Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221382 - DIÁRIO DO JARAGUÁ - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodajaragua.com.br/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica/448169/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221383 - O POPULAR - Goiânia - GO - 29/04/2019
(Foto: Pixabay) Estadão Conteúdo O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.opopular.com.br/noticias/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-f%C3%A1brica-1.1786554 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: GO Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221384 - SEU DINHEIRO - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. Publicidade O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Publicidade https://assets.seudinheiro.com/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pela-fabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221385 - TRIBUNA DO SERTÃO - Palmeira dos Índios - AL - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva e André Ítalo Rocha Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadosertao.com.br/2019/04/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Mitsubishi Pajero Sport 2020 8221386 - UOL - São Paulo - SP - 24/04/2019
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221387 - HOJE ES - Vitória - ES - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Cleide Silva e André Ítalo Rocha Estadao Conteudo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. The post Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica appeared first on ESHOJE. http://eshoje.com.br/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pela-fabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Multimídia ESHOJE Estado: ES Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221388 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) https://www.hipernoticias.com.br/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica/124605 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CONTEÚDO ESTADÃO Estado: MT Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Veja as Dicas do Detran para comprar e vender carros em 2019 8221389 - MIX VALE - 29/04/2019
Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 29 de abril de 2019 Veja as Dicas do Detran para comprar e vender carros em 2019. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;
No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/04/29/veja-as-dicas-do-detran-para-comprar-e-vendercarros-em-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221390 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pelafabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping No Ceará, 45% da frota têm mais de 10 anos de utilização 8221391 - LINDOMAR RODRIGUES - Acopiara - CE - 29/04/2019
O Brasil mantém um ritmo intenso, nos últimos dois anos, de retomada no emplacamento de veículos. E a mesma realidade é replicada no Estado. Mas, a alta não foi suficiente para impedir o contínuo envelhecimento da frota. No recorte local, por exemplo, mesmo com 11,8 mil autos e comerciais leves comercializados de janeiro a março deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) revelou uma baixa de 11,96% do número de veículos com até cinco anos, comparando ao acumulado até março de 2018, significando só 22% dos 3,2 milhões dos veículos registrados no Estado até março de 2019. Por curiosidade, a maior parcela dos novos está concentrada no interior. São 404.070 contra 292.029 na capital. A queda é refletida na revenda do seminovo. Com a oferta reduzida em modelos com até três anos, a venda nessa categoria despencou 13,6% no acumulado desse primeiro trimestre. Em compensação, a procura das opções mais antigas aumentou, como os maduros de 9 a 12 anos, que tiveram um crescimento de 28,2%. Os jovens (4 a 8) e velhinhos (acima dos 13 anos) também subiram, tendo 10% mais vendas até março de 2019, comparado a igual período do ano passado. De acordo com Everton Fernandes, presidente do Sindicato das Revendedoras de Veículos do Ceará, os clientes migraram também com força para os zeros. Porém, visualmente não será possível ver essa transição neste ano. "Isso vai fazer com que nosso mercado a curto prazo, em um a dois anos, melhore a situação nessa questão de uso até três anos. Porque em 2018 houve crescimento dos novos e 2019 está se caracterizando por um aumento maior ainda", destaca. A previsão, segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), é que o mercado se desenvolva de 10 a 15% neste ano. É o que aponta Fernando Pontes, presidente da entidade seção Ceará. "A crise fez com que as pessoas adiassem o seu desejo da compra, mas os bancos estão começando a financiar mais, há uma oferta de crédito muito grande, com taxas baixas e mais facilidades. Além disso, a inadimplência caiu. Isso tudo fez com que o mercado começasse a reagir. Não é à toa que o aumento de venda desse primeiro trimestre já é uma sinalização que iremos ter um volume bom este ano", aponta. Enquanto isso, a maior parcela dos veículos do Ceará continua com idade de 5 a 10 anos de uso, são 33%. Atualmente, isso significa mais de 1 milhão, sendo uma alta de 5,22% comparada à realidade de março de 2018. A segunda representatividade da frota está naqueles acima dos 15 anos, com pouco mais de 900 mil e 28% da fatia total dos emplacados. Essa quantidade representa aumento de 6,95% diante dos números de março de 2018. "A frota envelheceu em função da crise que abateu o setor. Significa que, de seis a oito anos atrás, se vendia aqui no Estado em torno de 60 mil carros. Com a crise, caiu para 20 a 30 mil carros por as pessoas segurarem a compra do novo, preferindo ficar com o usado até melhorar as coisas", completa Pontes. Retrato nacional Embora o mercado tenha crescido 1,33% no acumulado de 2017 e 13,58% no ano seguinte, com mais de 3,65 milhões de novos veículos nas vias nacionais em 2018, o Brasil também tem frota envelhecida. A idade média dos automóveis em circulação subiu para 9,7 anos e a tendência é chegar aos 10 anos em 2020, conforme o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores. Para o setor automotivo, ter uma frota mais nova é melhor para a economia brasileira. Até mesmo para quem vende usados. "Por questão de garantia que é preciso dar pela revendedora, é melhor vender carro com dois ou três anos de uso do que cinco a sete, porque a tendência desses carros antigos é precisar de mais manutenção", pontua Everton. No entanto, já no outro lado da balança, o Estado não está preparado, segundo Everton, para o cenário almejado de ter carros mais novos. "A gente passaria a ter um outro problema. Para que essa frota se renove, a nossa malha viária talvez não atenda o crescimento. A tendência é que entre mais carros do que saiam de circulação", acrescenta. Contrário à maré: locação retoma renovação
Em 2017, no auge da crise, não somente o consumidor comum viu-se adiando a compra do carro zero, como até mesmo o segmento de locação adiou a renovação de sua garagem. "Médias e pequenas empresas seguraram um pouco mais para trocar a frota. A gente chegou a trabalhar com 20 meses, mas acabamos com isso e voltamos à nossa média", destaca Jorge Pontual, diretor comercial da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla). Com mais de 826 mil carros e comerciais leves registrados no setor no acumulado de 2018, a idade média da frota conseguiu cair de 20,7 meses do fim de 2016 para 17 no ano passado. No Ceará, com 9,6 mil em sua frota em 2018, a média de idade segue a tendência do País. "O mercado exige isso. A concorrência é grande", aponta Carlos Augusto, diretor regional da Abla no Ceará. "Se apresentamos um carro com mais de 25 ou 30 mil km, o cliente diz que o carro é velho e não quer alugar. Então, precisamos vender nesse período entre 16 a 18 meses de prazo médio", pontua Jorge. Segundo ele, o setor segura mais para casos de locações de longo prazo. "Os contratos são de dois anos, então pode ter carros de 24 meses. No aluguel diário, você ter um carro dificilmente com mais de 18 meses ou explodindo 20, mas não é o normal", completa. http://www.lindomarrodrigues.com/2019/04/no-ceara-45-da-frota-tem-mais-de-10.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Lindomar Rodrigues Estado: CE Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221392 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 29/04/2019
29/04/2019 | 09:05 O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dgabc.com.br/Noticia/3047460/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221394 - PÁGINA 3 - Balneário Camboriú - SC - 29/04/2019
(Cleide Silva e André Ítalo Rocha/AER) - O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.pagina3.com.br/negocios/2019/abr/29/2/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221395 - PORTAL DO HOLANDA - Manaus - AM - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.portaldoholanda.com.br/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AM Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221396 - TRIBUNA DO AGRESTE - Arapiraca - AL - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva e André Ítalo Rocha Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadoagreste.com.br/2019/04/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221397 - UOL - São Paulo - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/04/29/fiat-chrysler-lideramovimento-de-venda-direta-pela-fabrica.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221398 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/04/29/internas_economia,1049737/fiatchrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pela-fabrica.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221399 - MEON - São José dos Campos - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://meon.com.br/noticias/nacional/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pelafabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São José dos Campos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221400 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.istoedinheiro.com.br/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pela-fabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221401 - METRO NEWS - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://metronews.com.br/eeconomia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pelafabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221402 - ÉPOCA NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2019/04/epoca-negocios-fiat-chryslerlidera-movimento-de-venda-direta-pela-fabrica.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221403 - A TARDE - Salvador - BA - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/2055421-fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221404 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fbrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221406 - MIX VALE - 29/04/2019
Últimas Notícias Publicado por Estadão Conteúdo Posted on 29 de abril de 2019 O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Cleide Silva e André Ítalo Rocha Estadao Conteudo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. https://www.mixvale.com.br/2019/04/29/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pelafabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221407 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. Receba diariamente o RD em seu WhatsApp Envie um WhatsApp para 11 99927-5496 para receber notícias do ABC diariamente em seu celular. https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2664553/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221408 - TRIBUNA DO INTERIOR - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tribunadointerior.com.br/noticia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: - por Estadao Conteudo Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221409 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=334039&t=Fiat+Chrysler+lidera+movimento +de+venda+direta+pela+fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221410 - DIÁRIO DO SUDOESTE - Pato Branco - PR - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodosudoeste.com.br/noticia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221411 - DIÁRIO DE NOTICIAS - São Paulo - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.diariodenoticias.com.br/economia/247962/fiat-chrysler-lidera-movimento-devenda-direta-pela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Peugeot inicia fabricação do 2008 reestilizado 8221412 - BRASÍLIA AGORA - 29/04/2019
A aposta da marca para o novo 2008 deve ser a oferta do câmbio automático de seis marchas acoplado ao motor turbo 1.6 THP na versão Griffe A Peugeot anunciou a produção do renovado SUV 2008 na fábrica de Porto Real (RJ). O modelo traz alguns retoques no visual — diferentes do facelift europeu feito há dois anos — e deve chegar às concessionárias em maio. O 2008 faz parte da nova estratégia da PSA Peugeot Citroën de priorizar utilitários esportivos e crossovers, em detrimento de sedãs e hatches. O recente enterro definitivo das linhas 308 e 408 (respectivamente, dois e três-volumes médios) foi o ponto de partida. Atualmente na 13ª posição no ranking das montadoras (somando carros de passeio, SUVs e picapes e comerciais leves), com 0,88% de participação no mercado brasileiro, a Peugeot viu o 2008, lançado localmente em 2015, manter uma performance de vendas bastante regular em torno da média de 10.335 carros por ano. No entanto, no ritmo atual, a projeção para 2019 seria de pouco mais de 7.350 emplacamentos (foram 1.842 até março, segundo a Fenabrave). A aposta da Peugeot para o novo 2008 deve ser a oferta do câmbio automático de seis marchas acoplado ao motor turbo 1.6 THP na versão Griffe, a topo de gama, que antes só possuía caixa manual junto a esse propulsor. Como o Citroën C4 Cactus (feito na mesma fábrica) incluiu esse novo trem-de-força em sua gama, é de se esperar o mesmo para o SUV compacto da co-irmã. O motor 1.6 aspirado será mantido como opção de entrada. No visual, a principal alteração do 2008 ano-modelo 2020 é na dianteira. A grade frontal cresceu, e com isso o emblema do leão migrou para o centro dela, criando um efeito de esportividade ausente no “bonzinho” 2008 atual — com grade diminuta e o leão num ponto da carroceria logo acima. O 2008 ano-modelo 2019 segue à venda com preços entre R$ 69.990 e R$ 91.900. Fonte: Carsale http://brasiliaagora.com.br/2019/04/29/peugeot-inicia-fabricacao-do-2008-reestilizado/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221413 - BOL - São Paulo - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/04/29/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fabrica.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva e André Ítalo Rocha Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221415 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.acritica.net/editorias/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica/375410/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221417 - MASSA NEWS - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://massanews.com/noticias/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica-E3z2k.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221419 - TAROBANEWS - Curitiba - PR - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tarobanews.com/noticias/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fabrica-xX5p4.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221421 - TRIBUNA - Curitiba - PR - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tribunapr.com.br/noticias/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Maio Amarelo é mês de segurança 8221422 - VEÍCULOS & NEGÓCIOS - 29/04/2019
Divulgação Estrutura montada na Galeria de Arte Digital do Centro Cultural Fiesp Nelson Tucci Maio é consagrado à conscientização da segurança no trânsito. E a Hyundai Motor Brasil anuncia o patrocínio da edição “cápsula” do festival de arte digital SP_Urban. A estrutura montada na Galeria de Arte Digital do Centro Cultural Fiesp, na Avenida Paulista, em São Paulo/SP, ilumina a cidade com uma curadoria de três obras de arte digitais, apoiando o “Maio Amarelo”, movimento que tem como objetivo chamar a atenção para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. A plataforma de LED que encobre o prédio da Fiesp se transformará em exposição e tela para videogame. Quem estiver de passagem pela Avenida Paulista, entre os dias 2 e 30 de maio, poderá entrar na estrutura cenográfica da Hyundai (localizada na Alameda Rio Claro) e jogar o Running Safe, um game art interativo criado pelo artista e produtor Ricardo Palmieri. Com um tablet, o visitante escolhe um HB20X ou HB20 R spec para realizar o circuito do jogo utilizando a fachada do prédio como tela. A experiência dura até 90 segundos e pode ser feita de quarta a domingo, das 19 às 22 horas. Além do jogo interativo, duas artes digitais ficarão em exposição todos os dias de maio, das 22 às 6 horas. A obra visual Modal, criada pelo grupo de arquitetos Vapor, destaca a mobilidade urbana e as novas formas de locomoção que a cidade de São Paulo recebeu nos últimos anos, e Melancia, obra da dupla de publicitários Marco Loschiavo e William Hebling, chama a atenção para cenas cotidianas usando a melancia como metáfora da fragilidade do corpo humano e o risco do pedestre em situações no trânsito. ORIGEM – O movimento mundial Maio Amarelo acontece pela sexta vez no Brasil com a proposta de alertar a sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito. A escolha do mês de maio para as ações foi motivada pelo anúncio, em maio de 2011, da “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”, pela ONU. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2013, 1,3 milhão de pessoas perderam a vida em acidentes de trânsito, em 178 países. No Brasil, 43,8 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito. ELÉTRICOS – Durante a realização do Fórum Automec foi abordado um tema que gera grande expectativa nos profissionais da área de reparação e manutenção de veículos: "Eletrificação Veicular". Com organização do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios (Sindirepa), discutiu-se pontos como o aumento das vendas de veículos elétricos, a capacitação dos técnicos para a manutenção desses produtos e as medidas de segurança necessárias para a realização desses trabalhos. Ocorreram debates focados como "A visão da BMW e do Senai São Paulo dos veículos híbridos e elétricos BMW", com Emílio Paganoni, responsável por treinamento no Grupo BMW Brasil, e o professor Ricardo Terra, diretor regional do Senai. Na sequência, o presidente do Sindirepa/PA, André Fontes, apresentou a palestra intitulada "A visão do Sindirepa do Pará frente à manutenção dos veículos híbridos e elétricos". "Já passamos por várias mudanças no mercado de automóveis, como a chegada da injeção eletrônica. A mudança para o carro elétrico é somente mais uma. E vocês, reparadores, também estarão preparados para isso", afirmou André Fontes, que também atua como reparador automotivo. AGRISHOW – Abre nesta segunda-feira, 29, a 26ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, a mais importante feira de tecnologia no setor em toda a América Latina, em Ribeirão Preto/SP. Evento encerrar-se-á na sexta-feira, 3. Para a solenidade de abertura, na Arena do Conhecimento, estão confirmadas a participação da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, políticos municipais, estaduais e federais. Divulgação Land Rover tem 80% do mercado, diz a empresa AGRISHOW 2 – A Jaguar Land Rover marcará presença na Agrishow com estande de 450 metros quadrados, onde o visitante poderá conferir os modelos Range Rover Evoque, Discovery Sport, Range Rover Velar, F-TYPE, F-PACE e E-PACE. Haverá também um espaço de 2.750 mil m² para promover experiência de direção aos visitantes em uma pista de 2.300 m².
