PROJETO PARA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE

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Ateliê de Projeto Ateliê de Urbanismo

Projeto para loteamento do Rio de Janeiro

UNIVERSIDADE
2022-2

Projeto : Escalas Urbanismo : Escalas

ESTÁCIO DE SÁ
2022-2
do Recreio dos Bandeirantes Janeiro - RJ

Em vasto crescimento, mas ainda conservando grandes riquezas naturais, o bairro do Recreio tem uma história interessante a ser contada. Passadas algumas décadas, mesmo crescendo bastante, o bairro enfrentava problemas com o acesso a serviços basicos. Ainda em vasto desenvolvimento, cresce sem devastar totalmente sua natureza local. O objetivo deste trabalho é apresentar o desenvolvimento de um Projeto de Loteamento para uma localidade situada no Recreio dos Bandeirantes - RJ.

INT
2 3 1
O PROJETO SUMÁRIO
Reconhecendo a Área de Intervenção
Perfil Socioeconômico
História Urbana
Aspectos Físico-Ambiental
Análise Físico-Espacial
Legislação
Mosaico Fotográfico
Análise Visual da Paisagem
Diagnóstico Local
Proposta de Ocupação
Apresentação da Proposta
ANÁLISE URBANA CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO
• Reconhecendo a Área de Intervenção • Perfil Socioeconômico • História Urbana • Aspectos Físico-Ambiental • Análise Físico-Espacial • Legislação • Mosaico Fotográfico • Análise Visual da Paisagem
1 0

LEGENDA

O Bairro do Recreio dos Bandeirantes está localizado na Zona-Oeste do município do Rio de Janeiro.

Município do Rio de Janeiro Divisões Administrativas

Mapa 1

AP 1

Portuária Comero Rio Comprido São Cristovão Ilha dePaquetá Santa Tereza AP 2.1 Botafogo Copacabana Lagoa Rocinha

AP 2.2 Tijuca Vila Isabel AP 3.1 Ramos Complexo da Maré AP 3.2 Méier Jacarézinho

AP 3.3

Irajá Madureira AP 3.4

Inhaúma Complexo do Alemão AP 3.5 Penha Vigário Geral

AP 3.6

Anchieta Pavuna AP 3.7

Ilha do Gover nador AP 4.1

Jacarepaguá Cidade de Deus AP 4.2

Barra da Tijuca

AP 5.1 Bangu Realengo AP 5.2

Campo Grande AP 5.3 Santa Cruz AP 5.4 Guaratiba

CAPÍTULO 1

Ao seu redor está Barra da Tijuca, Camorim, Vargem Pequena, Vargem Grande, Guaratiba, Barra de Guaratiba e Grumari.

Sub Regiões da Barra da Tijuca

• Região Administra tiva, Barra da Tijuca

• Sub prefeitura, Bar ra e Jacarepaguá

• Sua dimensão é de 30.655 m²

• População de 82.240 Habitantes

Mapa 2

AP 4.2

XXIV RA - Barra da Tijuca

Joá Itanhangá Barra da Tijuca Camorim Vargem Pequena Vargem Grande Recreio dos Bandeirantes Grumari

LEGENDA
RECONHECENDO A
DE INTERVENÇÃO
ÁREA

Área de estudo Recreio Shopping Via Principal ( Avenida das Américas / BRT Transoeste ) Vias Arterial Vias Local

A Avenida das Américas em todo seu comprimento, o polo comercial mais próximo é o Recreio Shopping a 1.16 km da área de estudo. O melhor meio de transporte público é o BRT Transcarioca.

LEGENDA
CAPÍTULO 1
Principais vias de acesso e transporte

O principal da região é o Barra Shopping que conta também com vários edifícios comerciais ele fica a 14,81 cm da área de estudo.

Outro importante polo comercial é o shopping metropolitano, que fica a 18 km da área de estudo.

RECONHECENDO A ÁREA DE INTERVENÇÃO

Nesta nova edição dos Painéis Regionais foi apresentado, pela primeira vez, o painel da cidade do Rio de Janeiro, que foi dividida em três áreas: Centro e Zona Sul, Zona Norte e Zona Oeste. Os dados referem-se a indicadores socioeconômicos e de características estabelecimento e emprego formal.

CAPÍTULO 1

POPULAÇÃO RESIDENTE, ÁREA TOTAL E DENSIDADE DEMOGRÁFICA

ESTADO E CIDADE DO RIO DE JANEIRO E ÁREAS, 2010

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO POR FAIXA ETÁRIA

ESTADO E CIDADE DO RIO DE JANEIRO E ÁREAS, 2010

PERFIL SOCIOECONÔMICO

DEZ MELHORES ÍNDICES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL (IDHM) SEGUNDO ÁREAS, 2000

Recreio dos Bandeirantes está entre os dez melhores índices de desenvolvimento humano municipal (IDHM) segundo áreas, em 2000. Ficando em 5° lugar na Zona Oeste e em 31° na Cidade do Rio de Janeiro.

CAPÍTULO 1

PERCENTUAL DE DOMICÍLIOS PARTICULARES PERMANENTES POR CLASSE DE RENDIMENTO NOMINAL MENSAL DOMICILIAR (SALÁRIO MÍNIMO)

ESTADO E CIDADE DO RIO DE JANEIRO E ÁREAS, 2010

A percentagem de domicílios com classe de rendimento superior a 5 salários mínimos (SM) no ERJ é inferior à da capital e suas áreas. As Zonas Norte e Oeste apresentam distribuição semelhante entre as classes de rendimento, mas a Zona Oeste possui percentual ligeiramente maior de domicílios com mais de 5 SM, o que pode contribuir para explicar o Gini superior ao da Zona Norte.

