Clipping Seguro auto: preço do seguro cai em média 26% em quatro cidades brasileiras, segundo estudo da Bidu 7854575 - BLOG DO PATRICIO NUNES - 08/08/2018
Levantamento mensal analisa o preço do seguro para os dez carros mais vendidos de julho, em quatro capitais do país São Paulo, agosto de 2018 – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho, de acordo com os dados da Fenabrave(Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Neste mês, o Relatório Bidu analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em julho, o valor do seguro ficou em média 7,04% mais barato para o perfil masculino e 45,44% mais barato para o perfil feminino, o que representa uma redução média de 26,24% para os dois perfis, nas quatro cidades analisadas. *Variação do preço médio do seguro por cidade entre junho e julho (azul: homens; vermelho: mulheres) Ao contrário do que ocorreu no mês de julho, quando as cotações femininas tiveram o valor superior às masculinas em três capitais, neste mês, o valor médio do seguro feminino, em comparação ao masculino, está mais barato, apresentando uma diferença média de 94,84%. *Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres) Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em julho foram emplacados 176.067 automóveis – um aumento de 7,68% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 163.517 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem no ranking dos 10 mais vendidos, figurando no levantamento todos os meses: Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Chevrolet Onix e VW Polo. O Onix continua a ser o carro mais emplacado no País, com 16.856 emplacamentos, um acréscimo de 638 unidades comparado com junho. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$3.207, uma redução de 33,37% em relação à cotação do mês anterior que ficou em R$4.277. Neste mês, os carros que retornam ao levantamento são o Chevrolet Prisma e o Toyota Corolla, ocupando o 9º e o 10º lugar no ranking, com 5.016 e 4.364 unidades vendidas, respectivamente. Dos dez carros mais vendidos, oito se repetem em junho e julho. Deles, seis apresentaram um decréscimo no valor do seguro, conforme o gráfico abaixo. Os modelos Renault Kwid e VW Polo são os únicos que tiveram cotações estatisticamente iguais ou mais caras que o mês anterior. O Kwid teve uma elevação de 1,66% no preço do seguro feminino em comparação com o valor de junho, enquanto o Polo teve um aumento de 20,06% no preço do seguro masculino. * Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre junho e julho (azul: homens; vermelho: mulheres) O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício é o Chevrolet Prisma para o perfil feminino, representando 3,4% do valor do veículo, enquanto para o perfil masculino, o destaque fica com o Fiat Argo, com price ratio de 5,7%. Do outro lado, o VW Gol tem o preço relativo do seguro menos interessante para o perfil masculino, 9,3%, em média. Enquanto para as mulheres, a opção menos favorável é o Jeep Compass, que tem o preço médio do seguro equivalente a 4,8%. * Variação por preço de seguro (price ratio)
(azul: homens; vermelho: mulheres) Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília continua a apresentar o seguro mais barato, em ambos os sexos, considerando a média dos 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.176 para o perfil masculino e R$1.763 para o feminino), seguido por São Paulo com o perfil masculino (R$3.586) e Porto Alegre para o perfil feminino (R$2.033). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, município em que os homens desembolsam em média R$3.117 a mais que as condutoras cariocas. Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em julho e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. As cotações de seguro foram realizadas no dia 2 de agosto de 2018. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para o mês de julho, assim como edições anteriores. * Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; Modelo Emplaca-mentos Valor do seguro em Brasília Valor do seguro no Porto Alegre Valor do seguro em Rio de Janeiro Valor do seguro em São Paulo Chevrolet Onix 16.856 R$2517 R$3499 R$4168 R$2645 Ford Ka 9.558 R$2667 R$3574 R$4988 R$3160 Hyundai HB20 9.124 R$2733 R$3859 R$5364 R$3740
Volkswagen Gol 6.631 R$2744 R$4029 R$4619 R$4021 Volkswagen Polo 5.828 R$3216 R$4771 R$6273 R$3907 Fiat Argo 5.476 R$2335 R$2799 R$2709 R$1977 Jeep Compass 5.360 R$6086 R$6937 R$10495 R$7062 Renault Kwid 5.203 R$2255 R$2531 R$2825 R$2069 Chevrolet Prisma 5.016 R$2668
R$3592 R$4708 R$3098 Toyota Corolla 4.364 R$4538 R$7483 R$9168 R$4178 * Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estĂĄ contratando o seguro pela primeira vez; Modelo Emplaca-mentos Valor do seguro em BrasĂlia Valor do seguro no Porto Alegre Valor do seguro em Rio de Janeiro Valor do seguro em SĂŁo Paulo Chevrolet Onix 16.856 R$1859 R$3473 R$2408 R$2506 Ford Ka 9.558 R$1954 R$2403 R$2567 R$2385 Hyundai HB20 9.124 R$2087 R$2618 R$3042 R$2624
Volkswagen Gol 6.631 R$2085 R$2625 R$2736 R$3039 Volkswagen Polo 5.828 R$2551 R$2786 R$3083 R$3406 Fiat Argo 5.476 R$1939 R$2319 R$2349 R$3018 Jeep Compass 5.360 R$4638 R$6092 R$7328 R$5957 Renault Kwid 5.203 R$1702 R$1712 R$2118 R$1756 Chevrolet Prisma 5.016 R$1863
R$2230 R$2495 R$2222 Toyota Corolla 4.364 R$3346 R$4300 R$5204 R$3268 * Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no período de 3 a 5 de julho. Por Sheyla Pereira http://paticionunes.blogspot.com/2018/08/seguro-auto-preco-do-seguro-cai-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Patricio Nunes Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Preço do seguro automotivo cai em média 26% em quatro cidades brasileiras 7854571 - BLOG AUTO REALIDADE - 08/08/2018
A Bidu - plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros - realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Neste mês, o Relatório Bidu analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em julho, o valor do seguro ficou em média 7,04% mais barato para o perfil masculino e 45,44% mais barato para o perfil feminino, o que representa uma redução média de 26,24% para os dois perfis, nas quatro cidades analisadas. Variação do preço médio do seguro por cidade entre junho e julho (azul: homens; vermelho: mulheres) Ao contrário do que ocorreu no mês de julho, quando as cotações femininas tiveram o valor superior às masculinas em três capitais, neste mês, o valor médio do seguro feminino, em comparação ao masculino, está mais barato, apresentando uma diferença média de 94,84%. Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres) De acordo com o relatório da Fenabrave, em julho foram emplacados 176 067 automóveis – um aumento de 7,68% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 163 517 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem no ranking dos 10 mais vendidos, figurando no levantamento todos os meses: Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Chevrolet Onix e VW Polo. O Onix continua a ser o carro mais emplacado no País, com 16 856 emplacamentos, um acréscimo de 638 unidades comparado com junho. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$ 3207, uma redução de 33,37% em relação à cotação do mês anterior que ficou em R$ 4277. Neste mês, os carros que retornam ao levantamento são o Chevrolet Prisma e o Toyota Corolla, ocupando o 9º e o 10º lugar no ranking, com 5016 e 4364 unidades vendidas, respectivamente. Dos dez carros mais vendidos, oito se repetem em junho e julho. Deles, seis apresentaram um decréscimo no valor do seguro, conforme o gráfico abaixo. Os modelos Renault Kwid e VW Polo são os únicos que tiveram cotações estatisticamente iguais ou mais caras que o mês anterior. O Kwid teve uma elevação de 1,66% no preço do seguro feminino em comparação com o valor de junho, enquanto o Polo teve um aumento de 20,06% no preço do seguro masculino. Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre junho e julho (azul: homens; vermelho: mulheres) Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo, o campeão de custo-benefício é o Chevrolet Prisma para o perfil feminino, representando 3,4% do valor do veículo, enquanto para o perfil masculino, o destaque fica com o Fiat Argo, com price ratio de 5,7%. Do outro lado, o VW Gol tem o preço relativo do seguro menos interessante para o perfil masculino, 9,3%, em média. Enquanto para as mulheres, a opção menos favorável é o Jeep Compass, que tem o preço médio do seguro equivalente a 4,8%. Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres) Na análise entre as cidades, Brasília continua a apresentar o seguro mais barato, em ambos os sexos, considerando a média dos 10 modelos mais vendidos do mês (R$ 3176 para o perfil masculino e R$ 1763 para o feminino), seguido por São Paulo com o perfil masculino (R$ 3586) e Porto Alegre para o perfil feminino (R$ 2033). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, município em que os
homens desembolsam em média R$ 3117 a mais que as condutoras cariocas. Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em julho e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. As cotações de seguro foram realizadas no dia 2 de agosto de 2018, considerando validade de um ano. --------------------------------http://www.autorealidade.com.br/2018/08/preco-do-seguro-automotivo-cai-em-media.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Júlio Max Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854566 - CARGO NEWS - Campinas - SP - 08/08/2018
Questões técnicas foram resolvidas e não resta impedimento político, disse o ministro da Agricultura, em evento em SP Exportação de carne de suínos não tem mais pendências técnicas, disse o ministro O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Mais informações à imprensa: Coordenação-geral de Comunicação Social imprensa@agricultura.gov.br O post Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês apareceu primeiro em CargoNews. http://www.cargonews.com.br/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Administrador Cargo News Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Campinas País: Tipo Veículo: Site
Clipping Confira o Valor do Seguro dos Carros Mais Vendidos do Brasil em Julho 7854565 - CQCS - 09/08/2018
Tendo a lista da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em julho, a Minuto Seguros fez um estudo para saber o valor do seguro dos carros mais vendidos em julho. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de quatro estados, além do Distrito Federal estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está no Rio de Janeiro com R$1.919 e o menor em Brasília por R$1.442, uma distância de R$477. No contraponto de diferença de valores, o Corolla possui a maior diferença entre estados: R$2.461. A mais alta também no Rio de Janeiro, R$ 5.121, a menor em São Paulo, com R$2.660. Brasília é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros analisados. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 90% dos veículos. Os carros mais vendidos O Onix, da Chevrolet, voltou a apresentar crescimento nas vendas em comparação ao mês anterior: cerca de 4%, quando saiu de 16.218 e atingiu 16.856 em julho. O número de crescimento, porém, é menor do que no comparativo de maio com junho, quando as vendas subiram 8%. O Prisma, também da Chevrolet, entrou na lista dos mais vendidos, ocupando a nona colocação, com 5.016 unidades comercializadas. O Ford KA voltou a ocupar a segunda posição após três meses de ausência. Com 9.558 mil unidades, o principal modelo da Ford apresentou um crescimento de 22% em comparação a junho. Mesmo superando o HB20 no mês de julho, o KA ainda é o terceiro carro mais vendido do Brasil no consolidado do ano, com 57.820, contra as quase 60 mil unidades comercializadas do modelo da Hyundai. O líder ainda é o Onix com mais de 106 mil carros emplacados. O HB20 mesmo aumentando as suas vendas em 10%, passando de 8.292 para 9.124 em julho, perdeu a segunda colocação para o Ford KA. O número de unidades emplacadas, em comparação ao quarto colocado, Gol, é de 72%: 9.124 vendas do HB20 contra 6.631 do Gol. Argo, Kwid, Novo Polo voltam a figurar na lista dos mais vendidos e parecem, de fato, terem caído no gosto popular. O Novo Polo voltou a crescer as suas vendas em cerca de 17% (saiu de 4.974 e foi para 5.828 carros vendidos), após um junho de queda. Já o Argo e o Kwid ficaram na sexta e oitava colocação, respectivamente, com 5.476 e 5.203. O Corolla, após um mês de ausência na lista dos mais vendidos, voltou ao ranking, ocupando a 10ª colocação com 4.364 unidades comercializadas, pouco acima das 4.288 unidades vendidas em junho. Após o mês de junho não contar com nenhum sedan, o Prisma também apareceu, na nona posição, com 5.016 carros comercializados e reforçou a volta dos sedans aos mais vendidos. Detalhes da cotação Capitais: São Paulo (SP),Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba(PR) e Brasília (DF). Seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, ******, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica. Perfil: Homem, 35 anos, casado. Plano: Cobertura de terceiros de R$ 100 mil. https://www.cqcs.com.br/noticia/confira-o-valor-do-seguro-dos-carros-mais-vendidos-dobrasil-em-julho/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Kleber Alves Ferreira Estado:
Categoria: Fenabrave Cidade: País:
Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854564 - DESTAQUE RURAL - Passo Fundo - RS - 09/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. http://www.destaquerural.com.br/2018/08/09/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina-ate-ofim-deste-mes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Angela Prestes Estado: RS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Passo Fundo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Volvo assume liderança de caminhões pesados em julho 7854563 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 08/08/2018
Décio Costa: 08.08.2018 - 13:20 Além de registrar o maior volume de licenciamentos da categoria, o FH540 foi o mais vendido do mês Google + Linkedin E-mail Imprimir Volvo FH540: o caminhão mais vendido e julho O desempenho das vendas de caminhões pesados da Volvo colocou a marca na liderança da categoria no mês passado. Baseado nos dados da Anfavea, associação que reúne as fabricantes de veículos, a montadora de Curitiba (PR) superou seus principais concorrentes no segmento com 825 unidades licenciadas, volume que representou um crescimento de 84,6% na comparação com julho de 2017, quando os negócios da companhia somaram 447 unidades, e participação de 28,4% nas vendas de pesados em julho, de 2.902 unidades. Em boa medida o resultado alcançado pela empresa se deve aos números de vendas da linha FH. Conforme relatório da Fenabrave, federação das distribuidoras de veículos, em julho, foram entregues ao mercado 343 versões do FH540 ( o modelo mais vendido no mês) e outras 339 unidades do FH 460, primeiro e segundo lugar do ranking de vendas de pesados, respectivamente. Os dois modelos participaram com 71,6% das vendas totais da Volvo em julho, de 952 caminhões. Os pesados da Volvo empurraram o Scania R440 para o terceiro lugar, até então líder durante meses consecutivos, embora ainda não tenha perdido o topo do ranking quando visto pelos números acumulados do ano, com 2.505 unidades licenciadas de janeiro a julho contra 2.153 que soma o FH 540, na vice-liderança. Com o mercado de caminhões sendo impulsionado pelas vendas de pesados, segmento que participou com 17.091 unidades ou 44% das vendas totais, de 38.616 caminhões, a disputa na categoria se mostra cada vez acirrada. Nos sete primeiros meses a Mercedes-Benz segue na frente da categoria ao acumular 4.842 pesados vendidos, seguido pela Volvo, com 4.682 caminhões, e Scania, que vendeu 4.134 unidades. Sozinhas as três marcas dominaram as vendas de pesados no período, com participação de 80% dos licenciamentos no segmento. https://estradao.estadao.com.br/caminhoes/volvo-assume-lideranca-de-caminhoes-pesadosem-julho/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping RÚSSIA PODE VOLTAR A IMPORTAR CARNE SUÍNA ATÉ O FIM DESTE MÊS 7854561 - CENÁRIO MT - Cuiabá - MT - 09/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07/08) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Leia: Cenário Agro: IBGE reduz em 5,7% previsão de safra para este ano Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Macrologística Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. https://www.cenariomt.com.br/2018/08/09/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina-ate-ofim-deste-mes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site
Clipping CARNE SUINA: Rússia pode voltar a importar do Brasil até final do mêsMapa 7854560 - SAFRAS & MERCADO - Porto Alegre - RS - 08/08/2018
Porto Alegre, 8 de agosto de 2018 - O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (7) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. "Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas". O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo "se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas". O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. " Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau". Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, "mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos", assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. "Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil". Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. "É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país", explicou. "Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante". Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Com informações da assessoria de imprensa do Mapa. Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2018 - Grupo CMA http://www.safras.com.br/pop_noticias.asp?id=201808081226.054000193&commo=noticiaS Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854559 - PLANTÃO NEWS - Cuiabá - MT - 08/08/2018
. O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. http://www.plantaonews.com.br/conteudo/show/secao/45/materia/211620/t/R%FAssia+pode+ voltar+a+importar+carne+su%EDna+at%E9+o+fim+deste+m%EAs Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site
Clipping SEGURO AUTO: PREÇO DO SEGURO CAI EM MÉDIA 26% EM QUATRO CIDADES BRASILEIRAS, SEGUNDO ESTUDO DA BIDU 7854557 - GUAÍRA NEWS - 08/08/2018
São Paulo, agosto de 2018 – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Neste mês, o Relatório Bidu analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em julho, o valor do seguro ficou em média 7,04% mais barato para o perfil masculino e 45,44% mais barato para o perfil feminino, o que representa uma redução média de 26,24% para os dois perfis, nas quatro cidades analisadas. *Variação do preço médio do seguro por cidade entre junho e julho (azul: homens; vermelho: mulheres) Ao contrário do que ocorreu no mês de julho, quando as cotações femininas tiveram o valor superior às masculinas em três capitais, neste mês, o valor médio do seguro feminino, em comparação ao masculino, está mais barato, apresentando uma diferença média de 94,84%. *Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres) Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em julho foram emplacados 176.067 automóveis – um aumento de 7,68% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 163.517 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem no ranking dos 10 mais vendidos, figurando no levantamento todos os meses: Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Chevrolet Onix e VW Polo. O Onix continua a ser o carro mais emplacado no País, com 16.856 emplacamentos, um acréscimo de 638 unidades comparado com junho. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$3.207, uma redução de 33,37% em relação à cotação do mês anterior que ficou em R$4.277. Neste mês, os carros que retornam ao levantamento são o Chevrolet Prisma e o Toyota Corolla, ocupando o 9º e o 10º lugar no ranking, com 5.016 e 4.364 unidades vendidas, respectivamente. Dos dez carros mais vendidos, oito se repetem em junho e julho. Deles, seis apresentaram um decréscimo no valor do seguro, conforme o gráfico abaixo. Os modelos Renault Kwid e VW Polo são os únicos que tiveram cotações estatisticamente iguais ou mais caras que o mês anterior. O Kwid teve uma elevação de 1,66% no preço do seguro feminino em comparação com o valor de junho, enquanto o Polo teve um aumento de 20,06% no preço do seguro masculino. * Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre junho e julho (azul: homens; vermelho: mulheres) O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício é o Chevrolet Prisma para o perfil feminino, representando 3,4% do valor do veículo, enquanto para o perfil masculino, o destaque fica com o Fiat Argo, com price ratio de 5,7%. Do outro lado, o VW Gol tem o preço relativo do seguro menos interessante para o perfil masculino, 9,3%, em média. Enquanto para as mulheres, a opção menos favorável é o Jeep Compass, que tem o preço médio do seguro equivalente a 4,8%. * Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres)
Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília continua a apresentar o seguro mais barato, em ambos os sexos, considerando a média dos 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.176 para o perfil masculino e R$1.763 para o feminino), seguido por São Paulo com o perfil masculino (R$3.586) e Porto Alegre para o perfil feminino (R$2.033). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, município em que os homens desembolsam em média R$3.117 a mais que as condutoras cariocas. Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em julho e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. As cotações de seguro foram realizadas no dia 2 de agosto de 2018. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para o mês de julho, assim como edições anteriores. * Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; Modelo Emplaca-mentos Valor do seguro em Brasília Valor do seguro no Porto Alegre Valor do seguro em Rio de Janeiro Valor do seguro em São Paulo Chevrolet Onix 16.856 R$2517 R$3499 R$4168 R$2645 Ford Ka 9.558 R$2667 R$3574 R$4988 R$3160 Hyundai HB20 9.124 R$2733 R$3859 R$5364 R$3740 Volkswagen
Gol 6.631 R$2744 R$4029 R$4619 R$4021 Volkswagen Polo 5.828 R$3216 R$4771 R$6273 R$3907 Fiat Argo 5.476 R$2335 R$2799 R$2709 R$1977 Jeep Compass 5.360 R$6086 R$6937 R$10495 R$7062 Renault Kwid 5.203 R$2255 R$2531 R$2825 R$2069 Chevrolet Prisma 5.016 R$2668 R$3592
R$4708 R$3098 Toyota Corolla 4.364 R$4538 R$7483 R$9168 R$4178 * Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estĂĄ contratando o seguro pela primeira vez; Modelo Emplaca-mentos Valor do seguro em BrasĂlia Valor do seguro no Porto Alegre Valor do seguro em Rio de Janeiro Valor do seguro em SĂŁo Paulo Chevrolet Onix 16.856 R$1859 R$3473 R$2408 R$2506 Ford Ka 9.558 R$1954 R$2403 R$2567 R$2385 Hyundai HB20 9.124 R$2087 R$2618 R$3042 R$2624 Volkswagen
Gol 6.631 R$2085 R$2625 R$2736 R$3039 Volkswagen Polo 5.828 R$2551 R$2786 R$3083 R$3406 Fiat Argo 5.476 R$1939 R$2319 R$2349 R$3018 Jeep Compass 5.360 R$4638 R$6092 R$7328 R$5957 Renault Kwid 5.203 R$1702 R$1712 R$2118 R$1756 Chevrolet Prisma 5.016 R$1863 R$2230
R$2495 R$2222 Toyota Corolla 4.364 R$3346 R$4300 R$5204 R$3268 * Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no período de 3 a 5 de julho. http://www.guairanews.com/2018/08/08/seguro-auto-preco-do-seguro-cai-em-media-26-emquatro-cidades-brasileiras-segundo-estudo-da-bidu/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: GNews Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854556 - AGRONOVAS - 08/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Fonte: Mapa A notícia Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês apareceu pela primeira vez em Sistema FAEP. Fonte: Sistema FAEP http://www.agronovas.com.br/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina-ate-o-fim-deste-mes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Veja 5 carros que você nem lembra que são vendidos no Brasil 7854553 - IG - São Paulo - SP - 08/08/2018
Pode não parecer, mas temos mais de 600 modelos de carros diferentes à venda no Brasil, compreendendo todas as categorias, preços e versões. E neste universo tão competitivo que é o mercado brasileiro, quem vende bem é majestade. Todos os segmentos costumam ter suas guerras internas. Entre os SUVs compactos, por exemplo, temos quatro modelos disputando diretamente a liderança (HR-V, Renegade, Kicks e Creta). Mas sempre existem os “underdogs”, ou carros que vendem mal. Pois bem, no meio de tantos veteranos e lançamentos, é normal ficar meio perdido sobre o que ainda está sendo vendido no Brasil ou não. Para provar, a reportagem do iG Carros enumera cinco carros que vendem mal e você nem lembra que ainda estão disponíveis nas lojas no Brasil. Acompanhe! 1 - Kia Picanto O hatch compacto da Kia tem uma história antiga no Brasil. Foi lançado em 2007 com uma cara não muito atraente que também passou longe de deslanchar. A segunda geração surgiu em 2011, elevando o seu status em um mercado que ainda não era dominado por HB20, Onix e Ford Ka. Foi nessa geração que o Picanto virou artista de novela (aparecia com frequência nos romances da Globo) e viu suas vendas subirem consideravelmente. No início do ano, as primeiras unidades da reestilização do Picanto desembarcaram no Brasil. Partindo de R$ 58.990, o Picanto traz 1.0 flex, de 80 cv e 10,2 kgfm de torque, com etanol. Na gasolina, os números vão para 77 cv e 9,6 kgfm. Junto com o motor tricilíndrico, a marca optou por equipar o Picanto com câmbio automático de quatro marchas - a mesma do modelo antigo. O hatch coreano é bem equipado, contando até com chave presencial. O interior, por exemplo, tem central multimídia, volante multifuncional e bancos de couro. Na Europa, o Picanto vem um pouco mais incrementado, com motor 1.0 turbo, de 100 cv e caixa automática CVT. Enfim, é um carro tão tímido que justifica sua entrada em nossa lista. Com visual esportivo, parte de R$ 58.990. 2 - Subaru XV É difícil definir o XV. Dá para confundí-lo com um SUV, mas a verdade é que se trata de um hatch médio aventureiro feito com base no Impreza. Além do visual descolado, o crossover se destaca pelo bom número de equipamentos. Ele tem teto solar, banco do motorista com regulagens elétricas, detector de ponto cego e revestimento de couro com costuras laranjas. Apesar de ser baseado em um hatch com DNA esportivo, o XV não tem o mesmo vigor mecânico do Impreza. O motor é 2.0 aspirado, de 156 cv e 20 kgfm de torque a 4.000 rpm, aliado ao sistema de tração integral. De acordo com a fabricante, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos, número facilmente superado por hatches menores e mais baratos. O modelo pode ser encontrado nas concessionárias do Grupo CAOA, por R$ 114.900. 3 - Fiat Fiorino O furgão da Fiat está em sua terceira geração no Brasil. Pode-se dizer que ele nasceu em 1977, baseada no carismático Fiat 147. Naquela época, recebeu o apelido de “saboneteira” por suas linhas arredondadas. A segunda geração surgiu em 1988, agora baseada no Fiat Uno. Foi um dos veículos comerciais mais importantes da história da indústria brasileira, passando por diversas reestilizações até 2013. No dia 1 de janeiro de 2014, passaram a valer as resoluções 311 e 312 do CONTRAN, obrigando que todos os veículos fabricados em território nacional contassem com airbag e ABS. Junto de Mille e Fiorino, Kombi e Gol G4 também acabaram rodando. O jeito foi investir em uma nova geração, mais de vinte anos depois, com base no Uno Vivace. Esta se mostrou um verdadeiro fracasso. O Fiorino, que já esteve entre os veículos comerciais mais vendidos do Brasil, viu apenas 6,4 mil unidades deixarem as concessionárias da Fiat entre janeiro e julho de 2018. A irmã Strada continua sendo o destaque entre os emplacamentos, com 38 mil unidades vendidas. Isso mostra o reflexo de um novo hábito dos brasileiros: a preferência por picapes com capota de furgão. Outro fator que torna a vida do Fiorino mais difícil no Brasil é o preço. Equipado sempre com motor 1.4 que entrega 88 cv e 12,5 kgfm de torque, o modelo parte de
R$ 59.590. Além disso, a chegada dos novos furgões compactos Citroën Jumpy, Peugeot Expert e Mercedes Vito também atrapalhou as vendas do segmento do modelo da Fiat. 4 - VW SpaceFox Sim, a SpaceFox ainda está sendo vendida no Brasil. Enquanto muitos imaginavam que sua produção seria interrompida na Argentina, a Volkswagen acaba de lançar a versão 2019 por R$ 62.700 (podendo chegar aos R$ 66.250 na versão mais cara). O SpaceFox segue a decadência de sua categoria, uma vez que peruas correspondem a apenas 0,4% das vendas nacionais, conforme a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos). No acumulado de vendas de 2018, a SpaceFox não chega a aparecer nem entre os 50 modelos mais vendidos do Brasil. Foram apenas 3.103 emplacamentos entre janeiro e julho, conferindo uma média de 440 modelos por mês. A SpaceFox é sempre equipado com motor 1.6, de 104 cv de potência e 9,7 kgfm de torque. O modelo mais caro surge com câmbio automatizado I-Motion de cinco velocidades. Conforme apurado pela reportagem do iG Carros, o SpaceFox será o único modelo da Volkswagen que continuará sendo vendido com opção automatizada. Todos os veículos da marca fabricados no Brasil já abandonaram este recurso. 5 - SsangYong Tivoli O que Ferrari 12 Berlinetta tem em comum com o SsangYong Tivoli? Ambos foram desenvolvidos pelo estúdio Pininfarina, na Itália. A marca coreana nunca foi reconhecida por ter um design muito atraente, e recorreu a um dos mais conceituados estúdios de design do mundo para dar uma forcinha. Deste casamento nasceu o Tivoli, o SUV compacto da SsangYong que chega ao Brasil para disputar com Jeep Renegade, Honda HR-V e Nissan Kicks. O modelo, entretanto, ainda não caiu no gosto dos brasileiros por conta da baixa popularidade. São cinco concessionárias em São Paulo, duas em Santa Catarina e uma no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e na Bahia, Ele vem equipado com sistema de direção elétrica, partida por chave presencial, rebatimento dos retrovisores e ar-condicionado de duas zonas. Entretanto, a central multimídia não traz funções de navegação. O conjunto mecânico é composto por um motor 1.6, de 128 cv e câmbio automático, de seis marchas. Entre os carros que vendem mal , o Tivoli sai das concessionárias da SsangYong por R$ 84.990. http://carros.ig.com.br/2018-08-08/carros-que-vendem-mal.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Suíno Vivo: alta de 1,82% em SP 7854549 - NOTÍCIAS AGRÍCOLAS - Engenheiro Coelho - SP - 08/08/2018
