Indicadores / Câmbio
Atualidade
Compra
Autoridades prometem fazer do Jardim Gramacho bairro modelo
1,803 1,760
Dolar Comercial Dólar Turismo Ibovespa
Venda % 1,805 1,950 66.384,76
1,12 2,63 0,48
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Ano 4 nº 99 www.jornalcapital.jor.br
MERCADO & NEGÓCIOS CAPITAL EMPRESA JORNALÍSTICA LTDA
Para a CNI, situação da indústria vai melhorar
R$1
13 a 19 de março de 2012
Mantega diz que vai ampliar desoneração e ajustar tarifas Elza iúza/ABr
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governo estuda ampliar a desoneração da folha de pagamento para outros setores, além dos que já foram contemplados pelo Plano Brasil Maior. "A desoneração será ampliada e ajustaremos as tarifas", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega (foto), após encontro com empresários do setor industrial. PÁGINA 5
crescimento do faturamento real das indústrias brasileiras em janeiro recuou 1,4% na comparação com dezembro de 2011. Apesar do desempenho, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que a tendência para o setor é positiva para os próximos meses. Parte disso, segundo o gerente de Política Econômica da Entidade, Flávio Castelo Branco, se deve às medidas adotadas no ano passado pelo governo, que começam a surtir efeito. PÁGINA 2
Demanda de consumidor por crédito volta a cair PÁGINA 7
"A lei da icha limpa Greve de vigilantes pára deveria valer para tudo" agências da Baixada Valmir de Paulo
A
greve dos vigilantes do Estado do Rio de Janeiro, que começou nesta segunda-feira (12), provocou a suspensão no atendimento presencial das principais agências bancárias na Baixada Fluminense. Quinze Sindicatos estão envolvidos na paralisação. Esta é, depois de alguns
anos, a primeira grande paralisação da categoria, que reúne cerca de 70 mil profissionais. A categoria exige reajuste salarial de 2%, reposição da inflação de 2011, plano de saúde, aumento do auxílio alimentação para R$ 16,50 e melhoria da bonificação por risco de vida, que hoje
é de apenas 8%. Segundo os sindicalistas, o Rio tem o oitavo pior salário do país. “Estamos distribuindo informações em todas as cidades e o movimento deve crescer”, disse o vicepresidente do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio, Antonio Carlos Silva Oliveira.
Marcello Casal Jr./ABr
A
afirmação foi feita pelo deputado estadual Wagner Montes (PSD) em entrevista ao Capital. Segundo o parlamentar, a lei da ficha limpa deveria valer para todos os cargos públicos, sem exceção. PÁGINA 4
Ministério O aperta a
Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, notificou a gigante Google para explicar os motivos que a levaram a alterar o texto que trata da utilização de dados pessoais de seus usuários resume 60 itens em apenas um. PÁGINA 7
epois de 23 anos no cargo, Ricardo Teixeira renunciou em deinitivo à Presidência da Conederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele deixou também o comando do Comitê Organizador Local da Copa de 2014. PÁGINA 6
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Ipem decide monitorar relógios da Light
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MERCADO & NEGÓCIOS
13 a 19 de Março de 2012
Situação da indústria melhorará nos próximos meses, avalia CNI O
crescimento do faturamento real das indústrias brasileiras em janeiro recuou 1,4% na comparação com dezembro de 2011. Apesar do desempenho, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que a tendência para o setor é positiva para os próximos meses. Parte disso, segundo o gerente de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, se deve às medidas adotadas no ano passado pelo governo, que começam a surtir efeito. “A nossa expectativa é de melhora gradual para os próximos meses. Os dado de janeiro são ainda ambíguos,
com sinais positivos, mas também negativos, como na queda do faturamento. Houve, possivelmente, uma redução nos estoques. Isso pode signiicar que as empresas estejam voltando a um grau de normalidade”, disse Castelo Branco durante o anúncio dos indicadores industriais referentes a janeiro. - Mas há medidas tomadas pelo governo no ano passado que começam a ter impacto - lembrou referindo-se às desonerações tributárias adotadas pela equipe econômica. “Por im, ontem (quarta-feira, 7), com a queda mais forte
dos juros, a expectativa é que tenhamos ainda quedas futuras, reduzindo o custo inanceiro das empresas e estimulando a demanda por parte das famílias”, acrescentou. De acordo com Castelo Branco, esse conjunto de ações, vindo acompanhadas de uma melhora no ambiente internacional e de soluções para os problemas iscais da Europa, levarão as atividades da indústria “a uma gradual recuperação”. ”Mas para uma retomada mais forte, precisamos de medidas adicionais que reforcem a competitividade dos produtos brasileiros nos aspectos tributários, custo
de capital, logística, desoneração de folha e de outras agendas de longo prazo como educação e inovação, que precisam de uma implementação mais efetiva e mais célere”, completou. Os setores industriais que, segundo os indicadores da CNI, apresentaram os melhores índices de faturamento em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2011, foram os de material eletrônico e de telecomunicações (40,8% a mais), de Madeira (27,2%), papel e celulose (22,8%) e máquinas e equipamentos (17,8%), de acordo com o estudo.