Divulgação Agronegócio responde por 40% do faturamento da Scania AGRISHOW 3 – A Scania também terá em seu estande os caminhões de sua Nova Geração, recém-lançada no Brasil. Os veículos que estarão expostos são o off-road G 540 6x4 XT, os rodoviários R 540 6x4 e S 620 6x2; e o semipesado P 320 8x2. Além dos caminhões, o estande terá as soluções de serviços customizadas de forma ideal para a cadeia da cana e grãos, e um motor industrial OC16 071A, movido a gás natural, para geração de energia. Para a edição deste ano, a Scania preparou condições especiais para os caminhões e alguns serviços. “A Agrishow marcará a estreia da Nova Geração em uma grande feira nacional. Esse evento é fundamental para mostrar ao cliente, da cadeia da cana e de grãos, as soluções Scania para tornar suas operações mais econômicas, rentáveis e sustentáveis”, afirma Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania no Brasil. AGRISHOW 4 – A Petronas, estatal malaia com presença no Brasil e vários países, apresentará sua mais recente tecnologia em lubrificantes, fluidos e graxas para o setor agrícola nacional durante a feira, que reunirá algumas das principais soluções e lançamentos inovadores do agronegócio. ESTIVADORES – O vice-governador do estado de São Paulo, Rodrigo Garcia, confirmou a liberação de R$ 4,5 milhões ao Hospital dos Estivadores, de Santos. A verba deverá ser entregue ainda na primeira semana de maio e contará com os pagamentos retroativos, desde o mês de janeiro. A Secretaria de Estado da Saúde já havia confirmado o repasse, mas o prazo ainda não tinha sido estabelecido. O Hospital dos Estivadores possui 138 leitos e realiza, em média, 176 exames de colonoscopia, 300 de endoscopia e 600 exames de Raio X por mês. A expectativa é de que os serviços possam ser potencializados com este repasse de verbas do governo estadual. FERIADO – As unidades do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) em todo o Estado estarão fechadas na quarta-feira, 1º de maio, Dia do Trabalho. Os postos Poupatempo e o Disque Detran.SP também não prestarão atendimento nessa data, sendo o expediente retomado na quinta-feira, 2. Divulgação Modelo é parte do novo portfólio da montadora POLO – Os modelos Polo e Virtus acabam de conquistar a marca de 200 mil unidades produzidas em São Bernardo do Campo/SP. A unidade que representa essa conquista é um Polo Beats 200TSI na cor Branca. Resultados de investimentos da ordem de R$ 2,6 bilhões, o hatch e o sedã foram lançados em setembro de 2017 e janeiro de 2018, respectivamente. RECALL – Se você comprou um Renault, fique atento. É que a montadora convocou, na última sexta-feira, 26, os proprietários dos veículos Duster e Duster Oroch com data de fabricação de 23/8/17 a 8/3/18, com números de chassis abaixo identificados, a agendarem junto a uma concessionária da marca, a verificação e/ou substituição do servo freio. Identificação: Duster, de JJ010976 a JJ997934, de JM417734 a JM422460 e de KJ223976 a KJ307279; Duster Oroch de JJ000117 a JJ999496 e de KJ209921 a KJ311299. A empresa informa ter detectado possível falha na vedação do servo freio devido a uma não conformidade que poderá causar endurecimento do pedal de freio e, em casos extremos, a deficiência de frenagem. Este defeito poderá ocasionar acidente e lesões aos ocupantes e terceiros. Para agendamento e mais informações, a Renault disponibiliza o telefone 0800 055 5615 e o site www.renault.com.br/servicos/recall SAPATAS – A ZF Aftermarket ingressa em um novo nicho no mercado de reposição de peças na América do Sul, com o lançamento da linha de sapatas de freios da marca TRW. Com a novidade, a empresa completa sua oferta de componentes de freios em seu portfólio e passa a dar cobertura para 90% da frota circulante de veículos que se utilizam deste componente, considerado um auxiliar essencial para veículos que se utilizam do sistema traseiro de frenagem. No total são cerca de 80 a 90 referências que compõem o novo portfólio de sapatas da marca TRW. Divulgação Caminhoneiros serão melhor fiscalizados TÓXICOS – Em 2016 entrou em vigor a Lei Federal nº 13.103 que tornou obrigatória a realização do exame toxicológico para emissão e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias C, D e E, e na admissão e desligamento de motoristas contratados pelo regime CLT. Agora, o exame toxicológico voltou a ganhar destaque no Brasil após o Ministério Público intensificar a identificação de motoristas que tentam burlar a lei nacional. Nos últimos cinco meses, o Ministério Público identificou quase 300 caminhoneiros, nos
estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que pagaram de R$ 800 a R$ 1.500 para forjar resultados de exames antidrogas. A primeira medida contra os infratores será o bloqueio da Carteira Nacional de Habilitação, e nos próximos meses a identificação e fiscalização deverá ser intensificada em todo país. Além de garantir a segurança nas estradas brasileiras, o exame toxicológico é rápido e extremamente eficiente, detectando a presença de metabólitos de drogas psicoativas que se depositam nos fios de cabelo ou pelos, por um período de até 90 dias. Hoje, o exame é encontrado em laboratórios de todo Brasil e, de acordo com a legislação, o resultado deve sair em até 15 dias. FENABRAVE – O maior evento do Setor da Distribuição Automotiva da América Latina está marcado para 6 e 7 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo/SP, com novo formato para os workshops, oferecendo mais tempo para networking. Com o tema “Juntos, movendo o Brasil! Participe desse movimento”, direção espera reunir mais de 3,5 mil congressistas na área de exposições. Nelson Tucci é editor de Veículos & Negócios, do Jornal PERSPECTIVA. Leia também no site www.jornalperspectiva.com.br http://veiculosenegocios.blogspot.com/2019/04/maio-amarelo-e-mes-de-seguranca.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Titan Comunicação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8221423 - CORREIO DO POVO DE ALAGOAS - 29/04/2019
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221424 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. PUBLICIDADE Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhadaregiao.com.br/2019/04/29/Fiat-Chrysler-lidera-movimento-de-venda-diretapela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping (MR - Agência Enfoque) 8221425 - ENFOQUE - 29/04/2019
AGENDA ECONÔMICA SEMANAL SÃO PAULO, 4/29/19 - Confira a Agenda desta semana: SEGUNDA-FEIRA - 29/04 BRASIL: 08: Brasil FGV: IGP-M (abr) BRASIL: 08:00 FGV: Sondagem da Indústria (abr) BRASIL: 08:25 BC: Boletim Focus (semanal) BRASIL: CNI: Índice Nacional de Expectativa do Consumidor - INEC (mês) BRASIL: Tesouro: Resultado primário do governo central (mar) EUA: 09:30 Rendimento pessoal (mar) EUA: 09:30 Gastos pessoais (mar) CHINA: 22:00 Índice PMI da indústria de transformação (abr) TERÇA-FEIRA - 30/04 BRASIL: 08:00 FGV: Sondagem de Serviços (abr) BRASIL: 09:00 IBGE: PNAD Contínua (mar) BRASIL: 09:00 IBGE: Índice de Preços ao Produtor - indústrias de transformação (mar) BRASIL: 10:30 BC: Nota à Imprensa - Política Fiscal (mar) ÁREA DO EURO: 06:00 PIB (1° tri.) - preliminar ALEMANHA: 09:00 Índice de preços ao consumidor (abr) - preliminar EUA: 11:00 Confiança do consumidor - Conference Board (abr) QUARTA-FEIRA - 01/05 BRASIL: Feriado Nacional - Mercados Fechados REINO UNIDO: 05:30 Índice PMI Markit da indústria de transformação (abr) EUA: 09:15 Geração de vagas de trabalho - pesquisa ADP (abr) EUA: 11:00 Índice ISM da indústria de transformação (abr) EUA: 15:00 Banco Central anunciará decisão de política monetária QUINTA-FEIRA - 02/05 BRASIL: 05:00 FIPE: IPC (abr) BRASIL: 10:00 Markit: Índice PMI da indústria de transformação (abr) BRASIL: 12:30 BC: Fluxo Cambial (semanal) BRASIL: 12:30 BC: Índice Commodities Brasil (IC-Br) (abr) BRASIL: 15:00 MDIC: Balança comercial mensal (abr) BRASIL: Fenabrave: Emplacamentos de veículos (abr) BRASIL: CNI: Indicadores industriais (mar) ALEMANHA: 04:55 Índice PMI Markit da indústria de transformação (abr) - final
ÁREA DO EURO: 05:00 Índice PMI Markit da indústria de transformação (abr) - final REINO UNIDO: 08:00 Banco Central anunciará decisão de política monetária EUA: 09:30 Pedidos de auxílio desemprego (semanal) SEXTA-FEIRA - 03/05 BRASIL: 09:00 IBGE: Pesquisa Industrial Mensal (mar) REINO UNIDO: 05:30 Índice PMI composto (abr) EUA: 09:30 Variação na folha de pagamentos (abr) EUA: 09:30 Taxa de desemprego (abr) EUA: 11:00 Índice ISM do setor de serviços (abr) (MR - Agência Enfoque) http://www.enfoque.com.br/headlines/ENEWS/042019/164085309.asp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221426 - DCI - São Paulo - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dci.com.br/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pela-fabrica1.797848 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping No Ceará, 45% da frota têm mais de 10 anos de utilização 8221427 - ARACATI - 29/04/2019
O Brasil mantém um ritmo intenso, nos últimos dois anos, de retomada no emplacamento de veículos. E a mesma realidade é replicada no Estado. Mas, a alta não foi suficiente para impedir o contínuo envelhecimento da frota. No recorte local, por exemplo, mesmo com 11,8 mil autos e comerciais leves comercializados de janeiro a março deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) revelou uma baixa de 11,96% do número de veículos com até cinco anos, comparando ao acumulado até março de 2018, significando só 22% dos 3,2 milhões dos veículos registrados no Estado até março de 2019. Por curiosidade, a maior parcela dos novos está concentrada no interior. São 404.070 contra 292.029 na capital. A queda é refletida na revenda do seminovo. Com a oferta reduzida em modelos com até três anos, a venda nessa categoria despencou 13,6% no acumulado desse primeiro trimestre. Em compensação, a procura das opções mais antigas aumentou, como os maduros de 9 a 12 anos, que tiveram um crescimento de 28,2%. Os jovens (4 a 8) e velhinhos (acima dos 13 anos) também subiram, tendo 10% mais vendas até março de 2019, comparado a igual período do ano passado. De acordo com Everton Fernandes, presidente do Sindicato das Revendedoras de Veículos do Ceará, os clientes migraram também com força para os zeros. Porém, visualmente não será possível ver essa transição neste ano. "Isso vai fazer com que nosso mercado a curto prazo, em um a dois anos, melhore a situação nessa questão de uso até três anos. Porque em 2018 houve crescimento dos novos e 2019 está se caracterizando por um aumento maior ainda", destaca. A previsão, segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), é que o mercado se desenvolva de 10 a 15% neste ano. É o que aponta Fernando Pontes, presidente da entidade seção Ceará. crise fez com que as pessoas adiassem o seu desejo da compra, mas os bancos estão começando a financiar mais, há uma oferta de crédito muito grande, com taxas baixas e mais facilidades. Além disso, a inadimplência caiu. Isso tudo fez com que o mercado começasse a reagir. Não é à toa que o aumento de venda desse primeiro trimestre já é uma sinalização que iremos ter um volume bom este ano", aponta. Enquanto isso, a maior parcela dos veículos do Ceará continua com idade de 5 a 10 anos de uso, são 33%. Atualmente, isso significa mais de 1 milhão, sendo uma alta de 5,22% comparada à realidade de março de 2018. A segunda representatividade da frota está naqueles acima dos 15 anos, com pouco mais de 900 mil e 28% da fatia total dos emplacados. Essa quantidade representa aumento de 6,95% diante dos números de março de 2018. "A frota envelheceu em função da crise que abateu o setor. Significa que, de seis a oito anos atrás, se vendia aqui no Estado em torno de 60 mil carros. Com a crise, caiu para 20 a 30 mil carros por as pessoas segurarem a compra do novo, preferindo ficar com o usado até melhorar as coisas", completa Pontes. Retrato nacional Embora o mercado tenha crescido 1,33% no acumulado de 2017 e 13,58% no ano seguinte, com mais de 3,65 milhões de novos veículos nas vias nacionais em 2018, o Brasil também tem frota envelhecida. A idade média dos automóveis em circulação subiu para 9,7 anos e a tendência é chegar aos 10 anos em 2020, conforme o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores. Para o setor automotivo, ter uma frota mais nova é melhor para a economia brasileira. Até mesmo para quem vende usados. "Por questão de garantia que é preciso dar pela revendedora, é melhor vender carro com dois ou três anos de uso do que cinco a sete, porque a tendência desses carros antigos é precisar de mais manutenção", pontua Everton. No entanto, já no outro lado da balança, o Estado não está preparado, segundo Everton, para o cenário almejado de ter carros mais novos. "A gente passaria a ter um outro problema. Para que essa frota se renove, a nossa malha viária talvez não atenda o crescimento. A tendência é que entre mais carros do que saiam de circulação", acrescenta. Contrário à maré: locação retoma renovação
Em 2017, no auge da crise, não somente o consumidor comum viu-se adiando a compra do carro zero, como até mesmo o segmento de locação adiou a renovação de sua garagem. "Médias e pequenas empresas seguraram um pouco mais para trocar a frota. A gente chegou a trabalhar com 20 meses, mas acabamos com isso e voltamos à nossa média", destaca Jorge Pontual, diretor comercial da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla). mais de 826 mil carros e comerciais leves registrados no setor no acumulado de 2018, a idade média da frota conseguiu cair de 20,7 meses do fim de 2016 para 17 no ano passado. No Ceará, com 9,6 mil em sua frota em 2018, a média de idade segue a tendência do País. "O mercado exige isso. A concorrência é grande", aponta Carlos Augusto, diretor regional da Abla no Ceará. "Se apresentamos um carro com mais de 25 ou 30 mil km, o cliente diz que o carro é velho e não quer alugar. Então, precisamos vender nesse período entre 16 a 18 meses de prazo médio", pontua Jorge. Segundo ele,o setor segura mais para casos de locações de longo prazo. "Os contratos são de dois anos, então pode ter carros de 24 meses. No aluguel diário, você ter um carro dificilmente com mais de 18 meses ou explodindo 20, mas não é o normal", completa. https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/negocios/no-ceara-45-da-frota-temmais-de-10-anos-de-utilizacao-1.2093129 https://aracaticidade.blogspot.com/2019/04/no-ceara-45-da-frota-tem-mais-de-10.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Aracati Cidade dos bons ventos... Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Alerta do Google - Varejo 8221432 - BLOG ANTONIO CARLOS MEDEIROS - 28/04/2019
Varejo Atualização assim que ocorre ? 28 de abril de 2019 NOTÍCIAS Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica Economia & Negócios Estadão O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% ... Sinalizar como irrelevante Frotistas e locadoras puxam venda de carros Economia & Negócios Estadão Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos ... Sinalizar como irrelevante Você recebeu este e-mail porque se inscreveu nos Alertas do Google. Cancelar inscrição Receber este alerta como feed RSS Feedback sobre o Google+ http://antoniocarlosmedeiros.blogspot.com/2019/04/alerta-do-google-varejo_166.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Antonio Carlos Medeiros Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8221434 - TERRA - São Paulo - SP - 28/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feita com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. Locadoras disputam setor de seminovos Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca
subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. https://www.terra.com.br/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros,707e0fec9f20a570ef09283eac015ae0iikie9xn.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221436 - TERRA - São Paulo - SP - 28/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. https://www.terra.com.br/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pelafabrica,6d2167e28b89f6750f5b7921e2d5f36d0jr6u1yl.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: André Ítalo Rocha Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping No Ceará, 45% da frota têm mais de 10 anos de utilização 8221437 - MISÉRIA - 29/04/2019
O Brasil mantém um ritmo intenso, nos últimos dois anos, de retomada no emplacamento de veículos. E a mesma realidade é replicada no Estado. Mas, a alta não foi suficiente para impedir o contínuo envelhecimento da frota. No recorte local, por exemplo, mesmo com 11,8 mil autos e comerciais leves comercializados de janeiro a março deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) revelou uma baixa de 11,96% do número de veículos com até cinco anos, comparando ao acumulado até março de 2018, significando só 22% dos 3,2 milhões dos veículos registrados no Estado até março de 2019. Por curiosidade, a maior parcela dos novos está concentrada no interior. São 404.070 contra 292.029 na capital. TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE A queda é refletida na revenda do seminovo. Com a oferta reduzida em modelos com até três anos, a venda nessa categoria despencou 13,6% no acumulado desse primeiro trimestre. Em compensação, a procura das opções mais antigas aumentou, como os maduros de 9 a 12 anos, que tiveram um crescimento de 28,2%. Os jovens (4 a 8) e velhinhos (acima dos 13 anos) também subiram, tendo 10% mais vendas até março de 2019, comparado a igual período do ano passado. De acordo com Everton Fernandes, presidente do Sindicato das Revendedoras de Veículos do Ceará, os clientes migraram também com força para os zeros. Porém, visualmente não será possível ver essa transição neste ano. "Isso vai fazer com que nosso mercado a curto prazo, em um a dois anos, melhore a situação nessa questão de uso até três anos. Porque em 2018 houve crescimento dos novos e 2019 está se caracterizando por um aumento maior ainda", destaca. TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE A previsão, segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), é que o mercado se desenvolva de 10 a 15% neste ano. É o que aponta Fernando Pontes, presidente da entidade seção Ceará. "A crise fez com que as pessoas adiassem o seu desejo da compra, mas os bancos estão começando a financiar mais, há uma oferta de crédito muito grande, com taxas baixas e mais facilidades. Além disso, a inadimplência caiu. Isso tudo fez com que o mercado começasse a reagir. Não é à toa que o aumento de venda desse primeiro trimestre já é uma sinalização que iremos ter um volume bom este ano", aponta. Enquanto isso, a maior parcela dos veículos do Ceará continua com idade de 5 a 10 anos de uso, são 33%. Atualmente, isso significa mais de 1 milhão, sendo uma alta de 5,22% comparada à realidade de março de 2018. A segunda representatividade da frota está naqueles acima dos 15 anos, com pouco mais de 900 mil e 28% da fatia total dos emplacados. Essa quantidade representa aumento de 6,95% diante dos números de março de 2018. "A frota envelheceu em função da crise que abateu o setor. Significa que, de seis a oito anos atrás, se vendia aqui no Estado em torno de 60 mil carros. Com a crise, caiu para 20 a 30 mil carros por as pessoas segurarem a compra do novo, preferindo ficar com o usado até melhorar as coisas", completa Pontes. Retrato nacional Embora o mercado tenha crescido 1,33% no acumulado de 2017 e 13,58% no ano seguinte, com mais de 3,65 milhões de novos veículos nas vias nacionais em 2018, o Brasil também tem frota envelhecida. A idade média dos automóveis em circulação subiu para 9,7 anos e a tendência é chegar aos 10 anos em 2020, conforme o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores. Para o setor automotivo, ter uma frota mais nova é melhor para a economia brasileira. Até mesmo para quem vende usados. "Por questão de garantia que é preciso dar pela revendedora, é melhor vender carro com dois ou três anos de uso do que cinco a sete, porque a tendência desses carros antigos é precisar de mais manutenção", pontua Everton. No entanto, já no outro lado da balança, o Estado não está preparado, segundo Everton, para o cenário almejado de ter carros mais novos. "A gente passaria a ter um outro problema. Para que essa frota se renove, a nossa malha viária talvez não atenda o
crescimento. A tendência é que entre mais carros do que saiam de circulação", acrescenta. Contrário à maré: locação retoma renovação Em 2017, no auge da crise, não somente o consumidor comum viu-se adiando a compra do carro zero, como até mesmo o segmento de locação adiou a renovação de sua garagem. "Médias e pequenas empresas seguraram um pouco mais para trocar a frota. A gente chegou a trabalhar com 20 meses, mas acabamos com isso e voltamos à nossa média", destaca Jorge Pontual, diretor comercial da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla). Com mais de 826 mil carros e comerciais leves registrados no setor no acumulado de 2018, a idade média da frota conseguiu cair de 20,7 meses do fim de 2016 para 17 no ano passado. No Ceará, com 9,6 mil em sua frota em 2018, a média de idade segue a tendência do País. "O mercado exige isso. A concorrência é grande", aponta Carlos Augusto, diretor regional da Abla no Ceará. "Se apresentamos um carro com mais de 25 ou 30 mil km, o cliente diz que o carro é velho e não quer alugar. Então, precisamos vender nesse período entre 16 a 18 meses de prazo médio", pontua Jorge. Segundo ele, o setor segura mais para casos de locações de longo prazo. "Os contratos são de dois anos, então pode ter carros de 24 meses. No aluguel diário, você ter um carro dificilmente com mais de 18 meses ou explodindo 20, mas não é o normal", completa. Fonte: Diário do Nordeste Publicidade Compartilhar Compartilhar http://www.miseria.com.br/?page=noticia&cod_not=239159 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Semana Terá Manifestações de 1º de Maio, IGP-M, Produção Industrial, Payroll e Fed 8221438 - INVESTING.COM - 29/04/2019
A semana de virada de mês promete muitos dados econômicos e agitação política, apesar do feriado na quarta-feira, Dia do Trabalhador. As comemorações do Primeiro de Maio devem ter como destaque a reforma da Previdência, em discussão no Congresso, e podem mostrar a força dos movimentos sindicais e sua articulação contra as mudanças de direitos. Apesar de os movimentos sindicais estarem enfraquecidos pela retração econômica e mudanças no imposto sindical, ainda podem pressionar muitas lideranças no Congresso. Além disso, na Câmara dos Deputados, o presidente da Comissão Especial que vai analisar a reforma, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), vai se reunir com lideranças para discutir o calendário das discussões e pode definir a divisão da proposta em sub-relatorias. Excomunista e hoje integrante do Centrão, Ramos já disse que alguns pontos da reforma já estão “quase natimortos”, citando a mudança nos Benefícios de Prestação Continuada (BCP, que garante um salário mínimo para idosos em situação de miséria), as alterações na aposentadoria rural e o sistema de capitalização. Resultados de Santander (SA:SANB11), Itaú, Gol (SA:GOLL4) e outros Continua nesta semana a safra de balanços do primeiro trimestre. Na segunda-feira, saem os números da Ecorodovias (SA:ECOR3), Banco Inter (SA:BIDI4), Movida (SA:MOVI3), Multiplan (SA:MULT3), RaiaDrogasil, Smiles (SA:SMLS3), Transmissão Paulista (SA:TRPL4), CCR (SA:CCRO3) e Santander. Na terça-feira, Gol divulga seu resultado. Quinta-feira o Itaú Unibanco (SA:ITUB4) anuncia seus números, assim como o IRB Brasil (SA:IRBR3), Klabin (SA:KLBN11), Odontoprev (SA:ODPV3) e Linx (SA:LINX3). Na sextafeira, saem os balanços da Enel (MI:ENEI), Porto Seguro (SA:PSSA3) e Tegma (SA:TGMA3). O mercado deve também repercutir as mudanças no programa de venda de ativos da Petrobras (SA:PETR4), anunciadas sexta-feira à noite, após o fechamento do mercado. A empresa anunciou que vai vender 8 refinarias e mais uma parte das ações da BR Distribuidora (SA:BRDT3). IGP-M, que corrige o aluguel, deve desacelerar Na área econômica, a semana já começa com dados de inflação , com o IGP-M de abril, índice que corrige contratos de longo prazo, como aluguéis. Segundo a Rosenberg Associados, o IGP-M deve subir 0,80%, desacelerando em relação à taxa de 1,26% de março. Na comparação em 12 meses, o indicado deve passar de 8,27% para 8,51%. O destaque de abril deve ser o arrefecimento dos preços no atacado, o IPA-M, por conta dos grãos e alimentos in natura. Na contramão, o IPC-M deve acelerar por conta a alta dos combustíveis. Dados do Governo Central Também na segunda, saem os dados fiscais do Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) relativos a março. A Fundação Getulio Vargas (FGV) anuncia sua Sondagem da Indústria de abril, que pode mostrar uma economia ainda fraca neste início de ano. O pessimismo também deve continuar nos dados do Relatório Focus, que o Banco Central divulga semanalmente, com as projeções do mercado para os principais indicadores econômicos. Emprego no primeiro trimestre Na terça, o IBGE divulga a Pesquisa Nacional por Amostra em Domicílio (Pnad) Contínua de março. Para a Rosenberg, a taxa de desemprego deve subir, para 13%, ante 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro. Para a consultoria, a taxa de desocupação no primeiro trimestre, em linha com os dados do Caged e da atividade como um todo, deve ter ficado apenas 0,1 ponto percentual abaixo da observada no mesmo trimestre do ano passado, mostrando uma recuperação ainda mais lenta e gradual do mercado de trabalho. Contas públicas completas Também na terça-feira, o BC divulga o Resultado Fiscal Consolidado de março, com os números do Governo Central e mais os de Estados e municípios e estatais. Segundo a Rosenberg, o número de março é sazonalmente deficitário. A consultoria projeta um déficit de R$ 21 bilhões para o Governo Central em março, divulgado pelo Tesouro Nacional, pouco menor do que o registrado neste mesmo mês do ano passado (de R$ 24,5 bi, descontada a
inflação). O avanço da despesa e o desempenho mais fraco da receita devem explicar este resultado. Divulgado pelo Banco Central e envolvendo os demais entes da federação, o resultado fiscal consolidado deve registrar déficit de R$ 22 bilhões em março. O BC divulga ainda a dívida líquida do setor público de março. Balança comercial de abril Na quinta-feira, depois do feriado, sai a balança comercial de abril. A Rosenberg espera superávit de US$ 6,3 bilhões, com as exportações crescendo muito pouco, pela média diária, em relação a abril do ano passado (0,8%). As importações devem mostrar estabilidade na comparação pela média diária, resultando num saldo apenas pouco superior ao visto em abr/18 (US$ 6,1 bilhões), segundo a Rosenberg. Produção industrial, um trimestre frustrante Na sexta-feira, sai a Produção Industrial de março estimada pelo IBGE. Para a Rosenberg, o número deve encerrar um primeiro trimestre que pode ser caracterizado como frustrante. A Produção manufatureira deve ter recuado 0,6% em março na comparação com fevereiro, o que levaria o acumulado no primeiro trimestre para uma queda de 1,9% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. De olho no Fomc e nos juros nos EUA Na agenda internacional, destaque será a reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed, banco central americano) que começa na terça-feira e termina na quarta-feira, em pleno feriado no Brasil. A última reunião contou com alteração relevante na projeção dos agentes da instituição perante a moderação do crescimento global e o aumento da volatilidade global, lembra a Rosenberg Associados. Os últimos dados indicam alguma melhora no crescimento global e a contínua força do mercado de trabalho doméstico. Mesmo assim, a expectativa é de manutenção do cenário da última reunião. Mas, mesmo sem mudanças nos juros, a consultoria destaca que a discussão acerca da expectativa do Fomc será relevante nesta reunião. Na sexta-feira, saem dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos, que observaram aumento da volatilidade nos últimos meses, mas mantendo ritmo forte de geração de postos e taxa de desemprego baixa na média em de três meses. Negociações EUA-China Já o Itaú destaca que as negociações comerciais entre os EUA e a China devem voltar a avançar na terça e quarta-feira, a partir de reuniões entre representantes dos dois países, o que deve sinalizar que um acordo comercial entre as partes está próximo. Ainda sobre a China, o índice PMI da indústria para abril será divulgado na segunda-feira. Na Zona do Euro, o PIB do primeiro trimestre da região será divulgado na terça-feira. Eleição na Espanha, sem definição Haverá ainda a repercussão das eleições na Espanha, que terminaram com a vitória do Partido Socialista Operário da Espanha, com 123 deputados eleitos, mas sem condições de formar uma maioria para governar. O partido Podemos conquistou 42 votos e, juntos, têm 165 deputados, mas precisariam de 176 para governar. Já a coalização de direita e extremadireita conseguiu 147 votos, mais longe ainda da maioria. Destaque para o partido de extrema-direita Vox, que vai estrear no Parlamento com 24 representantes. Ainda sem data definida, as vendas de veículos de abril também podem ser divulgadas pela Fenabrave. https://br.investing.com/analysis/semana-tera-manifestacoes-de-1o-de-maio-igpm-producaoindustrial-payroll-e-fed-200225936 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221439 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 28/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fiat-chrysler-lidera-movimento-de-vendadireta-pela-fabrica,70002808122 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: André Ítalo Rocha, O Estado de S.Paulo Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Semana mais curta terá manifestações de 1º de Maio, IGP-M, produção industrial, emprego e Fomc nos EUA | Arena do Pavini 8221440 - ARENA DO PAVINI - São Paulo - SP - 29/04/2019
