Clipping Fenabrave 04.10.2018

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Clipping Confira os caminhões pesados mais vendidos do ano - Planeta Caminhão 7992050 - PLANETA CAMINHÃO - São Paulo - SP - 03/10/2018

Confira os caminhões pesados mais vendidos do ano Levantamento da Fenabrave mostra o Scania R440 como líder do ranking de vendas Saiu o levantamento dos emplacamentos de caminhões, feito pela Fenabrave. Os números mostram que, apesar de o setor estar em recuperação, com vendas melhores do que no ano passado, em setembro, houve queda de 10% em relação ao mês de agosto. Apesar disso, o Scania R440 se manteve na liderança do ranking de emplacamentos. O modelo teve, de janeiro a setembro 3.263 unidades vendidas. Estas vendas lhe dão uma participação de mercado de 13,76%. Vamos conferir a lista dos 10 caminhões pesados mais vendidos do ano até o momento: 1°- Scania R440 – 3.263 unidades 2° – Volvo FH 540 – 2.887 unidades 3° – Volvo FH 460 – 2.300 unidades 4° – Mercedes-Benz Actros 2651 – 2.070 unidades 5° – DAF XF-105 – 1.366 unidades 6° – Mercedes-Benz Actros 2546- 931 unidades 7° – Mercedes-Benz Axor 3344- 817 unidades 8° – Scania R480 – 600 unidades 9° – Mercedes-Benz Axor 2544 – 597 unidades 10° – Volvo FH 500 – 559 unidades Com informações da Fenabrave https://planetacaminhao.com.br/confira-os-caminhoes-pesados-mais-vendidos-do-ano/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Consórcio é responsável por 28% da comercialização de automóveis no Brasil 7992010 - PORTAL MECÂNICA ONLINE - Recife - PE - 04/10/2018

A procura por consórcio de automóveis continua a crescer no Brasil. Nos sete primeiros meses de 2018, o segmento foi responsável pela venda de 647 mil novas cotas. O número representa cerca de 45% do total dos negócios de consórcios e indica crescimento de 5,4% em comparação com o mesmo período de 2017, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC). O aumento também é expressivo no número de contemplados. Ao todo, 327,8 mil pessoas tiveram a oportunidade de utilizar R$ 13,37 bilhões em crédito para comprar um veículo leve – valor que representa crescimento de 6,8%. Estas movimentações impactam diretamente no mercado, uma vez que 28% das vendas de automóveis no País ocorreram com o modelo de consórcio. “A flexibilidade e a segurança que o consórcio representa atraem cada vez mais brasileiros. O consumidor, recém-recuperado do período de instabilidade econômica, além de ficar mais seletivo, planeja melhor suas decisões financeiras e faz investimentos mais seguros. O consórcio surge, nesse cenário, como uma ótima opção, por reunir todas essas características”, destaca Luis Toscano, Diretor de Parcerias da Embracon. Ele completa: “O consórcio também garante, por meio de parcelas acessíveis e que não atrapalham no orçamento, que o consorciado será contemplado dentro do tempo estabelecido com o bem, seja ele carro, imóvel ou serviço”. Mercado-O número de emplacamentos até julho de 2018 mostra o reflexo do aumento da venda de consórcios de automóveis para o mercado. De acordo com os resultados apresentados pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos (Fenabrave), entidade que representa os concessionários, foram emplacados 1,3 milhões de automóveis, número 14% superior ao mesmo período de 2017. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), também confirmam a tendência. Procura por consórcio-A “garantia de entrega do bem” é o principal atrativo pelo qual as pessoas procuram o consórcio, aponta pesquisa divulgada da ABAC. De acordo com a entidade, 17,4% dos consorciados utilizam esse critério para a adesão. Outro ponto determinante são os valores das parcelas, sendo mencionado por 14,4% dos clientes. Além disso, são essenciais a “facilidade de retirar o bem” (13%) e a “confiança na marca” (12,6%). http://mecanicaonline.com.br/wordpress/2018/10/04/consorcio-e-responsavel-por-28-dacomercializacao-de-automoveis-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Equipe Mecânica Online® Estado: PE Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Produção de veículos cai 6,3% em setembro, diz Anfavea 7991984 - G1 - Rio de Janeiro - RJ - 04/10/2018

A produção de veículos caiu 6,3% em setembro de 2018, informou a associação das montadoras, a Anfavea, nesta quinta-feira (6). Foram 223.115 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões produzidos no mês. O desempenho negativo foi na comparação com o mesmo mês de 2017, quando as montadoras produziram 238.019 veículos. Em relação a setembro, que teve volume de 291.470 unidades feitas, a queda foi ainda maior, de 23,5%. Enquanto a produção caiu em setembro, as vendas de veículos aumentaram 7%, de acordo com a associação das concessionárias, a Fenabrave . Apesar da queda de setembro, a produção de veículos segue em alta de 10,5% no acumulado de 2018. De janeiro a agosto, as montadoras produziram o total de 2.194.754 veículos, contra 1.986164 no mesmo período de 2017. https://g1.globo.com/carros/noticia/2018/10/04/producao-de-veiculos-cai-63-em-setembrodiz-anfavea.ghtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping VW Gol cresce, Polo e Toyota Yaris em queda: veja as vendas em setembro 7991990 - YAHOO - São Paulo - SP - 04/10/2018

Ver as imagens Comparativo Toyota Yaris x VW Polo Mais Ford Ka rouba 2ª posição do Hyundai HB20 por apenas 54 unidades Setembro não foi um mês positivo para a maioria dos modelos. Em comparação com agosto, praticamente todos registraram quedas em seus emplacamentos. Seguindo o caminho contrário, podemos destacar o Volkswagen Gol e Amarok, Fiat Argo e o Chery Tiggo 2. Veja os 50 mais vendidos entre os automóveis e comerciais leves. Leia também Renault supera Ford e entra no grupo das "4 grandes" em setembro Ford Ka em 2º e Fiat Argo bate recorde nas vendas parciais de setembro Ver as imagens Ford Ka 2019 Mais Ver as imagens Hyundai HB20 2019 Mais AUTOMÓVEIS Sem surpresa na liderança - o Chevrolet Onix, mesmo recuando acima de 17% nas últimas semanas, emplacou 17.981 unidades -, a disputa pelo segundo lugar foi definida por apenas 54 unidades e trouxe o Ford Ka (8.680) à frente do Hyundai HB20 (8.626) no pódio. O VW Gol, com 6.765 unidades, repetiu a quarta colocação de agosto. Líder entre os sedãs, o Chevrolet Prisma (6.532) subiu da oitava para a quinta posição, com trajetória de crescimento (+6,8%). Sexto, o Fiat Argo (6.395) voltou a superar a barreira das seis mil unidades pelo 2º mês consecutivo e ficou à frente do Renault Kwid (5.486). O VW Polo (5.318), quinto na última lista, caiu para oitavo. Ver as imagens Jeep Compass turbodiesel Mais Ver as imagens Comparativo: VW Jetta x Honda Civic x Toyota Corolla Mais Único SUV no pelotão principal, o Jeep Compass novamente emplacou mais de 5 mil unidades (5.006). O Toyota Corolla, com 4.774 unidades, retornou ao top 10, pouco à frente de um Renault Sandero (4.577) que havia sido 20º em agosto. Em disputa acirrada, Hyundai Creta (4.195), Nissan Kicks (4.000) e Honda HR-V (3.972) vieram em seguida, todos com vendas em baixa. Aproveitando-se da recente reestilização, o Ford Ka Sedan (3.282) voltou ao top 20 à frente do Fiat Cronos (3.062). 17º no último ranking, o Toyota Yaris Hatch (2.943) por muito pouco não ficou fora do top 20. Situação pior viveram outros dois modelos da marca japonesa: o Etios Hatch, com 1.165 unidades, se manteve numa modesta 39ª posição, enquanto o Etios Sedan emplacou menos de mil unidades (851).


Ver as imagens Renault Logan 1.6 2017 Teste BR Mais Ver as imagens Volkswagen Voyage 1.6 MSI AT6 2019 Mais Continue a ler Em um mês em que as vendas diretas foram fortes, Renault Logan (2.907) e VW Voyage (2.828) foram alguns dos poucos modelos a crescerem. O Chery Tiggo 2 (766), que havia registrado seu recorde no mês anterior, repetiu a dose agora. O VW Tiguan, que emplacou 658 unidades, já vende mais do que o Hyundai ix35 (483). POS. MODELO SET 18 % TOTAL AGO 18 % TOTAL % VAR. SET/AGO POS. AGO 1º CHEVROLET ONIX 17.981 10,38% 21.763 10,67% -17,38% 1º 2º FORD KA 8.680 5,01% 10.118 4,96% -14,21% 3º 3º HYUNDAI HB20 8.626 4,98% 10.589


5,19% -18,54% 2º 4º VW GOL 6.765 3,91% 6.628 3,25% 2,07% 4º 5º CHEVROLET PRISMA 6.532 3,77% 6.119 3,00% 6,75% 8º 6º FIAT ARGO 6.395 3,69% 6.166 3,02% 3,71% 7º 7º RENAULT KWID 5.486 3,17% 6.273 3,08% -12,55% 6º 8º VW POLO 5.318


3,07% 6.544 3,21% -18,73% 5º 9º JEEP COMPASS 5.006 2,89% 5.800 2,84% -13,69% 9º 10º TOYOTA COROLLA 4.774 2,76% 5.238 2,57% -8,86% 11º 11º RENAULT SANDERO 4.577 2,64% 3.868 1,90% 18,33% 20º 12º HYUNDAI CRETA 4.195 2,42% 5.277 2,59% -20,50% 10º 13º


NISSAN KICKS 4.000 2,31% 4.792 2,35% -16,53% 14º 14º HONDA HR-V 3.972 2,29% 5.021 2,46% -20,89% 12º 15º FIAT MOBI 3.537 2,04% 4.874 2,39% -27,43% 13º 16º VW VIRTUS 3.524 2,03% 4.650 2,28% -24,22% 15º 17º JEEP RENEGADE 3.386 1,96% 4.465 2,19% -24,17%


16º 18º FORD KA SEDAN 3.282 1,89% 3.026 1,48% 8,46% 24º 19º FIAT CRONOS 3.062 1,77% 4.026 1,97% -23,94% 18º 20º TOYOTA YARIS HATCH 2.943 1,70% 4.091 2,01% -28,06% 17º 21º VW FOX/CROSS FOX 2.919 1,69% 3.894 1,91% -25,04% 19º 22º RENAULT LOGAN 2.907 1,68% 2.775


1,36% 4,76% 25º 23º FORD ECOSPORT 2.888 1,67% 3.034 1,49% -4,81% 23º 24º VW VOYAGE 2.828 1,63% 2.562 1,26% 10,38% 28º 25º NISSAN VERSA 2.462 1,42% 2.496 1,22% -1,36% 29º 26º HYUNDAI HB20S 2.451 1,42% 3.188 1,56% -23,12% 21º 27º RENAULT CAPTUR 2.329


1,34% 3.062 1,50% -23,94% 22º 28º TOYOTA YARIS SEDAN 2.122 1,23% 2.250 1,10% -5,69% 32º 29º CHEVROLET COBALT 1.994 1,15% 2.189 1,07% -8,91% 33º 30º HONDA CIVIC 1.914 1,11% 2.329 1,14% -17,82% 31º 31º HONDA FIT 1.869 1,08% 2.050 1,01% -8,83% 34º 32º


RENAULT DUSTER 1.803 1,04% 2.701 1,32% -33,25% 26º 33º CHEVROLET SPIN 1.783 1,03% 2.013 0,99% -11,43% 35º 34º CHEVROLET TRACKER 1.674 0,97% 2.360 1,16% -29,07% 30º 35º VW UP 1.544 0,89% 1.784 0,87% -13,45% 36º 36º CHEVROLET CRUZE SEDAN 1.541 0,89% 1.747 0,86% -11,79%


37º 37º FIAT UNO 1.515 0,87% 2.638 1,29% -42,57% 27º 38º FIAT SIENA 1.441 0,83% 1.603 0,79% -10,11% 38º 39º TOYOTA ETIOS HATCH 1.165 0,67% 1.445 0,71% -19,38% 39º 40º HONDA CITY 1.030 0,59% 1.213 0,59% -15,09% 44º 41º TOYOTA HILUX SW4 1.017 0,59% 1.286


0,63% -20,92% 41º 42º TOYOTA ETIOS SEDAN 851 0,49% 1.261 0,62% -32,51% 42º 43º PEUGEOT 2008 839 0,48% 1.169 0,57% -28,23% 46º 44º HONDA WR-V 787 0,45% 1.444 0,71% -45,50% 40º 45º CHERY TIGGO 2 766 0,44% 728 0,36% 5,22% 48º 46º NISSAN MARCH 690


0,40% 1.244 0,61% -44,53% 43º 47º FORD FIESTA 682 0,39% 1.182 0,58% -42,30% 45º 48º VW TIGUAN 658 0,38% 710 0,35% -7,32% 49º 49º PEUGEOT 208 516 0,30% 641 0,31% -19,50% 50º 50º HYUNDAI IX35 483 0,28% 730 0,36% -33,84% 47º ...


... ... ... ... ... ... ... TOTAL AUTOS 173.193 100,00% 203.911 100,00% -15,06% Ver as imagens Fiat Strada 2019 Mais Ver as imagens Fiat Toro Ranch 2019 Mais COMERCIAIS LEVES A Fiat Strada (4.696), que vinha sendo superada nos últimos meses, deixou a Fiat Toro (4.575) para trás. Mas não foi fácil, já que a VW Saveiro colou nas duas, com 4.334 unidades. A Toyota Hilux, com 3.282 unidades, se manteve em quarto. O grande destaque, no entanto, foi a presença da VW Amarok (2.505) no top 5, impulsionada por uma evolução de mais de 45% nas vendas – ainda assim, a diferença em relação à Chevrolet S10 foi de apenas 55 unidades (2.450). Praticamente estável, a Ford Ranger (2.145) caiu de sexto para sétimo. POS. MODELO SET 18 % TOTAL AGO 18 % TOTAL % VAR. SET/AGO POS. AGO 1º FIAT STRADA 4.696 14,89% 6.119


17,33% -23,26% 2º 2º FIAT TORO 4.575 14,51% 6.172 17,48% -25,87% 1º 3º VW SAVEIRO 4.334 13,74% 4.237 12,00% 2,29% 3º 4º TOYOTA HILUX 3.282 10,41% 3.542 10,03% -7,34% 4º 5º VW AMAROK 2.505 7,94% 1.720 4,87% 45,64% 7º 6º CHEVROLET S10 2.450


7,77% 2.645 7,49% -7,37% 5º 7º FORD RANGER 2.145 6,80% 2.175 6,16% -1,38% 6º 8º CHEVROLET MONTANA 1.292 4,10% 1.404 3,98% -7,98% 9º 9º FIAT FIORINO 1.285 4,07% 1.464 4,15% -12,23% 8º 10º RENAULT DUSTER OROCH 1.045 3,31% 1.374 3,89% -23,94% 10º 11º


MITSUBISHI L200 840 2,66% 1.046 2,96% -19,69% 11º 12º RENAULT MASTER 611 1,94% 755 2,14% -19,07% 12º 13º NISSAN FRONTIER 361 1,14% 366 1,04% -1,37% 14º 14º HYUNDAI HR 353 1,12% 390 1,10% -9,49% 13º 15º KIA K2500 350 1,11% 260 0,74% 34,62%


17º 16º FIAT DUCATO 333 1,06% 282 0,80% 18,09% 16º 17º VW EXPRESS 196 0,62% 289 0,82% -32,18% 15º 18º IVECO DAILY 3514 160 0,51% 183 0,52% -12,57% 18º 19º MERCEDES-BENZ SPRINTER 313 154 0,49% 116 0,33% 32,76% 20º 20º RENAULT KANGOO 95 0,30% 120


0,34% -20,83% 19º 21º RAM 2500 79 0,25% 87 0,25% -9,20% 23º 22º CITROËN JUMPY 74 0,23% 97 0,27% -23,71% 21º 23º PEUGEOT PARTNER 67 0,21% 92 0,26% -27,17% 22º 24º PEUGEOT EXPERT 66 0,21% 78 0,22% -15,38% 24º 25º IVECO DAILY 30S13 45


0,14% 28 0,08% 60,71% 28º 26º MERCEDES-BENZ SPRINTER 39 0,12% 49 0,14% -20,41% 27º 27º CITROËN BERLINGO 21 0,07% 55 0,16% -61,82% 26º 28º MERCEDES-BENZ SPRINTER 415 19 0,06% 18 0,05% 5,56% 30º 29º EFFA K01 16 0,05% 19 0,05% -15,79% 29º 30º


JAC V260 9 0,03% 8 0,02% 12,50% 31º 31º IVECO DAILY 8 0,03% 4 0,01% 100,00% 34º 32º FORD F150 5 0,02% 2 0,01% 150,00% 41º 33º IVECO DAILY 5516 4 0,01% 6 0,02% -33,33% 32º 34º TOYOTA RIBEIRAUTO 4 0,01% 0 0,00% -


35º EFFA K02 3 0,01% 4 0,01% -25,00% 33º 36º VW KOMBI 3 0,01% 0 0,00% 37º FORD F75 2 0,01% 0 0,00% 38º MERCEDES-BENZ RIBEIRAUTO 2 0,01% 1 0,00% 100,00% 50º 39º MERCEDES-BENZ SPRINTER 515 2 0,01% 0


0,00% 40º TOYOTA BANDEIRANTE 2 0,01% 3 0,01% -33,33% 37º 41º CITROËN JUMPER 1 0,00% 2 0,01% -50,00% 39º 42º EFFA V22 1 0,00% 3 0,01% -66,67% 36º ... ... ... ... ... ... ... ... TOTAL COMERCIAIS 31.540 100,00%


35.316 100,00% -10,69% Fonte: Fenabrave https://br.financas.yahoo.com/noticias/vw-gol-cresce-polo-e-135506465.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de caminhões e ônibus saltam 43% 7992008 - UNIBUS RN - Natal - RN - 04/10/2018

Ilustração/UNIBUS RN O mercado de veículos comerciais pesados registrou aumento expressivo de 43,6% das vendas no acumulado dos nove meses do ano, ao atingir as 66,4 mil unidades na soma de caminhões e ônibus, segundo balanço do setor de distribuição divulgados na terça-feira, 2, pela Fenabrave, que reúne as associações de concessionárias no Brasil. Por categoria, as vendas de caminhões cresceram acima dos 50% no acumulado de nove meses, com 53,1 mil unidades emplacadas. Já os chassis apresentaram alta de quase 22%, para pouco mais de 13,2 mil no ano. Em setembro, as vendas do segmento pesado avançaram mais de 52% na comparação com mesmo mês de 2017, para pouco mais de 8,6 mil unidades. No entanto, o volume ficou 8,2% abaixo do registrado em agosto. Segundo o vice-presidente da entidade, Sérgio Zonta, a queda se deve unicamente pelo número menor de dias úteis em setembro: foram 19 contra os 23 de agosto. Apesar disso, a média diária cresceu 9,8% na passagem de um mês para o outro. “Foram trinta unidades a mais por dia útil em setembro na comparação com agosto”, reforçou Zonta. Para o executivo, ainda que o segmento cresça sobre uma base baixa, os resultados consolidam a estimativa positiva para o ano. “O nível de confiança entre os frotistas e transportadores vem crescendo ao mesmo tempo em que temos um aumento significativo dos financiamentos com queda dos juros e CDC abaixo de 1%, mais a queda acentuada da inadimplência”, cita. Ele acrescenta que as vendas de caminhões pesados e extrapesados estão programadas até fevereiro de 2019: impulsionado pelo agronegócio, mas também pelo leve avanço do PIB, o segmento anotou alta acima dos 50% no ano. “Os estoques desta categoria estão praticamente zerados e nos demais, há poucos volumes”, revela. O desempenho do setor fez com que a Fenabrave revisasse mais uma vez suas projeções para o ano, desta vez prevendo crescimento tanto para caminhões quanto para ônibus. Portal Automotive Business http://www.unibusrn.com/2018/10/vendas-de-caminhoes-e-onibus-saltam-43.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: UNIBUS RN Estado: RN Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos caem em setembro, mas quase dobram em relação a 2017 7992009 - NOTÍCIAS DE MATO GROSSO - Cuiabá - MT - 03/10/2018

Home Editorias Economia Vendas de veículos caem em setembro, mas quase dobram em relação a... Fonte: Assessoria. Facebook Queda em setembro tem relação com o período eleitoral, contudo setor mantém expectativas positivas para o fim do ano no setor As vendas de veículos novos em todos os segmentos (auto e comerciais leves, caminhões e ônibus, motos, implementos rodoviários e outros) registraram queda de 19,2% em setembro na comparação com agosto. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o número de emplacamentos foi de 7.352 unidades em setembro e no mês anterior de 9.106. No entanto, o desempenho do nono mês foi muito positivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 3.844 unidades. Nesta comparação, setembro de 2018 registrou alta de 91,26%, quase o dobro, sendo um sinal de retomada de mercado. O número se manteve positivo também no acumulado do ano. De janeiro a setembro de 2018 foram realizados 68.918 emplacamentos contra 52.852 no mesmo período de 2017. Desta forma, o crescimento é de 30,4%. Na avaliação dos concessionários, a baixa em setembro se deve ao atual momento político, já que o Brasil se encontra às vésperas das eleições majoritárias. O diretor da Fenabrave em Mato Grosso, Paulo Boscolo, que possui concessionária em Cuiabá, destaca ainda outros fatores como os dias úteis reduzidos no mês e a expectativa frustrada no aquecimento da economia em função da campanha eleitoral. “Os movimentos financeiros ficaram paralisados, pois estamos diante de uma eleição de resultado ainda indefinido para muitos”, avalia. Edson Maia, com concessionárias em Cuiabá, confirma que em setembro o volume de comercialização foi um pouco menor. Pontua que a queda maior foi sentida nas marcas premium. Cláudio Bagestan, que possui concessionária em Sinop e outras cidades do norte do Estado, analisa a inquietude do consumidor com esse cenário de eleições. “Na primeira quinzena, tivemos um ‘silêncio’ dos clientes e observamos uma inquietude sobre o cenário político. Ainda fomos impactados pelos feriados de 7 de setembro e do dia 13 (municipal). Mas o fluxo nas lojas baixou principalmente por conta do cenário político que gerou certa inércia dos clientes. Ao fim do mês, conseguimos atingir nossas metas com muito suor”, explicou Bagestan. Mesmo diante do período eleitoral, Boscolo mantém as expectativas de crescimento nas vendas. “Acompanhando os resultados do mercado financeiro e expurgando os fatores internacionais, o mercado deve ser reaquecido”, considera. http://www.noticiasdematogrosso.com.br/vendas-de-veiculos-caem-em-setembro-masquase-dobram-em-relacao-a-2017/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Bruno Pinheiro Estado: MT Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Conheça os carros mais vendidos no Brasil em setembro de 2018 7991983 - CARROS NA WEB - 04/10/2018

A FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou os resultados dos emplacamentos de veículos no mês de setembro e no acumulado de 2018. Os dados, apresentados pela entidade, mostram que, de janeiro a setembro de 2018, foram emplacados 2.650.212 veículos, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, o que representa alta de 12,64 por cento, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apenas em setembro, foram comercializadas 299.583 unidades, 8,5 por cento acima do volume registrado em idêntico mês de 2017, quando foram vendidos 276.103 veículos. Entretanto, quando comparado com agosto, este volume representa queda de 14,99 por cento, explicada pelos quatro dias úteis a menos [em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto]. Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 13,1 por cento, totalizando 1.779.675 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 5,77 por cento, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 14,42 por cento ante agosto de 2018. Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, a quantidade de dias úteis influenciou, significativamente, no comparativo entre agosto e setembro deste ano. Em setembro, o mercado sofreu reflexos negativos, causados pela menor quantidade de dias úteis. Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6 por cento, nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves. Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera, enfatiza o Presidente. Em contrapartida, segundo Assumpção Júnior, os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, que estão nos melhores patamares desde 2011, e o crescimento, mês a mês, da confiança do consumidor, estão mantendo as expectativas positivas para o mercado neste ano. Por conta do atual cenário econômico nacional, e do desempenho das vendas de veículos nos três primeiros trimestres, a FENABRAVE revisou as projeções de vendas de veículos para 2018. Para os emplacamentos totais [automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários], a entidade projeta, para este ano, alta de 12,4 por cento sobre 2017, contra os 9,8 por cento estimados anteriormente. A nova projeção da entidade, para os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves, aponta para crescimento de 11,9 por cento em 2018. Em julho, a entidade estimava que os segmentos cresceriam 9,7 por cento no ano. Ranking Modelo Setembro Acumulado 2018 1º ONIX 17.981 146.223 2º KA 8.680 76.621 3º HB20 8.626 78.767 4º GOL 6.765 52.543 5º PRISMA 6.532 49.684 6º ARGO 6.395 46.023 7º KWID 5.486 46.642 8º POLO 5.318 51.833 9º COMPASS 5.006 44.364 10º COROLLA 4.774 42.932 Veja ranking dos mais vendidos por categoria


Veja ranking de vendas por fabricante https://www.carrosnaweb.com.br/noticias.asp?codnoticia=1885 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mesmo em mês de baixas, vendas de veículos novos segue em alta no acumulado anual 7991985 - GARAGEM 360 - 04/10/2018

Nesta semana a Fenabrave divulgou o balanço das vendas de veículos novos em setembro. Comparado com agosto, o último mês teve uma baixa de 14,42% nos emplacamentos. Porém, em relação a setembro de 2017, houve alta de 5,77%. O acumulado de 2018 também está melhor que o do ano anterior, subindo 13,10%. Esses dados são referentes aos segmentos de automóveis e comerciais leves, já que as picapes são classificadas no segundo grupo de acordo com a federação. Quer ganhar um e-book exclusivo com dicas para cuidar melhor de seu veículo? Assine nossa newsletter neste link. Segundo a Fenabrave, a queda nos emplacamentos em setembro é justificada pelo dias úteis a menos – 19, contra 23 em agosto. Por conta disso, a associação já esperava esta baixa. “Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6% Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, explica Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave. LEIA MAIS: Ford Modelo T comemora 110 anos de lançamento Placas de trânsito: conheça seus significados Vendas de veículos novos: projeções A federação das distribuidoras atualizou a sua projeção para o ano de 2018. Se antes a associação acreditava em um crescimento de 9,7% para os segmentos de automóveis e comerciais leves, agora ela projeta aumento de 11,9% em relação aos emplacamentos de 2017. — Por falar em vendas, confira na galeria especial os carros mais vendidos da América Latina em 2018.