Ponto de Observação A nova queda da Selic não satisfaz o empresariado Alberto Marques
A
queda da taxa Selic na semana passada, reduzida de 10,50% para 9,75% ao ano, desagradou a diversos setores empresariais e até lideranças sindicais dos trabalhadores na indústria. Em nota oicial, a Federação das Indústrias do Estado do Rio – FIRJAM – a redução de 0,75% na referida taxa, referencial no mercado inanceiro nacional, é insuiciente para fazer a indústria voltar a crescer, no momento em que os Estados reduzem o ICMS sobre produtos importados, desde que desembarquem nos portos e aeroportos dessas unidades da federação,o que agrava o processo de desindustrialização do Pais.. Na nota, a Firjam diz que "é muito bem-vinda a intensiicação do processo de redução da taxa básica de juros, face o baixo desempenho da in-
dústria brasileira em 2011 e no mês de janeiro", lembrando que, ao mesmo tempo, com o cenário de forte expansão monetária nas economias desenvolvidas e juros próximos de zero, como ocorre nos EE.UU., a queda da Selic permite minimizar os diferenciais de juros e a pressão sobre o real. Para o Sistema Firjan, no entanto, a redução da Selic é condição necessária para a retomada do crescimento industrial nos próximos meses. No entanto, não é suiciente. Para a entidade, "juros mais baixos devem ser acompanhados de um choque de competitividade". Para o presidente da Força Sindical, uma das maiores concentrações de sindicatos do país, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) a queda da taxa Selic é tímida e insuiciente para aquecer o consumo, gerar empregos e melhorar o PIB. Para o parlamentar paulista, um pou-
co mais de ousadia traria enormes benefícios para o setor produtivo, que gera emprego e renda e anseia há tempos por um crescimento expressivo da economia. "É um absurdo esta mesmice conformista dos tecnocratas do Banco Central", concluiu o presidente da "Força". Essa convergência de opiniões entre as lideranças das indústrias e dos empregados mostra o "mata sapo" em que se transformou a luta entre duas correntes de peso entre os economistas: desenvolvimentistas preferem um ambiente de crescimento mais forte com a concessão para uma taxa de inlação abaixo de 5% ao anos em contraponto aos monetaristas, que defendem uma política dura com juros mais altos para conter os índices inlacionários. Nenhuma das duas correntes, no entanto, tocam no cerne da questão: o maior tomador de empréstimos é o Governo e, para
vender os seu "papagaiso", oferece um dos juros mais altos do mundo. O Governo insiste em vender títulos para reforçar o capital do BNDES, por exemplo, que oferece capital com juros subsidiados. Nessa operação, a troca de títulos por empréstimo, o Governo retira recursos do mercado, que poderiam reforçar a poupança nacional, para "vendê-los" a preços irrisórios para alguns setores, como as empresas da construção civil que participam de projetos do PAC, como o "Minha Casa, Minha Vida", a construção de estádios que icarão ociosos depois da Copa de 2014, ou em empreitadas temerárias como a Usina de Belo Monte, no rio Xingu, que só irá produzir energia elétrica (que não pode ser estocada) durante 4 meses a cada ano, devido à falta de chuvas por longos períodos na Amazônia.
Coluna do Moreira MOREIRA FRANCO é Ministro Chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
Crescimento com igualdade
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or onze anos seguidos o Brasil tem apresentado redução das desigualdades. Somente no último ano, a pobreza caiu 7,9%, dando continuidade ao processo estabelecido ao longo de toda a década passada. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a perspectiva é de que as desigualdades devem diminuir ainda mais nos próximos anos. A mesma pesquisa indica que as classes D e E deverão icar cada vez menores em comparação com o total da população. Em 2003, essa faixa social tinha 96 milhões de pessoas. Hoje são 63 milhões, e em 2014 esse número deverá ser de 49 milhões de pessoas. Essa migração entre classes tem várias razões. Mas o crescimento do emprego formal e a inclusão econômica das famílias mais pobres por meio dos programas sociais brasileiros, que são referência no mundo inteiro , podem ser apontados entre os principais motivadores. Em parte, talvez seja por isso que o Brasil também lidere o Índice de Felicidade Futura (IFF), pesquisa realizada em 158 países, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha. No entanto, temos muitos desaios a superar e grandes obstáculos a serem transpostos. Embora tenhamos tido grandes avanços, o país está entre os 12 com menor igualdade no mundo. Se o Brasil quiser permanecer entre as nações economicamente mais desenvolvidas, terá que promover uma mudança política no que diz respeito à qualidade do processo decisório. Um novo protagonista precisa fazer parte da tomada de decisões. Trata-se do imenso contingente de brasileiros que integram a nova classe média. Esse segmento tem sido o que mais aumenta. E, até 2014, de cada dez pessoas, seis estarão na classe C. A consolidação de nossa classe média poderá assegurar um estágio de maior igualdade econômica , porque o aumento da renda desses brasileiros vai continuar permitindo o aumento do consumo interno e, consequentemente, da produção e do emprego. É um ciclo virtuoso que o país persegue e, com um ele, um projeto de futuro, em que cada cidadão deixa de lutar exclusivamente pela sua subsistência e passa a ter melhores oportunidades para realizar, melhorar e atingir seus objetivos de vida. Cambio
(*) FECHAMENTO: 12 DE MARÇO DE 2012
Moeda
Compra (R$)
Dolar Comercial
1,803
1,805
Dólar Turismo
1,760
1,950
Moeda
Compra (U$)
Venda (R$)
Venda (U$)
Variação % 1,12 2,63 Variação %
Coroa Dinamarca
5,649
5,652
0,26
Dólar Austrália
1,052
1,052
0,51
Dólar Canadá
0,992
0,992
0,18
Euro
1,315
1,315
0,28
Franco Suíça
0,916
0,916
0,26
82,320
82,360
0,07
1,563
1,564
0,19
485,200
486,100
0,52
1.766,000
1,7668,000
0,30
4,320
4,370
0,00
Peso MÉXICO
12,654
12,656
0,04
Peso Uruguai
19,450
19,650
0,51
Iene Japão Libra Esterlina Inglaterra Peso Chile Peso Colômbia Peso Livre Argentina
Bolsa Valor
Variação %
Ibovespa
66.384,76
0,48
IBX
22.302,89
0,54
Dow Jones
12.959,71
0,29
Nasdaq
2.983,66
0,16
Merval
2.642,21
0,86
Commodities Unidade Petróleo - Brent
Compra US$
barril
Venda US$
128,860
128,880
Variação % 0,00
Ouro
onça troy
1.700,550
1.701,520
0,03
Prata
onça troy
33,650
34,680
0,00
Platina
onça troy
1.692,240
1.699,750
0,00
Paládio
onça troy
698,470
704,020
0,00
Poupança
13/03
0,509
Poupança p/ 1 mês
12/03
0,540
TR
12/03
0,040
Indicadores
Juros Selic meta
ao ano
9,75 r$ 622,00
Salário Mínimo (Federal)
MERCADO & NEGÓCIOS Na internet:
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MERCADO & NEGÓCIOS
Prazo de entrega da Rais é prorrogado para dia 23 O
Ministério do Trabalho prorrogou até o próximo dia 23 o prazo para as empresas enviarem os dados da declaração da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) anobase 2011. Inicialmente, o prazo terminaria dia 9. Segundo o ministério, até as 8h do dia 8, 5,5 milhões de empresas haviam conseguido enviar as informações. A expectativa é que este ano sejam informados aproximadamente 69 milhões de vínculos empregatícios. O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) constatou que o aplicativo responsável por analisar as
informações enviadas pelas empresas apresenta baixo desempenho quando submetido à análise de grande volume de dados, causando um elevado tempo de resposta. O Serpro informou que equipes de desenvolvimento estão trabalhando para solucionar o problema. A declaração da Rais é obrigatória a todos os estabelecimentos inscritos no CNPJ com ou sem empregados. A declaração deve ser feita pela internet, nos endereços eletrônicos http:// portal.mte.gov.br/rais/ e www.rais.gov.br. Os estabelecimentos ou entidades que não tiveram vínculos
empregatícios no ano-base poderão declarar a Rais Negativa, com opção online. A entrega da Rais é isenta de tarifas. Os estabelecimentos com mais de 100 empregados devem usar certiicação digital. Será oferecida para todas as declarações a alternativa de transmiti-las com certiicado digital. Caso haja necessidade de retiicar as informações prestadas, o término do prazo para envio, sem multa, é 23 de março de 2012. O Ministério do Trabalho pede aos estabelecimentos que não deixem de preencher os campos sobre raça/cor;
pessoas com deiciência e escolaridade dos trabalhadores. A pasta considera esses dados essenciais para implementação de políticas públicas para esses segmentos. Em caso de dúvidas, os empregadores podem contatar a Central de Atendimento da Rais pelo telefone 08007282326 ou as superintendências regionais do Trabalho e Emprego, gerências ou agências de sua região. O empregador que não entregar a Rais no prazo legal icará sujeito à multa, no valor mínimo de R$ 425,64, acrescida de R$ 106,4 por bimestre de atraso.
