Clipping Usados: Cruze de primeira geração tem preço de popular 7875305 - HOJE EM DIA - Belo Horizonte - MG - 18/08/2018
Se aventurar no segmento de sedãs médios tem se tornado um sonho cada vez mais distante. A razão é o encarecimento que a categoria sofreu nos últimos dois anos e os paulatinos reajustes de preços, que colocam versões de entrada acima dos R$ 90 mil. O Chevrolet Cruze é um exemplo caro deste cenário. O sedã mudou de geração em 2016 e ganhou um banho de conteúdos que fazem dele uma das melhores opções para quem busca um médio. Motor turbo, uma infinidade de assistentes de condução, como monitor de faixa ativo, são alguns dos predicados do Chevrolet. No entanto, o preço inicial saltou para R$ 96.760. Quem não faz questão de carro novo e nem as benesses de um motor turbo pode encontrar uma boa opção no Cruze de primeira geração. O sedã estreou no mercado em setembro de 2011, como substituto do Vectra. O modelo, que já era vendido no exterior desde 2008, era equipado com motor 1.8 de 144 cv e 18,9 mkgf de torque, combinados com transmissão manual de cinco marchas ou automática de seis velocidades. O Cruze é um automóvel que não deixa nada a desejar para rivais como Corolla e Civic. Oferece excelente acabamento, bons materiais e lista de equipamentos farta, principalmente na versão topo de linha LTZ. Entre a lista de conteúdos, podia ser equipado com direção elétrica, ar-condicionado, computador de bordo, espelhos com rebatimento elétrico, sensores crepuscular e de estacionamento, módulo multimídia MyLink (com navegador GPS, USB e Blutooth), partida sem chave e airbags do tipo cortina. No varejo No mercado de usados, o Cruze tem bom giro. Em julho foram negociadas 4.325 unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). De acordo com a Federação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os valores do Cruze variam de R$ 43 mil a R$ 70 mil. Opção que não seja tão cara, mas com pacote farto de conteúdo e sem muitos anos na ativa é a versão LTZ, ano 2014. Segundo a Fipe, a versão equipada com caixa automática é avaliada em R$ 56,6 mil. No varejo, a versão de mesmo ano tem preços que vão de R$ 50 mil a R$ 65 mil. Um dos poucos fatores negativos do sedã é o consumo. A unidade Ecotec 1.8 não oferece a mesma eficiência do moderno 1.4 turbo de 153 cv que equipa a atual geração. Daí seu consumo na média de 7,5 km/l na cidade, com uso de gasolina. No álcool, a média deve ficar ainda mais baixa. Mesmo assim, pode ser uma opção para quem precisa de espaço e um pouco mais de qualificação que encontrada em compactos. http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/usados-cruze-de-primeira-gera%C3%A7%C3%A3otem-pre%C3%A7o-de-popular-1.648533 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site
Clipping De volta à direção 7872421 - O GLOBO - ECONOMIA - Rio de Janeiro - RJ - 19/08/2018 - Pág 37 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Q4kmk8LiiWoj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Para fugir do aumento dos custos do transporte de cargas com o tabelamento criado pelo governo para acabar com a greve dos caminhoneiros, em maio, empresas fazem as contas em busca de alternativas. Algumas já investem em caminhões próprios e outras buscam a navegação. Para fugir da alta de custos gerada pelo tabelamento dos fretes, criado pelo governo para acabar com a greve dos caminhoneiros em maio, empresas buscam alternativas. Em alguns setores, o preço tabelado representa aumentodeaté100%noscustos com transporte. Por isso, empresários planejam criar frotas própria de caminhões ou alugar veículos para reassumir o controle da logística. Ainda não é possível dimensionar esse movimento, mas, a depender do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a constitucionalidade do tabelamento no próximo dia 27, a tendência deve ganhar impulso. — Há empresas estudando a compra de caminhões novos, outras estão alugando e um terceiro grupo está arrendando. Se o STF considerar o tabelamento constitucional, as companhias vão intensificar as compras e o aluguel para fugir do aumento de custos — avalia Edeon Vaz Ferreira, diretor do Movimento Pró Logística de Mato Grosso. ENTREGA DE MOTO E A PÉ A JBS, uma das líderes globais em alimentos, já decidiu comprar 360 caminhões para reforçar sua frota própria — que passa de mil veículos. Em nota, a companhia controlada pelos irmãos Batista explicou que a decisão faz parte de uma estratégia para reduzir “os impactos de custo causados pela aplicação do tabelamento do frete rodoviário”. Dependendo do setor e da região, o tabelamento provocou alta nos custos entre 30% e100%. Segundo Maurício Lima, especialista da consultoria Ilos, o setor de cimento é um dos que viram seu custo com frete dobrar. —Para as cimenteiras, a frota própria pode valer a pena porque o transporte representa 31% do preço do produto. Outra alternativa é alugar caminhões com motoristas próprios ou contratar uma frota dedicada. Neste momento, as empresas ainda estão fazendo as contas. Além de a tabela da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ter problemas, o STF pode invalidar tudo. É difícil tomar decisão agora. Há uma insegurança muito grande. Produtores de soja e milho estimam um custo extra de US$ 2,4 bilhões (cerca de R$ 9,3 bilhões) sobre os 118 milhões de toneladas que devem ser exportados este ano, diz a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec). — Calculamos, por baixo, um custo adicional de US$ 20 (R$ 78) por tonelada. Há o risco de o Brasil deixar de ser o segundo maior exportador de milho do mundo por conta do aumento do frete — diz Sergio Castanho Teixeira Mendes, diretor-geral da Anec. A Amaggi, maior empresa nacional de comercialização de grãos, cogita comprar entre 300 e 500 veículos novos. Hoje, 100% da frota usada pela companhia são terceirizados. Cada veículo próprio representa um investimento de até R$ 600 mil. A Amaggi precisa de 5.000 caminhões para as movimentações envolvidas em suas operações. Em 2017, movimentou cerca de dez milhões de toneladas. — Para os produtos que já haviam tido seu preço definido, o impacto financeiro (do aumento do frete) deverá ser bastante significativo —estima o presidente executivo da Amaggi, Judiney Carvalho. A Cargill, gigante do agronegócio, está orçando a compra de mil caminhões. Números da Fenabrave, associação que representa os revendedores de veículos, mostram aumento da venda de caminhões este ano,comagrevedoscaminhoneiros em maio. Entre janeiro e julho foram vendidas 39.005 unidades, contra 29.981 no mesmo período de 2017. Já a Via Varejo —que reúne Casas Bahia e Pontofrio — busca outras saídas. Estabeleceu que fabricantes devem entregar mercadorias nos seus centros de distribuição mais afastados, sem passar por suas unidades de São Paulo e Rio, de onde os produtos eram transportados por terceirizados. E fez parceria com a Eu Entrego, rede de aplicativos que conecta entregadores independentes a empresas. O produto pode ser entregue de carro, moto, bicicleta ou a pé. Para isso, a Via Varejo transformou pelo menos 70 lojas em pequenos centros de distribuição, reduzindo a demanda por caminhões. —Reduz custo, a chance de avarias e a entrega é mais rápida. É uma mudança que já havia começado e ajudou a contornar a greve — diz Edgard Filho, diretor de operações logísticas da Via Varejo. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: João Sorima Neto Estado: RJ Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Jornal
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19/08/2018
http://infoglobo.pressreader.com/o-globo/20180819
O Globo
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Clipping Fiat lança nova versão topo de linha Ranch da picape Toro 7875314 - IG - São Paulo - SP - 17/08/2018
São mostradas fotos e detalhes da nova versão Ranch da picape Fiat Toro com motor 2.0 turbodiesel, de 170 cv e câmbio automático de 9 marcha, além de vários itens exclusivos. A picape começa a chegar às lojas no fim do mês pelo preço sugerido de R$ 149.990. Por fora, o pacote de equipamentos inclui rodas de liga leve de aro 18 pintadas de prata lunar, além de estribos laterais, gancho de reboque removível e o santantônio cromados. A lista de itens que apenas a versão Ranch da Fiat Toro tem também conta com protetor do vidro traseiro, soleira metálica exclusiva, para-barros dianteiro e traseiro e protetor do tanque de combustível entre os detalhes externos. No interior, a picape conta com bancos revestidos de couro marrom e acabamento de tom mais escuro no teto e colunas, alça de segurança, porta-óculos, para-sol, comando de luzes interna, parte inferior do painel e console. Para a versão Ranch, a Fiat também incluiu os seguintes equipamentos de série: arcondicionado dual zone e central multimídia com tela de toque de 5 polegadas, que inclui comandos de voz, porta USB, viva-voz Bluetooth e função GPS e quadro de instrumentos com mostrador em TFT de 7” colorido, entre outros itens vindo da picape Toro Volcano, entre os quais ajustes elétricos do banco do motorista, partida por botão, câmera de ré, entre outros. Outra Fiat Toro especial Além da versão Ranch, a Toro conta com a versão especial BlackJack, que vem com itens como rodas pintadas na cor grafite escuro. Retrovisores externos, friso da grade dianteira e barras de teto também adotam a pegada “all black”. Sobrou até para o símbolo da Fiat na tampa da caçamba, na grade dianteira e no volante. O motor 2.4 Tigershark Flex entrega 186 cv de potência e 24,9 kgfm de torque, combinado ao câmbio automático, de nove marchas. E na lista de equipamentos, a picape tem entre os principais itens ar-condicionado eletrônico de duas zonas, revestimento exclusivo nos bancos, faróis de neblina, luzes diurnas, barras de teto longitudinais, controles eletrônicos de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas e controle de velocidade de cruzeiro (“piloto automático”). Assim como na Fiat Toro Ranch, a versão especial Blackjack também tem nome da versão que aparece bordado nos bancos e na moldura da central multimídia com tela sensível ao toque e que inclui câmera de ré na lista dos equipamentos que vem de série. http://carros.ig.com.br/2018-08-17/fiat-toro-ranch.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Carioca paga até 152% a mais pelo seguro de veículos 7875315 - SINCOR (RJ) - 17/08/2018
Pesquisa realizada pela corretora de seguros online Minuto Seguros, com base em dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), indica que, em julho, o segurado do Rio de Janeiro pagou mais caro pelo seguro em todos os modelos dos veículos mais vendidos no Brasil, sem comparado a São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. Em alguns casos, como no seguro do Onix, da Chevrolet, carro mais vendido em julho, o preço médio do seguro no Rio de Janeiro foi duas vezes e meia (152%) mais elevado que o montante pago em São Paulo, por exemplo. A variação também foi expressiva nas coberturas para os veículos mais caros, como o Corolla Sedan, 10º carro mais vendido no mês passado, no qual o preço pago pelo segurado do Rio de Janeiro ficou 92,5%, ou seja, quase o dobro, do valor desembolsado pelos consumidores de São Paulo. Segundo o estudo, além do “líder” Onix, integram a lista dos mais vendidos em julho, pela ordem, o Novo KA, HB 20, Novo Gol, Novo Polo, Argo Drive, Compass Sport, Kwid Life, Novo Prisma e Corolla Sedan. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas, variando de R$1.442 em Brasília a R$1.919 no Rio de Janeiro (diferença de R$ 477,00). A maior variação foi apurada no seguro do Corolla, oscilando de R$ 2.660 em São Paulo a R$ 5.121 no Rio de Janeiro. Brasília é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros analisados. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 90% dos veículos. Detalhes da cotação Capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Brasília (DF). Seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica. Perfil: Homem, 35 anos, casado. Plano: Cobertura de terceiros de R$ 100 mil. https://www.sincor-rj.org.br/single-post/2018/08/17/Carioca-paga-at%C3%A9-152-a-maispelo-seguro-de-ve%C3%ADculos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping VW Polo e Toyota Yaris surpreendem nas vendas de agosto 7875317 - ICARROS - 17/08/2018
Apresentados os dados da primeira quinzena de vendas de carros 0km em agosto, fornecidos pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), e o ranking mostrou boas surpresas. A primeira delas é que o Volkswagen Polo já começou o mês vendendo mais que o Gol, modelo que é mais barato. Mas não foi só isso. Leia mais: Hyundai mostra teaser do hatch indiano mais barato que HB20 Toro e Voyage estão entre os carros mais roubados de 2018 Simule aqui quanto gastar nas parcelas de seu próximo carro Constando na lanterna entre os 10 primeiros da lista, o Hyundai Creta mostrou uma boa performance em vendas e empurrou o Jeep Compass para a 11ª colocação. O Toyota Yaris hatch também está indo bem (13º), deixando para trás modelos como Jeep Renegade e Renault Kwid. Em 17º, o Volkswagen Virtus passou o Fiat Cronos (20º). Os 20 carros 0km mais vendidos da primeira quinzena de agosto: 1. Chevrolet Onix - 8.692 unidades Ver ofertas 2. Hyundai HB20 - 4.656 unidades Ver ofertas 3. Ford Ka - 3.552 unidades Ver ofertas 4. Volkswagen Polo - 2.978 unidades Ver ofertas 5. Volkswagen Gol - 2.898 unidades Ver ofertas 6. Fiat Argo - 2.737 unidades Ver ofertas 7. Fiat Mobi - 2.633 unidades Ver ofertas 8. Toyota Corolla - 2.509 unidades Ver ofertas 9. Chevrolet Prisma - 2.507 unidades Ver ofertas 10. Hyundai Creta - 2.431 unidades Ver ofertas 11. Jeep Compass - 2.257 unidades Ver ofertas 12. Honda HR-V - 2.039 unidades Ver ofertas
