Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022, maior parte em produtos 7746279 - R7 - São Paulo - SP - 25/06/2018
SÃO PAULO (Reuters) - O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de 14 bilhões de reais até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítalo-americana para dois dígitos. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. "Fábricas novas é o que menos precisamos...Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um "dígito bom". O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos, uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE). Do valor a ser investido na América Latina até 2022, que faz parte de um pacote global de 45 bilhões de euros, 90 por cento deve ser aplicado no Brasil, afirmou Filosa. Os recursos serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8 por cento até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3 por cento um ano antes. "Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5 por cento ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos", disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67 por cento do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90 por cento. Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: "Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes", disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. "Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11 por cento sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22 por cento. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17 por cento, a 965 mil unidades.
None (Por Alberto Alerigi Jr.) Copyright Thomson Reuters 2018 https://noticias.r7.com/economia/fiat-chrysler-investira-r14-bi-na-america-latina-ate-2022maior-parte-em-produtos-25062018 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022, maior parte em produtos 7746280 - DCI - São Paulo - SP - 25/06/2018
SÃO PAULO (Reuters) - O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de 14 bilhões de reais até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítalo-americana para dois dígitos. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. "Fábricas novas é o que menos precisamos...Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um "dígito bom". O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos, uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE). Do valor a ser investido na América Latina até 2022, que faz parte de um pacote global de 45 bilhões de euros, 90 por cento deve ser aplicado no Brasil, afirmou Filosa. Os recursos serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8 por cento até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3 por cento um ano antes. "Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5 por cento ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos", disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67 por cento do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90 por cento. Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: "Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes", disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. "Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11 por cento sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22 por cento. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17 por cento, a 965 mil unidades.
(Por Alberto Alerigi Jr.) https://www.dci.com.br/industria/fiat-chrysler-investira-r-14-bi-na-america-latina-ate-2022maior-parte-em-produtos-1.718454 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping BMW Série 1 Sedan poderia, mas não vem ao Brasil; o que há por trás disso? 7746281 - UOL - São Paulo - SP - 25/06/2018
Feito para ampliar vendas na China e, agora, México, três-volumes de entrada teria "mercado difícil" no Brasil Um comunicado no mínimo curioso chegou ao e-mail de UOL Carros nesta segunda-feira: na mensagem, a BMW do Brasil afirma, com todas as letras, um não-lançamento de carro que seria, em primeira leitura, importante. "BMW Série 1 Sedan não será oferecido no mercado brasileiro", repete a mensagem por quatro vezes. Mas qual a razão para descartar um modelo como um sedã de entrada num mercado aquecido como o premium? E por que deixar concorrentes como Audi A3 Sedan e Mercedes-Benz CLA (fora o futuro Mercedes-Benz Classe A Sedan) rodando sozinhos por nossas ruas? Claro, UOL Carros foi