Feira do Empreendedor Mato Grosso do Sul 21 a 24 de agosto de 2014 Campo Grande -MS
A PECUÁRIA LEITEIRA COMO NEGÓCIO DE SUCESSO
Jônadan Ma Diretor Executivo Grupo Boa Fé – Ma Shou Tao jondan@mashoutao.com.br
GRUPO BOA FÉ MA SHOU TAO 41 ANOS nos Cerrados 1973-2014 Jônadan Ma
Eng. Agrônomo Diretor Executivo Grupo Boa Fé - Ma Shou Tao
Nosso NEGÓCIO Oferecer produtos e serviços com tecnologia agregada no agronegócio. Nossa MISSÃO Transformar vidas produzindo alimentos e energia, proporcionando de forma longeva e sustentável, qualidade de vida para as pessoas. Nossa VISÃO Ser uma empresa líder nos segmentos em que atua, concretizando sonhos, transformando e inovando com responsabilidade socioambiental.
Valores Corporativos Fé – Em Deus, nas pessoas e no Brasil. Ética – Em tudo e com todos. Paixão – Em tudo que faz. Transparência – Nas ações e na gestão. Confiança e Lealdade – Nas relações interpessoais Respeito – Ao próximo e ao meio ambiente Comprometimento – Foco nos resultados Disciplina – Respeito a limites pré-estabelecidos. Empreendedorismo – Acreditar e inovar Humildade – Buscar melhorias continuamente Valorização das Pessoas – Amor, cuidado mutuo, companheirismo e desenvolvimento do ser humano como um todo.
Ma Shou Tao Uma hist贸ria de...
FĂŠ em Deus
Determinação
Coragem
UNIDADES DE PRODUÇÃO
Pioneirismo
Persistência Resiliência Paciência
1. Política 2. Econômica 3. Social 4. Conjuntural 5. Estrutural 6. Climática
Sistema de Pecuรกria Leiteira
O Grupo Boa Fé – Ma Shou Tao busca a excelência em 4 linhas de ação em prol da Sustentabilidade. Para tanto, precisa ser:
1.Economicamente viável 2.Tecnicamente adequada 3.Ambientalmente correta 4.Socialmente responsável
Vis達o do futuro
EstratĂŠgias
5 FUNDAMENTOS ESTRATÉGICOS DO GRUPO MA SHOU TAO 1.
2. 3. 4. 5.
DIVERSIFICAÇÃO DE ATIVIDADES E CULTURAS VERTICALIZAÇÃO INTEGRAÇÃO DOS SETORES PARCERIAS TÉCNICAS E COMERCIAIS PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO
Empreendedorismo
DIVERSIFICAÇÃO ATIVIDADES E CULTURAS
Importância da Diversificação • • • • •
Maior estabilidade econômica do Grupo; Redução do nível de risco das atividades; Redução dos custos fixos; Maior linearidade do fluxo de caixa; Otimização dos recursos humanos e dos fatores de produção
Requisitos básicos para a diversificação: 1. Definição clara dos valores, missão e objetivos da empresa; 2. Administração e Organização Empresarial; 3. Capacidade de formar e liderar equipes; 4. Conhecimentos multidisciplinares; 5. Espírito empreendedor
UNIDADES DE NEGÓCIO DO GRUPO BOA FÉ - MA SHOU TAO Sementes Boa Fé – Ma Shou Tao: Sementes de Soja –
Convênio EMBRAPA/EPAMIG/Fundação Triângulo
• Agropecuária Boa Fé Ltda: Agricultura e Pecuária • Boa Fé Indústria e Comércio Ltda: Produtos GoodSoy • Cenagro - Central Agrícola Ltda: Comércio de Sementes e Insumos; • Renovagro- Agricultura Renovável Ltda: Comércio e Representação Penergetic • Fazendas: Próprias -Boa Fé (Conquista)
Parcerias e Arrendamentos- 11 Fazendas em Uberaba e Conquista Cooperantes- 3 fazendas em 3 municípios
MERCADO DA PRODUÇÃO:
