Clipping Entidades de classe podem ser a solução para a o Brasil 7812256 - NEWS CUIABÁ - 18/07/2018
“O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura, realizada nessa terça-feira (17), do Encontro Regional da Fenabrave 2018. Segundo Geller, a solução para o país passa por ter as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT). “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave Nacional, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela - máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura - com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento, Edson Maia, concessionário em Mato Grosso, reforçou a importância da sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. O Encontro - Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18). Confira a programação completa em: http://www.fenabravemt.com.br/encontro/ . http://www.newscuiaba.com.br/Noticia/5,61572,0,0,0,0/Entidades_de_classe_podem_ser_a_ solucao_para_a_o_Brasil.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: TÁSSIA MACIEL Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Congresso Fenabrave: os novos desafios do setor. – AutoIndústria 7812260 - AUTO INDÚSTRIA - 18/07/2018
Por Redação | autoindustria@autoindustria.com.br O Congresso Fenabrave deste ano será realizado nos dias 7 e 8 de agosto no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e terá por tema principal “Resiliência: o mundo é digital e o relacionamento é humano”. No mesmo espaço acontecerá a ExpoFenabrave, que terá mais de 50 empresas expositoras nesta 28ª edição, que apresentarão produtos e serviços específicos para o setor de distribuição. Dentre elas, as patrocinadores Ouro, B3 e OLX, a Embrapa e Chevrolet, que são apoiadoras, além da AutoAvaliar, Grupo Canopus, CCM Tecnologia, DealerNet, Linx, NBS, Petronas, Syonet, Toyota e Kia. “É o melhor momento para os empresários do setor conhecerem as novidades e as oportunidades que podem agregar ao seu negócio, em busca de novas fontes de receita. Está tudo em um único lugar”, comenta Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave. O maior e mais importante encontro de negócios do setor da distribuição de veículo da América Latina deve reunir mais de 3 mil pessoas, entre congressistas e visitantes e, pelo 11º ano consecutivo, o Banco Itaú é o patrocinador máster do evento. A programação do congresso abrange 26 palestras, das quais cinco internacionais e duas sobre economia, que trarão aos empresários e colaboradores das concessionárias as novidades em gestão, troca de experiências e atualizações tecnológicas. “Nestes dois dias do congresso, os participantes estarão atentos e focados em assuntos extremamente relevantes, buscando a preparação de suas equipes para os desafios que estão se desenhando no horizonte do setor, mas, também, ouvindo e conhecendo o que há de mais atual sobre gestão, economia, processos de vendas e sobre relacionamento humano”, explica Valdner Papa, coordenador temático do 28º Congresso & ExpoFenabrave. Além dos workshops temáticos, o evento da Fenabrave contará com mais uma edição do Encontro dos Vendedores, Consultores Técnicos e Gestores de Concessionárias. Realizado em parceria com o Sincodiv/SP, Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de São Paulo, o encontro deve repetir o sucesso dos dois anos anteriores, reunindo centenas de participantes. Durante o evento, também serão revelados os vencedores dos prêmios Marca do Ano e Associação de Marca do Ano, eleitos a partir da 23ª Pesquisa Fenabrave de Relacionamento com as Marcas, que vem sendo realizada, desde maio, entre as Concessionárias de todo o Brasil. Foto: Divulgação/Fenabrave http://www.autoindustria.com.br/2018/07/18/congresso-fenabrave-os-novos-desafios-dosetor/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Linha Amarela terá alíquota do ICMS igualada à de estados vizinhos - Lapada Lapada 7812261 - LAPADA LAPADA - 18/07/2018
Compartilhar no Facebook Tweet Foto: Fablício Rodrigues / Secretaria de Comunicação Social A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou a equiparação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre a chamada Linha Amarela (máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura) de Mato Grosso com a alíquota praticada em Goiás. O Projeto de Lei 199/2018 atende a uma demanda do setor para estimular a aquisição de máquinas nas emrpesas instaladas no estado e evitar a importação dos produtos comercializados no estado vizinho. A nova alíquota será de 7%, o que representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação. A concessão não pode ser acumulada com outros benefícios e exige que o contribuinte esteja adimplente com o Estado. José Eduardo Tomaz, diretor do segmento de Linha Amarela da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), explica que a adequação vai garantir competitividade das empresas. “As empresas dos estados vizinhos vendiam para nossos clientes. Mato Grosso passa a ser construído com máquinas adquiridas de empresas instaladas aqui e ainda permite que grandes construtoras expandam suas atividades sem a necessidade de sair do nosso estado”. Ainda segundo José Eduardo, há uma expectativa de incremento no quadro de empregados das empresas ligadas à Linha Amarela já para o segundo semestre. Ao todo, 28 máquinas e equipamentos são contemplados com a aprovação do projeto de lei 199/2018. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirma Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. http://lapadalapada.com.br/2018/07/18/linha-amarela-tera-aliquota-do-icms-igualada-a-deestados-vizinhos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping 28º Congresso & ExpoFenabrave terá programação especial do Encontro FENACODIV 7812262 - TRANSPORTE DIGITAL NEWS - 18/07/2018
O 28º Congresso & ExpoFenabrave, o maior encontro anual do Setor da Distribuição de Veículos da América Latina, realizado pela FENABRAVE, que acontece nos dias 7 e 8 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, mais uma vez contemplará, em sua agenda, uma programação totalmente focada nas atividades dos colaboradores da linha de frente das Concessionárias, o Encontro de Vendedores e Gestores FENACODIV, exclusivo para Concessionários de São Paulo. Este é o terceiro ano consecutivo que o Encontro faz parte da programação do Congresso e ExpoFenabrave e, neste ano, reunirá profissionais especializados em assuntos de relevância geral como neurovendas, a qualidade do atendimento ao cliente, marketing digital e, também, abordará aspectos específicos dos segmentos de veículos leves e de pesados. O Encontro de Vendedores e Gestores é realizado durante o ano todo, em diversas cidades brasileiras, com apoio dos Sincodivs locais, e na 28ª. edição do Congresso & ExpoFenabrave, tem a organização da EGA – Escola de Gestão Automotiva, com Patrocínio do Banco Itaú e apoio do SINCODIV-SP. Dois assuntos de alta relevância para o Setor em geral serão tratados nas palestras “Como melhorar a capacidade de tomar decisão e atingir seus objetivos” e “Estratégias de Marketing Digital para Concessionárias”. Para falar de aspectos de vendas, a programação contempla a palestra Vendedor ou Computador? Novas estratégias para um novo mercado e grandes oportunidades. Já o pósvenda será tratado nas palestras “Garantindo Rentabilidade no Pós-Venda”, focada na atuação dos profissionais dos segmentos de Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários, e “Cliente satisfeito, vendas aumentadas!”. “Iniciamos os Encontros durante o 26º.Congresso & ExpoFenabrave, realizado em 2016, e a resposta foi muito positiva por parte dos participantes. O conteúdo desses encontros está sempre alinhado com as tendências atuais de processos de vendas e de pós-vendas, contribuindo, diretamente, para a melhoria dos resultados nas duas áreas nas concessionárias, em qualquer que seja o segmento de atuação”, comenta Alarico Assumpção Júnior, Presidente da FENABRAVE, ALADDA e FENACODIV. As inscrições para o Encontro de Vendedores e Gestores, exclusivas e gratuitas para os Concessionários de São Paulo, devem ser feitas pelo endereço https://www.furqdelg.com.br/fenabrave/encontro/formi_encontro.php e são gratuitas, mediante a doação de 2 itens da lista a seguir, que serão encaminhados para APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Santo André e Casa Ronald do ABC. Alimentação: Arroz, Feijão Preto, Biscoito Água e Sal, Leite Condensado, Creme de Leite, Milho para Pipoca, Leite Integral, Leite sem Lactose, Coco Ralado e Azeite. Higiene Pessoal: Papel Higiênico, Fraldas Infantil e Geriátrica (M, G, XG), Luvas Descartáveis (tamanhos M e G), Álcool Gel, Lenços Umedecidos e Sabonete Líquido. Limpeza: Saco de Lixo (20, 60 e 100L), Água Sanitária e Veja Multi Uso. O Encontro do Vendedor faz parte do Pilar Educacional da atual gestão da FENABRAVE, e teve início em 2015, totalizando 53 eventos pelo Brasil, com a participação de mais de 13 mil pessoas, com a arrecadação de 11,4 toneladas de alimentos. Para mais informações sobre o Encontro dos Vendedores, entre em contato com Kátia ou Bruna pelo telefone (11) 5586-8691 / 8699 ou e-mail assessoria@sincodiv.org.br. Confira a programação do Encontro: 7 de agosto Público – Consultores Técnicos, Vendedores de Peças, Garantistas, Agendadores, Recepcionistas, Supervisores e Gerentes de Pós-Venda. 8h30 às 9h45 – Como melhorar a capacidade de tomar decisão e atingir seus objetivos – com Ricardo Cavalcante. 8h30 às 9h45 – Pós-Venda (Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários) – Garantindo rentabilidade no Pós-Venda – com Osmar Hidalgo.
8h30 às 9h45 – Pós-Venda: Cliente satisfeito, vendas aumentadas! – com Rose Santi. 17h15 às 18h30 – Estratégias de Marketing Digital para concessionárias – com Marcio Ciamponi. 8 de agosto Público – Vendedores, Supervisores e Gerentes de vendas de novos, seminovos e consórcio dos segmentos de Automóveis, Motos, Caminhões, ônibus, implementos rodoviários, tratores, máquinas agrícolas e linha amarela 10h45 às 12h00 – Vendedor ou Computador? Novas estratégias para um novo mercado e grandes oportunidades – com Silvana Chmelyk Vallochi. 28º Congresso e ExpoFenabrave Neste ano, 28º Congresso & ExpoFenabrave traz o tema “RESILIÊNCIA. O mundo é digital e o relacionamento é humano”, e conta pelo 11º ano consecutivo com a parceria do Banco Itaú como Patrocinador Máster. Além das palestras, acontecerá a ExpoFenabrave, feira de negócios dedicada ao Setor da Distribuição Automotiva. A áreas destinadas ao Congresso e à feira são interligadas, possibilitando a livre circulação dos participantes. O maior evento do Setor na América Latina é uma excelente oportunidade para que as Redes tenham contato direto com as principais empresas fornecedoras do segmento, além de montadoras e outros empresários. Para obter mais informações e efetuar o credenciamento, basta acessar o site do evento: www.congresso-fenabrave.com.br. Sobre a FENABRAVE A FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, reúne 52 Associações de Marcas de automóveis, veículos comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários, tratores e máquinas agrícolas, e motocicletas. A Federação representa mais de 7 mil concessionários de veículos no Brasil que, juntos, são responsáveis pela geração de 305 mil empregos diretos, correspondendo a 3,5% do Produto Interno Bruto – PIB do País. Realizado anualmente pela entidade, o Congresso & ExpoFenabrave está em sua 28ª edição, sendo considerado o segundo maior evento da Distribuição Automotiva no mundo e o primeiro da América Latina. Sobre a Reed Exhibitions A Reed Exhibitions é a organizadora e promotora do 28º Congresso & ExpoFenabrave. A empresa é uma das maiores em organização de feiras e eventos com atuação em 30 países e 500 eventos distribuídos pelas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia, organizados por 41 escritórios com um completo efetivo de profissionais. A Reed Exhibitions atende 43 setores da indústria com eventos comerciais e voltados para consumidores em geral. No Brasil, organiza mais de 35 feiras em todo o território nacional entre eventos de negócios e voltados ao consumidor final. Anualmente, recebe mais de 11 mil marcas expositoras e mais de 2 milhões de visitantes em seus eventos. Mais informações: FENABRAVE MCE Comunicação Rita Mazzuchini (Mtb 22128) e Maira Nascimento E-mails: rita@mcepress.com.br; maira@mcepress.com.br Tel: (11) 2577-6533 Reed Exhibitions Alcântara Machado Monise Hernandez E-mail: monise.hernandez@reedalcantara.com.br Tel: (11) 3060 4947 O post 28º Congresso & ExpoFenabrave terá programação especial do Encontro
FENACODIV apareceu primeiro em Transporte Digital News. http://transportedigitalnews.com.br/site/28o-congresso-expofenabrave-tera-programacaoespecial-do-encontro-fenacodiv/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Nilza Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping ENCONTRO REGIONAL DA FENABRAVE 7812266 - FOLHA REGIONAL MT - Rondonópolis - MT - 18/07/2018
“O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura, realizada nessa terça-feira (17), do Encontro Regional da Fenabrave 2018. Segundo Geller, a solução para o país passa por ter as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT). “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave Nacional, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela - máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura - com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento, Edson Maia, concessionário em Mato Grosso, reforçou a importância da sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. O Encontro - Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18).http://www.regionalmt.com.br/noticia.php?id=17718 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Presidente da CDL Cuiabá marca presença na solenidade de abertura do 2º encontro Regional da FENABRAVE 7812268 - CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS - 18/07/2018
Notícias / Quarta, 18 de julho de 2018, 18h35 | Tamanho do texto A- A+ Presidente da CDL Cuiabá marca presença na solenidade de abertura do 2º encontro Regional da FENABRAVE Assessoria de Imprensa CDL Cuiabá Aconteceu na noite desta terça-feira (17.07), no Centro de Eventos Pantanal, a abertura da 2ª edição do Encontro Regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que neste ano tem como tema o “O conhecimento Acelera o Progresso”. O evento, que tem como objetivo reunir os associados para debater as melhores práticas de processos e negócios, por meio de palestras e oficinas com palestrantes nacionais, conta com apoio e parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá). Para o presidente da entidade, Nelson Soares Junior, que esteve presente na solenidade de abertura, participar do encontro é uma grande oportunidade de negócios e de aprendizado. “Os assuntos apresentados e discutidos neste evento são de suma importância para a área de negócios e que interessam não somente ao segmento de concessionárias, mas também para outras áreas, então vale a pena participar”, disse. O evento neste ano traz novidades em sua programação técnica, feira de produtos e serviços, oportunidades de negócios e parcerias, como a da CDL Cuiabá, que está novamente presente demonstrando seus serviços aos empresários da capital. “Essa é uma oportunidade de apresentarmos aos congressistas, a maioria empresários, gestores e líderes de concessionárias, formas de auxiliá-los na prospecção de vendas e segurança para as empresas”, explicou Soares. O diretor regional da Fenabrave e também diretor da CDL Cuiabá, Paulo Boscolo, conta que nesta segunda edição estão participando grandes nomes do cenário econômico e técnico de cada segmento, como o superintendente de novos negócios do SPC Brasil, Magno Lima, oportunizando o debate e soluções para desviar da crise e alcançar o sucesso. O Encontro segue durante todo o dia desta quarta-feira (18.07) com diversas palestras e deve encerrar por volta das 19 horas. Galeria de Fotos: Tweet Imprimir Envie esta matéria ÚLTIMAS NOTÍCIAS Presidente da CDL Cuiabá marca presença na solenidade de abertura do 2º encontro Regional da FENABRAVE Forest Friend: CDL Cuiabá e Centro América aderem a Programa de Sustentabilidade CDL Cuiabá e NuPES firmam parceria para divulgação de dados estatísticos da Capital; periódico será lançado na próxima sexta-feira Veja Mais GALERIA DE FOTOS MAIS FOTOS VÍDEOS CDL Cuiabá - Expectativa de Vendas Dia das Mães
Veja Mais http://www.cdlcuiaba.com.br/noticias/presidente-da-cdl-cuiaba-marca-presenca-nasolenidade-de-abertura-do-2-encontro-regional-da-fenabrave/3317 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping No 1º semestre, foram vendidos mais de 7.600 veículos novos em Sergipe 7812274 - CADERNO MERCADO - Aracaju - SE - 18/07/2018
Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (FENABRAVE), indicou que as vendas de veículos novos no estado totalizaram 1.183 unidades, em junho deste ano. O número de veículos novos aqui referido, diz respeito à soma dos montantes de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus licenciados, pela primeira vez, no período em análise. O primeiro emplacamento do veículo é considerado como venda, por causa do prazo estabelecido em lei para isto. Ou seja, o prazo é de 15 (quinze) dias consecutivos após a data de saída do veículo da loja, localizada no estado. Em termos relativos, verificou-se queda de 8,2%, em relação às vendas de junho do ano passado. No comparativo com o mês imediatamente anterior, o último mês de maio, também se observou queda, porém de 6%. Mesmo com essas variações negativas, as vendas de veículos acumuladas no ano (janeiro a junho), no estado, apresentaram elevação de 0,4%, sobre o mesmo período do ano passado. Ao todo foram comercializados 7.669 veículos novos. As vendas de automóveis e comerciais leves chegaram a 1.139 unidades, apresentando retração de 8%, em relação a junho de 2017. Quando comparado com o mês imediatamente anterior, maio último, também se notou queda, porém de 5,9%. Nos seis primeiros meses do ano corrente, as vendas nesse segmento recuaram 0,9% em relação ao mesmo intervalo de 2017. Entre os veículos pesados, o segmento de caminhões registrou a comercialização de 35 unidades, no mês analisado. De janeiro a junho deste ano, foram vendidas 293 unidades, registrando incremento de 62,8% nas vendas, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Por sua vez, o segmento de ônibus comercializou apenas nove unidades no mês de junho último. No acumulado do ano, as vendas chegaram as 29 unidades. As vendas e o licenciamento de ciclomotores, motocicletas e motonetas, a partir de 50 cilindradas, de acordo com a Lei 13.154/2015, somaram 908 unidades, no mês em análise, assinalando queda de 8%, na comparação com o mês de junho do ano passado. Já em relação ao último mês de maio, a queda foi de 23,3%. No acumulado do ano, foram vendidas 6.630 unidades. NIE/FIES https://cadernomercado.com.br/no-1o-semestre-foram-vendidos-mais-de-7-600-veiculosnovos-em-sergipe/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Clécia Carla Estado: SE Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping "Entidades de classe podem ser a solução para a o Brasil", diz ex-ministro 7812275 - FOLHAMAX - Cuiabá - MT - 18/07/2018