PERFIL SOCIOECONÔMICO
CAPÍTULO 1
ESTADO E CIDADE DO RIO DE JANEIRO E ÁREAS, 2010 DISTRIBUIÇÃO DE ESTABELECIMENTOS POR TAMANHO
PERFIL SOCIOECONÔMICO
ESTADO E CIDADE DO RIO DE JANEIRO E ÁREAS, 2010 DISTRIBUIÇÃO DO EMPREGO FORMAL POR SETORES
CAPÍTULO 1

RIO DE JANEIRO

PERFIL SOCIOECONÔMICO
CAPÍTULO 1
PERFIL SOCIOECONÔMICO

RENDA PER CAPITA

POPULAÇÃO TOTAL E FAVELAS (BAIRROS DO RIO DE JANEIRO)

CAPÍTULO 1
PERFIL SOCIOECONÔMICO
CAPÍTULO 1
PERFIL SOCIOECONÔMICO
CAPÍTULO 1

No início do século XX houve a aquisição das terras por Joseph Weslley Finch, da denominada Gleba B, e pelo Banco de Crédito Móvel, da área da Gleba A. Isso começou a mudar a região, até então, de natureza quase intocada. O bairro que hoje tem força e uma praia movimentadíssima, era quase um deserto. Em 1953, após o Projeto de Urbanização do Recreio dos Bandeirantes (PA 6028), de autoria do engenheiro e urbanista José Otacílio Saboya Ribeiro, as coisas começaram a andar mais depressa. Nos anos de 1958 e 1959, a Companhia Recreio dos Bandeirantes foi responsável pela implementação do projeto e venda dos lotes recémdesmembrados que compunham a chamada Gleba B. O senador potiguar Georgino Avelino, então presidente do Banco do Distrito Federal, esteve entre os que acreditavam na expansão da cidade em direção ao Sudoeste. Foi contratado o então jovem corretor de imóveis Sergio Castro, fundador da tradicional corretora que leva seu nome e que promoveu a venda em lançamento de todos os lotes da Gleba B, desde um barracão localizado junto à Pedra do Pontal. Posteriormente, este imóvel, ao fim do lançamento, foi vendido por Sergio Castro para um famoso restaurante. A corretora vendeu, sozinha, praticamente toda a área localizada entre a Avenida das Américas e o mar.

HISTÓRIA URBANA

História Urbana, Paisagem, Patrimônio Natural e Cultural

O Recreio está localizado na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro e os bairros Camorim, Barra da Tijuca, Vargem Grande, Vargem Pequena, Grumari e Barra de Guaratiba fazem divisa com o bairro. É um dos bairros mais jovens, segu ros e organizados da cidade, no qual foram instalados condomínios de alto padrão e casas que seguem a legislação de obras e construções do território. Muitas cons trutoras ainda apostam no potencial do bairro e planejam construir novos empre endimentos no local. A maioria dos lançamentos são voltados para a classe média e média alta. Apesar dos problemas viários, trânsito, a qualidade de vida é muito boa, com muitas opções de lazer, compras com shopping, bancos, supermercados

O bairro possui as praias mais limpas, bonitas e reservadas da cidade: Praia do Recreio (a preferida dos surfistas), Praia do Pontal, Praia da Macumba, Prainha e Praia do Abricó (praia de nudismo). A região abriga também o Parque Chico Mendes, o Parque Marapendi além de praças e bosques. O calçadão da praia possui aparelhos de ginástica espalhados pela orla, diversos quiosques, e ciclovia. No total o bairro apresenta quase 8 Km de litoral.

Embora seja um bairro organizado, o bairro também sofre com ocupa ções irregulares como acontece em toda a cidade do Rio de Janeiro. A maior favela do bairro é a Terreirão, e há algumas outras espalhadas. Os principais problemas são a construção irregular, invasão e desmatamento de áreas protegidas. Volta e meia a prefeitura derruba construções irregulares.

O COMEÇO

Com uma área territorial de 30.655 km², no início era um grande areal, a vegetação era de restingas e havia pântanos, por isso a área ficou por muito tempo isolada.

O americano Joseph Weslley Finch, nos anos 20 do século passado ad quiriu um conjunto de terras, que hoje formaria a gleba B do Recreio, do Banco do Crédito Móvel, iniciando um processo de desenvolvimento do local para a venda de lotes.

Sua esposa então negociou com empresários a venda de seu espólio atra vés da criação de uma empresa que seria proprietária dos lotes, a Predial Bandei rantes, fundada em 1934. Já em 1939, os sócios passaram as suas participações nas terras para um grupo de dez banqueiros, que criaram a Recreio dos Bandeirantes Imobiliária S/A.

CAPÍTULO 1V

Muitos paulistas adquiriram terrenos à beira-mar. Por isso, a região pas sou a ser conhecida como Recreio dos Bandeirantes. Eles que abriram as estradas na época da exploração e usavam a área e as praias como recreio, um lugar de descanso para se recuperarem das expedições. Por isso o nome: Recreio dos Bandeirantes.

Finch vendeu lotes do denominado Jar dim Recreio dos Bandeirantes de 1921 até seu falecimento em 1934.

A real formação do bairro se daria em 1953, com o lançamento do Projeto de Urbanização do Recreio dos Bandeirantes (PA 6028). De autoria do engenheiro e urbanista José Otacílio Saboya Ribeiro, o projeto previa a integra ção ambiental e comunitária, inspirado nos ideais anglo-americanos da Cidade Jardim, conciliando a topografia local a um traçado reticular segmentado com diversas praças e parques de floresta nativa.

VVA Companhia Recreio dos Bandeirantes em 1958 foi responsá vel pela implementação do projeto e venda dos lotes recém-desmembrados que

HISTÓRIA URBANA

O processo de integração à malha urbana do Rio é bem mais recente do que os outros bairros do Rio. E as estratégias de ocupação envolveu poucos agentes inseri dos no mercado imobiliário formal.

O resultado é a regularidade e homo geneidade do traçado e dimensionamento das quadras, a presença de pequenas praças e calçadas generosas, que revelam a maior capacidade de investimento desses agentes e o interesse na venda de um produto iden tificado com modelos de cidade associados ao urbanismo dos subúrbios americanos.