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Clipping Ford Ka Sedan sobe e Hyundai HB20S desce em setembro 7991986 - ICARROS - 04/10/2018

Assim como faz o Onix com o segmento de hatches compactos, o Chevrolet Prisma dominou a categoria de sedãs compactos no Brasil em setembro. Ele não chegou a vender a soma dos dois concorrentes seguintes como fez seu irmão, mas ficou perto disso. A surpresa nesse mês ficou por conta de Ford Ka Sedan e Hyundai HB20S. Leia mais: Prisma cresce e Polo cai entre mais vendidos de setembro Toyota Yaris sobe de preço poucos meses após lançamento Hyundai HB20S ganha versão de entrada Unique por R$ 48.190 Sentindo os efeitos da reestilização e da inclusão de câmbio automático nas versões 1.5, o Ford Ka Sedan subiu da quinta posição para a terceira, encostando no Volkswagen Virtus e empurrando o Fiat Cronos para o quarto lugar. Por outro lado, o Hyundai HB20S, que era o quatro sedã mais vendido em agosto, caiu para o oitavo lugar em setembro. Simule as parcelas do seu próximo carro Volkswagen Voyage, Renault Logan e Nissan Versa ganharam uma posição. Já o Toyota Yaris Sedan manteve a mesma posição do mês anterior, ficando à frente apenas do Chevrolet Cobalt. Os dados foram fornecidos pela Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores). Confira a lista dos sedãs compactos mais vendidos de setembro 1. Chevrolet Prisma: 6.532 unidades – Veja ofertas 2. Volkswagen Virtus: 3.524 unidades – Veja ofertas 3. Ford Ka Sedan: 3.282 unidades – Veja ofertas 4. Fiat Cronos: 3.062 unidades – Veja ofertas 5. Renault Logan: 2.907 unidades – Veja ofertas 6. Volkswagen Voyage: 2.828 unidades – Veja ofertas 7. Nissan Versa: 2.462 unidades – Veja ofertas 8. Hyundai HB20S: 2.451 unidades – Veja ofertas 9. Toyota Yaris Sedan: 2.122 unidades – Veja ofertas 10. Chevrolet Cobalt: 1.994 unidades – Veja ofertas Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook (facebook.com/iCarros) Instagram (instagram.com/icarros_oficial) YouTube (youtube.com/icarros) https://www.icarros.com.br/noticias/top-10/ford-ka-sedan-sobe-e-hyundai-hb20s-desce-emsetembro/25394.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Apesar da queda de vendas em setembro, setor automotivo de MT registra alta acumulada 7991987 - MATO GROSSO ECONÔMICO - 04/10/2018

As vendas de veículos novos tiveram queda de 19,2% em setembro na comparação com agosto, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O número de emplacamentos foi de 7.352 unidades em setembro e no mês anterior de 9.106. No entanto, o desempenho do nono mês deste ano foi muito positivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 3.844 unidades. Neste comparativo, houve alta de 91,26% (set 2018 X set 2017), quase o dobro, sendo um sinal de retomada de mercado. No acumulado do ano também foi positivo. De janeiro a setembro de 2018 foram realizados 68.918 emplacamentos contra 52.852 no mesmo período de 2017. Desta forma, o crescimento é de 30,4%. Na avaliação dos concessionários, a baixa em setembro se deve ao atual momento político, já que o Brasil se encontra às vésperas das eleições majoritárias. O diretor da Fenabrave em Mato Grosso, Paulo Boscolo, que possui concessionária em Cuiabá, destaca ainda outros fatores como os dias úteis reduzidos no mês e a expectativa frustrada no aquecimento da economia em função da campanha eleitoral. “Os movimentos financeiros ficaram paralisados, pois estamos diante de uma eleição de resultado ainda indefinido para muitos”, avalia. http://www.matogrossoeconomico.com.br/economia/apesar-da-queda-de-vendas-emsetembro-setor-automotivo-de-mt-registra-alta-acumulada/19642 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fonte: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Os carros que mais desvalorizam entre os mais vendidos 7991988 - FINANCE ONE - 04/10/2018

Você sabe quais são os carros que mais desvalorizam entre os mais vendidos? Caso a resposta seja não, você precisa conhecer o recente estudo da KBB Brasil. O levantamento mostra os carros que mais desvalorizam entre os mais vendidos no primeiro semestre deste ano. O Fiat Strada foi considerado o carro que mais perde valor entre os veículos mais vendidos no primeiro semestre de 2018. De acordo com a pesquisa, uma das versões do veículo desvaloriza 23% após o primeiro ano de uso. E no segundo ano, a desvalorização sobe para 34%. Conheça os carros que mais desvalorizam entre os mais vendidos no primeiro semestre de 2018 Para ajudar interessados em comprar um carro, o estudo mostrou que versões que mais desvalorizaram entre os modelos vendidos até a metade de 2018. A informação foi obtida com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). 10 carros que mais desvalorizam no 1º semestre Versão Percentual de desvalorização no 2º ano de uso – Fiat Strada/CE Hard Working 1.4 8V Flex 2P (Básico) – 33,84% – Fiat Strada/CS Hard Working 1.4 8V Flex 2P (Básico) – 30,96% – Ford Ka/S 1.0 12V Flex 4P (Básico) – 29,65% – Fiat Toro/Freedom 1.8 16V AT6 Flex 4P (Básico) – 29,22% – Renault Sandero/Authentique 1.0 12V SCe Flex 4P (Básico) – 25,90% – Renault Sandero/Expression 1.0 12V SCe Flex 4P (Básico) – 25,51% – Fiat Strada/CD Hard Working 1.4 8V Flex 3p (Básico) -25,14% – Ford Ka/SE 1.5 16V Flex 4P (Básico) – 24,99% – Renault Sandero/GT Line 1.6 16V SCe Flex 4P (Básico) – 24,17% – Renault Sandero/Expression 1.6 16V SCe Flex 4P (Basico) – 24% No Brasil, os 10 modelos de carros mais vendidos foram: Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Ford Ka, Volkswagen Gol. Além do Fiat Strada, Chevrolet Prisma, Toyota Corolla, Jeep Compass, Fiat Toro e Renault Sandero. Os veículos dos modelos Volkswagen Polo, Renault Kwid e Fiat Argo estão entre os mais vendidos mas não foram utilizados no estudo porque só têm versões dos anos de 2018 ou 2019. E para realizar o estudo foram considerados dois anos de uso para cada veículo. Por que levar em conta a desvalorização? A desvalorização ou depreciação de um veículo é a chamada perda de valor de acordo com o tempo. E esse é um dos critérios que pode ajudar a guiar a escolha de qual carro comprar. Isso porque quanto maior a desvalorização, mais dificuldade você terá para revender o veículo e mais dinheiro poderá perder. É importante lembrar que essa desvalorização começa a valer desde o momento da compra até a venda do carro. Porém, se você tem a intenção de comprar um carro seminovo, o índice de depreciação aponta quais carros usados têm valores mais distantes em relação à versão do veículo zero quilômetro. Por isso que os valores podem representar uma boa oportunidade de compra. Você sabe por que a desvalorização acontece? Como os veículos perdem valor rápido? Isso ocorre porque quanto menor a procura por um determinado modelo, maior será o valor de perda dele. Dessa forma, os carros que costumam perder mais valor são os considerados de luxo.


Isso porque eles têm uma demanda menor. Outros veículos que podem ter o valor reduzido de forma rápida são os que não são bem aceitos pelos consumidores. Porém, alguns veículos mais populares também podem ser incluídos na lista dos carros que mais desvalorizam entre os mais vendidos. Esse fato ocorre quando as vendas não são suficientes para absorver a grande oferta do veículo na revenda. Além disso, o cenário de crise e mudanças que o Brasil vem sofrendo também colabora nas condições de financiamento. O que acaba contribuindo para elevar o estoque da versão de um determinado veículo. Quer vender carro usado? Veja como não perder dinheiro Quem quer vender um carro usado sabe que não é uma tarefa fácil. Mas como é possível realizar um bom negócio? Para isso, é necessário ter bastante cuidado para não perder dinheiro. Dessa forma, você não sairá prejudicado e mal sucedido. É importante frisar que nem toda venda de carro está associada com a desvalorização e/ou perda de dinheiro. Isso irá depender do ponto de vista e da estratégia do interessado. Além disso, quem deseja vender um carro usado tem que optar entre ganhar mais dinheiro, vender mais rápido ou ter mais segurança na transação. Confira mais dicas de como não perder dinheiro ao vender um carro usado! https://financeone.com.br/carros-que-mais-desvalorizam/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Caem vendas de veículos no Mato Grosso 7992000 - MATO GROSSO ECONÔMICO - 04/10/2018

Muito embora as vendas de veículos novos tenham tido queda de 19,2% em setembro na comparação com agosto, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o número de emplacamentos foi de 7.352 unidades em setembro e no mês anterior de 9.106. No entanto, o desempenho do nono mês foi muito positivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 3.844 unidades. Nesta comparação, setembro de 2018 registrou alta de 91,26%, quase o dobro, sendo um sinal de retomada de mercado. No acumulado do ano também foi positivo. De janeiro a setembro de 2018 foram realizados 68.918 emplacamentos contra 52.852 no mesmo período de 2017. Desta forma, o crescimento é de 30,4%. Na avaliação dos concessionários, a baixa em setembro se deve ao atual momento político, já que o Brasil se encontra às vésperas das eleições majoritárias. O diretor da Fenabrave em Mato Grosso, Paulo Boscolo, que possui concessionária em Cuiabá, destaca ainda outros fatores como os dias úteis reduzidos no mês e a expectativa frustrada no aquecimento da economia em função da campanha eleitoral. “Os movimentos financeiros ficaram paralisados, pois estamos diante de uma eleição de resultado ainda indefinido para muitos”, avalia. http://www.matogrossoeconomico.com.br/blog-post/caem-vendas-de-veiculos-no-matogrosso/19642 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fonte: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Os carros que menos se desvalorizam entre os mais vendidos no 1º semestre 7992011 - EXAME - São Paulo - SP - 04/10/2018

São Paulo – O Toyota Corolla é o carro que menos perde valor entre os mais vendidos no 1º semestre, de acordo com um levantamento da KBB Brasil. Uma das versões do veículo desvaloriza 3,87% após o primeiro ano de uso e 9,04% após o segundo ano de uso. Para ajudar os interessados em adquirir um carro, a pesquisa mostra as versões que menos se desvalorizam entre os modelos mais vendidos no 1º semestre, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Os dez modelos mais vendidos no país foram: Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Ford Ka, Volkswagen Gol, Fiat Strada, Chevrolet Prisma, Toyota Corolla, Jeep Compass, Fiat Toro e Renault Sandero. Os veículos Volkswagen Polo, Renault Kwid e Fiat Argo estão entre os mais vendidos, mas não foram utilizados na análise porque só contam com versões de 2018 ou de 2019. Porém, o estudo considera dois anos de uso. A seguir, confira as versões que menos desvalorizam após o primeiro e o segundo ano de uso, entre os carros mais vendidos no 1º semestre: VEÍCULO/VERSÃO 0KM 2018 2017 Desvalorização: 1º ano de uso Desvalorização: 2º ano de uso TOYOTA COROLLA GLi 1.8 16V MT6 FLEX 4P (Básico) R$ 69.700 R$ 67.000 R$ 63.400 3,87% -9,04% VOLKSWAGEN GOL COMFORTLINE G6 1.0 12V FLEX 4P (Básico) R$ 43.700 R$41.000 R$ 39.600 -6,18% -9,38% VOLKSWAGEN GOL COMFORTLINE G6 1.6 8V FLEX 4P (Básico) R$ 44.990 R$42.500 R$ 40.200 -5,53% -10,65% VOLKSWAGEN GOL CITY G6 1.0 12V FLEX 2P (Básico) R$ 34.700 R$ 33.300 R$ 31.000 4,03% -10,66% HYUNDAI HB20 COMFORT 1.0 12V FLEX 4P (Básico) R$ 41.500 R$ 38.500 R$ 37.000 7,23% -10,84% RENAULT SANDERO R.S. N.GERACAO 2.0 16V HIFLEX 4P (Básico) R$ 65.500 R$ 59.000 R$ 57.500 -9,92% -12,21% TOYOTA COROLLA GLi 1.8 16V CVT FLEX 4P (Básico) R$ 74.900 R$ 68.000 R$ 65.600 9,21% -12,42% JEEP COMPASS NIGHT EAGLE 4X4 2.0 TB AT9 DIES 4P (Básico) R$ 150.490 R$ 140.000 R$ 131.600 -6,97% -12,55% VOLKSWAGEN GOL TRACK G6 1.0 12V FLEX 4P (Básico) R$ 46.490 R$ 42.400 R$ 40.500 -8,80% -12,88% TOYOTA COROLLA GLi COURO 1.8 16V CVT FLEX 4P (Básico) R$ 89.990 R$ 80.000 R$ 78.000 -11,10% -13,32% Por que levar em conta a desvalorização A perda de valor de um veículo no tempo, chamada de desvalorização ou depreciação, é um dos critérios que pode guiar a escolha de qual carro novo comprar. Quanto maior a desvalorização, mais dificuldade você terá para revender o veículo e mais dinheiro perde, desde o momento da compra até a venda. Por outro lado, se a sua intenção for comprar um carro seminovo, o índice de depreciação mostra quais carros usados têm valores mais distantes da sua versão zero-quilômetro e, portanto, podem representar uma boa oportunidade de compra. Mas por que a depreciação acontece? Quanto menor a procura pelo modelo, mais valor ele perde. Assim, os carros que mais se depreciam costumam ser os mais luxuosos, já que sua demanda é menor, ou aqueles modelos que não são bem aceitos por consumidores.


Alguns carros mais populares também podem ser incluídos na lista, caso as vendas não sejam suficientes para absorver a grande oferta do veículo na revenda. Um cenário de crise e mudanças nas condições de financiamentos também podem contribuir para elevar o estoque da versão. https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/os-carros-que-menos-se-desvalorizam-entre-osmais-vendidos-no-1o-semestre/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Anderson Figo Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Volkswagen Amarok ultrapassa Chevrolet S10 em número de vendas em setembro 7992012 - MAIS MINAS - Inconfidentes - MG - 03/10/2018

? ? ? ? ? 5 de 5 Receba Novos Artigos Cancele Sua Inscrição Facebook Curta nossa página no Facebook e acompanhe as notícias do nosso site! Curtir Página Segundo dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) revela que a Volkswagen Amarok superou a Chevrolet S10 entre as picapes mais vendidas no mês de setembro. Essa é a primeira vez que a picape da Volks eleva suas vendas e consegue atingir esse patamar, o veículo saiu da sétima posição e atualmente ocupa o quinto lugar com 2.505 unidades vendidas. Por outro lado, a Chevrolet S10 conseguiu comercializar 2.450 exemplares e está na sexta colocação, enquanto a Fiat Strada está na liderança vendendo 4.696 unidades. Segundo o site Carsale, a Chevrolet S10 continua na vantagem quando comparamos o número de picapes vendidas no ranking anual, são quase 10 mil unidades comercializadas chegando a 23.211 contra 13.813 da Volkswagen Amarok. A Toyota Hilux continua na liderança com quase 28 mil veículos vendidos e a Ford Ranger aparece na quarta colocação com 14.746 unidades. No Brasil a liderança do segmento de picapes no mês de setembro é revezada entre os modelos Fiat Strada e Toro. Por outro lado, a Volkswagen Saveiro consegui diminuir a diferença entre as suas rivais ficando apenas 200 unidades atrás da Fiat Toro. Ao mesmo tempo, as últimas colocações foram mantidas pela Chevrolet Montana, Renault Oroch, Mitsubishi L200 Triton e Nissan Frontier que apareceram na mesma classificação de agosto. Artigos Relacionados Confira as especificações e valores do novo Tiguan Allspace da Volkswagen A Volkswagen investiu pesado em um carro que, além de espaçoso, entrega muitas novidades ao… Honda Fit aposta em nova cor para apresentar a linha 2019 Com o objetivo de trazer um diferencial para o mercado automobilístico, a empresa Honda apresentou… Conhecendo o Virtus, o novo Sedam da VW – Ficha técnica e valores Desenvolvido a partir do novo Polo e usando a mesma plataforma modular MQB, a… Facebook Curta nossa página no Facebook e acompanhe as notícias do nosso site! Curtir Página Confira a lista das picapes mais vendidas no mês de setembro: Fiat Strada: 4.696 unidades Fiat Toro: 4.575 unidades Volkswagen Saveiro: 4.334 unidades Toyota Hilux: 3.282 unidades Volkswagen Amarok: 2.505 unidades Chevrolet S10: 2.450 unidades Ford Ranger: 2.145 unidades Chevrolet Montana: 1.292 unidades Renault Oroch: 1.045 unidades Mitsubishi L200: 840 unidades Nissan Frontier: 361 unidades A S10 oferece uma direção elétrica bem calibrada (Foto: Divulgação/Chevrolet) Leia também: Volkswagen revelará no próximo mês o novo modelo da geração T-Cross Facebook Curta nossa página no Facebook e acompanhe as notícias do nosso site! Curtir Página


MOSTRAR TEXTO Esta publicação foi modificada pela última vez em 4 de outubro de 2018 01:50 https://maisminas.org/amarok-ultrapassa-chevrolet-s10/amp/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mesmo em mês de baixas, vendas de veículos novos segue em alta no acumulado anual 7991989 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 04/10/2018

Do Garagem360 04/10/2018 | 09:42 Atualizada às 09h42 Nesta semana a Fenabrave divulgou o balanço das vendas de veículos novos em setembro. Comparado com agosto, o último mês teve uma baixa de 14,42% nos emplacamentos. Porém, em relação a setembro de 2017, houve alta de 5,77%. O acumulado de 2018 também está melhor que o do ano anterior, subindo 13,10%. Esses dados são referentes aos segmentos de automóveis e comerciais leves, já que as picapes são classificadas no segundo grupo de acordo com a federação. Quer ganhar um e-book exclusivo com dicas para cuidar melhor de seu veículo? Assine nossa newsletter neste link. Segundo a Fenabrave, a queda nos emplacamentos em setembro é justificada pelo dias úteis a menos – 19, contra 23 em agosto. Por conta disso, a associação já esperava esta baixa. “Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6% Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, explica Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave. LEIA MAIS: Ford Modelo T comemora 110 anos de lançamento Placas de trânsito: conheça seus significados Vendas de veículos novos: projeções A federação das distribuidoras atualizou a sua projeção para o ano de 2018. Se antes a associação acreditava em um crescimento de 9,7% para os segmentos de automóveis e comerciais leves, agora ela projeta aumento de 11,9% em relação aos emplacamentos de 2017. — Por falar em vendas, confira na galeria especial os carros mais vendidos da América Latina em 2018.

https://www.dgabc.com.br/Noticia/2954890/mesmo-em-mes-de-baixas-vendas-de-veiculosnovos-segue-em-alta-no-acumulado-anual Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de motos cresce 8,7% no acumulado até setembro 7991991 - EVENTOS MOTOCICLÍSTICOS - 04/10/2018

A venda de motos em setembro somou 74,1 mil unidades, registrando média diária próxima a 3,9 mil assim como em agosto. No acumulado do ano foram emplacadas 696,1 mil motocicletas, 8,7% a mais que nos mesmos nove meses do ano passado. Os números foram divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários. – Faça aqui o download dos dados da Fenabrave A manutenção da média diária e outros fatores levaram a Fenabrave a elevar sua projeção anterior, feita em julho. Em vez de 917 mil unidades a entidade estima agora 935,4 mil motocicletas emplacadas até o fim do ano, o que resultará em alta de 10% sobre 2017. “Isso se deve à elevação do índice de confiança e à melhora na aprovação de crédito. Temos agora em média três propostas de financiamento aprovadas a cada dez fichas preenchidas. Algum tempo atrás eram duas a cada dez”, afirma o vice-presidente da Fenabrave, Carlos Porto. Do total emplacado até setembro, 552,8 mil unidades eram motos Honda, o equivalente a 79,4% do segmento. A marca cresceu 10,5% no período, portanto acima da média de mercado. As quatro motos mais vendidas no Brasil são Honda: CG 160, Biz, Bros, Pop e PCX. Em quinto vem a Yamaha 150 Factor/Fazer. A Yamaha se aproximou das 95 mil motos nestes nove meses e anotou crescimento de 10%, também acima da média. A atual número 3 em vendas é a Haojue, com 7 mil motos emplacadas e alta de 370% sobre igual período de 2017, ano em que suas motos começaram a ser montadas em Manaus, dividindo endereço com a J.Toledo Suzuki. A BMW teve no acumulado do ano 5,1 mil unidades e anotou leve alta de 5,7% sobre o mesmo período do ano passado. A Kawasaki foi beneficiada por novos modelos. Teve 4,3 mil unidades vendidas, crescendo 26,9% e roubando o sexto lugar da Harley-Davidson. O post Venda de motos cresce 8,7% no acumulado até setembro apareceu primeiro em Eventos Motociclisticos. http://eventosmotociclisticos.com.br/noticias/venda-de-motos-cresce-87-no-acumulado-atesetembro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Tony Cavalcanti Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Taxa rosa: por que produtos para as mulheres são mais caros? 7991992 - CENTRALIZADA - 04/10/2018

Existe há décadas a crença de que produtos custam mais quando são para mulheres mesmo que exista um equivalente para homens e mulheres ou mesmo só para os homens. O fenômeno fez surgir entre economistas e algumas vozes críticas o termo ?taxa rosa?. Mas será verdade que elas pagam mais? Qualquer mulher que vá ao supermercado poderá dizer que sim. E provavelmente estará certa. Muitos produtos e serviços para mulheres realmente são mais caros. Em 2015, o Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York publicou um estudo, co-assinado pelo próprio prefeito, Bill de Blasio, de que produtos para mulheres e para meninas na cidade custavam 7% a mais do que para homens e para meninos. Isso incluía vestuário, brinquedos e produtos de beleza, entre outros. Imagine que você vai comprar um patinete de brinquedo para dar de presente. Se for um vermelho, para um menino, custa na cidade o equivalente a R$ 100. Mas rosa, para meninas, terá de gastar R$ 200. É um dos exemplos compilados no estudo. Nas roupas, em média, as mulheres pagam US$ 4 a mais e nos cuidados pessoais os produtos custam 13% a mais. O governo da Califórnia estimou, em 2012, que todos os anos as mulheres precisam gastar US$ 1.351 a mais do que os homens pelos mesmos produtos. Os números são americanos, mas estudos na França, na Espanha e no Canadá encontraram dados parecidos e não há nada que indique se não se repetem no mundo todo. A explicação não é necessariamente uma conspiração contra as mulheres. Muitos empresas alegam que os serviços, como cabeleireiro e os tratamentos de beleza, são mais caros pois demandam mais produtos e mais horas dos profissionais envolvidos. Dados históricos mostram que elas consomem mais as tendências da moda e são mais abertas a experimentar novos produtos, que custam mais caro. Há ainda á o argumento de que alguns mercados como os de produtos de beleza masculinos ainda são relativamente recentes, exigindo preços mais baixos para formar um público. E nem sempre as diferenças prejudicam as mulheres. Um exemplo é o seguro de veículos. Por serem mais cuidadosas, as motoristas com menos de 35 anos pagam em média 28% a menos pela cobertura do que os homens da mesma idade no Brasil, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mas no geral os preços maiores elevam os custos para as mulheres e, diante do gap de gênero, o fato de que ganham menos do que os homens, há uma dupla penalização do poder de compra delas. O que pode ser feito? Julie Manin, coautora do estudo sobre Nova York, sugere que as mulheres passem a comprar, como ela mesma faz, alguns produtos nas prateleiras masculinas, abandonando seus equivalentes femininos mais caros quando for possível. Barbeadores para homens, por exemplo, custam 20% a menos e, muitas vezes, a única diferença para um depilador feminino com lâminas é a cor. Escovas de dentes, assim como desodorantes e xampus, muitas vezes servem às necessidades de ambos os gêneros, já que os componentes são os mesmos. Dá um pouco mais de trabalho pesquisar, mas o melhor combate nesse caso é o comportamento do consumidor. https://www.centralizada.com.br/neg%C3%B3cios/economia/56965-Taxa-rosa--por-queprodutos-para-as-mulheres-s%C3%A3o-mais-caros?.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos caem em setembro no Mato Grosso mas quase dobram em relação a 2017 7991994 - ACESSE NOTÍCIAS - 04/10/2018

04/10/2018 07:04 Sonoticias Vendas de veículos caem em setembro no Mato Grosso mas quase dobram em relação a 2017 Foto meramente ilustrativa As vendas de veículos novos em todos os segmentos (auto e comerciais leves, caminhões e ônibus, motos, implementos rodoviários e outros) registraram queda de 19,2% em setembro na comparação com agosto. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o número de emplacamentos foi de 7.352 unidades em setembro e no mês anterior de 9.106. No entanto, o desempenho do nono mês foi muito positivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 3.844 unidades. Nesta comparação, setembro de 2018 registrou alta de 91,26%, quase o dobro, sendo um sinal de retomada de mercado. O número se manteve positivo também no acumulado do ano. De janeiro a setembro de 2018 foram realizados 68.918 emplacamentos contra 52.852 no mesmo período de 2017. Desta forma, o crescimento é de 30,4%. Na avaliação dos concessionários, a baixa em setembro se deve ao atual momento político, já que o Brasil se encontra às vésperas das eleições majoritárias. O diretor da Fenabrave em Mato Grosso, Paulo Boscolo, que possui concessionária em Cuiabá, destaca ainda outros fatores como os dias úteis reduzidos no mês e a expectativa frustrada no aquecimento da economia em função da campanha eleitoral. “Os movimentos financeiros ficaram paralisados, pois estamos diante de uma eleição de resultado ainda indefinido para muitos”, avalia. h t t p : / / a c e s s e n o t i c i a s . c o m . b r / e c o n o m i a / i d 794862/vendas_de_veiculos_caem_em_setembro_no_mato_grosso_mas_quase_dobram_e m_relacao_a_2017 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping ‘Taxa rosa’: por que produtos para as mulheres são mais caros? 7991995 - PORTAL G1 NEWS - 04/10/2018

Existe há décadas a crença de que produtos custam mais quando são para mulheres mesmo que exista um equivalente para homens e mulheres ou mesmo só para os homens. O fenômeno fez surgir entre economistas e algumas vozes críticas o termo “taxa rosa”. Mas será verdade que elas pagam mais? Qualquer mulher que vá ao supermercado poderá dizer que sim. E provavelmente estará certa. Muitos produtos e serviços para mulheres realmente são mais caros. Em 2015, o Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York publicou um estudo, co-assinado pelo próprio prefeito, Bill de Blasio, de que produtos para mulheres e para meninas na cidade custavam 7% a mais do que para homens e para meninos. Isso incluía vestuário, brinquedos e produtos de beleza, entre outros. Imagine que você vai comprar um patinete de brinquedo para dar de presente. Se for um vermelho, para um menino, custa na cidade o equivalente a R$ 100. Mas rosa, para meninas, terá de gastar R$ 200. É um dos exemplos compilados no estudo. Nas roupas, em média, as mulheres pagam US$ 4 a mais e nos cuidados pessoais os produtos custam 13% a mais. O governo da Califórnia estimou, em 2012, que todos os anos as mulheres precisam gastar US$ 1.351 a mais do que os homens pelos mesmos produtos. Os números são americanos, mas estudos na França, na Espanha e no Canadá encontraram dados parecidos e não há nada que indique se não se repetem no mundo todo. A explicação não é necessariamente uma conspiração contra as mulheres. Muitos empresas alegam que os serviços, como cabeleireiro e os tratamentos de beleza, são mais caros pois demandam mais produtos e mais horas dos profissionais envolvidos. Dados históricos mostram que elas consomem mais as tendências da moda e são mais abertas a experimentar novos produtos, que custam mais caro. Há ainda á o argumento de que alguns mercados como os de produtos de beleza masculinos ainda são relativamente recentes, exigindo preços mais baixos para formar um público. E nem sempre as diferenças prejudicam as mulheres. Um exemplo é o seguro de veículos. Por serem mais cuidadosas, as motoristas com menos de 35 anos pagam em média 28% a menos pela cobertura do que os homens da mesma idade no Brasil, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mas no geral os preços maiores elevam os custos para as mulheres e, diante do gap de gênero, o fato de que ganham menos do que os homens, há uma dupla penalização do poder de compra delas. O que pode ser feito? Julie Manin, coautora do estudo sobre Nova York, sugere que as mulheres passem a comprar, como ela mesma faz, alguns produtos nas prateleiras masculinas, abandonando seus equivalentes femininos mais caros quando for possível. Barbeadores para homens, por exemplo, custam 20% a menos e, muitas vezes, a única diferença para um depilador feminino com lâminas é a cor. Escovas de dentes, assim como desodorantes e xampus, muitas vezes servem às necessidades de ambos os gêneros, já que os componentes são os mesmos. Dá um pouco mais de trabalho pesquisar, mas o melhor combate nesse caso é o comportamento do consumidor. from G1 > Economia https://glo.bo/2xZ02QG https://portalg1news.wordpress.com/2018/10/04/taxa-rosa-por-que-produtos-para-asmulheres-sao-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: portalg1news Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE

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Clipping ''Taxa rosa'': por que produtos para as mulheres são mais caros? 7991996 - PORTAL TERNURA FM - 04/10/2018

Imagem: Ilustrativa Existe há décadas a crença de que produtos custam mais quando são para mulheres mesmo que exista um equivalente para homens e mulheres ou mesmo só para os homens. O fenômeno fez surgir entre economistas e algumas vozes críticas o termo “taxa rosa”. Mas será verdade que elas pagam mais? Qualquer mulher que vá ao supermercado poderá dizer que sim. E provavelmente estará certa. Muitos produtos e serviços para mulheres realmente são mais caros. Em 2015, o Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York publicou um estudo, co-assinado pelo próprio prefeito, Bill de Blasio, de que produtos para mulheres e para meninas na cidade custavam 7% a mais do que para homens e para meninos. Isso incluía vestuário, brinquedos e produtos de beleza, entre outros. Imagine que você vai comprar um patinete de brinquedo para dar de presente. Se for um vermelho, para um menino, custa na cidade o equivalente a R$ 100. Mas rosa, para meninas, terá de gastar R$ 200. É um dos exemplos compilados no estudo. Nas roupas, em média, as mulheres pagam US$ 4 a mais e nos cuidados pessoais os produtos custam 13% a mais. O governo da Califórnia estimou, em 2012, que todos os anos as mulheres precisam gastar US$ 1.351 a mais do que os homens pelos mesmos produtos. Os números são americanos, mas estudos na França, na Espanha e no Canadá encontraram dados parecidos e não há nada que indique se não se repetem no mundo todo. A explicação não é necessariamente uma conspiração contra as mulheres. Muitos empresas alegam que os serviços, como cabeleireiro e os tratamentos de beleza, são mais caros pois demandam mais produtos e mais horas dos profissionais envolvidos. Dados históricos mostram que elas consomem mais as tendências da moda e são mais abertas a experimentar novos produtos, que custam mais caro. Há ainda á o argumento de que alguns mercados como os de produtos de beleza masculinos ainda são relativamente recentes, exigindo preços mais baixos para formar um público. E nem sempre as diferenças prejudicam as mulheres. Um exemplo é o seguro de veículos. Por serem mais cuidadosas, as motoristas com menos de 35 anos pagam em média 28% a menos pela cobertura do que os homens da mesma idade no Brasil, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mas no geral os preços maiores elevam os custos para as mulheres e, diante do gap de gênero, o fato de que ganham menos do que os homens, há uma dupla penalização do poder de compra delas. O que pode ser feito? Julie Manin, coautora do estudo sobre Nova York, sugere que as mulheres passem a comprar, como ela mesma faz, alguns produtos nas prateleiras masculinas, abandonando seus equivalentes femininos mais caros quando for possível. Barbeadores para homens, por exemplo, custam 20% a menos e, muitas vezes, a única diferença para um depilador feminino com lâminas é a cor. Escovas de dentes, assim como desodorantes e xampus, muitas vezes servem às necessidades de ambos os gêneros, já que os componentes são os mesmos. Dá um pouco mais de trabalho pesquisar, mas o melhor combate nesse caso é o comportamento do consumidor. Fonte: G1 https://www.portalternurafm.com.br/noticias/nacional-e-internacional/taxa-rosa-por-queprodutos-para-as-mulheres-sao-mais-caros/42215 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado:

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Clipping ''Taxa rosa'': por que produtos para as mulheres são mais caros? 7991997 - RÁDIO EVANGELHO - Cuiabá - MT - 04/10/2018

Existe há décadas a crença de que produtos custam mais quando são para mulheres mesmo que exista um equivalente para homens e mulheres ou mesmo só para os homens. O fenômeno fez surgir entre economistas e algumas vozes críticas o termo “taxa rosa”. Mas será verdade que elas pagam mais? Qualquer mulher que vá ao supermercado poderá dizer que sim. E provavelmente estará certa. Muitos produtos e serviços para mulheres realmente são mais caros. Em 2015, o Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York publicou um estudo, co-assinado pelo próprio prefeito, Bill de Blasio, de que produtos para mulheres e para meninas na cidade custavam 7% a mais do que para homens e para meninos. Isso incluía vestuário, brinquedos e produtos de beleza, entre outros. Imagine que você vai comprar um patinete de brinquedo para dar de presente. Se for um vermelho, para um menino, custa na cidade o equivalente a R$ 100. Mas rosa, para meninas, terá de gastar R$ 200. É um dos exemplos compilados no estudo. Nas roupas, em média, as mulheres pagam US$ 4 a mais e nos cuidados pessoais os produtos custam 13% a mais. O governo da Califórnia estimou, em 2012, que todos os anos as mulheres precisam gastar US$ 1.351 a mais do que os homens pelos mesmos produtos. Os números são americanos, mas estudos na França, na Espanha e no Canadá encontraram dados parecidos e não há nada que indique se não se repetem no mundo todo. A explicação não é necessariamente uma conspiração contra as mulheres. Muitos empresas alegam que os serviços, como cabeleireiro e os tratamentos de beleza, são mais caros pois demandam mais produtos e mais horas dos profissionais envolvidos. Dados históricos mostram que elas consomem mais as tendências da moda e são mais abertas a experimentar novos produtos, que custam mais caro. Há ainda á o argumento de que alguns mercados como os de produtos de beleza masculinos ainda são relativamente recentes, exigindo preços mais baixos para formar um público. E nem sempre as diferenças prejudicam as mulheres. Um exemplo é o seguro de veículos. Por serem mais cuidadosas, as motoristas com menos de 35 anos pagam em média 28% a menos pela cobertura do que os homens da mesma idade no Brasil, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mas no geral os preços maiores elevam os custos para as mulheres e, diante do gap de gênero, o fato de que ganham menos do que os homens, há uma dupla penalização do poder de compra delas. O que pode ser feito? Julie Manin, coautora do estudo sobre Nova York, sugere que as mulheres passem a comprar, como ela mesma faz, alguns produtos nas prateleiras masculinas, abandonando seus equivalentes femininos mais caros quando for possível. Barbeadores para homens, por exemplo, custam 20% a menos e, muitas vezes, a única diferença para um depilador feminino com lâminas é a cor. Escovas de dentes, assim como desodorantes e xampus, muitas vezes servem às necessidades de ambos os gêneros, já que os componentes são os mesmos. Dá um pouco mais de trabalho pesquisar, mas o melhor combate nesse caso é o comportamento do consumidor. http://www.radioevangelho.com/portal/artigos/noticias/2018/10/04/taxa-rosa-por-queprodutos-para-as-mulheres-sao-mais-caros.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping ''Taxa rosa'': por que produtos para as mulheres são mais caros? 7991998 - REDAÇÃO AGRO - Campinas - SP - 04/10/2018

Existe há décadas a crença de que produtos custam mais quando são para mulheres mesmo que exista um equivalente para homens e mulheres ou mesmo só para os homens. O fenômeno fez surgir entre economistas e algumas vozes críticas o termo “taxa rosa”. Mas será verdade que elas pagam mais? Qualquer mulher que vá ao supermercado poderá dizer que sim. E provavelmente estará certa. Muitos produtos e serviços para mulheres realmente são mais caros. Em 2015, o Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York publicou um estudo, co-assinado pelo próprio prefeito, Bill de Blasio, de que produtos para mulheres e para meninas na cidade custavam 7% a mais do que para homens e para meninos. Isso incluía vestuário, brinquedos e produtos de beleza, entre outros. Imagine que você vai comprar um patinete de brinquedo para dar de presente. Se for um vermelho, para um menino, custa na cidade o equivalente a R$ 100. Mas rosa, para meninas, terá de gastar R$ 200. É um dos exemplos compilados no estudo. Nas roupas, em média, as mulheres pagam US$ 4 a mais e nos cuidados pessoais os produtos custam 13% a mais. O governo da Califórnia estimou, em 2012, que todos os anos as mulheres precisam gastar US$ 1.351 a mais do que os homens pelos mesmos produtos. Os números são americanos, mas estudos na França, na Espanha e no Canadá encontraram dados parecidos e não há nada que indique se não se repetem no mundo todo. A explicação não é necessariamente uma conspiração contra as mulheres. Muitos empresas alegam que os serviços, como cabeleireiro e os tratamentos de beleza, são mais caros pois demandam mais produtos e mais horas dos profissionais envolvidos. Dados históricos mostram que elas consomem mais as tendências da moda e são mais abertas a experimentar novos produtos, que custam mais caro. Há ainda á o argumento de que alguns mercados como os de produtos de beleza masculinos ainda são relativamente recentes, exigindo preços mais baixos para formar um público. E nem sempre as diferenças prejudicam as mulheres. Um exemplo é o seguro de veículos. Por serem mais cuidadosas, as motoristas com menos de 35 anos pagam em média 28% a menos pela cobertura do que os homens da mesma idade no Brasil, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mas no geral os preços maiores elevam os custos para as mulheres e, diante do gap de gênero, o fato de que ganham menos do que os homens, há uma dupla penalização do poder de compra delas. O que pode ser feito? Julie Manin, coautora do estudo sobre Nova York, sugere que as mulheres passem a comprar, como ela mesma faz, alguns produtos nas prateleiras masculinas, abandonando seus equivalentes femininos mais caros quando for possível. Barbeadores para homens, por exemplo, custam 20% a menos e, muitas vezes, a única diferença para um depilador feminino com lâminas é a cor. Escovas de dentes, assim como desodorantes e xampus, muitas vezes servem às necessidades de ambos os gêneros, já que os componentes são os mesmos. Dá um pouco mais de trabalho pesquisar, mas o melhor combate nesse caso é o comportamento do consumidor. https://g1.globo.com/economia https://www.redacaoagro.com.br/negocios/taxa-rosa-por-que-produtos-para-as-mulheressao-mais-caros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Jessica Ruza Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE

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Clipping Por que produtos para as mulheres são mais caros? 7991999 - CORREIO DO LAGO - Santa Helena - PR - 04/10/2018

Existe há décadas a crença de que produtos custam mais quando são para mulheres mesmo que exista um equivalente para homens e mulheres ou mesmo só para os homens. O fenômeno fez surgir entre economistas e algumas vozes críticas o termo “taxa rosa”. Mas será verdade que elas pagam mais? Qualquer mulher que vá ao supermercado poderá dizer que sim. E provavelmente estará certa. Muitos produtos e serviços para mulheres realmente são mais caros. Em 2015, o Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York publicou um estudo, co-assinado pelo próprio prefeito, Bill de Blasio, de que produtos para mulheres e para meninas na cidade custavam 7% a mais do que para homens e para meninos. Isso incluía vestuário, brinquedos e produtos de beleza, entre outros. Imagine que você vai comprar um patinete de brinquedo para dar de presente. Se for um vermelho, para um menino, custa na cidade o equivalente a R$ 100. Mas rosa, para meninas, terá de gastar R$ 200. É um dos exemplos compilados no estudo. Nas roupas, em média, as mulheres pagam US$ 4 a mais e nos cuidados pessoais os produtos custam 13% a mais. O governo da Califórnia estimou, em 2012, que todos os anos as mulheres precisam gastar US$ 1.351 a mais do que os homens pelos mesmos produtos. Os números são americanos, mas estudos na França, na Espanha e no Canadá encontraram dados parecidos e não há nada que indique se não se repetem no mundo todo. A explicação não é necessariamente uma conspiração contra as mulheres. Muitos empresas alegam que os serviços, como cabeleireiro e os tratamentos de beleza, são mais caros pois demandam mais produtos e mais horas dos profissionais envolvidos. Dados históricos mostram que elas consomem mais as tendências da moda e são mais abertas a experimentar novos produtos, que custam mais caro. Há ainda á o argumento de que alguns mercados como os de produtos de beleza masculinos ainda são relativamente recentes, exigindo preços mais baixos para formar um público. E nem sempre as diferenças prejudicam as mulheres. Um exemplo é o seguro de veículos. Por serem mais cuidadosas, as motoristas com menos de 35 anos pagam em média 28% a menos pela cobertura do que os homens da mesma idade no Brasil, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mas no geral os preços maiores elevam os custos para as mulheres e, diante do gap de gênero, o fato de que ganham menos do que os homens, há uma dupla penalização do poder de compra delas. O que pode ser feito? Julie Manin, coautora do estudo sobre Nova York, sugere que as mulheres passem a comprar, como ela mesma faz, alguns produtos nas prateleiras masculinas, abandonando seus equivalentes femininos mais caros quando for possível. Barbeadores para homens, por exemplo, custam 20% a menos e, muitas vezes, a única diferença para um depilador feminino com lâminas é a cor. Escovas de dentes, assim como desodorantes e xampus, muitas vezes servem às necessidades de ambos os gêneros, já que os componentes são os mesmos. Dá um pouco mais de trabalho pesquisar, mas o melhor combate nesse caso é o comportamento do consumidor. http://www.correiodolago.com.br/noticia/por-que-produtos-para-as-mulheres-sao-maiscaros/79736/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Renault ultrapassa Ford e se torna 4ª marca mais vendida 7992002 - ICARROS - 04/10/2018

Se em agosto a Renault já ameaçava a quarta posição da Ford entre as fabricantes mais vendidas do Brasil, em setembro a mudança de posição se concretizou. Com apenas 123 unidades de diferença, a montadora francesa superou a americana, quebrando a hegemonia das quatro grandes. Os dados são da Fenabrave (Fenabrave Federação Nacional Distribuição Veículos). Leia mais: Em promoção, Renault Sandero tem até R$ 4.500 de desconto Renault Kwid elétrico é apresentado com 250 km de autonomia Ford Focus sairá de linha no Brasil e na Argentina Não é a primeira vez que a Renault faz isso: em outubro de 2017, graças às boas vendas do Kwid, a Renault havia ficado na quarta posição. Dessa vez, a diferença pequena pode fazer com que a Ford facilmente inverta o jogo nos próximos meses. Entre os veículos de passeio, a Renault fica em terceiro lugar, à frente até mesmo da Fiat, porém a marca estaciona na sexta posição quando são analisadas as vendas de veículos comerciais. Somados os resultados, a Renault garantiu o quarto lugar. Simule as parcelas do seu carro novo Houve também mudanças em outras posições: a Volkswagen ultrapassou a Fiat e assumiu a terceira posição geral no ranking. A diferença, que era pequena em agosto (140 carros), cresceu em setembro para 3.977 unidades. Hyundai e Toyota estão grudadas, com diferença de apenas 65 carros. Confira a lista das fabricantes mais vendidas no Brasil em setembro (unidades de veículos de passeio e comerciais somados) 1. Chevrolet – 36.389 unidades – Veja ofertas 2. Volkswagen – 31.672 unidades – Veja ofertas 3. Fiat – 27.695 unidades – Veja ofertas 4. Renault – 18.878 unidades – Veja ofertas 5. Ford – 18.755 unidades – Veja ofertas 6. Hyundai – 16.688 unidades – Veja ofertas 7. Toyota – 16.623 unidades – Veja ofertas 8. Honda – 9.583 unidades – Veja ofertas 9. Jeep – 8.417 unidades – Veja ofertas 10. Nissan – 7.964 unidades – Veja ofertas Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook (facebook.com/iCarros) Instagram (instagram.com/icarros_oficial) YouTube (youtube.com/icarros) https://www.icarros.com.br/noticias/top-10/renault-ultrapassa-ford-e-se-torna-4%C2%AAmarca-mais-vendida/25393.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado:

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Clipping (MR - Agência Enfoque) 7992003 - ENFOQUE - 04/10/2018

AGENDA ECONÔMICA SEMANAL SÃO PAULO, 10/4/18 - SEGUNDA-FEIRA - 01/10 BRASIL: 08:00 FGV: IPC-S (semanal) BRASIL: 08:25 BC: Boletim Focus (semanal) BRASIL: 10:00 Markit: Índice PMI da indústria de transformação (set) BRASIL: 15:00 MDIC: Balança comercial (semanal) BRASIL: Fenabrave: Emplacamentos de veículos (set) ALEMANHA: 04:55 Índice PMI Markit da indústria de transformação (set) - final ÁREA DO EURO: 05:00 Índice PMI Markit da indústria de transformação (set) - final REINO UNIDO: 05:30 Índice PMI Markit da indústria de transformação (set) EUA: 11:00 Índice ISM da indústria de transformação (set) CHINA: Índice PMI da indústria de transformação (set) TERÇA-FEIRA - 02/10 BRASIL: 05:00 FIPE: IPC (set) BRASIL: 09:00 IBGE: Pesquisa Industrial Mensal (ago) BRASIL: CNI: Indicadores industriais (ago) QUARTA-FEIRA - 03/10 BRASIL: 10:00 Markit: Índice PMI composto (set) BRASIL: 12:30 BC: Fluxo Cambial (semanal) BRASIL: 12:30 Bacen: Índice Commodities Brasil (IC-Br) (set) ALEMANHA: 04:55 Índice PMI Markit composto (set) - final ÁREA DO EURO: 05:00 Índice PMI Markit composto (set) - final REINO UNIDO: 05:30 Índice PMI composto (set) EUA: 09:15 Geração de vagas de trabalho - pesquisa ADP (set) EUA: 11:00 Índice ISM do setor de serviços (set) QUINTA-FEIRA - 04/10 BRASIL: 11:20 Anfavea: Produção e venda de veículos (set) BRASIL: Serasa Experian: Indicador de atividade do comércio (set) EUA: 09:30 Pedidos de auxílio desemprego (semanal) SEXTA-FEIRA - 05/10 BRASIL: 09:00 IBGE: IPCA (set) EUA: 09:30 Variação na folha de pagamentos (set) EUA: 09:30 Taxa de desemprego (set) (MR - Agência Enfoque)


http://www.enfoque.com.br/headlines/ENEWS/102018/164749349.asp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja top 10 | Ford Ka vira 2º carro mais vendido no Brasil em setembro; Onix é 1º 7992004 - 24 BRASIL - 03/10/2018

Onix sobra e HB20 é vice-líder; veja os 20 carros mais vendidos em setembro +13 Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: Imagem: O Chevrolet Onix continuou disparado como o veículo de quatro rodas mais vendido no Brasil em setembro de 2018. Entretanto, o Ford Ka se aproveitou da campanha de "desova" da linha pré-reestilização e surpreendeu o habitual vice-líder, Hyundai HB20, para assumir a segunda posição. Entre as marcas, Chevrolet, Volkswagen e Fiat formam o atual "trio de ferro" do mercado, mas a Ford perdeu a quarta posição no mês para a Renault. Confira abaixo o ranking dos 10 carros e 10 fabricantes mais emplacados no país no último mês, com dados oficiais da Fenabrave (associação nacional de concessionários). Veja mais + Quer negociar hatches, sedãs e SUVs? Use a Tabela Fipe + Inscreva-se no canal de UOL Carros no Youtube + Instagram oficial de UOL Carros + Siga UOL Carros no Twitter http://www.24brasil.com/geral/veja-top-10-ford-ka-vira-2-carro-mais-vendido-no-brasil-emsetembro-onix-e-1/364812-noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping SUV: o segmento mais procurado por pessoas com deficiência no país 7992005 - O DIA - Rio de Janeiro - RJ - 04/10/2018

Entre os modelos que podem ser adquiridos com isenção de impostos por mulheres diagnosticadas com câncer de mama, os mais vendidos são os SUVs. Por suas características de carroceria mais elevada, posição ao dirigir e versatilidade, os modelos dessa categoria fazem sucesso nas vendas gerais e também entre as pessoas com deficiência (PCDs). Para atender a demanda desse público, que cresceu 342% nos últimos cinco anos, fabricantes oferecem versões especiais com preços até R$ 70 mil. Só em 2017, foram vendidas 187 mil unidades, quatro vezes mais em comparação a 2012. O DIA elaborou uma lista com três modelos destinados aos clientes com direito a isenção dos impostos (IPI, ICMS, IOF e IPVA), que pode abater até 30% no seu valor. Todos também figuram entre os dez SUVs mais vendidos do país, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O Hyundai Creta, que ganhou recentemente uma versão para clientes PCDs, é o primeiro da lista. A configuração usa motor 1.6 16v de até 130 cavalos. O propulsor está acoplado a uma transmissão automática de seis velocidades. Segundo o Inmetro, seu consumo na cidade é de 7,1 km/l (etanol) e 10,1 km/l (gasolina). Em estrada, o modelo registra médias de 8,2 km/l (etanol) e 11,3 km/l (gasolina). De série, o modelo traz controle de estabilidade e tração, isofix, apoio de cabeça e cinto de três pontos para todos que viajam atrás, airbags frontais e ABS. O modelo custa R$ 69.990. Com as isenções, o preço cai para R$ 54.665. Na linha 2018, o Jeep Renegade possui o motor 1.8 E.torQ Evo flex, com 139 cavalos de potência e 19,2 quilos de torque máximo. Além disso, a versão está equipada com o sistema start-stop, que desliga o carro em paradas rápidas e religa para reduzir o consumo de combustível. Segundo o Inmetro, o consumo na cidade é de 6,5 km/l no etanol e de 9,5 km/l na gasolina. O modelo custa R$ 69.990, mas pode chegar a R$ 54.655 com todas as isenções. Nos modelos listados, o Renault Captur é o único que oferece rádio como item de série. Além disso, o SUV vem equipado com quatro airbags (dois frontais e dois laterais), controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, chave presencial, ABS, apoio de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes e Isofix para cadeirinhas infantis. A motorização é a mesma da versão destinada ao público geral: 1.6 de 16V de 120 cavalos de potência máxima e torque de 16,2 quilos, sempre associado ao câmbio automático do tipo CVT. Graças ao conjunto, o consumo na cidade é de 10,5 km/l (gasolina) e 7,3 km/l (etanol). Já na estrada, o resultado é 11,7 km/l (gasolina) e 8,1 km/l (etanol). O design ousado também pode ser um diferencial para quem tem direito a isenção. http://odia.ig.com.br/automania/2018/10/5580259-suv-o-segmento-mais-procurado-porpessoas-com-deficiencia-no-pais.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave prevê vendas de veículos maiores em 2018 7992006 - SINCOPEÇAS - 04/10/2018

Entidade agora espera volume 13% maior do que em 2017; previsão anterior apontava crescimento de 10% Após registrar mais um desempenho positivo das vendas de veículos no acumulado até setembro, a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias, revisa suas projeções para 2018 – a quarta para o ano – e agora prevê um crescimento de 13% do volume de emplacamentos para o período na comparação com o ano passado. Na projeção anterior, divulgada em julho, o setor esperava alta de 10,3% das vendas para o ano. Em sua nova previsão divulgada na terça-feira, 2, a entidade elevou os índices de todos os segmentos, tanto de leves quanto pesados. - Faça aqui o download dos dados da Fenabrave - Veja outras estatísticas em AB Inteligência Com isso, é esperada a venda de 2,52 milhões de veículos em 2018, considerando os emplacamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus: na projeção anterior, feita em julho, a estimativa da entidade apontava para a venda de 2,46 milhões de veículos em 2018. Para lembrar, em 2017 foram licenciadas 2,23 milhões de unidades. Se a projeção atual for confirmada, este será o segundo ano consecutivo de crescimento das vendas do setor após quatro anos de queda do mercado. “Com a volatilidade ao longo do ano e o impacto das eleições, reavaliamos nossos números com perspectiva positiva”, afirma o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Todos os segmentos deverão crescer neste ano, aponta a Fenabrave. Segundo Assumpção, o índice de confiança atual do consumidor é “extremamente positivo”, o que beneficia o setor de automóveis e comerciais leves. “Eu sempre digo que o que vende automóvel é juro barato: a baixa taxa de juros e também da inflação são pontos favoráveis que vêm sendo percebidos desde o segundo semestre do ano passado, fatores que ajudaram na alavancagem positiva do setor desde então”, disse o executivo. As novas projeções da Fenabrave apontam que no segmento de veículos leves haverá aumento de 11,9% das vendas em 2018 sobre o ano passado, para pouco mais de 2,43 milhões de unidades, na soma de automóveis e comerciais leves. Por categoria, as vendas de automóveis deverão crescer 12% neste ano na comparação com 2017 e atingir o volume de 2,07 milhões de unidades. Antes, a entidade havia projetado aumento de 9,9%, para pouco mais de 2,03 milhões. Por sua vez, para os comerciais leves a projeção de alta das vendas para 2018 passou de 8,7% para 11,2% - sempre considerando a previsão anterior, divulgada em julho, com a previsão atual divulgada nesta data. Com isso, as concessionárias, que esperavam um mercado de 343,4 mil unidades, agora vislumbram volume de 351,2 mil. Contudo, o segmento pesado é quem deverá puxar a alta geral esperada para o setor neste ano: segundo a Fenabrave, a soma das vendas de caminhões e ônibus deverão superar os 90,5 mil em 2018, um aumento de 34,8% sobre o resultado do ano passado, quando foram emplacados 67,1 mil veículos pesados. Deste total previsto para o ano, 71,9 mil serão caminhões, o que representa alta de 38,2% sobre o volume de 2017. Em sua projeção anterior, era esperada a venda de 65 mil caminhões, o que representaria incremento de 24,8%. “A necessidade de renovação da frota e a super safra têm ajudado a alavancar os resultados de caminhões neste ano, que está sendo puxado pelos pesados e extrapesados”, lembra Alarico. Já no segmento de ônibus, a previsão virou: antes, a entidade esperava uma queda das vendas em 4,1% com pouco mais de 14,4 mil unidades; com a nova previsão, os números apontam para o licenciamento de mais de 18,6 mil ônibus até dezembro, o que representará, se confirmado, uma alta de 23,2%. “Houve esse ajuste de crescimento da previsão devido a recuperação do programa Caminho da Escola e também do mercado de ônibus rodoviários, que está se antecipando à nova regulamentação de acessibilidade”, explica Alarico. O executivo comenta que embora ainda não haja uma projeção definida para 2019, a


entidade acredita que a tendência de crescimento das vendas deverá se manter também para o que vem. Veja entrevista no link: https://youtu.be/3opSAQVpr84 Fonte: Automotive Business (SUELI REIS, AB) http://portaldaautopeca.com.br/fenabrave-preve-vendas-de-veiculos-maiores-em-2018/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Lentamente, BMW está demitindo funcionários 7992007 - NSC TOTAL - 04/10/2018

