}vr u]v } É]} }É]U uÉu} É } ]v(ÉvÁ}Ér ÉvÉ}]v}u}ÉvXE˘]Éu}É ÉuvuÉv}}] É }v }Éu}}ZKVÉuvÉv} É !uÉvv} É G]}P]v]É}}vu]v É}v}Éu}ÉoÉ}ÉÉvu]}}É]}˘] É XN}!uÉvUoPv oR} ]Év¡.} Éou u o}vP} Éu} É uv!v] } ZKVU uÉu} u]} depois do desaparecimento dos sintomas.
Opirus/Arte
r
Figura 04 - Sintomas da Zica.
Prevenção das arboviroses A uÉ]}.oA]v]] }v }]}É]oÉ]]uU ]v]o uÉvÉUÁ}É }oÁ}}ÉÉ ~u}]}ZÉÁ}P
r
nn E ] } •uo} É A P
É u } U vÉ U o } } } É ]]É vÉ V É ]}] uÉ vÉ ]˘ [A P U vÁ } É ]˘v} É u } com tampas quebradas; nn U]o] o ]] É ]vÉ ]] }u É } u} ]} v ( É o A ] É v (É oV nn Utilizar repelentes; nn Utilizar mosquiteiros para proteção de janelas e portas; nn T } }É vÉ É Á } (}vÉ É ]v(É Á } } u} ]} X
C10Principais viroses humanas I
nn VÉ ](]
A febre amarela pode ser prevenida com o uso de uma vacina que deve ser aplicada ÉuÉ}É]Éu}oRuÉuÉP]É}vÉ}}Éu}}ÉvX
97
Biologia
SAIBA MAIS BIOLOGIA DO AEDES
AEGYPTI
F}vÉPW]l]uÉ]}uu}v
C10Principais viroses humanas I
O mosquito Aedes aegypti é vetor É }]}É ~]}É vu] r } Z}ÉZ }u} Évr PÉU (ÉÉ uÉoU Zika É (ÉÉ chikungunyaX EoÉ uÉÉ uÉv} É u Év¡uÉ}U Éu !v] ]v}(Év]U } ( } É o]r tras brancas no corpo e nas perr nas e costuma picar nas primeiras R} uvRÁ É v •ou ÉU]v} É }}o(}ÉXN}Évr tanto, mesmo nas horas quentes, ÉoÉ }É }uU Év} } (} É É RA É] É É oPv Éu vÉ noite. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. Por ser um mosquir } É} ]˘}r }] uÉ} r }uu ÉoÉ ] v} i}ÉoR}U panturrilhas e pés. (!uÉ A }u}]}}] É É }}uÉ ]]É É vÉ}uP A U}É }}}o}]É É uU}}]P]} AÉ o] ~]vÉ} R}o}uÉ}o} A Z ]Éu v P A }É u semana. Após esse período, transr (}uurÉuÉ u}]}o}U prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidar }]P]} É }É u}]}vÉ r PÉo}]ÉuÉ u ]æ]X É]A rÉ É } u}]} Aedes aegypti RÉP}}]o B Éo} v]} vÉPÉ]}U u É primeiras aparições do mosquito É uÉ v} }vvÉvÉ (]v}X N} ]v_]} } o} XXU } u ]} O`o} C ]uov} u }r Pu É }uÉ } u}]}U ]v} É] } } É (ÉÉ uÉoX E uÉ] RÉP} Éo]u]vÉvPÉv}_vÉ É ıæX SÉPv} } M]r v] ]}S•ÉU]uÉ]}} r rência do vírus no país, comprovar da laboratorialmente, ocorreu em ırıUÉuB}V]~PRZX
Aspecto do mosquito Aedes aegypti.
98
Febre ebola A ]uÉ] É É } _ E}o P] (}] Éu ıU Éu } ]uoÀvÉ} Éu NUv}SÁ}UÉuYulUvRÉ•o]DÉu}A}C}vP}UÉuuÉP]Á} ]˘]u Z }R]}E}oUÉAv}uÉ }ÉvXA]}Éu]ÉvÉÉ]Éu] ]v_]} É Éuu}U É (Év}]v]ouÉvÉ!_ÉÁ(]O]ÉvoP G]v UL] ]É SÉLÉ}X O .u ÉuÉP!v](}] Éo} v} ]ı É u} É X E É]Éu] É E}o É]˘} } É}} É u}ÉX E }Év Éo} _ (ÉÉ RÉu}AP] É}oU É }É É }v_} É v]u]ÉoPÉv}u}u}ÉP}u} É ÉoRÉvÉRuv}}uÉ]}} }v}}uvPÉUÉ}}}G]}}}]X A}Év (ÉÉvÉuÉvÉÉ]}u]v_]}Évv}É(ÉÉU(É U}uoU}É]vGuÁ É }vPPvXI} ÉP]}}u]}U ]É]U}É]U.]!v] É v(vÉRÉÉv] A ÉUÉuoPv}UvPr mento interno e externo.
r
O ]v}u }Éu É }] ] Z ˘}]Á É } } _X AoPv ]ÉvÉ }Éu ]v Év É ÀvÉU }oR} ÉuÉoR}U }o}U }Év}É]}É].oÉÉ]ÉvP}o]X
Influenza A ou gripe suína A]vGÉvA}P]É_v Éo}_HNÉ}P}v]uÉ É ıX O HN u _ ÉvÉo}} É RNA É }o]É vÉPX A ]}É vu] É } É}U } uÉ]} É ]voÁ} É P}¡o ˘ÉÉ o] vÉ É]}}ÉÉ É}]v(ÉXO}uÉ]}}v} É ]É}uÁ}Uur vÉU}]uÉÉ}É0]É]uÉPv}vu]v É X O ]v}u ]v]]] Á} ÉuÉoRvÉ } ]vGÉv }uuX FÉÉ vv É }ÉU } É PPvU Év] ~(ÉZX }]}vÁ É }voU(oÉ É ]X
Ivo]É }Éu É ]v}u }u}U
Rubéola }ÉA v }u_ÉvÉo}}RNA É (u_o]T}P]]É RubivírusXvu]Á A }}}É}}v}]É}}u]v]_}]v(É}}uÉ]} ÉP}¡oÁ}É }}É]Z]}É]v]_}X
,P!vÉ}
uZ A _}} É É]vÁ}É uvU}]ÉvÉvÉ (É]˘ É U PÀvPo]}o]v(A}uÉv}uvR} É UuorÉuvR É uÉÉ oRvoÉÉ X A}ÉvPÉouÉvÉ}o] É É(}uoÉÉ}v(ÉÉ]uv]ÉÉuvÉvÉ} ]ÉvÉX A _v}uÉ }o }vP!v] PvÉ É}Á} }É }É É}vÉ!v] PÉ ]vX E}É Év oÉÉ }oÉ ~r U v]É É U Po}uZU _ ~É]!v] } } É]oU (ÉÉ ]} v} }É ]vÉ]oÉ]vÉÉv]oU Z vÉ}oZP]~É}uÉvoU goencefaliteZU]~ÉZÉ}X
r r
microencefalia, menin-
A ]v]o uÉ] }.oA ]vÁ}X A uoRÉÉ vÁ} ]v É vÁ} uÉ }ÉvÉu É ]v Éo} uÉv} É] uÉÉ vÉ É vP]X A }oÉv}vrÉuÉvÉ]É v}_ÉÉv}o]}X
Poliomielite O_}o]}u]Éo]É u_RNA É (u_o] XEoÉ}Évu]} É ÉoAPÉ}o]uÉv}}vu]v}X
PicornaviridaeUP!vÉ}EvÉ}_r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
uE ııA9}}U }Év}o] É É(}u]uoÉ}u}(ÉÉUuorÉU}É PPvvAÉ ÉX(}u A Év}u]vo]]]v(vo}}ÉÉuÉvA9}r }XO}o]] É oPv É ]}Z ]v}u]v]]]}}É É ]} É uoo]Á}]ovuÉoÉ]vRoU}vÉ}_Z]É oovÉ}r u}}U}}v}o]]ÉuvÉvÉ}. É uovÉP]Á}(É~É u}}PÉoUuÉu}]v(É]}ÉÉl}uÉu}É]}ÉZX A ]v]o uÉ] }.oA ]vÁ} }u ]v S]vU u]v]} ] }o~CuvR}Z G}vRZXAo u]}UuÉoR}]v}vÉuÉv}A]}Á}(v damentais para evitar epidemias.
r
SAIBA MAIS O PÉvÉ }oZ É P]} (ÉÉ uÉo (}] ]}o} uÉ ı } ]ÉÉ ]vÉvÉÉ vÉP FvÁ} R}lÉ(ÉooÉU oR É vN]P ]U}É Iv}PÉUv}SÉvÉPoU É ]}o}X É O u ]} FvÁ} R}lÉ(ÉooÉ HX ÉB É X A FX MR8 }u}u ]o]É É } macaco Rhesus } PÉvÉ (ÉÉ uÉo uÉ]vÉ ]v}oÁ} É vPÉ É u ]ÉvÉ É v}uÉ } v}uÉ Z É v (] Á O]ÉvoU Év (}uu}É}ÉvUuÉ P] É US}lÉUÉ B H}v }v.uu É } PÉvÉ Éuv} É _ .oAoÉ X P}É]}uÉvÉU uÉ ıU v} o}Z]} uÉu FvÁ} uÉ N} Y}lU M˘ TRÉ]oÉ É HPR HX Su]Rvu É }_~É]] A X Z F]vouÉvÉUuÉ ıU (}]]P] É ]uÉ]]v.É }v(ÉÉ uÉoU}vRÉ]}u}D}É S_u_X A vÉ]ÉÉ É }v}o}Á PÉ }oÉu É •É •o]oÉÉ }}É v]} É o_v]} U É }Á o}P} (}] }v ]É ]uv}P!v]U v} ]v (}] É uÉ }ovA]} Ruv} FvÁ} R}lÉ(ÉooÉUuÉ N}Y}lXuE ivÉ]}ıÉ U]v(}] ] }]o B } Su]R o]Á É } ]É }É]}ÉXuE u}oÉÉ v}U}(] É v} Iv} O`o} U C R}iÉ ]} B MvP]vR} U É vÉÉ uÉu} v}U (}] oÉ ]uÉ]U É uÉ oPoÉ U v}Mv]_]}VP]vR É UuÉ M]vGÉ]UvÉÉ v}rÉ }É]}uÉvÉ}}uv]_]}É ur(É}oÉ (ÉuÉÉ o]oÉX É A]v}v(ÉÉuÉo }v_É_]} Év} É v.AÉ ] ]u É ıæA9 É }ÉÁ} ]ÉÉ }v}}u]XEo o]Éu}É•v] É Uæ m ÀvÉ É } M]v] ]} •É }uÉ É v ]vÁ} } ]ivÉ É Éo}u ÉA }}!v](ÉÉ uÉÉ o]vÁ É } VIROSES E SUAS VACINAS 1. HÉBP ÉA v}}RÉBÉ v]Éoo] É r v]v (Àv]X 2. IvGÉv~AÉBZP]vo]Éu]}}X 3. Su}U˘uU}o]}u]Éo]ÉU}oU_}oU} ~]ÉoP Z }Á ]vv]Éo] ]É v]v(Àv]X 4. FÉÉ uÉoP ]v o] Éu uvR É Éu ]iv É]]PÉuÉP]ÉÉv!u]X
F}vÉPW]l]uÉ]}uu}v
A VACINA DA FEBRE AMARELA
Asibi ~_
ez anos.
Figura 05 - Representação iconográfica da ameaça representada pela febre amarela aos países da América.
99
Biologia
Exercícios de Fixação 01. AP]ÉÉvPÉÁ}}Év}}}_XA ]v P]ÉÉ }u vouÉvÉ É ]}ÉÁ}XN}}ÉvPÉU]vvÁ}˘]É É ]r v]}v_ÉoUu}]v]_}iAÉ }v_u}Év .u]uv]}X Z
r
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SÉP]É ÉuÉ}}Éo}_]vGÉvU˘o] É É}É vÉÉA]}}u]vvouÉvÉX E˘o]É}uÉ ]v]_}ÉvPÉuÉ ]v}É}v_ro}!ÉX
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02. AuÉoR}(}uÉ}uÉ ÉvPÉ }É}u}r ]} vu]}ÉX PÉ]}É }vÉP]u }É mosquitos machos de A. aegyptiUu}].}PÉvÉuÉvr ÉU É (}u }o} Éu oPuÉP]É É o]v]!v] }ÉvÉu}}u(!uɢ]É É vÉvÉ Éo}]XC}u]}ÉvÉrÉ}ÉÉvÉvÉ Z
PÉvÉuÉvÉ u}].}U É]ÉvÉ } _ dor da doença. PÉvÉuÉvÉu}].}UvÁ}RÉuZ(P}X É É]ÉU]uUvÁ}v}}]PÉuv}PÉÉ} mosquito. uR}U PÉvÉuÉvÉ u}].}U É vÁ} Á} }u(!uÉX (!uÉPÉvÉuÉvÉu}].É É]X Z Z Z ÉZ
05. (IF SC)V]vÁ}}vPZo]}ÉvÉ]ÉP}}
EvÉ}]ıÉ P} r
o]}u]Éo]Év]o~Fo}]vZ}o]ZXEÉv•uÉ}É]oÉ r
u }É É UA9 uÉ]É } É (ÉuvRXEu}}_Uv}uÉu}É_}}U}_v]
Z Z Z
BoÉv}P]Uv}u}oÉURÉÉBX C}v]o}u}]ÉP HÉÉURÉÉC HÉÉAU]ÉPo}ÉRÉÉX
É}vAÉ]!u ˘É r(É]~oÉZ .oR} É uCÉv}ÉS•É}uP}vRX FONTE: Adaptado de http://portal.pmf.sc.gov.br/entidades/saude/?pagina=notpagina&menu=3&noti=2300. Acesso em: 29 ago. 2010.
S}É}o]}u]Éo]ÉU }É}.uÉ XXX Z
} }}}A]} É }É É vu] } meio de secreções do sistema respiratório. Z
Principais viroses humanas II
X }u} C ˘ÉÉ uo}}ÉÉ v}_U}Éu r rÉ]PP]ÉU(ÉuÉÉ oUu}U]}É X X vPÉ É A u}Év]ovu]oÉ (!uÉ} mosquito Aedes aegyptiUvv} É }u}_É r (ÉoÉ U}ÉuoÉU}ÉvoÉU dores nos olhos e na cabeça, entre outros sintomas. X A ZoÉ u }Év Éo ] Vibrio choleraeU É É ]vo É É uoo] v É ]v r vo É U }]v} Àv] ˘] Z É }}v} (}É]É]X X HÉÉU}o]}u]Éo]ÉU v}oÉÉ }]}ÉÁ}}Év bacterianas as quais, portanto, podem ser tratadas com }}Év]Z}X
C10
} ] É }É É vu] } uÉ]}
o}Uv}}ÉAIDSX }v]o}uÉv É}~]ÉPo}ZX
04. (UEPG) Dentre doenças causadas por vírus e bactérias, assir voÉ}É(}}É}X A=A=AAX
100
r
É ÉæUA9ÉuSv]v C ÉæUıA9XO]}
03. SÁ}}Év˘ouÉ É vÉvu]_É]vÉÉ ]ZP Z
}u]Éıæ]vÉ
}É ]v} v} (}u ]uv] }v } _ }r
G]}Á}É Z O _ ]vGÉvÉv u Éoɢ É uÁ}U oÉv} }vvuÉvÉ É 0]ÉU É u}} É } v}} }]}v}]v]_}]v}vÁ}]Á}}v(É]roRÉ}ÉÁ}}v}_u}].}X ZA ÉvPÉ }}}} }]v}É_XP}v}U} ]v]_}U}É]v(É}UPÉuÉ}]uvÉÉ_. }}_U.v}¡ÉÉ o}}}!}X
de secreções do sistema respiratório. Z
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creções do sistema respiratório. Z
} ] É }É É vu] } Éo
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ções sexuais. ÉZ
} _ É }É É vu] } uÉ]} É v(ÉvP_vÉX
06. (Cefet SC)]vGÉ A v~H A NZUu]}vRÉ]}u}G]É AUu}}uv}ÉuıW}v]v}rÉÉuu}r Év]ZÉ ]]oXO_]vGÉvÁ}}u}}É RNAUÉ]]ÉurÉÉu!}PAUBÉCXO}AÉB u u]} u}]É ~}ÉvZ É u}o]É ~u}ÉZ É } } CX GÉouÉvÉ É]Éu] É vÉu] ~É] Éu]ÉuA]}_ÉÁ}ZÉ }]}_]vGÉv AX Uu É} }É É ]vGÉv u] É u U É u vÁ} Éo} } É _ }u } o ÉvR ]} ]v(ÉX I} }É É} . ]uv] Éo} } É _
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Ciências da Natureza e suas Tecnologias
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O uÉ]o PÉv } ÉvÉ v oA ]o Év}vrÉ
soa, principalmente por meio da tosse, espirro ou de secreções
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É]Z]É}]v(ÉX Z
O _ Á} (}u} } oo u]} ]uoÉU }v_
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O _ Á} }v]É} } A]} É]}É }u}
Monera, Protista, Plantae, Fungi e Animalia. Por serem
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unicelulares procariontes, os vírus estão enquadrados no
}]P}]uÉvÉ oo }]}vÉ } ]}vÉ É
RÉ]v}M}vÉX
promover a sua replicação.
