CLIPPING FENABRAVE – 06/02/19

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Clipping Ribeirão Preto tem o melhor janeiro para o mercado de veículos dos últimos cinco anos 8160440 - REVIDE - 06/02/2019

Ribeirão Preto teve o melhor janeiro para a venda de veículos novos dos últimos cinco anos, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Ao todo, foram vendidas 2.003 unidades no mês passado pelas concessionárias da cidade, 17% a mais na comparação com as 1.712 vendidas em janeiro de 2018. Desde janeiro de 2014, quando 2.620 unidades de zero quilômetros foram vendidas, que as concessionárias da cidade não apresentavam um resultado tão bom para o mês. Somente em relação às vendas de automóveis, foram 1.328 unidades, 15% a mais em relação a 2018. Comerciais leves somaram 158 unidades emplacadas, caminhões, 29 e ônibus, 11. Já o segmento de motos, que registrou a venda de 477 unidades, foi o que mais cresceu em vendas no comparativo com janeiro de 2018, 49,5%. O índice de alta nas vendas em geral de veículos em Ribeirão Preto ficou acima da média nacional, de12,7%. Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades. Para o Presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva da Fenabrave para 2019. “A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018”, comentou Assumpção Júnior. Expectativa No início de janeiro, a Fenabrave divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1% nas vendas totais, de todos os segmentos. Para os Segmentos de Automóveis e Comerciais Leves somados, a expectativa é de alta de 11%. As vendas de Caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso. Com isso, a entidade espera alta 15,4%. https://www.revide.com.br/noticias/ribeirao-preto-tem-o-melhor-janeiro-para-o-mercado-deveiculos-dos-ultimos-cinco-anos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Raissa Scheffer Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Transações de veículos usados crescem 0,56% em janeiro, segundo levantamento da Fenabrave 8160441 - MARANHÃO HOJE - 06/02/2019

As transações de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), apresentaram alta de 1,55% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2018. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) De acordo com a entidade, foram transacionadas 1.157.775 unidades em janeiro de 2019, contra 1.140.134 em janeiro de 2018. Na comparação com dezembro de 2018, o resultado geral de transações de usados apresentou retração de 9,49%, quando foram transferidas 1.279.188 unidades no período. Para os segmentos de automóveis e comerciais leves, as transações apresentaram aumento de 0,56%, em janeiro, na comparação com o mesmo mês do anterior. Ao todo, foram negociadas 874.511 unidades no primeiro mês deste ano, contra 869.680 em janeiro de 2018. Em relação a dezembro de 2018, quando foram comercializadas 980.020 unidades, houve queda de 10,77% nas transações destes veículos. Do total de automóveis e comerciais leves transacionados, os usados (de 1 a 3 anos de fabricação) representaram 9,65% das negociações realizadas em janeiro de 2019. Em janeiro, a relação entre novos e usados ficou em 4,7 automóveis usados para cada novo, comercializado no país. Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículos usados para cada segmento automotivo: http://maranhaohoje.com/transacoes-de-veiculos-usados-crescem-056-em-janeiro-segundolevantamento-da-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Aquiles Emir Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Motos voltam a superar 90 mil unidades após 33 meses 8160442 - MEIO FILTRANTE - São Paulo - SP - 06/02/2019

Ano começou embalado, com média diária acima dos 4 mil emplacamentos MÁRIO CURCIO, AB A venda de motos começou o ano embalada com 90,7 mil unidades. O setor não superava as 90 mil unidades mensais havia 33 meses. A última vez que isso ocorreu foi em abril de 2016, que teve 93,5 mil motocicletas emplacadas. Este começo de 2019 resultou em alta de 17,8% sobre janeiro do ano passado e foi 7,9% melhor que dezembro de 2018. A média diária de vendas neste início de 2019 foi de 4,1 mil unidades, superando aquela observada em quase todo o segundo semestre do ano passado, por volta de 3,8 mil unidades. Os números foram divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários. De acordo com o vice-presidente do segmento de motos da Fenabrave, a recuperação das vendas decorre do aumento da confiança do consumidor e também do aumento da aprovação das propostas de financiamento, cujo índice girava em torno de 30% em outubro e chegou a 40% neste começo de ano. Isso leva a entidade a confirmar sua estimativa de mais de 1 milhão de motos emplacadas e alta de 7,3% sobre 2018. Quase todas as marcas tradicionais do segmento registraram crescimento em janeiro sobre o mesmo mês do ano passado. A Honda anotou 71 mil unidades e alta de 15,3%. A Yamaha, vice-líder, cresceu 12,9% com 11,8 mil motos emplacadas no mês sobre igual período do ano passado. A Shineray deu um salto de 128%, com 2,1 mil unidades. A marca recuperou o terceiro lugar em emplacamentos no fim de 2018 e se manteve na posição neste início de ano. A Suzuki foi a única entre as de maior volume a recuar em janeiro. Teve 323 unidades emplacadas, 20% a menos que em janeiro do ano passado. Isso ocorre porque a Suzuki só manteve o scooter Burgman 125 como produto de baixa cilindrada. No entanto, o grupo responsável pela montagem e distribuição da Suzuki passou a produzir e revender a partir de 2017 (por intermédio da empresa JTZ e não da J.Toledo) os modelos Haojue e Kymco, que somaram neste começo de ano 1.275 licenciamentos, 130% a mais que em janeiro do ano passado. A BMW emplacou 763 motos em janeiro e cresceu 70,3%. A lista segue com HarleyDavidson (492 unidades, +20%); Kawasaki (562, +45,6%); Dafra (460, +63,1%); e Triumph (344, +14,3%). Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=25219&link=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Animação Geral 8160443 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 06/02/2019

(Foto: Divulgação) O ano começou bem para a indústria automobilística. Em janeiro venderam-se quase 200.000 unidades, entre veículos leves e pesados, resultado 10,2% superior ao mesmo mês de 2018. O ritmo diário, em torno de 9.100 emplacamentos, ficou abaixo do patamar instigante de cinco dígitos (10.000/dia). Tudo dentro do esperado pela Fenabrave (associação das concessionárias) para o primeiro mês do ano, quando o consumidor enfrenta despesas extras. Sua previsão de crescimento para 2019 é de 11,2%, quase igual à da Anfavea, de 11,4%, embora as metodologias de cálculo não sejam coincidentes. Uma notícia ruim, do final de 2018. Quatro Estados nordestinos – Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Sergipe – decidiram aumentar as alíquotas do ICMS sobre veículos. Difícil de entender como esse erro se repete. Mais provável ocorrer um efeito contrário: arrecadação cair em vez de aumentar, pois a carga fiscal no Brasil é a mais elevada do mundo. O comprador se retrai ou simplesmente vai adquirir o carro no Estado vizinho. Vendas diretas devem recuar um pouco este ano, em favor do varejo, pela facilidade de crédito, juros estáveis e aumento de confiança dos consumidores. Tendência é de pessoas físicas responderem por 70% da comercialização, estima a entidade. Por outro lado, a Bright Consulting prevê que, pela primeira vez, modelos com câmbio automático representem a maioria das preferências, ou seja, pouco mais de 50%, em 2019. A Coluna lembra que uma das razões é a forte aceleração de vendas para PCD (pessoas com deficiência). O Governo Federal, no entanto, desconfia de fraudes ou abusos em certos enquadramentos. Aliás, sobre processo de habilitação no Brasil de novos motoristas que, se cogita, poderão escolher usar câmbio manual ou automático, há uma curiosa nova lei na Suíça, a partir de 1º de fevereiro. Mesmo quem optar por se habilitar com câmbio automático poderá, se quiser, dirigir um carro com câmbio manual, o que não seria permitido aqui. Na Suíça, 45% dos modelos novos são automáticos (em 1990, eram 19%) e em alta. Até na França, mudou: em 1995 eram 3% em 1995; agora, 29%. Em relação ao mercado de automóveis de passageiros usados, a Fenabrave informou: a cada milhão de modelos novos vendidos, 4,7 milhões de usados mudaram de mão no mês passado. Um levantamento da Creditas, plataforma de crédito com garantia online, apontou uma tendência em trocar dívidas caras por mais baratas: mais da metade dos tomadores de crédito com garantia em 2018 utilizaram o dinheiro para esse fim. Os juros para financiamento de veículos usados (começam em torno de 22% ao ano) são mais baratos e têm prazos melhores que o crédito pessoal. “Isso mostra a educação financeira do brasileiro evoluindo e as pessoas começam a avaliar a qualidade do dinheiro”, destaca o CEO e fundador da empresa, Sergio Furio. Consumidores entre 25 e 35 anos representam 35% dos tomadores de crédito com garantia do veículo. Valores médios vão de R$ 5 mil a R$ 10 mil. Os cinco modelos mais refinanciáveis são Gol, Fiesta, Palio, Fox e Celta. ALTA RODA ESPECULAÇÕES na Alemanha apontam que, até 2025, BMW e Mercedes-Benz desenvolveriam em conjunto, pela primeira vez, os sucessores dos atuais modelos compactos, Série 1 e Classe A. Colaboração, antes impensável, se estenderia aos carros autônomos. Faz sentido pelas somas bilionárias de novas tecnologias. Parece existir resistência de engenheiros dos dois lados… PNEUS run flat (rodam vazios) estreiam em SUV compacto. Ford EcoSport Titanium 2020 (já agora, em fevereiro) pode rodar 80 km, a 80 km/h, mesmo que uma furadeira tenha aberto um orifício de 19 mm na lateral do pneu para teste. Kit inflador acrescenta até 200 km em caso de furos comuns. Cada pneu Michelin custa R$ 900, 37% mais caro. Há ganho de 13 kg, sem estepe e ferramenta, o que pode refletir em pequena economia de combustível. MAIORES destaques da décima geração do Honda Accord são o espaço interno (2,83 m de entre-eixos) e o trem de força. Além de respostas vigorosas, o automático de 10 marchas impressiona: a 120 km/h o motor turbo “sussurra” a apenas 1.800 rpm. Há botões no lugar da alavanca de câmbio e tela multimídia está bem posicionada. Preço elevado atrapalha (R$ 198.500).


CÓDIGO de Trânsito Brasileiro (CTB) acabou de completar 21 anos. Nasceu com 341 artigos. Segundo o consultor Julyver Araújo, 34 leis e 770 resoluções foram acrescentadas. Entre as frustrações estão ITV (Inspeção Técnica Veicular) e educação de trânsito, nunca implantadas. A partir de março próximo, haverá multas para ciclistas e pedestres. Tudo indica, não vai “pegar”… ESTUDO da TEx, proprietária de um programa de gestão e multicálculo para corretoras de seguros, aponta que os prêmios diminuíram de preço em todas as capitais brasileiras entre meados de 2018 e começo deste ano. Foram consideradas mais de 2 milhões de cotações reais feitas nos últimos 60 dias. A empresa não apontou causas: concorrência ou queda de sinistros. Receba diariamente o RD em seu WhatsApp Envie um WhatsApp para 11 99927-5496 para receber notícias do ABC diariamente em seu celular. https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2625830/animacao-geral/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fernando Calmon Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de caminhões seguem em ritmo de crescimento 8160444 - PORTAL TRANSPORTA BRASIL - 06/02/2019

Os campeões de audiência Os cavalinhos de entrada Kenworth mostra caminhão a hidrogênio O primeiro mês do ano fechou com saldo positivo para o setor de caminhões. Dados da Fenabrave, Federação dos Distribuidores de Veículos Automotores, mostram que em janeiro foram emplacadas 6.932 unidades, o que representa avanço de 50,93% sobre as 4.593 vendidas em igual período do ano passado. Com os bons resultados do mês, a entidade permanece com a projeção de 15,4% de aumento no volume de emplacamentos para o acumulado de 2019. “Como este é um tipo de produto atrelado ao desempenho do PIB, que deverá crescer de 2,3% a 2,5% neste ano, a expectativa é que a demanda por estes veículos se eleve também”, comenta Sérgio Zonta, vice-presidente da entidade. A grande expectativa está relacionada ao maior índice de confiança do frotista e, consequentemente, aumento da capacidade produtiva. “Esses fatores contribuem significativamente para a retomada dos níveis de emprego no setor e contribuem para um bom cenário”, diz Zonta. Outro motivo que vem impulsionando este setor é o interesse de frotistas por investir em frota própria. Depois da greve dos caminhoneiros ocorrida em maio de 2018, houve o acréscimo na tabela de frete gerando mais custos às empresas que têm o costume de solicitar serviços a motoristas autônomos. “Estas transportadoras não querem depender do tabelamento e investir em novos veículos tornou-se uma saída.” CDC mais atrativo A redução do índice de inadimplência tem contribuído, também, para as vendas de caminhões porque gera mais acesso ao crédito. De acordo com informações da Fenabrave, o índice era de 3,36% para pessoa física em novembro de 2018 e caiu para 3,34% no mês seguinte. Para pessoa jurídica passou de 1,17% para 1,13%. “Isso pode parecer pouco, mas representa R$ 34 milhões para pessoa física e R$ 16 milhões para pessoa jurídica. O índice vem caindo mês a mês desde o ano passado e a tendência é que reduza ainda mais”, diz Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave A venda por financiamento também tem sido estimulada pelo CDC (Crédito Direto ao Consumidor) devido à sua taxa de juros fixa mensal e que está mais baixa do que a do Finame. “Até alguns anos atrás 80% dos financiamentos eram feitos por Finame e, hoje, esse volume caiu muito”, comenta Assumpção. No mix destas duas linhas, CDC representa 50% e Finame 50%. “A tendência é que o CDC ultrapasse o Finame ainda este ano.” Colaborou: Aline Feltrin alinefeltrin@transportabrasil.com.br Os modelos mais vendidos de janeiro de 2019 Clique aqui para ler a lista com os dois caminhões mais emplacados de cada categoria, segundo os dados da Fenabrave + Saiba tudo do mundo do transporte rodoviário. Curta nossa página no Facebook! Agência Transporta Brasil – ATB agencia@transportabrasil.com.br http://www.transportabrasil.com.br/2019/02/vendas-de-caminhoes-seguem-em-ritmo-de-


crescimento/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Agência Transporta Brasil Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Saída para a Apple é comprar Netflix, diz J. P. Morgan 8160445 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 06/02/2019

Relatório divulgado pelo J. P. Morgan aponta uma saída ousada para a crise na Apple, que nos últimos três meses chegou a perder R$ 450 bilhões em valor de mercado e que enfrenta quedas sucessivas nas vendas dos iPhones: comprar a Netflix. Segundo o analista Samik Chatterjee, a Apple teria que pagar US$ 189 bilhões para adquirir a empresa de streaming de filmes e séries, que vale atualmente US$ 148 bilhões e tem uma dívida líquida de US$ 7 bilhões. Apesar das dificuldades nos últimos meses, dinheiro não é problema para a gigante da maçã, que tem US$ 245 bilhões em caixa. Se o negócio sair, representará um enorme desafio para a Disney, que concorre com a Netflix no mercado de streaming. No mesmo relatório enviado a investidores, o analista afirma que a aquisição da Activision Blizzard, que vende jogos eletrônicos, e da Sonos, que produz caixas de som inteligentes, podem ser bons negócios para a Apple. Clientes ficam sem US$ 190 mi após morte de dono de corretora A morte do empresário Gerard Cotten gerou uma grande dor de cabeça para 115 mil investidores da QuadrigaCX, corretora de criptomoedas que pertencia ao canadense. Vítima da doença de Crohn, que provoca inflamação no sistema digestório, Cotten morreu enquanto fazia voluntariado em um orfanato na Índia. Como ele era a única pessoa que tinha a senha para acessar os ativos digitais da corretora, os clientes estão impossibilitados de resgatar US$ 190 milhões administrados pela empresa. Filha de Lemann investe em recrutamento Laura Lemann, filha de Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, é uma das investidoras da startup Gupy, que usa ferramentas como análise de perfil e inteligência artificial para melhorar o processo de recrutamento em grandes empresas. A startup recebeu um aporte de R$ 11,5 milhões dos fundos Maya Capital, liderado por Lara, e Valor Capital. Segundo os envolvidos, o dinheiro será destinado para o desenvolvimento de novas tecnologias. "As pessoas querem ir para onde o bonde está andando e por isso começaram a investir mais no mercado de ações". Victor Cândido, economista-chefe da corretora Guide Investimentos Com crise, brasileiro pesquisa mais ao comprar Diante de um cenário econômico turbulento, os brasileiros aprenderam a pesquisar antes de comprar. É o que aponta um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). De acordo com o estudo, oito em cada dez pessoas mudaram seus hábitos de consumo. Entre as medidas adotadas, destaca-se a pesquisa de preços: 59% disseram que comparam preços antes de adquirir um produto — nas classes A e B, o índice é de 68% RAPIDINHAS Uma das principais locadoras de veículos do país, a Movida está em busca de um modelo de negócio mais sustentável. A empresa vai intensificar o Programa Carbon Free, que completou 10 anos neutralizando as emissões de CO2 provenientes de locações. Outra iniciativa foi a introdução, em 2018, da lavagem a seco, menos agressiva ao meio ambiente. A Dotz, uma das maiores empresas de programas de fidelidade do país, acaba de concluir a aquisição da concorrente Netpoints, depois de quase três meses de negociações. Com a transação, a Dotz ganha 15 milhões de clientes e diversas novas empresas filiadas, como as varejistas Savegnago e D’avó, além do cartão do Banco Votorantim. A respeito da nota “Embrapa gasta 90% do orçamento com salários e só 2% com pesquisas”, publicada neste espaço, a empresa enviou o seguinte esclarecimento: “Informados que os gastos da Embrapa com pessoal correspondem a 84,21% do orçamento que a empresa recebe do governo federal. Cabe salientar que a Embrapa considera que todo o seu orçamento é gasto com pesquisa. Do salário de seus cientistas, analistas, técnicos e assistentes, passando pelos insumos e manutenção da infraestrutura. Em várias partes do mundo, como França e Inglaterra, quando se negocia parcerias, os custos com o pessoal que participará do projeto são inseridos nos cálculos” 10,2% foi quanto cresceram as vendas de carros novos no Brasil em janeiro em relação ao mesmo mês de 2018, segundo dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos


Automotores (Fenabrave). Para todo o ano de 2019, a expectativa é avanço de 11,2% nos negócios. https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/02/06/internas_economia,1028082/saidapara-a-apple-e-comprar-netflix-diz-j-p-morgan.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Pré-Market Money Times: Tudo o que você precisa saber agora 8160449 - MONEYTIMES - 06/02/2019

Olá, leitor! Este é o Pré-Market Money Times, com uma compilação de tudo o que você precisa saber agora: Ibovespa futuro opera com desvalorização de 1,04% nesta quarta-feira (6). Mercados internacionais em baixa, com preocupações em torno da nebulosidade da guerra comercial entre EUA e China, discurso de Donald Trump no “Estado da União” e continuidade do feriado de Ano Novo Lunar. No front doméstico, Copom e resultados em foco. Investidores seguem temerosos em montar posições sem detalhamento da disputa comercial entre Pequim e Washington, aguardando ainda reações dos democratas e da sociedade após o discurso do “Estado da União”. Comprar ou Vender Itaú/Arena do Pavini – Corretoras recomendam comprar ações do Itaú Unibanco (ITUB4) após forte queda na última sesssão. Leia Mais Bradesco BBI/Oi – A equipe de análise do Bradesco BBI avalia que a China Telecom pode ser uma das interessadas na compra da parte de telefonia móvel da Oi (OIBR3, OIBR4). Leia Mais Mercados Nikkei/Japão – As ações fecharam em leve alta no pregão desta quarta-feira (6), com ganhos de 0,14%. Leia Mais Empresas CSN/Mineração – A CSN (CSNA3) afirmou que o tratamento de rejeitos de minérios a seco já cobre 40% do volume de seus rejeitos. Leia Mais ABC Brasil/Resultado – O Banco ABC Brasil (ABCB4) divulgou resultado operacional do quarto trimestre de 2018, com lucro líquido recorrente de R$ 121,4 milhões no período. Leia Mais Vale/Brucutu – A Vale (VALE3) comunicou em nota que não existe fundamento técnico para suspensão das atividades na mina de Brucutu. Leia Mais Banco Pan/Resultado – O Banco Pan (BPAN4) apresentou alta de 4,1% no lucro líquido do quarto trimestre de 2018, que totalizou R$ 221,51 milhões. Leia Mais Santos Brasil/Ásia – A Santos Brasil (STBP3) inaugurou novo serviços para a Ásia via Tecon Santos. Leia Mais Sanepar/Resultado – A Sanepar (SAPR11) publicou resultado do quarto trimestre de 2018, com lucro líquido de R$ 320 milhões, 107,5% acima da cifra relatada em período igual de 2017. Leia Mais Economia e Política Senado/Mesa Diretora – O Senado se reunirá nesta quarta-feira (6) para eleger os dez cargos vagos da Mesa Diretora. Leia Mais Moro/STF – Plano anticrime do ministro da Justiça Sergio Moro já encontra resistência entre ministros do STF. Leia Mais Previdência/Funcionalismo – A proposta em voga da Reforma da Previdência aumenta contribuição para funcionários públicos. Leia Mais Fenabrave/Licenciamentos – Licenciamentos de veículos em janeiro cresceram 10,24% em relação ao mesmo mês de 2018. Leia Mais Congresso/Turismo – Frente parlamentar para promover Turismo é relançada no Congresso. Leia Mais


Copom/Política Monetária – O Copom divulga nesta quarta-feira (6) sua decisão de política monetária. O mercado projeta manutenção da Selic no patamar atual. Internacional Trump/Discurso – O presidente dos EUA Donald Trump discursou no “Estado da União” na madrugada de quarta-feira (6), destacando a forte intenção de construir o muro na fronteira Sul e ressaltando os avanços no mercado de trabalho como trunfo de seu governo. Leia Mais Must Read Felipe Miranda/Existe Chinese Wall? – Artigo do CEO da Empiricus Felipe Miranda mostra a relação no mínimo suspeita entre XP, InfoMoney e a suposta imparcialidade transvestida. Leia Mais https://moneytimes.com.br/pre-market-money-times-tudo-o-que-voce-precisa-saber-agora12/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Equipe Money Times Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos de veículos crescem 12,73% em janeiro de 2019 8160450 - MAXPRESS NET - São Paulo - SP - 06/02/2019

A Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, nesta terça-feira, 5 de fevereiro, o desempenho do setor automotivo no primeiro mês do ano. Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades, o que representa alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075 unidades. Na comparação com dezembro de 2018 (331.124 unidades), o resultado foi 8,40% negativo. Para o Presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva da FENABRAVE para 2019. “A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018”, comentou Assumpção Júnior. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram alta de 8,67% em janeiro, se comparado com o mesmo período de 2018, totalizando 190.752 unidades, contra 175.537. Já na comparação com dezembro de 2018, quando foram comercializadas 224.977 unidades, houve retração de 15,21%. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras,verificada em dezembro, por conta do 13º terceiro salário e das promoções do período”, explicou o Presidente da FENABRAVE. Outros Segmentos As vendas de caminhões seguem em ritmo acelerado. Em janeiro foram emplacados 6.932 caminhões, 50,93% acima do resultado de igual mês de 2018, mas com retração de 8,83% na comparação com dezembro passado. Para Sérgio Zonta, Vice-Presidente da FENABRAVE para o Segmento de Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos das categorias de pesados e extrapesados. “Além disso, é um segmento ligado ao PIB, e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018”, comentou Zonta. O mercado de implementos rodoviários apresentou, em janeiro, crescimento de 83,65% sobre idêntico mês do ano passado, e teve 7,05% de alta sobre dezembro. Em janeiro, o mercado de motocicletas somou 90.722 unidades, o que significa avanço de 17,79% sobre janeiro de 2018 e 7,92% sobre dezembro passado. Para Carlos Porto, VicePresidente do Segmento de Motocicletas da FENABRAVE, o resultado consolida a retomada do mercado, impulsionada pela melhoria na concessão do crédito. “O que vemos é que os bancos estão mais maleáveis na oferta de crédito e na concessão de financiamentos, principalmente, no que se refere aos modelos de baixa cilindrada. Atualmente, a cada 10 fichas cadastrais, cerca de 4 são aprovadas”, comentou Porto. Tratores e Máquinas Agrícolas Os dados consolidados das vendas de tratores e de máquinas agrícolas, em 2018, apontam para crescimento de 12,14% na comparação com 2017, somando 49.375 unidades. Marcelo Nogueira Ferreira, Vice-Presidente da FENABRAVE para estes segmentos ressalta que o resultado poderia ter sido ainda melhor. “Em 2018, os recursos destinados ao Moderfrota, que totalizaram R$ 9,2 bilhões, foram insuficientes para a demanda, que cresceu 53% no ano”, justifica Ferreira. Para atender às demandas do ANO/SAFRA em vigor, que foi iniciado em julho de 2018 e se encerra em junho deste ano, a FENABRAVE espera que o BNDES adicione, ao menos, mais R$3 bilhões aos R$8,9 bilhões estabelecidos, pois 70% desses recursos já estão comprometidos. Projeções 2019 No início de janeiro, a FENABRAVE divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1% nas vendas totais, de todos os segmentos. Para os Segmentos de Automóveis e Comerciais Leves somados, a expectativa é de alta de 11%. As vendas de Caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso.


