Clipping Fenabrave - 05/02/2019

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro 8159555 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 05/02/2019 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dhpCE3jI1f7N75pXyWX6rMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou nesta terça-feira, 5, a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. O número havia sido antecipado pelo Estado na última semana. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, o melhor desempenho para janeiro desde 2015, quando foram vendidas 253,8 mil unidades. Na comparação com dezembro, no entanto, o dado foi 14,8% inferior – tradicionalmente o último mês do ano é sempre um dos melhores em vendas. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,venda-de-veiculos-novos-cresce-10-2-emjaneiro,70002708463 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: André Ìtalo Rocha, O Estado de S.Paulo Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de carros sobe 8159556 - VALOR ECONÔMICO - São Paulo - SP - 05/02/2019

Em janeiro foram licenciados 190,7 mil automóveis e comerciais leves no país, alta de 8,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados ontem pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), entidade que representa os importadores. A Fenabrave também divulgará detalhes do licenciamento de veículos hoje.https://www.valor.com.br/empresas/6104045/curtas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ibovespa bate novo recorde com 98.588 pontos após vazamento sobre reforma da Previdência 8159557 - ADVFN - 05/02/2019

Representantes do governo se apressaram a informar que as propostas ainda não estão fechadas, e que terão de ser aprovadas pelo presidente Jair Bolsonaro. Mesmo assim, o mercado se animou e atingiu novo recorde, com o quinto pregão seguido de alta, destaca Álvaro Bandeira, da corretora ModalMais. O Índice Bovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na bolsa B3, bateu nesta segunda-feira (04) mais um recorde nominal ao encerrar o dia em 98.588 pontos, alta de 0,74% em relação ao pregão anterior. O recorde anterior, de 97.861 pontos, foi registrado na sexta-feira, 1º de fevereiro. O mercado brasileiro acompanhou a melhora das bolsas em Nova York, que também terminaram o dia em alta, e as notícias sobre a reforma da Previdência. Em sua mensagem ao Congresso na abertura dos trabalhos deste ano, o presidente Jair Bolsonaro, que segue internado em São Paulo se recuperando da cirurgia do intestino, a reforma da Previdência será prioridade. Ao mesmo tempo, vazamentos de informações sobre o projeto de reforma animaram os investidores. Segundo o jornal “O Estado de S.Paulo”, a proposta a ser encaminhada ao Congresso será muito mais profunda que a feita no governo Michel Temer, incluindo idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, um gatilho para elevar a idade mínima de 4 em 4 anos e a destinação de parte do FGTS para pagamento de benefícios. O regime próprio dos servidores teria contribuições complementares e o tempo mínimo de contribuição pode ser de 20 anos, com limites para acumulação de pensões. Políticos teriam que cumprir idade mínima de 65 anos e pedágio de 30%. Haveria mudanças ainda no abono para quem ganha até dois salários mínimos e nos benefícios assistenciais, o Loas, com a redução dos benefícios para deficientes e idosos. O tempo de contribuição para obter o benefício máximo subiria de 35 para 40 anos. A pressão negativa sobre o Ibovespa veio novamente das ações da Vale, com maior peso no índice. O papel fechou em queda de 3,4%, depois de perder mais de 5%, após o Ministério Público de Minas Gerais ter conseguido na Justiça a proibição do uso de oito barragens, incluindo a da mina de Brucutu, responsável por 7% da produção de minério de ferro da Vale. A empresa diz que tem relatórios que garantem a segurança das barragens e que vai recorrer da decisão. As ações chegaram a ser suspensas durante a tarde para a divulgação do fato relevante da mineradora. As maiores altas do Índice foram das ações preferenciais (PN, sem voto) da Gol, com 8,27%, por conta de comentários sobre a possibilidade de o governo de São Paulo reduzir o ICMS sobre o querosene de aviação. Santander Unit subiu 3,26%, Marfrig ON, 3,12% e Engie Brasil, 2,74%. As maiores quedas do índice foram das ações ON, com voto, da Vale, seguidas das PN da Bradespar, com 2,71%, Cielo ON, com 2,58% e Eletrobras ON, com queda de 2,10%. Entre os papéis mais negociados, os bancos foram destaque, com as ações preferenciais do Itaú Unibanco ganhando 2,27%. O banco divulgou um lucro recorrente, sem eventos extraordinários, de R$ 6,478 bilhões, 3,1% superior ao do mesmo período do ano passado, atingindo R$ 25,733 bilhões no ano de 2018, 3,4% maior que em 2017. O retorno sobre o patrimônio foi de 21,8% ao ano no trimestre e de 21,9% no ano. As ações do Bradesco também subiram, 2,17%. Na Europa, as bolsas fecharam em queda na Alemanha (o,04%) e na França (o,38%) e em alta em Londres (0,20%), novamente com notícias ruins relacionadas ao Brexit. Hoje, a chanceler alemã Angela Merkel disse não haver condição de renegociação dos termos do acordo. Mas que poderiam trabalhar alternativas para as fronteiras da Irlanda. Postura idêntica teve o principal negociador pela União Europeia, Michel Barnier. Já nos EUA, os dados econômicos indicam que o crescimento acelerado da economia não está pressionando a inflação no momento. O índice de condições empresariais de Nova York cedeu para 63,4 pontos em janeiro e as encomendas à indústria em novembro encolheram 0,6%, quando o esperado era alta de 0,1%. O Índice Dow Jones fechou em alta, de 0,70%, e o Standard & Poor’s 500, de 0,68%, enquanto o Nasdaq ganhou 1,15%. O mercado ficou na expectativa do resultado da empresa controladora do Google, a Alphabet, que saiu depois do fechamento. A empresa atingiu as


projeções do mercado, mas mesmo assim o papel caiu 2% no after market. A empresa divulgou um lucro no quarto trimestre de US$ 8,95 bilhões, ou US$ 12,77 por ação, comparados a um prejuízo de US$ 3,2 bilhões no mesmo período do ano passado. A projeção do mercado era de lucro de US$ 10,86 por ação. Na Venezuela, o presidente Maduro vai perdendo apoios e Juan Guaidó vai sendo reconhecido como presidente interino, destaca Bandeira. Em poucos dias, Áustria, Reino Unido, Espanha, França, Suécia e Alemanha; reconheceram Guaidó. Na agenda de amanhã, a expectativa é com as vendas de veículos de janeiro da Fenabrave e o PMI da atividade de serviços. Nos EUA, o saldo da balança comercial de dezembro e PMI da atividade de serviços, avalia Bandeira. http://br.advfn.com/jornal/2019/02/ibovespa-bate-novo-recorde-com-98-588-pontos-aposvazamento-sobre-reforma-da-previdencia Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,24% em janeiro, diz Fenabrave 8159559 - G1 - Rio de Janeiro - RJ - 05/02/2019

As vendas de veículos novos cresceram 10,24% em janeiro, divulgou nesta terça-feira (5) a federação das concessionárias, a Fenabrave. Foram 199.797 emplacamentos de automóveis, comerciais leves (incluindo picapes e furgões), ônibus e caminhões, contra 181.245 em janeiro de 2018. A projeção da entidade é de que as vendas cheguem a 2,85 milhões de unidades em todo o ano de 2019, o que representaria um aumento de 11,2% em relação ao ano passado. https://g1.globo.com/carros/noticia/2019/02/05/venda-de-veiculos-novos-cresce-1024-emjaneiro-diz-fenabrave.ghtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,24% em janeiro, diz Fenabrave 8159560 - BLOG ULTRADICAS - 05/02/2019

Foram 199,7 mil emplacamentos, contra 181,2 mil em janeiro de 2018 As vendas de veículos novos cresceram 10,24% em janeiro, divulgou nesta terça-feira (5) a federação das concessionárias, a Fenabrave. Foram 199.797 emplacamentos, contra 181.245 em janeiro de 2018. http://ultradicas.com.br/venda-de-veiculos-novos-cresce-1024-em-janeiro-diz-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: felipe Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave: venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro ante igual mês de 2018 8159561 - BROADCAST + - 05/02/2019

São Paulo, 05/02/2019 - A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou há pouco a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. (André Ítalo Rocha andre.italo@estadao.com) http://www.broadcast.com.br/cadernos/financeiro/?id=K0VHNSticGJaOFBxbVBnTjI5dnBwZz 09 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping ÍNDICES: Mercados acionários, moedas e agendas 8159564 - ÚLTIMO INSTANTE - São Paulo - SP - 05/02/2019 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dhpCE3jI1f5gTNO5lv/9/cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

05/02/2019 - 11:10 h Twitter Facebook LinkedIn Pinterest Google StumbleUpon Acompanhe o comportamento dos principais índices dos mercados acionários, das moedas e as agendas para esta terça-feira (05/19). ÁSIA – Ao final, o índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 1,95% a 6.005. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,19% aos 20.844. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,09% aos 36.616. Na Ásia, as bolsas fecharam com ganhos. A baixa liquidez é promovida pelo feriado do Ano Novo Lunar. O índice benchmark de ações da região, MSCI Asia Pacific fechou o dia com ganho de 0,3%. Os balanços financeiros ficaram nos destaques e o iene perdeu força para o dólar. As bolsas da China, Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan não operaram essa semana. EUROPA – Há pouco, o índice Stoxx Europe 600 estava em alta de 0,91% aos 363.19, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) seguia em alta de 0,96% a 19.789; o Ibex 35 (Madri) seguia em alta de 0,60% a 9.029; o DAX 30 (Frankfurt) estava em alta de 1,06% a 11.294; o FTSE100 (Londres) estava em alta de 1,40% a 7.132; o CAC 40 (Paris) seguia em alta de 0,96% a 5.048; e o PSI-20 (Lisboa) seguia em alta de 0,79% a 5.134. As bolsas da Europa voltaram para as reações positivas nesta terça-feira. O STOXX Europe 600 registra variação ante os bons resultados divulgados pela produtora de chips Infineon Technologies e AMS. O euro permanece sem força ante o dólar. A agenda da região está enfraquecida. ESTADOS UNIDOS – O S&P (futuros) estava em alta de 0,16% aos 2.725. O Dow Jones (futuros) seguia em alta de 0,32% aos 25.269. O Nasdaq (futuros) estava em alta de 0,23% aos 6.953. No mercado americano, os futuros operam para cima, com o índice DXY perto da estabilidade. A cautela deverá ser mantida no cenário americano com o presidente Donald Trump falando à nação esta noite (24h de Brasília) no tradicional “discurso sobre o Estado da União”, em Washington DC. Como o presidente americano é cheio de surpresas, é esperada alguma declaração sobre as negociações com a China, Coreia do Norte e também críticas e ameaças ao governo da Venezuela, Nicolás Maduro. O orçamento público e a disputa com os congressistas Democratas também não deverá ser esquecido pelo presidente. Os balanços financeiros, em dia de poucos indicadores, também deverão ficar no radar. BRASIL – O Ibovespa opera em queda de 0,13% aos 98.462 pontos. O dólar comercial perto da estabilidade com viés de queda aos R$3,673 para a venda. A bolsa de valores de São Paulo opera em queda marginal nesta terça-feira, com o foco em declarações do governo sobre a reforma da Previdência elaborada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A proposta surpreendeu positivamente os agentes do mercado, pela sua abrangência e profundidade, firmemente comprometida com o ajuste das contas públicas. A proposta ainda será submetida ao presidente Jair Bolsonaro, que deverá sair do hospital na próxima segunda-feira (11). A agenda global está praticamente vazia, com a China em feriado. O dólar dá sinais de desvalorização ante o real. Commodities A Petrobras anunciou o preço do litro da gasolina e do diesel para esta terça-feira (05/19). O preço para as distribuidoras e sem tributos para a gasolina foi fixado a R$1,4990 o litro. O preço do litro do diesel estava em R$2,0198. O petróleo referência, Brent, segue em queda de 0,08% aos US$62,67 o barril negociado na bolsa de Futuros de Londres. O petróleo WTI segue em queda de 0,38% e cotado aos US$54,36 o barril na bolsa


Mercantil de Futuros, Nova York. Para o minério de ferro não serão apresentados preços com o feriado na China. Agenda – 05 No Brasil, o PMI de Serviços, o Índice de Inflação da Famílias e as Vendas de Veículos – Fenabrave. Na Zona do Euro, o PMI de Serviços, Vendas no Varejo. Nos Estados Unidos*, a Balança Comercial, o PMI de Serviços e o ISM. *Nos Estados Unidos, as informações de vários indicadores constam nas agendas, porém, com a paralisação do governo por 35 dias promoveu atraso nos dados.https://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/noticias-destaque/indicesmercados-acionarios-moedas-e-agendas-23/277608/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping (MR - Agência Enfoque) 8159565 - ENFOQUE - 05/02/2019

AGENDA ECONÔMICA SEMANAL SÃO PAULO, 2/5/19 - SEGUNDA-FEIRA - 04/02 BRASIL: 05:00 FIPE: IPC (jan) BRASIL: 08:25 BC: Boletim Focus (semanal) ÁREA DO EURO: 10:00 Índice de Preço ao Produtor (jan) EUA: 14:45 Índice ISM de Nova Iorque (jan) EUA: 15:00 Pedidos de Fábrica (nov) TERÇA-FEIRA - 05/02 BRASIL: 10:00 Markit: Índice PMI do setor de serviços (jan) BRASIL: 10:00 Markit: Índice PMI composto (jan) BRASIL: 10:30 Fenabrave: Emplacamentos de veículos (jan) ALEMANHA: 06:55 Índice PMI Markit composto (jan) - final ÁREA DO EURO: 07:00 Índice PMI Markit composto (jan) - final ÁREA DO EURO: 07:00 Vendas no varejo (dez) - final REINO UNIDO; 07:30 Índice PMI de serviços (jan) EUA: 13:00 Índice ISM do setor de serviços (jan) EUA: 14:45 Índice PMI Markit composto (jan) - final QUARTA-FEIRA - 06/02 BRASIL: 11:20 Anfavea: Produção e venda de veículos (jan) BRASIL: 12:30 BC: Índice Commodities Brasil (IC-Br) (jan) BRASIL: 12:30 BC: Fluxo Cambial (semanal) BRASIL: BC: Anúncio da taxa básica de juros ALEMANHA: 07:00 Pedidos de Fábrica (dez) EUA: 13:30 Balança Comercial (nov) EUA: 15:30 Alteração no estoque de petróleo bruto da EIA (fev 1) QUINTA-FEIRA - 07/02 BRASIL: 08:00 FGV: Indicador Antecedente de Emprego (jan) BRASIL: 08:00 FGV: IGP-DI (jan) ALEMANHA: 05:00 Produção industrial (dez) REINO UNIDO: 10:00 Banco Central anunciará decisão de política monetária EUA: 11:30 Pedidos de auxílio desemprego (semanal) EUA: 15:30 Alteração no estoque de gás natural da EIA (fev 1) SEXTA-FEIRA - 08/02 BRASIL: 08:00 FGV: IPC-S (semanal)


BRASIL: 09:00 IBGE: IPCA (jan) BRASIL: 09:00 IBGE: Pesquisa Industrial Mensal - Regional (dez) ALEMANHA: 07:00 Balança Comercial (dez) (MR - Agência Enfoque) http://www.enfoque.com.br/headlines/ENEWS/022019/164068797.asp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping VW começa a implementar conceito de concessionária virtual 8159566 - LAPADA LAPADA - 05/02/2019

Carros Publicado 04/02/2019 - 21:14 por Da Redação Share Tweet A Volkswagen é a primeira marca instalada no Brasil a adotar um novo modelo de concessionária virtual. O projeto piloto está funcionando em 10 pontos de venda com um modelo mais enxuto (a partir de 90 metros quadrados ) e com recursos digitais como tela de alta resolução sensível ao toque e óculos de realidade virtual. LEIA MAIS: Pablo Di SI, presidente da VW Brasil atribui ao seu time o sucesso da montadora Os planos da VW incluem instalar mais de 100 pontos com o novo conceito de concessionária virtual no Brasil até o fim de 2019. A reportagem de iG Carros esteve em um desses pontos, na Rua Colômbia, em São Paulo, e pode constatar como a novidade funciona. É possível não apenas customizar o carro, mas também ter a sensação de estar dentro dele com ajuda dos óculos de realidade virtual. No vídeo abaixo é possível constatar a alta qualidade das imagens que aparecem na tela sensível ao toque. De fato, o sistema funciona com boa rapidez e de maneira bem intuitiva, o que torna fácil escolher o carro ideal já sabendo tudo sobre ele, além do preço e as opções de financiamento. Veja Também Honda City da nova geração terá versão híbrida em 2021 Ao colocar os óculos, você se transporta para o mundo virtual, mas que parece real, tamanho o nível de detalhes. Basta fixar o olhar para o carro escolhido que, em instantes, sua visão passa a ser em frente ao volante . Então, mudando o foco para diversos pontos do interior, como central multimídia, quadro de instrumentos, sistema de som, entre outros, aparecem detalhes sobre cada item. Concessionária virtual é o novo paradigma Durante a apresentação do sistema, interessante foi que escolheram um vendedor para explicar alguns detalhes, o que mostra que não apenas Volkswagen dá a devida importância para sua rede, mas que essa função tende a ser mais valorizada e a oferecer oportunidades, uma vez que o volume de pontos de venda tendem a aumentar e, além disso, será cada vez mais frequente vendedores indo até onde o cliente estiver com instrumentos como tablet e óculos de realidade virtual. LEIA MAIS: O que o setor automotivo tem a aprender com as lojas da Apple e da Nespresso? Interessante também é que o sistema de concessionária virtual é atualizado diariamente. Por isso, o cliente terá sempre informações precisas sobre todos os detalhes e de novidades. Um exemplo é o SUV T-Cross , que passará fazer parte das opcões do menu de escolhas logo depois da apresentação do carro, marcada para o próximo dia 19. Veja Também CET cancela multas por rodízio aplicadas na manhã desta segunda, após caos em SP A atualização também acontece no mobiliário e em outros pontos, de acordo com o Fabio Rabelo, gerente-executivo de Digitalização e Novos Modelos de Negócios da Volkswagen do Brasil. Assim, na concessionária que visitamos, ainda não havia cadeiras giratórias que ajudam bastante na experiência com os óculos de realidade virtual, mas isso já está sendo provindenciado. Importante também é que, a partir de junho, será possível fazer toda a compra do carro no ambiente online.


Quebras de paradigmas precisam ser a regra. Por que não vender carros em lojas franqueadas? Por que não copiar a maioria das marcas alemãs, que entregam carros numa visita opcional à fábrica, com hora marcada, e com direito a um test-drive em pistas fechadas, com instrutor a bordo? As concessionárias VW estão entre os exemplos a serem seguidos daqui para frente. LEIA MAIS: Ford e Volkswagen oficializam parceria global Com o novo modelo de concessionária virtual , a Volkswagen mostra mais um exemplo de que deixou de ser a marca apenas de um carro de sucesso, como o Gol, líder de vendas por 26 anos consecutivos, mas sim uma fabricante que segue no caminho da nova era digital, com conceito simples, mas que deverá fazer toda diferença no mercado cada vez mais competitivo e desafiador. Fonte: IG Carros Da Redação publicidade Carros Publicado 04/02/2019 - 21:14 por Da Redação A história do Ford Mustang Shelby GT500 é quase tão impressionante quanto as marcas de pneus que os proprietários de cada geração deixaram no asfalto. O que começou como um pacote de upgrade de corridas aftermarket de Carroll Shelby em 1967 acabou se transformando em uma espécie de pônei de alta potência com um coração de tirar o fôlego. E agora a Ford apresentou no Salão de Detroit a versão 2020 do Mustrang Shelby que tem um motor com nada menos que 700 cavalos de potencia. LEIA MAIS: Raptor, a super picape da Ford Soma poder, tecnologia e sofisticação, acelerando de zero a 100 em apenas três segundos e meio, alcançando uma velocidade de mais de 300 quilômetros por hora. A transmissão do Shelby GT500 é de sete velocidades de dupla embreagem. Com mudanças em apenas 100 milissegundos, a nova caixa de câmbio é, sem dúvida, mais rápida do que uma configuração manual. Os vários modos de condução do GT500 (incluindo Normal, pista molhada, Esporte, neve e pista) otimizam o comportamento de transmissão para a condução à mão. Curiosamente, o modo esportivo é ajustado para produzir os desvios mais rápidos, enquanto o modo de pista prioriza a suavidade para evitar que o carro fique fora de forma. Veja Também Sai de linha a Honda CG 125, o veículo mais vendido do Brasil LEIA MAIS: Confira o vídeo do Chevrolet Camaro 2019 Como o seu irmão menos potente, o GT350 de 562 cv, o GT500 2020 começa com um V8 de bloco de alumínio de 5.2 litros montado à mão. O novo GT500 apresenta uma geometria de suspensão única, juntamente com molas mais leves nas quatro rodas. Os amortecedores tem um fluido que muda a viscosidade alterando os níveis de resistência quase instantaneamente. Esta é a primeira vez que a tecnologia chega ao GT500, o que deve permitir curvas mais suaves enquanto preserva a qualidade da viagem. O Track Pack também inclui a asa de fibra de carbono ajustável (a Ford diz que permite mais força descendente traseira do que o seu supercarro GT ), juntamente com os difusores frontais. As rodas são de 20 polegadas. Naturalmente, a frenagem foi substancialmente aprimorada, com freios Brembo incluindo discos dianteiros duplos. São os maiores encontrados em qualquer cupê doméstico. As pinças dianteiras fixas de seis pistões são montadas na frente e as unidades de quatro pistões são nas rodas de atrás. Veja Também GM e Onix: o melhorjaneiro da história do campeão de vendas Para um exterior tão chamativo, as mudanças de cabine para o Shelby GT500 2020 são realmente bastante suaves. Há apliques de fibra de carbono opcionais, juntamente com acabamento de porta de camurça. Os bancos são Recaro e oferecem muito conforto ao


motorista. A maior diferença do interior, no entanto, é a inclusão de uma nova alavanca de câmbio rotativa eletrônica. LEIA MAIS: Renault ainda estuda a chegada da picape Alaskan no Brasil O Shelby GT500 2020 deve ser uma verdadeira fera na pista. A maioria dos carros viverá seus dias nas ruas, é claro, e, para isso, a Ford não descarta o conforto dos ocupantes. O Sync 3 com tela sensível ao toque faz parte da equação, incluindo o Apple CarPlay e a compatibilidade com o Android Auto , e um cluster de medidor reconfigurável de 12 polegadas adiciona flexibilidade e uma sensação de alta tecnologia. Fonte: IG Carros Continue lendo Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Veja Também GM e Onix: o melhorjaneiro da história do campeão de vendas Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação


preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Veja Também Vendas de automáticos no Brasil vão superar as de manuais em 2019 Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros Continue lendo Últimas Notícias Economia 05/02/2019 - 00:25 Economia 05/02/2019 - 00:25 Mulher 05/02/2019 - 00:25 Jurídico 04/02/2019 - 23:17 Mato Grosso 04/02/2019 - 23:17 Destaques Chapada dos Guimarães 04/02/2019 - 21:39 Visualizações 44 João Batista Camargo, conselheiro interino relator das contas anuais de governo ACESSO RÁPIDO DIÁRIO OFICIAL DE CONTAS...