A|A Quarta-Feira, 18 de Julho de 2018, 10h:35 | Atualizado: “O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura, realizada nessa terça-feira (17), do Encontro Regional da Fenabrave 2018. Segundo Geller, a solução para o país passa por ter as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT). “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave Nacional, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela - máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura - com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento, Edson Maia, concessionário em Mato Grosso, reforçou a importância da sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. O Encontro - Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18). Confira a programação completa em: http://www.fenabravemt.com.br/encontro/ . http://www.folhamax.com/economia/entidades-de-classe-podem-ser-a-solucao-para-a-obrasil-diz-ex-ministro/172085 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE
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Clipping A ExpoFenabrave reúne as melhores soluções e oportunidades para o seu negócio. 7812279 - SEGS - Santos - SP - 18/07/2018
O maior e mais importante encontro de negócios do Setor da Distribuição de Veículo da América Latina acontece nos dias 7 e 8 de agosto,no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e faz parte do 28º Congresso Fenabrave, que traz, como tema, “RESILIÊNCIA. O mundo é digital e o relacionamento é humano”. O evento deve reunir mais de 3 mil pessoas, entre congressistas e visitantes e, pelo 11º ano consecutivo, o Banco Itaú é o Patrocinador Máster do evento. Assim como no ano passado, a área de exposições está no mesmo pavimento da área de congresso, facilitando a participação de visitantes e congressistas. “A ExpoFenabrave é o melhor momento para os empresários do Setor conhecerem as novidades e as oportunidades que podem agregar ao seu negócio, em busca de novas fontes de receita. Está tudo em um único lugar”, comenta Alarico Assumpção Júnior, Presidente da FENABRAVE. Na edição de 2018,mais de 50 empresas já confirmaram presença na ExpoFenabrave, apresentando produtos e serviços específicos para o Setor da Distribuição de Veículos, dentre elas, as Patrocinadores Ouro, B3 e OLX, a EMBRAPA e CHEVROLET, que são apoiadoras, além de expositores como AutoAvaliar, Grupo Canopus,CCM Tecnologia, DealerNet, Linx, NBS, Petronas, Syonet, Toyota e KIA. Para obter mais informações e efetuar o credenciamento, basta acessar o site do evento: www.congresso-fenabrave.com.br. Sobre a FENABRAVE A FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, reúne 52 Associações de Marcas de automóveis, veículos comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários, tratores e máquinas agrícolas, e motocicletas. A Federação representa mais de 7 mil concessionários de veículos no Brasil que, juntos, são responsáveis pela geração de 305 mil empregos diretos, correspondendo a 3,5% do Produto Interno Bruto – PIB do País. Realizado anualmente pela entidade, o Congresso & ExpoFenabrave está em sua 28ª edição, sendo considerado o segundo maior evento da Distribuição Automotiva no mundo e o primeiro da América Latina. Sobre a Reed Exhibitions A Reed Exhibitions é a organizadora e promotora do 28º Congresso & ExpoFenabrave. A empresa é uma das maiores em organização de feiras e eventos com atuação em 30 países e 500 eventos distribuídos pelas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia, organizados por 41 escritórios com um completo efetivo de profissionais. A Reed Exhibitions atende 43 setores da indústria com eventos comerciais e voltados para consumidores em geral. No Brasil, organiza mais de 35 feiras em todo o território nacional entre eventos de negócios e voltados ao consumidor final. Anualmente, recebe mais de 11 mil marcas expositoras e mais de 2 milhões de visitantes em seus eventos https://www.segs.com.br/veiculos/125904 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Congresso & Expo Fenabrave terá programação especial e exclusiva para concessionários de São Paulo 7812280 - FOLHA BLU - 18/07/2018
O 28º Congresso & Expo Fenabrave, o maior encontro anual do setor da distribuição de veículos da América Latina, realizado pela Fenabrave, que acontece nos dias 7 e 8, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, mais uma vez contemplará, em sua agenda, uma programação totalmente focada nas atividades dos colaboradores da linha de frente das concessionárias, o Encontro de Vendedores e Gestores Fenacodiv, exclusivo para concessionários de São Paulo. Este é o terceiro ano consecutivo que o encontro faz parte da programação do Congresso e Expo Fenabrave e, neste ano, reunirá profissionais especializados em assuntos de relevância geral, como neurovendas, a qualidade do atendimento ao cliente, marketing digital e, também, abordará aspectos específicos dos segmentos de veículos leves e de pesados. O Encontro de Vendedores e Gestores é realizado durante o ano todo, em diversas cidades brasileiras, com apoio dos Sincodivs locais, e na 28ª edição do Congresso & Expo Fenabrave, tem a organização da EGA - Escola de Gestão Automotiva -, com patrocínio do Banco Itaú e apoio do Sincodiv-SP. Dois assuntos de alta relevância para o setor em geral serão tratados nas palestras Como Melhorar a Capacidade de Tomar Decisão e Atingir Seus Objetivos e Estratégias de Marketing Digital para Concessionárias. Para falar de aspectos de vendas, a programação contempla a palestra Vendedor ou Computador? Novas Estratégias para um Novo Mercado e Grandes Oportunidades. Já o pós-venda será tratado nas palestras Garantindo Rentabilidade no Pós-Venda, focada na atuação dos profissionais dos segmentos de caminhões, ônibus e implementos rodoviários, e Cliente Satisfeito, Vendas Aumentadas. “Iniciamos os encontros durante o 26º Congresso & Expo Fenabrave, realizado em 2016, e a resposta foi muito positiva por parte dos participantes. O conteúdo desses encontros está sempre alinhado com as tendências atuais de processos de vendas e de pós-vendas, contribuindo, diretamente, para a melhoria dos resultados nas duas áreas nas concessionárias, em qualquer que seja o segmento de atuação”, comenta Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, Aladda e Fenacodiv. http://www.folhablu.com.br/noticias/economia/negocios/congresso-e-expo-fenabrave-teraprogramacao-especial-e-exclusiva-para-concessionarios-de-sao-paulo.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Linha Amarela terá alíquota do ICMS igualada à de estados vizinhos 7812281 - CLIQUE F5 - 18/07/2018
Foto: Fablício Rodrigues / Secretaria de Comunicação Social A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou a equiparação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre a chamada Linha Amarela (máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura) de Mato Grosso com a alíquota praticada em Goiás. O Projeto de Lei 199/2018 atende a uma demanda do setor para estimular a aquisição de máquinas nas emrpesas instaladas no estado e evitar a importação dos produtos comercializados no estado vizinho. A nova alíquota será de 7%, o que representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação. A concessão não pode ser acumulada com outros benefícios e exige que o contribuinte esteja adimplente com o Estado. José Eduardo Tomaz, diretor do segmento de Linha Amarela da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), explica que a adequação vai garantir competitividade das empresas. “As empresas dos estados vizinhos vendiam para nossos clientes. Mato Grosso passa a ser construído com máquinas adquiridas de empresas instaladas aqui e ainda permite que grandes construtoras expandam suas atividades sem a necessidade de sair do nosso estado”. Ainda segundo José Eduardo, há uma expectativa de incremento no quadro de empregados das empresas ligadas à Linha Amarela já para o segundo semestre. Ao todo, 28 máquinas e equipamentos são contemplados com a aprovaç... http://www.jornalodiario.com.br/geral/politica-mt/linha-amarela-tera-aliquota-do-icmsigualada-a-de-estados-vizinhos/152611 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping "ENCONTRO REGIONAL DA FENABRAVE: Entidades de classe podem ser a solução para a o Brasil" 7812282 - CAMINHO POLÍTICO - 18/07/2018
“O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura, realizada nessa terça-feira (17), do Encontro Regional da Fenabrave 2018. Segundo Geller, a solução para o país passa por ter as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT). “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave Nacional, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela - máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura - com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento, Edson Maia, concessionário em Mato Grosso, reforçou a importância da sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. O Encontro - Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18). Confira a programação completa em: http://www.fenabravemt.com.br/encontro/ . Assessoria de imprensa – Encontro Regional Fenabrave Mato Grosso Fotos: Márcio David http://www.caminhopolitico.com.br/2018/07/encontro-regional-da-fenabrave.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: e Editado por Caminho Político - Anuncie: caminhop Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping PREÇOS BAIXOS NÃO SALVAM UM PRODUTO RUIM 7812283 - BLOG CLEVERSON COSTA - 18/07/2018
PREÇOS BAIXOS NÃO SALVAM UM PRODUTO RUIM O Tata Nano, o carro mais barato do mundo, teve seu obituário anunciado. Em junho/2018 foi produzida apenas 1 unidade (!) do modelo e somente 3 unidades foram vendidas no mercado doméstico. Embora extraoficialmente, decreta-se o fim de um veículo que, quando surgiu em 2008, prometia ser o “fusca” (o carro do povo) do Século XXI. É interessante notar que o fracasso do Nano não se deve a um contexto de mercado desfavorável. Na Índia, a terra do Nano, o segmento de automóveis apresenta crescimento em todas as categorias, com uma das maiores perspectivas de rentabilidade do mundo! O Nano apresentava uma das mais “espartanas” configurações jamais vistas num automóvel. Além do preço baixo, ficou famoso pela tendência insistente em pegar fogo… Basicamente, ele era um produto construído em torno do preço de venda. Não considerou o que o consumidor estaria disposto a pagar (willingness to pay) se lhe fosse oferecido algo com atributos melhores. A premissa era de que o “preço mínimo” atrairia uma legião de compradores. A Suzuki parece ter feito uma análise melhor do consumidor pois domina 40% do mercado indiano sem ter o carro mais barato atualmente à venda. De fato, os modelos da marca com maior margem são os que mais vendem! O mesmo acontece no Brasil. Em 2017, dentre os 6 modelos de SUVs mais vendidos no mercado nacional, adivinhe qual vendeu mais? Parece contraditório, mas o modelo mais caro (Jeep Compass) foi o que mais vendeu! Na contramão, o preço do carro mais barato do Brasil (Cherry QQ) não tem os reflexos esperados no volume de vendas. Pelo contrário! O carro é o menos vendido da categoria, de acordo com o balanço mensal da Fenabrave. Nos últimos anos, assoladas pela crise econômica e atônitas com o sucesso da rede SmartFit, academias por todo o Brasil tem baixado sistematicamente seus preços. O “valor mágico” parece ser o “69,90”… No entanto o volume de vendas não tem se refletido na queda dos preços. Ou melhor, tem sim! Em muitas academias, juntamente com os preços, as vendas também diminuíram… Apenas “neymarizar” os preços (trocadilho com o maior fenômeno da Copa do Mundo 2018: os memes do Neymar) sem fazer melhorias incrementais no produto não garante aumento de vendas. Ao contrário, diminui as margens e, sem um ajuste na estrutura de custos, fica cada vez mais difícil pagar as contas. Muitos empresários e gestores de academias ainda não entenderam a diferença entre “low cost” e “low price”. Em outras palavras, “low cost” é uma expressão que traduz um MODELO DE NEGÓCIOS, que vai muito além de simplesmente cortar os preços! Abaixar os preços sem “adotar” o modelo “low-cost” na sua ESSÊNCIA e sem os fundamentos que o sustentam (qualidade dos elementos tangíveis e tecnologia de pagamentos) é seguir uma cartilha que leva fatalmente à decadência pela simples falta de recursos para fazer a manutenção da infraestrutura. Vá em qualquer academia que se intitula “low-cost” e veja se há equipamentos com estofados rasgados, paredes sem pintar, lâmpadas queimadas, vestiários sujos. Academias com essas características estão seguindo a cartilha da decadência e vão ser, inevitavelmente, ignoradas pelo consumidor. O mesmo consumidor que, assim que surge uma opção melhor na sua região, migra aos montes para ela. Às vezes até pagando um pouco mais caro… O fim do Nano mostra que, embora conscientes do preço baixo, o consumidor contemporâneo quer “mais por menos” ou “mesmo por menos”. Ele até aceita pagar um
preço premium por “mais por mais”. Mas não engole fácil “menos por menos”! Preços baixos não salvam um produto ruim. Saúde & Sucesso, Cleverson Costa Anúncios Compartilhe isso: Twitter Facebook Google Curtir isso: Curtir Carregando... Deixe um comentário Cancelar resposta Digite seu comentário aqui... Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in: Email (obrigatório) (Nunca tornar endereço público) Nome (obrigatório) Site Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. ( Sair / Alterar ) Você está comentando utilizando sua conta Google+. ( Sair / Alterar ) Você está comentando utilizando sua conta Twitter. ( Sair / Alterar ) Você está comentando utilizando sua conta Facebook. ( Sair / Alterar ) w Cancelar Conectando a %s Avise-me sobre novos comentários por email. https://profcleversoncosta.wordpress.com/2018/07/18/precos-baixos-nao-salvam-umproduto-ruim/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleverson Costa Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Valor do seguro de SUV chega a variar R$ 8.639 entre capitais 7812287 - SINDSEG SC - 18/07/2018
Um levantamento realizado pela Minuto Seguros, com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) dos carros mais vendidos no Brasil durante o primeiro semestre de 2018, mostra que a diferença de preço entre capitais pode chegar a mais de R$ 8 mil reais. No Rio de Janeiro, o seguro do Jeep Compass ficou em R$ 11.565, enquanto que em Florianópolis, o mesmo veículo apresentou um valor de R$ 2.926. Ou seja, uma diferença de R$ 8.639. Por outro lado, a cotação do Fiat Strada é a que possui a menor diferença entre os veículos cotados. Também no Rio de Janeiro, o valor é o mais alto, R$ 2.565 e em Florianópolis, o mais baixo, R$ 1.661, uma distância de R$ 995. Para o estudo, a Minuto Seguros avaliou os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Paraná e Santa Catarina. A pesquisa considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado, nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, ******, Mitsui, Porto Seguro e Tokio Marine. Entre as capitais avaliadas, Florianópolis é a que possui o seguro mais barato para a maioria dos carros analisados: 8 no total. Ao contrário do Rio de Janeiro, que apresenta os preços mais altos para os 8 veículos em questão. Fonte: Segs - Portal Nacional dos Corretores de Seguros | CNseg h t t p : / / w w w . s i n d s e g s c . o r g . b r / s a l a - d e imprensa/noticias/visualizar/index.php/valor_do_seguro_de_suv_chega_a_variar_r__entre_c apitais/20704/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Cresce oferta pública de letra financeira 7810274 - VALOR ECONÔMICO - FINANÇAS - São Paulo - SP - 19/07/2018 - Pág C 1
O mercado de letras financeiras, títulos emitidos por bancos com prazo mínimo de dois anos, voltou a ficar aquecido neste ano, após um período de desaceleração por conta da retração no crédito. No primeiro semestre, as ofertas públicas desses papéis somaram R$ 4,066 bilhões - volume quatro vezes maior que o registrado no mesmo período do ano passado e o mais elevado valor captado em um ano desde 2012. O crescimento acompanha a maior demanda por títulos privados, que levou à redução dos prêmios pagos pelos emissores em até cinco pontos percentuais, assim como a expansão das carteiras de financiamento, especialmente de bancos de montadoras.https://www.valor.com.br/financas/5669391/cresceoferta-publica-de-letra-financeira#impresso528172 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Sílvia Rosa Estado: SP Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Veja os cinco caminhões mais vendidos em 2018 7812219 - CHICO DA BOLÉIA - 19/07/2018
As montadoras de caminhão fecharam o primeiro semestre do ano com um total de 32.338 veículos emplacados, volume 50,71% superior ao registrado em igual período de 2017, quando as vendas somaram 21.457 unidades. O modelo de caminhão mais procurado pelo mercado nacional foi o Scania R 440, que desde o ano passado vem se mantendo no topo do ranking dos mais vendidos. De janeiro a junho foram emplacadas 2.192 unidades do R 440. O segundo modelo mais comercializado nos seis primeiros meses deste ano foi o Volvo FH 540, com 1.810 carros emplacados. O terceiro lugar no ranking de caminhões TOP 5 ficou com o semipesado Volkswagen 24.280 que somou 1.279 veículos licenciados de janeiro a junho. Em seguida, aparecem o Volvo FH 460, na quarta posição com 1.209 emplacamentos, e o Mercedes-Benz Actros 2651, em quinto lugar, com 1.177 caminhões licenciados no acumulado do semestre. Entre as montadoras, a Mercedes-Benz foi a marca mais vendida nos primeiros seis meses deste ano, com um total de 9.260 caminhões emplacados, o que equivale a 28,64% de participação de mercado. A Volkswagen ocupou a segunda posição em vendas, com 8.352 unidades licenciadas e participação de mercado de 25,83%. A terceira colocação em vendas ficou com a Volvo, com 4.358 veículos emplacados, seguida pela Ford (3.971 unidades) e pela Scania (3.914). O ranking TOP 5 do portal FutureTransport tem por objetivo mostrar quais foram os modelos de caminhões mais procurados pelo mercado, independentemente do segmento e da aplicação de cada veículo, e toma como base o levantamento feito pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Fonte: Future Transport https://www.chicodaboleia.com.br/veja-os-cinco-caminhoes-mais-vendidos-em-2018/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Chico Da Boleia Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Encontro da Fenabrave reúne entidades para discutir soluções 7812220 - SEMANA7 - Barra do Garças - MT - 19/07/2018
“O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura do Encontro Regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), realizada nessa terça-feira (17). Governo deve construir mais quatro viadutos e uma trincheira no Rodoanel; veja anteprojeto Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18). Segundo Geller, a solução para o país ET as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Fenabrave-MT. “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. O presidente da Fenabrave Nacional, Alarico Assumpção Júnior, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela - máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura - com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento, o concessionário em Mato Grosso Edson Maia reforçou a importância de a sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. Confira a programação completa em: http://www.fenabravemt.com.br/encontro/. https://www.semana7.com.br/noticia/8783/encontro-da-fenabrave-reune-entidades-paradiscutir-solucoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: olhar Agro Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Mercedes espera mercado de ônibus de 15% a 20% maior 7812221 - UNIBUS RN - Natal - RN - 19/07/2018