Com isso, a entidade espera alta 15,4%. Segundo as projeções da FENABRAVE, o Segmento de Implementos Rodoviários deve ter expansão de 8,8% e o mercado de motocicletas deverá ficar 7,3% acima do volume registrado em 2018, superando 1 milhão de unidades. Para Tratores, a expectativa é de 1,15% de crescimento e, para Máquinas Agrícolas, a projeção é de 1,85% de alta, porém, o desempenho está relacionado aos recursos liberados pelo BNDES. Acompanhe, abaixo, a tabela com os dados de desempenho do mercado de veículos: Transações de veículos usados crescem 0,56% em janeiro As transações de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), apresentaram alta de 1,55% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2018. Ao todo, foram transacionadas 1.157.775 unidades em janeiro de 2019, contra 1.140.134 em janeiro de 2018. Na comparação com o mês de dezembro de 2018, o resultado geral de transações de usados apresentou retração de 9,49%, quando foram transferidas 1.279.188 unidades no período. Para os segmentos de automóveis e comerciais leves, as transações apresentaram aumento de 0,56%, em janeiro, na comparação com o mesmo mês do anterior. Ao todo, foram negociadas 874.511 unidades no primeiro mês deste ano, contra 869.680 em janeiro de 2018. Em relação a dezembro de 2018, quando foram comercializadas 980.020 unidades, houve queda de 10,77% nas transações destes veículos. Do total de automóveis e comerciais leves transacionados, os usados (de 1 a 3 anos de fabricação) representaram 9,65% das negociações realizadas em janeiro de 2019. Em janeiro, a relação entre novos e usados ficou em 4,7 automóveis usados para cada novo, comercializado no país. Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículos USADOS para cada segmento automotivo. Mais informações à imprensa: MCE Comunicação Empresarial Contatos: Rita Mazzuchini (Mtb 22128) E-mails: rita@mcepress.com.br;maira@mcepress.com.br;daniela.eventos@fenabrave.org.br. Tels.: (11) 5582-0049 ou 2577-6533 ________________________________________ FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores Av. Indianópolis, 1967 · CEP 04063-003 · São Paulo – SP · PABX (55 11) 5582-0000 https://www.maxpress.com.br/Conteudo/1,971619,Emplacamentos_de_veiculos_crescem_1 2_73_em_janeiro_de_2019,971619,10.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas positivas de veículos em janeiro reforçam projeção da Fenabrave para 2019 8160451 - MEIO FILTRANTE - São Paulo - SP - 06/02/2019

Após registrar o melhor janeiro desde 2015, concessionários apostam em mais um ano de crescimento SUELI REIS, AB A Fenabrave confirma a consolidação do crescimento do mercado de veículos, que começa o ano em alta: dados divulgados na terça-feira, 5, pela entidade que representa o setor de distribuição mostram que as vendas de janeiro superaram em 8,7% o volume registrado em mesmo mês do ano passado ao atingir as 190,7 mil unidades, considerando apenas o segmento leve, que inclui automóveis e comerciais leves. Este foi o melhor volume de vendas para janeiro desde 2015, quando o setor emplacou 243,8 mil veículos leves. “O desempenho positivo já no começo do ano fortalece as nossas projeções para 2019”, declarou o presidente da entidade, Alarico Assumpção Junior, durante a apresentação do balanço do mês a um grupo de jornalistas em São Paulo. “Apesar de ainda termos uma base baixa, é muito bem vinda a retomada do crescimento”, completa. Embora janeiro tenha começado com o pé direito, seus resultados na comparação com dezembro revelam queda de 15,2% sobre dezembro de 2018, o que segundo o executivo, é um movimento esperado devido à sazonalidade do período. Na passagem de um mês para o outro, a média diária de vendas caiu 26,7%, passando de 11 mil unidades vendidas em cada um dos 19 dias úteis de dezembro para pouco mais de 8,6 mil unidades nos 22 dias úteis de janeiro. “A queda da média diária é mais um elemento que evidencia a sazonalidade: enquanto dezembro é beneficiado pelo efeito das compras e festas de fim de ano, impulsionados pelo crédito adicional das famílias com o 13º salário, em janeiro há um acúmulo de despesas, como IPTU e contas escolares, por exemplo, o que diminui o movimento nas concessionárias”, comenta Assumpção. Da mesma forma, o estoque de veículos sofreu os efeitos sazonais fechando janeiro em 195 mil unidades, equivalentes a 27 dias de vendas. Em dezembro, esse número era de 192 mil veículos, correspondentes a 25 dias. O desempenho do mercado verificado em janeiro reforçou o que a Fenabrave prevê para o ano, indica o executivo. No início do mês passado, ao apresentar o balanço de 2018, a entidade divulgou sua primeira projeção para 2019, que costuma ser revisada a cada trimestre. Na previsão, a entidade espera vender 2,74 milhões de automóveis e comerciais leves, o que se for confirmado, corresponderá a um crescimento de 11% sobre os 2,47 milhões emplacados em 2018.. MACROECONOMIA E SUA INFLUÊNCIA NO SETOR Segundo a Fenabrave, alguns fatores ainda continuarão exercendo forte influência no desempenho do setor, o que vai ajudar a alcançar o volume previsto para o ano. Segundo Assumpção, é clara a melhora do índice de confiança do consumidor, reflexo dos juros baixos, que de acordo com previsões da entidade, devem se manter estáveis em 2019. “O índice de aprovação dos financiamentos melhorou significativamente: até um passado recente, a taxa de aprovação era de três para cada dez pedidos nos bancos; hoje esse número dobrou, para mais de seis a cada dez”, revela o presidente da Fenabrave. Segundo Alarico, a tendência de crescimento continuará em 2019 e também muito atrelada ao PIB, que para a entidade, deve ficar em 2,3% este ano. A inadimplência também é citada: dados mais recentes do Banco Central mostram que no setor de veículos, o índice alcançou seu menor nível para pessoa física, passando de 3,36% em novembro para 3,34% em dezembro. Para pessoas jurídicas, o índice recuou de 1,17% para 1,13%. “Pode parecer pouco, mas isso representa 34 milhões de inadimplentes no mês em pessoas físicas e 16 milhões em pessoas jurídicas”, completa Alarico. Para a entidade, a inflação também se manterá dentro da meta, entre 3,5% e 4,25%. “Para que tenhamos continuidade de crescimento para 2020, será necessário a aprovação da reforma da previdência, com isso, o PIB pode crescer até 3% no ano, sem a reforma, o


crescimento será baixo”, prevê. Alarico comenta ainda sobre outros fatores mais específicos do setor de veículos, como a vendas diretas - que são negociadas entre clientes e montadoras, sem o intermédio da concessionária. Dados da Fenabrave mostram que em janeiro, 63% das vendas foram no varejo (via concessionárias) e 36% foram vendas diretas, uma queda de 4 pontos porcentuais na comparação com dezembro, quando as vendas diretas representaram 42% e o varejo, 58%. “Acreditamos que essa tendência de queda possivelmente poderá ser mantida e em 2019 deve ficar em 30%”, diz Assumpção. O aumento do ICMS anunciado por alguns estados (Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Paraíba, por enquanto) também podem impactar o mercado regional: “O efeito disso será o oposto ao desejado pelos estados, porque impactará no preço final e o consumidor sairá como o grande prejudicado. Pode causar queda nas vendas e, consequentemente, menor arrecadação”, alertou. Fonte: www.automotivebusiness.com.br http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=25218&link=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos em janeiro tem alta de 8,6% 8160452 - GARAGEM 360 - 06/02/2019

A venda de veículos novos fechou janeiro com uma alta de 8,6% em relação ao mesmo período de 2018. Os dados são da Fenabrave e incluem os segmentos dos automóveis e comerciais leves. Porém, apesar do aumento dos emplacamentos, as vendas foram menores que em dezembro. A queda foi de 15,6%. LEIA MAIS: Pequenos notáveis: os menores carros do mundo Honda CG 125 se despede após 42 anos; relembre a evolução da moto Confiante, Alarico Júnior, presidente da Fenabrave, vê com naturalidade a queda em relação ao último mês de 2018. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras, verificada em dezembro, por conta do 13º terceiro salário e das promoções do período”, afirma. Projeções venda de veículos De acordo com a Federação, a expectativa é positiva para 2019. A previsão é que os segmentos de automóveis e comerciais leves tenham um aumento de 11% nas vendas. — Na galeria, relembre os modelos mais vendidos de 2018.

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Clipping Cresceram 10,2% os emplacamentos de veículos em janeiro (sobre janeiro de 2018) 8160453 - BLOG POLIBIO BRAGA - 06/02/2019

Os emplacamentos de veículos, excluindo máquinas agrícolas, implementos rodoviários e motocicletas, somaram 200 mil unidades em janeiro, segundo os dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O resultado representou uma queda de 0,7% ante dezembro, já descontados os efeitos sazonais. O recuo no primeiro mês deste ano foi puxado pela variação negativa dos emplacamentos de veículos leves (-1,0%), que compensou o aumento dos emplacamentos de veículos pesados (5,7%). Na comparação interanual, os emplacamentos totais cresceram 10,2%. O resultado reforça os sinais emitidos pelos demais indicadores de janeiro já divulgados, de uma transição moderada da atividade econômica de 2018 para este ano. https://polibiobraga.blogspot.com/2019/02/cresceram-102-os-emplacamentos-de.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Polibio Braga Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos em janeiro tem alta de 8,6% 8160454 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 06/02/2019

A venda de veículos novos fechou janeiro com uma alta de 8,6% em relação ao mesmo período de 2018. Os dados são da Fenabrave e incluem os segmentos dos automóveis e comerciais leves. Porém, apesar do aumento dos emplacamentos, as vendas foram menores que em dezembro. A queda foi de 15,6%. Confiante, Alarico Júnior, presidente da Fenabrave, vê com naturalidade a queda em relação ao último mês de 2018. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras, verificada em dezembro, por conta do 13º terceiro salário e das promoções do período”, afirma. Projeções venda de veículos De acordo com a Federação, a expectativa é positiva para 2019. A previsão é que os segmentos de automóveis e comerciais leves tenham um aumento de 11% nas vendas. — Na galeria, relembre os modelos mais vendidos de 2018.

https://www.dgabc.com.br/Noticia/3013478/venda-de-veiculos-em-janeiro-tem-alta-de-8-6 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado de caminhões e ônibus cresce 58% no primeiro mês de 2019 - Taí Peças - Filtros, Óleo, Injeção Diesel 8160484 - TAÍ PEÇAS - 06/02/2019

Instabilidade econômica, incertezas políticas e quedas nas vendas são temas que ficaram no passado do mercado brasileiro de caminhões e ônibus. De acordo com o dados recémdivulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) o segmento de veículos comerciais em 2019 já apresenta crescimento em relação ao ano anterior. Segundo os dados da Fenabrave, ao longo do mês de janeiro foram emplacados 9.045 veículos pesados, sendo 6.932 caminhões e 2.113 ônibus, crescimento de 58,46% em relação a janeiro de 2018. A diferença de acumulado entre os dois períodos também registra o mesmo índice de crescimento (58,46%). Se considerarmos cada segmento separadamente, os dados da Fenabrave registraram em janeiro de 2019 (6.932) um crescimento de 50,93% no número de emplacamentos de caminhões em relação ao mesmo período de 2018 (4.593). Já o mercado de ônibus também apresentou números positivos nos comparativos, em relação a janeiro de 2018 (1.115) os emplacamentos cresceram 89,51% no primeiro mês de 2019 (2.113). Para Sérgio Zonta, Vice-Presidente da FENABRAVE para o Segmento de Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos das categorias de pesados e extrapesados. “Além disso, é um segmento ligado ao PIB, e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018”, comentou Zonta. O executivo classificou ainda como acelerado o ritmo de vendas de caminhões. A expectativa é de que as vendas sigam em ritmo de crescimento ao longo de 2019. Confira na íntegra o relatório da Fenabrave: CLIQUE AQUI TEXTO: Lucas Duarte Caminhões e Carretas //pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Fonte: Blog Caminhões e Carretas Relacionado http://taipecas.com.br/mercado-de-caminhoes-e-onibus-cresce-58-no-primeiro-mes-de-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Conheça os carros mais vendidos no Brasil em janeiro de 2019 8160485 - CARROS NA WEB - 06/02/2019

A Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou o desempenho do setor automotivo no primeiro mês do ano. Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos [automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros] somaram 303.319 unidades, o que representa alta de 12,73 por cento na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075 unidades. Na comparação com dezembro de 2018 [331.124 unidades], o resultado foi 8,40 por cento negativo. Para o Presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva da Fenabrave para 2019. A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018, comentou Assumpção Júnior. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram alta de 8,67 por cento em janeiro, se comparado com o mesmo período de 2018, totalizando 190.752 unidades, contra 175.537. Já na comparação com dezembro de 2018, quando foram comercializadas 224.977 unidades, houve retração de 15,21 por cento. Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras, verificada em dezembro, por conta do 13º terceiro salário e das promoções do período, explicou o Presidente da Fenabrave. As vendas de caminhões seguem em ritmo acelerado. Em janeiro foram emplacados 6.932 caminhões, 50,93 por cento acima do resultado de igual mês de 2018, mas com retração de 8,83 por cento na comparação com dezembro passado. O mercado de implementos rodoviários apresentou, em janeiro, crescimento de 83,65 por cento sobre idêntico mês do ano passado, e teve 7,05 por cento de alta sobre dezembro. Em janeiro, o mercado de motocicletas somou 90.722 unidades, o que significa avanço de 17,79 por cento sobre janeiro de 2018 e 7,92 por cento sobre dezembro passado. No início de janeiro, a Fenabrave divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1 por cento nas vendas totais, de todos os segmentos. Para os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves somados, a expectativa é de alta de 11 por cento. As vendas de Caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso. Com isso, a entidade espera alta 15,4 por cento. Ranking Modelo Janeiro Acumulado 2019 1º ONIX 18.842 18.842 2º KA 8.022 8.022 3º HB20 7.249 7.249 4º PRISMA 6.924 6.924 5º POLO 5.433 5.433 6º KWID 5.336 5.336 7º GOL 4.966 4.966 8º ARGO 4.920 4.920 9º STRADA 4.790 4.790 10º RENEGADE 4.783 4.783 Veja ranking dos mais vendidos por categoria Veja ranking de vendas por fabricante https://www.carrosnaweb.com.br/noticias.asp?codnoticia=1959


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Clipping Venda de veículos cresce 7,64%, no Amazonas 8160489 - D24 AM - Manaus - AM - 06/02/2019

Economia Publicado em 6 de fevereiro de 2019 às 06:00 Primeiro mês do ano foi marcado por resultados positivos na comparação ao mesmo período de 2018, enquanto que frente a dezembro, houve queda tanto no Estado quanto no País Beatriz Gomes / redacao@diarioam.com.br Manaus – Após uma alta de 10,32% em dezembro de 2018, os emplacamentos no primeiro mês do ano cresceram 7,64%, com relação a janeiro de 2018, pro outro lado, na comparação com dezembro, houve queda de 27,60%. A média nacional também registrou alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado e retração de 8,40% com relação a dezembro de 2018. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e foram divulgados nesta terça-feira (5). Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 3,4 mil unidades contra 4,7 mil de dezembro de 2018. Em janeiro do ano passado, foram emplacados 3,2 mil veículos. Os segmentos de automóveis e comerciais leves representam 61,4% do total de emplacamentos (Foto: Sandro Pereira/RDC) No Brasil, foram 303,3 mil unidades em janeiro de 2019 contra 331,1 mil de dezembro de 2018, e 26,9 mil veículos em janeiro de 2018. Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva do setor para 2019. “A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018”, disse Assumpção Júnior. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, que representam 61,4% do total de emplacamentos no Estado, apresentaram alta de 3%, em janeiro, comparado ao mesmo período de 2018. No Brasil, esse segmento alcançou alta de 8,67%, na mesma comparação. Já na comparação com dezembro de 2018, houve retração de 24,86% no Amazonas e de 15,21%, no País. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas deste período como IPVA e material escolar,”, explicou o presidente da Fenabrave. http://d24am.com/economia/venda-de-veiculos-cresce-764-no-amazonas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AM Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de carros cresce 12,73% no Brasil 8160492 - AUTOS & MOTOS - 06/02/2019

A Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, nesta terça-feira, o desempenho do setor automotivo no primeiro mês do ano. Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades, o que representa alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075 unidades. Na comparação com dezembro de 2018 (331.124 unidades), o resultado foi 8,40% negativo. Para o Presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva da FENABRAVE para 2019. “A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018”, comentou Assumpção Júnior. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram alta de 8,67% em janeiro, se comparado com o mesmo período de 2018, totalizando 190.752 unidades, contra 175.537. Já na comparação com dezembro de 2018, quando foram comercializadas 224.977 unidades, houve retração de 15,21%. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras, verificada em dezembro, por conta do 13º terceiro salário e das promoções do período”, explicou o Presidente da FENABRAVE. Outros Segmentos As vendas de caminhões seguem em ritmo acelerado. Em janeiro foram emplacados 6.932 caminhões, 50,93% acima do resultado de igual mês de 2018, mas com retração de 8,83% na comparação com dezembro passado. Para Sérgio Zonta, Vice-Presidente da FENABRAVE para o Segmento de Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos das categorias de pesados e extrapesados. “Além disso, é um segmento ligado ao PIB, e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018”, comentou Zonta. O mercado de implementos rodoviários apresentou, em janeiro, crescimento de 83,65% sobre idêntico mês do ano passado, e teve 7,05% de alta sobre dezembro. Em janeiro, o mercado de motocicletas somou 90.722 unidades, o que significa avanço de 17,79% sobre janeiro de 2018 e 7,92% sobre dezembro passado. Para Carlos Porto, VicePresidente do Segmento de Motocicletas da FENABRAVE, o resultado consolida a retomada do mercado, impulsionada pela melhoria na concessão do crédito. “O que vemos é que os bancos estão mais maleáveis na oferta de crédito e na concessão de financiamentos, principalmente, no que se refere aos modelos de baixa cilindrada. Atualmente, a cada 10 fichas cadastrais, cerca de 4 são aprovadas”, comentou Porto. Tratores e Máquinas Agrícolas Os dados consolidados das vendas de tratores e de máquinas agrícolas, em 2018, apontam para crescimento de 12,14% na comparação com 2017, somando 49.375 unidades. Marcelo Nogueira Ferreira, Vice-Presidente da FENABRAVE para estes segmentos ressalta que o resultado poderia ter sido ainda melhor. “Em 2018, os recursos destinados ao Moderfrota, que totalizaram R$ 9,2 bilhões, foram insuficientes para a demanda, que cresceu 53% no ano”, justifica Ferreira. Para atender às demandas do ANO/SAFRA em vigor, que foi iniciado em julho de 2018 e se encerra em junho deste ano, a FENABRAVE espera que o BNDES adicione, ao menos, mais R$3 bilhões aos R$8,9 bilhões estabelecidos, pois 70% desses recursos já estão comprometidos. Projeções 2019 No início de janeiro, a FENABRAVE divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1% nas vendas totais, de todos os segmentos. Para os Segmentos de Automóveis e Comerciais Leves somados, a expectativa é de alta de 11%. As vendas de Caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso. Com isso, a entidade espera alta 15,4%. Segundo as projeções da FENABRAVE, o Segmento de Implementos Rodoviários deve ter


expansão de 8,8% e o mercado de motocicletas deverá ficar 7,3% acima do volume registrado em 2018, superando 1 milhão de unidades. Para Tratores, a expectativa é de 1,15% de crescimento e, para Máquinas Agrícolas, a projeção é de 1,85% de alta, porém, o desempenho está relacionado aos recursos liberados pelo BNDES. Fonte: Fenabrave O post Venda de carros cresce 12,73% no Brasil apareceu primeiro em Autos & Motos. http://autosemotos.com/venda-de-carros-cresce-1273-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Roberto Nunes Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro 8160495 - SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS DE SÃO PAULO - 06/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou nesta terça-feira, 5, a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. O número havia sido antecipado pelo Estadona última semana. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, o melhor desempenho para janeiro desde 2015, quando foram vendidas 253,8 mil unidades. Na comparação com dezembro, no entanto, o dado foi 14,8% inferior – tradicionalmente o último mês do ano é sempre um dos melhores em vendas. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. Financiamentos As concessionárias de veículos têm notado que os bancos estão cada vez mais dispostos a oferecer crédito para a aquisição de carros. No início de 2019, a cada 10 pedidos de financiamento, seis estão sendo aprovados, segundo a Fenabrave. Essa taxa, no pior momento da crise econômica, foi de três a cada 10 e chegou a subir para quatro a cada 10 no início de 2018, quando as vendas já haviam voltado a crescer. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr, ressaltou que a queda do nível de inadimplência é o principal fator para esse movimento de aumento do crédito. "As taxas de inadimplência estão caindo mês a mês desde maio de 2018", observou o executivo. O segmento de motocicletas também começa a ser beneficiado pelo aumento do crédito. A taxa de aprovação, que até outubro estava em três a cada 10 pedidos, agora está em quatro a cada 10 pedidos, afirmou o vice-presidente da Fenabrave para a área de motocicletas, Carlos Porto. "Os bancos estão mais maleáveis para concessão nesse segmento, principalmente para motos de baixa cilindrada", disse. O segmento de caminhões, que foi o primeiro a sentir os efeitos da melhora das condições de financiamento, segue avançando. "Devemos continuar tendo expressivos aumentos dos níveis de financiamento. Os bancos de mercado e de montadoras estão facilitando acesso ao crédito para caminhões, com taxas mais atrativas pelo CDC do que no Finame. Enquanto o CDC tem taxa de 0,99% ao mês, o Finame tem 1,14%", comparou o vice-presidente da Fenabrave para caminhões, Sérgio Zonta. Zonta ressaltou ainda que a greve dos caminhonheiros acabou estimulando o mercado, porque incentivou empresas e agricultores a criarem frotas próprias. Fonte: Estadão http://www.comerciarios.org.br/post/17492-Venda-de-veiculos-novos-cresce-102-em-janeiro Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de carros na capital cresce 7,5% em janeiro 8160497 - BLOG CADERNO B - 06/02/2019

Foto:Divulgação Foi divulgado nesta terça-feira (5), o levantamento mensal realizado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), relativo ao mês de janeiro de 2019. No acumulado do ano, Mato Grosso do Sul obteve crescimento de 11% no número de emplacamentos, enquanto que em Campo Grande, a variação foi de 7,5%. Em cenário nacional, os números também são positivos, com alta de 12,73%, na comparação com janeiro do ano passado. Os dados referem-se a emplacamentos de veículos novos, considerando todos os seguementos: automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros. No entanto, se a comparação for feita entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019, o resultado é negativo para todos: o resultado nacional foi - 8,40%, em Mato Grosso do Sul -12,30% e Campo Grande -10,1%. Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva para 2019. “A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018”, comentou. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram alta de 8,67% em janeiro, se comparado com o mesmo período de 2018, totalizando 190.752 unidades, contra 175.537. Já na comparação com dezembro de 2018, quando foram comercializadas 224.977 unidades, houve retração de 15,21%. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras, verificada em dezembro, por conta do 13º terceiro salário e das promoções do período”, explicou o dirigente. CAMINHÕES As vendas de caminhões seguem em ritmo acelerado. Em janeiro foram emplacados 6.932 caminhões, 50,93% acima do resultado de igual mês de 2018, mas com retração de 8,83% na comparação com dezembro passado. Para Sérgio Zonta, vice-presidente da Fenabrave o segmento de Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos das categorias de pesados e extrapesados. “Além disso, é um segmento ligado ao PIB, e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018”, comenta. Os dados consolidados das vendas de tratores e de máquinas agrícolas, em 2018, apontam para crescimento de 12,14% na comparação com 2017, somando 49.375 unidades. Marcelo Nogueira Ferreira, responsável pelo segmento na Fenabrave, ressalta que o resultado poderia ter sido ainda melhor. “Em 2018, os recursos destinados ao Moderfrota, que totalizaram R$ 9,2 bilhões, foram insuficientes para a demanda, que cresceu 53% no ano”, justifica Ferreira. Para atender às demandas do ano/safra em vigor, iniciado em julho de 2018 e se encerra em junho deste ano, a federação espera que o BNDES adicione, ao menos, mais R$3 bilhões aos R$8,9 bilhões estabelecidos, pois 70% desses recursos já estão comprometidos. PROJEÇÃO 2019 No início de janeiro, a Fenabrave divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1% nas vendas totais, de todos os segmentos. Para os Segmentos de Automóveis e Comerciais Leves somados, a expectativa é de alta de 11%. As vendas de Caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso. Com isso, a entidade espera alta 15,4%. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});


Segundo as projeções , o segmento de Implementos Rodoviários deve ter expansão de 8,8% e o mercado de motocicletas deverá ficar 7,3% acima do volume registrado em 2018, superando 1 milhão de unidades. Para Tratores, a expectativa é de 1,15% de crescimento e, para Máquinas Agrícolas, a projeção é de 1,85% de alta, porém, o desempenho está relacionado aos recursos liberados pelo BNDES.Com informação do Portal Correio do Estado. http://amaralinforma.blogspot.com/2019/02/venda-de-carros-na-capital-cresce-75-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CADERNO B Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos de motos cresce 17,79% em janeiro de 2019 8160498 - TMOTO - 06/02/2019

A Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, nesta terça-feira, 5 de fevereiro, o desempenho do setor automotivo no primeiro mês do ano. Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades, o que representa alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075 unidades. Na comparação com dezembro de 2018 (331.124 unidades), o resultado foi 8,40% negativo. “O que vemos é que os bancos estão mais maleáveis na oferta de crédito e na concessão de financiamentos, principalmente, no que se refere aos modelos de baixa cilindrada. Atualmente, a cada 10 fichas cadastrais, cerca de 4 são aprovadas”. Carlos Porto, VicePresidente do Segmento de Motocicletas da FENABRAVE. Carlos Porto, Vice-Presidente do Segmento de Motocicletas da FENABRAVE. Foto: Marcel Mano " data-medium-file="https://tmoto.files.wordpress.com/2019/02/carlos-porto-fenabravef o t o - m a r c e l - m a n o . j p g ? w = 1 6 9 " d a t a - l a r g e file="https://tmoto.files.wordpress.com/2019/02/carlos-porto-fenabrave-foto-marcelmano.jpg?w=288&h=512" src="https://tmoto.files.wordpress.com/2019/02/carlos-portofenabrave-foto-marcel-mano.jpg?w=288&h=512" alt="" class="wp-image-15084" width="288" height="512" srcset="https://tmoto.files.wordpress.com/2019/02/carlos-porto-fenabrave-fotomarcel-mano.jpg?w=288&h=512 288w, https://tmoto.files.wordpress.com/2019/02/carlosporto-fenabrave-foto-marcel-mano.jpg?w=576&h=1024 576w, https://tmoto.files.wordpress.com/2019/02/carlos-porto-fenabrave-foto-marcelmano.jpg?w=84&h=150 84w, https://tmoto.files.wordpress.com/2019/02/carlos-portofenabrave-foto-marcel-mano.jpg?w=169&h=300 169w" sizes="(max-width: 288px) 100vw, 288px" />Carlos Porto, Vice-Presidente do Segmento de Motocicletas da FENABRAVE. Em janeiro, o mercado de motocicletas somou 90.722 unidades, o que significa avanço de 17,79% sobre janeiro de 2018 e 7,92% sobre dezembro passado. Para Carlos Porto, VicePresidente do Segmento de Motocicletas da Fenabrave, o resultado consolida a retomada do mercado, impulsionada pela melhoria na concessão do crédito. Projeções 2019 No início de janeiro, a FENABRAVE divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1% nas vendas totais, de todos os segmentos. Segundo as projeções da FENABRAVE, o Segmento de Implementos Rodoviários deve ter expansão de 8,8% e o mercado de motocicletas deverá ficar 7,3% acima do volume registrado em 2018, superando 1 milhão de unidades. Para os Segmentos de Automóveis e Comerciais Leves somados, a expectativa é de alta de 11%. As vendas de Caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso. Com isso, a entidade espera alta 15,4%. Para Tratores, a expectativa é de 1,15% de crescimento e, para Máquinas Agrícolas, a projeção é de 1,85% de alta, porém, o desempenho está relacionado aos recursos liberados pelo BNDES. Anúncios https://tmoto.wordpress.com/2019/02/06/emplacamentos-de-motos-cresce-1779-em-janeirode-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: DuMano - TMoto Magazine Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Concessionárias preveem aumento de 10% nas vendas de carros em 2019 8160499 - SINDSEGSP - 06/02/2019

A Folha de S.Paulo informa que as concessionárias acreditam que as vendas de veículos irão crescer 10,1% em 2019. O dado foi apresentado nesta segunda (5) pela Fenabrave, entidade que representa as distribuidoras de automóveis. O cálculo considera carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões. O otimismo é baseado na oferta de crédito. Segundo Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, há R$ 167 bilhões disponíveis para financiamento de veículos: os bancos estão atrás dos bons pagadores que adiaram a troca do carro. Em um passado recente, apenas três em cada 10 fichas de crédito eram aprovadas pelas financeiras. Agora, essa proporção é de 6,2 em 10, afirma Assumpção. A previsão da Fenabrave está alinhada com os resultados de janeiro. De acordo com a entidade, as 199,8 mil unidades emplacadas neste começo de ano representam crescimento de 10,2% na comparação com o mesmo período de 2018. Em janeiro, a Anfavea (associação que representa as montadoras) também previu crescimento em 2019: 11,4% sobre 2018. Apesar dos problemas que alega enfrentar no Brasil, a General Motors mantém-se na liderança, e com folga. Seu compacto Chevrolet Onix teve 18.482 unidades vendidas no primeiro mês do ano. O Ford Ka aparece em segundo (8.023). Em comparação a janeiro de 2018 o Onix cresceu 17,3% nos emplacamentos. A GM busca auxílio dos governos para recuperar perdas que afirma ter tido nos últimos anos. Para o presidente da Fenabrave, se algum pedido da montadora americana for atendido, o benefício tem que ser estendido a todas as fabricantes de veículos. Um filho não pode ser mais beneficiado que outro. Uma das ações previstas pela GM em seu processo de reestruturação envolve as concessionárias. A empresa quer reduzir a margem repassada aos lojistas pela comercialização de um de seus veículos, segundo representantes das revendedoras. O modelo não foi revelado. Os concessionários não gostaram da ideia, que segue em discussão. Procurada pela reportagem, a montadora não quis se pronunciar sobre o assunto. http://www.sindsegsp.org.br/site/noticia-texto.aspx?id=31142 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping (MR - Agência Enfoque) 8160506 - ENFOQUE - 06/02/2019

Emplacamentos de veículos crescem em janeiro SÃO PAULO, 2/6/19 - Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades em janeiro de 2019, o que representa alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075 unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na comparação com dezembro de 2018 (331.124 unidades), o resultado foi 8,40% negativo. Para o Presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva da FENABRAVE para 2019. A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018, comentou Assumpção Júnior. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram alta de 8,67% em janeiro, se comparado com o mesmo período de 2018, totalizando 190.752 unidades, contra 175.537. Já na comparação com dezembro de 2018, quando foram comercializadas 224.977 unidades, houve retração de 15,21%. Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras, verificada em dezembro, por conta do 13º terceiro salário e das promoções do período, explicou o Presidente da FENABRAVE. As vendas de caminhões seguem em ritmo acelerado. Em janeiro foram emplacados 6.932 caminhões, 50,93% acima do resultado de igual mês de 2018, mas com retração de 8,83% na comparação com dezembro passado. Para Sérgio Zonta, Vice-Presidente da FENABRAVE para o Segmento de Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos das categorias de pesados e extrapesados. Além disso, é um segmento ligado ao PIB, e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018, comentou Zonta. O mercado de implementos rodoviários apresentou, em janeiro, crescimento de 83,65% sobre idêntico mês do ano passado, e teve 7,05% de alta sobre dezembro. Em janeiro, o mercado de motocicletas somou 90.722 unidades, o que significa avanço de 17,79% sobre janeiro de 2018 e 7,92% sobre dezembro passado. Para Carlos Porto, VicePresidente do Segmento de Motocicletas da FENABRAVE, o resultado consolida a retomada do mercado, impulsionada pela melhoria na concessão do crédito. O que vemos é que os bancos estão mais maleáveis na oferta de crédito e na concessão de financiamentos, principalmente, no que se refere aos modelos de baixa cilindrada. Atualmente, a cada 10 fichas cadastrais, cerca de 4 são aprovadas, comentou Porto. Os dados consolidados das vendas de tratores e de máquinas agrícolas, em 2018, apontam para crescimento de 12,14% na comparação com 2017, somando 49.375 unidades. Marcelo Nogueira Ferreira, Vice-Presidente da FENABRAVE para estes segmentos ressalta que o resultado poderia ter sido ainda melhor. Em 2018, os recursos destinados ao Moderfrota, que totalizaram R$ 9,2 bilhões, foram insuficientes para a demanda, que cresceu 53% no ano, justifica Ferreira. Para atender às demandas do ANO/SAFRA em vigor, que foi iniciado em julho de 2018 e se encerra em junho deste ano, a FENABRAVE espera que o BNDES adicione, ao menos, mais R$3 bilhões aos R$8,9 bilhões estabelecidos, pois 70% desses recursos já estão comprometidos. No início de janeiro, a FENABRAVE divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1% nas vendas totais, de todos os segmentos. Para os Segmentos de Automóveis e Comerciais Leves somados, a expectativa é de alta de 11%. As vendas de Caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso. Com isso, a entidade espera alta 15,4%. Segundo as projeções da FENABRAVE, o Segmento de Implementos Rodoviários deve ter expansão de 8,8% e o mercado de motocicletas deverá ficar 7,3% acima do volume registrado em 2018, superando 1 milhão de unidades.


Para Tratores, a expectativa é de 1,15% de crescimento e, para Máquinas Agrícolas, a projeção é de 1,85% de alta, porém, o desempenho está relacionado aos recursos liberados pelo BNDES. (MR - Agência Enfoque) http://www.enfoque.com.br/headlines/ENEWS/022019/164069086.asp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos crescem 36% na região 8160507 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 06/02/2019

Comentário(s) Comunicar erros A venda de veículos novos no Grande ABC iniciou 2019 com números 36,09% superiores aos de 2018. Em janeiro, foram emplacados 4.148 unidades zero-quilômetro, ou seja, uma média de 133 por dia. Enquanto isso, no mesmo mês do ano passado, o número era de 3.048, ou seja, 98 por dia, diferença de 1.100 exemplares. Os dados, divulgados ontem pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), abrangem automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Para especialistas, o aumento está atrelado à retomada da confiança do consumidor e a melhora no nível de inadimplência, que consequentemente impacta no crédito. De acordo com o presidente do Sindicato das Concessionárias de Veículos no Estado de São Paulo, Octavio Vallejo, o mercado também está otimista por conta do resultado das eleições presidenciais, que elegeu Jair Bolsonaro (PSL). “Tivemos melhora na inadimplência e os bancos e financeiras estão concedendo bastante crédito ao consumidor. Além disso, também há um otimismo por conta das eleições, a bolsa de valores vem fechando em alta, com números cada mais expressivos. Para chegarmos a melhoria mais acentuada, a única coisa que nos falta é ampliar os índices de emprego com carteira assinada”, assinalou. “O índice de confiança aumentou em todos os níveis, principalmente porque a sociedade está acreditando no governo. A questão do crédito também é muito importante, já que, em nível nacional, 65% das vendas de automóveis são feitas por meio de financiamento bancário. Dados do Banco Central mostram que o volume de empréstimos aumentou para o setor automóveis e, o nível de inadimplência, foi reduzido. Estes dois fatores fizeram com que as vendas se situassem num patamar mais favorável”, endossou o coordenador do MBA em gestão estratégica de empresas da cadeia automotiva da FGV (Fundação Getulio Vargas), Antonio Jorge Martins. O crescimento da região em termos percentuais foi maior do que o do País, que avançou 10% em janeiro, com o emplacamento de 199.797 unidades. Segundo Vallejo, maior geração de emprego na região explica a diferença. “O Grande ABC vive momento em que as montadoras reabriram postos de trabalho e turnos, o que significa mais gente empregada. Também temos que destacar o setor de serviços, que registrou aumento expressivo nestes postos de trabalho”, afirmou. Como exemplo, a Mercedes-Benz anunciou a contratação de 600 colaboradores temporários para aumentar o volume de produção dos pesados. Com a expansão, a fábrica voltou a produzir em dois turnos pela primeira vez após quatro anos. Além disso, a abertura recente de restaurantes na região, como Outback no Grand Plaza Shopping e o Coco Bambu na Av. Portugal, em Santo André, também puxa a necessidade de mão de obra. A cidade com o maior número de emplacamentos foi São Bernardo com 1.458. Em seguida aparecem São Caetano (1.022) e Santo André (1.012). Já quem registrou o menor número foi Rio Grande da Serra, com 20. Em comparação com as vendas de dezembro, que somaram 4.302 veículos, ou 138 por dia, houve queda de 3,6%. O recuo foi bem menor do que em âmbito nacional. Em todo o País, frente ao último mês de 2018, quando foram comercializados 234.529 veículos, foi registrada baixa de 14,81%. PESADOS - Em janeiro, as vendas de caminhões registraram alta de 50,93% frente a igual período no ano passado, com 6.932 unidades. Na região, foram comercializados 135 pesados, alta de 39,18% em relação a 2018, quando foram registrados 97 emplacamentos. Para Sérgio Zonta, vice-presidente da Fenabrave para o segmento de caminhões, ônibus e implementos rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos pesados e extrapesados. “Além disso, é segmento ligado ao PIB (Produto Interno Bruto), e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018”, comentou. https://www.dgabc.com.br/Noticia/3013398/vendas-de-veiculos-crescem-36-na-regiao Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE

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Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos sobem 12,73% no mês de janeiro 8160508 - O ESTADO - Fortaleza - CE - 06/02/2019

Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades. Esse resultado representa alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075, segundo a pesquisa da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na comparação com dezembro de 2018 (331.124), o resultado foi 8,40% negativo. Para o presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva da Fenabrave para 2019. “A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018”, comentou Assumpção. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram alta de 8,67% em janeiro, se comparado com o mesmo período de 2018, totalizando 190.752 unidades, contra 175.537. Já na comparação com dezembro de 2018, quando foram comercializadas 224.977 unidades, houve retração de 15,21%. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras, verificada em dezembro, por conta do 13º salário e das promoções do período”, explicou o presidente da Fenabrave. Mais segmentos As vendas de caminhões seguem em ritmo acelerado. Em janeiro foram emplacados 6.932 unidades, 50,93% acima do resultado de igual mês de 2018, mas com retração de 8,83% na comparação com dezembro passado. Para Sérgio Zonta, vice-Presidente da Fenabrave para o segmento de caminhões, ônibus e implementos rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos das categorias de pesados e extrapesados. “Além disso, é um segmento ligado ao PIB, e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018”, comentou Zonta. O mercado de implementos rodoviários apresentou, em janeiro, crescimento de 83,65% sobre idêntico mês do ano passado, e teve 7,05% de alta sobre dezembro. Já o mercado de motocicletas somou 90.722 unidades, o que significa avanço de 17,79% sobre janeiro de 2018 e 7,92% sobre dezembro de 2018. Para Carlos Porto, vice-Presidente do Segmento de Motocicletas da Federação, o resultado consolida a retomada do mercado, impulsionada pela melhoria na concessão do crédito. “O que vemos é que os bancos estão mais maleáveis na oferta de crédito e na concessão de financiamentos, principalmente no que se refere aos modelos de baixa cilindrada. Atualmente, a cada dez fichas cadastrais, cerca de quatro são aprovadas”, comentou Porto. Os dados consolidados das vendas de tratores e de máquinas agrícolas, em 2018, apontam para crescimento de 12,14% na comparação com 2017, somando 49.375 unidades. Marcelo Nogueira Ferreira, vice-Presidente da Fenabrave para estes segmentos ressalta que o resultado poderia ter sido ainda melhor. “Em 2018, os recursos destinados ao Moderfrota, que totalizaram R$ 9,2 bilhões, foram insuficientes para a demanda, que cresceu 53% no ano”, justifica Ferreira. Para atender às demandas do ano/safra em vigor, que foi iniciado em julho de 2018 e se encerra em junho deste ano, a Fenabrave espera que o BNDES adicione, ao menos, mais R$ 3 bilhões aos R$ 8,9 bilhões estabelecidos, pois 70% desses recursos já estão comprometidos. Projeções No início de janeiro, a Fenabrave divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1% nas vendas totais, de todos os segmentos. Para os segmentos de automóveis e comerciais leves somados, a expectativa é de alta de 11%. As vendas de caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso. Com isso, a entidade espera alta de 15,4%. Segundo as projeções da Fenabrave, os implementos rodoviários devem ter expansão de 8,8% e o mercado de motocicletas deverá ficar 7,3% acima do volume registrado em 2018, superando 1 milhão de unidades. Para tratores, a expectativa é de 1,15% de crescimento e, para máquinas agrícolas, de 1,85% de alta, porém, o desempenho está relacionado aos recursos liberados pelo BNDES. http://www.oestadoce.com.br/economia/vendas-de-veiculos-sobem-1273-no-mes-de-janeiro