• • • • • •
Sementes de soja: Brasil Central (SP, MG, GO, MT, MS, BA)
Grãos e Cereais (Soja, Milho e Sorgo): Industrias moageiras, fabricantes de ração e suinocultores/avicultores. Produtos a base de soja: GoodSoy – Brasil e exterior Cana-de-açúcar: Usina Caeté- unidade Delta Leite: Itambé (Uberlândia) Genética animal: Brasil e exterior
EVENTOS DE DIFUSÃO TECNOLÓGICA E COMERCIAIS:
• • • • •
Encontro Ma Shou Tao Agrícola
Encontro Ma Shou Tao Pecuária Leilões e Exposições Dias de Campo (Encontros Tecnológicos) em São Paulo, Minas Gerais e Goiás Palestras técnicas em diversos locais
4 UNIDADES DE NEGÓCIO 1. UNIDADE AGRÍCOLA 2. UNIDADE PECUÁRIA 3. UNIDADE INDÚSTRIA 4. UNIDADE COMERCIAL
UNIDADE AGRÍCOLA
Busca Constante da Inovação
PIONEIRISMO E INOVAÇÃO • 1962 no RS – Introdução, Pesquisa e Desenvolvimento da cultura da soja • 1973 em MG – Introdução, Pesquisa e Desenvolvimento da cultura da soja • 1974- Construção da Represa 1 – 95.000 m2 • 1975-1978- Introdução e consolidação do MIP da Soja • 1975- Primeiro Plantio de trigo irrigado em MG • 1978- Construção da Represa 1 – 48.000 m2 • 1978- Introdução da Cultura da Cana de Açúcar • 1982- Sistema de Rotação sistemática de Culturas , com Milho • 1982- Introdução do Sistema de Plantio Direto na Palha – soja e milho
• 1988- Nova fase da Pecuária de Leite- Produção intensiva em Confinamento • 1989- Inicio Encontros de difusão tecnológica , Agrícola e Pecuário( 22 edições) • 1990- Criação do CAT – Cube dos Amigos da Terra de Uberaba
INOVAÇÃO • 1993- Introdução do Sistema de Plantio Direto na Palha – Cana de açúcar • 1995- Lançamento da Cv MG/BR 46- Conquista- Soja mais plantada até 2006... • 1997- Introdução da Irrigação em soja de inverno ( Pivot Central de 105 ha) • 1999- Introdução da tecnologia de Bioativação de Solo e plantas- Penergetic • 2000- Introdução da Irrigação de Pastagem Rotacionada sob Sistema de malhas
• 2000- Inauguração da Indústria de Alimentos à base de Soja – GOODSOY • 2002- Mudança no Sistema de Governança do Grupo ( Conselho + UN) • 2003- Introdução do Sistema de Integração Lavoura- Pecuária • 2005- Introdução da Irrigação em Cana de Açúcar (Pivot Central de 105 ha)
• 2007- Introdução da Colheita Mecanizada de cana • 2008- Início do Sistema de Produção de Leite no Free-stall • 2010- Georeferenciamento total da áreas cultivadas + Sistema de A.Precisão • 2012- Início do Programa PAEX Fund. Dom Cabral- Parceiros para a Excelência
Saber Ganhar E Perder
CULTURA DO MILH
Produção de Silagem
CANA-DE-AÇÚCAR
Colheita Mecanizada em 75% da área de cana
UNIDADE INDUSTRIAL
VERTICALIZAR
2. VERTICALIZAÇÃO DA SOJA Realização de todas as etapas de produção, industrialização e comercialização de um produto, no caso a soja: DISTRIBUIÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS (Atac. e Varejo)
PRODUTOS GOODSOY PROCESSAMENTO INDUSTRIAL DA SOJA (Indústria de Alimentos) BOA FÉ IND. E COM. LTDA. COMERCIALIZAÇÃO – COMMODITY E SEMENTE – BETANIA MGO / MA SHOU TAO BENEFICIAMENTO DA SOJA (UBS – Usina de semente) – MA SHOU TAO PRODUÇÃO AGRÍCOLA EM ESCALA COMERCIAL (Lavouras) – MA SHOU TAO P&D – GENÉTICA DA SOJA (Laboratório e campos) – AGROPECUÁRIA BOA FÉ
