Clipping Fenabrave 25.10.2018

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Clipping Mercado de caminh?es cresce 50%; veja participa??o por marca 8039967 - AGÊNCIA VILLELA TRANSPORTES - 24/10/2018

A Fenabrave (associa??o que representa as redes de concession?rias) divulgou hoje (02/10) os dados de emplacamentos. De janeiro a setembro, o mercado de caminh?es cresceu 50,32%, com 53.147 unidades licenciadas em 2018 contra 35.334 em 2017. No segmento de ?nibus, o crescimento ? de 21,91%, com 13.264 ve?culos nos nove meses de 2018 contra 10.880 no ano passado. Em implementos rodovi?rios, o aumento ? de 82,91%, com 32.599 unidades vendidas este ano, contra 17.822 em 2017. Vendas por marca A participa??o de mercado de caminh?es no acumulado de janeiro a setembro por marca ? a seguinte: MarcaVolumeParticipa??o Mercedes-Benz15.05428,33% Volkswagen Caminh?es13.45725,32% Volvo7.49414,10% Ford6.47512,18% Scania6.00211,29% Iveco1.9903,74% DAF1.6003,01% MAN9681,82% Agrale420,08% Hyundai330,06% Foton80,02% International70,01% https://agenciavillelatransportes.com/2018/10/24/mercado-de-caminhoes-cresce-50-vejaparticipacao-por-marca/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Alex villela Estado: Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Nissan Frontier Attack: primeiras impressões 8039968 - PORTAL G1 NEWS - 25/10/2018

Agora fabricada na Argentina, a picape ganha novas versões para vender mais. A intermediária Attack é uma delas: se faltam alguns equipamentos, sobram qualidades mecânicas. Nissan Frontier Attack 2019 Marcelo Brandt/G1 A Nissan Frontier vive tempos sombrios no Brasil, mesmo depois da chegada da nova geração, no ano passado. É a última colocada no segmento de picapes médias, com 4.614 unidades emplacadas no ano, contra 27.343 da líder Toyota Hilux, segundo a federação dos concessionários, a Fenabrave. Agora, que passa a ser feita na Argentina, ela quer mudar esse cenário. Para isso, ganha novas versões (veja abaixo), aumentando sua faixa de preços. Uma delas é a intermediária Attack, avaliada pelo G1. Gama ampliada Entre as novidades, a picape ganha duas configurações e a substitui outra. A versão de entrada passa a ser a S, voltada ao trabalho e que só dispõe de câmbio manual. Acima dela está de volta a Attack, que tem opções 4×2 e 4×4. Depois, vem a XE (antes chamada SE, que era a versão de entrada até então). E, por fim, foi mantida a topo de linha LE. Até o fechamento desta reportagem, a Nissan ainda não havia definido os valores oficiais da linha 2019, mas adiantou a faixa de preços de cada uma. Para a S, a marca deverá cobrar entre R$ 135 mil e R$ 140 mil. A Attack custará cerca de R$ 145 mil com tração 4×2 e R$ 155 mil com 4×4. A XE partirá de aproximados R$ 173 mil, enquanto a topo de linha, SE, não deverá sair por menos de R$ 193 mil. Ao ataque Versão mais marcante da picape nipo-argentina, a Attack é a principal atração da linha 2019 e não é difícil diferenciá-la das demais: faixas laterais e central no capô, adesivos laterais, rodas pintadas de cinza, faróis com máscara negra e diversos detalhes em preto dão o tom mais agressivo ao modelo. Nissan Frontier Attack 2019 Marcelo Brandt/G1 No tom de vermelho da unidade cedida para testes, os adereços ficam ainda mais evidentes e beiram o exagero. Outros diferenciais que ajudam a reforçar a imagem lameira são a barra instalada abaixo do para-choque dianteiro, o rack de teto, o santantônio e os pneus “allterrain” (todo terreno). Já as rodas, aro 16, parecem antiquadas – e são: elas foram resgatadas da Frontier Attack de 2012. Por dentro, o acabamento é o padrão da nova geração e está na média da concorrência. O desenho sóbrio é típico de um modelo japonês. Não há materiais emborrachados e/ou de toque macio. Cromados só nas maçanetas, na alavanca de câmbio e nas saídas de ar centrais. Nissan Frontier Attack 2019 Marcelo Brandt/G1 O suporte para garrafas e latas posicionado logo abaixo das saídas de ar laterais ajudam (e muito!) nos dias quentes. Mas o formato redondo e genérico das saídas empobrece o visual. O volante é revestido em couro, tem boa empunhadura, mas evidencia a falta de alguns comandos (assunto para daqui a pouco), enquanto os bancos de tecido são confortáveis,


mas nada indicados para quem pretende enfrentar terra e lama. Deslizes Tudo bem que a Frontier Attack deverá ser uma das mais baratas do segmento em sua faixa de preço. Porém, alguns equipamentos fazem falta tanto em relação às rivais, quanto aos cerca de R$ 155 mil que deverão ser cobrados por ela. São de série, tem ar-condicionado, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay e câmera de ré, computador de bordo com tela TFT, faróis de neblina, assistente de partida em rampas, controle automático de descida, retrovisores e vidros elétricos e volante com comandos de áudio. Interior da Nissan Frontier tem desenho sóbrio; bancos são de tecido e volante tem lado direito praticamente sem comandos Marcelo Brandt/G1 Ficam de lado itens como ar-condicionado digital, luzes de condução diurna (DRL), faróis automáticos, piloto automático e protetor de caçamba, todos presentes na Hilux SR, a versão equivalente da rival, de R$ 160.490. Na Ford Ranger XLS, de R$ 153.490, direção elétrica, sensores de estacionamento e piloto automático também são de série e não estão na Frontier – bem como os 7 airbags, contra somente os 2 obrigatórios na Nissan. A Chevrolet S10 LT, de R$ 163.590, também tem piloto automático e direção elétrica, além de capota marítima e sensores de estacionamento traseiros. Veja as principais rivais da Nissan Frontier Attack Divulgação Só a picape da Nissan, porém, é equipada com um sistema de limpeza automática do filtro de partículas, que sofre com o acúmulo de fragmentos provenientes do diesel – problema comum em modelos abastecidos com o óleo. Na prática, quando houver a necessidade, uma luz espia se acende no painel e basta pressionar um botão localizado próximo ao volante. Botão central fica responsável pela regeneração do filtro de partículas, ou DPF Marcelo Brandt/G1 Dirigibilidade é o ponto alto “Dirigibilidade” não é uma palavra fácil de se dizer ou escrever, mas é a que melhor define o foco dado à Frontier. O destaque vai para a suspensão traseira mais sofisticada, do tipo multilink, que minimiza a rolagem natural da carroceria e transmite maior segurança em curvas fechadas e velocidades mais altas. Porém, ela não consegue excluir totalmente o pula-pula da picape em terrenos acidentados. Versão Attack tem visual agressivo com faixas no capô e faróis com máscara negra Marcelo Brandt/G1 Em conjunto, a direção hidráulica tem acerto firme e com peso necessário para um modelo de mais de 2 toneladas, mas poderia ser elétrica para ajudar nas manobras. A transmissão automática de 7 marchas tem bom escalonamento e prioriza a economia de combustível com trocas rápidas, mantendo baixa a rotação do motor. De acordo com a marca, o consumo urbano alcança a média de 9,2 km/l, contra 10,5 km/l no rodoviário, nada muito diferente das rivais. Por falar nele, o motor 2.3 biturbo diesel entrega 190 cavalos de potência e 45,9 kgfm de torque, com acionamento por corrente e bomba de óleo com acionamento elétrico. Os números garantem boas acelerações e segurança em ultrapassagens. Uma das faltas da Frontier Attack está na ausência do protetor de caçamba e da capota marítima; lataria fica riscada e exposta Marcelo Brandt/G1 Já a tração 4×4 pode ser a salvação para muitas situações – como a das imagens que você


vê nesta matéria. Durante a sessão de fotos, em uma das passagens para marcar a subida na trilha, a picape acabou com o pneu afundado em um trecho de lama. Sair dali não exigiu nenhum esforço do sistema de tração. Vale a pena? Uma das opções mais baratas no segmento, a Frontier deve, sim, na lista de equipamentos. Mas o conjunto mecânico bem acertado e a dirigibilidade exemplar da picape podem compensar a falta de mimos. Direção hidráulica tem bom ajuste, mas poderia ser elétrica para ajudar nas manobras Marcelo Brandt/G1 from G1 > Auto Esporte https://glo.bo/2q6QAq2 https://portalg1news.wordpress.com/2018/10/25/nissan-frontier-attack-primeiras-impressoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: portalg1news Estado: Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Nissan Frontier Attack: primeiras impressões 8039969 - RÁDIO EVANGELHO - Cuiabá - MT - 25/10/2018