Em relação às características morfológicas, é presente a verticalização em edifícios, e a preocupação com os espaços para o automóvel, revelados nas áreas des tinadas à sua guarda e na largura das ruas, expresso na conformidade dos edifícios e das áreas livres.

A existência de muitos vazios urbanos, de edifícios fechados quase que intei ramente ao tecido urbano, e de muitas casas com baixa proporção de espaços edifi cados, proporciona um grau reduzido de interação de pessoas, atividades econômi cas e instituições. Estes aspectos induzem igualmente à realização de práticas sociais quase que exclusivamente nos espaços livres internos aos lotes, apesar da existência de largas calçadas no seu entorno. É resultado da cultura do medo, manifestada pelo fechamento do espaço privado ao público e na falta de comunicação do edifício com demais espaços preexistentes da cidade. Neste sentido, propicia-se o crescimento e o predomínio de soluções espaciais rela cionadas com a criação de fronteiras e exclusões urbanas.

Aqui visualizamos características físicas (dimensões, traçados e subdivisões) que se mantiveram até hoje dando um resultado em termos de malha viária, espaços livres públicos e tamanho e formato de quadras.

CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 1

O urbanismo do Recreio se destaca pelo gabarito de construção majorita riamente limitado a poucos pavimentos (3 andares), ruas com cortes semi-hipodâ micos que ajudam a reduzir a velocidade dos automóveis e muitas praças.

A sua divisão inicial se deu entre as chamadas Gleba A, B e C.

As áreas das glebas A e B, entre as vias Balthazar da Silveira e Gilka Machado, são as mais ocupadas e seguiram o planejamento inicial, com gabarito de poucos pavi mentos.

A Gleba C, há a Barra Bonita, área em que há os maiores gabaritos de construção de todo o Recreio, ao redor do Recreio Shopping. Na região do Pontal, área entre as vias Gilka Machado e Est. Vereador Alceu de Carvalho, foram feitas invasões irregulares – favelas do Terreirão e do Parque Chico Mendes. Ainda na Gleba C Já no interior do Recreio – entre a Avenida das Américas e o bairro das Vargens – es tão localizados os condomínios fechados que seguem o mesmo modelo urbano do bairro da Barra da Tijuca.

Mapa e Planta da estrutura do tecido no Recreio. Fonte: o Au tor. Base: IPP/PCRJ.

HISTÓRIA URBANA

Historicamente, todos os bairros da região da Barra da Tijuca e Recreio, desde sua ocupação inicial, sofreram com a falta de atuação do poder público, que sempre privilegiou áreas mais densamente povoadas da cidade e integradas ao seu centro. Com isso, tanto o Recreio quanto a Barra não tiveram implementadas várias obras públicas fundamentais ao seu desenvolvimento apropriado.

O crescimento do Recreio foi muito rápido nos últimos anos, nem sem pre acompanhado pela infraestrutura adequada. Dos 5.276 habitantes em 1980, aos 82.240 habitantes no ano de 2010, muito teve que ser investido, e continua sendo necessário, para manter a vocação ambiental do bairro.

O abastecimento de água só foi implementado de forma abrangente na dé cada de 1990 no governo de Marcello Alencar. O fornecimento de energia tinha uma infraestrutura precária, e eram frequentes as quedas de energia, que causavam enormes prejuízos materiais aos moradores; a região só tinha uma subestação de energia, e só na década de 2000 foram implantadas outras subestações, diminuin do consideravelmente o problema. O problema da pavimentação das ruas, por sua vez, constituiu um grande entrave ao desenvolvimento do bairro nos anos 1990, e somente na década seguinte foi erradicado. Em relação à falta de saneamento, a Diversas obras públicas para as Olimpíadas de 2016, melhoraram a infraes trutura de transporte (BRT, viaduto Orlando Raso, linhas TransOeste, Transcario ca, Túnel da Grota Funda), saneamento e urbanização do bairro, mas ainda são insuficientes. Devido à falta de qualidade do BRT, há o excessivo uso de carros, o trânsito da região ainda é caótico.

CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 1

Há 30 anos, o Recreio dos Bandeirantes era assim

Antes Hoje

HISTÓRIA URBANA
CAPÍTULO 1
HISTÓRIA URBANA

Clima e condições meteorológicas médias em Rio de Janeiro no ano todo Brasil Em Rio de Janeiro, o verão é curto, quente, opressivo, com precipitação e de céu quase encoberto; o inverno é longo, agradável, úmido e de céu quase sem nuvens. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 18 °C a 31 °C e raramente é inferior a 16 °C ou superior a 35 °C.

Baseado no índice de turismo, a melhor época do ano para visitar Rio de Janeiro e realizar atividades de clima quente é do meio de maio ao fim de setembro.

Temperatura média do Rio de Janeiro

A estação quente permanece por 2,7 meses, de 25 de dezembro a 15 de março, com temperatura máxima média diária acima de 30 °C. O mês mais quente do ano em Rio de Janeiro é fevereiro, com a máxima de 31 °C e mínima de 24 °C, em média. A estação fresca permanece por 4,7 meses, de 19 de maio a 10 de outubro, com temperatura máxima diária em média abaixo de 26 °C. O mês mais frio do ano em Rio de Janeiro é julho, com a mínima de 19 °C e maxima de 25 °C, em média.

O verão é curto, quente, opressivo, com precipitação e de céu quase encoberto; o inverno é longo, agradável, úmido e de céu quase sem nuvens. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 18 °C a 31 °C e raramente é inferior a 16 °C ou superior a 35 °C.

CAPÍTULO 1

Em Rio de Janeiro, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano. A época menos encoberta do ano em Rio de Janeiro começa por volta

ASPECTOS FÍSICO-AMBIENTAIS

Nuvens

O mês menos encoberto do ano em Rio de Janeiro é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 73% do tempo. A época mais encoberta do ano começa por volta de 14 de outubro e dura 5,7 meses, terminando em torno de 4 de abril.

O mês mais encoberto do ano em Rio de Janeiro é janeiro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 69% do tempo.