13. Toyota Yaris hatch - 1.990 unidades Ver ofertas 14. Jeep Renegade - 1.982 unidades Ver ofertas 15. Renault Kwid - 1.970 unidades Ver ofertas 16. Nissan Kicks - 1.958 unidades Ver ofertas 17. Volkswagen Virtus - 1.924 unidades Ver ofertas 18. Volkswagen Fox - 1.821 unidades Ver ofertas 19. Renault Sandero - 1.445 unidades Ver ofertas 20. Fiat Cronos - 1.356 unidades Ver ofertas Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook (facebook.com/iCarros) Instagram (instagram.com/icarros_oficial) YouTube (youtube.com/icarros) https://www.icarros.com.br/noticias/top-10/vw-polo-e-toyota-yaris-surpreendem-nas-vendasde-agosto/25150.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping CBN Motors fala sobre as cores dos automóveis pelo mundo 7875294 - JORNAL O POVO DE TRÊS LAGOAS - 18/08/2018
Você está em Campo Grande Confirmar minha Cidade https://www.jpnews.com.br/campo-grande/cbn-motors-fala-sobre-as-cores-dos-automoveispelo-mundo/114691/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Mercado já caminha, mas a passos lentos 7875295 - NA BOLÉIA - 19/08/2018
Apesar do cenário econômico ainda turbulento, os números do setor no primeiro semestre de 2018 são positivos, porém, ainda estão bem abaixo do se que se esperava. Impactos negativos da greve dos caminhoneiros e indefinição no cenário eleitoral são apontados como fatores que ainda abalam a confiança dos investidores e consumidores. A economia brasileira ainda não decolou em 2018, como se esperava. O País continua sofrendo para recuperar o fôlego e, com isso, empresas de vários setores vêm se movimentando na tentativa de vencer a crise. É certo que a economia já está dando sinais de retomada, porém, em níveis ainda muito baixos, o que faz com que os empresários prossigam demonstrando muita cautela na hora de investir. Até o fechamento desta edição, em final de junho, o Governo tinha reduzido a expectativa de crescimento do PIB para 2018, de 2,6% para 1,6%. Para justificar a redução, o Banco Central informou que um dos fatores que obrigaram a revisão foi a paralisação no setor de transporte de cargas, no final de maio, movimento que teve impactos diretos e indiretos na economia. Por outro lado, apesar do cenário econômico ainda turbulento, os números do setor no primeiro semestre são positivos. Segundo a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, os emplacamentos e licenciamentos de veículos tiveram uma alta no acumulado nos seis primeiros meses do ano. De acordo com a entidade, foram vendidos 1.691.556 veículos no primeiro semestre de 2018, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros. Isso significa crescimento de 12,37% na comparação com o mesmo período do ano passado. No mês de junho, em comparação a igual período de 2017, foram vendidas 287.721 unidades, uma alta de 3,85%. Em contrapartida, esse resultado comparado ao mês de maio de 2018, percebe-se queda de 2,45%. Para especialistas do setor, a greve dos caminhoneiros impactou significativamente as vendas do mês de junho e abalou a confiança dos investidores e consumidores. Segundo projeções, esse reflexo ainda poderá ser sentido nos resultados nos próximos meses. Comerciais leves e caminhões Os segmentos de automóveis e comerciais leves juntos, registraram, no primeiro semestre, 1.127.217 unidades licenciadas, o que significa crescimento de 13,71% ante o mesmo acumulado de 2017. Se analisarmos apenas o resultado de junho, foram 195.066 unidades emplacadas, o que representa 3,18% de crescimento em relação a junho do ano passado, e aumento de 0,08% sobre maio deste ano. No que se refere a caminhões, houve alta de 50,71% no primeiro semestre de 2018 ante mesmo período de 2017, somando 32.338 unidades licenciadas. Em junho, o mercado recebeu 5.731 caminhões emplacados, um crescimento de 37,14% sobre o mesmo mês de 2017, e aumento de 0,24% em relação a maio de 2018. Na avaliação de Sérgio Zonta, Vice-Presidente da Fenabrave para os Segmentos de Caminhões e Implementos Rodoviários, houve um expressivo aumento nos níveis de financiamento, principalmente pela oferta dos bancos privados e ligados às montadoras, o que tem contribuído significativamente para esta retomada. Ele também revelou que, apesar da redução de crescimento do PIB, percebe-se uma queda importante na inadimplência. Portanto, as perspectivas para o segmento continuam positivas, mesmo porque a base de comparação com anos anteriores ainda é muito baixa. A área de Implementos Rodoviários, um setor que tem também amargado perdas, registrou alta de 79,80% no acumulado do semestre frente a igual período do ano passado, totalizando 20.019 unidades, contra 11.134 unidades de 2017. Revisão das projeções Diante dos últimos acontecimentos no País, como a greve dos caminhoneiros e Copa do
Mundo, além da indefinição do cenário eleitoral, a Fenabrave revisou, pela segunda vez, as projeções para o Setor da Distribuição de Veículos em 2018. Considerando os emplacamentos de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e implementos, motocicletas, tratores e colheitadeiras), a entidade projeta, para este ano, alta de 9,8% sobre 2017, totalizando 3.420.259 unidades. Anteriormente, a estimativa era de aumento de 13%. A nova projeção da entidade para os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves indica crescimento de 9,7% em 2018, chegando a 2.383.184 unidades. Em março, a entidade estimava que os segmentos cresceriam 15,2% no ano. Com a revisão das projeções, o segmento de Caminhões deve também registrar alta de 24,8% nos emplacamentos em 2018, atingindo 65.000 unidades. No início do ano, as projeções de crescimento eram de 17%. Para Implementos Rodoviários, o novo índice de crescimento projetado é de 58,6%, com 40.615 unidades, contra 41% de alta, anteriormente prevista. Por: Redação Na Boléia O post Mercado já caminha, mas a passos lentos apareceu primeiro em Editora Na Boléia. http://naboleia.com.br/mercado-ja-caminha-mas-a-passos-lentos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Raquel Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Para fugir da tabela do frete, empresas planejam frota própria 7875297 - O GLOBO - Rio de Janeiro - RJ - 19/08/2018
RIO - Para fugir da alta de custos gerada pelo tabelamento dos fretes, criado pelo governo para acabar com a greve dos caminhoneiros em maio, empresas buscam alternativas. Em alguns setores, o preço tabelado representa aumento de até 100% nos custos com transporte. Por isso, empresários planejam criar frotas própria de caminhões ou alugar veículos para reassumir o controle da logística. Ainda não é possível dimensionar esse movimento, mas, a depender do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a constitucionalidade do tabelamento no próximo dia 27, a tendência deve ganhar impulso. — Há empresas estudando a compra de caminhões novos, outras estão alugando e um terceiro grupo está arrendando. Se o STF considerar o tabelamento constitucional, as companhias vão intensificar as compras e o aluguel para fugir do aumento de custos — avalia Edeon Vaz Ferreira, diretor do Movimento Pró Logística de Mato Grosso. Investimento privado nas rodovias privatizadas cai pelo quarto ano consecutivo A JBS, uma das líderes globais em alimentos, já decidiu comprar 360 caminhões para reforçar sua frota própria — que passa de mil veículos. Em nota, a companhia controlada pelos irmãos Batista explicou que a decisão faz parte de uma estratégia para reduzir “os impactos de custo causados pela aplicação do tabelamento do frete rodoviário”. Dependendo do setor e da região, o tabelamento provocou alta nos custos entre 30% e 100%. Segundo Maurício Lima, especialista da consultoria Ilos, o setor de cimento é um dos que viram seu custo com frete dobrar. — Para as cimenteiras, a frota própria pode valer a pena porque o transporte representa 31% do preço do produto. Outra alternativa é alugar caminhões com motoristas próprios ou contratar uma frota dedicada. Neste momento, as empresas ainda estão fazendo as contas. Além de a tabela da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ter problemas, o STF pode invalidar tudo. É difícil tomar decisão agora. Há uma insegurança muito grande. Produtores de soja e milho estimam um custo extra de US$ 2,4 bilhões (cerca de R$ 9,3 bilhões) sobre os 118 milhões de toneladas que devem ser exportados este ano, diz a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec). — Calculamos, por baixo, um custo adicional de US$ 20 (R$ 78) por tonelada. Há o risco de o Brasil deixar de ser o segundo maior exportador de milho do mundo por conta do aumento do frete — diz Sergio Castanho Teixeira Mendes, diretor-geral da Anec. ENTREGAS DE MOTO OU A PÉ A Amaggi, maior empresa nacional de comercialização de grãos, cogita comprar entre 300 e 500 veículos novos. Hoje, 100% da frota usada pela companhia são terceirizados. Cada veículo próprio representa um investimento de até R$ 600 mil. A Amaggi precisa de 5.000 caminhões para as movimentações envolvidas em suas operações. Em 2017, movimentou cerca de dez milhões de toneladas. — Para os produtos que já haviam tido seu preço definido, o impacto financeiro (do aumento do frete) deverá ser bastante significativo — estima o presidente executivo da Amaggi, Judiney Carvalho. A Cargill, gigante do agronegócio, está orçando a compra de mil caminhões. Números da Fenabrave, associação que representa os revendedores de veículos, mostram aumento da venda de caminhões este ano, com a greve dos caminhoneiros em maio. Entre janeiro e julho foram vendidas 39.005 unidades, contra 29.981 no mesmo período de 2017. Já a Via Varejo — que reúne Casas Bahia e Pontofrio — busca outras saídas. Estabeleceu que fabricantes devem entregar mercadorias nos seus centros de distribuição mais afastados, sem passar por suas unidades de São Paulo e Rio, de onde os produtos eram transportados por terceirizados. E fez parceria com a Eu Entrego, rede de aplicativos que conecta entregadores independentes a empresas. O produto pode ser entregue de carro, moto, bicicleta ou a pé. Para isso, a Via Varejo transformou pelo menos 70 lojas em pequenos centros de distribuição, reduzindo a demanda por caminhões. — Reduz custo, a chance de avarias e a entrega é mais rápida. É uma mudança que já havia começado e ajudou a contornar a greve — diz Edgard Filho, diretor de operações
logísticas da Via Varejo. (Colaborou Alexandre Rodrigues) https://oglobo.globo.com/economia/para-fugir-da-tabela-do-frete-empresas-planejam-frotapropria-22991671 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: João Sorima Neto Estado: RJ Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site
Clipping Carioca paga até 152% a mais pelo seguro de veículos 7875298 - SEGS - Santos - SP - 19/08/2018
Pesquisa realizada pela corretora de seguros online Minuto Seguros, com base em dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), indica que, em julho, o segurado do Rio de Janeiro pagou mais caro pelo seguro em todos os modelos dos veículos mais vendidos no Brasil, sem comparado a São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. Em alguns casos, como no seguro do Onix, da Chevrolet, carro mais vendido em julho, o preço médio do seguro no Rio de Janeiro foi duas vezes e meia (152%) mais elevado que o montante pago em São Paulo, por exemplo. A variação também foi expressiva nas coberturas para os veículos mais caros, como o Corolla Sedan, 10º carro mais vendido no mês passado, no qual o preço pago pelo segurado do Rio de Janeiro ficou 92,5%, ou seja, quase o dobro, do valor desembolsado pelos consumidores de São Paulo. Segundo o estudo, além do “líder” Onix, integram a lista dos mais vendidos em julho, pela ordem, o Novo KA, HB 20, Novo Gol, Novo Polo, Argo Drive, Compass Sport, Kwid Life, Novo Prisma e Corolla Sedan. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas, variando de R$1.442 em Brasília a R$1.919 no Rio de Janeiro (diferença de R$ 477,00). A maior variação foi apurada no seguro do Corolla, oscilando de R$ 2.660 em São Paulo a R$ 5.121 no Rio de Janeiro. Brasília é a cidade com seguro mais barato para 80% dos carros analisados. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 90% dos veículos. Detalhes da cotação Capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Brasília (DF). Seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, ******, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica. Perfil: Homem, 35 anos, casado. Plano: Cobertura de terceiros de R$ 100 mil. https://www.segs.com.br/seguros/130874-carioca-paga-ate-152-a-mais-pelo-seguro-deveiculos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Santos País: Tipo Veículo: Site