atrás de respostas. E parece que a atual conjuntura de nosso mercado é a chave. + Boa de venda, BMW aposta até em comprador-espião + Mercedes Classe A agora é hatch e sedã + Quer negociar hatches, sedãs e SUVs? Use a Tabela Fipe + Inscreva-se no canal de UOL Carros no Youtube + Instagram oficial de UOL Carros + Siga UOL Carros no Twitter Oficialmente, a BMW do Brasil aponta apenas que o Série 1 Sedan acaba de ser lançado no México, mas teve "parte importante do processo de desenvolvimento", sobretudo no que se refere aos sistemas de comunicação e tecnologia de conectividade desenvolvidos "com a participação de engenheiros do BMW Group Brasil". Isso explicaria, por exemplo, porque o carro foi visto circulando por diversas vezes em nossas ruas, com pouca camuflagem: validação de equipamentos. Mas seria só isso mesmo? Segundos fontes ouvidas por UOL Carros, o teste "só ocorreu por conta do Inovar-Auto [regime automotivo lançado pelo governo de Dilma Rousseff, em 2012, e encerrado há mais de um ano], que permitiu a montagem dessa estrutura avançada de tecnologia que temos aqui na BMW do Brasil". Nosso informante fala do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, que faz parte do complexo industrial da BMW em Araquari (SC). Além desse centro, a unidade, que tem capacidade produtiva para 32 mil carros por ano, entrega Série 3, X1, X3 e X4. E ainda exporta o X1 nacional aos EUA. E há rumores de que o novíssimo X2 também pode ser produzido localmente. Não caberia um Série 1 Sedan -- considerando que X1, X2 e Série 1 Sedan são todos feitos sobre a plataforma UKL de tração dianteira -- saindo dessa unidade? "De acordo com o posicionamento que a BMW montou no Brasil, adequado ao mercado premium local, não haveria espaço [para o Série 1 Sedan], pelo nível de equipamentos que ele traz, com preço legal", entregou nosso informante. "O momento está complicado. A BMW briga com Volvo, com Audi, com Land Rover pelo topo desse mercado indo cada vez mais para o premium, então não teria como posicionar esse modelo [num patamar mais baixo]", afirmou. "Olha o X3, é um carro praticamente sem concorrentes pelo que entrega, mas acaba custando R$ 300 mil. Não teria como [ter o Série 1 Sedan]". Vamos esclarecer essa leitura. O X3 citado é o da terceira geração, que tem apenas duas versões à venda no Brasil, sendo que apenas a inicial, a xDrive 30i X-Line (de R$ 309 mil) é fabricada localmente; a esportiva M 40i (de R$ 397.950) vem apenas por importação. Abaixo dele, temos o X2 (R$ 211.950 a R$ 261.950), o X1 (R$ 191.950 a R$ 232.950) e o Série 2 Active Tourer (R$ 171.950) como veículos familiares. Na entrada, já fora do nicho "de família", a marca tem o Série 1 hatch, apenas importado, custando de R$ 139.950 a R$
269.950. Para estes modelos, a BMW considera apenas Volvo (com seu XC40 e, em breve, com a perua V60), Audi (Audi A4, A4 Avant, Q3 e Q5) e Land Rover (com Discovery Sport e Evoque) como rivais. Mas e Mercedes-Benz? E o resto das linhas de produtos? Ainda pela leitura dessa fonte da BMW, Mercedes-Benz (e seus CLA, sobretudo) e Audi A3 Sedan estão num patamar "inferior" do segmento premium de entrada, no qual as marcas apostam em vendas praticando preços que inviabilizam manter o nível de equipamentos. Por um lado, o A3 Sedan de entrada foi lançado no país em 2015 por R$ 100 mil, chegando atualmente aos R$ 122 mil, tando pacote que já fez "concessões" como a troca da suspensão multilink por eixo de torção, bem como do câmbio Stronic de sete marchas pela configuração de seis marchas, entre outras. De outro, o Mercedes-Benz CLA chegou com "charme, sofisticação" e preço acima dos R$ 150 mil, mas atualmente tem configuração com poucos mimos do segmento premium a R$ 138 mil. Positivamente, as rivais de BMW ganham vendas, mas do lado negativo sofrem concorrência -- e por vezes perdem -- de marcas comuns como Ford (com Fusion), Toyota (com Corolla Altis e XRS) e Honda (com Civic Touring 1.5 turbo), entre outras. Audi entregou, até maio de 2018 (último mês de emplacamentos totalmente contabilizados pela Fenabrave), 826 unidades de seu A3 Sedan. A Mercedes emplacou 613 de seu CLA. Enquanto isso, a Toyota entregou 24.267 unidades do Corolla. E a Honda, 10.975 do Civic. Já no patamar premium de entrada "superior", estariam os SUVs mais concorridos e, com eles, a BMW briga pela liderança: a linha Land Rover Discovery