Ipem vai acompanhar medição de relógios de distribuidora de energia A
pós o aumento das reclamações por parte dos moradores de bairros da zona norte da cidade do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense, o Instituto de Pesos e Medidas do estado (Ipem-RJ) começa nesta quarta-feira (14) uma medição paralela aos marcadores da Light, concessionária
responsável pela distribuição de energia nessas regiões. A iniciativa, a pedido da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), tem como objetivo esclarecer o aumento nos valores das contas de luz que, em alguns casos, chegaram a mais de 900%. Os testes vão
começar pelo bairro Jardim América, onde se concentra o maior número de queixas. Os aparelhos do instituto vão periciar os relógios dos moradores que se sentiram lesados e registraram reclamação em algum órgão competente. De acordo com a diretora do Ipem-RJ, Soraya
Santos, “quem entrou com reclamação pode icar tranquilo, porque ele vai ter sua conta suspensa e terá de pagar o valor médio dos últimos três meses. Agora, é importante que o usuário saiba que vai pagar a diferença se a nova marcação conirmar a anterior”, explicou.
Parque Tecnológico do Rio terá R$ 500 milhões em três anos
N
os próximos três anos, mais de R$ 500 milhões serão investidos na construção de unidades de pesquisa no Parque Tecnológico do Rio. Considerado o maior do Brasil, com 350 mil metros quadrados, o espaço está localizado na ilha da cidade universitária da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A iniciativa prevê a instalação de mais de 200 empresas em toda a área do parque, transformando o Rio num
polo de desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação. As empresas instaladas no parque têm uma ligação direta com alguns dos mais importantes centros de pesquisas tecnológicas do País, como o Centro de Tecnologia, o Instituto de Engenharia Nuclear, o Centro de Pesquisa em Energia Elétrica e o Centro de Pesquisas da Petrobras. Atualmente, cerca de 30 empresas, entre pequenas, médias e grandes, já
funcionam ou ainda vão ser construídas no local. O superintendente de Competitividade da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Sérgio Teixeira, disse que o Governo do Estado participará da pré-seleção das empresas através de uma comissão criada pela universidade e também pelo conselho diretor estratégico do parque. “Como se trata de uma área federal, as grandes empresas interessadas foram es-
colhidas por meio de licitação. Em três anos, teremos cinco mil pesquisadores qualiicados que trabalharão no local. Este espaço é referência internacional”, airmou Teixeira. A meta do projeto é proporcionar uma maior interação entre a universidade e empresas interessadas nas oportunidades do pré-sal, já que o local conta com laboratórios de última geração, proissionais qualiicados e pesquisadores brasileiros de ponta.
Direito Empresarial (*)ARTHUR SALOMÃO É ESPECIALISTA EM DIREITO EMPRESARIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL.
Pedidos de falência voltam a subir em fevereiro, aponta Serasa Arthur Salomão*
O
número de pedidos de falência voltou a subir em fevereiro, segundo dados divulgados na segunda-feira, dia 05 de março, pela Serasa. No mês passado, foram 152 pedidos, ante 124 em janeiro. Entre os pedidos efetuados, 27 foram de grandes empresas – o maior número desde março de 2011, quando 31 companhias de gran-
de porte izeram o pedido. Outros 79 pedidos vieram de pequenas empresas, e 46, de médias. - O aumento da inadimplência das empresas, sobretudo via protestos, indica que o requerimento de falências vem sendo utilizado como forma de cobrança - airma a Serasa em nota. “A inadimplência das empresas vem subindo em razão da menor capacidade de gerar receitas para pagar as dívidas assumidas, consequência clara da
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baixa atividade econômica cial de 49 companhias, e dos juros ainda elevados”. de todos os portes. Também em fevereiro, tiveram a falência decretada 45 companhias, seis a mais do que no mês anterior - 35 delas, de micro e pequenas empresas. Foi ainda requerida recuperação judi-
Conversa com a Presidenta Encaminhe perguntas para a Presidenta DILMA ROUSSEFF: redacao@jornalcapital.jor.br ou redacao.capitalmercado@gmail.com
ANTÔNIO GRAZZIANO DE ARRUDA, 47 anos, professor em Araguaína (TO) - No exterior, as pessoas têm uma visão melhor do Brasil do que nós mesmos. Embora nos últimos 12 anos tenha melhorado a percepção que os brasileiros têm do seu país, ainda assim o governo pensa em uma forma de elevar a autoestima de seu povo? Presidenta Dilma – Antônio, a autoestima dos brasileiros já está melhorando muito, porque as pessoas percebem a evolução do país. Antigamente, boa parte dos países progredia, enquanto o Brasil marcava passo. Agora estamos crescendo, apesar da crise vivida pelos países desenvolvidos. O que nos enche de orgulho também é o fato de o crescimento econômico ocorrer simultaneamente à redução da pobreza e da desigualdade e em uma democracia política cada vez mais consolidada. Nos últimos nove anos, 40 milhões de brasileiros chegaram à classe média. Enquanto o desemprego cresce em vários países, em 2011 nós criamos quase 2 milhões de novos empregos com carteira assinada. Diversos países estão com os olhos voltados para o Brasil, para conhecer nossas soluções na agricultura, na produção de biocombustíveis, na eletriicação rural. O programa Luz para Todos foi escolhido, pela ONU, como referência para a elaboração de um plano para levar energia às populações mais pobres de todos os países até 2030. O Bolsa Família inspira programas de transferência de renda em várias regiões do mundo. O Brasil está se tornando uma referência. Tanto que a presença do nosso país tem sido cada vez mais exigida nos fóruns internacionais e isso deve ser motivo de orgulho para todos nós, brasileiros. JORGE LUÍS R. DE SOUSA, 55 anos, pedreiro em Pedro II (PI) - O governo federal cancelou a implantação de cisternas de placa. Que outro tipo de cisterna vai ser oferecido è população do semiárido