Clipping RANKING DE VENDAS DO PARANÁ EM JULHO DE 2018: CHEVROLET ONIX MANTEVE A LIDERANÇA E FIAT TORO ASSUME NOS COMERCIAIS LEVES 7875299 - FALANDO SOBRE CARROS - 19/08/2018
HATCH COMPACTO DA GM MANTEVE LIDERANÇA E SPORT UTILITY PICK-UP DA FIAT ASSUME NOS COMERCIAIS LEVES O Chevrolet Onix manteve a liderança no Paraná, no mês de Julho de 2018, em segundo lugar está o Ford Ka que subiu três posições, em terceiro lugar está o Renault Kwid que caiu uma posição, em quarto lugar está o Volkswagen Polo que caiu uma posição, em quinto lugar está o Hyundai HB20 que caiu uma posição, em sexto lugar está o Jeep Compass que manteve posição e liderança nos utilitários esportivos médios, em sétimo lugar está o Fiat Argo que subiu uma posição, em oitavo lugar está o Volkswagen Gol que subiu duas posições, em nono lugar está o Renault Sandero que subiu duas posições e fechando os 10 mais vendidos está o Renault Captur que caiu três posições, mas manteve a liderança nos utilitários esportivos compactos. O Jeep Compass é líder nos utilitários esportivos médios O Renault Captur é líder nos utilitários esportivos compactos Em décimo primeiro está o Volkswagen Virtus que caiu duas posições, mas manteve a liderança nos sedãs compactos, em décimo segundo está o Toyota Corolla que manteve a posição e a liderança nos sedãs médios, em décimo terceiro está o Honda HR-V que subiu sete posições, em décimo quarto está o Chevrolet Prisma que caiu uma posição, em décimo quinto está o Chevrolet Tracker que não estava entre os 20 mais vendidos no mês passado, em décimo sexto está o Fiat Mobi que caiu três posições, em décimo sétimo está o Volkswagen Fox que também caiu três posições, em décimo oitavo está o Chevrolet Cruze que caiu duas posições, em décimo nono está o Nissan Kicks que não estava entre os 20 mais vendidos e fechando os 20 mais vendidos está o Fiat Cronos que caiu três posições. O Volkswagen Virtus é líder nos sedãs compactos no Paraná. O Toyota Corolla é líder nos sedãs médios no Paraná. COMERCIAIS LEVES: A Fiat Toro trocou a posição com a Fiat Strada, com isso a liderança ainda é da Fiat, mas é com outro modelo, já a Strada manteve a liderança nas picapes leves, em terceiro lugar está a Volkswagen Saveiro que manteve posição, em quarto lugar está a Chevrolet S10 que manteve a posição e liderança nas picapes médias, em quinto lugar está a Ford Ranger que manteve posição, em sexto lugar está a Toyota Hilux que subiu uma posição, em sétimo lugar está a Volkswagen Amarok que subiu duas posições, em oitavo lugar está a Chevrolet Montana que manteve a posição, em nono lugar está a Renault Master que subiu uma posição e reforçou a liderança nos furgões que carregam mais de 1 tonelada e fechando os 10 mais vendidos está o Hyundai HR que subiu duas posições. A Fiat Toro é líder nos comerciais leves A Fiat Strada é líder nas picapes leves A Chevrolet S10 é líder nas picapes médias A Renault Master é líder nos furgões que carregam mais de 1 tonelada. Em décimo primeiro está o Volkswagen Delivery Express que subiu três posições, em décimo segundo está a Renault Duster Oroch que caiu seis posições, em décimo terceiro está a Nissan Frontier que caiu duas posições, em décimo quarto está a Fiat Fiorino que subiu uma posição e reforçou a liderança nos furgões leves, em décimo quinto está a Mitsubishi L200 que subiu uma posição, em décimo sexto está a Fiat Ducato que também subiu uma posição, em décimo sétimo está o Kia Bongo que subiu duas posições, em décimo oitavo está o Peugeot Expert que não estava entre os 20 mais vendidos, em décimo nono está o Iveco Daily 35S14 que não estava entre os 20 mais vendidos e fechando os 20 mais vendidos está o Citroën Jumpy que não estava entre os 20 mais vendidos. A Fiat Fiorino é líder nos furgões leves VEJA OS NÚMEROS ? subiu posição ? caiu posição = manteve posição CARROS DE PASSEIO
1 CHEVROLET ONIX 874 = 2 FORD KA 553 ? 3 3 RENAULT KWID 540 ? 1 4 VOLKSWAGEN POLO 470 ? 1 5 HYUNDAI HB20 403 ? 1 6 JEEP COMPASS 393 = 7 FIAT ARGO 381 ? 1 8 VOLKSWAGEN GOL 324 ? 2 9 RENAULT SANDERO 278 ? 2 10 RENAULT CAPTUR 268 ? 3 11 VOLKSWAGEN VIRTUS 251 ? 2 12 TOYOTA COROLLA 246 = 13 HONDA HR-V 244 ? 7 14 CHEVROLET PRISMA 234 ? 1 15 CHEVROLET TRACKER 231 não estava entre os 20 mais vendidos 16 FIAT MOBI 228 ? 3 17 VOLKSWAGEN FOX 203 ? 3 18 CHEVROLET CRUZE 196 ? 2 19 NISSAN KICKS 187 não estava entre os 20 mais vendidos 20 FIAT CRONOS 180 ? 3 COMERCIAIS LEVES 1 FIAT TORO 506 ? 1 2 FIAT STRADA 425 ? 1 3 VOLKSWAGEN SAVEIRO 337 = 4 CHEVROLET S10 195 = 5 FORD RANGER 177 = 6 TOYOTA HILUX 167 ? 1 7 VOLKSWAGEN AMAROK 159 ? 2 8 CHEVROLET MONTANA 113 = 9 RENAULT MASTER 69 ? 1 10 HYUNDAI HR 60 ? 2 11 VOLKSWAGEN D. EXPRESS 52 ? 3 12 RENAULT DUSTER OROCH 51 ? 6 13 NISSAN FRONTIER 46 ? 2 14 FIAT FIORINO 43 ? 1 15 MITSUBISHI L200 41 ? 1 16 FIAT DUCATO 19 ? 1 17 KIA BONGO 18 ? 2
18 PEUGEOT EXPERT 13 não estava entre os 20 mais vendidos 19 IVECO DAILY 35S14 12 não estava entre os 20 mais vendidos 20 CITROËN JUMPY 9 não estava entre os 20 mais vendidos CARROS DE PASSEIO QUEM SUBIU MAIS 1 HONDA HR-V ? 7 2 FORD KA ? 3 3 VOLKSWAGEN GOL ? 2 RENAULT SANDERO ? 2 O Honda HR-V(foto) teve forte alta, seguido do Ford Ka e depois das subidas pontuais de Volkswagen Gol e Renault Sandero. QUEM CAIU MAIS 1 RENAULT CAPTUR ? 3 FIAT MOBI ? 3 VOLKSWAGEN FOX ? 3 FIAT CRONOS ? 3 Esse mês as maiores quedas foram formada pelo "clube das três", o Renault Captur é líder, então não dá para dizer que manteve o "sinal amarelo", depois seguiram na queda Fiat Mobi, Volkswagen Fox(foto) e Fiat Cronos esses tiveram forte queda. COMERCIAIS LEVES QUEM SUBIU MAIS 1 VOLKSWAGEN DELIVERY EXPRESS ? 3 2 VOLKSWAGEN AMAROK ? 2 KIA BONGO ? 2 O Volkswagen Delivery Express teve a maior alta e boa nos comerciais leves, seguida das subidas pontuais de outro Volkswagen: Amarok e do Kia Bongo. QUEM CAIU MAIS 1 RENAULT DUSTER OROCH ? 6 2 NISSAN FRONTIER ? 2 A Picape Renault Duster Oroch(foto) teve a rigor o único tombo nas vendas, seguida pela queda pontual da Nissan Frontier. FONTE: Fenabrave, vendas atacado e varejo. Esse foi o Ranking de vendas do Paraná em Julho de 2018. Audi, BMW, Chevrolet, Citroën, Dodge, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Kia,JAC, Jaguar, Mercedes-Benz, Lamborghini, Peugeot, Renault, Toyota, Jeep, Volkswagen, Willys, DKW. http://falando-sobre-carros.blogspot.com/2018/08/ranking-de-vendas-do-parana-em-julhode.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Falando sobre carros Wellington Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE
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Clipping DAF Caminhões anuncia novo presidente para o Brasil 7875316 - PLANETA CAMINHÃO - São Paulo - SP - 17/08/2018
DAF Caminhões anuncia novo presidente para o Brasil Empresa já conta com mais de 3,5 mil caminhões rodando pelo Brasil e inicia nova fase com o anúncio do novo presidente Carlos Ayala Ele é mexicano e trabalho no ramo de caminhões há 33 anos, desde 1985, quando se formou engenheiro mecânico em seu país. Trabalha no Grupo Paccar todo este tempo e agora foi destacado para liderar as operações da DAF Caminhões no Brasil. Estamos falando de Carlos Ayala, o novo presidente da empresa aqui no nosso país. “O Brasil é um país excepcional, tanto na sua cultura e beleza, quando no seu potencial de mercado. Estou feliz por estar aqui e poder dar continuidade a um trabalho forte para conquistar os transportadores brasileiros”, disse o novo presidente. A DAF chegou ao Brasil em 2013, com sua fábrica em Ponta Grossa (PR) e já tem 3,5 mil caminhões rodando por aqui. Em 2018, a empresa apresenta, no acumulado do ano, uma participação de mais de 7% no mercado de caminhões pesados, acima de 40 toneladas. Peças TRP O novo presidente chega com a missão de expandir a rede e conquistar novos clientes para a marca. Segundo o diretor de Vendas da DAF, Luís Gambim, um dos pilares da estratégia da empresa está na comercialização das peças TRP, que atendem ao mercado multimarcas. “Com as peças e nosso atendimento, conseguimos demonstrar para os clientes a qualidade dos produtos Paccar e trazer novos compradores para os caminhões DAF, em um círculo de bons resultados. Acabamos de vencer os prêmios Marca do Ano e Associação de Marca do Ano, da Fenabrave, o que reafirma a confiança em nossa marca e na nossa rede de concessionários”, diz o executivo. Leonardo Andrade – Editor-chefe do Planeta Caminhão leonardo@planetacaminhao.com.br https://planetacaminhao.com.br/daf-caminhoes-anuncia-novo-presidente-para-o-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Economia acima de tudo 7875342 - O DIA - AUTOMANIA - Rio de Janeiro - RJ - 18/08/2018
Em tempos de combustíveis caros, escolher bomba, o dIa um veículo apenas pelo visual, potência elaborou um do motor ou espaço interno pode ser uma armadilha. Se top 5 com os por um lado as novas tecnologias, como as utilizadas em carros mais carros híbridos ou nos recentes compactos com motores vendidos e três cilindros de alumínio, ajudam a economizar, mode- econômicos los de maior porte e de motores mais robustos podem ser do país um pesadelo no orçamento, devido ao alto consumo nas bombas. Com base na lista dos 20 carros mais vendidos no país, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), e nos padrões de consumo apontados pelo Inmetro, o DIA elaborou um top 5 com os modelos 1.0 mais econômicos do mercado. Todos são ?ex, e o desempenho de cada modelo foi analisado com gasolina. Éonúmerodeunidades emplacada s neste ano.O resultado representa 1 3, 5% decrescimento em relação ao mesmo período de 20 17 REnAulTKwiD Na primeira posição da lista, o modelo com o melhor custo-benefício quando o assunto é e?ciência energética é o Renault Kwid. O modelo utiliza um motor 1.0 e tem consumo médio de 15,2km/l. O principal motivo para o baixo consumo de combustível é o peso do subcompacto, estimado em apenas 758 quilos. Além disso, o Renault K wid conta com computador de bordo e painel de instrumentos que ajudam o motorista a controlar o gasto de combustível. Outro diferencial é um sistema que gerencia parâmetros de consumo, presente na Central Multimídia do carro. Na avaliação realizada pela reportagem, o modelo apresentou consumo rodoviário de 18,7 km/l, padrão que atingiu marca superior à registrada pelo Inmetro. Em segundo lugar, o modelo de entrada da marca italiana surpreende quando o assunto é consumo de combustível. Leve, o modelo utiliza a nova geração de motores da Fiat. Chamados de FireFly, os propulsores de três cilindros em alumínio pesam pouco e se destacam no quesito e?ciência. Graças a essa nova linha de motores, o Mobi consegue rodar 14,9 quilômetros com apenas um litro de gasolina (estrada/ cidade). FiATARgO O terceiro modelo que consome menos combustível na lista dos mais vendidos também é da Fiat. Lançado há pouco mais de um ano, o Argo vem apresentando bons números de vendas no mercado de carros zero. Segundo dados da Fenabrave, o modelo emplacou mais de 33 mil unidades de janeiro a agosto. Na sua versão menos potente (1.0 FireFly), o hatchback faz bonito quando o assunto é consumo. Dados do Inmetro indicam um padrão médio de 14,6 km/l. FORDKA O Ford Ka é o terceiro modelo mais vendido do país, de acordo com relatório mensal divulgado pela Fenabrave. Entre os mais econômicos desse ranking, ele também não faz feio. Equipado com motor de um litro, além do visual atraente e renovado na linha 2019, o modelo mantém o bom resultado de consumo. São eles: 13,2 km/l (cidade) e 15,3 km/l (estrada). Considerando os dois modelos, o resultado médio de consumo é de 14,2 km/l. ChEvROlET Onix Líder em vendas no país por três anos consecutivos, o hatch compacto da Chevrolet ocupa o quinto lugar entre os modelos que bebem menos. Equipado com motor 1.0 de 80 cavalos, o Onix registra consumo médio de 14,1 km/l. OSquEMAiSCOnSOMEM No outro extremo, de acordo com o programa de etiquetagem do Inmetro, os modelos com tração integral 4x4 e utilitários estão no topo da lista dos carros que bebem mais. ração integral 4x4 e utilitários estão no topo da lista dos carros que bebem mais no país. É o caso da Mitsubishi Pajero equipada com motor 3.8 e do Jeep Wrangler 3.6, que têm consumo de 6 e 6,05 km/l, respectivamente. número 1,13milhão
F i A T M O b i E ARgOhttp://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/63d36f8608271dce31a421bb 8dbbaeab?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1537603375&Signatur e=d%2B%2F1Rrzv0WgT3OCoyWOhzf6Wg%2Fs%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Empresas driblam as regras da Lei do Frete 7875300 - JORNAL DO COMÉRCIO - Porto Alegre - RS - 20/08/2018