Agora fabricada na Argentina, a picape ganha novas versões para vender mais. A intermediária Attack é uma delas: se faltam alguns equipamentos, sobram qualidades mecânicas. G1 testou a nova Frontier Attack A Nissan Frontier vive tempos sombrios no Brasil, mesmo depois da chegada da nova geração, no ano passado. É a última colocada no segmento de picapes médias, com 4.614 unidades emplacadas no ano, contra 27.343 da líder Toyota Hilux, segundo a federação dos concessionários, a Fenabrave. Agora, que passa a ser feita na Argentina, ela quer mudar esse cenário. Para isso, ganha novas versões (veja abaixo), aumentando sua faixa de preços. Uma delas é a intermediária Attack, avaliada pelo G1. Nissan Frontier Attack 2019 Marcelo Brandt/G1 Gama ampliada Entre as novidades, a picape ganha duas configurações e a substitui outra. A versão de entrada passa a ser a S, voltada ao trabalho e que só dispõe de câmbio manual. Acima dela está de volta a Attack, que tem opções 4x2 e 4x4. Depois, vem a XE (antes chamada SE, que era a versão de entrada até então). E, por fim, foi mantida a topo de linha LE. Até o fechamento desta reportagem, a Nissan ainda não havia definido os valores oficiais da linha 2019, mas adiantou a faixa de preços de cada uma. Para a S, a marca deverá cobrar entre R$ 135 mil e R$ 140 mil. A Attack custará cerca de R$ 145 mil com tração 4x2 e R$ 155 mil com 4x4. A XE partirá de aproximados R$ 173 mil, enquanto a topo de linha, SE, não deverá sair por menos de R$ 193 mil. Ao ataque Versão mais marcante da picape nipo-argentina, a Attack é a principal atração da linha 2019 e não é difícil diferenciá-la das demais: faixas laterais e central no capô, adesivos laterais, rodas pintadas de cinza, faróis com máscara negra e diversos detalhes em preto dão o tom mais agressivo ao modelo. Nissan Frontier Attack 2019 Marcelo Brandt/G1 No tom de vermelho da unidade cedida para testes, os adereços ficam ainda mais evidentes e beiram o exagero. Outros diferenciais que ajudam a reforçar a imagem lameira são a barra instalada abaixo do para-choque dianteiro, o rack de teto, o santantônio e os pneus "all-terrain" (todo terreno). Já as rodas, aro 16, parecem antiquadas e são: elas foram resgatadas da Frontier Attack de 2012. Por dentro, o acabamento é o padrão da nova geração e está na média da concorrência. O desenho sóbrio é típico de um modelo japonês. Não há materiais emborrachados e/ou de toque macio. Cromados só nas maçanetas, na alavanca de câmbio e nas saídas de ar centrais. Nissan Frontier Attack 2019 Marcelo Brandt/G1 O suporte para garrafas e latas posicionado logo abaixo das saídas de ar laterais ajudam (e muito!) nos dias quentes. Mas o formato redondo e genérico das saídas empobrece o visual. O volante é revestido em couro, tem boa empunhadura, mas evidencia a falta de alguns comandos (assunto para daqui a pouco), enquanto os bancos de tecido são confortáveis, mas nada indicados para quem pretende enfrentar terra e lama. Deslizes Tudo bem que a Frontier Attack deverá ser uma das mais baratas do segmento em sua faixa de preço. Porém, alguns equipamentos fazem falta tanto em relação às rivais, quanto aos cerca de R$ 155 mil que deverão ser cobrados por ela. São de série, tem ar-condicionado, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay e câmera de ré, computador de bordo com tela TFT, faróis de neblina, assistente de partida em rampas, controle automático de descida, retrovisores e vidros elétricos e volante com comandos de áudio. Interior da Nissan Frontier tem desenho sóbrio; bancos são de tecido e volante tem lado direito praticamente sem comandos Marcelo Brandt/G1 Ficam de lado itens como ar-condicionado digital, luzes de condução diurna (DRL), faróis automáticos, piloto automático e protetor de caçamba, todos presentes na Hilux SR, a versão equivalente da rival, de R$ 160.490. Na Ford Ranger XLS, de R$ 153.490, direção elétrica, sensores de estacionamento e piloto automático também são de série e não estão na Frontier - bem como os 7 airbags, contra somente os 2 obrigatórios na Nissan. A Chevrolet S10 LT, de R$ 163.590, também tem piloto automático e direção elétrica, além de capota marítima e sensores de estacionamento traseiros. Veja as principais rivais da Nissan Frontier Attack Divulgação Só a picape da Nissan, porém, é equipada com um sistema de limpeza automática do filtro de partículas, que sofre com o acúmulo de fragmentos provenientes do diesel - problema comum em modelos abastecidos com o óleo. Na prática, quando houver a necessidade, uma luz espia se acende no painel e basta pressionar um botão localizado próximo ao volante. Botão central fica responsável pela regeneração do filtro de partículas, ou DPF Marcelo Brandt/G1 Dirigibilidade é o ponto alto "Dirigibilidade" não é uma palavra fácil de se dizer ou escrever, mas é a que melhor define o foco dado à Frontier. O destaque vai para a suspensão traseira mais sofisticada, do tipo multilink, que minimiza a rolagem natural da carroceria e transmite maior segurança em curvas fechadas e velocidades mais altas. Porém, ela não consegue excluir totalmente o pula-pula da picape em terrenos acidentados. Versão Attack tem visual agressivo com faixas no capô e faróis com máscara negra Marcelo Brandt/G1 Em conjunto, a direção hidráulica tem acerto firme e com peso necessário para um modelo de mais de 2 toneladas, mas poderia ser elétrica para ajudar nas manobras. A transmissão automática de 7 marchas tem bom escalonamento e prioriza a economia de combustível com trocas rápidas, mantendo baixa a rotação do motor. De acordo com a marca, o consumo urbano alcança a média de 9,2 km/l, contra 10,5 km/l no rodoviário, nada muito diferente das rivais. Por falar nele, o motor 2.3 biturbo diesel entrega 190 cavalos de potência e 45,9 kgfm de torque, com acionamento por corrente e bomba de óleo com acionamento elétrico. Os números garantem


boas acelerações e segurança em ultrapassagens. Uma das faltas da Frontier Attack está na ausência do protetor de caçamba e da capota marítima; lataria fica riscada e exposta Marcelo Brandt/G1 Já a tração 4x4 pode ser a salvação para muitas situações - como a das imagens que você vê nesta matéria. Durante a sessão de fotos, em uma das passagens para marcar a subida na trilha, a picape acabou com o pneu afundado em um trecho de lama. Sair dali não exigiu nenhum esforço do sistema de tração. Vale a pena? Uma das opções mais baratas no segmento, a Frontier deve, sim, na lista de equipamentos. Mas o conjunto mecânico bem acertado e a dirigibilidade exemplar da picape podem compensar a falta de mimos. Direção hidráulica tem bom ajuste, mas poderia ser elétrica para ajudar nas manobras Marcelo Brandt/G1 http://www.radioevangelho.com/portal/artigos/noticias/2018/10/25/nissan-frontier-attackprimeiras-impressoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Porque as motos tipo scooter est?o tomando Juiz de Fora 8039970 - TRIBUNA DE MINAS - Juiz de Fora - MG - 25/10/2018