Agregar mais valor por unidade
Quebrar paradigmas e tradiçþes
LINHA COOKIES
LINHA SNACKS
INTEGRAR
INTEGRAÇÃO DOS SETORES INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA INTEGRAÇÃO LAVOURA-INDÚSTRIA
INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA “É A DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO, EM QUE A LAVOURA E A PECUÁRIA PASSAM A FAZER PARTE DE UM MESMO SISTEMA, VISANDO AUMENTAR A EFICIÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS E A PRESERVAÇÃO DO AMBIENTE , O QUE RESULTA NO INCREMENTO DA PRODUÇÃO E NA ESTABILIDADE DO PRODUTOR RURAL”
OBJETIVOS PRINCIPAIS DA INTEGRAÇÃO
1. REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PRODUÇÃO SETOR AGRÍCOLA E PECUÁRIA E INDÚSTRIA
2. AUMENTO DA RECEITA LIQUIDA/ha 3. ADOÇÃO PLENA DOS CONCEITOS SISTÊMICOS DE PRODUÇÃO 4. GERAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE DA ATIVIDADE AGROPECUÁRIA
Aprender Sempre
Isto era considerado plantio direto!!!
Quebra de paradigmas: de mato a aliado!!!
Milho com alta produtividade sem mato-competição
Integração em área de silagem
30-45 dias ap贸s a colheita do milho...
Após a “colheita do gado” (outubro), dessecando a braquiária para plantio de grãos
Soja em รกrea de Plantio Direto
Resultado: Sanidade com Produtividade
Soja em Área SEM Integração Lavoura-Pecuária – SEM braquiária
Soja em Área de Integração Lavoura-Pecuária – com braquiária
Massa, massa e massa!
PARCERIAS TÉCNICAS E COMERCIAIS
Pesquisar e Desenvolver
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
•
Melhoramento Genético de Soja
•
Melhoramento Genético de Cana
•
Conservação do Solo e Plantio Direto
•
Nutrição de Plantas e Controle Fitossanitário
•
Controle Biológico de Pragas
•
Manejo do Rebanho Leiteiro
•
Manejo e Irrigação da Pastagem
Lealdade TransparĂŞncia
PARCERIAS ESTRATÉGICAS
• • • • • • • •
Parcerias Comerciais PRODUÇÃO DE SEMENTES PRODUÇÃO DE GRÃOS PRODUÇÃO CANA DE AÇÚCAR PECUÁRIA DE CORTE/LEITE MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL MELHORAMENTO GENÉTICO VEGETAL REPRESENTAÇÃO INTERNACIONAL EVENTOS TÉCNICOS COMERCIAIS
Aproveitar as Oportunidades
UNIDADE COMERCIAL
UNIDADE PECUÁRIA
UNIDADE PECUÁRIA Produção de Leite e Carne
PECUÁRIA INTENSIVA •
PECUÁRIA DE LEITE: • • • •
SISTEMA DE LOOSING HOUSE SISTEMA FREE-STALL PASTEJO EM SISTEMA IRRIGADO PASTEJO EM SISTEMA DE ILP
SETOR DE PECUÁRIA LEITEIRA •
Raça: Girolando (1/2, 3/4, 5/8, 7/8 ) 55 % do rebanho Holandês preto e branco (PC e PO) 45% do rebanho
•
Total de rebanho: 850 cabeças, sendo 220 em lactação
•
Média de produção rebanho: 8.883kg (1ª cria) ; 10.646 (2ª cria) / 305 dias
•
Média de produção/vaca: 25,4 kg/vaca/dia
•
Produção média diária atual: 6.400 kg/dia
•
Produtividade/ha: 30.392 kg leite/ha/ano em 2012 (SEM área silagem) 17.800 kg leite/ha/ano em 2012 (COM área silagem)
•
Número de ordenhas diárias: 3
•
Alimentação: Silagem de milho , Feno Tifton 85, soja, milho grão, caroço de algodão, polpa cítrica, vitaminas e minerais.