Três meses após a greve dos caminhoneiros, o tabelamento do frete - principal medida do governo para acabar com a paralisação e que desagradou ao setor produtivo - não está sendo cumprido, de maneira geral, pelas empresas. Entre maio e agosto, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) recebeu 2.850 reclamações de caminhoneiros por descumprimento. O órgão, no entanto, informou que o descumprimento não é passível de multa. Segundo líderes da categoria, o problema ocorre em todas as regiões e em vários setores, como o agronegócio e a indústria. "Existem muitas empresas que não estão pagando o valor mínimo, e caminhoneiros que não exigem o cumprimento da tabela por medo de ficar sem frete", diz Carlos Alberto Litti Dahmero, presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac), de Ijuí (RS). Os empresários alegam que a tabela criada pela ANTT tem distorções e é "inexequível" diante do impacto no custo do transporte rodoviário. Além disso, como o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda vai decidir se o tabelamento é constitucional, muitas empresas preferem não segui-lo. O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, Diumar Bueno, espera maior adesão quando uma nova tabela sair considerando, por exemplo, diferentes tipos de carga. Outros dois compromissos do governo com os grevistas não saíram como previstos. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já fez duas tentativas para contratar frete para quase 70 mil toneladas de alimentos e cumprir a reserva de 30% de sua demanda para cooperativas, mas só uma se inscreveu. Já os preços do diesel caíram, em média, só R$ 0,10 nos postos, bem menos que os R$ 0,46 por litro acertados. Para fugir da alta de custos gerada pelo tabelamento dos fretes, as empresas buscam alternativas. Em alguns setores, o preço tabelado representa aumento de até 100% nos custos com transporte. Por isso, empresários planejam criar frotas própria de caminhões ou alugar veículos para reassumir o controle da logística. Ainda não é possível dimensionar esse movimento, mas, a depender do julgamento do STF sobre a constitucionalidade do tabelamento no próximo dia 27, a tendência deve ganhar impulso. "Há empresas estudando a compra de caminhões novos, outras estão alugando, e um terceiro grupo está arrendando. Se o STF considerar o tabelamento constitucional, as companhias vão intensificar as compras e o aluguel para fugir do aumento de custos", avalia Edeon Vaz Ferreira, diretor do Movimento Pró-Logística de Mato Grosso. A JBS, uma das líderes globais em alimentos, já decidiu comprar 360 caminhões para reforçar sua frota própria - que passa de mil veículos. Em nota, a companhia controlada pelos irmãos Batista (Wesley e Joesley) explicou que a decisão faz parte de uma estratégia para reduzir "os impactos de custo causados pela aplicação do tabelamento do frete rodoviário". Dependendo do setor e da região, o tabelamento provocou alta nos custos entre 30% e 100%. Segundo Maurício Lima, especialista da consultoria Ilos, o setor de cimento é um dos que viram seu custo com frete dobrar. "Para as cimenteiras, a frota própria pode valer a pena porque o transporte representa 31% do preço do produto. Outra alternativa é alugar caminhões com motoristas próprios ou contratar uma frota dedicada. Neste momento, as empresas ainda estão fazendo as contas. Além de a tabela da ANTT ter problemas, o STF pode invalidar tudo. É difícil tomar decisão agora. Há uma insegurança muito grande." Produtores de soja e milho estimam um custo extra de US$ 2,4 bilhões (cerca de R$ 9,3 bilhões) sobre as 118 milhões de toneladas que devem ser exportadas neste ano, diz a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec). "Calculamos, por baixo, um custo adicional de US$ 20 (R$ 78,00) por tonelada. Há o risco de o Brasil deixar de ser o segundo maior exportador de milho do mundo por conta do aumento do frete", afirma Sergio Castanho Teixeira Mendes, diretor-geral da Anec. A Amaggi, maior empresa nacional de comercialização de grãos, cogita comprar entre 300 e 500 veículos novos. Hoje, 100% da frota usada pela companhia são terceirizados. Cada veículo próprio representa um investimento de até R$ 600 mil. A Amaggi precisa de 5 mil caminhões para as movimentações envolvidas em suas operações. Em 2017, movimentou cerca de 10 milhões de toneladas. A Cargill, gigante do agronegócio, está orçando a compra de mil caminhões. Números da Fenabrave, associação que representa os revendedores de veículos, mostram aumento da venda de caminhões neste ano, com a greve dos caminhoneiros em maio. Entre janeiro e julho, foram vendidas 39.005 unidades, contra 29.981 no mesmo período de 2017.
Já a Via Varejo - que reúne Casas Bahia e Pontofrio - busca outras saídas. Estabeleceu que fabricantes devem entregar mercadorias nos seus centros de distribuição mais afastados, sem passar por suas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro, de onde os produtos eram transportados por terceirizados. E fez parceria com a Eu Entrego, rede de aplicativos que conecta entregadores independentes a empresas. O produto pode ser entregue de carro, moto, bicicleta ou a pé. Para isso, a Via Varejo transformou pelo menos 70 lojas em pequenos centros de distribuição, reduzindo a demanda por caminhões. "Reduz custo e a chance de avarias, e a entrega é mais rápida. É uma mudança que já havia começado e ajudou a contornar a greve", diz Edgard Filho, diretor de operações logísticas do grupo. https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/08/644584-empresas-driblamas-regras-da-lei-do-frete.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Strada e Toro vendem mais que todas as picapes médias juntas 7875303 - ICARROS - 20/08/2018
Na primeira quinzena de agosto, a Fiat Toro voltou a ser a picape mais vendida do Brasil, superando até mesmo a veterana Strada. Mas não é só isso: somadas, as picapes da Fiat venderam mais que todas as picapes médias do ranking somadas, mostrando a hegemonia da marca no segmento. Os dados são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Leia mais: Hyundai mostra teaser do hatch indiano mais barato que HB20 Toro e Voyage estão entre os carros mais roubados de 2018 Simule aqui quanto gastar nas parcelas de seu próximo carro Confira as picapes mais vendidas da primeira quinzena de agosto 1. Fiat Toro - 2.789 unidades Veja ofertas 2. Fiat Strada - 2.709 unidades Veja ofertas 3. Volkswagen Saveiro - 1.984 unidades Veja ofertas 4. Toyota Hilux - 1.609 unidades Veja ofertas 5. Chevrolet S10 - 1.139 unidades Veja ofertas 6. Ford Ranger – 924 unidades Veja ofertas 7. Volkswagen Amarok – 716 unidades Veja ofertas 8. Chevrolet Montana – 706 unidades Veja ofertas 9. Mitsubishi L200 – 415 unidades Veja ofertas 10. Renault Duster Oroch – 352 unidades Veja ofertas 11. Nissan Frontier – 151 unidades Veja ofertas Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook (facebook.com/iCarros) Instagram (instagram.com/icarros_oficial) YouTube (youtube.com/icarros)
https://www.icarros.com.br/noticias/top-10/strada-e-toro-vendem-mais-que-todas-as-picapesmedias-juntas/25153.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Chery aparesenta Tiggo 2 automático em BH 7875304 - HOJE EM DIA - Belo Horizonte - MG - 18/08/2018
A Chery, marca chinesa, que é controlada no Brasil pelo Grupo Caoa, apresentou em Belo Horizonte a versão automática do Tiggo 2. O modelo aventureiro que compartilha base com o hatch Celer chegou ao mercado março. No entanto, naquela época, só estavam disponíveis no mercado versões com caixa manual, vez que a opção com caixa automática que ainda não tinha sido homologada. A opção sem pedal de embreagem chegou ao mercado em junho. E de lá para cá, executivos da marca estão percorrendo diversas praças para apresentar o compacto, que tem como principal rival o JAC T40. Com preços que partem de R$ 66.900, na versão Look, e R$ 69.990, na topo de linha Act, a inclusão da caixa automática de quatro marchas é o produto que a marca espera fazer volume por aqui. Desde seu lançamento foram apenas 958 unidades emplacadas, segundo a Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave). Os executivos tinham uma programação inicial para 900 carros e a chegada da versão “sem pedal esquerdo” deu um impulso. Tanto que só em julho, foram licenciadas 556 unidades. Conteúdos O Tiggo 2 é um carrinho bem equipado, e conta com recursos como direção hidráulica, arcondicionado automático, multimídia (com câmera de ré, USB, Bluetooth e conexão nos padrões Apple CarPlay e Android Auto), piloto automático, trio elétrico (vidros, travas e retrovisores com ajustes elétricos), computador de bordo, aviso sonoro para cinto de segurança do passageiro, ganchos do tipo Isofix, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, sensor de ré, rodas de liga leve aro 16 e faróis de neblina. Ao volante No primeiro contato com o Tiggo 2, com caixa m[/TEXTO]anual, a falta de precisão da caixa foi um fator negativo, pois nas trocas era comum a alavanca não direcionar para a marcha seguinte. Com a automática, esse desconforto sumiu. http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/chery-aparesenta-tiggo-2-autom%C3%A1tico-em-bh1.648526 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Veículos: vendas diretas crescem 21,2% no ano. – AutoIndústria 7875308 - AUTO INDÚSTRIA - 17/08/2018
Por Alzira Rodrigues| alzira@autoindustria.com.br As vendas diretas de veículos seguem com expansão maior do que os negócios no varejo. De janeiro a julho foram comercializadas diretamente pelas montadoras mais de 547,3 mil unidades, expansão de 21,2% sobre as 451,3 mil do mesmo período do ano passado. As transações no varejo também cresceram, mas em índice menor, de 9,7% – passaram de 720,9 mil para quase 791 mil. Com isso a participação das vendas diretas no mercado total de automóveis e comerciais leves saltou de 38,5% nos primeiros sete meses de 2017 para 40,9% no acumulado deste ano. Na média, a expansão do mercado de veículos leves no período é de 14,2%. LEIA MAIS ?Vendas de veículos em julho são as maiores do ano ?Fenabrave reduz projeção de alta para este ano Em junho e julho, a participação das vendas atingiu índices inéditos no setor. Chegou a 46,2% e 45,2%, respectivamente, aproximando-se assim da metade dos negócios realizados com automóveis e comerciais leves no País, conforme balanço divulgado mensalmente pela Fenabrave, a entidade que representa os distribuidores de veículos. A Fenabrave alega que a participação das vendas diretas cresceu nos últimos anos por causa da retração no varejo. E lembra que elas envolvem não apenas transações realizadas pelas montadoras diretamente com frotistas e locadoras, mas também vendas feitas nas concessionárias para produtores rurais, taxistas e PCD (pessoas com deficiência). De qualquer forma, não deixa de ser importante a reação do varejo este ano, mesmo que em índice inferior ao das vendas diretas. No ano passado o mercado automotivo só registrou crescimento por causa dos negócios no atacado. As vendas para o consumidor comum ficaram praticamente estagnadas. LEIA MAIS ?Vendas diretas respondem por 70% dos emplacamentos de picapes no Brasil ?Vendas diárias na primeira quinzena superam 10,4 mil veículos Considerando o ranking de marca no atacado, a Fiat é a primeira colocada com 19,2% de participação no acumulado deste ano. Na sequência vêm General Motors (16,9%), Volkswagen (16,4%) e Renault (10,1%). Se for considerado o varejo, o ranking é bem diferente. A GM lidera com 16,9%, seguida da VW (13,7%), da Hyundai (11,3%), Toyota (10%) e Ford (8,8%). Os comerciais leves, pelas próprias características desses produtos, têm nas vendas diretas o grosso dos seus negócios. No acumulado até julho, 71% dos negócios com comerciais leves foram vendas diretas. Nos automóveis, esse índice é de 35,6%. Foto: Divulgação/Fiat http://www.autoindustria.com.br/2018/08/17/veiculos-vendas-diretas-crescem-212-no-ano/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Venda de veículos aumenta 19,7% em julho 7875310 - SÓ SERGIPE - 17/08/2018
A venda de veículos novos em Sergipe, no mês de julho deste ano, em comparação a junho, teve um incremento de 19,7%, o que significa mais 1.416 unidades nas ruas e estradas sergipanas. Na comparação com igual período do ano passado, o aumento foi de, apenas, 0,5%. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), com análise do Boletim Sergipe Econômico, uma parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS). No acumulado do ano (janeiro a julho), as vendas totalizaram 9.085 unidades, registrando elevação de 0,4% sobre o mesmo período do ano passado. Em termos relativos, verificou-se um aumento de 0,5%, em relação às vendas de julho do ano passado. No comparativo com o mês imediatamente anterior, o último mês do 1º semestre, também se registrou um novo aumento e dessa vez mais significativo, de 19,7%. As vendas de automóveis e comerciais leves chegaram a 1.350 unidades, apresentando um pequeno aumento de 0,4%, em relação a julho de 2017. Quando comparado com o mês imediatamente anterior, junho último, também se notou um aumento, desta vez de 18,5%. Nos sete primeiros meses do ano corrente, as vendas nesse segmento recuaram 0,7% em relação ao mesmo intervalo de 2017. Entre os veículos pesados, o segmento de caminhões registrou a comercialização de 59 unidades, no mês analisado. De janeiro a julho deste ano, o segmento teve um aumento de 51,1% nas vendas quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Por sua vez, o segmento de ônibus comercializou apenas sete unidades no mês de julho último. No ano (janeiro a julho), as vendas estão 41,7% abaixo das realizadas no mesmo intervalo de 2017. Mais veículos As vendas e o licenciamento de ciclomotores, motocicletas e motonetas, a partir de 50 cilindradas, de acordo com a Lei 13.154/2015, somaram 1.169 unidades, no mês em análise, assinalando um aumento de 5,8% na comparação com o mês de julho do ano passado. Já em relação ao último mês de junho, o aumento foi de 28,7%. No acumulado do ano, entre janeiro e julho, foram vendidas 7.799 unidades. O número de veículos diz respeito à soma dos montantes de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus licenciados, pela primeira vez, no período em análise. O primeiro emplacamento do veículo é considerado como venda, por causa do prazo estabelecido em lei para isto. Ou seja, o prazo é de 15 dias consecutivos após a data de saída do veículo da loja, localizada no estado. O post Venda de veículos aumenta 19,7% em julho apareceu primeiro em Só Sergipe. http://www.sosergipe.com.br/venda-de-veiculos-aumenta-197-em-julho/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Antônio Carlos Garcia Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping 10% do mercado de pesados é o objetivo do novo presidente da DAF | Transporte Mundial 7875311 - TRANSPORTE MUNDIAL - 17/08/2018