emplacou 1.794 unidades (a maior parte delas do Sport, que é o modelo de entrada da marca); a BMW vendeu 1.687 unidades do X1; a Mercedes-Benz colocou 1.148 unidades do GLA no mercado; a Volvo conseguiu emplacar 1.144 unidades do XC60. De fato, considerando estes números, é mais fácil para a BMW assumir a fabricação lucrativa de SUVs do que do Série 1 Sedan. Lançado agora no México, onde tem preços entre 489.900 e 570.000 pesos (R$ 92.700 a R$ 108 mil, limpos), o Série 1 Sedan surgiu há um ano na China, como forma da BMW solidificar sua participação naquele que é seu maior mercado no mundo (maior até que o mercado alemão), com mais de 500 mil unidades anuais. E um carro com perfil totalmente urbano: no México, a versão 118iA Sport Line usa o motor três-cilindros, turbo, de 136 cavalos; já o 120iA Sport Line traz o quatro-cilindros, turbo, de 192 cv -- ambos movidos a gasolina, com transmissão automática de oito marchas e tração dianteira. A China tem ainda o 125i, 2.0 turbo de 234 cv. Não há informações da BMW sobre o principal trunfo do Série 1 Sedan, o tamanho do portamalas. Nas demais dimensões, são 4,45 metros de comprimento, 1,80 m de largura e 1,46 m de altura -- um pouco maiores que as do Série 2 Coupé vendido no Brasil. Por outro lado, o entre-eixos é de apenas 2,67 m, menos espaçoso que o do Série 2 Coupé (2,69 m) -- além disso, um quinto ocupante tem problemas para acomodar pernas por conta do túnel central. Em termos de equipamentos, há a central de conectividade e entretenimento desenvolvidas no Brasil, além do mimo do head-up display, rodas aro 18 e 19, câmera de ré, sensores e sistema auxiliar de estacionamento, teto solar e controles de tração e de estabilidade. E para por aí. Com ou sem condições de ter uma existência lucrativa, você gostaria de ver o Série 1 Sedan no Brasil? Comente aí. Como é o BMW X2 +19 +17 https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2018/06/25/bmw-serie-1-sedan-nao-vem-ao-brasilo-que-ha-por-tras-disso.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
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Clipping BMW Série 1 Sedan poderia, mas não vem ao Brasil; o que há por trás disso? 7746284 - BOL - São Paulo - SP - 25/06/2018
Feito para ampliar vendas na China e, agora, México, três-volumes de entrada teria "mercado difícil" no Brasil Um comunicado no mínimo curioso chegou ao e-mail de UOL Carros nesta segunda-feira: na mensagem, a BMW do Brasil afirma, com todas as letras, um não-lançamento de carro que seria, em primeira leitura, importante. "BMW Série 1 Sedan não será oferecido no mercado brasileiro", repete a mensagem por quatro vezes. Mas qual a razão para descartar um modelo como um sedã de entrada num mercado aquecido como o premium? E por que deixar concorrentes como Audi A3 Sedan e Mercedes-Benz CLA (fora o futuro Mercedes-Benz Classe A Sedan) rodando sozinhos por nossas ruas? Claro, UOL Carros foi atrás de respostas. E parece que a atual conjuntura de nosso mercado é a chave. Veja mais + Boa de venda, BMW aposta até em comprador-espião + Mercedes Classe A agora é hatch e sedã + Quer negociar hatches, sedãs e SUVs? Use a Tabela Fipe + Inscreva-se no canal de UOL Carros no Youtube + Instagram oficial de UOL Carros + Siga UOL Carros no Twitter Mercado complicado Oficialmente, a BMW do Brasil aponta apenas que o Série 1 Sedan acaba de ser lançado no México, mas teve "parte importante do processo de desenvolvimento", sobretudo no que se refere aos sistemas de comunicação e tecnologia de conectividade desenvolvidos "com a participação de engenheiros do BMW Group Brasil". Isso explicaria, por exemplo, porque o carro foi visto circulando por diversas vezes em nossas ruas, com pouca camuflagem: validação de equipamentos. Mas seria só isso mesmo? Segundos fontes ouvidas por UOL Carros, o teste "só ocorreu por conta do Inovar-Auto [regime automotivo lançado pelo governo de Dilma Rousseff, em 2012, e encerrado há mais de um ano], que permitiu a montagem dessa estrutura avançada de tecnologia que temos aqui na BMW do Brasil". Nosso informante fala do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, que faz parte do complexo industrial da BMW em Araquari (SC). Além desse centro, a unidade, que tem capacidade produtiva para 32 mil carros por ano, entrega Série 3, X1, X3 e X4. E ainda exporta o X1 nacional aos EUA. E há rumores de que o