nordestino? Haverá trabalho para nós, pedreiros? Presidenta Dilma – Jorge, o governo não cancelou a implantação de cisternas de placa. Ao contrário, das 750 mil cisternas que serão implantadas até 2014, pelo programa Água para Todos, 450 mil serão de placa. E contamos com a utilização de mão de obra dos pedreiros locais, como você, que ajudam o programa a deslanchar. As outras 300 mil cisternas serão de polietileno e, como serão fabricadas no próprio Nordeste, também ajudarão a gerar empregos na região. Vamos utilizar estes dois modelos porque queremos acelerar a implantação de alternativas de acesso à água no semiárido nordestino, o que é fundamental para o consumo humano, para o gado e para impulsionar o desenvolvimento econômico e social da região. O Água para Todos faz parte do Plano Brasil Sem Miséria, e é coordenado pelo Ministério da Integração Nacional. Estamos fazendo vários outros investimentos no Nordeste que vão gerar muitos empregos para os pedreiros. Para o seu município, por exemplo, pelo PAC 2, estão previstas obras de saneamento, moradia, abastecimento de água e duas creches, além de já estar aprovada a construção de uma unidade básica de saúde e duas quadras esportivas. EGNALDO JOSÉ DE CARVALHO, 44 anos, encarregado operacional em São Paulo (SP) - Por que não podemos sacar FGTS de contas inativas? É um dinheiro que pertence ao trabalhador, mas as normas estipulam que ele só pode sacar depois de icar três anos sem carteira assinada. A senhora não acha que essas regras deveriam ser alteradas? Presidenta Dilma – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi criado com o objetivo primordial de proteger o trabalhador nos casos de demissão “sem justa causa”. Por isto, Egnaldo, quando o trabalhador deixa o emprego espontaneamente, ele não pode fazer a retirada imediatamente, mas se permanecer fora do regime do FGTS por três anos, também poderá fazer o saque. Há várias outras situações, no entanto, em que o FGTS também pode ser sacado. Por exemplo, para a aquisição da casa própria; em caso de doenças como câncer e aids; em caso de necessidade pessoal urgente e grave, causada por enchentes; quando a empresa empregadora é extinta etc. O que não for sacado, será liberado na época da aposentadoria. Estas regras foram criadas pelo Congresso Nacional porque, além de ser uma garantia individual para o trabalhador, o Fundo tem também o objetivo de ajudar toda a sociedade, ao assegurar recursos para inanciar programas de habitação popular, saneamento básico e infraestrutura urbana. As normas e diretrizes do FGTS são estabelecidas pelo Conselho Curador, que é formado por representantes dos trabalhadores, dos patrões e do governo.
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MERCADO & NEGÓCIOS
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Deputado Wagner Montes defende ‘icha limpa para tudo’ E
m entrevista exclusiva ao Capital, o deputado estadual Wagner Montes (PSD), disse que é a favor da adoção da chamada “icha limpa” para qualquer cargo. “Eu sou a favor da icha limpa não só para os parlamentares, sou a favor para qualquer cargo público. Eu acho que tem que ter icha limpa para tudo. Primeiro que sempre me manifestei a favor do concurso público. Segundo, eu acho que qualquer pessoa para assumir qualquer cargo, mesmo comissionado, tem que ter a icha limpa. Se por acaso, houver alguma manobra para burlar a exigência com relação aos comissionados, por exemplo, que a pessoa responsável pela sua nomeação seja responsabilizada pela omissão dos atos realiza-
dos pelo seu subalterno”, defendeu o deputado. Segundo ele, essa providência teria que vir dos órgãos federais para dar o exemplo. “O exemplo tem que vir de cima e em todos os níveis dos Poderes, seja federal, estadual ou municipal”, completou Montes. O deputado conirmou a pré-candidatura do ilho Wagner Montes (PRB), atual Subsecretário de Trabalho e Renda do Estado, a uma vaga na Câmara do Rio. “Na outra eleição ele quis vir candidato e eu não deixei. Eu disse: você não está pronto, você tem que estudar, se preparar para ser vereador, você não pode ser mais um vereador. Você vai ser cobrado até por causa do nome”, disse o deputado. Hoje, a situação é outra. “Ele é o
responsável pelos postos do SINE, conseguiu coisas maravilhosas, como fazer uma gestão compartilhada com as Prefeituras, medida que economizou mais de R$ 1,2 milhão para o Estado com esse convênio. Agora está negociando um convênio com a FAETEC, para desenvolver um trabalho em conjunto para capacitação proissional, o que certamente vai trazer também grande economia para os cofres públicos e qualiicação melhor para os trabalhadores”, lembrou Montes. - Caso seja eleito, procure ser o melhor vereador - venho dizendo a ele. “Você será o mais cobrado, por mim na televisão e em casa pelo pai. O primeiro puxão de orelha quem vai dar sou eu quando acor-
Banco de Imagens
abiele Penco, bacharel em Direito e moradora de Japeri, teve dois textos publicados na edição 2011 do livro Cronicidades, lançado pela editora InCult Produções Culturais. A edição já pode ser adquirida em bancas. O livro faz
parte do projeto Escritores Independente, que tem como objetivo principal promover autores e escritores de crônicas, desconhecidos do grande público, através da publicação de um livro com textos inéditos. Cinquenta autores, de
diferentes partes do país foram selecionadas. Os textos estão disponíveis no site Clube de Autores, onde podem ser adquiridos por meio eletrônico. Os textos de Fabiele são “O coração sempre diz a verdade” e “A viagem que mudara tudo”.
RODRIGO DE CASTRO é jornalista e pós-graduado em Marketing e Comunicação Empresarial pela Universidade Federal de Juiz de Fora (MG)
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Wagner Montes, ilho do deputado e apresentador, vai concorrer a uma vaga na Câmara do Rio dar. Por outro lado, ele me questiona muito, gosta de política, tem as vantagens que graças a Deus herdou de mim, é humilde, trabalhador e é corretíssimo, então essas são três vantagens que um político tem que ter - concluiu o deputado.