Cautelosa em cada passo e construída com alicerce sólido, a DAF Caminhões, do Grupo Paccar, vem conquistando transportadores por todo o país. O seu crescimento é limitado apenas pela capacidade de produção e a responsabilidade de não a ampliar sem a segurança de qualidade e de maiores sinalizações de um mercado mais estável. Sem negociar seus valores, a empresa tem o objetivo de chegar aos 10% do mercado de caminhões acima de 40 t de PBTC. E para comandar essa missão a partir de agora, a DAF conta com novo presidente no Brasil, Carlos Ayala. Ele assume no lugar de Michael Kuester, que volta para a sede do Grupo Paccar, em Seatle, nos Estados Unidos, em posição junto ao alto escalão da companhia. O mexicano e engenheiro mecânico Carlos Ayala está no Brasil desde janeiro deste ano, até então, na posição de vice-presidente de desenvolvimento de negócios. No grupo há 33 anos, o Ayala já ocupou diversos cargos, com destaque como diretor comercial da Kenworth México, entre outras. Crescimento contínuo Considerando apenas o mês de julho, quando a DAF emplacou mais caminhões desde 2014, a empresa obteve a participação de mercado 10,5%. Atualmente, a produção diária em Ponta Grossa (PR) está em torno de 15 caminhões dos modelos XF e CF. A empresa ainda um portfólio de veículos apenas para os segmentos de pesados rodoviários e, desde o final do ano passado, também para fora de estrada. A inauguração da fábrica no Paraná foi em outubro de 2015 e as vendas iniciadas em 2014. Desde então, a marca cresce ano a ano mesmo diante a crise econômica e política do país, com números superiores a marcas com mais tempo de mercado. As vendas acumuladas nesse período já ultrapassam 3.500 caminhões. Vendas de janeiro a julho de 2018 no segmento de pesados Marca Unidades Participação DAF 1.112 6% Ford 102 1% International 1 0% Iveco 609 4% MAN 605 4%
Mercedes-Benz 4.842 28% Scania 4.134 24% Volkswagen 1.000 6% Volvo 4.682 27% Fonte: Anfavea e Fenabrave. - Publicidade NEWSLETTER Nome Email ASSINATURA PROMOÇÃO NOSSAS REDES SOCIAIS 22,348 Fãs Curtir 1,997 Seguidores Seguir 1,314 Seguidores Seguir 6,482 Inscritos Inscrever AS MAIS LIDAS DA SEMANA http://transportemundial.com.br/daf-presidente/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Caçamba nova no pedaço 7875312 - POPULAR MAIS - São Paulo - SP - 17/08/2018
Linha 2019 da Fiat Strada traz novidades e a inédita configuração Freedom 1.4. Por: Daniel Dias – Agência AutoMotrix Fotos: Divulgação A família da Fiat Strada, a mais numerosa em quantidade de versões do segmento de picapes compactas, entra na linha 2019 com novidades de equipamentos e itens de série e uma configuração inédita, a Freedom 1.4 . Com cabine dupla, a nova versão chega ao mercado com preço de R$ 71.990. Equipada com motor bicombustível de 88 cavalos de potência e 12,5 kgfm de torque, associado ao câmbio manual de 5 velocidades, a nova Freedom passa a ser a topo de linha das versões da Strada com propulsor de 1,4 litro, já que a Adventure, a mais completa da família, utiliza motor 1.8. A nova picape compacta é dotada de cabine dupla, com uma terceira porta no lado direito do veículo, aberta somente por dentro, pois não tem maçaneta do lado de fora. A cabine dupla e a porta adicional são práticas e até charmosas, entretanto, os ocupantes do banco traseiro não podem ter uma estatura elevada. Segundo a fabricante com sede na cidade de Betim (MG), a Freedom é completa em termos de itens de série e equipamentos, podendo ser incrementada e personalizada com os acessórios da Mopar, pertencente ao Grupo Fiat Chhrysler Automobiles. A nova configuração da picape pode ser equipada com central multimídia com tela de 6,2 polegadas, DVD, GPS e câmera de ré. De série, traz rodas de liga leve 14”, faróis de neblina com detalhes cromados, para-choque com skid plate, capota marítima, maçanetas das portas e retrovisores na cor do veículo, sensor de estacionamento traseiro, vidros e trava elétricos, rádio B6 Connect, entrada USB para carregar dispositivos e ler dados, volante em couro com comando do rádio, iluminação do porta-luvas, retrovisores com ajuste elétrico, para-sóis com espelhos e novos bancos com tecido exclusivo da versão com bordado “Freedom” no encosto. As saídas de ar, o painel do rádio e o comando da climatização têm pintura especial. Entre as novidades o resto da linha 2019 da Strada traz os pneus Scorpion ATR (All Terrain, de uso misto) de série para a versão Adventure. As Working e Hard Working com todos os tipos de cabine passam a oferecer pré-disposição para rádio (antena e dois alto-falantes). Existem quatro opções de cores disponíveis para todas as versões da picape da Fiat, sendo três sólidas (Branco Banchisa, Vermelho Alpine e Preto Vulcano) e uma metálica (Prata Bari). A Cinza Scandium é exclusiva da Adventure e da Freedom. Como opcionais, para as versões Hard Working 1.4 cabines simples e estendida, é possível adquirir os Packs Protection (barras de proteção do vidro traseiro e protetor de cárter), Worker (vidros e travas elétricas das portas e tampa de combustível e todos os itens do Pack Protection) e Pleasure (rádio B1, USB, MP3/WMA com RDS, banco do motorista com ajuste de altura, calotas integrais, capota marítima e os itens do Pack Worker). A Adventure 1.8 Cabine Dupla pode ter o sistema Locker de bloqueio mecânico do diferencial. A Fiat inventou o segmento de picapes compactas originadas de um hatch em 1978, com a Fiorino, derivada do 147. Em 1998, a Strada pegou o bastão, passando a ser a representante do mundo das pequenas picapes da marca italiana, com a frente e a mecânica do Palio, surgido em 1996. Até pouco tempo, a Strada era a picape mais vendida do país, posto perdido, curiosamente, para uma “colega de fábrica”, a Toro, que pertence ao segmento de picapes compactas médias. Antes do surgimento da Toro, a Strada vendia uma média de 8 mil unidades por mês, número que caiu para 5,5 mil nos dois últimos anos, conforme dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Os preços da família Strada 2019 são: Working 1.4 Cabine Simples (R$ 49.790), Hard Working 1.4 Cabine Simples (R$ 56.490), Hard Working 1.4 Cabine Estendida (R$ 64.990), Hard Working 1.4 Cabine Dupla (R$ 67.990), Freedom 1.4 Cabine Dupla (R$ 71.990) e Adventure 1.8 Cabine Dupla (R$ 79.490). O post Caçamba nova no pedaço apareceu primeiro em Popular Mais. http://popularmais.com.br/cacamba-nova-no-pedaco/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Eduardo Rodrigues Estado: SP
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Clipping Polo x Yaris: qual é o melhor? 7875333 - BLOG DA MINUTO - São Paulo - SP - 15/08/2018
Desde o seu lançamento, o Novo Polo, da Volkswagen, tem sido destaque com o número de vendas mensais no Brasil. Mas, com a entrada do Toyota Yaris como concorrente direto do automóvel, esse cenário perfeito para a montadora alemã pode ser alterado. Nesse texto, falaremos sobre os pontos principais desses carros que podem influenciar a decisão de compra dos motoristas. Apesar de terem sido lançados há pouco tempo, ambos os automóveis já possuem um bom resultado de vendas, chegando a aparecer no ranking de veículos mais vendidos no Brasil. O Polo, anunciado em setembro de 2017, atualmente está entre os 10 primeiros, já o Yaris, que veio pela primeira vez ao mercado em julho de 2018, vendeu 2.872 unidades, segundo a lista divulgada pela Fenabrave. Dessa forma, para o motorista decidir qual desses vai atender perfeitamente suas necessidades não é fácil. O veículo da montadora alemã tem sido uma sensação desde o seu lançamento, e a Toyota possui grandes expectativas em relação ao Yaris. Por isso, para ajudar na escolha de compra, vamos abordar os principais pontos e comparálos entre os dois carros a fim de esclarecer dúvidas sobre segurança, consumo, conforto e muito mais. Mas, antes de escolher qual desses será o seu próximo veículo, é importante garantir a proteção enquanto dirige. Para isso, conte com nós da Minuto Seguros para fazer uma cotação para você. Trabalhamos com mais de 10 seguradoras para oferecer o plano ideal ao seu perfil. Basta preencher o formulário de cotação clicando no botão abaixo. Se preferir, ligue grátis para 0800 773 3000 e fale diretamente com um consultor. COTE SEGURO AUTO GRÁTIS Para fazer a análise, iremos usar as versões topo de linha dos dois modelos, incluindo todos os opcionais oferecidos pelas montadoras. Confira abaixo a comparação entre acessórios, sistemas, preços e muito mais. Pontos importantes sobre a briga entre Polo x Yaris Preço e versões Iniciando nossa comparação, a Volkswagen já dispara na frente da Toyota. Olhando para as versões de entrada, é possível adquirir um Polo com itens básicos por R$ 50 mil com motor 1.0 de 84 cv e câmbio manual. A versão de entrada do Yaris, no entanto, somente a partir de R$ 60 mil com motor 1.3 e câmbio manual. Nas versões topo de linha, a vantagem se mantém. Do lado do Polo, a Highline custa R$ 73.025, cerca de R$1.500 a menos que a XLS do Yaris, que sai a partir de R$ 74.590. Porém, o Polo não vem com itens importantes já incluídos, como: câmera de ré, sensores de chuva e crepuscular e também central multimídia com GPS. Adicionando esses acessórios, a compra sairá por R$ 79.052. Acabamento O acabamento interno do automóvel é um ponto importante a ser avaliado pelos motoristas no momento de compra, afinal, o gosto varia de pessoa para pessoa. Desde que foi lançado, o Polo recebeu críticas, pois parece usar o mesmo material que o Gol nas partes internas. No entanto, a ergonomia e a montagem não devem ser motivos de reclamação dos proprietários, já que é possível fazer diversas ações sem precisar mover-se demais. O Yaris também não surpreende muito. São utilizados plásticos rígidos e brilhantes pelo seu interior, algo que não agrada muito quem está acostumado com outros veículos da Toyota, como o Corolla e Hilux, por exemplo. Mas leva pontos positivos pelo seu revestimento todo em preto no teto e nas colunas dianteiras, deixando ele com uma aparência mais esportiva. É preciso analisar e decidir de acordo com o seu gosto qual lhe agrada mais, levando em conta as versões e preços pelo que o carro está oferecendo. Nas versões topo de linha, é notável que a tecnologia tenta suprir esses detalhes, as telas de centrais multimídias são chamativas, sem falar, é claro, do painel de bordo digital multifuncional dos veículos. Espaço do carro Na parte da frente, não há muito o que ser discutido sobre o espaço interno. Os dois veículos são da mesma categoria e possuem praticamente o mesmo tamanho. Algo que pode mudar
de um para o outro é a posição de botões e funções que podem ser controladas pelo motorista. Nos bancos traseiros, podemos notar a maior diferença entre eles. No Yaris, é possível que até três pessoas andem tranquilamente. Já no Polo, o espaço é um pouco menor. Porém, o carro alemão possui saída de ar para os bancos traseiros na versão Highline, enquanto o japonês, não. É importante ressaltar que não existe muita diferença no quesito de espaço interno, pois o Polo oferece ar-condicionado apenas na versão topo de linha, sendo assim, as demais versões possuem o mesmo espaço. Portanto, leve em consideração o número de pessoas que andarão frequentemente no carro. Segurança A segurança é outro ponto super importante de um comparativo, e nesse caso, o Yaris sem sombra de dúvidas está à frente. O carro conta com sete airbags em sua versão XLS, frontais, joelhos e laterais, além do controle de estabilidade. Independentemente da versão, o Polo possui apenas quatro airbags, frontais e laterais, mas também conta com o Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP). Vale falar que o carro obteve ótimos resultados e alcançou as notas máximas nos testes de colisão realizados pelo Latin NCAP. Condução No quesito condução, os dois automóveis mostram-se satisfatórios. É claro que estamos falando de carros de passeio, para serem utilizados, principalmente, durante a rotina com a família. Dessa maneira, não exige-se um motor tão potente nos veículos. Mesmo assim, a versão XLS do Yaris possui 110 cv em seu motor 1.5, e o Polo oferece algo mais emocionante, um motor 1.0 TSI com 128 cv. Os dois apresentam um motor de três cilindros, mas o Toyota Yaris, com 998 cc de curso longo é mais objetivo em uma subida. Já o VW Polo, que conta com 999 cc tem um arranque melhor do que o anterior. Nesse caso, o japonês é mais econômico do que o carro da montadora alemã. Seguro A Minuto Seguros, maior corretora de seguros online do país, calculou o preço médio do seguro dos dois veículos no estado de São Paulo. É importante dizer que o valor do seguro varia para cada motorista, podendo ficar mais caro ou mais barato, de acordo com o perfil. Foi utilizado um perfil padrão: homem de 35 anos e casado. Nesse ponto, o Yaris se sobressai, com o valor de R$ 2.415,77 contra R$ 3.842,08 para o Volkswagen Polo, cerca de R$1.400 de diferença entre os dois. O gosto do veículo depende de cada motorista. Alguns gostam mais do design e equipamentos do Yaris, outros preferem o motor e a ergonomia do Polo. Qual você gostou mais? Deixe seu comentário abaixo e avalie nosso conteúdo. O post Polo x Yaris: qual é o melhor? apareceu primeiro em Blog Minuto Seguros. https://www.minutoseguros.com.br/blog/polo-x-yaris/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Minuto Seguros Estado: SP Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Usados: Cruze de primeira geração tem preço de popular 7875334 - BLOG CABRESTO ONLINE - 18/08/2018