Um incauto que chegue ? Europa hoje, acostumado ao ziguezaguear fren?tico dos motofretistas e cachorros loucos entre os corredores das ruas brasileiras, pode estranhar a quase inexist?ncia de motocicletas de baixa cilindrada pelas ruas de Paris ou Roma. Por outro lado, zumbem vespas e motonetas e scooters e CUBs, ciclomotores de toda sorte. Uma predile??o pelos modelos autom?ticos, baratos e econ?micos que, mostram os n?meros, torna-se cada dia mais comum tamb?m entre os consumidores do Brasil. No ano passado, quando a venda de motos no pa?s caiu 14,71%, o segmento de scooters foi o ?nico que cresceu e bateu seu recorde hist?rico no pa?s, passando a casa das 50 mil unidades comercializadas. Em 2018 a tend?ncia deve se confirmar: segundo n?meros da Fenabrave, juntando as categorias scooter e CUB, que engloba as famosas cinquentinhas, j? foram emplacadas 223.814 unidades, contra 202.341 no mesmo per?odo de 2017. Em 2017, o segmento de scooters foi o ?nico que cresceu e bateu seu recorde hist?rico no pa?s, passando a casa das 50 mil unidades comercializadas(Foto: Marcelo Ribeiro) Campe? disparada nas vendas gerais de motocicletas no pa?s, a Honda lidera tamb?m o segmento de scooters e CUBs: Honda Biz, Honda Pop e PCX s?o as que mais vendem, seguidas de longe pela Yamaha NMax, que apresentou crescimento importante em 2018, passando da sexta para a quarta posi??o, desbancando a Shineray XY 50, que foi para sexto lugar, atr?s tamb?m da Yamaha Neo. Aqui cabe um importante esclarecimento: o que diferencia scooter de CUB. Nas scooters o piloto conduz sentado, com os p?s apoiados em um assoalho, e n?o h? marchas. PCX e Yamaha NMax se enquadram na categoria scooter. CUBs (do ingl?s Cheap Urban Bike, ou seja, moto urbana barata), exigem que o piloto conduza montado, com os p?s apoiados em pedaleiras, e existem marchas, ainda que seq?enciais. Honda Biz e Yamaha Crypton s?o CUBs. Quem explicou ? reportagem foi o gerente geral da Independ?ncia Motos, concession?ria Honda em Juiz de Fora, Gianfranco Viana. H? anos no mercado, ele percebeu a acentuada procura pelas scooters e CUBs a partir de 2010. Viana enxerga tr?s motivos principais para o crescimento do segmento: economia, simplicidade e mobilidade urbana. ?Quem procura uma scooter quer se diferenciar dos motociclistas, quer ser enxergado como algu?m que usa o ve?culo como meio de locomo??o e n?o de trabalho. Al?m disso h? a facilidade de pilotagem, ? s? acelerar e frear. E a economia: uma PCX, por exemplo, faz uma m?dia de 30 a 35km com um litro de gasolina, e a Honda Biz, 50km/l.? Meio de transporte Marco Oliveira, personal trainer, roda direto em sua Honda PCX (Foto: Marcelo Ribeiro) O personal trainer Marco Oliveira, 40 anos, ? um dos novos adeptos das scooters. Para facilitar seus deslocamentos pelo tr?nsito urbano entre academias e aulas particulares, abandonou uma moto de alta cilindrada, deixou o carro na garagem e comprou uma Honda PCX. Buscava economia de combust?vel e de manuten??o, e foi surpreendido. ?A maior diferen?a que eu notei foi na pilotagem: al?m de ser muito simples, cansa pouco. Nas motocicletas ?normais?, especialmente de alta cilindrada, troca de marcha, acionamento de freio, desacelera??o muito forte? parece que n?o, mas isso tudo fadiga o piloto. Eu s? consegui perceber isso na scooter, uma economia n?o s? financeira, mas de energia f?sica para o decorrer do dia. Fora a mochila, que era um item obrigat?rio antes, e que na PCX eu n?o tenho mais extrema necessidade, v?rios objetos eu carrego no bagageiro?, afirma Marc?o, referindo-se ao compartimento sob o banco. K?tia Badar?, professora, prefere a Yamaha Crypton ao carro no dia a dia (Foto: Marcelo Ribeiro) Professora e contadora de hist?rias, K?tia Badar?, 44, ? apaixonada por motocicletas. Antes teve uma el?trica Kasinski, mas como ?Juiz de Fora ? uma cidade cheia de morros e ela n?o aguenta subir?, optou por uma Yamaha Crypton T 115. ?Eu e meu esposo temos carro, mas prefiro a moto para trabalhar e resolver outras coisas. O estacionamento ? muito mais f?cil, e o custo/benef?cio ? maravilhoso?, elogia a professora. A mesma facilidade que buscava o m?sico Glauco Batista, 46, dono de uma cinquentinha Shineray. ?Eu queria maior mobilidade e facilidade de estacionamento. E tem a economia: boto R$ 30 de gasolina por m?s e rodo todo dia. Ando muito mais nela que na minha Harley-Davidson, que com R$ 30 roda uma semana e olhe l?, brinca o cantor, dono de uma HD 883 Iron. ?Minha outro moto ? uma Harley? O perfil de Glauco Batista, propriet?rio de moto de alta cilindrada que usa scooters ou CUBs no rol? cotidiano, segundo Gianfranco Viana, ? bastante comum. Acaba que o ?mot?o? ?


que fica em segundo plano em termos de utiliza??o. ?Muitos motociclistas de clube t?m scooter ou CUB para usar no dia a dia. Porque as motos deles s?o pesadas, de manuten??o cara, grandes demais para o tr?nsito urbano. Ent?o trilheiros, adeptos de motos esportivas, de big trails, de customs tendem a adquirir scooters para sua mobilidade di?ria?, explica Viana. Uma maneira, tamb?m, de n?o perder o prazer do vento no rosto. ? o caso do administrador de empresas Helder Jorge Fernandes, que tem uma HarleyDavidson Fat Boy ? al?m de um carro e uma caminhonete. ?Nem est?o saindo da garagem ultimamente?, conta o feliz propriet?rio de uma Yamaha NMax 160cc. ?A economia proporcionada diante do que eu gastava antes com motos maiores e carro, por si s?, j? vai pagando o investimento a m?dio e longo prazo. Para transitar no dia a dia ? ?tima, mesmo com chuva, porque praticamente nem molha as pernas, o que n?o ocorre com a moto convencional. E ainda tem o fato de n?o precisar ficar naquele movimento de troca de marcha, o que d? mais conforto.? E na estrada, pode? Em termos legais, n?o h? impedimento algum. O que conta ? o gosto e a disposi??o do fregu?s. ?Para viagens curtas como Lima Duarte, Bicas, ? bem pr?tica. Al?m disso tem uma rela??o reduzida que lhe proporciona boas subidas tanto na estrada como na cidade, com velocidades at? 110km/h?, relata Heder Fernandes sobre sua NMax. Mas h? quem estique trajetos maiores. ?Tem cliente meu aqui que j? foi at? o Nordeste em cima de uma Honda Biz. Vai muito da prefer?ncia de cada um por mais conforto, mais pot?ncia?, explica Gianfranco Viana, lembrando que, na categoria scooter, h? dispon?veis no mercado brasileiro modelos que v?o de 125cc at? 750cc, caso da maxi-scooter Honda X-ADV, prop?cia para longas viagens. Para ele, ? um movimento natural que aos poucos as ?lambretas? tomem o lugar das motos de baixa cilindrada no pa?s, a exemplo do que j? ocorre na Europa. ?Elas chegaram para ficar.? https://tribunademinas.com.br/especiais/carro-e-cia/25-10-2018/porque-as-motos-tiposcooter-estao-tomando-juiz-de-fora.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Wendell Guiducci Estado: MG Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Porque as motos tipo scooter estão tomando Juiz de Fora 8039971 - JF CLIPPING - 25/10/2018

:: TM Especiais em 25/10/2018 07:14 :: Um incauto que chegue à Europa hoje, acostumado ao ziguezaguear frenético dos motofretistas e cachorros loucos entre os corredores das ruas brasileiras, pode estranhar a quase inexistência de motocicletas de baixa cilindrada pelas ruas de Paris ou Roma. Por outro lado, zumbem vespas e motonetas e scooters e CUBs, ciclomotores de toda sorte. Uma predileção pelos modelos automáticos, baratos e econômicos que, mostram os números, torna-se cada dia mais comum também entre os consumidores do Brasil. No ano passado, quando a venda de motos no país caiu 14,71%, o segmento de scooters foi o único que cresceu e bateu seu recorde histórico no país, passando a casa das 50 mil unidades comercializadas. Em 2018 a tendência deve se confirmar: segundo números da Fenabrave, juntando as categorias scooter e CUB, que engloba as famosas cinquentinhas, já foram emplacadas 223.814 unidades, contra 202.341 no mesmo período de 2017. Em 2017, o segmento de scooters foi o único que cresceu e bateu seu recorde histórico no país, passando a casa das 50 mil unidades comercializadas(Foto: Marcelo Ribeiro) Campeã disparada nas vendas gerais de motocicletas no país, a Honda lidera também o segmento de scooters e CUBs: Honda Biz, Honda Pop e PCX são as que mais vendem, seguidas de longe pela Yamaha NMax, que apresentou crescimento importante em 2018, passando da sexta para a quarta posição, desbancando a Shineray XY 50, que foi para sexto lugar, atrás também da Yamaha Neo. Aqui cabe um importante esclarecimento: o que diferencia scooter de CUB. Nas scooters o piloto conduz sentado, com os pés apoiados em um assoalho, e não há marchas. PCX e Yamaha NMax se enquadram na categoria scooter. CUBs (do inglês Cheap Urban Bike, ou seja, moto urbana barata), exigem que o piloto conduza montado, com os pés apoiados em pedaleiras, e existem marchas, ainda que seqüenciais. Honda Biz e Yamaha Crypton são CUBs. Quem explicou à reportagem foi o gerente geral da Independência Motos, concessionária Honda em Juiz de Fora, Gianfranco Viana. Há anos no mercado, ele percebeu a acentuada procura pelas scooters e CUBs a partir de 2010. Viana enxerga três motivos principais para o crescimento do segmento: economia, simplicidade e mobilidade urbana. “Quem procura uma scooter quer se diferenciar dos motociclistas, quer ser enxergado como alguém que usa o veículo como meio de locomoção e não de trabalho. Além disso há a facilidade de pilotagem, é só acelerar e frear. E a economia: uma PCX, por exemplo, faz uma média de 30 a 35km com um litro de gasolina, e a Honda Biz, 50km/l.” Meio de transporte Marco Oliveira, personal trainer, roda direto em sua Honda PCX (Foto: Marcelo Ribeiro) O personal trainer Marco Oliveira, 40 anos, é um dos novos adeptos das scooters. Para facilitar seus deslocamentos pelo trânsito urbano entre academias e aulas particulares, abandonou uma moto de alta cilindrada, deixou o carro na garagem e comprou uma Honda PCX. Buscava economia de combustível e de manutenção, e foi surpreendido. “A maior diferença que eu notei foi na pilotagem: além de ser muito simples, cansa pouco. Nas motocicletas ‘normais’, especialmente de alta cilindrada, troca de marcha, acionamento de freio, desaceleração muito forte… parece que não, mas isso tudo fadiga o piloto. Eu só consegui perceber isso na scooter, uma economia não só financeira, mas de energia física para o decorrer do dia. Fora a mochila, que era um item obrigatório antes, e que na PCX eu não tenho mais extrema necessidade, vários objetos eu carrego no bagageiro”, afirma Marcão, referindo-se ao compartimento sob o banco. Kátia Badaró, professora, prefere a Yamaha Crypton ao carro no dia a dia (Foto: Marcelo Ribeiro) Professora e contadora de histórias, Kátia Badaró, 44, é apaixonada por motocicletas. Antes teve uma elétrica Kasinski, mas como “Juiz de Fora é uma cidade cheia de morros e ela não aguenta subir”, optou por uma Yamaha Crypton T 115. “Eu e meu esposo temos carro, mas prefiro a moto para trabalhar e resolver outras coisas. O estacionamento é muito mais fácil, e o custo/benefício é maravilhoso”, elogia a professora. A mesma facilidade que buscava o músico Glauco Batista, 46, dono de uma cinquentinha Shineray. “Eu queria maior mobilidade e facilidade de estacionamento. E tem a economia: boto R$ 30 de gasolina por mês e rodo todo dia. Ando muito mais nela que na minha Harley-Davidson, que com R$ 30 roda uma semana e olhe lá”, brinca o cantor, dono de uma HD 883 Iron.


