Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8222969 - AUTO ESTRADA - 29/04/2019
O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Website: https://www.comprecar.com.br/ https://autoestrada.uol.com.br/noticia/1-noticias/3556-industria-automotiva-tem-maior-altaem-vendas-para-marco-desde-2015 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação
Categoria: Fenabrave Cidade:
Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
País: Tipo Veículo: Site
Clipping Cresce a procura por caminhões pela internet 8222970 - REVISTA M&T - 29/04/2019
29 de abril de 2019 Voltar TENDÊNCIA Cresce a procura por caminhões pela internet Levantamento do Mercado Livre aponta que do total das visitas aos classificados de veículos, 17% dizem respeito a pesados Fonte: O Estado de S. Paulo A área de classificados do Mercado Livre, umas das maiores plataformas de comércio online da América Latina, apurou crescimento de 49% nas buscas por caminhões em 2018. No Brasil, o segmento já representa 17% do total das buscas por veículos, em universo de 25 mil anúncios visualizados por mês dentre novos e usados. “O segmento de caminhão vem ganhando representatividade na plataforma ao longo do tempo, embalado também em virtude do aquecimento do mercado, especialmente no país, pois as buscas no segmento nos demais países da América Latina representam 3%”, conta Luís Paulos dos Santos, diretor de classificados do Mercado Livre no Brasil. A maior intensidade na demanda por caminhões no ambiente virtual foi espelho das vendas efetivamente realizadas no mercado. Segundo os dados da Fenabrave, federação que representa os distribuidores de veículos, no ano passado 355,9 mil caminhões usados mudaram de proprietário, avanço de 4,5% na comparação com 2017, quando as transferências somaram 344,5 mil. Além do aquecimento do mercado, a evolução identificada pela área de classificados do Mercado Livre também diz respeito às facilidades proporcionadas pela plataforma durante a jornada de compra do interessado, como a Reserva Online. De acordo com Santos, a função permite ao comprador depositar pequeno sinal, entre R$ 500 e R$ 4 mil, para reservar o bem. Caso a compra não seja efetivada, o valor é devolvido ao comprador ou com conclusão do negócio, a reserva segue para o vendedor. “Trata-se de um valor baixo perto do tíquete médio do segmento. Em torno de 30% das buscas são de veículos de R$ 100 mil a R$ 300 mil”, diz Santos. “O próximo passo será dispor da possibilidade de poder pagar entrada, contratar financiamentos e seguros”, adianta. Nos classificados da plataforma, a maior parte das buscas é por caminhões Mercedes-Benz, seguido pela Scania, Volkswagen, Volvo e Ford. // Notícias relacionadas 29 - 04 - 19 - Produtores já podem enviar propostas ao Programa Trator Solidário 29 - 04 - 19 - Agricultura inteligente deve crescer a taxas anuais de 12,3% http://www.revistamt.com.br/Noticias/Exibir/cresce-a-procura-por-caminhoes-pela-internet Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Volare conquista Prêmio Lótus 2019 8222971 - AUTOS&MÁQUINAS - ROBERTO COSTA - 30/04/2019
A Volare conquistou, pela sexta vez consecutiva, o Prêmio Lótus 2019, promovido pela Frota, na categoria Marca do Ano em Chassis Mini/Micro. A fabricante foi reconhecida pelo seu desempenho de vendas e a liderança de mercado no segmento em 2018. Na categoria Marca do Ano em Chassis Mini/Micro, a Volare obteve a maior participação nas vendas totais no segmento, com 2.154 unidades, que resultou no crescimento de 51,8% em comparação a 2017. Líder há 20 anos no mercado brasileiro de micro e miniônibus, a empresa possui uma linha de produtos destinados aos segmentos urbano, rodoviário, intermunicipal, escolar e fretamento e turismo. A marca se destaca ano após ano, por ter em seu portfólio, modelos que atendem a necessidade de cada um de seus clientes, sejam eles, pequenos, médios ou grandes, conta também com uma rede de atendimento com mais de 50 pontos no Brasil, com pós-vendas e serviços e veículos completos, que facilita o acesso pelo cliente. O Prêmio Lótus é concedido aos fabricantes e distribuidores de veículos comerciais, cujos produtos e marcas conquistaram a preferência dos compradores brasileiros. Os vencedores são conhecidos por meio dos resultados das vendas ao mercado interno do ano anterior, segundo dados da FENABRAVE. http://robertopcosta.blogspot.com/2019/04/volare-conquista-premio-lotus-2019.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Roberto Costa Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Evento em Cuiabá discute sobre inovação, tecnologia e futuro nas cidades 8222972 - OLHAR DIRETO - Cuiabá - MT - 30/04/2019
“Mais que um evento, uma experiência”. É assim que os organizadores definem o ‘Buildind 19’, encontro que vai discutir sobre inovação, tecnologia, disrupção e empreendedorismo nas cidades e na indústria da construção civil, e que acontece em Cuiabá nos próximos dias 16, 17 e 18 de maio, e já tem inscrições abertas. Prefeitura dará R$15 mil aos melhores projetos de arquitetura para o Mercado Municipal e Dutrinha O encontro tem quatro eixos principais: Inovação e empreendedorismo, Smartcity Fórum 300, Construtech e Archdesign. Serão destacados cases e soluções de inovação e tecnologia nas cidades, construções, engenharias e universo de arquitetura e design em toda a programação. “Será um programa transformacional, de compartilhamento e imersão a novos conhecimentos, inovação, tecnologias e tendências das cidades e indústria 4.0. [Com o intuito de] fomentar o desenvolvimento sustentável dos negócios e novas tecnologias que estão transformando o modelo tradicional da indústria da construção, cidades e o universo archdesign”, garantem os organizadores. Segundo Juliana Mayumi, e Giovana Cunha, coordenadoras do evento, “O propósito é fomentar mudanças de mindset de todos os fins. O que queremos é fomentar conexões e gerar valor a todos que fazem parte das cidades e da indústria da construção civil. Essa conexão de temas é um dos alicerces do evento, e tentamos também explanar a necessidade de realmente colocar isso como critério para os próximos anos”. A programação do ‘Building 19’ será dividida em quatro trilhas principais: no primeiro dia (16), haverá palestras e paineis sobre habilidades e futuro das profissões, transformação nas cidades e tendências na construção civil. Já no dia 17, será o ‘Construtech Day’, voltado para construções do futuro, construtores, incorporadoras, empresários, startups e engenheiros, programação paralela ao ‘Smart City Fórum 300’ (Fórum de Cidades Sustentáveis e Inteligentes). No ultimo dia, 18, acontece o ‘ArchDesign Day’ (voltado para o setor de arquitetura e design), com temas sobre comportamento do consumidor, retail design, gestão, negócios e futuro do marketing para o mercado de arquitetura e design. Dentro do ‘Smart City Fórum 300’, por exemplo, será feito o lançamento oficial do mestrado acadêmico em arquitetura e urbanismo com área de concentração em ‘cidade, território e arquitetura’, pela Univag associada à PUC Campinas. O evento terá, ainda, sob curadoria do Adv. Robson Pazetto Jr, o lançamento de apresentação da produção literária “Terras Brasileiras” além de palestras e painéis de debate sobre Direitos Reais, Processo Civil Imobiliário e Direito Notarial e Registral relacionados ao Direito Imobiliário, Aquisição da Propriedade, Direito Urbanístico, Direito Agrário, Direito Imobiliário e Negocial. Dentre os palestrantes confirmados na programação, estão, por exemplo, Dra. Ana Paula Bruno, da Secretaria nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano do extinto Ministério das Cidades; Glaucia Alves, que liderou o primeiro acelerador de startups construtech do Brasil; Juliana Martinelli, CEO da primeira empresa latinoamericana a desenvolver a impressora 3D para construção civil; Saulo Suassuna, responsável pela Molegolar (empresa que faz apartamentos com cômodos que podem aumentar e diminuir de tamanho de acordo com a vontade do cliente); o arquiteto Eduardo Leite do site de arquitetura mais visitado do mundo (ArchDaily), Algusto Custódio, sobre o futuro do marketing no mercado de arquitetura e design, dentre outros. Veja a programação completa no SITE. O ‘Building 19’ acontece no SENAI Cuiabá - Centro de Eventos da FATEC. As inscrições têm preços diferenciados para estudantes e professores, e podem ser feitas por dia ou para todo o evento, sempre pelo SITE. O evento tem o apoio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), UNIVAG – Centro Universitário de Várzea Grande, FIEMT, SENAI, FENABRAVE, ARCHDAILY, DELOITTE, TRIMBLE, CBCA, CEBIC. Serviço Building 19 Datas: 16 a 18 de maio / Local: SENAI Cuiabá – Centro de Eventos Inscrições AQUI
Informações: FACEBOOK; INSTAGRAM; SITE ou (65) 99912-2720 (Juliana M.) https://www.olhardireto.com.br/conceito/noticias/exibir.asp?id=17469&edt=0&noticia=eventoem-cuiaba-discute-sobre-inovacao-tecnologia-e-futuro-nas-cidades Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site
Clipping Ka Sedan se mantém no Top 10 nas parciais de abril 8222973 - GARAJE - 30/04/2019