Moradora de Japeri tem textos em coletânea de autores independentes
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Bastidores da ALERJ
Barcas x Carrões
Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) viveu uma das semanas mais polêmicas da atual legislatura. Tudo começou com a aprovação da nova concessão de operação ás Barcas S.A, que foi utilizada pela oposição ao Governador para justiicar o aumento da tarifa de R$ 3,80 para R$ 4,50. A votação da concessão não tem uma relação direta com o aumento da passagem. No entanto, opositores digamos mais “maldosos” divulgaram a um jornal carioca a relação dos deputados que votaram a favor da concessão e (pasmem!) o telefone celular destes, que passaram a receber ligações de “supostos” manifestantes ameaçando-os. Foi preciso que o Presidente Paulo Melo mais uma vez entrasse em cena e com a habitual autoridade colocasse os “pingos nos is” em discurso que durou mais de uma hora, se comprometendo em averiguar o caso e anunciando punição rígida aos irresponsáveis, entenda-se cassação! Mas, os ventos que teimam em mudar de lado... indicaram o início de mais uma crise das grandes na Alerj. A Mesa Diretora da Casa decidiu padronizar a frota de carros a disposição dos parlamentares e, com isso, saem de cena os Boras comprados em 2007 para entrar na garagem o Fluence Privilége, cujo preço oscila em torno de R$ 76 mil. Estima-se uma despesa de R$ 2,9 milhões com a compra. A presidência já justiicou que encomendou apenas um estudo técnico e que a mudança na frota não se dará agora, mas a imprensa passou todo o inal-de-semana repercutindo o fato e a população luminense já manifestou-se indignada. A oposição esfrega as mãos e prepara sua artilharia pesada. A semana promete! Moradores, todos os cariocas se beneiciem dessas obras.
Anuncie! Ligue: 21 2671-6611
MERCADO & NEGÓCIOS
13 a 19 de Março de 2012
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Ministro diz que vai ampliar desoneração e ajustar tarifas O
governo estuda ampliar a desoneração da folha de pagamento para outros setores, além dos que já foram contemplados pelo Plano Brasil Maior. "A desoneração será ampliada e ajustaremos as tarifas", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, após encontro com empresários do setor industrial, no último dia 9. O ministro informou que está conversando com empresários, convidando novos setores a entrar e está discutindo qual alíquota substituirá o pagamento do INSS. Atualmente, em troca de 20% de pagamento sobre a folha, é cobrada alíquota de 1,5% sobre o faturamento das empresas do setores têxtil, calçados e tecnologia da informação. Segundo Mantega, a nova tarifa "certamente será uma alíquota que beneiciará o setor produtivo". O ministro airmou ainda que todos os setores da indústria poderão ser incluídos nesse plano, desde que manifestem interesse. A desoneração valerá para o longo prazo, disse Mantega, que nesta sexta-feira esteve reunido com representantes do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e
Elza iúza-ABr
Baixada nova medida contra queda do dólar ecreto publicado nesta segunda-feira (12) no Diário Oicial da União eleva de três para cinco anos a cobrança de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir dessa data, para ingresso de recursos no país (empréstimos externos). No dia 1º, o governo já tinha elevado de dois para três anos o prazo para a incidência do imposto nos empréstimos externos. Na prática, isso signiica que o dinheiro terá de icar mais tempo no país para evitar a taxação. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já tinha avisado que o governo iria adotar medidas para defender o real e que a equipe econômica não icará assistindo à guerra cambial de forma impassível. De acordo com o decreto, a medida vale “nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir de 12 de março de 2012, para ingresso de recursos no país, inclusive por meio de operações simultâneas, referentes a empréstimo externo sujeito a registro
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cerca de 20 empresários, durante pouco menos de duas horas, em São Paulo. PRUDÊNCIA - A nova medida do governo para proteger o real na guerra cambial “tem caráter prudencial”, informou o Ministério da Fazenda. De acordo com nota do Ministério da Fazenda, divulgada no início da tarde, a medida reforça a decisão de “reduzir o luxo de capital especulativo que entra
no país para obter ganhos com a diferença entre os juros praticados nos países avançados e a taxa básica de juros brasileira”. A nota diz ainda que a ampliação do prazo reforça a decisão do governo, anunciada no dia 1º de março pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de restringir a entrada de capital estrangeiro para aplicações de curto prazo no país. De acordo com o decreto,
a medida vale “nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir de 12 de março de 2012, para ingresso de recursos no país, inclusive por meio de operações simultâneas, referentes a empréstimo externo sujeito a registro no Banco Central, contratado de forma direta ou mediante emissão de títulos no mercado internacional com prazo médio mínimo até 1,8 mil dias: 6%”.
no Banco Central, contratado de forma direta ou mediante emissão de títulos no mercado internacional com prazo médio mínimo até 1.800 dias: 6%”. No ano passado, o governo já havia anunciado a cobrança de IOF nessas operações de empréstimos de empresas e bancos no exterior. Inicialmente, icou estabelecido que empréstimos com menos de 360 dias pagariam IOF. Depois, o prazo foi estendido para 720 dias (dois anos). Na época, a ideia do governo era não só conter a queda da moeda, mas também a excessiva oferta de crédito na economia brasileira. A valorização excessiva do real prejudica as exportações pois os produtos brasileiros icam mais caros no exterior, diicultando a venda nos mercados estrangeiros que, diante da crise, têm desvalorizado muitas vezes supericialmente suas moedas. Por outro lado, afeta a indústria nacional que tem diiculdade de concorrer com produtos estrangeiros cada vez mais baratos diante da desvalorização do dólar.
Compromissos sobre trabalho na construção civil já estão valendo O
Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção, irmado em 1º de março de 2012, está em vigor desde aquela data. Ele tem como objetivo aprimorar as condições de trabalho nos canteiros de obras do país, segundo o Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil, Montagem Industrial, Mobiliário, Mármore e Granito e do Vime de Duque de Caxias, São João de Meriti, Nilópolis, Magé e Guapimirim, Josimar Campos de Souza, o Mazinho. “Esta é a primeira vez que se realiza um acordo desse nível para a construção civil a nível nacional. Suas diretrizes são fruto de intensas negociações ocorridas entre o governo federal - sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência da República, e as entidades representativas de empresários e empregados do setor da construção”, lembrou o Sindicalista ao Capital, ele que participou da Comissão durante nove meses através da União Geral dos Trabalhadores (UGT), a qual o SITICOMMM é iliado.