‘Minha outro moto é uma Harley’ O perfil de Glauco Batista, proprietário de moto de alta cilindrada que usa scooters ou CUBs no rolê cotidiano, segundo Gianfranco Viana, é bastante comum. Acaba que o “motão” é que fica em segundo plano em termos de utilização. “Muitos motociclistas de clube têm scooter ou CUB para usar no dia a dia. Porque as motos deles são pesadas, de manutenção cara, grandes demais para o trânsito urbano. Então trilheiros, adeptos de motos esportivas, de big trails, de customs tendem a adquirir scooters para sua mobilidade diária”, explica Viana. Uma maneira, também, de não perder o prazer do vento no rosto. É o caso do administrador de empresas Helder Jorge Fernandes, que tem uma HarleyDavidson Fat Boy — além de um carro e uma caminhonete. “Nem estão saindo da garagem ultimamente”, conta o feliz proprietário de uma Yamaha NMax 160cc. “A economia proporcionada diante do que eu gastava antes com motos maiores e carro, por si só, já vai pagando o investimento a médio e longo prazo. Para transitar no dia a dia é ótima, mesmo com chuva, porque praticamente nem molha as pernas, o que não ocorre com a moto convencional. E ainda tem o fato de não precisar ficar naquele movimento de troca de marcha, o que dá mais conforto.” E na estrada, pode? Em termos legais, não há impedimento algum. O que conta é o gosto e a disposição do freguês. “Para viagens curtas como Lima Duarte, Bicas, é bem prática. Além disso tem uma relação reduzida que lhe proporciona boas subidas tanto na estrada como na cidade, com velocidades até 110km/h”, relata Heder Fernandes sobre sua NMax. Mas há quem estique trajetos maiores. “Tem cliente meu aqui que já foi até o Nordeste em cima de uma Honda Biz. Vai muito da preferência de cada um por mais conforto, mais potência”, explica Gianfranco Viana, lembrando que, na categoria scooter, há disponíveis no mercado brasileiro modelos que vão de 125cc até 750cc, caso da maxi-scooter Honda X-ADV, propícia para longas viagens. Para ele, é um movimento natural que aos poucos as “lambretas” tomem o lugar das motos de baixa cilindrada no país, a exemplo do que já ocorre na Europa. “Elas chegaram para ficar.” O post Porque as motos tipo scooter estão tomando Juiz de Fora apareceu primeiro em Tribuna de Minas. Clique aqui para ver esta matéria na fonte original. https://jfclipping.com.br/2018/10/25/porque-as-motos-tipo-scooter-estao-tomando-juiz-defora/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: JF Clipping Estado: Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ford Ranger está entre as pick-ups mais vendidas no Brasil no terceiro trimestre 8039972 - O POVO - Fortaleza - CE - 25/10/2018

O emplacamento de modelos novos pertencentes às categorias "automóveis" e "comerciais leves", da qual faz parte o formato pick-up, cresceu aproximadamente 15% em agosto deste ano em comparação a julho último, aponta o último relatório que traz esse recorte da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo a instituição, foram quase 240 mil unidades dos dois segmentos. Também de acordo com a Fenabrave em levantamento de setembro deste ano sobre o emplacamento de pick-ups, a Ford Ranger figura entre as dez pick-ups mais vendidas no país. O modelo, cuja versão 2019 já está à venda, tem entre seus benefícios cinco anos de garantia total de fábrica. "A versão 2019 mantém o DNA off road, com uma frente totalmente renovada, destacando-se a nova grade frontal que transmite mais força e as linhas do capô, que apresentam um desenho encorpado e robusto com superfícies definidas que transmitem solidez", explica Valdemar Xavier, gerente de vendas da concessionária Crasa. Os modelos atuais apresentam duas versões de motorização – 2.2L de 160cv e 3.2L de 200cv – e contam com direção elétrica, diferencial traseiro blocante, advance track com controle de estabilidade e tração, controle automático de descidas, assistente de partida em rampas, controle adaptativo de carga, controle anti capotamento, assistente de frenagem em emergências. A dirigibilidade da nova Ranger, aponta Xavier, "confere o melhor desempenho fora de estrada e nas mais variadas condições de uso", proporcionando ao motorista e aos passageiros conforto e segurança. "A Ranger já é famosa pelo seu DNA de raça forte. É a melhor e a mais completa de todos os tempos no mercado. Seus computadores conferem alta segurança ao dirigir, rigidez e solidez de movimentos, capacidade de tração e desempenho superiores em todos os tipos de terreno", conta o gerente. Ele acrescenta que o público-alvo da Ranger é a partir de 35 anos, que possuem ou intencionam adquirir uma pick-up. A economia de combustível é um dos atributos da Ranger que tem chamado atenção de Marcelo Azevedo. O administrador de empresas de 50 anos, que já possuiu outros dois modelos de pick-ups, comprou sua primeira Ranger este ano, e comenta que a relação custo-benefício tem sido um diferencial para o seu bolso. "Uns 70% do uso do carro é para tarefas pessoais e os demais 30% trabalho. A economia tem sido vantajosa na versão intermediária da Ranger que adquiri." Ele ressalta que, embora o carro tenha como característica expressiva o perfil robusto, sua utilização em meio urbano tem sido bastante satisfatória e que em situações de uso do veículo na areia da praia ou para viagens ao interior, realizadas pelo menos uma vez por mês, a segurança proporcionado pelo carro destaca-se. "Nos finais de semana, por exemplo, costumo ir à praia e pratico kite surf. Percebo um desempenho muito bom da Ranger." Serviço Ford Ranger 2019 na Crasa Onde: avenida Duque de Caxias, 2265 - Farias Brito Quando: de segunda à sexta-feira, das 8 às 18 horas / sábado, das 8 às 13 horas Mais informações: (85) 3288 3533 / crasa.com.br https://www.opovo.com.br/noticias/especialpublicitario/crasa/2018/10/ford-ranger-esta-entreas-pick-ups-mais-vendidas-no-brasil-no-terceiro.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Nissan Frontier Attack: primeiras impressões 8039973 - G1 - Rio de Janeiro - RJ - 25/10/2018