novíssimo X2 também pode ser produzido localmente. Não caberia um Série 1 Sedan -- considerando que X1, X2 e Série 1 Sedan são todos feitos sobre a plataforma UKL de tração dianteira -- saindo dessa unidade? "De acordo com o posicionamento que a BMW montou no Brasil, adequado ao mercado premium local, não haveria espaço [para o Série 1 Sedan], pelo nível de equipamentos que ele traz, com preço legal", entregou nosso informante. "O momento está complicado. A BMW briga com Volvo, com Audi, com Land Rover pelo topo desse mercado indo cada vez mais para o premium, então não teria como posicionar esse modelo [num patamar mais baixo]", afirmou. "Olha o X3, é um carro praticamente sem concorrentes pelo que entrega, mas acaba custando R$ 300 mil. Não teria como [ter o Série 1 Sedan]". Divulgação Série 1 Sedan rodando camuflado em SP: sistemas de comunicação foram desenvolvidos no
Brasil Contas: na ponta com SUVs, BMW perderia feio com sedãs Vamos esclarecer essa leitura. O X3 citado é o da terceira geração, que tem apenas duas versões à venda no Brasil, sendo que apenas a inicial, a xDrive 30i X-Line (de R$ 309 mil) é fabricada localmente; a esportiva M 40i (de R$ 397.950) vem apenas por importação. Abaixo dele, temos o X2 (R$ 211.950 a R$ 261.950), o X1 (R$ 191.950 a R$ 232.950) e o Série 2 Active Tourer (R$ 171.950) como veículos familiares. Na entrada, já fora do nicho "de família", a marca tem o Série 1 hatch, apenas importado, custando de R$ 139.950 a R$ 269.950. Para estes modelos, a BMW considera apenas Volvo (com seu XC40 e, em breve, com a perua V60), Audi (Audi A4, A4 Avant, Q3 e Q5) e Land Rover (com Discovery Sport e Evoque) como rivais. Mas e Mercedes-Benz? E o resto das linhas de produtos? Ainda pela leitura dessa fonte da BMW, Mercedes-Benz (e seus CLA, sobretudo) e Audi A3 Sedan estão num patamar "inferior" do segmento premium de entrada, no qual as marcas apostam em vendas praticando preços que inviabilizam manter o nível de equipamentos. Por um lado, o A3 Sedan de entrada foi lançado no país em 2015 por R$ 100 mil, chegando atualmente aos R$ 122 mil, tando pacote que já fez "concessões" como a troca da suspensão multilink por eixo de torção, bem como do câmbio Stronic de sete marchas pela configuração de seis marchas, entre outras. De outro, o Mercedes-Benz CLA chegou com "charme, sofisticação" e preço acima dos R$ 150 mil, mas atualmente tem configuração com poucos mimos do segmento premium a R$ 138 mil. Positivamente, as rivais de BMW ganham vendas, mas do lado negativo sofrem concorrência -- e por vezes perdem -- de marcas comuns como Ford (com Fusion), Toyota (com Corolla Altis e XRS) e Honda (com Civic Touring 1.5 turbo), entre outras. Audi entregou, até maio de 2018 (último mês de emplacamentos totalmente contabilizados pela Fenabrave), 826 unidades de seu A3 Sedan. A Mercedes emplacou 613 de seu CLA. Enquanto isso, a Toyota entregou 24.267 unidades do Corolla. E a Honda, 10.975 do Civic. Já no patamar premium de entrada "superior", estariam os SUVs mais concorridos e, com eles, a BMW briga pela liderança: a linha Land Rover Discovery emplacou 1.794 unidades (a maior parte delas do Sport, que é o modelo de entrada da marca); a BMW vendeu 1.687 unidades do X1; a Mercedes-Benz colocou 1.148 unidades do GLA no mercado; a Volvo conseguiu emplacar 1.144 unidades do XC60. De fato, considerando estes números, é mais fácil para a BMW assumir a fabricação lucrativa de SUVs do que do Série 1 Sedan. O que é o Série 1 Sedan Lançado agora no México, onde tem preços entre 489.900 e 570.000 pesos (R$ 92.700 a R$ 108 mil, limpos), o Série 1 Sedan surgiu há um ano na China, como forma da BMW solidificar sua participação naquele que é seu maior mercado no mundo (maior até que o mercado alemão), com mais de 500 mil unidades anuais. E um carro com perfil totalmente urbano: no México, a versão 118iA Sport Line usa o motor três-cilindros, turbo, de 136 cavalos; já o 120iA Sport Line traz o quatro-cilindros, turbo, de 192 cv -- ambos movidos a gasolina, com transmissão automática de oito marchas e tração dianteira. A China tem ainda o 125i, 2.0 turbo de 234 cv. Não há informações da BMW sobre o principal trunfo do Série 1 Sedan, o tamanho do portamalas. Nas demais dimensões, são 4,45 metros de comprimento, 1,80 m de largura e 1,46 m de altura -- um pouco maiores que as do Série 2 Coupé vendido no