Clipping Fenabrave - 22/04/2019

Page 1

Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215890 - BLOG SOBERANO - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. Estadão / Estado de Minas http://brasilsoberanoelivre.blogspot.com/2019/04/carros-brasileiros-ficam-mais-segurose.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Brasil Soberano e Livre Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Coluna Mecânica Online | Simulação é a grande aliada da segurança veicular 8215891 - REVISTA TORQUE - 21/04/2019

Amigos, os números de vítimas no trânsito mundial são assustadores. Em 2018 ocorreram 1,35 milhões de mortes em acidentes no trânsito a nível mundial, com 50 milhões de pessoas feridas, é o que alerta relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a entidade, as lesões causadas pelo trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. Globalmente, 29% das vítimas são ocupantes de carros, 28% são usuários de veículos motorizados (duas ou três rodas), 26% são pedestres e ciclistas, e os 17% restantes são usuários de estradas não identificados. A triste estatística mostra que 60% dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito. Precisamos melhorar a segurança de todos para evitar tantas vítimas. Para a segurança no trânsito temos três pilares básicos: – Segurança veicular – Produção de veículos com alta performance para oferecer mais segurança para ocupantes e pedestres; – Educação no trânsito – Incentivo para ampliação da educação sobre o trânsito; – Infraestrutura viária – Melhoria nas condições de estradas e de circulação. Estamos na década da segurança veicular, campanha desenvolvida pela ONU que conta com a participação do Brasil e tem por objetivo a redução de 50% nos acidentes de trânsito até 2020. Na busca por veículos mais seguros, a indústria automotiva brasileira vem buscando soluções há bastante tempo. Desde 1971, quando aconteceu o primeiro teste de impacto na América Latina, realizado pela Volkswagen do Brasil, já tínhamos essa preocupação. Por isso é cada vez maior a utilização de simulações em testes veiculares observando características como aerodinâmica, comportamento da estrutura e seu desempenho em acidentes, desenvolvimento e atuação do airbag, proteção do pedestre e durabilidade. No desenvolvimento do Volkswagen T-Cross, por exemplo, novo SUV produzido no Brasil pela Volkswagen, foram mais de 25 mil horas de cálculos estruturais e 4.600 testes de simulações antes de construir o primeiro carro para verificar se tudo estava certo. E os dados das simulações estão cada vez mais reais quando comparados com os testes práticos. Entre as simulações observamos testes de impacto frontal, lateral e contra poste, analisando detalhes como o movimento do banco e comportamento da estrutura do carro, por exemplo. Desde o Up! (PQ12) são utilizados materiais de ultra alta e alta resistência através do processo normal de estampagem de uma peça metálica, sendo o estampo através de impacto e a deformação cria a forma do veículo. Atualmente esses materiais (chapa de metal) são aquecidos – Processo de estampagem a quente – próximo de 1.000 graus centígrados, para então acontecer a modelagem da peça, aumentando em 10 vezes a resistência do material, principalmente na área dos ocupantes do carro, mantendo áreas específicas para deformação do material e absorção da energia no caso de uma colisão. Então, fique atento aos materiais que são aplicados em seu veículo. Muitas vezes um veículo um pouco mais caro pode resultar em mais segurança para você e sua família. Não economize na segurança que pode salvar vidas. Tarcisio Dias Depreciação – Na análise de automóveis menos depreciados, o Volkswagen Gol City 1.0 4 portas Flex ganha destaque pelo aumento de 1,5% de seu valor inicial ao longo do primeiro ano de uso. Uma forte alta do veículo, variação do câmbio – implicando diretamente em importados – e um bom posicionamento no mercado explicam essa ocorrência. Já o Citroën C3 Origine Puretech 1.2 apresentou o maior índice de depreciação, com queda de 21,38% de seu valor original em seu primeiro ano de uso. O estudo foi realizado pela KBB Brasil.


Agrishow 2019 – A partir do dia 29 de abril, toda a cadeia produtiva do agronegócio nacional estará reunida em Ribeirão Preto, SP, para conhecer os principais lançamentos de mais de 800 marcas brasileiras e internacionais, que atendem as diversas demandas dos produtores rurais e profissionais do campo. J.D. Power Engineering Award – Depois de inaugurar uma nova era para a Kia Motors, o fastback esportivo Stinger GT recebeu o primeiro “J.D. Power Engineering Award” pela melhor avaliação de um veículo totalmente novo nos Estados Unidos. Primeiro veículo híbrido flex do mundo – A Toyota confirmou que a 12ª geração do Corolla será o único veículo no mundo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia bicombustível (etanol e gasolina), tornando-se, com essa motorização, o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. Em alta – O segmento de motocicletas começou 2019 com o pé direito. Após 10 anos sofrendo com quedas nas vendas, o setor apresentou um crescimento de mais de 10% nas vendas no varejo em 2018. A estimativa para este ano, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), sinaliza alta para o mercado de motos. Copa Truck – Os caminhões de corrida passam por uma preparação muito específica para as disputas na pista, com modificações no trem de força, chassi e cabina. Nos veículos da AM Motorsport, por exemplo, o motor eletrônico Mercedes-Benz alcança a elevada potência de 1.250 cv a 3.500 rpm, quase três vezes mais em relação aos 460 cv a 1.900 rpm de fábrica. O torque máximo chega a 5.500 Nm a 2.000 rpm nas competições, mais que o dobro dos 2.300 Nm a 1.100 rpm da aplicação no transporte. O Actros alcança velocidade máxima de até 240 km/h na Copa Truck, conforme o circuito. Rápidas # Na última semana cheia do mês de maio teremos posse na ANFAVEA, nova versão do Fiat Argo e vamos testar a performance do Ford Edge ST. # Se você está em São Paulo não pode perder a exposição dos manuais dos proprietários que acontece no Museu da Imprensa Automotiva – MIAU. # Com votação unânime dos associados, o jornalista Antônio Fraga, no comando da Chapa Continuidade, foi reeleito presidente da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – Abiauto – para o biênio 2019/2020. Coluna Mecânica Online® – Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. https://revistatorque.com.br/wp/coluna-mecanica-online-simulacao-e-a-grande-aliada-daseguranca-veicular/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: admin Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Tarcísio Dias em Mecânica Online 8215892 - AUTOS&MÁQUINAS - ROBERTO COSTA - 20/04/2019

Simulação é a grande aliada da segurança veicular Amigos, os números de vítimas no trânsito mundial são assustadores. Em 2018 ocorreram 1,35 milhões de mortes em acidentes no trânsito a nível mundial, com 50 milhões de pessoas feridas, é o que alerta relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a entidade, as lesões causadas pelo trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. Globalmente, 29% das vítimas são ocupantes de carros, 28% são usuários de veículos motorizados (duas ou três rodas), 26% são pedestres e ciclistas, e os 17% restantes são usuários de estradas não identificados. A triste estatística mostra que 60% dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito. Precisamos melhorar a segurança de todos para evitar tantas vítimas. Para a segurança no trânsito temos três pilares básicos: - Segurança veicular – Produção de veículos com alta performance para oferecer mais segurança para ocupantes e pedestres; - Educação no trânsito – Incentivo para ampliação da educação sobre o trânsito; - Infraestrutura viária – Melhoria nas condições de estradas e de circulação. Estamos na década da segurança veicular, campanha desenvolvida pela ONU que conta com a participação do Brasil e tem por objetivo a redução de 50% nos acidentes de trânsito até 2020. Na busca por veículos mais seguros, a indústria automotiva brasileira vem buscando soluções há bastante tempo. Desde 1971, quando aconteceu o primeiro teste de impacto na América Latina, realizado pela Volkswagen do Brasil, já tínhamos essa preocupação. Por isso é cada vez maior a utilização de simulações em testes veiculares observando características como aerodinâmica, comportamento da estrutura e seu desempenho em acidentes, desenvolvimento e atuação do airbag, proteção do pedestre e durabilidade. No desenvolvimento do Volkswagen T-Cross, por exemplo, novo SUV produzido no Brasil pela Volkswagen, foram mais de 25 mil horas de cálculos estruturais e 4.600 testes de simulações antes de construir o primeiro carro para verificar se tudo estava certo. E os dados das simulações estão cada vez mais reais quando comparados com os testes práticos. Entre as simulações observamos testes de impacto frontal, lateral e contra poste, analisando detalhes como o movimento do banco e comportamento da estrutura do carro, por exemplo. Desde o Up! (PQ12) são utilizados materiais de ultra alta e alta resistência através do processo normal de estampagem de uma peça metálica, sendo o estampo através de impacto e a deformação cria a forma do veículo. Atualmente esses materiais (chapa de metal) são aquecidos – Processo de estampagem a quente - próximo de 1.000 graus centígrados, para então acontecer a modelagem da peça, aumentando em 10 vezes a resistência do material, principalmente na área dos ocupantes do carro, mantendo áreas específicas para deformação do material e absorção da energia no caso de uma colisão. Então, fique atento aos materiais que são aplicados em seu veículo. Muitas vezes um veículo um pouco mais caro pode resultar em mais segurança para você e sua família. Não economize na segurança que pode salvar vidas. Tarcisio Dias Depreciação - Na análise de automóveis menos depreciados, o Volkswagen Gol City 1.0 4 portas Flex ganha destaque pelo aumento de 1,5% de seu valor inicial ao longo do primeiro ano de uso. Uma forte alta do veículo, variação do câmbio - implicando diretamente em importados – e um bom posicionamento no mercado explicam essa ocorrência. Já o Citroën C3 Origine Puretech 1.2 apresentou o maior índice de depreciação, com queda de 21,38% de seu valor original em seu primeiro ano de uso. O estudo foi realizado pela KBB


Brasil. Agrishow 2019 - A partir do dia 29 de abril, toda a cadeia produtiva do agronegócio nacional estará reunida em Ribeirão Preto, SP, para conhecer os principais lançamentos de mais de 800 marcas brasileiras e internacionais, que atendem as diversas demandas dos produtores rurais e profissionais do campo. J.D. Power Engineering Award - Depois de inaugurar uma nova era para a Kia Motors, o fastback esportivo Stinger GT recebeu o primeiro “J.D. Power Engineering Award” pela melhor avaliação de um veículo totalmente novo nos Estados Unidos. Primeiro veículo híbrido flex do mundo - A Toyota confirmou que a 12ª geração do Corolla será o único veículo no mundo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia bicombustível (etanol e gasolina), tornando-se, com essa motorização, o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. Em alta - O segmento de motocicletas começou 2019 com o pé direito. Após 10 anos sofrendo com quedas nas vendas, o setor apresentou um crescimento de mais de 10% nas vendas no varejo em 2018. A estimativa para este ano, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), sinaliza alta para o mercado de motos. Copa Truck - Os caminhões de corrida passam por uma preparação muito específica para as disputas na pista, com modificações no trem de força, chassi e cabina. Nos veículos da AM Motorsport, por exemplo, o motor eletrônico Mercedes-Benz alcança a elevada potência de 1.250 cv a 3.500 rpm, quase três vezes mais em relação aos 460 cv a 1.900 rpm de fábrica. O torque máximo chega a 5.500 Nm a 2.000 rpm nas competições, mais que o dobro dos 2.300 Nm a 1.100 rpm da aplicação no transporte. O Actros alcança velocidade máxima de até 240 km/h na Copa Truck, conforme o circuito. Rápidas # Na última semana cheia do mês de maio teremos posse na ANFAVEA, nova versão do Fiat Argo e vamos testar a performance do Ford Edge ST. # Se você está em São Paulo não pode perder a exposição dos manuais dos proprietários que acontece no Museu da Imprensa Automotiva - MIAU. # Com votação unânime dos associados, o jornalista Antônio Fraga, no comando da Chapa Continuidade, foi reeleito presidente da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – Abiauto - para o biênio 2019/2020. Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês. http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/ http://robertopcosta.blogspot.com/2019/04/tarcisio-dias-em-mecanica-online_20.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Roberto Costa Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping ? CARROS BRASILEIROS FICAM MAIS SEGUROS E MAIS CAROS. 8215893 - SARAN NOTÍCIAS - 21/04/2019

O T-Cross da Volks tem ESC e seis airbags, itens que vão sendo incorporados aos carros e encarecem o produto. (Foto: Divulgação/ Volkswagen) Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda.


A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro).


O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. Receba diariamente o RD em seu WhatsApp Envie um WhatsApp para 11 99927-5496 para receber notícias do ABC diariamente em seu celular. http://sarannoticias.blogspot.com/2019/04/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: SARAN NOTICIAS E VARIEDADES Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros | TV Vertentes 8215894 - TV VERTENTES - Guarulhos - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Tv Vertentes/Estadão http://www.tvvertentes.com.br/noticias/detalhes/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-emais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Guarulhos País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215895 - REVISTA TIPO ONLINE - 21/04/2019

O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh.


Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos


últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs. Legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. Veja Também: Gigante inglesa SSP abrirá 18 lojas de alimentação em aeroportos brasileiros Robôs de investimento se tornam acessíveis a pequenos investidores Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo. O post Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros apareceu primeiro em Tipo Manaus. https://tipomanaus.com.br/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Revista Tipo Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Legislação e Rota 2030 fazem carros ficarem mais seguros e mais caros 8215896 - CIRCUITO MATO GROSSO - Cuiabá - MT - 21/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito –, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” . http://circuitomt.com.br/editorias/economia/140232-legislacao-e-rota-2030-fazem-carrosficarem-mais-seguros-e-mais-caros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215897 - CASSILANDIA - 21/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S Paulo. http://www.cassilandianoticias.com.br/ultimas-noticias/carros-brasileiros-ficam-mais-segurose-mais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Coluna Mecânica Online | Simulação é a grande aliada da segurança veicular 8215898 - CAR POINT NEWS - 21/04/2019

Amigos, os números de vítimas no trânsito mundial são assustadores. Em 2018 ocorreram 1,35 milhões de mortes em acidentes no trânsito a nível mundial, com 50 milhões de pessoas feridas, é o que alerta relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a entidade, as lesões causadas pelo trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. Globalmente, 29% das vítimas são ocupantes de carros, 28% são usuários de veículos motorizados (duas ou três rodas), 26% são pedestres e ciclistas, e os 17% restantes são usuários de estradas não identificados. A triste estatística mostra que 60% dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito. Precisamos melhorar a segurança de todos para evitar tantas vítimas. Para a segurança no trânsito temos três pilares básicos: – Segurança veicular – Produção de veículos com alta performance para oferecer mais segurança para ocupantes e pedestres; – Educação no trânsito – Incentivo para ampliação da educação sobre o trânsito; – Infraestrutura viária – Melhoria nas condições de estradas e de circulação. Estamos na década da segurança veicular, campanha desenvolvida pela ONU que conta com a participação do Brasil e tem por objetivo a redução de 50% nos acidentes de trânsito até 2020. Na busca por veículos mais seguros, a indústria automotiva brasileira vem buscando soluções há bastante tempo. Desde 1971, quando aconteceu o primeiro teste de impacto na América Latina, realizado pela Volkswagen do Brasil, já tínhamos essa preocupação. Por isso é cada vez maior a utilização de simulações em testes veiculares observando características como aerodinâmica, comportamento da estrutura e seu desempenho em acidentes, desenvolvimento e atuação do airbag, proteção do pedestre e durabilidade. No desenvolvimento do Volkswagen T-Cross, por exemplo, novo SUV produzido no Brasil pela Volkswagen, foram mais de 25 mil horas de cálculos estruturais e 4.600 testes de simulações antes de construir o primeiro carro para verificar se tudo estava certo. E os dados das simulações estão cada vez mais reais quando comparados com os testes práticos. Entre as simulações observamos testes de impacto frontal, lateral e contra poste, analisando detalhes como o movimento do banco e comportamento da estrutura do carro, por exemplo. Desde o Up! (PQ12) são utilizados materiais de ultra alta e alta resistência através do processo normal de estampagem de uma peça metálica, sendo o estampo através de impacto e a deformação cria a forma do veículo. Atualmente esses materiais (chapa de metal) são aquecidos – Processo de estampagem a quente – próximo de 1.000 graus centígrados, para então acontecer a modelagem da peça, aumentando em 10 vezes a resistência do material, principalmente na área dos ocupantes do carro, mantendo áreas específicas para deformação do material e absorção da energia no caso de uma colisão. Então, fique atento aos materiais que são aplicados em seu veículo. Muitas vezes um veículo um pouco mais caro pode resultar em mais segurança para você e sua família. Não economize na segurança que pode salvar vidas. Tarcisio Dias Depreciação – Na análise de automóveis menos depreciados, o Volkswagen Gol City 1.0 4 portas Flex ganha destaque pelo aumento de 1,5% de seu valor inicial ao longo do primeiro ano de uso. Uma forte alta do veículo, variação do câmbio – implicando diretamente em importados – e um bom posicionamento no mercado explicam essa ocorrência. Já o Citroën C3 Origine Puretech 1.2 apresentou o maior índice de depreciação, com queda de 21,38% de seu valor original em seu primeiro ano de uso. O estudo foi realizado pela KBB Brasil.


Agrishow 2019 – A partir do dia 29 de abril, toda a cadeia produtiva do agronegócio nacional estará reunida em Ribeirão Preto, SP, para conhecer os principais lançamentos de mais de 800 marcas brasileiras e internacionais, que atendem as diversas demandas dos produtores rurais e profissionais do campo. J.D. Power Engineering Award – Depois de inaugurar uma nova era para a Kia Motors, o fastback esportivo Stinger GT recebeu o primeiro “J.D. Power Engineering Award” pela melhor avaliação de um veículo totalmente novo nos Estados Unidos. Primeiro veículo híbrido flex do mundo – A Toyota confirmou que a 12ª geração do Corolla será o único veículo no mundo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia bicombustível (etanol e gasolina), tornando-se, com essa motorização, o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. Em alta – O segmento de motocicletas começou 2019 com o pé direito. Após 10 anos sofrendo com quedas nas vendas, o setor apresentou um crescimento de mais de 10% nas vendas no varejo em 2018. A estimativa para este ano, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), sinaliza alta para o mercado de motos. Copa Truck – Os caminhões de corrida passam por uma preparação muito específica para as disputas na pista, com modificações no trem de força, chassi e cabina. Nos veículos da AM Motorsport, por exemplo, o motor eletrônico Mercedes-Benz alcança a elevada potência de 1.250 cv a 3.500 rpm, quase três vezes mais em relação aos 460 cv a 1.900 rpm de fábrica. O torque máximo chega a 5.500 Nm a 2.000 rpm nas competições, mais que o dobro dos 2.300 Nm a 1.100 rpm da aplicação no transporte. O Actros alcança velocidade máxima de até 240 km/h na Copa Truck, conforme o circuito. Rápidas # Na última semana cheia do mês de maio teremos posse na ANFAVEA, nova versão do Fiat Argo e vamos testar a performance do Ford Edge ST. # Se você está em São Paulo não pode perder a exposição dos manuais dos proprietários que acontece no Museu da Imprensa Automotiva – MIAU. # Com votação unânime dos associados, o jornalista Antônio Fraga, no comando da Chapa Continuidade, foi reeleito presidente da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – Abiauto – para o biênio 2019/2020. Coluna Mecânica Online® – Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. http://www.carpointnews.com.br/2019/04/21/mecanica-simulacao-seguranca/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Tarcisio Dias Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping IPO VAMOS (VAMO3) …. EAÍ, BORA? FOI? PARTIU? 8215899 - BUGG ANÁLISES ECONÔMICAS E DE INVESTIMENTOS - Porto Alegre - RS - 18/04/2019

Sim eu sei, poderia ser mais criativo, mas com esse nome não tem como não fazer trocadilhos…sorry. Deixando a criatividade de lado, como sempre vou ser direto colocando a MINHA OPINIÃO AQUI com o vídeo resumo abaixo: Vou entrar na oferta dando o bid máximo no ponto médio do range. Traduzindo: vou participar somente se o preço for menor ou igual a R$ 19,00/ação. Mais que isso não pago. 4 Pontos que sustentam essa decisão: Modelo de negócio. Penso que a Vamos tem um modelo de negócios bem definido e que funciona bem. A lógica é a mesma das locadoras como Localiza e Movida, só que no caso da Vamos para caminhões. Os caras compram uma porrada de caminhões conseguindo barganhar desconto bom com as montadoras; para pagar essa aquisição eles tomam dinheiro emprestado com condições melhores que um caminhoneiro teria na hora de comprar um caminhão, logo o juro é beeemm menor; depois colocam o caminhão para rodar por 5 anos com um contrato que garante um aluguel que paga o financiamento, os custos e despesas pra rodar esse negócio e gerar algum lucro; e no final dos 5 anos vendem esse caminhão usado com uma rede de revendas que ajuda a agregar a margem final. Em suma eles conseguem utilizar muito bem o ativo caminhão e extrair um retorno decente nas diferentes linhas de negócios. Business decente. Esse é um negócio que não é fácil e da trabalho. Analisando sob a ótica de Porter, eu diria que esse é um negócio decente. É possível que hajam novos entrantes e a concorrência de modelos de transportes diferentes, entretanto, o Brasil é predominantemente rodoviário em seu modelo de transporte e a Vamos praticamente “criou” esse mercado de aluguel de caminhões e hoje tem um share de mais de 50% nisso, o que dificulta a entrada de outros agentes. Bom poder de barganha com fornecedores e clientes completam a análise. Dá trabalho comprar, alugar e revender um monte de caminhão, mas so far so good, não por acaso a empresa vem conseguindo ter margem de lucro de 12%, um ROE acima de custo de capital e crescimento. Abaixo um quadro resumo com as principais linhas e o que penso que poderia ser suas receitas, Ebitda e Lucro para 2019. Preço. Pensando em termos de valuation com contratos de 5 anos a estabilidade do fluxo de caixa é algo que deve ser considerado. Isso aliado as oportunidades de crescimento me fazem crer que ela é sim uma empresa que pode seguir crescendo a taxas de 2 dígitos pelos próximos anos. No próprio prospecto eles comentam que já tem um backlog contratado (receita futura) de R$ 1,787 BI Dito isso, considerando o meio do range (R$ 19,00) vejo o ativo negociando a 5,8x EV/Ebitda pra 2019 e 5x para 2020; um P/L de 16x 2019E e 13x 2020E. Considerando esses preços vejo um upside aí de uns 50% lá pro final de 2020. Acho decente. Governança. Sei do risco do controlador…sei que existem alguns receios quanto a postura da JSL…sei que parte relevante da oferta é de uma oferta secundária na qual o controlador está vendendo 49% da empresa e embolsando os recursos da oferta…sei que outra parte da oferta vai para pagar dividendos ao controlador…sei de tudo isso. Logo sei que a governança é no mínimo questionável. Mas será que a da Petrobras não é? Será que da Eletrobras não é? Cases recentes como Qualicorp e Smiles também mostram que governança no Brasil não é das melhores anyway. Se for excluir e ser bem criterioso quantas empresas sobrariam para investir? Enfim, então apesar dos pontos negativos que citei logo acima, penso que vale o risco. E pra acabar eu lembro: essa é a MINHA decisão e não é recomendação alguma…apenas divido o que faço com o meu dinheiro e SEMPRE posso estar errado nas minhas análises. OUTRAS OPINIÕES Mas acho importante conversar e dar espaço a opiniões diferentes, por isso, deixo aqui a visão de 2 pessoas que assim como eu, vivem o mercado…que de fato colocam ou não grana a partir de suas decisões de investimento. Breno Bonani Breno é analista da Valor Gestora de Recursos e um entusiasta do value investing e do conhecimento. Escreve a Buggpedia e já investe há alguns anos. Começou cedo e digo em questão de tempo será milionário!