A Nissan Frontier vive tempos sombrios no Brasil, mesmo depois da chegada da nova geração, no ano passado. É a última colocada no segmento de picapes médias, com 4.614 unidades emplacadas no ano, contra 27.343 da líder Toyota Hilux, segundo a federação dos concessionários, a Fenabrave. Agora, que passa a ser feita na Argentina, ela quer mudar esse cenário. Para isso, ganha novas versões (veja abaixo), aumentando sua faixa de preços. Uma delas é a intermediária Attack, avaliada pelo G1. Entre as novidades, a picape ganha duas configurações e a substitui outra. A versão de entrada passa a ser a S, voltada ao trabalho e que só dispõe de câmbio manual. Acima dela está de volta a Attack, que tem opções 4x2 e 4x4. Depois, vem a XE (antes chamada SE, que era a versão de entrada até então). E, por fim, foi mantida a topo de linha LE. Até o fechamento desta reportagem, a Nissan ainda não havia definido os valores oficiais da linha 2019, mas adiantou a faixa de preços de cada uma. Para a S, a marca deverá cobrar entre R$ 135 mil e R$ 140 mil. A Attack custará cerca de R$ 145 mil com tração 4x2 e R$ 155 mil com 4x4. A XE partirá de aproximados R$ 173 mil, enquanto a topo de linha, SE, não deverá sair por menos de R$ 193 mil. Versão mais marcante da picape nipo-argentina, a Attack é a principal atração da linha 2019 e não é difícil diferenciá-la das demais: faixas laterais e central no capô, adesivos laterais, rodas pintadas de cinza, faróis com máscara negra e diversos detalhes em preto dão o tom mais agressivo ao modelo. No tom de vermelho da unidade cedida para testes, os adereços ficam ainda mais evidentes e beiram o exagero. Outros diferenciais que ajudam a reforçar a imagem lameira são a barra instalada abaixo do para-choque dianteiro, o rack de teto, o santantônio e os pneus "allterrain" (todo terreno). Já as rodas, aro 16, parecem antiquadas - e são: elas foram resgatadas da Frontier Attack de 2012. Por dentro, o acabamento é o padrão da nova geração e está na média da concorrência. O desenho sóbrio é típico de um modelo japonês. Não há materiais emborrachados e/ou de toque macio. Cromados só nas maçanetas, na alavanca de câmbio e nas saídas de ar centrais. O suporte para garrafas e latas posicionado logo abaixo das saídas de ar laterais ajudam (e muito!) nos dias quentes. Mas o formato redondo e genérico das saídas empobrece o visual. O volante é revestido em couro, tem boa empunhadura, mas evidencia a falta de alguns comandos (assunto para daqui a pouco), enquanto os bancos de tecido são confortáveis, mas nada indicados para quem pretende enfrentar terra e lama. Tudo bem que a Frontier Attack deverá ser uma das mais baratas do segmento em sua faixa de preço. Porém, alguns equipamentos fazem falta tanto em relação às rivais, quanto aos cerca de R$ 155 mil que deverão ser cobrados por ela. São de série, tem ar-condicionado, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay e câmera de ré, computador de bordo com tela TFT, faróis de neblina, assistente de partida em rampas, controle automático de descida, retrovisores e vidros elétricos e volante com comandos de áudio. Ficam de lado itens como ar-condicionado digital, luzes de condução diurna (DRL), faróis automáticos, piloto automático e protetor de caçamba, todos presentes na Hilux SR, a versão equivalente da rival, de R$ 160.490. Na Ford Ranger XLS, de R$ 153.490, direção elétrica, sensores de estacionamento e piloto automático também são de série e não estão na Frontier - bem como os 7 airbags, contra somente os 2 obrigatórios na Nissan.


A Chevrolet S10 LT, de R$ 163.590, também tem piloto automático e direção elétrica, além de capota marítima e sensores de estacionamento traseiros. Só a picape da Nissan, porém, é equipada com um sistema de limpeza automática do filtro de partículas, que sofre com o acúmulo de fragmentos provenientes do diesel - problema comum em modelos abastecidos com o óleo. Na prática, quando houver a necessidade, uma luz espia se acende no painel e basta pressionar um botão localizado próximo ao volante. "Dirigibilidade" não é uma palavra fácil de se dizer ou escrever, mas é a que melhor define o foco dado à Frontier. O destaque vai para a suspensão traseira mais sofisticada, do tipo multilink, que minimiza a rolagem natural da carroceria e transmite maior segurança em curvas fechadas e velocidades mais altas. Porém, ela não consegue excluir totalmente o pula-pula da picape em terrenos acidentados. Em conjunto, a direção hidráulica tem acerto firme e com peso necessário para um modelo de mais de 2 toneladas, mas poderia ser elétrica para ajudar nas manobras. A transmissão automática de 7 marchas tem bom escalonamento e prioriza a economia de combustível com trocas rápidas, mantendo baixa a rotação do motor. De acordo com a marca, o consumo urbano alcança a média de 9,2 km/l, contra 10,5 km/l no rodoviário, nada muito diferente das rivais. Por falar nele, o motor 2.3 biturbo diesel entrega 190 cavalos de potência e 45,9 kgfm de torque, com acionamento por corrente e bomba de óleo com acionamento elétrico. Os números garantem boas acelerações e segurança em ultrapassagens. Já a tração 4x4 pode ser a salvação para muitas situações - como a das imagens que você vê nesta matéria. Durante a sessão de fotos, em uma das passagens para marcar a subida na trilha, a picape acabou com o pneu afundado em um trecho de lama. Sair dali não exigiu nenhum esforço do sistema de tração. Uma das opções mais baratas no segmento, a Frontier deve, sim, na lista de equipamentos. Mas o conjunto mecânico bem acertado e a dirigibilidade exemplar da picape podem compensar a falta de mimos. https://g1.globo.com/carros/noticia/2018/10/25/nissan-frontier-attack-primeirasimpressoes.ghtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Com aproximadamente R$ 1 bilhão em movimento financeiro Fetranslog supera em 700% projeções inicias 8039974 - CHAPECO ONLINE - Chapecó - SC - 25/10/2018

As potencialidades de Chapecó e do Oeste catarinense foram determinantes ao resultado da Fetranslog 2018. A Feira do Transporte e Logística de Santa Catarina, realizada em Chapecó, apresentou resultados surpreendentes até mesmo para os organizadores. Projetada inicialmente para movimentar R$ 140 milhões em negócios, a feira atingiu aproximadamente R$ 1 bilhão, significando percentual de 700% acima da estimativa. O coordenador geral da Fetranslog, Ivalberto Tozzo, identifica quatro fatores principais que influenciaram no desempenho da feira. Estão centrados em bases como o potencial do Transporte Rodoviário de Cargas -TRC regional, a capacidade empreendedora, previsão de forte aquecimento econômico e o clima de positividade e otimismo gerados pela confiança “em um novo país”. O coordenador e o presidente da CCO – Comissão Central Organizadora, Deneraci Perin, evidenciaram o “envolvimento, união, dedicação e credibilidade” de empresários que não mediram esforços “para fazer uma feira com o grande sucesso alcançado”. O engajamento foi decisivo “para que tivéssemos êxito absoluto, com magníficos resultados”, destacaram. As vendas foram tão expressivas que fecharam metas de doze meses em específicas situações. Um exemplo é o de uma das concessionárias ter vendido 550 caminhões nos três dias de feira. No setor de implementos rodoviários não foi diferente com uma única empresa comercializando em torno de R$ 135 milhões em equipamentos. Uma cooperativa de crédito foi além de R$ 32 milhões em análise de crédito. Estes robustos números fizeram com que todas as expectativas fossem superadas “impedindo que a feira tivesse limites”, argumentou Tozzo. Dezessete Estados – Mais de 100 expositores ocuparam 9.000 metros quadrados do Parque de Exposição da EFAPI. Acima de 10 mil empresários compradores e visitantes do Sul do Brasil (SC, RS, PR e SP) e de outros Estados (BA, CE, DF, ES, GO, MG, MS, MT, PA, PB, RJ, RN e RR) estiveram na Fetranslog. Exceção aos negócios, foram gerados centenas de empregos temporários e promovido aquecimento da economia com ocupação da rede hoteleira, restaurantes e prestadores de serviços. Isso significou movimento de alguns milhões no mercado. A feira de 2020 já começa a ser construída com a quase totalidade dos expositores e patrocinadores da atual, confirmados. Destaque de relevância – Uma das iniciativas que mais comoveu e chamou atenção durante a Fetranslog “foi certamente a doação de um caminhão 0k ao Corpo de Bombeiros de Chapecó”, opinou o coordenador geral. O repasse do caminhão confirmou o definitivo comprometimento do Transporte Rodoviário de Cargas e “se constituiu em alta iniciativa social, unanimemente aprovada”. O cavalo mecânico modelo 2019 entregue ao Bombeiro local pelo Sitran e CCO durante a abertura oficial da feira, foi comprado por empresários do setor “através de uma nobre ação voluntariosa sem similar e muito elogiável”. Satisfez integralmente a corporação e a comunidade pelo extremo benefício que representa. Cultura, meio ambiente e inclusão social – A Fetranslog, evento que passa figurar no calendário brasileiro de feiras, apresentou os avanços do segmento e fez o lançamento nacional de novo modelo de carreta. Evidenciou a tecnologia embarcada que domina o caminhão facilitando a vida do motorista, promoveu o conhecimento e a difusão através de qualificadas palestras. A modernidade sobre rodas contrastou com a ação cultural retratada em unidades expostas no Museu do Caminhão “Lourival Fiedler” e na Mostra Fotográfica resgatando a história do TRC do Oeste. A entrega do 1º Prêmio Catarinense Despoluir – Empresa Amiga do Meio Ambiente feita durante a feira deu musculatura a este projeto nacional. Uma medida de inclusão social que também mereceu destaque foi a visita, com orientador, de uma turma da EEB Nelson Horostecki patrocinada pela Fetranslog. Os alunos foram conduzidos ao local da feira, visitaram estandes, conferiram as tecnologias em exposição, conheceram mais sobre o TRC durante palestra, estiveram no Museu do Caminhão, Mostra Fotográfica e, ao final, participaram da degustação de lanche e suco, retornando à escola. Toda a ação foi totalmente gratuita. A Fetranslog, promovida pelo Sitran Chapecó, foi executada com perfeição pela empresa Embraeve Eventos já confirmada como responsável pela edição 2020. Neste ano o patrocínio máster foi da Dicave Volvo e ouro da Randon Implementos e Transpocred – Cooperativa de Crédito. Apoio veio da Inviolável Segurança, Fracel Seguradora e Super IP. A Prefeitura de Chapecó ofereceu apoio institucional com a FETRANCESC e SEST SENAT. A relação de parceria foi complementada por organizações nacionais entre elas a CNT, ABTC, ANFIR, ABTI, NTC & Logística e FENABRAVE.