P}uÉ ¡o ]v(É]}ooÉ É U } _}Á }]P}]uÉvÉ]ooÉ É UvÉ]v} É }É
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08. (Cefet CE) O _ P]É É AIDS o].urÉU v} }uÉ]oPÉv }Év}Év}!v]Éu
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IIIX A]uv]Á}ÉuÉ}u}Év]ZZ }}vAP]} } É]v É } ]Éu ]u
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IVX
O _ Á} (}u} ]uÉvÉ } A]} voÉ]} envolvido por uma capa proteica denominada capsídeo. Os vírus da Influenza AÉvu RNA}u} A]} v
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oÉ]}XORNA uu}o o(}u}É]
09. (Unirio RJ)O_}Á vu vÉÉ Z É }]É
dal de acordo com o modelo da dupla hélice proposto }W}vÉC]lÉuıæX
deixam de apresentar tais propriedades e podem até cristalizarr rÉU}u}}u]vÉ]XO_}Á ]u}vÉPÉvÉ
Uo].Á}Uu}(}o}P].]}o}P] É }]} É U]v
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Com base nos seus conhecimentos e no texto acima sobre vír
AÉv}}]Á}III
r
des de vida quando estão no interior de células vivas. Fora delas,
É voÉ}¡É} Éu voÉo}U }u É RÉo]}]r
Z
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É]X É]X É]X
10. O}Pv]u}}É u} u~ZP
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É]X
07. (Cefet SC)O_IvGÉv~H A N}} Z u}ÉvÉr ]Z] vu] É É} É}U ]v]ouÉvÉ } meio de tosse, espirro ou de secreções respiratórias de pessoas ]v(ÉX
C10Principais viroses humanas II
IX
r
de capacidade de replicação, ou seja, suas células dividemr
oo]v(ÉX Disponível em: www.saude.gov.br. Acesso em: 06 set. 2009. Texto adaptado de: www3.pucrs.br/notícias. Acesso em: 06 set. 2009.
LÉ]
r
Év } u uÉuv ouA É o} uÉ]o
DÉvÉ}]v]É]v}u}}}Éo}ÉvUÁ}É P(Ér ÉvvU}ÉU} U ÉD }ÉuoÉU}ÉvoÉ}] É X Disponível em: http://portal.saude.gov.br/saude. Acesso em: 09 set. 2009
101
Biologia
Exercícios Complementares 01. (Puc PR) A (ÉÉ chikungunya é uma doença viral transmir } É Ruv} } u}]}U }u} } Aedes aegypti e A. albopictusU}uÉu}vu]É É uÉvPÉX Eu Á} o ]v]!v] É u}]} v} _U } É]}É uu É } ]} É vu]Á} } _ chikungunya }}ÉP]É}]o B XP]}UuÉ r teram dados sobre a presença das duas espécies de mosr ]} vu]}É }Év u}Éo} uÉuA} É]É}_É]ÉPÉ}PA.}É]É r minação do vírus. O vírus chikungunya~CHIKV}] Z PÉv}r u É RNA }]} É .]uoÉUÉvÉvÉ } P!vÉ} Alphavirus(u_o] Togaviridae Fonte: Adaptado de: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/05/20/ pesquisadores-identificam-linhagem-do-virus-chikungunya-no-brasil/>.
A É_ } PÉvÉ }oZ É P]} É }Év Éu] r Éu]v(É]ÉP Z } ]} É vu]Á} u]}U u É É } PÉvÉ }oZ É P]} É_.}u•v]}}É X Z } PÉv}u ]oÉvÉuÉv} É v]}PÉ r nadas. Z } RNA } _]}v É uÉu} Év} É } RNA uÉv r PÉ]}ÉU}v}U(v]}v}u}RNAuÉvPÉ]}UÉv} totalmente ou parcialmente traduzido em proteínas na primeira etapa da replicação viral. Z o]Á}u}É É o}uÉuA}É]É }_É] É PÉ}PA.} É ]Éu]vÁ} } _ AÉ •o v ]uv]Á} ] É } vÁ} (É Éo(ÉÉR]lvPv˙X ÉZ AÉ ÉP˙ É AÉ o}] Á} É ]É Év r ÉvÉ}uÉu}P!vÉ}UuÉ(u_o]](ÉÉvÉX 02. (UECE) SA}]É v]A] ]oÉ] ]vÉPu } ] uÉ]}} É]} É }o v} _X Iv(}uÉÉo]u] vÉ]v]u}É ]ÉvÉU]vÉ AÉ v}ÉurC ÉoUÉ]}ÉC}vÉU]oG]v X_
Principais viroses humanas II
C}v]Év} É } É}o u }É}} PÉvÉ ]v(É]}r }U É]}ÉvuÉ]PÉvÉ]uÉ É u}v r } }Év Éu }} } uv}X }oR E ÉvÉ }É abaixo, aquela que contém uma ação possível e verdadeirar mente capaz de impedir essa epidemia. Z IvÉÉuÉ]}Év}o]uÉv}uÉ v r ]Z}É_.}}É}oX Z IvÉ(É]v}uÉv]u}Éo]Á}}É}oX Z AoÉ PÉvÉuÉvÉ } uÉ}o]u} Éoo } É}oU u}].v}]É}É X Z RÉo]u uvR u] É ]vÁ} Éu }} } uv}U}u } _}U É } É} r vÉuÉ]ÉvÉ}ÉvX
C10
APÓS 8 MORTES, BRASÍLIA INICIA CAMPANHA CONTRA HANTAVIROSE. }] ÉD }v.u É }]u}É}Rv]}ÉuÉ rB _o]U~XXX}Z P}Év}}]]} D FÉoÉ vv]}vÉ}A É o lançamento de uma ampla campanha de esclarecimento de •](}u É vÁÉ É }}Év~XXX}u Z ]]] r }Á æ É vGÉ}]] É É v]}]!v] É XXX (“O Estado de S. Paulo”, 31.07.2004)
A .P u É ]ou } vGÉ} ]]_} Éo SÉ]É }ÉE S•É}D]]}FÉoÉ XN.P }]P]voU v} }˘É vuÉ} É æ RA ]v]É } r retas de medidas que devem ser tomadas para se prever v] }ÉvX NÉ}ÁÉ }U } ˘} É (}u P} } }˘É É v]} Z .PX C}v}U v} v]Á}U}}vÉ•}Éu}}˘É(}]oÉ}ÉvÁ} }É}vÉ}˘} É }]P]voX FIQUE LONGE DA HANTAVIROSE AFASTANDO O PERIGO DE VOCÊ.
r r
Disponível em: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/10/ brasil investiga-primeiro-caso-suspeito-de-ebola-4618002.html
102
03. (FGV RJ)
X MvÉ ivÉo }ÉP] }u Éo ]uÉ] entrada de mosquitos. X MvÉÉ}A É}o]u É X 3. Casas construídas com espaço livre entre o chão e a casa, colocar cascalho. 4. Ao redor da moradia, materiais com lenha devem ser acumulados sobre estrados. æX FÉR}}}}}u]uÉv}X O˘} É uÉ uÉ]vÁ}.É vÁ} hantavirose é o de número Z X Z X Z X Z X ÉZ æX
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
r
r
05. (Unesp SP) Os meios de comunicação têm veiculado inúmeras É}PÉv Éu É É]É É •É ]]u }R]U ÉZ]}(ÉÉ }rÉoR}É Éu] ]}UÉo]u]vv}É]]Év r É}uÉAPÉRX}v]Á E }}]]} É]uÉv}ÉP]vÉ}ÉvP Z }ÉvÉCRPUÉvÉ(o]ÉÉvPÉX Z ÉvPÉUuoA]É]}}u}ÉX Z (ÉÉuÉoU}ÉvÉCRPÉP]_ÉX Z uoA]UP]_ÉÉuÉoÁ}X ÉZ ÉvPÉU(ÉÉuÉoÉuoA]X 06. (Ufes ES)RÉÉvÉuÉvÉUvÉP]Á} GvÉV]Z]Uv}E_ r ]} Sv}U!uP]}A]}} É vPÉX E }Év vu]}}É u}]}v}Pu}vPÉR r uv}X Uu É P] ÉvÁ} ÉvPÉ Éo]u]v }} [AP v ÉP]É vU }] _ É v}oÉu larvas desses mosquitos. Com base no texto anterior, é possível }vo]É}u}]}vu]}ÉvPÉ P G]}}Á É Z uÉA}o}ÉRÉuZ(P}X N} Z }ovÉ]o]É}oÉ Z R}o}uÉA}o}]É X ]v_PÉv }ÉvU }uÉ É }v.v} v} }vvÉvÉ uÉ]v} } u]oRÉ É Z RÉu]uÉA}o}]É X anos, os índios não desenvolveram resistênr Z R}o}uÉA}o}É}X ]]uv}oZP]}v]A }Év]Ér minadas pelos europeus, sendo dizimados ao ÉZ RÉu]uÉA}o}É}X }v]P]ÉUu}U_.o]_}o É X
07. (Puc MG) A u]}] } u}ÉP} É u} }v} v É v}]ÉU v ]ÉU Á} }uoÉuÉvÉ ]v}(Év]} } R}r uÉuX SÁ} u}ÉP} (P_}}U } ÉiU É o]uÉvu É (}X E˘]Éu u u ÉoÉ É Á} vÉ¡}}U } ÉiU É o]uÉvu } v G}ÉX N} Évv}U v} uÉ]}oU }}Éu u}ÉP} u]}U _} Éo ˘]!v] É É }]U o} É U}]Pu}vPÉVÉvouÉvÉUÉr u}É É P}}ÉuPvPÉ}R}uÉuXTo(} É}r vÉU}]}u}ÉP}RÉuZ(}P}Á}U}vRÉ]uÉvÉU vu]}É É u }Év]ZÉ (oU É vÁ} Éu}XA}Évo}˘} É (ÉÉ É P Z ˘u C X G]}Á}É Z NÁ} }Éu }Pv]Á} ÉooU Év} }v_} ]r Z HÉÉX uÉvÉ } u oA }É] Éu i} ]vÉ]} ˘]É É Év u } É A]} voÉ]}U DNA } RNAV vÁ} Évu uÉr Z R }oX }o]u}Z]}UÉuvÉÉv}]v}v}(} oo Z R]X ]}]v} É rÉv}]vÉ]}É oo]Uo]v}} recursos da célula hospedeira. ÉZ Su} ]uv]Á AZ }É}}uÉrÉ}(}}vÉ É }_Év}UÉUv}Éu}v}}uuvRÁ}vÉoÉÉ}]UvRu]É]uv]A É roX EÉ}É]uv]Á}Év}u]vrÉÉ.]oU}]}}Pv]u} uo} É }]v}}XN}}U}}v u_Év}UÉÁ}]vÉÉ}ÉvUu }ÉvÉuo É }Á}v}} É ]v] É }o](ÉÁ}É oouÉÉ uZ]XN}}}}]uv]Á É }URu]U}]v]_}}É v}}}v}}v }ÉvUiA}Pv]u} É vÁ}}}]X}É }]uv]Á} oÉv}É oÉ]ÉuÉv}XN}Évv}Á}v}} É ]uÉ]U]v]]v}rÉo}P}Évuv} }Pv]u}}É UuÉuZoPuÉuv}uÉÉX
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08. (Uel PR)DÉvPÉ u}Évo]u]ÉPÉ A }PAr .XEo]u]Á}ÉrÉ Z }(}É}ÉvvÁ}}vP]} É X Z (o}uÉ É É}}vu]}X Z ]]]Á}PÉ}PA.}]vÉ}vu]}X Z ]vɢ]!v]}PÉvÉ}P!v]}ÉuÉP]É}]]X ÉZ !v]Éo]uÉv}}PÉvÉ}P!v]}Éu}É ambientes. 09. (UnB DF) A }vrÉr É ÉvRÉ } oÉ É (É} É ]˘ [AP ]uÉvÉ vÁ} ]É APX DÉ}]U AP }É É U É (É }u]U o r o}U }u vR}r É ˘} É (u_o] } ]} É ÉP ÉvPÉX É ]} uÉu}P v É } (u_o] } }] }viv}U AP v} oÉr Éu oÉ }ÉÁ} ]É É Éi }vu]vr v(}urÉ Éu ]]v para o Aedes aegyptiUÉiA]v(É}É}} r uv]ÉivÉ É ]}XFoAP}É ÉvPÉv}GAIIX IvPSC}É]}]o]É B vÉ_Uılælıı~}u}AÉZ v}Év}o]}v}˘} É UioPÉ}ÉP]vÉ]ÉvX VrFrFrF ~Z AÉvPÉÉ]rÉÉo}É]uÉv}É(ÉÉo É(}É}Év}}}U}Év}u}ÉX ~Z O]uoÉ}v}} Aedes aegypti }uAP} r vr }vu]v ÉU }v}U }Év]o vu]} É ÉvPÉX ~Z P SÉ] É Éi }vu]v_ Éo} Aedes aegypti a AP }É v} É]]ÉvÉ (ÉÉ ]} v} ˘} É U .r ]ÉvÉ(É!rovÉ}PÉ É uX ~Z O R}uÉu R}ÉÉ]} ]vÉuÉ]A]} v} ]o} } Aedes aegypti. 10. (UFCE)LÉ]}˘} É ÉP]X SUu˘uÉ É U]vÉuo]vRPÉ]U}v}u•É }]oÉ]}}o}vP}}•ou}æv}ÉouR]Zr ]}É }(]uÉ É v}~XXXZX_}o A Éo}É v A] Á}É }oÁ} ]v_PÉvU ˘vP]v} É ]} ]vÉ]XO}o}v]}Éo}P}uÉ ÉovÉ]o] r }É v}ÉUÉPv}ÉP]}R]Z]}U]vÉv]}vouÉv r te disseminaram certas doenças entre eles, para diminuir sua É]!v]}}ÉÉ XN}.vo} o}XVIIIUu]}oÉv É]Éu]v}o}v] ÉA }]o B oÉ}P}Po}Ér v u R]}o]Á}[X E uÉ] }uÉ}u ]v(ÉÁ} É i}Év}É ÉU É vÁ} u}]uU .u }u }oR de pus pelo corpo. Um pouco desse pus era posto em contato }uuvRÁ}vÉoÉÉ}]U]uv]Aro_
Z
Z
Z
Z
(“Ciência Hoje”, vol. 28, n0. 165, pág. 34, 36, outubro 2000).