Com uma fatia de quase 60% dos 5,6 mil chassis de ônibus vendidos no País no primeiro semestre deste ano, a Mercedes-Benz continua a sustentar que este mercado deverá crescer entre 15% e 20% este ano. A fabricante aposta na liberação de licitações de ônibus escolares e novas compras de modelos urbanos e rodoviários – no último caso, motivadas por frotistas que tentarão comprar carrocerias mais baratas, antes que seja obrigatória a instalação de plataforma de embarque para cadeirantes. Divulgação - Portal Automotive Business Por causa do segundo semestre de ano eleitoral, quando normalmente caem as vendas de ônibus no País, a Fenabrave, associação dos concessionários, reduziu sua projeção para o segmento, que antes estimava crescimento de 4,7% e agora prevê retração de 4,1%. Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing de ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, explica que a fabricante segue apostando que licitações e renovações serão mais fortes do que a dificuldade imposta pelas eleições, fazendo o mercado em 2018 superar 2017. “Enxergamos o cenário bastante positivo. O mercado caiu para cerca de apenas 10 mil unidades em 2016 e 2017, agora começou a crescer de novo. Se o segundo semestre for apenas um pouco melhor que o primeiro já teremos a expansão que esperamos”, avalia Barbosa. O mercado nacional de chassis de ônibus cresceu quase 14% no primeiro semestre, com 5,6 unidades negociadas. Mas como o desempenho do segundo semestre de 2017 foi bem melhor, caso seja mantido o ritmo atual na última metade de 2018, os cerca de 11 mil chassis apenas igualariam o resultado do ano passado. Portanto, para alcançar a performance esperada pela Mercedes, de expansão de 15%, será necessário vender ao menos mais 8 mil chassis até o fim deste ano. Barbosa avalia que isso será possível, principalmente por causa das entregas de ônibus para o programa Caminho da Escola, em licitações que já foram realizadas e deverão ter liberação de recursos neste segundo semestre. Como sintoma da falta de compras do programa até agora, de janeiro a junho o segmento de micro-ônibus caiu 79% em relação a 2017. “Por isso esperamos por crescimento significativo agora, temos muito a avançar nesse segmento”, prevê Barbosa. O executivo também espera pelo resultado de licitações em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os maiores estados compradores de ônibus urbanos do País. “No Rio a tarifa já foi reajustada e isso deve motivar renovações de frotas urbanas”, sustenta. O segmento de modelos rodoviários foi o que mais cresceu no ano, tanto para linhas de viagens como fretamento (71% e 108%, respectivamente). “Imaginamos a necessidade de renovação de 2 mil ônibus rodoviários por ano. Não vamos chegar a isso ainda, mas as vendas estão crescendo com possíveis pré-compras, para fugir da obrigação de ter carrocerias com plataforma elevatória, que encarece o produto e isso motiva os empresários a adiantar a renovação”, explica Barbosa. Portal Automotive Business http://www.unibusrn.com/2018/07/mercedes-espera-mercado-de-onibus-de-15.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: UNIBUS RN Estado: RN Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Cresce oferta pública de letra financeira 7812222 - VALOR ECONÔMICO - São Paulo - SP - 19/07/2018
O mercado de letras financeiras, títulos emitidos por bancos com prazo mínimo de dois anos, voltou a ficar aquecido neste ano, após um período de desaceleração por conta da retração no crédito. No primeiro semestre, as ofertas públicas desses papéis somaram R$ 4,066 bilhões - volume quatro vezes maior que o registrado no mesmo período do ano passado e o mais elevado valor captado em um ano desde 2012. O crescimento acompanha a maior demanda por títulos privados, que levou à redução dos prêmios pagos pelos emissores em até cinco pontos percentuais, assim como a expansão das carteiras de financiamento, especialmente de bancos de montadoras. Os bancos de montadoras, que acessam esse mercado com frequência, aproveitaram a maior demanda por letras financeiras para ampliar a captação de recursos para financiar o crescimento da carteira de crédito neste ano. A venda de veículos subiu 14,5% no primeiro semestre de 2018, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), que representa as concessionárias. Só em automóveis, a Fenabrave projeta aumento de 9,9% das vendas neste ano. O Banco Toyota, por exemplo, aproveitou a liquidez do mercado para fazer a segunda emissão pública de letras financeiras no valor total de R$ 500 milhões para dois e três anos, acima dos R$ 300 milhões captados em operação realizada no ano passado. A emissão teve uma demanda de quatro vezes o valor da oferta. As letras com prazo de dois anos saíram com uma taxa de 102,80% do CDI, abaixo dos 103% do referencial pagos em operação de mesmo prazo realizada pelo banco em 2017. "O mercado está com muita liquidez para as emissões dos bancos de montadoras. Em momento de incerteza no cenário político, os investidores têm preferido papéis de menor risco e com prazos mais curtos", diz Carlos Rommel Filho, gerente de tesouraria do Banco Toyota. O dinheiro captado no mercado doméstico representa cerca de 50% do funding do Banco Toyota. Apenas 5% dos recursos da instituição vem da matriz. A diferença vem de captações externas, com bancos estrangeiros. "Ainda temos uma demanda de funding para este ano, mas ainda não sabemos se vamos fazer uma captação no mercado interno ou externo", diz Rommel Filho. O Banco Toyota financia cerca de 30% dos veículos da montadora vendidos nas concessionárias e projeta um crescimento de 15% da carteira de crédito neste ano. O Banco Volkswagen também captou R$ 500 milhões neste ano, a uma taxa de 103,5% do CDI, abaixo dos 104% pagos na operação realizada no ano passado no mesmo montante. "Temos o compromisso interno com a matriz de diversificar as fontes de captação", diz Rafael Teixeira, diretor financeiro da Volkswagen Financial Services. A carteira de crédito do Banco Volkswagen cresceu 10% neste ano, até junho, e somava R$ 14,2 bilhões no fim do primeiro semestre, considerando o financiamento de caminhões, ônibus e automóveis. A instituição financia 70% das vendas de veículos da montadora nas concessionárias. "O mercado já começa a reagir positivamente e a gente vê o início de uma recuperação na carteira de crédito do banco, depois de quedas consecutivas", diz Teixeira. Assim como os certificados de depósito bancário (CDB), as letras financeiras são um instrumento de captação de recursos usados por bancos e instituições financeiras. A vantagem em relação ao primeiro é que ela permite a colocação de papéis por um prazo mais longo, no mínimo de dois anos. Como não contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), as letras também acabam pagando um retorno melhor que o CDB para os investidores. Com os grandes bancos ainda fora desse mercado, diante da liquidez ainda alta e da retomada lenta do crescimento da carteira de crédito, os gestores de fundos ficaram com poucas opções no mercado para substituir os papéis de instituições financeiras no portfólio que estão vencendo, o que fez com a demanda por esses ativos superasse a oferta. "Temos buscado recompor a participação das letras financeiras em carteira, procurando papéis de bancos de montadoras ou de nicho ou que tenham prazos mais longos para tentar manter a rentabilidade", afirma Adriano Casarotto, gestor de crédito da Western Asset. Entre as instituições de médio porte, o Paraná Banco fez uma oferta pública de R$ 300 milhões em letras financeiras para substituir os papéis que estão vencendo neste ano. Do total captado, dois terços foram colocados com prazo de vencimento de três anos, a uma taxa de 111,70% do CDI - em emissão realizada em 2016, a instituição levantou o mesmo
volume pelo prazo de dois anos a uma taxa equivalente a 116,5% do CDI. "Os custos diminuíram bastante. Agora há poucos emissores para uma demanda elevada", afirma Laercio Schulze de Sousa, diretor financeiro do Paraná Banco. A instituição, que tem foco no crédito consignado, prevê estabilidade da carteira neste ano, com a retomada do crescimento em 2019 acompanhando a recuperação da economia. A demanda maior que a oferta desses papéis tem contribuído não só para a redução do custo, mas para o aumento do prazo. O Banco Daycoval aproveitou o momento para antecipar as captações para quitar os papéis que estão vencendo nos próximos meses e fez uma emissão de R$ 500 milhões, sendo R$ 350 milhões pelo prazo de três anos. "O caixa do banco é mais do que o suficiente para cumprir com as obrigações financeiras, mas queríamos manter um nível um pouco mais fortalecido de olho no potencial crescimento da carteira pós-eleição", diz Paulo Saba, diretor de tesouraria do Daycoval. O custo da operação também caiu. Os papéis com vencimento em dois anos foram emitidos com uma taxa de 107% do CDI, 5 pontos percentuais menor que o da oferta realizada em 2016. "O custo de captação dos bancos de montadoras sempre foi baixo, mas o das instituições de médio porte caiu muito", diz Antônio Corrêa, analista de crédito da XP Gestão de Recursos. Com a queda das taxas e a menor oferta desses papéis, a XP optou por diminuir a participação desses títulos nos seus portfólios. O estoque de letras financeiras no mercado ainda é composto na maior parte por emissões privadas desses papéis. No fim de junho, somava R$ 307,2 bilhões, crescimento de 3,2% em relação ao mesmo período de 2017. "As novas emissões de letras financeiras não estão sendo suficientes para repor os papéis que estão vencendo", afirma Casarotto, da Western Asset. https://www.valor.com.br/financas/5669391/cresce-oferta-publica-de-letra-financeira Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Silvia Rosa Estado: SP Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Bons ventos 7812229 - O DIA - Rio de Janeiro - RJ - 19/07/2018
As vendas de carros zero quilômetro cresceram 13,6% no primeiro semestre de 2018. Dados divulgados pela Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que o acumulado de janeiro a junho é de 1.12 milhão de modelos emplacados, contra 991 mil verificados no mesmo período do ano anterior. O Chevrolet Onix segue no topo da lista geral de vendas. Graças ao hatch, a marca também está na liderança de participação do mercado. Para o coordenador acadêmico de cursos da área automotiva da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Antonio Jorge Martins, o setor vem crescendo, mas de maneira contida. "O resultado positivo das vendas é um reflexo da recuperação da economia e da redução no endividamento", explica o especialista. Apesar da lenta reação do mercado, alguns modelos registraram resultados expressivos em número de emplacamentos. É o caso do hatch médio Onix da Chevrolet. De janeiro a junho, foram vendidas cerca de 89 mil unidades. A folga para o segundo colocado na lista geral de modelos mais emplacados, o Hyundai HB20, é de quase quarenta mil unidades. O modelo da marca coreana vendeu 50.419 carros. "Além do visual imponente e dos itens que sugerem um requinte maior, o Onix tem vantagem sobre a maioria dos concorrentes na hora de cotar o seguro, pois é menos visado por assaltantes", explica a gerente de vendas da concessionária Dig (Chevrolet), Flaviane Velasco. Os dois lançamentos da Volkswagen Polo e Virtus também registraram bom crescimento no período. O segundo, inclusive, já está na liderança do segmento dos sedãs compactos com mais de 16 mil unidades vendidas. O modelo tem pouco mais do que o dobro de emplacamentos do segundo colocado no segmento, o Chevrolet Cobalt (8.390). Já no caso dos sedãs médios, o Toyota Corolla segue na liderança com mais de 28 mil unidades vendidas. Juntos, Honda Civic e Chevrolet Cruze, que são segundo e terceiro colocados, respectivamente, não alcançam o modelo. O segmento dos SUVs foi o que registrou a batalha mais acirrada pela liderança de vendas. De janeiro a junho, o Jeep Compass foi o modelo que se saiu melhor, com 28.194 unidades emplacadas. Expectativa Apesar do crescimento de vendas no semestre, o especialista da FGV projeta uma redução no percentual de crescimento até o fim do ano. "A alta vista no primeiro trimestre já não aconteceu no segundo, devido à greve dos caminhoneiros e à Copa do Mundo. Com as eleições vindo aí, acredito que o setor não deva crescer muito mais", prevê Jorge Martins. https://odia.ig.com.br/automania/2018/07/5558816-bons-ventos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Tratores e máquinas pesadas terão alíquota do ICMS reduzida em Mato Grosso 7812267 - JORNAL DAS CIDADES - 18/07/2018
A nova alíquota será de 7%, o que representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou a equiparação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre a chamada Linha Amarela (máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura) de Mato Grosso com a alíquota praticada em Goiás. O Projeto de Lei 199/2018 atende a uma demanda do setor para estimular a aquisição de máquinas nas emrpesas instaladas no estado e evitar a importação dos produtos comercializados no estado vizinho. A nova alíquota será de 7%, o que representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação. A concessão não pode ser acumulada com outros benefícios e exige que o contribuinte esteja adimplente com o Estado. José Eduardo Tomaz, diretor do segmento de Linha Amarela da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), explica que a adequação vai garantir competitividade das empresas. “As empresas dos estados vizinhos vendiam para nossos clientes. Mato Grosso passa a ser construído com máquinas adquiridas de empresas instaladas aqui e ainda permite que grandes construtoras expandam suas atividades sem a necessidade de sair do nosso estado”. Ainda segundo José Eduardo, há uma expectativa de incremento no quadro de empregados das empresas ligadas à Linha Amarela já para o segundo semestre. Ao todo, 28 tipos de máquinas e equipamentos foram contemplados com a aprovação do projeto de lei 199/2018. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirma Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Por Lais Costa Marques Foto por JLSIQUEIRA http://www.jornaldascidadesmt.com.br/economia/linha-amarela-tera-aliquota-do-icmsigualada-a-de-estados-vizinhos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Tratores e máquinas pesadas terão alíquota do ICMS reduzida em Mato Grosso 7812269 - BASTIDORES DO PODER - 18/07/2018
A nova alíquota será de 7%, o que representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou a equiparação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre a chamada Linha Amarela (máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura) de Mato Grosso com a alíquota praticada em Goiás. O Projeto de Lei 199/2018 atende a uma demanda do setor para estimular a aquisição de máquinas nas emrpesas instaladas no estado e evitar a importação dos produtos comercializados no estado vizinho. A nova alíquota será de 7%, o que representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação. A concessão não pode ser acumulada com outros benefícios e exige que o contribuinte esteja adimplente com o Estado. José Eduardo Tomaz, diretor do segmento de Linha Amarela da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), explica que a adequação vai garantir competitividade das empresas. “As empresas dos estados vizinhos vendiam para nossos clientes. Mato Grosso passa a ser construído com máquinas adquiridas de empresas instaladas aqui e ainda permite que grandes construtoras expandam suas atividades sem a necessidade de sair do nosso estado”. Ainda segundo José Eduardo, há uma expectativa de incremento no quadro de empregados das empresas ligadas à Linha Amarela já para o segundo semestre. Ao todo, 28 tipos de máquinas e equipamentos foram contemplados com a aprovação do projeto de lei 199/2018. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirma Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Por Lais Costa Marques Foto por JLSIQUEIRA http://www.bastidoresdopoder.com.br/destaques/linha-amarela-tera-aliquota-do-icmsigualada-a-de-estados-vizinhos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos 7812276 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - 18/07/2018
Citroën C4 Pallas Cerca de um ano após o seu lançamento em outros mercados, o Citroën C4 Pallas fez a sua estreia no mercado brasileiro. No começo de agosto de 2007, os brasileiros conheciam o novo representante da marca francesa para o segmento de sedãs médios, que teve como a dura missão enfrentar modelos como Honda Civic, Toyota Corolla e Ford Fusion. Inicialmente, a meta da marca era vender 1.000 unidades do carro por mês. Para conseguir chamar a atenção de quem não dava muita bola para carros franceses, a Citroën fez uma bela investida em marketing. A campanha de lançamento do carro envolveu diversas caixas de grande porte espalhadas pela capital de São Paulo. Cada uma media 9 metros de comprimento por 6 metros de altura e tinha um isolamento acústico, onde os curiosos eram convidados a entrar para conhecer o lançamento. Houve ainda uma ação com o ator britânico Kiefer Sutherland, protagonista da série 24 Horas, que apareceu a bordo do C4 Pallas pelas ruas de São Paulo. Por fim, um boato espalhado nas redes sociais falava que um asteroide de nome Pallas se chocaria com o planeta Terra – algo idealizado também pela Citroën. VEJA TAMBÉM: Toyota Yaris 2019 e Yaris Sedan 2019: preço, consumo e versões Vectra: um guia completo com tudo sobre o famoso modelo Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade Todas essas ideias mirabolantes para divulgar o novo carro refletiam parte da modernidade que o carro trouxe para o segmento. Para começar, o C4 Pallas era bem maior que os seus rivais, com 4,77 metros de comprimento, contra 4,48 m do Civic e 4,54 m do Corolla. Isso sem falar do porta-malas de 580 litros, contra os 340 l do Honda e 470 l do Toyota. E o C4 Pallas até que conseguiu vender relativamente bem. Em 2008 (o seu primeiro ano cheio), ele se posicionou como o quarto mais vendido do segmento, com 17.945 unidades vendidas, atrás apenas dos tradicionais Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Vectra e a frente do Ford Fusion, Renault Megane, Nissan Sentra, Ford Focus Sedan, Volkswagen Bora, Volkswagen Jetta, Peugeot 307 Sedan e Fiat Linea. Porém, a partir daí ele viu suas vendas caírem bastante. O fechou 2009 com 12.020 vendas, 2010 com 11.945, 2011 com 7.250, 2012 com 3.919 e 2013 com 2.489 exemplares comercializados, segundo os dados da Fenabrave. Citroën C4 Pallas – detalhes Dê só uma olhada para as imagens externas do carro que ilustram esta matéria. O Citroën C4 Pallas tinha um visual muito bem resolvido e isso era um dos chamarizes do modelo. A dianteira da carroceria era marcada pelos faróis que lembravam um bumerangue, divididos pela grade cromada que evidenciava o duplo chevrón da marca francesa. Já o para-choque do C4 Pallas tinha uma tomada de ar logo abaixo da grade e uma segunda tomada numa posição inferior, que abrigava também os faróis de neblina. O conjunto era finalizado pelo capô com diversos vincos que dava sensação de fluidez e harmonia. As laterais do C4 Pallas tinham como destaque a ampla área envidraçada, com o teto em formato de arco e as janelas acompanhando o desenho. Havia ainda retrovisores fixados na lataria das portas e um vinco sutil que nascia no para-lama traseiro e terminava nas lanternas. Por fim, a traseira mostrava que havia sim uma conversa com a dianteira. As lanternas predominante vermelhas se assemelhavam com os faróis e eram destaque na traseira. A tampa do porta-malas tinha desenho limpo, enquanto o para-choque trazia o suporte de placa e um friso que percorria toda a peça.