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Clipping Licenciamentos de veículos cresceram 10,24% em janeiro, diz Fenabrave 8160510 - MONEYTIMES - 06/02/2019

Marcelo Camargo/Agência Brasil Por Arena do Pavini – Segundo dados da Fenabrave, os licenciamentos de veículos em janeiro, incluindo autos, comerciais leves, caminhões e ônibus cresceram 10,24% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado, atingindo 199.797 unidades. Foram 163.796 autos, 9,9% mais que no ano anterior, e 26.956 comerciais leves, 1,74% mais que em 2017. As vendas de caminhões cresceram 50,93%, para 6.932 em janeiro, e as de ônibus, 89,51%, para 2.113 unidades emplacadas. Acompanhe as carteiras recomendadas de fevereiro Foram também licenciadas 90.722 motos, 17,79% mais que em janeiro de 2018, o que eleva para 290 mil o total de veículos no mês. O licenciamento mensal de veículos leves retornou ao volume de maio de 2015; no caso de caminhões e ônibus, retornou a fevereiro de 2015, segundo o Banco Fator. Este resultado representou uma alta de 12,5% em relação aos licenciamentos de total de veículos janeiro de 2018. Os automóveis leves, que incluem carros e comerciais, cresceram 8,7% e os pesados, somando caminhões e ônibus, 58%, na mesma comparação. O licenciamento do total de autoveículos, acumulado em doze meses, cresce à taxa interanual de aproximadamente 14% desde janeiro de 2018. O licenciamento de veículos pesados ainda registra forte crescimento, superior a 40%, e os veículos leves passaram de alta de 15% em maio de 2018 para 13% em janeiro deste ano. Segundo o Fator, a recuperação na venda de veículos acompanha a alta no crédito direcionado para este mercado (ver abaixo). Modelos mais vendidos Entre os modelos mais emplacados, na categoria de Veículos de Entrada, o Ford KA lidera com 8.023 unidades, ou 29% do total, seguido do Renault Kwid, com 5.336 unidades, ou 19,7% do total, Volkswagen Gol, com 4.966 unidades e Fiat Mobi, com 4.413 unidades. Quer ficar por dentro de tudo que acontece no mercado financeiro? Receba de segunda a sexta as principais notícias e análises. É grátis! No segmento Hatch Pequenos, os mais vendidos foram o GM Onix, com 18.842 unidades, ou 38,25% do total, Hyunday HB20, com 7.249 unidades, ou 14,71% do total, Volkswagen Polo, 5.433 unidades, ou 11,03% do total, e Fiat Argo, 4.920 unidades, ou 10% do total. No Segmento Hatch Medios, o mais vendido foi o GM Cruze HB, com 652 unidades, ou 53% do total. O VW Golf veio em seguida, com 276 unidades, ou 22% do total. https://moneytimes.com.br/licenciamentos-de-veiculos-cresceram-1024-em-janeiro-dizfenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Arena do Pavini Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Os carros 20 mais vendidos em janeiro 8160511 - BRASÍLIA AGORA - 06/02/2019

Onix, Ka e HB20 estão no pódio de emplacamentos no segmento de zero quilômetro, de acordo com o balanço da Fenabrave O Chevrolet Onix começou 2019 na liderança de vendas no segmento de zero quilômetro, de acordo com o balanço da Fenabrave. Modelo mais emplacado no país há quatro anos, o hatch acumulou no primeiro mês do ano 18.842 exemplares comercializados. Na segunda posição e com menos da metade do volume de emplacamentos do líder está o Ford Ka, que somou 8.023 unidades. O pódio se completa com o Hyundai HB20 com 7.249 exemplares. Confira abaixo os 20 carros mais vendidos no país em janeiro de 2019: Fonte: Carsale http://brasiliaagora.com.br/2019/02/06/os-carros-20-mais-vendidos-em-janeiro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Licenciamentos de veículos cresceram 10,24% em janeiro, diz Fenabrave 8160515 - INVESTMAX - 06/02/2019

Por Arena do Pavini – Segundo dados da Fenabrave, os licenciamentos de veículos em janeiro, incluindo autos, comerciais leves, caminhões e ônibus cresceram 10,24% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado, atingindo 199.797 unidades. Foram 163.796 autos, 9,9% mais que no ano anterior, e 26.956 comerciais leves, 1,74% mais que em 2017. As vendas […] » Clique Aqui para ler o conteúdo completo desta notícia direto na fonte. https://investmax.com.br/Noticias/Acoes/licenciamentos-de-veiculos-cresceram-10-24-emjaneiro-diz-fenabrave/830300/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Economia | Veja como calcular quando se aposentar com a nova regra de transição prevista no texto preliminar 8160516 - VENEZUELA NOTICIAS - 06/02/2019

Está com problemas para visualizar essa mensagem? Clique aqui e leia no seu navegador Reforma da Previdência Veja como calcular quando se aposentar com a nova regra de transição prevista no texto preliminar MERCADO Bolsa tem queda após sinais contrários do governo sobre reforma Fenabrave Venda de veículos novos cresce e tem melhor janeiro em 4 anos Impostos Renúncia fiscal do Simples é superestimada, diz estudo varejo Vendas em supermercados crescem 2,07% em 2018, abaixo do projetado CRIPTOMOEDAS Dono de corretora morre e usuários ficam sem acesso a US$ 190 milhões LEIA MAIS EM ECONOMIA Colunas Exclusivo do Assinante Coluna do Broadcast Além dos sócios, Caixa escolhe Bofa para oferecer ações do IRB Monica De Bolle Generais no labirinto populista Fábio Alves O ano do dólar barato LEIA MAIS EM COLUNISTAS Blogs Coluna do Broadcast Além dos sócios, Caixa escolhe Bofa para oferecer ações do IRB Regina Pitoscia Reforma da Previdência: idade mínima é mudança mais agressiva Econoweek Corretora de investimentos promove reality show de traders LEIA MAIS EM BLOGS TV Estadão Governo vai apertar regras para concurso público e exigir que mil serviços sejam oferecidos


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Clipping Os carros mais vendidos em janeiro de 2019 8160527 - GARAJE - 06/02/2019

Últimas Notícias » Home » Buscar notícias » Voltar Os carros mais vendidos em janeiro de 201905 Fevereiro 2019 O mercado de automóveis e comerciais leves começou bem o ano de 2019. A alta foi de 8,67% em relação ao mesmo período de 2018, significando que o Brasil já iniciou com pé direito o novo período. Foram 190.752 unidades, um volume 15,21% abaixo do verificado em dezembro, o que é natural nas viradas de ano. Em janeiro, a GM obteve 20,23% do segmento de automóveis, seguida pela VW com 14,42%. A Fiat ficou com 9,68%, enquanto Ford, Renault e Hyundai ficaram praticamente empatadas com 8,99%, 8,89% e 8,28%, respectivamente. Nos comerciais leves, a Fiat continua dominando com 38,26%, seguida de longe pela VW com 16,49%. A Toyota passou a GM em comerciais leves, tendo participação de 12,08% contra 11,44% da rival americana. A Hyundai ficou em quinto com 6,63%, enquanto a Ford “sextou” com 5,68%. No geral, a GM se distanciou das demais com 18,99% ante 14,71% da VW e 13,72% da Fiat. Toyota, Renault e Ford quase empataram com 8,60%, 8,57% e 8,52%, respectivamente. Faltou a Hyundai nessa briga, mas ela ficou com 7,12%. A Honda já sente a aproximação da Jeep, tendo ficado com 5,18% ante 4,67% da americana. Isolada mesmo está a Nissan com 3,41%. Citroën e Peugeot lideraram o segundo pelotão, com Mitsubishi e Mercedes-Benz ainda acima de mil unidades. Faltando 2 carros para esse nível, a Chery aparece em seguida. Mais atrás vem Kia, Audi e BMW, as duas últimas quase empatadas. Volvo, Land Rover e Suzuki fecham o Top 21 da Fenabrave. “Desfeita a mala”, o Onix continua emplacando bem até demais, colocando mais de 10 mil sobre o Ka e vendendo mais que este e o HB20 juntos. O Prisma é outro que continua em campo e jogando bem, ficando em quarto e perto do coreano. O Polo cumpre sua missão de estar entre os 5 mais vendidos, tendo Kwid em seguida. Gol e Argo quase empataram, enquanto o Renegade se firma na liderança dos SUVs em 2019 (será campeão este ano?). O Mobi, discreto, fechou o Top 10. O Compass aparece em seguida e com ele o (ainda vivo) Fox. Dez carros atrás, o Corolla pode estar se despedindo, não do mercado, mas do Top 10. HR-V, Sandero e Virtus aparecem bem, enquanto Kicks e Creta insistem em andar juntos. Yaris e EcoSport fecham os 20 mais vendidos. O Cruze foi disparado o hatch médio mais vendido, superando bem as vendas de dezembro. O A250 da Mercedes vendeu mais que o Focus, em fim de carreira, emplacando 110 ante 107 do hatch argentino. Nas peruas, a Weekend deu uma desovada maior nos estoques, enquanto o segmento de esportivos viu 911 e Boxster venderem mais que Mustang no mês passado: 24/23 alemães contra 22 exemplares muscle cars. Nos comerciais leves, Strada e Toro mantém a ponta nessa ordem, tendo a Hilux definitivamente em terceiro, passando de vez a Saveiro. A S10 ficou isolada, enquanto Ranger e Amarok ficam próximas. Fiorino e Oroch também venderam mais de mil em janeiro. Montana e L200 ficaram acima de 800 vendidos. Confira abaixo as 21 marcas, 80 automóveis e 50 comerciais leves mais vendidos em janeiro de 2019: Marcas © Noticias Automotivas. A notícia Os carros mais vendidos em janeiro de 2019 é um conteúdo original do site Notícias Automotivas . Link Original: https://www.noticiasautomotivas.com.br/os-carros-mais-vendidos-em-janeirode-2019/ + ver últimas notícias Compartilhe Detalhes da foto x


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Clipping Confira as vendas de veículos em janeiro no Brasil 8160531 - ACELERANDO POR AÍ - 06/02/2019

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgou nesta terça-feira (5/2), o desempenho do setor automotivo no primeiro mês do ano. Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades, o que representa alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075 unidades. Na comparação com dezembro de 2018 (331.124 unidades), o resultado foi 8,4 % negativo. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram alta de 8,67% em janeiro, se comparado com o mesmo período de 2018, totalizando 190.752 unidades, contra 175.537. Já na comparação com dezembro de 2018, quando foram comercializadas 224.977 unidades, houve retração de 15,21%. Tratores >> Os dados consolidados das vendas de tratores e de máquinas agrícolas, em 2018, apontam para crescimento de 12,14% na comparação com 2017, somando 49.375 unidades. Outros >> As vendas de caminhões seguem em ritmo acelerado. Em janeiro foram emplacados 6.932 caminhões, 50,9% acima do resultado de igual mês de 2018, mas com retração de 8,83% na comparação com dezembro passado. O mercado de implementos rodoviários apresentou, em janeiro, crescimento de 83,65% sobre idêntico mês do ano passado, e teve 7,05% de alta sobre dezembro. Em janeiro, o mercado de motocicletas somou 90.722 unidades, o que significa avanço de 17,79% sobre janeiro de 2018 e 7,92% sobre dezembro passado. (Fotos: divulgação Fenabrave / Instagram: @acelerandoporai) http://www.acelerandoporai.com.br/destaque-principal/confira-as-vendas-de-veiculos-emjaneiro-no-brasil Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fábio Amorim Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave constata avanço de 10,2% em venda de veículos novos 8160532 - DCI - São Paulo - SP - 06/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram 199,8 mil unidades vendidas no período. A soma considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. PÁGINA 4 https://www.dci.com.br/neg%C3%B3cios/fenabrave-constata-avanco-de-10-2-em-venda-deveiculos-novos-1.777981 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% 8160533 - DCI - São Paulo - SP - 06/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram 199,8 mil unidades vendidas no período. A soma considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro de 2018, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. Financiamento As concessionárias de veículos têm notado que os bancos estão cada vez mais dispostos a oferecer crédito para a aquisição de carros. No início de 2019, a cada 10 pedidos de financiamento, seis estão sendo aprovados, segundo dado apresentado pela Fenabrave. Essa taxa, no pior momento da crise econômica, foi de três a cada 10. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr, ressaltou que a queda do nível de inadimplência é o principal fator para esse movimento de aumento do crédito. “As taxas de inadimplência estão caindo mês a mês desde maio de 2018”, observou o executivo. No segmento de motocicletas, a taxa de aprovação, que até outubro estava em três a cada 10 pedidos, agora está em quatro a cada 10 pedidos, afirmou o vice-presidente da Fenabrave para a área de motocicletas, Carlos Porto. O segmento de caminhões, que foi o primeiro a sentir os efeitos da melhora das condições de financiamento, segue avançando. “Os bancos de mercado e de montadoras estão facilitando acesso ao crédito para caminhões, com taxas mais atrativas pelo CDC do que no Finame”, disse o vice-presidente da Fenabrave para caminhões, Sérgio Zonta. https://www.dci.com.br/impresso/venda-de-veiculos-novos-cresce-10-2-1.777961 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas crescem 20,5% em Minas 8160551 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - Belo Horizonte - MG - 06/02/2019

Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Linkedin Email Print Tumblr Telegram As vendas de veículos em Minas Gerais começaram 2019 aquecidas. Em janeiro, foram vendidos 40,4 mil automóveis no Estado, 20,5% de crescimento em relação ao mesmo mês de 2018, quando foram emplacados 33,5 mil unidades. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Os emplacamentos de veículos em Belo Horizonte, que assim como em Minas incluem automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários totalizaram 21,8 mil unidades em janeiro, o que corresponde a praticamente 54% do total de licenciamentos em todo o Estado para o período. Na comparação com os 16,4 mil veículos emplacados na Capital em janeiro de 2018, houve um aumento de 32,7%. Os automóveis e comerciais leves responderam por 93,1% do total de emplacamentos de veículos em Belo Horizonte, conforme as informações da Fenabrave. Em todo o Estado, os automóveis e comerciais leves também responderam pela maior parcela das vendas de veículos em janeiro, com participação de 74,5%. No mês passado, foram emplacadas 30,1 mil unidades deste tipo em Minas, 22,7% a mais do que em relação a janeiro de 2018 (24,5 mil veículos). Fiat – Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves da marca Fiat, da Fiat Chrysler Automobile (FCA), com planta em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), chegaram a 26,1 mil unidades em janeiro, com crescimento de 11,5% em relação aos 23,4 mil veículos emplacados no mesmo mês de 2018. A montadora italiana fechou o primeiro mês deste ano na terceira posição do ranking de automóveis e comerciais leves, com participação de 13,7% nas vendas do segmento, atrás da GM e da Volkswagen do Brasil. Pesados – As vendas de caminhões e ônibus em Minas, veículos que são responsáveis pelo escoamento da produção, somaram 1,3 mil unidades em janeiro, com aumento de 102,2% (pouco mais que o dobro) frente ao número de veículos destes tipos emplacados no mesmo mês de 2018 (658 unidades). Na Iveco Latin America, fabricante de veículos pesados da FCA Industrial, em Sete Lagoas (região Central), também houve crescimento. Em janeiro, os emplacamentos destes tipos de veículos da marca somaram 343 unidades contra 309 veículos em igual mês de 2018, acréscimo de 11%. No ano passado, foram vendidos 586,6 mil automóveis no Estado, 13,3% mais que em 2017, quando foram emplacados 517,6 mil unidades. Os emplacamentos de automóveis da marca Fiat aumentaram 11,8% na mesma comparação. A montadora fechou 2018 também na terceira posição do ranking de automóveis e comerciais leves, atrás da GM e da Volkswagen do Brasil. Nacional – Dados da Fenabrave apontam que, no País, os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades, o que representa alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075 unidades.


Na comparação com dezembro de 2018 (331.124 unidades), o resultado foi 8,40% negativo. Para o presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho de janeiro reforça a expectativa positiva da Fenabrave para 2019. “A queda contínua da inadimplência, tanto para pessoa física quanto jurídica, aliada ao aumento da confiança do consumidor influenciaram no resultado deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018”, comentou Assumpção Júnior. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram alta de 8,67% em janeiro, se comparado com o mesmo período de 2018, totalizando 190.752 unidades, contra 175.537. Já na comparação com dezembro de 2018, quando foram comercializadas 224.977 unidades, houve retração de 15,21%. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas geradas neste período, como IPVA, material escolar, além da antecipação de compras, verificada em dezembro, por conta do 13º terceiro salário e das promoções do período”, explicou o presidente da entidade. As vendas de caminhões seguem em ritmo acelerado. Em janeiro foram emplacados 6.932 caminhões, 50,93% acima do resultado de igual mês de 2018, mas com retração de 8,83% na comparação com dezembro passado. http://diariodocomercio.com.br/sitenovo/vendas-crescem-205-em-minas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping MG disputa com Ásia por expansão da Fiat, diz Zema 8160558 - O TEMPO - Belo Horizonte - MG - 06/02/2019

Minas Gerais está na disputa para receber uma fábrica de motores da Fiat. No páreo para ficar com o investimento estaria a Ásia. A informação foi divulgada nesta terça-feira (5) pelo governador Romeu Zema (Novo) num vídeo publicado no Instagram pelo jornalista Paulo Cesar de Oliveira, mais conhecido como PCO. “Ela (Fiat) ainda não deu certeza. Nós estamos disputando essa fábrica com a Ásia, que também tem o interesse de levá-la para lá. Mas temos todos os motivos para estarmos otimistas que este investimento venha para Minas”, afirmou o governador. A reportagem procurou o governo de Minas em busca de mais informações sobre o investimento. O Executivo do Estado se manifestou por meio de nota e informou que, pela Lei 12.527/2011, classifica informações relativas a protocolos de intenções de pessoas jurídicas como sigilosas. Dessa forma, “eventuais divulgações neste sentido somente são feitas em momento oportuno e em pleno acordo entre todas as partes envolvidas”. Já a Fiat Chrysler Automobiles (FCA), em contato com a reportagem, disse que não há nada sobre o assunto internamente. No vídeo no Instagram, PCO ressaltou que o presidente da Fiat Chrysler para América Latina, o italiano Antonio Filosa, tem forte relação com o Estado, já que a esposa e o filho dele são mineiros. Na gravação, o governador também destacou a difícil situação em Minas, mas afirmou que é possível mudar o cenário. “Com trabalho tudo se corrige. É o que nós estamos fazendo”, disse. Expansão O investimento na fábrica de motores é condizente com os planos da FCA para o Estado. Em julho do ano passado, Antonio Filosa anunciou aportes de R$ 8 bilhões em seis anos na fábrica em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. A informação foi divulgada durante evento que comemorou os 42 anos da montadora italiana no país. O montante destinado à planta de Minas Gerais representa 57% do total de investimentos da empresa na América Latina, que será de R$ 14 bilhões nesse período. Como informado na ocasião, a expectativa é que a empresa gere, com os aportes, cerca de 8.000 novos postos de trabalho, que se somarão aos outros 15 mil que já existem na fábrica. Na oportunidade, também foi anunciado que, até 2022, 15 novos modelos da Fiat serão produzidos em Betim – entre totalmente novos, renovados e séries especiais. Entre os objetivos anunciados pela Fiat está atrair, até 2023, novos fornecedores para o Estado, que oferecerão tecnologia de ponta ainda não disponível no país. A planta de Betim da Fiat conta com cerca de 2.000 fornecedores, sendo 200 diretos. A solenidade em que os investimentos foram anunciados no ano passado contou com a assinatura de um protocolo de intenções com o governo do Estado, com a presença do então governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Planos para Minas Investimentos R$ 8 bilhões em seis anos, 57% do total previsto para a América Latina. Empregos no Estado 8.000. Produção 15 novos modelos da Fiat serão produzidos em Betim entre totalmente novos, renovados e séries especiais, até 2022. Cadeia produtiva Cerca de 2.000 fornecedores, sendo 200 diretos. Dimensão


A fábrica em Betim é a maior instalação da FCA no mundo. Inauguração da fábrica em Minas 9 de julho de 1976. Volks multada por omitir poluição A Volkswagen foi multada em R$ 7,2 milhões pelo Departamento de Defesa e Proteção ao Consumidor (DPDC), ligado ao Ministério da Justiça, pelo escândalo do “dieselgate”. As informações são do portal de notícias G1. Segundo a reportagem, foi a terceira multa para a empresa no caso, somando R$ 65,7 milhões. Em 2015, a montadora admitiu que 11 milhões de veículos a diesel em todo o mundo foram equipados com um programa de computador que burlava testes de emissão de poluentes. No Brasil foram vendidos 17 mil deles, todos unidades da picape Amarok. Um processo administrativo do DPDC contra a montadora foi a aberto em 2016. A Volkswagen afirma que o software não estava ativo no Brasil. No entanto, o departamento de proteção ao consumidor, baseado em relatório do Ibama, diz que houve indícios que apontariam para a adulteração do software. (Da redação) Vendas crescem 10% em janeiro São Paulo. A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante mesmo mês do ano passado, confirmou nesta terça-feira a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias do setor. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6.900 unidades. https://www.otempo.com.br/capa/economia/mg-disputa-com-%C3%A1sia-porexpans%C3%A3o-da-fiat-diz-zema-1.2132068 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Juliana Gontijo Estado: MG Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro 8160567 - TRIBUNA DO NORTE - Natal - RN - 06/02/2019

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/venda-de-vea-culos-novos-cresce-10-2-emjaneiro/438304 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RN Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de motos deve crescer 7,3% neste ano, estimam distribuidores 8160665 - UOL - São Paulo - SP - 06/02/2019