De acordo com o líder sindical, “o acordo reairma o compromisso de contratação na região, trazendo estabilidade de seis meses de contrato com renovação de mais seis meses. O papel do SITICOMMM é estar junto às empresas para discutir, instruir e iscalizar, em especial as obras do PAC. Se as empresas não cumprirem as determinações, cabe ao Sindicato levar tal constatação ao Governo Federal”, assinalou Mazinho, que preside o SITICOMMM desde 2002.”Nossa atuação permanente nos trabalhos em Brasília é motivo de orgulho para toda a categoria, uma vez que ela estava representada na mesa de discussão, propondo iniciativas e ações para a melhoria das condições de trabalho para os proissionais do setor”. DIRETRIZES - Ao todo, segundo Mazinho, foram dezoito reuniões e três plenárias, iniciadas em março e concluídas em dezembro. “Elas serviram para deinir e acordar os termos que resultaram no Compromisso, reunindo diretrizes sobre recrutamento e seleção, formação e qualiicação proissional, saúde e segu-
rança, representação sindical no local de trabalho, condições de trabalho, e relações com a comunidade”, explicou o Sindicalista, que destacou os avanços que representam os mecanismos de estímulo à formalização contratual e o fortalecimento do Sine, a implementação de comitês de saúde e segurança e a adoção de representantes sindicais nas obras, entre outras iniciativas. - Para acompanhar o Compromisso Nacional, foi criada a Mesa Nacional Permanente para o Aperfeiçoamento das Condições de Trabalho na Indústria da Construção, que tem caráter tripartite (com representantes do governo federal, setor empresarial e centrais sindicais), e é coordenada pela SecretariaGeral da Presidência da República, em conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego. Além de funcionar como um espaço permanente de discussão entre as partes envolvidas, a Mesa também tem a incumbência de receber e divulgar as adesões ao Compromisso – acrescentou Mazinho. A MESA - Participam da Mesa, como represen-
tantes dos trabalhadores: Central Única dos Trabalhadores (CUT); Força Sindical; Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB); Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB); União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST); Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI); Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção (CNTIC); Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (CONTICOM); Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário (CONTRICOM); e Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada (FENATRACOP). Já a parte patronal está representada pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura (Sinicon) e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Além da Secretaria-Geral, também estão representados na Mesa, pelo governo federal, os seguintes Minis-
Divulgação
Mazinho, Presidente do SITICOMMM, participou da Comissão que atuou em Brasília ao longo de nove meses
térios: Trabalho e Emprego; Planejamento, Orçamento e Gestão; Previdência Social; Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Casa
Civil; Educação; Cidades; Minas e Energia; Esporte; Integração Nacional; Transportes; e a Secretaria de Direitos Humanos.
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MERCADO & NEGÓCIOS
Atualidade ProJovem Urbano abre 600 vagas em Meriti
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eiscentas vagas estão à disposição de jovens entre 18 e 29 anos que não tenham terminado o Ensino Fundamental. Quem quiser aproveitar essa chance para melhorar de vida, ainda ganha uma bolsa mensal no valor de R$ 100 como ajuda de custo. Os interessados devem se inscrever no projeto ProJovem Urbano, que oferece ainda qualiicação proissional nas áreas de turismo, alimentação e telemarke-
ting. As inscrições icarão abertas até 30 de abril, no Centro Cultural Meritiense, em Vilar dos Teles e no Complexo Cultural Kennedi Jaime, no Centro. Com duração de 18 meses e aulas noturnas, o ProJovem será oferecido em três unidades escolares municipais Orlando Francisco, Deputado Lucas de Andrade Figueira e Ignácio Lucas. As aulas terão início dia 7 de maio. Informações pelos telefones 2651-1017 e 27567946.
País Fecomércio-RJ diz que corte irme nos juros era necessário
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Federação do Comércio do Rio (Fecomércio–RJ) elogiou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de reduzir a taxa básica de juros (Selic). O BC baixou a taxa de 10,5% para 9,75% ao ano, uma redução de 0,75 ponto percentual. Para o presidente Orlando Diniz, “um dia depois de tomarmos ciência do grau de desaceleração da economia brasileira, não poderíamos receber outra de-
cisão do BC. Se já era um resultado esperado, depois da divulgação do PIB [Produto Interno Bruto] desta terça-feira, o corte irme nos juros tornou-se ainda mais premente. Vivemos hoje um ambiente marcado por inlação em queda, cortes no Orçamento federal, desaquecimento de importantes economias no front internacional, crescimento doméstico acima de seu potencial, investimentos em vias de maturação e diferencial de juros como atrativo ao capital especulativo”.
Internacional Importação de carros: Brasil pede informações ao México
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Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior conirmou sextafeira (9) o envio de carta, no dia anterior, ao governo do México, na qual solicita a limitação de embarques de veículos mexicanos para o Brasil a uma cota de US$ 1,4 bilhão (R$ 2,49 bilhões a preços de hoje) pelos próximos três anos. O pedido, encaminhado diretamente aos
ministros mexicanos de Economia, Bruno Ferrari, e Relações Exteriores, Patricia Espinosa, é parte de outras demandas do Brasil para renegociar o acordo bilateral de comércio automotivo. O governo brasileiro evita, porém, fazer qualquer comentário sobre o assunto. A assessoria do ministro Ferrnando Pimentel, do MDIC, revela que só haverá alguma manifestação depois da resposta do governo mexicano.
Autoridades prometem fazer do Jardim Gramacho bairro modelo S
acriicado durante décadas pelo despejo de milhares de toneladas lixo vindos de vários municípios, o bairro Jardim Gramacho, localizado no primeiro distrito de Duque de Caxias, prepara-se para se tornar um bairro modelo, com qualidade de vida para seus moradores. Os últimos caminhões com dejetos ainda fazem uso da área que se tornou o maior lixão a céu aberto da América Latina, mas a expectativa é que suas atividades sejam encerradas até o inal de abril. Representantes dos catadores de materiais recicláveis, que vivem do aterro sanitário, se reuniram sexta-feira (9) com
representantes dos Governos Federal, Estadual e Municipal. O objetivo foi conhecer o cotidiano dos trabalhadores e analisar as reivindicações feitas ao poder público. Pelo menos 1.800 catadores foram cadastrados pela Prefeitura de Duque de Caxias, através das Secretarias de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH), entre janeiro e fevereiro. Com o im do aterro sanitário, cerca de 8 mil pessoas - levando-se em conta que cada tenha mulher e pelo menos dois ilhos - perderam sua forma de sustento. Assim, os trabalhadores cadastrados serão incluídos em programas sociais, cursos de qualiicação e associações de
geração de renda. Os catadores receberam as autoridades em sua associação, no Jardim Gramacho, onde foram apresentadas as reivindicações para serem implementadas após o im do aterro sanitário. Estiveram presentes os secretários municipais de Assistência Social (Roseli Duarte) e Meio Ambiente (Samuel Maia), a deputada federal Andreia Zito, o secretário geral da Casa Civil do Governo Federal, Diogo Nogueira, técnicos do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e representantes da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) e de outras instituições parceiras da iniciativa, como o PANGEA, INCRA, Banco
do Brasil, Petrobras, Caixa Econômica, IBASE e Assecampe, entre outras. Após a reunião, as autoridades izeram uma visita ao aterro sanitário para constatar a realidade em que vivem os catadores de materiais recicláveis. No trajeto, a caravana cruzou alguns caminhões que ainda despejam o lixo no aterro sanitário. O projeto Id Missões vai promover cursos e oicinas de geração de renda para os catadores. Em um prédio ao lado, os catadores poderão fabricar blocos de alvenaria e outros artefatos de cimento.