Lentamente, BMW está demitindo funcionários Compartilhe 04/10/2018 - 05h00 - Atualizada em: 04/10/2018 - 05h00 Fábrica da BMW em Araquari (Foto: Pedro Machado/A Notícia ) A conta-gotas, a BMW está demitindo trabalhadores da fábrica de Araquari. Grande parte das dispensas é feita atendendo, também, ao interesse dos funcionários em sair da empresa, num comum acordo entre as partes. Em setembro, a BMW comunicou ao Sindicato dos Metalúrgicos de Araquari a intenção de demitir 150 trabalhadores. A informação é do presidente sindicato, Sidnei Luciano Nagel. Ele calcula que o número de dispensas deve ficar ao redor de cem. Até o momento, aproximadamente 30 já se desligaram. Ainda no mês passado, a BMW informou que vai reduzir jornada e salário em 20%, no trimestre fevereiro-março-abril de 2019. Os trabalhadores da BMW decidem, nesta quinta-feira (04), em assembleia, se aceitam proposta da empresa, que propõe reajuste de 1,84% para fechar acordo coletivo de trabalho. O INPC nos últimos 12 meses, fechado em agosto, é de 3,64%. Eventual recusa da proposta, significará retorno à mesa de negociação. O cenário econômico incerto é desfavorável aos negócios. Em mais de 50 cidades Micro e pequenas empresas de todo o Estado, integrantes do Programa Inova Mais Indústria, participaram, nesta quarta-feira, de rodadas de negócios promovidas pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade ligada à Fiesc. Durante os dois anos de atividades, encerrados em 2018, foram captados mais de R$ 3 milhões, atingindo mais de 50 cidades. Participaram do workshop 58 empresas de setores como têxtil, de máquinas e equipamentos, de tecnologia da informação, de alimentos, da madeira, cerâmico e automotivo. O Programa Inova Mais Indústria, que se encerra neste ano, destinou R$ 13 milhões da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Sebrae, alcançando 24 Estados. O Sebrae fez diagnóstico das companhias, que receberam informações sobre gestão da inovação por meio dos consultores do IEL. Roberto Albuquerque, coordenador de projetos do Sebrae, explica: – Esse programa é o maior do Brasil. Das 555 empresas contempladas, 135 estão em Santa Catarina. Temos promovido cada vez mais a cultura da inovação nas 5 mil empresas que temos atendido. Precisamos aproximar os segmentos tradicionais do ecossistema de inovação. Mais veículos nas ruas Na região Norte de Santa Catarina, o número de emplacamentos de veículos aumentou 19% nos nove primeiros meses deste ano em comparação com igual período de 2017. De setembro do ano passado para setembro deste ano, o aumento foi de 15%. Já na comparação de agosto para setembro, a queda foi de 10,76%. As vendas de veículos no Estado catarinense continuam crescendo. Conforme a Fenabrave, representando 600 concessionários de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários), houve aumento de 20% no total de emplacamentos no acumulado deste ano em relação a igual período de 2017. Foram emplacados 133.433 unidades, contra 111.412 unidades um ano antes. O mercado de caminhões registrou alta significativa, somando 5.075 unidades nos nove primeiros meses deste ano, o que representa 53,83% de avanço sobre os mesmos meses


de 2017. A frota circulante em Santa Catarina em setembro contabilizou 4.971.158 veículos, sendo que a maioria é de automóveis, em um total de 2.845.562. Desclassificadas Por razões variadas e descumprimento de regras do edital de chamamento público, a Prefeitura de São Francisco do Sul indeferiu participação de seis organizações sociais que se candidataram a gerir o Hospital Municipal Nossa Senhora da Graça. Diminuiu Segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, em setembro de 2018 foram realizados 90 pedidos de recuperações judiciais, recuo de 10,9% frente ao apurado no mesmo mês do ano passado. O número de requerimentos de falências em setembro deste ano recuou 29,8% em relação ao indicador do mesmo mês de 2017 (125 contra 178). Doze mil matrículas A Escola do Trabalhador, em dez meses de funcionamento, recebeu 12.220 matrículas e qualificou 1.968 pessoas em Santa Catarina. No total, são 8.268 alunos inscritos no Estado, matriculados em um ou mais cursos disponíveis na plataforma. As informações são do Ministério do Trabalho. São 24 cursos divididos em 12 eixos temáticos, focados nas necessidades do mercado de trabalho brasileiro. Os cursos são gratuitos e podem ser acessados de qualquer computador do Brasil no endereço http://escoladotrabalhador.gov.br. Não há pré-requisito para cursá-los e nem escolaridade mínima exigida. Cada curso dura aproximadamente 40 horas. O conteúdo fica disponível por dois meses para que a pessoa inscrita consiga concluir as tarefas com calma. Ao final de cada curso, os trabalhadores precisam passar por uma avaliação para receber o certificado de conclusão. O documento é emitido pela Universidade de Brasília (UnB), instituição responsável pela elaboração dos cursos. Correções Empresa: Lucas Monteiro assumiu a diretoria de negócios da A2C. E não AC2, como publicamos na edição desta quarta-feira. Marca: O nome correto da tecnologia de acabamentos lançada pela Docol, com marca registrada, é DocolChroma. E o processo de aplicação da cor é PVD (physical vapor deposition). https://www.nsctotal.com.br/colunistas/loetz/lentamente-bmw-esta-demitindo-funcionarios Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Renault bate Ford; Chevrolet vende mais no Brasil 7992013 - AUTOS & MOTOS - 04/10/2018

A Chevrolet dispara na primeira colocação entre as marcas que mais vendem automóveis e comercias leves no Brasil. No mês de setembro, foram 36.448 unidades, de acordo com balanço da Fenabrave. No acumulado de janeiro a setembro de 2018, a Chevrolet lidera com folga, com 303.448 unidades vendidas. A Volkswagen e a Fiat mantiveram a segunda e terceira colocações, com 263.848 unidades e 236.719 unidades, respectivamente, de janeiro a setembro deste ano. A grande novidade é a queda das vendas da Ford, que perdeu a quarta posição do ranking das marcas para a Renault no Brasil. A fabricante francesa está em expansão e registrou 152308 unidades nos nove meses do ano. Agora, a Ford fecha o Top 5 das marcas de veículos no mercado nacional com acumulo de 166.998 unidades vendidas. A Hyundai segue na quinta posição, seguida de perto da Toyota e, em seguida, a Honda está na oitava posição. A lista das 10 marcas mais importantes do mercado brasileiro é completada pela americana Jeep, que faz parte do Grupo FCA, e pela japonesa Nissan. Veja abaixo os números de vendas de setembro e do acumulado de 2018 das 20 principais marcas fabricantes de automóveis e comerciais leves no Brasil. VENDAS DE AUTOMÓVEIS E COMERCIAIS LEVES EM SETEMBRO: 1) CHEVROLET – 36.389 (303.448) 2) VOLKSWAGEN – 31.672 (263.848) 3) FIAT – 27.695 (236.719) 4) RENAULT – 18.878 (152.308) 5) FORD – 18.755 (166.998) 6) HYUNDAI – 16.688 (152.400) 7) TOYOTA – 16.623 (143.015) 8) HONDA – 9.583 (96.243) 9) JEEP – 8.417 (77.919) 10) NISSAN – 7.964 (71.724) 11) PEUGEOT – 1.798 (18.164) 12) MITSUBISHI – 1.635 (16.472) 13) CITROËN – 1.296 (14.024) 14) MERCEDES – 1.029 (10.308) 15) CAOA-CHERY – 1.006 (5.053) 16) KIA – 945 (8.912) 17) BMW – 939 (8.299) 18) AUDI – 586 (6.362) 19) VOLVO – 486 (4.539) 20) LAND ROVER – 448 (5.267) O post Renault bate Ford; Chevrolet vende mais no Brasil apareceu primeiro em Autos & Motos. http://autosemotos.com/renault-bate-ford-chevrolet-vende-mais-no-brasil/ Ficha Técnica


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Clipping Mercado de caminhões cresce 47% em setembro 7992049 - BRASIL DO TRECHO - 03/10/2018

Mercado de caminhões cresce 47% em setembroNo mês passado, chegaram às ruas e estradas do País 6,7 mil caminhões novos, crescimento de 47,6% na comparação com setembro de 2017, quando os emplacamentos somaram 4,5 mil unidades. O volume apurado no sétimo mês do ano, porém, foi quase 10% menor em relação a agosto, com 7,4 mil caminhões licenciados.Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o recuo se deve aos dias de venda. “Em setembro, o mercado sofreu reflexos negativos, causados pela menor quantidade de dias úteis”, afirma em comunicado. “Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera.” Apesar da interrupção no avanço mensal, no acumulado do ano os negócios no segmento seguem em forte alta de 50,4%, com 53,1 mil caminhões emplacados contra 35,3 mil unidades registradas um ano antes. Do total das vendas de caminhões e janeiro a setembro, somente a categoria de pesados participou com 44,62%, somando 23,7 mil unidades vendidas. Com a trajetória positiva, a Fenabrave, pela terceira ocasião, revisou mais uma vez suas projeções de mercado para 2018. Se em julho a entidade estimativa um crescimento de 24,8% nas vendas de caminhões, agora acredita em 38,2%, para um volume em torno de 71,8 mil emplacamentos. Para o presidente da Fenabrave, os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, os menores patamares desde de 2011, e o crescimento da confiança do consumidor garantem as expectativas positivas para os próximos meses. No mês passado, das cinco fabricantes que mais venderam, a Mercedes-Benz foi líder com 1,9 mil unidades negociadas, o que representou participação de 28,31% nos licenciamentos totais. A Volkswagen Caminhões e Ônibus ocupou o segundo lugar com 1,7 mil emplacamentos ou fatia 26,18%. O ranking segue com a Volvo (14,25%), Ford (12,1%) e Scania (9,1%). Fonte: Estradão http://www.brasildotrecho.com.br/2018/10/mercado-de-caminhoes-cresce-47-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Bus Brasil Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos de veículos em SC crescem 19,77% até setembro 7992051 - CLICK CATARINA - 03/10/2018

As vendas de veículos no estado catarinense seguem crescendo. Conforme a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC), entidade que representa cerca de 600 Concessionários de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), o total de emplacamentos no acumulado deste ano, janeiro a setembro, representa incremento de 19,77% comparado ao mesmo período do ano passado, considerando 133.433 unidades, contra 111.412 unidades comercializadas. Em relação a setembro do ano passado, quando 12.994 unidades foram vendidas, a alta foi de 10,14%, pois em setembro deste ano foram registradas 14.311 novas unidades emplacadas. Entretanto, quando comparado com agosto deste ano, este volume representa queda de 15,79%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 17,04%, totalizando 93.688 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 8,70%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 15,10% ante agosto de 2018. O segmento de motos manteve o ritmo de crescimento, registrou alta de 22,11% nas vendas de janeiro a setembro, que somaram 23.464 unidades, contra o mesmo período do ano passado (19.216 unidades). Na comparação de setembro deste ano com o do ano passado, o acréscimo foi de 14,68%. No entanto, setembro comparado com agosto de 2018, a retração foi de 15,57%. O mercado de caminhões registrou alta significativa, somando 5.075 unidades nos nove primeiros meses deste ano, o que representa 53,83% de avanço sobre os mesmos meses de 2017. Em setembro o segmento somou 578 unidades, representando aumento de 29,02% acima das vendas de setembro de 2017 (448 unidades). Na comparação de setembro e agosto deste ano a queda foi de 15,74%. Para o Presidente da Fenabrave-SC, Julio Schroeder, o desempenho de setembro foi impactado negativamente por conta da menor quantidade de dias úteis, mas mesmo assim as projeções para este ano se mantém positivas. “Os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, que estão nos melhores patamares desde 2011, e o crescimento, mês a mês, da confiança do consumidor, estão mantendo as expectativas positivas para o mercado neste ano”, comenta Julio Schroeder. A frota circulante em Santa Catarina em setembro contabilizou 4.971.158 veículos, sendo que a maioria é de automóveis, em um total de 2.845.562. DESEMPENHO POR REGIÃO A Região da Grande Florianópolis apresentou acréscimo nas vendas: os emplacamentos de janeiro a setembro de 2018 aumentaram em 12,19% na comparação com o mesmo período do ano passado. No comparativo entre setembro deste ano com o do ano passado, o incremento foi de 2,66%. No entanto, no comparativo de setembro com agosto a retração foi de 20,27%. A Região Norte também cresceu no acumulado deste ano quando comparado ao mesmo período de 2017 (20,31%), na comparação entre setembro/2018 e setembro/ 2017, o aumento foi de 15,05%. Já na comparação de setembro e agosto/2018 a queda foi de 10,76%. A Região Oeste também apresentou acréscimo na comparação do acumulado do ano se comparado ao mesmo período do ano passado (21,76%), já no comparativo de setembro deste ano com ano passado a região registrou incremento de 13,84%. Mas na comparação de setembro com agosto do ano corrente, a retração foi de 14,22%. A Região do Planalto Serrano também apresentou alta nas vendas no comparativo dos nove meses do ano quando comparados com os nove meses do ano passado: 12,72%. A região apresentou leve queda na comparação das vendas de setembro deste ano com setembro do ano passado: 3,86. E também registrou queda na comparação de setembro com agosto do atual ano: 20,92%. A Região Sul registrou incremento nas vendas na comparação do acumulado deste ano com


o do ano passado (16,47%) e no comparativo entre setembro deste ano com o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 6,37%. No comparativo de setembro a agosto de 2018, a retração foi de 17,08%. A Região do Vale do Itajaí foi a região que mais cresceu no comparativo dos dois acumulados 2018/2017: o aumento foi de 27,07%. No comparativo de setembro deste ano com ano passado, o incremento foi de 14,64%. Já na comparação de setembro e agosto deste ano, a queda foi de 15,13%. Comentários comentários ÚLTIMAS O total de emplacamentos no acumulado deste ano, janeiro a setembro, representa incremento de 19,77% comparado ao mesmo período do ano passado Para Lucas Esmeraldino, Comandante Moisés se mostrou comedido, equilibrado, educado e conhecedor da realidade de Santa Catarina Seis candidatos participam do programa na noite desta terça-feira (2) http://clickcatarina.com/emplacamentos-de-veiculos-em-sc-crescem-1977-ate-setembro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos de veículos em SC crescem 19,77% até setembro 7992052 - SUL EM DESTAQUE - 03/10/2018

Emplacamentos de veículos em SC crescem 19,77% até setembro Região sul registrou índice menor do que a média estadual para o mesmo período As vendas de veículos no estado catarinense seguem crescendo. Conforme a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC), entidade que representa cerca de 600 Concessionários de veículos, o total de emplacamentos no acumulado deste ano, janeiro a setembro, representa incremento de 19,77% comparado ao mesmo período do ano passado, considerando 133.433 unidades, contra 111.412 unidades comercializadas. Em relação a setembro do ano passado, quando 12.994 unidades foram vendidas, a alta foi de 10,14%, pois em setembro deste ano foram registradas 14.311 novas unidades emplacadas. Entretanto, quando comparado com agosto deste ano, este volume representa queda de 15,79%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 17,04%, totalizando 93.688 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 8,70%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 15,10% ante agosto de 2018. O segmento de motos manteve o ritmo de crescimento, registrou alta de 22,11% nas vendas de janeiro a setembro, que somaram 23.464 unidades, contra o mesmo período do ano passado (19.216 unidades). Na comparação de setembro deste ano com o do ano passado, o acréscimo foi de 14,68%. No entanto, setembro comparado com agosto de 2018, a retração foi de 15,57%. O mercado de caminhões registrou alta significativa, somando 5.075 unidades nos nove primeiros meses deste ano, o que representa 53,83% de avanço sobre os mesmos meses de 2017. Em setembro o segmento somou 578 unidades, representando aumento de 29,02% acima das vendas de setembro de 2017 (448 unidades). Na comparação de setembro e agosto deste ano a queda foi de 15,74%. A região sul registrou incremento nas vendas na comparação do acumulado deste ano com o do ano passado (16,47%) e no comparativo entre setembro deste ano com o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 6,37%. No comparativo de setembro a agosto de 2018, a retração foi de 17, 08. Informações 4Oito João Carlos Idalencio Autor https://www.sulemdestaque.com.br/destaques/emplacamentos-de-veiculos-em-sc-crescem1977-ate-setembro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: João Carlos Idalencio Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Montadoras vendem 300 mil carros a mais, e comemoram retomada 7992053 - FAEMS - 04/10/2018

Montadoras vendem 300 mil carros a mais, e comemoram retomada Data: 04/10/2018 As vendas de veículos novos em Campo Grande tiveram alta 9,69% no mês de setembro, em comparação ao mesmo período do ano passado. O montante comercializado apenas no último mês na Capital foi de 2.206 unidades, contra 1.847 veículos vendidos em setembro de 2017. O levantamento considera automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros. No acumulado do ano, os negócios também apresentaram avanço, com aumento de 18,6% nas revendas: 19.483 veículos foram entregues neste ano diante de 16.416 de janeiro a setembro do ano passado. Por outro lado, na comparação entre agosto e setembro, houve queda de 20,8% nas vendas (de 2.560 para 2.026 comercializações). As informações são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) que divulgou nesta semana o desempenho do setor automotivo no País e em Mato Grosso do Sul. No Estado, as vendas também tiveram bom desempenho com avanço de 14,7% nas vendas do ano e de 5,03% no mês de setembro No acumulado, o montante vendido ficou em 40.571 unidades em MS, diante de 35.368 do mesmo período de 2017. Já no mês, os negócios somaram 4.259 veículos. Porém, assim como na Capital, houve retração no comparativo entre agosto e setembro. A queda foi de 18,6%, já que em agosto foram 5.238 revendas contra 4.259 no mês passado. NACIONAL O número de veículos emplacados em setembro e no acumulado dos nove primeiros meses de 2018 obtiveram crescimento de 12,64% no País. Entre janeiro e setembro deste ano, foram emplacados 2.650.212 veículos. Além disso, o bom momento foi refletido no mês passado quando foram comercializadas 299.583 unidades, o que representa 8,5% acima do volume registrado no mesmo período de 2017. Entre o segmento de veículos de passeio e comerciais leves, a alta foi mantida com aumento de 13,1%, no total de emplacamentos. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 5,77%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 14,42% ante agosto de 2018. Conforme explicou o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a quantidade de dias úteis influenciou, significativamente, no comparativo entre agosto e setembro deste ano. “Em setembro, o mercado sofreu reflexos negativos, causados pela menor quantidade de dias úteis. Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6%, nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves. Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, enfatiza o representante. Em contrapartida, segundo Assumpção Júnior, os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, que estão nos melhores patamares desde 2011, e o crescimento, mês a mês, da confiança do consumidor, estão mantendo as expectativas positivas para o mercado neste ano. Fonte: Correio do Estado tags: veículosnovos, vendas, crescimento http://www.faems.com.br/noticias:montadoras-vendem-300-mil-carros-a-mais--ecomemoram-retomada Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Volkswagen Amarok ultrapassa Chevrolet S10 em vendas em setembro 7992055 - MAIS MINAS - Inconfidentes - MG - 04/10/2018

Segundo dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) revela que a Volkswagen Amarok superou a Chevrolet S10 entre as picapes mais vendidas no mês de setembro. Essa é a primeira vez que a picape da Volks eleva suas vendas e consegue atingir esse patamar, o veículo saiu da sétima posição e atualmente ocupa o quinto lugar com 2.505 unidades vendidas. Por outro lado, a Chevrolet S10 conseguiu comercializar 2.450 exemplares e está na sexta colocação, enquanto a Fiat Strada está na liderança vendendo 4.696 unidades. Segundo o site Carsale, a Chevrolet S10 continua na vantagem quando comparamos o número de picapes vendidas no ranking anual, são quase 10 mil unidades comercializadas chegando a 23.211 contra 13.813 da Volkswagen Amarok. A Toyota Hilux continua na liderança com quase 28 mil veículos vendidos e a Ford Ranger aparece na quarta colocação com 14.746 unidades. No Brasil a liderança do segmento de picapes no mês de setembro é revezada entre os modelos Fiat Strada e Toro. Por outro lado, a Volkswagen Saveiro consegui diminuir a diferença entre as suas rivais ficando apenas 200 unidades atrás da Fiat Toro. Ao mesmo tempo, as últimas colocações foram mantidas pela Chevrolet Montana, Renault Oroch, Mitsubishi L200 Triton e Nissan Frontier que apareceram na mesma classificação de agosto. Fiat Strada: 4.696 unidades Fiat Toro: 4.575 unidades Volkswagen Saveiro: 4.334 unidades Toyota Hilux: 3.282 unidades Volkswagen Amarok: 2.505 unidades Chevrolet S10: 2.450 unidades Ford Ranger: 2.145 unidades Chevrolet Montana: 1.292 unidades Renault Oroch: 1.045 unidades Mitsubishi L200: 840 unidades Nissan Frontier: 361 unidades Leia também: Volkswagen revelará no próximo mês o novo modelo da geração T-Cross Você pode gostar também Mais do autor Carros Volkswagen revelará no próximo mês o novo modelo da geração T-Cross Carros Novo Leaf elétrico da Nissan será comercializado no Brasil em 2019 Carros Nova geração Mitsubishi ASX 2019 chega ao mercado brasileiro Notícias Preço da gasolina dispara e registra maior alta dos últimos 10 anos Prev Next https://maisminas.org/amarok-ultrapassa-chevrolet-s10/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Brasil segue renovando frota de caminhões 7992057 - JORNAL IBIÁ - 03/10/2018

A Fenabrave (associação que representa as redes de concessionárias) divulgou terça-feira, dia 2, os dados de emplacamentos de caminhões no Brasil. De janeiro a setembro esse mercado cresceu 50,32%, com 53.147 unidades licenciadas em 2018 contra 35.334 em 2017. No segmento de ônibus, o crescimento é de 21,91%, com 13.264 veículos nos nove meses de 2018 contra 10.880 no ano passado. Em implementos rodoviários, o aumento é de 82,91%, com 32.599 unidades vendidas este ano, contra 17.822 em 2017. http://jornalibia.com.br/cadernos/ibiamotores/brasil-segue-renovando-frota-de-caminhoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Reinaldo Alnei Ew Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Carros compactos dominam vendas e Chevrolet Onix amplia liderança 7992058 - INFONAVWEB - 03/10/2018

No último mês, sete dos dez modelos mais emplacados têm preço inicial abaixo de R$ 50 mil © Paulo Whitaker / Reuters Os carros populares voltam a dominar as primeiras colocações em vendas no Brasil. Em setembro, sete dos dez modelos mais emplacados têm preço inicial abaixo de R$ 50 mil São esses modelos que puxam a retomada dos emplacamentos, que cresceram 14% no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2017. O dado inclui carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões. Ao todo, 1,87 milhões de unidades foram licenciadas entre janeiro e setembro de 2018. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (2) pela Fenabrave, entidade que representa as revendedores de veículos. O Chevrolet Onix, que custa a partir de R$ 44.990 se isola na liderança em 2018. No acumulado do ano, o modelo teve 146.217 unidades emplacadas, que é quase o dobro das vendas do segundo colocado, o Hyundai HB20 (78.757). Em alta, os utilitários esportivos representam 24,2% do mercado em 2018. Em setembro de 2016, essa participação era de 18%. O mais vendido desse segmento no acumulado de 2018 é o Jeep Compass, com 44.357 unidades comercializadas. Cálculos feitos pela Chevrolet mostram que os SUVs deverão chegar a 30% de participação em 2023. Hoje, o segmento que domina as vendas é o de hatches compactos, com 28,7% de participação. Com informações da Folhapress. VIA...NOTÍCIAS AO MINUTO https://informatecweb.blogspot.com/2018/10/carros-compactos-dominam-vendas-e.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Edson Francisco de Oliveira Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping SINOPSE GERAL 7992059 - DIÁRIO DO NOROESTE - Paranavaí - PR - 04/10/2018