Quero receber a newsletter gratuitamente A semana de virada de mês promete muitos dados econômicos e agitação política, apesar do feriado na quarta-feira, Dia do Trabalhador. As comemorações do Primeiro de Maio devem ter como destaque a reforma da Previdência, em discussão no Congresso, e podem mostrar a força dos movimentos sindicais e sua articulação contra as mudanças de direitos. Além disso, na Câmara dos Deputados, o presidente da Comissão Especial que vai analisar a reforma, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), vai se reunir com lideranças para discutir o calendário das discussões e pode definir a divisão da proposta em sub-relatorias. Excomunista e hoje integrante do Centrão, Ramos já disse que alguns pontos da reforma já estão “quase natimortos”, citando a mudança nos Benefícios de Prestação Continuada (BCP, que garante um salário mínimo para idosos em situação de miséria), as alterações na aposentadoria rural e o sistema de capitalização. IGP-M, que corrige o aluguel, deve desacelerar Na área econômica, a semana já começa com dados de inflação , com o IGP-M de abril, índice que corrige contratos de longo prazo, como aluguéis. Segundo a Rosenberg Associados, o IGP-M deve subir 0,80%, desacelerando em relação à taxa de 1,26% de março. Na comparação em 12 meses, o indicado deve passar de 8,27% para 8,51%. O destaque de abril deve ser o arrefecimento dos preços no atacado, o IPA-M, por conta dos grãos e alimentos in natura. Na contramão, o IPC-M deve acelerar por conta a alta dos combustíveis. Também na segunda, saem os dados fiscais do Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) relativos a março. A Fundação Getulio Vargas (FGV) anuncia sua Sondagem da Indústria de abril, que pode mostrar uma economia ainda fraca neste início de ano. O pessimismo também deve continuar nos dados do Relatório Focus, que o Banco Central divulga semanalmente, com as projeções do mercado para os principais indicadores econômicos. Emprego no primeiro trimestre Na terça, o IBGE divulga a Pesquisa Nacional por Amostra em Domicílio (Pnad) Contínua de março. Para a Rosenberg, a taxa de desemprego deve subir, para 13%, ante 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro. Para a consultoria, a taxa de desocupação no primeiro trimestre, em linha com os dados do Caged e da atividade como um todo, deve ter ficado apenas 0,1 ponto percentual abaixo da observada no mesmo trimestre do ano passado, mostrando uma recuperação ainda mais lenta e gradual do mercado de trabalho. Contas públicas completas Também na terça-feira, o BC divulga o Resultado Fiscal Consolidado de março, com os números do Governo Central e mais os de Estados e municípios e estatais. Segundo a Rosenberg, o número de março é sazonalmente deficitário. A consultoria projeta um déficit de R$ 21 bilhões para o Governo Central em março, divulgado pelo Tesouro Nacional, pouco menor do que o registrado neste mesmo mês do ano passado (de R$ 24,5 bi, descontada a inflação). O avanço da despesa e o desempenho mais fraco da receita devem explicar este resultado. Divulgado pelo Banco Central e envolvendo os demais entes da federação, o resultado fiscal consolidado deve registrar déficit de R$ 22 bilhões em março. O BC divulga ainda a dívida líquida do setor público de março. Balança comercial de abril Na quinta-feira, depois do feriado, sai a balança comercial de abril. A Rosenberg espera superávit de US$ 6,3 bilhões, com as exportações crescendo muito pouco, pela média diária, em relação a abril do ano passado (0,8%). As importações devem mostrar estabilidade na comparação pela média diária, resultando num saldo apenas pouco superior ao visto em abr/18 (US$ 6,1 bilhões), segundo a Rosenberg. Produção industrial, um trimestre frustrante Na sexta-feira, sai a Produção Industrial de março estimada pelo IBGE. Para a Rosenberg, o número deve encerrar um primeiro trimestre que pode ser caracterizado como frustrante. A
Produção manufatureira deve ter recuado 0,6% em março na comparação com fevereiro, o que levaria o acumulado no primeiro trimestre para uma queda de 1,9% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. De olho no Fomc e nos juros nos EUA Na agenda internacional, destaque será a reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed, banco central americano) que começa na terça-feira e termina na quarta-feira, em pleno feriado no Brasil. A última reunião contou com alteração relevante na projeção dos agentes da instituição perante a moderação do crescimento global e o aumento da volatilidade global, lembra a Rosenberg Associados. Os últimos dados indicam alguma melhora no crescimento global e a contínua força do mercado de trabalho doméstico. Mesmo assim, a expectativa é de manutenção do cenário da última reunião. Mas, mesmo sem mudanças nos juros, a consultoria destaca que a discussão acerca da expectativa do Fomc será relevante nesta reunião. Na sexta-feira, saem dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos, que observaram aumento da volatilidade nos últimos meses, mas mantendo ritmo forte de geração de postos e taxa de desemprego baixa na média em de três meses. Negociações EUA-China Já o Itaú destaca que as negociações comerciais entre os EUA e a China devem voltar a avançar na terça e quarta-feira, a partir de reuniões entre representantes dos dois países, o que deve sinalizar que um acordo comercial entre as partes está próximo. Ainda sobre a China, o índice PMI da indústria para abril será divulgado na segunda-feira. Na Zona do Euro, o PIB do primeiro trimestre da região será divulgado na terça-feira. Eleição na Espanha, sem definição Haverá ainda a repercussão das eleições na Espanha, que terminaram com a vitória do Partido Socialista Operário da Espanha, com 123 deputados eleitos, mas sem condições de formar uma maioria para governar. O partido Podemos conquistou 42 votos e, juntos, têm 165 deputados, mas precisariam de 176 para governar. Já a coalização de direita e extremadireita conseguiu 147 votos, mais longe ainda da maioria. Destaque para o partido de extrema-direita Vox, que vai estrear no Parlamento com 24 representantes. Ainda sem data definida, as vendas de veículos de abril também podem ser divulgadas pela Fenabrave. Quero receber a newsletter gratuitamente https://www.arenadopavini.com.br/arena-especial/semana-mais-curta-tera-manifestacoes-de1o-de-maio-igp-m-producao-industrial-emprego-e-fomc-nos-eua Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping No Ceará, 45% da frota têm mais de 10 anos de utilização 8221441 - DIÁRIO DO NORDESTE - Fortaleza - CE - 28/04/2019
O Brasil mantém um ritmo intenso, nos últimos dois anos, de retomada no emplacamento de veículos. E a mesma realidade é replicada no Estado. Mas, a alta não foi suficiente para impedir o contínuo envelhecimento da frota. No recorte local, por exemplo, mesmo com 11,8 mil autos e comerciais leves comercializados de janeiro a março deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) revelou uma baixa de 11,96% do número de veículos com até cinco anos, comparando ao acumulado até março de 2018, significando só 22% dos 3,2 milhões dos veículos registrados no Estado até março de 2019. Por curiosidade, a maior parcela dos novos está concentrada no interior. São 404.070 contra 292.029 na capital. A queda é refletida na revenda do seminovo. Com a oferta reduzida em modelos com até três anos, a venda nessa categoria despencou 13,6% no acumulado desse primeiro trimestre. Em compensação, a procura das opções mais antigas aumentou, como os maduros de 9 a 12 anos, que tiveram um crescimento de 28,2%. Os jovens (4 a 8) e velhinhos (acima dos 13 anos) também subiram, tendo 10% mais vendas até março de 2019, comparado a igual período do ano passado. De acordo com Everton Fernandes, presidente do Sindicato das Revendedoras de Veículos do Ceará, os clientes migraram também com força para os zeros. Porém, visualmente não será possível ver essa transição neste ano. "Isso vai fazer com que nosso mercado a curto prazo, em um a dois anos, melhore a situação nessa questão de uso até três anos. Porque em 2018 houve crescimento dos novos e 2019 está se caracterizando por um aumento maior ainda", destaca. A previsão, segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), é que o mercado se desenvolva de 10 a 15% neste ano. É o que aponta Fernando Pontes, presidente da entidade seção Ceará. "A crise fez com que as pessoas adiassem o seu desejo da compra, mas os bancos estão começando a financiar mais, há uma oferta de crédito muito grande, com taxas baixas e mais facilidades. Além disso, a inadimplência caiu. Isso tudo fez com que o mercado começasse a reagir. Não é à toa que o aumento de venda desse primeiro trimestre já é uma sinalização que iremos ter um volume bom este ano", aponta. Enquanto isso, a maior parcela dos veículos do Ceará continua com idade de 5 a 10 anos de uso, são 33%. Atualmente, isso significa mais de 1 milhão, sendo uma alta de 5,22% comparada à realidade de março de 2018. A segunda representatividade da frota está naqueles acima dos 15 anos, com pouco mais de 900 mil e 28% da fatia total dos emplacados. Essa quantidade representa aumento de 6,95% diante dos números de março de 2018. "A frota envelheceu em função da crise que abateu o setor. Significa que, de seis a oito anos atrás, se vendia aqui no Estado em torno de 60 mil carros. Com a crise, caiu para 20 a 30 mil carros por as pessoas segurarem a compra do novo, preferindo ficar com o usado até melhorar as coisas", completa Pontes. Retrato nacional Embora o mercado tenha crescido 1,33% no acumulado de 2017 e 13,58% no ano seguinte, com mais de 3,65 milhões de novos veículos nas vias nacionais em 2018, o Brasil também tem frota envelhecida. A idade média dos automóveis em circulação subiu para 9,7 anos e a tendência é chegar aos 10 anos em 2020, conforme o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores. Para o setor automotivo, ter uma frota mais nova é melhor para a economia brasileira. Até mesmo para quem vende usados. "Por questão de garantia que é preciso dar pela revendedora, é melhor vender carro com dois ou três anos de uso do que cinco a sete, porque a tendência desses carros antigos é precisar de mais manutenção", pontua Everton. No entanto, já no outro lado da balança, o Estado não está preparado, segundo Everton, para o cenário almejado de ter carros mais novos. "A gente passaria a ter um outro problema. Para que essa frota se renove, a nossa malha viária talvez não atenda o crescimento. A tendência é que entre mais carros do que saiam de circulação", acrescenta. Contrário à maré: locação retoma renovação
Em 2017, no auge da crise, não somente o consumidor comum viu-se adiando a compra do carro zero, como até mesmo o segmento de locação adiou a renovação de sua garagem. "Médias e pequenas empresas seguraram um pouco mais para trocar a frota. A gente chegou a trabalhar com 20 meses, mas acabamos com isso e voltamos à nossa média", destaca Jorge Pontual, diretor comercial da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla). Com mais de 826 mil carros e comerciais leves registrados no setor no acumulado de 2018, a idade média da frota conseguiu cair de 20,7 meses do fim de 2016 para 17 no ano passado. No Ceará, com 9,6 mil em sua frota em 2018, a média de idade segue a tendência do País. "O mercado exige isso. A concorrência é grande", aponta Carlos Augusto, diretor regional da Abla no Ceará. "Se apresentamos um carro com mais de 25 ou 30 mil km, o cliente diz que o carro é velho e não quer alugar. Então, precisamos vender nesse período entre 16 a 18 meses de prazo médio", pontua Jorge. Segundo ele, o setor segura mais para casos de locações de longo prazo. "Os contratos são de dois anos, então pode ter carros de 24 meses. No aluguel diário, você ter um carro dificilmente com mais de 18 meses ou explodindo 20, mas não é o normal", completa. https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/negocios/no-ceara-45-da-frota-temmais-de-10-anos-de-utilizacao-1.2093129 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8221444 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 28/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feita com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada –, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. Locadoras disputam setor de seminovos Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca
subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros,70002808106 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva, O Estado de S.Paulo Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Não perca as dicas do Detran para comprar e vender veículos usados 8221445 - MIX VALE - 28/04/2019
Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 28 de abril de 2019 Não perca as dicas do Detran para comprar e vender veículos usados. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;
No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/04/28/nao-perca-as-dicas-do-detran-para-comprar-evender-veiculos-usados/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Volare conquista prêmio Lótus 2019 8221446 - PONTO INICIAL - 28/04/2019
RECONHECIMENTO – A Volare conquistou, pela sexta vez consecutiva, o Prêmio Lótus 2019, promovido pela Editora Frota, na categoria Marca do Ano em Chassis Mini/Micro. A fabricante foi reconhecida pelo seu desempenho de vendas e a liderança de mercado no segmento em 2018. Para João Paulo Ledur, diretor da Volare, o Prêmio Lótus demonstra a penetração que os veículos e a marca Volare têm em todo o País. “Mais uma vez, trabalhamos para manter a nossa participação de mercado acima dos 50%, no segmento de Micro-ônibus”, comenta o executivo. Na categoria Marca do Ano em Chassis Mini/Micro, a Volare obteve a maior participação nas vendas totais no segmento, com 2.154 unidades, que resultou no crescimento de 51,8% em comparação a 2017. Líder há 20 anos no mercado brasileiro de micro e miniônibus, a empresa possui uma linha de produtos destinados aos segmentos urbano, rodoviário, intermunicipal, escolar e fretamento e turismo. A marca se destaca ano após ano, por ter em seu portfólio, modelos que atendem a necessidade de cada um de seus clientes, sejam eles, pequenos, médios ou grandes, conta também com uma rede de atendimento com mais de 50 pontos no Brasil, com pós-vendas e serviços e veículos completos, que facilita o acesso pelo cliente. O Prêmio Lótus é concedido aos fabricantes e distribuidores de veículos comerciais, cujos produtos e marcas conquistaram a preferência dos compradores brasileiros. Os vencedores são conhecidos por meio dos resultados das vendas ao mercado interno do ano anterior, segundo dados da FENABRAVE. Crédita Marina Bueno https://www.jornalpontoinicial.com.br/2019/04/28/volare-conquista-premio-lotus-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Laudir Dutra Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Avaliação: Fiat Argo HGT, exclusividade carregada de esportividade 8221447 - REVISTA PUBLIRACING - 27/04/2019