Vi muitas coisas boas no setor e principalmente na companhia. Apresentou bons números nos últimos anos, possui fortes marcas como a Volkswagen/Man e recentemente fez a aquisição da totalidade do capital social da “Borgato” que atua nos segmentos de máquinas e equipamentos com uma marca “Top of Mind” chamada Valtra. Além disso, dados da ANFAVEA mostram que o setor de seminovos é 3x maior que o de “0km” nos últimos 8 anos. E os dados da FENABRAVE apontam para um crescimento de 15% para o setor neste ano. Porém, mesmo de ter gostado muito do setor e achar ele mais rentável que o aluguel de carros, vou optar por ficar de fora. Veja bem, primeiro que cerca de 75% do dinheiro levantado do IPO vai para a controladora (via oferta secundária e dividendos), o que não me deixou tão animado. O certo seria ir mais dinheiro para VAMOS para operacionalizar ela melhor, fazer mais investimentos e possivelmente amortizar parte da dívida que soma quase 1bi até 2024 (ao custo médio 9,1%, daria para melhorar isso). Fiz um “valuation de padaria” por múltiplos, usando companhia abertas dos EUA (sim acabo enviesando por conta de ser outra infra nos EUA, outro valor de aluguel, outra jurisdição e etc.), mas mesmo jogando um pouco para cima ainda não me atraiu. Cristiane Fensterseifer A Cris é analista com alguns bons anos de Geração Futuro e Brasil Plural. Atualmente ela tem um site muito bom com muito conteúdo gratuito que vocês deveriam seguir. Link para o post completo dela sobre VAMO3: AQUI. Conversei com a Cris e ela me disse que não vai investir, mas vai monitorar a empresa de perto após o IPO pois gostou do case. A Cris ressalta que a empresa vem crescendo bem, domina esse mercado que ela praticamente inventou (aluguel de caminhões) e tem bons contratos. No entanto, a estrutura do IPO que aloca recursos para o controlador é um ponto negativo. Acessem o site dela pra ter a opinião completa: INVEST10. ALGUNS DESTAQUES DO PROSPECTO (by Breno Bonani) PONTOS POSITIVOS: 20 anos no segmento, tendo como controladora a JSL. Rede concessionárias de caminhões e ônibus da Volkswagen/Man (Total de market share de 28,1% de acordo com a Fenabrave em 2017), rede de lojas de seminovos, além do portfólio de locação de caminhões, máquinas e equipamentos (sem operador). Principal serviço do business é locação de caminhões com contratos de 5 anos, multa de 50% em caso de rompimento e reajustes programados pela inflação. Locação de caminhões responde por 95% do EBITDA em 2018, além de alguns serviços adicionais. Adquiriram todo capital social da “Borgato” que atua nos segmentos de locação de comercialização de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas da marca Valtra (Top of mind quando pesquisamos sobre esse segmento, com 17% de market share no segmento de tratores em 2017). Aumento de 20%+ a.a. no número de clientes nos últimos 2 anos. Dados da ANFAVEA que mostraram que a venda de caminhões seminovos é 3x maior que o volume de vendas de 0km nos últimos 8 anos. Setor realmente vem crescendo de maneira interessante, expectativa da FENABRAVE é que em 2019º crescimento nas vendas seja de 15,4%. PONTOS NEGATIVOS Acionista controlador já está vendendo (parte da oferta é secundária). Outra parte dos recursos serão destinados ao pagamento de dividendos já declarados para os atuais controladores. Dívida Líquida/EBITDA pós oferta vai para 2,7x que não pode ser considerada baixa. Empresa intensiva em investimentos e alavancagem. AS INFORMAÇÕES COMPLETAS SOBRE A EMPRESA, DESTINAÇÃO DOS RECURSOS, PRAZOS E DATAS DA OFERTA VOCÊ ENCONTRA NO PROSPECTO PRELIMINAR QUE PODE SER ACESSADO NO LINK ABAIXO LINK PARA O PROSPECTO PRELIMINAR. Era isso. Aquele Abs. Twitter: @willcastroalves / Youtube: Willcastroalves Instagram: @willcastroalves / Facebook: William Castro Alves The post IPO VAMOS (VAMO3) …. EAÍ, BORA? FOI? PARTIU? appeared first on BUGG. http://bugg.com.br/2019/04/18/ipo-vamos/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: William Alves Estado: RS Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215900 - CORREIO DO ESTADO - Campo Grande - MS - 21/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S Paulo. https://www.correiodoestado.com.br/brasilmundo/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-emais-caros/351543/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Campo Grande País: Tipo Veículo: Site


Clipping MECÂNICA ONLINE®. Por Tarcisio Dias* 8215901 - O BRASIL SOBRE RODAS - 20/04/2019

SIMULAÇÃO É A GRANDE ALIADA DA SEGURANÇA VEICULAR Amigos, os números de vítimas no trânsito mundial são assustadores. Em 2018 ocorreram 1,35 milhões de mortes em acidentes no trânsito a nível mundial, com 50 milhões de pessoas feridas, é o que alerta relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a entidade, as lesões causadas pelo trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. Globalmente, 29% das vítimas são ocupantes de carros, 28% são usuários de veículos motorizados (duas ou três rodas), 26% são pedestres e ciclistas, e os 17% restantes são usuários de estradas não identificados. A triste estatística mostra que 60% dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito. Precisamos melhorar a segurança de todos para evitar tantas vítimas. Para a segurança no trânsito temos três pilares básicos: - Segurança veicular – Produção de veículos com alta performance para oferecer mais segurança para ocupantes e pedestres - Educação no trânsito – Incentivo para ampliação da educação sobre o trânsito - Infraestrutura viária – Melhoria nas condições de estradas e de circulação. Estamos na década da segurança veicular, campanha desenvolvida pela ONU que conta com a participação do Brasil e tem por objetivo a redução de 50% nos acidentes de trânsito até 2020. Na busca por veículos mais seguros, a indústria automotiva brasileira vem buscando soluções há bastante tempo. Desde 1971, quando aconteceu o primeiro teste de impacto na América Latina, realizado pela Volkswagen do Brasil, já tínhamos essa preocupação. Por isso é cada vez maior a utilização de simulações em testes veiculares observando características como aerodinâmica, comportamento da estrutura e seu desempenho em acidentes, desenvolvimento e atuação do airbag, proteção do pedestre e durabilidade. No desenvolvimento do Volkswagen T-Cross, por exemplo, novo SUV produzido no Brasil pela Volkswagen, foram mais de 25 mil horas de cálculos estruturais e 4.600 testes de simulações antes de construir o primeiro carro para verificar se tudo estava certo. E os dados das simulações estão cada vez mais reais quando comparados com os testes práticos. Entre as simulações observamos testes de impacto frontal, lateral e contra poste, analisando detalhes como o movimento do banco e comportamento da estrutura do carro, por exemplo. Desde o Up! (PQ12) são utilizados materiais de ultra alta e alta resistência através do processo normal de estampagem de uma peça metálica, sendo o estampo através de impacto e a deformação cria a forma do veículo. Atualmente esses materiais (chapa de metal) são aquecidos – Processo de estampagem a quente - próximo de 1.000 graus centígrados, para então acontecer a modelagem da peça, aumentando em 10 vezes a resistência do material, principalmente na área dos ocupantes do carro, mantendo áreas específicas para deformação do material e absorção da energia no caso de uma colisão. Então, fique atento aos materiais que são aplicados em seu veículo. Muitas vezes um veículo um pouco mais caro pode resultar em mais segurança para você e sua família. Não economize na segurança que pode salvar vidas. Online Depreciação - Na análise de automóveis menos depreciados, o Volkswagen Gol City 1.0 4 portas Flex ganha destaque pelo aumento de 1,5% de seu valor inicial ao longo do primeiro ano de uso. Uma forte alta do veículo, variação do câmbio - implicando diretamente em importados – e um bom posicionamento no mercado explicam essa ocorrência. Já o Citroën C3 Origine Puretech 1.2 apresentou o maior índice de depreciação, com queda de 21,38% de seu valor original em seu primeiro ano de uso. O estudo foi realizado pela KBB


Brasil. Agrishow 2019 - A partir do dia 29 de abril, toda a cadeia produtiva do agronegócio nacional estará reunida em Ribeirão Preto, SP, para conhecer os principais lançamentos de mais de 800 marcas brasileiras e internacionais, que atendem as diversas demandas dos produtores rurais e profissionais do campo. J.D. Power Engineering Award - Depois de inaugurar uma nova era para a Kia Motors, o fastback esportivo Stinger GT recebeu o primeiro “J.D. Power Engineering Award” pela melhor avaliação de um veículo totalmente novo nos Estados Unidos. Primeiro veículo híbrido flex do mundo - A Toyota confirmou que a 12ª geração do Corolla será o único veículo no mundo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia bicombustível (etanol e gasolina), tornando-se, com essa motorização, o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. Em alta - O segmento de motocicletas começou 2019 com o pé direito. Após 10 anos sofrendo com quedas nas vendas, o setor apresentou um crescimento de mais de 10% nas vendas no varejo em 2018. A estimativa para este ano, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), sinaliza alta para o mercado de motos. Copa Truck - Os caminhões de corrida passam por uma preparação muito específica para as disputas na pista, com modificações no trem de força, chassi e cabina. Nos veículos da AM Motorsport, por exemplo, o motor eletrônico Mercedes-Benz alcança a elevada potência de 1.250 cv a 3.500 rpm, quase três vezes mais em relação aos 460 cv a 1.900 rpm de fábrica. O torque máximo chega a 5.500 Nm a 2.000 rpm nas competições, mais que o dobro dos 2.300 Nm a 1.100 rpm da aplicação no transporte. O Actros alcança velocidade máxima de até 240 km/h na Copa Truck, conforme o circuito. Rápidas # Na última semana cheia do mês de maio teremos posse na ANFAVEA, nova versão do Fiat Argo e vamos testar a performance do Ford Edge ST. # Se você está em São Paulo não pode perder a exposição dos manuais dos proprietários que acontece no Museu da Imprensa Automotiva - MIAU. # Com votação unânime dos associados, o jornalista Antônio Fraga, no comando da Chapa Continuidade, foi reeleito presidente da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – Abiauto - para o biênio 2019/2020. * Tarcisio Dias é Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica, e Radialista. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. A Coluna Mecânica Online® aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Leia> Coisas de Agora http://obrasilsobrerodas.blogspot.com/2019/04/simulacao-e-grande-aliada-da-seguranca.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Ricardo Hernandes Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Os automóveis produzidos no Brasil a partir do ano que vem terão itens tecnológicos que vão aproximá-los dos modelos globais. A alta tecnologia encarecerá os preços 8215902 - O SUL - Porto Alegre - RS - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito –, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. http://www.osul.com.br/os-automoveis-produzidos-no-brasil-a-partir-do-ano-que-vem-teraoitens-tecnologicos-que-vao-aproxima-los-dos-modelos-globais-a-alta-tecnologia-encareceraos-precos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 22/04/2019

Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Site


Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:


Clipping Simulação é a grande aliada da segurança veicular 8215903 - REVISTA SOBRE RODAS - 20/04/2019

Home Colunistas Tarcisio Dias - Mecânica Online Simulação é a grande aliada da segurança veicular Tarcisio Dias - Mecânica Online Simulação é a grande aliada da segurança veicular Revista Sobre Rodas Sem comentários postado em abr. 20, 2019 em 4:30 pm Amigos, os números de vítimas no trânsito mundial são assustadores. Em 2018 ocorreram 1,35 milhões de mortes em acidentes no trânsito a nível mundial, com 50 milhões de pessoas feridas, é o que alerta relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a entidade, as lesões causadas pelo trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. Globalmente, 29% das vítimas são ocupantes de carros, 28% são usuários de veículos motorizados (duas ou três rodas), 26% são pedestres e ciclistas, e os 17% restantes são usuários de estradas não identificados. A triste estatística mostra que 60% dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito. Precisamos melhorar a segurança de todos para evitar tantas vítimas. Para a segurança no trânsito temos três pilares básicos: – Segurança veicular – Produção de veículos com alta performance para oferecer mais segurança para ocupantes e pedestres; – Educação no trânsito – Incentivo para ampliação da educação sobre o trânsito; – Infraestrutura viária – Melhoria nas condições de estradas e de circulação. Estamos na década da segurança veicular, campanha desenvolvida pela ONU que conta com a participação do Brasil e tem por objetivo a redução de 50% nos acidentes de trânsito até 2020. Na busca por veículos mais seguros, a indústria automotiva brasileira vem buscando soluções há bastante tempo. Desde 1971, quando aconteceu o primeiro teste de impacto na América Latina, realizado pela Volkswagen do Brasil, já tínhamos essa preocupação. Por isso é cada vez maior a utilização de simulações em testes veiculares observando características como aerodinâmica, comportamento da estrutura e seu desempenho em acidentes, desenvolvimento e atuação do airbag, proteção do pedestre e durabilidade. No desenvolvimento do Volkswagen T-Cross, por exemplo, novo SUV produzido no Brasil pela Volkswagen, foram mais de 25 mil horas de cálculos estruturais e 4.600 testes de simulações antes de construir o primeiro carro para verificar se tudo estava certo. E os dados das simulações estão cada vez mais reais quando comparados com os testes práticos. Entre as simulações observamos testes de impacto frontal, lateral e contra poste, analisando detalhes como o movimento do banco e comportamento da estrutura do carro, por exemplo. Desde o Up! (PQ12) são utilizados materiais de ultra alta e alta resistência através do processo normal de estampagem de uma peça metálica, sendo o estampo através de impacto e a deformação cria a forma do veículo. Atualmente esses materiais (chapa de metal) são aquecidos – Processo de estampagem a quente – próximo de 1.000 graus centígrados, para então acontecer a modelagem da peça, aumentando em 10 vezes a resistência do material, principalmente na área dos ocupantes do carro, mantendo áreas específicas para deformação do material e absorção da energia no caso de uma colisão. Então, fique atento aos materiais que são aplicados em seu veículo. Muitas vezes um veículo um pouco mais caro pode resultar em mais segurança para você e sua família. Não economize na segurança que pode salvar vidas.


Depreciação Na análise de automóveis menos depreciados, o Volkswagen Gol City 1.0 4 portas Flex ganha destaque pelo aumento de 1,5% de seu valor inicial ao longo do primeiro ano de uso. Uma forte alta do veículo, variação do câmbio – implicando diretamente em importados – e um bom posicionamento no mercado explicam essa ocorrência. Já o Citroën C3 Origine Puretech 1.2 apresentou o maior índice de depreciação, com queda de 21,38% de seu valor original em seu primeiro ano de uso. O estudo foi realizado pela KBB Brasil. Agrishow 2019 -A partir do dia 29 de abril, toda a cadeia produtiva do agronegócio nacional estará reunida em Ribeirão Preto, SP, para conhecer os principais lançamentos de mais de 800 marcas brasileiras e internacionais, que atendem as diversas demandas dos produtores rurais e profissionais do campo. J.D. Power Engineering Award – Depois de inaugurar uma nova era para a Kia Motors, o fastback esportivo Stinger GT recebeu o primeiro “J.D. Power Engineering Award” pela melhor avaliação de um veículo totalmente novo nos Estados Unidos. Primeiro veículo híbrido flex do mundo – A Toyota confirmou que a 12ª geração do Corolla será o único veículo no mundo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia bicombustível (etanol e gasolina), tornando-se, com essa motorização, o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. Em alta O segmento de motocicletas começou 2019 com o pé direito. Após 10 anos sofrendo com quedas nas vendas, o setor apresentou um crescimento de mais de 10% nas vendas no varejo em 2018. A estimativa para este ano, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), sinaliza alta para o mercado de motos. Copa Truck Os caminhões de corrida passam por uma preparação muito específica para as disputas na pista, com modificações no trem de força, chassi e cabina. Nos veículos da AM Motorsport, por exemplo, o motor eletrônico Mercedes-Benz alcança a elevada potência de 1.250 cv a 3.500 rpm, quase três vezes mais em relação aos 460 cv a 1.900 rpm de fábrica. O torque máximo chega a 5.500 Nm a 2.000 rpm nas competições, mais que o dobro dos 2.300 Nm a 1.100 rpm da aplicação no transporte. O Actros alcança velocidade máxima de até 240 km/h na Copa Truck, conforme o circuito. Rápidas # Na última semana cheia do mês de maio teremos posse na ANFAVEA, nova versão do Fiat Argo e vamos testar a performance do Ford Edge ST. # Se você está em São Paulo não pode perder a exposição dos manuais dos proprietários que acontece no Museu da Imprensa Automotiva – MIAU. # Com votação unânime dos associados, o jornalista Antônio Fraga, no comando da Chapa Continuidade, foi reeleito presidente da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – Abiauto – para o biênio 2019/2020. Tags: corolla mecânica Mecanica on line Segurança veicular simulação tcross testes vw Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter artigo anterior “Mestre Confeiteira” de Foz já montou mais mil bolos, de gesso Deixe uma resposta Cancelar resposta Comentários aqui Nome E-mail Artigos relacionados


Lançamentos Corolla: Primeiro híbrido flex do mundo será produzido em São Paulo 18 de abril de 2019 Lançamentos T-Cross será apresentado ao público neste sábado (13) 12 de abril de 2019 Autos e Motos - Roberto Nunes Amarok V6: força bruta e conforto para todos 12 de abril de 2019 Lançamentos Bye-Bye, T-Rex. Hello, T-Cross! 10 de abril de 2019 Tarcisio Dias - Mecânica Online 10 de abril de 2019 Lançamentos Confira os carros que perderam menos valor em 2018 21 de março de 2019 Publicidade Posts recentes Simulação é a grande aliada da segurança veicular “Mestre Confeiteira” de Foz já montou mais mil bolos, de gesso Pela quarta vez: Mustang é o cupê esportivo mais vendido no mundo Corolla: Primeiro híbrido flex do mundo será produzido em São Paulo Vai para Buenos Aires no feriado? Saiba o que fazer na capital porteña https://revistasobrerodas.com.br/simulacao-e-a-grande-aliada-da-seguranca-veicular/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Simulação é a grande aliada da segurança veicular 8215904 - PORTAL MECÂNICA ONLINE - Recife - PE - 20/04/2019

Amigos, os números de vítimas no trânsito mundial são assustadores. Em 2018 ocorreram 1,35 milhões de mortes em acidentes no trânsito a nível mundial, com 50 milhões de pessoas feridas, é o que alerta relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a entidade, as lesões causadas pelo trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. Globalmente, 29% das vítimas são ocupantes de carros, 28% são usuários de veículos motorizados (duas ou três rodas), 26% são pedestres e ciclistas, e os 17% restantes são usuários de estradas não identificados. A triste estatística mostra que 60% dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito. Precisamos melhorar a segurança de todos para evitar tantas vítimas. Para a segurança no trânsito temos três pilares básicos: – Segurança veicular – Produção de veículos com alta performance para oferecer mais segurança para ocupantes e pedestres; – Educação no trânsito – Incentivo para ampliação da educação sobre o trânsito; – Infraestrutura viária – Melhoria nas condições de estradas e de circulação. Estamos na década da segurança veicular, campanha desenvolvida pela ONU que conta com a participação do Brasil e tem por objetivo a redução de 50% nos acidentes de trânsito até 2020. Na busca por veículos mais seguros, a indústria automotiva brasileira vem buscando soluções há bastante tempo. Desde 1971, quando aconteceu o primeiro teste de impacto na América Latina, realizado pela Volkswagen do Brasil, já tínhamos essa preocupação. Por isso é cada vez maior a utilização de simulações em testes veiculares observando características como aerodinâmica, comportamento da estrutura e seu desempenho em acidentes, desenvolvimento e atuação do airbag, proteção do pedestre e durabilidade. No desenvolvimento do Volkswagen T-Cross, por exemplo, novo SUV produzido no Brasil pela Volkswagen, foram mais de 25 mil horas de cálculos estruturais e 4.600 testes de simulações antes de construir o primeiro carro para verificar se tudo estava certo. E os dados das simulações estão cada vez mais reais quando comparados com os testes práticos. Entre as simulações observamos testes de impacto frontal, lateral e contra poste, analisando detalhes como o movimento do banco e comportamento da estrutura do carro, por exemplo. Desde o Up! (PQ12) são utilizados materiais de ultra alta e alta resistência através do processo normal de estampagem de uma peça metálica, sendo o estampo através de impacto e a deformação cria a forma do veículo. Atualmente esses materiais (chapa de metal) são aquecidos – Processo de estampagem a quente – próximo de 1.000 graus centígrados, para então acontecer a modelagem da peça, aumentando em 10 vezes a resistência do material, principalmente na área dos ocupantes do carro, mantendo áreas específicas para deformação do material e absorção da energia no caso de uma colisão. Então, fique atento aos materiais que são aplicados em seu veículo. Muitas vezes um veículo um pouco mais caro pode resultar em mais segurança para você e sua família. Não economize na segurança que pode salvar vidas. Tarcisio Dias Simulação é a grande aliada da segurança veicular 1 de 14 Design sketch The software developed in Volkswagens Virtual Engineering Lab also visualizes components: Frank Ostermann (left), Head of the Virtual Engineering Lab of Volkswagen Group IT, talks to his colleague Konstantin Wall (right) about components of the brake system.


Florian Uhde (left) and Christopher Krey (right) from the Virtual Engineering Lab of Volkswagen Group IT have a look at the chassis construction of the current Golf. Florian Uhde (right) from the Virtual Engineering Lab of Volkswagen Group IT is testing the newly developed software for Microsoft HoloLens. He changes the models wheels via gesture control. At the same time, Frank Ostermann (left) provides information about a recent meeting via Skype. Design sketch Specialists from Volkswagen want to simulate the chemical structure of high-performance electric vehicle batteries. It also is conceivable that such algorithms can simulate metal structures and new materials. Benjamin Ahrenholz (D), Head of Calculation/Simulation Volkswagen Motorsport. Dr. Peter Oel, Head of E/E Integration, Simulation and Test, in front of the overview of all test benches. Design sketch Frantisek Zapletal (left), Frank Ostermann (mid-left) and Florian Franke (right) from the Group ITs Virtual Engineering Lab have a look at the flow line of the current Golf model. The virtual concept car is already in use for the development of the next Golf generation. Jan Jacobs from the Group ITs Virtual Engineering Lab examines the air flow of the air conditioning system. The virtual concept car transfers all design and simulation of a Volkswagen model to a graphic engine. Jan Jacobs (left) and Florian Franke (right) from the Group ITs Virtual Engineering Lab examine the air flow of the air conditioning system. The virtual concept car transfers all design and simulation of a Volkswagen model to a graphic engine. The specialists from the Group ITs Virtual Engineering Lab are working towards the next goal of the virtual concept car. A system of pressure-sensitive pins simulates all the shapes of the interior. This will allow the user to feel the surfaces and controls. Frantisek Zapletal is testing the current version. Depreciação – Na análise de automóveis menos depreciados, o Volkswagen Gol City 1.0 4 portas Flex ganha destaque pelo aumento de 1,5% de seu valor inicial ao longo do primeiro ano de uso. Uma forte alta do veículo, variação do câmbio – implicando diretamente em importados – e um bom posicionamento no mercado explicam essa ocorrência. Já o Citroën C3 Origine Puretech 1.2 apresentou o maior índice de depreciação, com queda de 21,38% de seu valor original em seu primeiro ano de uso. O estudo foi realizado pela KBB Brasil. Agrishow 2019 – A partir do dia 29 de abril, toda a cadeia produtiva do agronegócio nacional estará reunida em Ribeirão Preto, SP, para conhecer os principais lançamentos de mais de 800 marcas brasileiras e internacionais, que atendem as diversas demandas dos produtores rurais e profissionais do campo. J.D. Power Engineering Award – Depois de inaugurar uma nova era para a Kia Motors, o fastback esportivo Stinger GT recebeu o primeiro “J.D. Power Engineering Award” pela melhor avaliação de um veículo totalmente novo nos Estados Unidos. Primeiro veículo híbrido flex do mundo – A Toyota confirmou que a 12ª geração do Corolla será o único veículo no mundo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia bicombustível (etanol e gasolina), tornando-se, com essa motorização, o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. Em alta – O segmento de motocicletas começou 2019 com o pé direito. Após 10 anos sofrendo com quedas nas vendas, o setor apresentou um crescimento de mais de 10% nas vendas no varejo em 2018. A estimativa para este ano, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), sinaliza alta para o mercado de motos. Copa Truck – Os caminhões de corrida passam por uma preparação muito específica para as disputas na pista, com modificações no trem de força, chassi e cabina. Nos veículos da AM Motorsport, por exemplo, o motor eletrônico Mercedes-Benz alcança a elevada potência de 1.250 cv a 3.500 rpm, quase três vezes mais em relação aos 460 cv a 1.900 rpm de fábrica. O torque máximo chega a 5.500 Nm a 2.000 rpm nas competições, mais que o dobro dos


2.300 Nm a 1.100 rpm da aplicação no transporte. O Actros alcança velocidade máxima de até 240 km/h na Copa Truck, conforme o circuito. Rápidas # Na última semana cheia do mês de maio teremos posse na ANFAVEA, nova versão do Fiat Argo e vamos testar a performance do Ford Edge ST. # Se você está em São Paulo não pode perder a exposição dos manuais dos proprietários que acontece no Museu da Imprensa Automotiva – MIAU. # Com votação unânime dos associados, o jornalista Antônio Fraga, no comando da Chapa Continuidade, foi reeleito presidente da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – Abiauto – para o biênio 2019/2020. Coluna Mecânica Online® – Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês. http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/ http://mecanicaonline.com.br/wordpress/2019/04/20/simulacao-e-a-grande-aliada-daseguranca-veicular/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Tarcisio Dias Estado: PE Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Recife País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215905 - GAZETA DIGITAL - Cuiabá - MT - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) http://www.gazetadigital.com.br/editorias/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-emais-caros/575481 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215906 - JF CLIPPING - 20/04/2019

Fonte: Tribuna de Minas | Tribuna Capturado em 20/04/2019 às 17:20 Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros ‘populares’, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como ‘de entrada’, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento ‘de entrada’ já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no país e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, ‘o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher’. Clique aqui para ver esta matéria na íntegra. https://www.jfclipping.com.br/2019/04/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: JFClipping Admin Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215907 - DOM TOTAL - Belo Horizonte - MG - 20/04/2019

Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros "O carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". A condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes (Agência Brasil) Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda.