Diario do Noroeste Min. 20°C Max. 29°C Colunistas SINOPSE GERAL 04/10/18 - Colunista > Sinopse Geral NO TERCEIRO e último debate na TV terça-feira os principais candidatos ao governo do Paraná repetiram suas estratégias. O clima foi morno, em que os concorrentes evitaram confrontos diretos e questionamentos mais agressivos. Dos 10 candidatos ao governo do Paraná seis foram convidados para participar na afiliada da Rede Globo no estado: Cida Borghetti (PP), Dr Rosinha (PT), João Arruda (MDB), Ogier Buchi (PSL), Prof Piva (PSol) e Ratinho Júnior (PSD). AO longo de quase duas horas Piva voltou a concentrar a artilharia em Ratinho. Mas, ao contrário dos debates anteriores, o candidato do PSD não demonstrou irritação. Ratinho ocupou a maior parte do tempo para falar de propostas. João Arruda fez ataques indiretos a Ratinho – não houve uma única troca de pergunta/resposta entre os dois. Ao questionar Cida sobre educação e segurança pública, por exemplo, o emedebista aproveitava para falar do “outro candidato” com “propostas mirabolantes”. ASSIM como no primeiro debate na televisão, promovido pela Band, Ogier novamente fez dobradinha com Cida, levantando os temas preferidos da adversária, que aproveitou para contar sobre suas ações à frente do governo. Já o nome do ex-governador do Paraná e candidato a senador Beto Richa (PSDB), voltou a aparecer. Mas Cida e Ratinho – ambos integrantes da gestão do tucano no governo do estado – permaneceram ignorando o nome do aliado. CANDIDATO Rosinha também quis juntar o trio Cida, Ratinho e João Arruda no mesmo barco, o de aliados da impopular gestão Michel Temer (MDB). Foi a oportunidade criada pelo petista para, novamente, pedir votos ao presidenciável Fernando Haddad (PT). ROSINHA e Ogier foram os únicos a lembrar dos respectivos candidatos à Presidência. Mesmo preterido por Jair Bolsonaro (PSL), que declarou apoio a Ratinho, Ogier apelou ao eleitor do presidenciável logo no começo do debate: “Eu sou candidato do Bolsonaro. Que fique bem claro. Se você vota no Bolsonaro, você vota no Ogier”. PREOCUPAÇÃO com uma vitória de Ratinho Jr já no 1º turno apareceu de forma discreta, e na boca de João Arruda. O emedebista pediu mais tempo para o eleitor conhecê-lo. Quando criticado por Piva sobre posições que adotou na Câmara Federal, João Arruda também reclamou: “O senhor está muito preocupado em levar dois candidatos do Beto Richa [Cida e Ratinho] para o 2º turno”, disse o emedebista, sugerindo que ele deveria ser poupado das farpas do candidato do PSol. EM mais uma demonstração de amor a Paranavaí, o ex-prefeito Deusdete Ferreira de Cerqueira distribuiu pronunciamento em favor da candidatura do ex-prefeito Rogério Lorenzetti a deputado federal. Em sua fala Deusdete diz conhecer Rogério e sua família desde que era criança e que ele, “como prefeito, administrou bem Paranavaí e merece todo o meu apoio e de todos que têm conhecimento de que é uma pessoa séria. Rogério não vai ser deputado só de Paranavaí, mas de toda a região”, afirmou Deusdete, concluindo: “Não vamos escutar comentários sem base nem de um, nem de outro”. A PROPÓSITO, apoiadores de Rogério Lorenzetti realizam uma manifestação de apoio nesta sexta-feira. Será às 15h com saída em frente ao Estádio Regional Waldemiro Wagner. REJEIÇÃO ao presidenciável do PT, Fernando Haddad, que subiu nacionalmente de 32% para 41% na pesquisa Datafolha divulgada nesta terça (2), cresceu em todas as regiões. Em três delas (Sul, Sudeste e Centro-Oeste) ultrapassa a de Jair Bolsonaro (PSL), candidato que está à frente nas pesquisas. O capitão reformado, no entanto, ainda tem uma rejeição maior quando se considera todo o país - 45%. SUL teve a maior alta nos números contrários a Haddad. Em relação à pesquisa divulgada na sexta (28), a porcentagem de eleitores que diziam não votar de jeito nenhum no petista pulou de 37% para 52%. No Centro-Oeste e no Norte, essa rejeição cresceu nove pontos


percentuais. Respectivamente, foi de 35% para 44% e de 25% para 34%. Já no Sudeste, foi de 39% para 47%. Mesmo no Nordeste, onde o petista tem os melhores resultados, passou a ser rejeitado por 26% dos entrevistados, contra 21% da pesquisa anterior. BOLSONARO se manteve com rejeição estável na maioria das regiões. No Norte (45%) e Sul (35%) se manteve igual e no Sudeste oscilou para baixo, de 42% para 41%. O Nordeste registrou uma queda de 61% para 56%, enquanto no Centro-Oeste subiu de 36% para 42%. Segundo o Datafolha, se a eleição ocorresse no momento em que a pesquisa foi feita, Bolsonaro e Haddad estariam no 2º turno. O candidato do PSL tem 32% das intenções de voto, enquanto o do PT tem 21%. PESQUISA divulgada pelo Datafolha indica que muitos eleitores ainda não sabem o número de seus preferidos. Segundo a Folha, 76% dos eleitores de Alckmin, 75% de Ciro e 96% de Marina não sabiam o número dos seus candidatos. AO tomar conhecimento do conteúdo da delação de Antonio Palocci, Alvaro Dias passou a defender que o registro do PT seja cassado porque “não foi uma vitória [em 2010 e em 2014], foi uma fraude”, “um escárnio”, disse. GOVERNADORA Cida Borghetti determinou o início das obras de duplicação da PR-323, da depois de quatro anos de espera, investigações e prisões dentro da operação Lava Jato. Nesta primeira fase, segundo o governo do estado, 20,7 quilômetros serão duplicados entre as cidades de Paiçandu e Doutor Camargo. IBOPE foi acusado nas redes sociais de promover mudanças na metodologia das pesquisas que poderiam alterar o resultado final. Em postagem no Twitter o cientista político Alberto Carlos Almeida aponta “pegadinhas” entre os questionários do levantamento publicado em 26 de setembro – encomendado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) – e o divulgado pela TV Globo e Estado de S. Paulo. O Ibope afirma que as duas pesquisas são “comparáveis” e não há “diferenças significativas” entre elas. PRODUÇÃO industrial caiu 0,3% em agosto sobre o mês anterior, segundo o IBGE. Foi o segundo resultado negativo após queda de 0,1% em julho, o que não acontecia desde o final de 2015. A queda foi puxada pelos bens intermediários (-2,1%) VENDA de carros e comerciais leves novos em 2018 devem crescer 11,9% ante 2017, a 2,431 milhões de unidades, informou nesta semana a associação de concessionárias, Fenabrave. Em julho, a projeção da entidade era menor, de alta de 9,7%. O ajuste foi motivado por aspectos macroeconômicos mais favoráveis, incluindo inflação e juros mais baixos, e pelo desempenho das vendas no acumulado do ano. Em setembro as vendas subiram 5,77% sobre igual mês de 2017. Ante agosto houve queda de 14,42%, impactada pelo menor número de dias úteis. PRESIDENTE do Grupo Condor, Pedro Joanir Zonta, assinou terça-feira (2) um acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT-PR) para a divulgação de nota de esclarecimento sobre a carta encaminhada aos trabalhadores da rede de supermercados na última segundafeira (1), em que defendia a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República. A carta assinada por Zonta pedindo votos dos funcionários da empresa provocou reação do MPT, da Procuradoria-Geral do Trabalho e do Ministério Público Eleitoral (MPE) do Paraná. Na carta, o empresário paranaense aponta que votará no candidato do PSL e elenca 11 motivos para justificar sua escolha e 11 para não votar “na esquerda”. PROCURADORIA-GERAL do Trabalho também anunciou abertura de procedimento para investigar declarações do dono da rede de lojas Havan, Luciano Hang, que em vídeo divulgado para seus funcionários afirmou que poderia rever investimentos e “talvez não abrir mais lojas” caso o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, não vença a eleição. Em nota, o órgão alertou as empresas de que é proibida a imposição, coação ou direcionamento nas escolhas políticas dos empregados. FRASE: No caso da proibição de Lula dar entrevistas antes da eleição, mais uma vez aconteceu uma tentativa do PT de utilizar a Justiça para validar uma jogada política (Nerval Pereira, n’O Globo). https://www.diariodonoroeste.com.br/colunista/sinopse-geral/98263-sinopse-geral Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos de veículos em SC crescem 19,77% até setembro 7992064 - 4 OITO - 03/10/2018

As vendas de veículos no estado catarinense seguem crescendo. Conforme a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC), entidade que representa cerca de 600 Concessionários de veículos, o total de emplacamentos no acumulado deste ano, janeiro a setembro, representa incremento de 19,77% comparado ao mesmo período do ano passado, considerando 133.433 unidades, contra 111.412 unidades comercializadas. Em relação a setembro do ano passado, quando 12.994 unidades foram vendidas, a alta foi de 10,14%, pois em setembro deste ano foram registradas 14.311 novas unidades emplacadas. Entretanto, quando comparado com agosto deste ano, este volume representa queda de 15,79%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 17,04%, totalizando 93.688 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 8,70%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 15,10% ante agosto de 2018. O segmento de motos manteve o ritmo de crescimento, registrou alta de 22,11% nas vendas de janeiro a setembro, que somaram 23.464 unidades, contra o mesmo período do ano passado (19.216 unidades). Na comparação de setembro deste ano com o do ano passado, o acréscimo foi de 14,68%. No entanto, setembro comparado com agosto de 2018, a retração foi de 15,57%. O mercado de caminhões registrou alta significativa, somando 5.075 unidades nos nove primeiros meses deste ano, o que representa 53,83% de avanço sobre os mesmos meses de 2017. Em setembro o segmento somou 578 unidades, representando aumento de 29,02% acima das vendas de setembro de 2017 (448 unidades). Na comparação de setembro e agosto deste ano a queda foi de 15,74%. A região sul registrou incremento nas vendas na comparação do acumulado deste ano com o do ano passado (16,47%) e no comparativo entre setembro deste ano com o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 6,37%. No comparativo de setembro a agosto de 2018, a retração foi de 17,08%. Quer receber notícias pelo Whatsapp? Clique aqui https://www.4oito.com.br/noticia/emplacamentos-de-veiculos-em-sc-crescem-19-77-atesetembro-6680 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Contato: (11) 3043-4171 7992065 - EMPRESAS & NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 03/10/2018

Entrada de empresas no país cai pelo 7º ano consecutivo A taxa de entrada de empresas vem caindo no país há sete anos consecutivos, chegando em 2016 a uma retração de 14,5%, o menor valor da série histórica iniciada em 2008. O comércio é o maior gerador de empregos e empresas. Foto: Fernando Frazão/ABr É o que revela a pesquisa Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo 2016, que o IBGE divulgou, ontem (3), no Rio de Janeiro. Os dados indicam que, pelo terceiro ano seguido, o saldo no total de empresas ficou negativo em 2016, com queda de 1,6%, o equivalente a menos 70,8 mil empresas. Também o número de pessoal assalariado caiu 4,8%, o equivalente a 1,6 milhão de pessoas a menos. Foi a segunda queda seguida. Dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) indicam que, em 2016, o Brasil tinha 4,5 milhões de empresas ativas que ocupavam 38,5 milhões de pessoas. Deste total, 32 milhões, o equivalente a 83,1%, trabalhavam como assalariadas e 6,5 milhões (16,9%) como sócias ou proprietárias. O estudo mostra, ainda, que os salários e outras remunerações pagos por entidades empresariais somaram, em 2016, R$ 1 trilhão, com um salário médio mensal de R$ 2.328,03, o equivalente a 2,6 salários mínimos mensais médios. Apesar do número expressivo de empresas ativas no país, a relação da taxa de entrada e saída de empresas vem caindo. De 2015 para 2016, a taxa de entrada das empresas foi de 14,5%, o equivalente a 648,5 mil, enquanto a taxa de saída atingiu 711,9 mil empresas (16,1%). A pesquisadora do IBGE Katia Carvalho disse que, embora a taxa de saída de empresas até então ativas em 2016 não seja a maior da série histórica iniciada em 2008, as saídas vêm acontecendo sistematicamente. “Há vários anos a taxa de empresas entrando no mercado é inferior ao número de empresas ativas que deixam de existir. Ou seja, a gente nota a quantidade de empresas ativas caindo desde 2013, acompanhada também do total de pessoal ocupado, que tem sofrido queda, principalmente entre 2015 e 2016”, ponderou (ABr). Medidas para aumentar concorrência ajudam a reduzir juros Carlos Viana de Carvalho, diretor de Política Econômica do BC. Foto: Beto Nociti/Divulgação BC Agência Brasil As medidas do Banco Central (BC) para aumentar a concorrência no mercado de crédito do Brasil já começaram a surtir efeito, disse o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Viana, na abertura do Seminário de Estabilidade Financeira e Economia Bancária do Banco Central, ontem (3) em São Paulo. Viana citou medidas como o incentivo e a regulamentação de fintechs (empresas de inovação no setor financeiro), a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP) para os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a flexibilização das aplicações dos recursos de poupança no crédito imobiliário, o incentivo ao uso do cartão de débito e portabilidade de conta salário. “Essas iniciativas já começaram a contribuir para a queda das taxas de juros do crédito no Brasil de maneira sustentável, e é importante que perseveremos nessa agenda”, afirmou o diretor. Durante o seminário foram discutidos temas para “atacar, de forma estrutural e sustentável, as causas que tornam alto o custo do crédito no Brasil”, como o custo operacional e regulatório, a escassez de boas garantias e o recolhimento compulsório. Caíram os pedidos de falência O número de pedidos de falência de empresas da capital paulista caiu 20,6% de janeiro a agosto, na comparação com o mesmo período de 2017, segundo levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) com base em informações dos cartórios da cidade. Foram registrados 200 requerimentos de falência no período, contra 252 nos oito meses iniciais do ano passado.


“A queda pode ser resultado do início do processo de recuperação da economia, ainda que lento. Até 2014 acreditava-se em um vigoroso crescimento econômico, mas muitos negócios foram surpreendidos com a recessão que chegou ao País por volta de 2015. Contudo, de meados do ano passado para cá, o nível da atividade econômica começou a subir, dando algum fôlego ao empresariado”, comenta Alencar Burti, presidente da ACSP. O setor com maior diminuição do número de pedidos de falência no período foi o comércio (27,2%), seguido pela indústria (-23,8%) e pelos serviços (-12,7%). Nos oito primeiros meses do ano, os pedidos de recuperação judicial caíram média 49,4% (de 85 para 43) na capital paulista no contraste anual, com destaque para o setor de serviços (-66%). No comércio e na indústria as retrações foram de 40% e 10,5%, respectivamente (AI/ACSP). Reforço financeiro para projetos de turismo Duas instituições financeiras que operam linhas de crédito com recursos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) receberam reforço de caixa para ampliar a capacidade de atendimento à clientela do fundo. Um aporte de R$ 5,5 milhões foi enviado para a Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP) e mais R$ 3,5 milhões foram encaminhados à agência de fomento do Mato Grosso (Desenvolve MT). “O repasse de recursos para as duas agências vai permitir o atendimento a propostas que já estão em análise e estimular mais empresas a buscarem financiamento para seus projetos de turismo”, comenta o secretário substituto de Estruturação do Turismo do MTur, Paulo Roberto André. Atualmente, tramitam na Desenvolve MT 19 propostas de financiamento para micro e pequenas empresas, entre hotéis, pousadas, restaurantes, agências de viagens e locadora de veículos. Na agência Desenvolve SP são cinco propostas para setores de eventos e produções e da hotelaria, localizadas Atibaia, Campinas e Cosmópolis (AI/MTur). Consórcio responde por 28% da venda de automóveis no Brasil A procura por consórcio de automóveis continua a crescer no Brasil. Nos sete primeiros meses de 2018, o segmento foi responsável pela venda de 647 mil novas cotas. O número representa cerca de 45% do total dos negócios de consórcios e indica crescimento de 5,4% em comparação com o mesmo período de 2017, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC). O aumento também é expressivo no número de contemplados. Ao todo, 327,8 mil pessoas tiveram a oportunidade de utilizar R$ 13,37 bilhões em crédito para comprar um veículo leve – valor que representa crescimento de 6,8%. Estas movimentações impactam diretamente no mercado, uma vez que 28% das vendas de automóveis no País ocorreram com o modelo de consórcio. “A flexibilidade e a segurança que o consórcio representa atraem cada vez mais brasileiros. O consumidor, recém-recuperado do período de instabilidade econômica, além de ficar mais seletivo, planeja melhor suas decisões financeiras e faz investimentos mais seguros. O consórcio surge, nesse cenário, como uma ótima opção, por reunir todas essas características”, destaca Luis Toscano, Diretor de Parcerias da Embracon. O número de emplacamentos até julho de 2018 mostra o reflexo do aumento da venda de consórcios de automóveis para o mercado. De acordo com os resultados apresentados pela Fenabrave, foram emplacados 1,3 milhões de automóveis, número 14% superior ao mesmo período de 2017. A “garantia de entrega do bem” é o principal atrativo pelo qual as pessoas procuram o consórcio, aponta pesquisa divulgada da ABAC. Fonte e mais informações: (www.embracon.com.br). http://www.jornalempresasenegocios.com.br/index.php/economia/16589-economia-04-102018 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado de caminhões cresce 47% em setembro 7992066 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 03/10/2018

Redação: 03.10.2018 - 18:46 Categoria de pesados é o segmento que mais demanda negócios com 44% de participação nos emplacamentos do ano Google + Linkedin E-mail Imprimir Vendas de caminhões pesados impulsionam o mercado No mês passado, chegaram às ruas e estradas do País 6,7 mil caminhões novos, crescimento de 47,6% na comparação com setembro de 2017, quando os emplacamentos somaram 4,5 mil unidades. O volume apurado no sétimo mês do ano, porém, foi quase 10% menor em relação a agosto, com 7,4 mil caminhões licenciados. Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o recuo se deve aos dias de venda. “Em setembro, o mercado sofreu reflexos negativos, causados pela menor quantidade de dias úteis”, afirma em comunicado. “Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera.” Apesar da interrupção no avanço mensal, no acumulado do ano os negócios no segmento seguem em forte alta de 50,4%, com 53,1 mil caminhões emplacados contra 35,3 mil unidades registradas um ano antes. Do total das vendas de caminhões e janeiro a setembro, somente a categoria de pesados participou com 44,62%, somando 23,7 mil unidades vendidas. Com a trajetória positiva, a Fenabrave, pela terceira ocasião, revisou mais uma vez suas projeções de mercado para 2018. Se em julho a entidade estimativa um crescimento de 24,8% nas vendas de caminhões, agora acredita em 38,2%, para um volume em torno de 71,8 mil emplacamentos. Para o presidente da Fenabrave, os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, os menores patamares desde de 2011, e o crescimento da confiança do consumidor garantem as expectativas positivas para os próximos meses. No mês passado, das cinco fabricantes que mais venderam, a Mercedes-Benz foi líder com 1,9 mil unidades negociadas, o que representou participação de 28,31% nos licenciamentos totais. A Volkswagen Caminhões e Ônibus ocupou o segundo lugar com 1,7 mil emplacamentos ou fatia 26,18%. O ranking segue com a Volvo (14,25%), Ford (12,1%) e Scania (9,1%). https://estradao.estadao.com.br/caminhoes/mercado-de-caminhoes-cresce-47-em-setembro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping 10 caminhões mais emplacados de setembro de 2018 7992067 - PORTAL O CARRETEIRO - 03/10/2018

10VW 15.190 O VW 15.190, que existe nas família Constellation e Worker, somou 162 unidades emplacadas em setembro e 5,54% de participação nos semipesados, segundo dados da Fenabrave. Anterior Próximo http://www.ocarreteiro.com.br/10-caminhoes-mais-emplacados-de-setembro-de-2018/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Cresce a venda de veículos em Santa Catarina 7992068 - SUL NOTÍCIAS - 03/10/2018

As vendas de veículos no estado catarinense seguem crescendo. Conforme a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC), entidade que representa cerca de 600 Concessionários de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), o total de emplacamentos no acumulado deste ano, janeiro a setembro, representa incremento de 19,77% comparado ao mesmo período do ano passado, considerando 133.433 unidades, contra 111.412 unidades comercializadas. Em relação a setembro do ano passado, quando 12.994 unidades foram vendidas, a alta foi de 10,14%, pois em setembro deste ano foram registradas 14.311 novas unidades emplacadas. Entretanto, quando comparado com agosto deste ano, este volume representa queda de 15,79%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 17,04%, totalizando 93.688 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 8,70%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 15,10% ante agosto de 2018. O segmento de motos manteve o ritmo de crescimento, registrou alta de 22,11% nas vendas de janeiro a setembro, que somaram 23.464 unidades, contra o mesmo período do ano passado (19.216 unidades). Na comparação de setembro deste ano com o do ano passado, o acréscimo foi de 14,68%. No entanto, setembro comparado com agosto de 2018, a retração foi de 15,57%. O mercado de caminhões registrou alta significativa, somando 5.075 unidades nos nove primeiros meses deste ano, o que representa 53,83% de avanço sobre os mesmos meses de 2017. Em setembro o segmento somou 578 unidades, representando aumento de 29,02% acima das vendas de setembro de 2017 (448 unidades). Na comparação de setembro e agosto deste ano a queda foi de 15,74%. Para o Presidente da Fenabrave-SC, Julio Schroeder, o desempenho de setembro foi impactado negativamente por conta da menor quantidade de dias úteis, mas mesmo assim as projeções para este ano se mantém positivas. “Os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, que estão nos melhores patamares desde 2011, e o crescimento, mês a mês, da confiança do consumidor, estão mantendo as expectativas positivas para o mercado neste ano”, comenta Julio Schroeder. A frota circulante em Santa Catarina em setembro contabilizou 4.971.158 veículos, sendo que a maioria é de automóveis, em um total de 2.845.562. DESEMPENHO POR REGIÃO A Região Sul registrou incremento nas vendas na comparação do acumulado deste ano com o do ano passado (16,47%) e no comparativo entre setembro deste ano com o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 6,37%. No comparativo de setembro a agosto de 2018, a retração foi de 17,08%. https://sulnoticias.com/destaques/12209/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Anderson Jesus Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos em SC cresce 10% em setembro 7992069 - DIÁRIO CATARINENSE - Florianópolis - SC - 03/10/2018

As vendas de veículos cresceram em Santa Catarina no mês de setembro. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 10,14% em 2018, com 4.311 novas unidades emplacadas. Os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC) mostram ainda que no acumulado deste ano, de janeiro a setembro, houve incremento de 19,77% comparado ao mesmo período de 2017, considerando 133.433 unidades, contra 111.412 unidades comercializadas. Entretanto, quando comparado com agosto deste ano, o volume de vendas de setembro representa queda de 15,79%. O recuo, segundo a Fenabrave-SC, é justificada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias contra 23 em agosto). Em agosto deste ano, na comparação com agosto de 2017. Os segmentos de automóveis e de comerciais leves, no acumulado dos nove primeiros meses, tiveram crescimento de 17,04%, totalizando 93.688 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 8,70%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 15,10% ante agosto de 2018. O segmento de motos manteve o ritmo de crescimento, registrou alta de 22,11% nas vendas de janeiro a setembro, que somaram 23.464 unidades, contra o mesmo período do ano passado (19.216 unidades). Na comparação de setembro deste ano com o do ano passado, o acréscimo foi de 14,68%. No entanto, setembro comparado com agosto de 2018, a retração foi de 15,57%. O mercado de caminhões registrou alta significativa, somando 5.075 unidades nos nove primeiros meses deste ano, o que representa 53,83% de avanço sobre os mesmos meses de 2017. Em setembro o segmento somou 578 unidades, representando aumento de 29,02% acima das vendas de setembro de 2017 (448 unidades). Para o Presidente da Fenabrave-SC, Julio Schroeder, as projeções para este ano se mantém positivas: — Os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, que estão nos melhores patamares desde 2011, e o crescimento, mês a mês, da confiança do consumidor, estão mantendo as expectativas positivas para o mercado neste ano. A frota circulante em Santa Catarina em setembro contabilizou 4.971.158 veículos, sendo que a maioria é de automóveis, em um total de 2.845.562. Desempenho por região A Região do Vale do Itajaí foi a região que mais cresceu no comparativo dos acumulados de 2017 e 2018, com aumento de 27,07%, seguida pelo Oeste (21,76%) e Norte (20,31%). A Região da Grande Florianópolis apresentou acréscimo de 12,19% nos emplacamentos de janeiro a setembro de 2018 na comparação com o mesmo período do ano passado. No Planalto Serrano, esse acréscimo foi de 12,72%. Já a Região Sul registrou incremento de 16,47% nas vendas do acumulado deste ano. http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/10/venda-de-veiculos-novos-em-sc-cresce10-em-setembro-10603413.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Volkswagen Amarok supera as vendas da Chevrolet S10 em setembro 7992071 - CARSALE - 03/10/2018

On 03/10/2018 Categories: Últimas De acordo com o último relatório da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a Volkswagen Amarok subiu da sétima para a segunda posição e superou a Chevrolet S10 nos emplacamentos registrados em setembro entre as picapes médias. A Toyota Hilux continua liderando a categoria. Mas no acumulado do ano, a S10 leva vantagem com quase 10 mil unidades a mais que a concorrente (23.211 unidades ante 13.813 da Amarok). Na sequência, a Ford Ranger garantiu a quarta posição com certa folga em relação às rivais Mitsubishi L200 e Nissan Frontier. No ranking geral de picapes, contabilizando todas as categorias, a liderança em setembro foi das Fiat Strada (4.696 unidades) e Toro (4.575 unidades), seguidas pela Volkswagen Saveiro (4.334 unidades). A compacta Chevrolet Montana e a intermediária Renault Duster Oroch registraram 1.292 e 1.045 emplacamentos, respectivamente. Veja abaixo as picapes médias mais vendidas em setembro (acumulado de 2018): 1 – Toyota Hilux: 3.282 unidades (27.343 unidades) 2 – Volkswagen Amarok: 2.505 unidades (13.813 unidades) 3 – Chevrolet S10: 2.450 unidades (23.211 unidades) 4 – Ford Ranger: 2.145 unidades (14.746 unidades) 5 – Mitsubishi L200: 840 unidades (8.157 unidades) 6 – Nissan Frontier: 361 unidades (4.614 unidades) Volkswagen T-Cross nacional, o SUV do Polo, será revelado dia 25 de outubro » « Jeep Renegade 2019 chega aos EUA com a reestilização que estreia no Brasil este mês Tags: chevrolet s10 volkswagen amarok http://carsale.uol.com.br/2018/10/03/volkswagen-amarok-supera-vendas-da-chevrolet-s10em-setembro/amp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas voltam a crescer em setembro; acumulado em 2018 é de +13,1% 7992072 - CARNOW - 03/10/2018

As vendas de automóveis e comerciais leves continuam a crescer no Brasil. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacados 204.733 exemplares ao longo de setembro, 5,77% a mais que no mesmo mês do ano passado. Em relação a agosto, porém, houve retração de 14,42% (239.227). O ponto positivo fica para o acumulado de 2018, que continua aquecido: são 1.779.675 unidades licenciadas nos três trimestres, o que representa um avanço de 13,1% sobre 2017. A alta de setembro em relação ao mesmo mês do ano passado não apenas manteve o crescimento de 2018, mas também fez a Fenabrave ficar mais otimista com relação ao panorama atual. Agora, a entidade espera que o mercado consuma 2,43 milhões de automóveis e comerciais leves, o que representaria um crescimento de 11,9%. Até o último mês, as projeções apontavam para 9,7% de avanço. Confira abaixo as vendas de: – Janeiro – Fevereiro – Março – Abril – Maio – Junho – Julho – Agosto https://allthecars.wordpress.com/2018/10/03/vendas-voltam-a-crescer-em-setembroacumulado-em-2017-e-de-131/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Matheus Q. Pera Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de caminhões avançam 47% em setembro – AutoIndústria 7992073 - AUTO INDÚSTRIA - 03/10/2018

No mês passado, chegaram às ruas e estradas do País 6,7 mil caminhões novos, crescimento de 47,6% na comparação com setembro de 2017, quando os emplacamentos somaram 4,5 mil unidades. O volume apurado no sétimo mês do ano, porém, foi quase 10% menor em relação a agosto, com 7,4 mil caminhões licenciados. Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o recuo se deve aos dias de venda. “Em setembro, o mercado sofreu reflexos negativos, causados pela menor quantidade de dias úteis”, afirma em comunicado. “Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera.” Apesar da interrupção no avanço mensal, no acumulado do ano os negócios no segmento seguem em forte alta de 50,4%, com 53,1 mil caminhões emplacados contra 35,3 mil unidades registradas um ano antes. Do total das vendas de caminhões e janeiro a setembro, somente a categoria de pesados participou com 44,62%, somando 23,7 mil unidades vendidas. Com a trajetória positiva, a Fenabrave, pela terceira ocasião, revisou mais uma vez suas projeções de mercado para 2018. Se em julho a entidade estimativa um crescimento de 24,8% nas vendas de caminhões, agora acredita em 38,2%, para um volume em torno de 71,8 mil emplacamentos. Leia mais Fenabrave refaz projeção pela terceira vez no ano Fenabrave revê projeção e aposta em alta de 15,1% no ano Fenabrave projeta alta de 11,8% para 2018 Para o presidente da Fenabrave, os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, os menores patamares desde de 2011, e o crescimento da confiança do consumidor garantem as expectativas positivas para os próximos meses. No mês passado, das cinco fabricantes que mais venderam, a Mercedes-Benz foi líder com 1,9 mil unidades negociadas, o que representou participação de 28,31% nos licenciamentos totais. A Volkswagen Caminhões e Ônibus ocupou o segundo lugar com 1,7 mil emplacamentos ou fatia 26,18%. O ranking segue com a Volvo (14,25%), Ford (12,1%) e Scania (9,1%). https://www.autoindustria.com.br/2018/10/03/vendas-de-caminhoes-avancam-47/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros novos aumentam 7,1% em setembro 7992075 - AUTO ESPORTE - São Paulo - SP - 03/10/2018