Marcelo Ramos miramos@hojeemdia.com.br HOJE EM DIA GM / Se aventurar no segmento de sedãs médios tem se tornado um sonho cada vez mais distante. A razão é o encarecimento que a categoria sofreu nos últimos dois anos e os paulatinos reajustes de preços, que colocam versões de entrada acima dos R$ 90 mil. O Chevrolet Cruze é um exemplo caro deste cenário. O sedã mudou de geração em 2016 e ganhou um banho de conteúdos que fazem dele uma das melhores opções para quem busca um médio. Motor turbo, uma infinidade de assistentes de condução, como monitor de faixa ativo, são alguns dos predicados do Chevrolet. No entanto, o preço inicial saltou para R$ 96.760. Quem não faz questão de carro novo e nem as benesses de um motor turbo pode encontrar uma boa opção no Cruze de primeira geração. O sedã estreou no mercado em setembro de 2011, como substituto do Vectra. O modelo, que já era vendido no exterior desde 2008, era equipado com motor 1.8 de 144 cv e 18,9 mkgf de torque, combinados com transmissão manual de cinco marchas ou automática de seis velocidades. O Cruze é um automóvel que não deixa nada a desejar para rivais como Corolla e Civic. Oferece excelente acabamento, bons materiais e lista de equipamentos farta, principalmente na versão topo de linha LTZ. Entre a lista de conteúdos, podia ser equipado com direção elétrica, ar-condicionado, computador de bordo, espelhos com rebatimento elétrico, sensores crepuscular e de estacionamento, módulo multimídia MyLink (com navegador GPS, USB e Blutooth), partida sem chave e airbags do tipo cortina. No varejo No mercado de usados, o Cruze tem bom giro. Em julho foram negociadas 4.325 unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). De acordo com a Federação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os valores do Cruze variam de R$ 43 mil a R$ 70 mil. Opção que não seja tão cara, mas com pacote farto de conteúdo e sem muitos anos na ativa é a versão LTZ, ano 2014. Segundo a Fipe, a versão equipada com caixa automática é avaliada em R$ 56,6 mil. No varejo, a versão de mesmo ano tem preços que vão de R$ 50 mil a R$ 65 mil. Um dos poucos fatores negativos do sedã é o consumo. A unidade Ecotec 1.8 não oferece a mesma eficiência do moderno 1.4 turbo de 153 cv que equipa a atual geração. Daí seu consumo na média de 7,5 km/l na cidade, com uso de gasolina. No álcool, a média deve ficar ainda mais baixa. Mesmo assim, pode ser uma opção para quem precisa de espaço e um pouco mais de qualificação que encontrada em compactos. http://cabresto.blogspot.com/2018/08/usados-cruze-de-primeira-geracao-tem.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: RAFAEL AMARAL Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping C3 usado vende mais que bem cotados como Polo 7875335 - BLOG CABRESTO ONLINE - 18/08/2018
Marcelo Ramos miramos@hojeemdia.com.br HOJE EM DIA Citroën / O Citroën C3 é um automóvel que carrega uma pecha negativa que é de responsabilidade da própria marca. A fama de ter manutenção cara, desvalorização elevada e um crônico problema de suspensão é a vilã que atormenta o compacto que, justiça seja feita, é bastante qualificado. E a prova de que o C3 é um bom automóvel é seu bom volume de venda no mercado de usados. Somente em julho foram negociadas 7 mil unidades, segundo boletim da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para se ter uma ideia, no mesmo período trocaram de dono 4 mil unidades do incontestável Polo. Ou seja, para um carro com reputação controversa, seu desempenho no varejo de usados é mais que positivo e não tem nada de casamento indissolúvel. O C3 chegou ao mercado em 2003, pouco depois do primo Peugeot 206. Os dois derivam do mesmo projeto, inclusive com a frágil suspensão que também custou caro à reputação do compacto do Leão. Em 2012, a Citroën lançou a segunda geração, que corrigiu a suspensão –ficou mais robusta para suportar o padrão nacional de pavimentação. Boca maldita No entanto, ainda restam broncas sobre a desvalorização acentuada e do custo elevado de manutenção. São problemas que fazem parte de um círculo vicioso e que necessariamente não têm relação com a qualidade do automóvel. O baixo volume de emplacamentos (cerca de 500 carros por mês) impacta na economia de escala de peças, que acabam sendo mais caras que as similares de modelos de grande volume. Efeitos que vão aparecer na nota da oficina. Virtudes O C3, por outro lado, tem boas virtudes. O compacto tem montagem esmerada, boa qualidade de acabamento e uma gama de motores modernos, como a unidade 1.2 de 90 cv e a unidade 1.6 de 122 cv. Para quem busca um usado sem muitos anos de estrada e bom conteúdo, a versão topo de linha Exclusive 1.6 automático, ano 2015, é avaliada na Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) pelos mesmos R$ 45 mil e traz um pacote farto com direito à direção elétrica, ar-condicionado, trio elétrico (vidros, trava e retrovisores elétricos), rádio (com CD, USB e Bluetooth), sensores de ré, chuva e crepuscular, para-brisas Zenith, faróis de neblina, luzes diurnas em LED e rodas aro 16. Novo, a mesma versão parte de R$ 65 mil, cerca de R$ 1 mil a mais que a versão topo de linha do Onix, a LTZ automática. A mesma versão do Chevrolet, ano 2015, é avaliada pela Fipe por R$ 44.307. Ou, seja praticamente a mesma desvalorização, o que indica que muito da fama do francês segue os mitos do varejo de usados. Considerando que se trata de um carro com três anos de uso, com quilometragem entre 40 mil e 50 mil quilômetros, o custo da manutenção, segundo o programa da Citröen para o C3 até 2016, fica em R$ 922 (40.000 km) e R$ 794 (50.000 km). http://cabresto.blogspot.com/2018/08/c3-usado-vende-mais-que-bem-cotados.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: RAFAEL AMARAL Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE
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Clipping Chery aparesenta Tiggo 2 automático em BH 7875336 - BLOG CABRESTO ONLINE - 18/08/2018
Marcelo Ramos miramos@hojeemdia.com.br HOJE EM DIA Marcelo Ramos / A Chery, marca chinesa, que é controlada no Brasil pelo Grupo Caoa, apresentou em Belo Horizonte a versão automática do Tiggo 2. O modelo aventureiro que compartilha base com o hatch Celer chegou ao mercado março. No entanto, naquela época, só estavam disponíveis no mercado versões com caixa manual, vez que a opção com caixa automática que ainda não tinha sido homologada. A opção sem pedal de embreagem chegou ao mercado em junho. E de lá para cá, executivos da marca estão percorrendo diversas praças para apresentar o compacto, que tem como principal rival o JAC T40. PUBLICIDADE Com preços que partem de R$ 66.900, na versão Look, e R$ 69.990, na topo de linha Act, a inclusão da caixa automática de quatro marchas é o produto que a marca espera fazer volume por aqui. Desde seu lançamento foram apenas 958 unidades emplacadas, segundo a Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave). Os executivos tinham uma programação inicial para 900 carros e a chegada da versão “sem pedal esquerdo” deu um impulso. Tanto que só em julho, foram licenciadas 556 unidades. Conteúdos O Tiggo 2 é um carrinho bem equipado, e conta com recursos como direção hidráulica, arcondicionado automático, multimídia (com câmera de ré, USB, Bluetooth e conexão nos padrões Apple CarPlay e Android Auto), piloto automático, trio elétrico (vidros, travas e retrovisores com ajustes elétricos), computador de bordo, aviso sonoro para cinto de segurança do passageiro, ganchos do tipo Isofix, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, sensor de ré, rodas de liga leve aro 16 e faróis de neblina. Ao volante No primeiro contato com o Tiggo 2, com caixa m[/TEXTO]anual, a falta de precisão da caixa foi um fator negativo, pois nas trocas era comum a alavanca não direcionar para a marcha seguinte. Com a automática, esse desconforto sumiu. http://cabresto.blogspot.com/2018/08/chery-aparesenta-tiggo-2-automatico-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: RAFAEL AMARAL Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Gigantes do agronegócio e do varejo se adequam ao novo cenário 7875341 - JORNAL DO COMÉRCIO - ECONOMIA - Porto Alegre - RS - 20/08/2018 - Pág 5
A JBS, uma das líderes globais em alimentos, já decidiu comprar 360 caminhões para reforçar sua frota própria – que passa de mil veículos. Em nota, a companhia controlada pelos irmãos Batista (Wesley e Joesley) explicou que a decisão faz parte de uma estratégia para reduzir “os impactos de custo causados pela aplicação do tabelamento do frete rodoviário”. Dependendo do setor e da região, o tabelamento provocou alta nos custos entre 30% e 100%. Segundo Maurício Lima, especialista da consultoria Ilos, o setor de cimento é um dos que viram seu custo com frete dobrar. “Para as cimenteiras, a frota própria pode valer a pena porque o transporte representa 31% do preço do produto. Outra alternativa é alugar caminhões com motoristas próprios ou contratar uma frota dedicada. Neste momento, as empresas ainda estão fazendo as contas. Além de a tabela da ANTT ter problemas, o STF pode invalidar tudo. É difícil tomar decisão agora. Há uma insegurança muito grande.” Produtores de soja e milho estimam um custo extra de US$ 2,4 bilhões (cerca de R$ 9,3 bilhões) sobre as 118 milhões de toneladas que devem ser exportadas neste ano, diz a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec). “Calculamos, por baixo, um custo adicional de US$ 20 (R$ 78,00) por tonelada. Há o risco de o Brasil deixar de ser o segundo maior exportador de milho do mundo por conta do aumento do frete”, a?rma Sergio Castanho Teixeira Mendes, diretor-geral da Anec. A Amaggi, maior empresa nacional de comercialização de grãos, cogita comprar entre 300 e 500 veículos novos. Hoje, 100% da frota usada pela companhia são terceirizados. Cada veículo próprio representa um investimento de até R$ 600 mil. A Amaggi precisa de 5 mil caminhões para as movimentações envolvidas em suas operações. Em 2017, movimentou cerca de 10 milhões de toneladas. A Cargill, gigante do agronegócio, está orçando a compra de mil caminhões. Números da Fenabrave, associação que representa os revendedores de veículos, mostram aumento da venda de caminhões neste ano, com a greve dos caminhoneiros em maio. Entre janeiro e julho, foram vendidas 39.005 unidades, contra 29.981 no mesmo período de 2017. Já a Via Varejo – que reúne Casas Bahia e Pontofrio – busca outras saídas. Estabeleceu que fabricantes devem entregar mercadorias nos seus centros de distribuição mais afastados, sem passar por suas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro, de onde os produtos eram transportados por terceirizados. E fez parceria com a Eu Entrego, rede de aplicativos que conecta entregadores independentes a empresas. O produto pode ser entregue de carro, moto, bicicleta ou a pé. Para isso, a Via Varejo transformou pelo menos 70 lojas em pequenos centros de distribuição, reduzindo a demanda por caminhões. “Reduz custo e a chance de avarias, e a entrega é mais rápida. É uma mudança que já havia começado e ajudou a contornar a greve”, diz Edgard Filho, diretor de operações logísticas do grupo. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/745d3ba14883bc428523900970aa1 aa1?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1537765245&Signature=8KK uPK5Bxm%2FnjMopqG5bIEDoK30%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Veículos: vendas diretas crescem 21,2% no ano. 7875292 - AUTO INDÚSTRIA - 17/08/2018
