Bareilly para madinah (islamic book in portuguese)

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提侣Ĩ⺪Ĩ挟࢖ Bareilly say Madīnaĥ

Este livro foi escrito, em Urdu, pelo Sheikh-e-Tariqat Amir-eAhl-e-Sunnat, o fundador do Dawat-e-Islami, Hadrat ‘Allamah Maulana Muhammad Ilyas ‘Attar Qadiri Razawi ȜøÄȦøÆȑǀøÄǾøÈ ȑ Ȼ ȔøÅ ȞøÅ ljÅ ǀøȍÄ ǠÄ øÄǃȻ Ljø È ȕ Ä Ä¥. O Majlis de tradução fez a tradução deste livro em Português, caso encontres algum erro na tradução ou composição frásica, por favor informe ao Majlis através do seguinte postal ou email, e ganhe recompensa. [Šawāb].

Majlis-e-Tarajim (Dawat-e-Islami) Aalami Madani Markaz, Faizan-e-Madinah, Mahallah Saudagran, Purani Sabzi Mandi, Bab-ul-Madinah, Karachi, Pakistan Phone: +92-21-111-25-26-92 – Ext. 1262 Email: translation@dawateislami.net www.dawateislami.net


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Duâ€™Ä para ler o livro Leia o seguinte Duâ€™Ä (sĂşplica) antes de estudar um livro religioso ou aula Islâmica, Č?ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ ČťČœøȚČ’øČ‘Â?Ă„Â—Ć´Ë ÇŠĂ„ Čť ÂźĂˆ ÆÂ?, lembrarĂĄs de qualquer coisa que estudares:

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7UDGXomR ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ ! Abra as portas de conhecimento e sabedoria Ya Allah Č? para nĂłs, e tenha misericĂłrdia de nĂłs! És o Ăşnico mais honrado e magnificente.

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Note: Recite Durud Sharif uma vez antes e uma vez depois do Duâ€™Ä . LL www.dawateislami.net


Índice

Bareilly para Madinah Du’ā para ler o livro ............................................................................. ii Virtude de Durud Sharif (ৡalāt ‘Alan Nabī) ..................................... 1 Æ ȻdžÅ ƅ Evidência por Qu৬b-e-Madīnaĥ ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä ..................................... 3

Muftī-e-A’਌am de Hind de Bareilly para Madīnaĥ .......................... 5 Faleceu no templo do Exaltado Profeta ............................................. 6 De volta a casa vindo do Enforcamento ............................................ 7 Contemplando Sayyidunā ‘Alī ȔɌȥǠÆ øŏÄ Ɍøȑ ȻȜøÅ ÄȞøǑɌ ¾ȻÄ Ţǀø ü ÄǾøÄljȻȜø Å ȹ Ȓøȑ Ȼ»Ä ǠÄÇ øÄŎ .......................... 8 A moeda abençoada............................................................................10 Liberado da Prisão ..............................................................................11 Um doente afortunado .......................................................................13 Revelado o que estava no coração.....................................................13 Começou a Chover .............................................................................15 O trabalhador que era na verdade um Príncipe..............................16 Uma Parábola mostrando o seu surpreendente conhecimento mundano ..............................................................................................18 LLL www.dawateislami.net


Esquema de Transliteração Þ

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Bareilly para Madinah Teu Nafs (parte-inferior) e SatanĂĄs, podem tornar-se impecĂ­lios ao ler este livro, contudo para o aprimoramento da sua vida futura, leia-o completamente.

Virtude de Durud Sharif (৥alÄ t ‘Alan NabÄŤ) Æ SayyidunÄ Ubay Bin Ka’b Čœ Ă… Ăˆ ČšøǽȝĂ„ Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁÂ?Čť Ă„ §Ă„ disse: ‘Eu dedicarei todo Ă… Ę? meu tempo na recitação de Durud Sharif (deixando outras invocaçþes, litanias, sĂşplicas).’ Ao ouvir isto, o Sagrado Profeta respondeu: ‘SerĂĄ suficiente para acabar com todas tuas preocupaçþes e teus pecados serĂŁo perdoados.’

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hh ĂťÄ h hi Šh Š h iÄĄ Ä&#x; h h Ăť ȇ A źŰĹ” ʼnųÄ&#x; Ƥ ȇ Ç“ľťh ČŠ ÄŹA ǔŔ ĜŞÝ j ĸƥA Lembra-me daqueles tempos, quando eu (o autor, i.e. AmÄŤr-eAÄĽl-e-Sunnat) liderava ৥alÄ t-ul-Fajr, usando o sagrado ‘ImÄ maÄĽ SharÄŤf (turbante) do MuftÄŤ-e-Aâ€™ŕ¨Œam Hind, ণaŕŚŒrat MaulÄ nÄ 1 www.dawateislami.net