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Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Shelby GT500, o Mustang mais potente da história 8159567 - LAPADA LAPADA - 05/02/2019

Carros Publicado 04/02/2019 - 21:14 por Da Redação Share Tweet A história do Ford Mustang Shelby GT500 é quase tão impressionante quanto as marcas de pneus que os proprietários de cada geração deixaram no asfalto. O que começou como um pacote de upgrade de corridas aftermarket de Carroll Shelby em 1967 acabou se transformando em uma espécie de pônei de alta potência com um coração de tirar o fôlego. E agora a Ford apresentou no Salão de Detroit a versão 2020 do Mustrang Shelby que tem um motor com nada menos que 700 cavalos de potencia. LEIA MAIS: Raptor, a super picape da Ford Soma poder, tecnologia e sofisticação, acelerando de zero a 100 em apenas três segundos e meio, alcançando uma velocidade de mais de 300 quilômetros por hora. A transmissão do Shelby GT500 é de sete velocidades de dupla embreagem. Com mudanças em apenas 100 milissegundos, a nova caixa de câmbio é, sem dúvida, mais rápida do que uma configuração manual. Os vários modos de condução do GT500 (incluindo Normal, pista molhada, Esporte, neve e pista) otimizam o comportamento de transmissão para a condução à mão. Curiosamente, o modo esportivo é ajustado para produzir os desvios mais rápidos, enquanto o modo de pista prioriza a suavidade para evitar que o carro fique fora de forma. Veja Também Honda City da nova geração terá versão híbrida em 2021 LEIA MAIS: Confira o vídeo do Chevrolet Camaro 2019 Como o seu irmão menos potente, o GT350 de 562 cv, o GT500 2020 começa com um V8 de bloco de alumínio de 5.2 litros montado à mão. O novo GT500 apresenta uma geometria de suspensão única, juntamente com molas mais leves nas quatro rodas. Os amortecedores tem um fluido que muda a viscosidade alterando os níveis de resistência quase instantaneamente. Esta é a primeira vez que a tecnologia chega ao GT500, o que deve permitir curvas mais suaves enquanto preserva a qualidade da viagem. O Track Pack também inclui a asa de fibra de carbono ajustável (a Ford diz que permite mais força descendente traseira do que o seu supercarro GT ), juntamente com os difusores frontais. As rodas são de 20 polegadas. Naturalmente, a frenagem foi substancialmente aprimorada, com freios Brembo incluindo discos dianteiros duplos. São os maiores encontrados em qualquer cupê doméstico. As pinças dianteiras fixas de seis pistões são montadas na frente e as unidades de quatro pistões são nas rodas de atrás. Veja Também Conheça 5 versões bem elogiadas no exterior, mas que não existem no Brasil Para um exterior tão chamativo, as mudanças de cabine para o Shelby GT500 2020 são realmente bastante suaves. Há apliques de fibra de carbono opcionais, juntamente com acabamento de porta de camurça. Os bancos são Recaro e oferecem muito conforto ao motorista. A maior diferença do interior, no entanto, é a inclusão de uma nova alavanca de câmbio rotativa eletrônica. LEIA MAIS: Renault ainda estuda a chegada da picape Alaskan no Brasil O Shelby GT500 2020 deve ser uma verdadeira fera na pista. A maioria dos carros viverá seus dias nas ruas, é claro, e, para isso, a Ford não descarta o conforto dos ocupantes. O Sync 3 com tela sensível ao toque faz parte da equação, incluindo o Apple CarPlay e a compatibilidade com o Android Auto , e um cluster de medidor reconfigurável de 12


polegadas adiciona flexibilidade e uma sensação de alta tecnologia. Fonte: IG Carros Da Redação publicidade Carros Publicado 04/02/2019 - 21:14 por Da Redação A Volkswagen é a primeira marca instalada no Brasil a adotar um novo modelo de concessionária virtual. O projeto piloto está funcionando em 10 pontos de venda com um modelo mais enxuto (a partir de 90 metros quadrados ) e com recursos digitais como tela de alta resolução sensível ao toque e óculos de realidade virtual. LEIA MAIS: Pablo Di SI, presidente da VW Brasil atribui ao seu time o sucesso da montadora Os planos da VW incluem instalar mais de 100 pontos com o novo conceito de concessionária virtual no Brasil até o fim de 2019. A reportagem de iG Carros esteve em um desses pontos, na Rua Colômbia, em São Paulo, e pode constatar como a novidade funciona. É possível não apenas customizar o carro, mas também ter a sensação de estar dentro dele com ajuda dos óculos de realidade virtual. No vídeo abaixo é possível constatar a alta qualidade das imagens que aparecem na tela sensível ao toque. De fato, o sistema funciona com boa rapidez e de maneira bem intuitiva, o que torna fácil escolher o carro ideal já sabendo tudo sobre ele, além do preço e as opções de financiamento. Veja Também Ford lança versão Titanium 2019 do EcoSport semestepe na traseira Ao colocar os óculos, você se transporta para o mundo virtual, mas que parece real, tamanho o nível de detalhes. Basta fixar o olhar para o carro escolhido que, em instantes, sua visão passa a ser em frente ao volante . Então, mudando o foco para diversos pontos do interior, como central multimídia, quadro de instrumentos, sistema de som, entre outros, aparecem detalhes sobre cada item. Concessionária virtual é o novo paradigma Durante a apresentação do sistema, interessante foi que escolheram um vendedor para explicar alguns detalhes, o que mostra que não apenas Volkswagen dá a devida importância para sua rede, mas que essa função tende a ser mais valorizada e a oferecer oportunidades, uma vez que o volume de pontos de venda tendem a aumentar e, além disso, será cada vez mais frequente vendedores indo até onde o cliente estiver com instrumentos como tablet e óculos de realidade virtual. LEIA MAIS: O que o setor automotivo tem a aprender com as lojas da Apple e da Nespresso? Interessante também é que o sistema de concessionária virtual é atualizado diariamente. Por isso, o cliente terá sempre informações precisas sobre todos os detalhes e de novidades. Um exemplo é o SUV T-Cross , que passará fazer parte das opcões do menu de escolhas logo depois da apresentação do carro, marcada para o próximo dia 19. Veja Também Abarth celebra os 70 anos com o lançamento de linha comemorativa A atualização também acontece no mobiliário e em outros pontos, de acordo com o Fabio Rabelo, gerente-executivo de Digitalização e Novos Modelos de Negócios da Volkswagen do Brasil. Assim, na concessionária que visitamos, ainda não havia cadeiras giratórias que ajudam bastante na experiência com os óculos de realidade virtual, mas isso já está sendo provindenciado. Importante também é que, a partir de junho, será possível fazer toda a compra do carro no ambiente online. Quebras de paradigmas precisam ser a regra. Por que não vender carros em lojas franqueadas? Por que não copiar a maioria das marcas alemãs, que entregam carros numa visita opcional à fábrica, com hora marcada, e com direito a um test-drive em pistas fechadas, com instrutor a bordo? As concessionárias VW estão entre os exemplos a serem


seguidos daqui para frente. LEIA MAIS: Ford e Volkswagen oficializam parceria global Com o novo modelo de concessionária virtual , a Volkswagen mostra mais um exemplo de que deixou de ser a marca apenas de um carro de sucesso, como o Gol, líder de vendas por 26 anos consecutivos, mas sim uma fabricante que segue no caminho da nova era digital, com conceito simples, mas que deverá fazer toda diferença no mercado cada vez mais competitivo e desafiador. Fonte: IG Carros Continue lendo Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Veja Também Abarth celebra os 70 anos com o lançamento de linha comemorativa Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência


(caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Veja Também Sai de linha a Honda CG 125, o veículo mais vendido do Brasil Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros Continue lendo Últimas Notícias Economia 05/02/2019 - 00:25 Economia 05/02/2019 - 00:25 Mulher 05/02/2019 - 00:25 Jurídico 04/02/2019 - 23:17 Mato Grosso 04/02/2019 - 23:17 Destaques Chapada dos Guimarães 04/02/2019 - 21:39 Visualizações 44 João Batista Camargo, conselheiro interino relator das contas anuais de governo ACESSO RÁPIDO DIÁRIO OFICIAL DE CONTAS...


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Clipping Mercado de veículos começa o ano com alta de 10% 8159568 - SINCOPEÇAS - 05/02/2019

Mês de janeiro é o melhor desde 2016 e sinaliza continuidade do crescimento no setor Com total de 199.814 veículos emplacados em janeiro, o mercado automotivo iniciou o ano com alta de 10,2% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Em relação a dezembro, quando foram licenciadas 234,5 mil unidades, houve queda de 14,8%, mas esse movimento na virada do ano é normal, visto que o primeiro mês de ano, marcado por período de festas e férias, é tradicionalmente mais fraco. Para se ter uma ideia do desempenho favorável de janeiro deste ano basta lembrar que em 2016 foram vendidos 155,6 mil veículos, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, e no ano seguinte apenas 147,2 mil. A reação do setor vem sendo sentida desde o ano passado, quando o mercado encerrou o ano com índice de crescimento acima do esperado tanto pela Anfavea, a entidade que representa as montadoras, como também pela Fenabrave, a federação dos distribuidores de veículos. LEIA MAIS ?Fenabrave refaz projeção pela terceira vez no ano ?Anfavea admite rever para cima a meta de vendas internas ?Anfavea projeta produção de 3,14 milhões de veículos este ano Segundo fonte do setor de distribuição, as vendas nos últimos dois dias de janeiro foram marcadas por grandes negócios com frotistas, o que tem sido corriqueiro nos últimos meses. Na quarta-feira, 30, houve perto de 13 mil emplacamentos e no dia 31, quinta-feira, outros 15 mil. LEIA MAIS ?Anfavea terá chapa única encabeçada por Luiz Carlos Moraes Na média do mês, as vendas por dia útil ficaram em 9.082 unidades, um número razoável para janeiro, até porque houve o feriado da cidade de São Paulo, dia 25, o principal mercado de veículos do País. Na próxima terça-feira, 5, a Fenabrave divulgará o balanço detalhado de janeiro, com números relativos aos diferentes mercados, com os de veículos leves e pesados, e também por marcas e segmentos. Fonte: Auto Indústria (Por Alzira Rodrigues) http://portaldaautopeca.com.br/mercado-de-veiculos-comeca-o-ano-com-alta-de-10/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping O MERCADO na 2ª feira: Ibovespa no topo histórico. Dólar sobe a R$ 3,669 8159569 - JORNAL FRANQUIA - 04/02/2019

Diário do Mercado na 2ª feira, 04.02.2019 Bolsa fecha na máxima, em novo topo histórico Comentário. Após a definição dos presidentes da Câmara e do Senado no fim de semana, o mercado ainda aguardava, diante da renovação nas duas casas, com cautela e mensurava os riscos em torno do progresso da agenda de reformas, o que refletiu em perdas dos ativos locais durante boa parte do pregão. Mais tarde, uma suposta minuta da Reformada Previdência, divulgada pela mídia, apesar de não oficial, impactou positivamente os ativos. Vista como mais profunda em comparação ao projeto do governo anterior e com trechos endossados por representantes do executivo, seu conteúdo animou os investidores levando o Ibovespa a encerrar em sua máxima, renovando, pela décima terceira vez em 2019, seu recorde histórico de fechamento. Já o dólar e os juros renunciaram boa parte da firme alta pela qual passaram na maior parte da sessão. Os ganhos por aqui também coincidiram com as máximas das bolsas de NY, em meio ao otimismo decorrente dos resultados das empresas de tecnologia. Ibovespa. Embora tenha passado a maior parte da sessão em queda, o principal índice passou a acumular ganhos durante a tarde e encerrou na máxima intradiária, aos 98.588 pts (+0,74%), renovando mais uma vez o recorde histórico de fechamento. O setor financeiro e a Petrobras foram os grandes responsáveis pela alta. Vale e Cielo lideraram as perdas. Apenas 18 dos 65 papéis do índice recuaram. O Ibovespa fechou aos 98.588 pts (+0,74%) , acumulando alta de 12,18% no ano, e de 17,31% em 12 meses. O giro financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 14,0 bilhões, sendo R$ 13,6 bilhões no mercado à vista. Capitais Externos na Bolsa No dia 31 de janeiro (último dado disponível), houve retirada líquida de capital estrangeiro em R$ 3 milhões, diminuindo o saldo positivo de janeiro que encerrou em R$ 1,5 bilhão. Agenda Econômica. No Brasil, o IPC-Fipe avançou 0,58% no encerramento de janeiro ante alta de 0,09% apresentada em dezembro, segundo dados da FGV. O dado representa a terceira aceleração consecutiva. O resultado ficou dentro das previsões de mercado que iam desde uma alta de 0,49% a 0,60%, ficando levemente acima da mediana prevista de +0,56%. Nos EUA, as encomendas à indústria caíram 0,6% em novembro de 2018, de acordo com os dados divulgados pelo Departamento do Comércio norte americano. O consenso previa alta de 0,3% para o período. Câmbio e CDS. A divisa norte americana encerrou com leve alta ante o real, sincronizada com o movimento majoritário de valorização do dólar frente às demais moedas. O dólar comercial (interbancário) encerrou em R$ 3,6690 (+0,30%), acumulando uma alta de 0,30% no mês, uma desvalorização de -5,32% no ano, e uma alta de 14,09% em 12 meses. Risco País O risco medido pelo CDS Brasil de 5 anos recuou a 165 pontos, ante 167 pontos da última sessão. Juros. Os juros futuros encerraram a sessão regular próximos da estabilidade, com ligeiro viés de alta, alinhados com a valorização do dólar frente ao real e as demais divisas emergentes.


O DI para janeiro de 2020 encerrou em 6,37% ante 6,36% da última sessão. O DI para janeiro de 2021 passou de 6,95% para 6,98%. O DI para janeiro de 2023 subiu de 8,04% para 8,06% hoje. O DI para janeiro de 2025 finalizou em 8,56% frente 8,55%. Para a semana. Brasil: PMI Serviços e Composto; Vendas de veículos Fenabrave; Vendas, Produção e Exportação de veículos Anfavea; Taxa Selic; IGP-DI; IPCA. EUA: PMI Serviços e Composto; Seguro desemprego; entre outros indicadores represados pelo Shutdown, em caso de resolução. Alemanha: PMI Serviços e Composto; Produção industrial. França: PMI Serviços e Composto; Produção industrial. Confira no anexo a íntegra do relatório elaborado por RICARDO VIEITES, CNPI, do BB Investimentos. Clique aqui para acessar o aquivo PDF Fonte: RICARDO VIEITES, CNPI, do BB Investimentos. http://www.jornalfranquia.com.br/?pg=desc-noticias&id=20178 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping ACOMPANHE OS PRINCIPAIS EVENTOS DO DIA 05/02/2019 8159570 - INVESTIMENTOS E NOTÍCIAS - São Paulo - SP - 05/02/2019

Acompanhe a divulgação dos principais indicadores econômicos do dia: BRASIL * Brasil Markit divulga às 10h, Índice PMI do setor de serviços de janeiro. * Brasil Markit divulga às 10h, Índice PMI composto de janeiro. * Fenabrave divulga às 10h30, Emplacamentos de veículos de janeiro. INTERNACIONAL ALEMANHA 06:55 Índice PMI Markit composto de janeiro - final ÁREA DO EURO 07:00 Índice PMI Markit composto de janeiro - final REINO UNIDO 07:30 Índice PMI composto de janeiro EUA 13:00 Índice ISM do setor de serviços de janeiro (Redação - Investimentos e Notícias) http://investimentosenoticias.com.br/noticias/economia/acompanhe-os-principais-eventos-dodia-05-02-2019 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos no Brasil tem início de ano positivo 8159573 - AGÊNCIA O GLOBO - Rio de Janeiro - RJ - 04/02/2019

Indústrias / O mercado automobilístico dá bons sinais para o ano de 2019. É isso o que se pode observar ao analisar os primeiros 15 dias do ano, em que foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. De acordo com a agência AutoInforme, na média, foram comercializados 8.367 carros por dia, comparado aos 7.855 dos 15 primeiros dias de 2018, embora as duas quantidades considerem apenas 10 dias úteis. Porém, algo que não mudou foram as fabricantes que mais venderam: Chevrolet, Volkswagen e Fiat. A Toyota subiu três posições em relação ao último ranking e agora ocupa a quarta colocação, com 8.616 unidades comercializadas, ou seja, 10,3% de participação. Cenário da primeira quinzena de 2019 pode refletir o do início do ano Tais dados podem servir como um indicativo para o que o mercado reserva, ao menos no início do ano. Uma novidade, por exemplo, foi o aumento das vendas da Toyota, graças à volta do Corolla entre os 10 mais emplacados: foram 2.060 na primeira quinzena do ano. A Jeep e a Honda também protagonizaram uma mudança interessante: a americana foi para o sétimo lugar da lista, enquanto a japonesa ficou em nono. No ranking passado, as posições estavam trocadas. Chama atenção também a Citroën, que ultrapassou a também francesa Peugeot e, agora, está na 11ª posição. Em relação aos fabricantes, o topo da lista é puxado pela Chevrolet (14.326 unidades), seguida pela Volkswagen (12.675), Fiat (11.355), Toyota (11.355), Ford (7.311), Hyundai (6.312), Renault (5.790), Jeep (4.272), Honda (3.804) e Nissan (3.330). Já no ranking de modelos, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a lista é puxada pelo Chevrolet Onix (6.772, contra 6.911 no mesmo período de 2018), Ford Ka (3.478 x 2.855), Hyundai HB20 (3.255 x 3.504), Chevrolet Prisma (2.671 x 2.561) e Volkswagen Gol (2.516 x 2.607). Fechando o top 10, aparecem Volkswagen Polo (2.432 x 2.989), Jeep Renegade (2.343 x 1.193), Toyota Corolla (2.059 x 2.500), Nissan Kicks (1.922 x 1.339) e Jeep Compass (1.919 x 1.996). Alguns dos maiores destaques foram o aumento das vendas do Jeep Renegade (96,40%), Nissan Kicks (43,54%) e Ford Ka (21,82%), bem como a queda do Volkswagen Polo (22,90%) e do Hyundai HB20 (-7,65%). Embora os emplacamentos do Chevrolet Onix tenham caído 2,05%, ele ainda é o veículo mais vendido do Brasil, tendência que já vem acontecendo há um bom tempo. Se você está interessado em aproveitar o sentimento de novidade trazido pela virada do ano e adquirir um carro em Americana, Sorocaba, Limeira, Jundiaí e outras cidades do interior de São Paulo, bem como de todo o Brasil, conte com a Comprecar, que reúne uma grande quantidade de veículos para os mais variados gostos e preferências e, certamente, traz a opção ideal para você. Website: https://www.comprecar.com.br/ http://www.agenciaoglobo.com.br/dinonews/Default.aspx?idnot=55467&tit=Venda+de+ve%C 3%ADculos+no+Brasil+tem+in%C3%ADcio+de+ano+positivo Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping São Bernardo sedia 1º Congresso Latino-Americano da Indústria Automotiva 8159574 - NEGÓCIOS EM MOVIMENTO - 04/02/2019

O Centro de Formação dos Profissionais da Educação (Cenforpe) Ruth Cardoso, no bairro Planalto, recebe nos dias 25 e 26 de março, das 9h às 17h, o 1º Congresso LatinoAmericano da Indústria Automotiva, organizado pela Prefeitura de São Bernardo em parceria com a editora Autodata, principal publicação de análise econômica e de assuntos relacionados ao setor automotivo. O evento terá como diretriz a discussão sobre a integração entre as empresas do setor para aumento da competitividade. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: www.autodata.com.br/seminarios_interna.php?id=39 Importantes autoridades do âmbito nacional e estadual, além de presidentes e executivos das principais montadoras (Ford, GM, Volkswagen, Scania, Mercedes-Benz, Toyota e outras) e de fornecedores de autopeças foram convocadas para o debate. Entre os nomes já confirmados está o do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, do governador do Estado de São Paulo, João Doria, e do ministro da Indústria e do Trabalho da Argentina, Sr. Dante Sica, e o secretário Especial da Receita Federal do Brasil, Marcos Cintra. Também estarão presentes integrantes da academia, representados por universidades da região, como o Instituto Mauá de Tecnologia, entre outros. A atração do evento para a cidade faz parte da política implementada pela Administração municipal de fomento ao setor e ao desenvolvimento de políticas voltadas à qualificação e aprimoramento dos processos produtivos, como forma de agregar valor ao que é produzido localmente. De acordo com o chefe do Executivo municipal, a realização de um evento com esta projeção e caráter regionalizado em São Bernardo é “emblemático”, uma vez que a cidade é considerada o berço do setor automotivo no País. “Como maior mercado regional do setor automotivo, o Brasil detém expertise e papel de liderança frente aos demais mercados da América Latina, o que coloca nossa região no centro intelectual das discussões sobre o futuro da indústria, investimentos e tendências para o setor”, destacou Morando. O Congresso também trará contribuições para as discussões sobre a necessidade de evolução e aprimoramento do nível tecnológico aplicado nos processos produtivos e sobre o fortalecimento deste setor econômico para a região, sobretudo para São Bernardo, que detém o maior número de indústrias, com reflexo direto no nível de arrecadação, geração e manutenção de empregos e oferta de renda. Os debates serão feitos por meio de mesas redondas e palestras. Paralelamente aos eventos, haverá salas de vidro, localizadas no 1º andar interno, onde ocorrerão encontros do Departamento de Engenharia das empresas participantes, além de estandes e paineis. Confira a programação prévia do evento (sujeita a alterações): DIA 25/03 – SEGUNDA-FEIRA 09h00/09h30 – Abertura Oficial 09h30/11h00 – Pronunciamentos Oficiais: Boas-vindas do Prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando Júnior, Ministro da Fazenda do Brasil, Paulo Guedes (a confirmar), Ministro da Indústria e do Trabalho da Argentina, Dante Sica, e Governador de São Paulo, João Dória. 11h15/12h45 – Mesa Redonda com presidentes da Anfavea (Antonio Megale), Adefa (Luis Pelaez Gamboa), Sindipeças (Dan ioschpe), Afac (Raul Amil). Tema: A convergência 2030 entre as indústrias automotivas de Brasil e Argentina. 12h45/14h00 – Intervalo 14h15/14h45 – Palestra Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque, Secretário Especial da Receita Federal do Brasil. Tema: O futuro da economia brasileira frente à proposta de uma nova estrutura tributária para o País. 14h45/15h45 – Mesa redonda com Besaliel Botelho (presidente da Bosch), Paulo Santos (presidente da APTIV), Mauro Ribeiro (presidente da CAOA Montadora e da SAE), e representante do governo brasileiro (secretaria da indústria e do comércio do Ministério da Fazenda ou do Ministério da Ciência e Tecnologia). Tema: A necessidade de evolução tecnológica da indústria automotiva no curto prazo e as dificuldades impostas pelas legislações de Brasil e Argentina para que isto possa acontecer.


15h45/16h15 – Intervalo 16h15/17h30 – Mesa redonda com os presidentes das montadoras de veículos comerciais (Phillipp Schiemer, CEO da MBB América Latina; Christopher Pordgorski, CEO da Scania Latin America; e Roberto Cortes, CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus). Tema: A indústria 4.0 e o futuro do Brasil como um dos mais eficientes e competitivos centros de produção e comercialização de veículos comerciais. 17h00 – Encerramento do primeiro dia DIA 26/030 – TERÇA-FEIRA (SEGUNDO DIA DO EVENTO) 09h00/09h30 – Abertura 09h30/10h00 – Mesa redonda com os presidentes de entidades de concessionárias do Brasil e da Argentina (Alárico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave; e presidente da Acara). Tema: As perspectivas dos mercados automotivos de Brasil e Argentina frente à crise de 2016 e 2017 10h00/10h30 – Intervalo 10h30/12h15 – Mesa redonda com os presidentes de associações de importadores do Chile, Equador, Peru e Colômbia. Tema: A imagem e o potencial dos veículos fabricados no Mercosul nos demais mercados sul-americanos. 12h15/14h00 – Intervalo 14h00/15h00 – Palestra proferida por profissional de tecnologia (IBM, Oracle ou Qualcomm) Debatedores convidados: reitores das universidades FEI e Mauá 15h00/15h30 – Intervalo 15h30/17h15 – Mesa redonda com os presidentes das montadoras de automóveis (Carlos Zarlenga, presidente da General Motors Mercosul; Antonio Filosa, presidente da FCA Latin America; Pablo Di Si, presidente da Volkswagen América do Sul; Miguel Fonseca, vicepresidente da Toyota; e Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford. Tema: A consolidação da indústria automotiva do Brasil e da Argentina como base de fornecimento principal para a América Latina e norte da África. 17h15 – Encerramento http://www.negociosemmovimento.com.br/economia/sao-bernardo-sedia-1o-congressolatino-americano-da-industria-automotiva/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos no Brasil tem início de ano positivo 8159576 - TERRA - São Paulo - SP - 04/02/2019

O mercado automobilístico dá bons sinais para o ano de 2019. É isso o que se pode observar ao analisar os primeiros 15 dias do ano, em que foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. De acordo com a agência AutoInforme, na média, foram comercializados 8.367 carros por dia, comparado aos 7.855 dos 15 primeiros dias de 2018, embora as duas quantidades considerem apenas 10 dias úteis. Porém, algo que não mudou foram as fabricantes que mais venderam: Chevrolet, Volkswagen e Fiat. A Toyota subiu três posições em relação ao último ranking e agora ocupa a quarta colocação, com 8.616 unidades comercializadas, ou seja, 10,3% de participação. Cenário da primeira quinzena de 2019 pode refletir o do início do ano Tais dados podem servir como um indicativo para o que o mercado reserva, ao menos no início do ano. Uma novidade, por exemplo, foi o aumento das vendas da Toyota, graças à volta do Corolla entre os 10 mais emplacados: foram 2.060 na primeira quinzena do ano. A Jeep e a Honda também protagonizaram uma mudança interessante: a americana foi para o sétimo lugar da lista, enquanto a japonesa ficou em nono. No ranking passado, as posições estavam trocadas. Chama atenção também a Citroën, que ultrapassou a também francesa Peugeot e, agora, está na 11ª posição. Em relação aos fabricantes, o topo da lista é puxado pela Chevrolet (14.326 unidades), seguida pela Volkswagen (12.675), Fiat (11.355), Toyota (11.355), Ford (7.311), Hyundai (6.312), Renault (5.790), Jeep (4.272), Honda (3.804) e Nissan (3.330). Já no ranking de modelos, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a lista é puxada pelo Chevrolet Onix (6.772, contra 6.911 no mesmo período de 2018), Ford Ka (3.478 x 2.855), Hyundai HB20 (3.255 x 3.504), Chevrolet Prisma (2.671 x 2.561) e Volkswagen Gol (2.516 x 2.607). Fechando o top 10, aparecem Volkswagen Polo (2.432 x 2.989), Jeep Renegade (2.343 x 1.193), Toyota Corolla (2.059 x 2.500), Nissan Kicks (1.922 x 1.339) e Jeep Compass (1.919 x 1.996). Alguns dos maiores destaques foram o aumento das vendas do Jeep Renegade (96,40%), Nissan Kicks (43,54%) e Ford Ka (21,82%), bem como a queda do Volkswagen Polo (22,90%) e do Hyundai HB20 (-7,65%). Embora os emplacamentos do Chevrolet Onix tenham caído 2,05%, ele ainda é o veículo mais vendido do Brasil, tendência que já vem acontecendo há um bom tempo. Se você está interessado em aproveitar o sentimento de novidade trazido pela virada do ano e adquirir um carro em Americana, Sorocaba, Limeira, Jundiaí e outras cidades do interior de São Paulo, bem como de todo o Brasil, conte com a Comprecar, que reúne uma grande quantidade de veículos para os mais variados gostos e preferências e, certamente, traz a opção ideal para você. Website: https://www.comprecar.com.br/ https://www.terra.com.br/noticias/dino/venda-de-veiculos-no-brasil-tem-inicio-de-anopositivo,234691fabe0ba10c2c8df403ea704767an8pye8p.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Abeifa: Venda de veículos importados cresce 2% em janeiro 8159577 - VALOR ECONÔMICO - São Paulo - SP - 04/02/2019