Emplacamentos devem ultrapassar 1 milhão ; aumento na oferta de crédito é principal motivo O segmento de motocicletas encerrou 2018 com bons resultados. A produção e a venda de motos finalmente voltaram a crescer após seis anos consecutivos de quedas. E, segundo a Fenabrave, associação que reúne os distribuidores de veículos, a tendência de retomada do setor deve se manter neste ano. De acordo com projeções da entidade, a venda de motocicletas deve crescer 7,3% e ultrapassar 1 milhão de unidades – acompanhando a tendência de todo o setor de veículos, que deve ter crescimento de 10,1% estimam os distribuidores. Entretanto, "as projeções foram feitas considerando que o novo governo aprove as reformas necessárias para a retomada da economia", fez questão de frisar o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Janeiro positivo para as motosNo primeiro mês deste ano, foram vendidas 90.722 motos; 7,92% a mais do que em dezembro passado As vendas no primeiro mês de 2019 confirmaram as estimativas dos distribuidores de veículos para o segmento. Em janeiro foram vendidas 90.722 motocicletas, aumento de 7,92% na comparação com dezembro passado e incremento de 17,79% se comparado a janeiro de 2018. "O resultado consolida a retomada do setor de duas rodas", afirmou o vice-presidente da Fenabrave para o segmento de motocicletas, Carlos Porto. Segundo ele, desde o ano passado os bancos estão mais maleáveis na oferta de crédito e na concessão de financiamentos, principalmente, no que se refere aos modelos de baixa cilindrada. "Atualmente, a cada 10 fichas cadastrais, cerca de 4 são aprovadas", informa o vicepresidente.Maior oferta de crédito contribui para aumento nas vendas, principalmente de motos de baixa cilindrada Ainda de acordo com Porto, a projeção de venda de motos, a mais contida entre todos os segmentos, deve ser revista para cima no próximo trimestre, embora a entidade acredite que a taxa de desemprego vá se manter estável neste ano – em torno de 11,2%. "O grande problema do segmento de motocicletas sempre foi o crédito. Se há crédito, há venda de motos", concluiu o executivo. (por Arthur Caldeira) https://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/02/06/venda-de-motos-deve-crescer-73-nesteano-estimam-distribuidores/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Infomoto Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Os 15 carros mais vendidos em janeiro 8160680 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 06/02/2019

SÃO PAULO - O Chevrolet Onix foi o carro mais vendido no Brasil em janeiro, com 18.842 unidades emplacadas e mantendo a hegemonia na liderança, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores). O número é mais que o dobro dos emplacamentos do segundo colocado Ford Ka, que vendeu 8.023 unidades no primeiro mês de 2019. Em terceiro lugar ficou o Hyundai HB20, com 7.249 unidades vendidas. Em quarto lugar, uma surpresa: Chevrolet Prisma com 6.294 unidades emplacadas assumiu a posição antes ocupada pelo Renault Kwid. No total, no mês de janeiro foram vendidos 163.796 veículos no país, 13,51% a menos do que em dezembro. 1. Chevrolet Onix 18.842 2. Ford Ka 8.023 3. Hyundai HB20 7.249 4. Chevrolet Prisma 6.924 5.Volkswagen Polo 5.433 6. Renault Kwid 5.336 7.Volkswagen Gol 4.966 8. Fiat Argo 4.920 9. Jeep Renegade 4.783 10. Fiat Mobi 4.413 11. Jeep Compass 4.109 12.Volkswagen Fox/ Cross Fox 4.085 13. Toyota Corolla 4.075 14. Honda HR-V 3.667 15. Renault Sandero 3.650 https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carros/noticia/7911614/os-15-carros-maisvendidos-em-janeiroFicha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Giovanna Sutto Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos de veículos pesados avançam 58% em janeiro 8160685 - MEIO FILTRANTE - São Paulo - SP - 06/02/2019

Para Fenabrave, segmento consolida crescimento apesar da base baixa SUELI REIS, AB Assim como o segmento de veículos leves registrou crescimento das vendas em janeiro, o setor de pesados também começou o ano com desempenho positivo: no primeiro mês de 2019, os emplacamentos de caminhões e ônibus superaram as 9 mil unidades, aumento de 58,4% sobre igual mês do ano passado, quando o mercado consumiu 5,7 mil unidades. Os dados foram divulgados na terça-feira, 5, pela Fenabrave, entidade que reúne os concessionários. Por causa da sazonalidade, o volume de janeiro foi 5,3% menor que o de dezembro, embora somente os caminhões tenham registrado queda de 8,8%, para 6,9 mil unidades, na passagem de um mês para outro. Enquanto isso, as vendas de ônibus subiram 8,4% na mesma base de comparação, ao atingir as 2,1 mil unidades. O efeito sazonal também foi o motivo para a queda da média diária das vendas de pesados, cujo resultado de janeiro foi 18% menor que o de dezembro. Com 19 dias úteis, foram emplacados 502 veículos em dezembro, enquanto janeiro fechou com 411 unidades em cada um dos 22 dias úteis. “Ainda que sobre uma base muito baixa [de comparação], o segmento pesado consolidou seu crescimento”, disse o vice-presidente da Fenabrave para caminhões, ônibus e implementos, Sérgio Zonta. Este início de ano também foi marcado pela maior venda dos modelos pesados, ainda fortemente impulsionados pelo agronegócio. Além disso, a maior facilidade para obtenção de crédito continuam elevando os volumes do segmento. Segundo Zonta, os níveis de financiamento devem continuar em alta este ano, especialmente pela oferta do CDC (crédito direto ao consumidor), que ficou mais desde o início do ano passado em comparação ao Finame, linha de financiamento para bens de capital do BNDES. Em termos de taxa, enquanto o Finame está em 1,14% a.m. com taxa variável, o CDC é negociado a 0,99% a.m. com taxa fixa e menor burocracia para a documentação. “Em um passado não muito distante, o Finame já respondeu por 80% dos financiamentos de caminhões, mas fechou 2018 com participação de 50%. Temos ouvido de bancos de montadoras que em janeiro o CDC já está um pouco acima dos 50% e em 2019 a modalidade com certeza vai superar o Finame”, explica Zonta. O executivo comenta ainda sobre o aumento de 47% do número de empresas interessadas em adquirir sua frota própria, a maioria com atividades no agronegócio, a fim de escapar da dependência de frotistas e autônomos atrelados à tabela de frete. O movimento começou a ser observado após a greve dos caminhoneiros, no fim de maio do ano passado. Somados os fatores, a Fenabrave prevê que as vendas de caminhões neste ano devem crescer 15,4%, conforme projeção de mercado divulgado no início de janeiro, para um total de 88,2 mil unidades. Para o segmento de ônibus, os concessionários esperam volume 17,9% maior, para 22,5 mil unidades. Fonte: www.automotivebusiness.com.br http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=25220&link=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10% em janeiro 8160831 - A TRIBUNA - ECONOMIA - Santos - SP - 06/02/2019 - Pág B5

Segundo Fenabrave, retomada está relacionada à disposição dos bancos para emprestar DE SÃO PAULO A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades comercializadas – soma dos segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês do ano somaram 1 9 0, 7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuode 15,2% na comparação com dezembro. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado,para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. OFERTA DE CRÉDITO As concessionárias de veículos têm notado que os bancos estão cada vez mais dispostos a oferecer crédito para a aquisição de carros. No início de 2019, a cada dez pedidos de financiamento, seis estão sendo aprovados, segundo a Fenabrave. Essa taxa, no pior momento da crise econômica, foi de três a cada dez e chegou a subir para quatro a cada dez noinício de 2018, quando as vendas já haviam voltado a crescer. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., diz que a queda do calote é o principal fator para o aumento do crédito. “As taxas de inadimplência estão caindo mês a mês desde maio de 2018”. O segmento de motocicletas também começa a ser beneficiado pelo aumento do crédito. A taxa de aprovação, que até outubro estava em três a cada dez pedidos, agora está em quatro a cada dez, segundo o vice-presidente da Fenabrave para a área de motocicletas, Carlos Porto. “Os bancos estão mais maleáveis, principalmente para motos de baixa cilindrada”. O segmento de caminhões segue avançando. “Os bancos de mercado e demontadoras estão facilitandoacesso ao crédito para caminhões, com taxas mais atrativas pelo CDC do que no Finame”, diz o vice-presidente para caminhões, Sérgio Zonta. (Estadão Conteúdo) Pátio em São Paulo: federação das concessionárias prevê vender 2,85 milhões de unidades este ano

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Clipping Toyota é destaque em vendas 8160832 - O ESTADO DE S. PAULO - JORNAL DO CARRO - São Paulo - SP - 06/02/2019 - Pág 4D

AToyota foi o destaque do ranking de vendas de veículos novos em janeiro. A marca japonesa, que havia ficado na sétima posição no acumulado de 2018, conquistou o quarto lugar no mês passado, deixando para trás Ford, Hyundai e Renault. Desde junho de 2016 a Toyota não fica em quarto lugar no ranking de montadoras. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A marca que mais vendeu automóveis e comerciais leves novos no Brasil em janeiro foi a Chevrolet, com 36.215 unidades. Depois vieram a Volkswagen, com 28.057 emplacamentos, Fiat, com 26.166 vendas, e Toyota, com 16.396 veículos. O bom desempenho da Toyota foi impulsionado pela picape Hilux, que conquistou o 20º lugar na lista dos 20 veículos mais vendidos do País. Ao mesmo tempo, Creta e HB20 perderam espaço no mês passado. Com isso, a Hyundai, uma das marcas que disputam as primeiras posições, ficou na sétima. A Renault ficou em quinto lugar, seguida pela Ford. O Chevrolet Onix, carro mais vendido do Brasil em 2018, manteve a dianteira em janeiro, com 18.842 vendas. Tratase de um resultado e tanto em relação ao Ka, que ficou em segundo. O Ford vendeu bem mais que HB20, em terceiro. Um dos destaques da lista foi o Kwid, sexto mais vendido em janeiro. O Renegade foi o SUV mais emplacado (10º lugar no ranking geral), deixando para trás o “irmão” Compass. Em janeiro, foram vendidos no Brasil 190.752 automóveis e comerciais leves. Esse número representa alta de 8,7% ante janeiro de 2018 e queda de 15,2% em relação a dezembro de 2018. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Saída para a Apple é comprar Netflix, diz J. P. Morgan 8160833 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 06/02/2019

Relatório divulgado pelo J. P. Morgan aponta uma saída ousada para a crise na Apple, que nos últimos três meses chegou a perder R$ 450 bilhões em valor de mercado e que enfrenta quedas sucessivas nas vendas dos iPhones: comprar a Netflix. Segundo o analista Samik Chatterjee, a Apple teria que pagar US$ 189 bilhões para adquirir a empresa de streaming de filmes e séries, que vale atualmente US$ 148 bilhões e tem uma dívida líquida de US$ 7 bilhões. Apesar das dificuldades nos últimos meses, dinheiro não é problema para a gigante da maçã, que tem US$ 245 bilhões em caixa. Se o negócio sair, representará um enorme desafio para a Disney, que concorre com a Netflix no mercado de streaming. No mesmo relatório enviado a investidores, o analista afirma que a aquisição da Activision Blizzard, que vende jogos eletrônicos, e da Sonos, que produz caixas de som inteligentes, podem ser bons negócios para a Apple. Clientes ficam sem US$ 190 mi após morte de dono de corretora A morte do empresário Gerard Cotten gerou uma grande dor de cabeça para 115 mil investidores da QuadrigaCX, corretora de criptomoedas (foto) que pertencia ao canadense. Vítima da doença de Crohn, que provoca inflamação no sistema digestório, Cotten morreu enquanto fazia voluntariado em um orfanato na Índia. Como ele era a única pessoa que tinha a senha para acessar os ativos digitais da corretora, os clientes estão impossibilitados de resgatar US$ 190 milhões administrados pela empresa. Filha de Lemann investe em recrutamento Laura Lemann, filha de Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, é uma das investidoras da startup Gupy, que usa ferramentas como análise de perfil e inteligência artificial para melhorar o processo de recrutamento em grandes empresas. A startup recebeu um aporte de R$ 11,5 milhões dos fundos Maya Capital, liderado por Lara, e Valor Capital. Segundo os envolvidos, o dinheiro será destinado para o desenvolvimento de novas tecnologias. "As pessoas querem ir para onde o bonde está andando e por isso começaram a investir mais no mercado de ações" . Victor Cândido, economista-chefe da corretora Guide Investimentos Com crise, brasileiro pesquisa mais ao comprar Diante de um cenário econômico turbulento, os brasileiros aprenderam a pesquisar antes de comprar. É o que aponta um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). De acordo com o estudo, oito em cada dez pessoas mudaram seus hábitos de consumo. Entre as medidas adotadas, destaca-se a pesquisa de preços: 59% disseram que comparam preços antes de adquirir um produto — nas classes A e B, o índice é de 68% RAPIDINHAS Uma das principais locadoras de veículos do país, a Movida está em busca de um modelo de negócio mais sustentável. A empresa vai intensificar o Programa Carbon Free, que completou 10 anos neutralizando as emissões de CO2 provenientes de locações. Outra iniciativa foi a introdução, em 2018, da lavagem a seco, menos agressiva ao meio ambiente.


A Dotz, uma das maiores empresas de programas de fidelidade do país, acaba de concluir a aquisição da concorrente Netpoints, depois de quase três meses de negociações. Com a transação, a Dotz ganha 15 milhões de clientes e diversas novas empresas filiadas, como as varejistas Savegnago e D’avó, além do cartão do Banco Votorantim. A respeito da nota “Embrapa gasta 90% do orçamento com salários e só 2% com pesquisas”, publicada neste espaço, a empresa enviou o seguinte esclarecimento: “Informados que os gastos da Embrapa com pessoal correspondem a 84,21% do orçamento que a empresa recebe do governo federal. Cabe salientar que a Embrapa considera que todo o seu orçamento é gasto com pesquisa. Do salário de seus cientistas, analistas, técnicos e assistentes, passando pelos insumos e manutenção da infraestrutura. Em várias partes do mundo, como França e Inglaterra, quando se negocia parcerias, os custos com o pessoal que participará do projeto são inseridos nos cálculos” 10,2% foi quanto cresceram as vendas de carros novos no Brasil em janeiro em relação ao mesmo mês de 2018, segundo dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para todo o ano de 2019, a expectativa é avanço de 11,2% nos negócios. http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/economia/2019/02/06/interna_economia,245 666/saida-para-a-apple-e-comprar-netflix-diz-j-p-morgan.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% 8160834 - O DIÁRIO DE MOGI - PANORAMA - Mogi das Cruzes - SP - 06/02/2019 - Pág 4

CONJUNTURA governo faz projeção do valor após a reforma da previdência e por um período de 10 anos BraSÍLIa O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ontem, em Brasília, que a proposta de reforma da Previdência do governo projeta uma economia de pelo menos um R$ 1 trilhão, em um período de 10 anos. A afirmação foi feita em entrevista coletiva ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Os dois se reuniram no gabinete de Guedes para tratar da tramitação da reforma e Maia chegou a dizer que o tema poderá ser votado pelos deputados até maio. “A ideia é que ela [a reforma] chegue pelo menos a R$ 1 trilhão [de economia de gastos]. Simulamos com 15 anos, com 20, com 10. O valor de R$ 1 trilhão é para 10 anos, mas há simulações em que é R$ 1 trilhão em 15 anos também, de valor presente. Isso é o que estáse n do calibrado ”, afirmou o ministro. Ele voltou a criticar o atual sistema previdenciário que, segundo ele, aprofunda desigualdades sociais e contribui para o desemprego. “São 96 milhões de brasileiros economicamente ativos, e 46 milhões não contribuem, e vão envelhecer. Então, eles vão quebrar a Previdência. Nosso desafio é não só salvar a Previdência antiga, como impedir que ela seja um mecanismo perverso de transferência de renda, como ao mesmo tempo livrar as futuras gerações da armadilha em que essas gerações passadas, as nossas, caíram, que foi produzir um sistema que piora a desigualdade e destrói empregos em massa. São dezenas de milhões de empregos destruídos, por financiamento equivocado, uma série de defeitos que ela tem”, acrescentou. Paulo Guedes disse que pediu ao presidente da Câmara um rito democrático para a tramitação da medida na Câmara e revelou que o governo teria até três versões alternativas da proposta, cuja palavra final será do presidente Jair Bolsonaro. “Nós já temos duas ou três versões alternativas, simuladas com os números. Ele [Bolsonaro] chegando, a gente entrega, ele bate o martelo e a coisa entra no processo”, disse. DISCÓRDIA O ministro da Economia, Paulo guedes, voltou a criticar o atual sistema previdenciário Idade mínima ma única de 65 anos para ho- que seria uma das propostas Perguntado sobre o estabe- mens e mulheres, conforme o do governo, Guedes reforçou lecimento de uma idade míni- trecho vazado anteontem, do que a decisão final é do presiSP reduz ICMS para querosene aéreo BraSÍLIa O governo paulista anunciou ontem a redução da alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível de aviação em São Paulo. O percentual passará de 25% para 12%. Com a mudança, a arrecadação prevista para 2019 sobre a comercialização de querosene aéreo cairá de R$ 627 milhões para R$ 422 milhões. A medida pretende diminuir o custo operacional das companhias aéreas. Participaram do anúncio representantes das companhias áreas Latam, Gol, Azul e Avianca. Como contrapartida, o setor se comprometeu a criar, em até 180 dias, 490 decolagens semanais em 70 novos voospara 21 estados .Dosnovo s voos regulares, seis vão atender exclusivamente destinos em território paulista. Os novos destinos serão anunciados após estudos técnicos com participação do governo estadual. A expectativa do governo é que a malha área e o fluxo de passageiros emS ão Paulo se ampliem não só na capital, mas em todas as regiões do estado. São Paulo concentra 4 4% do mercado de aviação civil do Brasil, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Outra medida compensatória das companhias é a implementação do stopover, que é a possibilidade de que passageiros possam passar um tempo em uma cidade de conexão sem pagar um novo bilhete. As empresas do setor aéreo vão criar um fundo deR $40 milhões para custear um plano de marketing que incentivará a ampliação da permanência de visitantes em São Paulo por meio desse mecanismo, que é inédito no Brasil. Um estudo da Secretaria de Turismo do Estado mostra que se 2,5% dos passageiros que passam pelos três maiores aeroportos de São Paulo fizerem a conexão com o “stopover”, um total de R$ 6,9 bilhões serão injetados na economia do estado. A estimativa é que sejam gerados 59 mil empregos nos próximos 18 meses a partir da desoneração, com previsão de R$ 1,4 bilhão em salários anualmente. Custos De acordo com o Ministério do Turismo, das 27 unidades da federação, 18 praticam alíquota de até 12% no ICMS sobre o combustível de aviação. O corte da alíquota em São Paulo foi uma reivindicação das companhias aéreas. Segundo dados do setor, o preço do combustível


representa em torno de 40% do custo operacional total das empresas. dente da República. “Vocês sabem que a posição, por exemplo, do deputado Rodrigo Maia, é que fosse iguais [as idades mínimas de aposentadoria], porque as mulheres têm, inclusive, uma expectativa de vida mais longa. Só que a posição do presidente Bolsonaro sempre foi que não, que as mulheres deviam ficar com uma idade menor. E foi o que o general Mourão falou hoje, que a palavra final nisso é do presidente, porque ele que asina a PEC [proposta de emenda constitucional]. Nós vamos ser mais precisos muito brevemente”, acrescentou. Caso a idade mínima seja 62 anos para homens e 57 para as mulheres, como chegou a mencionar o próprio presidente, no mês passado, Paulo Guedes disse que a economia seria menor do que R$ 1 trilhão. Nesse cenário, no entanto, as regras de transição poderiam ser mais rígidas para a atual geração. “O presidente chegou a dizer 57 para mulheres e 62 para os homens. E o próprio deputado Rodrigo Maia disse, na época, que a transição teria que ser mais estreita, mais rápida. Nós simulamos isso também, fizemos com números. Favorece muito o nosso governo, mas não é generosa o suficiente para quem estava na iminência [de se aposentar]”, comentou. Venda de veículos novos cresce 10,2% SÃo PauLo A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. INDICADORES ECONÔMICOS DÓLAR (Comercial) EURO (Comercial) REAJUSTE DE ALUgUÉIS DEZEMBRO .JANEIRO IGP-M (FGV) IGP-dI (FGV) IPCa (IBGE) INPC (IBGE) ICV-dIEESE obs.: Fatores válidos para contratos cujo último reajuste ou acordo ocorreu há um ano. UFESP 1,0968.....1,0754 1,0838 ..... 1,0710 1,0405.....1,0375 1,0356 .....1,0343 1,0437 .....1,0389 UFIR r$ 26,53 r$ 1,0641 UFM/SP TBF r$ 156,95 04 de fevereiro 0,4586% BOLSA/SP OURO r$ 153,51 VALORES DE REFERÊNCIA Indicadores TR - Fator de conversão oBS.: Multiplique a quantidade de Tr ou Trd pelo fator de conversão da data do vencimento e multiplique o resultado pelo IdrM do dia do pagamento. INFLAÇÃO Nov No ano Dez INPC (IBGE) 0,40 -0,25 0,14 IGPM (FGV)* 0,89 -0,49 -1,08 IGP-dI (FGV) *0,26 -1,14 -0,45 IPa-dI (FGV) * 0,17 -1,17 -0,82 IPC-dI (FGV) *0,48 -0,17 0,29 IPC (FIPE) 0,48 0,15 0,09 IPCa (IBGE) 0,45 -0,21 0,15 ICV (dieese) 0,58 0,32 0,21 * Em % ao mês IGP2/IGP1/IPa1/ IPC1, respectivamente IMPOSTO DE RENDA Out 12m