Brasil. Por outro lado, o entre-eixos é de apenas 2,67 m, menos espaçoso que o do Série 2 Coupé (2,69 m) -- além disso, um quinto ocupante tem problemas para acomodar pernas por conta do túnel central. Em termos de equipamentos, há a central de conectividade e entretenimento desenvolvidas no Brasil, além do mimo do head-up display, rodas aro 18 e 19, câmera de ré, sensores e sistema auxiliar de estacionamento, teto solar e controles de tração e de estabilidade. E para por aí. Com ou sem condições de ter uma existência lucrativa, você gostaria de ver o Série 1 Sedan no Brasil? Comente aí. https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2018/06/25/bmw-serie-1-sedan-naovem-ao-brasil-o-que-ha-por-tras-disso.htm
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022, maior parte em produtos 7746285 - ÚLTIMO INSTANTE - São Paulo - SP - 25/06/2018
SÃO PAULO (Reuters) – O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de 14 bilhões de reais até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítalo-americana para dois dígitos. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. "Fábricas novas é o que menos precisamos…Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um "dígito bom". O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos, uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE). Do valor a ser investido na América Latina até 2022, que faz parte de um pacote global de 45 bilhões de euros, 90 por cento deve ser aplicado no Brasil, afirmou Filosa. Os recursos serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8 por cento até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3 por cento um ano antes. "Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5 por cento ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos", disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67 por cento do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90 por cento. Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: "Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes", disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. "Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11 por cento sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22 por cento. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17 por cento, a 965 mil unidades.
(Por Alberto Alerigi Jr.) 2018-06-25T173819Z_1_LYNXMPEE5O1NI_RTROPTP_1_FIATCHRYSLER-RECALL.JPG urn:newsml:onlinereport.com:20180625:nRTROPT20180625173819LYNXMPEE5O1NI Logo da Fiat Chrysler na sede da empresa em Auburn Hills, Michigan OLBRTOPNEWS Reuters Brazil Online Report Top News 20180625T165513+0000 20180625T173819+0000 https://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/economia/empresas/fiat-chrysler-investirar14-bi-na-america-latina-ate-2022-maior-parte-em-produtos/243641/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022, maior parte em produtos 7746286 - TERRA - São Paulo - SP - 25/06/2018
O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de 14 bilhões de reais até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítalo-americana para dois dígitos. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. "Fábricas novas é o que menos precisamos...Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um "dígito bom". O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos, uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE). Do valor a ser investido na América Latina até 2022, que faz parte de um pacote global de 45 bilhões de euros, 90 por cento deve ser aplicado no Brasil, afirmou Filosa. Os recursos serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8 por cento até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3 por cento um ano antes. "Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5 por cento ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos", disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67 por cento do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90 por cento. Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: "Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes", disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. "Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11 por cento sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22 por cento. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17 por cento, a 965 mil unidades.