•
Projeto: 15.000/dia com 500 vacas lactantes para 2020
Sistema de Pecuรกria Leiteira
Loosing House
Pastejo Rotacionado Irrigado de tifton 85 em 25 ha
Produção Intensiva a Pasto e Confinado
Freestall de 2.700 m2 para 260 vacas leiteiras
PECUÁRIA INTENSIVA PASTEJO EM SISTEMA IRRIGADO
SISTEMA DE LOOSING HOUSE PASTEJO EM SISTEMA DE ILP
BERÇÁRIO
MATERNIDADE
BEZERREIRAS COLETIVAS
Sistema de Cria e Recria de Bezerras e Novilhas
Sala de Ordenha Informatizada (12 estaçþes)
PECUÁRIA INTENSIVA •
PECUÁRIA DE CORTE • CONFINAMENTO TOTAL • PASTEJO EM SISTEMA IRRIGADO • PASTEJO EM SISTEMA DE ILP
RAÇAS DE GADO DE CORTE: • P/ recria e engorda: Nelore a anelorados • P/ Melhoramento e mercado de elite: Senepol – Raça sintética adaptada Bos taurus para cruzamentos industriais
Colheita de Boi
UNIDADE PECUÁRIA GENÉTICA CORTE e LEITE
Touro girolando 3/4 Em coleta na abspecplan No 1 SUMĂ RIO EMBRAPA Lider em vendas de sĂŞmen No brasil por 4 anos. Consecutivos, com mais de 200 mil doses comercializadas.
Leilão BOA FÉ Ma Shou Tao e Amigos
Leilão BOA FÉ Ma Shou Tao e Amigos
2008
GESTÃO DA UNIDADE DE NEGÓCIO PECUÁRIA LEITEIRA
PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO
ARQUITETURA ORGANIZACIONAL do GRUPO Conselho de Administração: 7 membros Presidente do Conselho: Ma Tien Min (sucessão a Ma Shou Tao) Diretoria Diretor Executivo: Jônadan Ma Diretor Gestão Estratégica e Relações Institucionais: Ma Tien Min Gerências: •Administrativa •Logística e suprimentos •Financeira •Comunicação
•Agrícola •Pecuária •Industrial – Goodsoy •Comercial - Penergetic/Sementes de Soja
COLABORADORES UNIDADES DE NEGÓCIOS (74%) Agrícola (24)
Pecuária (22)
Indústria (20)
Comércio (4)
SUPORTE (26%) Administrativo (8)
Logística/ Suprimento/ Manutenção (13)
Financeiro (4)
TOTAL GERAL: 95 COLABORADORES
Ensinar Capacitar Treinar
Investir e Confiar nas Pessoas
Conselho Administração
Diretoria Executiva
Plataforma
Agrícola
Pecuária
Indústria
Coordenador Técnico
Coordenador Operacional
Comercial
Cria e Recria
Manejo
Inseminação e Casco
Comercial
Trato
Limpeza
CARACTERÍSTICAS DO GESTOR • • • • •
Líder de equipe Conhecimento Multidisciplinar Visão sistêmica da empresa Integrado Dentro e Fora da porteira Facilitador da comunicação
ARQUITETURA ORGANIZACIONAL Em transição permanente na empresa: De sistema mecanicista para orgânico Sistema mecanicista – centralizadora, altamente formal, departamentalização rígida, comunicação com fluxo restrito. Sistema orgânico – descentralizada (empowerment), menor nível de formalização, equipes inter-hierarquicas e inter-funcionais, comunicação com fluxo livre.