Todos esses detalhes eram distribuídos numa carroceria de 4,77 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,51 m de altura, com entre-eixos de 2,71 m. As boas medidas refletiam num amplo espaço interno, em especial para as pernas dos ocupantes do banco de trás, além do porta-malas que aparentava ser um latifúndio com seus 513 litros – medida já oferecida por modelos atuais como Chevrolet Cobalt e Renault Logan, mas que na época era um diferencial. O C4 Pallas tinha também tampa do porta-malas com dobradiças pantográficas, algo quase inexistente nos sedãs de hoje em dia. Ao abrir a porta, dava para notar que o C4 Pallas repetia as soluções modernas encontradas nas irmãs minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso, além do cupê C4 VTR. O painel era marcado pelo bom acabamento com materiais macios ao toque e, sobretudo, pelo quadro de instrumentos totalmente digital fixado no console central. Uma exclusividade do C4 Pallas era o volante de dois raios com cubo central fixo. Ele era multifuncional e oferecia nada menos que 20 botões, utilizados para comandar uma série de funcionalidades do veículo, como o sistema de som, computador de bordo, piloto automático, recirculador de ar e até mesmo a iluminação da cabine. Havia também ajuste de altura e profundidade. Até 2010, o C4 Pallas trazia ainda o conta-giros posicionado acima do volante, que passou a ser posicionado junto do restante dos instrumentos anos depois. Ele contava ainda com alguns recursos até dispensáveis, como um perfumador de ambiente que você dificilmente encontraria posteriormente o refil nas concessionárias para repor. O sedã médio fabricado na Argentina ofertava ainda uma série de recursos. A versão mais cara do carro podia ser equipada com airbags frontais, laterais e de cortina, controle eletrônico de estabilidade, faróis de xênon direcionais de dupla função, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores externos com rebatimento elétrico, piloto automático, ar-condicionado automático digital de duas zonas com saída de ar traseira, entre outros. Havia ainda freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS (antitravamento), EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem) e AFU (auxílio à frenagem de emergência), controle de tração, sensores de luz e chuva, banco do motorista com ajustes elétricos, acabamento interno em couro, alarme, computador de bordo, sistema de som com Bluetooth e até Isofix para fixação de cadeirinhas infantis. Apesar do visual e interior modernos, cabine espaçosa, porte avantajado e ampla lista de equipamentos, o C4 Pallas decepcionava por alguns pontos, como o câmbio automático de quatro marchas antiquado e problemático e também a alta desvalorização, que poderia chegar a assustadores 24% após um ano de uso. Outra crítica era a respeito da suspensão excessivamente dura, calibrada de maneira não muito adequada para o território brasileiro e também frágil demais, que logo batia no fim de curso, além do isolamento acústico ineficiente da cabine do veículo. Citroën C4 Pallas – novidades com o passar do tempo Motor 2.0 litros vira flex Em outubro de 2008, o motor do Citroën C4 Pallas passou a beber tanto etanol como gasolina. O propulsor 2.0 litros de quatro cilindros e 16 válvulas em sua versão flex foi desenvolvido pela equipe de engenharia da Citroën para o Mercosul e inclui fase de teste com mais de 300 mil quilômetros rodados. Para receber ambos os combustíveis, a unidade ganhou mudanças no mapeamento da central de gerenciamento eletrônico, reforço do cabeçote de válvulas e do coletor de admissão, adoção de novos pistões, bielas, bomba de óleo e de água, reprogramação do câmbio, entre outros. Com isso, o 2.0 flex passou a entregar 143 cv com gasolina e 151 cv com etanol, e torque de 20,4 e 21,6 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. O C4 Pallas foi lançado nas versões de acabamento GLX e Exclusive, com preços de R$ 69.495 e R$ 74.995, respectivamente. Como opcional, ele podia receber airbags laterais e de cortina, faróis de xênon direcionais, assistente de frenagem de emergência, banco do motorista com ajustes elétricos, alarme, entre outros. Havia ainda revisões com preços fixos, que variavam de R$ 295 para os 10 mil km a R$ 575 para os 60 mil km. Linha 2009 com opção de câmbio manual A Citroën lançou o C4 Pallas inicialmente somente com câmbio automático de quatro marchas. Porém, na linha 2009 o sedã médio passou a dispor da opção de câmbio manual
de cinco marchas. Ele era ofertado juntamente com o motor 2.0 flex de até 151 cv e 21,6 kgfm usado nas demais versões. Na ocasião, o C4 Pallas manual foi anunciado com preço de R$ 61.420 para o modelo GLX e R$ 67.610 para o topo de linha Exclusive. A expectativa da marca é que ele respondesse por 30% do mix de vendas do sedã. O modelo passou a contar também com sistema de som com MP3 e Bluetooth. Linha 2010 com mudanças sutis A linha 2010 do Citroën C4 Pallas chegou em junho do mesmo ano e trouxe pequenas mudanças. O carro passou a oferecer a nova opção de cor Gris Cendré (cinza) e perdeu o conta-giros sobre o volante, agora posicionado dentro do painel central. Houve ainda a introdução de duas novas tomadas no painel, sendo uma USB e outra auxiliar para o sistema de som que já contava com MP3 player, CD player e conexão Bluetooth. Preços reduzidos para desovar o estoque Com o fim de linha se aproximando, a Citroën resolveu vender o C4 Pallas a preços promocionais. A versão GLX 2.0 com câmbio manual passou a ser ofertada por interessantes R$ 49.990. Com o câmbio automático, a cifra subia para R$ 52.990. Já o Citroën C4 Pallas Exclusive, disponível na época somente com câmbio automático, podia ser encontrado por R$ 58 mil. Fim de linha Depois de pouco mais de seis anos, o Citroën C4 Pallas deixou de ser comercializado no mercado brasileiro. O fim de linha do sedã médio na planta de El Palomar, na Argentina, foi anunciado em maio de 2013. Já o fim das vendas do C4 Pallas em nosso País aconteceu em junho do mesmo ano. O C4 Pallas foi descontinuado para dar lugar ao atual Citroën C4 Lounge, que começou a ser vendido em setembro e se destacava pela opção do motor 1.6 THP de até 165 cavalos e 24,5 kgfm, acoplado a um câmbio automático de seis marchas, disponível na época na versão topo de linha. Além disso, o Citroën C4 Pallas já não andava muito bem das pernas no segmento. Entre janeiro e maio de 2013, o modelo emplacou somente 1.364 unidades, contra 21.012 do líder Honda Civic. Citroën C4 Pallas – versões A linha do Citroën C4 Pallas tinha somente duas versões de acabamento, independente do ano/modelo. Confira: Citroën C4 Pallas GLX: configuração de entrada, que trazia de série itens como airbags frontais, freios com ABS, EBD e AFU, computador de bordo, perfumador de ambiente, arcondicionado manual, vidros, travas e retrovisores elétricos, direção eletro-hidráulica progressiva, rodas de liga-leve de 16 polegadas e sistema de som com MP3 player, Bluetooth e seis alto-falantes. O GLX contava também com volante multifuncional, piloto automático, banco traseiro bipartido, faróis com ajuste elétrico, Isofix, apoio de braço central dianteiro e traseiro, volante ajustável em altura e profundidade, porta-luvas refrigerado, entre outros. Citroën C4 Pallas Exclusive: agregava faróis com acendimento automático, sensor de chuva, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, bancos revestidos em couro, faróis de neblina, ar-condicionado automático digital de duas zonas, retrovisores externos com rebatimento elétrico, retrovisor interno eletrocrômico, entre outros. Como opcional para o Exclusive, havia airbags laterais e de cortina, alarme, banco do motorista com regulagens elétricas, faróis de xenônio com facho direcional e controles de estabilidade e tração. Citroën C4 Pallas – preços Citroën C4 Lounge GLX 2.0 MT: R$ 23.205 (2008) a R$ 32.373 (2013) Citroën C4 Lounge GLX 2.0 AT: R$ 23.969 (2008) a R$ 37.285 (2013)
Citroën C4 Lounge Exclusive 2.0 MT: R$ 23.453 (2008) a R$ 26.154 (2010) Citroën C4 Lounge Exclusive 2.0 AT: R$ 24.021 (2007) a R$ 35.074 (2013) (valores com base na Tabela Fipe, obtidos em julho de 2018) Citroën C4 Pallas – motor, câmbio e desempenho Desde o seu lançamento, em agosto de 2007, o Citroën C4 Pallas foi ofertado exclusivamente com o motor 2.0 litros de quatro cilindros e 16 válvulas, com comandos de válvulas variável. Em seu lançamento, este propulsor bebia somente gasolina, com potência máxima de 143 cavalos, entregues a 6.000 rpm, e torque máximo de 20,4 kgfm, disponível a 4.000 rpm. Com transmissão automática de quatro velocidades (que dispunha de modo Sport para tornar as trocas de marcha mais ágeis), esta unidade 2.0 litros a gasolina era suficiente para levar o sedã com seus 1.409 quilos aos 100 km/h em 11,7 segundos e fazer alcançar velocidade máxima de 195 km/h. Porém, um ano depois, devido à demanda por sedãs médios com motorização flex, este propulsor passou a beber tanto etanol como gasolina. Houve mudanças no conjunto, como a adoção de novas bielas, pistões, bomba d’água e de óleo, alterações no mapeamento da central de gerenciamento eletrônico, reforço no cabeçote de válvulas e do coletor de admissão, reprogramação do câmbio, entre outros. Com essas alterações, o aparato ficou mais potente. O motor manteve os mesmos números com gasolina, mas com etanol ele passou a entregar 151 cv e 21,6 kgfm, ainda combinado ao câmbio automático de somente quatro marchas. Os números de desempenho também melhoraram, com a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora agora em 10,9 segundos e velocidade máxima de 209 km/h. Depois foi a vez da chegada do modelo 2.0 flex com câmbio manual de cinco marchas, para atender uma parcela de consumidores que não se dava muito bem com câmbio automático, sobretudo com uma caixa ineficiente para o porte e proposta do carro e também com certo histórico de problemas. O C4 Pallas manual entregava desempenho superior. Ele era capaz de ir a de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos. Já a velocidade máxima era de 205 km/h. Citroën C4 Pallas – consumo Por conta do porte avantajado, o peso elevado e o conjunto mecânico não tão eficiente assim, o Citroën C4 Pallas não era um dos carros mais econômicos do segmento. Nem mesmo o modelo com transmissão manual era capaz de entregar bons números de consumo de combustível. O sedã médio da marca francesa com caixa manual fazia 5 km/l na cidade e 7,9 km/l na estrada quando abastecido com etanol e 7 km/l e 11 km/l, respectivamente, com gasolina. Isso são os números divulgados pelo fabricante, que na maioria das vezes são bem otimistas. Já com a transmissão automática, o C4 Pallas entregava médias de 4,8 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada com etanol e 6,7 km/l e 10,5 km/l, respectivamente, com gasolina. Citroën C4 Pallas – manutenção e revisões No ano de seu lançamento, o Citroën C4 Pallas foi arduamente criticado pelos proprietários devido à manutenção com preços acima da média. Por conta disso, a marca tratou logo de oferecer um programa de revisões com preço fixo até os 60 mil km, que inclusive era oferecido até pouco tempo atrás. Como exemplo, em 2009 a revisão dos 50 mil quilômetros do sedã médio podia ser paga em três parcelas de R$ 148. Se você estiver planejando comprar um C4 Pallas, a recomendação é fugir do primeiro lote importado da Argentina, que contam com o 12º e o 13º algarismos do número de chassi formados pelo número 51 ou 52. Esses modelos, de acordo com pesquisas, podem apresentar falhas e superaquecimento do motor por conta de problemas nas juntas da tampa do cabeçote. Fora isso, o câmbio automático de quatro marchas da geração que equipa o modelo da Citroën é conhecido pela sua imprecisão e possíveis travamentos. Por fim, se você um dia deixar a bateria do C4 Pallas descarregar, saiba que será preciso chamar um guincho e encaminha-lo até uma oficina. Lá, os mecânicos irão efetuar o “telecarregamento”, devido ao “trancamento” das configurações do carro por conta do
bloqueio da injeção e do código do transponder da chave. Citroën C4 Pallas – ficha técnica Motor 2.0 Tipo Dianteiro, transversal e flex Número de cilindros 4 em linha Cilindrada em cm³ 1.997 Válvulas 16 Taxa de compressão 10,8:1 Injeção eletrônica de combustível Multiponto Potência Máxima 151 cv a 6.250 rpm Torque Máximo 21,6 kgfm a 3.000 rpm Transmissão Tipo Manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades Tração Tipo Dianteira Freios Tipo Disco ventilado (dianteira) e disco sólido (traseira) Direção Tipo Eletro-hidráulica Suspensão Dianteira Independente, McPherson Traseira Eixo de torção Rodas e Pneus Rodas
Rodas de liga-leve de 16 polegadas Pneus 215/55 R16 Dimensões Comprimento total (mm) 4.770 Largura (mm) 1.772 Altura (mm) 1.515 Distância entre os eixos (mm) 2.712 Capacidades Capacidade de carga (kg) 427 Tanque (litros) 60 Peso vazio em ordem de marcha (kg) 1.398 Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx) Não divulgado Citroën C4 Pallas – galeria de fotos Citroën C4 Pallas Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos Este texto lhe foi útil?? COMPARTILHE Twitter Facebook WhatsApp Google+ Buffer LinkedIn Pin It https://www.noticiasautomotivas.com.br/c4-pallas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Rota 2030: o que mudará no carro nacional - Portal Lubes 7812278 - PORTAL LUBES - Rio de Janeiro - RJ - 18/07/2018
Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp Tornar o carro nacional mais competitivo no exterior e assegurar que a indústria automobilística mantenha sua força no Brasil, bem como os investimentos já anunciados. É assim que o setor avalia o Rota 2030, programa aprovado pelo governo federal, como medida provisória, e publicado no Diário Oficial no último dia 5. O decreto com os detalhes do programa deverá ser publicado no início de agosto – 30 dias após a publicação da MP. Só então as novas regras passarão a valer. O Rota 2030 cobrirá um período de 15 anos (até o fim de 2032). Para virar lei, o programa tem de passar pelo Congresso. Isso deve ocorrer no dia 16 de novembro, segundo o presidente da Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale. Se o decreto for publicado com as regras conhecidas até agora pela Anfavea, representará um grande salto para o carro brasileiro. Ele avançará em termos de segurança, redução do consumo de combustível e, consequentemente, dos índices de poluição. “Os veículos vão avançar bastante”, diz Megale. “As fabricantes terão de cumprir novas regras de eficiência energética e segurança”, explica. “Caso contrário, pagarão multa”. Eles não venderam nada na primeira metade do ano O ano já está na metade, mas, para alguns modelos, é como se 2018 mal tivesse começado. Suas vendas no primeiro semestre foram irrisórias. Um desses carros é o Hyundai Elantra, que teve apenas 683 unidades emplacadas, de acordo com dados da Fenabrave. Rota 2030 e o consumo O Rota 2030 será dividido em cinco ciclos: o primeiro vai até 2023. Até lá, as montadoras deverão melhorar em 11% a eficiência energética (medida em MJ/km) de seus carros, segundo a Anfavea. Depois, serão definidos novos patamares. Esse quesito está diretamente relacionado ao consumo de combustível. A média será aferida por empresa. Um carro com consumo acima do padrão poderá ter o mau resultado compensado por outro, mais eficiente, da mesma montadora. Para o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Edson Orikassa, para reduzir o consumo de combustível será preciso adotar tecnologias mais modernas em um número maior de veículos. “Haverá mais elétricos e híbridos para compensar os menos eficientes”, opina. O Rota 2030, inclusive, concedeu redução de IPI aos modelos “verdes”. Os elétricos Chevrolet Bolt e Nissan Leaf, por exemplo, já estão confirmados para o País. A Toyota prepara um Prius híbrido cujo motor a combustão é movido a etanol. Orissaka diz que serão adotados, em maior escala, soluções como motores com turbo (mais eficientes que os aspirados) e injeção direta de combustível, além de câmbio CVT, que prioriza a economia de combustível. Megale diz que o compromisso de diminuir o consumo obriga as marcas a investir em novas tecnologias até na construção dos carros, algo observado no Inovar-Auto, regime anterior encerrado no fim de 2017. “É o caso de aços de melhor qualidade, para reduzir peso, e evolução na aerodinâmica”. Rota 2030 e a segurança Na visão do presidente da Anfavea, Antonio Megale, o “pulo do gato” do Rota 2030, na comparação com o Inovar-Auto, está nas exigências extras de segurança veicular. Vários sistemas feitos para deixar o automóvel mais seguro passarão a ser obrigatórios. A