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Muৢ৏afÄ RazÄ KhÄ n Č˜ĂźĆ…Ăˆ Ç Ă„Ă‡ øČ‘ Â?Čť džÅ Ć… Ă„ Ăˆ §ȝĂ„ ČœĂ† Ăˆ ČŚĂ„Č’øǽĂ„ no ণaydarÄŤ Masjid, adjacente ao sagrado templo de ণaŕŚŒrat SayyidunÄ Muhammad ShÄ ÄĽ DĹŤlÄĽÄ BukhÄ rÄŤ SabzwÄ rÄŤ Ä€§Ç€Ă† Ă„ Ç„ÉŒČ‘Â?Čť ČœĂ† øȚČ’øČ‘Â?Čť džÅ Ć… Ă„ Ăˆ §ȝĂ„ ČœĂ† ÉŒČŚĂ„Č’Ă„Ę‹, situado em Kharadar, uma localidade de BÄ b-ul-MadÄŤnaÄĽ, Karachi. Č? ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ ČœøȚČ’øȑȝÆ ÇœøĂ… Č–Ăˆ Ç–øĂ„ Ăˆ Č‘Ă„Â? O ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ sagrado ‘ImÄ maÄĽ SharÄŤf de um WalÄŤ (amigo de Allah Č? perfeito, tocou minhas mĂŁos e minha cabeça. Obviamente, se nĂŁo tivesse tocado (apenas) mĂŁos e cabeça, todo corpo, tambĂŠm, permaneceria seguro Č? ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ Ă„Ç˝ ČœøȚČ’øČ‘Â?Ă„Â—Ć´Ë ÇŠĂ„ Čť ÂźĂˆ ÆÂ? Ë´Na verdade, o KhalÄŤfaÄĽ (califa espiritual) de A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ImÄ m-e-AÄĽl-e-Sunnat MaulÄ nÄ ShÄ ÄĽ ImÄ m Aতmad RazÄ KhÄ n Č˜ĂźĆ…Ăˆ Ç Ă„Ă‡ øČ‘Â?Čť džÅ Ă„Ć…Ăˆ §ȝĂ„ ČœĂ† Ăˆ ČŚĂ„Č’øǽĂ„ filho de MaulÄ nÄ JamÄŤl-ur-RaতmÄ n QÄ dirÄŤ RazavÄŤ i.e. ‘AllÄ maÄĽ MaulÄ nÄ ŕŚŁamÄŤdÆ Â?Čť džÅ Ă„Ć…Ăˆ § liderava ৥alÄ ÄĽ naquele ur-RaতmÄ n QÄ dirÄŤ RazavÄŤ ČœĂˆČŚĂ„ Č’ Ă„ Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Masjid. Como a sua residĂŞncia era cerca de 6 a 7 Km distante do Masjid, eu fui privilegiado (com a responsabilidade) de liderar o JamÄ â€™at do ৥alÄ ÄĽ Fajr, enquanto usava o sagrado ‘ImÄ maÄĽ Æ Â?Čť džÅ Ć… SharÄŤf do MuftÄŤ-e-Aâ€™ŕ¨Œam Hind ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß Ă„ ǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ ganhando portanto, bĂŞnçãos a partir do mesmo. Certa vez, enquanto mencionava Æ Â?Čť džÅ Ć… as virtudes de A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ MaulÄ nÄ ŕŚŁamÄŤd-urÆ RaতmÄ n ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß Ă„ ǞÄljȝƣÂ?ȝdžÅ Ć… Ă„ Ăˆ §Ă„ contou-me a seguinte parĂĄbola: ‘Naqueles dias, eu era criança, eu lembro que A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat Æ Â?Čť džÅ Ă„Ć…Ăˆ § sempre falava comigo e com outras crianças de boa ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť ŢÇ€ Ăź Ă„ ǞÄljȝ ĆŁ Ă„ forma, ele nĂŁo tinha o hĂĄbito de bater, gritar, abusar ou tratar alguĂŠm de forma desrespeitosa. Numa Quinta-Feira, eu estava Æ Â?ȝdžÅ Ă„Ć…Ăˆ §, naquele presente na abençoada casa do A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß Ă„ ǞÄljȝƣ Ă„ momento alguĂŠm veio encontrĂĄ-lo acima das horas de visitas. Como a pessoa insistiu muito em poder encontrĂĄ-lo, eu fui 2 www.dawateislami.net


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Æ Ȼ džÅ ƅ ü ÄǾÄljȻ ƣ para o quarto de A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀ Ä È §Ä , para informar-lhe sobre o visitante, mas não consegui encontrá-lo em nenhum lugar da casa, nós estavamos num estado de agitação e, de Æ ȻdžÅ ƅ repente, A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü Ä ǾÄljȻƣ Ä È §Ä , saiu do seu quarto! Surpresos, nós perguntamos o segredo do seu aparecimento repentino no quarto, uma vez que nós verificamos detalhadamente a casa, incluindo aquele quarto. Quando nós insistimos, A’lā ণaঌrat Æ Ȼ džÅ ƅ ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀ ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ ȜøȹȒøȑÆ Ȼ ǜø ü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä , explicou: ‘Ȑ Å ȖÈ ǖø Ä È ȑÄ , eu faço visitas à Madīna-eÆ Munawwaraĥ ǀȖø ÄÇ Á ȅǠÄ øǩÄ Ȼ Ȝø Å ȹ Ȓøȑ ȻǀøȝÄ Ä¥ Ĩ do meu quarto (i.e. Bareilly) em Á Ɍ ȦǺøǾøɌ ÄljȻ ¾Ȼǀø ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ tenha todas Quintas-Feiras a mesma hora.’ Que Allah Ȑ misericórdia dele e que Ele nos perdoe em nome dele! h h h iġ ğ h ğ û hû k ğ h û Ŕ ǻj ǔ űŰŎh bh jȔȳ Ab jh ŷžû ŰŠ Ǔĵšh ȩ ĬA ŲƅA Ʊ j ǻjŲA j j ȍA j aĵƎ

Æ ȻdžÅ ƅ Evidência por Qu৬b-e-Madīnaĥ ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä

Æ Ȼ džÅ ƅ Imām-e-Aĥl-e-Sunnat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä era um devoto Äǭ dedicado do Sagrado Profeta ȔÄÇȒǥÄ ¾ȻÄ Ȝȳ Æ ȑü ¾ȻÄ ȜÆ È ȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾ ÄljȻƣ Ȼ Å ʄÇ Ä . O exaltado Profeta Äǭ ȔÄÇȒǥÄ ¾ȻÄ Ȝȳ Æ ȑü ¾ȻÄ ȜÆ È ȦÄȒÄʋȻ Ţǀ ü ÄǾÄljȻ ƣ Ȼ Å ʄÇ Ä era extremamente benevolente para ele. Agora leia um outro evento, renovador de fé, sobre visita de Madīnaĥ a partir de Bareilly. Al-ণāj Muhammad ‘Ārif Ziyāeī, que era um residente de Madīna-e-Munawwaraĥ ǀȖøÁ Ɍ ȦǺøÆ ǾøɌ ÄljȻ¾ȻÄÇ ǀøÁȅǠÄ øǩÄ ȻȜøÅ ȹ Ȓøȑ ȻǀøȝÄ Ä¥ Ĩ, contou-me essa parábola em Madīna-e-Munawwaraĥ ǀȖøÁ ɌȦǺøÆ ǾøɌ ÄljȻ ¾ȻÄÇ ǀøÁȅǠÄ øǩÄ Ȼ ȜøÅ ȹ Ȓøȑ Ȼ ǀøȝÄ Ä¥ Ĩ. Ele narrou: Certa vez, meu Murshid ণaঌrat Qu৬b-e-Madīnaĥ, Æ Ȼ džÅ ƅ Ziyāuddīn Aতmad Qādirī Razavī ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä contou-me: ‘Esse Æ ȻdžÅ ƅ incidente ocorreu quando A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä , estava vivo. ȐÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ Ȼ ȜøȹȒøȑȻÆ ǜø Å Ȗ Ä È ȑÄ , È ǖø