A cotação do suíno vivo teve alta de 1,82% em São Paulo, sendo estabelecida em R$3,36/kg. As demais cotações se mantiveram estáveis. O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (07), trouxe alta para quase todas as praças, com exceção de Santa Catarina, que se manteve estável a R$2,96/kg. A alta mais expressiva foi anotada em São Paulo, de 1,95%, a R$3,13/kg. O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Leia mais >>>Confira mais cotações de suínos https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/granjeiros/218959-suino-vivo-alta-de-182-emsp.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Engenheiro Coelho País: Tipo Veículo: Site
Clipping NOTÍCIAS – Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854548 - ALFONSIN - 08/08/2018
Publicado em: 08/08/2018 | 10h 29m 25s Categorias: MAPA Exportações Questões técnicas foram resolvidas e não resta impedimento político, disse o ministro da Agricultura, em evento em SP Exportação de carne de suínos não tem mais pendências técnicas, disse o ministro O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Mais informações à imprensa: Coordenação-geral de Comunicação Social imprensa@agricultura.gov.br Fonte : Mapa Facebook Twitter Google+ Pinterest Comentários [0] Imprimir Facebook Nenhum comentário Veja Também: NOTÍCIAS – Safra de grãos deve alcançar 300 milhões ton de grãos em dez anos, indica estudo NOTÍCIAS – Importação de animais e de material genético no Mercosul tem novas regras NOTÍCIAS – Criado na época do Império, Mapa completou 158 anos neste sábado NOTÍCIAS – Primeira feira internacional do vinho ocorrerá em setembro NOTÍCIAS – Selo vai identificar no exterior produtos do agro de origem brasileira https://alfonsin.com.br/notcias-rssia-pode-voltar-a-importar-carne-suna-at-o-fim-deste-ms/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE
Categoria: Fenabrave
Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Hatches médios mais vendidos em julho: VW Golf renovado ainda não mostra a que veio 7854545 - MSN - São Paulo - SP - 08/08/2018
Hatches médios mais vendidos em julho: VW Golf renovado ainda não mostra a que veio © Motor1.com/Hersteller Volkswagen Golf 2018 - Fotos oficiais As vendas de hatches médios no Brasil, como todos acompanham nos últimos anos, vêm de mal a pior. Em julho, os quatro modelos somados emplacaram apenas 943 unidades, 33,3% a menos do que em 2017. Para se ter ideia, este número foi inferior ao registrado pelo Honda City (1.125), sedã que ocupa um discretíssimo 43º lugar do ranking geral de automóveis. Leia também: Preferido pelo terceiro mês seguido, o Chevrolet Cruze Sport6 (405) registrou 40% menos emplacamentos do que há um ano. Com queda um pouco menor (-25,8%), o Ford Focus (285) retomou a vice-liderança perdida desde março. Já a renovação do Golf ainda não surtiu o efeito esperado pela Volkswagen. Com apenas 187 emplacamentos, o modelo não vendia tão pouco desde fevereiro (116). Único a crescer nos últimos 12 meses, o Peugeot 308 foi o preferido por apenas 66 consumidores em todo o país. Hatches Médios POS. MODELO TOTAL 2018 JUL/18 JUN/18 JUL/17 % JUL 18 % JUN 18 VARIAÇÃO JUL/JUN VARIAÇÃO 2018/2017 1º CHEVROLET CRUZE SPORT6 3239 405 343 679 42,95% 35,40% 18,08% -40,35% 2º FORD FOCUS
1900 285 284 384 30,22% 29,31% 0,35% -25,78% 3ยบ VW GOLF 1908 187 290 296 19,83% 29,93% -35,52% -36,82% 4ยบ PEUGEOT 308 332 66 52 56 7,00% 5,37% 26,92% 17,86% 7379 943 969 1415 100,00% 100,00% -2,68% -33,36% Fonte: Fenabrave https://www.msn.com/pt-br/carros/acquisition/hatches-m%C3%A9dios-mais-vendidos-emjulho-vw-golf-renovado-ainda-n%C3%A3o-mostra-a-que-veio/ar-BBLEqlm?li=AAggXC1
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Thiago Parísio Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Venda de motos em julho é a 3ª pior do ano, com 76,2 mil unidades 7854544 - SINCOPEÇAS - 08/08/2018
Acumulado de 2018 registra alta de 7,1%; Haojue rouba terceiro lugar da Shineray Haojue DK 150 é a segunda moto mais emplacada da marca e é vendida ao lado de modelos Suzuki e Kymco A venda de motos em julho registrou 76,2 mil unidades. Foi o terceiro pior mês de 2018 em volume de vendas. Ficou apenas 2,9% acima de junho e registrou média diária abaixo de 3,5 mil unidades, contrariando a projeção das montadoras, de 3.650 motos/dia para o mês. No ano a melhor média ocorreu em abril, com 4,1 mil motocicletas novas lacradas por dia. No acumulado de janeiro a julho foram licenciadas 533,1 mil unidades, resultando em alta de 7,1% sobre os mesmos sete meses de 2017. Os números foram divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários. - Faça aqui o download dos dados da Fenabrave - Veja outras estatísticas em AB Inteligência No ranking de vendas o destaque vai para a Haojue, que se tornou a terceira marca em emplacamentos, superando a Shineray. As motos Haojue são montadas em Manaus dentro da mesma fábrica que produz os modelos Suzuki e Kymco. A rede de revendas também é compartilhada pelas três. O volume da Haojue ainda é pequeno, 5,4 mil motos no ano, mas está ajudando a suprir a falta de novidades em produtos da baixa cilindrada da própria Suzuki dentro das concessionárias. Os dois modelos Haojue mais vendidos são a Chopper 150 e a DK 150. PEQUENA RECUPERAÇÃO Depois de seis anos consecutivos de queda, o setor de motocicletas terá seu primeiro ano de crescimento. A Fenabrave projeta 917 mil unidades para 2018 e alta de 7,7% sobre 2017. A associação dos fabricantes (Abraciclo) é um pouco mais conservadora. Acredita em 915 mil motos emplacadas e 7,5% de alta. Imaginando que a virtude esteja no meio e que o número mais próximo da realidade sejam 916 mil unidades em 2018, ainda assim o setor fechará o ano 8% abaixo do fraco 2016, quando foram licenciadas 998 mil motocicletas. Fonte: Automotive Business (MÁRIO CURCIO, AB) http://portaldaautopeca.com.br/venda-de-motos-em-julho-e-3a-pior-ano-com-762-milunidades/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854543 - UNIVERSOAGRO - 08/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. http://www.uagro.com.br/editorias/pecuaria/bovinos/2018/08/08/russia-pode-voltar-aimportar-carne-suina-ate-o-fim-deste-mes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854540 - SUINO.COM - 08/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07/08) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Fonte: MAPA http://suino.com/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina-ate-o-fim-deste-mes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: giselle chimenes Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854536 - SISTEMA FAEP - 08/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Fonte: Mapa A notícia Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês apareceu pela primeira vez em Sistema FAEP. http://sistemafaep.org.br/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina-ate-o-fim-deste-mes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Imprensa Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping O Valor do Seguro dos Carros Mais Vendidos do Brasil em Julho 7854530 - SEGS - Santos - SP - 08/08/2018
Ford Ka volta para a segunda posição após três meses sendo terceiro colocado; Corolla, após ocupar a 11ª posição em junho volta a aparecer na lista, na 10ª colocação A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em julho. O Onix, da Chevrolet, voltou a apresentar crescimento nas vendas em comparação ao mês anterior: cerca de 4%, quando saiu de 16.218 e atingiu 16.856 em julho. O número de crescimento, porém, é menor do que no comparativo de maio com junho, quando as vendas subiram 8%.Outra boa notícia para a Chevrolet foi a entrada do Prisma na lista dos mais vendidos, ocupando a nona colocação, com 5.016 unidades comercializadas. Outra marca que teve motivos para comemorar em julho foi a Ford, com o KA, que voltou a ocupar a segunda posição após três meses de ausência. Com 9.558 mil unidades, o principal modelo da Ford apresentou um crescimento de 22% em comparação a junho. Mesmo superando o HB20 no mês de julho, o KA ainda é o terceiro carro mais vendido do Brasil no consolidado do ano, com 57.820, contra as quase 60 mil unidades comercializadas do modelo da Hyundai. O líder ainda é o Onix com mais de 106 mil carros emplacados. O HB20 mesmo aumentando as suas vendas em 10%, passando de 8.292 para 9.124 em julho, perdeu a segunda colocação para o Ford KA. O número de unidades emplacadas, em comparação ao quarto colocado, Gol, é de 72%: 9.124 vendas do HB20 contra 6.631 do Gol. Argo, Kwid, Novo Polo voltam a figurar na lista dos mais vendidos e parecem, de fato, terem caído no gosto popular. O Novo Polo voltou a crescer as suas vendasem cerca de 17% (saiu de 4.974 e foi para 5.828 carros vendidos), após um junho de queda. Já o Argo e o Kwid ficaram na sexta e oitava colocação, respectivamente, com 5.476 e 5.203. O Corolla, após um mês de ausência na lista dos mais vendidos,voltou ao ranking, ocupando a 10ª colocação com 4.364 unidades comercializadas, pouco acima das 4.288 unidades vendidas em junho. Após o mês de junho não contar com nenhum sedan, o Prisma também apareceu, na nona posição, com 5.016 carros comercializados e reforçou a volta dos sedans aos mais vendidos. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de quatro estados, além do Distrito Federal estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais eParaná. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está no Rio de Janeiro com R$1.919 e o menor em Brasília por R$1.442, uma distância de R$477. No contraponto de diferença de valores, o Corolla possui a maior diferença entre estados: R$2.461. A mais alta também no Rio de Janeiro, R$ 5.121, a menor em São Paulo, com R$2.660. Brasília é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros analisados. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 90% dos veículos. Detalhes da cotação Capitais: São Paulo (SP),Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba(PR) e Brasília (DF). Seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, ******, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica. Perfil: Homem, 35 anos, casado. Plano: Cobertura de terceiros de R$ 100 mil. [+] SOBRE A MINUTOSEGUROS A Minuto Seguros é uma corretora de seguros que possui um site de interface simples, com navegação segura e rápida, além de uma organizada estrutura de equipe de atendimento com consultores especializados e preparados para oferecer suporte por telefone, e-mail ou chat. Com a Minuto Seguros, você experimenta a verdadeira união da praticidade virtual com o comprometimento e o respeito do atendimento real. Essa combinação oferece aos clientes uma experiência completa, visando contemplar exatamente aquilo que cada um está buscando. São mais de 15 seguradoras disponíveis, incluindo os principais players do
mercado. Além do Seguro Auto oferecido no site, destacam-se também o Seguro Residencial, o Seguro Viagem, o Seguro para Eletrônicos, o Seguro para Pequenas e Médias Empresas e outras soluções para empresas. Acesse: www.minutoseguros.com.br https://www.segs.com.br/seguros/129326-o-valor-do-seguro-dos-carros-mais-vendidos-dobrasil-em-julho Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Vendas de veículos acumulam alta de 15% até julho 7854528 - LOOCALIZEI - 08/08/2018
ago 08, 2018 Loocalizei Em sete meses, emplacamentos somam 1,38 milhão de unidades, entre leves e pesados As vendas de veículos fecharam o acumulado de janeiro a julho com avanço de 15% na comparação com iguais meses do ano passado. Dados divulgados na quarta-feira, 1º, pela Fenabrave, entidade que representa os concessionários no Brasil, apontam que os emplacamentos superaram volume de 1,38 milhão de unidades, entre leves e pesados. Há um ano, esse volume era de pouco mais de 1,20 milhão. Todos os segmentos do mercado tiveram alta das vendas no período acumulado. Nos veículos leves, os licenciamentos alcançaram 1,33 milhão de unidades, volume 14,1% maior que o verificado há um ano, quando o mercado emplacou 1,17 milhão. Com 1,13 milhão, os automóveis encerraram o período em alta de 13,5% na comparação com os 999,2 mil licenciados nos primeiros sete meses de 2017. Já os comerciais leves tiveram aumento maior, de 17,8%, ao emplacar 201,2 mil unidades no período acumulado. Os pesados foram destaque: os volumes de licenciamentos novos subiram 42,7%, uma vez que a base de comparação é baixa. Nos sete meses fechados deste ano, foram emplacados pouco mais de 48,4 mil caminhões e ônibus contra os 33,9 mil registrados em mesmo período de 2017. As vendas de caminhões cresceram 50%, passando de 25,9 mil para 39 mil neste ano. Com 9,3 mil unidades, os chassis de ônibus registram incremento de 18,4% no comparativo anual. Desempenho mensal também é positivo Todos os segmentos também registraram aumento das vendas na passagem de junho para julho. O mês, que teve 22 dias úteis, encerrou com 217,5 mil veículos novos vendidos, um aumento de 7,7% sobre os emplacamentos de junho, que somaram 201,9 mil, considerando a soma de leves e pesados. Na comparação com junho de 2017, há um crescimento de 16,6%. “O mês de julho foi bastante positivo. A base de junho é baixa, por conta dos reflexos negativos da greve dos caminhoneiros, e ainda tivemos um dia útil a mais de vendas. Esses aspectos, somados à queda na inadimplência e o aumento da oferta de crédito, estão impulsionando o nosso setor. Contudo, as incertezas no âmbito político nacional e o forte índice de desemprego ainda deixam o setor em alerta”, comenta em nota o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Segundo os números da entidade, a média diária de vendas para veículos leves cresceu 2,6% em julho: 9.480 unidades automóveis e comerciais leves emplacados em cada um dos 22 dias úteis do mês. Em junho, o volume foi de 9.288 em 21 dias úteis. Nos pesados, as vendas de julho aumentaram 7,7% sobre as de junho ao atingir os 217,5 mil caminhões e ônibus. Sobre as vendas de julho de 2017, a soma das vendas de caminhões e ônibus aumentou em 17,7%. Os dois setores tiveram altas expressivas: os emplacamentos de caminhões chegaram a 6,6 mil unidades em julho, incremento de 16,2% sobre o volume de junho, enquanto os chassis de ônibus quase dobraram o volume de um mês para o outro, que passou de 1,1 mil para 2,2 mil unidades, avanço de 92,3%. Deixe seu comentário comentários https://loocalizei.com.br/vendas-de-veiculos-acumulam-alta-de-15-ate-julho/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Loocalizei Estado: Disponibilização: 09/08/2018
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Clipping Embargo russo ao suíno brasileiro pode ser encerrado ainda este mês 7854516 - AVES - 08/08/2018
Questões técnicas foram resolvidas e não resta impedimento político, disse o ministro da Agricultura, em evento em SP O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes o estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Fonte: Mapa http://www.associacoes.org.br/noticias/item/1649-embargo-russo-ao-suino-brasileiro-podeser-encerrado-ainda-este-mes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Sedãs médios mais vendidos em julho: Corolla perde 30% dos compradores em um ano 7854512 - YAHOO - São Paulo - SP - 08/08/2018
Ver as imagens Corolla XEi Mais Honda Civic cresce, mas ainda vende metade do rival Depois dos hatches médios, agora é o segmento de sedãs de mesmo porte que parece ameaçado pelos SUVs. Tanto é que, pelo segundo mês seguido, as vendas de sedãs médios recuaram acima dos 20% na comparação com o mesmo período de 2017. Líder com quase 46% de participação de mercado, o Toyota Corolla (4.364) perdeu mais de 30% de seus compradores. Ver as imagens Honda Civic 2018 Mais Ainda assim, vendeu mais do que o dobro do arquirrival Honda Civic (2.084), que registrou incremento de quase 26% no período. Novamente completando o pódio, o Chevrolet Cruze Sedan (1.557), embora com desvantagem menor do que em junho, recuou praticamente 18%. Longe do "G4" há um bom tempo, o Nissan Sentra (366), em alta de 24%, teve seu segundo melhor resultado em 2018. Da quinta à sétima posição, todos venderam menos do que no ano passado. Quem mais perdeu fôlego foi o Jetta (261 unidades, ou queda de 67,7%), mas com a justificativa de fim de carreira comercial da atual geração, já que a nova chegará nos próximos meses. À frente do VW, o Ford Focus Fastback (327) teve seu mês mais fraco desde março. Ver as imagens Chevrolet Cruze 2019 - Antes e depois Mais Ver as imagens Nissan Sentra - Linha 2019 Mais Top 5 entre abril e junho, o Citroën C4 Lounge (197) caiu para o sétimo lugar, seu pior resultado desde novembro (189). Separados por exatas 10 unidades, Mitsubishi Lancer (138) e Peugeot 408 (128) vieram em seguida, ambos com números melhores do que os de julho do ano passado. Atrás do Kia Cerato (106), o Hyundai Elantra registrou as mesmas 33 unidades de outubro de 2016, seu mês mais fraco desde então. Sedãs Médios" data-reactid="96">Sedãs Médios POS." data-reactid="97">POS. MODELO" data-reactid="98">MODELO TOTAL 2018" data-reactid="99">TOTAL 2018 JUL/18" data-reactid="100">JUL/18 JUN/18" data-reactid="101">JUN/18 JUL/17" data-reactid="102">JUL/17 % JUL 18" data-reactid="103">% JUL 18 % JUN 18" data-reactid="104">% JUN 18
VARIAÇÃO JUL/JUN" data-reactid="105">VARIAÇÃO JUL/JUN VARIAÇÃO 2018/2017" data-reactid="106">VARIAÇÃO 2018/2017 1º" data-reactid="107">1º TOYOTA COROLLA" data-reactid="108">TOYOTA COROLLA 32918" data-reactid="109">32918 4364" data-reactid="110">4364 4288" data-reactid="111">4288 6250" data-reactid="112">6250 45,59%" data-reactid="113">45,59% 44,35%" data-reactid="114">44,35% 1,77%" data-reactid="115">1,77% -30,18%" data-reactid="116">-30,18% 2º" data-reactid="117">2º HONDA CIVIC" data-reactid="118">HONDA CIVIC 15228" data-reactid="119">15228 2084" data-reactid="120">2084 2166" data-reactid="121">2166 1659" data-reactid="122">1659 21,77%" data-reactid="123">21,77% 22,40%" data-reactid="124">22,40% -3,79%" data-reactid="125">-3,79% 25,62%" data-reactid="126">25,62% 3º" data-reactid="127">3º CHEVROLET CRUZE" data-reactid="128">CHEVROLET CRUZE 11263" data-reactid="129">11263 1557" data-reactid="130">1557 1345" data-reactid="131">1345 1894" data-reactid="132">1894 16,26%" data-reactid="133">16,26% 13,91%" data-reactid="134">13,91% 15,76%" data-reactid="135">15,76% -17,79%" data-reactid="136">-17,79% 4º" data-reactid="137">4º NISSAN SENTRA" data-reactid="138">NISSAN SENTRA 2164" data-reactid="139">2164 366" data-reactid="140">366 271" data-reactid="141">271 295" data-reactid="142">295
3,82%" data-reactid="143">3,82% 2,80%" data-reactid="144">2,80% 35,06%" data-reactid="145">35,06% 24,07%" data-reactid="146">24,07% 5º" data-reactid="147">5º FORD FOCUS FASTBACK" data-reactid="148">FORD FOCUS FASTBACK 2710" data-reactid="149">2710 327" data-reactid="150">327 411" data-reactid="151">411 578" data-reactid="152">578 3,42%" data-reactid="153">3,42% 4,25%" data-reactid="154">4,25% -20,44%" data-reactid="155">-20,44% -43,43%" data-reactid="156">-43,43% 6º" data-reactid="157">6º VW JETTA" data-reactid="158">VW JETTA 2540" data-reactid="159">2540 261" data-reactid="160">261 302" data-reactid="161">302 809" data-reactid="162">809 2,73%" data-reactid="163">2,73% 3,12%" data-reactid="164">3,12% -13,58%" data-reactid="165">-13,58% -67,74%" data-reactid="166">-67,74% 7º" data-reactid="167">7º CITROËN C4 LOUNGE" data-reactid="168">CITROËN C4 LOUNGE 2115" data-reactid="169">2115 197" data-reactid="170">197 403" data-reactid="171">403 321" data-reactid="172">321 2,06%" data-reactid="173">2,06% 4,17%" data-reactid="174">4,17% -51,12%" data-reactid="175">-51,12% -38,63%" data-reactid="176">-38,63% 8º" data-reactid="177">8º MITSUBISHI LANCER" data-reactid="178">MITSUBISHI LANCER 879" data-reactid="179">879 138" data-reactid="180">138
204" data-reactid="181">204 11" data-reactid="182">11 1,44%" data-reactid="183">1,44% 2,11%" data-reactid="184">2,11% -32,35%" data-reactid="185">-32,35% 1154,55%" data-reactid="186">1154,55% 9º" data-reactid="187">9º PEUGEOT 408" data-reactid="188">PEUGEOT 408 572" data-reactid="189">572 128" data-reactid="190">128 86" data-reactid="191">86 112" data-reactid="192">112 1,34%" data-reactid="193">1,34% 0,89%" data-reactid="194">0,89% 48,84%" data-reactid="195">48,84% 14,29%" data-reactid="196">14,29% 10º" data-reactid="197">10º KIA CERATO" data-reactid="198">KIA CERATO 1699" data-reactid="199">1699 106" data-reactid="200">106 124" data-reactid="201">124 147" data-reactid="202">147 1,11%" data-reactid="203">1,11% 1,28%" data-reactid="204">1,28% -14,52%" data-reactid="205">-14,52% -27,89%" data-reactid="206">-27,89% 11º" data-reactid="207">11º HYUNDAI ELANTRA" data-reactid="208">HYUNDAI ELANTRA 716" data-reactid="209">716 33" data-reactid="210">33 47" data-reactid="211">47 242" data-reactid="212">242 0,34%" data-reactid="213">0,34% 0,49%" data-reactid="214">0,49% -29,79%" data-reactid="215">-29,79% -86,36%" data-reactid="216">-86,36% 12º" data-reactid="217">12º RENAULT FLUENCE" data-reactid="218">RENAULT FLUENCE
665" data-reactid="219">665 11" data-reactid="220">11 21" data-reactid="221">21 68" data-reactid="222">68 0,11%" data-reactid="223">0,11% 0,22%" data-reactid="224">0,22% -47,62%" data-reactid="225">-47,62% -83,82%" data-reactid="226">-83,82% 13º" data-reactid="227">13º GEELY EC7" data-reactid="228">GEELY EC7 2" data-reactid="229">2 1" data-reactid="230">1 1" data-reactid="231">1 3" data-reactid="232">3 0,01%" data-reactid="233">0,01% 0,01%" data-reactid="234">0,01% 0,00%" data-reactid="235">0,00% -66,67%" data-reactid="236">-66,67% " data-reactid="237"> " data-reactid="238"> 73471" data-reactid="239">73471 9573" data-reactid="240">9573 9669" data-reactid="241">9669 12389" data-reactid="242">12389 100,00%" data-reactid="243">100,00% 100,00%" data-reactid="244">100,00% -0,99%" data-reactid="245">-0,99% -22,73%" data-reactid="246">-22,73% Fonte: Fenabrave" data-reactid="248">Fonte: Fenabrave " data-reactid="249"> https://br.financas.yahoo.com/noticias/sed%C3%A3s-m%C3%A9dios-mais-vendidos-em192132437.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Veja 5 carros que você nem lembra que são vendidos no Brasil 7854502 - FOLHA ACADÊMICA - 08/08/2018
Pode não parecer, mas temos mais de 600 modelos de carros diferentes à venda no Brasil, compreendendo todas as categorias, preços e versões. E neste universo tão competitivo que é o mercado brasileiro, quem vende bem é majestade. Todos os segmentos costumam ter suas guerras internas. Entre os SUVs compactos, por exemplo, temos quatro modelos disputando diretamente a liderança (HR-V, Renegade, Kicks e Creta). Mas sempre existem os “underdogs”, ou carros que vendem mal. Pois bem, no meio de tantos veteranos e lançamentos, é normal ficar meio perdido sobre o que ainda está sendo vendido no Brasil ou não. Para provar, a reportagem do iG Carros enumera cinco carros que vendem mal e você nem lembra que ainda estão disponíveis nas lojas no Brasil. Acompanhe! 1 – Kia Picanto Divulgação Kia Picanto renovado está quase esquecido, sendo um dos carros que vendem mal no Brasil hoje em dia O hatch compacto da Kia tem uma história antiga no Brasil. Foi lançado em 2007 com uma cara não muito atraente que também passou longe de deslanchar. A segunda geração surgiu em 2011, elevando o seu status em um mercado que ainda não era dominado por HB20, Onix e Ford Ka. Foi nessa geração que o Picanto virou artista de novela (aparecia com frequência nos romances da Globo) e viu suas vendas subirem consideravelmente. No início do ano, as primeiras unidades da reestilização do Picanto desembarcaram no Brasil. Partindo de R$ 58.990, o Picanto traz 1.0 flex, de 80 cv e 10,2 kgfm de torque, com etanol. Na gasolina, os números vão para 77 cv e 9,6 kgfm. Junto com o motor tricilíndrico, a marca optou por equipar o Picanto com câmbio automático de quatro marchas – a mesma do modelo antigo. O hatch coreano é bem equipado, contando até com chave presencial. O interior, por exemplo, tem central multimídia, volante multifuncional e bancos de couro. Na Europa, o Picanto vem um pouco mais incrementado, com motor 1.0 turbo, de 100 cv e caixa automática CVT. Enfim, é um carro tão tímido que justifica sua entrada em nossa lista. Com visual esportivo, parte de R$ 58.990. 2 – Subaru XV Divulgação Entre os carros que vendem mal, o Subaru XV surge como um hatch médio aventureiro difícil de ser visto nas ruas É difícil definir o XV. Dá para confundí-lo com um SUV, mas a verdade é que se trata de um hatch médio aventureiro feito com base no Impreza. Além do visual descolado, o crossover se destaca pelo bom número de equipamentos. Ele tem teto solar, banco do motorista com regulagens elétricas, detector de ponto cego e revestimento de couro com costuras laranjas. Apesar de ser baseado em um hatch com DNA esportivo, o XV não tem o mesmo vigor mecânico do Impreza. O motor é 2.0 aspirado, de 156 cv e 20 kgfm de torque a 4.000 rpm, aliado ao sistema de tração integral. De acordo com a fabricante, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos, número facilmente superado por hatches menores e mais baratos. O modelo pode ser encontrado nas concessionárias do Grupo CAOA, por R$ 114.900. 3 – Fiat Fiorino Divulgação Fiat Fiorino já foi uma estrela. Hoje, é um dos carros que vendem mal no Brasil por mudanças no mercado de utilitários O furgão da Fiat está em sua terceira geração no Brasil. Pode-se dizer que ele nasceu em 1977, baseada no carismático Fiat 147. Naquela época, recebeu o apelido de “saboneteira” por suas linhas arredondadas. A segunda geração surgiu em 1988, agora baseada no Fiat Uno. Foi um dos veículos comerciais mais importantes da história da indústria brasileira,
passando por diversas reestilizações até 2013. No dia 1 de janeiro de 2014, passaram a valer as resoluções 311 e 312 do CONTRAN, obrigando que todos os veículos fabricados em território nacional contassem com airbag e ABS. Junto de Mille e Fiorino, Kombi e Gol G4 também acabaram rodando. O jeito foi investir em uma nova geração, mais de vinte anos depois, com base no Uno Vivace. Esta se mostrou um verdadeiro fracasso. O Fiorino, que já esteve entre os veículos comerciais mais vendidos do Brasil, viu apenas 6,4 mil unidades deixarem as concessionárias da Fiat entre janeiro e julho de 2018. A irmã Strada continua sendo o destaque entre os emplacamentos, com 38 mil unidades vendidas. Isso mostra o reflexo de um novo hábito dos brasileiros: a preferência por picapes com capota de furgão. Outro fator que torna a vida do Fiorino mais difícil no Brasil é o preço. Equipado sempre com motor 1.4 que entrega 88 cv e 12,5 kgfm de torque, o modelo parte de R$ 59.590. Além disso, a chegada dos novos furgões compactos Citroën Jumpy, Peugeot Expert e Mercedes Vito também atrapalhou as vendas do segmento do modelo da Fiat. 4 – VW SpaceFox Divulgação VW SpaceFox surge entre os carros que vendem mal por conta de seu segmento. Peruas correspondem a 0,4% do total Sim, a SpaceFox ainda está sendo vendida no Brasil. Enquanto muitos imaginavam que sua produção seria interrompida na Argentina, a Volkswagen acaba de lançar a versão 2019 por R$ 62.700 (podendo chegar aos R$ 66.250 na versão mais cara). O SpaceFox segue a decadência de sua categoria, uma vez que peruas correspondem a apenas 0,4% das vendas nacionais, conforme a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos). No acumulado de vendas de 2018, a SpaceFox não chega a aparecer nem entre os 50 modelos mais vendidos do Brasil. Foram apenas 3.103 emplacamentos entre janeiro e julho, conferindo uma média de 440 modelos por mês. A SpaceFox é sempre equipado com motor 1.6, de 104 cv de potência e 9,7 kgfm de torque. O modelo mais caro surge com câmbio automatizado I-Motion de cinco velocidades. Conforme apurado pela reportagem do iG Carros, o SpaceFox será o único modelo da Volkswagen que continuará sendo vendido com opção automatizada. Todos os veículos da marca fabricados no Brasil já abandonaram este recurso. 5 – SsangYong Tivoli Divulgação SsangYong Tivoli veio para combater os SUVs compactos, mas acaba sendo um dos carros que vendem mal O que Ferrari 12 Berlinetta tem em comum com o SsangYong Tivoli? Ambos foram desenvolvidos pelo estúdio Pininfarina, na Itália. A marca coreana nunca foi reconhecida por ter um design muito atraente, e recorreu a um dos mais conceituados estúdios de design do mundo para dar uma forcinha. Deste casamento nasceu o Tivoli, o SUV compacto da SsangYong que chega ao Brasil para disputar com Jeep Renegade, Honda HR-V e Nissan Kicks. O modelo, entretanto, ainda não caiu no gosto dos brasileiros por conta da baixa popularidade. São cinco concessionárias em São Paulo, duas em Santa Catarina e uma no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e na Bahia, Ele vem equipado com sistema de direção elétrica, partida por chave presencial, rebatimento dos retrovisores e ar-condicionado de duas zonas. Entretanto, a central multimídia não traz funções de navegação. O conjunto mecânico é composto por um motor 1.6, de 128 cv e câmbio automático, de seis marchas. Entre os carros que vendem mal , o Tivoli sai das concessionárias da SsangYong por R$ 84.990. Comentários Facebook http://www.folhaacademica.com.br/veja-5-carros-que-voce-nem-lembra-que-sao-vendidosno-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado:
Categoria: Fenabrave Cidade: País:
Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Tipo Veículo: Site
Clipping BMW, Mercedes, Audi: veja os carros de luxo mais vendidos no Brasil 7854500 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 08/08/2018
Do Garagem360 08/08/2018 | 16:37 Atualizada às 15h44 BMW X1, Mercedes-Benz Classe C e Audi Q3 são alguns dos carros de luxo mais vendidos do Brasil. Segundo o levantamento da Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), os modelos tiveram 2.322, 2.098 e 1.822 unidades emplacadas, respectivamente, entre janeiro e julho de 2018. Na galeria, veja quais são os carros de luxo mais vendidos no País. Quer ganhar um e-book exclusivo com dicas para cuidar melhor de seu veículo? Assine nossa newsletter neste link.