A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro).


O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. Agência Brasil *O DomTotal é mantido pela Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE). Engenharia Civil conceito máximo no MEC. Saiba mais! Comentários http://domtotal.com/noticia/1350213/2019/04/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%253A+DomTotal Economia+%2528Dom+Total+-+Economia%2529 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping RANKING DE VENDAS DO PARANÁ EM MARÇO DE 2019: CHEVROLET ONIX E FIAT STRADA MANTÉM SUAS LIDERANÇAS 8215908 - FALANDO SOBRE CARROS - 20/04/2019

HATCH COMPACTO DA CHEVROLET E PICAPE LEVE DA FIAT MANTÉM SUAS LIDERANÇAS O Chevrolet Onix manteve a liderança, em segundo lugar está o Hyundai HB20 que manteve a posição, em terceiro lugar está o Renault Kwid que também manteve a posição, em quarto lugar está o Volkswagen Gol que subiu quatro posições, em quinto lugar está o Ford Ka que caiu uma posição, em sexto lugar está o Jeep Compass que manteve a posição e a liderança nos utilitários esportivos médios, em sétimo lugar está o Volkswagen Polo que caiu duas posições, em oitavo lugar está o Volkswagen Voyage que subiu doze posições, isso mesmo: doze e com isso assumiu a liderança nos sedãs compactos, em nono lugar está o Chevrolet Prisma que manteve a posição, mas perdeu a liderança no seu segmento e fechando os 10 mais vendidos está o Nissan Kicks que subiu seis posições e de quebra assumiu a liderança nos utilitários esportivos compactos. O Jeep Compass foi líder nos utilitários esportivos médios O Volkswagen Voyage foi líder nos sedãs compactos O Nissan Kicks foi líder nos utilitários esportivos compactos Em décimo primeiro está o Toyota Corolla que subiu três posições e reforçou a liderança nos sedãs médios, em décimo segundo está o Jeep Renegade que subiu uma posição, em décimo terceiro está o Fiat Argo que caiu seis posições, em décimo quarto está o Volkswagen Fox que caiu quatro posições, em décimo quinto está o Honda HR-V que caiu três posições e de quebra o crescimento do Kicks, o tirou da liderança do seu segmento, em décimo sexto está o Renault Captur que subiu três posições, em décimo sétimo está o Fiat Mobi que caiu seis posições, em décimo oitavo está o Renault Sandero que caiu três posições, em décimo nono está o Chevrolet Cruze que não estava entre os 20 mais vendidos e fechando os 20 mais vendidos está o Volkswagen Virtus que caiu três posições. O Toyota Corolla foi líder nos sedãs médios COMERCIAIS LEVES: A Fiat Strada manteve a liderança nos comerciais leves, em segundo lugar fazendo dobradinha para a Fiat está a Toro que subiu uma posição e reforçou a liderança nos Sport Utility Pick-up, em terceiro lugar está a Volkswagen Saveiro que caiu uma posição, em quarto lugar está a Ford Ranger que subiu duas posições e assumiu a liderança nas picapes médias, em quinto lugar está a Chevrolet S10 que caiu uma posição e isso lhe custou a liderança no seu segmento, em sexto lugar está a Toyota Hilux que manteve posição, em sétimo lugar está a Volkswagen Amarok que caiu duas posições, em oitavo lugar está a Chevrolet Montana que manteve posição, em nono lugar está a Fiat Fiorino que subiu cinco posições e assumiu a liderança nos furgões leves e fechando do 10 está a Renault Master que caiu uma posição, mas manteve a liderança nos furgões que carregam mais de 1 tonelada. A Fiat Strada foi líder nos comerciais leves A Fiat Toro foi líder nas Sport Utility Pick-up A Ford Ranger foi líder nas picapes médias A Fiat Fiorino líder nos furgões leves A Renault Master líder nos furgões que carregam mais de 1 tonelada Em décimo primeiro está a Nissan Frontier que caiu uma posição, em décimo segundo está o Kia Bongo que subiu quatro posições, em décimo terceiro está a Renault Duster Oroch que caiu duas posições, em décimo quarto está a Mitsubishi L200 que caiu duas posições, em décimo quinto está a Fiat Ducato que manteve posição, em décimo sexto está o Peugeot Expert que a rigor subiu uma posição, em décimo sétimo está o Hyundai HR que não estava entre os 20 mais vendidos, em décimo oitavo está Volkswagen Delivery Express que manteve posição, em décimo nono está o Iveco Daily que não estava entre os 20 mais vendidos e fechando os 20 mais vendidos está o Citroën Jumpy que caiu uma posição. VEJA OS NÚMEROS = manteve posição ? subiu posição ? caiu posição


CARROS DE PASSEIO 1 CHEVROLET ONIX 736 = 2 HYUNDAI HB20 420 = 3 RENAULT KWID 405 = 4 VOLKSWAGEN GOL 371 ? 4 5 FORD KA 354 ? 1 6 JEEP COMPASS 286 = 7 VOLKSWAGEN POLO 280 ? 2 8 VOLKSWAGEN VOYAGE 269 ? 12 9 CHEVROLET PRISMA 252 = 10 NISSAN KICKS 247 ? 6 11 TOYOTA COROLLA 246 ? 3 12 JEEP RENEGADE 241 ? 1 13 FIAT ARGO 230 ? 7 14 VOLKSWAGEN FOX 229 ? 4 15 HONDA HR-V 222 ? 3 16 RENAULT CAPTUR 190 ? 3 17 FIAT MOBI 180 ? 6 18 RENAULT SANDERO 172 ? 3 19 CHEVROLET CRUZE 165 não estava entre os 20 mais vendidos 20 VOLKSWAGEN VIRTUS 149 ? 3 COMERCIAIS LEVES 1 FIAT STRADA 394 = 2 FIAT TORO 392 ? 1 3 VOLKSWAGEN SAVEIRO 340 ? 1 4 FORD RANGER 170 ? 3 5 CHEVROLET S10 165 ? 1 6 TOYOTA HILUX 158 = 7 VOLKSWAGEN AMAROK 145 ? 2 8 CHEVROLET MONTANA 138 = 9 FIAT FIORINO 124 ? 5 10 RENAULT MASTER 66 ? 1 11 NISSAN FRONTIER 63 ? 1 12 KIA BONGO 58 ? 4 13 RENAULT DUSTER OROCH 55 ? 2 14 MITSUBISHI L200 35 ? 2 15 FIAT DUCATO 29 = 16 PEUGEOT EXPERT 22 ? 1


17 HYUNDAI HR 18 não estava entre os 20 mais vendidos 18 VOLKSWAGEN D.EXPRESS 16 = 19 IVECO DAILY 10 não estava entre os 20 mais vendidos 20 CITROËN JUMPY 8 ? 1 CARROS DE PASSEIO QUEM SUBIU MAIS 1 VOLKSWAGEN VOYAGE ? 12 2 NISSAN KICKS ? 6 3 VOLKSWAGEN GOL ? 4 Volkswagen Voyage subiu como um foguete e assumiu a liderança no seu segmento, depois veio o Nissan Kicks que teve uma bos subida e também chegou a liderança do seu segmento e o por último veio o Volkswagen Gol(foto) que teve uma boa alta. QUEM CAIU MAIS 1 FIAT ARGO ? 7 2 FIAT MOBI ? 6 3 VOLKSWAGEN FOX ? 4 O Fiat Argo(foto) teve o maior tombo e fazendo dobradinha da Fiat na queda veio o Mobi e depois veio a queda do Volkswagen Fox. COMERCIAIS LEVES QUEM SUBIU MAIS 1 FIAT FIORINO ? 5 2 KIA BONGO ? 4 3 FORD RANGER ? 3 Nos comerciais leves a Fiat Fiorino teve uma forte alta que a levou a de volta a liderança do seu segmento, depois outro que teve boa alta foi o Kia Bongo(foto) e depois a Ford Ranger que sua alta foi o suficiente para assumir a liderança nas picapes médias. QUEM CAIU MAIS 1 VOLKSWAGEN AMAROK ? 2 RENAULT DUSTER OROCH ? 2 MITSUBISHI L200 ? 2 Esse mês nos comerciais leves não teve tombos, só quedas pontuais no caso as maiores foram por Volkswagen Amarok(foto), Renault Duster Oroch e Mitsubishi L200. FONTE: Fenabrave, vendas atacado e varejo Esse foi o ranking de vendas do Paraná em Março de 2019. Audi, BMW, Chevrolet, Citroën, Dodge, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Kia,JAC, Jaguar, Mercedes-Benz, Lamborghini, Peugeot, Renault, Toyota, Jeep, Volkswagen, Willys, DKW. http://falando-sobre-carros.blogspot.com/2019/04/ranking-de-vendas-do-parana-em-marcode.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Wellington Carlos Liesch de Goes Estado: Disponibilização: 22/04/2019

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:


Clipping Carros nacionais ficarão mais seguros a partir de 2020 -- e mais caros 8215913 - BOL - São Paulo - SP - 20/04/2019

Automóveis passarão a ter itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais, com reflexo nos preços Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo "Rota 2030", a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no país -- hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat (o seguro obrigatório para acidentes de trânsito), no ano passado 42 mil pessoas morreram no país em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap (o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe) comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESP, na sigla em inglês) -- que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos -- e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no país, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESP, hoje feito no país só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh.


Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESP será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESP será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de US$ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESP reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao "Rota 2030", testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/04/20/carros-nacionais-ficarao-mais-seguros-apartir-de-2020----e-mais-caros.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215914 - TRIBUNA DE MINAS - Juiz de Fora - MG - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no país e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no país só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática. O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo


ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S Paulo. https://tribunademinas.com.br/especiais/carro-e-cia/20-04-2019/carros-brasileiros-ficammais-seguros-e-mais-caros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva para Agência Estado Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Juiz de Fora País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros nacionais ficarão mais seguros a partir de 2020 -- e mais caros 8215915 - UOL - São Paulo - SP - 20/04/2019

Automóveis passarão a ter itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais, com reflexo nos preços Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo "Rota 2030", a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no país -- hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat (o seguro obrigatório para acidentes de trânsito), no ano passado 42 mil pessoas morreram no país em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap (o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe) comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESP, na sigla em inglês) -- que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos -- e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no país, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESP, hoje feito no país só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh.


Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESP será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESP será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de US$ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESP reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao "Rota 2030", testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." https://carros.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/04/20/carros-nacionais-ficaraomais-seguros-a-partir-de-2020----e-mais-caros.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215916 - R7 - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) https://noticias.r7.com/cidades/gazeta-digital/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros-20042019 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215917 - O POPULAR - Goiânia - GO - 20/04/2019

(Foto: Caio Mattos/Divulgação Honda) Estadão Conteúdo Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh.


Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes


pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.opopular.com.br/noticias/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-emais-caros-1.1780432 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: GO Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Goiânia País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215919 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) http://www.hipernoticias.com.br/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros/123812 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CONTEÚDO ESTADÃO Estado: MT Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site


Clipping Ford EcoSport Titanium 1.5 AT sem estepe fica R$ 3 mil mais barato 8215920 - CARSALE - 20/04/2019

Com a chegada de mais um concorrente – o Volkswagen T-Cross – ao segmento de SUVs compactos, a Ford reduziu os preços de três versões do EcoSport. O maior desconto foi aplicado na recém-lançada configuração Titanium 1.5 automática, que tem como diferencial a ausência do estepe pendurado na tampa traseira: R$ 3 mil a menos que o valor de lançamento. +Teste: Ford EcoSport Titanium, sem estepe e com motor menor, se assume como SUV urbano A versão de entrada SE 1.5 teve redução de R$ 2.100, passando a custar a partir de R$ 76.890 na variante com câmbio manual. Já as configurações intermediária Freestyle e topo de linha Storm 2.0 4×4 não sofreram alterações. (veja abaixo os preços de toda a linha EcoSport). Distante dos SUVs compactos mais vendidos em 2019, o Ford EcoSport registrou 1.627 emplacamentos em abril, totalizando 9.244 unidades vendidas no acumulado do ano. Para efeito de comparação, o Jeep Renegade mantém a liderança provisória da categoria com 3.441 emplacamentos na parcial do mês e 19.110 unidades vendidas em 2019. Os dados são da Fenabrave. EcoSport SE 1.5 manual – R$ 76.890 (custava R$ 78.990) EcoSport SE 1.5 aut. – R$ 82.890 (custava R$ 84.990) EcoSport Freestyle 1.5 manual – R$ 85.890 (sem mudança) EcoSport Freestyle 1.5 aut. – R$ 91.890 (sem mudança) EcoSport Titanium 1.5 aut. – R$ 100.890 (R$ 103.890) EcoSport Storm 2.0 4×4 aut. – R$ 108.390 (sem mudança) Fotos: Divulgação https://carsale.uol.com.br/2019/04/20/ford-ecosport-titanium-1-5-sem-estepe-fica-r-3-milmais-barato Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215922 - A TARDE - Salvador - BA - 20/04/2019

Pertencentes ao segmento "de entrada", modelos como Renault Kwid, vem encolhendo gradualmente Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras.


Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato.


Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://atarde.uol.com.br/economia/noticias/2053021-carros-brasileiros-ficam-mais-segurose-mais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Salvador País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215923 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 20/04/2019

O T-Cross da Volks tem ESC e seis airbags, itens que vão sendo incorporados aos carros e encarecem o produto. (Foto: Divulgação/ Volkswagen) Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras.


Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato.


Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. Receba diariamente o RD em seu WhatsApp Envie um WhatsApp para 11 99927-5496 para receber notícias do ABC diariamente em seu celular. https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2660887/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-emais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site


Clipping Hyundai atinge a marca de 1 milhão de veículos HB20 vendidos no País 8215924 - REVISTA PUBLIRACING - 20/04/2019

A Hyundai Motor Brasil comemora nesta semana a comercialização do milionésimo HB20 no País. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). “Saí de casa para pesquisar diversos modelos além do HB20, porém, ao realizar o test-drive tive a certeza de que era a melhor opção. O design e a ótima dirigibilidade, aliados à garantia de cinco anos e às revisões com preço fixo, foram fatores decisivos para a compra”, afirma Carolina. "Hoje saio de carro novo, como a milionésima cliente de HB20, fazendo parte da história da Hyundai. Espero permanecer na marca por muito tempo”, completa. A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na sede da HMB Sevec, na capital paranaense. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Na ocasião, a milionésima cliente recebeu ainda uma mensagem do primeiro comprador do HB20, o publicitário Rodrigo Pessoti, o Digão, que adquiriu seu veículo em 10 de outubro de 2012, data que marcou o início das vendas do modelo no Brasil. “Tenho uma relação excelente com a Hyundai há sete anos, que vai além do vínculo de consumidor e empresa. Parabéns pelo feito e aproveite bastante o carro, que é excelente”. “A história da Carolina se junta às milhares de histórias que a Hyundai ajudou a escrever nestes sete anos, que fizeram do HB20 não somente um dos carros mais vendidos do País, mas também um dos mais amados”, afirma Jan Telecki, gerente geral de Marketing da Hyundai Motor Brasil. “Além disso, reforça a essência da marca, que se traduz na melhor experiência para o cliente. Foi o excelente atendimento da consultora de vendas Valéria Veiga, seguido pelo test-drive bem conduzido, que possibilitou esta celebração”. Parte do Grupo Servopa, um dos maiores e mais tradicionais do País, a HMB Sevec é representante da marca sul-coreana desde 2012, ano da chegada da Hyundai ao Brasil, operando duas unidades no estado do Paraná e quatro, no Rio Grande do Sul. Recentemente, a concessionária localizada na Mal. Floriano Peixoto, no bairro Parolin, em Curitiba, celebrou a modernização de suas instalações, que agora seguem o padrão global de arquitetura da marca Hyundai. Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. https://www.revistapubliracing.com.br/single-post/2019/04/20/Hyundai-atinge-a-marca-de-1milh%C3%A3o-de-ve%C3%ADculos-HB20-vendidos-no-Pa%C3%ADs Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação / Revista Publiracing redacao@revistapubliracing.com.br Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros • Marília Notícia 8215925 - MARÍLIA NOTÍCIAS - Marília - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S Paulo. https://marilianoticia.com.br/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Marília País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros nacionais ficarão mais seguros e mais caros 8215926 - SINDSEGSP - 20/04/2019

O Estadão destaca que eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhoria da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes. Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito –, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano ( ver lista). A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros ( leia abaixo). Nacionalização. Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro.


Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio, Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas. Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” http://www.sindsegsp.org.br/site/noticia-texto.aspx?id=31461 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215927 - O LIBERAL - Americana - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes. Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização. Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro.


Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas. Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas. A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix. Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://liberal.com.br/revista-l/motors/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros997117/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Americana País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215928 - HOJE ES - Vitória - ES - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Cleide Silva Estadao Conteudo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. The post Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros appeared first on ESHOJE. http://eshoje.com.br/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Multimídia ESHOJE Estado: ES Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Vitória País: Tipo Veículo: Site


Clipping Ford EcoSport Titanium 1.5 AT sem estepe fica R$ 3 mil mais barato 8215929 - CARNOW - 20/04/2019

Com a chegada de mais um concorrente – o Volkswagen T-Cross – ao segmento de SUVs compactos, a Ford reduziu os preços de três versões do EcoSport. O maior desconto foi aplicado na recém-lançada configuração Titanium 1.5 automática, que tem como diferencial a ausência do estepe pendurado na tampa traseira: R$ 3 mil a menos que o valor de lançamento. +Teste: Ford EcoSport Titanium, sem estepe e com motor menor, se assume como SUV urbano A versão de entrada SE 1.5 teve redução de R$ 2.100, passando a custar a partir de R$ 76.890 na variante com câmbio manual. Já as configurações intermediária Freestyle e topo de linha Storm 2.0 4×4 não sofreram alterações. (veja abaixo os preços de toda a linha EcoSport). Distante dos SUVs compactos mais vendidos em 2019, o Ford EcoSport registrou 1.627 emplacamentos em abril, totalizando 9.244 unidades vendidas no acumulado do ano. Para efeito de comparação, o Jeep Renegade mantém a liderança provisória da categoria com 3.441 emplacamentos na parcial do mês e 19.110 unidades vendidas em 2019. Os dados são da Fenabrave. EcoSport SE 1.5 manual – R$ 76.890 (custava R$ 78.990) EcoSport SE 1.5 aut. – R$ 82.890 (custava R$ 84.990) EcoSport Freestyle 1.5 manual – R$ 85.890 (sem mudança) EcoSport Freestyle 1.5 aut. – R$ 91.890 (sem mudança) EcoSport Titanium 1.5 aut. – R$ 100.890 (R$ 103.890) EcoSport Storm 2.0 4×4 aut. – R$ 108.390 (sem mudança) Fotos: Divulgação O post Ford EcoSport Titanium 1.5 AT sem estepe fica R$ 3 mil mais barato apareceu primeiro em Carsale. Leia Mais. carnow View all posts by ? http://www.carnow.com.br/2019/04/20/ford-ecosport-titanium-1-5-at-sem-estepe-fica-r-3-milmais-barato/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: carnow Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215930 - ABC DO ABC - São Bernardo do Campo - SP - 20/04/2019

Trânsito na Avenida Paulista Crédito: ABCdoABC Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh.


Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes


pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. http://www.abcdoabc.com.br/brasil-mundo/noticia/carros-brasileiros-ficam-mais-segurosmais-caros-80076 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Bernardo do Campo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215933 - CORREIO BRAZILIENSE - Brasília - DF - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/04/20/internas_economia,7 50561/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215934 - LEIA JÁ - Recife - PE - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.leiaja.com/noticias/2019/04/20/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PE Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Recife País: Tipo Veículo: Site


Clipping Legislação e Rota 2030 fazem carros ficarem mais seguros e mais caros 8215935 - NOMINUTO.COM - Natal - RN - 20/04/2019

O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito –, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio.


Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” http://nominuto.com/noticias/economia/legislacao-e-rota-2030-fazem-carros-ficarem-maisseguros-e-mais-caros/184419/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RN Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Natal País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215936 - PORTAL NO AR - Natal - RN - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. https://portalnoar.com.br/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Por Cleide Silva Estado: RN Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Natal País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215937 - JORNAL DO COMMERCIO - Recife - PE - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Leia Também Venda de carros cresce 10% em janeiro Volkswagen faz recall para recomprar carros que foram vendidos sem registro de liberação Supremo prepara compra de carros blindados para ministros Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda.


A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver


quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. https://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2019/04/20/carrosbrasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros-376706.php Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Agência Estado Estado: PE Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Recife País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros - e mais caros 8215938 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro.


Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal


https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carros/noticia/8242444/carros-brasileirosficam-mais-seguros-e-mais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215939 - FOLHA DE VALINHOS - Valinhos - SP - 20/04/2019

São Paulo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh.


Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes


pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.folhadevalinhos.com.br/artigos/brasil-e-mundo/carros-brasileiros-ficam-maisseguros-e-mais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Valinhos País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215940 - ÉPOCA NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo."Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de US$ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (exTakata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado.


Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo.Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática. O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2019/04/epoca-negocios-carrosbrasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215941 - DIÁRIO DO JARAGUÁ - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." https://www.diariodajaragua.com.br/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros/446900/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Alerta do Google - Varejo 8215946 - BLOG ANTONIO CARLOS MEDEIROS - 20/04/2019

Varejo Atualização assim que ocorre ? 20 de abril de 2019 NOTÍCIAS Usados: Fiat Weekend resiste ao extermínio das peruas Hoje em Dia A Weekend segue como o modelo mais popular no varejo de usados. Segundo a Fenabrave, a média de transferências da perua gira em torno de 6 ... Sinalizar como irrelevante Você recebeu este e-mail porque se inscreveu nos Alertas do Google. Cancelar inscrição Receber este alerta como feed RSS Feedback sobre o Google+ http://antoniocarlosmedeiros.blogspot.com/2019/04/alerta-do-google-varejo_607.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Antonio Carlos Medeiros Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215947 - PORTAL DO HOLANDA - Manaus - AM - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.portaldoholanda.com.br/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AM Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Manaus País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215948 - THE WORLD NEWS (UCRÂNIA) - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://theworldnews.net/br-news/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215949 - TRIBUNA DO AGRESTE - Arapiraca - AL - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadoagreste.com.br/2019/04/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Arapiraca País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215950 - TRIBUNA DO SERTÃO - Palmeira dos Índios - AL - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadosertao.com.br/2019/04/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Palmeira dos Índios País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215951 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-emais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215952 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.istoedinheiro.com.br/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215953 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=332833&t=Carros+brasileiros+ficam+mais+s eguros+e+mais+caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Guarulhos País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215954 - METRO NEWS - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://metronews.com.br/eeconomia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215955 - OP9 - 20/04/2019

Rovena Rosa/Agência Brasil Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Leia mais Grupos de caminhoneiros decidem por paralisação no dia 29 Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda.


A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro).


O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S Paulo. https://www.op9.com.br/br/noticias/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215957 - A TARDE - Salvador - BA - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/2053021-carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-emais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Salvador País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215958 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://istoe.com.br/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215959 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 20/04/2019

Economia 20/04/2019 às 08:58 - por Estadao Conteudo Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh.


Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes


pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Toledo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215960 - MEON - São José dos Campos - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.meon.com.br/noticias/nacional/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São José dos Campos País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215962 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/04/20/internas_economia,1047641/carros -brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215963 - DIÁRIO DO SUDOESTE - Pato Branco - PR - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodosudoeste.com.br/noticia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Pato Branco País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215964 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 20/04/2019

20/04/2019 | 08:58 Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras.


Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato.


Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dgabc.com.br/Noticia/3042287/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215965 - DCI - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dci.com.br/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros1.795876 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215974 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.acritica.net/editorias/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros/373643/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Campo Grande País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215975 - MIX VALE - 20/04/2019

Últimas Notícias Publicado por Estadão Conteúdo Posted on 20 de abril de 2019 Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só


pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro).


O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Cleide Silva Estadao Conteudo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. https://www.mixvale.com.br/2019/04/20/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215976 - TAROBANEWS - Curitiba - PR - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://tarobanews.com/noticias/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros-6qpog.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215977 - TRIBUNA DO INTERIOR - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tribunadointerior.com.br/noticia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: - por Estadao Conteudo Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215978 - UOL - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ? 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/04/20/carros-brasileiros-ficammais-seguros-e-mais-caros.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Autopeças começam o ano com alta de 8,2% - Jornal Brasil Peças 8215979 - BRASIL PEÇAS - Rio de Janeiro - RJ - 20/04/2019

Conforme relatório divulgado pelo Sindipeças em março, as fabricantes de autopeças instaladas no Brasil começaram 2019 faturando 8,2% a mais que no mesmo período do ano passado. A variação acumulada nos últimos 12 meses revela alta ainda maior, de 15,6%. O fornecimento para as montadoras em janeiro cresceu 9,2% e representa 63% dos negócios. Os números foram divulgados pelo Sindipeças, entidade que reúne fabricantes do setor. As exportações avançaram 5% quando analisadas na moeda brasileira, mas caíram 9,9% em dólares. Ainda assim as vendas externas mantêm parcela significativa do faturamento, 18,3%. Os negócios com o mercado de reposição avançaram 4% e detêm 14% das vendas do segmento. O maior crescimento em janeiro, 22,2%, ocorreu nas vendas intrassetoriais, aquelas entre os fabricantes do próprio setor, mas sua participação é de apenas 4,3% no faturamento total. Os empregos na indústria de autopeças tiveram variação positiva de 7,5% nos últimos 12 meses e a utilização da capacidade instalada em janeiro foi de 67%, a mesma de janeiro de 2018. Tende a crescer de cinco a sete pontos porcentuais na análise de fevereiro. Relacionado admin2 http://www.jornalbrasilpecas.com.br Sem categoria Últimas Notícias ônibus a energia renovável pode ser obrigatório admin2 Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 11084/18, do deputado Beto Rosado (PP-RN), que obriga os municípios a terem, pelo menos, um ônibus movido a energia renovável. O texto inclui a obrigatoriedade como uma diretriz para contratação de serviço de transporte público coletivo na Lei 12.587/12, que institui as diretrizes da Política Nacional […] Últimas Notícias Tomadas de força e bombas hidráulicas da EATON mais completas 28/06/2018 admin2 Com o objetivo de contribuir para a eficiência dos veículos que utilizam implementos com movimentação, a EATON lança uma nova linha de Tomadas de Força para caixas de câmbio. Agora, além de cobrir as transmissões fabricadas pela própria empresa, o portfólio é composto por tomadas de força para transmissões de outros fabricantes. Outra novidade é […] Últimas Notícias É hora de alavancar a certificação de oficinas 29/06/2018 admin2 A certificação de oficinas ainda é bastante tímida no Brasil, sobretudo se comparada à de fornecedoras para a indústria automobilística. Isso muito se deve à condição de voluntariedade, que reduz a certificação a um custo, embora seja investimento, que gera diminuição de desperdício, agilidade no processo e ganhos de produtividade, premissas para deixar de perder […] https://jornalbrasilpecas.com.br/2019/04/20/fabricantes-de-autopecas-instaladas-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ

Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País:


Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215980 - MASSA NEWS - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://massanews.com/noticias/economia/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros-LoyrG.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215981 - DIÁRIO DE NOTICIAS - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. "O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. "Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não", diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. "Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria", diz Cardamone. "Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%." Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.diariodenoticias.com.br/economia/246851/carros-brasileiros-ficam-mais-segurose-mais-caros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros - Aqui Notícias 8215982 - AQUI NOTÍCIAS - 19/04/2019

COMPARTILHE Por Estadão 0 Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. Ver mais A multinacional inglesa SSP, uma das maiores operadoras de restaurantes e lojas de alimentação... A deterioração das contas dos Estados e municípios levou à piora do déficit estrutural... O comitê do Partido Comunista da China disse nesta sexta-feira, 19, que a despeito... O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Continua depois da publicidade Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda


não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura.


Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Cleide Silva Estadao Conteudo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. Publicidade https://www.aquinoticias.com/2019/04/20190420120405-carros-brasileiros-ficam-maisseguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8215983 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. PUBLICIDADE O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras.


Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato.


Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhadaregiao.com.br/2019/04/20/Carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-maiscaros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Araçatuba País: Tipo Veículo: Site


Clipping Usados: Fiat Weekend resiste ao extermínio das peruas 8215991 - HOJE EM DIA - Belo Horizonte - MG - 20/04/2019

As peruas tiveram seus dias de glória no mercado brasileiro. Antes da epidemia dos utilitários-esportivos (SUV’s), figuraram como as opções mais versáteis do mercado. Espaçosas e com volume de bagageiro imbatível, eram as melhores opções para quem buscava um automóvel familiar e prático. Mas o primeiro ataque veio com os monovolumes, ainda nos anos 1990. E no início dos anos 2000, jipinhos compactos como EcoSport e Tucson atingiram em cheio as peruas, que começaram a minguar. Atualmente, a Fiat Weekend caminha praticamente sozinha no mercado. As outras opções se resumem a modelos importados, com preços que superam os SUV’s de luxo. Mas a peruinha italiana também não é barata. A Fiat oferece apenas duas versões em seu portfólio. A opção mais barata, Attractive 1.4, parte de R$ 64 mil, enquanto a Adventure 1.8, não sai por menos de R$ 83 mil. Daí quem precisa de espaço interno e não pode gastar tanto precisa mirar numa unidade de segunda mão. A Weekend segue como o modelo mais popular no varejo de usados. Segundo a Fenabrave, a média de transferências da perua gira em torno de 6 mil unidades mensais. Segundo a Fipe, as avaliações da Weekend variam de R$ 9.600 a R$ 63,3 mil. Vale lembrar que estamos falando de um modelo que está na ativa desde 1998, com a mesma carroceria e que já teve pelo menos cinco opções de motores e inúmeras versões. Opção Para facilitar a escolha de quem busca um bagageiro, não faz questão do estilo aventureiro da Adventure e também não pode investir grandes somas, uma opção é apostar na versão Attractive 1.4 (de 86 cv), com até quatro anos de uso. Segundo a Fipe, esse carro (ano 2015) está avaliado em R$ 32,4 mil. No varejo de usados os preços variam de R$ 26 mil a R$ 37 mil. Muito em função do estado de conservação e também dos itens opcionais, que podem valorizar na hora da revenda, como ar-condicionado, vidros traseiros elétricos e rádio com CD/MP3. O básico de série é direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, computador de bordo e faróis de neblina. Apesar do bom espaço interno, manutenção barata e consumo comedido, na casa dos 10 km/l (com gasolina, na cidade), é preciso saber que o Weekend é um carro defasado e com acabamento pobre. No entanto, é uma opção acessível para quem precisa de muito espaço para bagagem. Assista também! https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/usados-fiat-weekend-resiste-aoexterm%C3%ADnio-das-peruas-1.708318 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping Avaliação: No reino dos sete lugares o Chevrolet Spin é soberano 8215992 - REVISTA PUBLIRACING - 19/04/2019

Recebemos para alguns dias de teste um veículo que foi o maior lançamento (atualização) da marca Chevrolet em 2018 no Brasil. Um modelo que tem seu espaço importante no mercado brasileiro, principalmente como proposta destinada a famílias numerosas que necessitam de uma opção de veículo com sete lugares, ou ainda como objeto de desejo para muitos dos profissionais espalhados pelo país que trabalham com o transporte de passageiros. A razão é, principalmente, seu generoso e praticamente inigualável espaço para bagagens no porta-malas, se utilizado na versão de cinco lugares, ótimo para permitir o transporte de volumosas malas de viagem, o que ocorre com frequência especialmente com taxistas que tenham como origem e destino importantes aeroportos internacionais. Num levantamento realizado pela Revista Publiracing dois anos atrás, 60% das preferencias destes profissionais do volante era, naquele momento, para o modelo que falaremos hoje, o Chevrolet Spin na versão Activ, a mais completa e atraente de todas elas. O espaço é um de seus argumentos mais fortes, com 4.415 (mm) de comprimento, 1.764 (mm) de largura ou 1.953 (mm) com os espelhos retrovisores, 1.689 (mm) de altura e ainda 2.620 (mm) de entre eixos. A nova minivan da Chevrolet mudou principalmente na frente, que incorpora agora a identidade atualizada da marca norte americana. São destaques os novos faróis e lanternas traseiras, bem como a característica grade frontal preta com o inevitável friso cromado que contorna a peça e leva ao centro, onde fica posicionado de forma evidente o logo da marca. Os faróis de neblina são envolvidos por molduras plásticas de cor escura que fazem parte do para choques, que além a cor do veículo, e do preto, tem ainda, detalhes em prata brilhante. O plástico preto, além de ser preponderante também na traseira do Spin, contorna toda a parte inferior do veículo, passando pela caixa das rodas, com peças adicionais protegendo as portas, no que é uma solução comum para dar aquele ar de exclusividade a algumas versões, especialmente as mais “aventureiras”. Ainda destaque para as maçanetas das portas que são na cor da carroceria, os espelhos retrovisores externos, elétricos e na cor preta brilhante, as barras de teto longitudinais, e as rodas de 16“ em alumínio, exclusivas da versão Activ e onde são instalados pneus de medida 205/60 R16. Já no interior o destaque é naturalmente o espaço. Como referido o Spin nesta versão Activ é vendido em duas configurações de cinco ou sete lugares, com vantagens em cada uma das opções. Se optando pela versão de cinco lugares sobram 710 L de volume no portamalas, ou a possibilidade de escolher a opção de 7 lugares, já vocacionada para atender famílias numerosas e onde a modularidade permite baixar a terceira fila para quando ela não é necessária. Em conforto, tecnologia e conectividade a Chevrolet entrega os principais itens disponibilizados na faixa de preço anunciado pata a versão, R$ 88.590. São bancos em tecido exclusivos da versão e de boa ergonomia, e onde o destaque é o bordado na cor da carroceria com o logo da versão estampado nos bancos. A segunda fileira é corrediça, bipartida e rebatível, e ainda a terceira fila, que também permite rebatimento quando não utilizada, disponibilizando a totalidade do volumoso e já mencionado porta-malas. Para situações extremas, rebatendo também a segunda fileira, o volume vai de 952 L a 1.608 L, e se utilizado todo o espaço disponibilizado. Por isso mesmo o Spin é o modelo mais utilizado na atualidade em frotas de táxis e prefeituras para o transporte de passageiros que utilizam cadeira de rodas. Como argumentos para justificar os quase 90 mil reais, a versão Activ vem com alerta de pressão dos pneus, ar condicionado, vidros elétricos em todas as portas com acionamento por "um toque", anti esmagamento, e fechamento e abertura automático pela chave, maçanetas internas cromadas, sensor de estacionamento traseiro, controlador de velocidade de cruzeiro, cintos de segurança de 3 pontos e encostos de cabeça nas cinco posições, com fixação de cadeiras para crianças "Isofix e Top Tether". Ainda podemos referir a câmera de ré, o sensor de chuva com ajuste automático de intensidade, acendimento automático dos faróis através de sensor crepuscular, e por último, limpador e lavador elétrico do vidro traseiro de serie em todas as versões do modelo. Já a central multimídia vem com o Chevrolet MyLink, disponibilizado através da tela LCD sensível ao toque de 7", integração com smartphones através do Android Auto e Apple CarPlay, radio AM-FM, entradas USB e Aux-in, conexão via Bluetooth e sendo um Chevrolet não podia faltar o exclusivo sistema da marca, OnStar. O sistema de áudio é distribuído através de quatro alto falantes e também evoluiu em qualidade em relação à geração


anterior do modelo, algo fundamental para quem apela para o bem estar interno como argumento. Com espaço generoso para os cinco passageiros, e as normais limitações na terceira fila, ele no entanto, permite o transporte de passageiros de envergadura maior sem o aperto natural de joelhos em relação aos bancos da frente e distância da cabeça em relação ao teto. Afinal espaço é seu principal cartão de visita. Antecipando nosso teste dinâmico, destacamos negativamente a ausência do hoje em dia imprescindível, controle de estabilidade, bem como o nível básico de proteção em airbags, com apenas duas bolsas frontais. O motor é o conhecido 4 cilindros em linha, 1.8 Flex de 8 válvulas, capaz e entregar com gasolina 106 cv a 5200 rpm, ou 111 cv com etanol, potência máxima disponibilizada também nas 5200 rpm. Já o torque anunciado pela marca é de 16,8 mkgf na gasolina nas 2800 rpm ou 17,7 mkgf um pouco mais cedo a 2600 rpm, quando abastecido com etanol. Desde os primeiros quilômetros ficou claro que ouve um ajuste no casamento do motor com o câmbio automático de 6 velocidades, agora com um crescimento mais linear, privilegiando o conforto com passagens de marcha mais suaves e corretas, especialmente quando comparamos com o modelo anterior testado por nós em 2017, ouve aqui nitidamente uma evolução. No entanto o motor poderia ter dado um passo em frente, e com o carro pesado fica difícil, e até mesmo arriscado, realizar manobras como retomadas e ultrapassagens mais exigentes. É claro que no dia a dia da cidade ele ganhou conforto e até mesmo dinamismo, está mais ágil e de respostas mais rápidas, no entanto, seu nível de consumo ainda continua distante do ideal, com média em nosso circuito misto de 7,6 km/l, muito especialmente se considerarmos que 90% do teste foi realizado com apenas uma ou duas pessoas no seu interior, exigindo assim visitas mais regulares ao posto para abastecer os 53L de combustível do tanque. Aproveitamos para referir que o Spin repetiu o ótimo posicionamento do condutor, que encontra facilmente uma posição confortável para dirigir, com boa visibilidade e assim interpretar corretamente as reações da Minivan. A suspensão, independente na frente do tipo MacPherson, e eixo de torção na traseira, privilegia o conforto e a absorção das irregularidades, mas exigindo cuidado especial em curvas realizadas em velocidades mais elevadas ou até mesmo com correções mais bruscas, reação provocada pelo elevado centro de gravidade e alguma excessiva suavidade, o que acaba por entregar uma tendência para a inclinação da carroceria o que com a ausência do controle de estabilidade alerta para o fato de ter cuidados acrescidos quando a necessidade em termos de velocidade for maior. A direção é de assistência elétrica e progressiva e sempre se mostrou honesta nas reações. Já que falamos de direção, referência para o volante, que tem ótima textura e espessura, e vem com controle das funções do rádio, telefone e piloto automático. Outra questão que ainda requer evolução é a proliferação de peças plásticas no interior, que apesar do acabamento cuidado e solidez bem interessante, este tipo de material acaba inevitavelmente com o tempo por acelerar o surgimento de ruídos desagradáveis no interior do nosso Spin. Em termos dinâmicos ainda uma referencia para os freios, que são de disco na frente e tambor atrás, e em nosso teste sempre se mostraram eficientes, até mesmo porque o modelo não é um veículo para grandes aventuras esportivas como mostra a conclusão de nosso teste. Conclusão do editor – Como rei e senhor de um segmento muito especifico, é elogiável a atitude da Chevrolet de não deixar órfão o cliente que necessita deste perfil de veiculo. Se em fevereiro foram 1134 unidades comercializadas, já em março esse número praticamente dobrou, e cresceu para 2037, o que permitiu um acumulado nos três primeiros meses do ano de 5141 unidades emplacadas (dados Fenabrave), com especial referência para a mais atraente de todas elas, a Activ, alvo de nossa matéria. Como referido ele é um veículo para quem necessita de espaço mais generoso no portamalas ou ainda da opção dos dois lugares extras na versão L7 testado por nós. Uma versatilidade que agrada ao mercado, útil para muitas famílias e principalmente para quem trabalha com transporte de passageiros. Sem grandes pretensões em termos de esportividade, é muito mais uma receita equilibrada para viagens serenas, tranquilas e confortáveis, com bom espaço interno e entregando os principais itens do momento, nesta faixa de preço, em termos de tecnologia e conectividade. A segurança foi deixada um pouco de lado, e o nível básico de airbags e ausência do controle de estabilidade pode condicionar na decisão de quem tenha esse fator como decisivo no momento da compra. No entanto se atento no dia a dia as limitações aqui apresentadas, e o fato da Minivan Spin estar esteticamente bem mais atualizada e atraente, ela deve ser considerada para ocupar um espaço em sua garagem, claro, se você se enquadrar no perfil de cliente descrito em nosso teste. Fotos: Revista Publiracing e Chevrolet/Divulgação


Avaliação: Chevrolet Spin Activ L7 Design 7 Espaço e Conforto 8 Conectividade e Tecnologia 7 Acabamento 7 Motor / Consumo 6 Transmissão 7 Suspensão 6 Direção 7 Freios 7 Segurança e Auxílios 6 Total 68 https://www.revistapubliracing.com.br/single-post/2019/04/19/Avalia%C3%A7%C3%A3o-Noreino-dos-sete-lugares-o-Chevrolet-Spin-%C3%A9-soberano Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Artur Semedo / Revista Publiracing e-mail: artursemedo@revistapubliracing.com.br Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Hyundai HB20 alcança marca de 1 milhão de unidades vendidas no Brasil | Mundo do Automóvel para PCD 8215993 - MUNDO DO AUTOMÓVEL - 19/04/2019

A Hyundai Motor Brasil comemora a comercialização do milionésimo HB20 no País. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na manhã de hoje, na sede da HMB Sevec, na capital paranaense. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Na ocasião, a milionésima cliente recebeu ainda uma mensagem do primeiro comprador do HB20, o publicitário Rodrigo Pessoti, o Digão, que adquiriu seu veículo em 10 de outubro de 2012, data que marcou o início das vendas do modelo no Brasil. ? Nova geração do Hyundai HB20 chega em 2019 ? Salão de Xangai: Versão chinesa do Hyundai Creta é apresentada ? Hyundai Venue é revelado nos EUA e poderá vir para o Brasil Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. ? Facebook- Mundo do Automóvel para PCD ? Instagram – Mundo do Automóvel para PCD ? Youtube – Mundo do Automóvel para PCD https://mundodoautomovelparapcd.com.br/hyundai-hb20-alcanca-marca-de-1-milhao-deunidades-vendidas-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Hyundai atinge a marca de 1 milhão de veículos HB20 vendidos no Brasil 8215994 - TOP SECTOR - 19/04/2019

A Hyundai Motor Brasil comemorou na última quarta-feira (17) a comercialização do milionésimo HB20 no País. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). “Saí de casa para pesquisar diversos modelos além do HB20, porém, ao realizar o test-drive tive a certeza de que era a melhor opção. O design e a ótima dirigibilidade, aliados à garantia de cinco anos e às revisões com preço fixo, foram fatores decisivos para a compra”, afirma Carolina. "Hoje saio de carro novo, como a milionésima cliente de HB20, fazendo parte da história da Hyundai. Espero permanecer na marca por muito tempo”, completa. A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na sede da HMB Sevec, na capital paranaense. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Na ocasião, a milionésima cliente recebeu ainda uma mensagem do primeiro comprador do HB20, o publicitário Rodrigo Pessoti, o Digão, que adquiriu seu veículo em 10 de outubro de 2012, data que marcou o início das vendas do modelo no Brasil. “Tenho uma relação excelente com a Hyundai há sete anos, que vai além do vínculo de consumidor e empresa. Parabéns pelo feito e aproveite bastante o carro, que é excelente”. “A história da Carolina se junta às milhares de histórias que a Hyundai ajudou a escrever nestes sete anos, que fizeram do HB20 não somente um dos carros mais vendidos do País, mas também um dos mais amados”, afirma Jan Telecki, gerente geral de Marketing da Hyundai Motor Brasil. “Além disso, reforça a essência da marca, que se traduz na melhor experiência para o cliente. Foi o excelente atendimento da consultora de vendas Valéria Veiga, seguido pelo test-drive bem conduzido, que possibilitou esta celebração”. Parte do Grupo Servopa, um dos maiores e mais tradicionais do País, a HMB Sevec é representante da marca sul-coreana desde 2012, ano da chegada da Hyundai ao Brasil, operando duas unidades no estado do Paraná e quatro, no Rio Grande do Sul. Recentemente, a concessionária localizada na Mal. Floriano Peixoto, no bairro Parolin, em Curitiba, celebrou a modernização de suas instalações, que agora seguem o padrão global de arquitetura da marca Hyundai. Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. Jan Telecki, gerente geral de Marketing da Hyundai Motor Brasil (à esquerda), e Fábio Zago, gerente de marcas do Grupo Sevec (à direita), entregam as chaves e a placa comemorativa do HB20 de número 1 milhão para a cliente Carolina Camargo de Oliveira (ao centro). http://www.topsector.com.br/2019/04/hyundai-atinge-marca-de-1-milhao-de.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Legislação e Rota 2030 fazem carros ficarem mais seguros e mais caros 8215996 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito –, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,legislacao-e-rota-2030-fazem-carros-ficaremmais-seguros-e-mais-caros,70002797270 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva, O Estado de S. Paulo Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Legislação e Rota 2030 fazem carros ficarem mais seguros e mais caros 8215997 - TERRA - São Paulo - SP - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. "Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido", diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. "Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo." https://www.terra.com.br/economia/legislacao-e-rota-2030-fazem-carros-ficarem-maisseguros-e-mais-caros,beeaa2af69085f047eb127f1548ff2d3uq2aimwr.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Hyundai atinge a marca de 1 milhão de veículos HB20 vendidos no País 8215999 - SINCOPEÇAS - 20/04/2019

HB20 de número 1 milhão foi entregue na manhã desta quarta-feira (17) para a professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, em Curitiba (PR) A Hyundai Motor Brasil comemora nesta quarta-feira (17) a comercialização do milionésimo HB20 no País. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). “Saí de casa para pesquisar diversos modelos além do HB20, porém, ao realizar o test-drive tive a certeza de que era a melhor opção. O design e a ótima dirigibilidade, aliados à garantia de cinco anos e às revisões com preço fixo, foram fatores decisivos para a compra”, afirma Carolina. "Hoje saio de carro novo, como a milionésima cliente de HB20, fazendo parte da história da Hyundai. Espero permanecer na marca por muito tempo”, completa. A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na manhã de hoje, na sede da HMB Sevec, na capital paranaense. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Na ocasião, a milionésima cliente recebeu ainda uma mensagem do primeiro comprador do HB20, o publicitário Rodrigo Pessoti, o Digão, que adquiriu seu veículo em 10 de outubro de 2012, data que marcou o início das vendas do modelo no Brasil. “Tenho uma relação excelente com a Hyundai há sete anos, que vai além do vínculo de consumidor e empresa. Parabéns pelo feito e aproveite bastante o carro, que é excelente”. “A história da Carolina se junta às milhares de histórias que a Hyundai ajudou a escrever nestes sete anos, que fizeram do HB20 não somente um dos carros mais vendidos do País, mas também um dos mais amados”, afirma Jan Telecki, gerente geral de Marketing da Hyundai Motor Brasil. “Além disso, reforça a essência da marca, que se traduz na melhor experiência para o cliente. Foi o excelente atendimento da consultora de vendas Valéria Veiga, seguido pelo test-drive bem conduzido, que possibilitou esta celebração”. Parte do Grupo Servopa, um dos maiores e mais tradicionais do País, a HMB Sevec é representante da marca sul-coreana desde 2012, ano da chegada da Hyundai ao Brasil, operando duas unidades no estado do Paraná e quatro, no Rio Grande do Sul. Recentemente, a concessionária localizada na Mal. Floriano Peixoto, no bairro Parolin, em Curitiba, celebrou a modernização de suas instalações, que agora seguem o padrão global de arquitetura da marca Hyundai. Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. Para baixar o vídeo com a mensagem do Digão, primeiro comprador do HB20, clique aqui. Sobre a Hyundai Motor Brasil A Hyundai Motor Brasil está presente no País desde 2012, quando inaugurou sua fábrica em Piracicaba (SP), com investimento de US$ 700 milhões. Com capacidade produtiva de até 180 mil carros por ano, operando em três turnos, a montadora conta com 2,7 mil colaboradores e é responsável pela fabricação e comercialização da família de veículos desenvolvida especialmente para o consumidor brasileiro, composta pelo HB20, HB20X, HB20S e HB20 R spec. Em 2017, iniciou a produção nacional do SUV compacto Hyundai Creta em versão exclusiva para o Brasil, com aporte adicional de US$ 130 milhões. Para saber mais sobre a Hyundai Motor Brasil e seus produtos, acesse www.hyundai.com.br. Acompanhe também o dia a dia da marca nas redes sociais – Facebook (www.facebook.com/hyundaibr) e Instagram (www.instagram.com/hyundaibr) – e em nosso canal no YouTube (www.youtube.com/hyundaibr). Sobre a Hyundai Motor Company