O modelo alvo de nossa atenção neste teste acabou de completar a bonita marca de 110 mil unidades vendidas no país. Com um crescimento superior a 22% nos três primeiros meses de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior o Fiat Argo vem-se consolidando no mercado brasileiro através de uma vasta gama de opções (atualmente são 7), da inicial proposta 1.0, passando pela nova versão Trekking de motor 1.3 e terminando no pequeno esportivo HGT de motor 1.8, a versão avaliada por nós, dias antes da chegada da linha 2020 apresentada precisamente na semana em que escrevemos este texto. Ainda antes de falarmos particularmente do nosso HGT, mais alguns dados importantes do desempenho do Argo nas concessionárias. Olhando para os três primeiros meses do ano, foram 16 235 unidades emplacadas (dados da Fenabrave), o que representou a sexta colocação na lista dos modelos mais vendidos no Brasil. Com 6673 unidades vendidas em Fevereiro e 4643 no mês de março, mês especialmente mais curto em 2019 pelo carnaval, o Argo aparece assim como quarta força no segmento, só perdendo para Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Ford Ka, mas aparecendo na frente de Volkswagen Polo, Renault Sandero ou Toyota Yaris. Foi então com muito interesse que dedicamos uma semana para conhecer detalhadamente a versão mais apimentada do Argo. Como referimos nas postagens que vamos realizando em nossas redes sociais ao longo dos testes, é muito louvável quando as montadoras respeitam um restrito grupo de clientes, proporcionando uma versão diferenciada e direcionada para quem gosta de um pouco mais de esportividade e exclusividade. Com origem em veículos originalmente populares, estas versões de pequenos esportivos têm um vasto leque de opções em mercados maduros como o europeu, já no Brasil são raras as propostas que chegam até às concessionárias. Podemos listar aqui, e olhando apenas para os últimos 5 anos, modelos como o DS3 e Peugeot 208 GT do grupo PSA, o Renault Sandero R.S. e o alvo de nossa atenção desta vez, a versão HGT do Fiat Argo. Cabe aqui um parêntesis para referir que a versão testada pela nossa equipe, de câmbio manual, e muito apreciada por sinal pela nossa equipe, acabou de sair da lista de opções para a versão HGT, que a partir deste momento passa a ter apenas disponível a transmissão automática de seis marchas, segundo a marca a preferência da grande maioria do publico, mas adicionando o KIT STILE como opcional e que vem com borboletas atrás do volante para trocas manuais. Esteticamente ele se diferencia do restante da linha pelos apêndices aerodinâmicos que deixam a proposta bem atraente. A frente carrega os traços bem elegantes do Argo, realçando a esportividade através do para-choque em duas cores, mesclando a cor da carroceria com as peças pretas que acompanham os dois níveis do sistema de iluminação. Em nível superior os faróis principais e em nível inferior os de neblina, unidos pela bonita grade inferior dianteira com aplique na cor vermelha, dando um toque de exclusividade muito especial ao modelo. São ainda destaques o aerofólio traseiro e capa dos retrovisores com pintura exclusiva na cor cinza, as molduras sobre as caixas de roda, para-choque traseiro com moldura inferior também exclusiva e onde fica evidente o escapamento traseiro esportivo. Uma exclusividade do modelo testado por nós, e adquirido na concessionária pelo preço de R$ 3.590 o Kit Stile que adiciona aos itens de série o apoio de braço no banco motorista, o volante revestido em couro, piloto automático, as lindíssimas rodas de liga leve 17" onde são montados pneus mais largos e de perfil mais baixo com medida 205/50 R17 e a possibilidade de realizar as trocas de marchas atrás do volante através das borboletas. Além disso, o Kit vendido separadamente ainda entrega bancos revestidos em couro. Para quem quer dar um ar de exclusividade ainda maior ao seu Argo a Fiat disponibiliza agora a opção do Kit Bicolor, vendido por R$ 899,00 e que entrega seis diferentes conjugações de cores para teto, retrovisores e detalhe do para-choque dianteiro. Para terminar nossa observação externa, deixamos as principais dimensões do hatch da Fiat. São 4000 mm de comprimento, 1750 mm da largura, 1505 mm de altura e para terminar a importante referência de 2521 mm de distância entre os eixos. Vamos agora conhecer o interior do Argo HGT. Chama nossa atenção imediatamente o contraste do tom escuro do painel com a peça vermelha que percorre toda a largura do painel e onde foram colocadas as saídas de ar centrais. O ar de esportividade é impactante, e ajuda na ótima impressão que passa todo o interior do veículo. As peças são de boa qualidade, de acabamento muito interessante e bem integradas, o que proporciona um interior bem sólido, e que se manifestou silencioso e sem ruídos incômodos ao longo do nosso teste. O Argo ainda entrega o que é para nós o melhor posicionamento para as
centrais multimídia nos veículos. Na parte superior central do painel e de fácil leitura, sem exigir que o condutor desvie muito sua atenção do horizonte à sua frente, ela é de 7" Touchscreen com Android Auto e Apple Car Play, naturalmente disponibilizando conexão via Bluetooth, com entrada USB (também atrás) e sistema de reconhecimento de voz. A unidade testada pela nossa equipe tinha muitos dos opcionais que são adquiridos em Kits e que adicionam conteúdo ao Argo. O Pack Confort adiciona pelo preço de R$ 1.190 os retrovisores externos elétricos com função Tilt Down e setas integradas além da câmera de ré. Já o Kit Teck adiciona pelo preço de R$ 3.490 o Keyless entryngo, que permite o acesso ao interior do veículo sem tirar a chave do bolso, os retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de conforto, o ar condicionado digital, quadro de instrumentos de alta resolução TFT de 7 personalizável e ainda sensores de chuva e crepuscular. Adicionando a todos eles o mencionado no inicio Kit Stile, o valor total sugerido para nosso Argo nas concessionárias é de R$ 78.260 deixando ele bem completo e confortável, agradável e principalmente, muito divertido. Continuando nossa descrição ao conteúdo interno do Argo, referências para os cintos de segurança de três pontos e encosto de cabeça, disponibilizados para as cinco posições, já o banco traseiro é rebatível e bi-partido 60/40 e com sistema de fixação para cadeira de criança (Isofix). O volante é de ótima textura e espessura, com regulagem de altura e profundidade e incorporando os comandos de rádio e telefone. Terminando nossa descrição ao interior do Argo HGT, referir ainda os 300 litros de volume no porta-malas, e os vidros elétricos dianteiros e traseiros com one touch e antiesmagamento. De uma forma resumida, o habitáculo do Argo HGT é muito agradável, entregando além do ar de esportividade, conforto e praticidade no acesso aos principais comandos e informações, repetindo a avaliação que fizemos em relação ao seu irmão maior Cronos, que também passa a sensação de estarmos ao volante de um veículo de categoria superior. Hora então de ligar o motor e iniciar o teste dinâmico. Inicialmente, e bem na nossa frente, observamos o bonito, prático e intuitivo painel de instrumentos disponibilizado através de uma tela de alta resolução TFT de 7 onde de forma dinâmica podemos avaliar parâmetros como velocidade, distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso ou pressão do pneus entre muitos outros. O aspecto gráfico digital acompanha o conteúdo geral do carro, bem moderno e tecnológico. Já que falamos em tecnologia, referencias para os sistemas de controle de estabilidade e tração, sinalização de frenagem de emergência e auxilio de saída em rampa. O airbag é duplo para condutor e passageiro, mas pode ser incrementado, com o pacote especifico que pelo preço sugerido no site da marca de R$ 2.550 adiciona duas bolsas laterais destinadas a diminuir o efeito dos embates laterais. Ainda diretamente relacionado com a segurança falamos dos freios, que são de disco na frente e tambor na traseira, com ABS e EBD, e que ao longo de todo o teste sempre se mostraram eficientes para frear ou parar totalmente o Argo nesta versão HGT, que tem de peso declarado de 1243 Kg. O motor do nosso hothatch é o conhecido 1.8 (1.747 cm³) 16V ( quatro válvulas por cilindro) E.TORQ de tecnologia Flex e que disponibiliza 135 cv às 5.750 rpm quando abastecido com gasolina ou 139 cv nas mesmas 5.750 rpm se a opção for por abastecer o tanque de 48 litros com etanol. O torque que entrega é de 18,8 kgfm nas 3.750 rpm (gasolina) e 19,3 kgfm nas 3.750 rpm (etanol). Este motor transversal dianteiro de 4 cilindros em linha com injeção eletrônica multiponto sequencial da Magnetti Marelli é o mesmo utilizado em outra versão, a Precision, além do seu irmão Cronos, no entanto com ajustes que lhe conferem um pouco mais de agilidade, permitindo ir dos 0 a 100 km/h em 9,6s (gasolina) ou 9,2s (etanol). Se obviamente não é nada de extraordinário para um veículo com estas características, é o suficiente para transmitir emoção adicional para o dia a dia do seu proprietário. Como referido, a versão avaliada por nós era de transmissão manual de cinco marchas, de escalonamento naturalmente mais curto, mas de crescimento linear e muito interessante. Com isso pudemos curtir, e muito, nosso Argo HGT. Uma curiosidade era avaliar como se comportava a suspensão de ajuste mais esportivo, sabendo que os pneus eram de perfil mais baixo. Surpreendentemente a engenharia da Fiat conseguiu um equilíbrio muito bom entre estabilidade e conforto, e utilizando a solução mais tradicional para este perfil de veiculo, com suspensão Mc Pherson com rodas independentes, na dianteira e o eixo de torção na traseira com rodas semi independentes. Com o seu centro de gravidade um pouco mais baixo e um bom acerto de suspensão o Argo HGT consegue passar confiança e reage muito bem aos movimentos da direção elétrica. Se a emoção fala mais alto e naturalmente somos levados a esquecer, por momentos, a relevância dos dados de autonomia para o modelo, ao final do nosso teste temos a certeza que conseguimos interpretar e simular, a grande maioria dos utilizadores desta versão, que dirige seu carro no dia a dia, mas que utiliza seus recursos para um deslocamento mais ágil, da mesma forma que na estrada aproveita sua capacidade para viagens mais seguras através dos recursos que ele oferece. Quem quer um Argo de motor 1.8 e praticamente com o mesmo nível de equipamento, mas sem o apelo esportivo, pode optar pela versão Precision. A versão HGT é para quem gosta de ter os seus sentidos despertados, não só
pelo toque estético da esportividade, mas também pela sensação facilmente perceptível na capacidade de resposta, com isso naturalmente comprometemos a eficiência. Em nosso circuito misto, concluímos com uma média de 8.1 km/l, sempre abastecido com etanol, o que acabou por ser um interessante resultado, dadas as características do modelo. No entanto com a chegada da linha 2020 restou para as duas versões de motor 1.8 a transmissão automática de seis marchas, com isso, e segundo os dados do INMETRO, sua eficiência diminui para 6,9 km/l na cidade e 9,1 km/l em estrada, utilizando a nossa escolha de combustível que foi o etanol. Conclusão do editor – O Argo HGT é um veiculo delicioso, de apelo esportivo, atraente, bem equipado e muito agradável no seu interior. Com ele a Fiat resgata um pouco de sua história de esportividade onde sem dúvida alguma um dos destaques foi, lá nos anos 80, o Fiat Uno Turbo iE. Uma máquina incrível que entregava exclusividade e uma agilidade incrível numa proposta de apelo mais popular. Exatamente o que a Fiat conseguiu agora no Brasil com o Argo. Repetindo o que dissemos no inicio do nosso texto, é louvável a atitude da Fiat em oferecer uma versão bem segmentada e para um grupo restrito de clientes. Afinal é muito mais este tipo de cliente que dificilmente muda de marca, que é fiel a valores e características que cada montadora deveria atrelar ao seu emblema. Depois de alguns anos de derrapagem no Brasil, a Fiat vem resgatando seu espaço com produtos bem interessantes como o Argo, mas acima de tudo com exclusividades que mostram o quanto ela respeita o seu cliente, por menor que seja a expressividade de determinado segmento, como é o caso do Argo na versão HGT, ajudando assim a ficar mais claro, principalmente para os desatentos, a razão da Fiat ter voltado a crescer de forma consolidada no Brasil. O respeito pelo cliente, que está cada vez mais exigente e quer exclusividade, acrescido da personalização do seu veículo e que assim o façam sentir único, mas ao mesmo tempo fazendo parte de uma história, de uma "tribo". No caso da Fiat, a história de uma marca que tem no seu passado “glórias” como o Fiat 131 Abarth, vencedor de diversos títulos no mundial de ralis. Avaliação: Fiat Argo HGT Design 8 Espaço e Conforto 8 Conectividade e Tecnologia 8 Acabamento 7 Motor / Consumo 7 Transmissão 7 Suspensão 8 Direção 7 Freios 7 Segurança e Auxílios 7 Total 74 https://www.revistapubliracing.com.br/single-post/2019/04/27/Avalia%C3%A7%C3%A3o-FiatArgo-HGT-exclusividade-carregada-de-esportividade Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Artur Semedo / Revista Publiracing e-mail: artursemedo@revistapubliracing.com.br Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Maneira segura do Detran para comprar e vender veículos usados em 2019 8221448 - MIX VALE - 27/04/2019
Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 27 de abril de 2019 Maneira segura do Detran para comprar e vender veículos usados em 2019. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;
No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/04/27/maneira-segura-do-detran-para-comprar-e-venderveiculos-usados-em-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Carros nacionais ficam mais seguros 8221449 - JCNET - Bauru - SP - 28/04/2019
Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros "populares", aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como "de entrada", será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento "de entrada" já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, "o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher". Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). "Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo." Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. "Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos", afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser "um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado". Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. ACIDENTES Segundo balanço do Dpvat - o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) - que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos - e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. https://www.jcnet.com.br/Nacional/2019/04/carros-nacionais-ficam-mais-seguros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Venda de veículos aquece o mercado 8221450 - JP NEWS - 28/04/2019
Com mercado aquecido a venda de carros novos subiu 11,4% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da federação das concessionárias, a Fenabrave. No total, foram vendidos 607.612 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus de janeiro a março. Só em março, foram comercializadas 209.183 unidades, alta de 0,9% na comparação com igual mês do ano passado, quando foram feitas 207.353 vendas. MOTOCICLETAS No primeiro trimestre de 2019 foram vendidas 258.725 motos, aumento de 17,9% sobre as 219.387 comercializadas no mesmo período do ano anterior. Somente em março, foram 83.828 emplacamentos, alta de 5,6% frente aos 79.355 registrados um ano antes. VEÍCULOS PESADOS A venda de veículos para transporte de passageiro cresceu 71,37% no trimestre, na comparação anual, passando de 6.195 para 3.615 para unidades. Já a de caminhões cresceu 45,74% no período, de 14.668 para 21.377 unidades. EXPECTATIVA O setor de distribuição de veículos do Brasil espera crescimento de 11% nas vendas de carros e comerciais leves em todo o ano de 2019, e de 15,9% nos emplacamentos de caminhões e ônibus. Segundo a Fenabrave, as estimativas são baseadas no volume de vendas de 2,47 milhões de veículos leves em 2018, crescimento de 13,7% sobre 2017, e de 95.581 unidades de veículos pesados, expansão anual de 42,3%. Durante todo o ano de 2018, quando o setor enfrentou crise, as vendas de veículos no Brasil subiram 14,6%. https://www.jpnews.com.br/tres-lagoas/venda-de-veiculos-aquece-o-mercado/124374/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Marcelo Marcos Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Dona do carro líder em vendas no Brasil, Chevrolet é eleita pela quarta vez como melhor rede de concessionárias 8221451 - FOLHA DE S.PAULO - São Paulo - SP - 27/04/2019