3,43 7,54 7,10 8,75 4,31 3,02 3,75 3,86 Índices 3,43 7,54 7,10 8,75 4,31 3,02 3,75 3,86 Tabela oficial da receita Federal para cálculo do Ir em fevereiro Parcela a Base de Cálculo deduzir (R$) 7,5 15 22,5 27,5 até 1.903,98 até 2.826,65 até 3.751,05 até 4.664,68 acima de 4.664,68 Isento 142,80 354,80 636,13 869,36 Como calcular: deduza do rendimento bruto r$ 189,59 por dependente; r$ 1.903,98 – parcela isenta de rendimentos recebidos de órgãos públicos por aposentados com mais de 65 anos; pensão alimentícia integral; contribuição previdenciária oficial. do resultado, aplique a alíquota respectiva e subtraia a parcela a deduzir. IMÓVEIS Índice de custos e financiamentos (*) CuB/SP Sinduscon – Sind. da Constr. Civil de São Paulo (**) INCC-M* - FGG; (***) unidade Padrão de Capital. INSS – AUTÔNOMOS

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Clipping 10,2% 8160837 - CORREIO BRAZILIENSE - MERCADO S/A - Brasília - DF - 06/02/2019 - Pág 11

Saída para a Apple é comprar Netflix, diz J. P. Morgan Relatório divulgado pelo J. P. Morgan aponta uma saída ousada para a crise na Apple, que nos últimos três meses chegou a perder R$ 450 bilhões em valor de mercado e enfrenta quedas sucessivas nas vendas dos iPhones: comprar a Netflix. Segundo o analista Samik Chatterjee, a Apple teria que pagar US$ 189 bilhões para adquirir a empresa de streaming de filmes e séries, que vale atualmente US$ 148 bilhões e tem uma dívida líquida de US$ 7 bilhões. Apesar das dificuldades nos últimos meses, dinheiro não é problema para a gigante da maçã, que tem US$ 245 bilhões em caixa. Se o negócio sair, representará um enorme desafio para a Disney, que concorre com a Netflix no mercado de streaming. No mesmo relatório enviado a investidores, o analista afirma que a aquisição da Activision Blizzard, que vende jogos eletrônicos, e da Sonos, que produz caixas de som inteligentes, podem ser bons negócios para a Apple. Clientes ficam sem US$ 190 mi após morte de dono de corretora A morte do empresário Gerard Cotten gerou uma grande dor de cabeça para 115 mil investidores da QuadrigaCX, corretora de criptomoedas (foto) que pertencia ao canadense. Vítima da doença de Crohn, que provoca inflamação no sistema digestório, Cotten morreu enquanto fazia voluntariado em um orfanato na Índia. Como ele era a única pessoa que tinha a senha para acessar os ativos digitais da corretora, os clientes estão impossibilitados de resgatar US$ 190 milhões administrados pela empresa. Filha de Lemann investe em recrutamento Laura Lemann, filha de Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, é uma das investidoras da startup Gupy, que usa ferramentas como análise de perfil e inteligência artificial para melhorar o processo de recrutamento em grandes empresas. A startup recebeu um aporte de R$ 11,5 milhões dos fundos Maya Capital, liderado por Lara, e Valor Capital. Segundo os envolvidos, o dinheiro será destinado para o desenvolvimento de novas tecnologias. “As pessoas querem ir para onde o bonde está andando e por isso começaram a investir mais no mercado de ações” Victor Cândido, economista-chefe da corretora Guide Investimentos Com crise, brasileiro pesquisa mais ao comprar Diante de um cenário econômico turbulento, os brasileiros aprenderam a pesquisar antes de comprar. É o que aponta um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). De acordo com o estudo, oito em cada 10 pessoas mudaram seus hábitos de consumo. Entre as medidas adotadas, destaca-se a pesquisa de preços: 59% disseram que comparam preços antes de adquirir um produto — nas classes A e B, o índice é de 68% Rapidinhas Uma das principais locadoras de veículos do país, a Movida está em busca de um modelo de negócio mais sustentável. A empresa vai intensificar o Programa Carbon Free, que completou 10 anos neutralizando as emissões de CO2 provenientes de locações. Outra iniciativa foi a introdução, em 2018, da lavagem a seco, menos agressiva ao meio ambiente. A Dotz, uma das maiores empresas de programas de fidelidade do país, acaba de concluir a aquisição da concorrente Netpoints, depois de quase três meses de negociações. Com a transação, a Dotz ganha 15 milhões de clientes e diversas novas empresas filiadas, como as varejistas Savegnago e D’avó, além do cartão do Banco Votorantim. A respeito da nota “Embrapa gasta 90% do orçamento com salários e só 2% com pesquisas”, publicada neste espaço, a empresa enviou o seguinte esclarecimento: “Informamos que os gastos da Embrapa com pessoal correspondem a 84,21% do orçamento que a empresa recebe do governo federal. Cabe salientar que a Embrapa considera que todo o seu orçamento é gasto com pesquisa. Do salário de seus cientistas, analistas, técnicos e assistentes, passando pelos insumos e manutenção da infraestrutura. Em várias partes do mundo, como França e Inglaterra, quando se negocia parcerias, os custos com o


pessoal que participará do projeto são inseridos nos cálculos” 10,2% foi quanto cresceram as vendas de carros novos no Brasil em janeiro em relação ao mesmo mês de 2018, segundo dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para todo o ano de 2019, a expectativa é avanço de 11,2% nos negócios.

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Clipping Vendas avançam 10% em janeiro 8160838 - METRO SÃO PAULO - ECONOMIA - São Paulo - SP - 06/02/2019 - Pág 6

Consumo de etanol dispara Empresa está em processo de recuperação judicial | REUTERS Procon vai notificar Avianca após queixas de passageiros O Procon-SP vai notificar a Avianca por causa da falta de informação sobre rotas que não serão mais operadas pela companhia aérea. A empresa, que está em processo de recuperação judicial, vai descontinuar voos internacionais a partir de 31 de março. A Avianca afirma que vai contatar os clientes por ordem cronológica. Agora, em fevereiro, serão procurados os clientes que compraram passagem para voar em abril. Eles terão duas opções: a reacomodação em voos de outras aéreas ou o reembolso do valor pago. Mas quem está nessa situação não quer saber de receber o dinheiro de volta. Por causa da demora no contato da empresa, os passageiros temem, ainda, que a reacomodação não seja feita de forma a permitir que eles usem a hospedagem e os passeios já agendados e pagos. “Não quero o reembolso porque não vou achar a passagem pelo preço que paguei no ano passado durante a Black Friday”, diz a profissional de relações públicas Camila Galani, que planeja passar a lua-de-mel em Santiago em abril. O chefe de gabinete do Procon de São Paulo, Guilherme Farid, destaca a necessidade de a empresa informar os clientes sobre as medidas que serão tomadas com “antecedência razoável”. Segundo ele, a Avianca terá, a partir da notificação enviada ontem, 48 horas para prestar esclarecimentos. O consumo de etanol hidratado alcançou 19,38 bilhões de litros em 2018, 42% mais que em 2017 e o maior volume anual já registrado. Segundo a Unica (União da Indústria de Canade-açúcar), uma diferença maior de preço entre o etanol e a gasolina, favorecendo o biocombustível, impulsionou a demanda pelo renovável. A participação do etanol no mercado de veículos leves cresceu para 46% em 2018, considerando-se também o anidro misturado à gasolina, no maior percentual desde 2009. A demanda por gasolina caiu 13%. Não está claro como o setor vai se comportar na nova temporada que começa em abril. Os preços da gasolina nas refinarias da Petrobras caíram 33% em relação ao pico de R$ 2,25 por litro de setembro, a R$ 1,50. Segundo a consultoria Datagro, os preços da Petrobras estão atualmente 5,6% abaixo da paridade de importação da gasolina, indicando um movimento agressivo da estatal para recuperar sua participação de mercado. A Unica avalia que a demanda por etanol continuará forte neste ano, já que os preços do açúcar ainda estão em torno de US$ 0,12 por libra-peso em Nova Supermercados Setor prevê alta de 3% neste ano As vendas de supermercados no Brasil devem aumentar 3% em 2019, após alta de 2,07% no ano passado, informou a entidade que representa o setor, Abras. A expectativa leva em conta as medidas econômicas já anunciadas pelo novo governo, incluindo controle de gastos, simplificação de impostos e desestatização do mercado de crédito, segundo o presidente da associação, João Sanzovo Neto. As vendas de veículos novos mantiveram ritmo de crescimento em janeiro. Foram licenciados em todo o país 199,7 mil veículos, incluindo carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, um avanço de 10,24% na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo a Fenabrave (federação das concessionárias). Com 190,7 mil unidades, as vendas de carros e comerciais leves avançaram 8,67% na comparação anual. METRO O WhatsApp anunciou uma ferramenta para bloquear e desbloquear a tela do app apenas com função biométrica de reconhecimento digital ou facial. A novidade vale apenas para iPhones. Não há previsão da chegada dessa função para celulares Android. A ferramenta permite determinar uma quantidade de tempo para o bloqueio, contando desde a última vez em que o aplicativo foi utilizado. Após o bloqueio, só será permitido o acesso por biometria. METRO O Messenger, do Facebook, começou a liberar a função que permite apagar uma mensagem enviada em um bate-papo. Para usar o recurso, basta tocar na mensagem e selecionar a opção “Remover para todos”. A mensagem removida será substituída por um aviso a todos na conversa de que o texto foi apagado. O usuário terá até dez minutos para remover um conteúdo após o seu envio, informou a rede social. METRO Veículos novos Vendas avançam 10% em janeiro


WhatsApp App terá acesso com biometria Venda de biocombustível cresce 42% Messenger Funçãopermite apagarmensagem

SÃO PAULO, QUARTA FEIRA, DE FEVEREIRO DE www. metro jornal. com .br

Guedes diz que está `calibrando reforma Aviação. SP corta ICMS de querosene por mais voos O governo do estado de São Paulo anunciou ontem a redução da alíquota do ICMS que incide sobre o combustível de aviação, de 25% para 12%, em voos domésticos. Como contrapartida, as companhias aéreas se comprometeram a criar 490 voos, sendo 416 para fora do estado, no prazo de até 180 dias. Eles incluem 70 novos destinos: seis dentro de São Paulo e 64 no restante do país. O governo também quer incentivar o `stop over, que é a descida em São Paulo de passageiros vindos de outra cidade tendo como ponto final um terceiro destino. Um fundo de R$ 40 milhões será formado pelas aéreas para custear um plano de marketing para estimular a permanência de visitantes no estado. De acordo com o governo paulista, a medida resultará numa perda de arrecadação de cerca de R$ 205 milhões neste ano. Contudo, o impacto econômico com a oferta adicional de voos, incluindo a criação de 59 mil empregos, será de ao menos R$ 316 milhões. Para o governador de São Paulo, João Doria, a redução do ICMS deve também aumentar a competição no setor, incentivando a queda dos preços das passagens. “A expectativa concreta é que haja uma redução pontual de custos em certos destinos e certos períodos.” Durante o anúncio, Doria disse que pretende conceder à iniciativa privada 20 aeroportos do estado até 2020. METRO O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ontem que o governo busca uma economia de pelo menos R$ 1 trilhão em 10 anos com a reforma da Previdência que será encaminhada ao Congresso. Guedes ressaltou que o time econômico segue calibrando o texto da reforma e que o presidente Jair Bolsonaro ainda tem que bater o martelo a respeito. “Ele tem o cálculo político dele, não adianta mandar proposta que não é aceita”, disse o ministro, após reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Segundo Guedes, o governo tem duas ou três versões alternativas e o material será apresentado a Bolsonaro após o presidente retomar sua rotina. O ministro também disse que a reforma é uma construção democrática do governo, destinada a desarmar um “mecanismo perverso de transferência de renda”, e que a mídia vai entender as linhas estruturantes da proposta e não cair na armadilha corporativista dos que “vazam e tentam atacar o tempo inteiro”. A fala veio um dia após uma minuta da proposta ter vindo a público, com detalhes como a fixação de idade mínima de 65 anos tanto para homens como para mulheres. Maia disse ser possível a Câmara aprovar a reforma até maio, e o Senado aprová-la em junho ou julho, caso a base aliada esteja articulada. Segundo ele, a base de apoio ao governo na Casa ainda está em construção e o trabalho a ser feito é garantir em dois meses entre 320 e 330 votos a favor da reforma. Para uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) ser aprovada é preciso o voto de 308 dos 513 deputados. “O nosso problema é garantir, em dois meses, que a reforma da Previdência tenha 320, 330 deputados a favor. Este é o desafio, que a gente começa a trabalhar hoje”, afirmou Maia. METRO “Não há guerra fiscal. Essa decisão iguala o ICMS a outros estados” GOVERNADOR DE SP, JOÃO DÓRIA Previdência Social. Ministro da Economia afirma que há ‘duas ou três’ versões da proposta e que palavra final será de Bolsonaro. Presidente da Câmara prevê votação até maio Maia e Guedes falam com jornalistas após reunião | VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL Votos em 2 meses

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Clipping Alta de 10,2 % nas vendas 8160839 - O TEMPO - SUPER MOTOR - Belo Horizonte - MG - 06/02/2019 - Pág 4

W4 Belo Horizonte BMW Novo X5 entra em pré-venda A BMW iniciou a pré-venda do novo X5 no Brasil. O utilitário, completamente renovado, tem preço que começa nos R$ 449.950 para a versão de entrada xDrive30d e chega aos R$ 539.950 para a de topo M50d. Sob o capô, há um motor diesel 3.0 litros, com seis cilindros em linha, de 265 cv a 4 mil rpm e 63,2 kgfm de torque entre 2.000 e 2.500 rpm. Esse propulsor leva o carro aos 100 km/h, partindo da imobilidade, em 6,5 segundos e à velocidade máxima de 230 km/h. Já a variante de topo carrega o mesmo motor, mas ainda mais potente, com 400 cv a 4.400 rpm e com torque de 77,5 kgfm entre 2.200 e 3.000 rpm – são 5,2 segundos para fazer o 0 a 100 km/h. BMW/DIVULGAÇÃO Mercado Alta de 10,2% nas vendas As vendas de veículos novos cresceram 10,24% em janeiro, divulgou ontem a Fenabrave. Foram 199.797 emplacamentos de automóveis, comerciais leves (incluindo picapes e furgões), ônibus e caminhões, contra 181.245 em janeiro de 2018. Em relação a dezembro, quando foram comercializados 234.529 veículos, foi registrada baixa de 14,81%. A previsão da entidade é de que sejam vendidas 2,85 milhões de unidades em 2019, o que representaria um aumento de 11,2% em relação ao ano passado. Elétricos Será só para quem pode Não é novidade que a Volkswagen quer melhorar sua imagem após o escândalo do Dieselgate através de investimentos em eletrificação. No entanto, a montadora não tem esperanças de que carros elétricos sejam para todos. De acordo com Hans Dieter Pötsch, executivo da Volks, os modelos de entrada serão difíceis e caros para a eletrificação. Para ele, os carros mais baratos devem manter a motorização a gasolina por um bom tempo ainda. Depois de muito tempo sem grandes ou quase nenhuma alteração em sua gama de modelos, a VW vem, de alguns anos para cá, investindo, de verdade, e acertando o passo para recuperar o tempo perdido e voltar a lutar pela liderança de mercado, lugar conhecido e que já ocupou por décadas em tempos idos. A chegada do novo Polo, do avaliou o modelo top de linha, a versão R Line do Jetta (R$ 119.990), que chega bem mais robusto em sua sétima geração. Ele ficou maior, cresceu 4,3 cm no comprimento e 2,1 cm na largura, totalizando 4,7 m x 1,8 m. A distância entreeixos também foi ampliada em 3,7 cm, totalizando 2,69 m, o que traduz em mais conforto para os cinco passageiros que viajam com conforto para pernas e ombros. PRIMO RICO. Se não podemos afirmar que o Jetta pode ser confundido em seu visual com o irmão menor e menos afortunado, o Virtus, não há como negar as muitas semelhanças entre os dois modelos. Ele é mais “classudo” impõe respeito por seu visual de linhas bem contemporâneas e esta n ova “safra” ganhou mais sofisticação e acabamento mais refinado. O modelo segue importado do México e conta com apenas dois opcionais: teto solar, por R$ 4.990, e pintura metálica, por R$ 1.480, ou perolizada, por R$ 1.580. No mais, tudo é de série: ar-condicionado com duas zonas, seis airbags, controle de estabilidade e tração, diferencial com bloqueio eletrônico, revestimento em couro sintético, sistema multimídia com tela “touchscreen” de oito polegadas com espelhamento de celular, chave presencial para travas e ignição, frenagem de emergência em manobras, câmera de ré combinada com sensores dianteiros e traseiros, rodas de liga leve de 17 polegadas, sensores de luz e chuva e faróis e luzes diurnas em LED. DIFERENÇAS SUTIS. A versão avaliada traz ainda painel de instrumentos digital configurável, detector de fadiga e


emblemas referentes à configuração no para-lama dianteiro e nas soleiras das portas. No visual, a maior diferença entre as versões fica no desenho dos parachoques e na grade dianteira, que tem frisos cromados e uma barra cromada na parte superior na R-Line, que é em preto brilhante. Avaliação Mudança para pôr medon a concorrência Novo Jetta aposta em tecnologia eno custo-benefício para enfrentar os sedãs médio sno Brasil; modelo compartilha a mesma plataforma comGolf,Pol oe Virtus Virtus, do Gol e Voyage, com câmbio automático e, daqui a poucos meses, do T-Cross, mostram a disposição da montadora alemã em voltar a ser uma importante player entre suas pares. Da mesma forma que vem lançando novos modelos, também rejuvenesce outros, como fez com o Golf e está fazendo, agora, com seu sedã médio Jetta, que sempre foi um produto com ótimas qualidades, de alto valor agregado, mas sempre manteve uma participação discreta e pouco percebida na “fauna” de modelos que habitam nossas ruas. O Super Motor Por Raimundo Couto raimundo couto @o tempo .com.br Apesar de ter um acerto mais para rígido do que para macio, a suspensão do novo Jetta não traz incômodos para os ocupantes A Volks buscou dar um toque se sofisticação ao Jetta; isso fica ainda mais evidente na versão R-Line, que tem o painel digital configurável

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Clipping Venda em janeiro cresce, mas ainda está longe de 2015 8160840 - VALOR ECONÔMICO - EMPRESAS - São Paulo - SP - 06/02/2019 - Pág B3

A confiança do consumidor e a oferta de crédito continuam a sustentar a recuperação do mercado de veículos. O licenciamento de 199,7 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus em janeiro representou um crescimento de 10,24% na comparação com o mesmo mês de 2018. O resultado do primeiro mês do ano foi o melhor para janeiro desde 2015. Mas o mercado de hoje ainda está distante do que era há quatro anos. Em 2015, o primeiro mês do ano fechou com a venda de 258,8 mil unidades. Um volume abaixo, ainda do ano anterior. Em 2014 foram vendidos 312,6 mil veículos em janeiro. Com 190,7 mil unidades, as vendas de carros e comerciais leves no mês passado avançaram 8,67% na comparação anual. Alarico Assumpção Jr, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), que representa as concessionárias, disse ontem que durante a crise, a cada dez pedidos de financiamento, apenas três eram aprovados. A entidade observa que neste ano seis são aprovados a cada dez pedidos. Segundo ele, as taxas de inadimplência têm caído desde maio de 2018. O mercado de caminhões continua em significativa expansão. Em janeiro foram licenciados 6,9 mil veículos, o que representou um crescimento de 50,9% em relação ao mesmo mês de 2018. O vice-presidente da Fenabrave para a área de caminhões, Sérgio Zonta, destacou que as taxas de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) têm sido mais atrativas que as do Finame, linha de financiamento do BNDES. Segundo ele, em 2017, o Finame representava 80% das vendas de caminhões no país. Hoje está em 50%, com claros sinais de que logo será ultrapassado pelos negócios via CDC. Segundo Zonta, a greve dos caminhoneiros trouxe um novo tipo de demanda porque incentivou empresas e agricultores a montar frotas próprias. O segmento de motocicletas também começa a ser beneficiado pela expansão da oferta de crédito. Com 90,7 mil unidades, as vendas de motos no mês passado registraram aumento de 17,7% na comparação anual. “Os bancos estão mais maleáveis para concessão de crédito, principalmente para motos de baixa cilindrada”, destacou o vice-presidente da Fenabrave para a área de motocicletas, Carlos Porto. Nos automóveis, o modelo Chevrolet Onix manteve a liderança entre os mais vendidos em janeiro, bem à frente do segundo colocado, o Ford Ka, e do modelo Hyundai HB 20, em terceiro lugar. https://www.valor.com.br/empresas/6105943/venda-em-janeiro-cresce-mas-ainda-estalonge-de-2015 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping VENDA DE VEÍCULOS CRESCE 7,64%, NO AM 8160841 - DIÁRIO DO AMAZONAS - ECONOMIA - Manaus - AM - 06/02/2019 - Pág 07

Mercado Primeiro mês do ano foi marcado por resultados positivos na comparação ao mesmo período de 2018, enquanto que frente a dezembro, houve queda tanto no Estado quanto no País dos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 3,4 mil uniA pós uma alta de dades contra 4,7 mil de de10,32% em dezembro zembro de 2018. Em janeiro de 2018, os emplaca- do ano passado, foram emplamentos no primeiro cados 3,2 mil veículos. mês do ano cresceram 7,64%, No Brasil, foram 303,3 mil com relação a janeiro de 2018, unidades em janeiro de 2019 pro outro lado, na comparação contra 331,1 mil de dezembro com dezembro, houve queda de 2018, e 26,9 mil veículos em de 27,60%. A média nacional janeiro de 2018. também registrou alta de Para o presidente da Fena12,73% na comparação com brave, Alarico Assumpção Jújaneiro do ano passado e retra- nior, o desempenho de janeiro ção de 8,40% com relação a reforça a expectativa positiva dezembro de 2018. Os dados do setor para 2019. “A queda são da Federação Nacional da contínua da inadimplência, Distribuição de Veículos Auto- tanto para pessoa física quanmotores (Fenabrave) e foram to jurídica, aliada ao aumento divulgados nesta terça-feira. da confiança do consumidor Os emplacamentos de veí- influenciaram no resultado culos novos, considerando to- deste primeiro mês, na comparação com igual período de 2018”, disse Assumpção Júnior. Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, que representam 61,4% do total de emplacamentos no Estado, apresentaram alta de 3%, em janeiro, comparado ao mesmo período de 2018. No Brasil, esse segmento alcançou alta de 8,67%, na mesma comparação. Já na comparação com dezembro de 2018, houve retração de 24,86% no Amazonas e de 15,21%, no País. “Essa sazonalidade do mercado se deve ao fato de que, em janeiro, o consumidor brasileiro fica menos disposto a trocar de carro, devido às despesas deste período como IPVA e material escolar,”, explicou o presidente da Fenabrave. Beatriz Gomes redacao@ diario am.com. br Manaus