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Certo dia, fui visitar o Sagrado Mausoléu do amado e Äǭ abençoado Profeta ȔÄÇȒǥÄ ¾ȻÄ Ȝȳ Æ ȑü ¾ȻÄ ȜÆ È ȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻƣ Ȼ Å ʄÇ Ä , após apresentar o tributo do Salām, eu aproximei-me do ‘Bāb-us-Salām’, o sagrado portão do Masjid-e-Nabawī, donde eu instantaneamente pude ver, a partir das grades douradas, para minha surpresa, A’lā ণaঌrat Æ Ȼ džÅ ƅ ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀ ü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä , estava parado numa postura reverencial em frente do Muwājaĥaĥ Sharīf (o lado do Qiblaĥ da abençoada sepultura Äǭ do Sagrado Profeta ȔÄÇȒǥÄ ¾ȻÄ Ȝȳ Æ ȑü ¾ȻÄ ȜÆ È ȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ȼ Å ʄÇ Ä ). Eu estava admirado por Æ ü ÄǾÄljȻ ƣ Ȼ džÅ ƅ ver que A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀ Ä È §Ä tinha vindo para Madīna-eÆ ø ǩ ǀ Ȗø Ȧ Ǻø Ǿø lj Ȼ ¾Ȼ ǀ ø ȅ Ǡ Ȼ Ȝø Ȓ øȑ Ȼ ǀ ø ȝ ¥ ¨ Munawwaraĥ Á Ɍ Ɍ Ä ÄÇ Á Ä Ä Å ȹ Ä Ä Ä e eu não estava ciente (informado) da sua visita. De seguida, eu fui em direcção ao Muwājaĥaĥ Sharīf, mas A’lā Æ ȻdžÅ ÄƅÈ § já não se encontrava lá! Eu voltei em direcção ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä a Bāb-us-Salām, espreitei a partir das grades douradas, eu vt ele Æ Ȼ džÅ ƅ ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀ ü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È § Ä novamente em frente do Muwājaĥaĥ-e-Sharīf. Eu Æ ȻdžÅ ƅ fui pela segunda vez, para o Muwājaĥaĥ-e-Sharīf, mas ele Ȼƣ Ä È §Ä ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀ ü ÄǾ Älj, mais uma vez, já não estava lá! O mesmo aconteceu uma terceira vez, eu percebi que se tratava de um assunto de adoração, que eu não devia interferir.’ ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ tenha misericórdia dele e que ele nos perdoe Que Allah Ȑ em nome dele!

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Caros irmĂŁos Muçulmanos! Č? ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ Ă„Ç˝ ČœøȚČ’øȑȝÆ ÇœøĂ… Č–Ăˆ Ç–øĂ„ Ăˆ Č‘Ă„Â? Deste modo, a evidĂŞncia Æ Â?Čť džÅ Ă„Ć…Ăˆ § tambĂŠm foi do meu Murshid Qu৏b-e-MadÄŤnaÄĽ ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß Ă„ ǞÄljȝ ĆŁ Ă„ estabelecida, no que diz respeito a visita espiritual de A’lÄ Ă† Â?ȝdžÅ Ć… ণaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß ÄǞÄljȝƣ Ă„ Ăˆ §Ă„ a partir de Bareilly para MadÄŤna-e-MunawwaraÄĽ.

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i ǔŔ ĜŞÝ ĸƥA Ăť h ʼnųÄ&#x; Ƥ ȇ Ç“ľťȊ ÄŹA j ȇ AźŰĹ” MuftÄŤ-e-Aâ€™ŕ¨Œam de Hind de Bareilly para MadÄŤnaÄĽ Caros irmĂŁos Muçulmanos! VocĂŞs notaram quĂŁo benevolente Ă„Ç­ o nosso abençoado Profeta ȔÄÇȒǼÄ žȝĂ„ ČœČł Æ Č‘ĂźÂ?žȝĂ„ ČœĂ† Ăˆ ČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁÂ?Čť Ă… ʄÇ Ă„ foi para o ImÄ m Æ Â?ȝdžÅ Ć… Ă„Ç­ dos AÄĽl-e-SunnaÄĽ, A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß Ă„ ǞÄljȝƣ Ăź ÄǞÄljȝƣÂ?Čť Ă„ Ăˆ §Ă„ . Ele ȔÄÇȒǼ Ă„ žȝĂ„ ČœČł Æ Č‘ĂźÂ?žȝĂ„ ČœĂ† Ăˆ ČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢÇ€ Ă… ʄÇ Ă„ Æ atĂŠ chamava o nosso A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁÂ?Čť džÅ Ć… Ă„ Ăˆ §Ă„ de Bareilly para MadÄŤnaÄĽ, sem nenhum meio de transporte aparente. NĂŁo Æ Â?Čť džÅ Ć… apenas A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ , seu filho MuftÄŤ-e-Aâ€™ŕ¨Œam Hind Æ Â?ȝdžÅ Ć… MaulÄ nÄ Muৢ৏afÄ RazÄ KhÄ n ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß ÄǞÄljȝƣ Ă„ Ăˆ §Ă„ tambĂŠm foi abençoado com o mesmo privilĂŠgio. Por isso, um dos MurÄŤd (discĂ­pulo espiritual) do MuftÄŤ-e-Aâ€™ŕ¨Œam Hind, que ĂŠ um irmĂŁo Muçulmano destacĂĄvel do Dawat-e-Islami, enviou-me por correio electrĂłnico uma cĂłpia de uma epĂ­stola de Nagpur SharÄŤf - India, que continha a seguinte passagem, narrada por um Muballigh (pregador) do Dawat-e-Islami: Em 1409 A.H., meus pais e meu irmĂŁo mais velho com sua mulher tiveram o privilĂŠgio de fazer Hajj, eles observaram duas cenas motivadoras de fe em MadÄŤna-e-MunawwaraÄĽ ǀȖøà ÉŒ ȌǺøÆ ǞøÉŒ ÄljȝžȝÄÇ Ç€øà Č…Ç Ă„ øNJĂ„ ČťČœøĂ… Čš Č’øČ‘Â?ȝǀøČ?Ă„ Ă„ÂĽÂ?Ă„¨: 5 www.dawateislami.net