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Clipping Coluna | Giro de Notícias 8039975 - BRASIL DE FATO - São Paulo - SP - 25/10/2018

Curitiba terá mês de combate ao abuso sexual infantil Os vereadores de Curitiba aprovaram projeto de Thiago Ferro que institui o mês de maio como combate ao assédio sexual infantil e juvenil. A cor relacionada será amarela. O projeto substitui a Semana de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infantojuvenil. Mais pobres terão isenção em concursos no Paraná Os deputados estaduais aprovaram projeto de lei que concede às pessoas de baixa renda a isenção de pagamento da taxa de inscrição em concursos públicos no Paraná. São beneficiados os candidatos que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal; que forem membros de famílias de baixa renda, nos termos da regulamentação do governo federal para esse cadastro. Paraná gerou empregos em 2017 enquanto Curitiba demitiu Estudo do Dieese aponta que 285 cidades do Paraná tiveram saldo positivo na criação de empregos formais em 2017de emprego positivo, o que representa 71,43% do total dos municípios, apenas um município apresentou saldo zero. Por outro lado, 113 (28,32%) municípios tiveram perda de empregos em 2017. É o caso de Curitiba. A capital paranaense perdeu 19.463 postos de trabalho formais. Oposição na Câmara de Curitiba deve apresentar emenda a reajuste dos servidores O projeto com o reajuste dos servidores municipais de Curitiba ainda não chegou ao legislativo municipal. Mesmo assim, a bancada de oposição já prepara emenda de 6,46% ao índice de 3% definido pelo prefeito Rafael Greca (PMN). A ideia é repor a inflação desde março de 2016, quando os vencimentos foram reajustados pela última vez. De acordo com o DIEESE, as perdas quase chegam a 10%. Brasil já deixou de arrecadar R$ 1,55 trilhão desde 2013 Na reta final do segundo turno, um debate que não foi feito até aqui é sobre a capacidade de o governo arrecadar para poder investir na retomada do crescimento. Para além da PEC 95/2016, que limitou as contas da União por 20 anos, o Brasil já deixou de arrecadar mais de R$ 1,55 trilhão com renúncias tributárias desde 2013. É o que aponta cálculo do Tribunal de Contas da União (TCU). O Painel de Renúncias Tributárias Federais evidencia, por exemplo, que somente a renúncia fiscal do exercício de 2017, projetada em R$ 275 bilhões, equivale a cerca de 2,3 vezes o déficit primário da União registrado naquele ano (R$ -118,4 bilhões). Para 2018, a estimativa é que o país simplesmente deixe de arrecadar R$ 283 bilhões. Isso representa 21% das receitas tributárias. O montante também representa R$ 57 bilhões a mais que o governo de Michel Temer (MDB) descarta em relação ao governo de Dilma Rousseff, em 2013, que foi de R$ 223 bilhões de renúncia. De acordo com o TCU, esse volume está relacionado aos gastos indiretos do governo realizados por meio do sistema tributário, visando atender objetivos econômicos e sociais. Existem subsídios tanto no lado da despesa (benefícios financeiros e creditícios), quanto no da receita (gastos tributários). Em 2017, os subsídios da União totalizaram R$ 354,7 bilhões, o que representou 5,4% do PIB, sendo R$ 270,4 bilhões por meio de gastos tributários e R$ 84,3 bilhões via benefícios financeiros e creditícios. As maiores renúncias de receita por parte do governo brasileiro estão relacionadas ao Cofins - Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. É esse “imposto” que tem o objetivo de “financiar a Seguridade Social, em suas áreas fundamentais, incluindo entre elas a Previdência Social, a Assistência Social e a Saúde Pública”. Ela incidente sobre a receita bruta das empresas em geral. Nos últimos três anos ocorreu crescimento do montante que o país deixa de arrecadar. Saltou de R$ 59,9 milhões em 2016 para R$ 61,8 milhões em 2017 e está prevista para R$ 65,3 milhões em 2018. Só nesses três anos, na era Temer, são 183,5 milhões a menos que o Estado tem para investir em áreas públicas. A União também abriu mão de arrecadar impostos via Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). A renúncia tem sido utilizada nos últimos anos para aquecer a economia. Apenas com IPI, o Brasil deixou de arrecadar R$ 23 milhões em 2018 e R$ 114,2 milhões nos últimos cinco anos. Uma das últimas reduções ocorreu para a venda de carros com o comprometimento da indústria reduzir o preço dos automóveis para os consumidores.


De acordo com a Fenabrave, a venda de veículos subiu 14,5% no 1º semestre de 2018. No entanto, o setor segue pessimista com a retomada do emprego e das vendas, conforme comunicado da Confederação Nacional da Indústria, publicado em 15 de outubro de 2018. “O crescimento previsto para a produção industrial caiu de 1,8% para 1,3%. A expansão do consumo das famílias passou de 2% para 1,9%. O novo quadro indica desemprego de 12,2% da força de trabalho, pouco menor que o projetado em junho (12,4%), mas ainda muito alto. O desemprego elevado, o endividamento ainda alto e a baixa confiança devem continuar inibindo o consumo”, alertam. PEC 95 Se de um lado, o governo federal aprovou a PEC 95/2016 que controla os gastos do Estado com áreas sociais. De outro, o governo simplesmente abre mão de encher os cofres quando pratica a renúncia fiscal. “Ainda não foi estabelecido mecanismo equivalente para conter o crescimento desmedido das renúncias de receitas. Dessa forma, ainda há essa fragilidade no arcabouço normativo relativo às finanças públicas, que dificulta o alcance de uma política fiscal eficaz no sentido de equilibrar as contas públicas e, assim, buscar uma trajetória sustentável da dívida pública”, avalia o TCU. Edição: Laís melo Este conteúdo foi originalmente publicado na versão impressa (Edição 100) do Brasil de Fato Paraná. Confira a edição completa https://www.brasildefato.com.br/2018/10/25/coluna-or-giro-de-noticias/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ford terĂĄ seis novidades no SalĂŁo 8039976 - A TARDE - Salvador - BA - 24/10/2018