Últimas Notícias » Home » Buscar notícias » Voltar Ka Sedan se mantém no Top 10 nas parciais de abril29 Abril 2019 Nas parciais de abril, com vendas até o dia 27, o mercado nacional viu o Onix voltando ao desempenho de sempre, colocando enorme margem sobre o segundo colocado e vendendo mais que o dobro dos dois seguintes. O HB20 se isolou na segunda posição, enquanto o Ka não larga o terceiro posto. O Gol está na quarta posição e respira bem diante do Prisma, que também não se preocupa com o Argo, na sexta posição. Renegade e Ka Sedan devem disputar a sétima posição até as últimas vendas do mês, já que a diferença era de apenas 10 unidades entre os dois. Não muito distante, o Kwid ameaça a dupla. O sedã da Ford surpreende pelo bom desempenho recentemente, mantendo-se no Top 10. O Polo fechou o primeiro grupo, enquanto Compass e Corolla brigam carro por carro pela 11ª posição, igualmente com 10 unidades de diferença. Um pouco mais distante aparece o Creta, enquanto o Kicks está apenas há poucos carros à frente do Mobi. O HR-V ficou isolado em 16º. Já o Yaris Sedan embala e deixa Fox e Virtus para trás, enquanto o Sandero fecha o grupo. Nos comerciais leves, a Strada se mantém longe na ponta, seguida sempre pela Toro. A Hilux praticamente assumiu o terceiro posto, deixando a Saveiro em quarto. Mais distante, a S10 permanece isolada, após a fuga da rival para cima. Já a Amarok continua vendendo mais que a Ranger. Montana, Fiorino e Oroch fecham o Top 10. A L200 já faz parte do segundo pelotão, onde a Master lidera entre as vans. A Frontier se mantém em 13º. Ducato e Delivery Express (líder nos caminhões leves) aparecem em seguida. Sprinter, Jumpy, Expert, HR e Partner fecham o grupo dos 20 mais vendidos. Confira abaixo os 20 automóveis e 20 comerciais leves mais vendidos nas parciais de abril de 2019: Automóveis Partner – 144 [Fonte: Fenabrave] https://www.garaje.com.br/noticias/automotivas/ka-sedan-se-mantem-no-top-10-nas-parciaisde-abril/4476 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping (MR - Agência Enfoque) 8222975 - ENFOQUE - 30/04/2019
AGENDA ECONÔMICA SEMANAL SÃO PAULO, 4/30/19 - Confira a Agenda desta semana: SEGUNDA-FEIRA - 29/04 BRASIL: 08: Brasil FGV: IGP-M (abr) BRASIL: 08:00 FGV: Sondagem da Indústria (abr) BRASIL: 08:25 BC: Boletim Focus (semanal) BRASIL: CNI: Índice Nacional de Expectativa do Consumidor - INEC (mês) BRASIL: Tesouro: Resultado primário do governo central (mar) EUA: 09:30 Rendimento pessoal (mar) EUA: 09:30 Gastos pessoais (mar) CHINA: 22:00 Índice PMI da indústria de transformação (abr) TERÇA-FEIRA - 30/04 BRASIL: 08:00 FGV: Sondagem de Serviços (abr) BRASIL: 09:00 IBGE: PNAD Contínua (mar) BRASIL: 09:00 IBGE: Índice de Preços ao Produtor - indústrias de transformação (mar) BRASIL: 10:30 BC: Nota à Imprensa - Política Fiscal (mar) ÁREA DO EURO: 06:00 PIB (1° tri.) - preliminar ALEMANHA: 09:00 Índice de preços ao consumidor (abr) - preliminar EUA: 11:00 Confiança do consumidor - Conference Board (abr) QUARTA-FEIRA - 01/05 BRASIL: Feriado Nacional - Mercados Fechados REINO UNIDO: 05:30 Índice PMI Markit da indústria de transformação (abr) EUA: 09:15 Geração de vagas de trabalho - pesquisa ADP (abr) EUA: 11:00 Índice ISM da indústria de transformação (abr) EUA: 15:00 Banco Central anunciará decisão de política monetária QUINTA-FEIRA - 02/05 BRASIL: 05:00 FIPE: IPC (abr) BRASIL: 10:00 Markit: Índice PMI da indústria de transformação (abr) BRASIL: 12:30 BC: Fluxo Cambial (semanal) BRASIL: 12:30 BC: Índice Commodities Brasil (IC-Br) (abr) BRASIL: 15:00 MDIC: Balança comercial mensal (abr) BRASIL: Fenabrave: Emplacamentos de veículos (abr) BRASIL: CNI: Indicadores industriais (mar) ALEMANHA: 04:55 Índice PMI Markit da indústria de transformação (abr) - final
ÁREA DO EURO: 05:00 Índice PMI Markit da indústria de transformação (abr) - final REINO UNIDO: 08:00 Banco Central anunciará decisão de política monetária EUA: 09:30 Pedidos de auxílio desemprego (semanal) SEXTA-FEIRA - 03/05 BRASIL: 09:00 IBGE: Pesquisa Industrial Mensal (mar) REINO UNIDO: 05:30 Índice PMI composto (abr) EUA: 09:30 Variação na folha de pagamentos (abr) EUA: 09:30 Taxa de desemprego (abr) EUA: 11:00 Índice ISM do setor de serviços (abr) (MR - Agência Enfoque) http://www.enfoque.com.br/headlines/ENEWS/042019/164085594.asp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Movida cresce com novo hábito do consumidor 8222976 - DCI - São Paulo - SP - 30/04/2019
A mudança de hábitos de consumo do brasileiro em relação ao carro tem favorecido as locadoras de veículos, que crescem mesmo em uma economia oscilante. Diante dessa evolução das negociações com as montadoras, a Movida espera aumentar a sua rentabilidade tanto no aluguel quanto na venda de seminovos no curto e médio prazo. Em entrevista ao DCI, o diretor financeiro (CFO) da Movida, Edmar Lopes, conta que a demanda do segmento de locação vem crescendo ao mesmo tempo em que as empresas elevam a oferta. “O preço da diária caiu muito nos últimos anos, aumentando o acesso ao consumidor, que está optando, muitas vezes, pela venda do carro e por uma utilização maior de serviços como aluguel e aplicativos ”, explica. No caso da Movida, que foi comprada pela gigante de logística JSL em 2013, o aumento da frota foi expressivo. Na ocasião da aquisição, a locadora possuia 2,5 mil carros. “Hoje, temos 95 mil”, relata. Lopes destaca que o negócio da companhia é sustentado por dois pilares: o aluguel de carros e a venda de seminovos. “Temos que fazer a desmobilização dos ativos [venda dos veículos] de maneira satisfatória para a frota girar de forma saudável. Principalmente depois da greve dos caminhoneiros, que atrapalhou este processo, estabelecemos o plano de elevar as vendas e melhorar as margens”, pondera. No primeiro trimestre deste ano, a Movida vendeu 12,7 mil seminovos, alta de 42% na comparação anual e um recorde para a empresa. Com essa marca, a idade média da frota para aluguel caiu para abaixo de nove meses. Na venda de seminovos, esse índice é de 18 meses. “Estamos trabalhando para reduzir o indicador para 13 a 14 meses, patamar em que conseguimos mais rentabilidade. Como se trata de uma empresa relativamente nova, estamos no meio do caminho.” Outra parte vital deste processo é a negociação com as montadoras, que durante a crise se apoiaram nos frotistas e locadoras – a chamada venda direta – para minimizar os efeitos da recessão. “O que nós assistimos nos últimos anos é uma melhora das condições por parte das montadoras, que têm concedido descontos ou prazos mais longos, além de trabalharem conosco em parcerias dentro de suas estratégias de lançamentos de novos modelos. No geral, vemos uma evolução do relacionamento com as montadoras”, garante. No primeiro trimestre deste ano, as vendas diretas responderam por 38,57% dos emplacamentos de automóveis no País, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Antes da crise do setor, em meados de 2012, esse índice girava em cerca de 25%. Balanço Com uma utilização da frota em 75% e foco na pessoa física – com participação cada vez maior dos aplicativos de transporte nessa conta – a Movida elevou o lucro líquido em 56% no primeiro trimestre de 2019 na comparação anual, para R$ 42 milhões, conforme balanço divulgado na noite desta segunda-feira (29). “No rent a car, não sentimos os impactos da crise econômica. O mercado está crescendo de 10% a 15% nos últimos quatro anos e nós temos ampliado o volume e a qualidade da oferta”, comenta o CFO da companhia. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) atingiu R$ 149,6 milhões de janeiro a março, alta de 46,2% na comparação anual. O maior crescimento da receita líquida do período foi reportado na venda de ativos, de 39,4%, a R$ 468,4 milhões. “Independentemente da aprovação de reformas, nossa administração financeira é conservadora. Vamos seguir reduzindo custos, alongando dívidas e fazendo a gestão de caixa para crescer.” https://www.dci.com.br/impresso/movida-cresce-com-novo-habito-do-consumidor-1.798168 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Volkswagen coloca mais 560 trabalhadores para fabricar o T-Cross no PR 8222977 - CARSALE - 29/04/2019
On 29/04/2019 Categories: Últimas Num sinal de vigor de seu mais novo produto, a Volkswagen anunciou nesta segunda-feira (29) que retomou o 2º turno de produção na fábrica de São José dos Pinhais (PR), para aumentar a produção do T-Cross, recém-lançado no Brasil. A mobilização traz de volta à fábrica cerca de 500 funcionários que estavam com os contratos temporariamente suspensos, o que representa em torno de 20% da força de trabalho da unidade. A Volks também afirmou que abrirá 60 novas vagas — todas em função do T-Cross. Com isso, a fábrica deve operar 250 dias em 2019, ante 150 em 2018. A divisão brasileira da Volks investiu R$ 2 bilhões na produção do T-Cross, que “é o modelo mais importante” da marca este ano, segundo Pablo Di Si, presidente e CEO da VW na América Latina. O T-Cross é o segundo de um grupo de cinco SUVs prometidos para o mercado brasileiro até 2020. O primeiro foi o Tiguan Allspace, que é importado — o T-Cross entrou para a história como o primeiro utilitário esportivo da VW fabricado no Brasil. Ainda não há dados de emplacamentos do T-Cross no relatório da Fenabrave (associação das concessionárias), já que as vendas mal começaram — o relatório de abril deve ser divulgado ainda esta semana. O modelo parte de R$ 84.990. PICAPE — A Volkswagen dos Estados Unidos confirmou que vai lançar uma picape de menor porte localmente, e que esta pode ser baseada no conceito Tarok, apresentado no Salão de São Paulo em 2018 e no de Nova York há duas semanas. Construída sobre a base modular do T-Cross, a Tarok (ou qualquer que seja seu nome definitivo) terá cabine dupla full, a exemplo da Fiat Toro — mas poderá se transformar numa picape de cabine simples com ampla caçamba por meio do rebatimento do banco traseiro, solução pioneira da extinta Chevrolet Avalanche nos EUA. Para aumentar a caçamba da Toro, só com extensor comprado separadamente. « BMW traz esportivo Série 8 Coupé, com V8 de 530 cv, por R$ 800 mil Tags: suv t-cross volkswagen https://carsale.uol.com.br/2019/04/29/volkswagen-coloca-mais-560-trabalhadores-parafabricar-o-t-cross-no-pr/amp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8222979 - AGÊNCIA O GLOBO - Rio de Janeiro - RJ - 29/04/2019
Negócio / O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Website: https://www.comprecar.com.br/ http://www.agenciaoglobo.com.br/dinonews/Default.aspx?idnot=58818&tit=Ind%C3%BAstria +automotiva+tem+maior+alta+em+vendas+para+mar%C3%A7o+desde+2015 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro
Estado: RJ Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8222980 - JCNET - Bauru - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. https://www.jcnet.com.br/Nacional/2019/04/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Bauru País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8222981 - O LIBERAL - Americana - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos “de trabalho”, mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente para locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://liberal.com.br/revista-l/motors/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pelafabrica-1001368/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Americana País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8222982 - R7 - São Paulo - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Copyright © Estadão. Todos os direitos reservados. https://noticias.r7.com/economia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos-29042019 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8222984 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. Receba diariamente o RD em seu WhatsApp Envie um WhatsApp para 11 99927-5496 para receber notícias do ABC diariamente em seu celular. https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2664694/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8222985 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) https://www.hipernoticias.com.br/economia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/124642 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CONTEÚDO ESTADÃO Estado: MT Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8222986 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) https://www.hipernoticias.com.br/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros/124643 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CONTEÚDO ESTADÃO Estado: MT Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8222987 - FOLHA DE VALINHOS - Valinhos - SP - 29/04/2019
São Paulo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.folhadevalinhos.com.br/artigos/brasil-e-mundo/frotistas-e-locadoras-puxamvenda-de-carros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Valinhos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8222988 - FOLHA DE VALINHOS - Valinhos - SP - 29/04/2019
São Paulo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.folhadevalinhos.com.br/artigos/brasil-e-mundo/locadoras-disputam-setor-deseminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Valinhos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8222997 - DIÁRIO DO JARAGUÁ - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodajaragua.com.br/economia/locadoras-disputam-setor-deseminovos/448222/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8222998 - O LIBERAL - Americana - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://liberal.com.br/brasil-e-mundo/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros1001504/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Americana País: Tipo Veículo: Site
Clipping Renault Trucks mostra sua nova gama Master na Europa 8223000 - PORTAL TRANSPORTA BRASIL - 29/04/2019
Librelato quer um quinto do mercado em 2019 Foton ataca mercado brasileiro com reforço da matriz VWCO vende 3.400 ônibus para o governo federal A Renault Trucks lança, na Europa, o Master totalmente renovado, com uma grade frontal mais robusta e um desenho mais consolidado, interior renovado e completamente redesenhado. Trata-se de um veículo totalmente novo e que nada se parece com a geração anterior. Tecnologia de gente grande O destaque vai para os novos sistemas que ajudam o motorista na condução do veículo. Tem assistente de frenagem, controle eletrônico de estabilidade, câmara traseira e detector de pontos cegos, além de assistente para estacionamento. O novo Master europeu ainda traz ar condicionado, regulador e limitador de velocidade, acendimento automático dos faróis, limpador automático do para-brisa e rádio com bluetooth USB. Os novos modelos chegam com seis versões de motorização de 130 a 180 cv, diesel Euro 6, com tecnologia Twin-Turbo que concilia um torque em baixo regime de rotação a uma potência elevada, obtendo, assim, melhor condução. Outra novidade é a versão com motor elétrico de 57 kW. Novo modelo chega nas versões furgão, van e chassi-cabine Edição especial A marca também aproveitou para mostrar a edição exclusiva de lançamento: Master Red Edition. Com motor de 150 cv, é uma versão mais elegante, com detalhes cromados do lado externo, e a bordo conta com uma tapeçaria exclusiva e uma série de equipamentos que melhoram o conforto e a segurança a bordo. No Brasil Por aqui as principais concorrentes do Renault Master, que são Citroën Jumper e Peugeot Boxer, que foram renovadas ano passado. Ficaram com um visual mais moderno e ganharam novos equipamentos. Contudo, quem mais fatura em vendas é o Master. De janeiro a março deste ano, a Renault emplacou 2.162 unidades, ficando na primeira posição do ranking de vendas com 31,01% de mercado de furgões. Enquanto que a Boxer emplacou 53 unidades e a e a Jumper 34 unidades, de acordo com o ranking da Fenabrave. Contudo, se a francesa Renault trouxer todas essas novidades para o Brasil, com uma política de preço competitiva, ela pode posicionar esse produto para brigar em nível de igualdade com a Mercedes-Benz Sprinter em termos de equipamentos. Mas a tecnologia Euro 6 pode ser um impeditivo e, por essa razão, o Master poderá desembarcar por aqui só em 2022 quando está prevista a chegada da Proconve P8 (equivalente à Euro 6) por aqui. Andrea Ramos, Editora-executiva da Agência Transporta Brasil andrearamos@transportabrasil.com.br + Saiba tudo do mundo do transporte rodoviário. Curta nossa página no Facebook! Agência Transporta Brasil – ATB http://www.transportabrasil.com.br/2019/04/renault-trucks-mostra-sua-nova-gama-master-naeuropa/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Andrea Ramos Estado:
Categoria: Fenabrave Cidade: País:
Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223002 - R7 - São Paulo - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Copyright © Estadão. Todos os direitos reservados. https://noticias.r7.com/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros-29042019 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223005 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. Receba diariamente o RD em seu WhatsApp Envie um WhatsApp para 11 99927-5496 para receber notícias do ABC diariamente em seu celular. https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2664693/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site
Clipping Ducati Brasil quer crescer, veja entrevista exclusiva! 8223008 - MSN - São Paulo - SP - 29/04/2019
Veja no nosso novo vídeo uma entrevista exclusiva, realizada no , com Diego Borghi, Presidente da Ducati do Brasil, onde o executivo fala sobre os planos da marca, sobre novos modelos, os efeitos da parceria da marca italiana com a Audi e muito mais! MOTOCICLISMO: Qual a importância do Brasil na operação mundial da Ducati? Diego Borghi: Bom, hoje a Ducati do Brasil representa cerca de 2% da operação global da Ducati Motor Holding, e a gente espera melhorar esta representatividade com relação ao número global. Mas este número nos coloca entre os dez principais mercados do mundo para o grupo, mas a gente sabe que tem potencial par melhorar. Estamos sentindo uma melhora neste ano, mas sabemos que é um trabalho que leva tempo, não é do dia para a noite e sabemos que temos que ter paciência também, mas os números estão vindo. Hoje a Ducati tem dez concessionárias no Brasil, qual é o número de lojas que a Ducati considera ideal para o país? Para falar o número ideal para o país, não temos o número mágico para isso, mas sabemos que precisamos melhorar nossa capilaridade, não estamos presentes, por exemplo, em regiões que já estivemos presentes no passado e buscamos retomar esta presença em curto e médio prazo. Temos a previsão de abertura de mais duas praças ainda este ano, pelo menos. E vamos ver, para os próximos anos estamos bem otimistas com esta expansão. No momento são dez o número que temos hoje e esperamos fechar com pelo menos doze até o final do ano. Segundo a Fenabrave no ano passado vocês emplacaram quase mil motocicletas, foram 998 para ser mais exato e, este ano já começamos com 300 até março, o que representa um aumento e 26% em relação ao mesmo período do ano passado. O que vocês estão esperando para este ano? Continuar neste crescimento? Qual a expectativa da Ducati? Fizemos um plano conservador para este ano, fomos positivamente surpreendidos com os números do mercado, principalmente deste primeiro trimestre, como você bem mencionou, a gente espera crescer no acumulado do ano, então, talvez com uma desaceleração deste crescimento, por volta de 10% neste ano, com relação ao ano anterior. A Scrambler e a Monster 797 chegaram para trazer novos clientes para a marca, são motos de entrada, esta é uma busca por novos clientes, mas que também vai cativá-los para outros produtos, esta é a intenção da Ducati? Sim, desde a concepção da marca Scrambler dentro da Ducati em 2014, a ideia foi essa, conquistar novos clientes, então clientes que eventualmente pensavam em ter uma Ducati ou era muito aspiracional a marca. Acho que com produtos mais accessíveis, principalmente do ponto de vista da ciclística, você consegue atrair mais gente para sua marca e com isso você, não só aumenta a base de clientes, mas também consegue atuar em diferentes segmentos, que até então a Ducati não atuava. No Brasil não é diferentes nossas motos que chamam bastante a atenção do consumidor são de fato, a 797 e a própria Scrambler. Sem deixar de lembrar que nosso carro chefe é a família Multistrada no Brasil, mas estas categorias específicas vem crescendo e ganhando corpo também. Veja no vídeo abaixo a entrevista completa! O post apareceu primeiro em . ____________________________________________________ Galeria de fotos: (Autocar Brasil) Quer receber as principais notícias do MSN Brasil pelo Facebook Messenger? https://www.msn.com/pt-br/carros/motos/ducati-brasil-quer-crescer-veja-entrevistaexclusiva/ar-BBWp9D0?li=AAggNbk Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Marcelo Barros
