MARCO ANTONIO PORTELA
Nunca vĂ coisa mais bela
O desejo de reconhecimento e inserção no sistema de arte persegue todo e qualquer arDsta, não existe uma fórmula perfeita do sucesso, cada um busca seus caminhos e estratégias. O arDsta Marco Antonio Portela procura, com sua produção, refleDr de forma contundente e diverDda, usando muitas vezes o tom jocoso, minimizar esse peso e necessidade de aceitação imposto ao jovem arDsta. Para tal o uso excessivo de sua própria imagem reafirma essa críDca em tempos que todos desejam ser celebrados. Cabe aí também uma críDca não só ao sistema de arte mas a toda sociedade em sua busca excessiva de visibilidade. Em sua produção encontramos outra caracterísDca de igual relevância, a apropriação. Procedimento arOsDco esse que em sua grande maioria surge como homenagem, ressignificando os senDdos e expandindo conceitos. Por sinal esse termo é o lugar para localizarmos a obra de Portela: a fotografia expandida. A necessidade de aceitação e inserção no sistema de arte e/ou mercado de arte é uma questão que persegue não só a produção poéDca do arDsta, na verdade aDnge também sua produção acadêmica já que sua dissertação de mestrado defendida na UFF-RJ toca mais uma vez nesse ponto sob o Otulo de: Quero ser ArDsta.
CARA DE PAISAGEM
FotograďŹ a cor, modura de madeira 90 x 60cm
DISAPPEAR
Fotografia cor e acrílico 42 x 53cm
MOVIMENTO DADA FotograďŹ a cor e madeira tamanhos diversos
Movimento Dada I 28 x 30cm
Movimento Dada II 26 x 38cm
Movimento Dada III 22 x 38cm
Movimento Dada IV 30 x 40cm
PRÊT-À-PORTELA
Fotografia cor e madeira tamanhos diversos
QUERIA SER CILDO MAS AINDA ME FALTA PESO Fotografia cor, acrílico e imã 10 x 18 x 3cm
TOMEI COMO MINHAS SUAS BOLAS FotograямБa cor e madeira 82 x 82cm
Detalhe da obra
TOMEI COMO MINHAS SUAS BOLAS À NOITE Fotografia cor e madeira pintada de preto 82 x 82cm
MAP ESTÁ CONTENTE
Site specific de carimbos feitos nas paredes ou em tapumes dos locais onde exponho.