CAPÍTULO 1
ASPECTOS FÍSICO-AMBIENTAIS

Preciptação

É considerado dia com precipitação aquele com precipitação mínima líquida ou equivalente a líquida de 1 milímetro. A probabilidade de dias com precipitação em Rio de Janeiro varia significativamente ao longo do ano. A estação de maior precipitação dura 5,1 meses, de 29 de outubro a 2 de abril, com probabilidade acima de 40% de que um determinado dia tenha precipitação. O mês com maior número de dias com precipitação em Rio de Janeiro é dezembro, com média de 18,5 dias com pelo menos 1 milímetro de precipitação. A estação seca dura 6,9 meses, de 2 de abril a 29 de outubro. O mês com menor número de dias com precipitação em Rio de Janeiro é julho, com média de 5,5 dias com pelo menos 1 milímetro de precipitação. Dentre os dias com precipitação, distinguimos entre os que apresentam somente chuva, somente neve ou uma mistura de ambas. O mês com mais dias só de chuva em Rio de Janeiro é dezembro, com média de 18,5 dias. Com base nessa classificação, a forma de precipitação mais comum ao longo do ano é de chuva somente, com probabilidade máxima de 64% em 22 de dezembro.

CAPÍTULO 1

Índices Pluviométricos

Para demonstrar a variação entre os meses e não apenas os totais mensais, mostramos a precipitação de chuva acumulada durante um período contínuo de 31 dias ao redor de cada dia do ano. Rio de Janeiro tem variação sazonal extrema na precipitação mensal de chuva. Chove ao longo do ano inteiro em Rio de Janeiro. O mês mais chuvoso em Rio de Janeiro é dezembro, com média de 179 milímetros de precipitação de chuva. O mês menos chuvoso em Rio de Janeiro é agosto, com média de 35 milímetros de precipitação de chuva.

ASPECTOS FÍSICO-AMBIENTAIS

Incidência Solar

A duração do dia em Rio de Janeiro varia ao longo do ano. Em 2022, o dia mais curto é 21 de junho, com 10 horas e 44 minutos de luz solar. O dia mais longo é 21 de dezembro, com 13 horas e 33 minutos de luz solar.

O dia em que o sol nasce mais cedo é 29 de novembro, às 04:58. O nascer do sol mais tarde ocorre 1 hora e 36 minutos depois, às 06:34 em 3 de julho. O dia em que o sol se põe mais cedo é 7 de junho, às 17:14. O dia em que o sol se põe mais tarde ocorre 1 hora e 29 minutos depois, às 18:43 em 13 de janeiro.

CAPÍTULO 1

O dia em que o sol nasce mais cedo é 29 de novembro, às 04:58. O nascer do sol mais tarde ocorre 1 hora e 36 minutos depois, às 06:34 em 3 de julho. O dia em que o sol se põe mais cedo é 7 de junho, às 17:14. O dia em que o sol se põe mais tarde ocorre 1 hora e 29 minutos depois, às 18:43 em 13 de janeiro. O horário de verão não é implementado em Rio de Janeiro durante 2022.

ASPECTOS FÍSICO-AMBIENTAIS

Baseamos o nível de conforto de umidade no ponto de orvalho, pois ele determina se a transpiração vai evaporar da pele e, consequentemente, esfriar o corpo. Pontos de orvalho mais baixos provocam uma sensação de mais secura. Pontos de orvalho mais altos provocam uma sensação de maior umidade. Diferente da temperatura, que em geral varia significativamente do dia para a noite, o ponto de orvalho tende a mudar mais lentamente. Assim, enquanto a temperatura pode cair à noite, um dia abafado normalmente é seguido por uma noite abafada. Rio de Janeiro tem variação sazonal extrema na sensação de umidade. O período mais abafado do ano dura 8,8 meses, de 19 de setembro a 11 de junho, no qual o nível de conforto é abafado, opressivo ou extremamente úmido pelo menos em 48% do tempo. O mês com mais dias abafados em Rio de Janeiro é janeiro, com 30,6 dias abafados ou pior. O mês com menos dias abafados em Rio de Janeiro é julho, com 10,8 dias abafados ou pior.

CAPÍTULO 1
Umidade

Ventos

Esta seção discute o vetor médio horário de vento (velocidade e direção) em área ampla a 10 metros acima do solo. A sensação de vento em um determinado local é altamente dependente da topografia local e de outros fatores. A velocidade e a direção do vento em um instante variam muito mais do que as médias horárias.

A velocidade horária média do vento em Rio de Janeiro passa por variações sazonais pequenas ao longo do ano.

A época de mais ventos no ano dura 4,4 meses, de 10 de julho a 23 de novembro, com velocidades médias do vento acima de 11,9 quilômetros por hora. O mês de ventos mais fortes em Rio de Janeiro é setembro, com 13,5 quilômetros por hora de velocidade média horária do vento.

A época mais calma do ano dura 7,6 meses, de 23 de novembro a 10 de julho. O mês de ventos mais calmos em Rio de Janeiro é março, com 10,2 quilômetros por hora de velocidade média horária do vento.

ASPECTOS FÍSICO-AMBIENTAIS

A direção média horária predominante do vento em Rio de Janeiro varia durante o ano. O vento mais frequente vem do norte durante 1,9 mês, de 2 de junho a 31 de julho, com porcentagem máxima de 36% em 24 de junho. O vento mais frequente vem do leste durante 10 meses, de 31 de julho a 2 de junho, com porcentagem máxima de 37% em 1 de janeiro.