QÉÉP}]}Pv]u} É }_}oÓ C]ÉuÉ_É]Év.ÉÉP}]É} Pv]u}X Qo˘o]Á É }]uv]Á}É}}u}Ó QÉ}É]uv]Á}}}ÉÓ Qo˘o]Á É }]}oZP]ovÉ]o]É} oÉ]v_PÉv_}oÓ
Os vírus.
r
r
103
Principais viroses humanas II
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C10
04. (UFV MG)IuÉ]}v}}uv}¡]}}}É}u É }_}o E uÉ ]]uv}u}oÁ É } v(] Á UoPvov}uÉ }o P]}PÉ]uuÉ]]] }uÉ}_ÉÉ_oÉ }ÉvX}v]É C v}É rÉÉ PÉvÉ]v(É]}}v_É ¡]}u] É _ U]voÉoÉv}vÉ É vRPÉ}Á u]}AoÉ P Z }] É PÉvÉuÉvÉ u }ÉvÉ v]Z} É } destruir a sua membrana nuclear. Z oÉ}uÉv]u}Év]uA}u]}}v]o]uÉ]} seu processo respiratório. Z ]viÉv}É }vu]vu}Éu]É É]Z(P}(P}]}_X Z o } _ ]v vitroU ÉuÉoRvÉ o É ]U para tentar descobrir uma vacina. ÉZ ]uÉ]U É oPu uvÉ]U Éo]Á} u}o o É A]}vo ]}}_X
FRENTE
C
BIOLOGIA
MÓDULO C11
VIROSES EMERGENTES E RESSURGENTES
ASSUNTOS ABORDADOS nn Viroses emergentes e ressur-
gentes
nn PvÉ u}v] ]A ] ~SA RS Z nn Mv}Po}o]}]}É É ÉuÉ PÉ vÉ É É PÉ vÉ nn Viroides
r
As viroses sempre assustaram a população humana, mas, o aparecimento de nor vos vírus causadores das chamadas doenças emergentes Éu u}]o]} (}} É v ÉvÉ }vÉ vu]É É v}oÉ ]vX AIDSU vÉu}v] ]AU influenza-A } P]É _vU (ÉÉ E}oU Rv]}ÉU (ÉÉ Chikungunya e a Zika são ]}É ÉuÉPÉvÉX A AIDS É }v.P} }u} vÉu] Z }vu]v }o r }} É }}vvÉvÉXEvv}]}U viroses ressurgentes ou reemergentes }u}ÉvPÉÉ(ÉÉuÉou u}ou}o}oÉRuvX
Pneumonia asiática (SARS) Ouv}(}]v]} É uÉ }uv}}Év]ZÉ ]U pneumonia asiáticaXOPÉvÉ]v(É]}}(}]}vRÉ É ]}}u}u]vÉuÉ _iA}vRÉ r cido, o coronavírusXO_}Á ooÉ É Uu!uuÉ]oPÉv }U}v}U}É r oÉuX MÉ }Éu É uo É}] u PÉv}u ]o ]v ]}X ]u A Uu v}]ÉvÉ]o estabelecida, e esse novo vírus o](]}}u}emergente . A vÉu}v] ]A(}]Éo ]uÉ]É uÉ Ruv} v} .u É XA]uÉ]ÉP]Á}(ÉÉoÉ]Éu](}]}_v]ÉGvP}vPUv}o CR]vXAv}}Év(}]}vRÉ É ]ÉoOMSÉu(ÉÉ]}ÉX
SAIBA MAIS
EvÉu] oÉ }Év É ocorre apenas em um determir v} o}o } ÉP]Á}U }u u v• r uÉ}}É ÉoA }É U vÁ}vP]v}UvÉuÉoRv} para outras comunidades. ]ÉE u] u}Év]v(É]} e transmissível que apresenta valor res inesperados e crescentes de car }uÉ u}uv]É}P]Á É } e pode se espalhar rapidamente vÉÉ }É }É P]É É U }]P]vv}u}]!u]} É X A pandemia é uma epidemia que vPÉ PvÉ }}É É }r } } }vvÉvÉU v} inúmeras mortes ou destruindo ]ÉÉP]É]vÉ]X
104
F}vÉPl}}ui]lSR'É}lX}u
ENTENDA A DIFERENÇA: ENDEMIA, EPIDEMIA E PANDEMIA
Figura 01 - Distribuição e uso obrigatório de máscaras em Hong Kong em 2003.
Histórico O RA]} É}vu} ÉvɢZÉ U}uÉ]o]o]ÉuÉvÉ Éu uÉ} de províncias chinesas, pode ter sido a porta de entrada do novo coronavírus para o R}ÉÉ]}R}uÉuXU A (ÉÉvÉuÉvÉUuÉ v}u}uÉv}}uU ÉvÉ }É}É É o]]v}U }u ]˘ É P]}o Éu]oR É v]u] ]oÉÉ ]}XCÉvA]}É}uÉ} É}}uvvÉP]Á}R]vÉ , onde não R]}}}o}v]A]}UR}uÉvÉv]u].u}vÉv}iv}
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
uu}v}}ÉuÉ}]]UÉv}ÉvÉv} XOvPÉ} aniu]}] É o]ÉuÉvÉU.v}ÉvÉ}vR}ÉvÉ}}É }ur }XUuuÉ}(v]}vv}}u}É]}o}Z]}}u}Év]oS}u]} _ u_ÉuÉPÉvÉXF}]vÉÉuÉ]}ÉUÉuoPuu}uÉv}U}ÉvÁ}}}v_r ÉuÉPÉvÉ}vu]v}Év}}R}ÉÉ]}P o homem.
F}vÉPKÉ˙vK}vlSR'É}lX}u
É possível É R}uÉu (}É u}]vRÉ]}vÉÉ ÉvɢZÉ U (ÉÉv} } uÉ} } }É É ]P]X O _U }} É uÉU }_ P} v} u}o o Éu É Év}oZ]} É É u}o o Éu]u ]Év.Á} É }É _u]} ÉvÉ v É0]É É oo Ruv Pr vv} Év} _ vÉÉ u]ÉvÉ ÉooX Uu É v} }Pv]u} RuvU }_}]uvÉu}v]¡]XPÉ}É]A U}uÉ]}É}v}}u o]}}}] É É}ÉvÉUuÉ ]v(ÉX
Figura 02 - Coronavírus: vírus de RNA envelopado.
PÉv]}vÉ É }ouÉv}_É U(}u}uuÉ]Éu}} } oPÉ }u } iA }v.u} É ]} }ÉvX O _É vP]} Éo É]Éu]]Éu]vu}}ÉuAÉUÉ vÁ}]uÉ]ÉuÉ}_ .É }É]}U]u É É}Éi}u¡o]v(ÉvÉ vuÁ}oÉÉ}}}v]XAOMS}vÉ É oR}]PÉvvÁ}]v]ÉvA É]}_Éu](É}U}u}CR]vUH}vPK}vPÉC]vPX Ov•uÉ}]v(É É }]u]} É RÉÉ Pu]}É u} É }uÉ É _ÉX}vo] C rÉ}É P}Év}R]v!u}} É }oÉ }É]ÉÉ u]o} É u} É uÉ i_} É uÉ oPoÉ }oÉ ]v]!v]}o_ P}ÉvuÉvouÉ (v}¡]]vXN}ov}.vo]ÉÉ u]U}}Éu }ıÉ u}É}SARSUu]}]vR]v C USÉ]AÉ }vAC É X
C11Viroses emergentes e ressurgentes
Dessa vez o vírus causador da nova epidemia viajava em um meio de transporte u]}u]A]}U}]Á}UuÉvv}}]}}vA É P]}XEoÉÉoR}U}É} para partes do leste e sudeste da Á], bem como para Toronto no CvA . A OPv] r Á}Mv]oS•É É ~OMSÉu] Z U}uÉvÉÉuUuoÉPo}oÉuÉoÁ} S_v}uÉ RÉ]Z] AP GÉ ~SARSZX R]uÉvÉ Á} v}.}}u r u Éu _É }u} AoÉuvRU }E Uv]}U S ]U S_U FvU RÉ]v} Uv]}U IovUEvRÉ]Á XP} uU Éu uÉo}]É]v_Éo vÉÉ}É ]Á}U }_}Év(}]]}o}ÉPÉv}uÉ](}X
r r
105
Opirus/Arte
Biologia
HONG KONG
SUÉCIA CANADÁ
CHINA POLÔNIA FRANÇA
MONGÓLIA
BULGÁRIA ITÁLIA
EUA
CORÉIA DO SUL
OCEANO ATLÂNTICO
TAIWAN VIETINÃ FILIPINAS
COLÔMBIA
TAILÂNDIA INDONÉSIA
MALÁSIA OCEANO PACÍFICO
ÁFRICA DO SUL Países com mortes
OCEANO ÍNDICO
Casos prováveis
CINGAPURA
Focos de transmissão
Figura 03 - Áreas de ocorrências da pneumonia asiátia (SARS) em 2003.
Doença emergente é o P]uÉv} } ]Év.}Á É uv}}}oÉu•ÉÉ }uÉ v}}PÉvÉ]v(É]}} }u}(ÉRÉÉ u}AP] o} É _}o E U}u}u r uIDA SURÉU C É vÉÉ (o]É}vP](}uÉ É ~}Év o}}Z ]vu]}r}Pv]u} vP]u Z É v]u] P} É (Éuu uRuv} É U}u}}_ FÉ}É N]o}O]ÉvoU}Rv_}É _]vGÉv] r ]A ~AlHæNX Z N}}IvGÉvHæNU}É É ]uÉ]} P]} É ]v(É É }Á RuvU }_É É É uÉ ııU }uv]É]vÉv]}vouÉ A É oÉ}]}}Év]o uÉ v}vÉu]P]É É uÉ }oÉRuvX C}u} PÉu } v}} _Ó A uÉ É Á} u}r ].v}}Á}PÉv }}_É}}v}]v]}} homem com ambientes e animais silvestre produzem a conr ]Á}(}AÉov]Á}É_v]u]} r lações humanas. SÉrÉ É ]} A _U É]ouÉvÉ } P} RNAU apresentam taxas de mutação elevadas como no caso da ]vGÉvX V_ É }Éu PÉv}u ÉPuÉv} Á} r É vP]PvÉ]ÉÉ R}ÉÉ]}v]u]É } É uÉv]u} PÉuU } ÉoÉÁ} voU u}r É u]} ]o!v] É PvÉ v•uÉ} É r ÉPÉvu]}]ovÉ. AoPv_}ÉuÉo(Á}}] É PÉv}uÉ _ ](ÉÉvÉ É ]u uÉu oo R}ÉÉ] r X E R]ZÉ (}] ] v} } } _ } ]vGÉv A } P]É _vX V_U }]P]vouÉvÉ ]v(É]}} Éu_v} É Uu}].u É PÉvÉuÉvÉ~uÉZ ÉUÉv}É ooRuvXO}]_RNA É iv É r uU(}uv}uPÉv}u•v]}W}HNX O HIV }]ÉouÉvÉ É }]P]v} É uv Éu u _ }uu Éu u}U } SIV ~V_ Iuv}É.]!vr 106
] S_u] R]uv ZX NÉÉ ]uU } SIV u]}ÉvUÉo]}v}]Éu]uv}oZP]}} v]u]X É }AÉo É vu]Á} } É Ruv} }}Év}oÉCuÉUÉu]}Á(]ÉvoÉ u}}uÉuR]uv X A ÉuÉP!v] AIDS v É ı (}] } ]uÉ]} oÉ}v˘ÉÉ ]oZ]}.u}ÉÉ v ]v(É]}X(} DÉ U}uv} deve se preparar para as novas }Év ]v(É]}X RÉ}vRÉ] }u} }Év ]v v} início }v}ıUAIDS}u]oRÉu}É É v]X SÁ} æ u]oRÉ É ]v]_} ]v(É} Éo} HIVX A ]v(ÉÁ} }vv É ÉoR É]ouÉvÉ v Á(] É v Á]U }}Év} Éu oPv _É Á(]u _v]É É u]ÉA9}oÁ}]v(É}u}HIVX
F}vÉPW]l]uÉ]}uu}v
C11 Viroses emergentes e ressurgentes
Mundo globalizado e viroses emergentes e ressurgentes
Figura 04 - Slogan de combate à AIDS.
JASdoenças reemergentes_]v]uuvv}}ur }uÉv} É]Éu]}oZP]} É }Év iA }vRÉ] É haviam sido controladas, mas que voltaram a representar uÉ •É RuvX Ivo]rÉ _ ]v}Á} É PÉvr ÉiA}vRÉ]}Éuv}}oÉÉR}ÉÉ]} r ¡ÉÉ ]XNR]Z]ÉvÉ}]o B U}˘ÉÉ uo}UÉP]r rÉ}}v} É ÉvPÉU(ÉÉuÉoÉ ZoÉo u expansão da leishmaniose visceral.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Fatores epidemiológicos relacionados a doenças emergentes e ressurgentes nn A uÉ v }
} o Á } u v ] o É P v É }v É v É } o ]}v ] Ruv ~SA RS → v C R]v C }v]vÉ v o Z V nn F ]o] É É É o} uÉ v} É v } É u}É v} U SÉ } o o _ v ] É u]v Á } }É v ]v(É ]} V nn PÉ É É ]v É É o} R}uÉ u v} u]É vÉ v ] ~(o} É Z U }˘]uu } R}uÉ u É v}} _ É PÉ vÉ }É É }É v comuns nos animais silvestres; nn Urbanização acelerada; nn M v o]uA ] ~ É ]uÉ v} Po} o Z U É É ]vv É V nn P}É } É É }o Á } É u] } r}Pv]u} P u É ] ] U É uÉ P!v] É bactérias resistentes por processos de seleção natural.
r r
O QUE SÃO PRÍONS?
Forma normal (PRPC)
Forma patológica o prión (PrPSc)
Figura 04 - Proteína (PrPC) normal x Príon (PrPSc).
SÁ}u}o oRNA É .]uoÉ]oÉ É ]v(É É u ooov É vÁÉ } }Éu}É_vXO]}]ÉU](ÉÉvÉuÉvÉ}_UvÁ}}Éu}É] ~Év}oZ]} É }É_v É v}oÉ É }ÉPÉ } A]} voÉ]} ]oZX O ]}]É Á} }ouÉvÉÉvÉvÉ oo}R}ÉÉ]}u]](ÉÉvÉ}É É ]o} ]v(É]}}U É ]vo]PÉo]Á}U u}]uÉv} ]vÉÉoo É ]vÉoo É }P!vÉÉXO]v}u]v]}Éo}]}]ÉvovR}ÉÉ]Á}ÉuÉoRv É}]v]}Éo}.}_U}É].o}]PvZ}XDÉ(}U u ]É }ÉÉ v]v]]ouÉvÉ}v]É}o}P] É ]oU}u}}rÉ}É]}uÉvÉ É}PÉvÉouÉ ]}]ÉÉvÁ}_X
F}vÉPW]l]uÉ]}uu}v
Viroides
r r Figura 05 - Doença produzida por viroides na maçã.
107
C11 Viroses emergentes e ressurgentes
Príons Á} u}o o }É] É }Éu }]É É ]v(É vÉ X O v}uÉ _}v Éu } ]vPo! proteinaceous infectious particles, que quer ]É ¡o }É] ]v(É ]} X E˘]É u PÉvÉ, denominado prinp, É É }vAÉo Éo _vÉ É }É_v _}v Éoo ~PPZX N (}uv}uoÉ AÉoUÉ }É_v Uo uÉ ] }}É }É ](ÉÉv]Á}vÉ oUÉ(ÉvÉ} vÉ v]} de condições que podem levar É ]Á}XUu mutação É PÉvÉ}}(}uÁ}É(É]} PPU É É v(}u Éu _}vX E u}o o }É] ]v(É vÉ U ]v U É oÉ (}u É } proteínas AÉ] U ÉU _U u u ]Éu u }u}uÉv} ]v]}X O _}v }Éu uÉ u} }] o] É ]uÉ u} ~} uÉ v]r u} ]v É }vRÉ ]} ZX O _}v }Éu É vÉ É Ar É] É Á} É ]ÉvÉ Év]u ]PÉ U } o}U oPu Àv] _u] É ]Á} o]}oÉ U }v]É É v}uouÉvÉ ÉPu }É_v É A ]} voÉ]} X Tu u vÁ} ɢ]É vÉvRu uÉ v]u} É É(É ]uv}oZP] É vÉ o] É ¡o ]v(É vÉU } É }v ]v u] A ] ]Éu]vÁ}X P} É u }]v} É u }É_v } ]Éu vÉ }}U } _}v (É u ɢuÉvÉ } vÉ v]} X A }Év }} } _}v vÁ} !u É Á} (É ÉvÉuÉvÉ o]. }u} ÉvÉ(o} É }vP](}uÉ U É ]} } É } É r }vi}} É } É } ]É }u ]v(É Á}X A u] }vRÉ ] É }Év EvÉ(o} E }vP](}uÉ B}]v ~EEBZU }vRÉ ] }o r uÉvÉ }u} uo o} X E }Év }} ÉPÉvÉ Á} } vÉ v]} É }]v} U É u É v }u}uÉv} v} r mais e morrem dentro de pouco tempo.