Fundada em 1967, a Hyundai Motor Company está comprometida em tornar-se um parceiro automotivo por toda a vida e muito mais. A empresa integra o Hyundai Motor Group, um grupo inovador, capaz de movimentar riquezas que vão desde o aço bruto até os veículos acabados. A Hyundai Motor Company tem oito unidades fabris e sete centros técnicos e de design ao redor do mundo e em 2017 comercializou 4,5 milhões de veículos globalmente. Com mais de 110 mil funcionários no mundo todo, a Hyundai Motor Company continua aprimorando o seu portfólio de produtos com modelos criados com exclusividade para cada mercado e está empenhada em consolidar soluções em tecnologias verdes, a começar pelo pioneirismo global na produção em escala de um veículo movido a hidrogênio e do IONIQ, primeiro carro elétrico do mundo com três opções de motorização. Mais informações sobre a Hyundai Motor Company e seus produtos podem ser encontradas no http://worldwide.hyundai.com ou http://globalpr.hyundai.com Informações para a imprensa: Ketchum-Interfuse Karina Craveiro karina.craveiro@ketchum-interfuse.com.br (11) 5090-8900 R.: 8898 Rafael Simões rafael.simoes@ketchum-interfuse.com.br (11) 5090-8900 R.: 8917 Relações Públicas e Imprensa Hyundai Motor Brasil Thais Nunes thais.nunes@hyundai-brasil.com (11) 5186-7552 http://portaldaautopeca.com.br/hyundai-atinge-marca-de-1-milhao-de-veiculos-hb20vendidos-no-pais/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Dicas seguras para venda e compra de carros em 2019 8216000 - MIX VALE - 20/04/2019

Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 20 de abril de 2019 Dicas seguras para venda e compra de carros em 2019. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;


No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/04/20/dicas-seguras-para-venda-e-compra-de-carros-em2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping IPO VAMOS (VAMO3) …. EAÍ, BORA? FOI? PARTIU? 8216003 - BUGG ANÁLISES ECONÔMICAS E DE INVESTIMENTOS - Porto Alegre - RS - 18/04/2019

Sim eu sei, poderia ser mais criativo, mas com esse nome não tem como não fazer trocadalhos…sorry. Deixando a criatividade de lado, como sempre vou ser direto colocando a MINHA OPINIÃO AQUI com o vídeo resumo abaixo: Vou entrar na oferta dando o bid máximo no ponto médio do range. Traduzindo: vou participar somente se o preço for menor ou igual a R$ 19,00/ação. Mais que isso não pago. 4 Pontos que sustentam essa decisão: Modelo de negócio. Penso que a Vamos tem um modelo de negócios bem definido e que funciona bem. A lógica é a mesma das locadoras como Localiza e Movida, só que no caso da Vamos para caminhões. Os caras compram uma porrada de caminhões conseguindo barganhar desconto bom com as montadoras; para pagar essa aquisição eles tomam dinheiro emprestado com condições melhores que um caminhoneiro teria na hora de comprar um caminhão, logo o juro é beeemm menor; depois colocam o caminhão para rodar por 5 anos com um contrato que garante um aluguel que paga o financiamento, os custos e despesas pra rodar esse negócio e gerar algum lucro; e no final dos 5 anos vendem esse caminhão usado com uma rede de revendas que ajuda a agregar a margem final. Em suma eles conseguem utilizar muito bem o ativo caminhão e extrair um retorno decente nas diferentes linhas de negócios. Business decente. Esse é um negócio que não é fácil e da trabalho. Analisando sob a ótica de Porter, eu diria que esse é um negócio decente. É possível que hajam novos entrantes e a concorrência de modelos de transportes diferentes, entretanto, o Brasil é predominantemente rodoviário em seu modelo de transporte e a Vamos praticamente “criou” esse mercado de aluguel de caminhões e hoje tem um share de mais de 50% nisso, o que dificulta a entrada de outros agentes. Bom poder de barganha com fornecedores e clientes completam a análise. Dá trabalho comprar, alugar e revender um monte de caminhão, mas so far so good, não por acaso a empresa vem conseguindo ter margem de lucro de 12%, um ROE acima de custo de capital e crescimento. Abaixo um quadro resumo com as principais linhas e o que penso que poderia ser suas receitas, Ebitda e Lucro para 2019. Preço. Pensando em termos de valuation com contratos de 5 anos a estabilidade do fluxo de caixa é algo que deve ser considerado. Isso aliado as oportunidades de crescimento me fazem crer que ela é sim uma empresa que pode seguir crescendo a taxas de 2 dígitos pelos próximos anos. No proprio prospecto eles comentam que já tem um backlog contratado (receita futura) de R$ 1,787 BI Dito isso, considerando o meio do range (R$ 19,00) vejo o ativo negociando a 5,8x EV/Ebitda pra 2019 e 5x para 2020; um P/L de 16x 2019E e 13x 2020E. Considerando esses preços vejo um upside aí de uns 50% lá pro final de 2020. Acho decente. Governança. Sei do risco do controlador…sei que existem alguns receios quanto a postura da JSL…sei que parte relevante da oferta é de uma oferta secundária na qual o controlador está vendendo 49% da empresa e embolsando os recursos da oferta…sei que outra parte da oferta vai para pagar dividendos ao controlador…sei de tudo isso. Logo sei que a governança é no mínimo questionável. Mas será que a da Petrobras não é? Será que da Eletrobras não é? Cases recentes como Qualicorp e Smiles também mostram que governança no Brasil não é das melhores anyway. Se for excluir e ser bem criterioso quantas empresas sobrariam para investir? Enfim, então apesar dos pontos negativos que citei logo acima, penso que vale o risco. E pra acabar eu lembro: essa é a MINHA decisão e não é recomendação alguma…apenas divido o que faço com o meu dinheiro e SEMPRE posso estar errado nas minhas análises. OUTRAS OPINIÕES Mas acho importante conversar e dar espaço a opiniões diferentes, por isso, deixo aqui a visão de 2 pessoas que assim como eu, vivem o mercado…que de fato colocam ou não grana a partir de suas decisões de investimento. Breno Bonani Breno é analista da Valor Gestora de Recursos e um entusiasta do value investing e do conhecimento. Escreve a Buggpedia e já investe há alguns anos. Começou cedo e digo em questão de tempo será milionário!


Vi muitas coisas boas no setor e principalmente na companhia. Apresentou bons números nos últimos anos, possui fortes marcas como a Volkswagen/Man e recentemente fez a aquisição da totalidade do capital social da “Borgato” que atua nos segmentos de máquinas e equipamentos com uma marca “Top of Mind” chamada Valtra. Além disso, dados da ANFAVEA mostram que o setor de seminovos é 3x maior que o de “0km” nos últimos 8 anos. E os dados da FENABRAVE apontam para um crescimento de 15% para o setor neste ano. Porém, mesmo de ter gostado muito do setor e achar ele mais rentável que o aluguel de carros, vou optar por ficar de fora. Veja bem, primeiro que cerca de 75% do dinheiro levantado do IPO vai para a controladora (via oferta secundária e dividendos), o que não me deixou tão animado. O certo seria ir mais dinheiro para VAMOS para operacionalizar ela melhor, fazer mais investimentos e possivelmente amortizar parte da dívida que soma quase 1bi até 2024 (ao custo médio 9,1%, daria para melhorar isso). Fiz um “valuation de padaria” por múltiplos, usando companhia abertas dos EUA (sim acabo enviesando por conta de ser outra infra nos EUA, outro valor de aluguel, outra jurisdição e etc.), mas mesmo jogando um pouco para cima ainda não me atraiu. Cristiane Fensterseifer A Cris é analista com alguns bons anos de Geração Futuro e Brasil Plural. Atualmente ela tem um site muito bom com muito conteúdo gratuito que vocês deveriam seguir. Link para o post completo dela sobre VAMO3: AQUI. Conversei com a Cris e ela me disse que não vai investir, mas vai monitorar a empresa de perto após o IPO pois gostou do case. A Cris ressalta que a empresa vem crescendo bem, domina esse mercado que ela praticamente inventou (aluguel de caminhões) e tem bons contratos. No entanto, a estrutura do IPO que aloca recursos para o controlador é um ponto negativo. Acessem o site dela pra ter a opinião completa: INVEST10. ALGUNS DESTAQUES DO PROSPECTO (by Breno Bonani) PONTOS POSITIVOS: 20 anos no segmento, tendo como controladora a JSL. Rede concessionárias de caminhões e ônibus da Volkswagen/Man (Total de market share de 28,1% de acordo com a Fenabrave em 2017), rede de lojas de seminovos, além do portfólio de locação de caminhões, máquinas e equipamentos (sem operador). Principal serviço do business é locação de caminhões com contratos de 5 anos, multa de 50% em caso de rompimento e reajustes programados pela inflação. Locação de caminhões responde por 95% do EBITDA em 2018, além de alguns serviços adicionais. Adquiriram todo capital social da “Borgato” que atua nos segmentos de locação de comercialização de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas da marca Valtra (Top of mind quando pesquisamos sobre esse segmento, com 17% de market share no segmento de tratores em 2017). Aumento de 20%+ a.a. no número de clientes nos últimos 2 anos. Dados da ANFAVEA que mostraram que a venda de caminhões seminovos é 3x maior que o volume de vendas de 0km nos últimos 8 anos. Setor realmente vem crescendo de maneira interessante, expectativa da FENABRAVE é que em 2019º crescimento nas vendas seja de 15,4%. PONTOS NEGATIVOS Acionista controlador já está vendendo (parte da oferta é secundária). Outra parte dos recursos serão destinados ao pagamento de dividendos já declarados para os atuais controladores. Dívida Líquida/EBITDA pós oferta vai para 2,7x que não pode ser considerada baixa. Empresa intensiva em investimentos e alavancagem. AS INFORMAÇÕES COMPLETAS SOBRE A EMPRESA, DESTINAÇÃO DOS RECURSOS, PRAZOS E DATAS DA OFERTA VOCÊ ENCONTRA NO PROSPECTO PRELIMINAR QUE PODE SER ACESSADO NO LINK ABAIXO LINK PARA O PROSPECTO PRELIMINAR. Era isso. Aquele Abs. Twitter: @willcastroalves / Youtube: Willcastroalves Instagram: @willcastroalves / Facebook: William Castro Alves The post IPO VAMOS (VAMO3) …. EAÍ, BORA? FOI? PARTIU? appeared first on BUGG. http://bugg.com.br/2019/04/18/ipo-vamos-eai-bora/ Ficha Técnica


Empresa: FENABRAVE Autor: William Alves Estado: RS Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Próxima geração da versão sedã do Onix chega ao mercado neste ano 8216004 - O TEMPO - Belo Horizonte - MG - 19/04/2019

Aos poucos, a Chevrolet vai revelando um de seus mais significativos lançamentos do ano, que, muito provavelmente, atenderá por Onix sedã, mas, do conhecido irmão com carroceria hatch, herda pouco mais que do que o nome. A montadora norte-americana reuniu, no último dia 11, um grupo de jornalistas especializados, em seu Campo de Prova da Cruz Alta, o CPCA, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, para mostrar, estaticamente, esse novo modelo, que deverá ter vendas iniciadas no Brasil no último trimestre deste ano. Mistério Sem revelar mais detalhes quanto ao nome ou posicionamento no line-up da fabricante, nossas fontes presentes no evento revelam se tratar exatamente do mesmo carro apresentado há alguns dias, no Salão de Xangai, na China, e que por lá será batizado como Onix Sedan, e que deve ser global. Por aqui, as especulações davam conta de que a versão três volumes do hatch líder de vendas no Brasil, o Onix, manteria o mesmo nome hoje utilizado, Prisma. Inédito Outra confirmação sobre o modelo é a adoção do novo motor 1.0 turbo, de três cilindros, com 115 cv, inédito na Chevrolet. Uma novidade desvendada é que esse novo modelo não substituirá nenhum outro, ou seja, ele agrega à linha Chevrolet e mantém tanto o atual Prisma quanto o Cobalt no portfólio de modelos da montadora. Maior e mais encorpado do que o Prisma, o futuro Onix sedã foca diretamente dois outros modelos de marcas rivais, o Virtus, da VW, e o Cronos, da Fiat. O Chevrolet Cobalt, que seria um natural concorrente desses citados modelos, concentrará seus esforços de vendas para os frotistas. Fique por dentro Mercado. Pelo segundo ano consecutivo, 2017 e 2018, o Prisma liderou as vendas de sedãs compactos no Brasil. No ano passado, ele ficou bem à frente do segundo colocado, emplacou 71.735 unidades, contra 41.639 unidades do VW Virtus, e 39.027 do Ford Ka sedã, segundo a Fenabrave. O que esperar. Além do motor 1.0 turbo inédito com câmbio automático de seis marchas, o novo Prisma, ou Onix sedã, como deverá ser chamado, deve ter rodas de liga leve aro 16 pela primeira vez. Haverá versões com controle de estabilidade e tração dotadas com assistente de partida em rampa. O volume do porta-malas deverá ser próximo dos 470 L do sedã apresentado na China. https://www.otempo.com.br/o-tempo-contagem/pr%C3%B3xima-gera%C3%A7%C3%A3oda-vers%C3%A3o-sed%C3%A3-do-onix-chega-ao-mercado-neste-ano-1.2169754 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Raimundo Couto Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping Próxima geração da versão sedã do Onix chega ao mercado neste ano 8216005 - SUPER NOTÍCIA - Belo Horizonte - MG - 19/04/2019

Aos poucos, a Chevrolet vai revelando um de seus mais significativos lançamentos do ano, que, muito provavelmente, atenderá por Onix sedã, mas, do conhecido irmão com carroceria hatch, herda pouco mais que do que o nome. A montadora norte-americana reuniu, no último dia 11, um grupo de jornalistas especializados, em seu Campo de Prova da Cruz Alta, o CPCA, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, para mostrar, estaticamente, esse novo modelo, que deverá ter vendas iniciadas no Brasil no último trimestre deste ano. Mistério Sem revelar mais detalhes quanto ao nome ou posicionamento no line-up da fabricante, nossas fontes presentes no evento revelam se tratar exatamente do mesmo carro apresentado há alguns dias, no Salão de Xangai, na China, e que por lá será batizado como Onix Sedan, e que deve ser global. Por aqui, as especulações davam conta de que a versão três volumes do hatch líder de vendas no Brasil, o Onix, manteria o mesmo nome hoje utilizado, Prisma. Inédito Outra confirmação sobre o modelo é a adoção do novo motor 1.0 turbo, de três cilindros, com 115 cv, inédito na Chevrolet. Uma novidade desvendada é que esse novo modelo não substituirá nenhum outro, ou seja, ele agrega à linha Chevrolet e mantém tanto o atual Prisma quanto o Cobalt no portfólio de modelos da montadora. Maior e mais encorpado do que o Prisma, o futuro Onix sedã foca diretamente dois outros modelos de marcas rivais, o Virtus, da VW, e o Cronos, da Fiat. O Chevrolet Cobalt, que seria um natural concorrente desses citados modelos, concentrará seus esforços de vendas para os frotistas. Fique por dentro Mercado. Pelo segundo ano consecutivo, 2017 e 2018, o Prisma liderou as vendas de sedãs compactos no Brasil. No ano passado, ele ficou bem à frente do segundo colocado, emplacou 71.735 unidades, contra 41.639 unidades do VW Virtus, e 39.027 do Ford Ka sedã, segundo a Fenabrave. O que esperar. Além do motor 1.0 turbo inédito com câmbio automático de seis marchas, o novo Prisma, ou Onix sedã, como deverá ser chamado, deve ter rodas de liga leve aro 16 pela primeira vez. Haverá versões com controle de estabilidade e tração dotadas com assistente de partida em rampa. O volume do porta-malas deverá ser próximo dos 470 L do sedã apresentado na China. https://www.otempo.com.br/super-noticia/interessa/pr%C3%B3ximagera%C3%A7%C3%A3o-da-vers%C3%A3o-sed%C3%A3-do-onix-chega-ao-mercado-nesteano-1.2169754 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Raimundo Couto Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping Startup potiguar é selecionada para o maior programa de aceleração da América Latina 8216006 - CONECTADOS BLOG - 18/04/2019

Potiguares criaram plataforma online para o setor automotivo. AutoForce foi escolhida entre mais de 700 empresas brasileiras para ciclo de mentoria e capacitação Criada por dois potiguares, a startup AutoForce foi selecionada para participar do maior programa de aceleração de empresas da América Latina, o InovAtiva Brasil, do Ministério da Economia. Com a seleção, a empresa passa a fazer parte do principal ecossistema de inovação e empreendedorismo do país, ganhando acesso a mentorias, treinamentos e a chance de se apresentar para uma banca de mais de 100 investidores do país em São Paulo. A aprovação da AutoForce foi divulgada no último 15 dia de abril, após um processo seletivo de duas etapas, com análise do modelo de negócios e entrevistas presenciais com a direção da empresa. A startup potiguar concorreu com mais de 700 empresas brasileiras, sendo uma das 130 escolhidas para o primeiro ciclo de aceleração do InovAtiva em 2019. A AutoForce foi a única empresa do Rio Grande do Norte a ser selecionada. O produto da AutoForce — a plataforma online Autódromo –, foi criado pelo administrador Tiago Fernandes e pela desenvolvedora Isaiane de Mendonça em 2015. Após passar por um ano de incubação no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a empresa foi lançada no mercado. Em menos de quatro anos, já atende mais de 600 concessionárias de todo o Brasil, inclusive grandes grupos potiguares, como PG Prime, Redenção e Pontanegra Fiat. A plataforma da AutoForce permite que concessionárias e montadoras gerenciem seus sites de forma autônoma, aproveitando melhor as oportunidades de venda geradas pela internet. Para Tiago Fernandes, CEO da AutoForce, a seleção do InovAtiva também é o reconhecimento de que a empresa possui um produto realmente inovador e atraente para o mercado. “Sabemos que nosso produto é extremamente inovador por pensar, desde 2015, em algo que começa a ser discutido só agora: a necessidade de vender carros online. O consumidor brasileiro já quer isso, e a prova é que 80% da venda de veículos no Brasil já vêm da internet, segundo o Google”, comenta Tiago Fernandes, CEO da AutoForce. Hoje, a empresa está focada em fortalecer o Autódromo, preparando-o para um novo modelo de negócios que está se fortalecendo, através do qual o consumidor poderá comprar seu carro sem sair de casa. “Nada será mais natural do que o surgimento do e-commerce de carros nos próximos cinco anos. As concessionárias como conhecemos agora não existirão mais”, afirma. Com o incentivo do InovAtiva, durante os próximos quatro meses a startup potiguar passará por capacitações e consultorias para chegar ao estágio de “tração” — momento em que as startups consolidam e escalam o modelo de negócios. Além disso, a startup também terá a chance de se apresentar para uma banca de 100 investidores durante o Demoday InovAtiva, que ocorre em São Paulo. “Na prática, participar do InovAtiva significa que vamos desenvolver mais tecnologia e inovação. Assim poderemos dar um atendimento melhor para nosso clientes, com uma solução que entregará mais performance e resultado para a sua operação”, acrescenta Fernandes. Crescimento exponencial Em menos de quatro anos de mercado, a AutoForce já conseguiu conquistar 10% do mercado de concessionárias brasileiras. Entre 2016 2019 saltou de 4 para 23 funcionários, ampliou sua sede em Natal, ganhou o reforço de mais dois experts do setor automotivo na diretoria — Clênio Cunha e Mateus Araújo –, e participou do Congresso e ExpoFenabrave 2018, o maior evento sobre o mercado automotivo brasileiro. Para 2019, a empresa prepara novos avanços. Além de participar do InovAtiva Brasil, a AutoForce também foi selecionada pelo Sebrae RN para participar de uma comitiva de empreendedores em visita ao Vale do Silício (EUA), principal berço de inovação do mundo. A visita acontece entre maio e junho. Também em maio de 2019, a AutoForce participará o Automotive Business Experience 2019, um evento sobre inovação no mercado Automotivo. Neste momento, a startup está concorrendo para apresentar a palestra Concessionária 2.0 – o novo modelo de negócios, cuja escolha está sendo feita pelo público.


“Acreditamos que todas essas e outras iniciativas mostram que, como startup, não pretendemos lançar apenas um produto, mas impactar o mercado. Nossa função é liderar a mudança que o setor automotivo já está vivendo”, finaliza Tiago Fernandes. Inovativa Brasil 2019 O InovAtiva Brasil é um programa criado em 2013 pelo Ministério da Economia como ferramenta de gestão pública focada na aceleração, conexão, visibilidade e mentoria de startups de todo o Brasil, sem qualquer custo. BG Natal 2019-04-18 http://conectadosrn.com.br/geral/cidades/natal/startup-potiguar-e-selecionada-para-o-maiorprograma-de-aceleracao-da-america-latina-2/18/04/2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Jeep Wrangler: assista ao vídeo dos detalhes da nova geração 8216007 - PORTAL MT - 18/04/2019

Carros e Motos Publicado 18/04/2019 - 14:16 por Equipe de Redação Share Tweet Um dos destaques do Salão do Automóvel do ano passado, o Jeep Wrangler, enfim, começa a ser vendido no Brasil. O jipão raiz está disponível na versão de acabamento Sahara em duas carrocerias, de duas e quatro portas, com preços de R$ 259.990 e R$ 274.990, respectivamente. LEIA MAIS: Entramos na lama com o Jeep Wrangler Rubicon, que chega no segundo semestre Em ambas as configurações o Jeep Wrangler vem equipado com o novo motor 2.0 turbo de quatro cilindros em linha e injeção direta de gasolina. A potência é de 270 cv e o torque de 40,8 kgfm supera a força entregue pelo antigo propulsor Pentastar V6. O câmbio é automático de oito marchas e a tração 4×4. Esse motor utiliza turbocompressor twin-scroll (fluxo duplo) de baixa inércia com um válvula waste-gate de atuação eletrônica para resposta e desempenho mais ágeis, mesmo em terrenos difíceis. O turbo é montado diretamente no cabeçote para melhorar a durabilidade. Um circuito de refrigeração dedicado reduz a temperatura do ar de admissão, do corpo do acelerador e do turbo. LEIA MAIS: FCA anuncia preços e versões da nova picape Jeep Gladiator, longe do Brasil Sempre com capota rígida removível e dividida em três partes, o Wrangler conta ainda com o pacote de acabamento Overland para a carroceria de quatro portas, que inclui rodas de 18 polegadas com desenho diferente e capota e capa do estepe na cor do carro. Veja Mais: McLaren customiza uma P1 GTR com base no Fórmula 1 do primeiro título de Senna E o Jeep Wrangler Rubicon? Para o segundo semestre, a Jeep promete a versão Rubicon, ainda mais apta para o fora de estrada – o preço ainda não foi anunciado. A versão inédita no país, equipada com o mesmo conjunto mecânico da linha Sahara , trará sistema Rock-Trac 4×4 com eixos Dana 44 de última geração e alto desempenho com relação reduzida de 4:1. Os outros recursos exclusivos serão: diferenciais de bloqueio eletrônico Tru-Lok, barra estabilizadora dianteira com desconexão eletrônica, suspensão 5 cm mais alta, pneus lameiros BF Goodrich de 33 polegadas e mais proteção sob a carroceria. O Wrangler pode ter todo o teto removido ou apenas os dois painéis frontais acima do motorista e passageiro. Segundo a Jeep, as peças estão mais leves e é possível até retirar somente a que fica sobre o condutor. O trabalho que fez o Jeep Wrangler emagrecer cerca de 100 kg, dependendo da versão, também incluiu uma utilização ampla de aço de alta resistência. LEIA MAIS:Picape Jeep Bandit: V8 com 700 cavalos!Veja detalhes do “monstro sobre rodas” Falando em resistência, vale destacar que o novo Wrangler foi testado ao longo de cerca de quatro milhões de quilômetros. Os testes foram conduzidos em condições extremas em diferentes ambientes e climas, desde o calor escaldante do Arizona até o frio do Alasca. Veja Mais: Ranking da Fenabrave é confuso e precisa se atualizar No visual, o modelo 4×4 traz a tradicional grade de sete fendas com estilo atualizado, em homenagem aos Jeep CJ (como o CJ-5 feito no Brasil entre 1957 e 1982). A parte superior


da grade foi suavemente inclinada para melhorar a aerodinâmica. São novos também os faróis e as luzes de neblina de led. Entre os itens de segurança e de comodidade, o Wrangler oferece quatro airbags (dois frontais e dois laterais), controles de tração, de estabilidade e oscilação da carroceria, assistente de partida em rampa, assistente de descida, monitoramento de pontos cegos, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, freios a disco nas quatro rodas com ABS e Isofix para fixação de assentos infantis. LEIA MAIS: Jeep faz Wrangler em homenagem ao Willys original. Veja imagens Além disso, o carro também vem com monitoramento de pressão dos pneus, repetidores de seta nos retrovisores, nivelamento automático dos faróis, câmera traseira com linhas dinâmicas, sensor de ré, chave presencial e partida sem chave. Bora ver os detalhes da versão Sahara e o Jeep Wrangler Rubicon encarando um desafio off-road? Então aperte o play! Escreva para coluna De Carona com Leandro no Youtube ou no Instagram Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Carros e Motos Publicado 18/04/2019 - 14:16 por Equipe de Redação Um dos modelos mais vendidos da Fiat vai mudar e deverá chegar às lojas a partir do ano que vem. Trata-se da nova geração da picape Fiat Strada, que ganhará frente parecida com a do subcompacto Mobi, como mostra a projeção do designer Kleber Silva. LEIA MAIS: Como pode a picape leve Fiat Strada custar mais de R$ 73 mil? Lançada em 1998, a Fiat Strada passou por cinco reestilizações e agora, enfim, ganhará uma série de novidades. Começando pelo desenho, o utilitário terá vários itens vindos do Mobi na dianteira, exceto pelo para-choque que será exclusivo para o carro ficar com aspecto mais robusto. Na traseira, as lanternas seguirão o estilo adotado nas que equipam a picape Toro, da qual também herdará a linha de cintura alta, o que é um aspecto que ajuda a deixar o utiltário com ares mais arrojados. Por dentro, é dado como certo que haverá a central multimídia que começou a ser usada da linha Argo , com tela de alta resolução, sensível ao toque e compatível com Android Auto e Apple Car Play. Deverão ser oferecidas versões de cabine simples ou dupla. LEIA MAIS: iat lança Strada Freedom, com cabine simples, como parte da linha 2019 No conjunto mecânico, finalmente serão adotados os novos motores FireFly, com destaque para o 1.3, capaz de render 109 cv e 14,2 kgfm de torque a 3.500 rpm com apenas etanol no tanque, que poderá funcionar com câmbio manual de cinco marchas ou automático, do tipo CVT, de acordo com o site Autos Segredos. Veja Mais: JAC T40 CVT: chegou a hora de comprar um carro chinês? A decisão de adotar o CVT significa que a Fiat vai deixar de usar a caixa automatizada Dualogic. Esse tipo de sistema, de custo menor, não é mais aceito no Brasil. Tanto que todas as fabricantes já deixaram de oferecê-lo no País. Ainda comforme o Autos Segredos, a nova Fiat Strada terá a suspensão dianteira baseada no projeto do hatch Argo, mas com reforços estruturais para ficar mais robusta. Na traseira, a picape continuará usando o mesmo eixo rígido da geração atual. Acima da Fiat Strada A nova Fiat Strada será um dos únicos modelos do segmento, uma vez que a maioria das fabricantes estão apostando suas fichas em carros de porte um pouco maior, compatível com o da Toro e da Renault Oroch. A GM é uma delas, já que terá um utilitário entre a Montana e a S10,a partir de meados de 2020.