SÃO PAULO - Em janeiro foram licenciados 190,7 mil automóveis e comerciais leves importados no país, uma alta de 8,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (4) pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), entidade que representa os importadores. A Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave) divulgará seu dado oficial com detalhes do licenciamento de veículos nesta terça-feira (5). As marcas que não têm fábricas no Brasil registraram o licenciamento de 2,4 mil veículos no país em janeiro, um aumento de 2% na comparação com o mesmo mês de 2018. "Não foi um mês bom para o setor de veículos importados na comparação com o mercado interno total, que apresentou 190.752 unidades emplacadas, uma alta de 8,7% em relação a janeiro de 2018", disse, por meio de comunicado, José Luiz Gandini, presidente da Abeifa. O dirigente lembrou que ante dezembro de 2018, quando foram comercializadas 3,3 mil unidades, a queda das vendas de importados foi de 27%, maior, portanto, do que o mercado geral, que caiu 15,2% na comparação com dezembro. Para ele, a economia brasileira dá sinais de recuperação gradual neste início de ano. Projeção para o ano A Abeifa calcula que neste ano as vendas de importados somarão 50 mil unidades, o que representará crescimento de 33% na comparação com 2018. "Nossa primeira projeção pode parecer otimista demais diante das estimativas já anunciadas pela indústria e pelo setor de distribuição, na casa de 11%, mas, em nosso caso, o percentual de crescimento é maior por conta da demanda reprimida de 2018, ano em que o dólar flutuou mais próximo aos R$ 3,90", disse. As marcas importadas que mais venderam, em janeiro, foram a Kia Motors (885 unidades, com crescimento de 43,2%), Volvo (485, com aumento de 32,5%) e Land Rover (195, um avanço de 9,6%). https://www.valor.com.br/empresas/6103661/abeifa-venda-de-veiculos-importados-cresce-2em-janeiro Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Marli Olmos Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos no Brasil tem início de ano positivo 8159579 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 04/02/2019

O mercado automobilístico dá bons sinais para o ano de 2019. É isso o que se pode observar ao analisar os primeiros 15 dias do ano, em que foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. De acordo com a agência AutoInforme, na média, foram comercializados 8.367 carros por dia, comparado aos 7.855 dos 15 primeiros dias de 2018, embora as duas quantidades considerem apenas 10 dias úteis. Porém, algo que não mudou foram as fabricantes que mais venderam: Chevrolet, Volkswagen e Fiat. A Toyota subiu três posições em relação ao último ranking e agora ocupa a quarta colocação, com 8.616 unidades comercializadas, ou seja, 10,3% de participação. Cenário da primeira quinzena de 2019 pode refletir o do início do ano Tais dados podem servir como um indicativo para o que o mercado reserva, ao menos no início do ano. Uma novidade, por exemplo, foi o aumento das vendas da Toyota, graças à volta do Corolla entre os 10 mais emplacados: foram 2.060 na primeira quinzena do ano. A Jeep e a Honda também protagonizaram uma mudança interessante: a americana foi para o sétimo lugar da lista, enquanto a japonesa ficou em nono. No ranking passado, as posições estavam trocadas. Chama atenção também a Citroën, que ultrapassou a também francesa Peugeot e, agora, está na 11ª posição. Em relação aos fabricantes, o topo da lista é puxado pela Chevrolet (14.326 unidades), seguida pela Volkswagen (12.675), Fiat (11.355), Toyota (11.355), Ford (7.311), Hyundai (6.312), Renault (5.790), Jeep (4.272), Honda (3.804) e Nissan (3.330). Já no ranking de modelos, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a lista é puxada pelo Chevrolet Onix (6.772, contra 6.911 no mesmo período de 2018), Ford Ka (3.478 x 2.855), Hyundai HB20 (3.255 x 3.504), Chevrolet Prisma (2.671 x 2.561) e Volkswagen Gol (2.516 x 2.607). Fechando o top 10, aparecem Volkswagen Polo (2.432 x 2.989), Jeep Renegade (2.343 x 1.193), Toyota Corolla (2.059 x 2.500), Nissan Kicks (1.922 x 1.339) e Jeep Compass (1.919 x 1.996). Alguns dos maiores destaques foram o aumento das vendas do Jeep Renegade (96,40%), Nissan Kicks (43,54%) e Ford Ka (21,82%), bem como a queda do Volkswagen Polo (22,90%) e do Hyundai HB20 (-7,65%). Embora os emplacamentos do Chevrolet Onix tenham caído 2,05%, ele ainda é o veículo mais vendido do Brasil, tendência que já vem acontecendo há um bom tempo. Se você está interessado em aproveitar o sentimento de novidade trazido pela virada do ano e adquirir um carro em Americana, Sorocaba, Limeira, Jundiaí e outras cidades do interior de São Paulo, bem como de todo o Brasil, conte com a Comprecar, que reúne uma grande quantidade de veículos para os mais variados gostos e preferências e, certamente, traz a opção ideal para você. Website: https://www.comprecar.com.br/ https://www.infomoney.com.br/negocios/noticias-corporativas/noticia/7908203/venda-deveiculos-no-brasil-tem-inicio-de-ano-positivo Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos no Brasil tem início de ano positivo 8159580 - EXAME - São Paulo - SP - 04/02/2019

O mercado automobilístico dá bons sinais para o ano de 2019. É isso o que se pode observar ao analisar os primeiros 15 dias do ano, em que foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. De acordo com a agência AutoInforme, na média, foram comercializados 8.367 carros por dia, comparado aos 7.855 dos 15 primeiros dias de 2018, embora as duas quantidades considerem apenas 10 dias úteis. Porém, algo que não mudou foram as fabricantes que mais venderam: Chevrolet, Volkswagen e Fiat. A Toyota subiu três posições em relação ao último ranking e agora ocupa a quarta colocação, com 8.616 unidades comercializadas, ou seja, 10,3% de participação. Cenário da primeira quinzena de 2019 pode refletir o do início do ano Tais dados podem servir como um indicativo para o que o mercado reserva, ao menos no início do ano. Uma novidade, por exemplo, foi o aumento das vendas da Toyota, graças à volta do Corolla entre os 10 mais emplacados: foram 2.060 na primeira quinzena do ano. A Jeep e a Honda também protagonizaram uma mudança interessante: a americana foi para o sétimo lugar da lista, enquanto a japonesa ficou em nono. No ranking passado, as posições estavam trocadas. Chama atenção também a Citroën, que ultrapassou a também francesa Peugeot e, agora, está na 11ª posição. Em relação aos fabricantes, o topo da lista é puxado pela Chevrolet (14.326 unidades), seguida pela Volkswagen (12.675), Fiat (11.355), Toyota (11.355), Ford (7.311), Hyundai (6.312), Renault (5.790), Jeep (4.272), Honda (3.804) e Nissan (3.330). Já no ranking de modelos, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a lista é puxada pelo Chevrolet Onix (6.772, contra 6.911 no mesmo período de 2018), Ford Ka (3.478 x 2.855), Hyundai HB20 (3.255 x 3.504), Chevrolet Prisma (2.671 x 2.561) e Volkswagen Gol (2.516 x 2.607). Fechando o top 10, aparecem Volkswagen Polo (2.432 x 2.989), Jeep Renegade (2.343 x 1.193), Toyota Corolla (2.059 x 2.500), Nissan Kicks (1.922 x 1.339) e Jeep Compass (1.919 x 1.996). Alguns dos maiores destaques foram o aumento das vendas do Jeep Renegade (96,40%), Nissan Kicks (43,54%) e Ford Ka (21,82%), bem como a queda do Volkswagen Polo (22,90%) e do Hyundai HB20 (-7,65%). Embora os emplacamentos do Chevrolet Onix tenham caído 2,05%, ele ainda é o veículo mais vendido do Brasil, tendência que já vem acontecendo há um bom tempo. Se você está interessado em aproveitar o sentimento de novidade trazido pela virada do ano e adquirir um !link carro em Americanahttps://www.comprecar.com.br/, Sorocaba, Limeira, Jundiaí e outras cidades do interior de São Paulo, bem como de todo o Brasil, conte com a Comprecar, que reúne uma grande quantidade de veículos para os mais variados gostos e preferências e, certamente, traz a opção ideal para você. Website: https://www.comprecar.com.br/ https://exame.abril.com.br/negocios/dino/venda-de-veiculos-no-brasil-tem-inicio-de-anopositivo-2/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Dino Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos no Brasil tem início de ano positivo 8159582 - CASA DE NOTÍCIAS - 04/02/2019

O mercado automobilístico dá bons sinais para o ano de 2019. É isso o que se pode observar ao analisar os primeiros 15 dias do ano, em que foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. De acordo com a agência AutoInforme, na média, foram comercializados 8.367 carros por dia, comparado aos 7.855 dos 15 primeiros dias de 2018, embora as duas quantidades considerem apenas 10 dias úteis. Porém, algo que não mudou foram as fabricantes que mais venderam: Chevrolet, Volkswagen e Fiat. A Toyota subiu três posições em relação ao último ranking e agora ocupa a quarta colocação, com 8.616 unidades comercializadas, ou seja, 10,3% de participação. Cenário da primeira quinzena de 2019 pode refletir o do início do ano Tais dados podem servir como um indicativo para o que o mercado reserva, ao menos no início do ano. Uma novidade, por exemplo, foi o aumento das vendas da Toyota, graças à volta do Corolla entre os 10 mais emplacados: foram 2.060 na primeira quinzena do ano. A Jeep e a Honda também protagonizaram uma mudança interessante: a americana foi para o sétimo lugar da lista, enquanto a japonesa ficou em nono. No ranking passado, as posições estavam trocadas. Chama atenção também a Citroën, que ultrapassou a também francesa Peugeot e, agora, está na 11ª posição. Em relação aos fabricantes, o topo da lista é puxado pela Chevrolet (14.326 unidades), seguida pela Volkswagen (12.675), Fiat (11.355), Toyota (11.355), Ford (7.311), Hyundai (6.312), Renault (5.790), Jeep (4.272), Honda (3.804) e Nissan (3.330). Já no ranking de modelos, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a lista é puxada pelo Chevrolet Onix (6.772, contra 6.911 no mesmo período de 2018), Ford Ka (3.478 x 2.855), Hyundai HB20 (3.255 x 3.504), Chevrolet Prisma (2.671 x 2.561) e Volkswagen Gol (2.516 x 2.607). Fechando o top 10, aparecem Volkswagen Polo (2.432 x 2.989), Jeep Renegade (2.343 x 1.193), Toyota Corolla (2.059 x 2.500), Nissan Kicks (1.922 x 1.339) e Jeep Compass (1.919 x 1.996). Alguns dos maiores destaques foram o aumento das vendas do Jeep Renegade (96,40%), Nissan Kicks (43,54%) e Ford Ka (21,82%), bem como a queda do Volkswagen Polo (22,90%) e do Hyundai HB20 (-7,65%). Embora os emplacamentos do Chevrolet Onix tenham caído 2,05%, ele ainda é o veículo mais vendido do Brasil, tendência que já vem acontecendo há um bom tempo. Se você está interessado em aproveitar o sentimento de novidade trazido pela virada do ano e adquirir um carro em Americana, Sorocaba, Limeira, Jundiaí e outras cidades do interior de São Paulo, bem como de todo o Brasil, conte com a Comprecar, que reúne uma grande quantidade de veículos para os mais variados gostos e preferências e, certamente, traz a opção ideal para você. Website: https://www.comprecar.com.br/ https://www.casadenoticias.com.br/dino/show?releaseId=192423 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ibovespa bate novo recorde com 98.588 pontos após vazamento sobre reforma da Previdência | Arena do Pavini 8159583 - ARENA DO PAVINI - São Paulo - SP - 04/02/2019

Quero receber a newsletter gratuitamente O Índice Bovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na bolsa B3, bateu hoje mais um recorde nominal ao encerrar o dia em 98.588 pontos, alta de 0,74% em relação ao pregão anterior. O recorde anterior, de 97.861 pontos, foi registrado na sextafeira, 1º de fevereiro. O mercado brasileiro acompanhou a melhora das bolsas em Nova York, que também terminaram o dia em alta, e as notícias sobre a reforma da Previdência. Em sua mensagem ao Congresso na abertura dos trabalhos deste ano, o presidente Jair Bolsonaro, que segue internado em São Paulo se recuperando da cirurgia do intestino, a reforma da Previdência será prioridade. Ao mesmo tempo, vazamentos de informações sobre o projeto de reforma animaram os investidores. Idade mínima de 65 anos e benefícios abaixo do mínimo Segundo o jornal “O Estado de S.Paulo”, a proposta a ser encaminhada ao Congresso será muito mais profunda que a feita no governo Michel Temer, incluindo idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, um gatilho para elevar a idade mínima de 4 em 4 anos e a destinação de parte do FGTS para pagamento de benefícios. O regime próprio dos servidores teria contribuições complementares e o tempo mínimo de contribuição pode ser de 20 anos, com limites para acumulação de pensões. Políticos teriam que cumprir idade mínima de 65 anos e pedágio de 30%. Haveria mudanças ainda no abono para quem ganha até dois salários mínimos e nos benefícios assistenciais, o Loas, com a redução dos benefícios para deficientes e idosos. O tempo de contribuição para obter o benefício máximo subiria de 35 para 40 anos. Representantes do governo se apressaram a informar que as propostas ainda não estão fechadas, e que terão de ser aprovadas pelo presidente Jair Bolsonaro. Mesmo assim, o mercado se animou e atingiu novo recorde, com o quinto pregão seguido de alta, destaca Álvaro Bandeira, da corretora ModalMais. Vale sob pressão por Brumadinho A pressão negativa sobre o Ibovespa veio novamente das ações da Vale, com maior peso no índice. O papel fechou em queda de 3,4%, depois de perder mais de 5%, após o Ministério Público de Minas Gerais ter conseguido na Justiça a proibição do uso de oito barragens, incluindo a da mina de Brucutu, responsável por 7% da produção de minério de ferro da Vale. A empresa diz que tem relatórios que garantem a segurança das barragens e que vai recorrer da decisão. As ações chegaram a ser suspensas durante a tarde para a divulgação do fato relevante da mineradora. Gol sobe 8% As maiores altas do Índice foram das ações preferenciais (PN, sem voto) da Gol, com 8,27%, por conta de comentários sobre a possibilidade de o governo de São Paulo reduzir o ICMS sobre o querosene de aviação. Santander Unit subiu 3,26%, Marfrig ON, 3,12% e Engie Brasil, 2,74%. As maiores quedas do índice foram das ações ON, com voto, da Vale, seguidas das PN da Bradespar, com 2,71%, Cielo ON, com 2,58% e Eletrobras ON, com queda de 2,10%. Itaú sobe 2,3% e divulga lucro de R$ 6,5 bilhões Entre os papéis mais negociados, os bancos foram destaque, com as ações preferenciais do Itaú Unibanco ganhando 2,27%. O banco divulgou um lucro recorrente, sem eventos extraordinários, de R$ 6,478 bilhões, 3,1% superior ao do mesmo período do ano passado, atingindo R$ 25,733 bilhões no ano de 2018, 3,4% maior que em 2017. O retorno sobre o patrimônio foi de 21,8% ao ano no trimestre e de 21,9% no ano. As ações do Bradesco também subiram, 2,17%. Europa e Brexit Na Europa, as bolsas fecharam em queda na Alemanha (o,04%) e na França (o,38%) e em alta em Londres (0,20%), novamente com notícias ruins relacionadas ao Brexit. Hoje, a chanceler alemã Angela Merkel disse não haver condição de renegociação dos termos do acordo. Mas que poderiam trabalhar alternativas para as fronteiras da Irlanda. Postura idêntica teve o principal negociador pela União Europeia, Michel Barnier.


EUA em alta com resultado da Alphabet Já nos EUA, os dados econômicos indicam que o crescimento acelerado da economia não está pressionando a inflação no momento. O índice de condições empresariais de Nova York cedeu para 63,4 pontos em janeiro e as encomendas à indústria em novembro encolheram 0,6%, quando o esperado era alta de 0,1%. O Índice Dow Jones fechou em alta, de 0,70%, e o Standard & Poor’s 500, de 0,68%, enquanto o Nasdaq ganhou 1,15%. O mercado ficou na expectativa do resultado da empresa controladora do Google, a Alphabet, que saiu depois do fechamento. A empresa atingiu as projeções do mercado, mas mesmo assim o papel caiu 2% no after market. A empresa divulgou um lucro no quarto trimestre de US$ 8,95 bilhões, ou US$ 12,77 por ação, comparados a um prejuízo de US$ 3,2 bilhões no mesmo período do ano passado. A projeção do mercado era de lucro de US$ 10,86 por ação. Na Venezuela, o presidente Maduro vai perdendo apoios e Juan Guaidó vai sendo reconhecido como presidente interino, destaca Bandeira. Em poucos dias, Áustria, Reino Unido, Espanha, França, Suécia e Alemanha; reconheceram Guaidó. Na agenda de amanhã, a expectativa é com as vendas de veículos de janeiro da Fenabrave e o PMI da atividade de serviços. Nos EUA, o saldo da balança comercial de dezembro e PMI da atividade de serviços, avalia Bandeira. Quero receber a newsletter gratuitamente https://www.arenadopavini.com.br/credito-na-arena/ibovespa-bate-novo-recorde-com-98588-pontos-apos-vazamento-sobre-reforma-da-previdencia Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos leves registram melhor janeiro desde 2015 8159591 - AUTOMOTIVE BUSINESS - São Paulo - SP - 04/02/2019

As vendas de veículos leves totalizaram 190,7 mil unidades, o melhor resultado para janeiro desde 2015. O total de emplacamentos no primeiro mês do ano foi 8,7% maior do que o verificado em 2018. A queda de 15% sobre os licenciamentos de dezembro segue tendência sazonal esperada após a forte alta dos negócios usualmente verificada ao fim de cada ano. O volume diário de emplacamentos de veículos leves nos 22 dias úteis de janeiro chegou a 8.670, bastante abaixo dos mais de 10 mil/dia que vinham sendo verificados no último trimestre de 2018, o que é explicado pelo baixo fluxo de clientes nas concessionárias causado pelo período de férias escolares e do maior movimento de dezembro, quando a média diária foi de 11.842 emplacamentos em cada um dos 19 dias úteis do mês. O número de vendas em janeiro foi divulgado na segunda-feira, 4, pela Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores), em conjunto com os . Nesta terça-feira, 5, a Fenabrave, que reúne os concessionários, irá divulgar sua consolidação mensal do mercado brasileiros de veículos. Na quarta-feira, 6, será a vez de a Anfavea fazer a divulgação do desempenho dos fabricantes de veículos instalados no País. http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/28681/vendas-de-veiculos-leves-registrammelhor-janeiro-desde-2015 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Honda City da nova geração terá versão híbrida em 2021 8159593 - LAPADA LAPADA - 04/02/2019

Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Share Tweet Conforme o site indiano Livemint, a nova geração do sedã Honda City vai contar com uma versão híbrida que vai começar a ser vendida a partir do ano que vem. O carro não será plug-in e vai utilizar a tecnologia mais em conta disponível atualmente quando o assunto é motor a combustão funcionando em conjunto com outro elétrico. Isso para chegar a um preço que continue competitivo. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2019, incluindo a nova geração do A3 De acordo com o que sabe até agora, o mais provável é que o novo Honda City híbrido seja equipado com motor 1.5 que trabalha em conjunto com mais dois elétricos, de pequeno porte. Em alguns mercados, o sedã compacto também pode vir com o novo 1.0 turbo, de três cilindros, com duplo comando no válvulas no cabeçote com variador de fase entre os recursos. LEIA MAIS: Nova pícape da Ford chegará em breve para concorrer com a Fiat Toro Veja Também CET cancela multas por rodízio aplicadas na manhã desta segunda, após caos em SP Ainda não há mais detalhes sobre o novo sedã da marca japonesa, mas o visual do modelo deverá se basear nas linhas adotadas no Accord atual, com ampla grade frontal e faróis com LED no lugar de lâmpadas convencionais. Dessa vez, o carro contará com controle eletrônico de estabilidade, item que será obrigatório em novos projetos a partir de 2020 e em todos os carros vendidos no Brasil a partir de 2022. Antes do Honda City, o Fit também muda Não será apenas o Honda City que terá nova geração. Antes dele, o Fit novo será apresentado em setembro, segundo a revista japonesa BestCar. O carro começará a ser vendido a partir de 2020 no Japão, maior e mais sofisticado que o atual. Entre outras novidades, o carro contará, enfim, com motor 1.0 turbo e versão híbrida, capaz de fazer 34 km/l de gasolina. LEIA MAIS: Nova geração do Golf é vista sem camuflagem na Alemanha Veja Também Alfa Romeo Giulietta SZ abandonado por 35 anos é leiloado por R$ 2,4 milhões Ao incorporar alguns sistemas do Civic, o novo Fit contará com itens como sistemas de auxílio ao motorista: controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, aviso de colisão frontal e sistema de frenagem de emergência. No Brasil, é provável que o novo Honda Fit seja apresentado no Salão do Automóvel de 2020, no São Paulo Expo. Até lá, quando o mercado já estiver mais familiarizado com modelos elétricos e híbridos, é possível que a marca passe a oferecer um Fit híbrido no Brasil, pelo menos em uma versão, assim como acontecerá com o Toyota Corolla, que começa a ser vendido no final de 2019, e o Honda City . Fonte: Livemint Fonte: IG Carros Da Redação publicidade


Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Veja Também Abarth celebra os 70 anos com o lançamento de linha comemorativa Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma.


Veja Também Andamos na nova versão de entrada do VW Jetta, que custa menos de R$ 100 mil Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros Continue lendo Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Lançar um carro é complexo. São necessários meses de estudo para avaliar as condições do mercado nacional, em um esquema de gestão conhecido como “análise de SWOT”. Resumindo, o termo analisa as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças de qualquer projeto. É preciso contar com o envolvimento de profissionais de marketing, engenharia e finanças para atender aos requisitos impostos pela matriz. Resultados são preciosos e erros dificilmente serão tolerados entre os carros que viriam ao Brasil. LEIA MAIS: Conheça 5 versões elogiadas no exterior que não são vendidas no Brasil Pode não parecer, mas vários modelos são cogitados para o mercado brasileiro o tempo todo. Somos os maiores consumidores da América Latina, e o oitavo país que mais fabrica automóveis no mundo. Quanto maior o mercado, maior a queda. Partindo disso, a reportagem do iG enumera cinco carros que viriam ao Brasil , mas acabaram barrados na hora de bater o martelo. 1 – VW Touareg No começo do ano passado, a Volkswagen tinha planos de trazer seu maior SUV, o Touareg, para o mercado brasileiro em uma nova geração. O modelo foi mostrado no Salão de Pequim (China) em meados de abril, compartilhando sua plataforma com Porsche Cayenne, Audi Q7 e Lamborghini Urus. Pelo nível de sofisticação, acabaria ficando muito


caro nas lojas brasileiras. A Volkswagen logo buscou por alternativas. Poucos meses depois da apresentação do Touareg na China, a marca alemã registrou o novo SUV Atlas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Sendo um pouco mais barato que o inflacionado Touareg, surge como uma opção para a marca na categoria dos SUVs premium. Pelo tamanho, se tornaria rival direto de Volvo XC60 e do primo Audi Q5, custando algo na casa dos R$ 250 mil. 2 – Toyota C-HR Ter uma concessionária da Toyota é o melhor negócio que alguém interessado em vender carros pode fazer no Brasil. O modelo mais badalado da marca é o Corolla (com preço médio na casa dos R$ 100 mil) mas a conta poderia ficar ainda melhor com um SUV compacto. Uma alternativa que surgiu nos escritórios da Toyota do Brasil era o C-HR, utilitário híbrido vendido na Europa, Ásia e Oceania. Veja Também Abarth celebra os 70 anos com o lançamento de linha comemorativa LEIA MAIS: Veja os 5 carros que mais perderam valor em 2018 O modelo chegou a ser visto nas redondezas da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), mostrando que o projeto estaria em etapas avançadas. O câmbio desfavorável e a alta carga tributária para importar um veículo híbrido da Turquia (ainda mais considerando um segmento na casa dos R$ 100 mil) fizeram o C-HR subir no telhado. Ele chegou a ser avistado mais algumas vezes no ano passado, conforme publicado por nossa reportagem, mas neste caso já se tratava de um teste da nova plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture) que estará no Corolla 2020. Isso não significa que a Toyota tenha abandonado a ideia de lançar um SUV compacto no Brasil. Durante o Salão de Tóquio de 2017, executivos confirmaram que a marca poderia trazer utilitários da Daihatsu, sua marca de baixo custo para o leste asiático. Nos resta aguardar por novas etapas. 3 – Kia Rio O Kia Rio é uma novela tão longa quanto Malhação, já que sua chegada ao Brasil está sendo cogitada desde a geração anterior. O carro foi mostrado no Salão do Automóvel de 2016, e mesmo assim ainda não está confirmado para o Brasil. De acordo com o presidente da marca, Luiz Gandini, isso dependerá da taxa cambial em 2019. Com o fim do Inovar-Auto, a Kia renova as esperanças para uma nova investida de carros de volume no Brasil, contando também com um SUV compacto que será fabricado no México. Veja Também Ford lança versão Titanium 2019 do EcoSport semestepe na traseira O hatch compacto já está homologado no Brasil, aparecendo até mesmo nas tabelas de consumo do Inmetro. Mas iria custar muito caro na comparação com rivais como VW Polo, Fiat Argo, Toyota Yaris e companhia, mesmo vendido com motor 1.6 Flex de 128 cv, com as opções de câmbio manual ou automático, ambos de 6 marchas. 4 – Renault Koleos No começo do ano passado, a reportagem do iG Carros esteve em São José dos Pinhais (PR) para a inauguração de um novo complexo de injeção de alumínio dentro da fábrica da Renault. Nessa ocasião, questionamos o ex-presidente da marca, Luiz Pedrucci, sobre os andamentos da importação do Koleos, SUV médio na categoria de VW Tiguan, Jeep Compass e Peugeot 3008. De acordo com o executivo, a Renault ainda aguardava pelas definições do Rota 2030 para bater o martelo. Mas quase um ano depois, ainda não há qualquer indício de que o SUV será vendido por aqui. O modelo não foi visto em testes, não esteve no Salão do Automóvel de São Paulo e sumiu da boca dos executivos. É uma pena, uma vez que os SUVs médios estão bombando no Brasil. Na Argentina, o Koleos é vendido em versão única, com motor 2.5 16V aspirado de 170 cv e câmbio automático. Porém, a chegada do carro ao Brasil ainda não foi completamente descartada pela fabricante. 5 – Acura NSX A Honda trouxe sua marca de luxo para o Salão do Automóvel de 2012. De acordo com a fabricante, a ascensão do mercado brasileiro e da categoria de modelos premium permitia negócios favoráveis para a Acura, mas a alta do dólar e a sobretaxação de 30 pontos percentuais para veículos importados acabou deixando a proposta inviável. LEIA MAIS: Conheça os 15 melhores motores do Brasil e do mundo Os diretores da marca admitiram que seus carros não teriam preços competitivos com a sobretaxa, mas ainda prometeram trazer a nova geração do superesportivo NSX ao Brasil