Veículos: vendas diretas crescem 21,2% no ano. alzira2003 2 horas atrás Por Alzira Rodrigues| alzira@autoindustria.com.br As vendas diretas de veículos seguem com expansão maior do que os negócios no varejo. De janeiro a julho foram comercializadas diretamente pelas montadoras mais de 547,3 mil unidades, expansão de 21,2% sobre as 451,3 mil do mesmo período do ano passado. As transações no varejo também cresceram, mas em índice menor, de 9,7% – passaram de 720,9 mil para quase 791 mil. Com isso a participação das vendas diretas no mercado total de automóveis e comerciais leves saltou de 38,5% nos primeiros sete meses de 2017 para 40,9% no acumulado deste ano. Na média, a expansão do mercado de veículos leves no período é de 14,2%. LEIA MAIS ?Vendas de veículos em julho são as maiores do ano ?Fenabrave reduz projeção de alta para este ano Em junho e julho, a participação das vendas atingiu índices inéditos no setor. Chegou a 46,2% e 45,2%, respectivamente, aproximando-se assim da metade dos negócios realizados com automóveis e comerciais leves no País, conforme balanço divulgado mensalmente pela Fenabrave, a entidade que representa os distribuidores de veículos. A Fenabrave alega que a participação das vendas diretas cresceu nos últimos anos por causa da retração no varejo. E lembra que elas envolvem não apenas transações realizadas pelas montadoras diretamente com frotistas e locadoras, mas também vendas feitas nas concessionárias para produtores rurais, taxistas e PCD (pessoas com deficiência). De qualquer forma, não deixa de ser importante a reação do varejo este ano, mesmo que em índice inferior ao das vendas diretas. No ano passado o mercado automotivo só registrou crescimento por causa dos negócios no atacado. As vendas para o consumidor comum ficaram praticamente estagnadas. LEIA MAIS ?Vendas diretas respondem por 70% dos emplacamentos de picapes no Brasil ?Vendas diárias na primeira quinzena superam 10,4 mil veículos Considerando o ranking de marca no atacado, a Fiat é a primeira colocada com 19,2% de participação no acumulado deste ano. Na sequência vêm General Motors (16,9%), Volkswagen (16,4%) e Renault (10,1%). Se for considerado o varejo, o ranking é bem diferente. A GM lidera com 16,9%, seguida da VW (13,7%), da Hyundai (11,3%), Toyota (10%) e Ford (8,8%). Os comerciais leves, pelas próprias características desses produtos, têm nas vendas diretas o grosso dos seus negócios. No acumulado até julho, 71% dos negócios com comerciais leves foram vendas diretas. Nos automóveis, esse índice é de 35,6%. Foto: Divulgação/Fiat Categorias: Mercado Tags: Fenabrave, Fiat, Ford, General Motors, Hyundai, Vendas diretas de veículos, Volkswagen Deixar um comentário http://www.autoindustria.com.br/2018/08/17/veiculos-vendas-diretas-crescem-212-noano/amp/
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Reaprender é preciso 7875261 - ESTADO DE MINAS - VRUM - Belo Horizonte - MG - 18/08/2018 - Pág 2
Relacionamento entre quem compra e vende veículos passa por grande transformação. A transição não será tão rápida, mas há necessidade de manter flexibilidade para evitar que o mundo digital se sobreponha de maneira fria ao contato pessoal. Este foi o lema do 28º Congresso da Fenabrave, realizado ao longo de dois dias em São Paulo (SP), semana passada, tendo como pano de fundo o segundo ano consecutivo de recuperação de vendas. Duas reivindicações do setor de concessionárias ainda patinam, sai ano entra ano, e interessam também aos compradores: renovação de frota e inspeção veicular. O país precisaria de recuperação econômica consistente para dar sustentação a esses dois programas. Para complicar, o Registro Nacional de Veículos em Estoque (Renave), que traria mais segurança jurídica e menores custos nas transações de carros usados, depende de integração entre todos os Detrans do país. Passados dois anos, ainda patina, como lembrou Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave. Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota, chamou a atenção sobre o avanço do compartilhamento ou cobrança pelo uso. Vão exigir custos maiores de manutenção, pois os veículos deverão rodar até quatro vezes mais do que hoje. Sobre o crescimento avassalador dessa modalidade há dúvidas, já lembradas por esta coluna. No exterior, pesquisas apontam certa insegurança dos usuários sobre a forma como o carro foi guiado ou “abusado” anteriormente. Se o carro é seu, você sabe tratá-lo. Um estranho teria o mesmo cuidado? De qualquer modo, novas ferramentas de comercialização chegaram para ficar. De acordo com o diretor do Itaú Unibanco, Rodnei Bernardino, o assistente digital apresentado no evento e disponível agora em setembro é um exemplo. “Um robô interage com o cliente por meio de perguntas e respostas. Assim, consegue captar praticamente todos os seus desejos por meio do aplicativo no PC ou smartphone. Da cor do veículo às condições do financiamento, a qualquer hora, nos sete dias da semana. Facilita a vida do comprador e agiliza o trabalho do vendedor na loja”, explica. Para o CEO da plataforma iCarros, Ricardo Bonzo Filho, nenhum cliente ficará desassistido mesmo quando transações totalmente on-line tornarem-se corriqueiras. “O atendimento presencial nunca deverá ser negligenciado”, defende. As mudanças atingem também quem prefere vender o veículo usado numa transação direta entre particulares, sem participação de lojistas ou concessionárias. A internet abriu novas possibilidades e impressiona o número de sites em que é possível anunciar ou procurar o modelo desejado. Apenas um deles, OLX, que nasceu na Argentina e hoje de propriedade do grupo sulafricano Naspers, afirma ter 20 milhões de usuários por mês no Brasil e responder por mais de 25% do total de carros seminovos e usados comercializados. Tamanha concentração, em poucos anos de atuação, chega a assustar. O jeito é se render ao pensamento de Alvin Toffler, escritor e futurista americano, falecido há dois anos: “O analfabeto do século 21 não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender.” A forma de vender e comprar veículos vem sendo repensada e os meios digitais são cada vez mais usados para proporcionar agilidade à transação http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/0d880f9e9466d7f811a0fe239ce281 d6?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1537592451&Signature=mFuy %2FC4yyRe%2FVvyeztB0TkIvo0w%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Jornal
Clipping Fernando Calmon | Reaprender é preciso 7875221 - O MECÂNICO - 17/08/2018
Relacionamento entre quem compra e vende veículos passa por grande transformação. A transição não será tão rápida, mas há necessidade de manter flexibilidade para evitar que o mundo digital se sobreponha de maneira fria ao contato pessoal. Este foi o lema do 28º Congresso da Fenabrave, realizado ao longo de dois dias em São Paulo (SP), semana passada, tendo como pano de fundo o segundo ano consecutivo de recuperação de vendas. Duas reivindicações do setor de concessionárias ainda patinam, sai ano, entra ano, e interessam também aos compradores: renovação de frota e inspeção veicular. O País precisaria de recuperação econômica consistente para dar sustentação a esses dois programas. Para complicar o Renave (Registro Nacional de Veículos em Estoque), que traria mais segurança jurídica e menores custos nas transações de carros usados, depende de integração entre todos os Detrans do País. Passados dois anos, ainda patina, como lembrou Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave. Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota, chamou a atenção sobre o avanço do compartilhamento ou cobrança pelo uso. Vão exigir custos maiores de manutenção, pois os veículos deverão rodar até quatro vezes mais do que hoje. Sobre o crescimento avassalador dessa modalidade há dúvidas, já lembradas por essa coluna. No exterior, pesquisas apontam certa insegurança dos usuários sobre a forma como o carro foi guiado ou “abusado” anteriormente. Se o carro é seu, você sabe tratá-lo. Um estranho teria o mesmo cuidado? De qualquer modo, novas ferramentas de comercialização chegaram para ficar. De acordo com o diretor do Itaú Unibanco, Rodnei Bernardino, o assistente digital apresentado no evento e disponível agora em setembro é um exemplo. “Um robô interage com o cliente por meio de perguntas e respostas. Assim, consegue captar praticamente todos os seus desejos por meio do aplicativo no PC ou smartphone. Da cor do veículo às condições do financiamento, a qualquer hora, nos sete dias da semana. Facilita a vida do comprador e agiliza o trabalho do vendedor na loja”, explica. Para o CEO da plataforma iCarros, Ricardo Bonzo Filho, nenhum cliente ficará desassistido mesmo quando transações totalmente on line tornarem-se corriqueiras. “O atendimento presencial nunca deverá ser negligenciado”, defende. As mudanças atingem também quem prefere vender o veículo usado numa transação direta entre particulares, sem participação de lojistas ou concessionárias. A internet abriu novas possibilidades e impressiona o número de sites em que é possível anunciar ou procurar o modelo desejado. Apenas um deles, OLX, que nasceu na Argentina e hoje de propriedade do grupo sul-africano Naspers, afirma ter 20 milhões de usuários por mês no Brasil e responder por mais de 25% do total de carros seminovos e usados comercializados. Tamanha concentração, em poucos anos de atuação, chega a assustar. O jeito é se render ao pensamento de Alvin Toffler, escritor e futurista americano, falecido há dois anos: “O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender.” ALTA RODA AGITAÇÃO nos EUA sobre carros elétricos. Apple contratou ex-engenheiro chefe da Tesla, Doug Field, o que levou a interpretações de volta ao interesse em produzir veículos. Embora a gigante de US$ 1 trilhão nunca tenha anunciado o projeto, continua a investir em tecnologia para autônomos. Quanto à Tesla, fechará seu capital. “Cansou” de expor vexaminosos prejuízos… ANFAVEA e Secretaria Nacional do Consumidor ampliam o esforço para mais motoristas atenderem às campanhas de revocação (recall) e assim corrigir itens de segurança defeituosos. Índice atual é inferior a 50%, na média, e em alguns casos, abaixo de 40%. No site da entidade agora há um link para dados específicos e atualizados: www.anfavea.com.br/recall.html. SEGUNDA geração de lâmpadas em LED da Philips abrange 80% da frota e sua durabilidade é quatro vezes superior às halógenas convencionais. Capacidade de iluminação é quase três vezes maior com um facho branco que descansa a vista. Custa aproximadamente o quádruplo de uma lâmpada convencional. Deve-se registrar a modificação no Detran. MAIOR fabricante de rodas de aço e de liga leve do mundo é uma empresa multinacional brasileira. Iochpe-Maxion completa um século de fundação em novembro próximo. Empresa
de origem gaúcha diversificou sua atuação ao longo do tempo, até se concentrar em rodas (adquiriu marcas consagradas no exterior), que representam 80%. Chassis e longarinas são 20%. DIVERSIFICAR também é estratégico na Cummins, fabricante de motores pesados e geradores. Sabe-se que veículos comerciais serão os últimos a migrar para a eletrificação, embora ônibus e caminhões urbanos tendam a ser elétricos. Investe ainda em gás natural (transforma ciclo Diesel em ciclo Otto), biocombustíveis e produção de baterias. Marca americana completa 100 anos em 2019. ____________________________________________________ fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2 http://omecanico.com.br/fernando-calmon-reaprender-e-preciso/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping AutoAvaliar e Zen Finance criam joint venture para financiar R$ 1 bilhão no repasse de veículos usados 7875223 - PARANASHOP - Curitiba - PR - 19/08/2018
A startup brasileira AutoAvaliar, plataforma líder no Brasil em comercialização de veículos seminovos entre concessionárias e lojistas, e a Zen Finance anunciam a criação da joint venture AutoPay, para atuar com linhas de crédito exclusivas para o repasse de automóveis entre varejistas no Brasil. A expectativa da nova empresa é financiar uma média de 10 mil automóveis por mês no marketplace da AutoAvaliar, atualmente utilizado como canal de vendas de seminovos e usados por 2,5 mil concessionárias e 30 mil lojistas. O AutoPay projeta atingir um volume de desembolsos da ordem de R$ 1 bilhão nos próximos 12 meses, à partir da otimização da própria carteira de clientes tanto da AutoAvaliar quanto da Zen Finance. A criação da nova empresa foi oficializada durante o 28º Congresso e Expo Fenabrave, que acontece em São Paulo nos dias 7 e 8 de agosto, no Transamérica Expo Center. O sistema de financiamento atenderá, num primeiro momento, as concessionárias que precisam comprar os automóveis ofertados pelos clientes no momento da troca pelo zero quilômetro ou por outro modelo. Com taxas de juros a partir de 1,7% ao mês, o crédito é liberado de forma online, sem burocracia e não exige garantia do contratante. Basta apenas o estabelecimento ser cadastrado na plataforma AutoAvaliar. “O AutoPay, entretanto, poderá ser oferecido às atuais 4 mil concessionárias existentes no Brasil, estando sujeito aos limites de crédito aprovados caso a caso”, comenta Jorge Vargas Neto, CEO da Zen Finance. “O financiamento direto no marketplace vai beneficiar, em grande medida, o próprio consumidor, ao passo que concessionária terá toda a segurança para comprar o automóvel ofertado pelo cliente na troca, sabendo que este veículo será repassado rapidamente para o lojista”, acrescenta Daniel Nino, diretor da AutoAvaliar e CEO da AutoPay. (thiago@agenciahealth.com.br) https://paranashop.com.br/2018/08/autoavaliar-e-zen-finance-criam-joint-venture-parafinanciar-r-1-bilhao-no-repasse-de-veiculos-usados/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Empresas driblam as regras da Lei do Frete - Jornal do Comércio - Tesouro Invest 7875226 - TESOURO INVEST - 20/08/2018