CAPÍTULO 1

Rosa dos Ventos

ASPECTOS FÍSICO-AMBIENTAIS

Áreas de Restrição à Ocupação

Hidrográfias e Lagoas Áreas de Proteção Integral Demais áreas de restrição a ocupação

LEGENDA
CAPÍTULO 1

LEGENDA

Mapa Hidrográfico

Canais / Rios / Lagoas Mar

ANÁLISE FÍSICO-ESPACIAL

Figura-Fundo

CAPÍTULO 1

Estudo de Aspectos Naturais e de Ocupação

Rios

e Outros Parques e Áreas de Lazer Áreas Urbanizadas Áreas Degradadas

LEGENDA
ANÁLISE FÍSICO-ESPACIAL

Uso do Solo

/ Área
CAPÍTULO 1
LEGENDA Residêncial Comercial Uso Misto Industrial Templos Favela/Ocupação Irregular Vazios Saúde Educação Assistência Social Praça
de Lazer

Estudo de Gabarito

LEGENDA 9 - 10 9 - 15 15 - 1000000000000 ANÁLISE FÍSICO-ESPACIAL

Topografia

Para fins deste relatório, as coordenadas geográficas de Rio de Janeiro são: latitude -22,903°, longitude -43,208° e 5 m de altitude. A topografia dentro do perímetro de 3 quilômetros de Rio de Janeiro contém variações significativas de altitude, com mudança máxima de 195 metros e altitude média acima do nível do mar igual a 21 metros. Dentro do perímetro de 16 quilômetros, há variações significativas de altitude (995 metros). Dentro do perímetro de 80 quilômetros, há variações grandes de altitude (2.302 metros). A área dentro do perímetro de 3 quilômetros de Rio de Janeiro é coberta por superfícies artificiais (57%), água (23%) e vegetação esparsa (14%); dentro do perímetro de 16 quilômetros, por água (49%) e superfícies artificiais (26%). Finalmente, dentro do perímetro de 80 quilômetros, por água (56%) e árvores (23%).

Mapa Topográfico

0 m 9 m 18 m 28 m 38 m 48 m 58 m 69 m 79 m 90 m 101 m 111 m 122 m 133 m 144 m 155 m 166 m 178 m 189 m 200 m

CAPÍTULO 1

Estes relatório mostra as condições meteorológicas características de Rio de Janeiro com base em uma análise estatística de relatórios horários históricos e reconstruções de modelo de 1 de janeiro de 1980 a 31 de dezembro de 2016.

ANÁLISE FÍSICO-ESPACIAL

Composição

Áreas de vertente sul da cidade com carência de infra estrutura e alta vunerabilidade ambiental, com significativo crescimento populacional nas últimas décadas, cuja ocupação está condicionada ao aporte de recursos privados.

Mapa 11

Diretrizes

• Restringir o adensamento à capacidade de suporte local

• Melhorar a infraestrutura de saneamento, despoluir corpos hídricos e proteger as áreas de interesse ambiental

• Condicionar a população urbana ao aporte público ou privado de investimentos em infraestrutura e meio ambiente

Macrozoneamento

CAPÍTULO 1

No anexo XV do Plano Direto da Cidade do Rio de Janeiro encontramos as macrozonas por área de planejamento, região e administrativa e bairro.

O Recreio dos Bandeirantes está na área de planjamento AP4 e sua Região Administrativa é citada em todas as macrozonas, que são elas:

Macrozona de Requalificação Urbana Macrozona de Controle da Ocupação Macrozona de Uso Sustentável Macrozona de Proteção Integral

ZCA 1 ZCA 2 ZRU 1 ZRU 2 ZRM 1 ZRM 2 ZRM3 ZCS ZUPI ZPP ZOE ZEIS 1 ZEIS 1

LEGISLÇAO E PLANOS
Mapa 12 Mapa 13 Tabela 1
LEGENDA
VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES
CAPÍTULO 1
LEGISLÇAO E PLANOS VIGÊNTES

Os parques naturais do

Recreio do Bandeirantes são ótimas alternativas para passear com a família ao ar livre e apreciar a beleza da fauna e flora de lagoas e restingas. Com facilidade se encontra tartarugas, cágados ou jabutis, além do famoso jacaré-de-papo-amarelo, principal morador do local, que inclusive, aparecepelas ruas do Recreio.

CAPÍTULO 1
MOSAICO FOTOGRÁFICO

Condomínios baixos, adensamento. Algumas grandes verdadeiros Muitos de

CAPÍTULO 1
Prainha PraiadaReserva PraiadaMacumba

Condomínios

baixos, baixo adensamento. grandes torres residenciais, verdadeiros resorts. Muitos condomínios de casas.

Av. das Américas, principal vias de articulação do Recreio, une Barra da Tijuca e Guaratiba. É uma das principais vias do Rio de Janeiro. O carro é o principal meio de transporte.

v MOSAICO FOTOGRÁFICO
RecreioShopping AméricasShopping ShoppingBarraWord

O Túnel Vice-Presidente

da República José Alencar, conhecido popularmente da Grota Funda, é uma ligação da serra de mesmo nome, bairros do Recreio dos Bandeirantes e da Vargem Grande à Guaratiba, na cidade do Rio estado de mesmo nome,

CAPÍTULO 1

Vice-Presidente

Alencar, mais como Túnel ligação através nome, ligando os Bandeirantes baixada da Rio de Janeiro, nome, no Brasil.

MOSAICO FOTOGRÁFICO
Cenadocotidiano,ruasmuito socegadas,poucopedestre.
CAPÍTULO 1
ANÁLISE VISUAL DA PAISAGEM

Diagnóstico Local

• Proposta de Ocupação

0 2

O Recreio é de pessoas jovens, com áreas de restrição necessidade proteção ambiental, lagoas, canais e alguns locais alagamentos.

É um bairro majoritariamente equipamentos públicos. O recreio para realizar as tarefas do dia a dia perigosos ao pedestre, com Há parques e praias, mas são distantes Shopping é um importante ponto na tem que ir de BRT

A mobilidade é um grande entrave Recreio e não ter um carro. O BRT outras regiões da cidade, é lotado, demanda.