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo
Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223009 - DIÁRIO DO JARAGUÁ - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodajaragua.com.br/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros/448223/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8223010 - NEGÓCIOS EM FOCO - 29/04/2019
O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Para mais informações visite o site: https://www.comprecar.com.br/ https://www.negociosemfoco.com/newsdino/?releaseid=199472 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE
Categoria: Fenabrave
Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8223011 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 29/04/2019
O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Website: https://www.comprecar.com.br/ https://www.infomoney.com.br/negocios/noticias-corporativas/noticia/8264810/industriaautomotiva-tem-maior-alta-em-vendas-para-marco-desde-2015 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo
Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8223022 - COMUNIQUE SE - Rio de Janeiro - RJ - 29/04/2019
Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 Foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. São Paulo – SP, 29/04/2019 – O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Website: https://www.comprecar.com.br/
http://portal.comunique-se.com.br/newsdino/?title=industria-automotiva-tem-maior-alta-emvendas-para-marco-desde-2015&releaseid=199472&partnerid=33 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site
Clipping Ka Sedan se mantém no Top 10 nas parciais de abril 8223023 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - 29/04/2019
Nas parciais de abril, com vendas até o dia 27, o mercado nacional viu o Onix voltando ao desempenho de sempre, colocando enorme margem sobre o segundo colocado e vendendo mais que o dobro dos dois seguintes. O HB20 se isolou na segunda posição, enquanto o Ka não larga o terceiro posto. O Gol está na quarta posição e respira bem diante do Prisma, que também não se preocupa com o Argo, na sexta posição. Renegade e Ka Sedan devem disputar a sétima posição até as últimas vendas do mês, já que a diferença era de apenas 10 unidades entre os dois. Não muito distante, o Kwid ameaça a dupla. O sedã da Ford surpreende pelo bom desempenho recentemente, mantendo-se no Top 10. O Polo fechou o primeiro grupo, enquanto Compass e Corolla brigam carro por carro pela 11ª posição, igualmente com 10 unidades de diferença. Um pouco mais distante aparece o Creta, enquanto o Kicks está apenas há poucos carros à frente do Mobi. O HR-V ficou isolado em 16º. Já o Yaris Sedan embala e deixa Fox e Virtus para trás, enquanto o Sandero fecha o grupo. VEJA TAMBÉM: Sprinter 2019: preço, consumo, motor, revisão, custos Fiat Ducato 2019: preço, consumo, revisão, motor e detalhes Ford Ranger 2019: preço, consumo, motor, detalhes Nos comerciais leves, a Strada se mantém longe na ponta, seguida sempre pela Toro. A Hilux praticamente assumiu o terceiro posto, deixando a Saveiro em quarto. Mais distante, a S10 permanece isolada, após a fuga da rival para cima. Já a Amarok continua vendendo mais que a Ranger. Montana, Fiorino e Oroch fecham o Top 10. A L200 já faz parte do segundo pelotão, onde a Master lidera entre as vans. A Frontier se mantém em 13º. Ducato e Delivery Express (líder nos caminhões leves) aparecem em seguida. Sprinter, Jumpy, Expert, HR e Partner fecham o grupo dos 20 mais vendidos. Confira abaixo os 20 automóveis e 20 comerciais leves mais vendidos nas parciais de abril de 2019: Automóveis Onix – 16.739 unidades HB20 – 9.057 Ka – 7.791 Gol – 6.339 Prisma – 5.616 Argo – 5.277 Renegade – 4.913 Ka Sedan – 4.903 Kwid – 4.801 Polo – 4.474 Compass – 4.228 Corolla – 4.218 Creta – 4.016 Kicks – 3.656
Mobi – 3.642 HR-V – 3.474 Yaris Sedan – 3.219 Fox – 3.132 Virtus – 3.048 Sandero – 2.934 Comerciais Leves Strada – 5.547 unidades Toro – 4.782 Hilux – 3.444 Saveiro – 3.055 S10 – 2.015 Amarok – 1.606 Ranger – 1.474 Montana – 1.026 Fiorino – 907 Oroch – 883 L200 – 703 Master – 685 Frontier – 487 Ducato – 315 Express – 245 Sprinter 313 – 204 Jumpy – 172 Expert – 165 HR – 162 Partner – 144 [Fonte: Fenabrave] Ka Sedan se mantém no Top 10 nas parciais de abril Nota média 5 de 1 votos COMPARTILHE Twitter Facebook WhatsApp Google+ Buffer LinkedIn Pin It https://www.noticiasautomotivas.com.br/ka-sedan-se-mantem-no-top-10-nas-parciais-deabril/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras entram no jogo e acirram disputa no setor de veículos seminovos 8223024 - SEU DINHEIRO - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Publicidade Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Publicidade Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. Publicidade "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. *Com o jornal O Estado de S. Paulo. https://www.seudinheiro.com/locadoras-entram-no-jogo-e-acirram-disputa-no-setor-deveiculos-seminovos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8223025 - TERRA - São Paulo - SP - 29/04/2019
O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Website: https://www.comprecar.com.br/ https://www.terra.com.br/noticias/dino/industria-automotiva-tem-maior-alta-em-vendas-paramarco-desde-2015,e1e1d51aef8a0f19a8c67ec9516724d50nqir3rg.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo
Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8223026 - DICAS BH - Belo Horizonte - MG - 29/04/2019
Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 Foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. São Paulo – SP, 29/04/2019 – O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Website: https://www.comprecar.com.br/
https://www.dicasbh.com.br/newsdino/?title=industria-automotiva-tem-maior-alta-em-vendaspara-marco-desde-2015&releaseid=199472&partnerid=1526 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Ducati Brasil quer crescer, veja entrevista exclusiva! | Motociclismo Online 8223027 - MOTOCICLISMO - 29/04/2019
Notícias Ducati Brasil quer crescer, veja entrevista exclusiva! 3 Minutos de leitura Publicado: 29/04/2019 Atualizado: 29/04/2019 às 12:46 Por: Marcelo Barros Veja no nosso novo vídeo uma entrevista exclusiva, realizada no Espaço M, com Diego Borghi, Presidente da Ducati do Brasil, onde o executivo fala sobre os planos da marca, sobre novos modelos, sobre os efeitos da parceria da marca italiana com a Audi e muito mais! MOTOCICLISMO: Qual a importância do Brasil na operação mundial da Ducati? Diego Borghi: Bom, hoje a Ducati do Brasil representa cerca de 2% da operação global da Ducati Motor Holding, e a gente espera melhorar esta representatividade com relação ao número global. Mas este número nos coloca entre os dez principais mercados do mundo para o grupo, mas a gente sabe que tem potencial par melhorar. Estamos sentindo uma melhora neste ano, mas sabemos que é um trabalho que leva tempo, não é do dia para a noite e sabemos que temos que ter paciência também, mas os números estão vindo. Hoje a Ducati tem dez concessionárias no Brasil, qual é o número de lojas que a Ducati considera ideal para o país? Para falar o número ideal para o país, não temos o número mágico para isso, mas sabemos que precisamos melhorar nossa capilaridade, não estamos presentes, por exemplo, em regiões que já estivemos presentes no passado e buscamos retomar esta presença em curto e médio prazo. Temos a previsão de abertura de mais duas praças ainda este ano, pelo menos. E vamos ver, para os próximos anos estamos bem otimistas com esta expansão. No momento são dez o número que temos hoje e esperamos fechar com pelo menos doze até o final do ano. Segundo a Fenabrave no ano passado vocês emplacaram quase mil motocicletas, foram 998 para ser mais exato e, este ano já começamos com 300 até março, o que representa um aumento e 26% em relação ao mesmo período do ano passado. O que vocês estão esperando para este ano? Continuar neste crescimento? Qual a expectativa da Ducati? Fizemos um plano conservador para este ano, fomos positivamente surpreendidos com os números do mercado, principalmente deste primeiro trimestre, como você bem mencionou, a gente espera crescer no acumulado do ano, então, talvez com uma desaceleração deste crescimento, por volta de 10% neste ano, com relação ao ano anterior. A Scrambler e a Monster 797 chegaram para trazer novos clientes para a marca, são motos de entrada, esta é uma busca por novos clientes, mas que também vai cativá-los para outros produtos, esta é a intenção da Ducati? Sim, desde a concepção da marca Scrambler dentro da Ducati em 2014, a ideia foi essa, conquistar novos clientes, então clientes que eventualmente pensavam em ter uma Ducati ou era muito aspiracional a marca. Acho que com produtos mais accessíveis, principalmente do ponto de vista da ciclística, você consegue atrair mais gente para sua marca e com isso você, não só aumenta a base de clientes, mas também consegue atuar em diferentes segmentos, que até então a Ducati não atuava. No Brasil não é diferentes nossas motos que chamam bastante a atenção do consumidor são de fato, a 797 e a própria Scrambler. Sem deixar de lembrar que nosso carro chefe é a família Multistrada no Brasil, mas estas categorias específicas vem crescendo e ganhando corpo também. Veja no vídeo abaixo a entrevista completa! Veja também: Ducati registra seu melhor trimestre desde 2012 Ducati começa a vender a Panigale V4 R no Brasil Concessionária Ducati Campo Grande abre as portas no MS
https://motociclismoonline.com.br/noticias/veja-entrevista-exclusiva-ducati/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping O peso das locadoras no setor de seminovos 8223028 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - São Paulo - SP - 29/04/2019