em 2015. Os planos, novamente, esbarraram no auge da crise econômica: o dólar subiu 48%, o processo de impeachment estava engatilhado e o desemprego assombrava milhões de brasileiros. Nessa brincadeira, o NSX acabou entrando para a lista de carros que viriam ao Brasil . Fonte: IG Carros Continue lendo Últimas Notícias Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Política Nacional 04/02/2019 - 14:16 Destaques casa dos artistas 04/02/2019 - 09:30 Visualizações 18.946 As críticas quanto a uma possível compra exagerada de salgadinhos ainda nem diminuiriam e um novo contrato fechado... MELHORIA NA EDUCAÇÃO 03/02/2019 - 11:37 Visualizações 729 CIDADE FOI UMA ENTRE CINCO DE TODO O BRASIL ESCOLHIDA PARA RECEBER CAPACITAÇÃO EDUCACIONAL EM BUSCA DE MELHORIA... POSSE MISSÃO 01/02/2019 - 20:46 Visualizações 4.148 O senador Jayme Campos (DEM-MT) assumiu na tarde desta sextafeira (1º) seu segundo mandato de senador da República.... Policial Policial 04/02/2019 - 14:15 Visualizações 11 Ação ocorreu após o assalto a uma fazenda em que foram levados também uma caminhonete e um caminhão... Policial 03/02/2019 - 09:36 Visualizações 82 Um veículo Cobalt foi recuperado em Alto Garças e um Corollafoi encontrada em Várzea Grande Nas últimas 24h,... Policial 02/02/2019 - 13:22 Visualizações 246 À polícia, o motorista contou que receberia um valor em dinheiro para transportar o entorpecente até Alto Garças,... Política MT Politica MT 04/02/2019 - 09:46 Visualizações 27 Foto: JLSIQUEIRA / ALMT O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) tomou posse, nesta sexta-feira (1), juntamente com outros... Politica MT 01/02/2019 - 21:56 Visualizações 61 Empossado nesta sexta-feira (01) para exercer o seu quarto mandato como deputado estadual durante a 19ª legislatura, Guilherme... Politica MT 01/02/2019 - 21:55 Visualizações 59 Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT A sessão solene de posse dos 24 deputados estaduais da 19ª legislatura encheu... Mato Grosso Mato Grosso 04/02/2019 - 09:57


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Clipping Honda City da nova geração terá versão híbrida em 2021 8159594 - PORTAL MT - 04/02/2019

Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação Share Tweet Conforme o site indiano Livemint, a nova geração do sedã Honda City vai contar com uma versão híbrida que vai começar a ser vendida a partir do ano que vem. O carro não será plug-in e vai utilizar a tecnologia mais em conta disponível atualmente quando o assunto é motor a combustão funcionando em conjunto com outro elétrico. Isso para chegar a um preço que continue competitivo. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2019, incluindo a nova geração do A3 De acordo com o que sabe até agora, o mais provável é que o novo Honda City híbrido seja equipado com motor 1.5 que trabalha em conjunto com mais dois elétricos, de pequeno porte. Em alguns mercados, o sedã compacto também pode vir com o novo 1.0 turbo, de três cilindros, com duplo comando no válvulas no cabeçote com variador de fase entre os recursos. LEIA MAIS: Nova pícape da Ford chegará em breve para concorrer com a Fiat Toro Ainda não há mais detalhes sobre o novo sedã da marca japonesa, mas o visual do modelo deverá se basear nas linhas adotadas no Accord atual, com ampla grade frontal e faróis com LED no lugar de lâmpadas convencionais. Dessa vez, o carro contará com controle eletrônico de estabilidade, item que será obrigatório em novos projetos a partir de 2020 e em todos os carros vendidos no Brasil a partir de 2022. Veja Mais: Veja 5 dicas para garantir melhor valor de revenda no seu seminovo Antes do Honda City, o Fit também muda Não será apenas o Honda City que terá nova geração. Antes dele, o Fit novo será apresentado em setembro, segundo a revista japonesa BestCar. O carro começará a ser vendido a partir de 2020 no Japão, maior e mais sofisticado que o atual. Entre outras novidades, o carro contará, enfim, com motor 1.0 turbo e versão híbrida, capaz de fazer 34 km/l de gasolina. LEIA MAIS: Nova geração do Golf é vista sem camuflagem na Alemanha Ao incorporar alguns sistemas do Civic, o novo Fit contará com itens como sistemas de auxílio ao motorista: controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, aviso de colisão frontal e sistema de frenagem de emergência. No Brasil, é provável que o novo Honda Fit seja apresentado no Salão do Automóvel de 2020, no São Paulo Expo. Até lá, quando o mercado já estiver mais familiarizado com modelos elétricos e híbridos, é possível que a marca passe a oferecer um Fit híbrido no Brasil, pelo menos em uma versão, assim como acontecerá com o Toyota Corolla, que começa a ser vendido no final de 2019, e o Honda City . Fonte: Livemint Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09


por Equipe de Redação Uma das poucas 217 unidades do Alfa Romeo Giulietta SZ, de 1962, foi encontrada em um sótão, em Turin (Itália), onde passou os seus últimos 35 anos guardado. Na belíssima cor Blu Chiaro Metallizato , o clássico era pertencente a um mecânico que não conseguia tirá-lo de lá, devido a um elevador quebrado, segundo a página de Facebook do Alfa Romeo Giulia & 105-series. Com a morte do dono, foi leiloado pelo governo italiano, com valor arrematado em R$ 2,4 milhões, numa conversão direta. LEIA MAIS: Um dos primeiros Alfa Romeo vai a leilão e pode sair por volta de US$ 1,5 milhão Alfa Romeo Giulietta SZ (ou Sprint Zagato) é a versão de alto desempenho do modelo que é um dos mais icônicos da marca. Traz carroceria e chassi em alumínio, produzidos à mão, com acrílico no lugar dos vidros e interior sem muitos luxos. Pesando apenas 785 kg, tinha dinâmica invejável, e com o seu motor 1.3 de 100 cv, podia chegar aos 200 km/h. Não à toa que desbancou rivais bem maiores em provas como as 24 Horas de Le Mans, a Targa Florio e inúmeras etapas em Nürburgring. LEIA MAIS: Alfa Romeo 2.300: assista ao vídeo do sedã nacional com apelo esportivo Veja Mais: Veja 6 itens para conseguir chegar ao valor de revenda do seminovo Outro Alfa Romeo, ainda mais raro Se o Giulietta SZ é raro e exclusivo, é porque você ainda não viu este aqui: o 8C 2900 B . Este que é um dos 50 exemplares produzidos, além de ser um dos 5 montados pela Carrozzeria Touring (com poucos sobreviventes, após a Segunda Guerra Mundial), está em perfeito estado de conservação e nunca foi restaurado. Em posse da mesma família há 40 anos, tamanho é o seu pedigree que poderá ser arrematado por mais de R$ 75 milhões no leilão de Pebble Beach, no mês que vem. LEIA MAIS: Conheça 5 marcas brasileiras que foram um fracasso e saíram de cena Trata-se de um dos carros pré-guerra mais rápidos. Em 1938, na Mille Miglia, o piloto da Scuderia Ferrari, Carlo Pintacuda, atingiu os 210 km/h, enquanto a maioria nem era capaz de ultrapassar os 100 km/h. Isso tudo se deve graças ao seu motor V8 de 2,9 litros, com compressor mecânico, e um sistema de suspensão projetado pela Porsche que garantia estabilidade de sobra. LEIA MAIS: Raro Lancia de 1936 está em voga no mundo dos colecionadores A Alfa Romeo tem exatos 107 anos de história. Durante todo esse tempo, escreveu sua trajetória com modelos inconfundíveis, como ambos os clássicos e inúmeros outros, se estendendo até os modelos dos dias de hoje. No Brasil, infelizmente a marca italiana foi mal gerida, e esse fator, somado ao preço elevado, fez com que a Alfa nunca tivesse o prestígio merecido em nosso mercado, deixando assim modelos e entusiastas órfãos da marca milanesa. Veja Mais: Porsche revela nova geração dolendário 911 Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação De acordo com o site indiano Autocar, o Grupo FCA deverá encerrar as operações da Fiat no país ainda em 2019 para focar inteiramente no desenvolvimento da Jeep. Isso significa que os dois únicos modelos vendidos por lá, Grande Punto e Linea, serão descontinuados em alguns meses. Os números de mercado na Índia são baixíssimos, pensando na proporção da Fiat do Brasil: apenas 101 emplacamentos em doze meses!


LEIA MAIS: VW mostra teaser de bugue elétrico que será mostrado em Genebra O nosso Argo até chegou a ser cotado para uma possível produção nacional, mas executivos consideraram que o custo seria muito alto. Da mesma forma, Fiat Tipo e Aegea também estão fora de questão para o mercado indiano. Outro motivo para uma desistência prematura do mercado indiano seriam as novas regras de emissão de gases em meados de 2020. Atualmente, a Fiat é responsável pela produção do motor 1.3 Multijet diesel que também equipa modelos da Suzuki e Tata Motors. Com as novas leis, ambas as marcas encerraram seus contratos com a fabricante italiana – que não tem o volume individual necessário para manter a produção. LEIA MAIS: Conheça 5 modelos que são injustiçados no mercado brasileiro A Fiat tem até abril para zerar seus estoques de veículos sem freios ABS. A partir do dia primeiro, será considerada crime a comercialização de carros sem este aparato de segurança. Ainda conforme o Autocar, uma renovação completa da linha da Fiat – que conta com dois modelos já descontinuados no resto do mundo, inclusive no Brasil – precisaria de um investimento de no mínimo US$ 600 milhões (R$ 2,2 bilhões). Enfraquecida no mercado indiano, a marca dificilmente conseguiria o montante em rentabilidade. Para a imprensa local, o fim da Fiat na Índia marca o ponto final de uma era. Por outro lado, a Jeep tem provado consistência no mercado indiano. O Compass caiu nas graças do público, sendo um dos SUVs mais vendidos do país. Veja Mais: 5 fiascos que encontramos no Salão do Automóvel 2018 Fiat no Brasil O Grupo FCA continua sendo dominante no mercado brasileiro. Isso se deve ao sucesso dos SUVs Renegade e Compass, bem como as comerciais Strada e Toro que continuam vendendo feito água. Os grandes impasses do grupo têm acontecido com os concessionários da Fiat que não vendem veículos da Jeep e clamam por um SUV. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2018, incluindo nova geração do A3 Para tal, a Fiat apresentou o novo SUV Fastback durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Feito com base na Toro, conceito prevê um utilitário que chegará em meados de 2020, conforme apurado por nosso colunista Glauco Lucena. Na frente, a grade em lâminas horizontais cria um desenho preciso entre as peças, trazendo refinamento e largura ao conjunto. Faróis estreitos na parte superior e a caixa de roda são algumas das características que revelam a inspiração para o conceito. Fonte: Autocar Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 11:43 por Equipe de Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que


vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. Veja Mais: 5 fiascos que encontramos no Salão do Automóvel 2018 LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). Veja Mais: Audi SQ2 é uma das maiores atrações alemãs do Salão de Paris LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Veja Mais: Confira os 5 sedãs compactos mais gastões com câmbio automático Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes


mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Últimas Notícias Nacional 04/02/2019 - 14:23 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Carros e Motos 04/02/2019 - 14:09 Artigos 29/01/2019 - 22:49 Em tempos de recursos escassos e despesas descontroladas, buscam-se os culpados para o colapso das finanças do Estado de Mato... Artigos 03/01/2019 - 21:39 Após o resultado das eleições em 2018 a ansiedade toma conta dos 100.000 servidores públicos estaduais não propriamente do... Artigos 02/01/2019 - 11:06 É preciso aparar as arestas, agora! Tudo o que está ficando para trás deve ser registrado na memória, como coisa... Rondonópolis Rondonópolis 01/02/2019 - 20:00 Um força tarefa de Rondonópolis formada pelos vereadores Reginaldo Santos – PPS, Fábio Cardozo – PDT, Hélio Pitchioni – PSD,... Rondonópolis 01/02/2019 - 16:00 Quem é que nunca quebrou ou ainda vai quebrar um objeto de vidro acidentalmente? Com certeza você já se... Polícia Policial 04/02/2019 - 13:45 Ação ocorreu após o assalto a uma fazenda em que foram levados também uma caminhonete e um caminhão Em uma... Policial 04/02/2019 - 13:30 Polícia Judiciária Civil, através da Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) de Sorriso, segue com as investigações do... Esportes Esportes 04/02/2019 - 10:27


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Clipping CET cancela multas por rodízio aplicadas na manhã desta segunda, após caos em SP 8159595 - PORTAL MT - 04/02/2019

Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação Share Tweet De acordo com o site indiano Autocar, o Grupo FCA deverá encerrar as operações da Fiat no país ainda em 2019 para focar inteiramente no desenvolvimento da Jeep. Isso significa que os dois únicos modelos vendidos por lá, Grande Punto e Linea, serão descontinuados em alguns meses. Os números de mercado na Índia são baixíssimos, pensando na proporção da Fiat do Brasil: apenas 101 emplacamentos em doze meses! LEIA MAIS: VW mostra teaser de bugue elétrico que será mostrado em Genebra O nosso Argo até chegou a ser cotado para uma possível produção nacional, mas executivos consideraram que o custo seria muito alto. Da mesma forma, Fiat Tipo e Aegea também estão fora de questão para o mercado indiano. Outro motivo para uma desistência prematura do mercado indiano seriam as novas regras de emissão de gases em meados de 2020. Atualmente, a Fiat é responsável pela produção do motor 1.3 Multijet diesel que também equipa modelos da Suzuki e Tata Motors. Com as novas leis, ambas as marcas encerraram seus contratos com a fabricante italiana – que não tem o volume individual necessário para manter a produção. LEIA MAIS: Conheça 5 modelos que são injustiçados no mercado brasileiro A Fiat tem até abril para zerar seus estoques de veículos sem freios ABS. A partir do dia primeiro, será considerada crime a comercialização de carros sem este aparato de segurança. Ainda conforme o Autocar, uma renovação completa da linha da Fiat – que conta com dois modelos já descontinuados no resto do mundo, inclusive no Brasil – precisaria de um investimento de no mínimo US$ 600 milhões (R$ 2,2 bilhões). Enfraquecida no mercado indiano, a marca dificilmente conseguiria o montante em rentabilidade. Para a imprensa local, o fim da Fiat na Índia marca o ponto final de uma era. Por outro lado, a Jeep tem provado consistência no mercado indiano. O Compass caiu nas graças do público, sendo um dos SUVs mais vendidos do país. Veja Mais: Chevrolet Cruze tem quatro estrelas nos testes de colisão do Latin NCAP Fiat no Brasil O Grupo FCA continua sendo dominante no mercado brasileiro. Isso se deve ao sucesso dos SUVs Renegade e Compass, bem como as comerciais Strada e Toro que continuam vendendo feito água. Os grandes impasses do grupo têm acontecido com os concessionários da Fiat que não vendem veículos da Jeep e clamam por um SUV. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2018, incluindo nova geração do A3 Para tal, a Fiat apresentou o novo SUV Fastback durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Feito com base na Toro, conceito prevê um utilitário que chegará em meados de 2020, conforme apurado por nosso colunista Glauco Lucena. Na frente, a grade em lâminas horizontais cria um desenho preciso entre as peças, trazendo refinamento e largura ao conjunto. Faróis estreitos na parte superior e a caixa de roda são algumas das características que revelam a inspiração para o conceito. Fonte: Autocar Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Carros e Motos


Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação Uma das poucas 217 unidades do Alfa Romeo Giulietta SZ, de 1962, foi encontrada em um sótão, em Turin (Itália), onde passou os seus últimos 35 anos guardado. Na belíssima cor Blu Chiaro Metallizato , o clássico era pertencente a um mecânico que não conseguia tirá-lo de lá, devido a um elevador quebrado, segundo a página de Facebook do Alfa Romeo Giulia & 105-series. Com a morte do dono, foi leiloado pelo governo italiano, com valor arrematado em R$ 2,4 milhões, numa conversão direta. LEIA MAIS: Um dos primeiros Alfa Romeo vai a leilão e pode sair por volta de US$ 1,5 milhão Alfa Romeo Giulietta SZ (ou Sprint Zagato) é a versão de alto desempenho do modelo que é um dos mais icônicos da marca. Traz carroceria e chassi em alumínio, produzidos à mão, com acrílico no lugar dos vidros e interior sem muitos luxos. Pesando apenas 785 kg, tinha dinâmica invejável, e com o seu motor 1.3 de 100 cv, podia chegar aos 200 km/h. Não à toa que desbancou rivais bem maiores em provas como as 24 Horas de Le Mans, a Targa Florio e inúmeras etapas em Nürburgring. LEIA MAIS: Alfa Romeo 2.300: assista ao vídeo do sedã nacional com apelo esportivo Veja Mais: Porsche mostra 718 T no Salão de Detroit antes de vender oesportivo no Brasil Outro Alfa Romeo, ainda mais raro Se o Giulietta SZ é raro e exclusivo, é porque você ainda não viu este aqui: o 8C 2900 B . Este que é um dos 50 exemplares produzidos, além de ser um dos 5 montados pela Carrozzeria Touring (com poucos sobreviventes, após a Segunda Guerra Mundial), está em perfeito estado de conservação e nunca foi restaurado. Em posse da mesma família há 40 anos, tamanho é o seu pedigree que poderá ser arrematado por mais de R$ 75 milhões no leilão de Pebble Beach, no mês que vem. LEIA MAIS: Conheça 5 marcas brasileiras que foram um fracasso e saíram de cena Trata-se de um dos carros pré-guerra mais rápidos. Em 1938, na Mille Miglia, o piloto da Scuderia Ferrari, Carlo Pintacuda, atingiu os 210 km/h, enquanto a maioria nem era capaz de ultrapassar os 100 km/h. Isso tudo se deve graças ao seu motor V8 de 2,9 litros, com compressor mecânico, e um sistema de suspensão projetado pela Porsche que garantia estabilidade de sobra. LEIA MAIS: Raro Lancia de 1936 está em voga no mundo dos colecionadores A Alfa Romeo tem exatos 107 anos de história. Durante todo esse tempo, escreveu sua trajetória com modelos inconfundíveis, como ambos os clássicos e inúmeros outros, se estendendo até os modelos dos dias de hoje. No Brasil, infelizmente a marca italiana foi mal gerida, e esse fator, somado ao preço elevado, fez com que a Alfa nunca tivesse o prestígio merecido em nosso mercado, deixando assim modelos e entusiastas órfãos da marca milanesa. Veja Mais: A Honda CB 250F Twister ficou mais segura Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação Conforme o site indiano Livemint, a nova geração do sedã Honda City vai contar com uma versão híbrida que vai começar a ser vendida a partir do ano que vem. O carro não será


plug-in e vai utilizar a tecnologia mais em conta disponível atualmente quando o assunto é motor a combustão funcionando em conjunto com outro elétrico. Isso para chegar a um preço que continue competitivo. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2019, incluindo a nova geração do A3 De acordo com o que sabe até agora, o mais provável é que o novo Honda City híbrido seja equipado com motor 1.5 que trabalha em conjunto com mais dois elétricos, de pequeno porte. Em alguns mercados, o sedã compacto também pode vir com o novo 1.0 turbo, de três cilindros, com duplo comando no válvulas no cabeçote com variador de fase entre os recursos. LEIA MAIS: Nova pícape da Ford chegará em breve para concorrer com a Fiat Toro Ainda não há mais detalhes sobre o novo sedã da marca japonesa, mas o visual do modelo deverá se basear nas linhas adotadas no Accord atual, com ampla grade frontal e faróis com LED no lugar de lâmpadas convencionais. Dessa vez, o carro contará com controle eletrônico de estabilidade, item que será obrigatório em novos projetos a partir de 2020 e em todos os carros vendidos no Brasil a partir de 2022. Veja Mais: Porsche mostra 718 T no Salão de Detroit antes de vender oesportivo no Brasil Antes do Honda City, o Fit também muda Não será apenas o Honda City que terá nova geração. Antes dele, o Fit novo será apresentado em setembro, segundo a revista japonesa BestCar. O carro começará a ser vendido a partir de 2020 no Japão, maior e mais sofisticado que o atual. Entre outras novidades, o carro contará, enfim, com motor 1.0 turbo e versão híbrida, capaz de fazer 34 km/l de gasolina. LEIA MAIS: Nova geração do Golf é vista sem camuflagem na Alemanha Ao incorporar alguns sistemas do Civic, o novo Fit contará com itens como sistemas de auxílio ao motorista: controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, aviso de colisão frontal e sistema de frenagem de emergência. No Brasil, é provável que o novo Honda Fit seja apresentado no Salão do Automóvel de 2020, no São Paulo Expo. Até lá, quando o mercado já estiver mais familiarizado com modelos elétricos e híbridos, é possível que a marca passe a oferecer um Fit híbrido no Brasil, pelo menos em uma versão, assim como acontecerá com o Toyota Corolla, que começa a ser vendido no final de 2019, e o Honda City . Fonte: Livemint Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 11:43 por Equipe de Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que


vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. Veja Mais: Porsche mostra 718 T no Salão de Detroit antes de vender oesportivo no Brasil LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). Veja Mais: Chevrolet Prisma Joy chega à linha 2019 com uma série de novidades LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Veja Mais: A Honda CB 250F Twister ficou mais segura Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes


mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Últimas Notícias Nacional 04/02/2019 - 14:23 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Carros e Motos 04/02/2019 - 14:09 Artigos 29/01/2019 - 22:49 Em tempos de recursos escassos e despesas descontroladas, buscam-se os culpados para o colapso das finanças do Estado de Mato... Artigos 03/01/2019 - 21:39 Após o resultado das eleições em 2018 a ansiedade toma conta dos 100.000 servidores públicos estaduais não propriamente do... Artigos 02/01/2019 - 11:06 É preciso aparar as arestas, agora! Tudo o que está ficando para trás deve ser registrado na memória, como coisa... Rondonópolis Rondonópolis 01/02/2019 - 20:00 Um força tarefa de Rondonópolis formada pelos vereadores Reginaldo Santos – PPS, Fábio Cardozo – PDT, Hélio Pitchioni – PSD,... Rondonópolis 01/02/2019 - 16:00 Quem é que nunca quebrou ou ainda vai quebrar um objeto de vidro acidentalmente? Com certeza você já se... Polícia Policial 04/02/2019 - 13:45 Ação ocorreu após o assalto a uma fazenda em que foram levados também uma caminhonete e um caminhão Em uma... Policial 04/02/2019 - 13:30 Polícia Judiciária Civil, através da Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) de Sorriso, segue com as investigações do... Esportes Esportes 04/02/2019 - 10:27


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Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Novos Onix, Prisma e Tracker nacional conseguirão manter a GM na liderança? 8159596 - PORTAL MT - 04/02/2019

Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 11:43 por Equipe de Redação Share Tweet A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. Veja Mais: Conheça 5 versões bem elogiadas no exterior, mas que não existem no Brasil LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). Veja Mais: Carlos Ghosn: executivo brasileiro tem nova ordem de prisão decretada no Japão


LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Veja Mais: Veja 5 carros que vendem pouco, mas continuam sendo boas opções Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação Uma das poucas 217 unidades do Alfa Romeo Giulietta SZ, de 1962, foi encontrada em um sótão, em Turin (Itália), onde passou os seus últimos 35 anos guardado. Na belíssima cor Blu Chiaro Metallizato , o clássico era pertencente a um mecânico que não conseguia tirá-lo de lá, devido a um elevador quebrado, segundo a página de Facebook do Alfa Romeo Giulia & 105-series. Com a morte do dono, foi leiloado pelo governo italiano, com valor arrematado em R$ 2,4 milhões, numa conversão direta. LEIA MAIS: Um dos primeiros Alfa Romeo vai a leilão e pode sair por volta de US$ 1,5 milhão


Alfa Romeo Giulietta SZ (ou Sprint Zagato) é a versão de alto desempenho do modelo que é um dos mais icônicos da marca. Traz carroceria e chassi em alumínio, produzidos à mão, com acrílico no lugar dos vidros e interior sem muitos luxos. Pesando apenas 785 kg, tinha dinâmica invejável, e com o seu motor 1.3 de 100 cv, podia chegar aos 200 km/h. Não à toa que desbancou rivais bem maiores em provas como as 24 Horas de Le Mans, a Targa Florio e inúmeras etapas em Nürburgring. LEIA MAIS: Alfa Romeo 2.300: assista ao vídeo do sedã nacional com apelo esportivo Veja Mais: Veja 5 carros que vendem pouco, mas continuam sendo boas opções Outro Alfa Romeo, ainda mais raro Se o Giulietta SZ é raro e exclusivo, é porque você ainda não viu este aqui: o 8C 2900 B . Este que é um dos 50 exemplares produzidos, além de ser um dos 5 montados pela Carrozzeria Touring (com poucos sobreviventes, após a Segunda Guerra Mundial), está em perfeito estado de conservação e nunca foi restaurado. Em posse da mesma família há 40 anos, tamanho é o seu pedigree que poderá ser arrematado por mais de R$ 75 milhões no leilão de Pebble Beach, no mês que vem. LEIA MAIS: Conheça 5 marcas brasileiras que foram um fracasso e saíram de cena Trata-se de um dos carros pré-guerra mais rápidos. Em 1938, na Mille Miglia, o piloto da Scuderia Ferrari, Carlo Pintacuda, atingiu os 210 km/h, enquanto a maioria nem era capaz de ultrapassar os 100 km/h. Isso tudo se deve graças ao seu motor V8 de 2,9 litros, com compressor mecânico, e um sistema de suspensão projetado pela Porsche que garantia estabilidade de sobra. LEIA MAIS: Raro Lancia de 1936 está em voga no mundo dos colecionadores A Alfa Romeo tem exatos 107 anos de história. Durante todo esse tempo, escreveu sua trajetória com modelos inconfundíveis, como ambos os clássicos e inúmeros outros, se estendendo até os modelos dos dias de hoje. No Brasil, infelizmente a marca italiana foi mal gerida, e esse fator, somado ao preço elevado, fez com que a Alfa nunca tivesse o prestígio merecido em nosso mercado, deixando assim modelos e entusiastas órfãos da marca milanesa. Veja Mais: Volkswagen confirma que vai mostrar Golf híbrido no Salão do Automóvel 2018 Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação Conforme o site indiano Livemint, a nova geração do sedã Honda City vai contar com uma versão híbrida que vai começar a ser vendida a partir do ano que vem. O carro não será plug-in e vai utilizar a tecnologia mais em conta disponível atualmente quando o assunto é motor a combustão funcionando em conjunto com outro elétrico. Isso para chegar a um preço que continue competitivo. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2019, incluindo a nova geração do A3 De acordo com o que sabe até agora, o mais provável é que o novo Honda City híbrido seja equipado com motor 1.5 que trabalha em conjunto com mais dois elétricos, de pequeno porte. Em alguns mercados, o sedã compacto também pode vir com o novo 1.0 turbo, de três cilindros, com duplo comando no válvulas no cabeçote com variador de fase entre os recursos. LEIA MAIS: Nova pícape da Ford chegará em breve para concorrer com a Fiat Toro Ainda não há mais detalhes sobre o novo sedã da marca japonesa, mas o visual do modelo deverá se basear nas linhas adotadas no Accord atual, com ampla grade frontal e faróis com LED no lugar de lâmpadas convencionais. Dessa vez, o carro contará com controle eletrônico de estabilidade, item que será obrigatório em novos projetos a partir de 2020 e em todos os carros vendidos no Brasil a partir de 2022.