Em setembro, foram vendidos 213.350 veículos novos no Brasil, segundo balanço divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Os números revelam que no mês passado foram vendidas 213.350 unidades. Isso representa um aumento de 7,1% em relação a setembro de 2017 e uma queda de 14,2% em relação a agosto deste ano. O total acumulado de 2018 foi de 1.846.086 veículos, contra 1.619.732 do ano passado, uma alta de 14%. O levantamento considera o licenciamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos. Quando considerados apenas os carros e os comerciais leves emplacados no mês, descartando caminhões e ônibus, os números caem para 204.733 unidades vendidas em setembro, contra 193.557 do mesmo mês no ano passado (aumento de 5,7%). Se comparado ao mês de agosto deste ano, quando foram comercializados 239.227, o índice é 14,4% menor. Ainda neste recorte de carros e comerciais leves, foram vendidos 1.779.675 unidades no acumulado de 2018, contra 1.573.508 de 2017. Alta de 13,1%. Os mais vendidos Apesar de o Chevrolet Onix seguir como carro mais vendido do país, a briga pela segunda colocação está acirrada. Isso porque o Hyundai HB20, que era vice-líder no mês passado, foi ultrapassado pelo Ford Ka. https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2018/10/vendas-de-carros-novosaumentam-71-em-setembro.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da redação de Auto Esporte Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Volkswagen Amarok supera as vendas da Chevrolet S10 em setembro 7992078 - CARSALE - 03/10/2018

On 03/10/2018 Categories: Últimas De acordo com o último relatório da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a Volkswagen Amarok subiu da sétima para a segunda posição e superou a Chevrolet S10 nos emplacamentos registrados em setembro entre as picapes médias. A Toyota Hilux continua liderando a categoria. Mas no acumulado do ano, a S10 leva vantagem com quase 10 mil unidades a mais que a concorrente (23.211 unidades ante 13.813 da Amarok). Na sequência, a Ford Ranger garantiu a quarta posição com certa folga em relação às rivais Mitsubishi L200 e Nissan Frontier. No ranking geral de picapes, contabilizando todas as categorias, a liderança em setembro foi das Fiat Strada (4.696 unidades) e Toro (4.575 unidades), seguidas pela Volkswagen Saveiro (4.334 unidades). A compacta Chevrolet Montana e a intermediária Renault Duster Oroch registraram 1.292 e 1.045 emplacamentos, respectivamente. Veja abaixo as picapes médias mais vendidas em setembro (acumulado de 2018): 1 – Toyota Hilux: 3.282 unidades (27.343 unidades) 2 – Volkswagen Amarok: 2.505 unidades (13.813 unidades) 3 – Chevrolet S10: 2.450 unidades (23.211 unidades) 4 – Ford Ranger: 2.145 unidades (14.746 unidades) 5 – Mitsubishi L200: 840 unidades (8.157 unidades) 6 – Nissan Frontier: 361 unidades (4.614 unidades) « Jeep Renegade 2019 chega aos EUA com a reestilização que estreia no Brasil este mês Tags: chevrolet s10 volkswagen amarok https://carsale.uol.com.br/2018/10/03/volkswagen-amarok-supera-vendas-da-chevrolet-s10em-setembro/amp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave refaz projeções e prevê vendas de veículos ainda maiores em 2018 7992079 - MEIO FILTRANTE - São Paulo - SP - 03/10/2018

Entidade agora espera volume 13% maior do que em 2017; previsão anterior apontava crescimento de 10% SUELI REIS, AB Após registrar mais um desempenho positivo das vendas de veículos no acumulado até setembro, a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias, revisa suas projeções para 2018 – a quarta para o ano – e agora prevê um crescimento de 13% do volume de emplacamentos para o período na comparação com o ano passado. Na projeção anterior, divulgada em julho, o setor esperava alta de 10,3% das vendas para o ano. Em sua nova previsão divulgada na terça-feira, 2, a entidade elevou os índices de todos os segmentos, tanto de leves quanto pesados. Com isso, é esperada a venda de 2,52 milhões de veículos em 2018, considerando os emplacamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus: na projeção anterior, feita em julho, a estimativa da entidade apontava para a venda de 2,46 milhões de veículos em 2018. Para lembrar, em 2017 foram licenciadas 2,23 milhões de unidades. Se a projeção atual for confirmada, este será o segundo ano consecutivo de crescimento das vendas do setor após quatro anos de queda do mercado. “Com a volatilidade ao longo do ano e o impacto das eleições, reavaliamos nossos números com perspectiva positiva”, afirma o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Todos os segmentos deverão crescer neste ano, aponta a Fenabrave. Segundo Assumpção, o índice de confiança atual do consumidor é “extremamente positivo”, o que beneficia o setor de automóveis e comerciais leves. “Eu sempre digo que o que vende automóvel é juro barato: a baixa taxa de juros e também da inflação são pontos favoráveis que vêm sendo percebidos desde o segundo semestre do ano passado, fatores que ajudaram na alavancagem positiva do setor desde então”, disse o executivo. As novas projeções da Fenabrave apontam que no segmento de veículos leves haverá aumento de 11,9% das vendas em 2018 sobre o ano passado, para pouco mais de 2,43 milhões de unidades, na soma de automóveis e comerciais leves. Por categoria, as vendas de automóveis deverão crescer 12% neste ano na comparação com 2017 e atingir o volume de 2,07 milhões de unidades. Antes, a entidade havia projetado aumento de 9,9%, para pouco mais de 2,03 milhões. Por sua vez, para os comerciais leves a projeção de alta das vendas para 2018 passou de 8,7% para 11,2% - sempre considerando a previsão anterior, divulgada em julho, com a previsão atual divulgada nesta data. Com isso, as concessionárias, que esperavam um mercado de 343,4 mil unidades, agora vislumbram volume de 351,2 mil. Contudo, o segmento pesado é quem deverá puxar a alta geral esperada para o setor neste ano: segundo a Fenabrave, a soma das vendas de caminhões e ônibus deverão superar os 90,5 mil em 2018, um aumento de 34,8% sobre o resultado do ano passado, quando foram emplacados 67,1 mil veículos pesados. Deste total previsto para o ano, 71,9 mil serão caminhões, o que representa alta de 38,2% sobre o volume de 2017. Em sua projeção anterior, era esperada a venda de 65 mil caminhões, o que representaria incremento de 24,8%. “A necessidade de renovação da frota e a super safra têm ajudado a alavancar os resultados de caminhões neste ano, que está sendo puxado pelos pesados e extrapesados”, lembra Alarico. Já no segmento de ônibus, a previsão virou: antes, a entidade esperava uma queda das vendas em 4,1% com pouco mais de 14,4 mil unidades; com a nova previsão, os números apontam para o licenciamento de mais de 18,6 mil ônibus até dezembro, o que representará, se confirmado, uma alta de 23,2%. “Houve esse ajuste de crescimento da previsão devido a recuperação do programa Caminho da Escola e também do mercado de ônibus rodoviários, que está se antecipando à nova regulamentação de acessibilidade”, explica Alarico. O executivo comenta que embora ainda não haja uma projeção definida para 2019, a entidade acredita que a tendência de crescimento das vendas deverá se manter também para o que vem.


Fonte: www.automotivebusiness.com.br http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=24432&link=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave eleva projeção de vendas de veículos novos no Brasil 7992080 - SINDSEGSP - 03/10/2018

A Folha de S.Paulo informa que as vendas de automóveis e comerciais leves em 2018 devem crescer 11,9% ante 2017, somando cerca de 2,431 milhões de unidades, informou nesta terça-feira (2) a associação de concessionárias, Fenabrave, revisando para cima a projeção anteriormente divulgada em julho, de alta de 9,7%. Considerando também as demais categorias de veículos, a Fenabrave agora prevê um crescimento de 12,4% para as vendas do setor, superior ao aumento de 9,8% estimado em julho. Apenas em setembro, os licenciamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil somaram 213,35 mil unidades, um aumento de 7,1% sobre o mesmo mês do ano passado, mas 14,2% abaixo do patamar apurado em agosto, mostrou o levantamento da associação. Com o movimento, as vendas de veículos novos de janeiro a setembro acumularam alta de cerca de 14% na comparação anual, para 1,846 milhão de veículos, segundo os dados da entidade. A média diária de vendas de carros e comerciais leves nos 19 dias úteis de setembro foi de aproximadamente 10.775 unidades, pouco acima das 10.401 unidades de agosto, que teve 23 dias úteis, afirmou a Fenabrave. Segundo a entidade, a venda de caminhões novos no mês passado subiu 47,6% em relação a setembro de 2017, mas caiu cerca de 9,9% sobre agosto, para 6.704 unidades. No acumulado do ano, o segmento apresenta crescimento de 50,4 por cento sobre um ano antes, para 53,15 mil unidades. As vendas de ônibus em setembro saltaram 73,1 ano a ano, para 1.913 unidades. No comparativo mensal, contudo, houve queda de 2,1%. As vendas de carros, comerciais leves, ônibus e caminhões usados em setembro aumentaram 4% na base anual, mas caíram 19,5% ante agosto, para 33,7 mil unidades, disse a Fenabrave. Nos nove primeiros meses do ano, houve crescimento de 2,3% sobre o período de janeiro a setembro de 2017, mostrou a pesquisa. http://www.sindsegsp.org.br/site/noticia-texto.aspx?id=30661 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vinfast: fabricante do Vietnã estreia no Salão de Paris 7992081 - UOL - São Paulo - SP - 03/10/2018

Fotos: Vinfast: fabricante do Vietnã estreia no Salão de Paris - 02/10/2018 - UOL Carros menu Carros uol host pagseguro cursos LOJA VIRTUOL sac e-mail busca Assine Planos de assinatura Segurança Digital Assistência Técnica Banca Digital Bíblia Digital Livros Digitais UOL Resolve Loja de Jogos Sexo PlayKids UOL Esporte Clube UOL Dieta WiFi Assine UOL 4003-6118 capitais 0800 703 3000 demais localidades Assine UOL e tenha emails protegidos, conteúdo exclusivo, Clube UOL e muito mais! Bate-papo Página principal Amizade Idade Namoro Sexo Cidades Todas as salas Notícias Página principal Band Ciência e Saúde Eleições 2018 Folha de S. Paulo Internacional Jornais Loterias Política TAB Tecnologia Tempo UOL Confere Últimas notícias UOL Newsletters Eleições Página principal Pesquisas eleitorais Candidatos Sabatinas Calendário eleitoral Guia do eleitor UOL Confere Últimas notícias Candidatos à Presidência Alvaro Dias (Podemos) Cabo Daciolo (Patriota) Ciro Gomes (PDT) Fernando Haddad (PT) Geraldo Alckmin (PSDB) Guilherme Boulos (PSOL) Henrique Meirelles (MDB) Jair Bolsonaro (PSL) José Maria Eymael (DC) João Amoêdo (Novo) João Goulart Filho (PPL) Marina Silva (Rede) Vera (PSTU) Carros Página principal Motos Segredos Seu automóvel Tabela Fipe Testes e lançamentos Últimas notícias Economia Página principal Cotações Empreendedorismo Finanças pessoais Imposto de renda Empregos Reforma trabalhista Líderes Últimas notícias UOL Newsletters Cotações Dólar Euro Outras moedas Bolsas de Valores Folha Esporte Página principal Futebol MMA Fórmula 1 Basquete Vôlei Tênis Tênis - Jogos do dia Últimas notícias Futebol Jogos do dia Gols da rodada UOL de Primeira Mercado da bola Seleção brasileira Libertadores Brasileirão Série B Copa do Brasil Liga dos Campeões Mais campeonatos Últimas notícias Times América-MG Atlético-MG Atlético-PR Bahia Botafogo Ceará Chapecoense Corinthians Coritiba Cruzeiro Flamengo Fluminense Fortaleza Grêmio Internacional Palmeiras Paraná Clube Santos São Paulo Sport Vasco Vitória Entretê


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SUV compacto será lançado no Brasil com diferenças em relação ao projeto... 11/07/2018 11h15 Compass é o SUV mais vendido do primeiro semestre de 2018; veja top 10 Ranking da Fenabrave mostra supermacia do modelo da Jeep e WR-V entre os 10... 09/07/2018 10h19 Volkswagen Delivery Express: por dentro do "caminhão-carro" 06/07/2018 04h00 Veja como será o visual do Volkswagen T-Cross Esboços antecipam linhas do futuro SUV derivado do Polo que será feito no... 03/07/2018 11h14 Chevrolet Onix vende o dobro de rivais; veja o top-20 de junho de 2018 Compacto da GM continua a ser disparado o carro mais vendido do... 02/07/2018 13h44 ver mais Vinfast começou fazendo macarrão instantâneo, mas chegou ao Salão de Paris como maior conglomerado do Vietnã com David Beckham a tiracolo e dois veículos bastante instigantes https://carros.uol.com.br/album/2018/10/02/vinfast-fabricante-do-vietna-estreia-no-salao-deparis.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos caem em setembro mas quase dobram em relação a 2017 7992082 - IDEAL MT - 03/10/2018

As vendas de veículos novos em todos os segmentos (auto e comerciais leves, caminhões e ônibus, motos, implementos rodoviários e outros) registraram queda de 19,2% em setembro na comparação com agosto. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o número de emplacamentos foi de 7.352 unidades em setembro e no mês anterior de 9.106. No entanto, o desempenho do nono mês foi muito positivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 3.844 unidades. Nesta comparação, setembro de 2018 registrou alta de 91,26%, quase o dobro, sendo um sinal de retomada de mercado. O número se manteve positivo também no acumulado do ano. De janeiro a setembro de 2018 foram realizados 68.918 emplacamentos contra 52.852 no mesmo período de 2017. Desta forma, o crescimento é de 30,4%. Na avaliação dos concessionários, a baixa em setembro se deve ao atual momento político, já que o Brasil se encontra às vésperas das eleições majoritárias. O diretor da Fenabrave em Mato Grosso, Paulo Boscolo, que possui concessionária em Cuiabá, destaca ainda outros fatores como os dias úteis reduzidos no mês e a expectativa frustrada no aquecimento da economia em função da campanha eleitoral. “Os movimentos financeiros ficaram paralisados, pois estamos diante de uma eleição de resultado ainda indefinido para muitos”, avalia. Fonte: SoNoticias http://idealmt.com.br/vendas-de-veiculos-caem-em-setembro-mas-quase-dobram-emrelacao-a-2017/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: LUAN MORAES Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos cresceram 8,5% no mês de setembro, aponta Fenabrave 7992084 - DIÁRIO DO AMAZONAS - 03/10/2018

Brasília – A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou, na terça-feira (2), os resultados dos emplacamentos de veículos no mês de setembro e no acumulado de 2018. A entidade também divulgou os dados de transferência de veículos usados, no período. Os dados, apresentados pela entidade, mostram que, de janeiro a setembro de 2018, foram emplacados 2.650.212 veículos, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, o que representa alta de 12,64%, na comparação com o mesmo período do ano passado. A entidade projeta, para este ano, alta de 12,4% sobre 2017, contra os 9,8% estimados anteriormente (Foto: Sandro Pereira) Apenas em setembro, foram comercializadas 299.583 unidades, 8,5% acima do volume registrado em idêntico mês de 2017, quando foram vendidos 276.103 veículos. Entretanto, quando comparado com agosto, este volume representa queda de 14,99%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 13,1%, totalizando 1.779.675 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 5,77%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 14,42% ante agosto de 2018. Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a quantidade de dias úteis influenciou, significativamente, no comparativo entre agosto e setembro deste ano. “Em setembro, o mercado sofreu reflexos negativos, causados pela menor quantidade de dias úteis. Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6%, nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves. Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, enfatiza o presidente. Em contrapartida, segundo Assumpção Júnior, os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, que estão nos melhores patamares desde 2011, e o crescimento, mês a mês, da confiança do consumidor, estão mantendo as expectativas positivas para o mercado neste ano. Por conta do atual cenário econômico nacional, e do desempenho das vendas a Fenabrave revisou as projeções de vendas de veículos para 2018. Para os emplacamentos totais, a entidade projeta, para este ano, alta de 12,4% sobre 2017, contra os 9,8% estimados anteriormente. O post Vendas de veículos cresceram 8,5% no mês de setembro, aponta Fenabrave apareceu primeiro em Diário do Amazonas. http://diariodoamazonas.com.br/economia/vendas-de-veiculos-cresceram-85-no-mes-desetembro-aponta-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Victor Cruz Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de motos cresce 8,7% no acumulado até setembro 7992085 - MEIO FILTRANTE - São Paulo - SP - 03/10/2018

Maior facilidade de obtenção de crédito e aumento do índice de confiança favorecem o setor de motos Nova projeção da Fenabrave aponta 935,4 mil unidades para o ano e alta de 10% sobre 2017 MÁRIO CURCIO, AB A venda de motos em setembro somou 74,1 mil unidades, registrando média diária próxima a 3,9 mil assim como em agosto. No acumulado do ano foram emplacadas 696,1 mil motocicletas, 8,7% a mais que nos mesmos nove meses do ano passado. Os números foram divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários. A manutenção da média diária e outros fatores levaram a Fenabrave a elevar sua projeção anterior, feita em julho. Em vez de 917 mil unidades a entidade estima agora 935,4 mil motocicletas emplacadas até o fim do ano, o que resultará em alta de 10% sobre 2017. “Isso se deve à elevação do índice de confiança e à melhora na aprovação de crédito. Temos agora em média três propostas de financiamento aprovadas a cada dez fichas preenchidas. Algum tempo atrás eram duas a cada dez”, afirma o vice-presidente da Fenabrave, Carlos Porto. Do total emplacado até setembro, 552,8 mil unidades eram motos Honda, o equivalente a 79,4% do segmento. A marca cresceu 10,5% no período, portanto acima da média de mercado. As quatro motos mais vendidas no Brasil são Honda: CG 160, Biz, Bros, Pop e PCX. Em quinto vem a Yamaha 150 Factor/Fazer. A Yamaha se aproximou das 95 mil motos nestes nove meses e anotou crescimento de 10%, também acima da média. A atual número 3 em vendas é a Haojue, com 7 mil motos emplacadas e alta de 370% sobre igual período de 2017, ano em que suas motos começaram a ser montadas em Manaus, dividindo endereço com a J.Toledo Suzuki. A BMW teve no acumulado do ano 5,1 mil unidades e anotou leve alta de 5,7% sobre o mesmo período do ano passado. A Kawasaki foi beneficiada por novos modelos. Teve 4,3 mil unidades vendidas, crescendo 26,9% e roubando o sexto lugar da Harley-Davidson. Fonte: www.automotivebusiness.com.br http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=24431&link=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos caem em setembro, mas quase dobram em relação a 2017 7992086 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 03/10/2018

As vendas de veículos novos em todos os segmentos (auto e comerciais leves, caminhões e ônibus, motos, implementos rodoviários e outros) registraram queda de 19,2% em setembro na comparação com agosto. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o número de emplacamentos foi de 7.352 unidades em setembro e no mês anterior de 9.106. Alan Cosme/HiperNoticias No entanto, o desempenho do nono mês foi muito positivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 3.844 unidades. Nesta comparação, setembro de 2018 registrou alta de 91,26%, quase o dobro, sendo um sinal de retomada de mercado. O número se manteve positivo também no acumulado do ano. De janeiro a setembro de 2018 foram realizados 68.918 emplacamentos contra 52.852 no mesmo período de 2017. Desta forma, o crescimento é de 30,4%. Na avaliação dos concessionários, a baixa em setembro se deve ao atual momento político, já que o Brasil se encontra às vésperas das eleições majoritárias. O diretor da Fenabrave em Mato Grosso, Paulo Boscolo, que possui concessionária em Cuiabá, destaca ainda outros fatores como os dias úteis reduzidos no mês e a expectativa frustrada no aquecimento da economia em função da campanha eleitoral. “Os movimentos financeiros ficaram paralisados, pois estamos diante de uma eleição de resultado ainda indefinido para muitos”, avalia. Edson Maia, com concessionárias em Cuiabá, confirma que em setembro o volume de comercialização foi um pouco menor. Pontua que a queda maior foi sentida nas marcas premium. Cláudio Bagestan, que possui concessionária em Sinop e outras cidades do norte do Estado, analisa a inquietude do consumidor com esse cenário de eleições. “Na primeira quinzena, tivemos um ‘silêncio’ dos clientes e observamos uma inquietude sobre o cenário político. Ainda fomos impactados pelos feriados de 7 de setembro e do dia 13 (municipal). Mas o fluxo nas lojas baixou principalmente por conta do cenário político que gerou certa inércia dos clientes. Ao fim do mês, conseguimos atingir nossas metas com muito suor”, explicou Bagestan. Mesmo diante do período eleitoral, Boscolo mantém as expectativas de crescimento nas vendas. “Acompanhando os resultados do mercado financeiro e expurgando os fatores internacionais, o mercado deve ser reaquecido”, considera http://www.hipernoticias.com.br/economia/vendas-de-veiculos-caem-em-setembro-masquase-dobram-em-relacao-a-2017/106743 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: REDAÇÃO Estado: MT Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos caem em setembro, mas quase dobram em relação a 2017 - CenárioMT 7992087 - CENÁRIO MT - Cuiabá - MT - 03/10/2018

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Clipping Consórcio é responsável por 28% da comercialização de automóveis no Brasil 7992088 - PANORAMA SEGURO - Rio de Janeiro - RJ - 03/10/2018

O segmento representa cerca de 45% do mercado de consórcios. Só nos primeiros sete meses do ano, 647 mil novas cotas foram vendidas, 5,4% a mais do que o mesmo período de 2017, e 327,8 mil pessoas foram contempladas A procura por consórcio de automóveis continua a crescer no Brasil. Nos sete primeiros meses de 2018, o segmento foi responsável pela venda de 647 mil novas cotas. O número representa cerca de 45% do total dos negócios de consórcios e indica crescimento de 5,4% em comparação com o mesmo período de 2017, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC). O aumento também é expressivo no número de contemplados. Ao todo, 327,8 mil pessoas tiveram a oportunidade de utilizar R$ 13,37 bilhões em crédito para comprar um veículo leve – valor que representa crescimento de 6,8%. Estas movimentações impactam diretamente no mercado, uma vez que 28% das vendas de automóveis no País ocorreram com o modelo de consórcio. “A flexibilidade e a segurança que o consórcio representa atraem cada vez mais brasileiros. O consumidor, recém-recuperado do período de instabilidade econômica, além de ficar mais seletivo, planeja melhor suas decisões financeiras e faz investimentos mais seguros. O consórcio surge, nesse cenário, como uma ótima opção, por reunir todas essas características”, destaca Luis Toscano, Diretor de Parcerias da Embracon. Ele completa: “O consórcio também garante, por meio de parcelas acessíveis e que não atrapalham no orçamento, que o consorciado será contemplado dentro do tempo estabelecido com o bem, seja ele carro, imóvel ou serviço”. Mercado O número de emplacamentos até julho de 2018 mostra o reflexo do aumento da venda de consórcios de automóveis para o mercado. De acordo com os resultados apresentados pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos (Fenabrave), entidade que representa os concessionários, foram emplacados 1,3 milhões de automóveis, número 14% superior ao mesmo período de 2017. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), também confirmam a tendência. Procura por consórcio A “garantia de entrega do bem” é o principal atrativo pelo qual as pessoas procuram o consórcio, aponta pesquisa divulgada da ABAC. De acordo com a entidade, 17,4% dos consorciados utilizam esse critério para a adesão. Outro ponto determinante são os valores das parcelas, sendo mencionado por 14,4% dos clientes. Além disso, são essenciais a “facilidade de retirar o bem” (13%) e a “confiança na marca” (12,6%). Destaque http://panoramaseguro.com.br/noticias/consorcio-e-responsavel-por-28-da-comercializacaode-automoveis-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Consórcio é responsável por 28% da comercialização de automóveis no Brasil 7992089 - NEGÓCIOS EM FOCO - 03/10/2018

São Paulo, outubro de 2018 – A procura por consórcio de automóveis continua a crescer no Brasil. Nos sete primeiros meses de 2018, o segmento foi responsável pela venda de 647 mil novas cotas. O número representa cerca de 45% do total dos negócios de consórcios e indica crescimento de 5,4% em comparação com o mesmo período de 2017, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC). O aumento também é expressivo no número de contemplados. Ao todo, 327,8 mil pessoas tiveram a oportunidade de utilizar R$ 13,37 bilhões em crédito para comprar um veículo leve – valor que representa crescimento de 6,8%. Estas movimentações impactam diretamente no mercado, uma vez que 28% das vendas de automóveis no País ocorreram com o modelo de consórcio. “A flexibilidade e a segurança que o consórcio representa atraem cada vez mais brasileiros. O consumidor, recém-recuperado do período de instabilidade econômica, além de ficar mais seletivo, planeja melhor suas decisões financeiras e faz investimentos mais seguros. O consórcio surge, nesse cenário, como uma ótima opção, por reunir todas essas características”, destaca Luis Toscano, Diretor de Parcerias da Embracon. Ele completa: “O consórcio também garante, por meio de parcelas acessíveis e que não atrapalham no orçamento, que o consorciado será contemplado dentro do tempo estabelecido com o bem, seja ele carro, imóvel ou serviço”. Mercado O número de emplacamentos até julho de 2018 mostra o reflexo do aumento da venda de consórcios de automóveis para o mercado. De acordo com os resultados apresentados pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos (Fenabrave), entidade que representa os concessionários, foram emplacados 1,3 milhões de automóveis, número 14% superior ao mesmo período de 2017. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), também confirmam a tendência. Procura por consórcio A “garantia de entrega do bem” é o principal atrativo pelo qual as pessoas procuram o consórcio, aponta pesquisa divulgada da ABAC. De acordo com a entidade, 17,4% dos consorciados utilizam esse critério para a adesão. Outro ponto determinante são os valores das parcelas, sendo mencionado por 14,4% dos clientes. Além disso, são essenciais a “facilidade de retirar o bem” (13%) e a “confiança na marca” (12,6%). Sobre a Embracon Há 30 anos no mercado de consórcios, a empresa possui cerca de 120 mil clientes ativos, aproximadamente 600 parceiros em território nacional, mais de 100 filiais no país e 2,5 mil funcionários. É uma das maiores e mais conceituadas empresas especializadas em consórcio de automóveis, motos, imóveis e serviços. A filosofia de trabalho se baseia em conhecer e atender às necessidades dos clientes que encontram na instituição solidez, credibilidade, inovação e uma vasta gama de produtos. A Embracon é autorizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil e associada à ABAC (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios). Visite o site: http://www.embracon.com.br Publicado nos editoriais Economia Transporte Publicado por https://www.negociosemfoco.com/news/?releaseid=1540400 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Consórcio é responsável por 28% da comercialização de automóveis no Brasil 7992090 - SEGS - Santos - SP - 03/10/2018