Negócios O peso das locadoras no setor de seminovos A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108 29 de Abril de 2019 às 13:11 | Agência de notícias do jornal O Estado de S.Paulo Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. CONCORRÊNCIA Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. MONTADORAS Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003,
quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. CAPACIDADE O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. Matérias relacionadas https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/o-peso-das-locadoras-no-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8223031 - JORNAL METRÓPOLE - 29/04/2019
O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Website: https://www.comprecar.com.br/ http://www.jornalmetropole.com.br/newsdino/?title=industria-automotiva-tem-maior-alta-emvendas-para-marco-desde-2015&releaseId=199472&partnerid=1614 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação
Categoria: Fenabrave Cidade:
Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 8223034 - 3 PÁTRIAS - Porto Alegre - RS - 29/04/2019
O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. http://www.3patrias.com/p/noticia-dino.html?title=industria-automotiva-tem-maior-alta-emvendas-para-marco-desde-2015&releaseId=199472&partnerid=1532 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS
Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País:
Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Tipo Veículo: Blog
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223037 - SEU DINHEIRO - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Publicidade Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Publicidade Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. Publicidade A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Publicidade Publicidade Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. *Com o jornal O Estado de S. Paulo. https://assets.seudinheiro.com/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros/ Ficha Técnica
Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223040 - TRIBUNA DO SERTÃO - Palmeira dos Índios - AL - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadosertao.com.br/2019/04/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Palmeira dos Índios País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223041 - TRIBUNA DO SERTÃO - Palmeira dos Índios - AL - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadosertao.com.br/2019/04/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Palmeira dos Índios País: Tipo Veículo: Site
Clipping DUAS RODAS: Kawasaki apresenta novo modelo 8223043 - LEIA FÁCIL - 29/04/2019
Menu Assine agora Minha conta Economia DUAS RODAS: Kawasaki apresenta novo modelo 29 de abril de 2019 às 12:30 Foto: Foto: Kawasaki, Divulgação Caxias do Sul recebeu neste sábado (27), o principal lançamento na temporada da marca líder nacional no segmento de motos esportivas. A Kawasaki desembarcará na cidade a Ninja ZX-6R 2020, único modelo de 600 cm³ à venda no país. A novidade estará disponível na M3 Parts, única autorizada da marca no interior do estado. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares revelam que a Kawasaki apresentou o maior crescimento em participação de mercado na comparação de 2017 com 2018 (37,1%) entre todas as montadoras com vendas registradas no país. No primeiro trimestre de 2019 apresenta alta de 54,2%. Já o número de emplacamentos registrados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores aponta 20,81% de participação da Kawasaki entre os modelos de motos esportivas, no primeiro trimestre de 2019, o que lhe assegura liderança nacional no segmento. Com preço inicial tabelado em R$ 49.990 (sem o frete), a ZX-6R 2020 chega reestilizada, apresentando novo sistema de iluminação em LEDs nos faróis e lanterna e novas funções no painel, que agora inclui marcador do nível de combustível. A moto também é equipada com o exclusivo sistema ABS KIBS (antitravamento inteligente de frenagem), e pinças monobloco de montagem radial, e discos frontais em aço inoxidável de 310 mm semiflutuantes, com alto poder de frenagem. De olho na sustentabilidade, a máquina capaz de atingir 200km/h em poucos segundos também adota novo sistema de escapamento a fim de reduzir as emissões de poluentes. O conceito traz ainda uma série de inovações inspiradas ou saídas diretamente das pistas de corrida, sob o endosso de Johnathan Rea, multicampeão do WSBK – o Mundial de Super Bike. Política Variedades Esportes Polícia Cidades Comunidades Economia Ofertas Política Frizzo questiona possível desperdício de dinheiro público A denúncia partiu do vereador Eloi Frizzo/PSB durante discussão de um pedido de informações sobre contratos de locação [...] 20 de março de 2019 Política REFORMA DA PREVIDÊNCIA: Beltrão lamenta posição passiva dos deputados
Galerias ficaram lotadas para a audiência pública na noite de segunda (15) 17 de abril de 2019 às 12:29 Ver mais notícias Publicidade Classificados Diversos Diversos Casa com Terreno em Taquara Vendo casa com terreno na Rua Dorico Ferreira Paiva, 342 Tucanos Taquara/RS Com escritura e registro [...] R$ 140.000,00 Você está em: Canela Caxias do Sul Farroupilha Flores da Cunha Gramado (54) 3027.4477 | 3027.4476 - Caxias do Sul (54) 3282.7250 | 3282.8331 - Canela (54) 3286.3288 - Gramado Fale conosco Leia Fácil | Grupo Integração de Jornais | Todos direitos reservados http://www.leiafacil.com.br/noticia/DUAS+RODAS%3A+Kawasaki+apresenta+novo+modelo/1 455 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping V de Vininha 8223044 - V DE VININHA - 29/04/2019
O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta. Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. https://www.vdevininha.com/p/noticia-dino.html?title=industria-automotiva-tem-maior-alta-emvendas-para-marco-desde-2015&releaseId=199472&partnerid=1562 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado:
Categoria: Fenabrave Cidade: País:
Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Tipo Veículo: Blog
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223045 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Toledo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223046 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/04/29/internas_economia,1049806/frotista s-e-locadoras-puxam-venda-de-carros.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223047 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/04/29/internas_economia,1049808/locado ras-disputam-setor-de-seminovos.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site
Clipping Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 Foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fe 8223048 - DINO - São Paulo - SP - 29/04/2019
Home Noticia Indústria automotiva tem maior alta em vendas para março desde 2015 Foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Local: São Paulo - SP Data: 29/04/2019 O mês de março foi positivo para as vendas de veículos. De acordo com dados preliminares, foram 209,2 mil unidades comercializadas, incluindo carros, caminhões e ônibus. Isso fez com que o mês tivesse uma alta de 0,87%, em relação a março de 2018, e de 5,3%, ao comparar com fevereiro de 2019. Além desse crescimento, também é importante ressaltar que os resultados foram os melhores para o mês de março desde o ano de 2015, de acordo com dados preliminares do setor automobilístico. Como vem sendo o desempenho da venda de veículos no Brasil? A venda de veículos no Brasil tem apresentado números positivos. O acumulado do primeiro trimestre mostrou que 607,6 mil veículos foram comercializados, neste que também foi o melhor desempenho dos últimos quatro anos para o período. Ao comparar com os três primeiros meses de 2018, percebeu-se uma alta de 11,4%, a qual coincidiu com o que os fabricantes de automóveis previram para todo o ano de 2019. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é de que sejam vendidos 2,86 milhões de veículos em 2019 (média mensal de 238,33 mil), número maior quando comparado às vendas de 2018, que foram de 2,566 milhões (média mensal de 213,83 mil). Ao considerar apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, estes totalizaram 200 mil unidades, volume quase igual ao visto no mesmo mês do ano passado, mas 5% maior que o de fevereiro de 2019. No trimestre, o número foi de 581,4 mil unidades, número 9% maior que o do mesmo período de 2018. Em relação aos caminhões e ônibus, a recuperação se mantém em um bom nível, fazendo com que eles tenham alcançado 9,1 mil unidades em março de 2019 e 26,1 mil no primeiro trimestre do ano. Aqui, o aumento foi de 51% em relação ao primeiro trimestre de 2018. Nas vendas de automóveis e comerciais leves dos três primeiros meses do ano, a norteamericana General Motors ocupa a liderança, com 106,4 mil unidades vendidas no período, número 16% maior que no ano passado. O segundo lugar é da Volkswagen, com 82,3 mil unidades, 6,2% a mais que no primeiro trimestre de 2018. A chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo Caoa no final de 2017, nem aparecia entre as 21 marcas que mais vendem automóveis no País no primeiro trimestre de 2018, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), situação que mudou. Na ocasião, tinham sido vendidos 1.060 veículos, número que aumentou para 3.724 no primeiro trimestre de 2019. O aumento de 351,3% fez com que ela ocupasse a 15ª posição no ranking atual. Outras duas montadoras que obtiveram um aumento significativo em relação ao número de vendas no 1º trimestre foram a Renault, com 29,3% (51,2 mil unidades vendidas) e a Fiat, com 23% (78,8 mil veículos). A Ford, por sua vez, foi a única das cinco primeiras colocadas no ranking de vendas a apresentar queda nas vendas. A redução foi de 1,4%, tendo sido comercializadas 48 mil unidades. Recentemente, a montadora informou que fechará a fábrica do ABC paulista, responsável pela produção de caminhões e também do Fiesta.