Veja Mais: Audi apresenta realidade virtual no CES 2019 e antecipa carros de “Vingadores 4” Antes do Honda City, o Fit também muda Não será apenas o Honda City que terá nova geração. Antes dele, o Fit novo será apresentado em setembro, segundo a revista japonesa BestCar. O carro começará a ser vendido a partir de 2020 no Japão, maior e mais sofisticado que o atual. Entre outras novidades, o carro contará, enfim, com motor 1.0 turbo e versão híbrida, capaz de fazer 34 km/l de gasolina. LEIA MAIS: Nova geração do Golf é vista sem camuflagem na Alemanha Ao incorporar alguns sistemas do Civic, o novo Fit contará com itens como sistemas de auxílio ao motorista: controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, aviso de colisão frontal e sistema de frenagem de emergência. No Brasil, é provável que o novo Honda Fit seja apresentado no Salão do Automóvel de 2020, no São Paulo Expo. Até lá, quando o mercado já estiver mais familiarizado com modelos elétricos e híbridos, é possível que a marca passe a oferecer um Fit híbrido no Brasil, pelo menos em uma versão, assim como acontecerá com o Toyota Corolla, que começa a ser vendido no final de 2019, e o Honda City . Fonte: Livemint Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação De acordo com o site indiano Autocar, o Grupo FCA deverá encerrar as operações da Fiat no país ainda em 2019 para focar inteiramente no desenvolvimento da Jeep. Isso significa que os dois únicos modelos vendidos por lá, Grande Punto e Linea, serão descontinuados em alguns meses. Os números de mercado na Índia são baixíssimos, pensando na proporção da Fiat do Brasil: apenas 101 emplacamentos em doze meses! LEIA MAIS: VW mostra teaser de bugue elétrico que será mostrado em Genebra O nosso Argo até chegou a ser cotado para uma possível produção nacional, mas executivos consideraram que o custo seria muito alto. Da mesma forma, Fiat Tipo e Aegea também estão fora de questão para o mercado indiano. Outro motivo para uma desistência prematura do mercado indiano seriam as novas regras de emissão de gases em meados de 2020. Atualmente, a Fiat é responsável pela produção do motor 1.3 Multijet diesel que também equipa modelos da Suzuki e Tata Motors. Com as novas leis, ambas as marcas encerraram seus contratos com a fabricante italiana – que não tem o volume individual necessário para manter a produção. LEIA MAIS: Conheça 5 modelos que são injustiçados no mercado brasileiro A Fiat tem até abril para zerar seus estoques de veículos sem freios ABS. A partir do dia primeiro, será considerada crime a comercialização de carros sem este aparato de segurança. Ainda conforme o Autocar, uma renovação completa da linha da Fiat – que conta com dois modelos já descontinuados no resto do mundo, inclusive no Brasil – precisaria de um investimento de no mínimo US$ 600 milhões (R$ 2,2 bilhões). Enfraquecida no mercado indiano, a marca dificilmente conseguiria o montante em rentabilidade. Para a imprensa local, o fim da Fiat na Índia marca o ponto final de uma era. Por outro lado, a Jeep tem provado consistência no mercado indiano. O Compass caiu nas graças do público, sendo um dos SUVs mais vendidos do país. Veja Mais: 5 piores versões de alguns dos melhores carros já vendidos no Brasil Fiat no Brasil O Grupo FCA continua sendo dominante no mercado brasileiro. Isso se deve ao sucesso dos


SUVs Renegade e Compass, bem como as comerciais Strada e Toro que continuam vendendo feito água. Os grandes impasses do grupo têm acontecido com os concessionários da Fiat que não vendem veículos da Jeep e clamam por um SUV. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2018, incluindo nova geração do A3 Para tal, a Fiat apresentou o novo SUV Fastback durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Feito com base na Toro, conceito prevê um utilitário que chegará em meados de 2020, conforme apurado por nosso colunista Glauco Lucena. Na frente, a grade em lâminas horizontais cria um desenho preciso entre as peças, trazendo refinamento e largura ao conjunto. Faróis estreitos na parte superior e a caixa de roda são algumas das características que revelam a inspiração para o conceito. Fonte: Autocar Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Últimas Notícias Nacional 04/02/2019 - 14:23 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Carros e Motos 04/02/2019 - 14:09 Artigos 29/01/2019 - 22:49 Em tempos de recursos escassos e despesas descontroladas, buscam-se os culpados para o colapso das finanças do Estado de Mato... Artigos 03/01/2019 - 21:39 Após o resultado das eleições em 2018 a ansiedade toma conta dos 100.000 servidores públicos estaduais não propriamente do... Artigos 02/01/2019 - 11:06 É preciso aparar as arestas, agora! Tudo o que está ficando para trás deve ser registrado na memória, como coisa... Rondonópolis Rondonópolis 01/02/2019 - 20:00 Um força tarefa de Rondonópolis formada pelos vereadores Reginaldo Santos – PPS, Fábio Cardozo – PDT, Hélio Pitchioni – PSD,... Rondonópolis 01/02/2019 - 16:00 Quem é que nunca quebrou ou ainda vai quebrar um objeto de vidro acidentalmente? Com certeza você já se... Polícia Policial 04/02/2019 - 13:45 Ação ocorreu após o assalto a uma fazenda em que foram levados também uma caminhonete e um caminhão Em uma... Policial 04/02/2019 - 13:30 Polícia Judiciária Civil, através da Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) de Sorriso, segue com as investigações do... Esportes Esportes 04/02/2019 - 10:27


AAIB / Reprodução Destroços do avião de Emiliano Sala foram encontrados no domingo A AAIB (Agência de Investigação de Acidentes... Esportes 04/02/2019 - 10:27 Divulgação Fernando Alonso encerrou sua carreira na Fórmula 1 após 17 temporadas O experiente piloto espanhol Fernando Alonso, de 37... Famosos Famosos 04/02/2019 - 14:09 Fernanda Paes Leme usou as redes sociais para alertar e conscientizar os seguidores quanto ao uso de penas de aves nas... Famosos 04/02/2019 - 14:09 Esta segunda-feira (04) começou com protagonismo de Pabllo Vittar, que estreou o clipe de Seu Crime , faixa do seu mais recente... Mais Lidas da Semana Famosos 03/02/2019 - 11:18 Luísa Sonza tem foto nua publicada no Instagram Mato Grosso 29/01/2019 - 18:06 Hospital Regional de Rondonópolis anuncia contratação emergencial de 266 funcionários Policial 03/02/2019 - 15:04 PM prende 22 pessoas por tráfico de drogas em várias cidades de MT Policial 01/02/2019 - 08:06 Homem é encontrado morto durante a madrugada no centro de Rondonópolis Policial 01/02/2019 - 14:46 Aristóteles Cadidé deixa a superintendência da PRF em MT Famosos 03/02/2019 - 18:57 Whindersson Nunes apoia Luísa Sonza após foto nua e alerta: “É crime digital” Rondonópolis 28/01/2019 - 21:55 Veja gabarito da prova do Seletivo da Semed em Rondonópolis Nacional 29/01/2019 - 11:01 Jovem é espancada e morta pelo marido durante visita íntima em prisão, em SP http://portalmt.com.br/novos-onixprisma-e-tracker-nacional-conseguirao-manter-a-gm-nalideranca/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos no Brasil tem início de ano positivo Foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. Na média, foram comercializados 8 8159597 - DINO - São Paulo - SP - 04/02/2019

Home Noticia Venda de veículos no Brasil tem início de ano positivo Foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. Na média, foram comercializados 8.367 carros por dia Local: São Paulo - SP Data: 04/02/2019 O mercado automobilístico dá bons sinais para o ano de 2019. É isso o que se pode observar ao analisar os primeiros 15 dias do ano, em que foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. De acordo com a agência AutoInforme, na média, foram comercializados 8.367 carros por dia, comparado aos 7.855 dos 15 primeiros dias de 2018, embora as duas quantidades considerem apenas 10 dias úteis. Porém, algo que não mudou foram as fabricantes que mais venderam: Chevrolet, Volkswagen e Fiat. A Toyota subiu três posições em relação ao último ranking e agora ocupa a quarta colocação, com 8.616 unidades comercializadas, ou seja, 10,3% de participação. Cenário da primeira quinzena de 2019 pode refletir o do início do ano Tais dados podem servir como um indicativo para o que o mercado reserva, ao menos no início do ano. Uma novidade, por exemplo, foi o aumento das vendas da Toyota, graças à volta do Corolla entre os 10 mais emplacados: foram 2.060 na primeira quinzena do ano. A Jeep e a Honda também protagonizaram uma mudança interessante: a americana foi para o sétimo lugar da lista, enquanto a japonesa ficou em nono. No ranking passado, as posições estavam trocadas. Chama atenção também a Citroën, que ultrapassou a também francesa Peugeot e, agora, está na 11ª posição. Em relação aos fabricantes, o topo da lista é puxado pela Chevrolet (14.326 unidades), seguida pela Volkswagen (12.675), Fiat (11.355), Toyota (11.355), Ford (7.311), Hyundai (6.312), Renault (5.790), Jeep (4.272), Honda (3.804) e Nissan (3.330). Já no ranking de modelos, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a lista é puxada pelo Chevrolet Onix (6.772, contra 6.911 no mesmo período de 2018), Ford Ka (3.478 x 2.855), Hyundai HB20 (3.255 x 3.504), Chevrolet Prisma (2.671 x 2.561) e Volkswagen Gol (2.516 x 2.607). Fechando o top 10, aparecem Volkswagen Polo (2.432 x 2.989), Jeep Renegade (2.343 x 1.193), Toyota Corolla (2.059 x 2.500), Nissan Kicks (1.922 x 1.339) e Jeep Compass (1.919 x 1.996). Alguns dos maiores destaques foram o aumento das vendas do Jeep Renegade (96,40%), Nissan Kicks (43,54%) e Ford Ka (21,82%), bem como a queda do Volkswagen Polo (22,90%) e do Hyundai HB20 (-7,65%). Embora os emplacamentos do Chevrolet Onix tenham caído 2,05%, ele ainda é o veículo mais vendido do Brasil, tendência que já vem acontecendo há um bom tempo. Se você está interessado em aproveitar o sentimento de novidade trazido pela virada do ano e adquirir um carro em Americana, Sorocaba, Limeira, Jundiaí e outras cidades do interior de São Paulo, bem como de todo o Brasil, conte com a Comprecar, que reúne uma grande quantidade de veículos para os mais variados gostos e preferências e, certamente, traz a opção ideal para você. Website: https://www.comprecar.com.br/ Website: https://www.comprecar.com.br/


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Clipping Venda de veículos no Brasil tem início de ano positivo 8159599 - COMUNIQUE SE - Rio de Janeiro - RJ - 04/02/2019

São Paulo – SP, 04/02/2019 – O mercado automobilístico dá bons sinais para o ano de 2019. É isso o que se pode observar ao analisar os primeiros 15 dias do ano, em que foram emplacados 83.672 carros e comerciais leves, número 6,5% maior do que o do mesmo período do ano passado, em que a quantidade estava em torno de 78.565 unidades. De acordo com a agência AutoInforme, na média, foram comercializados 8.367 carros por dia, comparado aos 7.855 dos 15 primeiros dias de 2018, embora as duas quantidades considerem apenas 10 dias úteis. Porém, algo que não mudou foram as fabricantes que mais venderam: Chevrolet, Volkswagen e Fiat. A Toyota subiu três posições em relação ao último ranking e agora ocupa a quarta colocação, com 8.616 unidades comercializadas, ou seja, 10,3% de participação. Cenário da primeira quinzena de 2019 pode refletir o do início do ano Tais dados podem servir como um indicativo para o que o mercado reserva, ao menos no início do ano. Uma novidade, por exemplo, foi o aumento das vendas da Toyota, graças à volta do Corolla entre os 10 mais emplacados: foram 2.060 na primeira quinzena do ano. A Jeep e a Honda também protagonizaram uma mudança interessante: a americana foi para o sétimo lugar da lista, enquanto a japonesa ficou em nono. No ranking passado, as posições estavam trocadas. Chama atenção também a Citroën, que ultrapassou a também francesa Peugeot e, agora, está na 11ª posição. Em relação aos fabricantes, o topo da lista é puxado pela Chevrolet (14.326 unidades), seguida pela Volkswagen (12.675), Fiat (11.355), Toyota (11.355), Ford (7.311), Hyundai (6.312), Renault (5.790), Jeep (4.272), Honda (3.804) e Nissan (3.330). Já no ranking de modelos, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a lista é puxada pelo Chevrolet Onix (6.772, contra 6.911 no mesmo período de 2018), Ford Ka (3.478 x 2.855), Hyundai HB20 (3.255 x 3.504), Chevrolet Prisma (2.671 x 2.561) e Volkswagen Gol (2.516 x 2.607). Fechando o top 10, aparecem Volkswagen Polo (2.432 x 2.989), Jeep Renegade (2.343 x 1.193), Toyota Corolla (2.059 x 2.500), Nissan Kicks (1.922 x 1.339) e Jeep Compass (1.919 x 1.996). Alguns dos maiores destaques foram o aumento das vendas do Jeep Renegade (96,40%), Nissan Kicks (43,54%) e Ford Ka (21,82%), bem como a queda do Volkswagen Polo (22,90%) e do Hyundai HB20 (-7,65%). Embora os emplacamentos do Chevrolet Onix tenham caído 2,05%, ele ainda é o veículo mais vendido do Brasil, tendência que já vem acontecendo há um bom tempo. Se você está interessado em aproveitar o sentimento de novidade trazido pela virada do ano e adquirir um carro em Americana, Sorocaba, Limeira, Jundiaí e outras cidades do interior de São Paulo, bem como de todo o Brasil, conte com a Comprecar, que reúne uma grande quantidade de veículos para os mais variados gostos e preferências e, certamente, traz a opção ideal para você. Website: https://www.comprecar.com.br/ http://portal.comunique-se.com.br/newsdino/?title=venda-de-veiculos-no-brasil-tem-inicio-deano-positivo&releaseid=192423&partnerid=33 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Alfa Romeo Giulietta SZ abandonado por 35 anos é leiloado por R$ 2,4 milhões 8159601 - LAPADA LAPADA - 04/02/2019

Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Share Tweet Uma das poucas 217 unidades do Alfa Romeo Giulietta SZ, de 1962, foi encontrada em um sótão, em Turin (Itália), onde passou os seus últimos 35 anos guardado. Na belíssima cor Blu Chiaro Metallizato , o clássico era pertencente a um mecânico que não conseguia tirá-lo de lá, devido a um elevador quebrado, segundo a página de Facebook do Alfa Romeo Giulia & 105-series. Com a morte do dono, foi leiloado pelo governo italiano, com valor arrematado em R$ 2,4 milhões, numa conversão direta. LEIA MAIS: Um dos primeiros Alfa Romeo vai a leilão e pode sair por volta de US$ 1,5 milhão Alfa Romeo Giulietta SZ (ou Sprint Zagato) é a versão de alto desempenho do modelo que é um dos mais icônicos da marca. Traz carroceria e chassi em alumínio, produzidos à mão, com acrílico no lugar dos vidros e interior sem muitos luxos. Pesando apenas 785 kg, tinha dinâmica invejável, e com o seu motor 1.3 de 100 cv, podia chegar aos 200 km/h. Não à toa que desbancou rivais bem maiores em provas como as 24 Horas de Le Mans, a Targa Florio e inúmeras etapas em Nürburgring. Veja Também Ford lança versão Titanium 2019 do EcoSport semestepe na traseira LEIA MAIS: Alfa Romeo 2.300: assista ao vídeo do sedã nacional com apelo esportivo Outro Alfa Romeo, ainda mais raro Se o Giulietta SZ é raro e exclusivo, é porque você ainda não viu este aqui: o 8C 2900 B . Este que é um dos 50 exemplares produzidos, além de ser um dos 5 montados pela Carrozzeria Touring (com poucos sobreviventes, após a Segunda Guerra Mundial), está em perfeito estado de conservação e nunca foi restaurado. Em posse da mesma família há 40 anos, tamanho é o seu pedigree que poderá ser arrematado por mais de R$ 75 milhões no leilão de Pebble Beach, no mês que vem. LEIA MAIS: Conheça 5 marcas brasileiras que foram um fracasso e saíram de cena Trata-se de um dos carros pré-guerra mais rápidos. Em 1938, na Mille Miglia, o piloto da Scuderia Ferrari, Carlo Pintacuda, atingiu os 210 km/h, enquanto a maioria nem era capaz de ultrapassar os 100 km/h. Isso tudo se deve graças ao seu motor V8 de 2,9 litros, com compressor mecânico, e um sistema de suspensão projetado pela Porsche que garantia estabilidade de sobra. Veja Também 5 carros que viriam ao Brasil, mas ainda estão em estudo, ou não chegarão mais LEIA MAIS: Raro Lancia de 1936 está em voga no mundo dos colecionadores A Alfa Romeo tem exatos 107 anos de história. Durante todo esse tempo, escreveu sua trajetória com modelos inconfundíveis, como ambos os clássicos e inúmeros outros, se estendendo até os modelos dos dias de hoje. No Brasil, infelizmente a marca italiana foi mal gerida, e esse fator, somado ao preço elevado, fez com que a Alfa nunca tivesse o prestígio merecido em nosso mercado, deixando assim modelos e entusiastas órfãos da marca milanesa. Fonte: IG Carros Da Redação publicidade


Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Veja Também Andamos na nova versão de entrada do VW Jetta, que custa menos de R$ 100 mil Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para


os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Veja Também Fabricantes se unem para lançar inovações Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros Continue lendo Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Lançar um carro é complexo. São necessários meses de estudo para avaliar as condições do mercado nacional, em um esquema de gestão conhecido como “análise de SWOT”. Resumindo, o termo analisa as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças de qualquer projeto. É preciso contar com o envolvimento de profissionais de marketing, engenharia e finanças para atender aos requisitos impostos pela matriz. Resultados são preciosos e erros dificilmente serão tolerados entre os carros que viriam ao Brasil. LEIA MAIS: Conheça 5 versões elogiadas no exterior que não são vendidas no Brasil Pode não parecer, mas vários modelos são cogitados para o mercado brasileiro o tempo todo. Somos os maiores consumidores da América Latina, e o oitavo país que mais fabrica automóveis no mundo. Quanto maior o mercado, maior a queda. Partindo disso, a reportagem do iG enumera cinco carros que viriam ao Brasil , mas acabaram barrados na hora de bater o martelo. 1 – VW Touareg No começo do ano passado, a Volkswagen tinha planos de trazer seu maior SUV, o Touareg, para o mercado brasileiro em uma nova geração. O modelo foi mostrado no Salão de Pequim (China) em meados de abril, compartilhando sua plataforma com Porsche Cayenne, Audi Q7 e Lamborghini Urus. Pelo nível de sofisticação, acabaria ficando muito


caro nas lojas brasileiras. A Volkswagen logo buscou por alternativas. Poucos meses depois da apresentação do Touareg na China, a marca alemã registrou o novo SUV Atlas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Sendo um pouco mais barato que o inflacionado Touareg, surge como uma opção para a marca na categoria dos SUVs premium. Pelo tamanho, se tornaria rival direto de Volvo XC60 e do primo Audi Q5, custando algo na casa dos R$ 250 mil. 2 – Toyota C-HR Ter uma concessionária da Toyota é o melhor negócio que alguém interessado em vender carros pode fazer no Brasil. O modelo mais badalado da marca é o Corolla (com preço médio na casa dos R$ 100 mil) mas a conta poderia ficar ainda melhor com um SUV compacto. Uma alternativa que surgiu nos escritórios da Toyota do Brasil era o C-HR, utilitário híbrido vendido na Europa, Ásia e Oceania. Veja Também Toyota Yaris 2019 chega em nova versão aventureira X-Way LEIA MAIS: Veja os 5 carros que mais perderam valor em 2018 O modelo chegou a ser visto nas redondezas da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), mostrando que o projeto estaria em etapas avançadas. O câmbio desfavorável e a alta carga tributária para importar um veículo híbrido da Turquia (ainda mais considerando um segmento na casa dos R$ 100 mil) fizeram o C-HR subir no telhado. Ele chegou a ser avistado mais algumas vezes no ano passado, conforme publicado por nossa reportagem, mas neste caso já se tratava de um teste da nova plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture) que estará no Corolla 2020. Isso não significa que a Toyota tenha abandonado a ideia de lançar um SUV compacto no Brasil. Durante o Salão de Tóquio de 2017, executivos confirmaram que a marca poderia trazer utilitários da Daihatsu, sua marca de baixo custo para o leste asiático. Nos resta aguardar por novas etapas. 3 – Kia Rio O Kia Rio é uma novela tão longa quanto Malhação, já que sua chegada ao Brasil está sendo cogitada desde a geração anterior. O carro foi mostrado no Salão do Automóvel de 2016, e mesmo assim ainda não está confirmado para o Brasil. De acordo com o presidente da marca, Luiz Gandini, isso dependerá da taxa cambial em 2019. Com o fim do Inovar-Auto, a Kia renova as esperanças para uma nova investida de carros de volume no Brasil, contando também com um SUV compacto que será fabricado no México. Veja Também VW mostra novo teaser de bugue elétrico que estará no Salão de Genebra O hatch compacto já está homologado no Brasil, aparecendo até mesmo nas tabelas de consumo do Inmetro. Mas iria custar muito caro na comparação com rivais como VW Polo, Fiat Argo, Toyota Yaris e companhia, mesmo vendido com motor 1.6 Flex de 128 cv, com as opções de câmbio manual ou automático, ambos de 6 marchas. 4 – Renault Koleos No começo do ano passado, a reportagem do iG Carros esteve em São José dos Pinhais (PR) para a inauguração de um novo complexo de injeção de alumínio dentro da fábrica da Renault. Nessa ocasião, questionamos o ex-presidente da marca, Luiz Pedrucci, sobre os andamentos da importação do Koleos, SUV médio na categoria de VW Tiguan, Jeep Compass e Peugeot 3008. De acordo com o executivo, a Renault ainda aguardava pelas definições do Rota 2030 para bater o martelo. Mas quase um ano depois, ainda não há qualquer indício de que o SUV será vendido por aqui. O modelo não foi visto em testes, não esteve no Salão do Automóvel de São Paulo e sumiu da boca dos executivos. É uma pena, uma vez que os SUVs médios estão bombando no Brasil. Na Argentina, o Koleos é vendido em versão única, com motor 2.5 16V aspirado de 170 cv e câmbio automático. Porém, a chegada do carro ao Brasil ainda não foi completamente descartada pela fabricante. 5 – Acura NSX A Honda trouxe sua marca de luxo para o Salão do Automóvel de 2012. De acordo com a fabricante, a ascensão do mercado brasileiro e da categoria de modelos premium permitia negócios favoráveis para a Acura, mas a alta do dólar e a sobretaxação de 30 pontos percentuais para veículos importados acabou deixando a proposta inviável. LEIA MAIS: Conheça os 15 melhores motores do Brasil e do mundo Os diretores da marca admitiram que seus carros não teriam preços competitivos com a sobretaxa, mas ainda prometeram trazer a nova geração do superesportivo NSX ao Brasil


em 2015. Os planos, novamente, esbarraram no auge da crise econômica: o dólar subiu 48%, o processo de impeachment estava engatilhado e o desemprego assombrava milhões de brasileiros. Nessa brincadeira, o NSX acabou entrando para a lista de carros que viriam ao Brasil . Fonte: IG Carros Continue lendo Últimas Notícias Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Política Nacional 04/02/2019 - 14:16 Destaques casa dos artistas 04/02/2019 - 09:30 Visualizações 18.946 As críticas quanto a uma possível compra exagerada de salgadinhos ainda nem diminuiriam e um novo contrato fechado... MELHORIA NA EDUCAÇÃO 03/02/2019 - 11:37 Visualizações 729 CIDADE FOI UMA ENTRE CINCO DE TODO O BRASIL ESCOLHIDA PARA RECEBER CAPACITAÇÃO EDUCACIONAL EM BUSCA DE MELHORIA... POSSE MISSÃO 01/02/2019 - 20:46 Visualizações 4.148 O senador Jayme Campos (DEM-MT) assumiu na tarde desta sextafeira (1º) seu segundo mandato de senador da República.... Policial Policial 04/02/2019 - 14:15 Visualizações 11 Ação ocorreu após o assalto a uma fazenda em que foram levados também uma caminhonete e um caminhão... Policial 03/02/2019 - 09:36 Visualizações 82 Um veículo Cobalt foi recuperado em Alto Garças e um Corollafoi encontrada em Várzea Grande Nas últimas 24h,... Policial 02/02/2019 - 13:22 Visualizações 246 À polícia, o motorista contou que receberia um valor em dinheiro para transportar o entorpecente até Alto Garças,... Política MT Politica MT 04/02/2019 - 09:46 Visualizações 27 Foto: JLSIQUEIRA / ALMT O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) tomou posse, nesta sexta-feira (1), juntamente com outros... Politica MT 01/02/2019 - 21:56 Visualizações 61 Empossado nesta sexta-feira (01) para exercer o seu quarto mandato como deputado estadual durante a 19ª legislatura, Guilherme... Politica MT 01/02/2019 - 21:55 Visualizações 59 Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT A sessão solene de posse dos 24 deputados estaduais da 19ª legislatura encheu... Mato Grosso Mato Grosso 04/02/2019 - 09:57