Ford apresentou o Ecosport Titanium sem o estepe pendurado na tampa do porta-malas Ao reunir a imprensa especializada para antecipar o que ser? mostrado no Sal?o do Autom?vel de S?o Paulo, a Ford mostra que renova??o ? a palavra de ordem da companhia. Se por um lado os norteamericanos est?o contentes com o desempenho do compacto Ka e do Ecosport, os bons Fiesta e Focus nem apareceram, confirmando o posicionamento da marca em deixar o segmento dos carros de passeio. A aposta s?o os SUVs, exce??o do Ka, atualmente o segundo carro mais vendido do pa?s. Essa afirma??o ? t?o verdadeira que ao mostrar a Edge ST, a Ford confirma sua entrada dos ve?culos de alta performance no nosso mercado justamente com um... SUV. O que vem? Basicamente s?o seis novidades no portf?lio da marca. ?Os ve?culos e tecnologias que estamos trazendo para o Sal?o de S?o Paulo refletem o grande momento de transforma??o da Ford?, disse Lyle Watters, presidente da Ford Am?rica do Sul. ?Eles s?o um exemplo da inova??o que estamos buscando em todas as ?reas para responder aos desafios atuais e futuros da mobilidade, criando solu??es sempre com foco centrado no consumidor? emendou. A Ford ir? apresentar o novo SUV m?dio Territory, o Ecosport Titanium sem o estepe pendurado na tampa do porta-malas, o Edge ST, o Ka Sed? Urban Warrior e a Ranger nas vers?es Storm e Black. Territory Utilit?rio esportivo foi desenvolvido com a parceira Jianling Motor, na China Mesmos sem vers?o definitiva o Territory tem chegada certa ao pa?s. De porte medio, o utilit?rio esportivo foi desenvolvido com a parceira Jianling Motor, na China e dever? se posicionar entre modelos como o Jeep Compass. Isso justifica a linha asi?tica do ve?culo que parece descolado do portf?lio atual. O porte impressiona assim como o painel digital e a grande tela multim?dia central. Apesar disso, o acabamento da vers?o mostrada ? at? simples o que fica evidente pela tampa do porta malas sem comando el?trico de fechamento. Tampouco a motoriza??o foi revelada, mas no emblema traseiro h? uma inscri??o com o logotipo do motor Ecoboost. Na China, onde ser? fabricado, ter? vers?es com o propulsor 1.5 tr?s cilindros turbo de 163cv. Edge ST Ford Edge ST chega reestilizada Outro ve?culo do novo momento da Ford ser? o Edge ST, que traz consigo uma leve reestiliza??o. A novidade n?o deve ter grande volume de venda mas pode colocar a Ford em outro disputado segmento: dos modelos premium e tecnol?gicos posicionado na faixa dos R$ 200. O Edge ST tem motor 2.7 V6 Ecoboost que desenvolve 340 cv. Ka Urban Warrior Como a Ford j? renovou a linha Ka com discretas altera??es visuais, novos motores e transmiss?o, o Sal?o do Autom?vel ter? apenas uma vers?o de perfil aventureiro para o Sed?. Com nome comprido, assim como o Territory, o Ka Urban Warrior tem suspens?o elevada, aros pl?sticos nos p?ra-lamas, novos para-choques e rodas com novo desenho. A Ford tem diversificado ao m?ximo seu compacto que tem vendido acima das 8.000 unidades por m?s, rivalizando com o Hyundai HB20 a segunda coloca??o do ranking da Fenabrave. EcoSport Titanium A pol?mica roda estepe posicionada na tampa do porta-malas ? uma caracter?stica que pode estar com os dias contados no EcoSport. Inicialmente na vers?o topo de linha, a Titanium, a parte traseira ficou mais limpa. Ali?s o carro n?o ter? estepe e sim pneus run flat, capazes de rodar mesmo furados a at? 80km/h usando um kit tempor?rio de enchimento. Tamb?m ? quase certo que o EcoSport ter? apenas motores 1.5 na linha, abrindo m?o do 2.0 no futuro. Isso abrir? espa?o, mais uma vez, para o Territory. Ford Ranger Black e Storm A vers?o Black tem estilo alternativo


A Ranger tamb?m ganhar? duas novas vers?es. A Storm ter? visual off road com a mesma cor j? dispon?vel no EcoSport Storm. A vers?o Black tem estilo alternativo e parece inspirada na Chevrolet S10 Midnight que acelerou as vendas da utilit?ria concorrente. O visual ? todo em preto e o logotipo da marca aparece em sua primeira vers?o dos primeiros anos da Ford em Michigan. Tem tudo para chegar ano que vem, quando a montadora deve celebrar os 100 anos da presen?a no mercado brasileiro. A RangerStorm ter? visual off road com a mesma cor j? dispon?vel no EcoSport Storm http://atarde.uol.com.br/autos/noticias/2005201-ford-tera-seis-novidades-no-salao Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Reda??o Estado: BA Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping 24 de outubro: Fiat Strada completa 20 anos de mercado 8039977 - AUTOO - 24/10/2018

Os motivos s?o os mais variados poss?veis ? incluindo a? fatores como pre?o, conjunto mec?nico, design, entre outros ? mas ? interessante notar como alguns ve?culos alcan?am uma reputa??o t?o grande que tornam-se refer?ncias tanto em seus segmentos como no mercado de maneira geral. Se o Toyota Corolla se enquadra nessa lista quando falamos de sed?s, no mundo das picapes, pelo menos aqui no Brasil, poucos modelos conquistaram uma trajet?ria t?o marcante quanto a Fiat Strada. Modelo que foi lan?ado em 24 de outubro de 1998, a Fiat Strada alcan?ou um grande sucesso entre as picapes derivadas de hatches compactos. Segundo a fabricante italiana, a Strada soma 1,36 milh?o de unidades vendidas no Brasil ao longo desses 20 anos de trajet?ria. No ano em que foi lan?ada, at? por ter chegado no ?ltimo trimestre, vendeu 2.016 unidades no Brasil das 4.889 produzidas. Dez anos depois, em 2008, j? eram 72.045 picapes comercializadas no pa?s e 78.912 fabricadas por ano. O recorde de vendas em um ano at? hoje foi em 2014, com 153.139 unidades no ano, cerca de 70.000 a mais que a segunda colocada. No mesmo ano, a Fiat Strada atingiu a marca de 1 milh?o de unidades vendidas no Brasil. Produzida em Betim (MG), hoje a Strada tamb?m ? exportada para Argentina, Paraguai e Uruguai. O desempenho de vendas da Strada ? not?vel. Suas vendas, quase sempre, superam a soma de todos os demais modelos concorrentes comercializados. Em 2018, sua participa??o de mercado em seu segmento deve atingir cerca de 53%, com aproximadamente 67.000 picapes produzidas e 65.000 emplacadas. Vale a pena destacar que, segundo dados da Fenabrave, logo depois da Strada ? Fiat Toro que figura como o segundo comercial leve mais vendido do Brasil, o que coloca a montadora em uma posi??o bem confort?vel quando falamos em picapes no mercado brasileiro. Para relembrar um pouco da hist?ria desses 20 anos de Fiat Strada no mercado, confira a linha do tempo da picape no Brasil: 1998: A Fiat Strada ? lan?ada em tr?s vers?es: Working 1.5 (76cv), Trekking 1.6 8V (92cv) e a topo de linha LX 1.6 16V (106cv). 1999: Chega a vers?o com Cabine Estendida, in?dita no segmento e um marco em termos de diferencia??o gra?as ? maior praticidade de poder levar malas ou objetos maiores no interior do ve?culo, mantendo ainda um bom volume na ca?amba. 2000: A picape Strada se torna l?der de mercado pela primeira vez. 2001: S?rie especial MTV. 2002: Primeira reestiliza??o e chegada da vers?o Adventure e do motor 1.8 8v em substitui??o ao 1.6 16v. 2004: Segunda reestiliza??o. Recebeu novo interior, nova carroceria, novos conte?dos e um motor mais potente, o 1.8 8V Flex. 2006: S?rie especial Try On Adventure. 2007: S?rie Original Adventure. 2008: Terceira reestiliza??o que deu ao modelo aspecto mais robusto, especialmente na vers?o Adventure, que trazia o bloqueio eletr?nico do diferencial Locker. 2009: Melhoria no motor Fire 1.4 que passa a ter 85/86 cv. A Fiat inovou mais uma vez e lan?ou a primeira e ?nica picape compacta com cabine dupla do Brasil. 2010: Motor Etorq 1.8 16v substitui o 1.8 8v. Vers?o Sporting com motor Etorq 1.8 16v. 2011: C?mbio automatizado Dualogic chega na vers?o Adventure cabine dupla. 2012: Chega a quarta reestiliza??o com novo design frontal, acabamento interno e diversos conte?dos. Vers?o Trekking com motor Etorq 1.6 16v e cabine dupla dispon?vel em todas as vers?es.


2013: S?rie especial Mangalarga Marchador. Reestilizac?o da parte traseira (novas lanternas e ca?amba mais alta) e inova outra vez com a terceira porta na cabine dupla. 2014: Linha 2015 com pacote Dark nas vers?es Trekking e Adventure. 2014: Vers?es Hard Working 1.4. Strada alcan?a 1 milh?o de unidades vendidas no Brasil. 2015: S?rie Adventure Extreme com central multim?dia. 2016: Novas vers?es s?o lan?adas: Working Plus 1.4 Flex (cabine simples), Hard Working 1.4 Flex (cabines simples, estendida e dupla) e Adventure 1.8 16V Flex Dualogic (cabine dupla). 2018: Freedom 1.4 Cabine Dupla ? nova vers?o da Fiat Strada para linha 2019. Fiat Strada 2016 Fiat Strada 2016 Em 1999, a Fiat Strada torna-se a primeira picape compacta a oferecer cabine estendida Fiat Strada 2016 Fiat Strada 2017 Fiat Strada 2017 Fiat Strada 2017 Fiat Strada 2017 Fiat Strada 2018 Fiat Strada 2018 Fiat Strada 2017 Fiat Strada 2019 Fiat Strada 2019 Fiat Strada 2019 Fiat Strada 2019 Fiat Strada 2019 Ford EcoSport Titanium com motor 1.5 e tampa traseira sem estepe https://www.autoo.com.br/24-de-outubro-fiat-strada-completa-20-anos-de-mercado/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Reda??o Estado: Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Yamaha apresenta MT-15 na ?sia e antecipa futuro da MT-03 8039978 - MOTOCICLISMO - 24/10/2018