implementação será gradual, a cada ciclo de cinco anos. Alguns já estão confirmados. Até 2022, todo carro vendido no Brasil deverá ter controles de estabilidade e tração. Os novos projetos serão obrigados a trazer esses item a partir de 2020. “A curto prazo, haverá também obrigatoriedade de Isofix (para fixação de assentos infantis), encosto central no banco traseiro e cinto de segurança de três pontos para o passageiro do meio”, explica Megale. Para Orikassa, da AEA, a expectativa é de que os carros brasileiros sigam o cronograma de implementação de itens adotados nos carros europeus e norte-americanos. O sistema de frenagem de emergência acaba de se tornar obrigatório nos EUA. A exigência dessa tecnologia nos carros brasileiros está em estudo, segundo informações da Anfavea. Outros itens que poderão ser implementados nos carros vendidos no País são faróis de uso diurno (DRL) e leitor de faixas. “Alguns sistemas que nem foram homologados na Europa já estão no radar de exigências do Rota 2030”, diz Megale. Itens inéditos Segundo uma fonte de uma marca de carros de luxo, a experiência dessas empresas como fabricantes no País poderá ajudar as montadoras de modelos generalistas. Os carros premium feitos aqui já trazem muitos desses itens. Além disso, os crash tests serão mais rígidos – haverá testes de impacto frontal e lateral. Pesquisa e desenvolvimento Uma das novidades do Rota 2030 são os benefícios para as empresas que investirem em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). A adesão a essa parte do programa é facultativa. E controversa. Para o presidente da AEA, Edson Orikassa, e uma fonte ligada a uma marca de carros premium, a contrapartida oferecida pelo governo pode não encorajar as empresas a investirem em P&D. Isso porque o único benefício serão descontos no Imposto de Renda. “Para a marca que não obtém lucro no País, não é interessante”, diz Orikassa. “Ao menos em um primeiro momento, não dá para imaginar o Brasil como um grande centro de desenvolvimento motivado por esse tipo de incentivo.” Antonio Megale diz que as contrapartidas para investimento em P&D ficaram um pouco aquém das esperadas pelas fabricantes. Porém, ele acredita que isso possa se transformar em incentivo a longo prazo. “O direito de ter o desconto no IR poderá ser transferido para anos posteriores, quando a empresa obtiver lucro”, explica. “E o setor espera que o País volte a crescer e as montadoras, a lucrar”. O incentivo anual máximo do governo para P&D será de R$ 1,5 bilhão. De acordo com Megale, para ter direito a essa contrapartida, a estimativa é de que o setor tenha de investir, anualmente, pelo menos R$ 15 bilhões em pesquisa e desenvolvimento. Empresas que fizeram investimentos em tecnologias estratégicas terão desconto adicional. Preços dos importados não vão baixa Uma dúvida comum desde o fim do Inovar-Auto, que taxou modelos importados com 30 pontos porcentuais extras de IPI, é em relação à mudanças nos preços. Mas isso não deverá acontecer. O motivo é que nenhuma montadora habilitada no Inovar-Auto chegou a recolher o imposto que ficou popularmente conhecido como “super-IPI”. Isso porque havia uma cota de 4.800 carros que poderiam ser trazidos todo ano sem a taxa extra. Para marcas que implementaram fábricas no Brasil no período (como as alemãs Audi, BMW e Mercedes-Benz e a britânica Land Rover), a cota de importação era ainda maior. Por isso, os preços desses carros não vão mudar – principalmente para baixo. No entanto, marcas que perderam espaço no mercado por causa da cota limitada planejam dar um novo gás às suas operações no País. Exemplo é a, como a sul-coreana Kia, que não tem fábrica no Brasil. É que agora não há mais limitação às importações. Além disso, o Rota 2030 deve conceder benefícios às empresas com baixos volumes de produção (como as de carros de luxo). Isso ocorrerá para que elas mantenham suas fábricas no Brasil. Entre as medidas do programa, está a redução de 2% para zero no imposto para peças importadas que não têm equivalentes feitas no País. As montadoras de veículos premium deverão, nesse capítulo, receber tratamento diferenciado (as regras ainda não foram definidas). COP 21
Na conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas realizada em 2015, em Paris, o Brasil assumiu compromisso de reduzir em 43% suas emissões de poluentes até 2030. Isso na comparação com 2005. A indústria automobilística é o único setor que já tem um plano definido para contribuir com essa meta. O objetivo deverá ser cumprido; Pesquisa e desenvolvimento O desconto adicional no Imposto de Renda para empresas que fizerem investimentos estratégicos será de 15%, segundo uma fonte de mercado; Crash test O investimento em pesquisa e desenvolvimento previsto no programa pode ajudar na criação de laboratórios independentes para realização dos testes de colisão, que o Brasil ainda não tem. Esses ensaios podem ficar a cargo de um instituto como o Inmetro, por exemplo, na opinião do presidente da Anfavea. Investimentos estratégicos São os realizados para desenvolver manufatura avançada (4.0), conectividade, novas tecnologias de propulsão, nanotecnologia, inteligência artificial e carros autônomos, entre outros sistemas inovadores; Híbridos e elétricos Esses modelos, que tinham 25% de IPI, passarão a ter entre 7% e 18%. A alíquota será definida conforme a eficiência energética do veículo; quanto maior, menor será o imposto a pagar. Multas e ganhos As montadoras que não cumprirem as regras do Rota 2030 em relação à eficiência energética e segurança vão pagar multas que podem chegar a 20% de seus faturamentos. Além disso, para cada 0,01 MJ/km fora do limite de eficiência, haverá uma penalidade – esses valores ainda não definidos pelo governo. Em contrapartida, as empresas cujos carros apresentarem eficiência energética além da exigida terá benefício. De acordo com uma fonte do setor, os veículos mais “limpos” poderão ter desconto de até 2 pontos porcentuais no recolhimento do IPI. (Jornal do Carro) http://portallubes.com.br/2018/07/rota-2030-carro-nacional/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping BENEFÍCIO FISCAL 7812284 - CELEIRO DO NORTE - Sinop - MT - 18/07/2018
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou a equiparação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre a chamada Linha Amarela (máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura) de Mato Grosso com a alíquota praticada em Goiás. O Projeto de Lei 199/2018 atende a uma demanda do setor para estimular a aquisição de máquinas nas empresas instaladas no estado e evitar a importação dos produtos comercializados no estado vizinho. A nova alíquota será de 7%, o que representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação. A concessão não pode ser acumulada com outros benefícios e exige que o contribuinte esteja adimplente com o Estado. José Eduardo Tomaz, diretor do segmento de Linha Amarela da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), explica que a adequação vai garantir competitividade das empresas. “As empresas dos estados vizinhos vendiam para nossos clientes. Mato Grosso passa a ser construído com máquinas adquiridas de empresas instaladas aqui e ainda permite que grandes construtoras expandam suas atividades sem a necessidade de sair do nosso estado”. Ainda segundo José Eduardo, há uma expectativa de incremento no quadro de empregados das empresas ligadas à Linha Amarela já para o segundo semestre. Ao todo, 28 máquinas e equipamentos são contemplados com a aprovação do projeto de lei 199/2018. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirma Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Nome Email Cidade Comentário http://www.celeirodonorte.com.br/VerNoticia/22590 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping “Entidades de classe podem ser a solução para a o Brasil”, diz ex-ministro 7812286 - CENÁRIO MT - Cuiabá - MT - 18/07/2018
“O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura, realizada nessa terça-feira (17), do Encontro Regional da Fenabrave 2018. Segundo Geller, a solução para o país passa por ter as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT). “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave Nacional, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela – máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura – com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento, Edson Maia, concessionário em Mato Grosso, reforçou a importância da sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. O Encontro – Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18). Confira a programação completa em: http://www.fenabravemt.com.br/encontro/ https://www.cenariomt.com.br/2018/07/18/entidades-de-classe-podem-ser-a-solucao-para-ao-brasil-diz-ex-ministro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Mato Grosso está sempre à frente do Brasil, afirmam especialistas no Encontro Regional da Fenabrave | Mato Grosso Agro 7812289 - MATO GROSSO AGRO - Cuiabá - MT - 18/07/2018
Foto: Viviane Petroli/Mato Grosso Agro Mato Grosso no primeiro semestre de 2018 emplacou 25% a mais de veículos zero quilômetro em relação a 2017 no período. A retomada do crescimento econômico é um dos fatores apontados pelos concessionários, seguido da confiança do consumidor. Segundo especialistas na área econômica, o estado está sempre à frente do Brasil. O cenário econômico e político de Mato Grosso está sendo discutido em Cuiabá no 2º Encontro Regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O encontro é promovido pela Fenabrave Regional Mato Grosso e pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT) e em 2018 tem como tema "O Conhecimento acelera o Progresso". O evento teve a sua abertura na noite de terça-feira, 17 de julho, e contou com uma palestra do ex-ministro da Agricultura e ex-secretário de Política Agrícola, Neri Geller. “No primeiro semestre de 2018 emplacamentos mais de 44 mil veículos, um aumento de 25% ante 2017 em Mato Grosso. O setor tem buscado atuar junto do Governo de Mato Grosso para o desenvolvimento econômico do Estado”, pontuou o presidente da Fenabrave Regional Mato Grosso, Paulo Boscolo. O presidente da Fenabrave Nacional, Alarico Assunção Junior, pontuou que entre 2015 e 2016 foram fechadas em torno de 1.868 empresas do segmento automotivo no Brasil em decorrência a crise, deixando aproximadamente 171 mil pessoas sem emprego. “Temos que ter união para superar as dificuldades. O relacionamento humano é tão importante quanto à era digital”, frisou Alarico. Foto: Viviane Petroli/Mato Grosso Agro Paulo Boscolo, diretor presidente da Fenabrave Regional Mato Grosso. Conforme o suplente de deputado estadual Carlos Avalone, Mato Grosso está sempre com números diferentes de todo o país. “Só o setor automotivo cresceu 25% ante 2017 no Estado no primeiro semestre, o que já mostra a pujança da economia de Mato Grosso”. Avalone salientou ainda que Mato Grosso é e seguirá sendo líder na produção de biodiesel, sendo responsável por 22% da produção nacional. Durante a abertura do encontro, o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, afirmou que “Só de olhar o tamanho de Mato Grosso já se sabe a importância do setor de veículos. Mato Grosso tem mais de 900 mil km². Cabem duas Franças e 20 Croácias aqui dentro. Você roda cerca de dois mil quilômetros de ponta a ponta dentro do estado”. O Encontro Regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) segue nesta quarta-feira, 18 de julho, no Centro de Eventos do Pantanal. Durante o evento os participantes terão a oportunidade de fechar bons negócios, uma vez que 12 empresas confirmaram presença com estande nos dois dias. Segundo os organizadores, são expositores de produtos e serviços para diversos segmentos, como turismo, lazer, consultoria para formação pessoal, entre outros. "A feira possibilita além de fechamento de boas oportunidades de negócios, parcerias e networking", pontua o presidente da Fenabrave Regional Mato Grosso, Paulo Boscolo. Um dos pontos a serem discutidos durante o evento da Fenabrave é o agronegócio e os impactos econômicos que ele causa no Brasil e, principalmente, em Mato Grosso. Entre as palestras desta quarta-feira, 18, está uma com o diretor geral da Amaggi Agro, Pedro Valente, apresentar a importância do agronegócio para a economia de Mato Grosso. http://www.matogrossoagro.com.br/economia/veiculos/mato-grosso-esta-sempre-a-frente-dobrasil-afirmam-especialistas-no-encontro-regional-da-fenabrave/1943 Ficha Técnica
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Clipping Seguro auto: mulheres pagam mais que homens em SP, BH e Brasília 7812290 - DIÁRIO DO AÇO - Ipatinga - MG - 18/07/2018
A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em junho, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Ao contrário do que aconteceu nos levantamentos de maio e abril, em que as mulheres tiveram o preço do seguro, em média, mais barato do que os homens, as projeções atuais apontam uma equiparação nos valores. Em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, por exemplo, as motoristas do perfil feminino gastam em média R$157 a mais que o perfil masculino no seguro cotado no mês de julho. As brasilienses chegam a desembolsar um valor R$227 superior em relação aos motoristas homens, seguidas pelas condutoras paulistanas com R$168. Já no Rio de Janeiro, na contramão da tendência apresentada nas outras grandes cidades, o preço médio do seguro feminino está mais barato que o masculino, com uma retração de 53%, a qual equivale à uma diferença de R$2584, em média, sendo R$3.533 e R$6117, respectivamente. Divulgação *Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres) Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em junho foram emplacados 163.517 automóveis – uma queda de 0.55% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 164.415 unidades. No comparativo com maio, sete modelos se repetem no ranking dos 10 mais vendidos, entre eles, assim como em todos os meses do primeiro semestre, o Chevrolet Onix continua a ser o carro mais emplacado no País, com 16.218 emplacamentos. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$4.277, um acréscimo de mais de 70% em relação a cotação do mês anterior. Em junho, o Renault Kwid volta novamente ao ranking, ocupando o 8º lugar, com 5.004 unidades vendidas. Comparado com abril, o último mês em que figurou entre os 10 mais emplacados, o preço médio do seguro teve um aumento de aproximadamente 59% para o perfil masculino e quase 24% para o feminino. * Variação do preço médio do seguro por modelo (azul: homens; vermelho: mulheres) O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício é o Renault Sandero para o perfil feminino, representando 4,6% do valor do veículo, enquanto para o perfil masculino, o destaque fica com o Volkswagen Polo, com price ratio de 7,5%. Do outro lado, o VW Gol e Kiwd têm o preço relativo do seguro menos interessante para o perfil masculino, 10,5%, em média. Enquanto para as mulheres, a opção menos favorável é o VW Gol, que tem o preço médio do seguro equivalente a 12,6%. * Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres) Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.447 para o perfil masculino e R$3.674 para o feminino), seguido por Belo Horizonte (R$3.447 e R$3.674 respectivamente). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, município em que os homens passaram a desembolsar em média R$ 2.584 a mais que as condutoras cariocas. https://www.diariodoaco.com.br/ler_noticia.php?id=60679&t=seguro-auto-mulheres-pagammais-que-homens-em-sp-bh-e-brasilia
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Mercado de caminhões usados se mantém em alta no semestre 7812291 - CAMINHONEIROS NA ESTRADA - 18/07/2018
As vendas de caminhões usados no primeiro semestre do ano registraram alta de 1,44%, para 165.841 transferências contra 163.480 negociações apuradas no mesmo período do ano passado. Os números, consolidados pela Fenabrave, federação que representa os distribuidores de veículos no País, no entanto, apresentaram variações negativas nas comparações mensais. Apenas em junho, mudaram de proprietários 28.549 caminhões, volume de transações que representou quedas de 4,59% sobre maio, quando os negócios somaram 29.924 transferências, e de 4,74% na comparação com junho de 2017, com 29.971 vendas. De acordo com o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o mercado de veículos usados também foi afetado pela greve dos caminhoneiros em maio. “A insegurança do consumidor fez com que ele se mantivesse cauteloso, tanto para a aquisição do veículo novo, quanto para a troca do seu usado, diminuindo tanto a oferta quanto a procura desses veículos.” Ao fim dos seis primeiros meses do ano, caminhões da Mercedes-Benz se mostraram os mais negociados pelo mercado de usados, com 37,62% de participação nas transferências, seguida pela Volkswagen Caminhões e Ônibus (21,84%), Ford (16,55%), Scania (8,90%), Volvo (7,72%) e Iveco (4,34%). Implementos rodoviários – No segmento de reboques e semirreboques, os 49.991 veículos negociados no primeiro semestre representaram crescimento de 7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram apuradas 40.163 transferências. O desempenho somente no mês passado somou 7.396 negócios, recuos de 4,22% na comparação com maio, com registro de 7.722 transações, e de 0,42% em relação a junho de 2017, quando 7.427 caminhões mudaram de donos. Com informações de: Estradão O post Mercado de caminhões usados se mantém em alta no semestre apareceu primeiro em Caminhoneiros Na Estrada. http://caminhoneiros-na-estrada.com/blog/mercado-de-caminhoes-usados-se-mantem-emalta-no-semestre/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Chefe de redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Seguindo a tendência 7812304 - CORREIO BRAZILIENSE - Brasília - DF - 19/07/2018
O ano passado marcou a mudança de rumo da indústria automotiva. Após quedas seguidas, 2017 fechou com alta no número de vendas. No entanto, o mercado de motocicletas não acompanhou o de carros e terminou o último período no vermelho. Este ano se mostra otimista para as montadoras da categoria. O primeiro semestre apontou uma alta de 6,93% em relação ao mesmo período do ano passado: foram 456.889 unidades emplacadas contra 427.275. Isso mostra que o setor como um todo tem espaço para crescimento. Confira quais são as 10 motos mais vendidas até o momento no Brasil em 2018. Honda CG 160 » 122.034 Motor: 160cc Dimensões (A x L x C): 1.087 x 739 x 2.032mm Sistema de partida: elétrico Peso: 121kg Preço: a partir de R$ 8.030 Honda Biz » 65.287 Motor: 125cc Dimensões (AxLxC): 1.087 x 730 x 1.981mm Sistema de partida: elétrico/pedal Peso: 103kg Preço: a partir de R$ 7.636 Honda NXR 160 » 65.287 Motor: 160cc Dimensões (A x L x C): 1.158 x 809 x 2.067mm Sistema de partida: elétrico Peso: 120kg Preço: a partir de R$ 10.241 Honda Pop » 39.061 Motor: 110cc Dimensões (AxLxC): 1.033 x 745 x 1.843mm Sistema de partida: elétrico Peso: 87kg Preço: a partir de R$ 5.598 Honda PCX » 15.461 Motor: 150cc Dimensões (AxLxC): 1.094 x 738 x 1.917mm Sistema de partida: elétrico Peso: 124kg Preço: a partir de R$ 11.990
Honda CB 250 F Twister » 15.129 Motor: 250cc Dimensões (AxLxC): 1.072 x 753 x 2.065mm Sistema de partida: elétrico Peso: 135kg Preço: a partir de R$ 13.990 Honda CG 125 » 14.383 Motor: 125cc Dimensões (AxLxC): 1.070 x 737 x 1.980mm Sistema de partida: pedal Peso: 107kg Preço: a partir de R$ 7.161 Honda XRE 300 » 12.913 Motor: 291cc Dimensões (A x L x C): 1.181 x 838 x 2.171mm Sistema de partida: elétrico Peso: 146kg Preço: a partir de R$ 17.934 Yamaha YBR 150 » 12.067 Motor: 150cc Dimensões (AxLxC): 1.075 x 735 x 2.015mm Sistema de partida: elétrico Peso: 113kg Preço: a partir de R$ 10.290 Yamaha Crosser 150 » 9.315 Motor: 150cc Dimensões (AxLxC): 1.140 x 830 x 2.050mm Sistema de partida: elétrica Peso: 131kg Preço: a partir de R$ 11.590 *Números conforme divulgação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (FENABRAVE) Preços e configuração das versões de entrada As imagens podem não corresponder as versões especificadas Preços conforme site da montadora. http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/suplementos/veiculos/2018/07/19/interna_veic ulos,275299/seguindo-a-tendencia.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE
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Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos 7812231 - GARAJE - 19/07/2018
Últimas Notícias » Home » Buscar notícias » Voltar Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos18 Julho 2018 Citroën C4 Pallas Cerca de um ano após o seu lançamento em outros mercados, o Citroën C4 Pallas fez a sua estreia no mercado brasileiro. No começo de agosto de 2007, os brasileiros conheciam o novo representante da marca francesa para o segmento de sedãs médios, que teve como a dura missão enfrentar modelos como Honda Civic, Toyota Corolla e Ford Fusion. Inicialmente, a meta da marca era vender 1.000 unidades do carro por mês. Para conseguir chamar a atenção de quem não dava muita bola para carros franceses, a Citroën fez uma bela investida em marketing. A campanha de lançamento do carro envolveu diversas caixas de grande porte espalhadas pela capital de São Paulo. Cada uma media 9 metros de comprimento por 6 metros de altura e tinha um isolamento acústico, onde os curiosos eram convidados a entrar para conhecer o lançamento. Houve ainda uma ação com o ator britânico Kiefer Sutherland, protagonista da série 24 Horas, que apareceu a bordo do C4 Pallas pelas ruas de São Paulo. Por fim, um boato espalhado nas redes sociais falava que um asteroide de nome Pallas se chocaria com o planeta Terra ? algo idealizado também pela Citroën. Todas essas ideias mirabolantes para divulgar o novo carro refletiam parte da modernidade que o carro trouxe para o segmento. Para começar, o C4 Pallas era bem maior que os seus rivais, com 4,77 metros de comprimento, contra 4,48 m do Civic e 4,54 m do Corolla. Isso sem falar do porta-malas de 580 litros, contra os 340 l do Honda e 470 l do Toyota. E o C4 Pallas até que conseguiu vender relativamente bem. Em 2008 (o seu primeiro ano cheio), ele se posicionou como o quarto mais vendido do segmento, com 17.945 unidades vendidas, atrás apenas dos tradicionais Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Vectra e a frente do Ford Fusion, Renault Megane, Nissan Sentra, Ford Focus Sedan, Volkswagen Bora, Volkswagen Jetta, Peugeot 307 Sedan e Fiat Linea. Porém, a partir daí ele viu suas vendas caírem bastante. O fechou 2009 com 12.020 vendas, 2010 com 11.945, 2011 com 7.250, 2012 com 3.919 e 2013 com 2.489 exemplares comercializados, segundo os dados da Fenabrave. Citroën C4 Pallas ? detalhes Dê só uma olhada para as imagens externas do carro que ilustram esta matéria. O Citroën C4 Pallas tinha um visual muito bem resolvido e isso era um dos chamarizes do modelo. A dianteira da carroceria era marcada pelos faróis que lembravam um bumerangue, divididos pela grade cromada que evidenciava o duplo chevrón da marca francesa. Já o para-choque do C4 Pallas tinha uma tomada de ar logo abaixo da grade e uma segunda tomada numa posição inferior, que abrigava também os faróis de neblina. O conjunto era finalizado pelo capô com diversos vincos que dava sensação de fluidez e harmonia. As laterais do C4 Pallas tinham como destaque a ampla área envidraçada, com o teto em formato de arco e as janelas acompanhando o desenho. Havia ainda retrovisores fixados na lataria das portas e um vinco sutil que nascia no para-lama traseiro e terminava nas lanternas. Por fim, a traseira mostrava que havia sim uma conversa com a dianteira. As lanternas predominante vermelhas se assemelhavam com os faróis e eram destaque na traseira. A tampa do porta-malas tinha desenho limpo, enquanto o para-choque trazia o suporte de placa e um friso que percorria toda a peça. Todos esses detalhes eram distribuídos numa carroceria de 4,77 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,51 m de altura, com entre-eixos de 2,71 m. As boas medidas refletiam num amplo espaço interno, em especial para as pernas dos
ocupantes do banco de trás, além do porta-malas que aparentava ser um latifúndio com seus 513 litros ? medida já oferecida por modelos atuais como Chevrolet Cobalt e Renault Logan, mas que na época era um diferencial. O C4 Pallas tinha também tampa do porta-malas com dobradiças pantográficas, algo quase inexistente nos sedãs de hoje em dia. Ao abrir a porta, dava para notar que o C4 Pallas repetia as soluções modernas encontradas nas irmãs minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso, além do cupê C4 VTR. O painel era marcado pelo bom acabamento com materiais macios ao toque e, sobretudo, pelo quadro de instrumentos totalmente digital fixado no console central. Uma exclusividade do C4 Pallas era o volante de dois raios com cubo central fixo. Ele era multifuncional e oferecia nada menos que 20 botões, utilizados para comandar uma série de funcionalidades do veículo, como o sistema de som, computador de bordo, piloto automático, recirculador de ar e até mesmo a iluminação da cabine. Havia também ajuste de altura e profundidade. Até 2010, o C4 Pallas trazia ainda o conta-giros posicionado acima do volante, que passou a ser posicionado junto do restante dos instrumentos anos depois. Ele contava ainda com alguns recursos até dispensáveis, como um perfumador de ambiente que você dificilmente encontraria posteriormente o refil nas concessionárias para repor. O sedã médio fabricado na Argentina ofertava ainda uma série de recursos. A versão mais cara do carro podia ser equipada com airbags frontais, laterais e de cortina, controle eletrônico de estabilidade, faróis de xênon direcionais de dupla função, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores externos com rebatimento elétrico, piloto automático, ar-condicionado automático digital de duas zonas com saída de ar traseira, entre outros. Havia ainda freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS (antitravamento), EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem) e AFU (auxílio à frenagem de emergência), controle de tração, sensores de luz e chuva, banco do motorista com ajustes elétricos, acabamento interno em couro, alarme, computador de bordo, sistema de som com Bluetooth e até Isofix para fixação de cadeirinhas infantis. Apesar do visual e interior modernos, cabine espaçosa, porte avantajado e ampla lista de equipamentos, o C4 Pallas decepcionava por alguns pontos, como o câmbio automático de quatro marchas antiquado e problemático e também a alta desvalorização, que poderia chegar a assustadores 24% após um ano de uso. Outra crítica era a respeito da suspensão excessivamente dura, calibrada de maneira não muito adequada para o território brasileiro e também frágil demais, que logo batia no fim de curso, além do isolamento acústico ineficiente da cabine do veículo. Citroën C4 Pallas ? novidades com o passar do tempo Motor 2.0 litros vira flex Em outubro de 2008, o motor do Citroën C4 Pallas passou a beber tanto etanol como gasolina. O propulsor 2.0 litros de quatro cilindros e 16 válvulas em sua versão flex foi desenvolvido pela equipe de engenharia da Citroën para o Mercosul e inclui fase de teste com mais de 300 mil quilômetros rodados. Para receber ambos os combustíveis, a unidade ganhou mudanças no mapeamento da central de gerenciamento eletrônico, reforço do cabeçote de válvulas e do coletor de admissão, adoção de novos pistões, bielas, bomba de óleo e de água, reprogramação do câmbio, entre outros. Com isso, o 2.0 flex passou a entregar 143 cv com gasolina e 151 cv com etanol, e torque de 20,4 e 21,6 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. O C4 Pallas foi lançado nas versões de acabamento GLX e Exclusive, com preços de R$ 69.495 e R$ 74.995, respectivamente. Como opcional, ele podia receber airbags laterais e de cortina, faróis de xênon direcionais, assistente de frenagem de emergência, banco do motorista com ajustes elétricos, alarme, entre outros. Havia ainda revisões com preços fixos, que variavam de R$ 295 para os 10 mil km a R$ 575 para os 60 mil km. Linha 2009 com opção de câmbio manual A Citroën lançou o C4 Pallas inicialmente somente com câmbio automático de quatro marchas. Porém, na linha 2009 o sedã médio passou a dispor da opção de câmbio manual de cinco marchas.
Ele era ofertado juntamente com o motor 2.0 flex de até 151 cv e 21,6 kgfm usado nas demais versões. Na ocasião, o C4 Pallas manual foi anunciado com preço de R$ 61.420 para o modelo GLX e R$ 67.610 para o topo de linha Exclusive. A expectativa da marca é que ele respondesse por 30% do mix de vendas do sedã. O modelo passou a contar também com sistema de som com MP3 e Bluetooth. Linha 2010 com mudanças sutis A linha 2010 do Citroën C4 Pallas chegou em junho do mesmo ano e trouxe pequenas mudanças. O carro passou a oferecer a nova opção de cor Gris Cendré (cinza) e perdeu o conta-giros sobre o volante, agora posicionado dentro do painel central. Houve ainda a introdução de duas novas tomadas no painel, sendo uma USB e outra auxiliar para o sistema de som que já contava com MP3 player, CD player e conexão Bluetooth. Preços reduzidos para desovar o estoque Com o fim de linha se aproximando, a Citroën resolveu vender o C4 Pallas a preços promocionais. A versão GLX 2.0 com câmbio manual passou a ser ofertada por interessantes R$ 49.990. Com o câmbio automático, a cifra subia para R$ 52.990. Já o Citroën C4 Pallas Exclusive, disponível na época somente com câmbio automático, podia ser encontrado por R$ 58 mil. Fim de linha Depois de pouco mais de seis anos, o Citroën C4 Pallas deixou de ser comercializado no mercado brasileiro. O fim de linha do sedã médio na planta de El Palomar, na Argentina, foi anunciado em maio de 2013. Já o fim das vendas do C4 Pallas em nosso País aconteceu em junho do mesmo ano. O C4 Pallas foi descontinuado para dar lugar ao atual Citroën C4 Lounge, que começou a ser vendido em setembro e se destacava pela opção do motor 1.6 THP de até 165 cavalos e 24,5 kgfm, acoplado a um câmbio automático de seis marchas, disponível na época na versão topo de linha. Além disso, o Citroën C4 Pallas já não andava muito bem das pernas no segmento. Entre janeiro e maio de 2013, o modelo emplacou somente 1.364 unidades, contra 21.012 do líder Honda Civic. Citroën C4 Pallas ? versões A linha do Citroën C4 Pallas tinha somente duas versões de acabamento, independente do ano/modelo. Confira: Citroën C4 Pallas GLX: configuração de entrada, que trazia de série itens como airbags frontais, freios com ABS, EBD e AFU, computador de bordo, perfumador de ambiente, arcondicionado manual, vidros, travas e retrovisores elétricos, direção eletro-hidráulica progressiva, rodas de liga-leve de 16 polegadas e sistema de som com MP3 player, Bluetooth e seis alto-falantes. O GLX contava também com volante multifuncional, piloto automático, banco traseiro bipartido, faróis com ajuste elétrico, Isofix, apoio de braço central dianteiro e traseiro, volante ajustável em altura e profundidade, porta-luvas refrigerado, entre outros. Citroën C4 Pallas Exclusive: agregava faróis com acendimento automático, sensor de chuva, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, bancos revestidos em couro, faróis de neblina, ar-condicionado automático digital de duas zonas, retrovisores externos com rebatimento elétrico, retrovisor interno eletrocrômico, entre outros. Como opcional para o Exclusive, havia airbags laterais e de cortina, alarme, banco do motorista com regulagens elétricas, faróis de xenônio com facho direcional e controles de estabilidade e tração. Citroën C4 Pallas ? preços https://www.garaje.com.br/noticias/automotivas/citron-c4-pallas-o-seda-que-cativou-peloespaco-e-recursos/2771 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE
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Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping BMW e EDP criam o maior corredor elétrico da América Latina 7812233 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 19/07/2018
O Brasil terá, até o fim do ano, uma frota de apenas 10 mil carros elétricos e híbridos (modelos com bateria e motor a combustão), mas montadoras e empresas do setor de energia querem provar que esse tipo de veículo é viável no País e pode aumentar sua participação no mercado local, a exemplo do que ocorre em países da Europa e na China. + Governo lança Rota 2030 com abatimento de 10,2% de impostos para montadoras Na segunda-feira, a fabricante de carros de luxo BMW e a empresa do setor elétrico EDP, com apoio da rede Ipiranga, vão inaugurar seis postos de recarga na Rodovia Presidente Dutra, que interliga as duas maiores capitais do País – São Paulo e Rio de Janeiro. A ação recebeu R$ 1 milhão em investimentos. + Mercosul propõe reduzir taxas para carros da UE “É o maior corredor elétrico da América Latina”, diz o presidente da BMW do Brasil, Helder Boavida. Segundo ele, com três pontos de recarga em cada um dos sentidos da rodovia, a uma distância de 120 quilômetros cada, os postos possibilitam “uma viagem tranquila” pelos 430 km entre as cidades, sem risco de desabastecimento. O segundo maior trecho com postos de recarga na região está no Uruguai, numa extensão de 310 km. São Paulo já tem um “corredor elétrico” entre a capital e Campinas, com dois postos na Rodovia dos Bandeirantes e na Via Anhanguera. Outro projeto semelhante deve ser feito entre cidades de Santa Catarina e do Paraná. + Venda de veículos cresce 14,4% no 1º semestre, aponta Fenabrave O presidente da EDP Brasil, Miguel Setas, afirma que “o objetivo do corredor é divulgar a tecnologia, permitir que os consumidores percebam as vantagens (do carro elétrico)”. Ele e Boavida fizeram nesta quarta-feira, 18, o trajeto do Rio a São Paulo com um modelo BMW i3, que tem um pequeno motor a combustão que auxilia na recarga das baterias. A autonomia do modelo, que custa R$ 200 mil, varia de 180 a 210 quilômetros. “Fizemos o trecho em cerca de seis horas, com três paradas para abastecer”, informa Boavida. São necessários cerca de 25 minutos para completar 80% da carga elétrica. O custo, diz ele, equivaleria a um quarto do que seria gasto com um carro a combustão”. Até o fim do ano, qualquer tipo de carro elétrico poderá ter a bateria carregada nos postos gratuitamente. A partir de 2019, as empresas vão avaliar os preços a serem cobrados. Com esses seis novos pontos, a BMW soma cem postos de recarga em todo o País feitos em parceria com diversas empresas. Outras empresas, como a BYD, também tem postos próprios. Rota. O decreto assinado pelo presidente Michel Temer no dia 6, junto com o anúncio do programa Rota 2030, o novo regime automotivo do País, prevê a redução do IPI de modelos elétricos e híbridos de 25% para 7% a 20%. A tabela com as alíquotas para cada categoria de veículo ainda não está pronta, mas fabricantes já demonstram desapontamentos. “A medida leva em conta, por exemplo, o peso do veículo e, como a bateria equivale a metade do peso do carro, não será muito favorecido pelo IPI menor, embora a redução é sempre importante”, diz Adalberto Maluf, diretor da BYD, fabricante de caminhões e ônibus elétricos e importadora de automóveis. Ele cita que, para obter o porcentual mais baixo, de 7%, o carro precisa pesar no máximo 1,4 mil quilos. “Nenhum automóvel à venda no País atualmente atende essa exigência”. O minicarro Twizy, da Renault, é classificado como quadriciclo, diz. No ano passado, dos 3.296 veículos híbridos e elétricos vendidos no País, somente 60 eram 100% movidos a eletricidade. Neste ano, foram vendidas até junho 1.944 unidades, a grande maioria também de híbridos. https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,bmw-e-edp-criam-o-maior-corredoreletrico-da-america-latina,70002407020 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleide Silva, O Estado de S.Paulo
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Estado: SP Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping AL aprova ajuste fiscal para máquinas pesadas; setor automotivo comemora 7812234 - CENÁRIO MT - Cuiabá - MT - 19/07/2018
Depois de quase 10 anos de solicitações, o setor automotivo comemora a aprovação na Assembleia Legislativa em segunda votação de um projeto de lei (PL) que equipara a outros Estados a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela – máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura, por exemplo. A notícia foi dada em primeira mão a 350 pessoas durante a abertura do Encontro Regional Fenabrave, um evento realizado pela Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso. O PL 199/2018, enviado ao Executivo para sanção, concede ao segmento competitividade tributária, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso. É um pleito da Fenabrave-MT. “A conquista do setor automotivo só foi possível com a união de todos. É um ajuste que possibilita competitividade em relação aos Estados vizinhos. Hoje, 70% dos maquinários são comprados fora. Com a aprovação, o cenário muda. Teremos mais clientes comprando e gerando divisas aqui dentro”, explica Paulo Boscolo, diretor da Fenabrave Regional Mato Grosso. O diretor da Fenabrave-MT, José Eduardo Tomaz, representante do segmento de linha amarela, explica que o Estado de Mato Grosso já perdeu várias construtoras e locadores para o Estado de Goiás, São Paulo e Paraná. “Estamos muito contentes com esta notícia. Com o ajuste da alíquota, isso não vai mais acontecer. A expectativa é de que o incremento no quadro da rede linha amarela comece a crescer ainda este ano. Ao todo, 28 tipos de máquinas e equipamentos serão contemplados com o PL. São máquinas como retroescavadeira, pá-carregadeira, rolo-compactador, entre outras que são utilizadas para promover a infraestrutura no Estado de Mato Grosso”, comenta o empresário Tomaz. O segmento vende aproximadamente 400 máquinas por ano e, com aprovação do projeto, acredita-se que o número deve dobrar nos próximos anos. “As locadoras e construtoras vão começar a adquirir as máquinas no Estado de Mato Grosso e, consequentemente, a mão-deobra será ampliada”, complementou Tomaz. Leia: Em carta, indústrias brasileira e alemã defendem acordo Mercosul-UE A abertura do encontro contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico, Leopoldo Mendonça, e o ex-secretário da mesma pasta, Carlos Avalone, que vinha mediando os diálogos com o governo. “Depois de termos levado esse pleito a várias reuniões com diversos secretários de Fazenda, Indústria e Comércio dos governos anteriores e agora com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do governo Taques, encontramos no então secretário Carlos Avalone a atenção necessária para esta demanda. Agradecemos ao governador e seu secretariado e agradecemos especialmente ao Avalone”, destaca Paulo Boscolo. O Encontro O Encontro Regional Fenabrave é organizado pela Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso e está sendo realizado nestes dias 17 e 18, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. https://www.cenariomt.com.br/2018/07/19/al-aprova-ajuste-fiscal-para-maquinas-pesadassetor-automotivo-comemora/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping VW Golf 1.0 TSI 2019: hatch sobe de nível para ficar mais atraente 7812244 - AVN (ALTO VALE NOTÍCIAS) - 18/07/2018