Ricardo Teixeira renuncia à presidência da CBF Antonio Cruz-ABr
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presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, renunciou nesta segundafeira (12) ao cargo, que
ocupou durante 23 anos. Teixeira deixa também o comando do Comitê Organizador Local da Copa de 2014. O novo presidente é José Maria Marin, que está
no comando da CBF desde a semana passada, quando Teixeira pediu licença do cargo, alegando problemas de saúde. Na carta em que comunica a Marin sua saída do cargo, Ricardo Teixeira diz que deixa a presidência da CBF com a sensação de dever cumprido. “Futebol em nosso país é sempre automaticamente associado a duas imagens: talento e desorganização. Quando ganhamos, despertou o talento. Quando perdemos, imperou a desorganização”, ressalta Teixeira. Ele diz ainda que fez o que estava a seu alcance,
sacriicando inclusive a saúde e renunciando ao convívio familiar. “Fui criticado nas derrotas e subvalorizado nas vitórias”, lembra Teixeira na carta, mas destaca: “isso é muito pouco, pois tive a honra de administrar não somente a confederação de futebol mais vencedora do mundo, mas também o que o ser humano tem de mais humano: seus sonhos, seu orgulho, seu sentimento de pertencer a uma grande torcida, que se confunde com o país”.
Brasil deve diversiicar exportações para a China, diz embaixador brasileiro
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Brasil deve diversiicar as exportações para a China, alertou hoje (8) o embaixador do Brasil na China, Clodoaldo Hugueney, durante evento na Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) no Rio de Janeiro. As exportações brasileiras para a China dependem basicamente de três commodities, que são a soja, o minério de ferro e o petróleo. O embaixador disse que o Brasil precisa passar a vender produtos agrícolas mais processados, como carnes, ou produtos manufaturados,
de maior valor agregado. “Não há nada de errado em exportar commodities”, disse Hugueney, mas ressaltou que “o nosso dever de casa é trabalhar na diversiicação da pauta e pensar em exportar mais produtos manufaturados para a China”. O embaixador lembrou que o Brasil já exporta para a China os aviões da Embraer, um grande produto manufaturado. Segundo ele, a empresa brasileira detém mais de 75% do mercado da aviação regional chinês. Ele também lembrou do anúncio, nesta semana, do contrato entre a com-
panhia BRF Foods com uma grande rede chinesa de carnes e outros produtos “vai aumentar ainda mais a nossa presença no mercado chinês de carnes processadas, de frangos e de bovinos, onde o Brasil já tem uma posição de liderança”. Segundo o embaixador, o preço das commodities segue elevado e a demanda por produtos básicos, como a soja e o minério de ferro, por exemplo, tende a aumentar. No setor de carnes, as vendas brasileiras para a China estão crescendo. “Eu não vejo uma perspectiva de que haja uma desaceleração brusca,
nem na economia nem nas exportações brasileiras”. Hugueney disse que o governo brasileiro está trabalhando na diversiicação da pauta, para dar um salto qualitativo. Ele deixou claro, porém, que esse não é um esforço só do governo. Mesmo com a pauta de commodities, as exportações brasileiras para a China vêm aumentando ano a ano, gerando superávits signiicativos, como no ano passado, da ordem de US$ 11 bilhões.
MERCADO & NEGÓCIOS
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Lançada campanha pró doação de leite materno
mamentar é um ato que resume de forma sublime o sentimento especial de ser mãe e em especial, mulher. Assim pensando, deputada estadual Claise Maria Zito (PSD) escolheu o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, para o lançamento da mais nova campanha idealizada pela Comissão de Assuntos da Criança, Adolescente e Idoso da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), a qual preside. Trata-se da campanha “Recicle Vida”, que pretende arrecadar potes de vidro com tampas de plástico que
são ideais para armazenamento do leite materno de doadoras e estão em falta no mercado. A deputada criou o Projeto de Lei que institui a Semana Estadual de Doação de Leite Materno, programada para o mês de outubro, quando uma série de atividades estimularão a doação de leite materno aos Bancos de Leite de todo o estado. “O leite materno é a primeira e principal fonte de nutrição dos bebês. Tem todos os ingredientes necessários para o desenvolvimento da criança e uma série de fatores de proteção contra doenças. O problema
é que nem todos os bebês têm um peito para mamar. São os casos dos órfãos, dos recém-nascidos internados em UTI e daqueles cujas mães não produzem leite. Para contornar essa situação, existem os Bancos de Leite Humano. Qualquer mulher que produza leite em excesso pode ser doadora. O procedimento é rápido e fácil. Basta esterilizar um pote de vidro (tipo de maionese), coletar o leite e armazenar no freezer”, explica Claise, cujo Projeto de Lei em tramitação. O Gabinete Itinerante da deputada, montado na Praça do Paciicador, no Centro
Demanda do consumidor por crédito cai pelo segundo mês seguido Banco de Imagens Divulgação
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de Duque de Caxias foi o ponto de partida para divulgar a campanha através de informativos e divulgar os postos de coleta para a doação de potes de vidro com tampa de plástico.