LEIA MAIS: Presidente da VW diz que picape Tarok chega em pouco mais de um ano A Volkswagen também entrará no terreno das picapes intermediárias, maiorres que a F iat Strada . Estamos falando da Tarok, que deverá ser fabricada na Argentina, a partir de 2021. Sua versão conceitual foi mostrado no Salão do Automóvel, em novembro último. Projeção: Kleber Pinho da Silva Veja Mais: McLaren customiza uma P1 GTR com base no Fórmula 1 do primeiro título de Senna Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 18/04/2019 - 14:16 por Equipe de Redação O “Mini Cooper 60 Years Edition” — de série especial comemorativa dos 60 anos da marca — está com seu passaporte carimbado para o Brasil. Apresentado oficialmente no início deste ano, a edição limitada em 25 unidades ao Brasil virá na versão hatch de 3 portas. Por enquanto, ainda não foram divulgados datas e mais detalhes sobre quando começarão as vendas. LEIA MAIS: Mini Cooper JCW chega à linha 2019 com câmbio de 8 marchas A versão escolhida para o modelo comemorativo será o Mini Cooper S, que virá com a cor New British Racing Green (cor oficial do automobilismo britânico) e teto na cor Branco Pepper. Completam o visual as faixas esportivas sobre o capô com a inscrição “60 Years”, rodas de liga leve de 17 polegadas, projeção em LED da inscrição comemorativa, soleiras “60 Years”, volante em couro Walknappa — também com o emblema — e revestimento dos assentos revestidos de couro na cor Dark Brown. LEIA MAIS: Mini Cabrio 2019 fica ainda mais irreverente sem capota. Veja avaliação Entre os equipamentos de série, estão o sistema de áudio premium Harman/Kardon, HeadUp Display, regiões luminosas no interior, acabamento em black piano, ar-condicionado digital automático de duas zonas, faróis Adaptativos de LED, teto solar panorâmico, entre outros. Vale ressaltar que também traz um pequeno projetor de luz, responsável por emitir a imagem do logotipo da marca no chão, ao abrir a porta. Veja Mais: Ford Ka FreeStyle tem visual próximo de um SUV compacto LEIA MAIS: Mini Countryman JCW ALL4: diversão tamanho família Conectividade, esportividade e personalidade Entretanto, o equipamento que mais recebeu elogios após a chegada da nova geração foi a central multimídia com acesso a internet 4G por meio de um SIM Card, que funciona também para atualizar a situação do trânsito em tempo real. Além disso, oferece o serviço de concierge, que permite o condutor solicitar uma série de pedidos, como localizar o restaurante mais próximo, ou reservar um hotel, sem custo de mensalidade por três anos. No caso dos serviços de chamada de emergência, não há prazo de validade. LEIA MAIS: BMW X2 ganha motor flex em todas as suas versões vendidas no Brasil Conforme a versão S, virá equipado com motor 2.0 turbo, com 192 cv e 28,5 kgfm, capaz de entregar uma aceleração até 100 km/h em 7,1 segundos, conforme declara a fabricante do hatch esportivo . Vale lembrar que a linha 2019 recebeu o novo câmbio automático do Grupo BMW, com 7 marchas e dupla embreagem, que apesar de algumas diferenças no escalonamento, é o mesmo do SUV BMW X2 . LEIA MAIS: BMW X2: SUV se mostra um contraponto em um mundo cada vez mais chato Veja Mais: Ranking da Fenabrave é confuso e precisa se atualizar


O grupo BMW — quem detém os direitos de desenvolver e produzir o Mini Cooper — prioriza a personalidade, mas não abre mão da tradição britânica que surgiu no primeiro modelo, de 1959. De modo a enfatizar a forte distinção do compacto, Rafael Rezende — fã, integrante do Mini Club São Paulo e dono de dois exemplares (um JCW 2004 e uma réplica de corrida que testamos aqui ) — lembrou de uma estatística curiosa, durante uma entrevista com a redação do iG Carros no ano passado. Segundo ele, somente uma unidade, a cada aproximadamente duas milhões, sai de fábrica com todos os opcionais iguais entre si. Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Carros e Motos Publicado 18/04/2019 - 03:02 por Equipe de Redação O VW Jetta nunca foi um grande rival para o GM Cruze. Em termos de mercado, que fique claro (tecnicamente, a história é bem diferente). Pela tradição das duas marcas no Brasil, a Chevrolet sempre apostou mais nos sedãs do que a Volkswagen. Historicamente, a Volks teve somente um caso de grande sucesso: o Santana. LEIA MAIS: VW Jetta esportivo deverá chegar ao Brasil no mês que vem Podemos considerar também o Voyage, com brilho menor, mas merecedor de elogios por sua longa trajetória como sedã de entrada confiável. Fora isso, que outros carros trêsvolumes teve a marca alemã? O Volkswagen 1600 (famoso “Zé do Caixão”) foi um fiasco no começo dos anos 1970. O Apollo, irmão-gêmeo do Ford Verona, também não deixou saudades. Polo Sedan e VW Jetta eram bons carros, mas nunca decolaram em vendas. A GM, não. A história dos sedãs da Chevrolet é muito mais rica no Brasil. Começou com o Opala, um mito. Depois veio o Monza, outro mito. Mais tarde lançou o Omega, que era um carro espetacular para o Brasil do comecinho dos anos 1990. O Vectra também fez bonito, quando substituiu o Monza, embora nunca tenha brilhado tanto. No segmento de carros menores, a Chevrolet ainda teve o Corsa Sedan (depois rebatizado de Classic) e o Astra Sedan. Veja Mais: Mercedes GLC 63 AMG desembarca no Brasil nas versões SUV e S Coupé Mais tarde, a GM se perdeu e lançou o Prisma (muito ruim na primeira geração) e uma combinação de Astra-Vectra que não agradou. Também pouco atraente foi o Sonic Sedan. Recuperou-se ao relançar o Prisma com a carroceria do Onix e trazer o Cruze. A Chevrolet recuperou definitivamente a dignidade no mundo dos sedãs ao lançar a atual geração do Cruze, com motor 1.4 turbo. LEIA MAIS: Andamos na nova versão de entrada do VW Jetta, que custa menos de R$ 100 mil Também podemos contar do lado da Volks o Passat, um carro de altíssimo padrão, porém caríssimo. Mas, como dizíamos, o negócio da Volks nunca foi fazer sedãs. Agora parece que é. Desde o lançamento do Virtus, que engoliu todos os concorrentes em sua categoria, a Volkswagen parece mais animada com o mercado de sedãs. Tão animada que pela primeira vez o VW Jetta ameaça o terceiro lugar do GM Cruze. VW Jetta e Cruze: disputa acirrada Infelizmente, o mercado de sedãs médios no Brasil parece corrida de Fórmula 1. Todo mundo sabe quem vai ganhar e quem vai chegar em segundo. Se quiser emoção, tem que acompanhar as disputas lá de trás. Agora, o Jetta dá sinais de que almeja tirar o pódio do Cruze. Vamos aos números, para ficar mais clara essa análise. Veja Mais: Ford Ka FreeStyle tem visual próximo de um SUV compacto LEIA MAIS: Por que o Chevrolet Cruze não empolga os brasileiros? Em 2018, a melhor venda do VW Jetta foi em janeiro: 649 carros vendidos. Depois houve a queda natural pela mudança de geração e a média ficou em apenas 367 carros/mês. Do lado do GM Cruze, a melhor venda foi em outubro: 1.861 carros. E a média foi de 1.652 carros/mês. Ou seja: a cada VW Jetta que a Volks vendia, a GM vendia cinco GM Cruze.


Em 2019, tudo mudou. Nas vendas acumuladas, o GM Cruze ainda está na frente, com 5.617 carros contra 3.479 do Jetta ao final da primeira quinzena de abril. A melhor venda do GM Cruze foi em janeiro: 1.611 carros. Depois caiu. Mas vejam vocês, meus amigos, a subida do Jetta. Largou com 504 carros em janeiro, subiu para 1.274 em fevereiro e fechou março com 1.274. Diferença em março? Apenas 293 carros. Para quem perdia de 5 a 1, a proporção foi bem diferente: a cada Cruze que a GM vendeu, a Volks emplacou quatro VW Jetta. Se fosse um jogo de futebol, estaria 5 a 4. Tecnicamente, o GM Cruze é um carro muito bom. Bastante superior ao líder disparado da categoria, o Toyota Corolla, mas brasileiro não compra carro pela qualidade e sim pela confiança. O Chevrolet Cruze 1.4 turbo não chega a ser tão bom quanto o Honda Civic 1.5 turbo, mas no mínimo encara uma disputa acirrada com o Honda Civic 2.0 aspirado, o que mais vende. Veja Mais: Nissan Frontier 2021, de nova geração, terá detalhes antecipados nos EUA LEIA MAIS: GM lança linha 2019 do Cruze com série especial Black Bow Tie O VW Jetta já era muito bom na geração anterior. Agora, com essa nova geração, o Volkswagen Jetta chama qualquer sedã de sua categoria para a briga. Pode ser que o consumidor brasileiro esteja reconhecendo isso. Mas ainda é cedo para fazer apostas. Talvez essas vendas do VW Jetta tenha sido apenas uma arrancada inicial para atender aqueles consumidores que realmente sabem valorizar bons carros, pois na primeira quinzena de março a cada VW Jetta vendido pela Volks a GM emplacou dois Cruze (2 a 1). Vamos ver como se comportam as vendas do VW Jetta e do GM Cruze na sequência do ano. A temporada é longa, de doze corridas, e a “equipe” Chevrolet está muito mais acostumada do que a da Volkswagen nessa “Fórmula 1” dos sedãs médios. Na frente seguem disparados o Toyota Corolla (ainda sem carro novo para esta temporada) e o Honda Civic. Fonte: IG Carros ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> Continue lendo Últimas Notícias Esportes 18/04/2019 - 16:21 Esportes 18/04/2019 - 16:21 Esportes 18/04/2019 - 16:21 Esportes 18/04/2019 - 16:21 Esportes 18/04/2019 - 16:21 Artigos 18/04/2019 - 01:25 Ciclone deixou um rastro de destruição em Moçambique – AFP Menos de 48 horas depois do fogo que destruiu a Catedral de... Artigos 09/04/2019 - 21:49 Apesar das mulheres representarem 52% da força de trabalho no mercado brasileiro, apenas 38% dos cargos de chefia... Artigos 08/04/2019 - 09:54 “Eu me orgulho de ser cuiabana de ‘tchapa e cruz’ confesso e não me engano”. Com esse hino da cuiabania,... Rondonópolis Rondonópolis 18/04/2019 - 16:01 Quem ainda não garantiu vaga na I Ecorrida/Meia Maratona de Rondonópolis, que acontece no próximo domingo (21), ainda tem uma... Rondonópolis 18/04/2019 - 14:36


Na manhã desta quinta-feira (18) foi lançada em Rondonópolis mais uma edição da campanha nacional de vacinação contra a gripe (influenza).... Polícia Policial 18/04/2019 - 14:51 A carga seria levada de Ponta Porã/MS até Rondonópolis/MT; Um segundo veículo fazia o serviço de “batedor” A Polícia Rodoviária... Policial 18/04/2019 - 11:41 Assessoria | PJC-MT A Polícia Judiciária Civil, em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecente (DRE), na noite... Esportes Esportes 18/04/2019 - 16:21 Divulgação/CBF O Barcelona estaria disposto a contratar Richarlison para a próxima temporada Seguno o jornal espanhol Marca, mais um brasileiro... Esportes 18/04/2019 - 16:21 Reprodução Daniel é empurrado na balada As imagens das câmeras de segurança da Shed, casa noturna em Curitiba onde foi... Famosos Famosos 18/04/2019 - 14:54 A Secretaria Especial da Cultura negou o último dos três recursos do cineasta Kleber Mendonça Filho, referentes airregularidades na captação... Famosos 18/04/2019 - 14:54 O Brasil terá quatro filmes representando o país no próximo Festival de Cannes. Dois deles concorrerão ao prêmio principal, a Palma... Mais Lidas da Semana Policial 14/04/2019 - 22:33 Mulher morre atropelada durante racha entre veículos na tarde deste domingo (14) em Rondonópolis Policial 16/04/2019 - 16:29 Reeducando foge do presídio da ‘Mata Grande’ em Rondonópolis Mato Grosso 12/04/2019 - 16:34 Interdição total: tráfego da BR-364 será interrompido domingo (14) Policial 16/04/2019 - 15:37 Polícia Civil pede prisão preventiva de motorista que atropelou mulher em Rondonópolis Policial 17/04/2019 - 19:49 Pai é detido após criança ingerir comprimidos de ‘LSD’ em Rondonópolis Policial 17/04/2019 - 15:55 Polícia Civil prende 6 integrantes de facção acusados de atirar nas mãos de vítima em Rondonópolis Policial 11/04/2019 - 20:27 Após pegar droga de carro envolvido em acidente na BR-163 dois são presos por tráfico em Rondonópolis Nacional 11/04/2019 - 20:02 “Botou minha mão na calça dela”, acusa homem com paralisia abusado por cuidadora


http://portalmt.com.br/jeep-wranglerassista-ao-video-dos-detalhes-da-nova-geracao/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Próxima geração da versão sedã do Onix chega ao mercado neste ano 8216008 - O TEMPO - Belo Horizonte - MG - 19/04/2019

Raimundo Couto Aos poucos, a Chevrolet vai revelando um de seus mais significativos lançamentos do ano, que, muito provavelmente, atenderá por Onix sedã, mas, do conhecido irmão com carroceria hatch, herda pouco mais que do que o nome. A montadora norte-americana reuniu, no último dia 11, um grupo de jornalistas especializados, em seu Campo de Prova da Cruz Alta, o CPCA, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, para mostrar, estaticamente, esse novo modelo, que deverá ter vendas iniciadas no Brasil no último trimestre deste ano. Mistério Sem revelar mais detalhes quanto ao nome ou posicionamento no line-up da fabricante, nossas fontes presentes no evento revelam se tratar exatamente do mesmo carro apresentado há alguns dias, no Salão de Xangai, na China, e que por lá será batizado como Onix Sedan, e que deve ser global. Por aqui, as especulações davam conta de que a versão três volumes do hatch líder de vendas no Brasil, o Onix, manteria o mesmo nome hoje utilizado, Prisma. Inédito Outra confirmação sobre o modelo é a adoção do novo motor 1.0 turbo, de três cilindros, com 115 cv, inédito na Chevrolet. Uma novidade desvendada é que esse novo modelo não substituirá nenhum outro, ou seja, ele agrega à linha Chevrolet e mantém tanto o atual Prisma quanto o Cobalt no portfólio de modelos da montadora. Maior e mais encorpado do que o Prisma, o futuro Onix sedã foca diretamente dois outros modelos de marcas rivais, o Virtus, da VW, e o Cronos, da Fiat. O Chevrolet Cobalt, que seria um natural concorrente desses citados modelos, concentrará seus esforços de vendas para os frotistas. Fique por dentro Mercado. Pelo segundo ano consecutivo, 2017 e 2018, o Prisma liderou as vendas de sedãs compactos no Brasil. No ano passado, ele ficou bem à frente do segundo colocado, emplacou 71.735 unidades, contra 41.639 unidades do VW Virtus, e 39.027 do Ford Ka sedã, segundo a Fenabrave. O que esperar. Além do motor 1.0 turbo inédito com câmbio automático de seis marchas, o novo Prisma, ou Onix sedã, como deverá ser chamado, deve ter rodas de liga leve aro 16 pela primeira vez. Haverá versões com controle de estabilidade e tração dotadas com assistente de partida em rampa. O volume do porta-malas deverá ser próximo dos 470 L do sedã apresentado na China. 300 * Estes campos são de preenchimento obrigatório https://www.otempo.com.br/super-motor/pr%C3%B3xima-gera%C3%A7%C3%A3o-davers%C3%A3o-sed%C3%A3-do-onix-chega-ao-mercado-neste-ano-1.2169754 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Por Raimundo Couto Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping Confira as dicas do DETRAN para ajudar a vender ou comprar veículos 8216009 - MIX VALE - 19/04/2019

Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 19 de abril de 2019 Confira as dicas do DETRAN para ajudar a vender ou comprar veículos. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;


No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/04/19/confira-as-dicas-do-detran-para-ajudar-a-vender-oucomprar-veiculos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Hyundai atinge a marca de 1 milhão de veículos HB20 vendidos no País 8216010 - PORTAL MECÂNICA ONLINE - Recife - PE - 18/04/2019

A Hyundai Motor Brasil comemorou na quarta-feira, 17 de abril a comercialização do milionésimo HB20 no País. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). “Saí de casa para pesquisar diversos modelos além do HB20, porém, ao realizar o test-drive tive a certeza de que era a melhor opção. O design e a ótima dirigibilidade, aliados à garantia de cinco anos e às revisões com preço fixo, foram fatores decisivos para a compra”, afirma Carolina. “Hoje saio de carro novo, como a milionésima cliente de HB20, fazendo parte da história da Hyundai. Espero permanecer na marca por muito tempo”, completa. A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na manhã de hoje, na sede da HMB Sevec, na capital paranaense. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Na ocasião, a milionésima cliente recebeu ainda uma mensagem do primeiro comprador do HB20, o publicitário Rodrigo Pessoti, o Digão, que adquiriu seu veículo em 10 de outubro de 2012, data que marcou o início das vendas do modelo no Brasil. “Tenho uma relação excelente com a Hyundai há sete anos, que vai além do vínculo de consumidor e empresa. Parabéns pelo feito e aproveite bastante o carro, que é excelente”. “A história da Carolina se junta às milhares de histórias que a Hyundai ajudou a escrever nestes sete anos, que fizeram do HB20 não somente um dos carros mais vendidos do País, mas também um dos mais amados”, afirma Jan Telecki, gerente geral de Marketing da Hyundai Motor Brasil. “Além disso, reforça a essência da marca, que se traduz na melhor experiência para o cliente. Foi o excelente atendimento da consultora de vendas Valéria Veiga, seguido pelo test-drive bem conduzido, que possibilitou esta celebração”. Parte do Grupo Servopa, um dos maiores e mais tradicionais do País, a HMB Sevec é representante da marca sul-coreana desde 2012, ano da chegada da Hyundai ao Brasil, operando duas unidades no estado do Paraná e quatro, no Rio Grande do Sul. Recentemente, a concessionária localizada na Mal. Floriano Peixoto, no bairro Parolin, em Curitiba, celebrou a modernização de suas instalações, que agora seguem o padrão global de arquitetura da marca Hyundai. Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. 1 de 1 Jan Telecki, gerente geral de Marketing da Hyundai Motor Brasil (à esquerda), e Fábio Zago, gerente de marcas do Grupo Sevec (à direita), entregam as chaves e a placa comemorativa do HB20 de número 1 milhão para a cliente Carolina Camargo de Oliveira (ao centro). http://mecanicaonline.com.br/wordpress/2019/04/18/hyundai-atinge-a-marca-de-1-milhao-deveiculos-hb20-vendidos-no-pais/ Ficha Técnica


Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Mecânica Online® Estado: PE Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Recife País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Próxima geração da versão sedã do Onix chega ao mercado neste ano 8216011 - PAMPULHA - Belo Horizonte - MG - 19/04/2019

Aos poucos, a Chevrolet vai revelando um de seus mais significativos lançamentos do ano, que, muito provavelmente, atenderá por Onix sedã, mas, do conhecido irmão com carroceria hatch, herda pouco mais que do que o nome. A montadora norte-americana reuniu, no último dia 11, um grupo de jornalistas especializados, em seu Campo de Prova da Cruz Alta, o CPCA, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, para mostrar, estaticamente, esse novo modelo, que deverá ter vendas iniciadas no Brasil no último trimestre deste ano. Mistério Sem revelar mais detalhes quanto ao nome ou posicionamento no line-up da fabricante, nossas fontes presentes no evento revelam se tratar exatamente do mesmo carro apresentado há alguns dias, no Salão de Xangai, na China, e que por lá será batizado como Onix Sedan, e que deve ser global. Por aqui, as especulações davam conta de que a versão três volumes do hatch líder de vendas no Brasil, o Onix, manteria o mesmo nome hoje utilizado, Prisma. Inédito Outra confirmação sobre o modelo é a adoção do novo motor 1.0 turbo, de três cilindros, com 115 cv, inédito na Chevrolet. Uma novidade desvendada é que esse novo modelo não substituirá nenhum outro, ou seja, ele agrega à linha Chevrolet e mantém tanto o atual Prisma quanto o Cobalt no portfólio de modelos da montadora. Maior e mais encorpado do que o Prisma, o futuro Onix sedã foca diretamente dois outros modelos de marcas rivais, o Virtus, da VW, e o Cronos, da Fiat. O Chevrolet Cobalt, que seria um natural concorrente desses citados modelos, concentrará seus esforços de vendas para os frotistas. Fique por dentro Mercado. Pelo segundo ano consecutivo, 2017 e 2018, o Prisma liderou as vendas de sedãs compactos no Brasil. No ano passado, ele ficou bem à frente do segundo colocado, emplacou 71.735 unidades, contra 41.639 unidades do VW Virtus, e 39.027 do Ford Ka sedã, segundo a Fenabrave. O que esperar. Além do motor 1.0 turbo inédito com câmbio automático de seis marchas, o novo Prisma, ou Onix sedã, como deverá ser chamado, deve ter rodas de liga leve aro 16 pela primeira vez. Haverá versões com controle de estabilidade e tração dotadas com assistente de partida em rampa. O volume do porta-malas deverá ser próximo dos 470 L do sedã apresentado na China. https://www.otempo.com.br/pampulha/pr%C3%B3xima-gera%C3%A7%C3%A3o-davers%C3%A3o-sed%C3%A3-do-onix-chega-ao-mercado-neste-ano-1.2169754 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Raimundo Couto Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8216012 - COMPRECAR - 18/04/2019