https://www.terra.com.br/economia/fiat-chrysler-investira-r14-bi-na-america-latina-ate-2022maior-parte-em-produtos,e01e4ae023d0011b9571955e8dda914fjjxlmg6k.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Reuters - Esta publicação inclusive informação e d Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler investirá R$ 14 bi na América Latina até 2022 7746240 - FOLHA DE S.PAULO - São Paulo - SP - 25/06/2018
O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de R$ 14 bilhões até 2022, no maior plano de investimento em produto já feito pela companhia na região. O valor supera os R$ 12 bilhões aplicados na fábrica de Goiana, em Pernambuco, onde são produzidos a picape Fiat Toro e os utilitários esportivos Compass e Renegade, da Jeep. Utilitários esportivos, que têm maior valor, estão no centro do investimento, que busca recuperar a margem de lucro do grupo. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022. A empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais atualizam produtos no Brasil, maior mercado da região. A Volkswagen está no meio de sua renovação de linha, que inclui a produção de novos utilitários esportivos no Brasil como parte de um ciclo de investimentos que soma R$ 7 bilhões. Na Toyota, a novidade é o recém-lançado sedã Yaris. A FCA vai bem na soma de todas as marcas, mas perde participação com sua principal bandeira, a Fiat. A montadora italiana, que chegou a ser líder de mercado com o Palio, é hoje a terceira no ranking, com 12,8% de participação, atrás de Chevrolet (16,6%) e Volkswagen (15,2%). Novos sedãs compactos Ícone seta para esquerda Ícone seta para direita Leia Mais Ícone fechar Voltar Ver novamente Ícone seta para esquerda Voltar Ícone seta para cima Ícone seta para baixo Ícone seta para esquerda Voltar Compartilhe Ícone Facebook Facebook Ícone Whatsapp Whatsapp Ícone Twitter Twitter Ícone de messenger Messenger Ícone Google Plus Google Ícone Pinterest Pinterest Ícone Linkedin Linkedin Ícone de envelope E-mail Ícone de link Cadeado representando um link Copiar link Ícone fechar
Segundo os planos da empresa, a recuperação virá com a chegada de utilitários. A Fiat terá três opções de diferentes tamanhos produzidas no Brasil. A linha Jeep também ganhará um novo modelo de luxo com produção local, em Goiana. "Fábricas novas é do que menos precisamos. Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. O desafio será reequilibrar a linha. Ao mesmo tempo em que a Jeep construiu uma imagem forte no mercado --as características de seus produtos se encaixaram bem nos desejos do público, atualmente ávido por utilitários urbanos--, a Fiat perdeu espaço com o envelhecimento de seus produtos. A chegada de veículos compactos modernos nos últimos cinco anos inverteu posições em um segmento que antes era dominado pela marca italiana. Agora, a empresa se esforça para consolidar o pequeno Fiat Mobi, o hatch Argo e o sedã Cronos no topo do ranking de vendas, em posições que já forma ocupadas por Uno, Palio e Siena. O executivo não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um "dígito bom". Filosa disse que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano na América Latina, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil nas fábricas de Goiana e Betim (MG). Do valor a ser investido na América Latina até 2022, que faz parte de um pacote global de 45 bilhões de euros, 90% deve ser aplicado no Brasil, afirmou Filosa. Os recursos serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. Ao todo, serão lançados 25 novos modelos do grupo até 2022 (15 da marca Fiat), entre veículos montados na América Latina e importados. Fiat Toro 2.4 e Chevrolet S10 2.5 Ícone seta para esquerda Ícone seta para direita Leia Mais Ícone fechar Voltar Ver novamente Ícone seta para esquerda Voltar Ícone seta para cima Ícone seta para baixo Ícone seta para esquerda Voltar Compartilhe Ícone Facebook Facebook Ícone Whatsapp Whatsapp Ícone Twitter Twitter Ícone de messenger Messenger Ícone Google Plus Google Ícone Pinterest Pinterest Ícone Linkedin Linkedin Ícone de envelope E-mail Ícone de link Cadeado representando um link Copiar link Ícone fechar
"Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5% ao ano [na região] e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos", disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67% do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90%. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. "Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11% sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22%. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17%, a 965 mil unidades. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/06/fiat-chrysler-investira-r-14-bi-na-americalatina-ate-2022.shtml#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: favor, tente mais tarde! Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Mercado de usados acumula alta de 3% 7746244 - CAMINHONEIROS NA ESTRADA - 25/06/2018