O segmento representa cerca de 45% do mercado de consórcios. Só nos primeiros sete meses do ano, 647 mil novas cotas foram vendidas, 5,4% a mais do que o mesmo período de 2017, e 327,8 mil pessoas foram contempladas A procura por consórcio de automóveis continua a crescer no Brasil. Nos sete primeiros meses de 2018, o segmento foi responsável pela venda de 647 mil novas cotas. O número representa cerca de 45% do total dos negócios de consórcios e indica crescimento de 5,4% em comparação com o mesmo período de 2017, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC). O aumento também é expressivo no número de contemplados. Ao todo, 327,8 mil pessoas tiveram a oportunidade de utilizar R$ 13,37 bilhões em crédito para comprar um veículo leve – valor que representa crescimento de 6,8%. Estas movimentações impactam diretamente no mercado, uma vez que 28% das vendas de automóveis no País ocorreram com o modelo de consórcio. “A flexibilidade e a segurança que o consórcio representa atraem cada vez mais brasileiros. O consumidor, recém-recuperado do período de instabilidade econômica, além de ficar mais seletivo, planeja melhor suas decisões financeiras e faz investimentos mais seguros. O consórcio surge, nesse cenário, como uma ótima opção, por reunir todas essas características”, destaca Luis Toscano, Diretor de Parcerias da Embracon. Ele completa: “O consórcio também garante, por meio de parcelas acessíveis e que não atrapalham no orçamento, que o consorciado será contemplado dentro do tempo estabelecido com o bem, seja ele carro, imóvel ou serviço”. Mercado O número de emplacamentos até julho de 2018 mostra o reflexo do aumento da venda de consórcios de automóveis para o mercado. De acordo com os resultados apresentados pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos (Fenabrave), entidade que representa os concessionários, foram emplacados 1,3 milhões de automóveis, número 14% superior ao mesmo período de 2017. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), também confirmam a tendência. Procura por consórcio A “garantia de entrega do bem” é o principal atrativo pelo qual as pessoas procuram o consórcio, aponta pesquisa divulgada da ABAC. De acordo com a entidade, 17,4% dos consorciados utilizam esse critério para a adesão. Outro ponto determinante são os valores das parcelas, sendo mencionado por 14,4% dos clientes. Além disso, são essenciais a “facilidade de retirar o bem” (13%) e a “confiança na marca” (12,6%). Sobre a Embracon Há 30 anos no mercado de consórcios, a empresa possui cerca de 120 mil clientes ativos, aproximadamente 600 parceiros em território nacional, mais de 100 filiais no país e 2,5 mil funcionários. É uma das maiores e mais conceituadas empresas especializadas em consórcio de automóveis, motos, imóveis e serviços. A filosofia de trabalho se baseia em conhecer e atender às necessidades dos clientes que encontram na instituição solidez, credibilidade, inovação e uma vasta gama de produtos. A Embracon é autorizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil e associada à ABAC (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios). Visite o site: http://www.embracon.com.br https://www.segs.com.br/seguros/137888-consorcio-e-responsavel-por-28-dacomercializacao-de-automoveis-no-brasil Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos de veículos crescem 12,64% até setembro 7992091 - PARAÍBA TOTAL - João Pessoa - PB - 03/10/2018

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (FENABRAVE) divulgou, nesta terça-feira, 2 de outubro, os resultados dos emplacamentos de veículos no mês de setembro e no acumulado de 2018. A entidade também divulgou os dados de transferência de veículos usados, no período. Os dados, apresentados pela entidade, mostram que, de janeiro a setembro de 2018, foram emplacados 2.650.212 veículos, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, o que representa alta de 12,64%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apenas em setembro, foram comercializadas 299.583 unidades, 8,5% acima do volume registrado em idêntico mês de 2017, quando foram vendidos 276.103 veículos. Entretanto, quando comparado com agosto, este volume representa queda de 14,99%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 13,1%, totalizando 1.779.675 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 5,77%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 14,42% ante agosto de 2018. Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, a quantidade de dias úteis influenciou, significativamente, no comparativo entre agosto e setembro deste ano. “Em setembro, o mercado sofreu reflexos negativos, causados pela menor quantidade de dias úteis. Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6%, nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves. Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, enfatiza o Presidente. Em contrapartida, segundo Assumpção Júnior, os indicativos econômicos, como os índices de inadimplência, que estão nos melhores patamares desde 2011, e o crescimento, mês a mês, da confiança do consumidor, estão mantendo as expectativas positivas para o mercado neste ano. Revisão das Projeções para 2018 Por conta do atual cenário econômico nacional, e do desempenho das vendas de veículos nos três primeiros trimestres, a FENABRAVE revisou as projeções de vendas de veículos para 2018. Para os emplacamentos totais (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários), a entidade projeta, para este ano, alta de 12,4% sobre 2017, contra os 9,8% estimados anteriormente. A nova projeção da entidade, para os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves, aponta para crescimento de 11,9% em 2018. Em julho, a entidade estimava que os segmentos cresceriam 9,7% no ano. A nova projeção para o segmento de Caminhões é de 38,2% de alta, ante os 24,8% estimados em julho. Para o segmento de Ônibus, a revisão das projeções considera avanço de 23,2% nas vendas de 2018. Em julho, a projeção era de queda de 4,1%. O novo índice projetado, para as vendas de Implementos Rodoviários, é de 75,7%, contra 58,6% de alta da projeção de julho. A FENABRAVE também está revendo para cima, a projeção para o mercado de Motocicletas, que deve chegar a 9,9% de crescimento, ante os 7,7% estimados anteriormente. O segmento de Tratores e Colheitadeiras, que não contempla licenciamentos, deve registrar alta de 1,2% sobre 2017, ante estimativa anterior de crescimento, no patamar de 0,24%. http://www.paraibatotal.com.br/noticias/2018/10/03/17762-emplacamentos-de-veiculoscrescem-1264-ate-setembro Ficha Técnica


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Clipping Scania R440 segue como pesado mais vendido de 2018 7992092 - MIDIA TRUCK BRASIL - 03/10/2018

Scania R440 Streamline 6x2. Foto de AC PIANARO cedida exclusivamente ao Midia Truck Brasil | Não reproduza ou edite a mesma sem autorização do seu autor Modelo segue como mais vendido também na história da Scania no Brasil Texto de Érico Rafael Pimenta. Editor-Chefe do Midia Truck Brasil rafael@midiatruckbrasil.com O Scania R440 caiu no gosto dos transportadores e autônomos deste o seu lançamento, com isso o modelo se tornou o mais vendido na história da Scania no Brasil e em 2017 o modelo recebeu uma edição especial chamada de Scania 113, no qual fez uma justa homenagem ao lendário Scania 113. O modelo ainda segue como o mais vendido da Scania e o modelo na categoria dos pesados mais vendido também. De janeiro a setembro de 2018, o modelo conta com 3.263 unidades vendidas, o que representa 13,76% de participação no mercado. No mês de setembro, o modelo emplacou 263 unidades, o que foi abaixo do mês de agosto, onde o modelo chegou a 495 unidades. De forma geral, o segmento de pesados registrou uma pequena queda nas vendas. Segundo o relatório da Fenabrave, a venda de pesados em agosto representou 49,10% de todo os segmentos (Semi-Leve, Médio, Leve, Semi-Pesado e Pesado) já no último mês de setembro caiu para 44,55%. Confira abaixo os 10 mais vendidos de janeiro a setembro (O relatório da Fenabrave, usado pela reportagem do Midia Truck Brasil é de acesso público. O mesmo leva em conta o acumulado, ou seja as vendas de janeiro até o mês selecionado, neste caso, setembro) 1° Scania R440 com 263 unidades e 3.263 unidades de janeiro a setembro 2° Volvo FH 540 com 315 unidades e 2.887 unidades de janeiro a setembro 3° Volvo FH 460 com 316 unidades e 2.300 unidades de janeiro a setembro 4° M. Benz Actros 2651 com 307 unidades e 2.070 unidades de janeiro a setembro 5° DAF XF 105 com 187 unidades e 1.366 unidades de janeiro a setembro 6° M. Benz Actros 2546 com 109 unidades e 931 unidades de janeiro a setembro 7° M. Benz Axor 3344 com 44 unidades e 817 unidades de janeiro a setembro 8° Scania R480 com 46 unidades e 600 unidades de janeiro a setembro 9° M. Benz Axor 2544 com 93 unidades e 597 unidades de janeiro a setembro 10° Volvo FH 500 com 83 unidades e 559 unidades de janeiro a setembro Para conferir ao relatório acesse fenabrave.org.br http://www.midiatruckbrasil.com/2018/10/scania-r440-segue-como-pesado-mais.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Erico Rafael Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Licenciamentos de veículos leves avançam 13% no ano 7992093 - MEIO FILTRANTE - São Paulo - SP - 03/10/2018

Setor acumula 1,77 milhão de unidades até setembro, na soma de automóveis e comerciais leves SUELI REIS, AB Os licenciamentos de veículos leves cresceram 13,1% no acumulado de janeiro a setembro em comparação com iguais meses do ano passado, ao atingir o volume de 1,77 milhão de unidades, na soma dos licenciamentos de automóveis e comerciais leves. Os números foram divulgados na terça-feira, 2, pela Fenabrave, entidade que representa as concessionárias, que hoje contam com 7,4 mil pontos de venda no País. Com 1,51 milhão de unidades emplacadas nos nove meses do ano, as vendas de automóveis subiram 12% na comparação anual. Nos comerciais leves, a alta foi de 19%, para 268,1 mil unidades. No resultado isolado de setembro, o volume licenciado chegou a 204,7 mil unidades, representando aumento de 5,7% quando comparado com mesmo mês de 2017. No entanto, o volume foi 14,4% menor do que o verificado em agosto. Segundo o presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, a queda se deve exclusivamente ao menor número de dias úteis de setembro (19) contra os de agosto (23). Por outro lado, o executivo mostra que embora as vendas tenham caído no comparativo mensal, a média diária cresceu 3,6%, passando de 10,4 mil em agosto para 10,7 mil em setembro. Para Alarico, o controle da taxa de juros e a baixa inadimplência aliadas à maior confiança do consumidor estão sustentando o mercado de veículos leves. “O que vende carro é juro barato: temos visto também o aumento da aprovação de crédito para o setor: a cada dez propostas, 4,5% são aprovadas. Este índice foi de 3% nos anos da crise, como 2015 e 2016 e ainda o vimos no primeiro semestre de 2017”, lembra. Segundo a consultora econômica Tereza Maria Dias, da MB Associados, que atende a Fenabrave, o segmento de automóveis aponta para a tendência de curva ascendente do mercado. “Vale ressaltar também que que a crise começou em 2013 primeiro com queda no mercado de automóveis, o mesmo segmento que antecipou a retomada.” Por causa do bom desempenho, a Fenabrave revisou pela terceira vez as previsões para o ano e agora espera um desempenho muito melhor do que o previsto anteriormente. Fonte: www.automotivebusiness.com.br http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=24430&link=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos usados e seminovos registra queda em setembro 7992094 - HOJE EM DIA - Belo Horizonte - MG - 03/10/2018

As vendas de veículos seminovos e usados no país caiu 15,4% em setembro na comparação com o mês anterior, com o total de 1.164.857 unidades comercializadas, contra 1.377.484 em agosto. Segundo dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), na comparação com setembro do ano passado houve queda de 1,4%. Apesar do resultado negativo para o mês, no acumulado do ano há um aumento de 0,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Nos nove meses de 2018, o total de seminovos e usados chegou a 10.551.979, contra 10.528.442 unidades no mesmo período de 2017. De acordo com a Fenauto, a margem de crescimento, no comparativo acumulado, parece estar se estabilizando, já que apresentou resultados de 0,3% em julho, 0,4% em agosto e 0,2% em setembro, confirmando as previsões emitidas em seus boletins nos últimos meses. Mesmo assim, a entidade destacou o nível de confiança do consumidor que vem evoluindo negativamente. “Tenho esperança de que com as próximas eleições, possam ressurgir razões para a recuperação de perspectivas positivas e uma consequente melhoria nos índices de confiança do consumidor, refletindo nos resultados do mercado”, disse o presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos. Leia mais: Fenabrave revisa projeção para 2018 e espera vender 2,079 milhões de autos Emprego na indústria fica praticamente estável em agosto, indica CNI Mesmo com menor fluxo de carros, Pedro I é a avenida com mais atropelamentos em BH https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/venda-de-ve%C3%ADculos-usados-eseminovos-registra-queda-em-setembro-1.660735 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Setor automotivo revisa projeções e está otimista para crescimento de 13% 7992095 - DIÁRIO DO NORDESTE - Fortaleza - CE - 03/10/2018

Após registrar mais um desempenho positivo das vendas de veículos no acumulado até setembro, a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias, revisa suas projeções para 2018 – a quarta para o ano – e agora prevê um crescimento de 13% do volume de emplacamentos para o período na comparação com o ano passado. Na projeção anterior, divulgada em julho, o setor esperava alta de 10,3% das vendas para o ano. Em sua nova previsão divulgada na terça-feira, 2, a entidade elevou os índices de todos os segmentos, tanto de leves quanto pesados. Com isso, é esperada a venda de 2,52 milhões de veículos em 2018, considerando os emplacamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus: na projeção anterior, feita em julho, a estimativa da entidade apontava para a venda de 2,46 milhões de veículos em 2018. Para lembrar, em 2017 foram licenciadas 2,23 milhões de unidades. Se a projeção atual for confirmada, este será o segundo ano consecutivo de crescimento das vendas do setor após quatro anos de queda do mercado. “Com a volatilidade ao longo do ano e o impacto das eleições, reavaliamos nossos números com perspectiva positiva”, afirma o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Todos os segmentos deverão crescer neste ano, aponta a Fenabrave. Segundo Assumpção, o índice de confiança atual do consumidor é “extremamente positivo”, o que beneficia o setor de automóveis e comerciais leves. “Eu sempre digo que o que vende automóvel é juro barato: a baixa taxa de juros e também da inflação são pontos favoráveis que vêm sendo percebidos desde o segundo semestre do ano passado, fatores que ajudaram na alavancagem positiva do setor desde então”, disse o executivo. As novas projeções da Fenabrave apontam que no segmento de veículos leves haverá aumento de 11,9% das vendas em 2018 sobre o ano passado, para pouco mais de 2,43 milhões de unidades, na soma de automóveis e comerciais leves. Por categoria, as vendas de automóveis deverão crescer 12% neste ano na comparação com 2017 e atingir o volume de 2,07 milhões de unidades. Antes, a entidade havia projetado aumento de 9,9%, para pouco mais de 2,03 milhões. Por sua vez, para os comerciais leves a projeção de alta das vendas para 2018 passou de 8,7% para 11,2% - sempre considerando a previsão anterior, divulgada em julho, com a previsão atual divulgada nesta data. Com isso, as concessionárias, que esperavam um mercado de 343,4 mil unidades, agora vislumbram volume de 351,2 mil. Contudo, o segmento pesado é quem deverá puxar a alta geral esperada para o setor neste ano: segundo a Fenabrave, a soma das vendas de caminhões e ônibus deverão superar os 90,5 mil em 2018, um aumento de 34,8% sobre o resultado do ano passado, quando foram emplacados 67,1 mil veículos pesados. Deste total previsto para o ano, 71,9 mil serão caminhões, o que representa alta de 38,2% sobre o volume de 2017. Em sua projeção anterior, era esperada a venda de 65 mil caminhões, o que representaria incremento de 24,8%. http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/suplementos/auto/online/setor-automotivorevisa-projecoes-e-esta-otimista-para-crescimento-de-13-1.2008497 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Em setembro, vendas de carros usados caíram 19,1% em relação a agosto 7992111 - CIDADE BIZ - São Paulo - SP - 03/10/2018

As vendas de veículos usados cresceram 19,1 em setembro, em relação a agosto. No confronto com o nono mês do ano passado, houve queda de 6%. O balanço da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) considera todos os segmentos automotivos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros). Ao todo, foram comercializados 1.107.658 veículos usados em setembro, contra 1.370.569 em agosto e 1.178.411 em setembro do ano passado. Automóveis e comerciais leves - As transações nesses segmentos tiveram queda de 19,65% entre agosto e setembro. Foram negociados 830.485 veículos, 203,1 mil a menos do que no mês anterior. Em relação a setembro/17 (891.628 unidades), houve recuo de 6,86% (61,1 mil veículos a menos). A participação das principais montadoras no mercado de automóveis e comerciais leves usados em setembro de 2018 (os percentuais entre parênteses indicam o acumulado do ano): Automóveis • Volkswagen: 21,48% em setembro (21,21% no acumulado do ano) • General Motors: 20,43% (20,23%) • Fiat: 19,23% (19,43%) • Ford: 10,37% (10,31%) • Renault: 5,12% (5,19%) • Honda: 4,62% (4,70%) • Hyundai: 4,01% (4,00%) • Toyota: 3,65% (3,69%) • Peugeot: 2,20% (2,27%) • Outros: 8,89% (8,97%) Automóveis usados mais vendidos em setembro 2018: • VW Gol: 73.146 • Fiat Uno: 45.093 • Fiat Palio: 44.290 • GM Celta: 26.183 • GM Corsa: 21.566 • VW Fox: 20.947 • Ford Fiesta: 20.503 • Fiat Siena: 18.517 • GM Classic: 16.531 • Toyota Corolla: 16.504 Comerciais leves • Fiat: 27,19% em setembro (26,89% no acumulado do ano)


• Volkswagen: 21,53% (21,68%) • General Motors: 20,40% (20,38%) • Ford: 9,64% (9,67%) • Toyota: 7,91% (7,80%) • Mitsubishi: 3,98% (4,03%) • Nissan: 2,27% (2,29%) • Renault: 1,96% (2,00%) • Outros: 5,12% (5,26%) Comerciais leves usados mais vendidos em setembro 2018: • Fiat Strada: 22.636 • VW Saveiro: 16.950 • GM S10: 12.766 • Toyota Hilux: 9.082 • GM Montana: 7.758 • Ford Ranger: 5.228 • VW Kombi: 5.122 • Fiat Fiorino: 4.630 • Mitsubishi L200: 4.591 • VW Amarok: 2.905 Sobre o mercado de carros novos: Vendas de automóveis e comerciais leves caíram 14,4% em setembro. https://www.cidadebiz.com.br/noticia/03101805 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave eleva projeção de vendas de veículos novos no Brasil em 2018 7992112 - UGT - São Paulo - SP - 03/10/2018

As vendas de automóveis e comerciais leves em 2018 devem crescer 11,9% ante 2017, somando cerca de 2,431 milhões de unidades, informou nesta terça-feira (2) a associação de concessionárias, Fenabrave, revisando para cima a projeção anteriormente divulgada em julho, de alta de 9,7%. Considerando também as demais categorias de veículos, a Fenabrave agora prevê um crescimento de 12,4% para as vendas do setor, superior ao aumento de 9,8% estimado em julho. Apenas em setembro, os licenciamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil somaram 213,35 mil unidades, um aumento de 7,1% sobre o mesmo mês do ano passado, mas 14,2% abaixo do patamar apurado em agosto, mostrou o levantamento da associação. Com o movimento, as vendas de veículos novos de janeiro a setembro acumularam alta de cerca de 14% na comparação anual, para 1,846 milhão de veículos, segundo os dados da entidade. A média diária de vendas de carros e comerciais leves nos 19 dias úteis de setembro foi de aproximadamente 10.775 unidades, pouco acima das 10.401 unidades de agosto, que teve 23 dias úteis, afirmou a Fenabrave. Segundo a entidade, a venda de caminhões novos no mês passado subiu 47,6% em relação a setembro de 2017, mas caiu cerca de 9,9% sobre agosto, para 6.704 unidades. No acumulado do ano, o segmento apresenta crescimento de 50,4 por cento sobre um ano antes, para 53,15 mil unidades. As vendas de ônibus em setembro saltaram 73,1 ano a ano, para 1.913 unidades. No comparativo mensal, contudo, houve queda de 2,1%. As vendas de carros, comerciais leves, ônibus e caminhões usados em setembro aumentaram 4% na base anual, mas caíram 19,5% ante agosto, para 33,7 mil unidades, disse a Fenabrave. Nos nove primeiros meses do ano, houve crescimento de 2,3% sobre o período de janeiro a setembro de 2017, mostrou a pesquisa. Fonte: Folha de S.Paulo http://www.ugt.org.br/index.php/post/20201-Fenabrave-eleva-projecao-de-vendas-deveiculos-novos-no-Brasil-em-2018 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos devem aumentar 12% neste ano - Jornal do Comércio - Tesouro Invest 7992113 - TESOURO INVEST - 03/10/2018

A Fenabrave, entidade que congrega as revendedoras de veculos automotores no Pas, revisou em setembro suas projees para as vendas neste ano de 2.039.736 unidades na previso anterior feita em julho, com crescimento de 9,9% sobre o total registrado no ano passado, para 2.079.530 unidades, o que levar a um crescimento de 12%. A reviso no considera tratores e colheitadeiras, j que estes no so licenciados, disse o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpo Jnior. Quando se soma aos autos os veculos leves, a projeo foi revista de 2.383.184 unidades para 2.430.788, o que levar a um aumento de 11,9% sobre o total de vendas de autos e leves no ano passado. A explicao para a reviso das vendas para cima so o aumento da confiana do consumidor, queda da taxa bsica de juros e reduo da inflao. A Fenabrave trabalha com a previso de vendas de 42 mil unidades de tratores e colheitadeiras neste ano, com um crescimento de 1,20% sobre o total vendido no ano passado. Essa projeo resulta de reviso feita em setembro sobre a previso de julho, que apontava para um total de vendas neste ano de 41.600 unidades. A previso de julho j embutia um crescimento de 0,24% sobre as vendas de 2017. De acordo com os executivos da Fenabrave, o aumento de vendas est associado reduo da taxa bsica de juros, inflao e aumento da confiana dos compradores. O estoque de veculos de passeios e comerciais leves nas lojas em setembro somou 164 mil unidades, nmero suficiente para 26 dias de vendas, segundo a Fenabrave. Em agosto, o estoque era de 161,5 mil unidades para 28 dias de vendas. A diferena, que mostra um nmero maior em setembro para um prazo de vendas menor est relacionado ao efeito calendrio – setembro tem um nmero de dias menor – e porque houve queda das vendas diretas e nas lojas. Em setembro, foram vendidas no perodo 173,193 veculos novos, segundo o relatrio da Fenabrave. Na comparao com agosto, quando foram vendidas 203,911 unidades, verifica-se uma queda de 15,06%. No confronto de setembro com o mesmo ms do ano passado, houve um crescimento de 3,09%. Em setembro de 2017 foram colocadas 167,997 automveis novos nas ruas do Pas. No acumulado do ano at setembro, as vendas de veculos novos somaram 1.511.537 unidades, nmero 12,12% superior s 1.348.175 unidades vendidas no mesmo perodo do ano passado. A soma de autos e veculos leves vendidos em setembro foi de 204.733 unidades. Esse nmero 14,42% a menor que as 239.227 unidades vendidas no ms imediatamente anterior, 5,77% acima das 193.557 unidades vendidas em setembro do ano passado. No acumulado do ano foram vendidas 1.779.675 unidades, o que mostra um aumento de 13,10% sobre as 1.573.508 vendidas de janeiro a setembro de 2017. As vendas de caminhes em setembro somaram 6.704 unidades. Este nmero 9,89% menor que as 7.440 unidades vendidas em agosto e 47,60% superior s 4.542 unidades vendidas em setembro do ano passado. No acumulado do ano at setembro foram vendidos 53.147 caminhes, o que mostra crescimento de 50,37% acima 35.344 unidades vendidas em no mesmo perodo de 2017. Em relao aos nibus, foram vendidas 1.913 unidades em setembro ante 1.954 em agosto, mostrando queda de 2,10% na margem. Em relao a setembro do ano passado, quando foram vendidos 1.105 nibus, houve crescimento de 73,12%. J no acumulado do ano, quando foram comercializados 13.264 nibus, houve um crescimento de 21,91% sobre as 10.880 unidades vendidas em igual perodo do ano passado. Fonte Oficial: Jornal do Comércio. Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Tesouro Invest. Comentários Vídeo revela método de como utilizar a ferramenta GuiaInvest PRO para você escolher ações na Bolsa de Valores de forma inteligente!