Se você está interessado em adquirir um novo carro em Americana ou em outras cidades do interior de São Paulo, bem como em demais cidades de todo o Brasil, a Comprecar é a pedida ideal, com um grande catálogo de veículos. Assim, você poderá encontrar exatamente aquele modelo que cabe no seu bolso e terá suas expectativas superadas. Website: https://www.comprecar.com.br/ Website: https://www.comprecar.com.br/ Notícias Relacionadas Banda curitibana Sr. Banana celebra boa fase na carreira A Paris que poucos conhecem é retratada por Fábio Pereira Ribeiro Flora Barros Arquitetura dá dicas sobre Light Design de como criar Iluminação de Efeito 1ª Tattoo Experience Campinas oferece tatuagens gratuitas para mulheres com câncer Idélli Brasília recebe arquitetos e designers para noite de harmonização de vinhos Bares e restaurantes voltam a ter investimentos e crescimento de público no Paraná OKE Studio cria experiências únicas de comunicação; da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos ?Rio 2016? à gestão de redes da BRK Ambiental Viagens da Virgin Voyages disponíveis agora para reservas Influencers marcam presença na inauguração da casa de praia Gillete Venus Os 4 segredos para vencer o “Desafio 365 Músicas” http://noticias.dino.com.br/noticia/?releaseId=199472 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223054 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.istoedinheiro.com.br/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223056 - METRO NEWS - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://metronews.com.br/eeconomia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223058 - TRIBUNA DO AGRESTE - Arapiraca - AL - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadoagreste.com.br/2019/04/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Arapiraca País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223060 - TRIBUNA DO AGRESTE - Arapiraca - AL - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadoagreste.com.br/2019/04/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Arapiraca País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223062 - TRIBUNA - Curitiba - PR - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tribunapr.com.br/noticias/economia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223063 - METRO NEWS - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://metronews.com.br/eeconomia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223064 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Toledo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223066 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223067 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223068 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.istoedinheiro.com.br/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223084 - DIÁRIO DE NOTICIAS - São Paulo - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.diariodenoticias.com.br/economia/248006/locadoras-disputam-setor-deseminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223085 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://istoe.com.br/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223086 - MEON - São José dos Campos - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.meon.com.br/noticias/nacional/locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São José dos Campos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223087 - MEON - São José dos Campos - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.meon.com.br/noticias/nacional/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São José dos Campos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223088 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://istoe.com.br/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223089 - O LIBERAL - Americana - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://liberal.com.br/brasil-e-mundo/economia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos1001505/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Americana País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223090 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=334088&t=Locadoras+disputam+setor+de+s eminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Guarulhos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223092 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=334087&t=Frotistas+e+locadoras+puxam+v enda+de+carros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Guarulhos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223093 - DIÁRIO DE NOTICIAS - São Paulo - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.diariodenoticias.com.br/economia/248005/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223094 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 29/04/2019
29/04/2019 | 13:10 Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dgabc.com.br/Noticia/3047588/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223097 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.acritica.net/editorias/economia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/375498/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Campo Grande País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223098 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 29/04/2019
29/04/2019 | 13:11 Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dgabc.com.br/Noticia/3047589/locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223099 - DIÁRIO DO SUDOESTE - Pato Branco - PR - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodosudoeste.com.br/noticia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Pato Branco País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223100 - TRIBUNA DO INTERIOR - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tribunadointerior.com.br/noticia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: - por Estadao Conteudo Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223101 - TRIBUNA DO INTERIOR - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tribunadointerior.com.br/noticia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: - por Estadao Conteudo Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223102 - BOL - São Paulo - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/04/29/locadoras-disputam-setor-de-seminovos.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223103 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.acritica.net/editorias/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros/375499/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Campo Grande País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223104 - PORTAL DO HOLANDA - Manaus - AM - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.portaldoholanda.com.br/economia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AM Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Manaus País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223109 - BOL - São Paulo - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/04/29/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223112 - DCI - São Paulo - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dci.com.br/neg%C3%B3cios/locadoras-disputam-setor-de-seminovos-1.797977 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223114 - O POVO - Fortaleza - CE - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Dúvidas, críticas e sugestões? Fale com a gente http://www.opovo.com.br/noticias/economia/2019/04/29/frotistas-e-locadoras-puxam-vendade-carros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223115 - TAROBANEWS - Curitiba - PR - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tarobanews.com/noticias/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros-J8Zbp.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223116 - UOL - São Paulo - SP - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/04/29/locadoras-disputam-setorde-seminovos.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223118 - UOL - São Paulo - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/04/29/frotistas-e-locadoraspuxam-venda-de-carros.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223120 - O POVO - Fortaleza - CE - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Dúvidas, críticas e sugestões? Fale com a gente http://www.opovo.com.br/noticias/economia/2019/04/29/locadoras-disputam-setor-deseminovos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223121 - MASSA NEWS - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://massanews.com/noticias/economia/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carrosyPazq.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223122 - MASSA NEWS - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://massanews.com/noticias/economia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos6qDvR.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223124 - DIÁRIO DO SUDOESTE - Pato Branco - PR - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodosudoeste.com.br/noticia/locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Pato Branco País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223126 - DCI - São Paulo - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dci.com.br/neg%C3%B3cios/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros1.797976 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223138 - A TARDE - Salvador - BA - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/2055480-locadoras-disputam-setor-de-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Salvador País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223142 - MIX VALE - 29/04/2019
Últimas Notícias Publicado por Estadão Conteúdo Posted on 29 de abril de 2019 Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Cleide Silva Estadao Conteudo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. https://www.mixvale.com.br/2019/04/29/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223144 - MIX VALE - 29/04/2019
Últimas Notícias Publicado por Estadão Conteúdo Posted on 29 de abril de 2019 Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Cleide Silva Estadao Conteudo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. https://www.mixvale.com.br/2019/04/29/frotistas-e-locadoras-puxam-venda-de-carros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação
Categoria: Fenabrave Cidade:
Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223146 - O POVO - Fortaleza - CE - 29/04/2019
Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Dúvidas, críticas e sugestões? Fale com a gente https://www.opovo.com.br/noticias/economia/2019/04/29/locadoras-disputam-setor-deseminovos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223148 - O POVO - Fortaleza - CE - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Dúvidas, críticas e sugestões? Fale com a gente https://www.opovo.com.br/noticias/economia/2019/04/29/frotistas-e-locadoras-puxam-vendade-carros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Site
Clipping Locadoras disputam setor de seminovos 8223149 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 29/04/2019
2 minutos ago Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos – entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. “O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos.” Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. “Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador”, afirma Assumpção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Categories: Sem categoria http://www.folhadaregiao.com.br/2019/04/29/locadoras-disputam-setor-de-seminovos/amp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Araçatuba País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223150 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 29/04/2019
2 minutos ago Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Categories: Sem categoria http://www.folhadaregiao.com.br/2019/04/29/Frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros/amp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Araçatuba País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223151 - A TARDE - Salvador - BA - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feito com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/2055479-frotistas-e-locadoras-puxam-venda-decarros Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Salvador País: Tipo Veículo: Site
Clipping Peugeot inicia fabricação do 2008 reestilizado, que chega em maio 8223154 - CARSALE - 26/04/2019