Com áreas de preservação e moradias, nos faz olhar com sustentáveis e conectadas à Natureza. áreas de comércio, trabalho, moradias de modo a melhorar vida das

CAPÍTULO 2

é um bairro jovens, imóveis novos, restrição de ocupação pela ambiental, uma região com locais com o solo propenso a alagamentos. majoritariamente residencial, onde há poucos recreio não é um bairro convidativo dia à pé. Muitos lugares são longes e deficiência de sinalizações. distantes da área de estudo. O Recreio na região para compras e lazer, mas BRT ou de carro. entrave na região, muito difícil morar no BRT que conecta metro e ônibus para lotado, desconfortável, e não atende a demanda. de natureza tão próximas às carinho e sugerir propostas Natureza. Além de incentivar trabalho, lazer próximos às melhorar a qualidade de pessoas.

DIAGNÓSTICO LOCAL
CAPÍTULO 2

Mapa de Massas

Uso Residêncial

Uso Comercial Uso misto

Escola

DIAGNÓSTICO LOCAL
CAPÍTULO 2

Mapa Síntese

Após a coleta de dados, dos estudos e dos mapas, chegamos ao conjunto final de informações. O mapa sintese consiste na junção e cruzamento de todas as informações coletadas até o final desse estudo, colaborando assim para a elaboração do projeto urbano.

MUITA ÁREA VERDE

POUCA DENSIDADE URBANA

CARÊNCIA DE TRANSPORTE PÚBLICO

ÁREA COM RISCO DE ALAGAMENTO

CARÊNCIA DE ÁREA DE LAZER E CULTURAIS

ÁREA MUITO RESIDENCIAL

INEXISTÊNCIA DE EQUIPAMENTOS PÚBLICOS

Lazer - Recreio Shopping

Área Alagável

Área Verde

Local de Estudo

Pontos de Parada do BRT

V
DIAGNÓSTICO LOCAL

Problemas

A região não tem equipamentos públicos, o mais perto do local é uma escola que é inviavel ir andando.

Para os afazeres do dia a dia é necessário automóvel para ir ao comércio mais perto. No entorno há condomínios de alto padrão mas também há comunidades com carência de projetos sociais e infra-estrutura.

Existia na região o Museu do Pontal mas foi deslocado para Barra. Atualmente os moradores tem que se delocar pros grandes centros pra ter acesso a cultura.

A região fica em um local propício a enchentes, o que impossibilita a moradia sem ter um preparo do solo.

CAPÍTULO 2

Potêncialidades

Um lugar que pode proporcionar qualidade vida,por ser um lugar tranquilo e calmo.

Potencial de crescimento e de se transformar em um novo centro, com oportunidades de trabalho e edifícios comerciais.

Um refúgio com integração com a natureza, incentivo à sustentabilidade.

DIAGNÓSTICO LOCAL

Trazer pólos comerciais, empresariais e gastronômicos gerando empregos e movimentação.

2 4 6

Incentivo de transportes ativos e elétricos. Menos carros e mais pessoas!

Reinserir a comunidade ali existente, levando qualidade de vida para os moradores que já habitam no local.

Fazer a dragagem do rio, colocá-lo como local de lazer e cultura.

Trazer movimento, assim resignificando o local com mais segurança para viver.

Vida

Pessoas Movimentando

1 3 5 CAPÍTULO 2
Fazer um novo acesso para uma das principais vias da região. Assim facilitando o fluxo e acesso das redondezas para o novo centro. (Estrada dos Bandeirantes - Américas)

Vida na Cidade Atratividade

Entretenimento

Vida Saudável

PROPOSTA DE OCUPAÇÃO
Segura Pessoas se Movimentando

Desenvolvimento da Proposta Projetual

Sugestões de estrutura de UBS de acordo com o número de equipes implantadas e a cobertura populacional

CAPÍTULO 2
PROPOSTA DE OCUPAÇÃO

Programa de Necessidades

CAPÍTULO 2
PROPOSTA DE OCUPAÇÃO

Número de Famílias Trabalhando na UBS População Coberta

CAPÍTULO 2

Referências: Volumetria básica

Preservação de árvores e recuo para estacionamento

Implantação do volume bá sico e estacionamento

Abertura do volume para o acesso principal

Elementos vazados permitem entra da de ventilação e sombreamento

PROPOSTA DE OCUPAÇÃO

Referências: Cortes Esquemáticos e Materialidade

CAPÍTULO 2

Referências: Cobertura

PROPOSTA DE OCUPAÇÃO
• Apresentação
da Proposta
3 0

IMPLANTAÇÃO

CAPÍTULO 3
Apresentação da Proposta
CAPÍTULO 3 LAYOUT
Apresentação da Proposta
CAPÍTULO 3 CORTES
Apresentação da Proposta
CAPÍTULO 3
SUL
Apresentação da Proposta
CAPÍTULO 3 0
20 30 40 10 OESTE
ESCALA GRÁFICA
Apresentação da Proposta
CAPÍTULO 3 LESTE
Apresentação da Proposta
CAPÍTULO 3
0 ESCALA GRÁFICA 20 30 40 10 NORTE
Apresentação da Proposta
DETALHAMENTO
Apresentação da Proposta Apresentação da Proposta 2 05

https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/10.116/3375-acesso https://www.amorecreio.com.br/participe/acervo-digital - varias fotos antes e depois https://www.oriodejaneiro.com/recreio-dos-bandeirantes/ https://conhecendooriodejaneiro.wordpress.com/2015/04/21/recreio-dos -bandeirantes/ https://mapas.rio.rj.gov.br/ - legislação bairro a bairro https://www.data.rio/

http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/6438610/4221811/74LUOS PLC572017.pdf https://planodiretor-pcrj.hub.arcgis.com/ https://planodiretor-pcrj.hub.arcgis.com/pages/diagnostico https://siurb.rio/portal/apps/webappviewer/index.html?id=8d8f56bd 590c44e484f902985d7604f1

https://pt.weatherspark.com/y/30563/Clima-caracter%C3%ADstico-em -Rio-de-Janeiro-Brasil-durante-o-ano

Bibliografia
ANEXOS
ANEXOS

NOTAS:

1. Confirmar todas as medidas no local.

2. Cotas em metros.

***Projeto em desenvolvimento. Não liberado

Oeste
07
0 ESCALA GRÁFICA 20 30 40 10 ESC: 1 : 500 01 -IMPLANTAÇÃO ACESSO PRINCIPAL
06 Leste 07 Sul 06 Norte 2% 2% ATELIÊ DE PROJETO -ESCALAS: DATA: ALUNAS: PROFESSOR ORIENTADOR: DESENHO: ESCALA: UNESA ARQUITETURA E URBANISMO local. liberado para obra 1 : 500 UBS DOM Carlos Rodrigo Avilez Aline Steffen, Isadora Lixa e Marcelle Borges IMPLANTAÇÃO 22/11/2022 .01 N Nº da RevisãoData da RevisãoDescrição ACESSO SECUNDÁRIO ACESSO VEÍCULO
07 Oeste 07 Sul 06 Norte A= 8,00 m² 34 A= 7,50 m² 33 A= 7,50 m² 32 A= 9,00 m² 30 A= 3,20 m² 29 A= 9,00 m² 27 A= 6,50 m² 26 A= 9,00 25 A= 5,00 m² 9 A= 3,86 m² 5 A= 6,00 m² 4 A= 10,00 m² 1 A= 3,20 m² 28 A= 3,86 m² 6 A= 6,00 m² 7 A= 16,00 m² 8 A= 7,50 m² 31 A= 6,20 m² 2 A= 267,90 m² 35 A= 37,51 m² 36 A= 10,45 m² 3 38 37 40 39 -0,20 0,00 -0,05 0,00 0,00 -0,10 3% 1% 2,85 15 5,00 2 3,00 5,00 2,00 50,00 30,00 3,625 2,42 8 15,613 10 2,87 5 3 3,97 57 1,23 1 1,50 1,271 60 50 743 30 NOTAS: 1. Confirmar todas as medidas no local. 2. Cotas em metros. ***Projeto em desenvolvimento. Não liberado 0 ESCALA GRÁFICA 20 30 40 10 ESC: 1 : 200 PLANTA BAIXA -TÉCNICA

LEGENDA

1. Sala de Reunião 2. Administração e Gerência 3. Entrada 4. Sala de Imunização 5. Banheiro PNE -Feminino 6. Banheiro PNE -Masculino 7. Enfermagem 8. Farmácia 9. Secretaria 10. Sala de Documentos 11. WC dos Funcionários -FEM. 12. WC dos Funcionários -MASC. 13. Sala de Esterilização 14. Casa de Bombas 15. D.T.R.S. 16. Almoxarifado 17. Sala dos Funcionários -Copa 18. Agente Comunitário de Saúde 19. Área Externa -Funcionários 20. D.M.L 21. Expurgo 22. Bomba -Odontologia 23. Odontologia 24. Escovário 25. Sala de Curativos 26. Sala de Coleta 27. Consultório -Ginecologista 28. WC do Ginecologista -PNE 29. WC do Urologista -PNE 30. Consultório -Urologista 31. Consultório -Pediatria 32. Consultório 33. Consultório 34. Sala de Triagem 35. Recepção e Espera 36. Jardim Interno 37. Horta Comunitária 38. Bicicletário 39. Área Externa -Público 40. Estacionamento 41. Acesso Serviço

9,00 m² A= 9,89 m² 24 A=
A=
A=
m² 10 m²
3,00 m² 11 A= 3,00 m² 12 A= 9,00 m² 23 A=
m² 21 A=
m² 20
06 Leste
4,00
22
7,50
13
5,00
A= 5,00
17 A= 3,00
16 A= 4,12 m² 15 A= 4,13 m² 14
5,26
3,00
A= 8,00
18 19 41 -0,10
10 2,599 1,164 1,20 7 58 90 43 1,25 43 2828 99 30 329329 ATELIÊ DE PROJETO -ESCALAS: DATA: ALUNAS: PROFESSOR ORIENTADOR: DESENHO: ESCALA: UNESA ARQUITETURA E URBANISMO local. liberado para obra 1 : 200 UBS DOM Carlos Rodrigo Avilez Aline Steffen, Isadora Lixa e Marcelle Borges PLANTA BAIXA - TÉCNICA 22/11/2022 .02 N Nº da RevisãoData da RevisãoDescrição
07 Oeste 07 Sul 06 Norte A= 8,00 m² 34 A= 7,50 m² 33 A= 7,50 m² 32 A= 9,00 m² 30 A= 3,20 m² 29 A= 9,00 m² 27 A= 6,50 m² 26 A= 3,86 m² 5 A= 6,00 m² 4 A= 10,00 m² 1 A= 3,20 m² 28 A= 3,86 m² 6 A= 6,00 m² 7 A= 16,00 m² 8 A= 7,50 m² 31 A= 6,20 m² 2 A= 267,90 m² 35 A= 37,51 36 A= 10,45 m² 3 38 37 39 NOTAS: 1. Confirmar todas as medidas no local. 2. Cotas em metros. ***Projeto em desenvolvimento. Não liberado 0 ESCALA GRÁFICA 20 30 40 10 ESC: 1 : 200 PLANTA BAIXA -LAYOUT

LEGENDA

1. Sala de Reunião 2. Administração e Gerência 3. Entrada 4. Sala de Imunização 5. Banheiro PNE -Feminino 6. Banheiro PNE -Masculino 7. Enfermagem 8. Farmácia 9. Secretaria 10. Sala de Documentos 11. WC dos Funcionários -FEM. 12. WC dos Funcionários -MASC. 13. Sala de Esterilização 14. Casa de Bombas 15. D.T.R.S. 16. Almoxarifado 17. Sala dos Funcionários -Copa 18. Agente Comunitário de Saúde 19. Área Externa -Funcionários 20. D.M.L 21. Expurgo 22. Bomba -Odontologia 23. Odontologia 24. Escovário 25. Sala de Curativos 26. Sala de Coleta 27. Consultório -Ginecologista 28. WC do Ginecologista -PNE 29. WC do Urologista -PNE 30. Consultório -Urologista 31. Consultório -Pediatria 32. Consultório 33. Consultório 34. Sala de Triagem 35. Recepção e Espera 36. Jardim Interno 37. Horta Comunitária 38. Bicicletário 39. Área Externa -Público 40. Estacionamento 41. Acesso Serviço