Vereador Jairinho defende novos investimentos na Zona Oeste O
vereador Dr. Jairinho (PSC) tem sido um dos principais articuladores, na Câmara do Rio, de novos investimentos para a Zona Oeste. Segundo ele, a melhoria da infraestrutura urbana na região é fundamental para deixar um legado permanente aos cariocas após a realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, em 2016. O crescimento da cidade, na opinião do vereador, deve ocorrer onde ele é mais necessário, ou seja, na Zona Oeste. - Nós temos que apro-
Divulgação
veitar o investimento que o município está recebendo e fazer com que esses 16 dias de Olimpíadas se transformem em um legado para a vida toda. O prefeito tem sensibilidade política e social, e a responsabilidade necessária de fazer com que a Zona Oeste receba os investimentos – airma, o vereador, que é primeiro Secretário do Legislativo. Ele lembra que o Rio de Janeiro vive um momento histórico de oportunidades e desaios. "A cidade deixou de ser apenas o cartão postal do Brasil para se
transformar em protagonista de um novo ciclo virtuoso". Em seu segundo mandato, Jairinho acumula uma série de realizações em favor da Zona Oeste. Pela primeira vez, os chefes do Poder Executivo nos três níveis de Governo (União, estado e município) uniram forças em torno de objetivos comuns. Assim, foi possível desenvolver estratégias que colocaram o Rio em destaque no cenário internacional. Por ter sido escolhida como sede dos Jogos Olímpicos de 2016,
procura por crédito em todo o país caiu 8,7%, em fevereiro, comparado a janeiro, e 13,3% sobre igual mês do ano passado, segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, houve queda de 9,7% ante ao mesmo período de 2011. Essa é a segunda queda mensal seguida. Em janeiro, o movimento já tinha recuado 8,2% ante dezembro de 2011.Os índices negativos foram registrados em todas as faixas de renda, principalmente na população mais pobre. Para os que ganham entre R$ 500 e R$ 1 mil mensais o movimento diminuiu mais fortemente (-8,9%). Em seguida, vêm aqueles que recebem mais de R$ 10 mil (-7,6%). O economista da Serasa
Experian Luiz Rabi destacou que, que após fazer dívidas entre 2010 e 2011, é hora de um acerto de contas para muitos desses consumidores, apesar de o Comitê de Política Monetária (Copom) estar mantendo a trajetória de redução da taxa básica de juros, a Selic. Como a inadimplência aumentou, a prioridade é regularizar dívidas em atraso e evitar o nome sujo no mercado. “Nas classes mais pobres, as pessoas, geralmente, não têm reservas inanceiras e têm de separar uma parte do que recebem todo o mês para quitar dívidas e garantir o acesso a novos inanciamentos”, observou Rabi. As reduções foram mais acentuadas nas regiões Sul (-9,2%) e Sudeste (-9,4%), seguidas pela Nordeste (-7,6%), Centro-Oeste (-7,5%) e Norte (-4,4%).
a cidade vai produzir em cinco anos o que levaria 30 para concluir.
Google vai ter que explicar nova política de privacidade O
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Ligue: 21 2671-6611
Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, notiicou a gigante Google para que explique, em dez dias, os motivos que levaram a companhia a alterar o texto que trata da utilização de dados pessoais de seus usuários e resume 60 itens em apenas um - o que segundo especialistas é pouco transparente. A decisão da empresa sobre as mudanças na política de privacidade está sendo questionada em vários países, especialmente nos Estados Unidos. Segundo nota do DPDC, o pedido de esclarecimento "foi feito com base na legislação de defesa do consumidor e no direito constitucional à privacidade"
no Brasil. Entre os detalhes solicitados a Google pelo órgão, estão o processo realizado pela companhia para a revisão da política de privacidade. A Justiça também quer saber de que forma a sociedade pode se manifestar sobre as mudanças. E também foi questionado "se há uma alternativa para aqueles que desejam utilizar os diversos produtos, sem que haja uma interconexão de seus dados pessoais entre eles" - alguns exemplos são o Gmail, o Google+ e o YouTube, que precisam que o usuário esteja logado para aproveitar funções especí-
icas de contas pessoais. Outra polêmica abordada pelo órgão na carta de notiicação é o conteúdo privado dos e-mails que também é acessado pela Google (com uma leitura automática de palavras chave) para ins de publicidade customizada. Excluindo a parte técnica, o DPDC pediu ainda informações que dizem respeito a "autorização do consumidor para a combinação de seus dados pessoais com os produtos e serviços" da Google. De acordo com o DPDC, o não cumprimento de uma notiicação pode dar origem à um processo administrativo, instaurado pelo órgão na Justiça. A Google não se manifestou sobre a notiicação.
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MERCADO & NEGÓCIOS
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Safra de grãos 2011/2012 deve chegar a 157,8 milhões de toneladas A
produção de grãos brasileira deve chegar a 157,8 milhões de toneladas, de acordo com o sexto levantamento da safra 2011/2012, feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado no dia 8. O volume é 3,1%, ou cerca de 5 milhões de toneladas, menor que os 162,9 milhões de toneladas colhidas na safra anterior. No entanto, em relação ao quinto levantamento, pu-
blicado há um mês, houve aumento de 0,5%, ou 744,2 mil toneladas. Segundo a Conab, o acréscimo em relação ao último levantamento se deve à recuperação da lavoura do milho primeira safra e do crescimento do milho segunda safra. No total, a produção de milho deve crescer 7,5%, chegando a uma safra de 61,7 milhões de toneladas. Considerando apenas o milho
segunda safra, deverá haver crescimento de 20,1%, com estimativa de 25,8 milhões de toneladas. A soja, no entanto, que junto com o milho compõe mais de 80% do volume de grãos, deve ter sua produção reduzida em 8,7%, icando em 68,7 milhões de toneladas. A área plantada deve chegar a 51,68 milhões de hectares, 1,79 milhão de hectares, ou 3,6% a mais, que os 49,88 milhões
de hectares da última safra. De acordo com a Conab, o milho e a soja são responsáveis pela ampliação de área. O Arroz e o feijão, no entanto, apresentaram redução na área plantada. A pesquisa foi realizada por 60 técnicos da Conab, entre os dias 23 e 29 de fevereiro, ouvindo representantes de órgãos públicos e privados ligados à produção agrícola dos todos os estados produtores.
Diferença entre exportações e importações em março é positiva A
balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 260 milhões nos sete dias úteis das duas primeiras semanas de março, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (12) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O saldo positivo é resultado das exportações de US$ 6,527 bilhões e importações de US$ 6,257 bilhões. A média diária de embarques externos de março icou em US$ 931 milhões. Nas compras internas, a média diária registrada icou em US$ 893,9 milhões.
Banco de Imagens
Quando comparado ao mesmo período de 2011, os embarques externos aumentaram 1,4%, e as importações avançaram 5,8%. No acumulado do ano, as exportações somam US$ 40,686 bilhões
e as importações registram US$ 40,003 bilhões. O superávit se mantém positivo em US$ 683 milhões. As exportações melhoraram por conta do aumento de vendas de produtos básicos (+5,7%), principal-
mente algodão em bruto, petróleo em bruto, carnes de frango e suína. Em contrapartida, houve queda nas exportações de semimanufaturados (-3,8%) e manufaturados (-2,9%). Do lado das importações, aumentaram, principalmente, as compras de adubos e fertilizantes (+63,1%), instrumentos de ótica e precisão (+22,3%), produtos farmacêuticos (+22,0%), químicos orgânicos e inorgânicos (+17,9%), siderúrgicos (+13,2%), borracha e obras (+9,5%) e equipamentos mecânicos (+8,1%).
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