https://www.dgabc.com.br/Noticia/2917242/bmw-mercedes-audi-veja-os-carros-de-luxo-maisvendidos-no-brasil Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site
Clipping Seguro auto: preço do seguro cai em média 26% em quatro cidades brasileiras, segundo estudo da Bidu 7854494 - SEGS - Santos - SP - 08/08/2018
Levantamento mensal analisa o preço do seguro para os dez carros mais vendidos de julho, em quatro capitais do país São Paulo, agosto de 2018 – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Neste mês, o Relatório Bidu analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em julho, o valor do seguro ficou em média 7,04% mais barato para o perfil masculino e 45,44% mais barato para o perfil feminino, o que representa uma redução média de 26,24% para os dois perfis, nas quatro cidades analisadas. Ao contrário do que ocorreu no mês de julho, quando as cotações femininas tiveram o valor superior às masculinas em três capitais, neste mês, o valor médio do seguro feminino, em comparação ao masculino, está mais barato, apresentando uma diferença média de 94,84%. Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em julho foram emplacados 176.067 automóveis – um aumento de 7,68% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 163.517 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem no ranking dos 10 mais vendidos, figurando no levantamento todos os meses: Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Chevrolet Onix e VW Polo. O Onix continua a ser o carro mais emplacado no País, com 16.856 emplacamentos, um acréscimo de 638 unidades comparado com junho. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$3.207, uma redução de 33,37% em relação à cotação do mês anterior que ficou em R$4.277. Neste mês, os carros que retornam ao levantamento são o Chevrolet Prisma e o Toyota Corolla, ocupando o 9º e o 10º lugar no ranking, com 5.016 e 4.364 unidades vendidas, respectivamente. Dos dez carros mais vendidos, oito se repetem em junho e julho. Deles, seis apresentaram um decréscimo no valor do seguro, conforme o gráfico abaixo. Os modelos Renault Kwid e VW Polo são os únicos que tiveram cotações estatisticamente iguais ou mais caras que o mês anterior. O Kwid teve uma elevação de 1,66% no preço do seguro feminino em comparação com o valor de junho, enquanto o Polo teve um aumento de 20,06% no preço do seguro masculino. O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício é o Chevrolet Prisma para o perfil feminino, representando 3,4% do valor do veículo, enquanto para o perfil masculino, o destaque fica com o Fiat Argo, com price ratio de 5,7%. Do outro lado, o VW Gol tem o preço relativo do seguro menos interessante para o perfil masculino, 9,3%, em média. Enquanto para as mulheres, a opção menos favorável é o Jeep Compass, que tem o preço médio do seguro equivalente a 4,8%. Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília continua a apresentar o seguro mais barato, em ambos os sexos, considerando a média dos 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.176 para o perfil masculino e R$1.763 para o feminino), seguido por São Paulo com o perfil masculino (R$3.586) e Porto Alegre para o perfil feminino (R$2.033). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, município em que os homens desembolsam em média R$3.117 a mais que as condutoras cariocas. Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em julho e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. As cotações de seguro foram realizadas no dia 2 de
agosto de 2018. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para o mês de julho, assim como edições anteriores. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------* Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no período de 3 a 5 de julho. https://www.segs.com.br/seguros/129198-seguro-auto-preco-do-seguro-cai-em-media-26em-quatro-cidades-brasileiras-segundo-estudo-da-bidu Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Veja 5 carros que você nem lembra que são vendidos no Brasil - URGENTE NEWS 7854490 - URGENTE NEWS - 08/08/2018
Compartilhar no Facebook Tweet Pode não parecer, mas temos mais de 600 modelos de carros diferentes à venda no Brasil, compreendendo todas as categorias, preços e versões. E neste universo tão competitivo que é o mercado brasileiro, quem vende bem é majestade. Todos os segmentos costumam ter suas guerras internas. Entre os SUVs compactos, por exemplo, temos quatro modelos disputando diretamente a liderança (HR-V, Renegade, Kicks e Creta). Mas sempre existem os “underdogs”, ou carros que vendem mal. LEIA MAIS: Veja 5 modelos seminovos que podem ser o seu primeiro carro até R$ 30 mil Pois bem, no meio de tantos veteranos e lançamentos, é normal ficar meio perdido sobre o que ainda está sendo vendido no Brasil ou não. Para provar, a reportagem do iG Carros enumera cinco carros que vendem mal e você nem lembra que ainda estão disponíveis nas lojas no Brasil. Acompanhe! 1 – Kia Picanto O hatch compacto da Kia tem uma história antiga no Brasil. Foi lançado em 2007 com uma cara não muito atraente que também passou longe de deslanchar. A segunda geração surgiu em 2011, elevando o seu status em um mercado que ainda não era dominado por HB20, Onix e Ford Ka. Foi nessa geração que o Picanto virou artista de novela (aparecia com frequência nos romances da Globo) e viu suas vendas subirem consideravelmente. No início do ano, as primeiras unidades da reestilização do Picanto desembarcaram no Brasil. Partindo de R$ 58.990, o Picanto traz 1.0 flex, de 80 cv e 10,2 kgfm de torque, com etanol. Na gasolina, os números vão para 77 cv e 9,6 kgfm. Junto com o motor tricilíndrico, a marca optou por equipar o Picanto com câmbio automático de quatro marchas – a mesma do modelo antigo. O hatch coreano é bem equipado, contando até com chave presencial. O interior, por exemplo, tem central multimídia, volante multifuncional e bancos de couro. Na Europa, o Picanto vem um pouco mais incrementado, com motor 1.0 turbo, de 100 cv e caixa automática CVT. Enfim, é um carro tão tímido que justifica sua entrada em nossa lista. Com visual esportivo, parte de R$ 58.990. 2 – Subaru XV É difícil definir o XV. Dá para confundí-lo com um SUV, mas a verdade é que se trata de um hatch médio aventureiro feito com base no Impreza. Além do visual descolado, o crossover se destaca pelo bom número de equipamentos. Ele tem teto solar, banco do motorista com regulagens elétricas, detector de ponto cego e revestimento de couro com costuras laranjas. LEIA MAIS: Hyundai Creta lidera ranking dos SUVs mais vendidos de julho Apesar de ser baseado em um hatch com DNA esportivo, o XV não tem o mesmo vigor mecânico do Impreza. O motor é 2.0 aspirado, de 156 cv e 20 kgfm de torque a 4.000 rpm, aliado ao sistema de tração integral. De acordo com a fabricante, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos, número facilmente superado por hatches menores e mais baratos. O modelo pode ser encontrado nas concessionárias do Grupo CAOA, por R$ 114.900. 3 – Fiat Fiorino O furgão da Fiat está em sua terceira geração no Brasil. Pode-se dizer que ele nasceu em 1977, baseada no carismático Fiat 147. Naquela época, recebeu o apelido de “saboneteira” por suas linhas arredondadas. A segunda geração surgiu em 1988, agora baseada no Fiat Uno. Foi um dos veículos comerciais mais importantes da história da indústria brasileira, passando por diversas reestilizações até 2013. No dia 1 de janeiro de 2014, passaram a valer as resoluções 311 e 312 do CONTRAN, obrigando que todos os veículos fabricados em território nacional contassem com airbag e ABS. Junto de Mille e Fiorino, Kombi e Gol G4 também acabaram rodando. O jeito foi investir em uma nova geração, mais de vinte anos depois, com base no Uno Vivace.
Esta se mostrou um verdadeiro fracasso. O Fiorino, que já esteve entre os veículos comerciais mais vendidos do Brasil, viu apenas 6,4 mil unidades deixarem as concessionárias da Fiat entre janeiro e julho de 2018. A irmã Strada continua sendo o destaque entre os emplacamentos, com 38 mil unidades vendidas. Isso mostra o reflexo de um novo hábito dos brasileiros: a preferência por picapes com capota de furgão. Outro fator que torna a vida do Fiorino mais difícil no Brasil é o preço. Equipado sempre com motor 1.4 que entrega 88 cv e 12,5 kgfm de torque, o modelo parte de R$ 59.590. Além disso, a chegada dos novos furgões compactos Citroën Jumpy, Peugeot Expert e Mercedes Vito também atrapalhou as vendas do segmento do modelo da Fiat. 4 – VW SpaceFox Sim, a SpaceFox ainda está sendo vendida no Brasil. Enquanto muitos imaginavam que sua produção seria interrompida na Argentina, a Volkswagen acaba de lançar a versão 2019 por R$ 62.700 (podendo chegar aos R$ 66.250 na versão mais cara). O SpaceFox segue a decadência de sua categoria, uma vez que peruas correspondem a apenas 0,4% das vendas nacionais, conforme a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos). LEIA MAIS: VW Golf GTI é oasis para quem curte dirigir em um deserto de SUVs No acumulado de vendas de 2018, a SpaceFox não chega a aparecer nem entre os 50 modelos mais vendidos do Brasil. Foram apenas 3.103 emplacamentos entre janeiro e julho, conferindo uma média de 440 modelos por mês. A SpaceFox é sempre equipado com motor 1.6, de 104 cv de potência e 9,7 kgfm de torque. O modelo mais caro surge com câmbio automatizado I-Motion de cinco velocidades. Conforme apurado pela reportagem do iG Carros, o SpaceFox será o único modelo da Volkswagen que continuará sendo vendido com opção automatizada. Todos os veículos da marca fabricados no Brasil já abandonaram este recurso. 5 – SsangYong Tivoli O que Ferrari 12 Berlinetta tem em comum com o SsangYong Tivoli? Ambos foram desenvolvidos pelo estúdio Pininfarina, na Itália. A marca coreana nunca foi reconhecida por ter um design muito atraente, e recorreu a um dos mais conceituados estúdios de design do mundo para dar uma forcinha. Deste casamento nasceu o Tivoli, o SUV compacto da SsangYong que chega ao Brasil para disputar com Jeep Renegade, Honda HR-V e Nissan Kicks. O modelo, entretanto, ainda não caiu no gosto dos brasileiros por conta da baixa popularidade. São cinco concessionárias em São Paulo, duas em Santa Catarina e uma no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e na Bahia, Ele vem equipado com sistema de direção elétrica, partida por chave presencial, rebatimento dos retrovisores e ar-condicionado de duas zonas. Entretanto, a central multimídia não traz funções de navegação. O conjunto mecânico é composto por um motor 1.6, de 128 cv e câmbio automático, de seis marchas. Entre os carros que vendem mal , o Tivoli sai das concessionárias da SsangYong por R$ 84.990. http://www.urgentenews.com.br/2018/08/08/veja-5-carros-que-voce-nem-lembra-que-saovendidos-no-brasil.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854488 - SUCESSO NO CAMPO - Rio Verde - GO - 08/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Fonte: Mapa Crédito: Domínio Público/Pixabay https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina-ateo-fim-deste-mes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fabélia Oliveira Estado: GO Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio Verde País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim de agosto 7854487 - SBA (SISTEMA BRASILEIRO DO AGRONEGÓCIO) - 08/08/2018
O embargo russo à carne suína brasileira pode ser encerrado até o fim de agosto, de acordo com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, nesta terça-feira (07), depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. “Estive com o presidente Michel Temer na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin. Nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”, afirmou. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo sobre qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. “Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”, explicou. Nesta semana, chegou o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. O mercado de peixes também foi aberto. “Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”, comentou. O ministrou falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coreia do Sul que, apesar de ser importante, cobra um imposto para o ingresso dos produtos. O assunto será discutido em uma segunda etapa de negociação. Durante o evento, Maggi também apresentou aos participantes um estudo da Embrapa de macrologística. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”, explicou. https://sba1.com/noticias/Russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina-ate-o-fim-de-agosto Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854476 - BRAZIL MODAL - São Paulo - SP - 08/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Fonte: MAPA http://brazilmodal.com.br/2015/jornalmultimodal/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suinaate-o-fim-deste-mes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping BMW, Mercedes, Audi: veja os carros de luxo mais vendidos no Brasil 7854462 - GARAGEM 360 - 08/08/2018
BMW X1, Mercedes-Benz Classe C e Audi Q3 são alguns dos carros de luxo mais vendidos do Brasil. Segundo o levantamento da Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), os modelos tiveram 2.322, 2.098 e 1.822 unidades emplacadas, respectivamente, entre janeiro e julho de 2018. Na galeria, veja quais são os carros de luxo mais vendidos no País. Quer ganhar um e-book exclusivo com dicas para cuidar melhor de seu veículo? Assine nossa newsletter neste link.
The post BMW, Mercedes, Audi: veja os carros de luxo mais vendidos no Brasil appeared first on Garagem 360. https://garagem360.com.br/bmw-mercedes-audi-veja-os-carros-de-luxo-mais-vendidos-nobrasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Maria Beatriz Vaccari Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Veja 5 carros que você nem lembra que são vendidos no Brasil - Lapada Lapada 7854455 - LAPADA LAPADA - 08/08/2018
Compartilhar no Facebook Tweet Pode não parecer, mas temos mais de 600 modelos de carros diferentes à venda no Brasil, compreendendo todas as categorias, preços e versões. E neste universo tão competitivo que é o mercado brasileiro, quem vende bem é majestade. Todos os segmentos costumam ter suas guerras internas. Entre os SUVs compactos, por exemplo, temos quatro modelos disputando diretamente a liderança (HR-V, Renegade, Kicks e Creta). Mas sempre existem os “underdogs”, ou carros que vendem mal. LEIA MAIS: Veja 5 modelos seminovos que podem ser o seu primeiro carro até R$ 30 mil Pois bem, no meio de tantos veteranos e lançamentos, é normal ficar meio perdido sobre o que ainda está sendo vendido no Brasil ou não. Para provar, a reportagem do iG Carros enumera cinco carros que vendem mal e você nem lembra que ainda estão disponíveis nas lojas no Brasil. Acompanhe! 1 – Kia Picanto O hatch compacto da Kia tem uma história antiga no Brasil. Foi lançado em 2007 com uma cara não muito atraente que também passou longe de deslanchar. A segunda geração surgiu em 2011, elevando o seu status em um mercado que ainda não era dominado por HB20, Onix e Ford Ka. Foi nessa geração que o Picanto virou artista de novela (aparecia com frequência nos romances da Globo) e viu suas vendas subirem consideravelmente. No início do ano, as primeiras unidades da reestilização do Picanto desembarcaram no Brasil. Partindo de R$ 58.990, o Picanto traz 1.0 flex, de 80 cv e 10,2 kgfm de torque, com etanol. Na gasolina, os números vão para 77 cv e 9,6 kgfm. Junto com o motor tricilíndrico, a marca optou por equipar o Picanto com câmbio automático de quatro marchas – a mesma do modelo antigo. O hatch coreano é bem equipado, contando até com chave presencial. O interior, por exemplo, tem central multimídia, volante multifuncional e bancos de couro. Na Europa, o Picanto vem um pouco mais incrementado, com motor 1.0 turbo, de 100 cv e caixa automática CVT. Enfim, é um carro tão tímido que justifica sua entrada em nossa lista. Com visual esportivo, parte de R$ 58.990. 2 – Subaru XV É difícil definir o XV. Dá para confundí-lo com um SUV, mas a verdade é que se trata de um hatch médio aventureiro feito com base no Impreza. Além do visual descolado, o crossover se destaca pelo bom número de equipamentos. Ele tem teto solar, banco do motorista com regulagens elétricas, detector de ponto cego e revestimento de couro com costuras laranjas. LEIA MAIS: Hyundai Creta lidera ranking dos SUVs mais vendidos de julho Apesar de ser baseado em um hatch com DNA esportivo, o XV não tem o mesmo vigor mecânico do Impreza. O motor é 2.0 aspirado, de 156 cv e 20 kgfm de torque a 4.000 rpm, aliado ao sistema de tração integral. De acordo com a fabricante, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos, número facilmente superado por hatches menores e mais baratos. O modelo pode ser encontrado nas concessionárias do Grupo CAOA, por R$ 114.900. 3 – Fiat Fiorino O furgão da Fiat está em sua terceira geração no Brasil. Pode-se dizer que ele nasceu em 1977, baseada no carismático Fiat 147. Naquela época, recebeu o apelido de “saboneteira” por suas linhas arredondadas. A segunda geração surgiu em 1988, agora baseada no Fiat Uno. Foi um dos veículos comerciais mais importantes da história da indústria brasileira, passando por diversas reestilizações até 2013. No dia 1 de janeiro de 2014, passaram a valer as resoluções 311 e 312 do CONTRAN, obrigando que todos os veículos fabricados em território nacional contassem com airbag e ABS. Junto de Mille e Fiorino, Kombi e Gol G4 também acabaram rodando. O jeito foi investir em uma nova geração, mais de vinte anos depois, com base no Uno Vivace.
Esta se mostrou um verdadeiro fracasso. O Fiorino, que já esteve entre os veículos comerciais mais vendidos do Brasil, viu apenas 6,4 mil unidades deixarem as concessionárias da Fiat entre janeiro e julho de 2018. A irmã Strada continua sendo o destaque entre os emplacamentos, com 38 mil unidades vendidas. Isso mostra o reflexo de um novo hábito dos brasileiros: a preferência por picapes com capota de furgão. Outro fator que torna a vida do Fiorino mais difícil no Brasil é o preço. Equipado sempre com motor 1.4 que entrega 88 cv e 12,5 kgfm de torque, o modelo parte de R$ 59.590. Além disso, a chegada dos novos furgões compactos Citroën Jumpy, Peugeot Expert e Mercedes Vito também atrapalhou as vendas do segmento do modelo da Fiat. 4 – VW SpaceFox Sim, a SpaceFox ainda está sendo vendida no Brasil. Enquanto muitos imaginavam que sua produção seria interrompida na Argentina, a Volkswagen acaba de lançar a versão 2019 por R$ 62.700 (podendo chegar aos R$ 66.250 na versão mais cara). O SpaceFox segue a decadência de sua categoria, uma vez que peruas correspondem a apenas 0,4% das vendas nacionais, conforme a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos). LEIA MAIS: VW Golf GTI é oasis para quem curte dirigir em um deserto de SUVs No acumulado de vendas de 2018, a SpaceFox não chega a aparecer nem entre os 50 modelos mais vendidos do Brasil. Foram apenas 3.103 emplacamentos entre janeiro e julho, conferindo uma média de 440 modelos por mês. A SpaceFox é sempre equipado com motor 1.6, de 104 cv de potência e 9,7 kgfm de torque. O modelo mais caro surge com câmbio automatizado I-Motion de cinco velocidades. Conforme apurado pela reportagem do iG Carros, o SpaceFox será o único modelo da Volkswagen que continuará sendo vendido com opção automatizada. Todos os veículos da marca fabricados no Brasil já abandonaram este recurso. 5 – SsangYong Tivoli O que Ferrari 12 Berlinetta tem em comum com o SsangYong Tivoli? Ambos foram desenvolvidos pelo estúdio Pininfarina, na Itália. A marca coreana nunca foi reconhecida por ter um design muito atraente, e recorreu a um dos mais conceituados estúdios de design do mundo para dar uma forcinha. Deste casamento nasceu o Tivoli, o SUV compacto da SsangYong que chega ao Brasil para disputar com Jeep Renegade, Honda HR-V e Nissan Kicks. O modelo, entretanto, ainda não caiu no gosto dos brasileiros por conta da baixa popularidade. São cinco concessionárias em São Paulo, duas em Santa Catarina e uma no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e na Bahia, Ele vem equipado com sistema de direção elétrica, partida por chave presencial, rebatimento dos retrovisores e ar-condicionado de duas zonas. Entretanto, a central multimídia não traz funções de navegação. O conjunto mecânico é composto por um motor 1.6, de 128 cv e câmbio automático, de seis marchas. Entre os carros que vendem mal , o Tivoli sai das concessionárias da SsangYong por R$ 84.990. http://lapadalapada.com.br/2018/08/08/veja-5-carros-que-voce-nem-lembra-que-saovendidos-no-brasil.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Sedãs médios mais vendidos em julho: Corolla perde 30% dos compradores em um ano 7854454 - MOTOR 1 - 08/08/2018
Depois dos hatches médios, agora é o segmento de sedãs de mesmo porte que parece ameaçado pelos SUVs. Tanto é que, pelo segundo mês seguido, as vendas de sedãs médios recuaram acima dos 20% na comparação com o mesmo período de 2017. Líder com quase 46% de participação de mercado, o Toyota Corolla (4.364) perdeu mais de 30% de seus compradores. Ainda assim, vendeu mais do que o dobro do arquirrival Honda Civic (2.084), que registrou incremento de quase 26% no período. Novamente completando o pódio, o Chevrolet Cruze Sedan (1.557), embora com desvantagem menor do que em junho, recuou praticamente 18%. Longe do "G4" há um bom tempo, o Nissan Sentra (366), em alta de 24%, teve seu segundo melhor resultado em 2018. Da quinta à sétima posição, todos venderam menos do que no ano passado. Quem mais perdeu fôlego foi o Jetta (261 unidades, ou queda de 67,7%), mas com a justificativa de fim de carreira comercial da atual geração, já que a nova chegará nos próximos meses. À frente do VW, o Ford Focus Fastback (327) teve seu mês mais fraco desde março. Top 5 entre abril e junho, o Citroën C4 Lounge (197) caiu para o sétimo lugar, seu pior resultado desde novembro (189). Separados por exatas 10 unidades, Mitsubishi Lancer (138) e Peugeot 408 (128) vieram em seguida, ambos com números melhores do que os de julho do ano passado. Atrás do Kia Cerato (106), o Hyundai Elantra registrou as mesmas 33 unidades de outubro de 2016, seu mês mais fraco desde então. Sedãs Médios POS. MODELO TOTAL 2018 JUL/18 JUN/18 JUL/17 % JUL 18 % JUN 18 VARIAÇÃO JUL/JUN VARIAÇÃO 2018/2017 1º TOYOTA COROLLA 32918 4364 4288 6250 45,59% 44,35% 1,77% -30,18% 2º HONDA CIVIC 15228 2084 2166 1659 21,77% 22,40% -3,79% 25,62% 3º CHEVROLET CRUZE 11263 1557 1345 1894 16,26% 13,91% 15,76% -17,79% 4º NISSAN SENTRA 2164 366 271 295 3,82% 2,80% 35,06% 24,07% 5º FORD FOCUS FASTBACK 2710 327 411 578 3,42% 4,25% -20,44% 43,43% 6º VW JETTA 2540 261 302 809 2,73% 3,12% -13,58% -67,74% 7º CITROËN C4 LOUNGE 2115 197 403 321 2,06% 4,17% -51,12% -38,63% 8º MITSUBISHI LANCER 879 138 204 11 1,44% 2,11% -32,35% 1154,55% 9º PEUGEOT 408 572 128 86 112 1,34% 0,89% 48,84% 14,29% 10º KIA CERATO 1699 106 124 147 1,11% 1,28% -14,52% -27,89% 11º HYUNDAI ELANTRA 716 33 47 242 0,34% 0,49% -29,79% -86,36% 12º RENAULT FLUENCE 665 11 21 68 0,11% 0,22% -47,62% -83,82% 13º GEELY EC7 2 1 1 3 0,01% 0,01% 0,00% -66,67% 73471 9573 9669 12389 100,00% 100,00% -0,99% -22,73% Fonte: Fenabrave https://motor1.uol.com.br/news/261662/vendas-sedas-medios-julho-civic-sentra-corolla/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Maggi projeta fim de embargo russo à carne suína brasileira até o fim do mês 7854446 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - Belo Horizonte - MG - 09/08/2018
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse, na última terçafeira, acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive agora com o presidente Michel Temer, na reunião do Brics, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do Brics, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do País”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. http://diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=maggi_projeta_fim_de_embargo_russo_%EF %BF%BD_carne_su%EF%BF%BDna_brasileira_at%EF%BF%BD_o_fim_do_m%EF%BF%B Ds&id=196377 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site
Clipping Diário Automóveis 7854443 - DIÁRIO DE PETRÓPOLIS - 09/08/2018
Edição: quinta-feira, 09 de agosto de 2018 Compartilhe: Voltar: Edição: quinta-feira, 09 de agosto de 2018 Compartilhe: Twitter Facebook Voltar: HOJE Carros Diário Automóveis COLUNA Top 10: Os carros mais vendidos no Brasil no 1º semestre de 2018 Houve aumento nas vendas de automóveis, mas top 3 permanece invicto Primeira quinta-feira do mês de agosto chegou e a gente faz um #tbt e te convida a embarcar numa viagem para conhecer os carros mais vendidos no Brasil até agora. Bora lá? O top 3 dessa expedição é composto por Chevrolet, Hyundai e Ford Ka. Juntas, as montadoras representam quase 190 mil vendas de carros só no primeiro semestre deste ano. Os dados são da Fenabrave - Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores. De acordo com a entidade, de janeiro a junho, os brasileiros compraram 1 milhão e 116 mil novos carros - um aumento de 14,4%, comparado à primeira metade de 2017. Mesmo com alta nas vendas do primeiro semestre, a previsão da entidade é que neste segundo semestre de 2018, o ritmo diminua, terminando o ano com alta de 9,7% nas vendas de automóveis e veículos comerciais leves. 1º Lugar: Onix (GM) Com 89.620 unidades vendidas até agora, o carro da Chevrolet mantém-se na liderança quando o assunto são os mais vendidos. Só no ano passado, foram registrados 188 mil emplacamentos do automóvel. 2º Lugar: HB20 (Hyundai) Assim como no ano passado, quando foram emplacadas 105 mil unidades, o HB20 aparece na segunda colocação com 50.419 vendas no primeiro semestre de 2018. 3º Luagr: Ka (Ford) - 48.262 unidades Tal qual os carros anteriores, da Chevrolet e da Hyundai, o carro da Ford repete a colocação do ano passado, mantendo-se no top 3, quando vendeu 94,8 mil unidades. Neste ano, já houve 48.262 emplacamentos. 4º e 5º Lugar: Nessas duas posições, quem aparece é a Volkswagen. O Polo 2018, lançado em novembro do ano passado, foi em dezembro de 2017 o 10º carro mais vendido do Brasil. Atualmente, aparece em 4º lugar com 34.138 unidades vendidas. Já na quinta colocação quem aparece é o “irmão” Gol, com 32.512 unidades emplacadas.
6º Lugar: Prisma (GM) No ano passado, o carro da Chevrolet estava no top 5, mas caiu uma posição no primeiro semestre de 2018, com 32.015 unidades vendidas. 7º Lugar: Kwid (Renault) O carro já é o mais vendido da fabricantes. Lançado há um ano, ocupou em 2017 a 31ª posição dos carros mais vendidos no Brasil. Agora já aparece na sétima colocação, com 29.678 emplacamentos. 8º Lugar: Corolla (Toyota) Atualmente, ocupa a oitava colocação geral. Segue, contudo, sendo o líder quando o assunto é sedãs médio. De acordo com a pesquisa, o Corolla representa 40% da preferência do consumidor brasileiro, em sua categoria. Só no primeiro semestre deste ano, foram vendidas 28.554 unidades. 9º Lugar: Compass (Jeep) Com 28.194 emplacamentos no primeiro semestre do ano, o Utilitário (SUV) da Jeep aparece na nona colocação, sendo, nesta categoria, o preferido pelos condutores brasileiros, desbancando, por exemplo, o rival HR-V, da Honda (13º lugar). No ano passado, o Compass também apareceu na 9ª posição do ranking. 10º- Argo (Fiat) - 27.983 unidades Só agora a Fiat aparece no ranking dos mais vendidos, representado pelo seu novo hatch. O Argo, lançado em maio do ano passado, teve cerca de 27 mil emplacamentos. Neste ano, chegou a mesma marca em 6 meses. Edição: quinta-feira, 09 de agosto de 2018 Compartilhe: Voltar: Edição: quinta-feira, 09 de agosto de 2018 Compartilhe: Twitter Facebook Voltar: HOJE http://diariodepetropolis.com.br/integra/diario-automoveis-top-10-os-carros-mais-vendidosno-brasil-no-1-semestre-de-2018-153859 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping O seguro dos 10 carros mais vendidos em julho 7854441 - APÓLICE - 08/08/2018
Notícias Seguros Levantamento analisa o valor do seguro dos dez modelos mais emplacados no último mês, em cinco capitais brasileiras 8 de agosto de 2018 09:37 Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp A Minuto Seguros acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em julho. O Onix, da Chevrolet, voltou a apresentar crescimento nas vendas em comparação ao mês anterior: cerca de 4%, quando saiu de 16.218 e atingiu 16.856 em julho. O número de crescimento, porém, é menor do que no comparativo de maio com junho, quando as vendas subiram 8%. Outra boa notícia para a Chevrolet foi a entrada do Prisma na lista dos mais vendidos, ocupando a nona colocação, com 5.016 unidades comercializadas. Outra marca que teve motivos para comemorar em julho foi a Ford, com o KA, que voltou a ocupar a segunda posição após três meses de ausência. Com 9.558 mil unidades, o principal modelo da Ford apresentou um crescimento de 22% em comparação a junho. Mesmo superando o HB20 no mês de julho, o KA ainda é o terceiro carro mais vendido do Brasil no consolidado do ano, com 57.820, contra as quase 60 mil unidades comercializadas do modelo da Hyundai. O líder ainda é o Onix com mais de 106 mil carros emplacados. O HB20, mesmo aumentando as suas vendas em 10%, passando de 8.292 para 9.124 em julho, perdeu a segunda colocação para o Ford KA. O número de unidades emplacadas, em comparação ao quarto colocado, Gol, é de 72%: 9.124 vendas do HB20 contra 6.631 do Gol. Argo, Kwid, Novo Polo voltam a figurar na lista dos mais vendidos e parecem, de fato, terem caído no gosto popular. O Novo Polo voltou a crescer as suas vendas em cerca de 17% (saiu de 4.974 e foi para 5.828 carros vendidos), após um junho de queda. Já o Argo e o Kwid ficaram na sexta e oitava colocação, respectivamente, com 5.476 e 5.203. O Corolla, após um mês de ausência na lista dos mais vendidos, voltou ao ranking, ocupando a 10ª colocação com 4.364 unidades comercializadas, pouco acima das 4.288 unidades vendidas em junho. Após o mês de junho não contar com nenhum sedan, o Prisma também apareceu, na nona posição, com 5.016 carros comercializados e reforçou a volta dos sedans aos mais vendidos. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de quatro estados, além do Distrito Federal estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está no Rio de Janeiro com R$1.919 e o menor em Brasília por R$1.442, uma distância de R$477. No contraponto de diferença de valores, o Corolla possui a maior diferença entre estados: R$2.461. A mais alta também no Rio de Janeiro, R$ 5.121, a menor em São Paulo, com R$2.660. Brasília é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros analisados. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 90% dos veículos. Detalhes da cotação Capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Brasília (DF). Seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e SulAmérica.