É sempre bom lembrar que o terreno de hatches médios está cada vez menos fértil, principalmente no Brasil. A participação nas vendas vem caindo mês a mês. E de acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos) atingiu meros 0,6% do total em junho. Com isso, na linha 2019 do VW Golf 1.0 TSI, o carro recebeu algumas mudanças para ficar mais atraente. No caso da versão mais em conta do VW Golf 1.0 TSI, o hatch médio subiu de nível, com mais equipamentos de série e encontrado apenas com câmbio automático de seis marchas, com opção de trocas sequenciais na própria alavanca ou pelas hastes atrás do volante, entre vários outros itens, como sensores nos para-choques para facilitar as manobras de estacionamento, câmera de ré e monitoramento da pressão os pneus. Portanto, esqueça as primeiras unidades do Golf 1.0 TSI vendidas no Brasil, que podiam vir só com câmbio manual e uma lista de equipamentos mais modesta. O problema é que o preço subiu bastante. No início do ano passado, o carro tinha preço sugerido de R$ 77. 247, ante R$ 91.790 hoje, o que representa um aumento de nada desprezíveis R$ 14.543. Em contrapartida, pelo menos para os mais desavisados, ficou quase impossível convencer que o Golf Comfortline da linha 2019 é um carro equipado com motor 1.0, o que até há pouco tempo era sinônimo apenas nos modelos chamados “populares”. Com as rodas de aro 17, com acabamento diamantado, oferecidas como opcional (R$ 2.450) e teto- solar elétrico (R$ 4.850), o hatch beira os R$ 100 mil. Pois é, um carro 1.0 com esse valor? Nem cogite a deixar esse tipo de pergunta passar pela sua cabeça. O Golf Comforline da linha 2019 não é nada barato, mas tem qualidades de sobra e uma delas é a eficiência em conciliar bom desempenho com economia de combustível. Com o câmbio automático, também ganhou conforto, sem deixar a agilidade de lado. Anda bem e gasta pouco De acordo com os números da fabricante, com o motor 1.0 de 128 cv, o hatch com câmbio automático de seis marchas pode acelerar de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos e atingir 192 km/h, nada mau, não? Mas o mais surpreendente é o quanto que o carro consegue ser econômico. Conforme os dados do Inmetro, com gasolina, o consume urbano é de 11,4 km/l e 8 km/l com etanol, números que passam para 14,2 km/l e 10,2 km/, respectivamente, na cidade. O acerto do conjunto mecânico agrada em vários aspectos. Já começa com a harmonia de funcionamento entre o motor 1,0, turbo, de surpreendentes 128 cv com apenas etanol no tanque com a caixa de seis marchas com relações bem escalonadas. Basta acelerar que logo vem a resposta, mostrando boa agilidade. E isso foi conseguido graças a uma série de recursos como variador de fase nos comandos de válvulas nas fase de admissão e escape, materiais leves e resistentes e gerenciamento eletrônico de última geração. Some-se a isso a sensação de segurança que o carro transmite o tempo todo, seja pela estrutura com boa rigidez torcional, pelos controles eletrônicos de estabilidade e tração ou por causa do bom isolamento acústico. Assim como antes, também vale a lembrança de que o Golf vem com 7 airbags de série e recebeu nota máxima nos testes de colisão do Latin NCAP. A suspensão bem acertada é outra qualidade do hatch médio da marca alemã, tanto em manter uma estabilidade irrepreensível nas curvas quanto em absorver as irregularidades do piso. Ponto positivo também para a direção leve e precisa bem como para o volante de tries raios com boa empunhadura. Nessa versão mais em conta do Golf, porém, os bancos poderiam ser um pouco mais confortáveis. São revestidos de tecido simples e ajustes adequados para o motorista, porém, faltou mais conforto. A visibilidade do Golf também faz parte das vantagens em relação aos dois principais rivais, o Focus e o Cruze Sport6. Mas levando em conta o espaço interno, inclusive no porta-malas, os três se equivalem. São 313 litros do VW, ante 316 do Ford e 290 do GM. No caso do entre-eixos, os números são 2,63 m, 2,64 m e 2,70, respectivamente. Entretanto, o Golf tem a melhor central multimídia do trio de hatches médios que mais vendem no Brasil. Além de ter funcionamento intuitivo, conta com rapidez, boa qualidade dos gráficos e fácil conectividade com qualquer tipo de celular. Bom também é que o carro vem com portaobjetos práticos e bem posicionados. Conclusão
Apesar de ter mudado pouco na linha 2019, o VW Golf 1.0 TSI recebeu boas novidades e passou a ser um dos hatches médios mais interessantes do mercado atualmente, ainda mais levando em conta a questão do equilíbrio entre consumo e desempenho. Ficha técnica Preço: R$ 91.790 Motor: 1.0, três cilindros, turbo, flex Potência: 128 cv (E) / 116 cv (G) a 5.500 rpm Torque: 20,4 kgfm a 2.000 rpm Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Independente, eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros) Pneus: 205/55 R16 Dimensões: 4,26 m (comprimento) / 1,80 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,63 m (entre-eixos) Tanque: 50 litros Porta-malas: 313 litros Consumo gasolina: 11,4 km/l (cidade) / 14,2 km/l (estrada) 0 a 100 km/h: 10,3 segundos Velocidade máxima: 192 km/h Fonte: Carros – iG / Por Carlos Guimarães http://www.jav.inf.br/2018/07/18/vw-golf-1-0-tsi-2019-hatch-sobe-de-nivel-para-ficar-maisatraente/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Alto Vale Online Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Encontro Fenabrave: Entidades de classe podem ser a solução para a o Brasil 7812245 - NOTÍCIAS DE MATO GROSSO - Cuiabá - MT - 18/07/2018
Home Editorias Mato Grosso Encontro Fenabrave: Entidades de classe podem ser a solução para a o... Fonte: Da redação Facebook “O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura, realizada nessa terça-feira (17), do Encontro Regional da Fenabrave 2018. Segundo Geller, a solução para o país passa por ter as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT). “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave Nacional, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela – máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura – com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento Edson Maia, concessionário em Mato Grosso, reforçou a importância da sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. O Encontro – Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18). http://www.noticiasdematogrosso.com.br/encontro-fenabrave-entidades-de-classe-podemser-a-solucao-para-a-o-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Dayene Paz Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018
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Clipping Candidatura de Lula é "pura ficção", afirma Augusto Nunes em Cuiabá - O Livre 7812246 - LIVRE - 18/07/2018
Sobre a candidatura de Alckmin, ele avaliou que o PSDB é oposição a si mesmo Gabriele Schimanoski gabriele.schimanoski@olivre.com.br O colunista do LIVRE Augusto Nunes apresentou um panorama sobre a situação política e econômica brasileira aos participantes do Encontro Regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) , realizado na noite desta quarta-feira (18), em Cuiabá (MT). Com dez possíveis pré-candidatos à Presidência da República, Nunes, que deve mediar alguns debates entre eles, afirmou que não votará mais por exclusão. “Isso também não funciona, mas estou cansado de procurar um pai da pátria porque não existe”. O jornalista defendeu o sistema de parlamentarismo para o Brasil, como existe hoje em alguns países da Europa. “E eu vou defender esse sistema caso entenda que não há nenhum candidato apto a ser o próximo presidente do país”. Para ele a eleição do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva é inviável devido a Lei da Ficha Limpa. “Isso não existe, um condenado em segunda instância não tem a mínima chance. É pura ficção”. Nunes argumenta que parte dos eleitores do Lula votam por ignorância. “Eles nunca passaram perto de uma notícia. Fazem parte de uma seita”, dispara. Quanto ao Bolsonaro, o jornalista destaca que é possível que tenha alguma chance caso saiba ouvir os setores da economia e deixe o passado para trás. Em relação ao PSDB, “o partido só sabe fazer oposição ao próprio partido”, disse. Quanto ao possível candidato tucano, Geraldo Alckmin, Nunes pontua que ele precisa ser mais afirmativo. “Mas é o candidato que não me assusta, pois é previsível”. - Anúncio MAIS LIDAS Mesmo faltando ao trabalho e deixando os pontos já assinados, a engenheira tirou fotos na Rússia e divulgou no Facebook Lucas Bellinello O homicídio gerou mobilização também entre os faccionados nas redes sociais, que expressaram luto e juraram vingança em suas publicações Lázaro Borges Lázaro Borges https://www.olivre.com.br/ele-e-um-tosco-mas-pode-se-viabilizar-afirma-augusto-nunessobre-bolsonaro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Encontro da Fenabrave reúne entidades para discutir soluções 7812247 - OLHAR DIRETO - Cuiabá - MT - 18/07/2018
“O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura do Encontro Regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), realizada nessa terça-feira (17). Governo deve construir mais quatro viadutos e uma trincheira no Rodoanel; veja anteprojeto Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18). Segundo Geller, a solução para o país ET as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Fenabrave-MT. “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. O presidente da Fenabrave Nacional, Alarico Assumpção Júnior, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela - máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura - com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento, o concessionário em Mato Grosso Edson Maia reforçou a importância de a sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. Confira a programação completa em: http://www.fenabravemt.com.br/encontro/. http://www.olhardireto.com.br/agro/noticias/exibir.asp?id=26445&edt=0&noticia=encontro-dafenabrave-reune-entidades-para-discutir-solucoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Entidades de classe podem ser a solução para a o Brasil 7812250 - ROTEIRO NOTÍCIAS - 18/07/2018
“O Brasil tem jeito sim”. A afirmação é o do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller durante a abertura, realizada nessa terça-feira (17), do Encontro Regional da Fenabrave 2018. Segundo Geller, a solução para o país passa por ter as pessoas corretas na esfera de representação. “Eu estou falando de representatividade de classe e não de política partidária. O que precisamos para mudar o Brasil são associações e entidades fortes, que promovam melhorias e desenvolvimento para os setores que produzem e geram emprego, que fazem a economia do país ir para a frente”, pontuou Geller. Neste contexto, ele destaca o papel da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT). “A entidade sempre esteve envolvida em debates importantes, inclusive tem acumulado conquistas junto ao governo e perante a sociedade”. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave Nacional, também destacou o protagonismo da Regional de Mato Grosso. “O trabalho que tem sido feito em Mato Grosso é exemplo e referência para o país. A união do setor tem permitido ao segmento alcançar resultados expressivos e reafirmar sua importância social e econômica”. Dentre as conquistas, a mais recente foi confirmada no final da tarde de ontem. Depois de quase 10 anos, a categoria conseguiu na Assembleia Legislativa a aprovação da lei que equipara a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela - máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura - com a alíquota praticada no estado de Goiás. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirmou Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. Presente na abertura do evento, Edson Maia, concessionário em Mato Grosso, reforçou a importância da sociedade estar organizada em entidades de classe. “A palestra do Neri Geller deixou claro que é possível potencializar os recursos que temos e fazer o direcionamento correto, nos desenvolvendo assim como o setor do agronegócio tem feito. Encontros como este que trazem discussões e palestras sobre temas pertinentes são um caminho para este fortalecimento”. Também participaram da cerimônia, o Secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso, Leopoldo Mendonça, os presidentes da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau Júnior, da Federação das Associações Comerciais e Empresários de Mato Grosso (Facmat) Jonas Alves de Souza, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) Nelson Soares e o deputado estadual suplente, Carlos Avalone. O Encontro - Com o tema “O Conhecimento Acelera o Progresso”, o evento que é promovido pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), em parceria com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT), reunirá especialistas em economia, política, inovação e gestão de pessoas durante toda quarta-feira (18). Confira a programação completa em: http://www.fenabravemt.com.br/encontro/ . Fonte: Assessoria de imprensa – Encontro Regional Fenabrave Mato Grosso Fotos: Márcio David http://www.roteironoticias.com.br/2018/07/entidades-de-classe-podem-ser-solucao.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Roteiro Notícias Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Consórcios impulsionam setor de veículos leves 7812253 - JORNAL IBIÁ - 18/07/2018
O crescimento nas adesões e contemplações dos consórcios de veículos leves pode contribuir com o impulso do mercado automotivo neste ano. Nos cinco primeiros meses de 2018, mais de 235,3 mil pessoas foram contempladas e tiveram a oportunidade de utilizar R$ 9,6 bilhões em crédito para comprar um veículo leve (automóveis, camionetas ou utilitários). Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). Esse número é 7,3% superior ao registrado em igual período de 2017, quando 219,5 mil pessoas contempladas nessa categoria se valeram de R$ 8,95 bilhões para a aquisição de veículos dessa categoria. “Como o consumidor tem adotado a medida de planejar com antecedência a compra de um veículo, o consórcio tem se mostrado uma ótima solução”, destaca Rogério Pereira, diretor Comercial da Embracon, administradora de consórcios há 29 anos no mercado. Ele observa que prova desta prudência é que o número de adesões está em crescimento. Além disso, o crédito disponibilizado no mercado tem constituído um fator importante para a cadeia produtiva do segmento automobilístico. Ela é beneficiada com a venda de veículos nos meses subsequentes, no caso do consorciado se valer da carta de crédito para concretizar a compra. Aos poucos essa tendência vai sendo adotada pelos consumidores montenegrinos, como confirma a supervisora de consórcios da Comauto Volkswagen, Madalena Lopes Bueno. Ela observa que, apesar de ainda não ser a primeira, essa modalidade vem crescendo na loja. Em geral, os compradores têm preferido a venda de salão, utilizando o financiamento ou pagamento à vista. Mercado sente o efeito dos consórcios Os reflexos da contribuição dos consórcios para as vendas de veículos podem ser observados nos dados do mercado. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), os licenciamentos de Veículos Leves registraram aumento de 13,7% e passaram de 993,1 mil no primeiro semestre de 2017 para 1,1 milhão no mesmo período de 2018. Os resultados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos (Fenabrave), que representa os concessionários, confirmam a tendência. Ela aponta 1,1 milhão de carros emplacados no primeiro semestre de 2018, número 13,7% superior aos 991,3 mil emplacados no primeiro semestre de 2017. Leves lideram em dois cenários O segmento Veículos Leves já representa 51% do total de consórcios assinados no Brasil. E, ainda segundo a Associação, na média nacional, cerca de 31% dos leves vendidos no país é por meio de consórcio. Isso significa que um a cada três adquiridos são por meio desse sistema de compra. O índice é quatro vezes o observado em 2009, quando apenas 7,8% dos carros eram adquiridos por consórcio. Até maio deste ano, esse segmento registrou 3,57 milhões de participantes ativos, o que significa 4,1% a mais do que os 3,43 milhões até maio de 2017. Outro ponto é que as adesões aumentam mês a mês. Mais de 467 mil novas cotas de consórcio de Veículos Leves foram comercializadas entre janeiro e maio deste ano; superando as 430,6 mil novas cotas registradas em igual período do ano passado. Pense no valor de seu dinheiro Essa postura tem muito a ver com a impaciência do brasileiro, que quer sair imediatamente dirigindo seu zero quilômetro. Madalena recorda que apenas no Brasil o sistema de longo prazo é preterido ao financiamento. “Em outros países o consórcio é a principal forma de venda. Nos Estados Unidos ninguém entra em uma loja e sai de carro”, ilustra. A supervisora aconselha que no momento da escolha é preciso avaliar o quanto custa para ganhar o dinheiro. Isso por que o consórcio tem taxa de administração (juros) de 2% ao ano; enquanto o mercado de financiamentos aplica taxas de 1,08 a mais de 2% ao mês. Enquanto na primeira opção, ao final do plano, o cliente pagou cerca de R$ 3 mil a mais no preço à vista do carro; na segunda acaba por pagar quase dois automóveis. “O consórcio é uma ótima forma de compra e que cresce cada vez mais”, defendeu