Url curta Maior Menor Erramos? EDUARDO SODRÉ 27/04/2019 16h00 A Chevrolet tem ocupado o primeiro lugar na categoria Melhor Rede de Concessionárias desde 2016, mas agora aparece sozinha no topo do pódio. Não por acaso, a General Motors (dona da marca) produz o carro mais vendido no Brasil há 45 meses consecutivos, o compacto Onix. A montadora foi citada por 8% dos entrevistados, todos moradores da capital paulista. A Honda ficou em segundo lugar, com 6% das menções, segundo o Datafolha. No primeiro trimestre de 2019, a Chevrolet manteve o posto de marca mais vendida do país, com 18,4% de participação de mercado. Somente o líder Onix teve 55,5 mil unidades emplacadas entre janeiro e março, segundo a Fenabrave (entidade que representa as distribuidoras de veículos). Hermann Mahnke, diretor de marketing da GM Mercosul, conta que o desafio é manter a qualidade do atendimento em um mercado dominado por carros pequenos, com grandes volumes de vendas. "É uma catequização constante da rede de concessionárias, que é muito próxima da gente", diz. "No final, a experiência do cliente com a marca não acontece em São Caetano [onde fica a sede da empresa], estamos absolutamente longe disso. Essa experiência está na rede concessionária", explica o executivo. A marca prepara agora o lançamento da nova linha Onix, que chega ao Brasil no segundo semestre. A primeira versão a estrear terá carroceria sedã. O hatch virá em seguida e também há previsão de outros modelos, como uma nova picape compacta. O sucesso deles depende desse bom relacionamento entre a montadora e seus revendedores, que lidarão com os consumidores por um longo tempo, prestando os serviços de pós-venda. A capacidade de atender bem nos momentos mais difíceis é o que pode fazer a diferença entre trocar de marca ou manter-se fidelizado. "Não existe falar que meu carro não tem problema. Tem problema, assim como vários produtos de alta qualidade têm. O ponto é a atitude, o processo que será seguido para solucioná-lo. Isso é muito importante", explica Hermann. Metade dos entrevistados (48%) não soube dizer qual rede de concessionárias considera ser a melhor da cidade de São Paulo. O índice é próximo ao observado em 2018 (46%). * CHEVROLET EM NÚMEROS 55.500 unidades do Chevrolet Onix foram emplacadas no primeiro trimestre. É o carro mais vendido do Brasil 400 concessionárias no país 18,4% participação de mercado das Chevrolet no Brasil no primeiro trimestre 45 é o número de meses consecutivos que o Onix lidera o mercado nacional https://www1.folha.uol.com.br/o-melhor-de-sao-paulo/servicos/2019/04/1987839-dona-docarro-lider-em-vendas-no-brasil-chevrolet-e-eleita-pela-quarta-vez-como-melhor-rede-deconcessionarias.shtml Ficha Técnica
Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping RANKING DE VENDAS DE MINAS GERAIS EM MARÇO DE 2019: CHEVROLET ONIX E FIAT STRADA MANTÉM SUAS LIDERANÇAS 8221454 - FALANDO SOBRE CARROS - 27/04/2019
HATCH COMPACTO DA CHEVROLET E PICAPE LEVE DA FIAT MANTIVERAM SUAS LIDERANÇAS O Chevrolet Onix manteve a liderança, olha só na terra da Fiat, dois Chevrolet gaúchos fazem dobradinha: O Prisma subiu duas posições e reforçou a liderança nos sedãs compactos, em terceiro está o Renault Logan que subiu cinco posições, em quarto lugar está o Volkswagen Gol que subiu duas posições, em quinto lugar está o Ford Ka que caiu duas posiçoes, em sexto lugar está o Hyundai HB20 que subiu três posições, em sétimo lugar está o Renault Sandero que caiu duas posições, em oitavo lugar está o Jeep Renegade que subiu cinco posições e reforçou a liderança nos utilitários esportivos compactos, em nono lugar está o Fiat Argo que caiu sete posições e fechando o top 10 está o Ford Ka Sedan que manteve posição. O Chevrolet Prisma foi líder nos sedãs compactos O Jeep Renegade foi líder nos utilitários esportivos compactos Em décimo primeiro está o Volkswagen Polo que subiu nove posições, em décimo segundo está o Volkswagen Voyage que subiu quatro posições, em décimo terceiro está o Ford EcoSport que não estava entre os 20 mais vendidos no mês passado, em décimo quarto está o Renault Kwid que subiu uma posição, em décimo quinto está o Volkswagen Virtus que basicamente trocou posição com o Kwid, em décimo sexto está o Jeep Compass que subiu uma posição e reforçou a liderança nos utilitários esportivos médios, em décimo sétimo está o Volkswagen Jetta que caiu três posições, mas manteve a liderança nos sedãs médios, em décimo oitavo está o Chevrolet Cobalt que subiu uma posição, em décimo nono está o Chevrolet Tracker que não estava entre os 20 mais vendidos e fechando os 20 mais vendidos está o Toyota Corolla que não estava entre os 20 mais vendidos no mês passado. O Jeep Compass manteve a liderança nos utilitários esportivos médios O Volkswagen Jetta manteve a liderança nos sedãs médios COMERCIAIS LEVES: A Fiat Strada manteve a liderança nos comerciais leves, em segundo lugar fazendo dobradinha na Fiat em casa está a Toro que subiu uma posição e reforçou a liderança nas Sport Utility Pick-up, em terceiro lugar está a Fiat Fiorino, a Fiat colocou seus três comerciais leves nos três primeiros lugares, ela subiu uma posição e reforçou a liderança nos furgões leves, em quarto lugar está a Volkswagen Saveiro que caiu duas posições, em quinto lugar está a Toyota Hilux que subiu uma posição e assumiu a liderança nas picapes médias, em sexto lugar está a Chevrolet Montana que subiu uma posição, em sétimo lugar está a Chevrolet S10 que caiu duas posições e isso lhe custou a liderança do seu segmento, em oitavo lugar está a Renault Duster Oroch que manteve posição, em nono está a Volkswagen Amarok que manteve posição e fechando os 10 mais vendidos está a Ford Ranger que também manteve posição. A Fiat Strada é líder nas picapes leves A Fiat Toro é líder nas Sport Utility Pick-up A Fiat Fiorino é líder nos furgões leves A Toyota Hilux é líder nas picapes médias Em décimo primeiro está a Nissan Frontier que subiu três posições, em décimo segundo está a Mitsubishi L200 que caiu uma posição, em décimo terceiro está o Kia Bongo que não estava entre os 20 mais vendidos no mês passado, em décimo quarto está a Renault Master que caiu uma posição, mas manteve a liderança nos furgões que carregam mais de 1 tonelada, em décimo quinto está a Fiat Ducato que caiu três posições e isso lhe custou a liderança dos furgões que carregam mais de 1 tonelada, em décimo sexta está a MercedesBenz Sprinter que subiu uma posição, em décimo sétimo está o Volkswagen Delivery Express que caiu uma posição, em décimo oitavo está o Hyundai HR que subiu duas posições, em décimo nono está o Peugeot Partner que caiu quatro posições e fechando os 20 mais vendidos está o Peugeot Expert que caiu uma posição. A Renault Master foi líder nos furgões que carregam mais de 1 tonelada VEJA OS NÚMEROS
= manteve posição ? subiu posição ? caiu uma posição CARROS DE PASSEIO 1 CHEVROLET ONIX 7.946 = 2 CHEVROLET PRISMA 3.193 ? 2 3 RENAULT LOGAN 3.094 ? 5 4 VOLKSWAGEN GOL 2.980 ? 2 5 FORD KA 2.574 ? 2 6 HYUNDAI HB20 2.509 ? 3 7 RENAULT SANDERO 2.476 ? 2 8 JEEP RENEGADE 2.013 ? 4 9 FIAT ARGO 1.559 ? 7 10 FORD KA SEDAN 1.556 = 11 VOLKSWAGEN POLO 1.038 ? 9 12 VOLKSWAGEN VOYAGE 1.009 ? 4 13 FORD ECOSPORT 901 não estava entre os 20 mais vendidos 14 RENAULT KWID 828 ? 1 15 VOLKSWAGEN VIRTUS 692 ? 1 16 JEEP COMPASS 654 ? 1 17 VOLKSWAGEN JETTA 653 ? 3 18 CHEVROLET COBALT 640 ? 1 19 CHEVROLET TRACKER 583 não estava entre os 20 mais vendidos 20 TOYOTA COROLLA 556 não estava entre os 20 mais vendidos COMERCIAIS LEVES 1 FIAT STRADA 1.584 = 2 FIAT TORO 995 ? 1 3 FIAT FIORIINO 915 ? 1 4 VOLKSWAGEN SAVEIRO 557 ? 2 5 TOYOTA HILUX 442 ? 1 6 CHEVROLET MONTANA 237 ? 1 7 CHEVROLET S10 176 ? 2 8 RENAULT DUSTER OROCH 159 = 9 VOLKSWAGEN AMAROK 140 = 10 FORD RANGER 124 = 11 NISSAN FRONTIER 118 ? 3 12 MITSUBISHI L200 113 ? 1 13 KIA BONGO 108 não estava entre os 20 mais vendidos 14 RENAULT MASTER 40 ? 1 15 FIAT DUCATO 32 ? 3
16 MERCEDES-BENZ SPRINTER 17 ? 1 17 VOLKSWAGEN D.EXPRESS 16 ? 1 18 HYUNDAI HR 12 ? 2 19 PEUGEOT PARTNER 11 ? 4 20 PEUGEOT EXPERT 8 ? 1 CARROS DE PASSEIO QUEM SUBIU MAIS 1 VOLKSWAGEN POLO ? 9 2 RENAULT LOGAN ? 5 3 JEEP RENEGADE ? 4 VOLKSWAGEN VOYAGE ? 4 O Volkswagen Polo(foto) teve uma forte alta, seguid o pelo Renault Logan e logo depois por Jeep Renegade e Volkswagen Voyage, no caso do Jeep ele reforçou a liderança no seu segmento. QUEM CAIU MAIS 1 FIAT ARGO ? 7 2 VOLKSWAGEN JETTA ? 3 3 FORD KA ? 2 RENAULT SANDERO ? 2 O Fiat Argo(foto) teve o maior tombo esse mês, seguido pelo Volkswagen Jetta que acendeu o "sinal amarelo" apesar de manter a liderança no segmento e depois quedas pontuais de Ford Ka e Renault Sandero. COMERCIAIS LEVES QUEM SUBIU MAIS 1 NISSAN FRONTIER ? 3 2 HYUNDAI HR ? 2 A rigor a maior subida foi do Kia Bongo, mas como ficou fora dos 20 mais vendidos não sabemos de onde veio, então a maior subida foi da Nissan Frontier(foto) seguida da subida pontual do Hyundai HR QUEM CAIU MAIS 1 PEUGEOT PARTNER ? 4 2 FIAT DUCATO ? 3 3 VOLKSWAGEN SAVEIRO ? 2 CHEVROLET S10 ? 2 O Peugeot Partner(foto) teve a rigor o único tombo, seguido do "sinal amarelo" da Fiat Ducato e as quedas pontuais de Volkswagen Saveiro e Chevrolet S10. FONTE: Fenabrave, vendas atacado e varejo Esse foi o ranking de Minas Gerais em Março de 2019 Audi, BMW, Chevrolet, Citroën, Dodge, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Kia,JAC, Jaguar, Mercedes-Benz, Lamborghini, Peugeot, Renault, Toyota, Jeep, Volkswagen, Willys, DKW. http://falando-sobre-carros.blogspot.com/2019/04/ranking-de-vendas-de-minas-geraisem.html
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Wellington Carlos Liesch de Goes Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Peugeot inicia fabricação do 2008 reestilizado, que chega em maio 8221461 - CARSALE - 26/04/2019
On 26/04/2019 Categories: Últimas A Peugeot anunciou a produção do renovado SUV 2008 na fábrica de Porto Real (RJ). O modelo traz alguns retoques no visual — diferentes do facelift europeu feito há dois anos — e deve chegar às concessionárias em maio. O 2008 faz parte da nova estratégia da PSA Peugeot Citroën de priorizar utilitários esportivos e crossovers, em detrimento de sedãs e hatches. O recente enterro definitivo das linhas 308 e 408 (respectivamente, dois e três-volumes médios) foi o ponto de partida. Nova dianteira do Peugeot 2008 Atualmente na 13ª posição no ranking das montadoras (somando carros de passeio, SUVs e picapes e comerciais leves), com 0,88% de participação no mercado brasileiro, a Peugeot viu o 2008, lançado localmente em 2015, manter uma performance de vendas bastante regular em torno da média de 10.335 carros por ano. No entanto, no ritmo atual, a projeção para 2019 seria de pouco mais de 7.350 emplacamentos (foram 1.842 até março, segundo a Fenabrave). A aposta da Peugeot para o novo 2008 deve ser a oferta do câmbio automático de seis marchas acoplado ao motor turbo 1.6 THP na versão Griffe, a topo de gama, que antes só possuía caixa manual junto a esse propulsor. Como o Citroën C4 Cactus (feito na mesma fábrica) incluiu esse novo trem-de-força em sua gama, é de se esperar o mesmo para o SUV compacto da co-irmã. O motor 1.6 aspirado será mantido como opção de entrada. No visual, a principal alteração do 2008 ano-modelo 2020 é na dianteira. A grade frontal cresceu, e com isso o emblema do leão migrou para o centro dela, criando um efeito de esportividade ausente no “bonzinho” 2008 atual — com grade diminuta e o leão num ponto da carroceria logo acima. O 2008 ano-modelo 2019 segue à venda com preços entre R$ 69.990 e R$ 91.900. Imagem: divulgação « Freio de Duster e Oroch pode travar, e Renault anuncia recall Tags: 2008 peugeot suv https://carsale.uol.com.br/2019/04/26/peugeot-inicia-fabricacao-2008-reestilizado-que-chegaem-maio/amp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Revenda caxiense sedia lançamento de moto esportiva 8221462 - PIONEIRO - Caxias do Sul - RS - 26/04/2019
O mercado da Serra é veloz no filão de motos esportivas. A demanda acelerada justifica o fato de a Kawasaki – líder nacional no setor – lançar na revenda caxiense M3 Parts, única autorizada da marca japonesa no interior do Estado, sua menina dos olhos da temporada. Trata-se da moto premium Ninja ZX-6R 2020, único modelo de 600 cm3 à venda no país. A novidade será apresentada a partir das 10h deste sábado na loja do bairro Cinquentenário. Reestilizada e com novos atrativos, a ZX-6R 2020 chega ao consumidor com preço inicial de R$ 49.990 (sem o frete). Curiosidade: o mercado de motos já corresponde a 28,6% do total da frota de veículos em circulação pelo país, aponta a Fenabrave. Caxias do Sul decide ficar de fora da programação oficial do Dia do Vinho Projeto de startup impulsiona negócios de fabricante da Serra http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/economia/caixa-forte/noticia/2019/04/revenda-caxiensesedia-lancamento-de-moto-esportiva-10933181.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Caxias do Sul País: Tipo Veículo: Site
Clipping Teste: Fiat Toro Freedom 1.8 Flex – uma picape com jeitinho de SUV 8221463 - AUTO E NOTÍCIA - 26/04/2019
Avaliações abril 26, 2019 Fernando Naccari Fiat, Fiat Toro, Fiat Toro é boa, melhor picape, qual picape comprar, Toro Flex, Toro Freedom 0 Flares Twitter 0 Tweet "> Facebook 0 "> 0 Flares × Ela foi uma das precursoras do segmento no Brasil juntamente com a Renault Oroch: o das Sport Utility Pick-Up (SUP). Agora, com pouco mais de quatro anos de mercado, briga no topo da tabela entre as mais vendidas do segmento. No fechamento do mês de março, segundo a FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a picape ficou com a vice-liderança entre os “Comerciais Leves”, perdendo somente para a irmã menor Strada, que emplacou 5.286 unidades, contra 4.955 da Toro. No acumulado do ano na mesma categoria, os números continuam surpreendentes: vice-liderança com 12.348 unidades emplacadas, uma diferença de apenas 4.281 unidades quando comparada a ainda líder Strada. Enquanto isso, a Renault Oroch vendeu apenas 2.605, ocupando o 10º lugar no acumulado. Mas o curioso é que, ainda de acordo com o mesmo relatório, a Fiat Toro disputa mercado com as consideradas “Picapes Grandes” montadas sob chassi e, entre elas, é líder absoluta com 12.348 emplacamentos contra apenas 9.246 da Toyota Hilux, tendo uma representatividade de 28,52% do mercado. Ponto forte Também podemos atribuir este sucesso ao design da Toro, que parece mais de um carroconceito do que um de produção em série. O principal destaque neste aspecto fico à cargo da dianteira de frente alta, com faróis de neblina com moldura cromada, faróis principais embutidos como se fossem os de neblina nos para-choques e as luzes de rodagem diurna em LED, em posição superior, como seriam os principais. Por dentro, o acabamento também é elogiável, com materiais emborrachados e agradáveis ao toque. O volante multifuncional e o painel de instrumentos são os mesmos utilizados nos Fiat Argo/Cronos e Jeep Renegade, com as devidas alterações estéticas aplicadas. Na versão Freedom, a Toro conta também com ar-condicionado digital de duas zonas, ideal para quem não consegue chegar a um acordo com o carona na hora de encontrar a temperatura ideal. O que ficou devendo é o sistema de som. Com qualidade de áudio bem abaixo da expectativa para o preço do carro (R$ 106.990), a ‘mini’ central multimídoa com tela LCD Touch de 5? peca na sintonia de rádios e ainda não tem conexão via Apple Car Play ou Android Auto. Ao volante A Fiat Toro divide plataforma com o Jeep Renegade e, apesar de ser 179 kg mais pesada que o SUV, repete o bom comportamento ao volante. A carroceria rola pouco em curvas acentuadas, quando em rodovias, e filtra bem às irregularidades das vias, no uso urbano. Este último caso, por sinal, era um tormento para quem andava com “picape de chassi”: a suspensão tinha caráter bem mais rígido com feixes de mola (para aguentar mais peso, claro) e, para quem seguia dentro do carro, ia chacoalhando por todo o trajeto. Para diminuir este efeito era preciso deixar a caçamba carregada para contrabalancear o peso, pois do contrário, haja estômago. No caso da Toro, o conjunto de suspensão é um velho conhecido McPherson dianteiro (molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos de duplo efeito) e sistema multilink na traseira (também com o mesmo sistema de amortecimento). Outra qualidade que deve ser ressaltada é a boa posição de dirigir aliada à área envidraçada generosa, que propicia boa visibilidade, principalmente em manobras mesmo com os seus 4,91 metros de comprimento e 2,99 metros de entre-eixos. Mecânica conhecida