Opirus/Arte
SAIBA MAIS
Biologia
Exercícios de Fixação 01. Como sabemos, nem todas as doenças são causadas por É ]}X AoPuU }u} o}U } ˘ÉÉ uo}U Á} }]}v}P Z
_U É É vÁ} Á} }v]É É ]} pela maioria dos pesquisadores. Z _}vU}É_vu}]. u}É ]uÉ vÉ}}X Z ]}]ÉU}v_ É ˘o]uÉ É vÉÉRNAX Z oo ]v(É]} }Z]} }} Éu } ]É ma imune. ZÉ }]}ÉvÉvv}o]uÉvÁ}X 02. (Uespi PI) N} •ou} v}U }oÁ} uv]o Éu É }É }u u ]É É }Év ÉuÉPÉvÉ } Ér uÉPÉvÉ } u]}Pv]u} vÉ }vRÉ É r ]} } vÁ} ]u}vÉ } }v} É ] É]Éu]}oZP] }X C}v]Év} vÉu] Éo} _ IvGÉv HNU }É}.uÉP Z
Z Z ÉZ
03. Qo }Év ]˘} Á} PÉ É vÉ v }uv]É mundial? Z AIDSX Z Hv]}ÉX Z FÉÉ}oX Z ÉvPÉX
Éu}o]_É}Év SÉ}o]Éu]}vÉuÉvÉX vu]} É É(}uoÉ U]oÉvX }v_} É }u]v}A]}X
Viroses emergentes e ressurgentes
Z Z Z
05. O]}]É](ÉÉurÉ}_v}ÉP]vÉ}É P Z Z Z Z ÉZ
C1
Év}o}P] A }v}ÉX
r
vÁ}Éo]uv ooR}ÉÉ]X Á}]]vÉooÉ}]PZ]}X Á} ooX Á}_} É oAÉ }É]X ]u}uÉvÉv]u]X
09. SEu o]vRPÉ]U}ÉvÉuÉPÉvÉ Á} }Évv}U }vRÉ É ] }oÁ}X SÁ} } _ } bactéria nunca antes descritos ou por mutação de um vírus iA˘]É É vÉXTu u }_ÉoÉiu}u PÉvÉ É Z vP] v]u]U É É P} (É u u É Ruv}X ~XXXZ O Éu} ÉuÉPÉvÉ u u }É É o]} É v} u }Év vPÉ u ÉP]Á} vÉ ]vÉvÉU } ÉiU }vÉ ÉvÁ} vv vR ]}}É }u}o X~XXXZJA}ÉvÉuÉ r PÉvÉ }Á Éo iA }vRÉ] É (}u }v}oU mas voltaram a apresentar ameaça para a saúde humana. DÉv} É }vÉ]}U }ÉÉ } ÉR} ]˘} (ÉÉ Évr ÉoPuÉ}ÉvÉ}v}ÉP Uu ˘ÉÉ uo} o} } Rv]}ÉX Eu U (}u v} .} ]v} }Év v} D]]} FÉoÉ X A Rv ]}É iA vR ]}Éu }}}É } _U }u}ÉuSÁ}Po}ÉPvAUuvvv}DFX_ E }ÉvÉ o].}u} ÉuÉPÉvÉ }Ér EuÉPÉvÉ uÉPÉvÉÓ
r r
10. Q] } (}É Éo]}v} } É]uÉv} É ]}É MÉ É }u]vÉ É _ ˘]É É vÉU ]vÉ É uuÉv} ÉuÉPÉvÉÓ
]oÉ ÉA uÉÉ vv}}˘]u]É}R}uÉu}u]}Év]u]X
04. S}É}_}v }É}.uÉP Z
07. S}ÉAIDSU}v]Év}}v]Á}}ÉÉ vÉuÉPÉvr ÉU }É}.uP Z Év!u]v(]˘ ]vÉ}]o}Po}}X Z v!u]X Z u}Év}] oX Z u}ÉvPÉv ÉPÉvÉX 08. Q] }v]É }]ÉÉv}oZP] o]É (}ÉÉu]Éu]vÁ}]}ÉÉuÉPÉvÉÓ
PÉ}vÁÉ }!u}u}RA]}}uÉvÉ}} É Á}É ]uvÉ}ÉvX O }v} }u É0]É }vu]v }uÉ }vÉv} }} } É IvGÉv u u }} }Év}HNX ]uÁÉ A }}uo}}o A ]u]v]}]o]ÉÉ transmissão, pois o envelope lipoprotéico viral é destruído. O uÉv} Év} }u v]Z} ]uÉÉ ]v r (ÉÁ}Éo}_X SÁ} ]v}u ]v(ÉÁ} }ÉU ]É] É } extremidades do corpo. Z
108
r
06. SÁ}}ÉvÉuÉPÉvÉv}uv]ÉPo}oP Z Z]lo}É É X Z _}oÉ}o]}u]Éo]ÉX Z (ÉÉ}oÉSARSX Z ÉvPÉÉ(ÉÉu ÉoX
}X
11. Ouoo}Uu uRu}EvÉÉ (o}E }vP](}uÉ B}]vU u }Év ]v] }ÉÉ Éu ıX}ÉE vUv}Évv}U.}uv]ouÉvÉ}vRÉr ] v} v} v}ÉvU v} A]} v]u] (}u ]P v}}}u}}oÉuv}RÉ]v}Uv]}X É]} A É}ÉvUuÉoÉv]v}ÉX Z A }Év o}}u} PvÉ}}É } É}]}ÉÉP}o]uÉvuÉvR}}u }vvRu É }É Év]u]}ÉvÉX Z N}Évo}U}ÉrÉuu]}PÉ] ]É}É}v]uo}uÉ}X Z Uu]vÉ}Évo}vPÉ}R uv}É }v_Éo]vPÉÁ}vÉÉ }]vX Z Huv} }uÉ } Éo ]vÉ }Év louca não morrem em consequência da doença.
r
r
r
r r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Exercícios Complementares 01. (Enem MEC) Três dos quat}}ouÉ É vÉÉur
PÉvÉ ZU }u} AIDS É (É É RÉu}AP] É Á} É
r
ÉP}Á}É _}v É }P!v]}ÉuÉ]}
vastantes e letais, bem como o reaparecimento de outras
]É }P}u}}Á}u}}v.PÉP]X
~ÉÉuÉPÉvÉ ZU}u} u}U É o}ÉUZoÉÉ v
r
PÉU É vÉuÉvÉ }v]É }v}o É ]
r
Uu]ÉÉ v.}uv]uou}}]v(É}U(v]}vA
r
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X SÉ } É É } É }Év É vu
u}!ro} } ]uÉv} o]uÉv }É } o]uÉv}
um problema de saúde pública no mundo todo, especialr
]v(É}É}v]uo}}vu]} É X
mente nos países em desenvolvimento, a comunidade ]Év¡. Éu É˘É vv} É} Á} É v} }Pu É }v}oÉ u] É.]ÉvÉ X É }É} .u ÉU ÉvÉ } (}É É }v]Éu v}} } É }Év É uÉPÉvÉ U É Á}P
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~ Zu]}v•uÉ}É}Éu]É É]o]u} ]Éu]uv}oZP]}X ~ }v]É Z ]vÉÉvÉuÉv}A]}X ~ uÉZ oR}}uÉÉvÁ}}oÁ É }]o!v]}
r
ZPÉv}ÉuÉPÉvÉX ~ uvR Z ]vÁ É }X ~ ZÉ]o_]}}oZ É P]}
ÉovÉ}ÉuuÉv}X
~ o_v]} ÉZ v} o]ÉÉ }oÉ ]É X 03. (UFBA) Considerada hoje uma das principais ameaças ao ]o B v}(ÉÉ ]v(É É ÉuÉPÉvÉUÉvPÉ u }Év ](v] Éu }} } }vvÉvÉU ˘ÉÉ Á} }E X É v!u]v Á] É v •ou ÉuÉ]Éu]vv}Éo}]o B ÉP]}Uv}É_}}É ırııUv}.Á É }Uıæ}UÉPv
r
}}ÉııFvÁ}N]}voÉS•ÉX MACHADO, p. 29
Observe atentamente os três testes ilustrados Avo]v}}ÉIUIIÉIIIUÁ}É É_}v
r Viroses emergentes e ressurgentes
}P!v]}U ]Év.É }v]É Éu É } Éo} (}u}]}ÉvÉ_}vv}!ÉP Z
Av]uoAUoÀu]vBÉPÉoAX Z
Av]uoAUoÀu]vAÉPÉoBX Z
Av]uoU B oÀu]vAÉPÉoBX Z
Av]uoU B oÀu]vBÉPÉoAX ÉZ
Av]uoAUoÀu]vBÉPÉoBX
02. (UFPR) A }]É É }vÉu}ÀvÉ Éu É uvR}U r
C11
v} •ou} v} U } P]uÉv} É v} }Év ~ÉuÉ
109
Biologia
Com base n]oÁ}}v]É É v}rÉ}É }]o}É ]}vu]}ÉvPÉU}ÉrÉ.uÉP
Z A=AA
X vu]Á A }ÉvPÉUv}oÉRuvU (É]
r
!u]}U}]]É}ÉÉuÉo]
r
ridades de cada uma delas.
pelo mosquito Aedes aegypti }} } PÉvÉ }oZ É P]r Z
OuÉv}}v•uÉ}É}}ÉvXÉYUÉu](É
}É_.}X
r
rentes momentos, caracteriza endemias, embora isso esteja
X OÉv}o]uÉv}}_ÉvPÉ (}u]v(É
r
vÉ(ÉÉ }o}vP}(É]u}u}]}X
u]o}v.PX 05. Qo}v_ÉoÉ}Pv]Á}}_}vÉ}]}]ÉÓ
X O PÉvÉ } ÉvPÉ vu]} } R}uÉu ]PouÉvÉ}uR}É(!uÉÉ]vÉ}]v(É}X X Eu
A}ÉvXÉY}ÉuÉ]}u}}Év
C ooX
Aedes aegypti uma mesma pupa pode se desenvolver
Z Z
TÉ]}X
Éu uR} } (!uÉU ]vÉÉvÉvÉuÉvÉ É }vr Z
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M}o oX
X O ]o} É vu]Á} } _ ÉvPÉ ÉP}
06. (Fatec SP) O mundo intensifica medidas para combater um
Éo }}}]Á} Éu AP vÉ }o_ } ]} É
novo desafio: ]vGÉv A ~HNZX A P]É Éo} _
}PÀv]}X X Uu É P] É] ÉvPÉ } }v}oÉ É }
r
pulações transmissoras, pela eliminação de seus criadour
]vGÉvA~HNZ u(}uÉP]É}uÉ É v}}
r
}}É ÉRuv}XOÉÉ}ÉuÉP]X
}UÉ(}uoX D!U}u}É}U}uoÉv}ÉX 04. (UFRN)Avo]É.P]˘}P}ÁA }ÉvvAr o]É}É P
Número de pacientes
140 120 100 80 60 40 20 0 80 81
82
84 85 86 87 88 89 Anos Figura 01 - Número de casos de uma doença X, em Natal, no período de 1980 a 1989 83
30
Número de pacientes
C11 Viroses emergentes e ressurgentes
35 25 20 15 10 5
E˘]Éu]É]É
0 80
81
82
84 85 86 87 88 89 Anos Figura 02 - Número de casos de uma doença Y, em Natal, no período de 1980 a 1989 83
_É P]É É U}ÉvÉvr
É}P!vÉ}IvGÉv]X]ÉA }vRÉ É ]}u}} A tem sido isolada em muitas espécies animais, além do hor uÉuU]]É É rÉÉuA]}}X]ÉE Év u ÉvÉo}É o]}} ]} É }v u }]} u}o o É RNA
Z Z
110
OuÉv}•]}}v•uÉ}}É }ÉvXUv}.vo
](ÉÉvÉ }u} uÉ]o RÉÉ]A]}U } Év}o } }r
do período analisado, indica um surto epidêmico.
É_v}_É}XOÉvÉo}Éo]}}É]}}v u}]}
ÉvA ]Á}v}v•uÉ}}É Uv.PUPÉÉ
É }É_v É ]u } ](ÉÉvÉ _ P]ÉP
É}ÉvY(}]uPvÉÉ]Éu]X
RÉuPov]vU}vRÉ]}u}_o É HUÉ vÉ}u]v]
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
08. (UFMS) O quadro abaixo apresenta o número de novos casos ÉAIDSv}.}vouÉvÉv}]o B Uv}É_}}}v]É r }P A ]v(}uÉ }v v} PA.} Éu]Éu }vo] corretamente que, no período considerado,
ÉU }vRÉ] }u} É_o NX A]uU vÉ u ]v(ÉÁ} P]oUuÉ}}v}}}vÉ_o]] }v É rÉ]uvÉ}}É_É]v(É}X
AIDS Número de novos casos entre 1991 e 1997 20 000 18 000 16 000 14 000 12 000 10 000
E É_o Á} ]Év. vuÉ]uÉvÉX A]uU } Z
˘ÉÉ uo}U}_]Év.}}u}HæN }É}vAÉoÉo vÉu] É P]É ÉuÉU É u }}]} v Á] É Z
ııV}HN }}É vÉu]P]É É ]AViA} _ HN (}] É}vAÉo Éo vÉu] É P]É ÉvR}o Z
ÉuıSııÉUu]ÉvÉuÉvÉUÉovÉu]P]É É Z
}uÉ É }v}M ˘]}oÉ Éo}uv}XC}uÉoÁ} }.o˘] É _}uv É _U Á} (É] ÉZ
ÉP]vÉ.uP ]vÁ A }}vP]É}v]ÉÉu]uÉ]É](É
r
ÉvÉ_}UPÉvÉ}É}ÉvUÉvÉ
r
trem no corpo. IIX
O_uvÉ}ÉuÉ_oHÉNo]PÉ]uÉvÉ ](ÉÉvÉ Éo É ˘]u v} _ o]vRPÉu }]P]voU } É ]uÉÉ } v}} iA }]} Éu.]É É vÉuÉvÉX
IIIX OuÉ]oPÉv }}_P]É }RNAUuA]} vo ]} uAÉoU } É v} }]PÉu ]É variedades de vírus. IVX
O ](ÉÉvÉ } É _ !u .v]É }u oo É_. É } É u]v É .v]É ](ÉÉv]o } _ Á} É }]}X AE }É} } É É .uÉvÉu
Z
IX Z
IÉIIIX Z
IIÉIIIX Z
IUIIÉIVX ÉZ
IIUIIIÉIVX
1995 1996
1997
u]}˘]ÁÉ }v}v•uÉ}]É }}}ÉÉu ııX }v•uÉ}}˘]u}É] }v}_UÉuııÉ X }v•uÉ}uA˘]u}É] }}}ÉÉuııX ÉııUuÉÉ vÉ]}v•uÉ}Év}}} É] }X u]}˘]ÁÉ }v}v•uÉ}]É }}}ÉÉu 1992.