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Clipping Vendas de caminhões e ônibus saltam 43% 7992114 - MEIO FILTRANTE - São Paulo - SP - 03/10/2018

Pesados encerram o acumulado até setembro com mais de 66,4 mil unidades SUELI REIS, AB O mercado de veículos comerciais pesados registrou aumento expressivo de 43,6% das vendas no acumulado dos nove meses do ano, ao atingir as 66,4 mil unidades na soma de caminhões e ônibus, segundo balanço do setor de distribuição divulgados na terça-feira, 2, pela Fenabrave, que reúne as associações de concessionárias no Brasil. Por categoria, as vendas de caminhões cresceram acima dos 50% no acumulado de nove meses, com 53,1 mil unidades emplacadas. Já os chassis apresentaram alta de quase 22%, para pouco mais de 13,2 mil no ano. Em setembro, as vendas do segmento pesado avançaram mais de 52% na comparação com mesmo mês de 2017, para pouco mais de 8,6 mil unidades. No entanto, o volume ficou 8,2% abaixo do registrado em agosto. Segundo o vice-presidente da entidade, Sérgio Zonta, a queda se deve unicamente pelo número menor de dias úteis em setembro: foram 19 contra os 23 de agosto. Apesar disso, a média diária cresceu 9,8% na passagem de um mês para o outro. “Foram trinta unidades a mais por dia útil em setembro na comparação com agosto”, reforçou Zonta. Para o executivo, ainda que o segmento cresça sobre uma base baixa, os resultados consolidam a estimativa positiva para o ano. “O nível de confiança entre os frotistas e transportadores vem crescendo ao mesmo tempo em que temos um aumento significativo dos financiamentos com queda dos juros e CDC abaixo de 1%, mais a queda acentuada da inadimplência”, cita. Ele acrescenta que as vendas de caminhões pesados e extrapesados estão programadas até fevereiro de 2019: impulsionado pelo agronegócio, mas também pelo leve avanço do PIB, o segmento anotou alta acima dos 50% no ano. “Os estoques desta categoria estão praticamente zerados e nos demais, há poucos volumes”, revela. O desempenho do setor fez com que a Fenabrave revisasse mais uma vez suas projeções para o ano, desta vez prevendo crescimento tanto para caminhões quanto para ônibus. Fonte: www.automotivebusiness.com.br http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=24428&link=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Região Noroeste 7992115 - REGIÃO NOROESTE - Fernandópolis - SP - 03/10/2018

Quarta, 03 de Outubro de 2018 Carros compactos dominam vendas e Onix amplia liderança 03/10/2018 as 13:00 | Brasil | Da Redaçao MAIS Nacional Governo quer elevar pagamento e repassar alta à conta de luz Os carros populares voltam a dominar as primeiras colocações em vendas no Brasil. Em setembro, sete dos dez modelos mais emplacados têm preço inicial abaixo de R$ 50 mil. São esses modelos que puxam a retomada dos emplacamentos, que cresceram 14% no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2017. O dado inclui carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões. Ao todo, 1,87 milhões de unidades foram licenciadas entre janeiro e setembro de 2018. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (2) pela Fenabrave, entidade que representa as revendedores de veículos. O Chevrolet Onix, que custa a partir de R$ 44.990 se isola na liderança em 2018. No acumulado do ano, o modelo teve 146.217 unidades emplacadas, que é quase o dobro das vendas do segundo colocado, o Hyundai HB20 (78.757). Em alta, os utilitários esportivos representam 24,2% do mercado em 2018. Em setembro de 2016, essa participação era de 18%. O mais vendido desse segmento no acumulado de 2018 é o Jeep Compass, com 44.357 unidades comercializadas. Cálculos feitos pela Chevrolet mostram que os SUVs deverão chegar a 30% de participação em 2023. Hoje, o segmento que domina as vendas é o de hatches compactos, com 28,7% de participação. Com informações da Folhapress. MAIS LIDAS http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=191240 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos de veículos avançaram em setembro sobre agosto 7992116 - BLOG POLIBIO BRAGA - 03/10/2018

Os emplacamentos de veículos, excluindo máquinas agrícolas, implementos rodoviários e motocicletas, somaram 213,4 mil unidades em setembro, segundo os dados divulgados ontem pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Esse resultado representou um avanço de 2,2% ante agosto, já descontados os efeitos sazonais, segundo nossas estimativas. A alta no mês foi puxada pelas vendas de todos as categorias: automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Na comparação interanual, os emplacamentos totais (também descontados os implementos rodoviários, máquinas agrícolas e motocicletas) cresceram 7,1%, desacelerando em relação à expansão de 14,8% observada na leitura anterior. Por fim, os emplacamentos de setembro indicam que o setor automotivo segue como um dos mais dinâmicos da economia, o que tem sido reforçado nas aberturas de pesquisas conjunturais da indústria e do comércio varejista. https://polibiobraga.blogspot.com/2018/10/emplacamentos-de-veiculos-avancaram-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Polibio Braga Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave volta a elevar projeções de vendas em 2018 7992117 - INSTITUTO AÇO BRASIL - 03/10/2018

O mercado de veículos voltou a trazer percentuais de expansão que impressionam. As vendas em setembro cresceram 7,10% em comparação com o mesmo mês do ano passado e o acumulado do ano registrou crescimento de 13,97% ante os nove primeiros meses de 2017. O resultado animou a entidade que representa os concessionários, Fenabrave, a elevar as projeções para o ano. Apesar de meses seguidos em recuperação, o mercado brasileiro de veículos está ainda distante do que era há seis anos. A nova projeção da Fenabrave, a segunda revisão positiva em três meses, indica agora um mercado de 2, 52 milhões de veículos em 2018, o que representará um crescimento de 12,5% na comparação com 2017. A venda anual de veículos no Brasil começou a passar de 3 milhões de unidades em 2009, o que estimulou as montadoras a ampliar a capacidade industrial. O pico foi em 2012, quando o licenciamento somou 3,8 milhões de carros de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus. O presidente da Fenabrave (federação Nacional da Distribuição de Veículos), Alarico Assumpção Júnior, lembra que as bases de comparação são baixas. O dirigente anima-se, porém, com os fatores macroeconômicos que, segundo ele, têm sustentado um crescimento contínuo desde a segunda metade do ano passado. "Eu falo como concessionário de nascença; que tem a barriga no balcão: o que vende caminhão é crescimento do PIB; o que vende automóvel é juro baixo e o que vende moto é a manutenção do emprego". O empresário aponta esses três fatores como os principais pilares dos resultados dos últimos meses. "A segurança da manutenção do emprego tem sido fundamental. E se o consumidor não tem recursos próprios para a compra hoje ele consegue ter uma linha de crédito aprovada pelos bancos com mais facilidade", destaca o dirigente. Segundo ele, os índices de inadimplência estão nos melhores patamares desde 2011, Para Assumpção Júnior, o cenário positivo também indica que as vendas de veículos novos continuarão em expansão em 2019 seja qual for o resultado da eleição presidencial. Em setembro foram licenciados 213,3 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, o que representou um crescimento de 7,10% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo Assumpção Jr., a média diária de licenciamentos passou de 10,4 mil em agosto para 10,7 mil em setembro. No acumulado do ano, o avanço foi ainda mais expressivo. O emplacamento de 1,84 milhão de unidades em todo o país representou aumento de 13,97% na comparação com os primeiros nove meses de 2017. Os dois períodos tiveram exatamente a mesma quantidade de dias úteis - 188. Para Assumpção Júnior, as condições macroeconômicas chegam num momento de demanda reprimida. Durante a crise, muita gente adiou a troca de veículo. Para Tereza Fernandez, economista da MB Associados, o setor automotivo mostra um "crescimento diferenciado" hoje porque foi também um dos primeiros a sofrer com a crise. A Fenabrave elevou de 9,7% para 11,9% a expectativa de vendas de automóveis e comerciais leves em 2018. No segmento de caminhões, a projeção aumentou de 18,3% para 34,8%. Segundo Sérgio Zonta, vice-presidente da Fenabrave para a área de caminhões, por conta da demanda do agronegócio, ainda há filas de espera para a compra de modelos pesados e extrapesados. A Fenabrave também elevou de 7,7% para 9,9% a projeção de crescimento de vendas de motocicletas. A entidade calcula um mercado interno de 935,4 mil motos no país este ano. Voltar http://www.acobrasil.org.br/site2015/noticia_interna.asp?id=14249 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018

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Clipping Mercado de caminhões e ônibus cresce 52% em setembro 7992121 - BLOG CAMINHÕES E CARRETAS - 04/10/2018

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou recentemente o relatório de emplacamentos feitos durante o mês de setembro de 2018. Destaque para o nono mês consecutivo com números positivos nos dois segmentos. Segundo os dados da Fenabrave, ao longo do mês de agosto foram emplacados 9.393 veículos pesados, sendo 6.704 caminhões e 1.913 ônibus. Destaca-se um crescimento de 52,59% em relação a setembro de 2017. O acumulado dos nove meses de 2018 também apresentou uma melhora significativa em relação ao mesmo período de 2017, de acordo com a Fenabrave o crescimento chegou a 43,67%. Se considerarmos cada segmento separadamente, os dados da Fenabrave apresentam um crescimento de 47,60% no número de emplacamentos de caminhões em relação a setembro de 2017. Já o mercado de ônibus também apresentou números positivos nos comparativos, em relação a setembro de 2017 os emplacamentos cresceram 73,12% em 2018. Os números refletem uma melhora na economia e a retomada da confiança na indústria e no setor de transportes. A expectativa é de que as vendas continuem em crescimento gradativo no restante de 2018. Confira na íntegra o relatório da Fenabrave: CLIQUE AQUI TEXTO: Lucas Duarte Caminhões e Carretas http://www.caminhoes-e-carretas.com/2018/10/mercado-de-caminhoes-e-onibus-cresce52.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Lucas Duarte Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de motos surpreende, cresce 8,7% e vendedores já revêm projeções 7992122 - UOL - São Paulo - SP - 03/10/2018

Foram emplacadas quase 700 mil motos entre janeiro e setembro Entre janeiro e setembro deste ano foram vendidas 696.114 motos, segundo dados computados pela Fenabrave, entidade que reúne os distribuidores de veículos. O número represente aumento de 8,7% na comparação com o mesmo período de 2017, quando 640.220 veículos de duas rodas foram emplacados. O bom resultado fez com que os distribuidores revessem para cima a projeção de vendas em 2018. A Fenabrave acredita que o segmento de motocicletas deva crescer 9,9% até dezembro, contra os 7,7% previstos anteriormente. O otimismo, de acordo com comunicado da entidade, é fruto do bom desempenho nas vendas de veículos nos três primeiros trimestres deste ano. Distribuidores projetam crescimento de 9,9% do mercado de motos neste ano Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, os baixo índice de inadimplência, que está nos melhores patamares desde 2011, e o crescimento, mês a mês, da confiança do consumidor, estão mantendo as expectativas positivas para o mercado neste ano. (Por Arthur Caldeira) https://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/10/03/venda-de-motos-surpreende-cresce-87-evendedores-ja-revem-projecoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Infomoto Estado: SP Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping ''Taxa rosa'': por que produtos para as mulheres são mais caros? 7992123 - G1 - Rio de Janeiro - RJ - 04/10/2018

Existe há décadas a crença de que produtos custam mais quando são para mulheres mesmo que exista um equivalente para homens e mulheres ou mesmo só para os homens. O fenômeno fez surgir entre economistas e algumas vozes críticas o termo “taxa rosa”. Mas será verdade que elas pagam mais? Qualquer mulher que vá ao supermercado poderá dizer que sim. E provavelmente estará certa. Muitos produtos e serviços para mulheres realmente são mais caros. Em 2015, o Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York publicou um estudo, co-assinado pelo próprio prefeito, Bill de Blasio, de que produtos para mulheres e para meninas na cidade custavam 7% a mais do que para homens e para meninos. Isso incluía vestuário, brinquedos e produtos de beleza, entre outros. Imagine que você vai comprar um patinete de brinquedo para dar de presente. Se for um vermelho, para um menino, custa na cidade o equivalente a R$ 100. Mas rosa, para meninas, terá de gastar R$ 200. É um dos exemplos compilados no estudo. Nas roupas, em média, as mulheres pagam US$ 4 a mais e nos cuidados pessoais os produtos custam 13% a mais. O governo da Califórnia estimou, em 2012, que todos os anos as mulheres precisam gastar US$ 1.351 a mais do que os homens pelos mesmos produtos. Os números são americanos, mas estudos na França, na Espanha e no Canadá encontraram dados parecidos e não há nada que indique se não se repetem no mundo todo. A explicação não é necessariamente uma conspiração contra as mulheres. Muitos empresas alegam que os serviços, como cabeleireiro e os tratamentos de beleza, são mais caros pois demandam mais produtos e mais horas dos profissionais envolvidos. Dados históricos mostram que elas consomem mais as tendências da moda e são mais abertas a experimentar novos produtos, que custam mais caro. Há ainda á o argumento de que alguns mercados como os de produtos de beleza masculinos ainda são relativamente recentes, exigindo preços mais baixos para formar um público. E nem sempre as diferenças prejudicam as mulheres. Um exemplo é o seguro de veículos. Por serem mais cuidadosas, as motoristas com menos de 35 anos pagam em média 28% a menos pela cobertura do que os homens da mesma idade no Brasil, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mas no geral os preços maiores elevam os custos para as mulheres e, diante do gap de gênero, o fato de que ganham menos do que os homens, há uma dupla penalização do poder de compra delas. O que pode ser feito? Julie Manin, coautora do estudo sobre Nova York, sugere que as mulheres passem a comprar, como ela mesma faz, alguns produtos nas prateleiras masculinas, abandonando seus equivalentes femininos mais caros quando for possível. Barbeadores para homens, por exemplo, custam 20% a menos e, muitas vezes, a única diferença para um depilador feminino com lâminas é a cor. Escovas de dentes, assim como desodorantes e xampus, muitas vezes servem às necessidades de ambos os gêneros, já que os componentes são os mesmos. Dá um pouco mais de trabalho pesquisar, mas o melhor combate nesse caso é o comportamento do consumidor. https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/blog/samy-dana/post/2018/10/04/taxarosa-por-que-produtos-para-as-mulheres-sao-mais-caros.ghtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado de caminhões cai quase 10% em setembro 7992124 - BLOG DO CAMINHONEIRO - 03/10/2018

As vendas de caminhões no Brasil estão em alta, comparando-se com 2017, foram vendidos cerca de 18 mil caminhões a mais em 2018, entre janeiro e setembro, se comparado com o mesmo período de 2017. Os dados são da Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade representativa do setor de Distribuição de Veículos no Brasil. A entidade reúne 52 Associações de Marcas de automóveis, veículos comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários, tratores, máquinas agrícolas e motocicletas. Porém, em setembro houve uma inversão na curva de crescimento das vendas de caminhões e também de ônibus no país. Em setembro foram vendidos 6.704 caminhões, e em agosto foram vendidos 7.440. A queda nas vendas de caminhões foi de 9,89%. No segmento de ônibus, o número de emplacamentos teve uma leve baixa, se mantendo quase estagnado. Em agosto foram vendidos 1.954 ônibus no país. Em setembro, 1.913. Isso representa uma queda de 2,1%. Mesmo assim, no acumulado do ano, a venda de caminhões teve um crescimento de 50,37%, e a de ônibus, 21,91%. Entre as montadoras pouca coisa mudou. Mercedes-Benz liderou as vendas em setembro, como já vem fazendo ao longo do ano, com um market-share de 28,31%. A montadora alemã é seguida de perto pela Volkswagen, que detém 26,18%, e em terceiro vem a Volvo, com 14,25%. Em ordem, as próximas da lista são Ford, com 12,10%, Scania, com 9,10%, Iveco, com 3,52%, DAF, com 3,25%, e outras marcas ficam com os 3% restantes. No acumulado do ano os números são praticamente os mesmos do paragrafo acima. Mercedes-Benz lidera com 28,33%, seguida da Volkswagen, com 25,32%, seguidas por Volvo, com 14,10%, Ford, com 12,18%, Scania, com 11,29%, Iveco com 3,74% e DAF com 3,01%. Outras marcas somam 2%. Entre os caminhões, o mais vendido do ano continua sendo o Scania R440, com 3.263 unidades no acumulado do ano e 13,76% do total de pesados vendidos. Porém, no mês de setembro o caminhão mais vendido foi o Volvo FH 460, com 316 unidades vendidas. O Volvo FH 540 ficou em segundo lugar, com 315 unidades vendidas, seguidos pelo caminhão médio Volkswagen Constellation 11.180, com 308 unidades emplacadas em setembro. O Scania R 440 teve 263 unidades vendidas em setembro, e o semi-pesado VW Constellation 24.280 teve 257. O segmento mais vendido é o de pesados, com 44,62% de participação. Semi-pesados correspondem por 24,97% das vendas, leves por 16%, médios por 8,26% e semi-leves por 6,15%. Dentre esses segmentos, a queda nas vendas ocorreu apenas no segmento de pesados, com quase 5% de retração, e, por ser o segmento que corresponde pelo maior número de vendas, fez com que setembro tivesse a queda de 9,89% no total de caminhões vendidos no país. Para outubro, por causa das eleições, o número de vendas deve se manter ou até ter leve queda novamente. https://blogdocaminhoneiro.com/2018/10/mercado-de-caminhoes-cai-quase-10-emsetembro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping CLAUDIO LOETZ 7992128 - A NOTÍCIA - Joinville - SC - 04/10/2018

Parceria em nome do conhecimento Uma parceria assinada entre a Prefeitura de Joinville, por meio da Secretaria de Educação, o Perini Business Park, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Fundação Instituto Tecnológico de Joinville (Fitej) vai proporcionar a alunos do 9º ano da rede municipal de ensino conhecer de perto as novas tecnologias da indústria, como impressões 3D, realidade virtual, indústria 4.0 e realidade aumentada. A vivência tecnológica será viabilizada por meio de visitas aos laboratórios de modelagem em impressoras 3D de alta tecnologia e de simulação e realidade virtual na Fitej, e ao espaço de ciência e tecnologia da UFSC, criado para as atividades de extensão da universidade pública. Neste ano, serão realizadas mais duas visitas, nos dias 7 e 21 de novembro. Open University ? Temos que investir no presente e por isso é fundamental reunir indústria, academia, juventude e tecnologia ? afirma o secretário de Educação, Roque Mattei. Alexandre Marino Costa, pró-reitor de graduação da UFSC, destaca a importância de se estimular o interesse dos jovens por ciência e tecnologia. Segundo Costa, a UFSC está trazendo para Santa Catarina a referência da Open University, da Inglaterra, para levar a realidade aumentada para as escolas. Marcelo Hack, presidente do Perini Business Park, diz que a parceria chega no momento de implantação do Ágora Tech Park. ? Despertar a curiosidade do jovem pela pesquisa aplicada e contribuir com a sua conscientização ambiental são diretrizes das nossas ações de investimento social privado porque os pilares da educação e da inovação formam a base da economia competitiva?, diz Hack. Na foto, lideranças de todas as organizações envolvidas no acordo. Desclassificadas Por razões variadas e descumprimento de regras do edital de chamamento público, a Prefeitura de São Francisco do Sul indeferiu participação de seis organizações sociais que se candidataram a gerir o Hospital Municipal Nossa Senhora da Graça. Em mais de 50 cidades Micro e pequenas empresas de todo o Estado, integrantes do Programa Inova Mais Indústria, participaram, nesta quarta-feira, de rodadas de negócios promovidas pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade ligada à Fiesc. Durante os dois anos de atividades, encerrados em 2018, foram captados mais de R$ 3 milhões, atingindo mais de 50 cidades. Participaram do workshop 58 empresas de setores como têxtil, de máquinas e equipamentos, de tecnologia da informação, de alimentos, da madeira, cerâmico e automotivo. O Programa Inova Mais Indústria, que se encerra neste ano, destinou R$ 13 milhões da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Sebrae, alcançando 24 Estados. O Sebrae fez diagnóstico das companhias, que receberam informações sobre gestão da inovação por meio dos consultores do IEL. Roberto Albuquerque, coordenador de projetos do Sebrae, explica: ? Esse programa é o maior do Brasil. Das 555 empresas contempladas, 135 estão em Santa Catarina. Temos promovido cada vez mais a cultura da inovação nas 5 mil empresas que temos atendido. Precisamos aproximar os segmentos tradicionais do ecossistema de inovação. Doze mil matrículas A Escola do Trabalhador, em dez meses de funcionamento, recebeu 12.220 matrículas e qualificou 1.968 pessoas em Santa Catarina. No total, são 8.268 alunos inscritos no Estado, matriculados em um ou mais cursos disponíveis na plataforma. As informações são do Ministério do Trabalho. São 24 cursos divididos em 12 eixos temáticos, focados nas necessidades do mercado de


trabalho brasileiro. Os cursos são gratuitos e podem ser acessados de qualquer computador do Brasil no endereço http://escoladotrabalhador.gov.br. Não há pré-requisito para cursá-los e nem escolaridade mínima exigida. Cada curso dura cerca de 40 horas. O conteúdo fica disponível por dois meses para que a pessoa inscrita consiga concluir as tarefas com calma. Ao final de cada curso, os trabalhadores precisam passar por uma avaliação para receber o certificado de conclusão. O documento é emitido pela Universidade de Brasília (UnB), instituição responsável pela elaboração dos cursos. Parceria em nome do conhecimento Uma parceria assinada entre a Prefeitura de Joinville, por meio da Secretaria de Educação, o Perini Business Park, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Fundação Instituto Tecnológico de Joinville (Fitej) vai proporcionar a alunos do 9º ano da rede municipal de ensino conhecer de perto as novas tecnologias da indústria, como impressões 3D, realidade virtual, indústria 4.0 e realidade aumentada. A vivência tecnológica será viabilizada por meio de visitas aos laboratórios de modelagem em impressoras 3D de alta tecnologia e de simulação e realidade virtual na Fitej, e ao espaço de ciência e tecnologia da UFSC, criado para as atividades de extensão da universidade pública. Neste ano, serão realizadas mais duas visitas, nos dias 7 e 21 de novembro. A conta-gotas A conta-gotas, a BMW está demitindo trabalhadores da fábrica de Araquari. Grande parte das dispensas é feita atendendo, também, ao interesse dos funcionários em sair da empresa, num comum acordo entre as partes. Em setembro, a BMW comunicou ao Sindicato dos Metalúrgicos de Araquari a intenção de demitir 150 trabalhadores. A informação é do presidente sindicato, Sidnei Luciano Nagel. Ele calcula que o número de dispensas deve ficar ao redor de cem. Até o momento, aproximadamente 30 já se desligaram. Ainda no mês passado, a BMW informou que vai reduzir jornada e salário em 20%, no trimestre fevereiro-março-abril de 2019. Os trabalhadores da BMW decidem, nesta quinta-feira, em assembleia, se aceitam proposta da empresa, que propõe reajuste de 1,84% para fechar acordo coletivo de trabalho. O INPC nos últimos 12 meses, fechado em agosto, é de 3,64%. Eventual recusa da proposta, significará retorno à mesa de negociação. O cenário econômico incerto é desfavorável aos negócios. Mais veículos nas ruas Na região Norte de Santa Catarina, o número de emplacamentos de veículos aumentou 19% nos nove primeiros meses deste ano em comparação com igual período de 2017. De setembro do ano passado para setembro deste ano, o aumento foi de 15%. Já na comparação de agosto para setembro, a queda foi de 10,76%. As vendas de veículos em SC continuam crescendo. Conforme a Fenabrave, representando 600 concessionários de veículos, houve aumento de 20% no total de emplacamentos no acumulado deste ano em relação a igual período de 2017. Foram emplacados 133.433 unidades, contra 111.412 unidades um ano antes. O mercado de caminhões registrou alta significativa, somando 5.075 unidades nos nove primeiros meses deste ano, o que representa 53,83% de avanço sobre os mesmos meses de 2017. A frota circulante em Santa Catarina em setembro contabilizou 4.971.158 veículos, sendo que a maioria é de automóveis, em um total de 2.845.562. Combustíveis Em Santa Catarina, o volume do etanol comercializado aumentou 13,25% em agosto comparado a julho. O do diesel subiu 4,29%. Até novembro, o volume de combustíveis vendido deve crescer 0,22% ao mês no Estado. Os números são de estudo técnico do Observatório Regional de Energia e Economia do Meio Ambiente da Universidade Federal de Santa Catarina. Diminuiu Segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, em setembro de 2018 foram realizados 90 pedidos de recuperações judiciais, recuo de 10,9% frente ao apurado no mesmo mês do ano passado. O número de requerimentos de falências em setembro deste ano recuou 29,8% em relação ao indicador do mesmo mês de 2017 (125 contra 178). Correções


- Empresa: Lucas Monteiro assumiu a diretoria de negócios da A2C. E não AC2, como publicamos na edição desta quarta-feira. - Marca: O nome correto da tecnologia de acabamentos lançada pela Docol, com marca registrada, é DocolChroma. E o processo de aplicação da cor é PVD (physical vapor deposition). http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a10603733.xml&te mplate=4191.dwt&edition=33511&section=1389 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CLAUDIO LOETZ Estado: SC Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping SUV: o segmento mais procurado por pessoas com de? ciênciano país E 7992129 - O DIA - AUTOMANIA - Rio de Janeiro - RJ - 04/10/2018 - Pág 2

Entre os modelos que podem ser adquiridos com isenção de impostos por mulheres diagnosticadas com câncer de mama, os mais vendidos são os SUVs. Por suas características de carroceria maiselevada, po si çãoa o dirigir e versatilidade, os modelos dessa categoria fazem sucesso nas vendas gerais e também entre as pessoas com de?ciência (PCDs). Para atender a demanda desse público, que cresceu 342% nos últimos cinco anos, fabricantes oferecem versões especiais com preços até R$ 70 mil. Só em 2017, foram vendidas 187 mil unidades, quatro vezes mais em comparação a 2012. O DIA elaborou uma lista com três modelos destinados aos clientes com direito a isenção dos impostos (IPI, ICMS, IOF e IPVA), que pode abater até 30% no seu valor. Todos também ?guram entre os dez SUVs mais vendidos do país, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). I HYUNDA CRETA PONTOS FORTES sis tees trt -st, O mada o pee slicr ret qud gao ao moss rs rec da apa adap a a ono iz rcs tíve l, ctr lema om buono etti ceevelci etéc ics, do dada u omá ort ifs ret. g aa nada no anos st rão ou nodo C ael r ccr e O modo dama ao ae ix esej ríve l nada a danone tite r, j ea aba m nonno á qu cct csi s tenã oona omu melt -fltes. e soma o aan sc tcm adéle ts verses m E amb móon a or seç. o dada o Naõ t rr li cd nada pa ao púb oeeé eli leve. er l, rg aa oda d ga PONTOS FRACOS O Hyundai Creta, que ganhou recentemente uma versão para clientes PCDs, é o primeiro da lista. A con?guração usa motor 1.6 16v de até 130 cavalos. O propulsor está acoplado a uma transmissão automática de seis velocidades. Segundo o Inmetro, seu consumo na cidade é de 7,1 km/l (etanol) e 10,1 km/l (gasolina). Em estrada, o modelo registra médias de 8,2 km/l (etanol) e 11,3 km/l (gasolina). De série, o modelo traz controle de estabilidade e tração, iso?x, apoio de cabeça e cinto de três pontos para todos que viajam atrás, airbags frontais e ABS. O modelo custa R$ 69.990. Com as isenções, o preço cai para R$ 54.665. Na linha 2018, o Jeep Renegade possui o motor 1.8 E.torQ Evo ?ex, com 139 cavalos de potência e 19,2 quilos de torque máximo. Além disso, a versão está equipada com o sistema start-stop, que desliga o carro em paradas rápidas e religa para reduzir o consumo de combustível. Segundo o Inmetro, o consumo na cidade é de 6,5 km/l no etanol e de 9,5 km/l na gasolina. O modelo custa R$ 69.990, mas pode chegar a R$ 54.655 com todas as isenções. Nos modelos listados, o Renault Captur é o único que oferece rádio como item de série. Além disso, o SUV vem equipado com quatro airbags (dois frontais e dois laterais), controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, chave presencial, ABS, apoio de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes e Isofix para cadeirinhas infantis. A motorização é a mesma da versão destinada ao público geral: 1.6 de 16V de 120 cavalos de potência máxima e torque de 16,2 quilos, sempre associado ao câmbio automático do tipo CVT. Graças ao conjunto, o consumo na cidade é de 10,5 km/l (gasolina) e 7,3 km/l (etanol). Já na estrada, o resultado é 11,7 km/l (gasolina) e 8,1 km/l (etanol). O design ousado também pode ser um diferencial para quem tem direito a isenção. DIVULGAÇÃO JEEPRENEGADE P T OS FN O O Jeep Renegade te um c tol us oferecidos. Alista einn-bo níveldeequipam m m i itens, co o controlem de velocidade auto áticom e onitora ento de pres-m são. 1.8 E.Torq tem boa potência Alé disso, seu otorm m m (138 cavalos). P T OS FN O A R C SO Hoje,teru m planoco prem ços razoáveis de revisões é im n pe o gr t ante. Nesse quesito, o Reade deixa a desejar. Alé disso, as dim ensões e capacim d ade do portaco 273 lei t n roo r se ,std aaa c lba a éste, m u dos m m m m m gqousrãeiaoé, insatisfatórios. RENAULTCAPTUR PONTO FORTE oríavdel de segurança apriN o co os airbags lamm terais e preço do progra a cdoe


reaviissõdees, q$u1e cobra poum pri il nos três m Rm eiros co pro issos. m mm 1. do S francês é o O 6 UV ais fraco entre os concorm creanvates. Ele gera apenas 12 los de potência áxi0 a e te o pior dese pem mm m nho no quesito consu o de co bustível. m m Modelo da Renault é o único que conta com rádio de série na versão dedicada ao público PCD P O N T O FRACOhttp://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/3e76be943394382c8924201 46d5a44b1?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1541661642&Signatu re=PBImd3S69iY2FPWHML8PJRmXkvg%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 04/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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