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Meu respeitoso pai, viu que o Muftī-e-A’਌am Hind, com a sua face brilhante como a lua e um turbante na sua cabeça, estava presente junto da sua caravana Madani, próximo do Äǭ abençoado templo do Sagrado Profeta ȔÄÇȒǥÄ ¾ȻÄ Ȝȳ Æ ȑü ¾ȻÄ ȜÆ È ȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ȼ Å ʄÇ Ä . Foi muito incrível ver Muftī-e-A’਌am Hind, oito anos após a sua morte. (Meu pai diz ainda que) Em estado de admiração e alegria, ele foi procurar seu filho mais velho para informar-lhe sobre o sucedido, quando ele encontrou o seu filho, ele descobriu que o filho também estava procurando pelo pai, pois ele viu a mesma cena abençoada. Quando ambos, pai e filho, voltaram para o mesmo lugar, Muftī-e-A’਌am Hind já havia partido junto da sua caravana Madani. ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ tenha misericórdia dele e que Ele nos perdoe, Que Allah Ȑ sem ajuste de contas, em nome dele!

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Relatando o segundo evento, meu pai disse: Eu vi um homem jovem, alto e forte, no templo do Sagrado Profeta Äǭ ȔÄÇȒǥÄ ¾ȻÄ Ȝȳ Æ ȑü ¾ȻÄ ȜÆ È ȦÄȒÄʋȻŢǀ ü ÄǾÄljȻƣ Ȼ Å ʄÇ Ä . Ele fazia súplicas, estando em pé em direcção ÄÇ ǭ aos abençoados pés do exaltado Profeta ȔÄÇȒǥÄ ¾ȻÄ Ȝȳ Æ ȑü ¾ȻÄ ȜÆ È ȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ȼ Ä , de Å ʄ repente ele caiu e morreu. Muitas pessoas reuniram-se em 6 www.dawateislami.net


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volta do jovem afortunado, os Muçulmanos lá presentes, começaram a invejar aquela morte, motivadora de fé, que aquele jovem homem teve, falando em seus diversos idiomas.

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De volta a casa vindo do Enforcamento Certa vez, Amjad ‘Alī, que era um discípulo dedicado de A’lā Æ Ȼ džÅ ƅ ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä foi caçar. Ele disparou uma bala, mas a bala falhou o alvo e perfurou um viajante, causando a sua morte – a polícia prendeu Amjad ‘Alī. A queixa de assassinato foi provada em tribunal e uma sentença de morte (por enforcamento) foi passada. Alguns dias antes da sua execução, os familiares dele foram para prisão, chorando, para visitá-lo, Amjad ‘Alī disse: “Não se preocupem, eu não posso ser enforcado porque o meu Murshid, A’lā ণaঌrat, deu-me boas novas: ‘Nós te livramos’. Os familiares em luto foram-se embora. Na noite da sua execução, sua mãe foi a prisão para poder ver o seu filho amado uma última vez, Ȝˠȹ Ȓøȑ ȻȘÄ øǖü È DŽøǥÅ Ȝˠȹ Ȓøȑ ȻȘÄ øǖü È DŽøǥÅ ! Quão forte era a confiança que Amjad ‘Alī tinha no seu Murshid! Ele disse para a sua mãe: ‘Querida mãe, não fique triste, vá para casa, ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ ȜøȹȒøȑ Ä ƴˠǩ Ȑ Ä Ȼ ¼È Æ , eu tomarei o pequeno-almoço de hoje contigo em casa.” Depois de ela ter retornado, Amjad ‘Alī foi levado para o local de enforcamento para que fosse enforcado, antes de colocarem o laço em volta do pescoço, perguntaram-lhe qual era 7 www.dawateislami.net


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o seu Ăşltimo desejo, ele respondeu: ‘NĂŁo hĂĄ necessidade para perguntar-me isso, pois a hora da minha morte ainda nĂŁo estĂĄ prĂłxima.’ As pessoas pensaram que ele teria ficado insano por causa do horror da morte; o executador procedeu para colocar o laço em volta do seu pescoço, mas naquele mesmo instante, uma ordem oficial foi recebida declarando que, um certo nĂşmero de prisioneiros e assassinos seriam libertados, em sinal de comemoração da cerimĂłnia de coroação da rainha Victoria. O laço foi removido do pescoço de Amjad ‘AlÄŤ e ele foi libertado. Por outro lado, preparativos estavam em andamento, na sua casa, para receber o seu corpo, Amjad ‘AlÄŤ QÄ dirÄŤ RazavÄŤ chegou em casa vivo e disse: ‘Tragam o pequeno-almoço! Eu disse-vos que tomaria o pequeno-almoço em casa.’ 7DMDOOL\Ă W ,PĂ P $ÎĽPDG 5D]Ă SS ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ tenha misericĂłrdia dele, e que ele nos perdoe, Que Allah Č? sem ajuste de contas, em nome dele! Ä&#x; h