Perfil: Homem, 35 anos, casado. Plano: Cobertura de terceiros de R$ 100 mil. M.S. Revista Apólice Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp https://www.revistaapolice.com.br/2018/08/seguro-carros-vendidos-julho/amp/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Renault e McDonald''s vão sortear 100 Kwid em ação 7854440 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 08/08/2018
Redação: 08.08.2018 - 18:54 Promoção “Girou, Ligou, Ganhou” volta com sorteio de 100 Renault Kwid Google + Linkedin E-mail Imprimir Renault Kwid A Renault voltou com a promoção ‘Girou, Ligou, Ganhou’, mas para celebrar os 20 anos da fábrica no Brasil, ela cresceu. Além de serem 100 carros dessa vez, a promoção terá parceria com o McDonald’s. A dinâmica da promoção foi mantida: basta ir a uma concessionária Renault, escolher uma chave e tentar dar a partida no veículo. Se ele ligar, a pessoa ganha o carro. Porém, o adicional dessa vez é que quem passar pelo drive-thru do McDonald’s e pedir um Big Mac ou qualquer McOferta, recebe mais uma chave para tentar ligar um Kwid em qualquer concessionária. Quem tentar e não conseguir ligar o Kwid, terá condições especiais na compra do subcompacto: entrada de R$ 100 ou taxa de juros zero. A promoção “Girou, Ligou, Ganhou” começa no dia 10 de agosto. Kwid em números O Kwid é o veículo mais vendido da Renault. Segundo dados da Fenabrave, o modelo é o 7º mais vendido do País em 2018 e 8º no mês de julho. Com motor 1.0 três cilindros de até 70 cv, ele parte de R$ 32.490 na versão Life. Na intermediária Zen custa R$ 37.490, e a na Intense de topo, R$ 41.990. BÔNUS: Os vacilos do Renault Kwid O pequeno modelo da Renault foi lançado como um SUV. Foi uma ótima jogada de marketing, mas na prática ele é um subcompacto mais alto. Falando nisso, sendo mais elevado do que o necessário, o aspecto ficou comprometido. Se fosse mais baixo, ficaria mais elegante e estável. Mas o marketing ganhou essa. " data-gallery-title="Síndrome de SUV"> Motoristas um pouco mais encorpados vão bater o cotovelo no revestimento da porta a cada vez que tentarem abrir levemente o braço. " data-gallery-title="Espaço lateral"> O Kwid emprega materiais muito básicos no acabamento. O plástico é rígido, e há muitos parafusos aparentes. " data-gallery-title="Acabamento"> O tanque de combustível tem capacidade de apenas 38 litros. É menor que o do Fiat 500 (40 litros), por exemplo. Isso limita muito a autonomia do carro, especialmente se o motorista abastecer com etanol. " data-gallery-title="Tanque pequeno"> O limpador único representa economia de custo, mas ele sacrifica um pouco a visibilidade em chuvas fortes. " data-gallery-title="Limpador de para-brisa único"> O tanquinho auxiliar para partida a frio é um recurso que tem sido abandonado em veículos modernos, mas a Renault não desisitu dele. E o Kwid não está sozinho nessa contracorrente. Até o Captur traz o sistema obsoleto. " data-gallery-title="Tanque de partida a frio"> A isolação acústica é deficiente no modelo da Renault. Ouve-se muito facilmente o barulho do motor, da transmissão e da suspensão.
" data-gallery-title="Ruído"> Mesmo a versão mais cara tem rodas de ferro de 14 polegadas (presas por três parafusos), disfarçadas com calotas. " data-gallery-title="Rodas de ferro"> Coluna de direção e banco do motorista não dispõem de ajuste de altura. Por causa disso, o motorista é que deve se adaptar ao carro, e não o contrário, o que contraria os preceitos da boa ergonomia. " data-gallery-title="Falta de ajuste de banco e volante"> https://jornaldocarro.estadao.com.br/carros/renault-mcdonalds-promocao-kwid/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Volvo assume liderança de caminhões pesados em julho 7854437 - BRASIL DO TRECHO - 09/08/2018
Além de registrar o maior volume de licenciamentos da categoria, o FH540 foi o mais vendido do mêsO desempenho das vendas de caminhões pesados da Volvo colocou a marca na liderança da categoria no mês passado. Baseado nos dados da Anfavea, associação que reúne as fabricantes de veículos, a montadora de Curitiba (PR) superou seus principais concorrentes no segmento com 825 unidades licenciadas, volume que representou um crescimento de 84,6% na comparação com julho de 2017, quando os negócios da companhia somaram 447 unidades, e participação de 28,4% nas vendas de pesados em julho, de 2.902 unidades. Em boa medida o resultado alcançado pela empresa se deve aos números de vendas da linha FH. Conforme relatório da Fenabrave, federação das distribuidoras de veículos, em julho, foram entregues ao mercado 343 versões do FH540 ( o modelo mais vendido no mês) e outras 339 unidades do FH 460, primeiro e segundo lugar do ranking de vendas de pesados, respectivamente. Os dois modelos participaram com 71,6% das vendas totais da Volvo em julho, de 952 caminhões. Os pesados da Volvo empurraram o Scania R440 para o terceiro lugar, até então líder durante meses consecutivos, embora ainda não tenha perdido o topo do ranking quando visto pelos números acumulados do ano, com 2.505 unidades licenciadas de janeiro a julho contra 2.153 que soma o FH 540, na vice-liderança.Com o mercado de caminhões sendo impulsionado pelas vendas de pesados, segmento que participou com 17.091 unidades ou 44% das vendas totais, de 38.616 caminhões, a disputa na categoria se mostra cada vez acirrada. Nos sete primeiros meses a Mercedes-Benz segue na frente da categoria ao acumular 4.842 pesados vendidos, seguido pela Volvo, com 4.682 caminhões, e Scania, que vendeu 4.134 unidades. Sozinhas as três marcas dominaram as vendas de pesados no período, com participação de 80% dos licenciamentos no segmento. Fonte: Estadão http://www.brasildotrecho.com.br/2018/08/volvo-assume-lideranca-de-caminhoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Bus Brasil Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Suíno Vivo: alta de 1,82% em SP 7854434 - BLOG ELENA SANTOS - 08/08/2018
Publicado em 08/08/2018 14:35 A cotação do suíno vivo teve alta de 1,82% em São Paulo, sendo estabelecida em R$3,36/kg. As demais cotações se mantiveram estáveis. O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (07), trouxe alta para quase todas as praças, com exceção de Santa Catarina, que se manteve estável a R$2,96/kg. A alta mais expressiva foi anotada em São Paulo, de 1,95%, a R$3,13/kg. O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Leia mais >>>Confira mais cotações de suínos Tags: Granjeiros Suínos suíno suíno vivo Mercado de suínos Por: Izadora Pimenta Fonte: Notícias Agrícolas http://elenaaparecida.blogspot.com/2018/08/suino-vivo-alta-de-182-em-sp.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Elena Santos Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país 7854433 - EXAME - São Paulo - SP - 09/08/2018
São Paulo – Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.442 reais, valor médio do seguro do Renault Kwid em Brasília, e podem chegar a até 5.697 reais, preço médio do seguro do Jeep Compass no Rio de Janeiro. Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba). Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica. As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de julho de 2018. Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país. 1. Chevrolet Onix Região Preço médio São Paulo R$ 1.543,85 Rio de Janeiro R$ 3.891,35 Brasília R$ 1.662,46 Belo Horizonte R$ 1.930,28 Curitiba R$ 2.070,58 Versão utilizada: Onix Hatch Joy 1.0 8V Flex Manual 4P (2018/2018) 2. Ford Ka Região Preço médio São Paulo R$ 1.749,93 Rio de Janeiro R$ 2.387,05 Brasília R$ 1.496,98 Belo Horizonte R$ 1.662,25 Curitiba R$ 1.627,75 Versão utilizada: Novo Ka S 1.0 TICVT Flex 4P (2018/2018) 3. Hyundai HB20 Região Preço médio São Paulo R$ 2.570,17 Rio de Janeiro R$ 3.448,33 Brasília R$ 1.744,57 Belo Horizonte R$ 2.431,66 Curitiba R$ 2.533,61 Versão utilizada: HB20 Comfort 1.0 12V Flex Manual 4P (2018/2018) 4. Volkswagen Gol
Região Preço médio São Paulo R$ 2.914,14 Rio de Janeiro R$ 3.268,92 Brasília R$ 1.724,56 Belo Horizonte R$ 2.514,24 Curitiba R$ 2.458,12 Versão utilizada: Novo Gol Trendline 1.0 12V Flex Manual 4P (2018/2018) 5. Volkswagen Polo Região Preço médio São Paulo R$ 2.491,12 Rio de Janeiro R$ 3.570,43 Brasília R$ 1.825,41 Belo Horizonte R$ 2.243,02 Curitiba R$ 2.325,16 Versão utilizada: Novo Polo 1.0 12V Flex Manual 4P (2018/2018) 6. Fiat Argo Região Preço médio São Paulo R$ 1.551,38 Rio de Janeiro R$ 2.116,74 Brasília R$ 1.446,22 Belo Horizonte R$ 1.958,17 Curitiba R$ 2.899,37 Versão utilizada: Argo Drive 1.0 6V Flex Manual 4P (2018/2018) 7. Jeep Compass Região Preço médio São Paulo R$ 4.305,24 Rio de Janeiro R$ 5.697,11 Brasília R$ 3.695,54 Belo Horizonte R$ 5.398,23 Curitiba R$ 5.320,44 Versão utilizada: Jeep Compass Sport 2.0 16V 4×2 Flex AUT. 4P (2018/2018) 8. Renault Kwid Região Preço médio São Paulo R$ 1.472,53 Rio de Janeiro R$ 1.919,54 Brasília R$ 1.442,54 Belo Horizonte R$ 1.582,97 Curitiba R$ 1.479,11
Versão utilizada: Renault Kwid Life 1.0 12V Flex Manual 4P (2018/2018) 9. Chevrolet Prisma Região Preço médio São Paulo R$ 1.643,43 Rio de Janeiro R$ 2.741,09 Brasília R$ 1.710,52 Belo Horizonte R$ 1.861,82 Curitiba R$ 2.342,13 Versão utilizada: Novo Prisma Sedan Joy 1.0 8V Ecoflex Manual 4P (2018/2018) 10. Toyota Corolla Região Preço médio São Paulo R$ 2.660,93 Rio de Janeiro R$ 5.121,96 Brasília R$ 2.893,71 Belo Horizonte R$ 2.857,01 Curitiba R$ 3.470,02 Versão utilizada: Corolla Sedan GLI Upper 1.8 16V Flex AUT. 4P (2018/2018) https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/os-precos-dos-seguros-dos-carros-mais-vendidos-dopais-11/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Anderson Figo Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país 7854432 - JORNAIS VIRTUAIS - 09/08/2018
Levantamento da corretora de seguros online Minuto Seguros simulou preços médios das apólices para cinco capitais. Veja a diferença access_time 9 ago 2018, 05h00 Renault Kwid: Seguro do modelo em Brasília custa R$ 1.442, o mais barato do levantamento (Renault/Divulgação) São Paulo – Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.442 reais, valor médio do seguro do Renault Kwid em Brasília, e podem chegar a até 5.697 reais, preço médio do seguro do Jeep Compass no Rio de Janeiro. Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba). Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica. As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de julho de 2018. Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país. 1. Chevrolet Onix Versão utilizada: Onix Hatch Joy 1.0 8V Flex Manual 4P (2018/2018) 2. Ford Ka Versão utilizada: Novo Ka S 1.0 TICVT Flex 4P (2018/2018) 3. Hyundai HB20 Versão utilizada: HB20 Comfort 1.0 12V Flex Manual 4P (2018/2018) 4. Volkswagen Gol Versão utilizada: Novo Gol Trendline 1.0 12V Flex Manual 4P (2018/2018) 5. Volkswagen Polo Versão utilizada: Novo Polo 1.0 12V Flex Manual 4P (2018/2018) 6. Fiat Argo Versão utilizada: Argo Drive 1.0 6V Flex Manual 4P (2018/2018) 7. Jeep Compass Versão utilizada: Jeep Compass Sport 2.0 16V 4×2 Flex AUT. 4P (2018/2018) 8. Renault Kwid Versão utilizada: Renault Kwid Life 1.0 12V Flex Manual 4P (2018/2018) 9. Chevrolet Prisma Versão utilizada: Novo Prisma Sedan Joy 1.0 8V Ecoflex Manual 4P (2018/2018) 10. Toyota Corolla Versão utilizada: Corolla Sedan GLI Upper 1.8 16V Flex AUT. 4P (2018/2018)
(function(d){var id=”facebook-jssdk”;if(!d.getElementById(id)){var js=d.createElement(“script”),ref=d.getElementsByTagName(“script”)[0];js.id=id,js.async=true,j s.src=”https://connect.facebook.net/pt_BR/all.js”,ref.parentNode.insertBefore(js,ref)}})(docum ent) Fonte: Exame Download Nulled WordPress Themes Free Download WordPress Themes Download WordPress Themes Free Download Premium WordPress Themes Free online free course https://www.jornaisvirtuais.com.br/os-precos-dos-seguros-dos-carros-mais-vendidos-do-pais/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping 7 carros nacionais que respiram por aparelhos - Notícias do Dia 7854431 - NOTÍCIAS DO DIA - Florianópolis - SC - 08/08/2018
Início Carros 7 carros nacionais que respiram por aparelhos 0 Compartilhar no Facebook Tweet Você tem receio de comprar um carro que vai sair de linha em breve? Então, fuja desses sete modelos enumerados pelo AutoPapo. Embora todos eles sigam à venda, a idade de seus projetos e seus baixos números de venda são indícios de que eles podem não ter muito tempo de vida pela frente. Confira quais carros estão em fim de carreira no Brasil: No exterior, o Tucson foi substituído há muito tempo pelo ix35, que, por sua vez, deu lugar ao New Tucson. No Brasil, as boas vendas dos dois primeiros modelos incentivaram o Grupo Caoa, parceiro da Hyundai, a fabricá-los em sua planta em Anápolis (GO) e a importar o terceiro. Desse modo, as três gerações do SUV médio da marca coreana passaram a dividir o mercado local. O convívio dos três veículos desenvolvidos para substituir um ao outro, porém, ficou abalado pelo lançamento do Creta, em dezembro de 2016: apesar de ser menor, ele é bem mais moderno que o Tucson e o ix35, cujos projetos datam, a nível mundial, de 2004 e 2009, respectivamente. Já o New Tucson, apesar de atual, é bem mais caro. O envelhecimento do projeto, associado à concorrência interna com o Creta, teve consequências nas vendas do Tucson. Em 2018, ele sequer aparece no ranking dos 50 veículos mais empacados do país, divulgado pela Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave). Ultrapassado e com vendas em baixa, trata-se de um modelo em fim de carreira. É difícil imaginar que ele conseguirá se manter no mercado por muito mais tempo. O Fox não teve antecessor e tampouco terá sucessor. O modelo atual ainda é feito com base no projeto original de 2003, que apenas sofreu atualizações no design e no interior. Quando foi lançado, tinha a proposta de ser um carro mais espaçoso que o Gol, porém com um preço mais acessível que o Polo. Passados 15 anos desde então, a Volkswagen tem dificuldade para manter tantos carros com propostas e preços parecidos em sua linha – além dos três citados, há também o up!. Por isso, será preciso enxugar a gama. O Polo teve uma nova geração lançada no ano passado, ao passo que um novo Gol, totalmente reprojetado, está em fase de desenvolvimento e deve chegar ao mercado em 2020 ou 2021. Até lá, ou enquanto as vendas ainda se mantiverem em um patamar rentável, o Fox segue no mercado, mas não deixará sucessor direto. Recentemente, a linha Fox foi enxugada e hoje é composta apenas pelas versões Xtreme e Connect. A situação da SpaceFox, derivada do Fox, é ainda mais delicada. O modelo pertencente a um segmento que está em extinção: o das peruas. Com vendas menos significativas que o hatch e disponível em versão única, a Trendline, a station wagon pode ser descontinuada antes dele. O Fluence nunca foi um sucesso de vendas. Quando era novidade no mercado, cinco ou seis anos atrás, ainda conseguia manter uma média superior a 1.500 emplacamentos por mês. Atualmente, porém, já com algumas rugas, o modelo sequer figura no ranking dos 50 veículos mais vendidos da Fenabrave. Na Europa, o sucessor do modelo já está sendo vendido. Trata-se da nova geração do Mégane Sedan, cujo projeto foi completamente refeito. Na América do Sul, não há nem sinal desso novo produto. Os planos da Renault para o segmento de médios ainda são uma incógnita, mas é possível que a marca substitua o Fluence por um SUV, como o Kadjar, já disponibilizado no exterior. Derivados do mesmo projeto, o hatch 308 e o sedã 408 são outros dois exemplos de modelos médios franceses que nunca tiveram vendas expressivas no Brasil e que, após a chegada de concorrentes mais jovens, viram sua situação ficar ainda pior. Eles também não figuram entre os 50 automóveis mais vendidos do país. A nova geração do 308 já está sendo comercializada na Europa há alguns anos. A Peugeot
chegou a cogitar importá-lo para cá, mas desistiu diante da desvalorização do Real e da crise do mercado. Em fim de carreira, o hatch e o sedã têm, ao menos por enquanto, futuro indefinido – e nada animador. O Palio saiu de linha no ano passado, mas seu derivado Grand Siena continua sendo fabricado. A pergunta é: até quando? Segundo nossos parceiros do Autos Segredos, o sedã compacto continua no mercado até, pelo menos, o último semestre de 2019. Depois disso, sua permanência só ocorrerá caso a aceitação do consumidor se mantiver em alta. É impossível dizer como o mercado vai se comportar até lá, mas é fato que, nos últimos anos, as vendas da linha Siena vêm caindo. O modelo, que já foi líder do segmento de sedãs compactos, foi o 36º automóvel no ranking do mês passado, com 1.433 emplacamentos. Já foi ultrapassado, inclusive, por seu descendente direto, o recém-lançado Cronos, que no mesmo período teve 1.579 unidades comercializadas, que o fizeram ocupar a 30ª colocação no ranking. A Ford está promovendo atualizações mecânicas em sua linha nacional. Um câmbio automático de seis marchas e o novo motor 1.5 de três cilindros da família Dragon passaram a mover o EcoSport no ano passado e logo chegarão ao Ka. Nenhum desses itens, porém, têm previsão para ser incorporado ao Fiesta. O hatch chegou, inclusive, a passar por um discretíssimo face lift no ano passado, mas nem assim o fabricante promoveu mudanças sob o capô. Como geralmente o setor automotivo evita fazer atualizações mais onerosas em modelos sem perspectivas de mercado, é no mínimo suspeito que o Fiesta permaneça com a mecânica atual. Além disso, seus números de vendas estão em baixa: ele é outro que sequer aparece no ranking dos 50 automóveis mais vendidos da Fenabrave. Em fim de carreira, a tendência é de que o hatch seja substituído por novas versões do Ka, como a FreeStyle. O Lancer é o sedã médio de projeto mais antigo à venda no mercado nacional: a atual geração foi lançada mundialmente em 2007. Em vários países, o modelo já deixou de ser comercializado, mas segue vivo no Brasil, graças, em grande parte, à HPE, representante da Mitsubishi no Brasil, que o fabrica em Catalão (GO). Ocorre que, nos últimos tempos, as vendas do Lancer minguaram demais: ao longo de todo o ano passado, apenas 422 unidades foram vendidas no Brasil. Há muito sedã não figura no ranking dos 50 mais emplacados na Fenabrave. Defasado e com aceitação em baixa, o médio vê sua permanência no mercado, no mínimo, ameaçada. Para piorar, a matriz da Mitsubishi não tem planos de desenvolver um substituto direto. Existe a possibilidade de a empresa reutilizar o nome do Lancer em um SUV ou crossover inédito, tal qual já fez com o Eclipse. Porém, ao menos como sedã, o modelo não tem grande perspectiva de futuro. Fonte: AutoPapo O post 7 carros nacionais que respiram por aparelhos apareceu primeiro em Mundo Fixa. Fonte Mundo Fixa Link do post original https://noticiasdodia.net/7-carros-nacionais-que-respiram-por-aparelhos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Florianópolis País: Tipo Veículo: Site
Clipping Vendas de veículos acumulam alta de 12,81% até julho 7854428 - TECNOLOGIA DE MATERIAIS - 09/08/2018
As vendas de veículos no país, no acumulado de janeiro a julho, confirmaram as expectativas de recuperação do mercado. De acordo com os dados apurados pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, e divulgados nesta quarta-feira, 1º agosto, foram vendidos 1.998.245 veículos nos sete primeiros meses, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, o que representa alta de 12,81% com relação ao mesmo intervalo de 2017. Apenas em julho, foram comercializadas 306.721 unidades, apontando crescimento de 6,61% na comparação com junho, e 15,31% acima das vendas de idêntico mês do ano passado. No segmento de automóveis e comerciais leves, a alta também foi expressiva, 14,16% perante o mesmo acumulado de 2017, totalizando 1.335.746 unidades. Em julho, foram emplacadas 208.551 unidades, volume 6,92% superior ao de junho e 16,63% a mais do que os emplacamentos de julho de 2017. Na avaliação do Presidente da Fenabrave, Alarico assumpção Júnior, o mercado reagiu positivamente e segue no ritmo projetado pela entidade. “O mês de julho foi bastante positivo. A base de junho é baixa, por conta dos reflexos negativos da greve dos caminhoneiros, e ainda tivemos um dia útil a mais de vendas. Esses aspectos, somados à queda na inadimplência e o aumento da oferta de crédito, estão impulsionando o nosso Setor. Contudo, as incertezas no âmbito político nacional e o forte índice de desemprego ainda deixam o Setor em alerta”, comentou Assumpção Júnior. A média diária de vendas de automóveis e comerciais leves nos 22 dias úteis de julho foi de 9.480 unidades, 2,6% acima das 9.288 unidades de junho, que teve 21 dias úteis. Outros Segmentos O mercado de caminhões manteve o forte ritmo de crescimento, somando 39.005 unidades nos sete primeiros meses deste ano, registrando 50,13% de avanço sobre os mesmos meses de 2017. Em julho, o segmento somou 6.666 unidades, 16,29% acima das vendas de junho e 47,35% a mais do que um ano antes. Neste mesmo compasso, o mercado de implementos rodoviários apontou crescimento de 81,35% nas vendas de janeiro a julho, que somaram 24.098 unidades. Na comparação com junho, as 4.077 unidades comercializadas em julho representaram ritmo mais modesto, 7,97%, mas, 89,28% de avanço ante igual mês do ano passado. As vendas de ônibus somaram nos sete meses 9.397 unidades, 18,48% a mais do que as vendas acumuladas dos mesmos meses do ano passado. Apenas em julho, o mercado alcançou as 1.190 unidades, o que representa forte crescimento de 92,35% ante junho e 56,03% acima de junho de 2017. As vendas de motocicletas seguem em recuperação, totalizando no acumulado de janeiro a julho 533.123 unidades, 7,14% de crescimento perante idêntico intervalo do ano passado. Em julho, foram emplacadas 76.247 unidades, o que representa 2,92% de avanço sobre junho e 8,40% na comparação com julho do ano anterior. O post Vendas de veículos acumulam alta de 12,81% até julho apareceu primeiro em TM. http://tecnologiademateriais.com.br/portaltm/vendas-de-veiculos-acumulam-alta-de-1281-atejulho/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: artsim grupo Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Seguro auto: preço do seguro cai em média 26% em quatro cidades brasileiras, segundo estudo da Bidu 7854427 - SINCOR (AM) - 02/08/2018
São Paulo, agosto de 2018 – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Neste mês, o Relatório Bidu analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em julho, o valor do seguro ficou em média 7,04% mais barato para o perfil masculino e 45,44% mais barato para o perfil feminino, o que representa uma redução média de 26,24% para os dois perfis, nas quatro cidades analisadas. Ao contrário do que ocorreu no mês de julho, quando as cotações femininas tiveram o valor superior às masculinas em três capitais, neste mês, o valor médio do seguro feminino, em comparação ao masculino, está mais barato, apresentando uma diferença média de 94,84%. Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em julho foram emplacados 176.067 automóveis – um aumento de 7,68% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 163.517 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem no ranking dos 10 mais vendidos, figurando no levantamento todos os meses: Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Chevrolet Onix e VW Polo. O Onix continua a ser o carro mais emplacado no País, com 16.856 emplacamentos, um acréscimo de 638 unidades comparado com junho. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$3.207, uma redução de 33,37% em relação à cotação do mês anterior que ficou em R$4.277. Neste mês, os carros que retornam ao levantamento são o Chevrolet Prisma e o Toyota Corolla, ocupando o 9º e o 10º lugar no ranking, com 5.016 e 4.364 unidades vendidas, respectivamente. Dos dez carros mais vendidos, oito se repetem em junho e julho. Deles, seis apresentaram um decréscimo no valor do seguro, conforme o gráfico abaixo. Os modelos Renault Kwid e VW Polo são os únicos que tiveram cotações estatisticamente iguais ou mais caras que o mês anterior. O Kwid teve uma elevação de 1,66% no preço do seguro feminino em comparação com o valor de junho, enquanto o Polo teve um aumento de 20,06% no preço do seguro masculino. O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custobenefício é o Chevrolet Prisma para o perfil feminino, representando 3,4% do valor do veículo, enquanto para o perfil masculino, o destaque fica com o Fiat Argo, com price ratio de 5,7%. Do outro lado, o VW Gol tem o preço relativo do seguro menos interessante para o perfil masculino, 9,3%, em média. Enquanto para as mulheres, a opção menos favorável é o Jeep Compass, que tem o preço médio do seguro equivalente a 4,8%. Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília continua a apresentar o seguro mais barato, em ambos os sexos, considerando a média dos 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.176 para o perfil masculino e R$1.763 para o feminino), seguido por São Paulo com o perfil masculino (R$3.586) e Porto Alegre para o perfil feminino (R$2.033). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, município em que os homens desembolsam em média R$3.117 a mais que as condutoras cariocas. Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em julho e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. As cotações de seguro foram realizadas no dia 2 de agosto de 2018. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para o mês de julho, assim como edições anteriores. * Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no período de 3 a 5 de julho. Escrito ou enviado por Sheyla Pereira https://www.sincor-am.org.br/noticia/seguro-auto-preco-do-seguro-cai-em-media-26-emquatro-cidades-brasileiras-segundo-estudo-da-bidu/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854426 - PORTAL MACAÚBA - 09/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Fonte: MAPA http://www.portalmacauba.com.br/2018/08/russia-pode-voltar-importar-carne-suina.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: MACAÚBA Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854423 - PORK WORLD - Paulínia - SP - 09/08/2018
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou. “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. Fonte: MAPA http://www.porkworld.com.br/noticia/russia-pode-voltar-a-importar-carne-suina-ate-o-fimdeste-mes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Paulínia País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês 7854420 - CASSILANDIA - 09/08/2018
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse em entrevista depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo, na terça-feira (07) que acredita que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociações. Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. Ele explicou que a pesquisa trata da visão prática do transporte de cargas. Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. http://www.cassilandianoticias.com.br/ultimas-noticias/russia-pode-voltar-a-importar-carnesuina-ate-o-fim-deste-mes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Seguro auto: preço do seguro cai em média 26% em quatro cidades brasileiras, segundo estudo da Bidu 7854411 - BLOG DO PATRICIO NUNES - 08/08/2018
Levantamento mensal analisa o preço do seguro para os dez carros mais vendidos de julho, em quatro capitais do país São Paulo, agosto de 2018 – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho, de acordo com os dados da Fenabrave(Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Neste mês, o Relatório Bidu analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em julho, o valor do seguro ficou em média 7,04% mais barato para o perfil masculino e 45,44% mais barato para o perfil feminino, o que representa uma redução média de 26,24% para os dois perfis, nas quatro cidades analisadas. *Variação do preço médio do seguro por cidade entre junho e julho (azul: homens; vermelho: mulheres) Ao contrário do que ocorreu no mês de julho, quando as cotações femininas tiveram o valor superior às masculinas em três capitais, neste mês, o valor médio do seguro feminino, em comparação ao masculino, está mais barato, apresentando uma diferença média de 94,84%. *Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres) Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em julho foram emplacados 176.067 automóveis – um aumento de 7,68% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 163.517 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem no ranking dos 10 mais vendidos, figurando no levantamento todos os meses: Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Chevrolet Onix e VW Polo. O Onix continua a ser o carro mais emplacado no País, com 16.856 emplacamentos, um acréscimo de 638 unidades comparado com junho. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$3.207, uma redução de 33,37% em relação à cotação do mês anterior que ficou em R$4.277. Neste mês, os carros que retornam ao levantamento são o Chevrolet Prisma e o Toyota Corolla, ocupando o 9º e o 10º lugar no ranking, com 5.016 e 4.364 unidades vendidas, respectivamente. Dos dez carros mais vendidos, oito se repetem em junho e julho. Deles, seis apresentaram um decréscimo no valor do seguro, conforme o gráfico abaixo. Os modelos Renault Kwid e VW Polo são os únicos que tiveram cotações estatisticamente iguais ou mais caras que o mês anterior. O Kwid teve uma elevação de 1,66% no preço do seguro feminino em comparação com o valor de junho, enquanto o Polo teve um aumento de 20,06% no preço do seguro masculino. * Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre junho e julho (azul: homens; vermelho: mulheres) O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício é o Chevrolet Prisma para o perfil feminino, representando 3,4% do valor do veículo, enquanto para o perfil masculino, o destaque fica com o Fiat Argo, com price ratio de 5,7%. Do outro lado, o VW Gol tem o preço relativo do seguro menos interessante para o perfil masculino, 9,3%, em média. Enquanto para as mulheres, a opção menos favorável é o Jeep Compass, que tem o preço médio do seguro equivalente a 4,8%. * Variação por preço de seguro (price ratio)
(azul: homens; vermelho: mulheres) Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília continua a apresentar o seguro mais barato, em ambos os sexos, considerando a média dos 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.176 para o perfil masculino e R$1.763 para o feminino), seguido por São Paulo com o perfil masculino (R$3.586) e Porto Alegre para o perfil feminino (R$2.033). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, município em que os homens desembolsam em média R$3.117 a mais que as condutoras cariocas. Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em julho e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. As cotações de seguro foram realizadas no dia 2 de agosto de 2018. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para o mês de julho, assim como edições anteriores. * Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; Modelo Emplaca-mentos Valor do seguro em Brasília Valor do seguro no Porto Alegre Valor do seguro em Rio de Janeiro Valor do seguro em São Paulo Chevrolet Onix 16.856 R$2517 R$3499 R$4168 R$2645 Ford Ka 9.558 R$2667 R$3574 R$4988 R$3160 Hyundai HB20 9.124 R$2733 R$3859 R$5364 R$3740
Volkswagen Gol 6.631 R$2744 R$4029 R$4619 R$4021 Volkswagen Polo 5.828 R$3216 R$4771 R$6273 R$3907 Fiat Argo 5.476 R$2335 R$2799 R$2709 R$1977 Jeep Compass 5.360 R$6086 R$6937 R$10495 R$7062 Renault Kwid 5.203 R$2255 R$2531 R$2825 R$2069 Chevrolet Prisma 5.016 R$2668
R$3592 R$4708 R$3098 Toyota Corolla 4.364 R$4538 R$7483 R$9168 R$4178 * Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estĂĄ contratando o seguro pela primeira vez; Modelo Emplaca-mentos Valor do seguro em BrasĂlia Valor do seguro no Porto Alegre Valor do seguro em Rio de Janeiro Valor do seguro em SĂŁo Paulo Chevrolet Onix 16.856 R$1859 R$3473 R$2408 R$2506 Ford Ka 9.558 R$1954 R$2403 R$2567 R$2385 Hyundai HB20 9.124 R$2087 R$2618 R$3042 R$2624
Volkswagen Gol 6.631 R$2085 R$2625 R$2736 R$3039 Volkswagen Polo 5.828 R$2551 R$2786 R$3083 R$3406 Fiat Argo 5.476 R$1939 R$2319 R$2349 R$3018 Jeep Compass 5.360 R$4638 R$6092 R$7328 R$5957 Renault Kwid 5.203 R$1702 R$1712 R$2118 R$1756 Chevrolet Prisma 5.016 R$1863
R$2230 R$2495 R$2222 Toyota Corolla 4.364 R$3346 R$4300 R$5204 R$3268 * Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no período de 3 a 5 de julho. Por Sheyla Pereira http://paticionunes.blogspot.com/2018/08/seguro-auto-preco-do-seguro-cai-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Patricio Nunes Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854321 - BOL - São Paulo - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2018/08/08/presidente-do-bndes-dizque-vai-dividir-riscos-operacionais-com-bancos.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854322 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 08/08/2018
Economia 08/08/2018 às 13:36 - por Estadao Conteudo O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral.
Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Toledo País: Tipo Veículo: Site
Clipping A renovação de frota e os moinhos – AutoIndústria 7854272 - AUTO INDÚSTRIA - 08/08/2018
Por George Guimarães | george@autoindustria.com.br Em congresso realizado em São Paulo esta semana, a Fenabrave voltou a levantar a bandeira pela renovação de frota, como relata a jornalista Alzira Rodrigues em matéria do AutoIndústria da terça-feira, 7 de agosto. O objetivo e o ato são antigos. Bota antigos nisso! Essa é, de longe, a mais longa das novelas que os brasileiros já assistiram. Consta que na década de 60 a telenovela “Redenção”, da há muito tempo finada TV Excelsior, teve 596 capítulos e durou algo como três anos. É considerada a mais longa da história. No entanto, o folhetim não teria essa fama caso a busca por um programa que retire carros e caminhões inseguros, poluentes e sem condições de rodar nas ruas e estradas pudesse ser relacionada no mesmo ranking da teledramaturgia. Lá se vão quase três décadas de tentativas, cobranças, reclamos, campanhas, promessas, projetos e… nada! Isso ainda que governos, indústria, academia, entidades ligadas ao trânsito e meio ambiente — todos simultaneamente — reconheçam a necessidade de se ter alguma solução para um problema que também impacta na conta da saúde, sem mencionar na quantidade de mortos, semelhante à de uma guerra civil por ano. A última tentativa de o Brasil ter um programa do gênero, em 2016, envolveu dezenove entidades, inclusive sindicatos de trabalhadores, na elaboração de (mais) um projeto. Mais uma vez não faltaram, na boca de muitos, a expressão “Agora vai!”. Afinal, o próprio governo garantira naqueles dias que, sim!, a renovação de frota entraria em vigor já no ano seguinte. O programa, calculavam seus idealizadores, poderia representar vendas adicionais anuais da ordem de 500 mil automóveis e comerciais leves e outros 30 mil caminhões, de longe a frota mais carcomida. Não implicava nenhuma revolução e nada muito diferente do que já se viu e vê em vários países: por meio da concessão de incentivos financeiros, os consumidores trocariam seu veículos velhos e poluentes por outros mais novos, ainda que também usados. Até chegar àqueles que poderiam comprar um zero-quilômetro. Qual o quê ?! Tudo na mesma. Nada saiu dos gabinetes ou do papel. A razão para essa recorrente frustração, mais uma vez, é o dinheiro! Quem vai pagar a conta ou a maior parte dela? Se não se chegou a um bom termo em períodos bem mais auspiciosos do País, o que dirá neste momento de economia anêmica e mercado de veículos que começa a reagir — é verdade —, mas está a meio caminho de onde chegou há alguns anos. Sem falar no caso específico do segmento de caminhões, hoje menos da metade do que já foi. Tocar novamente no assunto não custa nada, tem seus méritos. O que custa mesmo é obter a resposta de quem, afinal, vai pagar a conta. Enquanto ela não estiver clara para todos, tudo seguirá como numa novela, como quixotescas batalhas e discursos contra moinhos de ventos. Foto: Pixabay http://www.autoindustria.com.br/2018/08/08/16333/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854323 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/08/08/internas_economia,978898/preside nte-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscos-operacionais-com-bancos.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site
Clipping Librelato recebe prêmio “Marca do Ano” e “Associação de Marca do Ano” pela Fenabrave 7854315 - SHR EDITORIAL - 08/08/2018
Da esq. p/ direita, Alarico Assumpção, presidente da Fenabrave, José Carlos Spricigo, CEO Librelato e Fabiano Cornelli, presidente Abralib A Librelato e sua associação de revendedores Abralib – Associação Brasileira de Concessionários Librelato – receberam ontem (07/08) os prêmios “Marca do Ano” e “Associação de Marca do Ano”, respectivamente, entregues pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, durante Cerimônia de Abertura do 28º Congresso & ExpoFenabrave, realizado no Transamérica Expo Center, em SP. Esta é a terceira vez que a Librelato recebe esta premiação. Os resultados que conferiram a premiação à empresa foram apurados pela 23ª Pesquisa Fenabrave de Relacionamento com as Marcas, que utilizou questionário online aplicado entre os dias 14 de maio a 29 de junho deste ano, pela Scheuer Consultoria. A pesquisa é realizada com apoio da Central de Atendimento da FENABRAVE desde 2013, anualmente. “Estamos orgulhosos em receber esse reconhecimento pela terceira vez consecutiva. Esse resultado demonstra que estamos trilhando o caminho certo e avançando com a modernização de nossa rede de concessionárias, trabalhando para obter a máxima satisfação de nossos parceiros e clientes, disse José Carlos Sprícigo. ‘Um prêmio como este agrega valor à nossa marca, o que certamente traz benefícios e retorno aos nossos clientes e segurança e confiabilidade para a nossa rede”, completa. De acordo com os organizadores da pesquisa, a Librelato obteve 100% de índice de participação de seus associados nas respostas ao prêmio de “Associação de Marca do Ano”. A pesquisa tem como objetivo avaliar a postura dos concessionários na condução do negócio em parceria com a marca. Com isso, visa mensurar o grau de satisfação do concessionário com a capacidade de gerar resultado para seu negócio, cativar e fidelizar o cliente aos produtos da marca. De acordo com a Consultoria Scheuer, o questionário trouxe respostas importantes sobre valor agregado da marca, crescimento e expectativa de crescimento, atendimento às expectativas, qualidade do produto, remuneração, competitividade e eficiência, política de venda direta a frotistas, comunicação com concessionários e capacidade de gestão. Para Fabiano Corneli, presidente da Abralib, receber pela terceira vez o prêmio “Marca do Ano” e pela primeira o de “Associação Marca do Ano” é reflexo de todo trabalho em equipe e da constante evolução da Librelato. “Essa premiação, acima de tudo, demonstra nossos pontos fortes e nos mostra o caminho para aprimorarmos cada vez mais o nosso negócio”. As estatuetas foram entregues pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior durante cerimônia de abertura do Congresso Fenabrave 2018, que contou com a presença do Presidente Michel Temer. Librelato Fundada em 1969 na cidade de Orleans (SC), a Librelato é hoje uma das mais inovadoras fabricantes de implementos do Brasil. Com mais de mil colaboradores e faturamento acima de 280 milhões de reais no ano passado, a empresa concentra suas fábricas em seu Estado natal: são duas unidades em Içara, uma em Criciúma e outra unidade, a Libremac, em Orleans. Seus 60 representantes estão estrategicamente instalados em todas as regiões brasileiras, e em países da América do Sul como Paraguai, Uruguai, Bolívia e Chile. A Librelato possui um dos mais completos portfólios de produtos do País: reboques, semirreboques, bitrens, tritrens e rodotrens para aplicações em carga seca, graneleiro, carrega tudo, tanque aço carbono policêntrico, tanque aço carbono cilíndrico, florestal, furgão alumínio, furgão lonado, furgão lonado para transporte de bebidas, porta contêiner, silo, dolly, tanque aço inox cilíndrico, canavieiro, frigorífico. Além disso, há a Linha de Carrocerias: basculante, furgão alumínio, furgão lonado para bebidas, transporte de automóveis, coletor compactador para transporte de resíduos, florestal, poliguindaste, carga seca metálica e tanque. Fonte: Imprensa Librelato 07/08/2018 http://www.shreditorial.com.br/librelato-recebe-premio-marca-do-ano-e-associacao-de-marcado-ano-pela-fenabrave/
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Dila Ferreira Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854316 - TRIBUNA DO AGRESTE - Arapiraca - AL - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
Autor: Francisco Carlos de Assis Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadoagreste.com.br/2018/08/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Arapiraca País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854351 - A TARDE - Salvador - BA - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1983455-presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividirriscos-operacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Salvador País: Tipo Veículo: Site
Clipping DEKRA e AutoAvaliar integram laudos de vistoria com ferramenta de avaliação de veículos 7854354 - MAXPRESS NET - São Paulo - SP - 08/08/2018
Solução criada pelas duas empresas reduz custos de avaliação e maximiza o resultado na venda de semi novos para as concessionárias A DEKRA, líder mundial em inspeção técnica veicular, e a AutoAvaliar, plataforma líder de avaliação de veículos seminovos no Brasil, acabam de estabelecer uma parceria e passam a oferecer uma solução que integra laudos de vistoria com serviços de avaliação e business intelligence. O projeto é oficializado durante o 28º CONGRESSO & EXPOFENABRAVE, realizado entre os dias 07 e 08 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP). O mercado de veículos usados movimenta R$360 bilhões ao ano e uma das dificuldades das concessionárias e lojistas é o processo de avaliação dos veículos usados que entram na negociação. A proposta das duas empresas é resolver, de forma definitiva, as imprecisões, as possibilidades de fraudes, os altos custos com avaliador e a falta de padronização além de gerar indicadores no sistema de avaliação dos veículos ofertados pelos clientes, na troca por outro modelo no varejo. Agora, com a parceria, a DEKRA passa a alocar um profissional para fazer a coleta de fotos e dados do veículo para a avaliação dentro da loja ou concessionária, utilizando o sistema da AutoAvaliar e apoiando a melhor decisão na mesa de compras. Após a decisão de compra, a DEKRA realiza o serviço DEKRA Garantido, que verifica mais de 250 itens do veículo como procedência, histórico, pintura e estrutura e mais de 100 itens voltados ao estado de conservação, como rasgos no banco, lataria e pneus. A emissão de laudos agora está integrada à plataforma AutoAvaliar, possibilitando divulgar anúncios com certificado DEKRA simultaneamente nos maiores portais de classificados de veículos do país, trazendo destaque e valorização na hora de vender. “Desta forma, o estabelecimento tem uma gestão completa do estoque de seminovos e usados, resultando em maior liquidez e fluxo rápido de veículos na loja, impactando ainda na decisão de estocá-los ou repassá-los. Com essa mudança, as concessionárias reduzem os custos, aumentam sua rentabilidade, tornam a avaliação imparcial e agilizam as vendas”, explica Daniel Nino, sócio-diretor da AutoAvaliar. “A união das empresas alia a capilaridade da DEKRA - presente em 4800 municípios e cobrindo todos os estados do Brasil - e seu processo de certificação de veículos, com a penetração e liderança da Auto Avaliar na avaliação e venda de seminovos no mercado B2B. Uma união de líderes proporcionando profissionalismo, resultados financeiros e segurança para nossos clientes”, comenta Mario Cassio Maurício, CEO do Grupo DEKRA Brasil. Sobre o Grupo DEKRA Fundada em 1925, a DEKRA é líder em teste de segurança de veículos automotores na Europa e líder mundial em inspeção técnica veicular. Organizada em três unidades de negócios - DEKRA Automotivo, DEKRA Industrial e DEKRA Personal, suas 180 empresas consolidadas empregam mais de 37 mil colaboradores, nos mais de 50 países em que atua. Com sede em Stuttgart, Alemanha, atingiu faturamento de 2,6 bilhões de euros em 2016. No Brasil desde 1995, a empresa avalia R$ 60 bilhões em riscos anualmente. Possui operações em todos os estados brasileiros e uma rede de cobertura em mais de 4800 municípios, além de atender toda cadeia do setor automotivo, como seguradoras, financeiras, corretores, montadoras, locadoras, centros automotivos, concessionárias entre outros. Mais informações em https://www.dekra.com.br. Mais informações para a imprensa: Trama Comunicação Juliana Tancler - julianat@tramaweb.com.br - (11) 3388-3045 Lizandra Cardelino - lizandra@tramaweb.com.br - (11) 3388-3056 / 95054-8560 Sobre a AutoAvaliar (www.autoavaliar.com.br) A AutoAvaliar é uma plataforma B2B que integra revendedores independentes e concessionárias de veículos de uma forma mais simples e rentável, oferecendo um sistema completo de gestão de estoque de seminovos. A plataforma WEB da AutoAvaliar conta também com uma ferramenta de avaliação de veículos e um pregão on-line, o que garante
uma melhor gestão, mais segurança e rentabilidade. Para mais informações, contatar: Leda Sangiorgio Assessoria de Imprensa (11) 98902-0053 https://www.maxpress.com.br/Conteudo/1,956279,DEKRA_e_AutoAvaliar_integram_laudos_ de_vistoria_com_ferramenta_de_avaliacao_de_veiculos,956279,10.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854356 - MASSA NEWS - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://massanews.com/noticias/economia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos-eoXJq.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos – Aqui Notícias 7854359 - AQUI NOTÍCIAS - 18/07/2018
COMPARTILHE Por Estadão 0 O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Ver mais Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a União criticou o pedido de... Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 201,375 milhões da B3 no pregão da última... O fluxo cambial do ano até 3 de agosto está positivo em US$ 27,903... Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. Continua depois da publicidade O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES.
No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz. Francisco Carlos de Assis Estadao Conteudo Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. Publicidade https://www.aquinoticias.com/economia/2018/08/20180808134304-presidente-do-bndes-dizque-vai-dividir-riscos-operacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854360 - JORNAL DE BRASÍLIA - Brasília - DF - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
Fonte: Estadao Conteudo http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site
Clipping Próximo governo terá de concluir reformas, diz o presidente Temer 7854361 - OURICURI EM EVIDÊNCIA - Ouricuri - PE - 08/08/2018
Home Política Próximo governo terá de concluir reformas, diz o presidente Temer Por Elismar Rodrigues Por Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil São Paulo O presidente Michel Temer afirmou hoje (7) que o próximo presidente eleito no Brasil terá de concluir as reformas que não foram finalizadas em seu governo, como a reforma da Previdência Social. “Fincamos estacas, estabelecemos pilares que nenhum governante que venha conseguirá modificar. Ao contrário, vão ter que continuar com as reformas que começamos e não pudemos concluir”, disse o presidente, em discurso durante o 28º Congresso e Expo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), na capital paulista. Temer destacou a importância do setor para a economia, como responsável por 7,4 mil distribuidores de veículos, pela geração de 300 mil empregos diretos e por 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país). Ele disse que os profissionais do setor atuam com dinamismo e agilidade, contribuindo para a recuperação da economia brasileira. Rota 2030 O presidente disse que o governo vem agindo lado a lado com representantes da indústria de veículos e trabalhadores do setor na elaboração do Programa Rota 2030, que impulsiona o desenvolvimento da indústria automotiva, com total atenção à expectativa dos consumidores. Segundo Temer, o programa vai incentivar a produção de mais veículos, com melhor qualidade, segurança, tecnologia e eficiência energética. O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, também presente ao evento, ressaltou o lançamento do Programa Rota 2030, no início do mês passado. Marcos Jorge estima que, nos próximos 15 anos, o país terá carros mais eficientes e seguros. “Um dos grandes pilares é o estimulo à modernização do setor, fundamental para a recuperação da economia brasileira.” http://www.ouricuriemfoco.com.br/proximo-governo-tera-de-concluir-reformas-diz-opresidente-temer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Elismar Rodrigues Estado: PE Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Ouricuri País: Tipo Veículo: Blog
Clipping “Acho que tabelamento não vai funcionar”, diz Maggi 7854365 - PORTAL DBO - São Paulo - SP - 08/08/2018
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, reforçou nesta terça-feira sua insatisfação com o tabelamento do frete, que segundo ele, vai criar muitos problemas à frente. Maggi diz que, pelas características do Brasil, não há como tabelar o custo do transporte. “Há vários tipos de rodovias, os caminhos são diferentes e botar tudo isso no mesmo pacote não dá certo”, afirmou durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, realizado em São Paulo. “Os preços propostos na tabela ficaram muito elevados e a renda do produtor já é pequena.” O ministro admite que a tabela, por ter sido aprovada pelo Congresso, vai passar. Mas prevê que, no futuro, caberão ao produtor os custos do transporte, ao contrário do que acontece hoje, quando tradings se encarregam de retirar o produto da propriedade. Maggi avalia que, da maneira com que o assunto está sendo encaminhado, o governo lança o olhar sobre um processo que é ineficiente e que terá que ganhar escala para ser eficiente. À plateia de revendedores de caminhões, Maggi disse que, inicialmente, o tabelamento do frete vai acarretar uma maior venda de caminhões porque os produtores vão se ocupar do transporte de seus produtos e, com isso, montar suas frotas. Ocorre que, disse o ministro, esses produtores terão que colocar em seus orçamentos o custo de frotas paradas por quatro meses (quando não há produto a transportar), como ocorre com as colheitadeiras. Inflação Maggi também disse que o tabelamento do frete terá efeitos sobre a inflação. De acordo com ele, não se tratará de uma escalada dos preços, mas de um ajuste. “Com toda certeza. Já se percebe isso impacto sobre os preços não só na área de grãos, mas em cargas gerais, cargas de retorno”, citou. “Tudo isso vai levar a um movimento de ajuste no processo inflacionário.” José Ronaldo de Castro Souza Júnior, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, concorda que haverá um impacto do aumento dos custos do setor na inflação. Souza Júnior ressaltou, porém, que a questão (do tabelamento) segue indefinida. “Muita gente está discutindo isso na Justiça e há dúvidas”, disse em seminário de Economia Agrícola no instituto. A pesquisadora Ana Cecília Kreter, da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea, acrescentou que o setor “ainda está passando por um processo de estabilização em relação à mudança nos fretes”. E pontuou: “Essas alterações têm um efeito diferente, a depender do porte do produtor e da distância da produção para os centros de distribuição.” De todo modo, os efeitos da greve dos caminhoneiros (que resultou no tabelamento do frete) ainda não estão claros, afirmaram os especialistas reunidos no seminário. “Todos estão debruçados para tentar entender o efeito dessa greve (no setor agropecuário)”, confirmou o coordenador científico do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), Geraldo Barros. Para ele, os reflexos ficaram mais claros para os alimentos perecíveis, como o leite, quando uma grande quantidade da produção foi perdida e deixou de ser comercializada. Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO. https://portaldbo.com.br/acho-que-tabelamento-nao-vai-funcionar-diz-maggi/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Portal DBO Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Rota 2030 é vitória para setor automotivo e para a retomada - Portal Lubes 7854366 - PORTAL LUBES - Rio de Janeiro - RJ - 08/08/2018
Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marco Jorge, disse que o Programa Rota 2030 é uma vitória para o setor automotivo e para a retomada do crescimento da economia. Ele fala neste momento no 28º Congresso Fenabrave, em São Paulo. O ministro comemorou o crescimento nas vendas de veículos em julho, de 13%, conforme divulgou na segunda-feira, 6, a Fenabrave. Rota 2030 “O Rota 2030 foi construído com a colaboração de todos, da indústria, das revendedoras e todos os segmentos do governo”, disse o ministro. Marcos Jorge ainda disse que o MDIC e o Ministério de Relações Exteriores têm trabalhado para abrir mercados nos exterior. O ministro aproveitou o espaço para convocar os empresários presentes a se unirem ao governo para retomar o crescimento da economia. (Isto É Dinheiro/Agência Estado) http://portallubes.com.br/2018/08/rota-2030-setor-automotivo-retomada/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site
Clipping Próximo governo terá de concluir reformas 7854373 - FOLHA DO ESTADO - Cuiabá - MT - 07/08/2018
O presidente Michel Temer afirmou nesta terça-feira (7) que o próximo presidente eleito no Brasil terá de concluir as reformas que não foram finalizadas em seu governo, como a reforma da Previdência Social. O presidente Michel Temer discursa na cerimônia de assinatura da MP 846, que trata da distribuição de recursos das loterias federais para as áreas de cultura, segurança e esporte. “Fincamos estacas, estabelecemos pilares que nenhum governante que venha conseguirá modificar. Ao contrário, vão ter que continuar com as reformas que começamos e não pudemos concluir”, disse o presidente, em discurso durante o 28º Congresso e Expo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), na capital paulista. Temer destacou a importância do setor para a economia, como responsável por 7,4 mil distribuidores de veículos, pela geração de 300 mil empregos diretos e por 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país). Ele disse que os profissionais do setor atuam com dinamismo e agilidade, contribuindo para a recuperação da economia brasileira. O presidente disse que o governo vem agindo lado a lado com representantes da indústria de veículos e trabalhadores do setor na elaboração do Programa Rota 2030, que impulsiona o desenvolvimento da indústria automotiva, com total atenção à expectativa dos consumidores. Segundo Temer, o programa vai incentivar a produção de mais veículos, com melhor qualidade, segurança, tecnologia e eficiência energética. O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, também presente ao evento, ressaltou o lançamento do Programa Rota 2030, no início do mês passado. Marcos Jorge estima que, nos próximos 15 anos, o país terá carros mais eficientes e seguros. “Um dos grandes pilares é o estimulo à modernização do setor, fundamental para a recuperação da economia brasileira.” FONTE: Com informações da Agência Brasil https://www.jornalfolhadoestado.com/noticias/81529/proximo-governo-tera-de-concluirreformas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site
Clipping DEKRA e Auto Avaliar integram laudos de vistoria com ferramenta de avaliação de veículos 7854255 - REDEPRESS - Lajeado - RS - 08/08/2018
A DEKRA, líder mundial em inspeção técnica veicular, e a AutoAvaliar, plataforma líder de avaliação de veículos seminovos no Brasil, acabam de estabelecer uma parceria e passam a oferecer uma solução que integra laudos de vistoria com serviços de avaliação e business intelligence. O projeto é oficializado durante o 28º CONGRESSO & EXPOFENABRAVE, realizado entre os dias 07 e 08 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP). O mercado de veículos usados movimenta R$360 bilhões ao ano e uma das dificuldades das concessionárias e lojistas é o processo de avaliação dos veículos usados que entram na negociação. A proposta das duas empresas é resolver, de forma definitiva, as imprecisões, as possibilidades de fraudes, os altos custos com avaliador e a falta de padronização além de gerar indicadores no sistema de avaliação dos veículos ofertados pelos clientes, na troca por outro modelo no varejo. Agora, com a parceria, a DEKRA passa a alocar um profissional para fazer a coleta de fotos e dados do veículo para a avaliação dentro da loja ou concessionária, utilizando o sistema da AutoAvaliar e apoiando a melhor decisão na mesa de compras. Após a decisão de compra, a DEKRA realiza o serviço DEKRA Garantido, que verifica mais de 250 itens do veículo como procedência, histórico, pintura e estrutura e mais de 100 itens voltados ao estado de conservação, como rasgos no banco, lataria e pneus. A emissão de laudos agora está integrada à plataforma AutoAvaliar, possibilitando divulgar anúncios com certificado DEKRA simultaneamente nos maiores portais de classificados de veículos do país, trazendo destaque e valorização na hora de vender. “Desta forma, o estabelecimento tem uma gestão completa do estoque de seminovos e usados, resultando em maior liquidez e fluxo rápido de veículos na loja, impactando ainda na decisão de estocá-los ou repassá-los. Com essa mudança, as concessionárias reduzem os custos, aumentam sua rentabilidade, tornam a avaliação imparcial e agilizam as vendas”, explica Daniel Nino, sócio-diretor da
AutoAvaliar. “A união das empresas alia a capilaridade da DEKRA – presente em 4800 municípios e cobrindo todos os estados do Brasil – e seu processo de certificação de veículos, com a penetração e liderança da Auto Avaliar na avaliação e venda de seminovos no mercado B2B. Uma união de líderes proporcionando profissionalismo, resultados financeiros e segurança para nossos clientes”, comenta Mario Cassio Maurício, CEO do Grupo DEKRA Brasil. SOBRE O GRUPO DEKRA Fundada em 1925, a DEKRA é líder em teste de segurança de veículos automotores na Europa e líder mundial em inspeção técnica veicular. Organizada em três unidades de negócios – DEKRA Automotivo, DEKRA Industrial e DEKRA Personal, suas 180 empresas consolidadas empregam mais de 37 mil colaboradores, nos mais de 50 países em que atua. Com sede em Stuttgart, Alemanha, atingiu faturamento de 2,6 bilhões de euros em 2016. No Brasil desde 1995, a empresa avalia R$ 60 bilhões em riscos anualmente. Possui operações em todos os estados brasileiros e uma rede de cobertura em mais de 4800 municípios, além de atender toda cadeia do setor automotivo, como seguradoras, financeiras, corretores, montadoras, locadoras, centros automotivos, concessionárias entre outros. Mais informações em www.dekra.com.br. Leia Também: http://www.redepress.com.br/noticias/2018/08/08/dekra-e-auto-avaliar-integram-laudos-devistoria-com-ferramenta-de-avaliacao-de-veiculos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Lajeado País: Tipo Veículo: Site
Clipping Librelato recebe prêmio “Marca do Ano” e “Associação de Marca do Ano” pela Fenabrave 7854258 - LOG WEB - Jundiaí - SP - 09/08/2018
A Librelato e sua associação de revendedores Abralib – Associação Brasileira de Concessionários Librelato – receberam hoje os prêmios “Marca do Ano” e “Associação de Marca do Ano”, respectivamente, entregues pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, durante Cerimônia de Aberturado 28º Congresso & ExpoFenabrave, realizado no Transamérica Expo Center, em SP. Esta é a terceira vez que a Librelato recebe esta premiação. Os resultados que conferiram a premiação à empresa foram apurados pela 23ª Pesquisa Fenabrave de Relacionamento com as Marcas, que utilizou questionário online aplicado entre os dias 14 de maio a 29 de junho deste ano, pela Scheuer Consultoria. A pesquisa é realizada com apoio da Central de Atendimento da FENABRAVE desde 2013, anualmente. “Estamos orgulhosos em receber esse reconhecimento pela terceira vez consecutiva. Esse resultado demonstra que estamos trilhando o caminho certo e avançando com a modernização de nossa rede de concessionárias, trabalhando para obter a máxima satisfação de nossos parceiros e clientes, disse José Carlos Sprícigo. ‘Um prêmio como este agrega valor à nossa marca, o que certamente traz benefícios e retorno aos nossos clientes e segurança e confiabilidade para a nossa rede”, completa. De acordo com os organizadores da pesquisa, a Librelato obteve 100% de índice de participação de seus associados nas respostas ao prêmio de “Associação de Marca do Ano”. A pesquisa tem como objetivo avaliar a postura dos concessionários na condução do negócio em parceria com a marca. Com isso, visa mensurar o grau de satisfação do concessionário com a capacidade de gerar resultado para seu negócio, cativar e fidelizar o cliente aos produtos da marca. De acordo com a Consultoria Scheuer, o questionário trouxe respostas importantes sobre valor agregado da marca, crescimento e expectativa de crescimento, atendimento às expectativas, qualidade do produto, remuneração, competitividade e eficiência, política de venda direta a frotistas, comunicação com concessionários e capacidade de gestão. Para Fabiano Corneli, presidente da Abralib, receber pela terceira vez o prêmio “Marca do Ano” e pela primeira o de “Associação Marca do Ano” é reflexo de todo trabalho em equipe e da constante evolução da Librelato. “Essa premiação, acima de tudo, demonstra nossos pontos fortes e nos mostra o caminho para aprimorarmos cada vez mais o nosso negócio”. As estatuetas foram entregues pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior durante cerimônia de abertura do Congresso Fenabrave 2018, que contou com a presença do Presidente Michel Temer. http://www.logweb.com.br/librelato-recebe-premio-marca-do-ano-e-associacao-de-marca-doano-pela-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Jundiaí País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fenabrave quer debater Renave e renovação de frota com o governo 7854266 - AUTOMOTIVE BUSINESS - São Paulo - SP - 08/08/2018
Alarico Assumpção Júnior recebe Michel Temer para abertura do 28º Congresso Fenabrave O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Junior, aproveitou a presença de Michel Temer e de outras autoridades na cerimônia de abertura do 28º Congresso Fenabrave, na terça-feira, 7, em São Paulo, para reforçar a necessidade de agilizar dois assuntos relacionados ao setor e que estão esquecidos pelo governo: o primeiro se refere ao Renave, sistema informatizado para a transferência de titularidade de veículos, e o segundo é sobre o Programa de Sustentabilidade, projeto de renovação de frota que reúne propostas e medidas que vêm sendo pleiteados por diversas entidades de classe desde 2013. Durante seu discurso, Assumpção destacou as conquistas do setor junto ao governo, mas disse que ainda há pendências a resolver. Na ocasião, Temer afirmou que vai receber os dirigentes da entidade no Palácio do Planalto. Embora nada deva ser resolvido neste ano ou ainda neste governo, Assumpção acredita que o reforço dos pedidos podem gerar a criação de condições para que os projetos entrem em vigor. Ele admite que no caso do programa de renovação de frota, o assunto está parado e ainda há alguns pontos a serem acertados. O projeto foi elaborado por 19 instituições, entre elas a Anfavea, o Sindipeças e a Fenabrave, além de sindicatos de trabalhadores e representantes da cadeia de insumos, e apresentado pela primeira vez ao governo em novembro de 2013 e foi reapresentado ao MDIC em setembro de 2016 na ocasião da troca de ministro da pasta (leia ). Seu principal objetivo é promover a sustentabilidade da frota de veículos em circulação no Brasil. Alarico aponta que as medidas visam agilizar a retirada de veículos antigos e poluidores das ruas e em contrapartida oferecer facilidades de compra de carros novos ou mesmo usados de menor quilometragem e que estejam em melhores condições de rodagem. Tal alternativa, segundo ele, pode elevar em 500 mil unidades a venda total de automóveis e comerciais no primeiro ano do programa. Para caminhões, a estimativa é de vendas adicionais de 30 mil unidades. “Temos uma frota velha e sucateada de caminhões, mas o proprietário não precisa ir direto para o modelo novo, ele pode sair de um caminhão de 30 anos para um de quinze ou dez anos, até porque muitos não têm fôlego para comprar um caminhão zero quilômetro”, relembra. Já o Renave, Registro Eletrônico de Transferência de Veículos, foi aprovado em janeiro de 2017 e entrou em vigor em julho do mesmo ano (leia ), mas ainda não foi aplicado. O sistema prevê que a transferência de titularidade seja feita de forma totalmente eletrônica. No caso de uma concessionária ou mesmo uma revenda independente, um carro recebido como parte do pagamento para a compra de um novo é registrado duas vezes: na hora da compra pela loja e na hora de sua venda para um terceiro. Este processo demora em torno de 25 a 30 dias, em média. No sistema previsto pelo Renave, um único registro é o suficiente para a compra e a venda. “Temer ficou de ver a possibilidade de agilizar, até porque o Denatran está sobre o controle do ministério da cidades”, disse. Alarico lembra que a medida já é lei, mas falta a integração dos sistemas de inteligência dos Detrans (estaduais) com o Denatran, de responsabilidade do Serpro. Segundo o executivo, as transferências ainda são feitas via papel. Para ele, com a medida aplicada, haveria economia não só de tempo, mas de custo com despesas burocráticas e de cartório. “Haveria um ganho [economia] de R$ 6 bilhões com o fim das duplicidades do registro de entrada e saída, uma vez que um registro de troca de titularidade custa entre R$ 900 e R$ 1 mil. Com o Renave, o custo vai a R$ 150, R$ 180, porque você não tem a duplicidade e a burocracia. Hipoteticamente, estamos falando de um processo que cai de trinta dias para algo entre três e cinco dias”, explicou. http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/27860/fenabrave-quer-debater-renave-erenovacao-de-frota-com-o-governo Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE
Categoria: Fenabrave
Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping “Não acredito que tabelamento de frete vai funcionar”, diz ministro 7854274 - COMPRE RURAL - 08/08/2018
Página Inicial Economia “Não acredito que tabelamento de frete vai funcionar”, diz ministro Facebook Twitter O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, reforçou na terça-feira (7/8) sua insatisfação com o tabelamento do frete, que segundo ele, vai criar muitos problemas à frente. Maggi diz que, pelas características do Brasil, não há como tabelar o custo do transporte. “Há vários tipos de rodovias, os caminhos são diferentes e botar tudo isso no mesmo pacote não dá certo”, afirmou durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, realizado em São Paulo. “Os preços propostos na tabela ficaram muito elevados e a renda do produtor já é pequena.” Blaggi também afirmou que o tabelamento terá efeitos sobre a inflação. De acordo com ele, não se tratará de uma escalada dos preços, mas de um ajuste. “Com toda certeza. Já se percebe isso impacto sobre os preços não só na área de grãos, mas em cargas gerais, cargas de retorno”, citou. “Tudo isso vai levar a um movimento de ajuste no processo inflacionário.” No evento, a Embrapa Territorial apresentou o Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária Brasileira, lançado na manhã da terça-feira em Brasília. O sistema, porém, foi pouco abordado por Maggi, que preferiu focar nas questões referentes à safra que será semeada a partir de setembro, diretamente vinculadas ao custo de frete. O ministro admite que a tabela, por ter sido aprovada pelo Congresso, vai passar. Mas prevê que, no futuro, caberão ao produtor os custos do transporte, ao contrário do que acontece hoje, quando tradings se encarregam de retirar o produto da propriedade. Maggi avalia que, da maneira com que o assunto está sendo encaminhado, o governo lança o olhar sobre um processo que é ineficiente e que terá que ganhar escala para ser eficiente. À plateia de revendedores de caminhões, Maggi disse que, inicialmente, o tabelamento do frete vai acarretar uma maior venda de caminhões porque os produtores vão se ocupar do transporte de seus produtos e, com isso, montar suas frotas. Ocorre que, disse o ministro, esses produtores terão que colocar em seus orçamentos o custo de frotas paradas por quatro meses (quando não há produto a transportar), como ocorre com as colheitadeiras. Ao final, Maggi deixou uma mensagem de otimismo aos empresários. Disse que o Brasil passa por uma grave crise, mas que “não acabará”. De acordo com ele, a melhor maneira de mudar o quadro é o brasileiro “votar bem”. Disse que se o candidato em que cada pessoa votar não for para o segundo turno é importante que se vote no segundo turno no candidato que incorporar parte das propostas do candidato derrotado. “Viva as eleições”, gritou. POR ESTADÃO CONTEÚDO Todo o conteúdo áudio visual do CompreRural está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral, sua reprodução é permitida desde que citado a fonte e com aviso prévio através do e-mail jornalismo@comprerural.com ","nextFontIcon":""}" data-theiapostslider-onchangeslide=""""> https://www.comprerural.com/nao-acredito-que-tabelamento-de-frete-vai-funcionar-dizministro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Compre Rural Notícias Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Macrologística Agropecuária da Embrapa aumenta sua base de dados 7854275 - EMBRAPA - Brasília - DF - 08/08/2018
O Sistema de Inteligência Territorial da Macrologística Agropecuária expandiu a sua base de dados. A ferramenta estendeu ao ano de 1990 as consultas em sua linha do tempo e ampliou o seu potencial de geração de mapas para mais de 500 mil, a partir das diversas pesquisas e cruzamentos da produção, escoamento e armazenamento das 10 principais cadeias produtivas do agronegócio brasileiro. A evolução da tecnologia desenvolvida pela Embrapa Territorial foi apresentada durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, evento voltado para o segmento de distribuição de veículos, realizado nos dias 7 e 8 de agosto, em São Paulo, SP. As funcionalidades da plataforma atraíram empresários do segmento, que lotaram os mais de 300 lugares do auditório onde foi realizado o evento da Embrapa, dentro do Congresso. Um dos participantes era Ruiten Rezende, diretor da Rezende de Roraima e Amazonas, empresa que trabalha no segmento de automóveis, caminhões e ônibus. O empresário interessou-se pelo estudo de fretes gerados pela agropecuária, presente no sistema. Segundo ele, o atual cenário de tabelamento de fretes influencia a aquisição de caminhões pelos produtores. “Vamos utilizar esse estudo feito pela Embrapa para determinar o nicho de trabalho do nosso pessoal”, disse. Logística agropecuária O Sistema da Macrologística agropecuária foi uma demanda do Ministério da Agricultura à Embrapa. A tecnologia foi estruturada, validada e aperfeiçoada nos últimos dois anos após a análise de diversos órgãos governamentais, associações e demais parceiros envolvidos. Atores do agronegócio recordam a dificuldade de encontrar informações sobre a logística agropecuária antes da elaboração da plataforma. Renato Pavan, presidente da Pavan Engenharia e da Embrasilos, lembrou que, anteriormente, as informações da logística agropecuária disponíveis eram díspares. “Os dados das organizações diferiam”, recorda. Para Evaristo de Miranda, chefe geral da Embrapa Territorial, “É paradoxal que a agricultura (brasileira) não tivesse um sistema de logística adequada”. Celso Moretti, diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento, afirma que a plataforma possibilita o planejamento e a visão da agropecuária brasileira. Além das 10 cadeias produtivas, já presentes na plataforma, Moretti acredita que futuramente a tecnologia poderá disponibilizar estudos da logística de outros produtos, como os fertilizantes. O sistema visa revelar a dinâmica territorial das cadeias produtivas. “Devido a essa complexidade, ele nunca ficará pronto. Será constantemente atualizado em suas funcionalidades, estudos e séries temporais”, disse Evaristo. Conheça a tecnologia aqui. Dinâmica territorial Gustavo Spadotti, analista da Embrapa Territorial e um dos coordenadores do Sistema da Macrologística, ressalta que a agricultura está sempre explorando novas fronteiras agrícolas. “A logística precisa acompanhar a evolução territorial da produção agropecuária brasileira de forma a atender as novas zonas de produção de grãos, proteínas, fibras e energia”. O sistema e seus resultados permitiram elencar ao governo federal obras prioritárias para sanar os gargalos atuais e futuros. Modais Outro ponto debatido no evento da Embrapa foram os modais. Renato Pavan coloca que, hoje, o produtor perde as margens de lucro de sua colheita quando ela sai da fazenda. “Isso ocorre devido à precariedade da armazenagem e logística de alto custo comparado aos concorrentes”, explica. Ele acredita que faltam ferrovias e hidrovias e que as rodovias estão saturadas. Resiliência Evaristo abordou sobre a análise dos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), estudo que revelou a contribuição do mundo rural na preservação da vegetação nativa. Os dados que metade do Brasil está dedica às áreas protegidas, formadas pelas Unidades de Conservação e as Terras Indígenas, e áreas preservadas.