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Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Novos Onix, Prisma e Tracker nacional conseguirão manter a GM na liderança? 8159602 - LAPADA LAPADA - 04/02/2019

Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Share Tweet A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Veja Também Honda City da nova geração terá versão híbrida em 2021 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e


Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Veja Também GM e Onix: o melhorjaneiro da história do campeão de vendas Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros Da Redação publicidade Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Lançar um carro é complexo. São necessários meses de estudo para avaliar as condições do mercado nacional, em um esquema de gestão conhecido como “análise de SWOT”. Resumindo, o termo analisa as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças de qualquer projeto. É preciso contar com o envolvimento de profissionais de marketing, engenharia e finanças para atender aos requisitos impostos pela matriz. Resultados são preciosos e erros dificilmente serão tolerados entre os carros que viriam ao Brasil. LEIA MAIS: Conheça 5 versões elogiadas no exterior que não são vendidas no Brasil Pode não parecer, mas vários modelos são cogitados para o mercado brasileiro o tempo


todo. Somos os maiores consumidores da América Latina, e o oitavo país que mais fabrica automóveis no mundo. Quanto maior o mercado, maior a queda. Partindo disso, a reportagem do iG enumera cinco carros que viriam ao Brasil , mas acabaram barrados na hora de bater o martelo. 1 – VW Touareg No começo do ano passado, a Volkswagen tinha planos de trazer seu maior SUV, o Touareg, para o mercado brasileiro em uma nova geração. O modelo foi mostrado no Salão de Pequim (China) em meados de abril, compartilhando sua plataforma com Porsche Cayenne, Audi Q7 e Lamborghini Urus. Pelo nível de sofisticação, acabaria ficando muito caro nas lojas brasileiras. A Volkswagen logo buscou por alternativas. Poucos meses depois da apresentação do Touareg na China, a marca alemã registrou o novo SUV Atlas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Sendo um pouco mais barato que o inflacionado Touareg, surge como uma opção para a marca na categoria dos SUVs premium. Pelo tamanho, se tornaria rival direto de Volvo XC60 e do primo Audi Q5, custando algo na casa dos R$ 250 mil. 2 – Toyota C-HR Ter uma concessionária da Toyota é o melhor negócio que alguém interessado em vender carros pode fazer no Brasil. O modelo mais badalado da marca é o Corolla (com preço médio na casa dos R$ 100 mil) mas a conta poderia ficar ainda melhor com um SUV compacto. Uma alternativa que surgiu nos escritórios da Toyota do Brasil era o C-HR, utilitário híbrido vendido na Europa, Ásia e Oceania. Veja Também Toyota Yaris 2019 chega em nova versão aventureira X-Way LEIA MAIS: Veja os 5 carros que mais perderam valor em 2018 O modelo chegou a ser visto nas redondezas da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), mostrando que o projeto estaria em etapas avançadas. O câmbio desfavorável e a alta carga tributária para importar um veículo híbrido da Turquia (ainda mais considerando um segmento na casa dos R$ 100 mil) fizeram o C-HR subir no telhado. Ele chegou a ser avistado mais algumas vezes no ano passado, conforme publicado por nossa reportagem, mas neste caso já se tratava de um teste da nova plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture) que estará no Corolla 2020. Isso não significa que a Toyota tenha abandonado a ideia de lançar um SUV compacto no Brasil. Durante o Salão de Tóquio de 2017, executivos confirmaram que a marca poderia trazer utilitários da Daihatsu, sua marca de baixo custo para o leste asiático. Nos resta aguardar por novas etapas. 3 – Kia Rio O Kia Rio é uma novela tão longa quanto Malhação, já que sua chegada ao Brasil está sendo cogitada desde a geração anterior. O carro foi mostrado no Salão do Automóvel de 2016, e mesmo assim ainda não está confirmado para o Brasil. De acordo com o presidente da marca, Luiz Gandini, isso dependerá da taxa cambial em 2019. Com o fim do Inovar-Auto, a Kia renova as esperanças para uma nova investida de carros de volume no Brasil, contando também com um SUV compacto que será fabricado no México. Veja Também Conheça 5 versões bem elogiadas no exterior, mas que não existem no Brasil O hatch compacto já está homologado no Brasil, aparecendo até mesmo nas tabelas de consumo do Inmetro. Mas iria custar muito caro na comparação com rivais como VW Polo, Fiat Argo, Toyota Yaris e companhia, mesmo vendido com motor 1.6 Flex de 128 cv, com as opções de câmbio manual ou automático, ambos de 6 marchas. 4 – Renault Koleos No começo do ano passado, a reportagem do iG Carros esteve em São José dos Pinhais (PR) para a inauguração de um novo complexo de injeção de alumínio dentro da fábrica da Renault. Nessa ocasião, questionamos o ex-presidente da marca, Luiz Pedrucci, sobre os andamentos da importação do Koleos, SUV médio na categoria de VW Tiguan, Jeep Compass e Peugeot 3008. De acordo com o executivo, a Renault ainda aguardava pelas definições do Rota 2030 para bater o martelo. Mas quase um ano depois, ainda não há qualquer indício de que o SUV será vendido por aqui. O modelo não foi visto em testes, não esteve no Salão do Automóvel de São Paulo e sumiu da boca dos executivos. É uma pena, uma vez que os SUVs médios estão bombando no Brasil. Na Argentina, o Koleos é vendido em versão única, com motor 2.5 16V aspirado de 170 cv e câmbio automático. Porém, a chegada do carro ao Brasil ainda não foi completamente descartada pela fabricante.


5 – Acura NSX A Honda trouxe sua marca de luxo para o Salão do Automóvel de 2012. De acordo com a fabricante, a ascensão do mercado brasileiro e da categoria de modelos premium permitia negócios favoráveis para a Acura, mas a alta do dólar e a sobretaxação de 30 pontos percentuais para veículos importados acabou deixando a proposta inviável. LEIA MAIS: Conheça os 15 melhores motores do Brasil e do mundo Os diretores da marca admitiram que seus carros não teriam preços competitivos com a sobretaxa, mas ainda prometeram trazer a nova geração do superesportivo NSX ao Brasil em 2015. Os planos, novamente, esbarraram no auge da crise econômica: o dólar subiu 48%, o processo de impeachment estava engatilhado e o desemprego assombrava milhões de brasileiros. Nessa brincadeira, o NSX acabou entrando para a lista de carros que viriam ao Brasil . Fonte: IG Carros Continue lendo Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Uma das poucas 217 unidades do Alfa Romeo Giulietta SZ, de 1962, foi encontrada em um sótão, em Turin (Itália), onde passou os seus últimos 35 anos guardado. Na belíssima cor Blu Chiaro Metallizato , o clássico era pertencente a um mecânico que não conseguia tirá-lo de lá, devido a um elevador quebrado, segundo a página de Facebook do Alfa Romeo Giulia & 105-series. Com a morte do dono, foi leiloado pelo governo italiano, com valor arrematado em R$ 2,4 milhões, numa conversão direta. LEIA MAIS: Um dos primeiros Alfa Romeo vai a leilão e pode sair por volta de US$ 1,5 milhão Alfa Romeo Giulietta SZ (ou Sprint Zagato) é a versão de alto desempenho do modelo que é um dos mais icônicos da marca. Traz carroceria e chassi em alumínio, produzidos à mão, com acrílico no lugar dos vidros e interior sem muitos luxos. Pesando apenas 785 kg, tinha dinâmica invejável, e com o seu motor 1.3 de 100 cv, podia chegar aos 200 km/h. Não à toa que desbancou rivais bem maiores em provas como as 24 Horas de Le Mans, a Targa Florio e inúmeras etapas em Nürburgring. Veja Também Ford lança versão Titanium 2019 do EcoSport semestepe na traseira LEIA MAIS: Alfa Romeo 2.300: assista ao vídeo do sedã nacional com apelo esportivo Outro Alfa Romeo, ainda mais raro Se o Giulietta SZ é raro e exclusivo, é porque você ainda não viu este aqui: o 8C 2900 B . Este que é um dos 50 exemplares produzidos, além de ser um dos 5 montados pela Carrozzeria Touring (com poucos sobreviventes, após a Segunda Guerra Mundial), está em perfeito estado de conservação e nunca foi restaurado. Em posse da mesma família há 40 anos, tamanho é o seu pedigree que poderá ser arrematado por mais de R$ 75 milhões no leilão de Pebble Beach, no mês que vem. LEIA MAIS: Conheça 5 marcas brasileiras que foram um fracasso e saíram de cena Trata-se de um dos carros pré-guerra mais rápidos. Em 1938, na Mille Miglia, o piloto da Scuderia Ferrari, Carlo Pintacuda, atingiu os 210 km/h, enquanto a maioria nem era capaz de ultrapassar os 100 km/h. Isso tudo se deve graças ao seu motor V8 de 2,9 litros, com compressor mecânico, e um sistema de suspensão projetado pela Porsche que garantia estabilidade de sobra. Veja Também GM e Onix: o melhorjaneiro da história do campeão de vendas LEIA MAIS: Raro Lancia de 1936 está em voga no mundo dos colecionadores A Alfa Romeo tem exatos 107 anos de história. Durante todo esse tempo, escreveu sua trajetória com modelos inconfundíveis, como ambos os clássicos e inúmeros outros, se estendendo até os modelos dos dias de hoje. No Brasil, infelizmente a marca italiana foi mal gerida, e esse fator, somado ao preço elevado, fez com que a Alfa nunca tivesse o prestígio


merecido em nosso mercado, deixando assim modelos e entusiastas órfãos da marca milanesa. Fonte: IG Carros Continue lendo Últimas Notícias Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Política Nacional 04/02/2019 - 14:16 Destaques casa dos artistas 04/02/2019 - 09:30 Visualizações 18.946 As críticas quanto a uma possível compra exagerada de salgadinhos ainda nem diminuiriam e um novo contrato fechado... MELHORIA NA EDUCAÇÃO 03/02/2019 - 11:37 Visualizações 729 CIDADE FOI UMA ENTRE CINCO DE TODO O BRASIL ESCOLHIDA PARA RECEBER CAPACITAÇÃO EDUCACIONAL EM BUSCA DE MELHORIA... POSSE MISSÃO 01/02/2019 - 20:46 Visualizações 4.148 O senador Jayme Campos (DEM-MT) assumiu na tarde desta sextafeira (1º) seu segundo mandato de senador da República.... Policial Policial 04/02/2019 - 14:15 Visualizações 11 Ação ocorreu após o assalto a uma fazenda em que foram levados também uma caminhonete e um caminhão... Policial 03/02/2019 - 09:36 Visualizações 82 Um veículo Cobalt foi recuperado em Alto Garças e um Corollafoi encontrada em Várzea Grande Nas últimas 24h,... Policial 02/02/2019 - 13:22 Visualizações 246 À polícia, o motorista contou que receberia um valor em dinheiro para transportar o entorpecente até Alto Garças,... Política MT Politica MT 04/02/2019 - 09:46 Visualizações 27 Foto: JLSIQUEIRA / ALMT O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) tomou posse, nesta sexta-feira (1), juntamente com outros... Politica MT 01/02/2019 - 21:56 Visualizações 61 Empossado nesta sexta-feira (01) para exercer o seu quarto mandato como deputado estadual durante a 19ª legislatura, Guilherme... Politica MT 01/02/2019 - 21:55 Visualizações 59 Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT A sessão solene de posse dos 24 deputados estaduais da 19ª legislatura encheu... Mato Grosso Mato Grosso 04/02/2019 - 09:57 Visualizações 29 A partir desta segunda-feira (04.02), o Batalhão Fazendário dará início aos trabalhos com operações fixas nos principais postos...


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Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping 5 carros que viriam ao Brasil, mas ainda estão em estudo, ou não chegarão mais 8159603 - LAPADA LAPADA - 04/02/2019

Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Share Tweet Lançar um carro é complexo. São necessários meses de estudo para avaliar as condições do mercado nacional, em um esquema de gestão conhecido como “análise de SWOT”. Resumindo, o termo analisa as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças de qualquer projeto. É preciso contar com o envolvimento de profissionais de marketing, engenharia e finanças para atender aos requisitos impostos pela matriz. Resultados são preciosos e erros dificilmente serão tolerados entre os carros que viriam ao Brasil. LEIA MAIS: Conheça 5 versões elogiadas no exterior que não são vendidas no Brasil Pode não parecer, mas vários modelos são cogitados para o mercado brasileiro o tempo todo. Somos os maiores consumidores da América Latina, e o oitavo país que mais fabrica automóveis no mundo. Quanto maior o mercado, maior a queda. Partindo disso, a reportagem do iG enumera cinco carros que viriam ao Brasil , mas acabaram barrados na hora de bater o martelo. 1 – VW Touareg No começo do ano passado, a Volkswagen tinha planos de trazer seu maior SUV, o Touareg, para o mercado brasileiro em uma nova geração. O modelo foi mostrado no Salão de Pequim (China) em meados de abril, compartilhando sua plataforma com Porsche Cayenne, Audi Q7 e Lamborghini Urus. Pelo nível de sofisticação, acabaria ficando muito caro nas lojas brasileiras. A Volkswagen logo buscou por alternativas. Poucos meses depois da apresentação do Touareg na China, a marca alemã registrou o novo SUV Atlas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Sendo um pouco mais barato que o inflacionado Touareg, surge como uma opção para a marca na categoria dos SUVs premium. Pelo tamanho, se tornaria rival direto de Volvo XC60 e do primo Audi Q5, custando algo na casa dos R$ 250 mil. 2 – Toyota C-HR Ter uma concessionária da Toyota é o melhor negócio que alguém interessado em vender carros pode fazer no Brasil. O modelo mais badalado da marca é o Corolla (com preço médio na casa dos R$ 100 mil) mas a conta poderia ficar ainda melhor com um SUV compacto. Uma alternativa que surgiu nos escritórios da Toyota do Brasil era o C-HR, utilitário híbrido vendido na Europa, Ásia e Oceania. Veja Também Andamos na nova versão de entrada do VW Jetta, que custa menos de R$ 100 mil LEIA MAIS: Veja os 5 carros que mais perderam valor em 2018 O modelo chegou a ser visto nas redondezas da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), mostrando que o projeto estaria em etapas avançadas. O câmbio desfavorável e a alta carga tributária para importar um veículo híbrido da Turquia (ainda mais considerando um segmento na casa dos R$ 100 mil) fizeram o C-HR subir no telhado. Ele chegou a ser avistado mais algumas vezes no ano passado, conforme publicado por nossa reportagem, mas neste caso já se tratava de um teste da nova plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture) que estará no Corolla 2020. Isso não significa que a Toyota tenha abandonado a ideia de lançar um SUV compacto no Brasil. Durante o Salão de Tóquio de 2017, executivos confirmaram que a marca poderia trazer utilitários da Daihatsu, sua marca de baixo custo para o leste asiático. Nos resta aguardar por novas etapas.


3 – Kia Rio O Kia Rio é uma novela tão longa quanto Malhação, já que sua chegada ao Brasil está sendo cogitada desde a geração anterior. O carro foi mostrado no Salão do Automóvel de 2016, e mesmo assim ainda não está confirmado para o Brasil. De acordo com o presidente da marca, Luiz Gandini, isso dependerá da taxa cambial em 2019. Com o fim do Inovar-Auto, a Kia renova as esperanças para uma nova investida de carros de volume no Brasil, contando também com um SUV compacto que será fabricado no México. Veja Também Honda City da nova geração terá versão híbrida em 2021 O hatch compacto já está homologado no Brasil, aparecendo até mesmo nas tabelas de consumo do Inmetro. Mas iria custar muito caro na comparação com rivais como VW Polo, Fiat Argo, Toyota Yaris e companhia, mesmo vendido com motor 1.6 Flex de 128 cv, com as opções de câmbio manual ou automático, ambos de 6 marchas. 4 – Renault Koleos No começo do ano passado, a reportagem do iG Carros esteve em São José dos Pinhais (PR) para a inauguração de um novo complexo de injeção de alumínio dentro da fábrica da Renault. Nessa ocasião, questionamos o ex-presidente da marca, Luiz Pedrucci, sobre os andamentos da importação do Koleos, SUV médio na categoria de VW Tiguan, Jeep Compass e Peugeot 3008. De acordo com o executivo, a Renault ainda aguardava pelas definições do Rota 2030 para bater o martelo. Mas quase um ano depois, ainda não há qualquer indício de que o SUV será vendido por aqui. O modelo não foi visto em testes, não esteve no Salão do Automóvel de São Paulo e sumiu da boca dos executivos. É uma pena, uma vez que os SUVs médios estão bombando no Brasil. Na Argentina, o Koleos é vendido em versão única, com motor 2.5 16V aspirado de 170 cv e câmbio automático. Porém, a chegada do carro ao Brasil ainda não foi completamente descartada pela fabricante. 5 – Acura NSX A Honda trouxe sua marca de luxo para o Salão do Automóvel de 2012. De acordo com a fabricante, a ascensão do mercado brasileiro e da categoria de modelos premium permitia negócios favoráveis para a Acura, mas a alta do dólar e a sobretaxação de 30 pontos percentuais para veículos importados acabou deixando a proposta inviável. LEIA MAIS: Conheça os 15 melhores motores do Brasil e do mundo Os diretores da marca admitiram que seus carros não teriam preços competitivos com a sobretaxa, mas ainda prometeram trazer a nova geração do superesportivo NSX ao Brasil em 2015. Os planos, novamente, esbarraram no auge da crise econômica: o dólar subiu 48%, o processo de impeachment estava engatilhado e o desemprego assombrava milhões de brasileiros. Nessa brincadeira, o NSX acabou entrando para a lista de carros que viriam ao Brasil . Fonte: IG Carros Da Redação publicidade Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a


Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Veja Também Harley-Davidson SportGlide: duas em uma Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Veja Também Yamaha XJ6-N deixa de ser produzida e vendida no Brasil Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM


no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros Continue lendo Carros Publicado 04/02/2019 - 14:03 por Da Redação Uma das poucas 217 unidades do Alfa Romeo Giulietta SZ, de 1962, foi encontrada em um sótão, em Turin (Itália), onde passou os seus últimos 35 anos guardado. Na belíssima cor Blu Chiaro Metallizato , o clássico era pertencente a um mecânico que não conseguia tirá-lo de lá, devido a um elevador quebrado, segundo a página de Facebook do Alfa Romeo Giulia & 105-series. Com a morte do dono, foi leiloado pelo governo italiano, com valor arrematado em R$ 2,4 milhões, numa conversão direta. LEIA MAIS: Um dos primeiros Alfa Romeo vai a leilão e pode sair por volta de US$ 1,5 milhão Alfa Romeo Giulietta SZ (ou Sprint Zagato) é a versão de alto desempenho do modelo que é um dos mais icônicos da marca. Traz carroceria e chassi em alumínio, produzidos à mão, com acrílico no lugar dos vidros e interior sem muitos luxos. Pesando apenas 785 kg, tinha dinâmica invejável, e com o seu motor 1.3 de 100 cv, podia chegar aos 200 km/h. Não à toa que desbancou rivais bem maiores em provas como as 24 Horas de Le Mans, a Targa Florio e inúmeras etapas em Nürburgring. Veja Também Honda City da nova geração terá versão híbrida em 2021 LEIA MAIS: Alfa Romeo 2.300: assista ao vídeo do sedã nacional com apelo esportivo Outro Alfa Romeo, ainda mais raro Se o Giulietta SZ é raro e exclusivo, é porque você ainda não viu este aqui: o 8C 2900 B . Este que é um dos 50 exemplares produzidos, além de ser um dos 5 montados pela Carrozzeria Touring (com poucos sobreviventes, após a Segunda Guerra Mundial), está em perfeito estado de conservação e nunca foi restaurado. Em posse da mesma família há 40 anos, tamanho é o seu pedigree que poderá ser arrematado por mais de R$ 75 milhões no leilão de Pebble Beach, no mês que vem. LEIA MAIS: Conheça 5 marcas brasileiras que foram um fracasso e saíram de cena Trata-se de um dos carros pré-guerra mais rápidos. Em 1938, na Mille Miglia, o piloto da Scuderia Ferrari, Carlo Pintacuda, atingiu os 210 km/h, enquanto a maioria nem era capaz de ultrapassar os 100 km/h. Isso tudo se deve graças ao seu motor V8 de 2,9 litros, com compressor mecânico, e um sistema de suspensão projetado pela Porsche que garantia estabilidade de sobra. Veja Também GM e Onix: o melhorjaneiro da história do campeão de vendas LEIA MAIS: Raro Lancia de 1936 está em voga no mundo dos colecionadores A Alfa Romeo tem exatos 107 anos de história. Durante todo esse tempo, escreveu sua trajetória com modelos inconfundíveis, como ambos os clássicos e inúmeros outros, se estendendo até os modelos dos dias de hoje. No Brasil, infelizmente a marca italiana foi mal


gerida, e esse fator, somado ao preço elevado, fez com que a Alfa nunca tivesse o prestígio merecido em nosso mercado, deixando assim modelos e entusiastas órfãos da marca milanesa. Fonte: IG Carros Continue lendo Últimas Notícias Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Nacional 04/02/2019 - 14:27 Política Nacional 04/02/2019 - 14:16 Destaques casa dos artistas 04/02/2019 - 09:30 Visualizações 18.946 As críticas quanto a uma possível compra exagerada de salgadinhos ainda nem diminuiriam e um novo contrato fechado... MELHORIA NA EDUCAÇÃO 03/02/2019 - 11:37 Visualizações 729 CIDADE FOI UMA ENTRE CINCO DE TODO O BRASIL ESCOLHIDA PARA RECEBER CAPACITAÇÃO EDUCACIONAL EM BUSCA DE MELHORIA... POSSE MISSÃO 01/02/2019 - 20:46 Visualizações 4.148 O senador Jayme Campos (DEM-MT) assumiu na tarde desta sextafeira (1º) seu segundo mandato de senador da República.... Policial Policial 04/02/2019 - 14:15 Visualizações 11 Ação ocorreu após o assalto a uma fazenda em que foram levados também uma caminhonete e um caminhão... Policial 03/02/2019 - 09:36 Visualizações 82 Um veículo Cobalt foi recuperado em Alto Garças e um Corollafoi encontrada em Várzea Grande Nas últimas 24h,... Policial 02/02/2019 - 13:22 Visualizações 246 À polícia, o motorista contou que receberia um valor em dinheiro para transportar o entorpecente até Alto Garças,... Política MT Politica MT 04/02/2019 - 09:46 Visualizações 27 Foto: JLSIQUEIRA / ALMT O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) tomou posse, nesta sexta-feira (1), juntamente com outros... Politica MT 01/02/2019 - 21:56 Visualizações 61 Empossado nesta sexta-feira (01) para exercer o seu quarto mandato como deputado estadual durante a 19ª legislatura, Guilherme... Politica MT 01/02/2019 - 21:55 Visualizações 59 Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT A sessão solene de posse dos 24 deputados estaduais da 19ª legislatura encheu... Mato Grosso Mato Grosso 04/02/2019 - 09:57 Visualizações 29 A partir desta segunda-feira (04.02), o Batalhão Fazendário dará início aos