09. (Ufes ES)S}É}_UÁ}É }É]ÉÉ }Évr ÉuRuv}U ORRE C TO.uP Z O _ ](ÉÉu } }} É ]} } ÉvÉu ÉooÉ](ÉÉv]X Z O PÉv}u } _ AÉ v}o} } u uÉuv o uA}É}É]Pv_]}X Z O PÉv}u } _ }v_} } u}o o É A]} É}˘]]}vo ]}~DNAZ}]}É_vX Z O _]}v u ¡o ]o (} oo R}ÉÉ] Év }oÉouÉuvouA ooR}ÉÉ]X ÉZ O _ ÉvÉu v oo R}ÉÉ] Éo ]viÉÁ} É A]} É vo ]}UÉo(Á}}ÉvÉo}É]ouÉuv ouA}}]v}]}ÉX
r
r
r
_IvGÉvA~HNZUÉuÉÉ}}}]}ÉvÉı ıÉ Uv}U]} É RuG]ÉEvR}oUu}Éu Éæu]oRÉÉ}X X }] ÉD }É u} É U (É!v]É u}Évv
r
!u]]]u]v]v}U}v É É uv(É É u]É XXPLIQUE E U}}v}]É ]}oZP]}U.u É X
} ÉvÁ} A] ]}É Ruv ÉvÁ} }É r nhecidas e, ao mesmo tempo, se preocupam com o aumento
X CITE }] uÉv]u} PÉv } É u]Éu } É]
r
uÉv}Év}}}]]UÉu]}oÉo]ÉX
} v•uÉ} É } É } É É]u iA }v}oX r
PÉvÉÉuÉPÉvÉX Cite um exemplo de cada uma dessas viroses encontradas no }ÉoÉuÉP!v]X
1994
rÉ ou }u v}¡] É u vÉu] É P]É Éo}
07. (Uerj RJ)N•ou U}É]}É•É!u}or
]o B ÉvÉu(}É}vAÉoÉoÉuÉP!v]É}r
1993
10. (UFMG) Eu ıU }oÁ} É }} } }vvÉvÉ ]
G]}Á}É Uu]}ÉuÉÉ PÉvÉP{IDA S{(ÉÉRÉu}AP]~Hv]r }ÉF} Z uÉÉ P!v]PuÉoÉÉ u}P]uÉv} _É }vRÉ É ]}}v}]Á}_É ˘]É É vÉuÉ } É ]ÉX Uu ]}ÉuÉÉ PÉvÉP {vPÉ É { (ÉÉ uÉr oUu}(}ÉuÉÉ P!v]P{}v]É.]ÉÉ vÉÉ vÉuÉv}]} A {uÉ]]v.]ÉvÉ]v}}}v}oÉÉ }ÉÉ {oÉ}}] É v}uÉ]}u]ÉvÉUv}}P!v]} vÁ}{]˘}v_É]}]}É}vu]}]}vo É }oÉ É X
E }Év Á} }vRÉ]U uÉÉ vÉU }u} ÉuÉ
1992
X EXPLIQUE}u} RNAU
}_IvGÉvAUi}uÉ]oPÉv } Éuoo]vu oo]v(ÉX
XO}v}}u}_É}]uvÉ}uÉÉvÉÉu]ÉÉuo}vP} }uÉuZ]]uv}oZP]U}]]o]v}ÉoÉÁ}voÉ]v]_}É]ÉvÉ ]v(ÉÁ}X XMÁ}}u]vÁ É }P!v]X XORNA]o Éo]}v ooR}ÉÉ]}uv É _vÉÉv}} _XOXPO_]vGÉvvÁ} u}_ É X
111
C11 Viroses emergentes e ressurgentes
IX
1991
FRENTE
C
21C O LUDÓM
ASSUNTOS ABORDADOS nn Tecido epitelial de revestimento nn Tecido epitelial nn P]v] ] (v É } É ] o]} nn Principais adaptações dos epitélios nn Tipos de epitélios nn Principais epitélios de revestimento
BIOLOGIA TECIDO EPITELIAL DE REVESTIMENTO R]}o}P] A B]}o}P] É }É É]}XOÉ]}Á}(}u}} P}É ooÉ]o]ÉuÉo]Éu]v(vÉXEvÉ ooU} É]}ÉvÀv]} matriz intercelularXÀv] E ]vÉÉoo}É }}ÉÉuÉv}PvÉvÉUÉvÉ}}É]}}v]É}X T} oo É u }Pv]u} }]P]vurÉ célula-ovo ou zigoto por meio É u]}É X D vÉ } É v}o]uÉv} Éu]}vA ]}U RA (}uÁ} ! (}oRÉ} P ectoderme, endoderme e mesodermeX P} É U } (}oRÉ} Éu]}vA ]} Á} }] r PÉu } É ]} epitelial , conjuntivo, muscular e nervoso.
Figura 01 - Visão geral do destino dos folhetos embrionários.
Tecido epitelial O É]} É]Éo]o } ]uoÉuÉvÉ É] o]} }ÉÉv}]PÉu É u } ! (}oRÉ} ~É}ÉuÉU Év}ÉuÉ } uÉ}ÉuÉZU ÉvÉv} É ÉA (}uX EÉ]} (}u} } oo }o] ] ] RA pouca Àv] ]vÉÉooX EÉ uÉ]o Éu (vÁ} ]uÉvvÉX A ]r Éu]Zv}É]}É]Éo]o u]}]vÉvXI}]Pv].É}uÉ]oPÉv } ooÉuÉA Éo]v}UÉ vÉÉ_}}uÉÉ vuRvÉÉ uÉXSÉv}]uURAu(É!v]ÉoÉÀvÉÉ ÉuÉ]}É]Éo]]X oA uv] À ]vÉoo É U oo]ÉÉ o]]vu É rÉ]É u outras por meio de junções intercelularesX_É u]É É E ]É ooÉ }Pv]Éu}u}U É }É!u]u}vÉ(vÁU }É É ]}oU]vÉu] v] À U}ÉPÉ0]É É ˘ÉÉ v}}}]É]vÉÉ vU É .vouÉvÉU XÉ É u}} É D URA}]}]} É É ]ÉÉ o]]PÉ OÉ] o]}vÁ}}Éu}vP_vÉ}v]Á É }}É P}Á}(É] } ](Á} É PÉ É v]ÉvÉ }É]}}viv} iÉvÉX O É] o]} 112
justapostas, entre as
revestimento e glandular.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
lâmina mucosaXNÉ r
estão apoiados sobre um É]} }viv} iÉvÉU ouÉvÉ Ru} própriaXOÉ] o]}ivuÉvÉ}uoÀu]vZ]}v]u 0]É É }v} ÉvÉ } É] o]} É } É]} }viv}U RA u Év}u]v lâmina basal,}v_]v]ouÉvÉ}}oAPÉv}Po]}}É É _vXAo uÉo oÉ Év.oÁ}Éu}o oU oÀu]vo}ÉPÉPo}o](ÉÁ}É]r (ÉÉv]Á}Éooo]Pv}rÉ(}ÉÉ]uÉv}V]vG]v}uÉ}o]u}ÉooV }Pv]}É_vvuÉuvouAX É
Figura 02 - Estrutura da mucosa do esôfago humano: epitélio + lâmina própria.
Principais funções dos epitélios nn RÉ É ]uÉ v} É É (_]É V nn A } Á } É
À v] V
nn Proteção; nn Percepção nn SÉ É Á } É
de estímulos;
À v] X
Principais adaptações dos epitélios
ivÉ A } zônula de oclusão Á}(É É uÉuv ouA É oo ]]vR promovendo uma barreira ou selamento que ]uÉÉUvÉoÉ}v}UÀv]}Àv] É X N }v É ÉÁ}U }}É }vÉvÁ} É u]}.ouÉv} }vAÉ] }u}Év} }vr tração de microvilosidades. Os desmossomos Á} }v] } o}vP} uÉuv ]r
C12Tecido epitelial de revestimento
As células do tecido epitelial, principalmente É uÉÉ v}U ÉvurÉ Év}o Éo} glicocálixX A Po]}Ao]˘ u u É r Àv] É vÉ Po]}}É] É Po]}o]_] r É Éu } (vÁ} }u}É !v] É ÉvÉ ooX Ao u } Po]}Ao]˘U ]v Á} comuns no tecido epitelial os desmossomos, hemidesmossomos, zônulas de adesão, zônulas de oclusão e junções tipo gap. Basicamente, todas essas estruturas estão relacionadas com o aumento de aderência entre as células.
Figura 03 - Tipos de junções comuns entre as células do tecido epitelial.
113
Biologia
]vRU}vÉvurÉUv}Év}U.]oÉ É i(vÁ} é promover aderência entre as células vizinhas. Associados aos desr u}}u}U } .ouÉv} ]vÉuÉ]A]} ~É vÉ Z É }vÉu ao citoesqueleto, promovendo tensão da estrutura espacial interna e v} (}u ooX Qv} } Éu}}u} }}Éu v É ooÉ]Éo]]UÉoÉ}u}ÉuÉvÁ}Év}PÉu}É] o]} ÉX SÁ} v}uÉ}U vÉÉ •ou}}U hemidesmossomos. Fir nalmente, as junções tipo gap entre células vizinhas, por meio de um sistema de túbulos proteicos, estabelecem comunicação entre os dois ]}ouUÉu]v}}Àv]}ÉuÉ]]X As microvilosidades Á} }uÉv} uÉuv ouAv }Á}]o ooÉ P]uÉvÉ0]ÉXÉ}r mum em tecido epiteliais a realização intensa da absorção de nutrienr ÉU}u}v}]vÉv}X
Figura 04 - Dobramentos da membrana plasmática: microvilosidades.
Tipos de epitélios Classificação dos epitélios de revestimento SÁ} oo}Pv]Éuu}A]u}ÉÉ uÉ0]ɢÉÉ v]ÉÉ }}}ÉÁ}o].}} É }u forma das células.
r o número de camadas e
F}uoo]ÉÉ o]]uÉÉ É v}P
Quanto à forma das células, os epité-
lios podem ser classificados em: nn P]uÉ v} P
oo R X
nn P]uA ] } ]o_v ] P nn C •] P
oo o X
oo }u ]uÉ v É É ]o] X
Simples pavimentoso
Simples cúbico
Simples cilíndrico
Figura 03 - Formas das células epiteliais de revestimento.
OÉ] o]}}ÉuÉo].}v}}v•uÉ}É ooP simples ou uniestratificados: ~} o ]u v} Á } (}u } } u Z u É oo X
C12Tecido epitelial de revestimento
nn Epitélios
nn Estratificados:
(}u } } u] É u u É oo X
nn Pseudo-estratificados: ɢ]Éu]vÉ ]
o]} ÉUÉ (}u}}u •v] u É oo U !u oo É ](É É vÉ o U } É A ]u É Á } É É u É ](] } X
114
uni, um, e stratum U u Z U
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Membrana basal Estra ficado colunar
Simples colunar
Simples pavimentoso
Pseudo-estra ficado colunar cilado
Figura 04 - Representação esquemática ilustrando os diferentes tipos de tecidos epiteliais quanto ao número de células: simples, estratificado e pseudo-estratificado.
Tipos de Epitélios
S]uoÉ~uuÉooZ
PÉ}É.}~uuÉ células com núcleos em o](ÉÉvÉZ
Forma das células
Características
Pavimentosas
Células achatadas
Cúbicas
Células cúbicas
Colunar, cilíndrico }]uA}
Células altas
IÉPo
ÉvÉA uÉvÉA]
camadas
QÉv] Pavimentosas NÁ}v] É
Exemplos E] o]}}o }o}ou}vÉU} vP_vÉ}UoA Év]}É X E] o]}v] É PoÀ É vo•o} É Év]U(}o_o}É}]]v}U]o]v} É}A]}X E] o]}}uP} É U]vÉv}U uterinas, endométrio e vias biliares.
E] o]}É]v]} É X E]ÉuÉ E] o]}]É}oUÉ(P}U P]vUPovÉÉ}}(]vPÉX
Tecido epitelial de revestimento
Nº de camadas
.} E ~A]uÉooÉZ
]AÉoZ
Células cúbicas
Colunar
Células colunares
Transição
C oo}u(}u ]AÉo
E] o]}}(}o_o}}]v}Éu crescimento. C}viv}}oR}X ˘]P BÉ ]vA]X
C12
.} E ~v•uÉ}uÉ
Cúbico
115
Biologia
Microvilosidases
Principais epitélios de revestimento
Vilosidades
Epitélio simples prismático com microvilosidades Lâmina própria (tecido conjun vo)
Epitélio simples prismá co com microvilosidades
E] o]} ¡]} } ]vÉv} ÉoP}U Éo]}vrÉ } r ção das moléculas, por exemplo, , as produzidas pelo procesr }]PÉ}XA microvilosidades e as vilosidades associadas uÉvu É0]É É }Á} É v]ÉvÉ v} ]v r tesv} ÉoP}X Ao u ]}U u]}]o}]É uÉvu É0]É ooX A .oÉ]É oo }v.PÉu ÉoÉÉ (}u ]o}]ÉX A rÉ P]!u(ÉÉ ]}uoo]}É.]o A }É]}U uÉvv}}}ouÉ}ÁÉ }XOÉÉ.PX Epitélio estratificado pavimentoso queratinizado com camada córnea.
Tecido muscular liso
Figura 08 - Intestino delgado (jejuno) com vilosidades, formado pelo epitélio de revestimento simples prismático com microvilosidades.
É o tecido protetor que reveste externamente o corpo dos v]u]X Eu oPv }É U }u} } É]U u r vÉ }É É]ÉuÉ ˘ÉÉ uuÉvÉÉU o].v}v]u] É ]Éuu]ÉvÉ }É XJvuÉvÉ}uÉuÉ~É]}}viv}ZU}É] o]} (}u}PÁ Z }ÉoÉX Tecido Epitelial Pseudo estratificado ciliado com glândula mucosas }É É]}]É É]Z]UÉ]vÉ r ]}X(} DÉ U }v_}}u•v]uÉ ooX O }]]}vuÉv} ]ÉPo } v•oÉ} PÉÉ u] É u u É ooX TÉu (vÁ} É filtragem, e umedecir uÉv}}XOuÉv}]o] ]u}vÉvÉ}]Á}É ¡oÉvv}ÉuÀv]}XNÉÉ] o]}UÁ}}r uv oo }vÉ Éu PoÀvor células caliciformes ou glândulas mucosasX O u} Éu Á} u u .o} ¡o Zo] É]o Éo}X N} É] o]} É r É } uP} É É ]vÉv} P}}U u u (ÉÉvÉ ocorrência de células mucosas. Tecido epitelial simples pavimentoso.
É um epitélio extremamente permeável, Éu]v} } ]v r Àu]} É u}o É oU}u}}˘ÉÉ uo}UO e CO em nível 2 2 alveolar. Possui somente uma camada de células que possuem pequena espessura. Ocorre nos alvéolos pulmonares e é o epitélio dos vasos sanr P_vÉ}U endotélio.
C12
TÉ]}É]Éo]ouÉÉ v}
Figura 09 - Epiderme formada pelo epitélio de revestimento estratificado pavimentoso queratinizado com camada córnea (cuja função é isolar e proteger).
Figura 10 - Representação esquemática da traqueia, formada pelo epitélio de revestimento pseudoestratificado ciliado com glândulas mucosas.
116
Figura 11 - Epitélio simples pavimentoso.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
SAIBA MAIS A PELE HUMANA oÉÉ A Ruv u˘ÉÉ v}PÁZ }}É}}v}}}}]uÉ É vÉ }v_}}]} É ]ÉÉ o]o~É]ÉuÉ]} É É Z }viv} ~ÉuÉX Z NoÉÉ v}vu É u]vÉ É vÉ}}v(É É uÉ }PÁZ }v]]o]É É }Á É }Á É É Uo}U}(]} É X ]˘} A oÉÉ URAuu]} É P}}}U R]}ÉuÉX]} É E (v]}v}u}vÉÉ É P ]}ovÉ É u]}X O Éo} É }]P]vu v É]ÉuÉ (v v ÉuÉ ~(}o_o} ]o}}Z É Á} }vÉ} u É]} uo É }u}É Á}É ÉuÉu]v]ÉX A PoÀvo}_É Au u!u }]PÉu É] u]UuÁ}É uÉPoRv ÉuÉXP}uÉ]} }ÉÉ}}ÉÉo]u]vÁ}ɢÉv]}PÉv }uÉ]}˘ÉÉ v}XA} uÉu}Éu}}}}}É v É0]É ÉoÉU }u}É Éu}ÉPoÁ}X A u ÉooÉ u] }(v É]ÉuÉ ~u o } PÉu]vZ ÉvuuPvÉ]Éu]ZXI}PvÉÉ}]Á}}vvÉ ooÉ] u]u]É.]]X C oo u}Év u (}uv} u u}É} ÉoÉU u ZvÉX Ao u vÉ U RA É}]Á} É P}Éo PoÀvo ÉAX A]uU } }} Ruv} uv u ÉoÉ }u} u PÁ Z } ]uÉuÉ]o]} É R]}U }ÉP]} }v]vÁ}ÉPÉvÉ]}oZP]}U}u}u]}r}Pv]u}Á}É ÉPÉvÉ_u]}X Pele mais nova
Pele mais velha Rugas profundas
Epiderme
Derme
Hipoderme
Hialuronano e água
Elas na
Colágeno
Fibroblasto
Embarcação capilar
Figura 12 - Pele: epiderme e derme.