Madalena. Por mês, a Comauto Montenegro comercializa em torno de R$ 500 mil em cartas de consórcio. Em um negócio que termina sendo rentável para quem vende e para quem compra. Vantagens do Sistema de Consórcios -flexibilidade e possibilidade de crédito acessível, sem incidência dos juros praticados pelos bancos; -sistema conta com várias opções de crédito, prazos e parcelas ideais ao cliente; -para participar não é necessário avalista e nem comprovação de renda; -a carta de crédito dá ao consorciado o poder de negociar a aquisição do bem à vista, o que lhe confere mais poder na compra; -após a contemplação, a carta de crédito pode ser utilizada para quitar um financiamento ou consórcio de outra administradora em nome do próprio consorciado; -o consorciado pode utilizar o carro usado como lance na compra de um novo; – o sistema de consórcio conta com legislação específica e a administradora deve ser autorizada e fiscalizada pelo Banco Central, o que traz mais segurança ao consumidor. http://jornalibia.com.br/cadernos/ibiamotores/consorcios-impulsionam-setor-de-veiculosleves/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Ibiá Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping AL aprova ajuste fiscal para máquinas pesadas; setor automotivo comemora 7812255 - NOTÍCIAS DE MATO GROSSO - Cuiabá - MT - 18/07/2018
Home Editorias Mato Grosso AL aprova ajuste fiscal para máquinas pesadas; setor automotivo comemora Fonte: Da redação Facebook Depois de quase 10 anos de solicitações, o setor automotivo comemora a aprovação na Assembleia Legislativa em segunda votação de um projeto de lei (PL) que equipara a outros Estados a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), incidente sobre máquinas e equipamentos da chamada Linha Amarela – máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura, por exemplo. A notícia foi dada em primeira mão a 350 pessoas durante a abertura do Encontro Regional Fenabrave, um evento realizado pela Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso. O PL 199/2018, enviado ao Executivo para sanção, concede ao segmento competitividade tributária, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso. É um pleito da Fenabrave-MT. “A conquista do setor automotivo só foi possível com a união de todos. É um ajuste que possibilita competitividade em relação aos Estados vizinhos. Hoje, 70% dos maquinários são comprados fora. Com a aprovação, o cenário muda. Teremos mais clientes comprando e gerando divisas aqui dentro”, explica Paulo Boscolo, diretor da Fenabrave Regional Mato Grosso. O diretor da Fenabrave-MT, José Eduardo Tomaz, representante do segmento de linha amarela, explica que o Estado de Mato Grosso já perdeu várias construtoras e locadores para o Estado de Goiás, São Paulo e Paraná. “Estamos muito contentes com esta notícia. Com o ajuste da alíquota, isso não vai mais acontecer. A expectativa é de que o incremento no quadro da rede linha amarela comece a crescer ainda este ano. Ao todo, 28 tipos de máquinas e equipamentos serão contemplados com o PL. São máquinas como retroescavadeira, pá-carregadeira, rolo-compactador, entre outras que são utilizadas para promover a infraestrutura no Estado de Mato Grosso”, comenta o empresário Tomaz. O segmento vende aproximadamente 400 máquinas por ano e, com aprovação do projeto, acredita-se que o número deve dobrar nos próximos anos. “As locadoras e construtoras vão começar a adquirir as máquinas no Estado de Mato Grosso e, consequentemente, a mão-deobra será ampliada”, complementou Tomaz. A abertura do encontro contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico, Leopoldo Mendonça, e o ex-secretário da mesma pasta, Carlos Avalone, que vinha mediando os diálogos com o governo. “Depois de termos levado esse pleito a várias reuniões com diversos secretários de Fazenda, Indústria e Comércio dos governos anteriores e agora com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do governo Taques, encontramos no então secretário Carlos Avalone a atenção necessária para esta demanda. Agradecemos ao governador e seu secretariado e agradecemos especialmente ao Avalone”, destaca Paulo Boscolo. O Encontro O Encontro Regional Fenabrave é organizado pela Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso e está sendo realizado nestes dias 17 e 18, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. http://www.noticiasdematogrosso.com.br/al-aprova-ajuste-fiscal-para-maquinas-pesadassetor-automotivo-comemora/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Dayene Paz Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping ALMT aprova equiparação em Mato Grosso da alíquota do ICMS de Goiás para Linha Amarela | Mato Grosso Agro 7812257 - MATO GROSSO AGRO - Cuiabá - MT - 18/07/2018
Foto: Viviane Petroli/Mato Grosso Agro A alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre a chamada Linha Amarela (máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura) de Mato Grosso será equiparada com a praticada em Goiás em 7%. A equiparação representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação, proporcionando assim uma maior competitividade para o segmento. O nivelamento da alíquota de Mato Grosso com a de Goiás foi aprovada na noite de terçafeira, 17 de julho, pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e atende a uma demanda do setor para estimular a aquisição de máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura em empresas instaladas em Mato Grosso, evitando desta foram a importação dos produtos do estado vizinho. A alíquota de 7% foi aprovada sob o Projeto de Lei 199/2018. Conforme a ALMT, a concessão não pode ser acumulada com outros benefícios e exige que o contribuinte esteja adimplente com o Estado. Ao todo, 28 máquinas e equipamentos são contemplados com a aprovação do projeto de lei 199/2018, como retroescavadeira, pá-carregadeira e rolocompactador. A aprovação do projeto foi comemorada na noite de terça-feira, 17 de julho, durante a abertura do Encontro Regional Fenabrave, um evento realizado pela Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso. Para o diretor da Fenabrave Regional Mato Grosso, Paulo Boscolo, a redução da alíquota do ICMS para a Linha Amarela em Mato Grosso trará mais competitividade, uma vez que hoje 70% dos maquinários são comprados em outros estados. Segundo ele, a medida trará uma mudança no cenário mato-grossense. Conforme a Fenabrave Regional Mato Grosso, o segmento vende aproximadamente 400 máquinas por ano e, com aprovação do projeto, acredita-se que o número deve dobrar nos próximos anos. http://www.matogrossoagro.com.br/economia/veiculos/almt-aprova-equiparacao-em-matogrosso-da-aliquota-do-icms-de-goias-para-linha-amarela/1948 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Linha Amarela terá alíquota do ICMS igualada à de estados vizinhos - URGENTE NEWS 7812263 - URGENTE NEWS - 18/07/2018
Compartilhar no Facebook Tweet Foto: Fablício Rodrigues / Secretaria de Comunicação Social A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou a equiparação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre a chamada Linha Amarela (máquinas pesadas utilizadas na construção civil, mineração e agricultura) de Mato Grosso com a alíquota praticada em Goiás. O Projeto de Lei 199/2018 atende a uma demanda do setor para estimular a aquisição de máquinas nas emrpesas instaladas no estado e evitar a importação dos produtos comercializados no estado vizinho. A nova alíquota será de 7%, o que representa um desconto de 41,18% sobre o valor da respectiva operação. A concessão não pode ser acumulada com outros benefícios e exige que o contribuinte esteja adimplente com o Estado. José Eduardo Tomaz, diretor do segmento de Linha Amarela da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos – Regional Mato Grosso (Fenabrave-MT), explica que a adequação vai garantir competitividade das empresas. “As empresas dos estados vizinhos vendiam para nossos clientes. Mato Grosso passa a ser construído com máquinas adquiridas de empresas instaladas aqui e ainda permite que grandes construtoras expandam suas atividades sem a necessidade de sair do nosso estado”. Ainda segundo José Eduardo, há uma expectativa de incremento no quadro de empregados das empresas ligadas à Linha Amarela já para o segundo semestre. Ao todo, 28 máquinas e equipamentos são contemplados com a aprovação do projeto de lei 199/2018. “A lei concede ao segmento a competitividade tributária que nossos empresários merecem. Nos deixa em pé de igualdade a outros estados, garantindo mais emprego, arrecadação e fomento à economia de Mato Grosso”, afirma Paulo Boscolo, diretor regional da Fenabrave. http://www.urgentenews.com.br/2018/07/18/linha-amarela-tera-aliquota-do-icms-igualada-ade-estados-vizinhos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Custo menor puxa oferta pública de letras financeiras 7812264 - VALOR ECONÔMICO - São Paulo - SP - 18/07/2018
SÃO PAULO - O mercado de letras financeiras, títulos emitidos por bancos com prazo mínimo de dois anos, voltou a ficar aquecido neste ano, após um período de desaceleração por conta da retração no crédito. No primeiro semestre, as ofertas públicas desses papéis somaram R$ 4,066 bilhões — volume quase quatro vezes maior que o registrado no mesmo período do ano passado e o maior valor captado em um ano desde 2012. O crescimento acompanha a maior demanda por títulos privados, que levou a uma redução dos prêmios pagos pelos emissores em até cinco pontos percentuais, assim como a expansão das carteiras de financiamento, especialmente de bancos de montadoras. Os bancos de montadoras, que acessam esse mercado com frequência, aproveitaram a maior demanda por letras financeiras para ampliar a captação de recursos para financiar o crescimento da carteira de crédito neste ano. A venda de veículos subiu 14,5% no primeiro semestre de 2018, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), que representa as concessionárias. Só em automóveis, a Fenabrave projeta aumento de 9,9% das vendas neste ano. O Banco Toyota, por exemplo, aproveitou a liquidez do mercado para fazer a segunda emissão pública de letras financeiras no valor total de R$ 500 milhões para dois e três anos, acima dos R$ 300 milhões captados em operação realizada no ano passado. A emissão teve uma demanda de quatro vezes o valor da oferta. As letras com prazo de dois anos saíram com uma taxa de 102,80% do CDI, abaixo dos 103% do referencial pagos em operação de mesmo prazo realizada pelo banco em 2017. “O mercado está com muita liquidez para as emissões dos bancos de montadoras. Em momento de incerteza no cenário político, os investidores têm preferido papéis de menor risco e com prazos mais curtos”, diz Carlos Rommel Filho, gerente de tesouraria do Banco Toyota. O dinheiro captado no mercado doméstico representa cerca de 50% do funding do Banco Toyota. Apenas 5% dos recursos da instituição vem da matriz. A diferença vem de captações externas, com bancos estrangeiros. “Ainda temos uma demanda de funding para este ano, mas ainda não sabemos se vamos fazer uma captação no mercado interno ou externo”, diz Rommel Filho. O Banco Toyota financia cerca de 30% dos veículos da montadora vendidos nas concessionárias e projeta um crescimento de 15% da carteira de crédito neste ano. O Banco Volkswagen também captou R$ 500 milhões neste ano a uma taxa de 103,5% do CDI, abaixo dos 104% pagos na operação realizada no ano passado no mesmo montante. “Temos o compromisso interno com a matriz de diversificar as fontes de captação”, diz Rafael Teixeira, diretor financeiro da Volkswagen Financial Services. A carteira de crédito do Banco Volkswagen apresentou crescimento de 10% neste ano, até junho, e somava R$ 14,2 bilhões no fim do primeiro semestre, considerando o financiamento de caminhões, ônibus e automóveis. A instituição financia 70% das vendas de veículos da montadora nas concessionárias. “O mercado já começa a reagir positivamente e a gente vê o início de uma recuperação na carteira de crédito do banco, depois de quedas consecutivas”, diz Teixeira. Assim como os certificados de depósito bancário (CDB), as letras financeiras são um instrumento de captação de recursos usados por bancos e instituições financeiras. A vantagem em relação ao primeiro é que ela permite a colocação de papéis por um prazo mais longo, no mínimo de dois anos. Como não contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), as letras também acabam pagando um retorno melhor que o CDB para os investidores. Com os grandes bancos ainda fora desse mercado, diante da liquidez ainda alta e da retomada lenta do crescimento da carteira de crédito, os gestores de fundos ficaram com poucas opções no mercado para substituir os papéis de instituições financeiras no portfólio que estão vencendo, o que fez com a demanda por esses ativos superasse a oferta. “Temos buscado recompor a participação das letras financeiras em carteira, procurando papéis de bancos de montadoras ou de nicho ou que tenham prazos mais longos para tentar manter a rentabilidade”, diz Adriano Casarotto, gestor de crédito da Western Asset. Entre as instituições de médio porte, o Paraná Banco, por exemplo, fez uma oferta pública de R$ 300 milhões em letras financeiras para substituir os papéis que estão vencendo neste ano. Do total captado, dois terços foram colocados com prazo de vencimento de três anos, a
uma taxa de 111,70% do CDI — em emissão realizada em 2016, a instituição levantou o mesmo volume pelo prazo de dois anos a uma taxa equivalente a 116,5% do CDI. “Os custos diminuíram bastante. Agora há poucos emissores para uma demanda elevada”, diz Laercio Schulze de Sousa, diretor financeiro do Paraná Banco. A instituição, que tem foco no crédito consignado, prevê estabilidade da carteira neste ano, com a retomada do crescimento em 2019 acompanhando a recuperação da economia. A demanda maior que a oferta desses papéis tem contribuído não só para a redução do custo, mas para o aumento do prazo. O Banco Daycoval aproveitou o momento para antecipar as captações para quitar os papéis que estão vencendo nos próximos meses e fez uma emissão de R$ 500 milhões, sendo R$ 350 milhões pelo prazo de três anos. “O caixa do banco é mais do que o suficiente para cumprir com as obrigações financeiras, mas queríamos manter um nível um pouco mais fortalecido de olho no potencial crescimento da carteira pós-eleição”, diz Paulo Saba, diretor de tesouraria do Daycoval. O custo da operação também caiu. Os papéis com vencimento em dois anos foram emitidos com uma taxa de 107% do CDI, 5 pontos percentuais menor que o da oferta realizada em 2016. “O custo de captação dos bancos de montadoras sempre foi baixo, mas o das instituições de médio porte caiu muito”, diz Antônio Corrêa, analista de crédito da XP Gestão de Recursos. Com a queda das taxas e a menor oferta desses papéis, a XP optou por diminuir a participação desses títulos nos seus portfólios. O estoque de letras financeiras no mercado ainda é composto na maior parte por emissões privadas desses papéis. No fim de junho, somava R$ 307,2 bilhões, crescimento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano passado. “As novas emissões de letras financeiras não estão sendo suficientes para recompor o estoque de papéis que estão vencendo”, diz Casarotto, da Western Asset. https://www.valor.com.br/financas/5668803/custo-menor-puxa-oferta-publica-de-letrasfinanceiras Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Silvia Rosa Estado: SP Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping A ExpoFenabrave reúne as melhores soluções e oportunidades para o seu negócio 7812288 - MAXPRESS NET - São Paulo - SP - 18/07/2018
O maior e mais importante encontro de negócios do Setor da Distribuição de Veículo da América Latina acontece nos dias 7 e 8 de agosto,no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e faz parte do 28º Congresso Fenabrave, que traz, como tema, “RESILIÊNCIA. O mundo é digital e o relacionamento é humano”. O evento deve reunir mais de 3 mil pessoas, entre congressistas e visitantes e, pelo 11º ano consecutivo, o Banco Itaú é o Patrocinador Máster do evento. Assim como no ano passado, a área de exposições está no mesmo pavimento da área de congresso, facilitando a participação de visitantes e congressistas. “A ExpoFenabrave é o melhor momento para os empresários do Setor conhecerem as novidades e as oportunidades que podem agregar ao seu negócio, em busca de novas fontes de receita. Está tudo em um único lugar”, comenta Alarico Assumpção Júnior, Presidente da FENABRAVE. Na edição de 2018,mais de 50 empresas já confirmaram presença na ExpoFenabrave, apresentando produtos e serviços específicos para o Setor da Distribuição de Veículos, dentre elas, as Patrocinadores Ouro, B3 e OLX, a EMBRAPA e CHEVROLET, que são apoiadoras, além de expositores como AutoAvaliar, Grupo Canopus,CCM Tecnologia, DealerNet, Linx, NBS, Petronas, Syonet, Toyota e KIA. Para obter mais informações e efetuar o credenciamento, basta acessar o site do evento: www.congresso-fenabrave.com.br. Sobre a FENABRAVE A FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, reúne 52 Associações de Marcas de automóveis, veículos comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários, tratores e máquinas agrícolas, e motocicletas. A Federação representa mais de 7 mil concessionários de veículos no Brasil que, juntos, são responsáveis pela geração de 305 mil empregos diretos, correspondendo a 3,5% do Produto Interno Bruto – PIB do País. Realizado anualmente pela entidade, o Congresso & ExpoFenabrave está em sua 28ª edição, sendo considerado o segundo maior evento da Distribuição Automotiva no mundo e o primeiro da América Latina. Sobre a Reed Exhibitions A Reed Exhibitions é a organizadora e promotora do 28º Congresso & ExpoFenabrave. A empresa é uma das maiores em organização de feiras e eventos com atuação em 30 países e 500 eventos distribuídos pelas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia, organizados por 41 escritórios com um completo efetivo de profissionais. A Reed Exhibitions atende 43 setores da indústria com eventos comerciais e voltados para consumidores em geral. No Brasil, organiza mais de 35 feiras em todo o território nacional entre eventos de negócios e voltados ao consumidor final. Anualmente, recebe mais de 11 mil marcas expositoras e mais de 2 milhões de visitantes em seus eventos. Mais informações: FENABRAVE MCE Comunicação Rita Mazzuchini (Mtb 22128) e Maira Nascimento E-mails: rita@mcepress.com.br; maira@mcepress.com.br Tel: (11) 2577-6533 Reed Exhibitions Alcântara Machado Monise Hernandez E-mail: monise.hernandez@reedalcantara.com.br
Tel: (11) 3060 4947 ________________________________________ FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores Av. Indianópolis, 1967 · CEP 04063-003 · São Paulo – SP · PABX (55 11) 5582-0000 https://www.maxpress.com.br/Conteudo/1,953962,A_ExpoFenabrave_reune_as_melhores_s olucoes_e_oportunidades_para_o_seu_negocio,953962,4.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 19/07/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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