Três meses após a greve dos caminhoneiros, o tabelamento do frete – principal medida do governo para acabar com a paralisação e que desagradou ao setor produtivo – não está sendo cumprido, de maneira geral, pelas empresas. Entre maio e agosto, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) recebeu 2.850 reclamações de caminhoneiros por descumprimento. O órgão, no entanto, informou que o descumprimento não é passível de multa. Segundo líderes da categoria, o problema ocorre em todas as regiões e em vários setores, como o agronegócio e a indústria. “Existem muitas empresas que não estão pagando o valor mínimo, e caminhoneiros que não exigem o cumprimento da tabela por medo de ficar sem frete”, diz Carlos Alberto Litti Dahmero, presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac), de Ijuí (RS). Os empresários alegam que a tabela criada pela ANTT tem distorções e é “inexequível” diante do impacto no custo do transporte rodoviário. Além disso, como o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda vai decidir se o tabelamento é constitucional, muitas empresas preferem não segui-lo. O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, Diumar Bueno, espera maior adesão quando uma nova tabela sair considerando, por exemplo, diferentes tipos de carga. Outros dois compromissos do governo com os grevistas não saíram como previstos. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já fez duas tentativas para contratar frete para quase 70 mil toneladas de alimentos e cumprir a reserva de 30% de sua demanda para cooperativas, mas só uma se inscreveu. Já os preços do diesel caíram, em média, só R$ 0,10 nos postos, bem menos que os R$ 0,46 por litro acertados. Para fugir da alta de custos gerada pelo tabelamento dos fretes, as empresas buscam alternativas. Em alguns setores, o preço tabelado representa aumento de até 100% nos custos com transporte. Por isso, empresários planejam criar frotas própria de caminhões ou alugar veículos para reassumir o controle da logística. Ainda não é possível dimensionar esse movimento, mas, a depender do julgamento do STF sobre a constitucionalidade do tabelamento no próximo dia 27, a tendência deve ganhar impulso. “Há empresas estudando a compra de caminhões novos, outras estão alugando, e um terceiro grupo está arrendando. Se o STF considerar o tabelamento constitucional, as companhias vão intensificar as compras e o aluguel para fugir do aumento de custos”, avalia Edeon Vaz Ferreira, diretor do Movimento Pró-Logística de Mato Grosso. A JBS, uma das lderes globais em alimentos, j decidiu comprar 360 caminhes para reforar sua frota prpria – que passa de mil veculos. Em nota, a companhia controlada pelos irmos Batista (Wesley e Joesley) explicou que a deciso faz parte de uma estratgia para reduzir “os impactos de custo causados pela aplicao do tabelamento do frete rodovirio”. Dependendo do setor e da regio, o tabelamento provocou alta nos custos entre 30% e 100%. Segundo Maurcio Lima, especialista da consultoria Ilos, o setor de cimento um dos que viram seu custo com frete dobrar. “Para as cimenteiras, a frota prpria pode valer a pena porque o transporte representa 31% do preo do produto. Outra alternativa alugar caminhes com motoristas prprios ou contratar uma frota dedicada. Neste momento, as empresas ainda esto fazendo as contas. Alm de a tabela da ANTT ter problemas, o STF pode invalidar tudo. difcil tomar deciso agora. H uma insegurana muito grande.” Produtores de soja e milho estimam um custo extra de US$ 2,4 bilhes (cerca de R$ 9,3 bilhes) sobre as 118 milhes de toneladas que devem ser exportadas neste ano, diz a Associao Nacional de Exportadores de Cereais (Anec). “Calculamos, por baixo, um custo adicional de US$ 20 (R$ 78,00) por tonelada. H o risco de o Brasil deixar de ser o segundo maior exportador de milho do mundo por conta do aumento do frete”, afirma Sergio Castanho Teixeira Mendes, diretor-geral da Anec. A Amaggi, maior empresa nacional de comercializao de gros, cogita comprar entre 300 e 500 veculos novos. Hoje, 100% da frota usada pela companhia so terceirizados. Cada veculo prprio representa um investimento de at R$ 600 mil. A Amaggi precisa de 5 mil caminhes para as movimentaes envolvidas em suas operaes. Em 2017, movimentou cerca de 10 milhes de toneladas. A Cargill, gigante do agronegcio, est orando a compra de mil caminhes. Nmeros da Fenabrave, associao que representa os revendedores de veculos, mostram aumento da venda de caminhes neste ano, com a greve dos caminhoneiros em maio. Entre janeiro e julho, foram vendidas 39.005 unidades, contra 29.981 no mesmo perodo de 2017.
J a Via Varejo – que rene Casas Bahia e Pontofrio – busca outras sadas. Estabeleceu que fabricantes devem entregar mercadorias nos seus centros de distribuio mais afastados, sem passar por suas unidades de So Paulo e Rio de Janeiro, de onde os produtos eram transportados por terceirizados. E fez parceria com a Eu Entrego, rede de aplicativos que conecta entregadores independentes a empresas. O produto pode ser entregue de carro, moto, bicicleta ou a p. Para isso, a Via Varejo transformou pelo menos 70 lojas em pequenos centros de distribuio, reduzindo a demanda por caminhes. “Reduz custo e a chance de avarias, e a entrega mais rpida. uma mudana que j havia comeado e ajudou a contornar a greve”, diz Edgard Filho, diretor de operaes logsticas do grupo. Fonte Oficial: Jornal do Comércio. Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Tesouro Invest. Comentários notícia anterior Venezuela tem ‘apagão’ bancário antes de corte de 5 zeros na moeda – Valor próxima notícia China tem terceiro surto de peste suína africana | Agronegócios – G1 Notícias Relacionadas Desafio da nova equipe é cortar gastos –... Brasil é melhor posicionado entre solicitantes de adesão... Bitcoin Começa a Semana Abaixo dos US$ 8.000;... G1: O anúncio de emprego que a Apple... Governo envia ao Congresso projeto de lei sobre... Cortar zeros da moeda não resolve problemas da... ADVFN News | Monteiro Aranha (MOAR3) divulgou prejuízo... GuiaInvest: Como eu alcancei a Liberdade Financeira e... Desemprego no Brasil sobe a 12,2% entre novembro... Estadão: Na crise, matrizes enviam R$ 60 bilhões... https://tesouroinvest.com.br/empresas-driblam-as-regras-da-lei-do-frete-jornal-do-comercio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Librelato: na cabeça dos clientes e da rede 7875233 - RODOVIA BRASIL - 17/08/2018
Fabricante de implementos rodoviários catarinense vence prêmio da Fenabrave como marca do ano e associação de marca do ano A Librelato, tradicional fabricante de implementos rodoviários, está na cabeça dos clientes e de sua rede de concessionários. A marca foi a vencedora, pela terceira vez, do prêmio “Marca do Ano”, concedido pela Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Além do prêmio como marca, a Abralib, Associação Brasileira de Concessionários Librelato, também foi vencedora, na categoria “Associação de Marca do Ano. Os prêmios foram entregues em evento realizado no Congresso e Expo Fenabrave, em São Paulo. Os resultados que conferiram a premiação à empresa foram apurados pela 23ª Pesquisa Fenabrave de Relacionamento com as Marcas, que utilizou questionário online aplicado entre os dias 14 de maio a 29 de junho deste ano, pela Scheuer Consultoria. A pesquisa é realizada com apoio da Central de Atendimento da FENABRAVE desde 2013, anualmente. O Portal Transporta Brasil bateu um papo exclusivo com o presidente da Librelato, José Carlos Sprícigo, que comemorou o bom momento da marca e os prêmios recebidos. “Ganhar prêmio é muito bom e este prêmio especificamente é muito importante, pois traz credibilidade junto aos nossos clientes. Agradeço aos nossos colaboradores e nossos stakeholders, que fizeram com que a nossa marca fique cada vez mais conhecida e ganhe terreno, por meio de uma pesquisa tão importante. Aliado a isso, comemoramos o fato de nossa rede ter sido premiada, o que mostra aos nossos clientes que temos a oferecer bons serviços, peças de reposição e uma disponibilidade do produto, que é isso que todo mundo que compra um semirreboque quer, para transportar as riquezas do nosso País”, disse Sprícigo ao Transporta Brasil. De acordo com os organizadores da pesquisa, a Librelato obteve 100% de índice de participação de seus associados nas respostas ao prêmio de “Associação de Marca do Ano”. A pesquisa tem como objetivo avaliar a postura dos concessionários na condução do negócio em parceria com a marca. Com isso, visa mensurar o grau de satisfação do concessionário com a capacidade de gerar resultado para seu negócio, cativar e fidelizar o cliente aos produtos da marca. Para Fabiano Corneli, presidente da Abralib, receber pela terceira vez o prêmio “Marca do Ano” e pela primeira o de “Associação Marca do Ano” é reflexo de todo trabalho em equipe e da constante evolução da Librelato. “Essa premiação, acima de tudo, demonstra nossos pontos fortes e nos mostra o caminho para aprimorarmos cada vez mais o nosso negócio”. Acompanhe o áudio completo desta entrevista no Podcast Transporta Brasil: O post Librelato: na cabeça dos clientes e da rede apareceu primeiro em Revista Rodovia Brasil. http://www.rodoviabrasil.com.br/librelato-na-cabeca-dos-clientes-e-da-rede/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Rodovia Brasil Estado: Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site
Clipping Reaprender é preciso 7875249 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 18/08/2018
Relacionamento entre quem compra e vende veículos passa por grande transformação. A transição não será tão rápida, mas há necessidade de manter flexibilidade para evitar que o mundo digital se sobreponha de maneira fria ao contato pessoal. Este foi o lema do 28º Congresso da Fenabrave, realizado ao longo de dois dias em São Paulo (SP), semana passada, tendo como pano de fundo o segundo ano consecutivo de recuperação de vendas. Duas reivindicações do setor de concessionárias ainda patinam, sai ano entra ano, e interessam também aos compradores: renovação de frota e inspeção veicular. O país precisaria de recuperação econômica consistente para dar sustentação a esses dois programas. Para complicar, o Registro Nacional de Veículos em Estoque (Renave), que traria mais segurança jurídica e menores custos nas transações de carros usados, depende de integração entre todos os Detrans do país. Passados dois anos, ainda patina, como lembrou Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave. Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota, chamou a atenção sobre o avanço do compartilhamento ou cobrança pelo uso. Vão exigir custos maiores de manutenção, pois os veículos deverão rodar até quatro vezes mais do que hoje. Sobre o crescimento avassalador dessa modalidade há dúvidas, já lembradas por esta coluna. No exterior, pesquisas apontam certa insegurança dos usuários sobre a forma como o carro foi guiado ou “abusado” anteriormente. Se o carro é seu, você sabe tratá-lo. Um estranho teria o mesmo cuidado? De qualquer modo, novas ferramentas de comercialização chegaram para ficar. De acordo com o diretor do Itaú Unibanco, Rodnei Bernardino, o assistente digital apresentado no evento e disponível agora em setembro é um exemplo. “Um robô interage com o cliente por meio de perguntas e respostas. Assim, consegue captar praticamente todos os seus desejos por meio do aplicativo no PC ou smartphone. Da cor do veículo às condições do financiamento, a qualquer hora, nos sete dias da semana. Facilita a vida do comprador e agiliza o trabalho do vendedor na loja”, explica. Para o CEO da plataforma iCarros, Ricardo Bonzo Filho, nenhum cliente ficará desassistido mesmo quando transações totalmente on-line tornarem-se corriqueiras. “O atendimento presencial nunca deverá ser negligenciado”, defende. As mudanças atingem também quem prefere vender o veículo usado numa transação direta entre particulares, sem participação de lojistas ou concessionárias. A internet abriu novas possibilidades e impressiona o número de sites em que é possível anunciar ou procurar o modelo desejado. Apenas um deles, OLX, que nasceu na Argentina e hoje de propriedade do grupo sul-africano Naspers, afirma ter 20 milhões de usuários por mês no Brasil e responder por mais de 25% do total de carros seminovos e usados comercializados. Tamanha concentração, em poucos anos de atuação, chega a assustar. O jeito é se render ao pensamento de Alvin Toffler, escritor e futurista americano, falecido há dois anos: “O analfabeto do século 21 não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender.” h t t p : / / i m p r e s s o . e m . c o m . b r / a p p / n o t i c i a / t o d a semana/vrum/2018/08/18/interna_vrum,234448/reaprender-e-preciso.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 20/08/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site