O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Vamos conferir outras estatísticas a respeito da venda de automóveis e entender como vem sendo o desempenho dessa indústria no mercado. Como anda a venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. https://www.comprecar.com.br/revista/industria-automotiva-tem-maior-alta-em-vendas-paramarco-desde-2015 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE

Categoria: Fenabrave


Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Hyundai atinge a marca de 1 milhão de veículos HB20 vendidos no País 8216020 - SEGS - Santos - SP - 18/04/2019

– HB20 de número 1 milhão foi entregue na manhã desta quarta-feira (17) para a professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, em Curitiba (PR) A Hyundai Motor Brasil comemora nesta quarta-feira (17) a comercialização do milionésimo HB20 no País. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). “Saí de casa para pesquisar diversos modelos além do HB20, porém, ao realizar o test-drive tive a certeza de que era a melhor opção. O design e a ótima dirigibilidade, aliados à garantia de cinco anos e às revisões com preço fixo, foram fatores decisivos para a compra”, afirma Carolina. "Hoje saio de carro novo, como a milionésima cliente de HB20, fazendo parte da história da Hyundai. Espero permanecer na marca por muito tempo”, completa. A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na manhã de hoje, na sede da HMB Sevec, na capital paranaense. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Na ocasião, a milionésima cliente recebeu ainda uma mensagem do primeiro comprador do HB20, o publicitário Rodrigo Pessoti, o Digão, que adquiriu seu veículo em 10 de outubro de 2012, data que marcou o início das vendas do modelo no Brasil. “Tenho uma relação excelente com a Hyundai há sete anos, que vai além do vínculo de consumidor e empresa. Parabéns pelo feito e aproveite bastante o carro, que é excelente”. “A história da Carolina se junta às milhares de histórias que a Hyundai ajudou a escrever nestes sete anos, que fizeram do HB20 não somente um dos carros mais vendidos do País, mas também um dos mais amados”, afirma Jan Telecki, gerente geral de Marketing da Hyundai Motor Brasil. “Além disso, reforça a essência da marca, que se traduz na melhor experiência para o cliente. Foi o excelente atendimento da consultora de vendas Valéria Veiga, seguido pelo test-drive bem conduzido, que possibilitou esta celebração”. Parte do Grupo Servopa, um dos maiores e mais tradicionais do País, a HMB Sevec é representante da marca sul-coreana desde 2012, ano da chegada da Hyundai ao Brasil, operando duas unidades no estado do Paraná e quatro, no Rio Grande do Sul. Recentemente, a concessionária localizada na Mal. Floriano Peixoto, no bairro Parolin, em Curitiba, celebrou a modernização de suas instalações, que agora seguem o padrão global de arquitetura da marca Hyundai. Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. Sobre a Hyundai Motor Brasil A Hyundai Motor Brasil está presente no País desde 2012, quando inaugurou sua fábrica em Piracicaba (SP), com investimento de US$ 700 milhões. Com capacidade produtiva de até 180 mil carros por ano, operando em três turnos, a montadora conta com 2,7 mil colaboradores e é responsável pela fabricação e comercialização da família de veículos desenvolvida especialmente para o consumidor brasileiro, composta pelo HB20, HB20X, HB20S e HB20 R spec. Em 2017, iniciou a produção nacional do SUV compacto Hyundai Creta em versão exclusiva para o Brasil, com aporte adicional de US$ 130 milhões. Para saber mais sobre a Hyundai Motor Brasil e seus produtos, acesse www.hyundai.com.br. Acompanhe também o dia a dia da marca nas redes sociais – Facebook (www.facebook.com/hyundaibr) e Instagram (www.instagram.com/hyundaibr) – e em nosso canal no YouTube (www.youtube.com/hyundaibr). Sobre a Hyundai Motor Company Fundada em 1967, a Hyundai Motor Company está comprometida em tornar-se um parceiro


automotivo por toda a vida e muito mais. A empresa integra o Hyundai Motor Group, um grupo inovador, capaz de movimentar riquezas que vão desde o aço bruto até os veículos acabados. A Hyundai Motor Company tem oito unidades fabris e sete centros técnicos e de design ao redor do mundo e em 2017 comercializou 4,5 milhões de veículos globalmente. Com mais de 110 mil funcionários no mundo todo, a Hyundai Motor Company continua aprimorando o seu portfólio de produtos com modelos criados com exclusividade para cada mercado e está empenhada em consolidar soluções em tecnologias verdes, a começar pelo pioneirismo global na produção em escala de um veículo movido a hidrogênio e do IONIQ, primeiro carro elétrico do mundo com três opções de motorização. Mais informações sobre a Hyundai Motor Company e seus produtos podem ser encontradas no http://worldwide.hyundai.com ou http://globalpr.hyundai.com https://www.segs.com.br/veiculos/166914-hyundai-atinge-a-marca-de-1-milhao-de-veiculoshb20-vendidos-no-pais Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Santos País: Tipo Veículo: Site


Clipping Hyundai atinge a marca de 1 milhão de veículos HB20 vendidos no País 8216021 - MEMÓRIA MOTOR - 18/04/2019

You are here Home Informações Hyundai atinge a marca de 1 milhão de veículos HB20 vendidos no País A Hyundai Motor Brasil comemora nesta quarta-feira (17) a comercialização do milionésimo HB20 no País. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). “Saí de casa para pesquisar diversos modelos além do HB20, porém, ao realizar o test-drive tive a certeza de que era a melhor opção. O design e a ótima dirigibilidade, aliados à garantia de cinco anos e às revisões com preço fixo, foram fatores decisivos para a compra”, afirma Carolina. “Hoje saio de carro novo, como a milionésima cliente de HB20, fazendo parte da história da Hyundai. Espero permanecer na marca por muito tempo”, completa. A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na manhã de hoje, na sede da HMB Sevec, na capital paranaense. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Na ocasião, a milionésima cliente recebeu ainda uma mensagem do primeiro comprador do HB20, o publicitário Rodrigo Pessoti, o Digão, que adquiriu seu veículo em 10 de outubro de 2012, data que marcou o início das vendas do modelo no Brasil. “Tenho uma relação excelente com a Hyundai há sete anos, que vai além do vínculo de consumidor e empresa. Parabéns pelo feito e aproveite bastante o carro, que é excelente”. “A história da Carolina se junta às milhares de histórias que a Hyundai ajudou a escrever nestes sete anos, que fizeram do HB20 não somente um dos carros mais vendidos do País, mas também um dos mais amados”, afirma Jan Telecki, gerente geral de Marketing da Hyundai Motor Brasil. “Além disso, reforça a essência da marca, que se traduz na melhor experiência para o cliente. Foi o excelente atendimento da consultora de vendas Valéria Veiga, seguido pelo test-drive bem conduzido, que possibilitou esta celebração”. Parte do Grupo Servopa, um dos maiores e mais tradicionais do País, a HMB Sevec é representante da marca sul-coreana desde 2012, ano da chegada da Hyundai ao Brasil, operando duas unidades no estado do Paraná e quatro, no Rio Grande do Sul. Recentemente, a concessionária localizada na Mal. Floriano Peixoto, no bairro Parolin, em Curitiba, celebrou a modernização de suas instalações, que agora seguem o padrão global de arquitetura da marca Hyundai. Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. 18/04/2019 ElenCristina Comments Off on Nissan comemora 50 anos da linha Z com o 370Z 2020 Nissan comemora 50 anos da linha Z com o 370Z 2020 Apresentando um exclusivo visual de carro corrida, o 2020 Nissan 370Z 50th Anniversary Edition, foi revelado para... Informações Notícias 18/04/2019 ElenCristina Comments Off on Novo Corolla feito no Brasil será o primeiro veículo híbrido flex do mundo Novo Corolla feito no Brasil será o primeiro veículo híbrido flex do mundo Dando sequência a uma nova e determinante fase de sua história de mais de 60 anos...


Informações Notícias 18/04/2019 ElenCristina Comments Off on Golf GTI é eleito Hatchback do Ano nos EUA Golf GTI é eleito Hatchback do Ano nos EUA A revista norte-americana Popular Mechanics nomeou o Golf GTI como o “Hatchback do Ano” na edição 2019 do... Informações Notícias http://www.memoriamotor.r7.com/hyundai-atinge-a-marca-de-1-milhao-de-veiculos-hb20vendidos-no-pais/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Volkswagen Caminhões e Ônibus vence seis categorias do Prêmio Lótus 8216022 - BRASIL ALEMANHA - 18/04/2019

Foto: Divulgação – Volkswagen A Volkswagen Caminhões e Ônibus venceu seis categorias do Prêmio Lótus 2019, promovido pela editora Frota. A premiação é realizada desde 1994 e toma como base o número de emplacamentos do Renavam relativos ao ano anterior, informados pela Fenabrave – a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – e apurados pela revista Frota&Cia. A VWCO foi campeã nas categorias “Marca do Ano em Caminhões Leves”, pelo emplacamento de 4.151 unidades – o que corresponde a 35,97% de participação no segmento; “Marca do Ano em Caminhões Médios”, com 4.678 caminhões emplacados, ou 62,03% de market share; e “Marca do Ano em Caminhões Semipesados”, pela venda de 6.805 veículos, chegando a 37,81% de participação de mercado. Os caminhões Volkswagen vencedores nessas categorias também foram premiados: o Delivery 9.170, com 2.030 emplacamentos, foi Caminhão Leve do Ano; o Delivery 11.180 venceu na categoria Caminhão Médio do Ano, com 2.579 unidades comercializadas; por fim, o Constellation 24.280 6×2, emplacou 2.917 unidades em 2018, sendo o Caminhão Semipesado do Ano. “Para nós, a vitória em seis categorias do Prêmio Lótus é uma grande satisfação, uma vez que se trata do reconhecimento da força de nossa marca em várias categorias do transporte nacional e da escolha dos clientes pelos veículos da Volkswagen Caminhões e Ônibus”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus. http://www.brasilalemanhanews.com.br/destaque/volkswagen-caminhoes-e-onibus-venceseis-categorias-do-premio-lotus/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação BrasilAlemanha News Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Professora paranaense é a milionésima cliente do HB20 8216023 - REVISTA SOBRE RODAS - 18/04/2019

Home Lançamentos Professora paranaense é a milionésima cliente do HB20 Lançamentos Professora paranaense é a milionésima cliente do HB20 É fã do HB20? Desde 2010 já foram 1 milhão do modelo no Brasil Revista Sobre Rodas Sem comentários postado em abr. 18, 2019 em 9:23 am A Hyundai Motor Brasil comemorou nessa quarta-feira (17) a comercialização do milionésimo HB20 no País. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). “Saí de casa para pesquisar diversos modelos além do HB20, porém, ao realizar o test-drive tive a certeza de que era a melhor opção. O design e a ótima dirigibilidade, aliados à garantia de cinco anos e às revisões com preço fixo, foram fatores decisivos para a compra”, afirma Carolina. “Hoje saio de carro novo, como a milionésima cliente de HB20, fazendo parte da história da Hyundai. Espero permanecer na marca por muito tempo”, completa. A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na manhã dessa quarta-feira, na sede da HMB Sevec, em Curitiba. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Vendidos Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. Tags: hatch hb20 hyundai lançamentos milionésimo Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter artigo anterior Gol anuncia cinco novos voos para Foz próximo artigo Vai para Buenos Aires no feriado? Saiba o que fazer na capital porteña Deixe uma resposta Cancelar resposta Comentários aqui Nome E-mail Artigos relacionados Lançamentos Pela quarta vez: Mustang é o cupê esportivo mais vendido no mundo


18 de abril de 2019 Lançamentos Corolla: Primeiro híbrido flex do mundo será produzido em São Paulo 18 de abril de 2019 Lançamentos Renault apresenta SUV 100% elétrico no Salão de Xangai 17 de abril de 2019 Lançamentos Sangue do carro: Autoeste apresenta óleos lubrificantes da Ford para mecânicos de Foz 16 de abril de 2019 Lançamentos Chevrolet lançará nova família de veículos 15 de abril de 2019 Lançamentos T-Cross será apresentado ao público neste sábado (13) 12 de abril de 2019 Publicidade Posts recentes Pela quarta vez: Mustang é o cupê esportivo mais vendido no mundo Corolla: Primeiro híbrido flex do mundo será produzido em São Paulo Vai para Buenos Aires no feriado? Saiba o que fazer na capital porteña Professora paranaense é a milionésima cliente do HB20 Gol anuncia cinco novos voos para Foz https://revistasobrerodas.com.br/professora-paranaense-e-a-milionesima-cliente-do-hb20/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Antes de vender ou comprar veículos, confira as dicas do DETRAN 8216024 - MIX VALE - 18/04/2019

Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 18 de abril de 2019 Antes de vender ou comprar veículos, confira as dicas do DETRAN. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;


No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/04/18/antes-de-vender-ou-comprar-veiculos-confira-asdicas-do-detran/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Mustang: esportivo mais vendido no Mundo em 2018 8216025 - WEB MOTORS - 18/04/2019

A Ford tem dois motivos para comemorar neste abril: o primeiro é o aniversário de 55 anos do Ford Mustang e o segundo é o fato de o modelo ser, pelo quarto ano consecutivo, o cupê esportivo mais vendido no mundo. De acordo com números da consultoria IHS Markit, foram 113.066 unidades vendidas em 2018. Confira ofertas de Ford Mustang 0km na Webmotors Confira ofertas de Ford Mustang usado e seminovo na Webmotors Veja preços, versões, ficha técnica e opiniões de donos de Ford Mustang no Catálogo 0km da Webmotors Em 2018 o Mustang também foi o esportivo mais vendido do ano, com quase 1.000 carros emplacados. No primeiro trimestre de 2019 o Mustang já vendeu 36 veículos a mais que o segundo colocado no ranking da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), com 97 unidades contra 61 comercializadas do Porsche Boxster. Nos Estados Unidos ele também manteve a liderança, com 75.842 carros vendidos (justificado pelo variedade de versões e preços). Aqui o esportivo é vendido apenas na versão topo de linha GT Premium com motor 5.0 V8, com 466 cv de potência e 56 kgfm de torque, por R$ 315.900. No ano passado o Mustang foi vendido em 146 países, com participação global de 15,4%. Desde 2015 mais de meio milhão de Mustangs da sexta geração foram vendidos no planeta. VÍDEO RELACIONADO https://www.youtube.com/watch?v=SChMkcNnH4k&t=1s https://www.webmotors.com.br/wm1/noticias/mustang-esportivo-mais-vendido-do-mundo Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação WM1 Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Hyundai HB20 atinge marca de 1 milhão de veículos vendidos no Brasil 8216026 - MOTOR SHOW - 18/04/2019

Share on Facebook Tweet on Twitter A Hyundai do Brasil comemorou nesta quarta-feira (17) a venda do milionésimo HB20 no Brasil. O carro, na cor cinza e configurado na versão Premium, de topo, com motor 1.6 e câmbio automático, foi comprado pela professora Carolina Camargo de Oliveira, em Curitiba (PR). “Design, ótima dirigibilidade, garantia de cinco anos e revisões com preço fixo foram os fatores decisivos para a compra”, segundo Carolina. A entrega aconteceu na manhã desta quarta. O evento foi uma festa surpresa para a cliente e contou com a participação de representantes da montadora e da concessionária. Na ocasião, Carolina ainda recebeu uma mensagem do primeiro comprador do HB20, o publicitário Rodrigo Pessoti, adquiriu seu veículo em 10 de outubro de 2012, no primeiro dia das vendas do modelo no Brasil. “Tenho uma relação excelente com a Hyundai há sete anos, que vai além do vínculo de consumidor e empresa. Parabéns pelo feito e aproveite o carro, que é excelente”. “A história da Carolina se junta a milhares de outras histórias que a Hyundai ajudou a escrever nestes sete anos e que fizeram do HB20 um dos carros mais vendidos e amados do país”, garante Jan Telecki, gerente geral de Marketing da empresa. Faça as contas Em números consolidados pela Fenabrave (associação das concessionárias), foram vendidos 22.051 HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões: hatchback, sedã (HB20S) e aventureiro (HB20X). Nos anos seguintes, de acordo com a Hyundai, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014; 163.674 em 2015;167.639 em 2016; 137.771 em 2017; 137.661 em 2018 e em 2019, de janeiro a março, já foram registrados 30.725 emplacamentos. https://motorshow.com.br/hyundai-hb20-atinge-marca-de-1-milhao-de-veiculos-vendidos-nobrasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Editora 3 Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Startup potiguar é selecionada para o maior programa de aceleração da América Latina 8216027 - CONECTADOS BLOG - 18/04/2019

Potiguares criaram plataforma online para o setor automotivo. AutoForce foi escolhida entre mais de 700 empresas brasileiras para ciclo de mentoria e capacitação Criada por dois potiguares, a startup AutoForce foi selecionada para participar do maior programa de aceleração de empresas da América Latina, o InovAtiva Brasil, do Ministério da Economia. Com a seleção, a empresa passa a fazer parte do principal ecossistema de inovação e empreendedorismo do país, ganhando acesso a mentorias, treinamentos e a chance de se apresentar para uma banca de mais de 100 investidores do país em São Paulo. A aprovação da AutoForce foi divulgada no último 15 dia de abril, após um processo seletivo de duas etapas, com análise do modelo de negócios e entrevistas presenciais com a direção da empresa. A startup potiguar concorreu com mais de 700 empresas brasileiras, sendo uma das 130 escolhidas para o primeiro ciclo de aceleração do InovAtiva em 2019. A AutoForce foi a única empresa do Rio Grande do Norte a ser selecionada. O produto da AutoForce — a plataforma online Autódromo –, foi criado pelo administrador Tiago Fernandes e pela desenvolvedora Isaiane de Mendonça em 2015. Após passar por um ano de incubação no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a empresa foi lançada no mercado. Em menos de quatro anos, já atende mais de 600 concessionárias de todo o Brasil, inclusive grandes grupos potiguares, como PG Prime, Redenção e Pontanegra Fiat. A plataforma da AutoForce permite que concessionárias e montadoras gerenciem seus sites de forma autônoma, aproveitando melhor as oportunidades de venda geradas pela internet. Para Tiago Fernandes, CEO da AutoForce, a seleção do InovAtiva também é o reconhecimento de que a empresa possui um produto realmente inovador e atraente para o mercado. “Sabemos que nosso produto é extremamente inovador por pensar, desde 2015, em algo que começa a ser discutido só agora: a necessidade de vender carros online. O consumidor brasileiro já quer isso, e a prova é que 80% da venda de veículos no Brasil já vêm da internet, segundo o Google”, comenta Tiago Fernandes, CEO da AutoForce. Hoje, a empresa está focada em fortalecer o Autódromo, preparando-o para um novo modelo de negócios que está se fortalecendo, através do qual o consumidor poderá comprar seu carro sem sair de casa. “Nada será mais natural do que o surgimento do e-commerce de carros nos próximos cinco anos. As concessionárias como conhecemos agora não existirão mais”, afirma. Com o incentivo do InovAtiva, durante os próximos quatro meses a startup potiguar passará por capacitações e consultorias para chegar ao estágio de “tração” — momento em que as startups consolidam e escalam o modelo de negócios. Além disso, a startup também terá a chance de se apresentar para uma banca de 100 investidores durante o Demoday InovAtiva, que ocorre em São Paulo. “Na prática, participar do InovAtiva significa que vamos desenvolver mais tecnologia e inovação. Assim poderemos dar um atendimento melhor para nosso clientes, com uma solução que entregará mais performance e resultado para a sua operação”, acrescenta Fernandes. Crescimento exponencial Em menos de quatro anos de mercado, a AutoForce já conseguiu conquistar 10% do mercado de concessionárias brasileiras. Entre 2016 2019 saltou de 4 para 23 funcionários, ampliou sua sede em Natal, ganhou o reforço de mais dois experts do setor automotivo na diretoria — Clênio Cunha e Mateus Araújo –, e participou do Congresso e ExpoFenabrave 2018, o maior evento sobre o mercado automotivo brasileiro. Para 2019, a empresa prepara novos avanços. Além de participar do InovAtiva Brasil, a AutoForce também foi selecionada pelo Sebrae RN para participar de uma comitiva de empreendedores em visita ao Vale do Silício (EUA), principal berço de inovação do mundo. A visita acontece entre maio e junho. Também em maio de 2019, a AutoForce participará o Automotive Business Experience 2019, um evento sobre inovação no mercado Automotivo. Neste momento, a startup está concorrendo para apresentar a palestra Concessionária 2.0 – o novo modelo de negócios, cuja escolha está sendo feita pelo público.


“Acreditamos que todas essas e outras iniciativas mostram que, como startup, não pretendemos lançar apenas um produto, mas impactar o mercado. Nossa função é liderar a mudança que o setor automotivo já está vivendo”, finaliza Tiago Fernandes. Inovativa Brasil 2019 O InovAtiva Brasil é um programa criado em 2013 pelo Ministério da Economia como ferramenta de gestão pública focada na aceleração, conexão, visibilidade e mentoria de startups de todo o Brasil, sem qualquer custo. Fonte: Blogue do BG BG RN 2019-04-18 http://conectadosrn.com.br/geral/cidades/startup-potiguar-e-selecionada-para-o-maiorprograma-de-aceleracao-da-america-latina/18/04/2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Hyundai comemora 1 milhão de HB20 vendidos 8216028 - AUTOPAPO - Belo Horizonte - MG - 18/04/2019

A Hyundai comemorou (no dia 17) a comercialização do milionésimo HB20 no país. O veículo, configurado na versão topo de linha Premium, pintado na cor Cinza Titanium, e com motor 1.6 e câmbio automático, foi adquirido pela professora universitária Carolina Camargo de Oliveira, na concessionária HMB Sevec, em Curitiba (PR). “Saí de casa para pesquisar diversos modelos além do HB20, porém, ao realizar o test-drive tive a certeza de que era a melhor opção. O design e a ótima dirigibilidade, aliados à garantia de cinco anos e às revisões com preço fixo, foram fatores decisivos para a compra”, afirma Carolina. “Hoje saio de carro novo, como a milionésima cliente de HB20, fazendo parte da história da Hyundai. Espero permanecer na marca por muito tempo”, completa. A entrega do HB20 de número 1 milhão aconteceu na manhã de hoje, na sede da HMB Sevec, na capital paranaense. O evento, com festa surpresa para a cliente, contou com a participação de representantes da fabricante e da concessionária, que realizaram a entrega das chaves do novo carro, de placa comemorativa e de brindes do programa de fidelidade Hyundai Sempre. Em números consolidados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 22.051 veículos HB20 de outubro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo de comercialização, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 157.702 unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Nos anos seguintes, os volumes corresponderam a 179.907 unidades em 2014, 163.674 em 2015, e 167.639 em 2016. Em 2017, ano em que foi lançado o SUV compacto Hyundai Creta, 137.771 veículos HB20 foram comercializados, enquanto em 2018, 137.661 unidades foram vendidas. Já em 2019, de janeiro a março, foram emplacadas 30.725 unidades do compacto. Foto Hyundai | Divulgação https://autopapo.com.br/curta/hyundai-comemora-1-milhao-de-hb20-vendidos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping Ford e Caoa não fecharam acordo ainda e "chão de fábrica" vive incerteza 8216029 - FENABRAVE - 18/04/2019

Ford e Caoa não fecharam acordo ainda e "chão de fábrica" vive incerteza Passados dois meses após o anúncio do fechamento da fábrica em São Bernardo do Campo, em 19 de fevereiro, o clima entre os funcionários da Ford ainda é de incerteza, enquanto prosseguem negociações para eventual venda das instalações no ABC paulista. Conforme já divulgado, a unidade fabril, que ficou cerca de 40 dias em greve, iniciada no mesmo dia em que a notícia do fim das atividades veio a público, seguirá produzindo até novembro. A sensação de insegurança quanto ao futuro afeta especialmente os chamados trabalhadores de "chão de fábrica", envolvidos diretamente na produção de veículos, e de áreas como logística, segundo fontes ligadas à marca. "Já sabíamos, algum tempo antes do anúncio, que a fábrica seria fechada por decisão da matriz, mas tivemos de manter segredo". UOL Carros procurou Ford e Caoa: a marca norte-americana afirmou que não vai comentar as declarações. Executivos da marca brasileira ainda não retornaram os contatos feitos pela reportagem. Nada fechado Fontes também informam que o acordo para a Caoa assumir as operações da fábrica em São Bernardo não está fechado e que, se for de fato consumado, não deverá dar continuidade à montagem de caminhões da oval azul, sob licenciamento ou por meio de "joint-venture" -- modelo de negócio atualmente adotado na Turquia, hoje único local, além do Brasil, a fazer caminhões da marca norte-americana. "A Ford está saindo definitivamente do segmento de caminhões". Segundo a "Agência Estado", a Caoa pretende manter a produção de caminhões leves da Ford e também de utilitários pesados da Hyundai, marca sul-coreana que a empresa brasileira representa no Brasil. A linha do ABC hoje é responsável por fabricar caminhões Cargo, as linhas F-350 e F-4000 e o Fiesta, único carro de passeio produzido no local e que já teve o fim de linha decretado para 2019 -- juntamente com Focus e Focus Sedan, estes fabricados em Pacheco, na Argentina, até maio. Apesar das incertezas e de outros reflexos da reestruturação local da Ford, como o plano de demissão voluntária que está em andamento em Camaçari (BA), ouvimos que "o pior já passou". A linha de produção baiana será a única fábrica de automóveis da Ford no país, hoje responsável por fazer Ka e EcoSport, seus produtos mais rentáveis e que mais vendem em termos de volume. Home office Também ouvimos que, durante a greve dos trabalhadores, iniciada em 19 de fevereiro e encerrada no último 2 de abril, a área administrativa e de gestão ficou trabalhando em casa, fazendo "home office", para evitar eventual confronto com os grevistas, que mantiveram assembleias quase diárias em frente aos portões da fábrica, mobilizados na esperança de manterem os empregos. Cerca de 3.000 empregados diretos, mais outros 1.500 indiretos, atuam na fábrica paulista. O sindicato local chegou a se reunir com dirigentes da Ford nos Estados Unidos para reverter a decisão, sem sucesso. Coincidência ou não, a paralisação foi encerrada no mesmo dia em que circulou a informação do suposto acordo para a Caoa assumir as operações. Produção do Fiesta 50 dias parada Segundo relatos, além dos 40 dias de greve, durante os quais nenhum veículo foi fabricado em São Bernardo, a produção do Fiesta ficou parada por mais dez dias após o fim da greve, aproximadamente, por conta da forte chuva que atingiu a cidade no dia 10 de março e que alagou as instalações responsáveis pela produção do hatch. Na ocasião, a fábrica da Mercedes-Benz, que fica ao lado e produz caminhões, também teve a produção interrompida por conta da inundação.