Yamaha apresenta MT-15 na ?sia e antecipa futuro da MT-03 Carlos Bazela 2 horas atr?s A Yamaha revelou na Tail?ndia uma nova city, a MT-15, segundo informa??es do site TMCBlog. O mais interessante nessa moto, entretanto, ? o visual. Com conjunto ?ptico e linhas claramente inspiradas pela atual gera??o da MT-09 ? no mercado internacional, pois a nossa ainda ? a antiga ?, a pequena naked segue a mesma receita das esportivas da marca: balizar o design pelos modelos maiores da fam?lia. O motor tamb?m ? o mesmo adotado pela R15, rec?m-apresentada na ?sia. Estamos falando de um monocil?ndrico de arrefecimento l?quido SOHC de 155 cm?, equipado com comando de v?lvulas vari?vel e capaz de entregar por volta de 19 cv de pot?ncia m?xima e at? 1,6 kgf.m de torque. O ABS ? de s?rie. Veja tamb?m: Yamaha R3 vai receber novo design em 2019 Yamaha revela YZF-R3 reestilizada na Europa Yamaha traz nova gera??o da MT-07 ao Brasil No mercado asi?tico, a nova MT-15 dever? substituir a M-Slaz, que surgiu por l? em 2015 e tem a mesma proposta de conferir um pouco mais de esportividade ao segmento city. Mas, para n?s aqui no Ocidente, esse lan?amento tem outra import?ncia: ? uma amostra gr?tis de como dever? ser a nova gera??o da MT-03. O racioc?nio ? o mesmo que utilizamos para a pequena esportiva R3: primeiro, a Yamaha apresentou a R15 para o mercado asi?tico, depois registros de patentes vazados nos EUA confirmaram as altera??es na R3 at? que, h? poucas semanas, o modelo surgiu totalmente reformulado na Europa e n?o deve demorar para chegar aqui. Anunciada no Sal?o Duas Rodas de 2015, a MT-03 chegou ao Brasil nas vers?es Standard e com ABS em maio do ano seguinte. Dispon?vel atualmente na vers?o com freios antitravamento pelo pre?o sugerido (sem frete) de R$ 21 690, a moto partilha com a YZF-R3 o motor de dois cilindros paralelos DOHC de arrefecimento l?quido de 321 cm?. Os n?meros m?ximos declarados de pot?ncia e torque tamb?m s?o os mesmos: 42 cv a 10 750 e 3,0 kgf.m a 9 000 giros. No mercado, a pequena naked da Yamaha tamb?m vai bem. Desde o in?cio de 2018, ela emplacou 5248 unidades de acordo com a Fenabrave, a Federa??o que contabiliza a distribui??o automotiva no Pa?s. Fotos: TMCBlog e Yamaha COMPARTILHE NAS REDES SOCIAS: Coment?rios Categorias: Not?cias Tags: ?sia, esportiva, ?ndia, Indon?sia, kawasaki, KTM, mercado, motociclismo, motociclismo online, MT-03, MT-15, naked, Ninja 400, novidade, R15, RC 390, reformula??o, revista motociclismo, Tail?ndia, yamaha, YZF-R3, YZR-M1, YZR-R1, YZR-R6 Deixar um coment?rio http://motociclismoonline.com.br/noticias/yamaha-apresenta-mt-15-asia/amp/ Ficha TĂŠcnica Empresa: FENABRAVE Autor: Reda??o Estado:

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Clipping Com aproximadamente R$ 1 bilhão em movimento financeiro Fetranslog supera em 700% projeções inicias 8039980 - BLOG CAMINHÕES E CARRETAS - 25/10/2018

As potencialidades de Chapecó e do Oeste catarinense foram determinantes ao resultado da Fetranslog 2018. A Feira do Transporte e Logística de Santa Catarina, realizada em Chapecó, apresentou resultados surpreendentes até mesmo para os organizadores. Projetada inicialmente para movimentar R$ 140 milhões em negócios, a feira atingiu aproximadamente R$ 1 bilhão, significando percentual de 700% acima da estimativa. O coordenador geral da Fetranslog, Ivalberto Tozzo, identifica quatro fatores principais que influenciaram no desempenho da feira. Estão centrados em bases como o potencial do Transporte Rodoviário de Cargas -TRC regional, a capacidade empreendedora, previsão de forte aquecimento econômico e o clima de positividade e otimismo gerados pela confiança “em um novo país”. O coordenador e o presidente da CCO - Comissão Central Organizadora, Deneraci Perin, evidenciaram o “envolvimento, união, dedicação e credibilidade” de empresários que não mediram esforços “para fazer uma feira com o grande sucesso alcançado”. O engajamento foi decisivo “para que tivéssemos êxito absoluto, com magníficos resultados”, destacaram. As vendas foram tão expressivas que fecharam metas de doze meses em específicas situações. Um exemplo é o de uma das concessionárias ter vendido 550 caminhões nos três dias de feira. No setor de implementos rodoviários não foi diferente com uma única empresa comercializando em torno de R$ 135 milhões em equipamentos. Uma cooperativa de crédito foi além de R$ 32 milhões em análise de crédito. Estes robustos números fizeram com que todas as expectativas fossem superadas “impedindo que a feira tivesse limites”, argumentou Tozzo. Dezessete Estados Mais de 100 expositores ocuparam 9.000 metros quadrados do Parque de Exposição da EFAPI. Acima de 10 mil empresários compradores e visitantes do Sul do Brasil (SC, RS, PR e SP) e de outros Estados (BA, CE, DF, ES, GO, MG, MS, MT, PA, PB, RJ, RN e RR) estiveram na Fetranslog. Exceção aos negócios, foram gerados centenas de empregos temporários e promovido aquecimento da economia com ocupação da rede hoteleira, restaurantes e prestadores de serviços. Isso significou movimento de alguns milhões no mercado. A feira de 2020 já começa a ser construída com a quase totalidade dos expositores e patrocinadores da atual, confirmados. Destaque de relevância Uma das iniciativas que mais comoveu e chamou atenção durante a Fetranslog “foi certamente a doação de um caminhão 0k ao Corpo de Bombeiros de Chapecó”, opinou o coordenador geral. O repasse do caminhão confirmou o definitivo comprometimento do Transporte Rodoviário de Cargas e “se constituiu em alta iniciativa social, unanimemente aprovada”. O cavalo mecânico modelo 2019 entregue ao Bombeiro local pelo Sitran e CCO durante a abertura oficial da feira, foi comprado por empresários do setor “através de uma nobre ação voluntariosa sem similar e muito elogiável”. Satisfez integralmente a corporação e a comunidade pelo extremo benefício que representa. Cultura, meio ambiente e inclusão social A Fetranslog, evento que passa figurar no calendário brasileiro de feiras, apresentou os avanços do segmento e fez o lançamento nacional de novo modelo de carreta. Evidenciou a tecnologia embarcada que domina o caminhão facilitando a vida do motorista, promoveu o conhecimento e a difusão através de qualificadas palestras. A modernidade sobre rodas contrastou com a ação cultural retratada em unidades expostas no Museu do Caminhão “Lourival Fiedler” e na Mostra Fotográfica resgatando a história do TRC do Oeste. A entrega do 1º Prêmio Catarinense Despoluir Empresa Amiga do Meio Ambiente feita durante a feira deu musculatura a este projeto nacional. Uma medida de inclusão social que também mereceu destaque foi a visita, com orientador, de uma turma da EEB Nelson Horostecki patrocinada pela Fetranslog. Os alunos foram conduzidos ao local da feira, visitaram estandes, conferiram as tecnologias em exposição, conheceram mais sobre o TRC durante palestra, estiveram no Museu do Caminhão, Mostra Fotográfica e, ao final, participaram da degustação de lanche e suco, retornando à escola. Toda a ação foi totalmente gratuita. A Fetranslog, promovida pelo Sitran Chapecó, foi executada com perfeição pela empresa


Embraeve Eventos já confirmada como responsável pela edição 2020. Neste ano o patrocínio máster foi da Dicave Volvo e ouro da Randon Implementos e Transpocred Cooperativa de Crédito. Apoio veio da Inviolável Segurança, Fracel Seguradora e Super IP. A Prefeitura de Chapecó ofereceu apoio institucional com a FETRANCESC e SEST SENAT. A relação de parceria foi complementada por organizações nacionais entre elas a CNT, ABTC, ANFIR, ABTI, NTC & Logística e FENABRAVE. FONTE: Divulgação http://www.caminhoes-e-carretas.com/2018/10/com-aproximadamente-r-1-bilhao-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Lucas Duarte Estado: Disponibilização: 25/10/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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