MÉTODOS DE GESTÃO • Participativa
• Integrada • Foco nos resultados
Valorizar a Pessoa , a FamĂlia, o Colaborador
RECURSOS HUMANOS PROFISSIONAIS Valorizados Capacitados Treinados continuamente Motivados Conhecedores da Miss達o-objetivos-metas
PALAVRAS-CHAVE
COMPETITIVIDADE ! RENTABILIDADE/ha
ETAPAS DO LEITE A gente tira um leite pro gasto (extrator) A gente tira um leitinho (retireiro) A gente tem umas vaquinhas e tira um leitinho (tirador ) A gente produz leite (produtor) A gente trabalha com pecuรกria leiteira (empresรกrio)
Agregar Valor por Unidade de Ă rea
RENTABILIDADE CULTURAS / HECTARE
POSIÇÃO 07 / 06 / 2013
CULTURA
SAFRA/ANO
PROD /ha
UNID
VALOR UNIT (R$)
R.L. R$/ h a
ÍNDICE
SOJA RR
2012/13
60
SC
60,00
3.600,00
1.902,59
1.697,41
100 %
MILHO
2012/13
180
SC
25,00
4.500,00
2.561,82
1.938,18
114 %
CANA (5,1 CORTES)
2012/13
81,9
Ton
59,00
4.832,10
3.926,42
905,68
53 %
LEITE
2012
30.392
litros
0,95
28.872,40
(*)
FAT BRUTO CUSTO OP. R$ /h a R$ / ha (*)
26.137,12 2.735,28 161 %
Sem arrendamento e Sem Remuneração capital
LUCRO OPERACIONAL
POR HECTARE
POR UNIDADE
Planejamento Estratégico - Objetivos e metas da diretoria - Definir metas alcançáveis com diretoria e equipe - Discutir como alcançar as metas com toda equipe - Definir data para alcançar o desafio
ÍNDICES ZOOTÉCNICOS DO REBANHO - Taxa de mortalidade bezerras de 0 a 2 meses - Taxa de mortalidade bezerras de 2 a 12 meses - Taxa de mortalidade bezerras de 12 a 24 meses - Taxa de mortalidade de animais adultos - Taxa geral de mortalidade - Taxa de sucesso nas inseminações de novilhas - Taxa de sucesso nas inseminações - Taxa de Concepção das vacas - Taxa de aborto
ÍNDICES ZOOTÉCNICOS DO REBANHO - Taxa de matrizes em produção - Taxa de vacas secas - Taxa de crescimento de rebanho - Doses por concepção de vacas - Doses por concepção de novilhas - Intervalo entre partos - Idade do primeiro parto - Idade média das matrizes em lactação - números de partos - idade media do rebanho
ÍNDICES ZOOTÉCNICOS DO REBANHO - Peso das novilhas no parto - Produção média das multíparas em lactação - Produção média das primíparas em lactação - Dias no leite (média do rebanho) - Dias em lactação na 1 I.A (média do rebanho) - Taxa de novilhas não servidas acima de 15 meses - Taxa de animais adultos prenhes no rebanho - Escore médio do rebanho
ÍNDICES ZOOTÉCNICOS DO REBANHO
- Taxa de animais tratados com mastite clínica
- Número de matrizes com mastites no ultimo mês - Índice de problema de casco - Taxa de descarte involuntário - Taxa de descarte voluntário
ÍNDICES GERENCIAIS E ECONÔMICOS
- Litros funcionário efetivo/ano - Litros funcionário efetivo/dia - Número de matrizes em lactação/funcionário efetivo - Margem de lucratividade operacional/ano - Percentual do custo de alimentação/custo total - Percentual do custo de mão de obra/custo total - Percentual do custo de medicamentos/custo total - Percentual do custo de energia elétrica/custo total - Percentual do custo manutenção geral/custo total
ÍNDICES GERENCIAIS E ECONÔMICOS - Percentual do custo de recria/custo total - Percentual do custo de terceiros/custo total - Percentual do custo adubação/BST/prog. preventivos e outros - Custo médio de produção do leite R$/litro - Custo diário de alimentação (TMR) matrizes em lactação R$/dia - Custo diário de alimentação (sal+pasto) novilhas/vacas secas R$/dia - Custo diário de alimentação (TMR) bezerras R$/dia