"As duas fábricas são praticamente vizinhas de muro. No caso da Ford, a chuva atingiu apenas a linha de montagem de automóveis, que fica na parte baixa do terreno, enquanto a linha dos caminhões ficou preservada. Após o fim da greve, foram necessários mais dias sem fabricar o Fiesta para fazer a limpeza das instalações e retomar a produção", ouviu a reportagem. Outra fonte admitiu que essa longa parada pode eventualmente ter afetado os estoques do hatch em algumas regiões do país. Ao mesmo tempo, soubemos que ainda há na rede de concessionárias algumas unidades do Fiesta Sedan, importado do México, e do Fiesta hatch com câmbio Powershift, apesar de ambos já não aparecerem mais no site comercial da montadora. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, os funcionários irão trabalhar para produzir 1,7 mil Fiestas e 843 caminhões até o fim da operação oficial da Ford. Vale destacar que o Fiesta já vende pouco. Segundo a Fenabrave, a federação das concessionárias, o compacto da Ford teve 1.620 unidades emplacadas de janeiro a março, figurando como o 48º carro mais vendido no período, contra 18.279 do líder Chevrolet Onix. Fonte consultada pela reportagem informou que o impacto foi pequeno, pois a Ford já previa a greve e formou estoque antes de anunciar os planos de fechamento. Focus: último lote já chegou Por fim, o Focus: apesar de a produção de hatch e sedã médios continuar até o mês que vem na Argentina, as unidades que ainda restam a ser montadas serão exclusivamente para abastecer o país vizinho. O último lote para o Brasil já chegou e, quando se esgotar, não haverá mais veículos aqui -- não obtivemos a informação de quando e quantas unidades compõem esse lote. UOL – CARROS – 18/04/2019 http://www3.fenabrave.org.br:8082/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=13010&cdcategor ia=1&layout= Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Aos 55 anos, Ford Mustang ainda é o esportivo mais vendido 8216033 - ICARROS - 18/04/2019

Às vésperas do seu 55º aniversário, o Ford Mustang também manteve o título de "cupê esportivo mais vendido do mundo", um título que mantém já há quatro anos. A Ford vendeu nada menos que 113.066 unidades do Mustang em 2018, com as vendas na Europa subindo mais de 27% até agora em 2019. Enquanto isso, a participação de mercado do esportivo aumentou em meio ponto em 2018 em relação ao ano anterior, atingindo 15,4%. Leia mais: Veja como foi a estreia do Ford Mustang no Brasil AVALIAÇÃO: Confira como anda o Ford Mustang brasileiro Nos EUA, 75.842 unidades foram comercializadas. No Brasil. O Ford Mustang foi lançado em março de 2018, sendo a primeira vez em que o esportivo foi comercializado por aqui de maneira oficial. Desde então, passados os primeiros 12 meses, já foram emplacadas 1.085 unidades do Mustang por aqui de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Confira aqui ofertas de modelos da Ford perto de você Simule aqui o quanto gastar nas parcelas de seu próximo carro "Nós quebramos o molde quando a Ford lançou o Mustang há 55 anos", disse Jim Farley, presidente da Ford nos mercados globais. “Nada diz liberdade, o vento em seus cabelos e a alegria de dirigir como o Mustang; é um ícone. O rugido de seu V8 em um dia de primavera, não há nada melhor. Não é de admirar que seja o cupê esportivo mais popular do mundo”. Com base nos dados mundiais de vendas da Ford, o Mustang estava disponível para compra em 146 países em 2018 e mais de 500.000 modelos da sexta geração foram vendidos globalmente desde 2015. O Ford Mustang no Brasil Por aqui, o Ford Mustang é vendido apenas na versão GT V8 com o pacote de performance que é oferecido como opcional até mesmo nos EUA. Ele custa R$ 315.900 no Brasil. Apesar do alto preço ele tem uma extensa lista de itens de série. Mecânica O V8 entrega 466 cv de potência e 56,7 kgfm de torque, sendo que 82% da força é entregue a partir de 2.000 rpm, utilizando dupla injeção de combustível: direta e indireta. Vale ressaltar que o carro vendido no Brasil está homologado pela Ford para rodar com a nossa “gasolina” comum, sem restrições. De acordo com a marca, por aqui, o V8 entrega 6 cv a mais que o dos EUA por conta da adição de etanol no combustível. A única opção de transmissão é automática de dez marchas para o Ford Mustang no Brasil. Ficha técnica e desempenho Nas medidas, o Ford Mustang tem 4,78 m de comprimento, 1,95 m de largura, 1,38 m de altura e 2,72 m de entre-eixos. O bagageiro não teve a capacidade declarada. Em ordem de marcha, o Mustang pesa 1.783 kg, sendo que a distribuição de peso é de 55% sobre o eixo dianteiro e 45% sobre o traseiro. De acordo com a Ford, o Mustang GT vendido no Brasil acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e tem velocidade máxima declarada de 250 km/h. Itens de série O Ford Mustang traz entre os principais equipamentos de série, o Mustang vendido por aqui traz direção elétrica, ar-condicionado automático de duas zonas, revestimento parcial de couro para os bancos, ajuste de altura e profundidade para volante, ajuste elétrico do banco do motorista, sensores crepuscular e de chuva, chave presencial, faróis com lâmpadas de LED, sistema de som com 12 alto-falantes (contando um subwoofer de 8 polegadas no bagageiro), painel de instrumentos digital, seletor de modos de condução e central multimídia SYNC3 com espelhamento de smartphones via Android Auto e Apple CarPlay. Ele traz também oito airbags (frontais, laterais, de cortina e para os joelhos), controle de


estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, piloto automático adaptativo, alerta de colisão frontal com detecção de pedestres e frenagem autônoma, assistente de permanência em faixa e detector de fadiga. Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook (facebook.com/iCarros) Instagram (instagram.com/icarros_oficial) YouTube (youtube.com/icarros) https://www.icarros.com.br/noticias/geral/aos-55-anos,-ford-mustang-ainda-e-o-esportivomais-vendido/26372.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Startup potiguar é selecionada para o maior programa de aceleração da América Latina 8216044 - BLOG DO BG - 18/04/2019

Potiguares criaram plataforma online para o setor automotivo. AutoForce foi escolhida entre mais de 700 empresas brasileiras para ciclo de mentoria e capacitação Criada por dois potiguares, a startup AutoForce foi selecionada para participar do maior programa de aceleração de empresas da América Latina, o InovAtiva Brasil, do Ministério da Economia. Com a seleção, a empresa passa a fazer parte do principal ecossistema de inovação e empreendedorismo do país, ganhando acesso a mentorias, treinamentos e a chance de se apresentar para uma banca de mais de 100 investidores do país em São Paulo. A aprovação da AutoForce foi divulgada no último 15 dia de abril, após um processo seletivo de duas etapas, com análise do modelo de negócios e entrevistas presenciais com a direção da empresa. A startup potiguar concorreu com mais de 700 empresas brasileiras, sendo uma das 130 escolhidas para o primeiro ciclo de aceleração do InovAtiva em 2019. O produto da AutoForce — a plataforma online Autódromo –, foi criado pelo administrador Tiago Fernandes e pela desenvolvedora Isaiane de Mendonça em 2015. Após passar por um ano de incubação no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a empresa foi lançada no mercado. Em menos de quatro anos, já atende mais de 600 concessionárias de todo o Brasil, inclusive grandes grupos potiguares, como PG Prime, Redenção e Pontanegra Fiat. A plataforma da AutoForce permite que concessionárias e montadoras gerenciem seus sites de forma autônoma, aproveitando melhor as oportunidades de venda geradas pela internet. Para Tiago Fernandes, CEO da AutoForce, a seleção do InovAtiva também é o reconhecimento de que a empresa possui um produto realmente inovador e atraente para o mercado. “Sabemos que nosso produto é extremamente inovador por pensar, desde 2015, em algo que começa a ser discutido só agora: a necessidade de vender carros online. O consumidor brasileiro já quer isso, e a prova é que 80% da venda de veículos no Brasil já vêm da internet, segundo o Google”, comenta Tiago Fernandes, CEO da AutoForce. Hoje, a empresa está focada em fortalecer o Autódromo, preparando-o para um novo modelo de negócios que está se fortalecendo, através do qual o consumidor poderá comprar seu carro sem sair de casa. “Nada será mais natural do que o surgimento do e-commerce de carros nos próximos cinco anos. As concessionárias como conhecemos agora não existirão mais”, afirma. Com o incentivo do InovAtiva, durante os próximos quatro meses a startup potiguar passará por capacitações e consultorias para chegar ao estágio de “tração” — momento em que as startups consolidam e escalam o modelo de negócios. Além disso, a startup também terá a chance de se apresentar para uma banca de 100 investidores durante o Demoday InovAtiva, que ocorre em São Paulo. “Na prática, participar do InovAtiva significa que vamos desenvolver mais tecnologia e inovação. Assim poderemos dar um atendimento melhor para nosso clientes, com uma solução que entregará mais performance e resultado para a sua operação”, acrescenta Fernandes. Crescimento exponencial Em menos de quatro anos de mercado, a AutoForce já conseguiu conquistar 10% do mercado de concessionárias brasileiras. Entre 2016 2019 saltou de 4 para 23 funcionários, ampliou sua sede em Natal, ganhou o reforço de mais dois experts do setor automotivo na diretoria — Clênio Cunha e Mateus Araújo –, e participou do Congresso e ExpoFenabrave 2018, o maior evento sobre o mercado automotivo brasileiro. Para 2019, a empresa prepara novos avanços. Além de participar do InovAtiva Brasil, a AutoForce também foi selecionada pelo Sebrae RN para participar de uma comitiva de empreendedores em visita ao Vale do Silício (EUA), principal berço de inovação do mundo. A visita acontece entre maio e junho. Também em maio de 2019, a AutoForce participará o Automotive Business Experience 2019, um evento sobre inovação no mercado Automotivo. Neste momento, a startup está concorrendo para apresentar a palestra Concessionária 2.0 – o novo modelo de negócios, cuja escolha está sendo feita pelo público.


“Acreditamos que todas essas e outras iniciativas mostram que, como startup, não pretendemos lançar apenas um produto, mas impactar o mercado. Nossa função é liderar a mudança que o setor automotivo já está vivendo”, finaliza Tiago Fernandes. Inovativa Brasil 2019 O InovAtiva Brasil é um programa criado em 2013 pelo Ministério da Economia como ferramenta de gestão pública focada na aceleração, conexão, visibilidade e mentoria de startups de todo o Brasil, sem qualquer custo. https://www.blogdobg.com.br/startup-potiguar-e-selecionada-para-o-maior-programa-deaceleracao-da-america-latina/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: rodrigomatoso Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8216045 - BLOG DO SERIDÓ - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. http://blogdoserido.com.br/noticias/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Blog do Seridó Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8216046 - BLOG SUÉBSTER NERI - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Powered by WPeMatico http://www.sneri.blog.br/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Suébster Neri Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Usados: Fiat Weekend resiste ao extermínio das peruas 8216047 - BLOG CABRESTO ONLINE - 20/04/2019

Marcelo Ramos miramos@hojeemdia.com.br HOJE EM DIA Fiat / As peruas tiveram seus dias de glória no mercado brasileiro. Antes da epidemia dos utilitários-esportivos (SUV’s), figuraram como as opções mais versáteis do mercado. Espaçosas e com volume de bagageiro imbatível, eram as melhores opções para quem buscava um automóvel familiar e prático. Mas o primeiro ataque veio com os monovolumes, ainda nos anos 1990. E no início dos anos 2000, jipinhos compactos como EcoSport e Tucson atingiram em cheio as peruas, que começaram a minguar. Atualmente, a Fiat Weekend caminha praticamente sozinha no mercado. As outras opções se resumem a modelos importados, com preços que superam os SUV’s de luxo. Mas a peruinha italiana também não é barata. A Fiat oferece apenas duas versões em seu portfólio. A opção mais barata, Attractive 1.4, parte de R$ 64 mil, enquanto a Adventure 1.8, não sai por menos de R$ 83 mil. Daí quem precisa de espaço interno e não pode gastar tanto precisa mirar numa unidade de segunda mão. A Weekend segue como o modelo mais popular no varejo de usados. Segundo a Fenabrave, a média de transferências da perua gira em torno de 6 mil unidades mensais. Segundo a Fipe, as avaliações da Weekend variam de R$ 9.600 a R$ 63,3 mil. Vale lembrar que estamos falando de um modelo que está na ativa desde 1998, com a mesma carroceria e que já teve pelo menos cinco opções de motores e inúmeras versões. Opção Para facilitar a escolha de quem busca um bagageiro, não faz questão do estilo aventureiro da Adventure e também não pode investir grandes somas, uma opção é apostar na versão Attractive 1.4 (de 86 cv), com até quatro anos de uso. Segundo a Fipe, esse carro (ano 2015) está avaliado em R$ 32,4 mil. No varejo de usados os preços variam de R$ 26 mil a R$ 37 mil. Muito em função do estado de conservação e também dos itens opcionais, que podem valorizar na hora da revenda, como ar-condicionado, vidros traseiros elétricos e rádio com CD/MP3. O básico de série é direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, computador de bordo e faróis de neblina. Apesar do bom espaço interno, manutenção barata e consumo comedido, na casa dos 10 km/l (com gasolina, na cidade), é preciso saber que o Weekend é um carro defasado e com acabamento pobre. No entanto, é uma opção acessível para quem precisa de muito espaço para bagagem. http://cabresto.blogspot.com/2019/04/usados-fiat-weekend-resiste-ao.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: RAFAEL AMARAL Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8216048 - BLOG DO LÚCIO SORGE - 21/04/2019

21 de abril de 2019 09:00 Publicado por: redacao Categorias: Economia, Notícias Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só


pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro).


O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) http://www.blogdoluciosorge.com.br/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8216049 - BLOG DO PC - Mossoró - RN - 21/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática. O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo


ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. Estadão Conteúdo http://www.blogdopc.com/2019/04/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Paulo César de Oliveira Estado: RN Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Mossoró País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Coluna MECÂNICA ONLINE® reforça que diante dos assustadores números de acidentes "Simulação é a grande aliada da segurança veicular 8216050 - BLOG DO JORNALISTA ARNALDO MOREIRA - 20/04/2019

Coluna MECÂNICA ONLINE® 20 | ABRIL | 2019 Tarcisio Dias Simulação é a grande aliada da segurança veicular Amigos, os números de vítimas no trânsito mundial são assustadores. Em 2018 ocorreram 1,35 milhões de mortes em acidentes no trânsito a nível mundial, com 50 milhões de pessoas feridas, é o que alerta relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a entidade, as lesões causadas pelo trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. Globalmente, 29% das vítimas são ocupantes de carros, 28% são usuários de veículos motorizados (duas ou três rodas), 26% são pedestres e ciclistas, e os 17% restantes são usuários de estradas não identificados. A triste estatística mostra que 60% dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito. Precisamos melhorar a segurança de todos para evitar tantas vítimas. Para a segurança no trânsito temos três pilares básicos: - Segurança veicular – Produção de veículos com alta performance para oferecer mais segurança para ocupantes e pedestres; - Educação no trânsito – Incentivo para ampliação da educação sobre o trânsito; - Infraestrutura viária – Melhoria nas condições de estradas e de circulação. Estamos na década da segurança veicular, campanha desenvolvida pela ONU que conta com a participação do Brasil e tem por objetivo a redução de 50% nos acidentes de trânsito até 2020. Na busca por veículos mais seguros, a indústria automotiva brasileira vem buscando soluções há bastante tempo. Desde 1971, quando aconteceu o primeiro teste de impacto na América Latina, realizado pela Volkswagen do Brasil, já tínhamos essa preocupação. Por isso é cada vez maior a utilização de simulações em testes veiculares observando características como aerodinâmica, comportamento da estrutura e seu desempenho em acidentes, desenvolvimento e atuação do airbag, proteção do pedestre e durabilidade. No desenvolvimento do Volkswagen T-Cross, por exemplo, novo SUV produzido no Brasil pela Volkswagen, foram mais de 25 mil horas de cálculos estruturais e 4.600 testes de simulações antes de construir o primeiro carro para verificar se tudo estava certo. E os dados das simulações estão cada vez mais reais quando comparados com os testes práticos. Entre as simulações observamos testes de impacto frontal, lateral e contra poste, analisando detalhes como o movimento do banco e comportamento da estrutura do carro, por exemplo. Desde o Up! (PQ12) são utilizados materiais de ultra alta e alta resistência através do processo normal de estampagem de uma peça metálica, sendo o estampo através de impacto e a deformação cria a forma do veículo. Atualmente esses materiais (chapa de metal) são aquecidos – Processo de estampagem a quente - próximo de 1.000 graus centígrados, para então acontecer a modelagem da peça, aumentando em 10 vezes a resistência do material, principalmente na área dos ocupantes do carro, mantendo áreas específicas para deformação do material e absorção da energia no caso de uma colisão. Então, fique atento aos materiais que são aplicados em seu veículo. Muitas vezes um veículo um pouco mais caro pode resultar em mais segurança para você e sua família. Não economize na segurança que pode salvar vidas.


Tarcisio Dias Depreciação - Na análise de automóveis menos depreciados, o Volkswagen Gol City 1.0 4 portas Flex ganha destaque pelo aumento de 1,5% de seu valor inicial ao longo do primeiro ano de uso. Uma forte alta do veículo, variação do câmbio - implicando diretamente em importados – e um bom posicionamento no mercado explicam essa ocorrência. Já o Citroën C3 Origine Puretech 1.2 apresentou o maior índice de depreciação, com queda de 21,38% de seu valor original em seu primeiro ano de uso. O estudo foi realizado pela KBB Brasil. Agrishow 2019 - A partir do dia 29 de abril, toda a cadeia produtiva do agronegócio nacional estará reunida em Ribeirão Preto, SP, para conhecer os principais lançamentos de mais de 800 marcas brasileiras e internacionais, que atendem as diversas demandas dos produtores rurais e profissionais do campo. J.D. Power Engineering Award - Depois de inaugurar uma nova era para a Kia Motors, o fastback esportivo Stinger GT recebeu o primeiro “J.D. Power Engineering Award” pela melhor avaliação de um veículo totalmente novo nos Estados Unidos. Primeiro veículo híbrido flex do mundo - A Toyota confirmou que a 12ª geração do Corolla será o único veículo no mundo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia bicombustível (etanol e gasolina), tornando-se, com essa motorização, o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. Em alta - O segmento de motocicletas começou 2019 com o pé direito. Após 10 anos sofrendo com quedas nas vendas, o setor apresentou um crescimento de mais de 10% nas vendas no varejo em 2018. A estimativa para este ano, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), sinaliza alta para o mercado de motos. Copa Truck - Os caminhões de corrida passam por uma preparação muito específica para as disputas na pista, com modificações no trem de força, chassi e cabina. Nos veículos da AM Motorsport, por exemplo, o motor eletrônico Mercedes-Benz alcança a elevada potência de 1.250 cv a 3.500 rpm, quase três vezes mais em relação aos 460 cv a 1.900 rpm de fábrica. O torque máximo chega a 5.500 Nm a 2.000 rpm nas competições, mais que o dobro dos 2.300 Nm a 1.100 rpm da aplicação no transporte. O Actros alcança velocidade máxima de até 240 km/h na Copa Truck, conforme o circuito. Rápidas # Na última semana cheia do mês de maio teremos posse na ANFAVEA, nova versão do Fiat Argo e vamos testar a performance do Ford Edge ST. # Se você está em São Paulo não pode perder a exposição dos manuais dos proprietários que acontece no Museu da Imprensa Automotiva - MIAU. # Com votação unânime dos associados, o jornalista Antônio Fraga, no comando da Chapa Continuidade, foi reeleito presidente da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – Abiauto - para o biênio 2019/2020. ________________________________________________ Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês. http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/ http://blogdojornalistaarnaldomoreira.blogspot.com/2019/04/coluna-mecanica-online-reforcaque.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: BLOG DO ARNALDO MOREIRA Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Nova geração de veículos brasileiros será mais equipada e sofisticada 8216051 - BLOG DO JASÃO - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. (Veja mais…) https://blogdojasao.blogspot.com/2019/04/nova-geracao-de-veiculos-brasileiros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Blog do Jasão Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8216052 - BLOG DO CARLOS COSTA - 20/04/2019

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1


milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen T-Cross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática (ver quadro). O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para


30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. Estadão Conteúdo http://www.carloscosta.com.br/2019/04/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Carlos Estado: Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping MENOS NACIONAL 8216055 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA - São Paulo - SP - 20/04/2019 - Pág B6

Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzilos, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes. Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito –, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano ( ver lista). A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros ( leia abaixo). Nacionalização. Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro.


Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio, Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas. Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch, fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” ? Carros mais seguros O que será obrigatório nos veículos a partir de 2020 e os prazos para instalação Reforço lateral Sistema de controle de estabilidade (ESC) Aviso de cinto Indicador de direção lateral Farol de rodagem diurna Sinal de frenagem de emergência (ESS) Câmera de ré ou sensor de estacionamento Proteção ao pedestre Reforço para impacto lateral Aviso de saída de faixa Frenagem autônoma de emergência I Frenagem autônoma de emergência II Isofix Cinto de 3 pontos e encosto de cabeça no banco central traseiro http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/f240f0906dc5df30d59ec5160ba530 57?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1558773368&Signature=ZA% 2Bemc998e1rxkVlv6KWmFSwxa0%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 22/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Jornal


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Issuu converts static files into: digital portfolios, online yearbooks, online catalogs, digital photo albums and more. Sign up and create your flipbook.