Testamos a Fiat Toro Freedom, cedida gentilmente pela FCA, que sai de fábrica com o já tradicional motor 1.8 e.Torq Flex de 135 cavalos a 5.750 rpm e 18,8 kgfm de torque a 3750 rpm, enquanto com etanol o rendimento é de 139 cv e 19,3 kgfm, nas mesmas rotações. Além disso, o câmbio é somente automático de seis marchas e costuma apresentar lentidão nas trocas, mas é possível optar por trocas manuais. Com desempenho preguiçoso no uso urbano, há um “artifício eletrônico” que melhora e muito o seu comportamento: o botão Sport. Com este acionado, mudam-se as parametrizações de funcionamento do motor e do câmbio, deixando o conjunto com funcionamento bem mais agradável. Parece outro carro. Aliás, depois de dirigir a picape por um período no modo Sport, a impressão que se tem é de que ela foi projetada “no Sport” e amansada (e piorada) no modelo normal. Mas há uma justificativa clara para isso: o consumo de combustível. Mesmo equipada com sistema Start/Stop – que desliga o veículo quando parado no trânsito e o religa assim que você tira o pé do freio – ele bebe bem: não conseguiu anotar mais do 8,3 km/l com gasolina no tanque em trajeto urbano e com ar-condicionado ligado. Em rodovias, a melhor marca ficou em 10,2 km/l com o mesmo combustível, portanto, imagina se ele fosse sempre “envenenado”? Não houve tempo hábil para realizar o teste com etanol, mas segundo a PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro), o consumo com este combustível fica em torno de 6,4 km/l, na cidade e 7,8 km/l, na estrada. Itens de série A lista de itens de série é boa, com destaque para o ASR (Controle de Tração), alarme antifurto, apoia-braço central dianteiro e traseiro com porta-objetos, ar condicionado digital, capota marítima, volante multifuncional, computador de Bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso), direção eletroassistida, ESP (Controle Eletrônico de Estabilidade), gancho universal para fixação cadeira criança (Isofix), HCSS (Sistema de partida a frio sem tanque auxiliar de gasolina), HSD (High Safety Drive) – Airbag duplo (motorista e passageiro) e Freios ABS com EBD, Hill Holder (sistema ativo freio com controle eletrônico que auxilia nas arrancadas do veículo em subida), retrovisores externos elétricos com memoria ( Tilt down/rebatimento / luz de conforto), rodas de liga leve 6.5 x 16? + Pneus 215/65 R16, sensor de estacionamento traseiro com câmera de ré e Sistema Start&Stop (desligamento/acionamento automático do motor). Veredicto Pensando no preço de venda (a partir de R$ 106.990 na versão avaliada), a Fiat Toro parece muito cara pelo o que oferece. Mas, se a enquadrarmos entre as “picapes grandes”, oferece uma ótima dirigibilidade e conforto, além de ser mais barata que as demais. Por isso, se você busca uma picape que será mais utilizada na cidade do que na estrada de terra, a Toro Freedom deve entrar na sua lista como uma boa opção de compra. Fiat Toro Freedom 1.8 AT6Versão básica: R$ 94.990 Versão avaliada: R$ 106.990 Motor: 4 cilindros em linha 1.8 16V e.TorQ com sistema start-stop Combustível: flex Potência: 135 cv a 5.750 rpm (g) e 139 cv a 5.750 rpm (e) Torque: 18,8 kgfm a 3.750 rpm (g) e 19,3 kgfm a 3.750 rpm (e) Câmbio: automático sequencial, seis marchas Direção: eletroassistida Suspensões: McPherson (dianteira) e multilink (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira) Tração: dianteira Dimensões: 4,915 m (comprimento), 1,844 m (largura), 1,735 m (altura) Entre-eixos: 2,990 m Pneus: 215/65 R16 Caçamba: 820 litros / 650 kg Tanque: 60 litros
Peso: 1.619 kg Sobre o autor Fernando Naccari https://naccar.com.br/ Sou Técnico em automobilística, Engenheiro Mecânico, Jornalista automotivo e MBA em Jornalismo Digital. Atuei como Consultor Técnico e Jornalista no Jornal Oficina Brasil, na Revista O Mecânico, no Jornal Auto & Você e na Revista Carro e trago um pouco do que aprendi em cada editoria com o que trago de estudos, misturando conhecimento técnico com paixão em quatro rodas (ou mais). Sou também editor da Revista Car Stereo, mídia referência no segmento de carros e sons automotivos customizados. Se você é um apaixonado por carros, você veio ao lugar certo! See authors posts 0 Flares Twitter 0 Tweet "> Facebook 0 "> 0 Flares × Relacionado https://naccar.com.br/2019/04/26/teste-fiat-toro-freedom-1-8-flex-uma-picape-com-jeitinhode-suv/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fernando Naccari Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 8221464 - ACHEI SANTA CRUZ - 26/04/2019
Carros brasileiros ficam mais seguros e mais caros 26/04/2019 Desde 2000, a participação dos modelos populares caiu de 50% para 11%. A lista de itens de segurança obrigatórios continua a crescer. Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. Acidentes Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Receba nossas notícias diretamente em seu WhatsApp. Clique aqui e se cadastre! Nacionalização Por outro lado, há um esforço, ainda discreto, por parte de fabricantes de iniciarem a produção de alguns dos componentes, de olho no aumento da demanda. A Continental vai inaugurar em maio uma linha de produção de ESC, hoje feito no País só pela Bosch. “Como a instalação desse item se tornou mandatória, haverá maior escala e a produção local passou a fazer sentido”, diz o presidente da empresa, Frédéric Sebbagh. Hoje a Continental importa o sistema para fornecer às montadoras. Na fábrica de Várzea Paulista (SP), onde o ESC será produzido, a Continental já faz freios hidráulicos e freios ABS. A capacidade inicial de produção de ESC será de 700 mil a 1 milhão de unidades ao ano, com investimento de ¤ 5 milhões (cerca de R$ 23 milhões). Placas eletrônicas serão importadas, pois não há produção local. Sebbagh vê chances de outros itens serem nacionalizados no futuro. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras, segundo o coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. Outra que inaugura nova linha nos próximos dias é a Joyson Safety System (ex-Takata), que produzirá airbags de cortina (ou laterais), sistema que poderá ser usado para atender norma que determina, a partir de 2020, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado e está ampliando a fábrica de Jundiaí (SP). A capacidade atual de 5 milhões de airbags ao ano será duplicada, afirma Oliver Schulze, diretor de engenharia da empresa. O principal item dos airbags, o gerador de gás, é importado. Estrelas Schulze lembra que, além de atender ao Rota 2030, testes feitos pelo Latin NCAP incentivam as empresas a melhorem os níveis de segurança dos seus produtos. O teste que bate os carros em barreiras concede ao modelo de zero estrelas (inseguro) a cinco estrelas (segurança total), e a nota máxima normalmente é usada pela fabricante no marketing do veículo. Alexandre Pagotto, gerente de Relações Institucionais da Bosch,
fabricante de várias autopeças, como freio ABS, diz que a empresa avalia todo ano a possibilidade de produção local de itens importados, mas esbarra no volume. “Com a definição do que será obrigatório, é mais fácil planejar para o longo prazo.” Peças importadas A participação de peças importadas nos carros brasileiros subiu de 20% em 2012 para 35% em média no ano passado, uma alta de 75% no período, segundo estudo feito pela Bright Consultoria. A expectativa é que esse porcentual suba ainda mais a partir de 2020, quando entra em vigor o calendário de itens de segurança obrigatórios. Empresas que se anteciparem à agenda do Rota 2030 terão benefícios fiscais extras. Vários modelos lançados recentemente já estão equipados com alguns dos itens, como o Jeep Compass, fabricado em Goiana (PE), que tem aviso de saída involuntária de faixa, e o Volkswagen TCross, feito em São José dos Pinhais (PR), que tem controle eletrônico de estabilidade (ESC) e seis airbags. A maior parte dos componentes é de alta tecnologia, como sensores e câmaras, e não tem produção local. “O Brasil perdeu a onda de grandes investimentos em tecnologias eletrônicas que começou há dez anos na Europa, EUA e China”, diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina. Como as grandes fabricantes que atuam no País são multinacionais, é possível introduzir algumas das novas tecnologias, mas o investimento só se justifica com grande escala de produção e custo competitivo, afirma Botelho. “Dos portões das fábricas para dentro somos competitivos, mas dos portões para fora não”, diz, referindo-se a custos com tributos e infraestrutura. Novo mix Para Paulo Cardamone, presidente da Bright, o que gerou o aumento das importações nos últimos anos foi a mudança de mix de produtos voltados em especial para SUVs, legislações com obrigatoriedade de instalação de itens de segurança e eficiência energética e a instabilidade do mercado. “Há muitos empresários postergando investimentos à espera do aumento mais consistente de vendas e produção da indústria”, diz Cardamone. “Se continuar no ritmo que está, em alguns anos a participação de itens importados irá a 50%.” Mesmo alguns componentes já comuns nos carros brasileiros ainda dependem das importações. Cardamone cita a injeção de combustível e a transmissão automática. O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Flavio Sakai, ressalta que a condição tributária no País afugenta a produção local de vários componentes pois, sem escala suficiente, importar é mais barato. Ele lembra que outro grande impacto ocorrerá quando as empresas iniciarem a produção de carros híbridos. Segundo Sakai, o índice de nacionalização desses modelos deve cair para 30% a 35% num primeiro momento, e retomar gradativamente ao longo do tempo. O mesmo ocorrerá com modelos elétricos. Um dos indicadores da alta das importações é o saldo da balança comercial do setor de autopeças, que está negativo desde 2007, após quatro anos de superávit. Em 2018, o saldo ficou negativo em US$ 5,6 bilhões. Nos dois primeiros meses deste ano, está em US$ 625,8 milhões. Conteúdo: O Estado de S.Paulo Fique sempre por dentro das Notícias em Santa Cruz atualizadas diariamente através do aplicativo ACHEI SANTA CRUZ , basta clicar na imagem abaixo que você será redirecionado a loja de aplicativos de seu smartphone! http://acheisantacruz.com.br/carros-brasileiros-ficam-mais-seguros-e-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping ENTREVISTA: Caminho da Escola se torna um dos principais destinos dos ônibus Volkswagen para o mercado interno com 3,4 mil vendas 8221465 - DIÁRIO DO TRANSPORTE - 26/04/2019
De acordo com gerente executivo de vendas da marca, Jorge Carrer, pós-vendas é um dos destaques. Inclusão de planos de manutenção nas vendas é sugestão para próximas licitações diante das dificuldades econômicas dos municípios ADAMO BAZANI Os números do mercado de ônibus no Brasil, depois de anos acumulando perdas devido à crise econômica, estão superlativos. Segundo os dados mais recentes da Fenabrave, federação que representa as concessionárias de veículos no País, entre janeiro e março deste ano, foram emplacados 6.195 ônibus, o que representa alta de 49,74% em relação à semelhante período de 2018. Além de representar uma recuperação e, portanto, um crescimento sobre uma base que estava bastante retraída, os números positivos expressivos também são explicados pelos resultados do “ressurgimento” do Programa Caminho da Escola, pelo qual, por meio do FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, o Governo Federal financia os veículos, que são padronizados para cada tipo de demanda e condição de tráfego, para estados e municípios. Uma das fabricantes que mais tem registrado os resultados positivos do Caminho da Escola é a Volkswagen Caminhões & Ônibus. A montadora ganhou na licitação de 20 de abril do ano passado o direito de vender 3,4 mil unidades do total de cerca de seis mil ônibus previstos no certame. Foram encomendas de mais de 1.500 prefeituras e estados em todo o país. A Volkswagen respondeu por três lotes de modelos de ônibus escolares. Em entrevista na manhã desta sexta-feira, 26 de abril de 2019, o gerente executivo de vendas da marca, Jorge Carrer, explicou que já foram recebidas encomendas para todos os 3,4 mil veículos da licitação. “De fato, a gente conseguiu cumprir toda a nossa cota e a gente recebeu os três mil e quatrocentos pedidos que a gente tinha direito. Recebemos três mil e quatrocentas adesões ao programa, sendo 200 unidades do ONUREA – Ônibus Urbano Escolar Acessível Piso Alto, 1600 unidades do ORE1 Ônibus Rural Escolar (com chassi para oito toneladas e para 29 alunos) e mais 1600 unidades do ORE3 Ônibus Rural Escolar (com chassi para 15 toneladas e 59 alunos).” – explicou. Entresestas categorias, os modelos são: 8.160 OD (motor dianteiro) para o ONUREA, 9.160 ODR (motor dianteiro rural) para ORE1 e 15.190 ODR (motor dianteiro rural). Os ônibus são desenvolvidos por técnicos do Governo Federal, especialistas independentes e das montadoras. Para enfrentar as áreas de tráfego severo e assegurar acesso à educação para estudantes que moram em locais com menor infraestrutura urbana, os ônibus contam com algumas características próprias, como “suspensões elevadas e reforçadas, pneus de uso misto, eixo dianteiro com viga forjada, balanço dianteiro mais curto, bloqueio no diferencial traseiro, ângulos de ataque e saída maiores, poltronas estofadas e de fácil limpeza, mecanismos antiesmagamento e ainda dispositivos de poltronas móveis (DPM) que garantem a acessibilidade para os alunos com mobilidade reduzida.” – segundo nota da Volkswagen. Carrer destaca que um dos atrativos dos modelos é o pós-venda que os gestores públicos podem contar para a manutenção dos ônibus escolares. “A gente sabe da dificuldade, pelo interiorzão do Brasil que as prefeituras têm de atendimento e até de recursos para manter estes veículos ao longo de toda a vida. Então a gente trabalhou não só para tornar o produto cada vez mais robusto com o menor custo operacional possível, mas transformando também a nossa rede de cerca de 150 concessionários num braço muito forte do programa para todas as prefeituras e estados que adquirirem nossos ônibus” – relatou. Muitas vezes, o que se vê em diversos locais do País, são ônibus do Caminho da Escola, relativamente novos, já sucateados.