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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159608 - DCI - São Paulo - SP - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://www.dci.com.br/economia/venda-de-veiculos-novos-cresce-10-2-em-janeiro-revelafenabrave-1.777762 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159609 - TAROBANEWS - Curitiba - PR - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://tarobanews.com/noticias/economia/venda-de-veiculos-novos-cresce-102-em-janeirorevela-fenabrave-vzE3o.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos crescem 10,24% em janeiro, diz Fenabrave 8159610 - VALOR ECONÔMICO - São Paulo - SP - 05/02/2019

SÃO PAULO - As vendas de veículos novos mantiveram ritmo de crescimento em janeiro. Foram licenciados em todo o país 199,7 mil veículos, incluindo carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, o que representou um avanço de 10,24% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Com 190,7 mil unidades, as vendas de carros e comerciais leves avançaram 8,67% na comparação anual. O mercado de caminhões continua em significativa expansão. Em janeiro foram licenciados 6,9 mil veículos, o que representou um crescimento de 50,9%, em relação ao mesmo mês de 2018. Com 90,7 mil unidades, um aumento de 17,7% na comparação anual, as vendas de motos mostram que esse mercado também está em recuperação. A direção da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) comentará os resultados ainda nesta manhã, numa apresentação à imprensa, em São Paulo. https://www.valor.com.br/empresas/6104823/vendas-de-veiculos-crescem-1024-em-janeirodiz-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Marli Olmos Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159611 - ZERO HORA - Porto Alegre - RS - 05/02/2019

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro 8159612 - TERRA - São Paulo - SP - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou nesta terça-feira, 5, a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. O número havia sido antecipado pelo Estado na última semana. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, o melhor desempenho para janeiro desde 2015, quando foram vendidas 253,8 mil unidades. Na comparação com dezembro, no entanto, o dado foi 14,8% inferior - tradicionalmente o último mês do ano é sempre um dos melhores em vendas. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://www.terra.com.br/economia/venda-de-veiculos-novos-cresce-102-emjaneiro,53102f4c8a7949fe72700b3c0b74ccddmt5mrjrh.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: André Ìtalo Rocha Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159613 - MIX VALE - 05/02/2019

Últimas Notícias By Estadão Conteúdo Posted on 5 de fevereiro de 2019 A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. André Ítalo Rocha Estadao Conteudo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. https://www.mixvale.com.br/2019/02/05/venda-de-veiculos-novos-cresce-102-em-janeirorevela-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159614 - MASSA NEWS - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://massanews.com/noticias/economia/venda-de-veiculos-novos-cresce-102-em-janeirorevela-fenabrave-aJzY6.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159615 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. PUBLICIDADE O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. http://www.folhadaregiao.com.br/2019/02/05/Venda-de-veiculos-novos-cresce-102-emjaneiro-revela-Fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159616 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 05/02/2019

Comentário(s) Comunicar erros A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://www.dgabc.com.br/Noticia/3013171/venda-de-veiculos-novos-cresce-10-2-em-janeirorevela-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159618 - DIÁRIO DE NOTICIAS - São Paulo - SP - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. http://www.diariodenoticias.com.br/economia/235615/venda-de-veiculos-novos-cresce-102em-janeiro-revela-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Alfa Romeo Giulietta SZ abandonado por 35 anos é leiloado por R$ 2,4 milhões 8159619 - PORTAL MT - 04/02/2019

Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação Share Tweet Uma das poucas 217 unidades do Alfa Romeo Giulietta SZ, de 1962, foi encontrada em um sótão, em Turin (Itália), onde passou os seus últimos 35 anos guardado. Na belíssima cor Blu Chiaro Metallizato , o clássico era pertencente a um mecânico que não conseguia tirá-lo de lá, devido a um elevador quebrado, segundo a página de Facebook do Alfa Romeo Giulia & 105-series. Com a morte do dono, foi leiloado pelo governo italiano, com valor arrematado em R$ 2,4 milhões, numa conversão direta. LEIA MAIS: Um dos primeiros Alfa Romeo vai a leilão e pode sair por volta de US$ 1,5 milhão Alfa Romeo Giulietta SZ (ou Sprint Zagato) é a versão de alto desempenho do modelo que é um dos mais icônicos da marca. Traz carroceria e chassi em alumínio, produzidos à mão, com acrílico no lugar dos vidros e interior sem muitos luxos. Pesando apenas 785 kg, tinha dinâmica invejável, e com o seu motor 1.3 de 100 cv, podia chegar aos 200 km/h. Não à toa que desbancou rivais bem maiores em provas como as 24 Horas de Le Mans, a Targa Florio e inúmeras etapas em Nürburgring. LEIA MAIS: Alfa Romeo 2.300: assista ao vídeo do sedã nacional com apelo esportivo Veja Mais: Dez carros da Porsche, que são do co-fundador do WhatsApp, vão a leilão; veja Outro Alfa Romeo, ainda mais raro Se o Giulietta SZ é raro e exclusivo, é porque você ainda não viu este aqui: o 8C 2900 B . Este que é um dos 50 exemplares produzidos, além de ser um dos 5 montados pela Carrozzeria Touring (com poucos sobreviventes, após a Segunda Guerra Mundial), está em perfeito estado de conservação e nunca foi restaurado. Em posse da mesma família há 40 anos, tamanho é o seu pedigree que poderá ser arrematado por mais de R$ 75 milhões no leilão de Pebble Beach, no mês que vem. LEIA MAIS: Conheça 5 marcas brasileiras que foram um fracasso e saíram de cena Trata-se de um dos carros pré-guerra mais rápidos. Em 1938, na Mille Miglia, o piloto da Scuderia Ferrari, Carlo Pintacuda, atingiu os 210 km/h, enquanto a maioria nem era capaz de ultrapassar os 100 km/h. Isso tudo se deve graças ao seu motor V8 de 2,9 litros, com compressor mecânico, e um sistema de suspensão projetado pela Porsche que garantia estabilidade de sobra. LEIA MAIS: Raro Lancia de 1936 está em voga no mundo dos colecionadores A Alfa Romeo tem exatos 107 anos de história. Durante todo esse tempo, escreveu sua trajetória com modelos inconfundíveis, como ambos os clássicos e inúmeros outros, se estendendo até os modelos dos dias de hoje. No Brasil, infelizmente a marca italiana foi mal gerida, e esse fator, somado ao preço elevado, fez com que a Alfa nunca tivesse o prestígio merecido em nosso mercado, deixando assim modelos e entusiastas órfãos da marca milanesa. Veja Mais: Museu da Mercedes-Benz: um pedaço de história em Stuttgart Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Carros e Motos


Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação Conforme o site indiano Livemint, a nova geração do sedã Honda City vai contar com uma versão híbrida que vai começar a ser vendida a partir do ano que vem. O carro não será plug-in e vai utilizar a tecnologia mais em conta disponível atualmente quando o assunto é motor a combustão funcionando em conjunto com outro elétrico. Isso para chegar a um preço que continue competitivo. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2019, incluindo a nova geração do A3 De acordo com o que sabe até agora, o mais provável é que o novo Honda City híbrido seja equipado com motor 1.5 que trabalha em conjunto com mais dois elétricos, de pequeno porte. Em alguns mercados, o sedã compacto também pode vir com o novo 1.0 turbo, de três cilindros, com duplo comando no válvulas no cabeçote com variador de fase entre os recursos. LEIA MAIS: Nova pícape da Ford chegará em breve para concorrer com a Fiat Toro Ainda não há mais detalhes sobre o novo sedã da marca japonesa, mas o visual do modelo deverá se basear nas linhas adotadas no Accord atual, com ampla grade frontal e faróis com LED no lugar de lâmpadas convencionais. Dessa vez, o carro contará com controle eletrônico de estabilidade, item que será obrigatório em novos projetos a partir de 2020 e em todos os carros vendidos no Brasil a partir de 2022. Veja Mais: Veja 5 compactos 1.0, com até um ano de uso, por menos de R$ 40 mil Antes do Honda City, o Fit também muda Não será apenas o Honda City que terá nova geração. Antes dele, o Fit novo será apresentado em setembro, segundo a revista japonesa BestCar. O carro começará a ser vendido a partir de 2020 no Japão, maior e mais sofisticado que o atual. Entre outras novidades, o carro contará, enfim, com motor 1.0 turbo e versão híbrida, capaz de fazer 34 km/l de gasolina. LEIA MAIS: Nova geração do Golf é vista sem camuflagem na Alemanha Ao incorporar alguns sistemas do Civic, o novo Fit contará com itens como sistemas de auxílio ao motorista: controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, aviso de colisão frontal e sistema de frenagem de emergência. No Brasil, é provável que o novo Honda Fit seja apresentado no Salão do Automóvel de 2020, no São Paulo Expo. Até lá, quando o mercado já estiver mais familiarizado com modelos elétricos e híbridos, é possível que a marca passe a oferecer um Fit híbrido no Brasil, pelo menos em uma versão, assim como acontecerá com o Toyota Corolla, que começa a ser vendido no final de 2019, e o Honda City . Fonte: Livemint Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 14:09 por Equipe de Redação De acordo com o site indiano Autocar, o Grupo FCA deverá encerrar as operações da Fiat no país ainda em 2019 para focar inteiramente no desenvolvimento da Jeep. Isso significa que os dois únicos modelos vendidos por lá, Grande Punto e Linea, serão descontinuados em alguns meses. Os números de mercado na Índia são baixíssimos, pensando na proporção da Fiat do Brasil: apenas 101 emplacamentos em doze meses!


LEIA MAIS: VW mostra teaser de bugue elétrico que será mostrado em Genebra O nosso Argo até chegou a ser cotado para uma possível produção nacional, mas executivos consideraram que o custo seria muito alto. Da mesma forma, Fiat Tipo e Aegea também estão fora de questão para o mercado indiano. Outro motivo para uma desistência prematura do mercado indiano seriam as novas regras de emissão de gases em meados de 2020. Atualmente, a Fiat é responsável pela produção do motor 1.3 Multijet diesel que também equipa modelos da Suzuki e Tata Motors. Com as novas leis, ambas as marcas encerraram seus contratos com a fabricante italiana – que não tem o volume individual necessário para manter a produção. LEIA MAIS: Conheça 5 modelos que são injustiçados no mercado brasileiro A Fiat tem até abril para zerar seus estoques de veículos sem freios ABS. A partir do dia primeiro, será considerada crime a comercialização de carros sem este aparato de segurança. Ainda conforme o Autocar, uma renovação completa da linha da Fiat – que conta com dois modelos já descontinuados no resto do mundo, inclusive no Brasil – precisaria de um investimento de no mínimo US$ 600 milhões (R$ 2,2 bilhões). Enfraquecida no mercado indiano, a marca dificilmente conseguiria o montante em rentabilidade. Para a imprensa local, o fim da Fiat na Índia marca o ponto final de uma era. Por outro lado, a Jeep tem provado consistência no mercado indiano. O Compass caiu nas graças do público, sendo um dos SUVs mais vendidos do país. Veja Mais: BMW X7 é revelado por completo. Mas não estará no Salão do Automóvel Fiat no Brasil O Grupo FCA continua sendo dominante no mercado brasileiro. Isso se deve ao sucesso dos SUVs Renegade e Compass, bem como as comerciais Strada e Toro que continuam vendendo feito água. Os grandes impasses do grupo têm acontecido com os concessionários da Fiat que não vendem veículos da Jeep e clamam por um SUV. LEIA MAIS: Audi terá 18 lançamentos em 2018, incluindo nova geração do A3 Para tal, a Fiat apresentou o novo SUV Fastback durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Feito com base na Toro, conceito prevê um utilitário que chegará em meados de 2020, conforme apurado por nosso colunista Glauco Lucena. Na frente, a grade em lâminas horizontais cria um desenho preciso entre as peças, trazendo refinamento e largura ao conjunto. Faróis estreitos na parte superior e a caixa de roda são algumas das características que revelam a inspiração para o conceito. Fonte: Autocar Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 04/02/2019 - 11:43 por Equipe de Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que


vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. Veja Mais: Museu da Mercedes-Benz: um pedaço de história em Stuttgart LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). Veja Mais: Veja 5 compactos 1.0, com até um ano de uso, por menos de R$ 40 mil LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Veja Mais: Era uma vez no México.Com a linha Touring 2019 da Harley-Davidson Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes


mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Últimas Notícias Nacional 04/02/2019 - 14:23 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Famosos 04/02/2019 - 14:09 Carros e Motos 04/02/2019 - 14:09 Artigos 29/01/2019 - 22:49 Em tempos de recursos escassos e despesas descontroladas, buscam-se os culpados para o colapso das finanças do Estado de Mato... Artigos 03/01/2019 - 21:39 Após o resultado das eleições em 2018 a ansiedade toma conta dos 100.000 servidores públicos estaduais não propriamente do... Artigos 02/01/2019 - 11:06 É preciso aparar as arestas, agora! Tudo o que está ficando para trás deve ser registrado na memória, como coisa... Rondonópolis Rondonópolis 01/02/2019 - 20:00 Um força tarefa de Rondonópolis formada pelos vereadores Reginaldo Santos – PPS, Fábio Cardozo – PDT, Hélio Pitchioni – PSD,... Rondonópolis 01/02/2019 - 16:00 Quem é que nunca quebrou ou ainda vai quebrar um objeto de vidro acidentalmente? Com certeza você já se... Polícia Policial 04/02/2019 - 13:45 Ação ocorreu após o assalto a uma fazenda em que foram levados também uma caminhonete e um caminhão Em uma... Policial 04/02/2019 - 13:30 Polícia Judiciária Civil, através da Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) de Sorriso, segue com as investigações do... Esportes Esportes 04/02/2019 - 10:27


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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159621 - UOL - São Paulo - SP - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/02/05/venda-de-veiculos-novoscresce-102-em-janeiro-revela-fenabrave.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Novos Onix, Prisma e Tracker nacional conseguirão manter a GM na liderança? - URGENTE NEWS 8159623 - URGENTE NEWS - 04/02/2019

Compartilhar no Facebook Tweet A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para


os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. IG CARROS http://www.urgentenews.com.br/2019/02/04/novos-onixprisma-e-tracker-nacionalconseguirao-manter-a-gm-na-lideranca.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado de veículos começa o ano com alta de 10% - Portal Lubes 8159625 - PORTAL LUBES - Rio de Janeiro - RJ - 04/02/2019

Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp Mercado de veículos Com total de 199.814 veículos emplacados em janeiro, o mercado automotivo iniciou o ano com alta de 10,2% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Em relação a dezembro, quando foram licenciadas 234,5 mil unidades, houve queda de 14,8%, mas esse movimento na virada do ano é normal, visto que o primeiro mês de ano, marcado por período de festas e férias, é tradicionalmente mais fraco. Para se ter uma ideia do desempenho favorável de janeiro deste ano basta lembrar que em 2016 foram vendidos 155,6 mil veículos, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, e no ano seguinte apenas 147,2 mil. Reação do setor A reação do setor vem sendo sentida desde o ano passado, quando o mercado encerrou o ano com índice de crescimento acima do esperado tanto pela Anfavea, a entidade que representa as montadoras, como também pela Fenabrave, a federação dos distribuidores de veículos. Segundo fonte do setor de distribuição, as vendas nos últimos dois dias de janeiro foram marcadas por grandes negócios com frotistas, o que tem sido corriqueiro nos últimos meses. Na quarta-feira, 30, houve perto de 13 mil emplacamentos e no dia 31, quinta-feira, outros 15 mil. Média do mês Na média do mês, as vendas por dia útil ficaram em 9.082 unidades, um número razoável para janeiro, até porque houve o feriado da cidade de São Paulo, dia 25, o principal mercado de veículos do País. Na próxima terça-feira, 5, a Fenabrave divulgará o balanço detalhado de janeiro, com números relativos aos diferentes mercados, com os de veículos leves e pesados, e também por marcas e segmentos. http://portallubes.com.br/2019/02/mercado-de-veiculos-comeca-2019-com-alta/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Todo Mundo Calmo, Isto é um Assalto 8159626 - INVESTING.COM - 05/02/2019

“Não vou te dar falsas esperanças, Dalia.” “O que seria da gente sem falsas esperanças?” Barba Ensopada de Sangue – Daniel Galera Às vezes, tenho esperanças. Às vezes, me parece que elas são ingênuas demais. A princípio, eu não falaria disto. Mas tem acontecido de forma cada vez mais frequente. Agora, mexeu com família. E, como você sabe, com família não se brinca. Aí a batata assa. Tudo tem limite. Se trato de outros players de mercado, não é por interesse particular. “Foco no cliente” é a máxima de Jeff Bezos, padrinho de batismo desta newsletter. A questão aqui é a interferência de outros players de mercado – todos eles príncipes na vida! – na vida de nossos assinantes. Narro hoje um caso 100% real. Ele evidencia a superioridade do modelo de opiniões independentes e não conflitadas sobre investimentos, enquanto denuncia os problemas, para o investidor, de seguir indicações provenientes de bancos e corretoras, muito mais interessados em apropriar-se de taxas escondidas e rebates sub-reptícios de seus clientes, do que propriamente em fazê-los lucrar. A primeira imagem abaixo reflete a carteira que um de nossos assinantes resolveu seguir após ler nossas publicações. E a segunda imagem descreve o portfólio que, pouco tempo depois, acabou implementando, diante de interferências sucessivas de sua assessoria na XP – tudo, claro, sob a retórica de que “as novas colocações foram feitas preservando as ideias originais da Empiricus”, o que é obviamente falso. Peço gentil e humildemente para que os quatro leitores comparem as duas carteiras. Notem como a primeira seleção praticamente não contemplava crédito privado, refletindo nossa convicção de que os spreads de crédito no Brasil, no geral, não remuneram adequadamente pela assunção de risco marginal. Ainda mais problemático, percebemos claramente como a nova carteira implica redução da liquidez do investidor (aplicações que travam o dinheiro do cliente por bastante tempo, sem capacidade de saída a qualquer momento), alguns produtos efetivamente ruins e outros de taxa excessiva. Perceba o quanto de dinheiro foi alocado, indevidamente, em COEs, CRIs e debêntures. As inserções feitas pela assessoria na corretora decorrem, necessariamente, de uma das duas coisas a seguir ou de uma combinação entre elas: i. Desconhecimento de finanças e da “ciência” de alocação de recursos (escrevo “ciência” entre aspas porque há muita arte nesse processo); e ii. Estrutura de incentivos perversa às assessorias de investimento, que ganham mais taxas e rebates em determinados produtos, o que as induz à colocação justamente dessas alternativas que rendem a si mesmas maior dinheiro. Esclareço: não é um problema das pessoas em si, mas, sim, da estrutura de incentivos. Todos têm bocas a alimentar e boletos a pagar. Como diz Dan Ariely, “exponha o homem ao conflito de interesses e uma hora ele irá ceder”. Não desconsidero o primeiro ponto. Com efeito, a boa pesquisa e boas indicações de asset allocation nunca foram o forte da XP – todo mundo sabe disso. Não é segredo para ninguém como a empresa jamais deu a devida atenção para sua equipe de research; a XP tem outros méritos, como a introdução do conceito de plataforma aberta no Brasil (a coisa que verdadeiramente trouxe da Charles Schwab), mas não esse. No entanto, suspeito que a maior parte do problema derive do segundo ponto acima. Justamente porque os produtos novos, bem desalinhados às ideias originais da Empiricus (em que pese a retórica vendedora em contrário), embutem taxas e rebates escondidos bem altos a serem pagos pelo investidor. O COE, por exemplo, costuma cobrar taxas escorchantes, variando entre 3 a 5% do capital – bicho, o CDI é 6,5% ao ano, saca? Posso suspeitar também de algum incentivo a mais em torno da apropriação de spreads bem gordos nas debêntures e também do Iridium Recebíveis Imobiliários – quase todo cliente da XP que bate aqui mostra um portfólio recheado desse negócio. Talvez seja coincidência.


Olha, eu quase que nada não sei, mas desconfio de muita coisa. Embora seja essa uma carteira individual, a prática é recorrente, se dando em massa. O investidor aceita taxas abusivas embutidas em COEs e em outros enlatados simplesmente porque elas estão ocultas, não aparecem ao investidor, ficam apenas abaixo da superfície do que lhe é oferecido. Então, o investidor, sem saber de fato o que está lhe sendo cobrado, acaba topando. Se você não vê algo, acha que não existe. É o famoso WYSIATI das Finanças Comportamentais (What You See Is All That Is; o que você vê é tudo que existe). Confundimos ausência de evidência com evidência de ausência. Ou, ao menos, não conferimos a devida atenção a essa falácia lógica. Claro que, depois de ficar ciente da estrutura de incentivos completamente torta e do quanto está pagando sem perceber para seu assessor, o investidor se ressente – eu pude testemunhar ao vivo a revolta nesse caso particular. Mas aí pode ser tarde demais. Lá está o sujeito amarrado no COE até 2021. Talvez o eventual leitor mais crítico pudesse apontar dois contra-argumentos: 1) “Você está apontando uma situação de claro conflito de interesses, mas você mesmo está conflitado para falar do assunto, uma vez que fundou uma empresa de opiniões financeiras independentes. Quer pregar a superioridade do seu negócio.” Sim, de fato. No entanto, a causalidade parece invertida aí. Eu fundei uma empresa de publicações independentes justamente por acreditar na superioridade desse modelo. É dever ético e moral fazê-lo. O problema seria justamente o contrário, fazer algo em que não acredito. Por favor, tente entender a superioridade do modelo de pesquisa independente não como uma opinião pessoal. Trata-se da essência e da estrutura do negócio. O mercado é um ambiente competitivo e difícil pra caramba. Acertar de forma consistente é tarefa árdua. Agora, imagina ter de acertar e, ao mesmo tempo, obedecer a uma agenda oculta de capturar altas taxas e rebates enterrados sob a superfície. Não se trata de exclusividade da indústria financeira. Qualquer situação em que a mesma pessoa se envolva simultaneamente na venda e no aconselhamento vai gerar problema para o cliente (no caso, é o investidor, mas poderia ser o comprador de roupas que pergunta ao vendedor se “esta camisa ficou boa?”). Se há ainda alguma dúvida sobre a importância que damos às questões de conflito de interesses, independência editorial e separação entre venda e direcionamento para investimentos, sugiro uma comparação entre o tratamento que conferimos aos sites O Antagonista, Seu Dinheiro e Money Times, frente àquele dado ao InfoMoney – de nossa parte, não há qualquer matéria falando bem da gente, nem sugestões de que “escrever newsletter é a profissão do futuro”. Sinceramente, se você é uma corretora cujo modelo de negócios se apoia de maneira quase integral em agentes autônomos, não deveria ter um veículo de imprensa em que a matéria de destaque numa determinada tarde é “Assessor de investimentos é a carreira do futuro e pode pagar 18 mil reais por mês”. Em o fazendo, você não tem um veículo de imprensa, mas, sim, um instrumento para gerar leads (clientes prospectivos) para a corretora. Tudo e só isso. Para piorar, a dinâmica é feita sob o empurrão da estratégia de copywriting — exatamente a mesma técnica adotada no marketing (tão criticado) da Empiricus; a diferença aqui é que somos apenas uma publicadora de conteúdo, sem atuar na distribuição e originação de valores mobiliários. De forma simples e direta, temos um “veículo de imprensa” focado 24/7 em gerar leads para uma instituição financeira, adotando o copywriting dentro do funil de captação de uma entidade que origina e distribui valores mobiliários. Uau! Em tempo: a Empiricus também se interessa pela geração de leads vinda de O Antagonista, Seu Dinheiro e Money Times. No entanto, ali não se mistura, em nenhum momento, marketing com conteúdo. Há anúncios, banners, chamadas e coisas parecidas; jamais reportagens elogiando a Empiricus. Seria ridículo! Em tempo 2: quando eu topei uma parceria comercial com a Vitreo, também foi preservando a égide da ausência de conflito de interesses. 2) “Ah, mas o agente autônomo é apenas responsável pela captura e pelo relacionamento de clientes. Ele está inclusive proibido pela regulação de recomendar investimentos.” Verdade. Mas na teoria até o comunismo funciona. Na prática, o agente autônomo não precisa recomendar, ipsis litteris ou ipsis verbis, um determinado investimento. Ele pode simplesmente mandar um e-mail falando que “um amigo, que é grande investidor, está comprando este COE aqui e considerando muito bom”. Não se recomenda; apenas


sugestiona-se, sabe? Alternativamente, abre-se, dentro do mesmo grupo econômico do agente autônomo (mesmos sócios) uma empresa de consultoria – essa, sim, com capacidade de indicar alocação de recursos para os investidores. Então, bingo! Está feita a festa. Ao melhor estilo Quentin Tarantino, vivemos um tempo de violência. Alguns possivelmente diriam que eu não deveria tocar nesse vespeiro; o ideal seria deixar tudo como está, afinal, sempre foi assim. Como diria Mia Wallace: “Não é mais emocionante quando você não tem permissão?”. Pra mim, um objetivo de vida é ser escravo apenas da própria alma. Mercados iniciam a terça-feira próximos à estabilidade. Acompanham falta de gatilhos no exterior, onde predominam dúvidas sobre negociações entre EUA e China e sobre shutdown do governo norte-americano. Por aqui, várias especulações sobre a reforma da Previdência, nada concreto ainda. Agenda traz ISM de serviços nos EUA, vendas ao varejo na Zona do Euro e dados da Fenabrave no Brasil. Reação a resultado do Itaú (SA:ITUB4) é destaque da cena corporativa doméstica. Ibovespa Futuro abre em ligeira queda de 0,1%, dólar e juros futuros sobem. https://br.investing.com/analysis/todo-mundo-calmo-isto-e-um-assalto-200224856 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Novos Onix, Prisma e Tracker nacional conseguirão manter a GM na liderança? 8159627 - IG - São Paulo - SP - 04/02/2019