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i ǔŔ ĜŞÝ ĸƥA Ăť h ʼnųÄ&#x; Ƥ ȇ Ç“ľťȊ ÄŹA j ȇ AźŰ Ĺ” Contemplando SayyidunÄ â€˜AlÄŤ Č”ÉŒČĽÇ Ă† øĹ?Ă„ ÉŒøČ‘Â?ČťČœøĂ… Ă„ČžøÇ‘ÉŒ žȝĂ„ ŢÇ€ø Ăź Ă„ǞøĂ„Ç‰ČťČœø Ă… Čš Č’øČ‘Â?ȝĂ„ Ç Ă„Ă‡ øĂ„ĹŽ ‘Abdul MÄ jid Bin ‘Abdul Malik, um escriba idoso de Karachi, contou uma parĂĄbola, motivadora de fĂŠ. Ele disse: ‘Eu tinha 8 www.dawateislami.net


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apenas 13 anos naquela altura, minha madrasta havia ficado demente, ela tinha que ser mantida com correntes no piso superior da casa. Um extensivo tratamento médico foi feito, mas sem sucesso, seguindo o conselho de alguém, eu e meu pai levamos ela para Bareilly Sharif, enquanto ainda amarrada, minha mãe continuava a abusar durante todo caminho. Æ ȻdžÅ ÄƅÈ § ela disse: ‘Quem ês tu! E Quando ela viu A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ § respondeu-lhe, porque é que vieste!’ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü Ä ǾÄljȻ ƣ Ä gentilmente, dizendo: ‘Eu vim para que tu melhores.’ Minha mãe, com palavras duras, disse: ‘Tu vais realizar o que eu desejo?’ Æ ȻdžÅ ƅ ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ ȜøȹȒøȑ Ä ƴˠǩ Ele ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä Ȼ ¼È Æ , minha mãe disse: “Faça Ä È §Ä respondeu, Ȑ com que eu veja Sayyidunā ‘Alī.’ Ouvindo isso, Sua Excelência, Æ Ȼ džÅ ƅ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä , removeu o seu xaile abençoado dos seus ombros, cobriu a sua face abençoada com ele e descobriu Æ ȻdžÅ ÄƅÈ §, a face, agora, invés de A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü Ä ǾÄljȻƣ Ä

Sayyidunā ‘Alī ȔɌȥǠÆ øŏÄ Ɍøȑ ȻȜøÅ ÄȞøǑɌ ¾ȻÄ Ţǀø ü ÄǾøÄljȻȜø Å ȹ Ȓøȑ »Ä ǠÄÇ øÄŎ estava a nossa frente com a sua aparência resplandencente. Minha mãe estava perdida, contemplando Sayyidunā ‘Alī ȔɌȥǠÆ øŏÄ Ɍ øȑ Ȼ ȜøÅ ÄȞøǑɌ ¾ȻÄ Ţǀø ü ÄǾøÄljȻ Ȝø Å ȹ Ȓøȑ »Ä ǠÄÇ øÄŎ, eu e meu pai Ä ǠÄÇ øÄŎ, estando também vimos Sayyidunā ‘Alī ȔɌȥǠÆ øŏÄ Ɍ øȑ Ȼ ȜøÅ ÄȞøǑɌ ¾ȻÄ Ţǀø ü ÄǾøÄljȻ Ȝø Å ȹ Ȓøȑ » completamente acordados. Sayyidunā ‘Alī ȔɌȥǠÆ øŏÄ Ɍøȑ Ȼ ȜøÅ ÄȞøǑɌ ¾ȻÄ Ţǀø ü ÄǾøÄljȻ Ȝø Å ȹ Ȓøȑ »Ä ǠÄÇ øÄŎ, depois cobriu sua face com o xaile e descobriu, agora A’lā ণaঌrat Æ ȻdžÅ ƅ ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀ ü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä estava em frente de nós com um sorriso na face. Depois daquilo, tendo dado uma garrafa com um medicamento, Æ ȻdžÅ ƅ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä disse: “Essas são duas doses, dê uma dose a paciente, mas não dê a segunda se não for necessário.’ Ȑ ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ Äǽ ȜøȹȒøȑÆ Ȼ ǜøÅ ȖÈ ǖøÄ È ȑÄ 9 www.dawateislami.net


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Minha mãe recuperou-se da demência com apenas uma dose do medicamento e, desde então, ela não sofreu de nenhuma doença mental por todo resto da sua vida. ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ tenha misericórdia dele e que ele nos perdoe, Que Allah Ȑ sem ajuste de contas, em nome dele! ğ h

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i ǔŔ Ķžû ĸơA û h ʼnųğ Ƥ ȇ Ǔĵšȩ ĬA j ȇ AźŰŔ A moeda abençoada

Æ Ȼ džÅ ƅ Certa vez, A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä tinha que ir ao porto, para receber os ণujjāj (peregrinos de Hajj), o transporte contratado chegou tarde. Um dos devotos, Ghulām Nabī, foi buscar uma carroça de cavalo, sem avisar a ninguém, quando ele voltou, ele viu que o transporte que havia sido contratado também chegou, então ele deu uma moeda (um quarto de uma rúpia) para o dono da carroça de cavalo e deixou que ele fosse embora, ninguém mais sabia daquele incidente. Após quatro dias, Ghulām Nabī Æ Ȼ džÅ ƅ foi para a abençoada casa de A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü Ä ǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä , que deulhe uma moeda, ele perguntou: ‘Para quê é esta moeda?’. Æ Ȼ džÅ ƅ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä respondeu: ‘Na quele dia, tu deste uma moeda para o homem da carroça.’ Ghulām Nabī ficou estupefacto, pois ele não contou sobre isso para ninguém e mesmo assim Æ ȻdžÅ ƅ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä ficou a saber do sucedido. Vendo que ele

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se encontrava perdido em pensamentos, as pessoas disseram: ‘Porque tu estĂĄs a perder essa moeda, tome ela como uma rĂŠlica sagrada.’ EntĂŁo ele ficou com a moeda e, durante o tempo em que ele ficou com aquela moeda, ele nĂŁo enfrentou nenhuma dificuldade financeira. ΤD\Ă W H $Ő?OĂ +DÎ?UDW 9RO SS Que ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ tenha misericĂłrdia dele e que Ele nos perdoe, em Allah Č? nome dele!