A Peugeot anunciou a produção do renovado SUV 2008 na fábrica de Porto Real (RJ). O modelo traz alguns retoques no visual — diferentes do facelift europeu feito há dois anos — e deve chegar às concessionárias em maio. O 2008 faz parte da nova estratégia da PSA Peugeot Citroën de priorizar utilitários esportivos e crossovers, em detrimento de sedãs e hatches. O recente enterro definitivo das linhas 308 e 408 (respectivamente, dois e três-volumes médios) foi o ponto de partida. Nova dianteira do Peugeot 2008 Atualmente na 13ª posição no ranking das montadoras (somando carros de passeio, SUVs e picapes e comerciais leves), com 0,88% de participação no mercado brasileiro, a Peugeot viu o 2008, lançado localmente em 2015, manter uma performance de vendas bastante regular em torno da média de 10.335 carros por ano. No entanto, no ritmo atual, a projeção para 2019 seria de pouco mais de 7.350 emplacamentos (foram 1.842 até março, segundo a Fenabrave). A aposta da Peugeot para o novo 2008 deve ser a oferta do câmbio automático de seis marchas acoplado ao motor turbo 1.6 THP na versão Griffe, a topo de gama, que antes só possuía caixa manual junto a esse propulsor. Como o Citroën C4 Cactus (feito na mesma fábrica) incluiu esse novo trem-de-força em sua gama, é de se esperar o mesmo para o SUV compacto da co-irmã. O motor 1.6 aspirado será mantido como opção de entrada. No visual, a principal alteração do 2008 ano-modelo 2020 é na dianteira. A grade frontal cresceu, e com isso o emblema do leão migrou para o centro dela, criando um efeito de esportividade ausente no “bonzinho” 2008 atual — com grade diminuta e o leão num ponto da carroceria logo acima. O 2008 ano-modelo 2019 segue à venda com preços entre R$ 69.990 e R$ 91.900. Imagem: divulgação https://carsale.uol.com.br/2019/04/26/peugeot-inicia-fabricacao-2008-reestilizado-que-chegaem-maio Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Frotistas e locadoras puxam venda de carros 8223155 - UDOP - Araçatuba - SP - 29/04/2019
Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feita com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%. O que parecia ser um desempenho na contramão da economia - com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada -, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava. Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado. A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica. A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor. Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques. Capacidade O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. "A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas", diz. A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil. Como não há perspectivas de melhora na economia argentina pelo menos nos próximos dois anos, a indústria brasileira deve continuar recorrendo às vendas diretas para usar parte de sua capacidade instalada de cerca de 5 milhões de veículos ao ano. Nos últimos dez anos as vendas diretas apresentam desempenho superior ao varejo. No ano passado, esse canal de negócio cresceu 22,3%, somando 1,06 milhão de automóveis e comerciais leves, enquanto o varejo aumentou 8%, para 1,4 milhão de unidades. Em 2017, os negócios especiais tiveram alta de 28% e o varejo ficou estagnado. Locadoras disputam setor de seminovos Não há dados separados sobre a participação das locadoras nas vendas com nota fiscal diretamente das montadoras, mas, segundo executivos de montadoras elas são, sem dúvida, as maiores clientes do setor. Na opinião de Paulo Cardamone, da Bright Consulting, as locadoras têm grande poder de barganha de preços justamente em razão do alto volume de carros que adquirem anualmente. Além disso, segundo executivos automotivos, conseguem financiamentos a juros mais baixos nos bancos - entre 8% a 10% ao ano, enquanto o consumidor pessoa física paga cerca de 22%. Concorrência Com lojas para revender os modelos usados, as locadoras também são fortes concorrentes das concessionárias pois, normalmente, revendem os veículos após um ano de uso também com descontos atraentes. A Localiza, maior locadora do País, vendeu no primeiro trimestre 36,6 mil veículos seminovos, 45% a mais ante igual período do ano passado. O número de lojas com a marca
subiu de 99 há um ano para 108. Segundo balanço financeiro divulgado pela empresa na quinta-feira, a frota alugada passou de 90,9 mil carros nos três meses do ano passado para 114,8 mil, alta de 26,2%. Para todos os serviços em que atua, incluindo gestão de frota e locação para quem trabalha com apps, como Uber e 99, a Localiza dispõe hoje de frota de 247,6 mil veículos, 54,3 mil a mais do que tinha há um ano. A empresa não divulga quantos modelos novos pretende adquirir ao longo de 2019. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, diz não ser contra esse canal de vendas, mas sim contra o procedimento das empresas. "O ruim é quando há desequilíbrio, um valor excessivo de descontos." Ele defende que os descontos dados pelas montadoras não sejam superiores aos determinados em lei para as categorias que têm direito à isenção de impostos por lei. "Estamos fazendo um trabalho forte com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para que haja um equilíbrio, seja quem for o comprador", afirma Assumpção. https://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1178293 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Araçatuba País: Tipo Veículo: Site
Clipping Carros nacionais ficam mais seguros - Revista Atenção 8223156 - REVISTA ATENÇÃO - Bauru - SP - 29/04/2019
Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Eles vão ser menos poluentes, mais seguros e mais econômicos. E também mais caros. Os automóveis que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano terão obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais. Para atender à legislação e ao programa automotivo Rota 2030, a nova geração de veículos será mais equipada e sofisticada. A produção dos chamados carros “populares”, aqueles mais simples e mais baratos, hoje classificados como “de entrada”, será reduzida ainda mais porque a alta tecnologia encarecerá os preços. O segmento “de entrada” já vem encolhendo gradualmente. Em 2000, representava 50% das vendas de automóveis no País e hoje participa com 11,5%. Estão nessa classificação, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) modelos como Chery QQ, Renault Kwid, Volkswagen Gol, Fiat Mobi e Toyota Etios, que custam entre R$ 27,5 mil e R$ 50 mil. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, “o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher”. Segundo ele, os próximos lançamentos da marca serão de modelos de segmento superior, como utilitários-esportivos (SUV) e intermediários entre carros de passeio e utilitários (CUV). “Esses segmentos são os que mais crescem no Brasil e no mundo.” Ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros. “Não tem como fazer diferente, a não ser que tivéssemos um volume grande de produção para o mercado interno e exportação para reduzir custos”, afirma Di Si. Em 2014, quando passou a ser obrigatória a instalação de airbag frontal e freio ABS, os preços dos carros subiram entre R$ 1 mil e RS 1,5 mil. Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria, confirma que não há como evitar aumento de preços com os novos itens, mas ressalta ser “um dever da indústria encontrar formas de introduzi-los, também para evitar que o Brasil fique extremamente defasado”. Ela acrescenta ainda que o veículo nacional terá mais chances de exportação. ACIDENTES Segundo balanço do Dpvat – o seguro obrigatório para acidentes de trânsito -, no ano passado 42 mil pessoas morreram no País em acidentes desse tipo. A instalação de novos itens de segurança deve ajudar a reduzir acidentes e a evitar ferimentos nos ocupantes. Testes feitos por entidades como o Latin NCap, o Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e Caribe, comprovam isso. Na lista de itens que serão obrigatórios estão estruturas reforçadas ou airbags laterais para reduzir riscos de ferimentos em batidas laterais, controle de estabilidade eletrônico (ESC, na sigla em inglês) – que corrige a trajetória do veículo em caso de perda de aderência dos pneus em curvas ou em desvios bruscos – e aviso de cinto desafivelado. Esses e outros sete itens serão obrigatórios nos modelos novos (lançamentos) entre 2020 e 2026 e em todos os carros produzidos localmente entre 2021 e 2030. Há oito itens que ainda não têm datas definidas pelos órgãos regulatórios para serem instalados e dois que já começaram a equipar os lançamentos de 2018 (Isofix para fixar cadeirinhas de bebês e cinto de três pontos em todos os bancos) e devem estar em toda a produção a partir do próximo ano. A instalação desses sistemas vai exigir aumento de importação, pois muitos deles, em especial os eletrônicos, não são produzidos no País, o que reduzirá o índice de nacionalização dos carros brasileiros. Fonte: https://m.jcnet.com.br/Nacional/2019/04/carros-nacionais-ficam-mais-seguros.html https://revistaatencao.com.br/carros-nacionais-ficam-mais-seguros/
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Bauru País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8223157 - R7 - São Paulo - SP - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Copyright © Estadão. Todos os direitos reservados. https://noticias.r7.com/economia/fiat-chrysler-lidera-movimento-de-venda-direta-pela-fabrica29042019 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8223158 - O POVO - Fortaleza - CE - 29/04/2019
O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Dúvidas, críticas e sugestões? Fale com a gente https://www.opovo.com.br/noticias/economia/2019/04/29/fiat-chrysler-lidera-movimento-devenda-direta-pela-fabrica.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fiat Chrysler lidera movimento de venda direta pela fábrica 8223160 - FOLHA DE VALINHOS - Valinhos - SP - 29/04/2019
São Paulo Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. O grupo FCA Fiat Chrysler foi o que mais vendeu automóveis e comerciais leves com nota fiscal diretamente da fábrica no primeiro trimestre. Dos 28,6 mil modelos vendidos pela Jeep, marca premium do grupo, 68% foram de forma direta. O Renegade, por exemplo, teve 4,3 mil unidades vendidas no varejo e 11,4 mil a clientes corporativos, segundo dados da Fenabrave. Na Fiat, 57,6% dos 78.821 modelos comercializados de janeiro a maio foram pelo canal direto. O campeão da marca na modalidade foi a Strada, com 15,6 mil unidades. Apenas 1 mil picapes foram adquiridas por consumidores pessoa física. A FCA não comentou o assunto. No caso das picapes, consumidores relatam que tanto os modelos de cabine simples da Fiat, da General Motors e da Volkswagen (Strada, Montana e Saveiro, respectivamente) não estão disponíveis para pronta entrega nas concessionárias e a espera para quem quiser encomendar é em torno de três meses. Se for pessoa jurídica, a entrega é rápida. As empresas alegam que, por serem modelos "de trabalho", mais procurados por trabalhadores rurais e pequenos empresários, a oferta para o consumidor comum é restrita. Do total de 51,3 mil carros vendidos pela Renault, 48,4% foram de forma direta, com o sedã Logan à frente (5,8 mil unidades ante 690 no varejo). A Renault informou que vem mantendo participação estável nas vendas diretas. Estratégia Na sequência estão Volkswagen e General Motors, com aproximadamente 46% de suas vendas feitas diretamente à locadoras, frotistas e ao grupo que têm isenção de impostos. A GM vendeu 106,4 mil unidades de janeiro a março e a Volkswagen, 83 mil. O compacto Gol teve 10,7 mil unidades vendidas pela forma direta e 5,4 mil no varejo. Já o Onix, da GM, campeão nas duas modalidades, teve 22,7 mil unidades vendidas de forma direta e 32,7 mil no varejo. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, reconhece que a venda para clientes pessoa física está praticamente estagnada. Em sua opinião, isso é menos um indicativo de demanda fraca e mais um reflexo da estratégia das empresas, que estão concentrando ações em clientes corporativos. No caso da Volkswagen, os aumentos mais significativos ocorrem nas vendas para taxistas (20% no primeiro trimestre) e para pessoas com deficiência, com alta de 130%, negócio reforçado após o lançamento do Gol com câmbio automático. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.folhadevalinhos.com.br/artigos/brasil-e-mundo/fiat-chrysler-lidera-movimento-devenda-direta-pela-fabrica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Valinhos País: Tipo Veículo: Site
Clipping No Ceará, 45% da frota têm mais de 10 anos de utilização 8223162 - IPU NOTÍCIAS - 29/04/2019