N É ]ÉuÉU }]]}vurÉ oo v}uÉ uÉr ovZ]}X E oo vÉÉu É u } PÉvÉ uÉov]v Éu u]} } uÉv} vÉ É }} }u u] É } u] oX A }É_v uÉov]v } .o} }}oUu}É}}PÉvÉuP!v]}XÁ}A ]Á}
Grânulos de melanina
v} DNA } uÉovZ]} ~uÁ}Z }É ÉvÉ Ér }Á}}v}o É É ooU}É}ÀvÉÉ pele, como o melanoma. Daí, a necessidade de aumentar a
Epiderme
}o vo É v} }ÉPÉ }v ]Á} o]}oÉ
Prolongamento de dendrí cos
Complexo de Golgi Núcleo do melanócito
}ÉÁ} ÉoÉ }u o]Á} É .o} }o vÉ ˘}]É É }}oU]v]ouÉvÉÉvÉÉæR}X
Figura 13 - Melanócitos liberando melanina para a epiderme.
117
C12 Tecido epitelial de revestimento
v}](ÉÉvPÉv ]v]]]UÉov}ÉuÉoÉ
Biologia
Exercícios de Fixação 01. (IF RS)OÉ]}É]Éo]oA]]]} É ÉuÉ]}É]Éo]oÉ uÉÉ v} É ]} É]Éo]o PovoX O É]} É]Éo]o ÉuÉv}U o u É } }}U (} ]
r
É ]vÉv }u} É] É } v]}X OÉv} !v]U vÉ]É ]vÉvUÉurÉ ]uÉ
r
são de que existe mais de uma camada de células, pois, os v•oÉ}U]ÉurÉÉu](ÉÉvÉoX E]}]Á}ÉooÉ]}É] o]} Z
v]É.}X Z
o]É.}X Z
É}É.}X Z
v]Á É }X
02. (Puc RS) A }ÉÁ} É0]É }}o } uu_(É} }v}ÉoÉuÉv}0]}_u]} É }u]ÉvɢÉÉ v} (É]Éo}É]}YYYYYYYYYYU}uÉ]}ÉYYYYYYYYYYX Z
}viv}W}É}o}É]Z]}X Z
}viv}.}}W.Z]}Éu]}o}X Z
É]Éo]oPovoWÁ}É ˘ZÉ ]vÉvZ]vX Z
oÉ Év}W ooÉv}Éo]]uÉ uÉ }oAPÉv}X ÉZ
É]Éo]ouÉÉ v} W uÉovZ]} É uu vÉ X
03. (UEPG)N.P]˘}Á}u}}}}](ÉÉvr É ] o]}XA}]É}}É] o]} É o}o]Á}ÉuRuv}XA]voÉ}É(}}É}X A=A=AAX
r
X N ]uPÉu IIU ÉurÉ } É] o]} ]uoÉ ]uÉv}}X Formado por células achatadas e dispostas em uma •v]uX É u É] o]} É u]É PÉu É Àv]U Év} Év}v} v} o }o} ou}v r ÉUv} É }vP_vÉ}Éo]v(A}X X Eu III u}} } É] o]} É}É.}X EÉ É] o]} (}u}}u]uÉ uÉ ooU }uv•oÉ}uvR} É ](ÉÉvÉXO}Év] r vo É UvÉ]v} É v]}U}vÉ}]_o]} É PoÀvo u}X A˘]o] v Éu}Á} É ¡o estranhas das vias aéreas. X N]uPÉuIV u}}}É] o]}]uoÉ]uA}X É (}u} } u u É oo oU ]uAr XO}Év} É }uP} É É}]vÉv}X 04. (UFJF)Uu(vÉu]]u}vÉ}É]}É]Ér o]]uÉÉ v} U iuÉvÉU }ÉÁ} }É]} É PÁ Z } ]vÉv}U }u} É] ZPÉv}X O É] o]} Á}ouÉvÉÉ]ÉvÉÁ}UP(}ÉÉÁ}Év tre as suas células. EuÉoÁ}}É]}É]Éo]]uÉÉ v}U INCORr RETO.uÉP Z Oo }o}É}uP} É Á}}É }É] o]}(} mado por apenas uma camada de células. Z ]]vÉ É u} É Avo É É É }É ]v]} É É }u]vo ]É É É É !u}]PÉuv} É u]X Z N} É] o]} É uÉv} } ]vÉv}U Á} Év}v oo}É É ooÉ]o]v(vÁ} de absorção. Z O Év} o]} u } É É]} É]Éo]o ]uÉv}} ]uoÉU É }]PÉu uÉ} u]U É É ]vÉv uÉvÉ}}vP_vÉ}X ÉZ A É]ÉuÉ u É] o]} ]uÉv}}.} É UÉ }]PÉu }É u]U É ÉvU ÉvÉ }} } de células, os melanócitos.
r
r
r
r
05. (CFT MG) O tecido epitelial é composto por células justar }U }u } Àv] ]vÉÉooU oX EÉ }É]}P Z ÉvPÁ Z }X Z ÉvRÉ}É X Z o]Pu•o}}}X Z Év}oÉo }o}ou}vÉX
C12
TÉ]}É]Éo]ouÉÉ v}
X uE I ÉurÉ } É] o]} ]uoÉ •]}X EÉ É] o]} (}u} } u Z u É oo •]X EvÉ }}o}]U}}Év}•o}Év]UÉv}(vÁ} A] É }Á} É Àv] •É] ÉvÉ v ]vU}oÉ É v}r}vPÉX
118
06. (Puc RJ)O É]} É]Éo]o Éu }u} (vÁ} (É }rÉ uÉv}}} É }PÁ Z }}}}XNÉÉv}U}ÉrÉ .uÉP Z ]uÉvÉo]}X Z ooÁ}voÉX Z ooÉv}v urÉi}X Z ÉvivÉÉooÉ}u}]vÉX ÉZ }]PvÉvÉÀv] É ]vÉÉooX
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
NÉ ooU uÉuv ouA Év u É r ]o]Á} ÉA ]v] v .PÉo} v•uÉ} YYYYY É lhes permite aumentar a capacidade de absorção do alimento ]PÉ]}Év}u]vrÉYYYYYYYYYYYYX A oÉv É }uoÉU }É É uÉvÉU o r cunas é Z WÉu}}u}X Z W]vÉP]ÉX Z WvoÉ]voÁ}X Z Wu]}]o}]ÉX 08. (Ulbra RS)SÉPv}OPv]Á}Mv]oS•É É U}P] r u} ]v]ou}É É ]AÉ oÉ uÉ }}}uv}UÉ r }vAoÉ }9A }]} Z o]}v} É }Évv] vÁ}vu]_É]XM]}}PÁZ }É]Éu}}]} r uÉ (ÉÉ }oÉ u]v] À É vÉÉ v} }}}É X Uu}]Éuu]}u}uÉ r }oÉ ]voÁ} (u} ]P} }]ZÉ ]}XÉE sistema pode ser caracterizado, em estado de normalidade, por Z Év } uÉÉ v} Éo É v]} (}u} } u É] o]} É}É.} }ov ]o]} }} É ooo]](}uÉX Z }É oÉ}oÉÉo]u]}}É] o]}.} É r ]uÉv}}U(}u}Éo}vÉuZ]}}IÉ}IIX Z Év ÉP }] }] }Á} uÉ]v (]vPÉX Z u}]uÉv} } u•o} ]v}ÉU ]u É ]˘}U]u É }}ouÉ]˘}A]X ÉZ Évu}É ]v]Z]}}}v_}o}} o }o}É_}v]}X 09. (UFRN) ]} DÉ u]} }˘]u]É o]vR } }E U } N}ÉÉ }]o B É u ÉoÉ]v]!v] É]Á} o]}oÉ ~UVZU } É }v }oÁ} É P]Á} u] }Év}ÀvÉÉoÉXE}Év}}É}É r
oo } É]} É]Éo]o uoo]urÉ }u u] (É!v]U .v} u] ovÉÉ]A Á} }]} UV ˘]É É vÉ v o }oXEu]}ovÉ]o]É}ÉÉ Z Éo]Á} Év } DNAU }vv}r} u] ¡ÉÉ o uÉX Z ]vÉÁ}ÉvoÉ}¡É}v}PÉv}uUv} É o] Á}}DNAX Z ]vÉÁ} É v} DNAU Éi]v} v]Á} RNAX Z ]Á}voÉ É }¡É}v}RNAU]uÉ]v}(}uÁ} de radicais livres.
r
10. (Cesgranrio RJ) Qv} u É] o]} É v }v_} } u •v] u É ooU É (}u} ]o_v]}U AÉ Éu}(vÁ}ÉP Z uÉvuÉv}X Z }Á}X Z v}ÉX Z ÉvÁ}X ÉZ uÉÉ v}˘ÉÉ v}X 11. (UFPR)OÉuÉP] Év}ÉuÉ] o]}É uÉÉ v} .} É X P}ÉrÉ }É É u superiores, em contato com o meio externo, são compostas por células cada vez mais achatadas. Além disso, essas célur oRPÉouÉvÉÁ}É u}uu É }É]}X Uu˘ÉÉ uo}}É É] o]} Év}v}v}É(P}É animais carnívoros.
Qo } ]v]o u}} É oÉ É oo u}ÉÉu É descamarem do epitélio? Z O ]} } Éo} }u}vÉvÉ É uÉ]} ˘ÉÉ v} É entram em contato com o epitélio. Z i}]Á A } ooU]É u(o}É }É }u}É É uvÉ0]É}É] o]}X Z O }v} }u } uÉ]} ˘ÉÉ v}U É oÉ u R]É}˘]PÉ nação das células. Z ]ÀA v]É ooÉuÉoÁ}(}vÉ}˘]P!v]} É É alimento, trazidos pelos tecidos adjacentes ao epitélio. ÉZ OÉo}uÉv}}]Á}}PvÉo]vÉooÉU} conta do achatamento promovido pelo citoesqueleto.
r TÉ]}É]Éo]ouÉÉ v}
r
C12
07. (CFT MG) A .P ÉP] u Éu } }uoɢ} iv ]}vo˘]É É vÉÉvÉ ooÉ]Éo]]}]vÉv}ÉoP}X
119
Biologia
Exercícios Complementares 01. (UFMG)}ÉA vo_ É }v]ÉuÉ u]•]}]vGuZ ]}}]vÉv}oP} É UÉ}}ÉuÉ ]v]_}}uvÉ ]]o]É}Po•Év]vPÉ É }Á ]P} É UvÉÉ ]}}X É
r r
03. (UFJF) Associe as colunas. ~ vA ]PÉ Z }Á vÉ }Á} É v]ÉvÉX N} ]vÉv}U 0]É É o]É É oo é rica em microvilosidades que uÉvu }ÁÉ }É A X
~Z E] o]} ]uoÉ pavimentoso
A É .PU Éu É A vÉ u vo]É ÉP]Á} } ]vÉv} ÉoP} Éu u ]v]_} v}uor Ir É Éuu]v]_}}u}ÉvÉo_rIIP
~
Z O}É v]É voU v ]É v} v]}U }vÉ }uÉ PoÀvou}É Povu ¡ovR É vÉÉ uÉ v}}Pv]u}rÉ las vias aéreas. Apresenta ainda cílios que transportam essas parr ¡o (}X
~
Z O}É v} •o} Év]U Év} (vÁ} A] É r }Á} É Àv] •É]U presentes na urina, devolvenr }r}vPÉX
~
ZPÉu]É PÉuÉ Àv] Év} Év}v Éu alvéolos pulmonares.
~
Z P}ÉÁ} uÉÀv] É } r Á}É }v É É APX O}É Éu ÉA É ]}U como na pele e nas mucosas oP]vo É X
~Z E] o]} .É r cado pavimentoso
~Z E] o]} ]uoÉ ]uA}
C}v]Év}rÉ oÉÁ} oÉ Év v . PIIU INCORRETO .u É ]v]_} }}É É doença celíaca podem apresentar Z ]˘}Á}ÉRÉu}Po}]vX Z ]u]v]Á}Év]Éu]vÉoZÉX Z uÉv}}Á}ÉAPX Z }É }É]uÉv}}}oX ÉZ Év u }É ]v]Z]} } }v_}o} }o }o}É_}v]}X
r
02. (Udesc SC) Tecidos epiteliais, também denominados de epir o]}UÉuÉvRu]É(vÉv}v}}}Pv]u}X EuÉoÁ}É]}Uvo]É}}]ÉX IX TÉ]}É]Éo]]Á}o]É.}Éu(vÁ}É seu papel de proteção. IIX AoPvÉ] o]} }ÉuÉ]o]ÉuÉÉ v r tam a sua capacidade de absorção. IIIX EÉ]o]É É]Éo]]}}Éu}}u}Éiv r ções adesivas aumentam sua capacidade de absorção. IVX oÉÉ A u˘ÉÉ uo}]} É É ]ÉÉ o]o uÉÉ É v}X VX A PoÀvo uuA]U ]u }u} }_U são exemplos de tecido epitelial de secreção. A]voÉoÉvcorreta. S}uÉvÉ.uIIÉVÁ}É]X Z S}uÉvÉ.uIUIIIÉIVÁ}É]X Z S}uÉvÉ.uIIUIIIÉVÁ}É]X Z S}uÉvÉ.uIIIUIVÉVÁ}É]X ÉZ S}uÉvÉ.uIUIIÉVÁ}É]X
C12
TÉ]}É]Éo]ouÉÉ v}
Z
120
~Z E] o]} ]uoÉ cuboide
~æZ E] o]} É} .} É ]r mentoso
MÉ}Á}}v É uÉ!v] Z UUæUU Z æUUUU Z UæUUU Z UæUUU ÉZ UUæUU
r
r
CORRETA.
04. (UFSC) Os tecidos epiteliais são encontrados em uma varier É É }Pv]u} v]u] } ÉPÉ] ÉuÉvRv} ](ÉÉvÉ (vÉX C}uÉoÁ} É]}U ]voÉ ~Z }}]Á}~ÉORRE ZC TA~SZX X AoPv É] o]} Á}É}vAÉ] Éo}Á} É r }u} É Évo]vU}˘]vÉ}oÉ]ÉX X OÉ]}É]Éo]]!u}u}]v]oÉ_} (}Éuv]É.}X X A u]}]o}]É Á} É]o]É ÉvÉ v} É] o]} } o }o} É !u }u} ]v]o (vÁ} r uÉv]É}É P}~RÉu}ÉZX X AÉoÉ }uÉoR}˘ÉÉ uo}É]}É]Éo]oÉ r uÉv}X
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
X OÉ] o]}uÉÉ v}(}oR }]v]oÉ}v ÉoA Éo(}}_vÉÉX X O]É o]}}v]u]]u É rÉ}}_Éuu] v] À ]vÉoo É !v] É ivÉ É ooÉ É X X T}}}É]}É]Éo]]Á}}]P]v}uÉ} ÉuÉvÉu]}P!vÉÉX
r r
06. (FGV SP) O epitélio respiratório humano é composto por células ]o]oÉ ooo]](}uÉ}}u} É X.P A ]oo}Pv]Á}R]}oZP]uÉ uv]}Ruv}
r
05. (UEPB) OÉÉ ÉvuÉvÉ ÉvÁ} ÉuA }É]}ÉUÉuÉP]UÉo]}vÉ]uPÉu}uÉ]Á} e o local de ocorrência de cada um
AX B X C X X D EX
E] o]}É}É.}X E] o]}.} É ]uÉv}}X E] o]}]uoÉ]uÉv}}X E] o]}]uoÉ•]}X E] o]}]uoÉ]uA}X
aX bX δ. g.