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Ă… ÉŒ ČŚ Ă†ĹŽČ Č‘Â? aconselhou-lhe a recitar abundantemente Č? Ă„ ȔÄ ÇžĂ†Ăˆ Č™ž Ă„ É&#x;Ă… ßÇ Č’Č‘Â? ǀȚÄ Ę?Ă… ÇŚĂˆ Ç•Ă„ , ela Æ Â?Čť džÅ Ć… foi-se embora; ela voltou a visitĂĄ-lo mais vezes e ele ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ aconselhava-lhe a mesma coisa. Finalmente, chegou a data da 11 www.dawateislami.net


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decisĂŁo do tribunal, ela foi e insistiu, ‘Hoje a decisĂŁo serĂĄ feita.’ Æ Â?Čť džÅ Ć… Ele ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ respondeu: ‘Continue a recitar a mesma invocação.’ Ouvindo a mesma resposta, ela ficou um pouco irritada e foi-se embora murmurando: ‘Quando meu PÄŤr nĂŁo ajuda, porqur uma outra pessoa ajudaria!’ Quando A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat Æ Â?Čť džÅ Ć… ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť ŢÇ€ Ăź Ă„ ǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ § Ă„ viu aquela situação, ele chamou-a de volta e disse: ‘Leve o PÄ n (bĂŠtele).’ Ela respondeu: ‘Eu jĂĄ estou a mastigar um PÄ n.’ Æ Â?Čť džÅ Ć… A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ insistiu, mas ela estava um pouco insatisfeita, depois disso, oferecendo o PÄ n com as suas mĂŁos Æ Â?Čť džÅ Ă„Ć…Ăˆ § disse: ‘Ele foi liberado, agora coma abençoadas, ele ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ esse PÄ n.’ Ouvindo isso, ela levou o PÄ n, feliz, e foi para casa. Quando ela chegou prĂłximo de casa, seus filhos vieram ao seu encontro, com muita pressa, dizendo: ‘Onde tu estavas, uma pessoa com um telegrama estĂĄ esperando por ti.’ Recebendo o telegrama, ela feliz foi para casa onde o leu, sabendo portanto que o seu marido foi liberado. ΤD\Ă W H $Ő?OĂ +DÎ?UDW YRO SS ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ tenha misericĂłrdia dele e que ele nos perdoe, Que Allah Č? em nome dele!

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Um doente afortunado Sayyid Qanā’at ‘Alī Shāĥ era uma pessoa de coração fraco. Certa vez, ao ouvir sobre uma cirurgia crítica (perigosa) de um paciente, ele desmaiou. Muitas tentativas de reanimâ-lo foram feitas, mas em vão, um pedido foi feito para A’lā ণaঌrat Æ Ȼ džÅ ƅ ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀ Ä È §Ä , ele veio e colocou a cabeça do Sayyid ৡāতib sobre ü ÄǾÄljȻ ƣ seu colo, com muita afeição, depois colocou o seu lenço de mão abençoado sobre a face do Sayyid. Repentinamente, o Sayyid ৡāতib recobrou a consciência e abriu os olhos, vendo sua cabeça no colo de um Walī (amigo de Allah) da era, Sayyid ৡāতib ficou muito feliz e tentou se levantar para honrá-lo, mas não ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ conseguiu devido a fraqueza (que o afligia). Que Allah Ȑ tenha misericórdia dele e que ele nos perdoe, em nome dele! ğ h

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Revelado o que estava no coração Em Bareilly Sharif, existia uma pessoa que não prestava o devido respeito aos santos do Islam, e acreditava que o sistema de Pīrī-Murīdī não tem bases. Algumas pessoas da sua família Æ Ȼ džÅ ƅ eram discípulos de A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä , eles convenceramÆ Ȼ džÅ ƅ no a encontrar-se com A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄlj Ȼ ƣ Ä È §Ä . No meio do caminho, eles passaram por uma pastelaria onde estava sendo 13 www.dawateislami.net


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preparado ImartiyÄ n (um tipo de doce), vendo doces deliciosos, ele ficou com ĂĄgua na boca e disse: ‘Eu sĂł vou (ter Æ Â?Čť džÅ Ć… com ele ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ ) se vocĂŞs comprarem-me esse doce.’ Eles disseram-lhe que os doces lhe seriam servidos apenas no regresso da visita. Finalmente, eles chegaram em casa (na Æ Â?Čť džÅ Ć… presença) de A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ , ao mesmo tempo um homem entrou com um cesto cheio de ImartiyÄ n, depois do FÄ tiতaÄĽ, os doces foram servidos para todos. Era uma tradição Æ Â?Čť džÅ Ć… na casa de A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ , que os descendentes de estimada famĂ­lia do Sagrado Profeta e aqueles que enfeitavam suas faces com o SunnaÄĽ, recebessem dois doces. Como aquela pessoa nĂŁo tinha barba, ela foi dada apenas um doce, A’lÄ Ă† Â?ȝdžÅ Ć… ণaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß Ă„ ǞÄljȝƣ Ă„ Ăˆ §Ă„ ordenou que lhe oferecessem dois doces. Ele Æ Â?Čť džÅ Ć… disse: ‘Sua graça! Ele nĂŁo tem barba.’ A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ sorriu e disse: ‘Ele tem um grande apetite para esses doces, drlhe mais um.’ Vendo essa virtude, aquela pessoa tornou-se um Æ Â?Čť džÅ Ć… MurÄŤd de A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ Ăˆ §Ă„ e começou a respeitar os santos do Islam. 7DMDOOL\Ă W ,PĂ P $ÎĽPDG 5D]Ă SS

ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ tenha misericĂłrdia dele e que Ele nos perdoe, Que Allah Č? em nome dele!

