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CONFIRA A PROGRAMAÇÃO ESPECIAL
26/05
10h: Sessão solene em homenagem aos 100 anos de titulo Basilical – Assembleia Legislativa do Estado do Pará – Auditório João Batista – Ana Cunha.
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27/05
5h: Terço da Alvorada
5h45: Missa
7h: Aniversário de canonização de Santo Antônio Maria Zaccaria (Fundador dos Clérigos Regulares de São Paulo – Barnabitas), com transmissão pelo Facebook, Youtube e TV Nazaré.
18h30: Vigília de Pentecoste – Praça Santuário de Nazaré
28/05 - Pentecoste
18h: Abertura da Quermesse Mariana.
31/05
8h: Exposição Carros de Promessas, Carros dos anjos, Berlinda e andor
18h: Coroação de Nossa Senhora, retorno da Imagem Original ao Glória e Apresentação do cartaz
A primeira vez em que a aconteceu a exposição da berlinda foi no ano de 2017, também em comemoração ao aniversário do Santuário.
Por que COROAR Maria?
A piedade popular tem por costume realizar a coroação de Nossa Senhora ao longo desse mês ou, sobretudo, no seu encerramento, dia 31, quando se recorda, liturgicamente, a Visitação de Maria a Isabel.
Dessa forma, as comunidades cristãs, cada qual com sua criatividade, cultura e identidade, expressam o seu carinho e louvor à Virgem Santa, realizando a coroação de alguma imagem de Nossa Senhora. Ainda que os meses de agosto, setembro, outubro e dezembro também contenham um sabor mariano (por ocasião das festas da Assunção, da Natividade, do Rosário, de Nossa Senhora Aparecida e da Imaculada Conceição), maio é, por excelência, o mês mariano para toda a Igreja.
Em Maria Santíssima, temos a floração da Vida Nova, o Cristo, que nos resgata em seu amor. E os frutos dessa nova floração são aqueles que aderem à sua mensagem libertadora, livres do pecado, da morte, da dor e da injustiça.
Dentre as práticas de devoção e piedade marianas do mês de maio, tem destaque a coroação da Virgem – que possui, inclusive, ritos oficiais nos livros litúrgicos –, como ápice e ponto culminante das manifestações do amor filial do povo Àquela que é sua Mãe.
Os pobres, os excluídos, os enfermos e todos os sofredores identificam-se, assim, com Maria e nela encontram refúgio e forças para a luta, na certeza de que Deus está ao lado dos oprimidos e derruba do trono os poderosos, conforme cantou profeticamente nossa Mãezinha (Lc 1,51). Maria de Nazaré, modelo de caridade e solicitude, dedicando toda sua vida ao projeto salvífico do Pai, tornou-se discípula e missionária do Filho amado, sem, contudo, perder aquilo de mais belo e único que o
Senhor lhe proporcionou: ouvir o próprio Deus feito homem chamá-la de MÃE. Sempre virgem e cheia da graça do Espírito, Maria, um dia, adormeceu no Senhor e foi elevada aos céus pelos anjos, porque o Filho não quis ficar distante da Mãe e desejou que o corpo glorioso dela se unisse ao seu nos altos céus – do mesmo jeitinho que será conosco no final dos tempos. Quando Maria chegou aos céus, houve uma festa muito grande, anjos fazendo-lhe um cortejo e cobrindo-lhe com pétalas e flores das mais belas e cheirosas.