O}ÉvÉoÉÉvu}oP]vo É X O}Év]ÉvoUvÉ]Év}v]}X Ocorre nos túbulos renais. O}Év}o }o}ou}vÉv} É }}v P_vÉ}X W. O}Év} É }uP} É É}]vÉv}X A]voÉ oÉv É Év ÉoÁ} }É ÉvÉ ]uPÉurÉ]Á}r(vÁ}X Z IWEW aVoIWBW dVIIIWDWaVIVWCW WVVWAW Z IWAW dVIIWDWbVIIIWCW gVIVWBW aVVWEWW Z IWDW WVoIWAWgVIIIWBW bVIVWEW dVVWCWa Z IWBW bVIIWCWWVoIIWAW dVIVWDWgVVWEWa ÉZ IWCW gVIIWBW aVIIIWEWWVIVWAW bVVWDW
r
b
d
07. (UFJF)Avo]ÉÉP]vÉ.u}ÉÉ]}É]Éo]oP IX O]} É ]ÉÉ o]oÉ }É }} }ÉÉ PÉ } }Pv]u} }v]}U]vÁ}u]} É r}Pv]u}}ÁÉ }X IIX É]} Éo } vÉ ÉÀv] ]v r ÉoovÀÉ v]}É vP_vÉ}U}(} É r (vÁ É }É]}v]vÁ}ZPÉ É v}X IIIX Qv}u]P}}(}}É] o]}UuÉoR}AÉ r ]É}ÉÉ Á}Vv}u].v}UuÉoR}] r dade de absorção. IVX N} }É É ~ É]U É É uu_(É}ZU oo É]Éo]] É]ÉuÉ (]u vU u }É_v]uÉuÉÉoA ]É É]Á}X VX AÉ}]}!uÉo}P]oR}}É}uÉo r nócitos da base do pelo perderam a capacidade de pror duzir melanina. ]voÉ A }Áv}É }uÉ É vÉ]v(}uÉORRE C TASX Z IÉII Z IUIIIUV Z IUIIIUIV ÉZ IIUIVUV Z IIÉIV 08. (UFMG) Eu oPv o}] } }} Ruv}U ˘]É É u É] o]} ˘ÉÉ uuÉvÉ}v}Àv] É }u]É }ÉoÉ}É }u}vPÉX AoÉv}v É u}o}o}uÉ] o]}uÉv}} Z o }o}ou}vÉX Z PoÀvoÉvZ]vX Z ]vÉv}ÉoP}X Z ]vÉv}P}}X ÉZ •o}Év]X 121
C12Tecido epitelial de revestimento
A destruição dos cílios bronquiolares, promovida pelo alcatrão ÉvÉv(u}]P}U}]] Z } ]uÉ]uÉv} ÉvoÁ} ou}v Éu }!v] É obstrução da traqueia. Z uu]}}Á}v]}vÉo]Éo}u}v}o r véolos. Z ]u]v]Á} ]É } PoZo} v} É u v}v]}X Z }Á ÉRÉu}ÉUuÉ (vÁ]Á}}É }]oÉX ÉZ ]voÁ} É ]v(ÉÉ ]Z]U ]} É .]!v] É no transporte de muco.
FRENTE
C
BIOLOGIA
Exercícios de Aprofundamento 01. (UPE)O]o}u_Ruv} }]v]o}}Àvr É }o} } •É}U Év(Éu]É}v]Éu } ]v] r ]}oÉu•ÉÉ •o]}]o B XEuRÉ](ÉU}É ÀvÉÉ Éu}o}}}}É PÉ É vu}Éu]!v] É uv]oU ]v]ouÉvÉ Éo} ÉoÉ} v•uÉ} É } ÉP] r trados e por ser a terceira neoplasia mais comum entre mulher res. Atualmente, para prevenir e ou reduzir a mortalidade por }ÉÉ vU}M]v] ]}S•ÉÉ}oÉ]uv]i}Évv (]˘ÉvÉÉv}É]ÉX (Diário de Pernambuco, 11/03/2014. Disponível em: http://monsystemeimmunitaire.fr/etiquette/cancer. Adaptado)
A]voÉoÉvORRE C TAU}uv} É }vRÉ]uÉv}}r bre o papiloma vírus humano. Z SÁ} _ É DNA É o .U } ÉiU Év}_U É }}u}É]uÉv}ÉP}o}Á É }}U •u]Éu]UÉ}ÉuÉoRvÉ }ÉrG}v} v}PÁ Z }˘o É }R}uÉuv}v}uoRÉX Z P}É É vu]} ]v]ÉuÉvÉU Éo} }v} }u pele ou mucosa contaminada, durante a relação sexual, ou pela contaminação por meio de objetos como toalhas, rour _vuU}v]A]}}vRÉ]X Z SÁ} _ RÉ}P!vÉ É } É É uoo]ÉurÉ É É oÉÉu } É PÉv}u v} ]vÉ]} oo R}ÉÉ]U } É }É} uÉZo]}U }].v} É própria replicação. Z TÉuu]o}]}oZP]}v}o¡o]]ÉvÉu ]v]]ouÉvÉUv oou}(vÉoÉ} u}Á}É oou]](ÉÉv]}É] o]}rÉ u}}ÉvÁ}!u]Éu]ZX ZÉ N}P]} A É }Á É U}Éo] É rÉuvÉ É É uÉ _}]uA]}U}}É]oR}}u]vR}U]}u} causar o condiloma, doença que, nos seres humanos, pode se ˘ÉÉ (}u]v}uAU}Z }v}]v]]oX 02. (UFSJ)STÉ}HIVvÁ} uÉu}]]É XHAu]} }}}]} É ]Éu v} Éu Év]v}u É u Év}oÉ }ÉvX M }Éu vu] } _ }} Éo ÉoÉ ˘] É }ÉÉ P]U Éo} }uoRuÉv} É ]vP}vu]v } É uÁÉ .oR}vÉ P r ]ÉÉ uuÉvÁ}XP}]}U ÉuÉ]u}vÉ(É} }ÉÉ PÉrÉÉu}]ÉX O }} ÉPÉ ]]uÉvÉ } É É ]U _ É }} u]Z]} } uÉ]} } ]Éu ]uv}oZP]}X E r reira muito complexa é composta por milhões de células de ](ÉÉvÉ}}u É ](ÉÉvÉ(vÉUÉ}vAÉ]}Pr v(ÉÉ }}Pv]u}}É uvÉ}}}(v]}vv} livre de doenças. 122
OS]ÉuIuv}oZP]}PÉvÉ oo(ÉÉ Á}É }o]v (Z]}TCDA=U]v]]o}}HIVU_}AIDSU É}HTLVU_}É}}}É}Év˘ouÉ É v É vu]_ÉoX SÁ} É PoZo} v} É }Pv]u É }uvu É} ]vÉ } PÉ}ÉX P}]} v PoÀvo u}U ÉvÉu uÉu}]U }vRÉ É É ]É }u]}r}Pv]u}vR} É Évuv}}}Ruv}X O HIV o]PrÉ u }u}vÉvÉ uÉuv É ooU } CDUÉvÉv}v}]vÉ É ]}uoo] É XC}u]}U} ]Éu(ÉÉ ]}}}}Év}]ÉÉ É}vÉÉuÉvÉU}vv}}}} u]ovÉÉoA }ÉvXQv}}}Pv]u}vÁ}Éuu](}}ur É PÉvÉ ˘ÉÉ v}U }É }uÉ . }ÉvÉ u] (]ouÉvÉ É vÁ} É ] É u AIDSX EÉ u}uÉv} PÉouÉvÉ u} ]v_]} }uÉv} }u } uÉ]uÉv }vÉ}]]U}uÉ É u}ÁÉ }}__X
r r
r Disponível em www.aids.gov.br.
S}É}]Éu]uv}o P]} Z IDA SÉ U Z O _ HIV Év(ÉÉ } ]Éu ]uv}oZP]} } o] u]v]PÉv }L]v(Z]}TÉuoo]X Z O _ HIV o]u } }u}vÉvÉ É uÉuv CD }o]v(Z]}To]ÉuÉuÉ]oPÉv }X Z O_HIVÉv}vuÉuv}o]v(Z]}TÉo}É }vRÉ]uÉv}}]v} É CD vÉo]v(Z É ]}uÉÉ ]o PÉv }X Z O _ HIV É }Év AIDS vÁ} Á} ]vv]u}X A IDS Z É oÉÉ }u }PÉÁ} ˘ É uoo]Á} } _ É ]ÁÉ } } o]v(Z]} TU Éo oÉÁ} } DNAo]v(Z É ]}]ÁÉ }oÉv}}Év(É ]uÉv}}]Éu]uv}oZP]}}R}ÉÉ]}É É]uv}É.]!v]X
INCORRETO.uP É
03. (UEL) Uu ]v(ÉÁ} } HIV }É É ÉvÉ } A]} v}vÉuv](ÉÁ}}]uÉ]}]v}uUÉu}É }} É]É ]}X EÉ o}vP} É_}} É So!v]_ (Ér quentemente ocasiona a transmissão viral.
r
r
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
}u C Év.PÉv}}vRÉ]uÉv}}ÉIDA S~_v}uÉ ]uv}É.]!v]]]U Z }v]É.uP] É X
Z
IX
N} ]uÉ]} v} ]v(ÉÁ} } HIVU } ]Éu ]uvÉ } v}} }v ]É} }u}vÉvÉ Éoo r ÉU]vo]v}DNA}ÉÉ _vvoÉÉX IIX }AZ ÉPv}v}U}vÉvÁ}É ooT]u]v] PuÉvÉU}vÉvÁ}HIV É uÉvÉ r } ]v(É }É Év ]v}u }u} ]vGu r Á}}o]v(}v}}É(ÉÉX IIIX A } É]} v}U oo T ]u]vÉu É }v r ÉvÁ}ÉHIVuÉvU]v]v}É}]v]_}É }v u] ¡ÉÉ o }]v(ÉÉ oo T normalmente eliminariam. IVX AZ } v}v} v}U }vÉvÁ} É HIV É ]o] É um nível adequado de células T possibilita o desenvolvir mento de respostas imunes.
Ao u } vPÉU ]É }] }} G]} ]}oZP]} ÉUÉ }vRÉ]uÉvÉUvu]Éu}HIVX
r
O}}]G]}vu]É É u}HIVÁ}}oÉ]ÉuÉv}ÉuX
06. (UECE)ÉvÉA }ÉP]vɢÉÉ }P SXXX SÉrÉ É uo(}uÉ }vP!v]U ÉvÉ Éo u]}É(o]U !u }o}P] É }uoɢ É uo(}]oU }Év } }}É Éu }!v] É É }É} ]v(É]}} vÉ PÉÁ}X A ]!v] É ]}v_É] } u}uÉv} ]v]u (}ÉuÉvÉ É } _ Z]l AÉ o]}v} }}!v] É u]}É(o]X N} Évv}U vÁ} RA}u}.u É vr } _ Z]l vÉ PÉÁ} oÉU ]vÉ]ÉouÉvÉU } Év}o]uÉv}Éu]}É(o]v}(É}X˘ÉAÉ uo}É} ]v(ÉÉ }vP!v]U } Év}o]uÉv} É v}uo] ÉvÉ É ](ÉÉvÉ (}É É }Éu É o]}v} P ]oU (}É } R}ÉÉ]}U u}uÉv} ]v(ÉÁ} } Év É }} (}É É }v]É }vRÉ É ]} } u}uÉv}X P} ]}U (vuÉvo }vv } }É ÉuÉoR}R]Z]voÉ}Év_X
r
(Ministério da Saúde – Protocolo de vigilância e resposta à ocorrência de microcefalia relacionada à infecção pelo vírus Zika, 2015).
A]voÉoÉv}ÉX Z S}uÉvÉ.uIÉIIIÁ}}ÉX Z S}uÉvÉ.uIÉIVÁ}}ÉX Z S}uÉvÉ.uIIÉIIIÁ}}ÉX Z S}uÉvÉ.uIUIIÉIVÁ}}ÉX ÉZ S}uÉvÉ.uIIUIIIÉIVÁ}}ÉX
S}ÉÉo]Á}]oU INCORRETO.uÉP Z }PÉv}u]o ÉDNA}ÉRNAX Z v ooR}ÉÉ]}PÉv}u]o]É]}v _vÉÉ} }u}vÉvÉvÉÉA]}}Á}v}} É _]}vU É Á} É_o} vu]Á} } PÉv}u ]o ˘]u Z ooR}ÉÉ]}}Pv]u}X Z }}}PÉv}u]]Á}]u}oÉoÉ}]PZ ]} É }uÉvÉ É }vu (v]}v] Z É o]Éu em uma célula. Z }}}_ÉuvÉ}É RNA]} AÉ Éo}]}}u}}R}ÉÉ]}PÉvÁ}U}_Á}] tas da maquinaria de síntese proteica da célula.
04. UuÉv}v}o É ]v(ÉÁ}Éo}_~HIV(}] Z administração intravenosa da proteína CD4 siv U}] } ÉvPÉvR] PÉv X Qo (}] i. É O_HIVo]P] É }É_v]v CD vÁÉ }Év]Évr É P]Ó }}o]v(Z]}TX
05. (UFMG)OÉ}É PA.}ÉuÉo]}v}vÉvÁ} }_HIVÉ]uv]É}u}Éu}X
r
r
Fonte: Adaptado de: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/05/20/pesquisadores-identificam-linhagem-do-virus-chikungunya-no-brasil/>.
C }u É v} PA (]} É É u É }vRÉ ]uÉ v} U
faça o que
Z
se pede. Identifique(ÉU]v]v}PA.}UÉ}]]o]}
r
P]uÉv}É}Év}}v]U}u}U}˘ÉÉ uo}U
r
berculose. FÉIII Z
Cite (ÉU ]v] v} PA.}U Éu É RA u]} ]} Évu]Á} } _ HIV v }oÉX resposta.