ESTRUTURA DA EQUIPE RECRIA 1 para Vacas Recém paridas e Bezerras até a desmama 1 para Bezerras Acima da desmama até o Pré Parto
ORDENHA
(3x dia) turnos de 7h20m não corridos, com intervalos de 2h de descanso
4 Ordenhadores 2 Assistentes de Ordenha 1 Folguista
ESTRUTURA DA EQUIPE TRATO 1 Tratadores (dois turnos) Fabrica de Ração (½ período)
LIMPEZA DO SISTEMA 1 Rapador de esterco e coleta e distribuição do Chorume
PASTO IRRIGADO 1 Manejo do Rebanho, lotação, irrigação e adubação do pasto e manutenção de cercas
ESTRUTURA DA EQUIPE 1- Gerente
1- Pós parto e Bezerra até desmama
1- Coordenador Operacional
1- Cria e recria até o pré parto
1- Veterinário
4- Ordenhadores (2/turno)
1- Escritório
1- Assistentes de ordenha
2- Genética
1- Tratador
2- Folguista
1- Limpeza Sistema Produção
1- Ferista
1- Manejo de Rebanho e Pasto
1- Inseminador / Casqueador
1- Comercial
Características dos colaboradores • Grau de escolaridade: 4ª a 8ª Serie • Tempo médio na empresa: 8 anos e 1 meses • índice mensal de ausências justificadas: 0,14% • índice de rotatividade nos últimos 5 anos: 18,76%
Programa de Bonificações • Benefícios: Seguro de vida | Plano de Saúde | Cesta Básica | Cesta Premium. • Bonificação (atingindo até 30% do salário base): • Por produção de leite e pela qualidade do leite efetivamente paga pela cooperativa (todos os envolvidos no sistema) • Por índice de mortalidade (recria de bezerras) • Eficácia no tratamento de mastites clinicas (ordenhadores) • Pelo índice de fertilidade (inseminadores)
MÉTODOS DE GESTÃO PARTICIPATIVA Todos participam da estruturação do plano de metas, aumentando o comprometimento de todos que fazem parte do sistema.
INTEGRADA Planejamento feito em conjunto com outros setores (agrícola, logística, financeiro, suprimentos e etc), para que todos estejam cientes e integrados com as metas e resultados
FOCO NO RESULTADO Todos buscando uma só direção.
FERRAMENTAS • •
• • •
Planejamento e avaliação diária das operações Reuniões Periódicas com todos os envolvidos nos processos Controle de apontamentos de produção Sistematização do controle de qualidade das operações e utilização dos insumos Controle de manutenção da frota de máquinas e implementos
GRUPO BOA FÉ • Unidades de Negócio (Agr, Pec, Ind, Com) • Centro de Custos GRUPO • Plano de Contas • DRE – Demonstrativo de Resultados do Exercício (mensal) • Balanço Gerencial e Contábil
FERRAMENTAS • Consultorias • Qualidade Total • Programa 5S (De OLHO na Qualidade) • Programa de Redução de Custos • Padronização dos processos
• Segurança do Trabalho • Treinamentos • Projetos de melhoria de ambiente de trabalho
• Controle dos Custos de Produção - Centro de Custos
FERRAMENTAS • Murais • Agenda macro
• Definições de metas
• Descrição da rotina de trabalho
• Delimitações de territórios físicos
• Avaliação de desempenho
• Formalização de comunicação
• Caixas de sugestões • Livro de ocorrências
• Descrição de cargos • Check list • Livro ata de reuniões
• Positivo Delta • Planejamento Estratégico • Descrição de Processos
PALAVRAS-CHAVE
COMPETITIVIDADE ! SUCESSO NA ATIVIDADE
Grupo Boa Fé- Ma Shou Tao 53 anos de fé em Deus
e trabalho no Brasil...
Obrigado!! J么nadan Ma Engenheiro Agr么nomo Diretor Executivo Grupo Boa F茅 - Ma Shou Tao (34) 3318-1500 jonadan@mashoutao.com.br facebook.com/GeneticaBoaFe