https://www.embrapa.br/en/busca-de-noticias/-/noticia/36373092/macrologisticaagropecuaria-da-embrapa-aumenta-sua-base-de-dados Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854276 - FOLHA DE VALINHOS - Valinhos - SP - 08/08/2018
São Paulo Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral.
Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz. http://www.folhadevalinhos.com.br/artigos/brasil-e-mundo/presidente-do-bndes-diz-que-vaidividir-riscos-operacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Valinhos País: Tipo Veículo: Site
Clipping 08/08/2018 - Maggi espera reabertura da Rússia ainda em agosto 7854278 - PECUÁRIA.COM.BR - 08/08/2018
Maggi espera reabertura da Rússia ainda em agosto Publicado em 08/08/2018 O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse nesta terça-feira, dia 7, acreditar que até o fim deste mês o Brasil retomará o comércio de carnes com a Rússia. “As nossas áreas técnicas finalmente ajustaram as suas demandas e eu espero que até o final deste mês a gente consiga retomar o nosso comércio”, disse durante o 28º Congresso & ExpoFenabrave, em São Paulo. O ministro contou que, na viagem a Joanesburgo, na África do Sul, com o presidente Michel Temer, por ocasião da reunião dos países que compõem o Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul –, conversou com o ministro da Agricultura russo e, Temer, com o presidente Vladimir Putin. Maggi disse que foi dado um ultimato aos russos. “Estamos vindo desde novembro neste processo e dissemos que essas são as últimas tentativas. Eu, inclusive, perguntei ao ministro russo se havia qualquer impedimento político para a gente voltar para o mercado e ele me garantiu que não. Que eram somente questões técnicas e essas foram resolvidas”, disse. Trigo e bacalhau O ministro falou sobre a importação de trigo da Rússia. “Até então, o Brasil não importava (o cereal do país). Mas foi uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois mercados”, afirmou. “Também o mercado de peixes foi aberto; nós liberamos vários frigoríficos deles para mandarem peixes para o Brasil, especialmente o bacalhau. Então, tecnicamente estamos ajustados.” Para o ministro da Agricultura, se os russos não quiserem abrir o mercado deles ao Brasil, que sejam pelo menos claros para o Brasil parar de insistir. Com informações do portal Estadão. http://www.pecuaria.com.br/info.php?ver=23039&utm_source=feedburner&utm_medium=fee d&utm_campaign=Feed%3A+pecuariacombr+%28Pecu%C3%A1ria.com.br++Not%C3%ADcias%29 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fenabrave premia as marcas preferidas dos concessionários 7854279 - AUTOMOTIVE BUSINESS - São Paulo - SP - 08/08/2018
O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, entrega os troféus para o vicepresidente da Toyota, Miguel Fonseca, e para o presidente da Abradit As marcas preferidas dos concessionários e suas respectivas associações de distribuição foram premiadas pela Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, durante a cerimônia de abertura do 28º Congresso Fenabrave, que está sendo realizado até a quarta-feira, 8, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Os escolhidos foram contemplados em cinco categorias: Automóveis e Comerciais Leves, Caminhões, Implementos, Tratores e Máquinas e Motos, com base na classificação obtida por meio do resultado da 23ª edição da pesquisa da Fenabrave, que avalia o relacionamento com as marcas e suas fabricantes. O levantamento, feito on-line, foi realizado pela consultoria Scheuer entre maio e junho deste ano e consultou 100% dos concessionários do País, ligados a 13 associações de marca, o obteve retorno de 55% deles. Os eleitos obtiveram as melhores médias das notas. “Essa pesquisa é sempre um forte termômetro do relacionamento das montadoras e associações de marca com suas redes, destacando aspectos que precisam ser observados ou fortalecidos, assim como os considerados positivos”, comenta o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Os premiados como Marca do Ano e Associação de Marca do Ano em cada categoria foram: Automóveis e Comerciais Leves: Marca do Ano - Toyota Associação de Marca do Ano - ABRADIT - Associação Brasileira dos Distribuidores Toyota Caminhões: Marca do Ano - DAF Associação de Marca do Ano - ASSODAF - Associação Brasileira dos Distribuidores DAF Implementos Rodoviários: Marca do Ano - Librelato Associação de Marca do Ano - ABRALIB - Associação Brasileira de Distribuidores Librelato Tratores e Máquinas Agrícolas: Marca do Ano – John Deere Associação de Marca do Ano - ASSODEERE - Associação Brasileira dos Distribuidores John Deere Motocicletas: Marca do Ano - Triumph Associação de Marca do Ano - ABRAT - Associação Brasileira dos Concessionários Triumph. http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/27859/fenabrave-premia-as-marcaspreferidas-dos-concessionarios Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping A (necessária) reinvenção da distribuição 7854281 - AUTO INFORME - 08/08/2018
Concessionárias discutem a transição para as plataformas digitais para melhor atender o cliente O marketing digital invadiu o mercado automotivo e está mudando o padrão de venda de veículos. Se antes o comprador precisava ir até à concessionária para pesquisar o melhor preço ou buscar um bom veículo para comprar, agora ele faz todo o processo online. Durante o 28º Congresso e Exposição da Fenabrave, federação que reúne os distribuidores, nos dias sete e oito de agosto, em São Paulo, diversas empresas mostraram como o mundo virtual pode ser uma ferramenta facilitadora e, assim, contribuir para a interação humana, através da reinvenção das formas de relacionamento. O representante da Auto Force, empresa de marketing digital para concessionárias, afirmou durante o evento que os consumidores do Brasil, da Índia e da China, países emergentes, são os que mais fazem o processo de compra do veículo online, e boa parte das pessoas gostaria de fazer o financiamento pela internet e receber o carro em casa. Segundo a empresa, esses dados mostram o quanto o mercado brasileiro precisa se reinventar para se manter atualizado. “As concessionárias não vão sumir, mas cada vez mais a loja virtual se torna atrativa para as pessoas”, afirmou o palestrante. E se as pessoas querem comprar online, alguém precisa vender. O Auto Avaliar, a mesma plataforma usada para venda online do Kwid, da Renault, faz a avaliação do veículo usado, ajuda a fazer comparação de preços do mercado, tudo para facilitar o processo de venda. Para a Syonet, especializada em captar perfil de cliente para as concessionárias, é importante se familiarizar, conhecer não só o tipo de cliente, mas detalhes que reforcem o relacionamento entre o cliente e a concessionária. O aplicativo Vai (inteligência artificial para veículos), busca facilitar a vida do motorista através de um dispositivo que identifica as necessidades do veículo, como reparo de alguma peça ou troca de bateria, até o rastreamento do carro. Nota-se que o mercado de uma forma geral está mudando, desde a procura, passando pela compra efetiva, pós-venda e em todos os outros processos de reparo e segurança do veículo. A tecnologia tem sido de fato uma ferramenta para facilitar a forma como cada parte do processo pode ser feita. O congresso da Fenabrave mostrou que, neste momento, o setor automotivo deve ser resiliente e se reinventar, ainda mais com a atual recuperação do setor, que sofreu forte queda nos últimos anos. A transição do físico para o digital pode ser uma opção para tornar o mercado mais atrativo. Kalyne Rannieri http://www.autoinforme.com.br/a-necessaria-reinvencao-da-distribuicao/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Autoinforme Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Próximo terá de concluir reformas 7854283 - DIÁRIO DE CUIABÁ - Cuiabá - MT - 08/08/2018
O presidente Michel Temer afirmou que o próximo presidente eleito no Brasil terá de concluir as reformas que não foram finalizadas em seu governo, como a reforma da Previdência Social. As informações são da Agência Brasil. "Fincamos estacas, estabelecemos pilares que nenhum governante que venha conseguirá modificar. Ao contrário, vão ter que continuar com as reformas que começamos e não pudemos concluir", disse o presidente, em discurso durante congresso da Fenabrave (distribuidora de veículos), em São Paulo. Temer destacou a importância do setor para a economia, como responsável por 7,4 mil distribuidores de veículos, pela geração de 300 mil empregos diretos e por 3,5% do PIB. Disse que os profissionais do setor atuam com dinamismo e agilidade, contribuindo para a recuperação da economia brasileira. ROTA 2030 O presidente disse que o governo vem agindo lado a lado com representantes da indústria de veículos e trabalhadores do setor na elaboração do Programa Rota 2030, que impulsiona o desenvolvimento da indústria automotiva, com total atenção à expectativa dos consumidores. Segundo Temer, o programa vai incentivar a produção de mais veículos, com melhor qualidade, segurança, tecnologia e eficiência energética. RECUO O presidente Michel Temer recuou e decidiu ontem que vai ao Paraguai no próximo dia 15 para a posse do presidente eleito do país, Mário Abdo Benítez. A decisão contraria os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que terão de deixar novamente o território brasileiro em plena campanha eleitoral. Os dois tentam se reeleger em seus estados. Os dois presidentes do Legislativo conversaram na terça-feira e Maia foi ao Palácio do Alvorada nesta manhã para dialogar com Temer. A informação de que Temer viajará foi divulgada durante o encontro desta quarta. O presidente da República havia desistido da viagem da próxima semana e também de uma que faria no dia 7 de agosto para a Colômbia, onde participaria da posse do sucessor de Manuel Santos na Presidência, Iván Duque, eleito em abril. Toda vez que Temer viaja, Maia e Eunício são os sucessores na linha presidencial já que o país não tem atualmente um vice-presidente. Entretanto, pelo calendário eleitoral, desde abril, eles estão impedidos de ocupar interinamente o Palácio do Planalto para não se tornarem inelegíveis para novos mandatos como deputado e senador. Nesses casos, quem tem assumido o cargo é a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia. Os dois congressistas já foram forçados a fazer quatro viagens para o exterior desde abril deste ano. Na terça-feira, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo), já havia indicado que Temer poderia mudar de ideia e resolver viajar, o que foi confirmado pelo Planalto ontem de manhã. "Sabemos do transtorno que hoje representa para os presidentes da Câmara e do Senado, não só pessoalmente, mas para o funcionamento das Casas, uma viagem presidencial", afirmou Marun. "Todavia, haja vista o nível das relações entre Brasil e Paraguai, haja vista esta longa história de amizade e cooperação, o presidente está, sim, avaliando a possibilidade e até a necessidade de estar presente na posse do presidente eleito", disse o ministro. Segundo auxiliares do presidente, Temer decidiu viajar após ver que o esforço concentrado de Maia e Eunício não inclui propostas consideradas polêmicas, como o projeto de lei que viabiliza a privatização de distribuidoras da Eletrobras, em discussão no Senado.
Na entrevista concedida na terça, Marun afirmou que os projetos das distribuidoras e de cessão onerosa continuam sendo as prioridades do governo, que quer que os textos sejam votados ainda em agosto. http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=517541 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: DANIEL CARVALHO e TALITA FERNANDES Da Folhapress – Estado: MT Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site
Clipping Macrologística Agropecuária da Embrapa aumenta sua base de dados 7854309 - EMBRAPA - Brasília - DF - 08/08/2018
O Sistema de Inteligência Territorial da Macrologística Agropecuária expandiu a sua base de dados. A ferramenta estendeu ao ano de 1990 as consultas em sua linha do tempo e ampliou o seu potencial de geração de mapas para mais de 500 mil, a partir das diversas pesquisas e cruzamentos da produção, escoamento e armazenamento das 10 principais cadeias produtivas do agronegócio brasileiro. A evolução da tecnologia desenvolvida pela Embrapa Territorial foi apresentada durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, evento voltado para o segmento de distribuição de veículos, realizado nos dias 7 e 8 de agosto, em São Paulo, SP. Para o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, o Sistema da Macrologística pode auxiliar o posicionamento do setor da distribuição de máquinas e equipamentos frente à dinâmica da agropecuária nacional. “Ele serve para quem faz parte deste processo [logística], não somente para [atores do] agro”, afirmou. As funcionalidades da plataforma atraíram empresários do segmento, que lotaram os mais de 300 lugares do auditório onde foi realizado o evento da Embrapa, dentro do Congresso. Um dos participantes era Ruiten Rezende, diretor da Rezende de Roraima e Amazonas, empresa que trabalha no segmento de automóveis, caminhões e ônibus. O empresário interessou-se pelo estudo de fretes gerados pela agropecuária, presente no sistema. Segundo ele, o atual cenário de tabelamento de fretes influencia a aquisição de caminhões pelos produtores. “Vamos utilizar esse estudo feito pela Embrapa para determinar o nicho de trabalho do nosso pessoal”, disse. Logística agropecuária O Sistema da Macrologística agropecuária foi uma demanda do Ministério da Agricultura à Embrapa. A tecnologia foi estruturada, validada e aperfeiçoada nos últimos dois anos após a análise de diversos órgãos governamentais, associações e demais parceiros envolvidos. Atores do agronegócio recordam a dificuldade de encontrar informações sobre a logística agropecuária antes da elaboração da plataforma. Renato Pavan, presidente da Pavan Engenharia e da Embrasilos, lembrou que, anteriormente, as informações da logística agropecuária disponíveis eram díspares. “Os dados das organizações diferiam”, recorda. Para Evaristo de Miranda, chefe-geral da Embrapa Territorial, “É paradoxal que a agricultura (brasileira) não tivesse um sistema de logística adequada”. Celso Moretti, diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento, afirma que a plataforma possibilita o planejamento e a visão da agropecuária brasileira. Além das 10 cadeias produtivas, já presentes na plataforma, Moretti acredita que futuramente a tecnologia poderá disponibilizar estudos da logística de outros produtos, como os fertilizantes. O sistema visa revelar a dinâmica territorial das cadeias produtivas. “Devido a essa complexidade, ele nunca ficará pronto. Será constantemente atualizado em suas funcionalidades, estudos e séries temporais”, disse Evaristo. Conheça a tecnologia aqui. Dinâmica territorial Gustavo Spadotti, analista da Embrapa Territorial e um dos coordenadores do Sistema da Macrologística, ressalta que a agricultura está sempre explorando novas fronteiras agrícolas. “A logística precisa acompanhar a evolução territorial da produção agropecuária brasileira de forma a atender as novas zonas de produção de grãos, proteínas, fibras e energia”. O sistema e seus resultados permitiram elencar ao governo federal obras prioritárias para sanar os gargalos atuais e futuros. Aldo Rebelo, ex-ministro da Defesa, destaca que as áreas agrícolas mais promissoras estão no Oeste do País, enquanto que as áreas mais industrializadas e povoadas estão concentradas no Leste. Segundo ele, as áreas produtivas estão isoladas. “O desafio é ocuparmos e integrarmos essas áreas isoladas”, observa. Modais Outro ponto debatido no evento da Embrapa foram os modais. Renato Pavan coloca que, hoje, o produtor perde as margens de lucro de sua colheita quando ela sai da fazenda. “Isso ocorre devido à precariedade da armazenagem e logística de alto custo comparado aos concorrentes”, explica. Ele acredita que faltam ferrovias e hidrovias e que as rodovias estão
saturadas. Resiliência Evaristo abordou sobre a análise dos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), estudo que revelou a contribuição do mundo rural na preservação da vegetação nativa. Os dados que metade do Brasil está dedica às áreas protegidas, formadas pelas Unidades de Conservação e as Terras Indígenas, e áreas preservadas. https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/36373092/macrologistica-agropecuariada-embrapa-aumenta-sua-base-de-dados Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site
Clipping A transformação das concessionárias de veículos – AutoIndústria 7854311 - AUTO INDÚSTRIA - 08/08/2018
Por Alzira Rodrigues | alzira@autoindustria.com.br No novo cenário automotivo mundial, as concessionárias deixam de ser apenas revendedoras de veículos e têm de investir cada vez mais em serviços, tornando-se verdadeiros centros de negócios automotivos. Foi esse o principal foco do 28º Congresso & ExpoFenabrave, encerrado na quarta-feira, 8, no Transamérica Expo Center, na capital paulista. Tanto nos debates e palestras como na área de exposição, que reuniu cinquenta empresas, a necessidade de o concessionário se tornar um prestador de serviço foi apresenta como essencial para garantir o sucesso do negócio na área de distribuição. Mas como caminhar nesse sentido? “Como fazer a ponte para o futuro? É essa a pergunta de 1 milhão de dólares”, destacou o vice-presidente da Toyota do Brasil, Miguel Fonseca, na palestra magna que abriu o evento ao destacar que na próxima década carros e transporte autônomos serão uma realidade no mundo. Um dos caminhos, segundo ele, é trazer para a rede de concessionárias as oportunidades que já estão em locadoras e reparadoras, com a prestação de serviços adicionais e apoio à renovação de frotas. LEIA MAIS ?Congresso Fenabrave: os novos desafios do setor. ?Toyota abrirá mais 50 revendas em dois anos Nesse contexto, os principais lançamentos na Expo&Fenabrave foram de serviços e produtos para garantir maior lucratividade às concessionárias e de novas ferramentas de relacionamento para fidelização do cliente. Presentes na mostra desde expositores da área financeira até os de acessórios, equipamentos, Sistemas & Tecnologias, suprimentos e materiais. A Wings, empresa brasileira do segmento de acessórios, aproveitou o evento para lançar um sistema de inteligência artificial que permite interação completa entre veículo e condutor, com as concessionárias tendo acesso aos dados do carro para melhor atender seu cliente. Por meio de um aplicativo, o VAI, Vehicle Artificial Intelligence, monitora todas as informações do funcionamento do carro. “O grande diferencial é que este dispositivo permanece disponível 24 horas e funciona independentemente do condutor estar presente no veículo e conectado via bluetooth ou wifi”, explica João Marcelo Barros, diretor da Wings. “A oferta desta tecnologia no varejo ainda é embrionária no Brasil”. O VAI será comercializado em concessionárias autorizadas – a Wings já fez parceria com a Abradit, dos distribuidores Toyota – e em breve será vendido também via site. A ferramenta foi desenvolvida em conjunto com o Cesar, centro privado de inovação que fica em Pernambuco. A Syonet apresentou na exposição do Transamérica o Syonet Leads 360. É uma plataforma integrada de CMR (gestão de relacionamento com o cliente), gestão de leads e marketing digital que direciona as informações para aumentar a lucratividade do concessionário, de modo que o produto possa transformar o conhecimento em ação de vendas. Dentre os recursos disponíveis na plataforma estão o rastreamento do percurso e custo de cada vendedor externo, via GPS, geração de leads via Google e leads indoor, distribuição e controle inteligente de leads e recursos de conectividade e processos de relacionamento que as montadoras precisam ter em seus sites. Já o Itaú Unibanco lançou na ExpoFenabrave o novo Assistente Digital, plataforma de interação com o cliente que realiza a análise e aprovação de crédito online, e o iCarros Club, um produto iCarros, canal exclusivo para a aquisição de veículos anunciados por empresas terceiras. Rodnei Bernardino de Souza, diretor do Itaú Unibanco; diz que a instituição tem trabalhado de forma intensa para entender toda a jornada do cliente para a compra de um veículo.