O Brasil mantém um ritmo intenso, nos últimos dois anos, de retomada no emplacamento de veículos. E a mesma realidade é replicada no Estado. Mas, a alta não foi suficiente para impedir o contínuo envelhecimento da frota. No recorte local, por exemplo, mesmo com 11,8 mil autos e comerciais leves comercializados de janeiro a março deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) revelou uma baixa de 11,96% do número de veículos com até cinco anos, comparando ao acumulado até março de 2018, significando só 22% dos 3,2 milhões dos veículos registrados no Estado até março de 2019. Por curiosidade, a maior parcela dos novos está concentrada no interior. São 404.070 contra 292.029 na capital. A queda é refletida na revenda do seminovo. Com a oferta reduzida em modelos com até três anos, a venda nessa categoria despencou 13,6% no acumulado desse primeiro trimestre. Em compensação, a procura das opções mais antigas aumentou, como os maduros de 9 a 12 anos, que tiveram um crescimento de 28,2%. Os jovens (4 a 8) e velhinhos (acima dos 13 anos) também subiram, tendo 10% mais vendas até março de 2019, comparado a igual período do ano passado. De acordo com Everton Fernandes, presidente do Sindicato das Revendedoras de Veículos do Ceará, os clientes migraram também com força para os zeros. Porém, visualmente não será possível ver essa transição neste ano. "Isso vai fazer com que nosso mercado a curto prazo, em um a dois anos, melhore a situação nessa questão de uso até três anos. Porque em 2018 houve crescimento dos novos e 2019 está se caracterizando por um aumento maior ainda", destaca. A previsão, segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), é que o mercado se desenvolva de 10 a 15% neste ano. É o que aponta Fernando Pontes, presidente da entidade seção Ceará. "A crise fez com que as pessoas adiassem o seu desejo da compra, mas os bancos estão começando a financiar mais, há uma oferta de crédito muito grande, com taxas baixas e mais facilidades. Além disso, a inadimplência caiu. Isso tudo fez com que o mercado começasse a reagir. Não é à toa que o aumento de venda desse primeiro trimestre já é uma sinalização que iremos ter um volume bom este ano", aponta. Enquanto isso, a maior parcela dos veículos do Ceará continua com idade de 5 a 10 anos de uso, são 33%. Atualmente, isso significa mais de 1 milhão, sendo uma alta de 5,22% comparada à realidade de março de 2018. A segunda representatividade da frota está naqueles acima dos 15 anos, com pouco mais de 900 mil e 28% da fatia total dos emplacados. Essa quantidade representa aumento de 6,95% diante dos números de março de 2018. "A frota envelheceu em função da crise que abateu o setor. Significa que, de seis a oito anos atrás, se vendia aqui no Estado em torno de 60 mil carros. Com a crise, caiu para 20 a 30 mil carros por as pessoas segurarem a compra do novo, preferindo ficar com o usado até melhorar as coisas", completa Pontes. Retrato nacional Embora o mercado tenha crescido 1,33% no acumulado de 2017 e 13,58% no ano seguinte, com mais de 3,65 milhões de novos veículos nas vias nacionais em 2018, o Brasil também tem frota envelhecida. A idade média dos automóveis em circulação subiu para 9,7 anos e a tendência é chegar aos 10 anos em 2020, conforme o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores. Para o setor automotivo, ter uma frota mais nova é melhor para a economia brasileira. Até mesmo para quem vende usados. "Por questão de garantia que é preciso dar pela revendedora, é melhor vender carro com dois ou três anos de uso do que cinco a sete, porque a tendência desses carros antigos é precisar de mais manutenção", pontua Everton. No entanto, já no outro lado da balança, o Estado não está preparado, segundo Everton, para o cenário almejado de ter carros mais novos. "A gente passaria a ter um outro problema. Para que essa frota se renove, a nossa malha viária talvez não atenda o crescimento. A tendência é que entre mais carros do que saiam de circulação", acrescenta. Contrário à maré: locação retoma renovação
Em 2017, no auge da crise, não somente o consumidor comum viu-se adiando a compra do carro zero, como até mesmo o segmento de locação adiou a renovação de sua garagem. "Médias e pequenas empresas seguraram um pouco mais para trocar a frota. A gente chegou a trabalhar com 20 meses, mas acabamos com isso e voltamos à nossa média", destaca Jorge Pontual, diretor comercial da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla). Com mais de 826 mil carros e comerciais leves registrados no setor no acumulado de 2018, a idade média da frota conseguiu cair de 20,7 meses do fim de 2016 para 17 no ano passado. No Ceará, com 9,6 mil em sua frota em 2018, a média de idade segue a tendência do País. "O mercado exige isso. A concorrência é grande", aponta Carlos Augusto, diretor regional da Abla no Ceará. "Se apresentamos um carro com mais de 25 ou 30 mil km, o cliente diz que o carro é velho e não quer alugar. Então, precisamos vender nesse período entre 16 a 18 meses de prazo médio", pontua Jorge. Segundo ele, o setor segura mais para casos de locações de longo prazo. "Os contratos são de dois anos, então pode ter carros de 24 meses. No aluguel diário, você ter um carro dificilmente com mais de 18 meses ou explodindo 20, mas não é o normal", completa. O POVO http://www.ipunoticias.blog.br/2019/04/no-ceara-45-da-frota-tem-mais-de-10.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Anselmo Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Busca por caminhões usados cresceu 49% em 2018 8223163 - BLOG DO CAMINHONEIRO - 30/04/2019
Estudo feito pela área de Classificados do Mercado Livre, maior marketplace da América Latina e líder em comércio eletrônico no Brasil, revelou que a demanda por caminhões no Brasil aumentou 49% em 2018, comparado ao ano anterior. Não por acaso, o segmento de caminhões já representa 17% do total das visitas relacionadas a veículos no Brasil, o que mostra a importância do mercado brasileiro nessa categoria. Nos demais países da América Latina, esse número é de 3% do total de veículos listados. O levantamento também revelou que 90% dessa demanda brasileira está concentrada em cinco marcas: 1º Mercedes-Benz, 2º Scania, 3º Volkswagen, 4º Volvo e 5º Ford. A evolução positiva segue em 2019. Somente no mês de janeiro, já houve um crescimento de 14% em demanda comparado ao mesmo mês de 2018. A oferta de caminhões neste mês representou 19% dos anúncios da área de classificados, 6% a mais do que no ano passado. Segundo Luís Paulo dos Santos, Diretor de Classificados do Mercado Livre no Brasil, o segmento tem se tornado cada vez mais relevante para a plataforma. “A venda de caminhões vem sendo um dos principais destaques do mercado automobilístico – alta de 46% em 2018. O Mercado Livre ajuda a impulsionar o setor ao oferecer inovação contínua para facilitar a jornada de quem deseja comprar ou vender um veículo. São mais de 300 mil novos anúncios de veículos todos os meses, reunidos em um verdadeiro shopping online, que conta ainda com a praticidade e segurança do botão de Reserva Online. Nosso objetivo é democratizar a compra e venda de veículos no País.” Caio Garcia, Analista de Marketing da SelecTrucks, loja da Mercedes-Benz de veículos seminovos que atua também na plataforma Mercado Livre, comenta que o mercado está aquecido nos últimos meses: “Houve um crescimento nas vendas de caminhões. Um dos fatores que influenciam a procura pela categoria em meios como o e-commerce é a facilidade na compra. Hoje, as montadoras que produzem caminhões 4X2 ou 6X2 podem levar meses para entregar um veículo novo. Por isso, as pessoas acabam recorrendo a outras alternativas. Hoje, 50% das nossas vendas vêm do Mercado Livre.” Dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) comprovam o forte crescimento da categoria, mesmo com a greve de caminhões em 2018, que impactou fortemente a economia. O comércio de caminhões registrou um volume de vendas 46,8% maior e 76,4 mil unidades comercializadas. Em 2019, o mercado de caminhões continua em significativa expansão. Em janeiro foram licenciados 6,9 mil veículos, o que representou um crescimento de 50,9%, em relação ao mesmo mês de 2018. https://blogdocaminhoneiro.com/2019/04/busca-por-caminhoes-usados-cresceu-49-em-2018/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Movida cresce com novo hábito do consumidor 8223164 - DCI - NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 30/04/2019 - Pág A4
A mudança de hábitos de consumo do brasileiro em relação ao carro tem favorecido as locadoras de veículos, que crescem mesmo em uma economia oscilante. Diante dessa evolução das negociações com as montadoras, a Movida espera aumentar a sua rentabilidade tanto no aluguel quanto na venda de seminovos no curto e médio prazo. Em entrevista ao DCI, o diretor financeiro (CFO) da Movida, Edmar Lopes, conta que a demanda do segmento de locação vem crescendo ao mesmo tempo em que as empresas elevam a oferta. “O preço da diária caiu muito nos últimos anos, aumentando o acesso ao consumidor, que está optando, muitas vezes, pela venda do carro e por uma utilização maior de serviços como aluguel e aplicativos ”, explica. No caso da Movida, que foi comprada pela gigante de logística JSL em 2013, o aumento da frota foi expressivo. Na ocasião da aquisição, a locadora possuia 2,5 mil carros. “Hoje, temos 95 mil”, relata. Lopes destaca que o negócio da companhia é sustentado por dois pilares: o aluguel de carros e a venda de semiO lucro líquido da companhia avançou 56,1% no primeiro trimestre, com uma venda maior de seminovos novos. “Temos que fazer a desmobilização dos ativos [venda dos veículos] de maneira satisfatória para a frota girar de forma saudável. Principalmente depois da greve dos caminhoneiros, que atrapalhou este processo, estabelecemos o plano de elevar as vendas e melhorar as margens”, pondera. No primeiro trimestre deste ano, a Movida vendeu 12,7 mil seminovos, alta de 42% na comparação anual e um recorde para a empresa. Com essa marca, a idade média da frota para aluguel caiu para abaixo de nove meses. Na venda de seminovos, esse índice é de 18 meses. “Estamos trabalhando para reduzir o indicador para 13 a 14 meses, patamar em que conseguimos mais rentabilidade. Como se trata de uma empresa relativamente nova, estamos no meio do caminho.” Outra parte vital deste processo é a negociação com as montadoras, que durante a crise se apoiaram nos frotistas e locadoras – a chamada venda direta – para minimizar os efeitos da recessão. “O que nós assistimos nos últimos anos é uma melhora das condições por parte das montadoras, que têm concedido descontos ou prazos mais longos, além de trabalharem conosco em parcerias dentro de suas estratégias de lançamentos de novos modelos. No geral, vemos uma evolução do relacionamento com as montadoras”, garante. No primeiro trimestre deste ano, as vendas diretas responderam por 38,57% dos emplacamentos de automóveis no País, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Antes da crise do setor, em meados de 2012, esse índice girava em cerca de 25%. Balanço Com uma utilização da frota em 75% e foco na pessoa física – com participação cada vez maior dos aplicativos de transporte nessa conta – a Movida elevou o lucro líquido em 56% no primeiro trimestre de 2019 na comparação anual, para R$ 42 milhões, conforme balanço divulgado na noite desta segunda-feira (29). “No rent a car, não sentimos os impactos da crise econômica. O mercado está crescendo de 10% a 15% nos últimos quatro anos e nós temos ampliado o volume e a qualidade da oferta”, comenta o CFO da companhia. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) atingiu R$ 149,6 milhões de janeiro a março, alta de 46,2% na comparação anual. O maior crescimento da receita líquida do período foi reportado na venda de ativos, de 39,4%, a R$ 468,4 milhões. “Independentemente da aprovação de reformas, nossa administração financeira é conservadora. Vamos seguir reduzindo custos, alongando dívidas e fazendo a gestão de c a i x a p a r a crescer.”http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/72bb213fc7f80321dfe46a4 e5504cdf5?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1559607350&Signatur e=q3eGaFMb7eVTqrYvziCZGYOoCWk%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Jornal
Clipping Frota antiga, mercado abalado 8223165 - DIÁRIO DO NORDESTE - NEGÓCIOS - Fortaleza - CE - 29/04/2019 - Pág 32
O Brasil mantém um rit- co anos, comparando ao acumo intenso, nos últi- mulado até março de 2018, sigmos dois anos, de re- nificando só 22% dos 3,2 mitomada no emplaca- lhões dos veículos registrados mento de veículos. E no Estado até março de 2019. a mesma realidade é Por curiosidade, a maior parreplicada no Estado. cela dos novos está concentraMas, a alta não foi su- da no interior. São 404.070 ficiente para impedir contra 292.029 na capital. o contínuo envelheciA queda é refletida na revenmento da frota. da do seminovo. Com a oferta No recorte local, por exemreduzida em modelos com até plo, mesmo com 11,8 mil autos três anos, a venda nessa catee comerciais leves comercialigoria despencou 13,6% no acuzados de janeiro a março desmulado desse primeiro trimeste ano, o Departamento Estatre. Em compensação, a produal de Trânsito (Detran) revecura das opções mais antigas lou uma baixa de 11,96% do núaumentou, como os maduros mero de veículos com até cinde 9 a 12 anos, que tiveram um crescimento de 28,2%. Os jovens (4 a 8) e velhinhos (acima dos 13 anos) também subiram, tendo 10% mais vendas até março de 2019, comparado a igual período do ano passado. De acordo com Everton Fernandes, presidente do Sindicato das Revendedoras de Veículos do Ceará, os clientes migraram também com força para os zeros. Porém, visualmente não será possível ver essa transição neste ano. “Isso vai fazer com que nosso mercado a curto prazo, em um a dois anos, melhore a situação nessa questão de uso até três anos. Porque em 2018 houve crescimento dos novos e 2019 está se caracterizando por um aumento maior ainda”, destaca. A previsão, segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), é que o mercado se desenvolva de 10 a 15% neste ano. É o que aponta Fernando Pontes, presidente da entidade seção Ceará. “A crise fez com que as pessoas adiassem o seu desejo da compra, mas os bancos estão começando a financiar mais, há uma oferta de crédito muito grande, com taxas baixas e mais facilidades. Além disso, a inadimplência caiu. Isso tudo http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/2ffd8b42fd32e86f11c5ca7c07d7805 8?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1559528975&Signature=2Ng4d BbtlLIjIb5ExOj6WyfsMgQ%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 30/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Jornal