Novos Onix, Prisma e Tracker nacional conseguirão manter a GM na liderança? Por Sergio Quintanilha | 04/02/2019 11:42 Tamanho do texto - + Home iG › Carros › Colunas › República do Automóvel Em guerra com os custos, a GM começa a renovar a linha Chevrolet este ano, mas os segmentos de SUVs e picapes precisarão de investimentos Reprodução/Autohome Para manter as vendas da GM no topo, nova geração de Prisma e Onix será bem diferente da atual, com nova plataforma A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Divulgação T-Cross é a novidade da Volks, que deverá vender muito, e ajudaria as vendas da GM caso ela lançasse logo um rival Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM Divulgação Chevrolet Tracker da nova geração também chega com a nova "cara" da marca, e certamente ajudará nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração


antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Divulgação Chevrolet Blazer da nova geração seria um bom SUV que contribuiria a manter as boas vendas da GM no Brasil Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Link deste artigo: https://carros.ig.com.br/colunas/republica-do-automovel/2019-0204/vendas-da-gm.html Leia tudo sobre: Notícias Recomendadas Carregar Mais Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo. Comentários Mais Recentes


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Clipping 5 carros que viriam ao Brasil, mas ainda estão em estudo, ou não chegarão mais 8159628 - FA NOTÍCIAS - 04/02/2019

Carros e Motos Publicado 3 minutos atrás em 4 de fevereiro de 2019 por Da . Redação Share Tweet Lançar um carro é complexo. São necessários meses de estudo para avaliar as condições do mercado nacional, em um esquema de gestão conhecido como “análise de SWOT”. Resumindo, o termo analisa as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças de qualquer projeto. É preciso contar com o envolvimento de profissionais de marketing, engenharia e finanças para atender aos requisitos impostos pela matriz. Resultados são preciosos e erros dificilmente serão tolerados entre os carros que viriam ao Brasil. LEIA MAIS: Conheça 5 versões elogiadas no exterior que não são vendidas no Brasil Pode não parecer, mas vários modelos são cogitados para o mercado brasileiro o tempo todo. Somos os maiores consumidores da América Latina, e o oitavo país que mais fabrica automóveis no mundo. Quanto maior o mercado, maior a queda. Partindo disso, a reportagem do iG enumera cinco carros que viriam ao Brasil , mas acabaram barrados na hora de bater o martelo. 1 – VW Touareg No começo do ano passado, a Volkswagen tinha planos de trazer seu maior SUV, o Touareg, para o mercado brasileiro em uma nova geração. O modelo foi mostrado no Salão de Pequim (China) em meados de abril, compartilhando sua plataforma com Porsche Cayenne, Audi Q7 e Lamborghini Urus. Pelo nível de sofisticação, acabaria ficando muito caro nas lojas brasileiras. A Volkswagen logo buscou por alternativas. Poucos meses depois da apresentação do Touareg na China, a marca alemã registrou o novo SUV Atlas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Sendo um pouco mais barato que o inflacionado Touareg, surge como uma opção para a marca na categoria dos SUVs premium. Pelo tamanho, se tornaria rival direto de Volvo XC60 e do primo Audi Q5, custando algo na casa dos R$ 250 mil. Leia mais: VW T-Cross terábancos traseiros deslizantes. Veja video do novo SUV compacto 2 – Toyota C-HR Ter uma concessionária da Toyota é o melhor negócio que alguém interessado em vender carros pode fazer no Brasil. O modelo mais badalado da marca é o Corolla (com preço médio na casa dos R$ 100 mil) mas a conta poderia ficar ainda melhor com um SUV compacto. Uma alternativa que surgiu nos escritórios da Toyota do Brasil era o C-HR, utilitário híbrido vendido na Europa, Ásia e Oceania. LEIA MAIS: Veja os 5 carros que mais perderam valor em 2018 O modelo chegou a ser visto nas redondezas da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), mostrando que o projeto estaria em etapas avançadas. O câmbio desfavorável e a alta carga tributária para importar um veículo híbrido da Turquia (ainda mais considerando um segmento na casa dos R$ 100 mil) fizeram o C-HR subir no telhado. Ele chegou a ser avistado mais algumas vezes no ano passado, conforme publicado por nossa reportagem, mas neste caso já se tratava de um teste da nova plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture) que estará no Corolla 2020. Isso não significa que a Toyota tenha abandonado a ideia de lançar um SUV compacto no Brasil. Durante o Salão de Tóquio de 2017, executivos confirmaram que a marca poderia


trazer utilitários da Daihatsu, sua marca de baixo custo para o leste asiático. Nos resta aguardar por novas etapas. 3 – Kia Rio O Kia Rio é uma novela tão longa quanto Malhação, já que sua chegada ao Brasil está sendo cogitada desde a geração anterior. O carro foi mostrado no Salão do Automóvel de 2016, e mesmo assim ainda não está confirmado para o Brasil. De acordo com o presidente da marca, Luiz Gandini, isso dependerá da taxa cambial em 2019. Com o fim do Inovar-Auto, a Kia renova as esperanças para uma nova investida de carros de volume no Brasil, contando também com um SUV compacto que será fabricado no México. Leia mais: Novo Toyota Corolla é revelado oficialmente e chegará ao Brasil em 2020 O hatch compacto já está homologado no Brasil, aparecendo até mesmo nas tabelas de consumo do Inmetro. Mas iria custar muito caro na comparação com rivais como VW Polo, Fiat Argo, Toyota Yaris e companhia, mesmo vendido com motor 1.6 Flex de 128 cv, com as opções de câmbio manual ou automático, ambos de 6 marchas. 4 – Renault Koleos No começo do ano passado, a reportagem do iG Carros esteve em São José dos Pinhais (PR) para a inauguração de um novo complexo de injeção de alumínio dentro da fábrica da Renault. Nessa ocasião, questionamos o ex-presidente da marca, Luiz Pedrucci, sobre os andamentos da importação do Koleos, SUV médio na categoria de VW Tiguan, Jeep Compass e Peugeot 3008. De acordo com o executivo, a Renault ainda aguardava pelas definições do Rota 2030 para bater o martelo. Mas quase um ano depois, ainda não há qualquer indício de que o SUV será vendido por aqui. O modelo não foi visto em testes, não esteve no Salão do Automóvel de São Paulo e sumiu da boca dos executivos. É uma pena, uma vez que os SUVs médios estão bombando no Brasil. Na Argentina, o Koleos é vendido em versão única, com motor 2.5 16V aspirado de 170 cv e câmbio automático. Porém, a chegada do carro ao Brasil ainda não foi completamente descartada pela fabricante. 5 – Acura NSX A Honda trouxe sua marca de luxo para o Salão do Automóvel de 2012. De acordo com a fabricante, a ascensão do mercado brasileiro e da categoria de modelos premium permitia negócios favoráveis para a Acura, mas a alta do dólar e a sobretaxação de 30 pontos percentuais para veículos importados acabou deixando a proposta inviável. Leia mais: Eventos temáticos atraem mais lançamentos que tradicionais salões automotivos LEIA MAIS: Conheça os 15 melhores motores do Brasil e do mundo Os diretores da marca admitiram que seus carros não teriam preços competitivos com a sobretaxa, mas ainda prometeram trazer a nova geração do superesportivo NSX ao Brasil em 2015. Os planos, novamente, esbarraram no auge da crise econômica: o dólar subiu 48%, o processo de impeachment estava engatilhado e o desemprego assombrava milhões de brasileiros. Nessa brincadeira, o NSX acabou entrando para a lista de carros que viriam ao Brasil . Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> publicidade Carros e Motos Publicado 3 minutos atrás em 4 de fevereiro de 2019 por Da . Redação A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet


deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. Leia mais: BMW começa a produzir as motocicletas F 750 GS e F 850 GS em Manaus LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid Leia mais: Mustang mostra a forçade sua fama no Brasil No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante


geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. Leia mais: Honda CB 500 chega à linha 2019 com mais cores para as versões X e F A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos 3 minutos atrás Reprodução/Autohome Para manter as vendas da GM no topo, nova geração de Prisma e Onix será bem diferente da atual,... Carros e Motos 3 minutos atrás Lançar um carro é complexo. São necessários meses de estudo para avaliar as condições do mercado nacional, em um esquema... Direto de Brasília 4 minutos atrás Reprodução Dailton foi preso em flagrante pelo assassinato da médica cubana A médica cubana Laidys Sosa Ulloa Gonçalves, de 37... Nacional 26 minutos atrás Jéssica Maria/ iG São Paulo Por chuva, às 8h30 de hoje, o índice de congestionamento em SP era o mais... Nacional 26 minutos atrás Reprodução Países europeus reconhecem Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela Países europeus como França, Espanha e Reino Unido reconheceram... Nacional 26 minutos atrás Ricardo Stuckert / Fotos Públicas Equipes trabalham nas buscas por vítimas do rompimento de barragem em Brumadinho, após forte chuva... Nacional 26 minutos atrás Edson Lopes JR/A2 Fotografia – 11.11.13 População de São Paulo pode ficar sem metrô na terça-feira (5) com greve dos... Versão Impressa 3 dias atrás Comentários do Facebook Leia mais: Novo Toyota Corolla é revelado oficialmente e chegará ao Brasil em 2020 Versão Impressa 1 semana atrás


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Clipping Novos Onix, Prisma e Tracker nacional conseguirão manter a GM na liderança? 8159629 - FA NOTÍCIAS - 04/02/2019

Carros e Motos Publicado 3 minutos atrás em 4 de fevereiro de 2019 por Da . Redação Share Tweet A General Motors é líder do mercado brasileiro há três anos. Pelas projeções feita pela República do Automóvel, só a família Onix/Prisma representou um faturamento de R$ 14,6 bilhões no ano passado. Com uma margem de 10%, esses dois carros da Chevrolet deixariam nos cofres da GM algo como R$ 1,46 bilhão. Ou R$ 730 milhões com um resultado operacional de 5%. Acontece que, hoje em dia, os investimentos na indústria automobilística para as vendas da GM se manterem competitivas são altíssimos – e a montadora reclama dos prejuízos, apesar da liderança. LEIA MAIS: Corolla dá uma surra no Civic e faz dobradinha com o RAV4 no ranking mundial Se apenas a GM reclamou, podemos supor que outras montadoras estejam tendo lucros. Os dois maiores concorrentes da GM no Brasil são a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a Volkswagen. Das três empresas, a que mais soube tirar proveito da onda dos SUVs no mercado brasileiro foi a FCA, que lançou dois modelos lucrativos com a marca Jeep: o Renegade em 2015 e o Compass em 2016. Juntos, eles venderam mais de 106 mil unidades no ano passado, com ticket médio muito superior ao dos Chevrolet Onix/Prisma. A crise que vive a marca (apesar das boas vendas da GM ), portanto, também passa por suas escolhas, e não apenas pelo famoso custo Brasil. Ainda este ano, mas somente a partir de dezembro, a GM começa a investir de fato no mercado de SUVs. Por enquanto, suas iniciativas foram a manutenção da produção do Trailblazer (um dinossauro que ainda utiliza carroceria sobre chassi) e a importação do Trax mexicano (vendido aqui como Chevrolet Tracker , mas que está defasado perante a concorrência) e do ótimo Equinox canadense (mas ele é muito caro para fazer volume). Em dezembro, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) começa a produzir o novo Tracker, maior, mais moderno e que terá condições de competir diretamente com o Jeep Compass. Porém, não haverá um concorrente para o pequeno VW T-Cross, que estreia em breve. Leia mais: Arrizo 5 mostra que a Caoa Chery quer ser top 10 no Brasil LEIA MAIS: Ka Sedan, Kicks, Compass e Strada foram os veteranos que mais brilharam em 2018 Quanto à vitoriosa dupla Onix/Prisma , a nova geração começa a ser feita em Gravataí (RS) ainda no final deste primeiro semestre. Maior, com entre-eixos de 2,61 metros, o novo Prisma poderá fazer frente ao Volkswagen Virtus, que passou a dominar um segmento que era totalmente do Chevrolet Cobalt. Aliás, o Cobalt foi uma solução genial da GM quando muitas famílias brasileiras migraram das classes D/E para a classe C e queriam um carro familiar novo e acessível. Agora, com o mercado retraído e o povão sem dinheiro, o futuro do Cobalt passa a ser incerto. Quanto à perua Spin (vendida como monovolume), é a única opção do mercado para o Honda Fit. Menor, o Fit vende 27 mil unidades/ano; o Spin vende 25 mil. Novidades para ajudar nas vendas da GM A chegada da nova geração da dupla Onix/Prisma não aposentará atual. Manter a geração antiga junto com a nova foi uma prática muito comum nos anos 1990 e 2000, mas já foi abandonada pela Volkswagen, pela Fiat e pela Ford. A Chevrolet insiste nessa solução e os atuais Onix/Prisma passarão a se chamar apenas Joy (nome usado pela versão de entrada desde o facelift de dois anos atrás). É uma aposta arriscada para um público cada vez mais exigente. Se bem que o sucesso comercial do Renault Kwid revela que a combinação


preço/design/proposta pode ser mais vitoriosa do que a trinca qualidade/segurança/eficiência (caso do VW Up). LEIA MAIS: Ranking da Fenabrave prejudica o Ford Ka ao rebaixá-lo ao nível de Mobi e Kwid Leia mais: Fabricantes se unem para lançar inovações No segmento de carros médios, a GM de fato enfrenta um drama. O ótimo Cruze, que vem da Argentina com visual moderno, multimídia completa e motor turbo eficiente, atua justamente nas duas categorias mais complicadas para a indústria. O Cruze sedã disputa contra o imbatível Toyota Corolla e não consegue sequer fazer frente ao Honda Civic. Vai longe o tempo em que os sedãs da Chevrolet davam banho nessa categoria, com os modelos Monza, Opala e Vectra. Nem vale a pena investir muito num sedã médio porque a participação dessa categoria caiu de 8,3% para 6,8% em apenas um ano. E isso é ruim para os cofres da GM, pois o Cruze deixa margem maior do que Onix/Prisma. Já o Cruze Sport6, o hatch, obteve a famosa “vitória de Pirro” em sua categoria. Venceu, mas sua vitória não significou nada, pois vendeu apenas 5,5 mil unidades no ano inteiro. Para dar uma ideia, o VW Golf (segundo colocado) se transformou num carro de nicho e o Ford Focus (terceiro) vai sair de linha. É uma pena, pois essa categoria reúne os melhores carros do Brasil, com grande racionalidade, design atraente e ótima dirigibilidade – só que ninguém mais compra. E assim eles vão se tornando cada vez mais caros. LEIA MAIS: Chevrolet Onix é tetracampeão e fatura mais de R$ 10 bilhões para a GM Voltando aos SUVs, a GM ainda tem que resolver a questão do Trailblazer (e, por extensão, da picape S10). Como dissemos, o Trailblazer parou no tempo e já tem uma empolgante geração nova fabricada no México, baseada no Camaro e com o velho nome Blazer, de visual espetacular e com muito mais espaço do que o famoso esportivo. Ele pode até ser importado, mas não resolverá o problema, pois será muito caro. Porém, no Brasil, o Trailblazer despencou para o 23º lugar, com cerca de 3.800 vendas/ano. A picape S10 é feita na mesma plataforma e também está num segmento muito competitivo – daí a preocupação da GM com o próximo ciclo de investimentos. A S10 ainda é bastante competitiva, mas está atrás da Fiat Toro e da Toyota Hilux no ranking de picapes médias. Leia mais: McLaren customiza uma P1 GTR com base no Fórmula 1 do primeiro título de Senna A Toro, aliás, é outro exemplo de como a FCA teve uma visão mais audaciosa do que a GM no segmento de picapes. Na esteira da Renault Oroch, que nasceu baseada no Duster, a Toro surgiu da plataforma do Jeep Renegade e manteve a Fiat como dona das duas picapes mais vendidas do país (além da Toro, a líder Strada, derivada do Palio). Ambas utilizam carroceria monobloco. Se para a FCA o fato de a Strada ser derivada de um Palio fora de linha não incomoda tanto (afinal, ela é líder), para a GM pesa o fato de a pequena Montana ser derivada do Chevrolet Agile (também aposentado), pois suas vendas estacionaram em 13 mil unidades/ano (três vezes menos do que a VW Saveiro, sua rival mais próxima). LEIA MAIS: Onix e Ka são concorrentes. Menos para a Fenabrave. Entenda o porquê Em resumo, as vendas da GM devem seguir disputando com a FCA (e cada vez mais também com a Volkswagen) a liderança do mercado automotivo brasileiro com a renovação da família Onix/Prisma e a nacionalização do Tracker, porém no futuro realmente necessitará de novos investimentos em segmentos importantes, como o de picapes e de carros eletrificados. Por isso, organizar as contas será fundamental para continuar investindo no Brasil e manter o brilho que sempre teve na indústria automobilística de nosso país. Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> publicidade Carros e Motos Publicado 3 minutos atrás em 4 de fevereiro de 2019 por Da . Redação


Lançar um carro é complexo. São necessários meses de estudo para avaliar as condições do mercado nacional, em um esquema de gestão conhecido como “análise de SWOT”. Resumindo, o termo analisa as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças de qualquer projeto. É preciso contar com o envolvimento de profissionais de marketing, engenharia e finanças para atender aos requisitos impostos pela matriz. Resultados são preciosos e erros dificilmente serão tolerados entre os carros que viriam ao Brasil. LEIA MAIS: Conheça 5 versões elogiadas no exterior que não são vendidas no Brasil Pode não parecer, mas vários modelos são cogitados para o mercado brasileiro o tempo todo. Somos os maiores consumidores da América Latina, e o oitavo país que mais fabrica automóveis no mundo. Quanto maior o mercado, maior a queda. Partindo disso, a reportagem do iG enumera cinco carros que viriam ao Brasil , mas acabaram barrados na hora de bater o martelo. 1 – VW Touareg No começo do ano passado, a Volkswagen tinha planos de trazer seu maior SUV, o Touareg, para o mercado brasileiro em uma nova geração. O modelo foi mostrado no Salão de Pequim (China) em meados de abril, compartilhando sua plataforma com Porsche Cayenne, Audi Q7 e Lamborghini Urus. Pelo nível de sofisticação, acabaria ficando muito caro nas lojas brasileiras. A Volkswagen logo buscou por alternativas. Poucos meses depois da apresentação do Touareg na China, a marca alemã registrou o novo SUV Atlas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Sendo um pouco mais barato que o inflacionado Touareg, surge como uma opção para a marca na categoria dos SUVs premium. Pelo tamanho, se tornaria rival direto de Volvo XC60 e do primo Audi Q5, custando algo na casa dos R$ 250 mil. Leia mais: Ford enxuga linha Fiesta no Brasil 2 – Toyota C-HR Ter uma concessionária da Toyota é o melhor negócio que alguém interessado em vender carros pode fazer no Brasil. O modelo mais badalado da marca é o Corolla (com preço médio na casa dos R$ 100 mil) mas a conta poderia ficar ainda melhor com um SUV compacto. Uma alternativa que surgiu nos escritórios da Toyota do Brasil era o C-HR, utilitário híbrido vendido na Europa, Ásia e Oceania. LEIA MAIS: Veja os 5 carros que mais perderam valor em 2018 O modelo chegou a ser visto nas redondezas da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), mostrando que o projeto estaria em etapas avançadas. O câmbio desfavorável e a alta carga tributária para importar um veículo híbrido da Turquia (ainda mais considerando um segmento na casa dos R$ 100 mil) fizeram o C-HR subir no telhado. Ele chegou a ser avistado mais algumas vezes no ano passado, conforme publicado por nossa reportagem, mas neste caso já se tratava de um teste da nova plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture) que estará no Corolla 2020. Isso não significa que a Toyota tenha abandonado a ideia de lançar um SUV compacto no Brasil. Durante o Salão de Tóquio de 2017, executivos confirmaram que a marca poderia trazer utilitários da Daihatsu, sua marca de baixo custo para o leste asiático. Nos resta aguardar por novas etapas. 3 – Kia Rio O Kia Rio é uma novela tão longa quanto Malhação, já que sua chegada ao Brasil está sendo cogitada desde a geração anterior. O carro foi mostrado no Salão do Automóvel de 2016, e mesmo assim ainda não está confirmado para o Brasil. De acordo com o presidente da marca, Luiz Gandini, isso dependerá da taxa cambial em 2019. Com o fim do Inovar-Auto, a Kia renova as esperanças para uma nova investida de carros de volume no Brasil, contando também com um SUV compacto que será fabricado no México. Leia mais: Fiat mostra SUV da Toro, com ares de cupê, no Salão do Automóvel 2018 O hatch compacto já está homologado no Brasil, aparecendo até mesmo nas tabelas de consumo do Inmetro. Mas iria custar muito caro na comparação com rivais como VW Polo, Fiat Argo, Toyota Yaris e companhia, mesmo vendido com motor 1.6 Flex de 128 cv, com as opções de câmbio manual ou automático, ambos de 6 marchas. 4 – Renault Koleos No começo do ano passado, a reportagem do iG Carros esteve em São José dos Pinhais (PR) para a inauguração de um novo complexo de injeção de alumínio dentro da fábrica da Renault. Nessa ocasião, questionamos o ex-presidente da marca, Luiz Pedrucci, sobre os


andamentos da importação do Koleos, SUV médio na categoria de VW Tiguan, Jeep Compass e Peugeot 3008. De acordo com o executivo, a Renault ainda aguardava pelas definições do Rota 2030 para bater o martelo. Mas quase um ano depois, ainda não há qualquer indício de que o SUV será vendido por aqui. O modelo não foi visto em testes, não esteve no Salão do Automóvel de São Paulo e sumiu da boca dos executivos. É uma pena, uma vez que os SUVs médios estão bombando no Brasil. Na Argentina, o Koleos é vendido em versão única, com motor 2.5 16V aspirado de 170 cv e câmbio automático. Porém, a chegada do carro ao Brasil ainda não foi completamente descartada pela fabricante. 5 – Acura NSX A Honda trouxe sua marca de luxo para o Salão do Automóvel de 2012. De acordo com a fabricante, a ascensão do mercado brasileiro e da categoria de modelos premium permitia negócios favoráveis para a Acura, mas a alta do dólar e a sobretaxação de 30 pontos percentuais para veículos importados acabou deixando a proposta inviável. Leia mais: Fabricantes se unem para lançar inovações LEIA MAIS: Conheça os 15 melhores motores do Brasil e do mundo Os diretores da marca admitiram que seus carros não teriam preços competitivos com a sobretaxa, mas ainda prometeram trazer a nova geração do superesportivo NSX ao Brasil em 2015. Os planos, novamente, esbarraram no auge da crise econômica: o dólar subiu 48%, o processo de impeachment estava engatilhado e o desemprego assombrava milhões de brasileiros. Nessa brincadeira, o NSX acabou entrando para a lista de carros que viriam ao Brasil . Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos 3 minutos atrás Reprodução/Autohome Para manter as vendas da GM no topo, nova geração de Prisma e Onix será bem diferente da atual,... Carros e Motos 3 minutos atrás Lançar um carro é complexo. São necessários meses de estudo para avaliar as condições do mercado nacional, em um esquema... Direto de Brasília 4 minutos atrás Reprodução Dailton foi preso em flagrante pelo assassinato da médica cubana A médica cubana Laidys Sosa Ulloa Gonçalves, de 37... Nacional 26 minutos atrás Jéssica Maria/ iG São Paulo Por chuva, às 8h30 de hoje, o índice de congestionamento em SP era o mais... Nacional 26 minutos atrás Reprodução Países europeus reconhecem Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela Países europeus como França, Espanha e Reino Unido reconheceram... Nacional 26 minutos atrás Ricardo Stuckert / Fotos Públicas Equipes trabalham nas buscas por vítimas do rompimento de barragem em Brumadinho, após forte chuva... Nacional 26 minutos atrás Edson Lopes JR/A2 Fotografia – 11.11.13 População de São Paulo pode ficar sem metrô na terça-feira (5) com greve dos... Versão Impressa 3 dias atrás Comentários do Facebook Leia mais: Nissan terá nova versão de protótipo de carro elétrico no Salão de Detroit Versão Impressa 1 semana atrás


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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159630 - CGN - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://cgn.inf.br/noticia/346287/venda-de-veiculos-novos-cresce-102-em-janeiro-revelafenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8159632 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 05/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. https://istoe.com.br/venda-de-veiculos-novos-cresce-102-em-janeiro-revela-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de carros sobe 8159633 - VALOR ECONÔMICO - EMPRESAS - São Paulo - SP - 05/02/2019 - Pág B3

Em janeiro foram licenciados 190,7 mil automóveis e comerciais leves no país, alta de 8,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados ontem pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), entidade que representa os importadores. A Fenabrave também divulgará detalhes do licenciamento de veículos hoje. https://www.valor.com.br/empresas/6104045/curtas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 05/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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