“Investimos em tecnologia para desenvolver soluções inovadoras, visando desburocratizar o processo de compra e venda de veículos, melhorar a experiência de consumo e, consequentemente, a eficiência de toda a cadeia automotiva”. Fotos: Divulgação/Fenabrave/Wings http://www.autoindustria.com.br/2018/08/08/a-transformacao-das-concessionarias-deveiculos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping LOGÍSTICA 7854312 - CELEIRO DO NORTE - Sinop - MT - 08/08/2018
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, reforçou na terça-feira (7/8) sua insatisfação com o tabelamento do frete, que segundo ele, vai criar muitos problemas à frente. Maggi diz que, pelas características do Brasil, não há como tabelar o custo do transporte. "Há vários tipos de rodovias, os caminhos são diferentes e botar tudo isso no mesmo pacote não dá certo", afirmou durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, realizado em São Paulo. "Os preços propostos na tabela ficaram muito elevados e a renda do produtor já é pequena." Maggi também afirmou que o tabelamento terá efeitos sobre a inflação. De acordo com ele, não se tratará de uma escalada dos preços, mas de um ajuste. "Com toda certeza. Já se percebe isso impacto sobre os preços não só na área de grãos, mas em cargas gerais, cargas de retorno", citou. "Tudo isso vai levar a um movimento de ajuste no processo inflacionário." No evento, a Embrapa Territorial apresentou o Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária Brasileira, lançado na manhã da terçafeira em Brasília. O sistema, porém, foi pouco abordado por Maggi, que preferiu focar nas questões referentes à safra que será semeada a partir de setembro, diretamente vinculadas ao custo de frete. O ministro admite que a tabela, por ter sido aprovada pelo Congresso, vai passar. Mas prevê que, no futuro, caberão ao produtor os custos do transporte, ao contrário do que acontece hoje, quando tradings se encarregam de retirar o produto da propriedade. Maggi avalia que, da maneira com que o assunto está sendo encaminhado, o governo lança o olhar sobre um processo que é ineficiente e que terá que ganhar escala para ser eficiente. À plateia de revendedores de caminhões, Maggi disse que, inicialmente, o tabelamento do frete vai acarretar uma maior venda de caminhões porque os produtores vão se ocupar do transporte de seus produtos e, com isso, montar suas frotas. Ocorre que, disse o ministro, esses produtores terão que colocar em seus orçamentos o custo de frotas paradas por quatro meses (quando não há produto a transportar), como ocorre com as colheitadeiras. Ao final, Maggi deixou uma mensagem de otimismo aos empresários. Disse que o Brasil passa por uma grave crise, mas que "não acabará". De acordo com ele, a melhor maneira de mudar o quadro é o brasileiro "votar bem". Disse que se o candidato em que cada pessoa votar não for para o segundo turno é importante que se vote no segundo turno no candidato que incorporar parte das propostas do candidato derrotado. "Viva as eleições", gritou. Nome Email Cidade Comentário http://www.celeirodonorte.com.br/VerNoticia/22761 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Sinop País: Tipo Veículo: Site
Clipping Toyota quer a rede 20% maior nos próximos dois anos 7854313 - AUTOMOTIVE BUSINESS - São Paulo - SP - 08/08/2018
Miguel Fonseca durante palestra magna na abertura do 28º Congresso da Fenabrave Com a meta de ampliar sua capilaridade no Brasil, a Toyota planeja aumentar o tamanho da sua rede de concessionárias em 20% pelos próximos dois anos. O projeto de desenvolvimento da rede, que vem sendo aplicado pela empresa há pelo menos três anos, não foi alterado com o Yaris: pelo contrário, o modelo, que vem com a promessa de incrementar a presença da marca em uma importante faixa no mercado brasileiro, é parte dessa estratégia. O executivo abriu os trabalhos do 28º Congresso da Fenabrave, realizado até quarta-feira, 8, no Expo Transamérica, em São Paulo. Na palestra magna, Fonseca destacou a importância do papel da rede na era da transformação digital e como isso pode afetar a relação direta com a montadora. A Toyota é uma das poucas montadoras no Brasil a operar com 100% de sua capacidade. Fonseca indica que ainda assim a marca não está conseguindo atender a demanda. “O desafio é que a capacidade acompanhe a demanda. Etios e Yaris poderiam vender mais”, disse o executivo. Há dois meses, a empresa anunciou que abrirá em novembro o terceiro turno de sua planta de Sorocaba (SP), onde são fabricados os compactos Etios e o Yaris. A medida também valerá para a fábrica de motores em Porto Feliz, também no interior paulista. Para isso, a empresa está em processo de contratação de mais de 800 novos funcionários. Apesar disso, o terceiro turno ainda não terá tempo hábil para gerar um grande efeito para a marca. Segundo Fonseca, tal limitação fará com que a marca cresça apenas 5% este ano, contra os 9% de aumento previsto para o mercado de veículos leves. Ele acredita que a Toyota possa neste ano alcançar o top quatro das marcas mais vendidas no mercado. “Neste momento, nas vendas de agosto, estamos na terceira posição. Podemos chegar ao fim do ano talvez na quarta ou terceira posição do ranking de vendas.” Ao mesmo tempo, as exportações devem crescer de forma mais elevada, como efeito do Yaris. Fonseca lembra que o terceiro turno ampliará a capacidade atual de Sorocaba de 120 mil para 160 mil veículos por ano. Deste total, 35 mil Etios e Yaris serão destinados à exportação. Apesar dos temores atuais com relação a Argentina, principal destino das exportações de veículos do Brasil, a Toyota comemora seu desempenho positivo no mercado vizinho. No ano passado, a empresa fez um volume de vendas de 45 mil unidades. “O Etios está indo bem [na Argentina] e este ano vamos fazer um volume muito maior com ajuda do Yaris”, disse. Sobre a fábrica de Sorocaba, Fonseca lembra que ela foi projetada para que possa duplicar sua dimensão a fim de elevar sua capacidade para 400 mil carros por ano. Ele disse que há uma discussão sobre a possibilidade de sua amplicação, mas não há nada definido. Já a fábrica de Indaiatuba, também no interior paulista, onde é feito o Corolla, não tem potencial para expansão. Atualmente, a unidade opera com dois turnos e segundo Fonseca, não há planos para um terceiro turno. http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/27858/toyota-quer-a-rede-20-maior-nosproximos-dois-anos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Próximo governo terá de concluir reformas, diz Temer 7854218 - ACESSE BRASÍLIA - Brasília - DF - 08/08/2018
Próximo governo terá de concluir reformas, diz Temer 8 de agosto de 2018 8 Twitter Durante o discurso no 28º Congresso e Expo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) na capital paulista, o presidente Michel Temer, afirmou, que o próximo presidente eleito terá que concluir as reformas que não foram finalizadas no governo, como a reforma da previdência. “Fincamos estacas, estabelecemos pilares que nenhum governante que venha conseguirá modificar. Ao contrário, vão ter que continuar com as reformas que começamos e não pudemos concluir”, disse o presidente. Temer ainda ressaltou algumas conquistas durante o mandato, como a economia, que é responsável por 7,4 mil distribuidores de veículos, e pela geração de 300 mil empregos diretos. O presidente disse que o governo vem agindo lado a lado com representantes da indústria de veículos, na elaboração da rota 2030, que impulsiona o desenvolvimento da indústria automotiva. O presidente disse que o programa vai incentivar a produção de mais veículos, com qualidade, segurança e tecnologia. O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços estima que daqui 15 anos, o país terá carros mais eficientes. “Um dos grandes pilares é o estimulo à modernização do setor, fundamental para a recuperação da economia brasileira.” https://acessebrasilia.com/noticias/proximo-governo-tera-de-concluir-reformas-diz-temer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: acessebrasilia Estado: DF Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site
Clipping Tabelamento de frete não vai funcionar, diz ministro da Agricultura 7854220 - SINDIAVIPAR - 09/08/2018
Tabelamento de frete não vai funcionar, diz ministro da Agricultura O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, reforçou sua insatisfação com o tabelamento do frete, que segundo ele, vai criar muitos problemas à frente. Maggi diz que, pelas características do Brasil, não há como tabelar o custo do transporte. “Há vários tipos de rodovias, os caminhos são diferentes e botar tudo isso no mesmo pacote não dá certo”, afirmou durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, realizado em São Paulo. Leia + Fonte: Gazeta do Povo | Online http://www.sindiavipar.com.br/index.php?modulo=5&acao=detalhe&cod=180897 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping "Não acredito que tabelamento de frete vai funcionar", diz ministro 7854228 - NOTÍCIAS AGRÍCOLAS - Engenheiro Coelho - SP - 09/08/2018
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, reforçou na terça-feira (7/8) sua insatisfação com o tabelamento do frete, que segundo ele, vai criar muitos problemas à frente. Maggi diz que, pelas características do Brasil, não há como tabelar o custo do transporte. "Há vários tipos de rodovias, os caminhos são diferentes e botar tudo isso no mesmo pacote não dá certo", afirmou durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, realizado em São Paulo. "Os preços propostos na tabela ficaram muito elevados e a renda do produtor já é pequena." Blaggi também afirmou que o tabelamento terá efeitos sobre a inflação. De acordo com ele, não se tratará de uma escalada dos preços, mas de um ajuste. "Com toda certeza. Já se percebe isso impacto sobre os preços não só na área de grãos, mas em cargas gerais, cargas de retorno", citou. "Tudo isso vai levar a um movimento de ajuste no processo inflacionário." No evento, a Embrapa Territorial apresentou o Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária Brasileira, lançado na manhã da terça-feira em Brasília. O sistema, porém, foi pouco abordado por Maggi, que preferiu focar nas questões referentes à safra que será semeada a partir de setembro, diretamente vinculadas ao custo de frete. Leia a notícia na íntegra no site do Globo Rural com informações do Estadão Conteúdo. https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/logistica/218996-nao-acredito-que-tabelamentode-frete-vai-funcionar-diz-ministro.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Engenheiro Coelho País: Tipo Veículo: Site
Clipping Yaris coloca Toyota à frente da Fiat em agosto - vendas 7854229 - NEW CARS - 09/08/2018
A chegada do Yaris Hatch e Sedã ao mercado já provoca alterações no mercado automotivo brasileiro. A Toyota, que até o momento figurava como 6º ou 7º maior montadora do Brasil, já aparece em agosto em 3º lugar, à frente da Fiat, segundo Miguel Fonseca, vice-presidente executivo da montadora no Brasil (veja aqui). Em palestra durante o 28º Congresso da Fenabrave, o executivo afirmou: “Neste momento, nas vendas de agosto, estamos na terceira posição. Podemos chegar ao fim do ano talvez na quarta ou terceira posição do ranking de vendas.” Continuar lendo » http://bit.ly/1XDR1o1 from CAR.BLOG.BR http://bit.ly/2vwEFF4 http://auto-new1.blogspot.com/2018/08/yaris-coloca-toyota-frente-da-fiat-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: new cars Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Próximo governo terá de concluir reformas, diz Temer 7854230 - FOLHA DE NAVIRAÍ - Naviraí - MS - 08/08/2018
08/08/2018 às 08h34min - Atualizada em 08/08/2018 às 08h34min Próximo governo terá de concluir reformas, diz Temer Comentar FolhaPress O presidente Michel Temer afirmou nesta terça (7) que o próximo presidente eleito no Brasil terá de concluir as reformas que não foram finalizadas em seu governo, como a reforma da Previdência Social. As informações são da Agência Brasil. "Fincamos estacas, estabelecemos pilares que nenhum governante que venha conseguirá modificar. Ao contrário, vão ter que continuar com as reformas que começamos e não pudemos concluir", disse o presidente, em discurso durante congresso da Fenabrave (distribuidora de veículos), em São Paulo. Temer destacou a importância do setor para a economia, como responsável por 7,4 mil distribuidores de veículos, pela geração de 300 mil empregos diretos e por 3,5% do PIB. Disse que os profissionais do setor atuam com dinamismo e agilidade, contribuindo para a recuperação da economia brasileira. ROTA 2030 O presidente disse que o governo vem agindo lado a lado com representantes da indústria de veículos e trabalhadores do setor na elaboração do Programa Rota 2030, que impulsiona o desenvolvimento da indústria automotiva, com total atenção à expectativa dos consumidores. Segundo Temer, o programa vai incentivar a produção de mais veículos, com melhor qualidade, segurança, tecnologia e eficiência energética. https://navirainanet.com.br/noticia/1907/proximo-governo-tera-de-concluir-reformas-diz-temer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Naviraí País: Tipo Veículo: Site
Clipping Ministro não acredita na funcionalidade do tabelamento de frete 7854232 - BRASIL DO TRECHO - 09/08/2018
"Não acredito que tabelamento de frete vai funcionar", diz ministroMinistro da Agricultura, Blairo Maggi, reforçou na terça-feira (7/8) sua insatisfação com o tabelamento do frete, que segundo ele, vai criar muitos problemas à frente. Maggi diz que, pelas características do Brasil, não há como tabelar o custo do transporte. "Há vários tipos de rodovias, os caminhos são diferentes e botar tudo isso no mesmo pacote não dá certo", afirmou durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, realizado em São Paulo. "Os preços propostos na tabela ficaram muito elevados e a renda do produtor já é pequena."Blaggi também afirmou que o tabelamento terá efeitos sobre a inflação. De acordo com ele, não se tratará de uma escalada dos preços, mas de um ajuste. "Com toda certeza. Já se percebe isso impacto sobre os preços não só na área de grãos, mas em cargas gerais, cargas de retorno", citou. "Tudo isso vai levar a um movimento de ajuste no processo inflacionário." No evento, a Embrapa Territorial apresentou o Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária Brasileira, lançado na manhã da terça-feira em Brasília. O sistema, porém, foi pouco abordado por Maggi, que preferiu focar nas questões referentes à safra que será semeada a partir de setembro, diretamente vinculadas ao custo de frete.O ministro admite que a tabela, por ter sido aprovada pelo Congresso, vai passar. Mas prevê que, no futuro, caberão ao produtor os custos do transporte, ao contrário do que acontece hoje, quando tradings se encarregam de retirar o produto da propriedade. Maggi avalia que, da maneira com que o assunto está sendo encaminhado, o governo lança o olhar sobre um processo que é ineficiente e que terá que ganhar escala para ser eficiente.>> Frete mínimo impõe US$ 2 bi a mais para exportadores de grãos, diz AnecÀ plateia de revendedores de caminhões, Maggi disse que, inicialmente, o tabelamento do frete vai acarretar uma maior venda de caminhões porque os produtores vão se ocupar do transporte de seus produtos e, com isso, montar suas frotas. Ocorre que, disse o ministro, esses produtores terão que colocar em seus orçamentos o custo de frotas paradas por quatro meses (quando não há produto a transportar), como ocorre com as colheitadeiras.Ao final, Maggi deixou uma mensagem de otimismo aos empresários. Disse que o Brasil passa por uma grave crise, mas que "não acabará". De acordo com ele, a melhor maneira de mudar o quadro é o brasileiro "votar bem". Disse que se o candidato em que cada pessoa votar não for para o segundo turno é importante que se vote no segundo turno no candidato que incorporar parte das propostas do candidato derrotado. "Viva as eleições", gritou. Fonte: Globo Rural http://www.brasildotrecho.com.br/2018/08/ministro-nao-acredita-na-funcionalidade.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Bus Brasil Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Yaris coloca Toyota à frente da Fiat em agosto - vendas 7854233 - CAR.BLOG.BR - 09/08/2018
A chegada do Yaris Hatch e Sedã ao mercado já provoca alterações no mercado automotivo brasileiro. A Toyota, que até o momento figurava como 6º ou 7º maior montadora do Brasil, já aparece em agosto em 3º lugar, à frente da Fiat, segundo Miguel Fonseca, vice-presidente executivo da montadora no Brasil (veja aqui). Em palestra durante o 28º Congresso da Fenabrave, o executivo afirmou: “Neste momento, nas vendas de agosto, estamos na terceira posição. Podemos chegar ao fim do ano talvez na quarta ou terceira posição do ranking de vendas.” Continuar lendo » http://www.car.blog.br https://www.car.blog.br/2018/08/yaris-coloca-toyota-frente-da-fiatem.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+automotivas+( Car.Blog.BR+) Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: noreply@blogger.com (Sérgio) Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping John Deere vence como "Marca do Ano" em Tratores e Máquinas Agrícolas pela quinta vez consecutiva 7854249 - CULTIVAR - Pelotas - RS - 09/08/2018
A John Deere venceu, pela quinta vez seguida, a premiação "Marca do Ano", promovida pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A cerimônia de entrega ocorreu no 28º Congresso & ExpoFenabrave, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP). Na mesma categoria, a Associação Brasileira dos Distribuidores John Deere (Assodeere ) foi a primeira colocada como a "Associação de Marca do Ano", após ter conquistado o mesmo título em 2017 e 2016. O Marca do Ano, que está na décima edição, conta com votação de concessionários de vários segmentos automotivos para reconhecer as marcas que realizam um trabalho de excelência com seus canais de distribuição em cinco categorias: Automóveis e Comerciais Leves, Caminhões e Ônibus, Motocicletas, Tratores e Máquinas Agrícolas, e Implementos Rodoviários. A votação é online e exige participação de pelo menos 20% dos concessionários de cada empresa. O vencedor é quem tem a melhor média obtida em uma pesquisa de relacionamento com as marcas. "Esse é um prêmio muito importante para nós, e essa sequência de títulos, certamente, é resultado do alinhamento e do esforço e investimento conjunto e contínuo, da John Deere e da Rede de Concessionários, no aperfeiçoamento do processo de vendas, bem como nas atividades de suporte aos clientes no Pós-Vendas e no fornecimento de mecanismos de Agricultura de Precisão. Os serviços personalizados, disponibilidade de peças, assistência e tecnologia especializada são diferenciais para os clientes da John Deere, que podem aproveitar o máximo potencial e desempenho de suas máquinas, por muito mais tempo. É dessa forma que, juntamente com a Rede de Concessionários, transformamos clientes em parceiros de longo prazo", disse Airton Luiz Rohde, diretor financeiro para América do Sul da John Deere, que recebeu o troféu nesta terça-feira. A John Deere possui mais de 270 pontos de concessionários. https://www.grupocultivar.com.br/noticias/john-deere-vence-como-marca-do-ano-em-tratorese-maquinas-agricolas-pela-quinta-vez-consecutiva Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Comunicação John Deere Estado: RS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Pelotas País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fenabrave negocia ativar Renave e renovação de frota com o governo 7854250 - SHR EDITORIAL - 09/08/2018
Alarico Assumpção Júnior recebe Michel Temer para abertura do 28º Congresso Fenabrave O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Junior, aproveitou a presença de Michel Temer e de outras autoridades na cerimônia de abertura do 28º Congresso Fenabrave, na terça-feira, 7, em São Paulo, para reforçar a necessidade de agilizar dois assuntos importantes para o setor e que estão esquecidos pelo governo: o primeiro se refere ao Renave, sistema informatizado para a transferência de titularidade de veículos, e o segundo é sobre o Programa de Sustentabilidade, projeto de renovação de frota que reúne propostas e medidas que vêm sendo pleiteados por diversas entidades de classe desde 2013. Durante seu discurso, Assumpção destacou as conquistas do setor junto ao governo, mas disse que ainda há pendências a resolver. Na ocasião, Temer afirmou que vai receber os dirigentes da entidade no Palácio do Planalto. “O assunto não estava morto, estava em stand by. O pedido permanece e ele vai nos atender novamente, vai abrir a agenda para nos receber e para nós nos posicionarmos”, disse o presidente da Fenabrave. Embora nada deva ser resolvido este ano ou neste governo, Assumpção acredita que o reforço dos pedidos podem gerar a criação de condições para que os projetos entrem em vigor. Ele admite que no caso do programa de renovação de frota, o assunto está parado e ainda há alguns pontos a serem acertados. O projeto foi elaborado por 19 instituições, entre elas a Anfavea, o Sindipeças e a Fenabrave, além de sindicatos de trabalhadores e representantes da cadeia de insumos, e apresentado pela primeira vez ao governo em novembro de 2013 e foi reapresentado ao MDIC em setembro de 2016 na ocasião da troca de ministro da pasta (leia aqui). Seu principal objetivo é promover a sustentabilidade da frota de veículos em circulação no Brasil. Alarico aponta que as medidas visam agilizar a retirada de veículos antigos e poluidores das ruas e em contrapartida oferecer facilidades de compra de carros novos ou mesmo usados de menor quilometragem e que estejam em melhores condições de rodagem. Tal alternativa, segundo ele, pode elevar em 500 mil unidades a venda total de automóveis e comerciais no primeiro ano do programa. Para caminhões, a estimativa é de vendas adicionais de 30 mil unidades. “Temos uma frota velha e sucateada de caminhões, mas o proprietário não precisa ir direto para o modelo novo, ele pode sair de um caminhão de 30 anos para um de 15 ou 10 anos, até porque muitos não têm fôlego para comprar um caminhão zero quilômetro”, relembra. Já o Renave, Registro Eletrônico de Transferência de Veículos, foi aprovado em janeiro de 2017 e entrou em vigor em julho do mesmo ano (leia aqui), mas ainda não foi aplicado. O sistema prevê que a transferência de titularidade seja feita de forma totalmente eletrônica. No caso de uma concessionária ou uma revenda independente, um carro recebido como parte do pagamento para a compra de um novo é registrado duas vezes: na hora da compra pela loja e na hora de sua venda para um terceiro. Este processo demora em torno de 25 a 30 dias, em média. No sistema previsto pelo Renave, um único registro é o suficiente para a compra e a venda. “Temer ficou de ver a possibilidade de agilizar, até porque o Denatran está sob o controle do Ministério das Cidades”, disse. Alarico lembra que a medida já é lei, mas falta a integração dos sistemas de inteligência dos Detrans (estaduais) com o Denatran, de responsabilidade do Serpro. Segundo o dirigente, as transferências ainda são feitas via papel. Para ele, com a medida aplicada, haveria economia não só de tempo, mas de custo com despesas burocráticas e de cartório. “Haveria um ganho [economia] de R$ 6 bilhões com o fim das duplicidades do registro de entrada e saída, uma vez que um registro de troca de titularidade custa entre R$ 900 e R$ 1 mil. Com o Renave, o custo vai a R$ 150, R$ 180, porque você não tem a duplicidade e a burocracia. Hipoteticamente, estamos falando de um processo que cai de 30 dias para algo entre três e cinco dias”, explicou. Fonte: Automotive Business 09/08/2018
http://www.shreditorial.com.br/fenabrave-negocia-ativar-renave-e-renovacao-de-frota-com-ogoverno/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Dila Ferreira Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES vai dividir riscos com instituições privadas 7854251 - O DIÁRIO.COM - Maringá - PR - 09/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 8, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dyogo disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. http://maringa.odiario.com/economia/2018/08/presidente-do-bndes-vai-dividir-riscos-cominstituicoes-privadas/2509673/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Maringá País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854259 - JORNAL FLORIPA - Florianópolis - SC - 08/08/2018
GERAL - 08/08/2018 14h16 ? ?? Tweet ? O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo.
Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz. ? http://www.jornalfloripa.com.br/agencia/noticia.php?id=26816086 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Florianópolis País: Tipo Veículo: Site
Clipping BNDES vai propor divisão dos riscos a bancos 7854260 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - Belo Horizonte - MG - 09/08/2018
São Paulo - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse ontem que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participou do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES - a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave, na terça-feira (7) - fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, destacou Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Momento favorável - O presidente da instituição afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa de juro nominal da economia - a Selic se encontra em 6,50% ao ano - e a inflação, que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, ressaltou o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo projetou ainda que a inflação ficará nos atuais patamares, porque não há motivos para alta generalizada de preços. Eletrobras - O projeto de lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela aprovação do projeto. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, o governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz. http://diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=bndes_vai_propor_divis%EF%BF%BDo_dos_r iscos_a_bancos&id=196393 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 09/08/2018
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site
Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854265 - DIÁRIO INDÚSTRIA & COMÉRCIO - Curitiba - PR - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
+ Populares http://www.diarioinduscom.com/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscos-operacionaiscom-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site
Clipping Arquivos Projeto de renovação de frota - Portal Lubes 7854268 - PORTAL LUBES - Rio de Janeiro - RJ - 08/08/2018
Projeto de renovação de frota revive no Congresso Fenabrave 08/08/2018 0 O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, aproveitou a presença de autoridades do governo federal na abertura do 28º Congresso & Expo Fenabrave para levantar propostas pendentes do setor... http://portallubes.com.br/tag/projeto-de-renovacao-de-frota/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site
Clipping Produtores buscam alternativas para contornar tabelamento 7854269 - PORTAL DBO - São Paulo - SP - 08/08/2018
Foto: André Kasczeszen/Agência Paraná de Notícias. Produtores de Mato Grosso estão buscando alternativas para contornar a incerteza e o aumento dos custos decorrente do tabelamento do frete. Segundo Edeon Vaz Ferreira, diretor executivo do Movimento Pró-Logística do Estado, várias iniciativas, como a compra de caminhões, já estão sendo colocadas em prática. “Você tem produtores que tinham caminhões e mantinham eles somente para a safra e agora estão colocando esses veículos para rodar, e tem também a locação de caminhões. O produtor aluga e contrata o autônomo como motorista”, disse Ferreira no 28º Congresso Fenabrave. De acordo com ele, em Mato Grosso, o tabelamento do frete tem resultado em alta de 30% a 50% nos valores do transporte, dependendo da região. O principal problema está no escoamento da safrinha, porque a saída da soja atrasou. Com isso, já existem casos de milho a céu aberto. “Há também a questão dos fertilizantes, que ainda não chegaram. Começamos o plantio em meados de setembro, então está apertado”. O Movimento Pró-Logística é contra o tabelamento e espera que a medida seja considerada inconstitucional pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. Ele deve tomar uma decisão apenas após a audiência pública de 27 de agosto. “Frete é reflexo de mercado. Se você tem muito caminhão e pouca carga, o valor cai. Se tem muita carga e pouco caminhão, o frete sobe. O tabelamento é uma defesa dos autônomos que não fecha a conta e está sendo ruim para eles mesmos, que estão sem carga. E não é bom para a sociedade, porque tem impacto no preço de vários produtos”, afirmou Ferreira. Caso o ministro do STF considere a medida constitucional, o setor terá que aguardar a publicação da nova tabela pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Segundo Ferreira, o órgão já afirmou que só liberará uma nova versão depois das audiências públicas. “A nossa previsão é que saia por volta de outubro. Até lá vamos ter que nos virar”. Em relação à dependência do modal rodoviário no país, o diretor executivo acredita que o problema está nas longas distâncias. “Não vamos ficar sem o transporte rodoviário. Precisamos alimentar as ferrovias e as hidrovias, então sempre vamos precisar dos caminhões. O que a gente busca é que o caminhão faça o frete curto: entre a unidade produtora e o trem ou a hidrovia e pare com esse negócio de transportar grão por 2 mil km”. Segundo ele, os principais projetos de logística para o escoamento de grãos de Mato Grosso têm avançado – uns ainda na fase de estudos e outros já em obras. Investimentos chineses Sobre a possibilidade de os chineses investirem em infraestrutura no Brasil para facilitar o escoamento da soja, por conta da guerra comercial, Ferreira disse que ainda não tem visto nada de concreto. “Os chineses pensam muito para tomar uma decisão. Até agora não decidiram nada. Entraram no mercado brasileiro comprando tradings, projetos de portos e empresas de engenharia. Mas ainda não houve manifestação deles de investir diretamente em uma ferrovia, uma hidrovia”. Para ele, a insegurança jurídica, a falta de bons projetos e a demora no licenciamento ambiental são problemas que podem afastar esses investimentos de empresas e governos estrangeiros. https://portaldbo.com.br/produtores-buscam-alternativas-para-contornar-tabelamento/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Portal DBO Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fenabrave negocia ativar Renave e renovação de frota com o governo 7854270 - AUTOMOTIVE BUSINESS - São Paulo - SP - 08/08/2018
Alarico Assumpção Júnior recebe Michel Temer para abertura do 28º Congresso Fenabrave O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Junior, aproveitou a presença de Michel Temer e de outras autoridades na cerimônia de abertura do 28º Congresso Fenabrave, na terça-feira, 7, em São Paulo, para reforçar a necessidade de agilizar dois assuntos importantes para o setor e que estão esquecidos pelo governo: o primeiro se refere ao Renave, sistema informatizado para a transferência de titularidade de veículos, e o segundo é sobre o Programa de Sustentabilidade, projeto de renovação de frota que reúne propostas e medidas que vêm sendo pleiteados por diversas entidades de classe desde 2013. Durante seu discurso, Assumpção destacou as conquistas do setor junto ao governo, mas disse que ainda há pendências a resolver. Na ocasião, Temer afirmou que vai receber os dirigentes da entidade no Palácio do Planalto. Embora nada deva ser resolvido este ano ou neste governo, Assumpção acredita que o reforço dos pedidos podem gerar a criação de condições para que os projetos entrem em vigor. Ele admite que no caso do programa de renovação de frota, o assunto está parado e ainda há alguns pontos a serem acertados. O projeto foi elaborado por 19 instituições, entre elas a Anfavea, o Sindipeças e a Fenabrave, além de sindicatos de trabalhadores e representantes da cadeia de insumos, e apresentado pela primeira vez ao governo em novembro de 2013 e foi reapresentado ao MDIC em setembro de 2016 na ocasião da troca de ministro da pasta (leia ). Seu principal objetivo é promover a sustentabilidade da frota de veículos em circulação no Brasil. Alarico aponta que as medidas visam agilizar a retirada de veículos antigos e poluidores das ruas e em contrapartida oferecer facilidades de compra de carros novos ou mesmo usados de menor quilometragem e que estejam em melhores condições de rodagem. Tal alternativa, segundo ele, pode elevar em 500 mil unidades a venda total de automóveis e comerciais no primeiro ano do programa. Para caminhões, a estimativa é de vendas adicionais de 30 mil unidades. “Temos uma frota velha e sucateada de caminhões, mas o proprietário não precisa ir direto para o modelo novo, ele pode sair de um caminhão de 30 anos para um de 15 ou 10 anos, até porque muitos não têm fôlego para comprar um caminhão zero quilômetro”, relembra. Já o Renave, Registro Eletrônico de Transferência de Veículos, foi aprovado em janeiro de 2017 e entrou em vigor em julho do mesmo ano (leia ), mas ainda não foi aplicado. O sistema prevê que a transferência de titularidade seja feita de forma totalmente eletrônica. No caso de uma concessionária ou uma revenda independente, um carro recebido como parte do pagamento para a compra de um novo é registrado duas vezes: na hora da compra pela loja e na hora de sua venda para um terceiro. Este processo demora em torno de 25 a 30 dias, em média. No sistema previsto pelo Renave, um único registro é o suficiente para a compra e a venda. “Temer ficou de ver a possibilidade de agilizar, até porque o Denatran está sob o controle do Ministério das Cidades”, disse. Alarico lembra que a medida já é lei, mas falta a integração dos sistemas de inteligência dos Detrans (estaduais) com o Denatran, de responsabilidade do Serpro. Segundo o dirigente, as transferências ainda são feitas via papel. Para ele, com a medida aplicada, haveria economia não só de tempo, mas de custo com despesas burocráticas e de cartório. “Haveria um ganho [economia] de R$ 6 bilhões com o fim das duplicidades do registro de entrada e saída, uma vez que um registro de troca de titularidade custa entre R$ 900 e R$ 1 mil. Com o Renave, o custo vai a R$ 150, R$ 180, porque você não tem a duplicidade e a burocracia. Hipoteticamente, estamos falando de um processo que cai de 30 dias para algo entre três e cinco dias”, explicou. http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/27860/fenabrave-negocia-ativar-renave-erenovacao-de-frota-com-o-governo Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo
Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fenabrave premia as melhores marcas de veículos em cinco segmentos 7854292 - AUTOMOTIVE BUSINESS - São Paulo - SP - 08/08/2018