Há alguns casos de problemas administrativos pontuais, com má gestão de dinheiro público, mas em grande parte das situações é que as prefeituras não têm recursos suficientes para uma manutenção adequada. Carrer disse que uma das sugestões, para as próximas licitações do Caminho da Escola é incluir um pacote de manutenção dos veículos na compra. Não há uma idade limite para os ônibus, mas apesar de operarem relativamente uma quilometragem baixa por dia (em comparação a um ônibus urbano, por exemplo), as condições de tráfego são muito severas, o que desgasta prematuramente os veículos. O programa existe desde 2007. De acordo com Jorge Carrer, das quase 18 mil ônibus vendidos desde então, em torno de 50% são da Volkswagen Caminhões e Ônibus. Somente no ano passado, o Caminho da Escola correspondeu por cerca de 30% das 3,5 mil vendas totais de ônibus da marca, ainda de acordo com o executivo. Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes https://diariodotransporte.com.br/2019/04/26/entrevista-caminho-da-escola-se-torna-um-dosprincipais-destinos-dos-onibus-volkswagen-para-o-mercado-interno-com-34-mil-vendas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: blogpontodeonibus Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Dicas novas do Detran para comprar e vender veículos usados 8221469 - MIX VALE - 26/04/2019
Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 26 de abril de 2019 Dicas novas do Detran para comprar e vender veículos usados. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;
No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/04/26/dicas-novas-do-detran-para-comprar-e-venderveiculos-usados/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Strada lidera 8221471 - UOL - São Paulo - SP - 26/04/2019
Picapes usadas mais vendidas Fiat Strada lidera Dados da Fenabrave apontam que a picape da Fiat foi a líder do segmento em março. Confira o ranking completo em UOL Carros. Murilo Góes/UOL https://carros.uol.com.br/amp-stories/picapes-usadas-mais-vendidas-em-marco/index.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8221474 - BLOG DAS LOCADORAS DE VEÍCULOS - 29/04/2019
Embora esses clientes sejam opção para reduzir estoques, eles exigem que montadoras concedam descontos entre 20% a 40% nos veículos Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feita com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. Nova clientela Frotistas e locadoras ganham espaço no setor de veículos O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada –, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. Locadoras disputam setor de seminovos Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência
Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. O post Frotistas e locadoras puxam venda de carros apareceu primeiro em Blog das Locadoras de Veículos. https://www.blogdaslocadoras.com.br/locadoras-de-carros/frotistas-e-locadoras-puxamvenda-de-carros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Blog das Locadoras Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping No Maranhão estudo técnico do IMESC mostra evolução do comércio varejista no estado 8221476 - BLOG MARDEN RAMALHO - 26/04/2019
Análise do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) mostra a evolução do comércio varejista maranhense tanto no setor ampliado quanto no setor restrito em 12 meses. Segundo o estudo, a ampliação se deve em grande parte ao volume de ofertas de trabalho formal no estado. Segundo o estudo, o comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motocicletas, partes e peças e de material de construção, avançou 6,6% no comparativo de fevereiro de 2019 com o mesmo período do ano passado, puxado pela melhora do desempenho do segmento de veículos automotivos, que avançou 22,49% em comparação com o mesmo período do ano anterior em volume de vendas, atingindo um total de 6.420 unidades comercializadas. Já o comércio varejista restrito maranhense avançou 3,1% em volume de vendas frente ao mesmo período, acumulando uma alta de 4,2% nos últimos 12 meses. A análise completa da Nota encontra-se disponível no site do Imesc, pelo link: http://imesc.ma.gov.br/portal/Post/view/20/285. A abrangência setorial do varejo restrito é composta principalmente pelos segmentos de Combustíveis e lubrificantes; Hipermercados e supermercados; Alimentos, bebidas e fumo; Tecidos, vestuário e calçados; Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos; Móveis e eletrodomésticos; Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; Livros, artigos culturais; Artigos de uso pessoal e doméstico, dentre outros. O economista do Imesc, Eduardo Campos, ressalta que o crescimento do comércio varejista ampliado é reflexo da ampliação de ofertas no mercado de trabalho do estado. “A melhora no nível de contratações formais do mercado de trabalho maranhense que passou de um saldo líquido de contratações de 329 postos de trabalho de março de 2017 a fevereiro de 2018 para 5.865 postos de trabalho de março de 2018 à fevereiro de 2019, contribuiu para o aumento do volume de vendas de automóveis de 78.510 unidades de março de 2017 a fevereiro de 2018 para 79.731 unidades nos 12 meses seguintes”, explica o economista. Nota de Comércio Varejista A nota de Comércio Varejista é um dos produtos do Boletim de Conjuntura Econômica, que é publicado trimestralmente pelo Imesc. A nota analisa o comportamento do comércio varejista por meio dos dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE e dados da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para análise dos segmentos do comércio varejista. A análise sobre a venda de veículos novos e motocicletas novas no Maranhão é realizada com base nos dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (FENABRAVE). http://blogmardenramalho.blogspot.com/2019/04/no-maranhao-estudo-tecnico-do-imesc.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Marden Ramalho Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping SINAL RUIM: Frotistas e locadoras puxam aumento de 9,4% na venda de carros 8221477 - BLOG DO BG - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feita com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada –, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. Locadoras disputam setor de seminovos Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca
subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. ESTADÃO CONTEÚDO https://www.blogdobg.com.br/sinal-ruim-frotistas-e-locadoras-puxam-aumento-de-94-navenda-de-carros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: bruno Estado: Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8221478 - BLOG HENRIQUE BARBOSA - Recife - PE - 28/04/2019
Sem categoria 28 abr 2019 Embora esses clientes sejam opção para reduzir estoques, eles exigem que montadoras concedam descontos entre 20% a 40% nos veículos Cleide Silva, O Estado de S.Paulo Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feita com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada –, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. Locadoras disputam setor de seminovos Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%.
Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. Compartilhe esta notícia: Henrique Barbosa 0 comentarios http://henriquebarbosa.com/2019/04/28/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Henrique Barbosa Estado: PE Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221479 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://istoe.com.br/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pela-fabrica/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Startups conquistam corações e mentes 8221502 - O GLOBO - NEGÓCIOS & LEILÕES - Rio de Janeiro - RJ - 29/04/2019
Oprimeiro automóvel, aquela viagem tão desejada, a loja virtual idealizada para tirar do papel o projeto de ter o próprio negócio. Em tempos de tecnologia digital, transformar sonhos em realidade pode ser um bom filão empresarial. Os requisitos para o êxito não se limitam, porém, ao empreendedorismo e ao uso intensivo de recursos tecnológicos: ideias inovadoras também são indispensáveis quando o desafio é conquistar corações e mentes do consumidor. Que o diga Fábio Pinto, sócio da startup paulistana Carflix, agência online de carros usados. No fim de 2017, valendo-se de uma longa experiência no mercado, ele e um amigo criaram uma solução que livra compradores de preocupações com mecânica e documentação, incluídos aqueles que vão adquirir o primeiro veículo. O cliente começa a negociar na internet e sai da empresa com um usado em perfeito estado, garantia de um ano, papéis em dia e valor que pode ser inferior ao de uma agência convencional. Fábio conta que 85% das negociações são concluídas à vista ou financiadas com ajuda da Carflix. “Vimos que esse é um mercado complicado para particulares, que não conhecem as nuances para conseguir escapar de golpes e fraudes”, afirma. Além da análise documental, a agência vistoria mais de 150 itens do veículo, que deve ter, no máximo, oito anos de fabricação e 150 mil quilômetros rodados. Para quem vende, a empresa cobra 5,9% do valor da transação. O valor médio dos veículos é de R$ 32 mil. A agência acaba de receber aporte de R$ 2 milhões do fundo BR Startups, parceiro de empresas inovadoras, e planeja crescer 200% este ano, abrindo duas filiais. O negócio exigiu R$ 150 mil de investimento, com expectativa de retorno em 18 meses. Mercado não falta: de janeiro a março, 2,2 milhões de usados de passeio e comerciais leves foram vendidos no país, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Se o sonho é viajar, a startup Turismocity vem inovando com um mega buscador que usa recursos de inteligência artificial para agrupar resultados de diversos sites de viagens. Lançado em 2018, como operação brasileira de um negócio criado na Argentina, o serviço oferece opções nacionais e internacionais de voo, hotel, aluguel de carro, seguros e passeios, podendo proporcionar economia de até 50%. Em viagens no continente, a busca ainda compara preços por avião e ônibus, para que o usuário escolha a melhor opção de compra. O Turismocity tem 500 mil acessos mensais e envia ofertas a um milhão de brasileiros, informa a diretora do serviço no país, Paula Rebouças. Segundo ela, as 18 versões do mega buscador na América Latina geraram vendas de US$ 500 milhões em 2018. Criada em 2016, a startup custou US$ 150 mil (ou cerca de R$ 600 mil), grande parte investidos em equipamentos, plataforma digital e aplicações-robôs, que vasculham sites de viagem o tempo todo. “Nosso foco é ser uma empresa tecnológica de ponta”, assinala. O sonho do e-commerce próprio tem virado realidade para muitos brasileiros graças à startup Loja Integrada. Fundada em 2013 e logo adquirida por uma gigante do setor, a empresa aposta na democratização do empreendedorismo digital, incluindo entre seus pacotes um plano gratuito para iniciantes. “Somos a plataforma mais fácil do mercado para a criação de uma loja virtual”, garante o sócio e diretor Alfredo Soares. De acordo com ele, a startup atende a 40 mil clientes, que faturaram R$ 1 bilhão no ano passado. A procura por soluções de e-commerce está em pleno crescimento no Brasil e mantém caminho aberto para empreendimentos no setor. O ingresso de uma pequena empresa nesse mercado, estima Soares, requer investimento em torno de RS 100 mil na montagem de instalações, aquisição de servidores e computadores e desenvolvimento de software. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/4bb106f610f5f067afebc0e0bd053e3 a?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1559555615&Signature=4FfOe SnnmZO2xq2BUUltqrweusM%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE
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Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8221503 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA - São Paulo - SP - 29/04/2019 - Pág B5
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada –, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade. O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/808f826829d710c97e5a2a4f7c63e9 40?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1559550936&Signature=9tjM0 OEbPGgdiG6iaUMEXSOGsis%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8221504 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA - São Paulo - SP - 29/04/2019 - Pág B5
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia. Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático./ http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/808f826829d710c97e5a2a4f7c63e9 40?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1559550936&Signature=9tjM0 OEbPGgdiG6iaUMEXSOGsis%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 29/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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