FÉ I É IIX O }} }vRÉ É É }v]Á} É }}}]} É vÁ} oÉ ÉRA]}É]U}˘ÉÉ uo}U}}}É vÉoɢ] É X
Justifique sua
AÉ_ } PÉvÉ }oZ É P]} É }Év Éu]Éu ]v(É]ÉP Z }]}vu]Á É } u]}Uu}É PÉvÉ}oZ É r P]} É_.}u•v]}}É X Z }PÉv}u]ovÉ uÉÉ v}v]}PÉ É É vX Z }RNA}_]}v uÉÉ u}Év}}É RNAuÉvPÉ]} ÉU }v}U (v]}v }u} RNA uÉvPÉ]}U Év} }o r mente ou parcialmente traduzido em proteínas na primeira etapa da replicação viral. 123
FRENTE CExercícios de Aprofundamento
07. (PUC PR) A (ÉÉ chikungunya u }Év ]o vu] r da aos seres humanos por mosquitos, como o Aedes aegypti e A. albopictusU}uÉu}Évu]Éu ÉvPÉXEuÁ} da alta incidência desses mosquitos no país, os pesquisadores uu É } ]} É vu]Á} } _ chikungunya por } ÉP]É } ]o B X P ]}U uÉuÉ } }É a presença das duas espécies de mosquitos transmissores da }Év u}Éo} uÉuA}É É]É }_É] É PÉ}PA.} É ]Éu]vÁ} } _X O _ chikungunya~CHIKVZ}]PÉv}uÉRNA}]}É.]uoÉU ÉvÉvÉ}P!vÉ}Alphavirus (u_o]T}P]]É
Biologia
Z
ÉZ
o]Á} É u}Éo} uÉuA} É É É]É }_É]PÉ É }PA.}]ÉÉ u]vÁ}}_AÉ •o v ]uv]Á} ]É } vÁ} (ÉÉo (É r bre chikungunya. Aedes aegypti e Aedes albopictus são espécies pertencentes }uÉu}P!vÉ}UuÉ(u_o]](ÉÉvÉX
09. (UFPE) A P]É Éo} IvGÉv A HN Éu }}r } u vÉu] Éu ÉvÉU }u P]É }uÉvÉ }u P]É ÉvR}o } ]v_]} } o} }X S}r É_U}ÉÉ.PÉP]}v]É É .u É ÉPÉuX VrVrFrVrV
r
08. (UFU)EuU]uÉvv}]}˘uÉ É vÉ}}É (ÉRÉ É u}AP]}}Éo}_É}oX.P A ÉP] }u} É PÉÉoRÉuÉX
FRENTE CExercícios de Aprofundamento
AvAo]É.PU}v]É.u É ÉP]X IX O _ É}o o]} ÉZ]} uÉ}o]u} ]u r É] ooÉv_Év]ÉuuÉvPÉv oÉ}]Éu]uv}oZP]}X IIX O _ É}o (É É} ]uvÉ } }Pv]u}X A ]v(ÉÁ} Éi] u}]o]Á} ]uv}oZP] É } }} Éu].oÉ}uÉ} _UÉ uoo] }v}(ÉÉ }]v]]PÁ Z }X IIIX vu]Á A }}É}o}É}}ÉÉo}}v}]É} É ]o} ÉvÉ v} vPÉ } G]} }}] É pessoas ou animais contaminados. IVX O _ É}o oo Ruv ]viÉ } É PÉv}uv(}u É Éu(A]v}} É _XUu medida possível para combater a ação viral seria impedir Éo]Á}u}o oÉA]}voÉ]}}_X A]voÉ oÉv É ÉvU ÉvU .u corretas. Z IIÉIVX Z IUIIÉIIIX Z IIUIIIÉIVX Z IÉIVX ÉZ }_}ÉÉ vu] É v( É r ÉvP_vÉX 124
G]}Á}É ZO_Á}(}u}}u_É}É}É_vU}u}ÉuÉvÉo}ÉuÉuv}}Év}oÉv}}ÉuÉ]oPÉv }XOuÉ]oPÉv }]o }v_}UPÉor uÉvÉU}DNA}RNAXSÁ}˘ÉÉ uo}}}v}É É ]]ÉvPÉU(ÉÉuÉoU]URv]}ÉUÉvÉ}X ZO_É}o vu]}É}}É }uÉ]}É}ZÉvPÉ}vu]v}XÉ]voÉ A uo]U}U]vU(ÉÉuXO_ P]É vu]}}uÉ]}ÉP}¡oÉo]u]vÉo}ÉUÉ]}}É Uo u}}v}}uuÁ}É}iÉ}}vu]v}U]}u}P}}UoRÉÉU}X É
~ Z O_IvGÉvÉ o]Pu ooo}}uÉ]}Ér _o ~ZU Éu u Á} o] ](ÉÉv] } }ÉIvGÉvX ~ Z AZ Év v ooU } voÉ}_É} É}] v} v•oÉ}Éoo}uÉ]oPÉv }ÉRNA~ZUÉ Éo]r }~v]} ZÉ ÉuRNAu~ZX ~ Z O RNAu ]} ~æZ Éu }É_v É_o ~Z É enzimas, dentre estas, a transcriptase reversa que volta ao v•oÉ}Éoo~]vÉ Z DNA]oX ~ Z A }]o]É É ]Éu]vÁ} É _ Éi ]vu]}v}É_}}É]vÉv}Au ]}N}É }ÉE X ~ Z A ]v }] }v } _ P]É Á} PÉo r uÉvÉ }} .]É É vÉ ]} É ]Á} vP!v] É_o H ~RÉuPov]vZ É N ~vÉu]v]ÉZU } É ].o}}vRÉ É ]uÉv}}_Éo}v}}X 10. (Unicamp) O _ E}o (}] ]}o} Éu ıU Z u É]r Éu] É (ÉÉ RÉu}AP]}}] Éu ]o } v}}ÉÉ } ]ÉZ U}É }]}E}oX_EÉ }]} AÉ u} É(ÉÉRÉu}AP]˘ÉÉ uuÉvÉoÉoUÉ}uÉÉ r oo RÉAÉ } ]Éuo}É É v}Éo]oX O}o v Á(] O]Évo ~i} ]uÉ]} } (}u v}.} Éu u}ZÉ }u]}u] É }uoɢ}}ÉÉ } _X O u}ÉP} Á} }v]É} u }Z]} É v] } _X SÉrÉ É (A] }vÉ P]u } ] uÉ]}}}}ıÉ ıÉ ı}É R] u}ÉP}XH}iÉ}_ vu]}É}É}X
r A]} É
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
C}u}uÉ _ÓD!˘ÉÉ uo}}}v} É Z
C}uÉ(}uvu]Á É }}_E}o}É _
r
14. (UNESP)LÉ]v}¡]X Dengue tipo 4 reaparece após 25 anos
ses virais.
vPÉ É A }}}_É PNV ED rUNV ED rU NV ED r É NV ED rX O } NV ED r vÁ} v}v} É v} _
P]ÉX
ıÉ Uu˘uÉ É vPÉ É (É]}uÉ Mvu}u
11. (PUC MG) V_ !u ]} o]} }u} É_o} ]v}r
É vPÉ É } A É }o} P_X u} E ]v(É}Á
] PÉvÉ É ]vÉÉ u oo É_. É u v]uo
o} É NV ED rvÁ}iÉ U}]U Z u]}PÉ]U}É
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r
}vÉP]u}É P}R}.ÉuuP]vR}Z
]oÉ]X I} }ÉuÉv }]]o]É É É
]viÉ v} }É}É u PÉvÉ É v(}u oo
oÉoX~N}¡]]o É }](ÉvÉÉ P!v]Uu}ıÉ XZ uE }Á }}v} vv}¡]U}ÉrÉ.uU É vÉ}
} }É } v]uo ÉvÁ} É ]ÉÉX Uu PÉvÉ É
]uÉ É É v}}_NV ED rU
}v}o }É_v oÉv (}]}o}} Év} É u _ P]É }É U } oU v} }u} SCo} É T}]_U ]v
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r
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uÉ uÉv}É }]]o]É É É} Év}o Éu} u] PÉ]} É } _ DENVrU uÉvÉ oÉr u } } RÉu}AP]}X C}u } É]uÉv} É
estavam menores e repletos de mi}v]X ~Tɢ}]ouÉvɢ_} É }“Jornal Folha de S. Paulo”
u ]vÉ ]oU uÉv} PÉ]U } u oÉoU ÉllXZ
Á}É ÉvPÉv}]o B P}rÉX Z
A o]Á} É _ Éu ]É PÉv U }u} É]
R]v}]o B vÉ !}]]U É }v}UuÉ ! ](ÉvÉÉ }]]o]ÉÉu}É ]]vPÉ É X
acima, é uma realidade nas pesquisas atuais. Assinale a opção
}u C }]uÉ É É v}uÉ }}U}]]o]ÉÉ
INCORRETAX GÉvÉ]vÉ]}v}uÉ]oPÉv }]o}ÉuvÉ
]]É vPÉ É }æAÉ 9u]}XvPÉ É A ]]
r
critos no interior da célula.
oÉÉ u}É É }_É UÉvÁ}
O _ÉvuZ]P} PÉv } ](ÉÉvÉ } oo
}É}o] É (}uRÉu}AP]}ÉvX Z
R] v} ]o B Év ! } ]] ÉU }v}U }]
que invadem. Z
AoPv_!u ]ÉÉ]vÉ]ÉuÉ]oPÉv Z
r
Éu (}u RÉu}AP] }ÉvU }] } } ]]U
v É}]U uÉ }uÉv} A9 uÉv} É É ]Z]}
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}v}ou É (}uRÉu}AP]}ÉvUu]}u]
uÉÉ vuP}U}vv}r]vo] É
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}v}oÉ U]v]uUuuAv}¡]•É•o]
r
]o]É}É ]Éu]]ÉvPÉuÉÉ v}X
r
}v}PÉv}u ooR}ÉÉ]X
OÉ]uÉv}}_DENVruÉv}}]]o]
}_É É o}vAro}]vÉ}] É v}]vÉ]}
de de as pessoas terem um primeiro contato com qualquer
oo]v(ÉX
uma das variantes virais e, consequentemente, desenvolver
12. A}Év}_}vÁ}Év}uouÉvÉv
ÉvPÉU ÉU É vÁ} U }É }o] É (}u
r
PÉu ]v]_} o}X EvÉ Év(Éu]É ÉP]U u
RÉu}AP]}ÉvX
r Z
•v] É vÁÉ }}]}_}v}u}PÉvÉ}ÉX Z
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D}Év(ÉÉC orJl}X Z
D}Év}Rv ÉC X ÉZ
S_v}uÉÉGÉuvvrSoÉrSRÉ]vlÉX
}É]uÉv}Éu}}]oUuÉv}]r ]o]É É } ÉvÉ Éu }v} }u u } ](ÉÉvÉÉv}o(}uRÉu}AP]}ÉvX ZÉ
]uÉ }É É v}uÉ }}]oUuÉv}]]o]
IvPÉÁ}vÉÉ }vu É Z
Cv]o]u}X ÉZ
RÉoÁ}˘o É }uÉ}}vu]v
r
dade de que esta pessoa entre em contato com uma variante de uÉu}}v}o É É É (}uRÉu}AP]}ÉvX
vu]Á}Év(Éu]Év]}X
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EvÉ oÉv ÉP]U uÉ É ]v] (}u É
MÁ}RÉ}PÉvÉPPX
uvR }É É ]]}vPÉ É }Év}o É ]É (}u É RÉu}AP]}ÉvvÉ v}uÉ É vÉuÉ
]v}uUuÉ rÉ}}É É vÁ}Éu!v]X
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r
}v}}uu]uÉvÉ}}]}}}]]XC}u
u]}]v_PÉvÉv}u]v]}F}ÉXDÉvÉ}]v]]
IvPÉÁ}ÉAP}vu]vX
u É} É vR ]]} ÉvPÉ }É] ] É Év}oÉ (}u RÉu}AP] }Év É ÉvÉ Éu
13. K u}Év]v]}ÉÉ v ıÉ æÉu
Z
r
inada.
15. (Ufscar)]ÉA VÉio]}UÉuÉ]Á}ÉıXXıU É}PÉu SNÁ} RA u}} ouÉ_ Éu É]} }M]v] ]} S•Éu}v}É P]É}uuu}U v} uÉu} É_}} Éu U æ É}U }v u} É o} _ HN Éu ıX A uÉu É}PÉu
r
125
FRENTE CExercícios de Aprofundamento
Z
Biologia P Z ]É }}vAP]}}u}_HNÉu}P]É }}v}]É}}uÉ}]v(ÉVouÁ}(ÉÉvÉuÉvÉ}u APÉÁ}}Ao}}oPÉovuÁ}VoÉv}}} É É]A V]É u]ÉvÉ(ÉR}É}}Évo}X ZA]v(}uÁ}AÉ]v}ÉU}]u_ÉRNAo]ÉZ]}RNA o]ÉPÉv}uXNÁ} }DNA ooR}r É]o]_vÉÉRNAX
mostra que um estudo realizado com ratos comprovou que o _HNÉuu] É ]É]v(É É }É]} ou}v}É}_P]É}uuXDÉ(}uU}}r oÉu u]} P]É } É _ R]o]É ÉuS}v]R}ÉÉ]}_ÉvÁ}oÉo]ÉX Z
X N ivÉ }uv]vÉ } PU uÉuv o uA É oo iÉvÉ Évu P} É }r É_v É_.U É É ]Éu (}uv} v] É Éu]uÉ(}(}o]_]}uÉuvX X Avo É Á}}É}vÉ ]} É Á} ÉvÉ
Q]Á}]v]]]v]]] É Éu}u É ] } }vAP]}U uouÉvÉ É]o Éo} M]
oo }u (Á} uÉuv ouA
r
v] ]}S•ÉÓ
sendo uma delas localizada em uma célula, e a outra, na r
}Á }PÉv}u]o}}ÉoÉ }Á uÉ v]u É URNA }o]uÉU É o]É _vÉRNA É É }NA D
célula vizinha. X N} u}}u} É U oo ]]vR }Á É .uÉuÉvÉ v] } uv] À ]vÉoo É ]É U u
r
uÉuvouAvÁ}RÉPu}É X
ooR}É}Á]É}v}} É __Xo]É A É
}IIUÉoÉ]PuÉ É vÁ}oXOÉu}˘}]Á É }ÉP
nismo e é res}vAÉo } ]É (vÉ Év]] ]X
r
ÉoÁ}ÉvÉ]}˘}]Á É }UIUVÉTESX RISCOS DE EXPOSIÇÃO
Éo]ÉÉoÉX N ÉuÉU u o}o] ]uÉ]uÉvÉ } É]É
r
A É]ÉuÉ É ÉuÉ Á} (}u } oo É Á}
E˘Éu}
(}uRU•]}]o_v]U}Pv]v}rÉ de maneira justaposta em uma ou mais camadas.
}oÉU i} F} É P}ÉÁ} S}o ~FPSZ oo} É
}]}ÉouÉvÉ]uÉuÉÉoA APX
FPS =
r
uÉ}} .}o}U É}vAÉ] Éo }Á} É .
Á}vÉoÉ}ÉP]~Éuu]v}ZX TPD = tempo de exposição mínima para produção de vermelhir
17. (UEPG)OÉ]}É]Éo]]UÉ]ouÉvÉ}uÉÉ v}U
Á}vÉoÉ}ÉÉ P]~Éuu]v}ZX
Á}ouÉvÉÉ]ÉvÉÁ}É oo].]ouÉvÉÉ FRENTE CExercícios de Aprofundamento
r
o] É ]u } }É} É Á}X C}u ÉoÁ}
O FPS u_v]u} É u É} É oÉ } II vÉÉ] ]É É]u}ɢ}}S}oU}v]Év}TPP}]v
É(vÉU]voÉ}É(}}É}X r
o} É RU vu ] Éu É ]]Àv] (ÉÉ u]}ÉU}} É }u}}(}vÉ]}U
v ouA É oo iÉvÉ v ÉA u] ˘] Z r Z
æX Z
X Z
X Z
X ÉZ
X
u}}o}]oUÉoÉÉv}uÉ]Év de macromoléculas no espaço entre células vizinhas. X A oo É]Éo]]U o u É v] ÉvÉ ]UÉu oÀ u]vo}uÉ]}ÉRÉu]Éu}}u}Uiu}(}o} P] ÉuÉoRvÉÉuÉ]}Éu}}u}X 126
TPP TPD
TPP = tempo de exposição mínima para produção de vermelhir
}oAPÉv}v(É É ÉuÉo]É}v]]É É ÉoÉX
X vo A }oÁ É } ÉP]Á}}vÉRAivÁ}uÉu
r
P]vÉuvÉ]P
u}Éu É u }v] u uÉÉ v} É]ÉvÉ
uÉ u }X NÉÉ ˘]Éu É]
MA˘]u}
cadas pela radiação ultravioleta é o uso dos cremes protetores
]vÉvuÉvÉX Qv} ÉoÉ É vU É oo
Tv} v É]ÉuÉ v} v ÉuÉ Á} Év}v} v
Acima de 8
Uu uvÉ] É }ÉPÉ }v É]u}}r
r
}vurÉ oo É (]u vÉ É uou
ÉZ
æ
Alto
em constante processo de renovação e que podem apresenr
N u ˘ÉÉ v ÉoÉU Év}u]v É]ÉuÉU Év
TES (EM MINUTOS) MA˘]u}X
M ]}
]PuÉv}Éu]v}o}Á}ÉoÉX
Z
IUV
Baixo
me, estão os melanócitos, células que produzem melanina, Z
r
sem que ocorram queimaduras de pele. A tabela mostra a corr
}.}oAPÉvÉoA}v(É É Éu}v]]ÉÉ Z
=
~TESZ }É}vÉ } Éu} É ˘}]Á} }]} }oÉ
cor-
retas sobre a pele. NÉ]ÉuÉUu˘ÉÉ vÉoÉUÉv}vurÉvuÉ
+
]v]u } ]} É ˘}]Á É } } S}o É} É ÉoÉ }
16. (UPF) A pele é um órPÁ} vÉ }uoɢ} É v}} }Pr
Z
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18. (Enem MEC) O v_É] É ]]Àv] o]}oÉ (ÉÉ ~IUVZ
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