O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, entrega os troféus para o vicepresidente da Toyota, Miguel Fonseca, e para o presidente da Abradit As melhores marcas de veículos e suas respectivas associações de distribuição foram premiadas pela Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, durante a cerimônia de abertura do 28º Congresso Fenabrave, que está sendo realizado até a quarta-feira, 8, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Os escolhidos foram contemplados em cinco categorias: Automóveis e Comerciais Leves, Caminhões, Implementos, Tratores e Máquinas e Motos, com base na classificação obtida por meio do resultado da 23ª edição da pesquisa da Fenabrave, que avalia o relacionamento com as marcas. O levantamento, feito de forma online, foi realizado pela consultoria Scheuer entre maio e junho deste ano e contou com 100% de participação das concessionárias do País, ligadas a 13 associações de marca. A premiação considera a participação mínima de 20% dos concessionários de cada marca. Foram eleitos aqueles que obtiveram as melhores médias das notas atribuídas às questões relacionadas à parte geral. Neste ano, a média de participação total do setor foi de mais de 55%. “Essa pesquisa é sempre um forte termômetro do relacionamento das montadoras e associações de marca com suas redes, destacando aspectos que precisam ser observados ou fortalecidos, assim como os considerados positivos”, comenta o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Os premiados como Marca do Ano e Associação de Marca do Ano em cada categoria foram: Automóveis e Comerciais Leves: Marca do Ano - Toyota Associação de Marca do Ano - ABRADIT - Associação Brasileira dos Distribuidores Toyota Caminhões: Marca do Ano - DAF Associação de Marca do Ano - ASSODAF - Associação Brasileira dos Distribuidores DAF Implementos Rodoviários: Marca do Ano - Librelato Associação de Marca do Ano - ABRALIB - Associação Brasileira de Distribuidores Librelato Tratores e Máquinas Agrícolas: Marca do Ano – John Deere Associação de Marca do Ano - ASSODEERE - Associação Brasileira dos Distribuidores John Deere Motocicletas: Marca do Ano - Triumph Associação de Marca do Ano - ABRAT - Associação Brasileira dos Concessionários Triumph. http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/27859/fenabrave-premia-as-melhores-marcasde-veiculos-em-cinco-segmentos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Clipping A renovação de frota e os moinhos 7854293 - AUTO INDÚSTRIA - 08/08/2018
A renovação de frota e os moinhos gguimaraes 3 horas atrás Por George Guimarães | george@autoindustria.com.br Em congresso realizado em São Paulo esta semana, a Fenabrave voltou a levantar a bandeira pela renovação de frota, como relata a jornalista Alzira Rodrigues em matéria do AutoIndústria da terça-feira, 7 de agosto. O objetivo e o ato são antigos. Bota antigos nisso! Essa é, de longe, a mais longa das novelas que os brasileiros já assistiram. Consta que na década de 60 a telenovela “Redenção”, da há muito tempo finada TV Excelsior, teve 596 capítulos e durou algo como três anos. É considerada a mais longa da história. No entanto, o folhetim não teria essa fama caso a busca por um programa que retire carros e caminhões inseguros, poluentes e sem condições de rodar nas ruas e estradas pudesse ser relacionada no mesmo ranking da teledramaturgia. Lá se vão quase três décadas de tentativas, cobranças, reclamos, campanhas, promessas, projetos e… nada! Isso ainda que governos, indústria, academia, entidades ligadas ao trânsito e meio ambiente — todos simultaneamente — reconheçam a necessidade de se ter alguma solução para um problema que também impacta na conta da saúde, sem mencionar na quantidade de mortos, semelhante à de uma guerra civil por ano. A última tentativa de o Brasil ter um programa do gênero, em 2016, envolveu dezenove entidades, inclusive sindicatos de trabalhadores, na elaboração de (mais) um projeto. Mais uma vez não faltaram, na boca de muitos, a expressão “Agora vai!”. Afinal, o próprio governo garantira naqueles dias que, sim!, a renovação de frota entraria em vigor já no ano seguinte. O programa, calculavam seus idealizadores, poderia representar vendas adicionais anuais da ordem de 500 mil automóveis e comerciais leves e outros 30 mil caminhões, de longe a frota mais carcomida. Não implicava nenhuma revolução e nada muito diferente do que já se viu e vê em vários países: por meio da concessão de incentivos financeiros, os consumidores trocariam seu veículos velhos e poluentes por outros mais novos, ainda que também usados. Até chegar àqueles que poderiam comprar um zero-quilômetro. Qual o quê ?! Tudo na mesma. Nada saiu dos gabinetes ou do papel. A razão para essa recorrente frustração, mais uma vez, é o dinheiro! Quem vai pagar a conta ou a maior parte dela? Se não se chegou a um bom termo em períodos bem mais auspiciosos do País, o que dirá neste momento de economia anêmica e mercado de veículos que começa a reagir — é verdade —, mas está a meio caminho de onde chegou há alguns anos. Sem falar no caso específico do segmento de caminhões, hoje menos da metade do que já foi. Tocar novamente no assunto não custa nada, tem seus méritos. O que custa mesmo é obter a resposta de quem, afinal, vai pagar a conta. Enquanto ela não estiver clara para todos, tudo seguirá como numa novela, como quixotescas batalhas e discursos contra moinhos de ventos. Foto: Pixabay Categorias: Blog da Redação Tags: Alarico Assumpção, caminhões, carros, Fenabrave, programa, renovação de frota Deixar um comentário http://www.autoindustria.com.br/2018/08/08/16333/amp/ Ficha Técnica
Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping "Não acredito que tabelamento de frete vai funcionar", diz ministro 7854297 - ASGAV - 09/08/2018
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, reforçou na terça-feira (7/8) sua insatisfação com o tabelamento do frete, que segundo ele, vai criar muitos problemas à frente. Maggi diz que, pelas características do Brasil, não há como tabelar o custo do transporte. "Há vários tipos de rodovias, os caminhos são diferentes e botar tudo isso no mesmo pacote não dá certo", afirmou durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, realizado em São Paulo. "Os preços propostos na tabela ficaram muito elevados e a renda do produtor já é pequena." Blaggi também afirmou que o tabelamento terá efeitos sobre a inflação. De acordo com ele, não se tratará de uma escalada dos preços, mas de um ajuste. "Com toda certeza. Já se percebe isso impacto sobre os preços não só na área de grãos, mas em cargas gerais, cargas de retorno", citou. "Tudo isso vai levar a um movimento de ajuste no processo inflacionário." No evento, a Embrapa Territorial apresentou o Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária Brasileira, lançado na manhã da terça-feira em Brasília. O sistema, porém, foi pouco abordado por Maggi, que preferiu focar nas questões referentes à safra que será semeada a partir de setembro, diretamente vinculadas ao custo de frete. O ministro admite que a tabela, por ter sido aprovada pelo Congresso, vai passar. Mas prevê que, no futuro, caberão ao produtor os custos do transporte, ao contrário do que acontece hoje, quando tradings se encarregam de retirar o produto da propriedade. Maggi avalia que, da maneira com que o assunto está sendo encaminhado, o governo lança o olhar sobre um processo que é ineficiente e que terá que ganhar escala para ser eficiente. À plateia de revendedores de caminhões, Maggi disse que, inicialmente, o tabelamento do frete vai acarretar uma maior venda de caminhões porque os produtores vão se ocupar do transporte de seus produtos e, com isso, montar suas frotas. Ocorre que, disse o ministro, esses produtores terão que colocar em seus orçamentos o custo de frotas paradas por quatro meses (quando não há produto a transportar), como ocorre com as colheitadeiras. Fonte: Estadão Conteúdo Créditos da Imagem: Fernando Martinho/Ed. Globo http://www.asgav.com.br/index.php/noticias-interna/-nao-acredito-que-tabelamento-de-fretevai-funcionar-diz-ministro-1003 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854298 - MEON - São José dos Campos - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://meon.com.br/noticias/economia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São José dos Campos País: Tipo Veículo: Site
Clipping DEKRA e AutoAvaliar integram laudos de vistoria com ferramenta de avaliação de veículos 7854299 - SEGS - Santos - SP - 08/08/2018
Parceria é oficializada no 28º Congresso Fenabrave, realizado entre os dias 07 e 08 de agosto, no Transamérica Expo Center Solução criada pelas duas empresas reduz custos de avaliação e maximiza o resultado na venda de semi novos para as concessionárias A DEKRA, líder mundial em inspeção técnica veicular, e a AutoAvaliar, plataforma líder de avaliação de veículos seminovos no Brasil, acabam de estabelecer uma parceria e passam a oferecer uma solução que integra laudos de vistoria com serviços de avaliação e business intelligence. O projeto é oficializado durante o 28º CONGRESSO & EXPOFENABRAVE, realizado entre os dias 07 e 08 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP). O mercado de veículos usados movimenta R$360 bilhões ao ano e uma das dificuldades das concessionárias e lojistas é o processo de avaliação dos veículos usados que entram na negociação. A proposta das duas empresas é resolver, de forma definitiva, as imprecisões, as possibilidades de fraudes, os altos custos com avaliador e a falta de padronização além de gerar indicadores no sistema de avaliação dos veículos ofertados pelos clientes, na troca por outro modelo no varejo. Agora, com a parceria, a DEKRA passa a alocar um profissional para fazer a coleta de fotos e dados do veículo para a avaliação dentro da loja ou concessionária, utilizando o sistema da AutoAvaliar e apoiando a melhor decisão na mesa de compras. Após a decisão de compra, a DEKRA realiza o serviço DEKRA Garantido, que verifica mais de 250 itens do veículo como procedência, histórico, pintura e estrutura e mais de 100 itens voltados ao estado de conservação, como rasgos no banco, lataria e pneus. A emissão de laudos agora está integrada à plataforma AutoAvaliar, possibilitando divulgar anúncios com certificado DEKRA simultaneamente nos maiores portais de classificados de veículos do país, trazendo destaque e valorização na hora de vender. “Desta forma, o estabelecimento tem uma gestão completa do estoque de seminovos e usados, resultando em maior liquidez e fluxo rápido de veículos na loja, impactando ainda na decisão de estocá-los ou repassá-los. Com essa mudança, as concessionárias reduzem os custos, aumentam sua rentabilidade, tornam a avaliação imparcial e agilizam as vendas”, explica Daniel Nino, sócio-diretor da AutoAvaliar. “A união das empresas alia a capilaridade da DEKRA - presente em 4800 municípios e cobrindo todos os estados do Brasil - e seu processo de certificação de veículos, com a penetração e liderança da Auto Avaliar na avaliação e venda de seminovos no mercado B2B. Uma união de líderes proporcionando profissionalismo, resultados financeiros e segurança para nossos clientes”, comenta Mario Cassio Maurício, CEO do Grupo DEKRA Brasil. Sobre o Grupo DEKRA Fundada em 1925, a DEKRA é líder em teste de segurança de veículos automotores na Europa e líder mundial em inspeção técnica veicular. Organizada em três unidades de negócios - DEKRA Automotivo, DEKRA Industrial e DEKRA Personal, suas 180 empresas consolidadas empregam mais de 37 mil colaboradores, nos mais de 50 países em que atua. Com sede em Stuttgart, Alemanha, atingiu faturamento de 2,6 bilhões de euros em 2016. No Brasil desde 1995, a empresa avalia R$ 60 bilhões em riscos anualmente. Possui operações em todos os estados brasileiros e uma rede de cobertura em mais de 4800 municípios, além de atender toda cadeia do setor automotivo, como seguradoras, financeiras, corretores, montadoras, locadoras, centros automotivos, concessionárias entre outros. Mais informações em https://www.dekra.com.br. https://www.segs.com.br/veiculos/129311-dekra-e-autoavaliar-integram-laudos-de-vistoriacom-ferramenta-de-avaliacao-de-veiculos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE
Categoria: Fenabrave Cidade: Santos País: Tipo Veículo: Site
Arquivo Interno:
Clipping Faturamento da MAN, roubo de cargas, Librelato e Iveco Daily movido a gás no boletim de hoje | Transporte Mundial 7854300 - TRANSPORTE MUNDIAL - 08/08/2018
Em comunicado mundial, a MAN Group destaca desempenho da MAN Latin America no relatório econômico divulgado hoje (8/08). Segundo o comunicado, a A MAN Latin America vendeu 17.335 veículos comerciais (caminhões das marcas Volkswagen e MAN e ônibus da marca Volksbus) no primeiro semestre do ano, um aumento de 48%. Sua receita de vendas subiu para € 674 milhões (cerca de R$ 2,9 bilhões) e a empresa também aumentou sua participação de mercado para 28% nos emplacamentos de caminhões com PTB a partir de 5 toneladas. O CEO da MAN, Joachim Dress, disse: “A demanda por veículos comerciais no Brasil, que ainda permanece um pouco deprimida, subiu drasticamente, e a MAN Latin America tem conseguido defender sua posição de liderança no mercado. No entanto, o mercado ainda permanece em um nível baixo – com muito espaço para melhorias”. >>> Faturamento da Fras-le cresce 34,8% Fabricante de componentes para montadoras de veículos comerciais e implementos rodoviários, a Fras-le é mais uma que apresenta resultado positivo no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano passado. A empresa teve receita líquida consolidada de R$ 529,2 milhões, uma evolução de 34,8%. >>> Setor privado e público no combate do roubo de cargas As empresas de rastreamento têm sido cada vez mais importantes para o combate das quadrilhas de roubo de carga. A equipe de inteligência da política e da IGR Buonny trabalharam em conjunto, o que resultou na prisão, no dai 31 de julho, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), dezesseis pessoas foram detidas em cumprimento a 25 mandados de prisão e 39 de busca e apreensão. Foram apreendidos seis carros, seis carretas, três motocicletas e dois cavalos, além de inibidores de sinais (jammers), oito armas de fogo e cocaína. >>> Distribuidor do ano A fabricante de implementos rodoviários Librelato e sua associação de revendedores Abralib – Associação Brasileira de Concessionários Librelato – receberam os prêmios “Marca do Ano” e “Associação de Marca do Ano”, respectivamente, entregues pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, durante Cerimônia de Aberturado 28º Congresso & ExpoFenabrave, realizado São Paulo (SP). Votam para essa eleição os representantes das concessionárias de todas as marcas associadas à Fenabrave. >>> Daily movido a gás natural Este ano faz duas décadas em que o primeiro veículo comercial leve com motor movido a GNC (gás natural comprimido) foi comercialmente lançado. Tratava-se do ECODaily, apresentado ao mercado em 1998. Hoje, 20 depois, a tecnologia ainda não está disponível para o transportador brasileiro. A Iveco conta com Daily GNV (Gás Natural Veicular) em teste, mas a viabilidade comercial ainda não foi alcançada. Parte se deve a falta de infraestrutura de abastecimento, restrita a poucos centros urbanos, e a falta de interesse dos embarcadores, mesmo de empresas com alta investimento em tecnologias mais limpas nos Estados Unidos e Europa, como DHL, Fedex, UPS e Coca-Cola. >>> Nova versão para Fiat Strada Freedom cabine dupla é o destaque da linha 2019 da Fiat Strada. Ela chega custando R$ 71.990, com os seguintes equipamentos de série: rodas de liga leve de 14 polegadas, faróis de neblina, capota marítima e sensor de estacionamento traseiro, vidros, travas e retrovisores com ajuste elétrico, som com entrada USB para carregar dispositivos e ler dados, volante de couro com comandos de áudio, porta-luvas iluminado e para-sóis com espelhos. Como opcional pode receber central multimídia com tela de 6,2 polegadas, leitor de DVD, GPS e câmera de ré. As demais versões seguem disponíveis. - Publicidade NEWSLETTER Nome Email
ASSINATURA PROMOÇÃO NOSSAS REDES SOCIAIS 22,260 Fãs Curtir 1,997 Seguidores Seguir 1,314 Seguidores Seguir 6,388 Inscritos Inscrever AS MAIS LIDAS DA SEMANA http://transportemundial.com.br/man-mundial-e-outras-noticias/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854302 - TRIBUNA DO INTERIOR - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://www.tribunadointerior.com.br/noticia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do Bndes diz que vai dividir riscos operacionais com bancos privados 7854304 - JORNAL DO COMÉRCIO - Porto Alegre - RS - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (Bndes), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira (8) que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do Bndes. "Todos os bancos têm de operar as linhas do Bndes. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do ndes", disse ele. O presidente do banco público, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira (7), fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do Bndes, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. O presidente do Bndes afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do Bndes, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse o presidente do Bndes. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. O governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz. https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/08/642698-presidente-dobndes-diz-que-vai-dividir-riscos-operacionais-com-bancos-privados.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE
Categoria: Fenabrave
Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854305 - HOJE ES - Vitória - ES - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
Francisco Carlos de Assis Estadao Conteudo Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://eshoje.com.br/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscos-operacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Multimídia ESHOJE Estado: ES Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Vitória País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854314 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2546506/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividirriscos-operacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854318 - ZERO HORA - Porto Alegre - RS - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2018/08/presidente-do-bndes-diz-que-vaidividir-riscos-operacionais-com-bancos-cjkld2r4l00mb01nrpfwxu1pr.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: RS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854320 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=291472&t=Presidente+do+BNDES+diz+que +vai+dividir+riscos+operacionais+com+bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Guarulhos País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854325 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 08/08/2018
08/08/2018 | 13:36 Comentário(s) Comunicar erros O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral.
Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz. https://www.dgabc.com.br/Noticia/2917197/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854327 - FOLHA VITÓRIA - Vitória - ES - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://novo.folhavitoria.com.br/economia/noticia/08/2018/presidente-do-bndes-diz-que-vaidividir-riscos-operacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: ES Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Vitória País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854328 - TRIBUNA DO SERTÃO - Palmeira dos Índios - AL - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
Autor: Francisco Carlos de Assis Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadosertao.com.br/2018/08/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Palmeira dos Índios País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854329 - TRIBUNA - Curitiba - PR - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://www.tribunapr.com.br/noticias/economia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividirriscos-operacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854330 - JORNAL ALÔ BRASÍLIA - Brasília - DF - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
AE http://www.alo.com.br/noticias/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscos-operacionaiscom-bancos-448266 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854331 - JORNAL DO BRASIL - Rio de Janeiro - RJ - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://m.jb.com.br/economia/noticias/2018/08/08/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividirriscos-operacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Estado: RJ Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854332 - BLOG O POVO ONLINE - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
Agência Estado https://www.opovo.com.br/noticias/economia/ae/2018/08/presidente-do-bndes-diz-que-vaidividir-riscos-operacionais-com-bancos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854334 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
Fonte: Estadão Conteúdo http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividirriscos-operacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854335 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://www.istoedinheiro.com.br/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscos-operacionaiscom-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854344 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://www.acritica.net/editorias/economia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos/315737/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Campo Grande País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854345 - METRO NEWS - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://www.metronews.com.br/eeconomia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854346 - O DIÁRIO.COM - Maringá - PR - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://maringa.odiario.com/economia/2018/08/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos/2509502/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Maringá País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854347 - TAROBANEWS - Curitiba - PR - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://tarobanews.com/noticias/economia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos-Ldxqn.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854348 - UOL - São Paulo - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2018/08/08/presidente-do-bndes-dizque-vai-dividir-riscos-operacionais-com-bancos.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854349 - DIÁRIO DE NOTICIAS - São Paulo - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://www.diariodenoticias.com.br/economia/199087/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividirriscos-operacionais-com-bancos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854350 - JORNAL DO BRASIL - Rio de Janeiro - RJ - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://www.jb.com.br/economia/noticias/2018/08/08/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividirriscos-operacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Jornal do Brasil Estado: RJ Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site
Clipping "Não acredito que tabelamento de frete vai funcionar", diz ministro 7854371 - GLOBO RURAL - São Paulo - SP - 08/08/2018
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, reforçou na terça-feira (7/8) sua insatisfação com o tabelamento do frete, que segundo ele, vai criar muitos problemas à frente. Maggi diz que, pelas características do Brasil, não há como tabelar o custo do transporte. "Há vários tipos de rodovias, os caminhos são diferentes e botar tudo isso no mesmo pacote não dá certo", afirmou durante o 28º Congresso e ExpoFenabrave, realizado em São Paulo. "Os preços propostos na tabela ficaram muito elevados e a renda do produtor já é pequena." Blaggi também afirmou que o tabelamento terá efeitos sobre a inflação. De acordo com ele, não se tratará de uma escalada dos preços, mas de um ajuste. "Com toda certeza. Já se percebe isso impacto sobre os preços não só na área de grãos, mas em cargas gerais, cargas de retorno", citou. "Tudo isso vai levar a um movimento de ajuste no processo inflacionário." No evento, a Embrapa Territorial apresentou o Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária Brasileira, lançado na manhã da terça-feira em Brasília. O sistema, porém, foi pouco abordado por Maggi, que preferiu focar nas questões referentes à safra que será semeada a partir de setembro, diretamente vinculadas ao custo de frete. O ministro admite que a tabela, por ter sido aprovada pelo Congresso, vai passar. Mas prevê que, no futuro, caberão ao produtor os custos do transporte, ao contrário do que acontece hoje, quando tradings se encarregam de retirar o produto da propriedade. Maggi avalia que, da maneira com que o assunto está sendo encaminhado, o governo lança o olhar sobre um processo que é ineficiente e que terá que ganhar escala para ser eficiente. >> Frete mínimo impõe US$ 2 bi a mais para exportadores de grãos, diz Anec À plateia de revendedores de caminhões, Maggi disse que, inicialmente, o tabelamento do frete vai acarretar uma maior venda de caminhões porque os produtores vão se ocupar do transporte de seus produtos e, com isso, montar suas frotas. Ocorre que, disse o ministro, esses produtores terão que colocar em seus orçamentos o custo de frotas paradas por quatro meses (quando não há produto a transportar), como ocorre com as colheitadeiras. Ao final, Maggi deixou uma mensagem de otimismo aos empresários. Disse que o Brasil passa por uma grave crise, mas que "não acabará". De acordo com ele, a melhor maneira de mudar o quadro é o brasileiro "votar bem". Disse que se o candidato em que cada pessoa votar não for para o segundo turno é importante que se vote no segundo turno no candidato que incorporar parte das propostas do candidato derrotado. "Viva as eleições", gritou. >> Impasse do frete reduz em até R$ 10 a saca de soja >> Tabela do frete afeta planejamento e financiamento da próxima safra https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Infraestrutura-e-Logistica/noticia/2018/08/naoacredito-que-tabelamento-de-frete-vai-funcionar-diz-ministro.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Maggi espera que até fim do mês Brasil retome comércio com Rússia 7854372 - GLOBO RURAL - São Paulo - SP - 08/08/2018
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse na terça-feira (7/8) acreditar que até o fim deste mês o Brasil retomará o comércio de carnes com a Rússia. "As nossas áreas técnicas finalmente ajustaram as suas demandas e eu espero que até o final deste mês a gente consiga retomar o nosso comércio", disse durante o 28º Congresso & ExpoFenabrave, em São Paulo. O ministro contou que na viagem a Johannesburgo, na África do Sul, com o presidente Michel Temer, por ocasião da reunião dos países que compõem o Brics - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - conversou com o ministro da Agricultura russo e, Temer, com o presidente Vladimir Putin. Maggi disse que foi dado um ultimato aos russos. "Estamos vindo desde novembro neste processo e dissemos que essas são as últimas tentativas. Eu, inclusive, perguntei ao ministro russo se havia qualquer impedimento político para a gente voltar para o mercado e ele me garantiu que não. Que eram somente questões técnicas e essas foram resolvidas", explicou. O ministro contou da importação de trigo da Rússia. "Até então o Brasil não importava (o cereal do país). Mas foi uma das exigências de comércio múltipla entre os dois mercados", explicou. "Também o mercado de peixes foi aberto, nós liberamos vários frigoríficos deles para mandarem peixes para o Brasil, especialmente o bacalhau. Então, tecnicamente estamos ajustados." Para o ministro da Agricultura, se os russos não quiserem abrir o mercado deles ao Brasil, que sejam pelo menos claros para o Brasil parar de insistir. >> Greve dos caminhoneiros e Rússia derrubam exportação de suínos do Brasil >> Rússia deve dar boas notícias ao Brasil, diz CEO da Minerva Foods https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Politica/noticia/2018/08/maggi-espera-que-atefim-do-mes-brasil-retome-comercio-com-russia.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854374 - DCI - São Paulo - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://www.dci.com.br/economia/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscosoperacionais-com-bancos-1.730338 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854375 - DIÁRIO CATARINENSE - Florianópolis - SC - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. "Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES", disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. "O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência", disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia - a Selic encontrase em 6,50% a ano - e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. "O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível", previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. "É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto", disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de "esforço concentrado" antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/08/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividirriscos-operacionais-com-bancos-10531780.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Florianópolis País: Tipo Veículo: Site
Clipping Presidente do BNDES diz que vai dividir riscos operacionais com bancos 7854389 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 08/08/2018
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), Dyogo Oliveira, disse nesta quarta-feira, 28, que o banco irá propor às instituições privadas a divisão dos riscos operacionais nas transações de repasse de linhas de crédito com recursos do banco de fomento. Dyogo, que participa neste momento do 28º Congresso Fenabrave, ouviu reclamações dos distribuidores de veículos que participam do evento. Eles criticaram que nem todas as instituições da rede bancária estão operando as linhas de crédito do BNDES. “Todos os bancos têm de operar as linhas do BNDES. Nós vamos dividir com eles os riscos operacionais das operações de crédito para incentivá-los a operar as linhas do BNDES”, disse ele. O presidente do BNDES, a exemplo do presidente Michel Temer na abertura do Congresso Fenabrave na terça-feira, fez um discurso focado na tentativa de mobilizar os empresários para que se mantenham otimistas em relação ao Brasil. Dyogo falou do atual cenário de juros e inflação baixa, o que propiciará espaço para a retomada do crescimento da economia e folga para o próximo presidente da República conduzir a economia. “O que precisamos é dar continuidade às reformas. O único caminho para resolver o desequilíbrio fiscal é a reforma da Previdência”, disse Dyogo, para quem qualquer que seja o presidente eleito para 2019 terá que fazer a reforma da Previdência. Dentro do BNDES, Dyogo citou as transformações pelas quais o banco está passando. Disse que já cortou duas diretorias no banco e que vai eliminar mais 60 cargos. Economia equilibrada O presidente do BNDES afirmou que o próximo governo vai pegar uma economia equilibrada e pronta para crescer. Ele citou a baixa taxa e juro nominal da economia – a Selic encontrase em 6,50% a ano – e a inflação que tem rodado abaixo do centro da meta nas leituras de 12 meses acumulados. Além disso, disse o presidente do BNDES, a ociosidade da economia permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer sem que a economia sofra pressões inflacionárias. “O hiato do produto só fechará em 2023 se a economia crescer 3% ao ano, o que é factível”, previu o presidente do banco de fomento. Dyogo previu ainda que a inflação ficará nos atuais patamares porque não há motivos para alta generalizada de preços. Distribuidoras da Eletrobras O Projeto de Lei (PL) que viabiliza a venda das distribuidoras do Sistema Eletrobras continua sendo uma prioridade para o governo, disse ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) o presidente do BNDES. No Senado, o PL recebeu sinalização de que não deverá ser aprovado. Na terça, o vicepresidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), avisou que dificilmente haverá quórum para votar o projeto das distribuidoras antes das eleições, o que inviabilizaria a realização do leilão programado para o fim do mês. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu a mesma sinalização. Mas, de acordo com Dyogo, o governo continua trabalhando pela provação do projeto. “É um projeto extremamente importante, o governo está com isso na prioridade principal na agenda legislativa. A gente sabe que neste período (eleitoral) a agenda legislativa tem mais dificuldade para avançar, mas nós ainda estamos contando com a aprovação desse Projeto”, disse Dyogo. Na terça, o Broadcast informou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, a equipe econômica está reunindo sua artilharia para tentar convencer os senadores a aprovar o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobras nas duas únicas semanas de “esforço concentrado” antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo apurou o Broadcast, governo pretende mostrar aos parlamentares evidências de que a aprovação da proposta trará vantagens para os consumidores, evitando que eles tenham de arcar com tarifas ainda mais caras na conta de luz.
https://istoe.com.br/presidente-do-bndes-diz-que-vai-dividir-riscos-operacionais-com-bancos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping DAF Caminhões Brasil é a “Marca do Ano” pelo terceiro ano consecutivo 7854390 - BLOG DO CAMINHONEIRO - 08/08/2018
A DAF Caminhões Brasil foi eleita pelo terceiro ano consecutivo, na categoria “Caminhão e ônibus”, a “Marca do Ano” em premiação realizada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). A ASSODAF, Associação Brasileira dos Distribuidores DAF, também foi premiada “Associação de Marca do Ano”. A escolha dos vencedores ocorre por votação organizada pela federação. “Receber este prêmio pelo terceiro ano seguido prova mais uma vez a força da nossa marca e da Rede de Concessionárias DAF. A nossa companhia vem avançando ano a ano no mercado de pesados, se consolidando como um dos principais players em qualidade, robustez e baixo custo operacional, e isso se reflete no relacionamento da DAF com a sua rede de distribuição da melhor maneira possível”, diz Luis Gambim, Diretor Comercial da DAF Caminhões Brasil. A 23ª Pesquisa Fenabrave de Relacionamento contou com a votação das concessionárias indicadas por cada marca. As empresas vencedoras tiveram as melhores médias atribuídas entre 25 categorias. “É uma honra trabalhar com um produto preparado para atender a demanda do mercado brasileiro, além de ter alta qualidade e tradição da DAF Caminhões em todo o mundo. Isso nos dá uma satisfação grande em representar a marca DAF, e uma visão muito positiva quanto ao futuro da marca no Brasil. Portanto, iremos nos esforçar ainda mais para continuar a fazer um bom trabalho com foco total nos nossos clientes”, afirma Sauer Salum Filho, presidente da ASSODAF. A entrega dos prêmios aconteceu no dia 7 de agosto, durante a Cerimônia de Abertura do 28º Congresso & ExpoFenabrave, em São Paulo. https://blogdocaminhoneiro.com/2018/08/daf-caminhoes-brasil-e-a-marca-do-ano-peloterceiro-ano-consecutivo/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Próximo governo terá de concluir reformas, diz Temer 7854377 - FOLHA DE NAVIRAÍ - Naviraí - MS - 08/08/2018
08/08/2018 às 08h36min - Atualizada em 08/08/2018 às 08h36min Próximo governo terá de concluir reformas, diz Temer Comentar FolhaPress O presidente Michel Temer afirmou nesta terça (7) que o próximo presidente eleito no Brasil terá de concluir as reformas que não foram finalizadas em seu governo, como a reforma da Previdência Social. As informações são da Agência Brasil. "Fincamos estacas, estabelecemos pilares que nenhum governante que venha conseguirá modificar. Ao contrário, vão ter que continuar com as reformas que começamos e não pudemos concluir", disse o presidente, em discurso durante congresso da Fenabrave (distribuidora de veículos), em São Paulo. Temer destacou a importância do setor para a economia, como responsável por 7,4 mil distribuidores de veículos, pela geração de 300 mil empregos diretos e por 3,5% do PIB. Disse que os profissionais do setor atuam com dinamismo e agilidade, contribuindo para a recuperação da economia brasileira. ROTA 2030 O presidente disse que o governo vem agindo lado a lado com representantes da indústria de veículos e trabalhadores do setor na elaboração do Programa Rota 2030, que impulsiona o desenvolvimento da indústria automotiva, com total atenção à expectativa dos consumidores. Segundo Temer, o programa vai incentivar a produção de mais veículos, com melhor qualidade, segurança, tecnologia e eficiência energética. https://navirainanet.com.br/noticia/1908/proximo-governo-tera-de-concluir-reformas-diz-temer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 09/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Naviraí País: Tipo Veículo: Site