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Começou a Chover Æ ȻdžÅ ÄƅÈ §. Ele Certa vez, um astrólogo foi ter com A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä Æ Ȼ džÅ ƅ ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀ ü Ä ǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä perguntou ao astrólogo: ‘Diga-me, de acordo com os seus cálculos, quando é que vai chover?’ Tendo feito seus cálculos, o astrólogo disse: ‘Não há água neste mês, choverá no Æ ȻdžÅ ƅ próximo mês.’ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü Ä ǾÄljȻƣ Ä È §Ä disse: ‘Allah é Omnipotente, se Ele quiser, pode chover até mesmo hoje. Tu estás a olhar para as estrelas, enquanto eu olho para a Omnipotência do Criador das estrelas.’ Æ Ȼ džÅ ƅ Existia lá um relógio de parede, A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä perguntou: ‘Que horas são?’ O astrólogo respondeu: ‘Onze Æ Ȼ džÅ ƅ horas e quinze minutos.’ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä perguntou mais ainda: ‘Quantos minutos faltam para as 12 Horas?’ Ele Æ ȻdžÅ ƅ respondeu: ‘Quarenta e cinco minutos.’ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä perguntou novamente: ‘Podem ser 12 horas sem passarem os 45 minutos?’ Ele respondeu negativamente. A’lā ণaঌrat Æ Ȼ džÅ ƅ ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀ ü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä levantou-se e moveu os ponteiros do relógio, agora Æ Ȼ džÅ ƅ o relógio marcava 12 horas em ponto. A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä disse: ‘Tu disseste que não pode dar 12 horas sem que se passassem 45 minutos, então como é que agora são 12 horas?’

O astrólogo respondeu: ‘Tu alteraste a posição dos ponteiros do relógio, de outra forma, teriam passados 45 minutos antes Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ § disse: ‘Allah Ȑ ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ é de dar 12 horas.’ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä Omnipotente; Ele pode mover uma estrela para qualquer lugar, a qualquer momento, tu previste que poderá chover apenas no 15 www.dawateislami.net


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ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ quiser, pode começar a chover próximo mês, mas se Allah Ȑ Æ Ȼ džÅ ƅ hoje, nesse mesmo instante.’ Assim que A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä falou isso, nuvens apareceram no céu e começou a chover. ÄÇ ǑÄ ¾ÄÄ ǢÇ ǽÄ tenha misericórdia dele e que Ele nos perdoe, Que Allah Ȑ em nome dele! ğ h

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i ǔŔ Ķžû ĸơA û h ʼnųğ Ƥ ȇ Ǔĵšȩ ĬA j ȇ AźŰŔ O Trabalhador que era na verdade um Príncipe Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ § foi convidado para um Certa vez, A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü Ä ǾÄljȻ ƣ Ä encontro religioso numa dada área de Bareilly Sharif. Os devotos prepararam um palanquim para uma viagem confortável. Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ § entrou no palanquim, quatro A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü Ä ǾÄljȻ ƣ Ä trabalhadores carregaram-no nos seus ombros e começaram a andar, após terem andado apenas alguns passos, Æ Ȼ džÅ ƅ A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä gritou: ‘Parem o palanquim.’ O palanquim Æ parou, ele ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ ȻdžÅ ƅ Ä È §Ä saiu e, imediatamente, perguntou para os trabalhadores, humildemente: ‘Digam-me, qual de vocês é um Sayyid? Eu senti a fragrância do exaltado Profeta.’ Dando um passo em frente, um dos trabalhadores disse: ‘Eu sou um Sayyid.’ Mal ele acabou de proferir tais palavras, e o Grande Mujaddid Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ §, tirou seu ‘Imāmaĥ Sharīf da era, A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä

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(trubante) e colocou nos pĂŠs do Sayyid. De seguida, A’lÄ Ă† Â?ȝdžÅ Ć… ণaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß ÄǞÄljȝƣ Ă„ Ăˆ §Ă„ implorou, enquanto lĂĄgrimas escorriam dos seus olhos, ‘Honrado prĂ­ncipe! Perdoe esse meu erro. Eu cometi essa falha sem intenção, Oh quĂŁo terrĂ­vel! Eu montei sobre o prĂ­ncipe cujos abençoados chinelos sĂŁo uma coroa majestosa na minha cabeça. Se no Dia do Julgamento, o Exaltado Profeta me perguntasse â€˜Ă“ Aতmad RazÄ ! Os ombros delicados do meu filho eram para suportar o teu palanquim?’ O que eu responderia para ele e quĂŁo grande insulto seria para o meu aclamado amor pelo Ă„Ç­ Exaltado Profeta ȔÄÇȒǼÄ žȝĂ„ ČœČł Æ Č‘ĂźÂ?žȝĂ„ ČœĂ† Ăˆ ČŚ Ă„ Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁÂ?Čť Ă… ʄÇ Ă„ !’ Depois de ter obtido o perdĂŁo verbal por parte do prĂ­ncipe vĂĄrias vezes, A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat Æ Â?ȝdžÅ Ć… ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢÇ€ Ăź ÄǞÄljȝƣ Ă„ Ăˆ §Ă„ expressou seu Ăşltimo desejo, dizendo: ‘Caro PrĂ­ncipe! O Ăşnico modo de eu compensar pelo que fiz, sem saber, ĂŠ que tu agora sentes no palanquim e eu o carregarei em meus ombros.’ Ao ouvir isso, olhos das pessoas encheramse de lĂĄgrimas e algumas atĂŠ gritaram de tanta emoção. Mesmo apĂłs ter recusado, educadamente, o prĂ­ncipe trabalhador teve que subir no palanquim. Que cena tocante foi essa! O grande ImÄ m dos AÄĽl-e-SunnaÄĽ sacrificou a glĂłria do seu conhecimento Divino e fama mundial aos pĂŠs de um trabalhador (prĂ­ncipe) desconhecido, pelo prazer Ă„Ç­ do exaltado Profeta ȔÄÇȒǼÄ žȝĂ„ ČœČł Æ Č‘ĂźÂ?žȝĂ„ ČœĂ† Ăˆ ČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß ÄǞÄljȝƣÂ?Čť Ă… ʄÇ Ă„ $QZĂ U H 5D]Ă SS