06 Leste m² A= 9,00 m² 25 A= 9,89 m² 24 A= 4,00 m² 22 A= 7,50 m² 13 A= 5,00 m² 10 A= 5,00 m² 9 A= 5,00 m² 17 A= 3,00 m² 16 A= 4,12 m² 15 A= 4,13 m² 14 A= 3,00 m² 11 A= 3,00 m² 12 A= 9,00 m² 23 A= 5,26 m² 21 A= 3,00 m² 20 A= 8,00 m² 18 37,51 m² 36 40 19 41
ATELIÊ DE PROJETO -ESCALAS: DATA: ALUNAS: PROFESSOR ORIENTADOR: DESENHO: ESCALA: UNESA ARQUITETURA E URBANISMO local. liberado para obra 1 : 200 UBS DOM Carlos Rodrigo Avilez Aline Steffen, Isadora Lixa e Marcelle Borges PLANTA BAIXA - LAYOUT 22/11/2022 .03 N Nº da RevisãoData da RevisãoDescrição

1. Confirmar todas as medidas no local. 2. Cotas em metros. ***Projeto em desenvolvimento. Não liberado

07 Oeste NOTAS:
0
20 30 40 10
ESCALA GRÁFICA
ACESSO PRINCIPAL ESC: 1 : 200 PLANTA DE TELHADO
06 Leste 07 Sul 06 Norte ATELIÊ DE PROJETO -ESCALAS: DATA: ALUNAS: PROFESSOR ORIENTADOR: DESENHO: ESCALA: UNESA ARQUITETURA E URBANISMO local. liberado para obra 1 : 200 UBS DOM Carlos Rodrigo Avilez Aline Steffen, Isadora Lixa e Marcelle Borges PLANTA DE TELHADO 22/11/2022 .04 N 2% 2% ACESSO SECUNDÁRIO Nº da RevisãoData da RevisãoDescrição ACESSO VEÍCULO

A

ESC: 1 : 200

B

ESC: 1 : 200

ESCALA GRÁFICA

NOTAS:

1. Confirmar todas as medidas no local.

2. Cotas em metros.

***Projeto em desenvolvimento. Não liberado

1,12 8

0
20 30 40 10

local. liberado para obra

2,00

Clarabóia 4,50 5050 3,15 1,00

Térreo 0,00

Clarabóia 4,50 ALUNAS:

Laje 3,65 Forro Térreo 3,15

Térreo 0,00

Telhado 4,15 Rua -0,20

1 : Nº da RevisãoData da RevisãoDescrição

ESCALA: UNESA ARQUITETURA E URBANISMO

PROFESSOR ORIENTADOR: DESENHO:

200

UBS DOM Carlos Rodrigo Avilez Aline Steffen, Isadora Lixa e Marcelle Borges CORTES 22/11/2022 .05

Laje 3,65 Forro Térreo 3,15 1,12 1,12 1
Telhado 4,15 Rua -0,20 1,87 9 3,00 90 ATELIÊ DE PROJETO -ESCALAS: DATA:

0

Norte

ESC: 1 : 200

Leste

ESC: 1 : 200

NOTAS:

1. Confirmar todas as medidas no local.

2. Cotas em metros.

***Projeto em desenvolvimento. Não liberado

ESCALA GRÁFICA 20 30 40 10

Clarabóia 4,50

Laje 3,65 Forro Térreo 3,15

Térreo 0,00

Telhado 4,15 Rua -0,20

ATELIÊ DE PROJETO -ESCALAS: DATA: Nº da RevisãoData da RevisãoDescrição

ESCALA:

Steffen, Isadora

1 : 200

Clarabóia 4,50 Lixa e Marcelle Borges FACHADAS 22/11/2022 .06

ALUNAS: PROFESSOR ORIENTADOR: DESENHO:
Térreo 0,00 UNESA ARQUITETURA E URBANISMO
Laje 3,65 Forro Térreo 3,15 local. liberado para obra
Telhado 4,15 Rua -0,20 UBS DOM Carlos Rodrigo Avilez Aline

ESC: 1 : 200 Sul

Oeste

ESC: 1 : 200

0

ESCALA GRÁFICA 20 30 40 10

NOTAS:

1. Confirmar todas as medidas no local.

2. Cotas em metros.

***Projeto em desenvolvimento. Não liberado

Clarabóia 4,50

Laje 3,65 Forro Térreo 3,15

Térreo 0,00

Telhado 4,15 Rua -0,20

ORIENTADOR:

Clarabóia 4,50 ATELIÊ DE PROJETO -ESCALAS: DATA:

ESCALA: UNESA

liberado para obra 1 : 200

ALUNAS: PROFESSOR
DESENHO:
ARQUITETURA E URBANISMO local.
Térreo 0,00 UBS DOM Carlos
Laje 3,65 Forro Térreo 3,15 Aline
Telhado 4,15 Rua -0,20 .07
Rodrigo Avilez
Steffen, Isadora Lixa e Marcelle Borges FACHADAS 22/11/2022
Nº da RevisãoData da RevisãoDescrição

ESC: 1 : 50 Detalhamento

NOTAS:

1. Confirmar todas as medidas no local.

2. Cotas em metros.

***Projeto em desenvolvimento. Não liberado

2 05 ATELIÊ DE PROJETO -ESCALAS: DATA: ALUNAS: PROFESSOR ORIENTADOR: DESENHO: ESCALA: UNESA ARQUITETURA E URBANISMO local. liberado para obra
50 UBS DOM Carlos Rodrigo Avilez Aline Steffen, Isadora Lixa e Marcelle Borges DETALHAMENTO 22/11/2022 .08 Nº da RevisãoData da RevisãoDescrição
1 :

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