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Clipping Crédito elevará venda de carro em 10%, dizem revendas 8160842 - FOLHA DE S.PAULO - MERCADO - São Paulo - SP - 06/02/2019 - Pág A22

A22 QUARTA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2019 FOLHA DE S.PAULO * + * mercado Por ICMS menor, aéreas ampliam voos em SP Alíquota para querosene baixa de 25% para 12%; companhias, no entanto, não garantem passagens mais baratas Joana Cunha são pauLO O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciounesta terça-feira a redução de 25% para 12% na alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação emvoos domésticos no estado. A medida será acompanhadade contrapartidasdascompanhias aéreas, que se comprometeram a elevar de 7 para 13 o número de cidades paulistas atendidas pela aviação comercial. Segundo a Abear, associação que reúne as grandes companhias aéreas brasileiras —Latam, Gol, Azul e Avianca—, as empresas elevarão em 490 onúmero de partidas semanais até o fim deste ano, conforme a Folha antecipou no sábado Dototal de partidas, g16irão para fora do estado. Além de São Paulo, os voos prometidos atenderão outros 21 estados em 38 destinos. A Abear, porém, não revelou quais serão as novas cidades. Cada companhia aérea deverá anunciar seus planos nas próximas semanas. Osnovos voos poderão começar a decolar em até 180 dias após os trámites da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Para ter seu pedido atendido, a Abear apresentou ao governo a previsão de que o aquecimento da economia promovido pelo turismo nos destinos atendidos pode atrairimpacto econômicosuperior a R$ 316 milhões em 2019. O governo afirma que sua renúncia será compensada pelas contrapartidas das aéreas. Para este ano, a estimativa é que a arrecadação sobre E are cairá de R$ 627 ilhões para R$ 422 milhões. Ao anunciar a concessão do benefício, Doria disse também que a Secretaria Estadual de Turismo eas companhiasirão promover um programa de “stopover”, em que os passageiros com escala podem optar por permanecer pelo menos um dia em alguma cidade paulista, estimulando o turismo na localidade de parada. Segundo Doria, a redução do ICMS sobre o querosene dos aviões deve estimular as companhias a baixar os preços das passagens. Os presidentes das empresas aéreas, porém, evitaram estimar quando será possível repassar o benefício para o consumidor final na forma de bilhetes mais baratos, e qual seria o percentual de queda nos preços. Crédito elevará venda de carro em 10%, dizem revendas SÃO PAULO As concessionárias dizem acreditar que as vendas de veículosirão crescer10,1% em 2019. O dado foi apresentado nesta terça-feira pela Fenabrave, entidade que representa as distribuidoras de automóveis. O cálculo considera carros de passeio, comerciaisleves,


ônibus e caminhões. O otimismo é baseado na oferta de crédito. Segundo Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, há R$ 167 bilhões disponíveis para financiamento de veículos: os bancos estão atrás dosbons pagadores que adiaram a troca do carro. “Em um passado recente, apenas 3 em cada 10 fichas de crédito eram aprovadas pelas financeiras. Agora, essa proporção é de 6,2em10” A previsão da Fenabrave está alinhada com os resultados de janeiro. As199,8 mil unidades emplacadas representam crescimento de 10,2% na comparação com o mesmo período de 2018. Apesar dos problemas que alega enfrentar no Brasil, a GM mantém-se na liderança, e com folga. Seu compacto Chevrolet Onix teve 18.482 unidades vendidas no primeiromês doano. O Ford Ka aparece em segundo (8.023). Em comparação a janeiro de 2018, o Onix cresceu 17,3% nos emplacamentos. A GM busca auxílio de governos para recuperar perdas que afirma ter tido nosúltimos anos. Parao presidente da Fenabrave, se algum pedido da montadora for atendido, o benefício tem de ser estendido a todas as empresas. “Um filho não pode ser mais beneficiado que outro” Eduardo Sodré “Acomponente tributária é um dos itens que compõem a precificação da tarifa, tendo outros dois ainda mais significativos, que são a cotação do combustível no mercado internacional e avariação cambial. Essas outras variáveis podeminfluenciar as tarifas, tanto para cima quanto para baixo”, disse Paulo Kakinoff, presidente da Gol. O impacto do combustível sobre as companhias aéreas brasileiras gira em torno de 40% do custo operacional, segundo as empresas. Para Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, o patamar de 25% em São Paulo representava uma distorção. “Mais de 18 estados têm acordos de ajustes no seu ICMS, e emtodos eles as contrapartidas de mais voos foram cumpridas. Com isso, a Ger Re | Em CABE aviação cresceu pelo Brasil. Mas em São Paulo esse crescimento era de fraco a moderado”, disse ele. São Paulo é o estado que concentra a maior parte dos voos no país, o que explica a forte pressão das empresas pela redução. É também o que cobrava a maior alíquota. Alguns estados têm regime especial comtarifas inferiores a 5% para empresas que elevam a oferta de voos. Como contrapartida pela redução do tributo, o presidente da Abear anunciou também um fundo de promoção em marketing de R$ 40 milhões custeado pelas aéreas para incentivar atrativos turísticos dos destinos. A decisão do governo Doria de conceder o benefício representa uma guinada em relação à posição dos governos tucanos anteriores, que se posicionavam contra o pleito das companhias aéreas. Em 2017, quando o Senado avançou na discussão da redução do teto do ICMS do querosene de aviação no país, São Paulo ameaçou elevar imposto de outros produtos para compensar perdas. Naépoca, a Secretaria da Fazenda estimava perdas superioresa R$300 milhõesao ano. Também nesta terça-feira,


Doria afirmou que todos os aeroportos regionais do estado serão privatizados em sua gestão. Até o fim deste ano, as concessões devem ser colocadas de pé, deacordo como governador. A meta é que todos os aeroportos já estejam sob gestão privada até o fim de 2020, segundo Doria. Leia mais em Cotidiano LOW COST ALEMA QUEBRA Avião da Germania em Diússeldorf; empresa se somaa outras europeias que foram à falência nos últimos anos, como a Air Berlin G=PRF Wolfgang Rattay/ Reuters Os maiores pintores da história vão ganhar vida na imaginação do seu filho. Em uma viagem pelo mundo da arte, ele vai conhecer os campos de Van Gogh, os jardins de Monet, as esculturas de Michelangelo e as histórias de outros NAS BANÇAS | q SALVADOR DAL CANDINSKT E grandes pintores. São 30 livros ilustrados que apresentam as obras e trazem atividades lúdicas para aprender se divertindo. TARSILA pos “ese LAURA E LUCAS DESCOBPEM E | ERA KAHLO ltades Zamtojs Mustrações: Sibustigo Peinate 1 ASSINANTE: NA COMPRA DA COLEÇÃO COMPLETA, [TETRA Ao Tia LIGUE (11) 3224 3090 (GRANDE SÃO PAULO) ou 0800 775 8080 (OUTRAS LOCALIDADES). FOLHA.COM.BR/PINTORESPARACRIANCAS

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Clipping 10,2% 8160843 - ESTADO DE MINAS - NEGÓCIOS - Belo Horizonte - MG - 06/02/2019 - Pág 11

Relatório divulgado pelo J. P. Morgan aponta uma saída ousada para a crise na Apple, que nos últimos três meses chegou a perder R$ 450 bilhões em valor de mercado e que enfrenta quedas sucessivas nas vendas dos iPhones: comprar a Netflix. Segundo o analista Samik Chatterjee, a Apple teria que pagar US$ 189 bilhões para adquirir a empresa de streaming de filmes e séries, que vale atualmente US$ 148 bilhões e tem uma dívida líquida de US$ 7 bilhões. Apesar das dificuldades nos últimos meses, dinheiro não é problema para a gigante da maçã, que tem US$ 245 bilhões em caixa. Se o negócio sair, representará um enorme desafio para a Disney, que concorre com a Netflix no mercado de streaming. No mesmo relatório enviado a investidores, o analista afirma que a aquisição da Activision Blizzard, que vende jogos eletrônicos, e da Sonos, que produz caixas de som inteligentes, podem ser bons negócios para a Apple. Clientes ficam sem US$ 190 mi após morte de dono de corretora A morte do empresário Gerard Cotten gerou uma grande dor de cabeça para 115 mil investidores da QuadrigaCX, corretora de criptomoedas (foto) que pertencia ao canadense. Vítima da doença de Crohn, que provoca inflamação no sistema digestório, Cotten morreu enquanto fazia voluntariado em um orfanato na Índia. Como ele era a única pessoa que tinha a senha para acessar os ativos digitais da corretora, os clientes estão impossibilitados de resgatar US$ 190 milhões administrados pela empresa. Filha de Lemann investe em recrutamento Laura Lemann, filha de Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, é uma das investidoras da startup Gupy, que usa ferramentas como análise de perfil e inteligência artificial para melhorar o processo de recrutamento em grandes empresas. A startup recebeu um aporte de R$ 11,5 milhões dos fundos Maya Capital, liderado por Lara, e Valor Capital. Segundo os envolvidos, o dinheiro será destinado para o desenvolvimento de novas tecnologias. "As pessoas querem ir para onde o bonde está andando e por isso começaram a investir mais no mercado de ações" . Victor Cândido, economista-chefe da corretora Guide Investimentos Com crise, brasileiro pesquisa mais ao comprar Diante de um cenário econômico turbulento, os brasileiros aprenderam a pesquisar antes de comprar. É o que aponta um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). De acordo com o estudo, oito em cada dez pessoas mudaram seus hábitos de consumo. Entre as medidas adotadas, destaca-se a pesquisa de preços: 59% disseram que comparam preços antes de adquirir um produto — nas classes A e B, o índice é de 68% RAPIDINHAS Uma das principais locadoras de veículos do país, a Movida está em busca de um modelo de negócio mais sustentável. A empresa vai intensificar o Programa Carbon Free, que completou 10 anos neutralizando as emissões de CO2 provenientes de locações. Outra iniciativa foi a introdução, em 2018, da lavagem a seco, menos agressiva ao meio ambiente.


A Dotz, uma das maiores empresas de programas de fidelidade do país, acaba de concluir a aquisição da concorrente Netpoints, depois de quase três meses de negociações. Com a transação, a Dotz ganha 15 milhões de clientes e diversas novas empresas filiadas, como as varejistas Savegnago e D’avó, além do cartão do Banco Votorantim. A respeito da nota “Embrapa gasta 90% do orçamento com salários e só 2% com pesquisas”, publicada neste espaço, a empresa enviou o seguinte esclarecimento: “Informados que os gastos da Embrapa com pessoal correspondem a 84,21% do orçamento que a empresa recebe do governo federal. Cabe salientar que a Embrapa considera que todo o seu orçamento é gasto com pesquisa. Do salário de seus cientistas, analistas, técnicos e assistentes, passando pelos insumos e manutenção da infraestrutura. Em várias partes do mundo, como França e Inglaterra, quando se negocia parcerias, os custos com o pessoal que participará do projeto são inseridos nos cálculos” 10,2% foi quanto cresceram as vendas de carros novos no Brasil em janeiro em relação ao mesmo mês de 2018, segundo dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para todo o ano de 2019, a expectativa é avanço de 11,2% nos negócios. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos crescem 36% na região 8160844 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - ECONOMIA - Santo André - SP - 06/02/2019 - Pág 1

Foram comercializadas 4.148 unidades em janeiro; recuo na inadimplência e mais crédito ajudaram YARA FERRAZ yara ferraz@ dg abc. com .br A venda de veículos novos no Grande ABC iniciou 2019 com números 36,09% superiores aos de 2018. Em janeiro, foram emplacados 4.148 unidades zeroquilômetro, ou seja, uma média de 133 por dia. Enquanto isso, no mesmo mês do ano passado, o número era de 3.048, ou seja, 98 por dia, diferença de 1.100 exemplares. Os dados, divulgados ontem pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), abrangem automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Para especialistas, o aumento está atrelado à retomada da confiança do consumidor e a melhora no nível de inadimplência, que consequentemente impacta no crédito. De acordo com o presidente do Sindicato das Concessionárias de Veículos no Estado de São Paulo, Octavio Vallejo, o mercado também está otimista por conta do resultado das eleições presidenciais, que elegeu Jair Bolsonaro (PSL). “Tivemos melhora na inadimplência e os bancos e financeiras estão concedendo bastante crédito ao consumidor. Além disso, também há um otimismo por conta das eleições, a bolsa de valores vem fechando em alta, com números cada mais expressivos. Para chegarmos a melhoria mais acentuada, a única coisa que nos falta é ampliar os índices de emprego com carteira assinada”, assinalou. “O índice de confiança aumentou em todos os níveis, principalmente porque a sociedade está acreditando no governo. A questão do crédito também é muito importante, já que, em nível nacional, 65% das vendas de automóveis são feitas por meio de financiamento bancário. Dados do Banco Central mostram que o volume de empréstimos aumentou para o setor automóveis e, o nível de inadimplência, foi reduzido. Estes dois fatores fizeram com que as vendas se situassem num patamar mais favorável”, endossou o coordenador do MBA em gestão estratégica de empresas da cadeia automotiva da FGV (Fundação Getulio Vargas), Antonio Jorge Martins. O crescimento da região em termos percentuais foi maior do que o do País, que avançou 10% em janeiro, com o emplacamento de 199.797 unidades. Segundo Vallejo, maior geração de emprego na região explica a diferença. “O Grande ABC vive momento em que as montadoras reabriram postos de trabalho e turnos, o que significa mais gente empregada. Também temos que destacar o setor de serviços, que registrou aumento expressivo nestes postos de trabalho”, afirmou. Como exemplo, a Mercedes-Benz anunciou a contratação de 600 colaboradores temporários para aumentar o volume de produção dos pesados. Com a expansão, a fábrica voltou a produzir em dois turnos pela primeira vez após quatro anos. Além disso, a abertura recente de restaurantes na região, como Outback no Grand Plaza Shopping e o Coco Bambu na Av. Portugal, em Santo André, também puxa a necessidade de mão de obra. A cidade com o maior número de emplacamentos foi São Bernardo com 1.458. Em seguida aparecem São Caetano (1.022) e Santo André (1.012). Já quem registrou o menor número foi Rio Grande da Serra, com 20 (leia mais ao lado). Em comparação com as vendas de dezembro, que somaram 4.302 veículos, ou 138 por dia, houve queda de 3,6%. O recuo foi bem menor do que em âmbito nacional. Em todo o País, frente ao último mês de 2018, quando foram comercializados 234.529 veículos, foi registrada baixa de 14,81%. PESADOS Em janeiro, as vendas de caminhões registraram alta de 50,93% frente a igual período no ano passado, com 6.932 unidades. Na região, foram comercializados 135 pesados, alta de 39,18% em relação a 2018, quando foram registrados 97 emplacamentos. Para Sérgio Zonta, vice-presidente da Fenabrave para o segmento de caminhões, ônibus e implementos rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos pesados e extrapesados. “Além disso, é segmento ligado ao PIB (Produto Interno Bruto), e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018”, comentou. GENERAL MOTORS


EMPLACAMENTOS POR CIDADE Janeiro de 2019 Santo André São Bernardo São Caetano Diadema Mauá Ribeirão Pires Rio Grande da Serra Grande ABC Definição de negociações é esperada para esta semana Após conclusão em Gravataí e S.José, apenas em São Caetano acordo ainda não avançou Há expectativa de que um novo passo nas negociações da GM (General Motors) com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano seja dado nesta semana. Ontem, em São José dos Campos, no Interior, foi anunciada a troca da pauta de negociações que continha 28 itens de flexibilização por outra com apenas dez. O documento vai ser votado em assembleia hoje. Na semana passada, a montadora norte-americana também aceitou manter os termos do acordo coletivo da planta de Gravataí, no Rio Grande do Sul, até 2020. Ou seja, falta uma definição apenas para a unidade da região, onde os trabalhadores também votaram por manter o acordo. Segundo o presidente da entidade representativa dos trabalhadores de São Caetano, Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, desde sexta-feira, quando aconteceu a última votação, a empresa ainda não entrou em contato. “A nossa posição, respaldada pelos trabalhadores, foi a de manter os termos do acordo coletivo. Acredito que a posição (da GM) dependa do resultado das negociações de São José. Espero que amanhã (hoje) ou depois, tenhamos algum posicionamento”, afirmou. O acordo coletivo dos trabalhadores da região foi assinado em 2017 e é válido até 2020. Na ocasião, ele foi necessário para garantir aporte de R$ 1,2 bilhão na fábrica, que atualmente está sendo aplicado. Em São José, foram retiradas as cláusulas de trabalho intermitente, terceirização irrestrita, fim do subsídio parao transporte coletivo, entre outras. O documento propõe ainda novo piso salarial de R$ 1.700 até agosto e R$ 1.800 a partir de setembro, além de mudanças no cálculo da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) proporcional para quem trabalhou menos de 180 dias, salvo as ausências legais, com valor congelado por três anos, sendo R$ 7.500 neste – pelo acordo anterior, ela não seria paga em 2019. Após ameaças de fechamento de unidades no País motivadas por declarações de executivos e comunicados aos trabalhadores, a GM anunciou que negocia com poder público, sindicatos, concessionárias e fornecedores para investir mais R$ 10 bilhões no País entre 2020 e 2024. A empresanão se posicionou sobre a situação das duas plantas. YF A revelação da minuta da proposta de reforma da Previdência da equipe econômica escancarou divergências dentro do governo e entre deputados e senadores sobre os principais pontos do texto. O patamar da idade mínima para as mulheres e a forma como a proposta caminhará no Congresso são os principais focos de impasse. Apesar das discordâncias, o ministro da Economia, Paulo Guedes garante que a reforma que o governo Bolsonaro vai enviar provocará economia de “no mínimo” R$ 1 trilhão em até 15 anos. Os outros pontos polêmicos são a duração da transição para quem hoje já está no mercado de trabalho, o pagamento de benefícios abaixo do salário mínimo para idosos em situação de miséria, exigência de 40 anos de contribuição para se obter 100% do benefício, entre outras. A recuperação mais lenta do presidente Jair Bolsonaro (PSL) após nova cirurgia também acendeu a luz amarela e fontes do governo já admitem que a situação deve “retardar um pouco” a definição. Pelo menos três importantes integrantes do governo, os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Tereza Cristina (Agricultura) e o vice-presidente, Hamilton Mourão, lançaram a artilharia contra a proposta de Guedes. Mourão primeiro disse ser contrário à fixação da mesma idade (65 anos) para homens e mulheres. À noite, voltou atrás e afirmou que, após explicação de Guedes na reunião ministerial de terça-feira, ficaria em “cima do muro”. Onyx, por sua vez, disse que o texto é apenas um “ensaio”. A equipe da Casa Civil defende uma proposta muito mais “suave”. No apoio à fixação da mesma idade só ficou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que se reuniu ontem com Guedes. A área política tenta reduzir a idade mínima para as mulheres e defende um número entre 62 anos e 63 anos para as seguradas. Já a equipe econômica insiste nos 65 anos. Segundo fontes, Guedes está muito preocupado com o risco de a proposta ser “desidratada” antes mesmo de chegar ao Congresso. (do Estadão Conteúdo) 1.012 1.458 1.022 249 288 99 20 4.148 Janeiro de 2018 900 1.272 405 171 222 65 13 3.048 REFORMA DA PREVIDÊNCIA Guedes quer economia de pelo menos R$ 1 trilhão Proposta escancarou divergências em relação à idade mínima dentro do governo Desaceleração mundial da economia em 2019 Embora as tensões comerciais resultantes da Guerra Comercial entre os Estados Unidos e a China justifiquem, em parte, a queda de confiança generalizada no mercado internacional, não é só isso que está influenciando os rumos da economia global em 2019. “As disputas geopolíticas no Oriente Médio e Sudeste Asiático, a prolongada paralisação da administração dos Estados Unidos, a possibilidade de o Brexit ser levado a cabo sem um acordo negociado e a atual política de juros de Washington, entre outros fatores relevantes, certamente não estão colaborando para diminuir a turbulência nos mercados financeiros,


mas sim aumentando as incertezas”, afirma Roberto Dumas Damas, professor de economia internacional do Insper. De fato, realizada pela consultoria PwC (Pricewaterhouse Coopers) às vésperas do Fórum Econômico Mundial deste ano, uma pesquisa prevê que o ritmo de crescimento da economia global terá uma sensível redução nos próximos 12 meses. Esse viés de queda também foi verificado pelos resultados das últimas projeções do FMI (Fundo Monetário Internacional), que diminuiu sua previsão de crescimento em dois décimos – para 3,5% – pelas mesmas razões. Dumas Damas também esclarece que, sem participar diretamente dos conflitos, o Brasil até poderia se beneficiar dessa conjuntura momentaneamente, incrementando suas exportações, mas o crescimento da nossa economia vai depender muito mais da concretização das necessárias e imprescindíveis reformas estruturais, como a da Previdência. “É verdade que o mercado está mais contente e otimista em relação ao novo governo, mas, se não houver endereçamento do problema da dívida pública, o País não vai conseguir crescer nem 0,5%. E, mesmo que as reformas sejam realizadas, só deverá crescer 2,5% no máximo”, prognostica. Natureza indenizatória do aviso prévio não trabalhado A incidência da contribuição previdenciária sobre o aviso prévio indenizado foi afastada, por unanimidade, num recente julgado da Primeira Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho). A Corte entendeu que, como não há prestação de trabalho ou de tempo à disposição do empregador no curso do aviso prévio, então, não há como enquadrá-lo no conceito de salário de contribuição. “De fato, essa verba não tem natureza salarial, mas estritamente indenizatória. Portanto, não se insere nas regras de contribuição à Seguridade Social”, afirma Marcos Tavares Leite, um dos especialistas jurídicos do Simpi (Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo). Fluxo migratório da Venezuela para o Brasil Com o acirramento da crise político-econômica na Venezuela, dezenas de habitantes daquele país estão ingressando no Brasil todos os dias, fugindo de perseguições políticas e em busca de uma vida melhor. De fato, com o governo venezuelano cortando programas sociais, a inflação persistindo em níveis estratosféricos e a escassez de produtos de primeira necessidade, o fluxo migratório vem se intensificando nos últimos dias: cerca de 600 pessoas entraram no Brasil somente no dia em que o deputado nacional Juan Guaidó se autodeclarou presidente interino, sendo que quase 2.400 imigrantes ingressaram no país em apenas 4 dias, a maioria com intenção de permanecer em definitivo. O governo federal brasileiro está monitorando o risco de aumento desse fluxo de refugiados, procurando agilizar a transferência destes para outros estados do país, já que Roraima não dispõe de infraestrutura suficiente para suportar integralmente tal demanda. Material produzido pelo Simpi (Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Tipo Artesanal do Estado de São Paulo). COTAÇÕES DO DÓLAR - (R$/US$) CESTAS DE MOEDAS TR E TBF - TAXAS EM % ALUGUÉIS O Ibovespa fechou o pregão de ontem com queda de 0,28% POUPANÇA - (EM %)

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Clipping Mais vendas 8160845 - DIÁRIO DO NORDESTE - NEGÓCIOS - Fortaleza - CE - 06/02/2019 - Pág 33

As concessionárias acreditam que as vendas de veículos irão crescer 10,1% em 2019, segundo a Fenabrave, entidade que representa as distribuidoras de automóveis. O cálculo considera carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões.