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Uma Parábola mostrando o seu surpreendente conhecimento mundano Caros Irmãos Muçulmanos! Quem pode perceber a magnitude Äǭ da devoção da pessoa pelo Sagrado Profeta ȔÄÇȒǥÄ ¾ȻÄ Ȝȳ Æ ȑü ¾ȻÄ ȜÆ È ȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ȼ Å ʄÇ Ä , que tem um amor tão intenso pelos descendentes do Sagrado Profeta! Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ § não era apenas um devoto do Sagrado A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä Profeta, mas também um grande Walī. Ele era também um grande sábio do Islam, possuia perícia em mais de 50 disciplinas, pelas bênçãos do seu vasto conhecimento religioso, as ciências mundanas rendiam-se perante ele. Sobre esse aspecto, leia o seguinte incidente e alegre-se.

Dr. Ziyāuddīn, o vice-reitor da Universidade ‘Alī Gařĥ, que teve formação na Europa. Ele era um dos matemáticos proeminentes do subcontinente. Certa vez, ele deparou-se com um problema matemático que ele não conseguia resolver, apesar de tentar o seu melhor, então ele decidiu viajar para 18 www.dawateislami.net


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Alemanha para ter uma solução. Naqueles dias, ‘Allāmaĥ Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ § era chefe do Sayyid Salmān Ashraf Qādirī Razavī ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä departamento de estudos Islâmicos na mesma Universidade, Æ ȻdžÅ ƅ ele insistiu ir. Ziyāuddīn para visitar A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä em Bareilly Sharif, que ficava a algumas horas de distância, para procurar por uma solução invés de se dar o trabalho de ir até a Alemanha. Dr. Ziyāuddīn argumentou: ‘Como um Maulānā, que nunca foi para faculdade alguma, poderá resolver um problema de matemática? Eu não vou a Bareilly para perder meu tempo.’ Æ Ȼ džÅ ƅ Contudo, ele concordou em visitar A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä È §Ä , Æ devido a insistência do Sayyid Salmān Shāĥ ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü Ä ǾÄljȻƣ ȻdžÅ ƅ Ä È §Ä . Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ § estava um pouco doente na altura, A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü ÄǾÄljȻ ƣ Ä então o Dr. Ziyāuddīn disse: ‘Maulānā! Meu problema é extremamente complexo, não pode ser descrito de uma só vez, é melhor tu ouvires o meu problema quando estiveres melhor.’ Æ Ȼ džÅ ÄƅÈ § disse: ‘Diga-me qual é o problema.’ Ele A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻ Ţǀü Ä ǾÄljȻ ƣ Ä descreveu o problema, que foi resolvido instantaneamente por Æ ȻdžÅ ÄƅÈ § Admirado em ouvir a resposta correcta, A’lā ণaঌrat ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä

Dr. Ziyāuddīn disse espontaneamente: ‘Eu ouvi falar sobre ‘Ilm-e-Laddunnī, mas testemunhei hoje. Eu estava decidido a viajar para Alemanha para obter a solução deste problema, mas Æ ȻdžÅ ƅ Maulānā Sayyid Salmān Ashraf Qādirī Razavī ȜÈȦÄȒÄʋȻŢǀü ÄǾÄljȻƣ Ä È §Ä enviouÆ Ȼ džÅ ÄƅÈ § Ȝ me para aqui.’ De seguida, Imām-e-Aĥl-e-Sunnaĥ È ȦÄȒÄʋȻ Ţǀü Ä ǾÄljȻ ƣ Ä ( pediu por um dos seus livretes manuscritos), que consistiam em maior parte de desenhos de triângulos e círculos. Vendo 19 www.dawateislami.net


Bareilly para Madinah

aquele livrete, Dr. ZiyÄ uddÄŤn ficou ainda mais admirado e disse: ‘Eu viajei de paĂ­s para paĂ­s, gastei muito dinheiro e adquiri conhecimento de peritos Europeus mas, tendo visto o teu vasto conhecimento, eu considero-me nada mais que um estudante num seminĂĄrio. Podes, por favor, dizer-me quem ĂŠ Æ Â?Čť džÅ Ă„Ć…Ăˆ § respondeu: teu mentor nessa arte?’ A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat ČœĂˆČŚĂ„Č’Ă„Ę‹Čť Ţǀß ÄǞÄljȝ ĆŁ Ă„ ‘NĂŁo tenho professor algum nessa ĂĄrea (de conhecimento), eu aprendi as quatro operaçþes bĂĄsicas de matemĂĄtica, adição, subtração, multiplicação e divisĂŁo, do meu respeitoso pai, pois elas sĂŁo necessĂĄrias para as regras de herança. Eu comecei a ler o livro ‘ChughmÄŤnč’, mas meu pai aconselhou-me para nĂŁo perder tempo nessa direcção, desejando que essas disciplinas seriam concedidas para mim a partir do sagrado Profeta. O que Ă„Ç­ tu viste ĂŠ a benevolĂŞncia do Exaltado Profeta (ȔÄÇȒǼÄ žȝĂ„ ČœČł Æ Č‘ĂźÂ?žȝĂ„ ČœĂ† Ăˆ ČŚĂ„Č’Ă„Ę‹ȝŢǀß ÄǞÄljȝƣÂ?Čť Ă… ʄÇ Ă„ ).’ Dr. ZiyÄ uddÄŤn estava tĂŁo impressionado pelo conhecimento maravilhoso e as boas maneiras (educação) de A’lÄ ŕŚŁaŕŚŒrat, que ele ficou regular no ৥alÄ ÄĽ e jejum e embelezou a face com o SunnaÄĽ da barba. ΤD\Ă W H $Ő?OĂ +DÎ?UDW YRO SS

ÄÇ Ç‘Ă„ žĂ„Ă„ ǢÇ ǽÄ tenha misericĂłrdia dele e que Ele nos perdoe, Que Allah Č? em nome dele!

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