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Clipping Vendas crescem 10,2% 8160846 - JORNAL DO COMMERCIO - ECONOMIA - Recife - PE - 06/02/2019 - Pág 5

A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado, confirmou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que reúne as concessionárias.Foram 199,8 mil unidades vendidas, em soma que considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%.Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018.No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%.A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações.Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro.

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PE Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping GM perde mercado, mas mantém liderança 8160847 - JORNAL DO COMÉRCIO - ECONOMIA - Porto Alegre - RS - 06/02/2019 - Pág 10

A GM, que produz e vende no Brasil os carros da marca Chevrolet, cresceu menos que o mercado em janeiro, mês em que ameaçou deixar de produzir no País (caso não voltasse a ter lucro em 2019), depois de três anos seguidos de queda. A montadora, no entanto, manteve a liderança nas vendas, graças a carros que são produzidos fora de São Paulo, onde estão as fábricas que dão mais dores de cabeça aos executivos da empresa. No primeiro mês do ano, as vendas de carros da GM subiram 6,8%, enquanto o mercado de veículos leves, do qual a montadora participa no Brasil, teve expansão de 8,6%, segundo dados divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Com isso, a preferência dos consumidores pela empresa caiu levemente, de 19,3%, em janeiro de 2018, para 18,9% em janeiro de 2019. A GM só não conseguiu crescer mais que o mercado por causa do desempenho abaixo da média dos carros produzidos nas fábricas de São José dos Campos e São Caetano, ambas no interior de São Paulo. A S10, por exemplo, produzida em São José, teve queda de 18,6% em janeiro ante igual mês do ano passado, enquanto o segmento de picapes teve alta de 2%. Montado em São Caetano, o Cobalt teve recuo de 31%, enquanto o mercado de sedãs compactos quadruplicou. Quase todos os outros carros feitos nessas duas cidades tiveram desempenhos inferiores aos seus respectivos segmentos. As exceções foram a Spin, que não tem concorrentes, mas cresceu abaixo do mercado total, a um ritmo de 6,5%; e a versão hatch do Cruze, que teve expansão de 38% (o segmento teve alta de 10%), mas sobre uma base pouco expressiva, de apenas 453 unidades. Os carros que salvaram a GM foram o Onix e o Prisma, que são os modelos produzidos na única fábrica de veículos fora de São Paulo, localizada em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre – a empresa tem uma fábrica de motores em Joinville, Santa Catarina. O Onix e o Prisma são os únicos da marca Chevrolet que estão entre os 20 automóveis mais vendidos do País e tiveram desempenhos acima do mercado. O primeiro, carro mais comercializado do Brasil, teve alta de 17,3%, enquanto o segmento de hatchs pequenos avançou 7,4%. O Prisma, por sua vez, cresceu 16,8%, enquanto o mercado de sedãs pequenos subiu 14,9%. Para melhorar os resultados das fábricas de São Paulo, a GM tenta reduzir custos trabalhistas por meio de negociações com o sindicato de cada região e busca com o governo estadual a antecipação de créditos acumulados no ICMS. A fábrica de Gravataí, mesmo com resultados mais favoráveis, também pode ser afetada. Executivos da empresa disseram, na semana passada, ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que, se a empresa fechar as fábricas de São Paulo, por falta de acordos, pode concluir que não vale a pena manter a unidade gaúcha, que não seria su?ciente para segurar uma participação de mercado relevante. Modelos O?ix e Pris?a, ?o?tados ?o Estado, ivera? bo?s resultados

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% 8160848 - DCI - NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 06/02/2019 - Pág A4

AUTOMOTIVO Da Redação e Agências São Paulo redacao@dci.com.br ?A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram 199,8 mil unidades vendidas no período. A soma considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O desempenho está próximo do que a Fenabrave espera para o ano todo. A projeção para 2019 é de expansão de 11,2%. Se a previsão se confirmar, serão vendidas 2,85 milhões de unidades. Em relação a dezembro, as vendas de janeiro caíram 14,8%. Entre os automóveis e comerciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro de 2018, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro. Financiamento As concessionárias de veículos têm notado que os bancos estão cada vez mais dispostos a oferecer crédito para a aquisição de carros. No início de 2019, a cada 10 pedidos de financiamento, seis estão sendo aprovados, segundo dado apresentado pela Fenabrave. Essa taxa, no pior momento da crise econômica, foi de três a cada 10. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr, ressaltou que a queda do nível de inadimplência é o principal fator para esse movimento de aumento do crédito. “As taxas de inadimplência estão caindo mês a mês desde maio de 2018”, observou o executivo. No segmento de motocicletas, a taxa de aprovação, que até outubro estava em três a cada 10 pedidos, agora está em quatro a cada 10 pedidos, afirmou o vice-presidente da Fenabrave para a área de motocicletas, Carlos Porto. O segmento de caminhões, que foi o primeiro a sentir os efeitos da melhora das condições de financiamento, segue avançando. “Os bancos de mercado e de montadoras estão facilitando acesso ao crédito para caminhões, com taxas mais atrativas pelo CDC do que no Finame”, disse o vice-presidente da Fenabrave para caminhões, Sérgio Zonta. 199,8 ?Mil unidades de veículos novos foram vendidas no País em janeiro. A soma leva em conta os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.

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Clipping Fenabrave constata avanço de 10,2% em venda de veículos novos 8160849 - DCI - CAPA - São Paulo - SP - 06/02/2019 - Pág 1

Desastres envolvendo a atividade minerária em Mariana e Brumadinho (MG) trouxeram à tona a discussão sobre a sustentabilidade do modelo de barragens de rejeitos – seja a montante ou a seco – e que ainda predomina no Brasil. No entanto, alternativas como o uso de resíduos e eliminação total do passivo ambiental já são realidade no País. PÁGINA 3 Fenabrave constata avanço de 10,2% em venda de veículos novos A venda de veículos novos no Brasil cresceu 10,2% em janeiro ante igual mês do ano passado, confirmou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram 199,8 mil unidades vendidas no período. A soma considera os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. PÁGINA 4 MINERAÇÃO ?Os desafios da recém-criada Agência Nacional de Mineração (ANM) não são pequenos. Além de administrar a crise que se instalou de vez no setor após as tragédias de Mariana e Brumadinho, ambas em Minas Gerais, a autarquia especial já nasce com problemas de efetivo. A agência reguladora, que substituiu o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), tem 40% de seus servidos aptos a se aposentar.PÁGINA 3

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Clipping Venda de veículos novos cresce 10,2% em janeiro, revela Fenabrave 8160850 - DIÁRIO INDÚSTRIA & COMÉRCIO - Economia - Curitiba - PR - 06/02/2019 - Pág A7

A venda de veículos novos O desempenho está próxino Brasil cresceu 10,2% mo do que a Fenabrave espera em janeiro ante igual para o ano todo. A projeção mês do ano passado, confir- para 2019 é de expansão de mou a Fenabrave, federação 11,2%. Se a previsão se conque reúne as concessionárias. firmar, serão vendidas 2,85 Foram 199,8 mil unidades ven- milhões de unidades. Em reladidas, em soma que considera ção a dezembro, as vendas de os segmentos de automóveis, janeiro caíram 14,8%. comerciais leves, caminhões Entre os automóveis e coe ônibus. merciais leves, os emplacamentos do primeiro mês de 2019 somaram 190,7 mil unidades, alta de 8,6% em relação a janeiro de 2018, mas recuo de 15,2% na comparação com o último mês de 2018. No mercado de caminhões, os licenciamentos avançaram 50,9% em janeiro ante igual mês do ano passado, para 6,9 mil unidades. O volume, no entanto, se comparado a dezembro, representa queda de 5,3%. A venda de ônibus foi a única que cresceu nas duas comparações. Com 2,1 mil unidades vendidas em janeiro, o segmento teve altas de 89,5% em relação a igual mês do ano passado e de 8,4% sobre o resultado de dezembro.

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Clipping Aumenta aprovação de crédito para automóveis 8160851 - O POPULAR - BÚSSOLA - Goiânia - GO - 06/02/2019 - Pág 20

As concessionárias de veículos têm notado que os bancos estão cadavez mais dispostos a oferecer crédito para a aquisição de carros. No início de 2019, a cada 10 pedidos de financiamento, seis estão sendo aprovados, segundo dado apresentado ontem pela Fenabrave. Essa taxa, no pior momento da crise econômica, foi de três a cada 10 e chegou a subir para quatro a cada 10 no início de 2018, quando as vendas já haviam voltado a crescer. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr, ressaltou que a queda do nível de inadimplência é o principal fator para esse movimento de aumento do crédito. “As taxas de inadimplência estão caindo mês a mês desde maio de 2018 ” , observou o executivo MO TO CICLETAS O segmento de motocicletas também começa a serbeneficiado pelo aumento do crédito. A taxa de aprovação, que até outubro estava em três a cada 10 pedidos, agora está em quatro a cada 10 pedidos, afirmou o vice-presidente da Fenabrave para a área de motocicletas, Carlos Porto. “Os bancos estão mais maleáveis para concessão nesse segmento, principalmente para motos de baixa cilindrada” , disse. O segmento de caminhões, que foi o primeiro a sentir os efeitos da melhora das condições de financiamento, segue avançando. “Os bancos de mercado e de montadoras estão facilitando acesso ao crédito para caminhões, com taxas mais atrativas pelo CDC do que no Fina me. Enquanto o CDC tem taxade 0,99% ao mês,o Finame tem 1,14% ” , comparou o vice-presidente da Fenabrave para caminhões, Sérgio Zonta. Zonta ressaltou ainda que a greve dos caminhoneiros acabou estimulando o mercado, porque incentivou empresas e agricultores a criarem frotas próprias . Luisa Mell, ativista em defesa dos animais, chamando a atenção para o que chama permissividade do Brasil com relação aos agrotóxicos PA RIS Moradora é suspeita de provocarincêndio Ao menos dez pessoas morreram e cerca de 30 ficaram feridas na madrugada de ontem em um incêndio em um prédio de Paris, na França. Uma moradora do prédio, suspeita de teriniciado as chamas, foi detida. Ofogo foi controlado por quase 200 bombeiros após mais de 5 h de trabalho.

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Clipping GM perde mercado, mas mantém liderança com ajuda de carros produzidos fora de São Paulo 8160853 - DIÁRIO REGIONAL - 06/02/2019

Economia, Notícias 6 de fevereiro de 2019 11:28 AM A GM, que produz e vende no Brasil os carros da marca Chevrolet, cresceu menos que o mercado em janeiro, mês em que ameaçou deixar de produzir no país (caso não voltasse a ter lucro em 2019), depois de três anos seguidos de queda. A montadora, no entanto, manteve a liderança nas vendas, graças a carros que são produzidos fora de São Paulo, onde estão as fábricas que dão mais dores de cabeça aos executivos da empresa No primeiro mês do ano, as vendas de carros da GM subiram 6,8%, enquanto o mercado de veículos leves, do qual a montadora participa no Brasil, teve expansão de 8,6%, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 5, pela Fenabrave, federação que reúne as concessionárias. Com isso, a preferência dos consumidores pela empresa caiu levemente, de 19,3% em janeiro de 2018 para 18,9% em janeiro de 2019. A GM só não conseguiu crescer mais que o mercado por causa do desempenho abaixo da média dos carros produzidos nas fábricas de São José dos Campos e São Caetano, ambas no interior de São Paulo. A S10, por exemplo, produzida em São José, teve queda de 18,6% em janeiro ante igual mês do ano passado, enquanto o segmento de picapes teve alta de 2%. Montado em São Caetano, o Cobalt teve recuo de 31%, enquanto o mercado de sedãs compactos quadruplicou. Quase todos os outros carros feitos nessas duas cidades tiveram desempenhos inferiores aos seus respectivos segmentos. As exceções foram a Spin, que não tem concorrentes, mas cresceu abaixo do mercado total, a um ritmo de 6,5%; e a versão hatch do Cruze, que teve expansão de 38% (o segmento teve alta de 10%), mas sobre um base pouco expressiva, de apenas 453 unidades. Os carros que salvaram a GM foram o Onix e o Prisma, que são os modelos produzidos na única fábrica de veículos fora de São Paulo, localizada em Gravataí, no interior do Rio Grande do Sul – a empresa tem uma fábrica de motores em Joinville, Santa Catarina. O Onix e o Prisma são os únicos da marca Chevrolet que estão entre os 20 automóveis mais vendidos do país e tiveram desempenhos acima do mercado. O primeiro, carro mais comercializado do Brasil, teve alta de 17,3%, enquanto o segmento de hatchs pequenos avançou 7,4%. O Prisma, por sua vez, cresceu 16,8%, enquanto o mercado de sedãs pequenos subiu 14,9% Para melhorar os resultados das fábricas de São Paulo, a GM tenta reduzir custos trabalhistas por meio de negociações com o sindicato de cada região e busca com o governo estadual a antecipação de créditos acumulados no ICMS. A fábrica de Gravataí, mesmo com resultados mais favoráveis, também pode ser afetada. Executivos da empresa disseram na semana passada ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que, se a empresa fechar as fábricas de São Paulo, por falta de acordos, pode concluir que não vale a pena manter a unidade gaúcha, que não seria suficiente para segurar uma participação de mercado relevante. Compartilhe isso: Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Compartilhe no Google+(abre em nova janela) Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Skype(abre em nova janela) Clique para imprimir(abre em nova janela) Clique para enviar por e-mail a um amigo(abre em nova janela) Tags: general motors, Onix, Prisma, vendas https://www.diarioregional.com.br/2019/02/06/gm-perde-mercado-mas-mantem-liderancacom-ajuda-de-carros-produzidos-fora-de-sao-paulo/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE

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Clipping Os 15 carros mais vendidos em janeiro 8160854 - YAHOO - São Paulo - SP - 06/02/2019

SÃO PAULO - O Chevrolet Onix foi o carro mais vendido no Brasil em janeiro, com 18.842 unidades emplacadas e mantendo a hegemonia na liderança, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores). O número é mais que o dobro dos emplacamentos do segundo colocado Ford Ka, que vendeu 8.023 unidades no primeiro mês de 2019. Em terceiro lugar ficou o Hyundai HB20, com 7.249 unidades vendidas. Em quarto lugar, uma surpresa: Chevrolet Prisma com 6.294 unidades emplacadas assumiu a posição antes ocupada pelo Renault Kwid. Invista seu dinheiro para comprar o carro dos sonhos. Abra uma conta gratuita na XP. No total, no mês de janeiro foram vendidos 163.796 veículos no país, 13,51% a menos do que em dezembro. Veja os 15 carros mais vendidos em dezembro: Marca/Modelo Unidades emplacadas 1. Chevrolet Onix 18.842 2. Ford Ka 8.023 3. Hyundai HB20 7.249 4. Chevrolet Prisma 6.924 5.Volkswagen Polo 5.433 6. Renault Kwid 5.336 7.Volkswagen Gol 4.966 8. Fiat Argo 4.920 9. Jeep Renegade 4.783 10. Fiat Mobi 4.413 11. Jeep Compass 4.109 12.Volkswagen Fox/ Cross Fox 4.085 13. Toyota Corolla 4.075 14. Honda HR-V 3.667 15. Renault Sandero 3.650 https://br.financas.yahoo.com/noticias/15-carros-vendidos-janeiro-130615919--finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de motos começa 2019 com alta de 17,8% em janeiro 8160855 - G1 - Rio de Janeiro - RJ - 06/02/2019

A venda de motos no Brasil começou 2019 com alta de 17,8% em janeiro, informou a associação das concessionárias, a Fenabrave. Com 99.722 unidades emplacadas, o crescimento é na comparação ao mesmo mês do ano passado, quando 77.021 motos foram comercializadas. Em relação a dezembro de 2018, que teve 84.067 motos emplacadas, a alta de janeiro de 2019 foi de 7,9%. O primeiro mês do ano mostra a tendência de recuperação do setor de motos, que voltou a crescer em 2018 depois de quedas seguidas desde 2012. https://g1.globo.com/carros/motos/noticia/2019/02/06/venda-de-motos-comeca-2019-comalta-de-178-em-janeiro.ghtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Taxa de aprovação de financiamentos subiu para 6 a cada 10 pedidos, diz Fenabrave 8160856 - DIÁRIO REGIONAL - 06/02/2019

Economia, Notícias 6 de fevereiro de 2019 11:20 AM As concessionárias de veículos têm notado que os bancos estão cada vez mais dispostos a oferecer crédito para a aquisição de carros. No início de 2019, a cada 10 pedidos de financiamento, seis estão sendo aprovados, segundo dado apresentado nesta terça-feira, 5, pela Fenabrave. Essa taxa, no pior momento da crise econômica, foi de três a cada 10 e chegou a subir para quatro a cada 10 no início de 2018, quando as vendas já haviam voltado a crescer. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr, ressaltou que a queda do nível de inadimplência é o principal fator para esse movimento de aumento do crédito. “As taxas de inadimplência estão caindo mês a mês desde maio de 2018”, observou o executivo O segmento de motocicletas também começa a ser beneficiado pelo aumento do crédito. A taxa de aprovação, que até outubro estava em três a cada 10 pedidos, agora está em quatro a cada 10 pedidos, afirmou o vice-presidente da Fenabrave para a área de motocicletas, Carlos Porto. “Os bancos estão mais maleáveis para concessão nesse segmento, principalmente para motos de baixa cilindrada”, disse. O segmento de caminhões, que foi o primeiro a sentir os efeitos da melhora das condições de financiamento, segue avançando. “Devemos continuar tendo expressivos aumentos dos níveis de financiamento. Os bancos de mercado e de montadoras estão facilitando acesso ao crédito para caminhões, com taxas mais atrativas pelo CDC do que no Finame. Enquanto o CDC tem taxa de 0,99% ao mês, o Finame tem 1,14%”, comparou o vicepresidente da Fenabrave para caminhões, Sérgio Zonta. Zonta ressaltou ainda que a greve dos caminhoneiros acabou estimulando o mercado, porque incentivou empresas e agricultores a criarem frotas próprias. Compartilhe isso: Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Compartilhe no Google+(abre em nova janela) Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Skype(abre em nova janela) Clique para imprimir(abre em nova janela) Clique para enviar por e-mail a um amigo(abre em nova janela) Tags: fenabrave, financiamento, inadimplência, veículos https://www.diarioregional.com.br/2019/02/06/taxa-de-aprovacao-de-financiamentos-subiupara-6-a-cada-10-pedidos-diz-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado de caminhões e ônibus cresce 58% no primeiro mês de 2019 8160857 - BLOG CAMINHÕES E CARRETAS - 06/02/2019

Instabilidade econômica, incertezas políticas e quedas nas vendas são temas que ficaram no passado do mercado brasileiro de caminhões e ônibus. De acordo com o dados recémdivulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) o segmento de veículos comerciais em 2019 já apresenta crescimento em relação ao ano anterior. Segundo os dados da Fenabrave, ao longo do mês de janeiro foram emplacados 9.045 veículos pesados, sendo 6.932 caminhões e 2.113 ônibus, crescimento de 58,46% em relação a janeiro de 2018. A diferença de acumulado entre os dois períodos também registra o mesmo índice de crescimento (58,46%). Se considerarmos cada segmento separadamente, os dados da Fenabrave registraram em janeiro de 2019 (6.932) um crescimento de 50,93% no número de emplacamentos de caminhões em relação ao mesmo período de 2018 (4.593). Já o mercado de ônibus também apresentou números positivos nos comparativos, em relação a janeiro de 2018 (1.115) os emplacamentos cresceram 89,51% no primeiro mês de 2019 (2.113). Para Sérgio Zonta, Vice-Presidente da FENABRAVE para o Segmento de Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários, o agronegócio foi o grande catalisador das vendas de caminhões, sobretudo para os modelos das categorias de pesados e extrapesados. “Além disso, é um segmento ligado ao PIB, e esse resultado consolida a recuperação esperada para 2018”, comentou Zonta. O executivo classificou ainda como acelerado o ritmo de vendas de caminhões. A expectativa é de que as vendas sigam em ritmo de crescimento ao longo de 2019. Confira na íntegra o relatório da Fenabrave: CLIQUE AQUI TEXTO: Lucas Duarte Caminhões e Carretas http://www.caminhoes-e-carretas.com/2019/02/mercado-de-caminhoes-e-onibus-cresce58.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Lucas Duarte Estado: Disponibilização: 06/02/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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