As transferências de caminhões no mercado de usados seguem registrando variação positiva no acumulado do ano. De acordo com os dados do Renavam, consolidados pela Fenabrave, federação que representa os distribuidores de veículos automotores, de janeiro a maio, trocaram de dono 137.292 veículos, alta de 2,89% sobre as 133.509 transações anotadas no mesmo período do ano passado. O volume de negócios em maio, no entanto, prejudicados pelos 11 dias de paralisados dos caminhoneiros, registrou queda de 5,47% com 29.924 transferências ante as 31.657 apuradas em maio de 2017. Na comparação com abril, quando 29.626 documentos trocaram de mão, o resultado é de estabilidade, com alta de 0,77%. Segundo cálculo da Fenabrave, de cada um caminhão 0 km licenciado, outras 5,2 unidades usadas são negociadas no mercado. A Mercedes-Benz domina amplamente a preferência dentre as vendas de caminhões usados, com participação de 37,37% no resultado acumulado até maio, pouco mais de 51.000 transações. Depois, seguem a Volkswagen Caminhões (21,76%), Ford (16,57%), Scania (9,10%), Volvo (7,81%) e Iveco (4,32%). Implementos – O movimento de transferências de implementos rodoviários também perdeu ritmo com a greve dos caminhoneiros. Em maio, as vendas de usados no segmento somaram 7.722 trocas de documentos, queda de 4,02% na comparação com maio do ano passado, com 7.401 transações, e estável em relação a abril, com 7.724 negócios. No acumulado até maio, os 35.595 implementos que ganharam novos proprietários representaram evolução de 8,73% sobre as 32.736 transferências anotadas um ano antes. Com informações de: Estradao O post Mercado de usados acumula alta de 3% apareceu primeiro em Caminhoneiros Na Estrada. http://caminhoneiros-na-estrada.com/blog/mercado-de-usados-acumula-alta-de-3/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Chefe de redação Estado: Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Indian suspende a venda de motocicletas no Brasil 7746261 - RÁDIO EVANGELHO - Cuiabá - MT - 26/06/2018
Marca já havia interrompido a produção local em novembro do ano passado. Entre janeiro e maio deste ano, foram menos de 150 unidades emplacadas no país. Indian Motorcycle possui uma concessionária em São Paulo Divulgação A Indian anunciou nesta segunda-feira (25) que está suspendendo a venda de motocicletas no Brasil. A fabricante norte-americana tomou a decisão após um fraco desempenho no mercado local. Entre janeiro e maio deste ano, a Indian sequer aparece entre as 21 fabricantes que mais venderam motos no país, de acordo com a Fenabrave, a associação das concessionárias. Isso significa menos de 150 unidades no período. De acordo com o comunicado da Polaris, dona da Indian, os serviços de pós-venda, incluindo a venda de peças, manutenção e atendimento à garantia, serão mantidos por concessionárias Polaris e oficinas credenciadas. A Polaris afirma que a saída da Indian do Brasil se dá por conta da falta de rentabilidade e do mercado de motos em crise nos últimos anos. No último Salão Duas Rodas, em novembro do ano passado, a Indian havia anunciado que iria interromper a montagem de motos em Manaus, e passar a importar os modelos dos Estados Unidos. A filial brasileira da Indian foi lançada em 2015, com a expectativa de fazer do mercado local o segundo mais importante para a fabricante - atrás apenas da sedes, nos Estados Unidos. http://www.radioevangelho.com/portal/artigos/noticias/2018/06/26/indian-suspende-a-vendade-motocicletas-no-brasil.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler planeja investir mais R$ 12 bilhões no Brasil até 2022 7746262 - DESTAK - São Paulo - SP - 25/06/2018
A Fiat Chrysler anunciou, nesta segunda-feira (25), em São Paulo, que vai investir R$ 14 bilhões na América Latina e lançar ao menos 25 produtos até 2022. Desse total, 90% ou R$ 12,6 bilhões serão aplicados no Brasil. Os recursos - que fazem parte de um pacote global de 45 bilhões de euros -serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. O foco dos investimentos do país será nas fábricas de Betim (MG), inaugurada em 1976, e a mais nova, em Goiana (PE). Para a alegria dos fornecedores, parte do investimento será direcionada ao aumento da nacionalização dos veículos. Continuar a ler Os primeiros produtos totalmente novos só serão lançados entre o final de 2019 e o começo de 2020. Novas versões de modelos atuais começam a aparecer no ano que vem. É o caso da versão aventureira do Fiat Argo, ainda sem nome definido. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: "Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes", disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Segundo o executivo, o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8% até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3% um ano antes. "Fábricas novas é o que menos precisamos...Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. http://www.destakjornal.com.br/seu-valor/empresas---negocios/detalhe/fiat-chryler-planejainvestir-mais-r-12-bilhoes-no-brasil-ate-2022?ref=DET_Ultimas_brasilia Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Entidades representativas e vereadores debatem o futuro de Porto Alegre 7746263 - CONSUMIDOR RS - Porto Alegre - RS - 25/06/2018
Em pauta, o apoio ao conjunto de projetos enviados pela Prefeitura para a Câmara de Vereadores, que visam promover um maior equilíbrio das contas públicas da cidade. O pacote prevê redução de gastos, adequação à legislação e possibilidade de aumento de receita com justiça social e diminuição de alíquotas. Consenso entre as entidades e vereadores presentes foi a necessidade de unir esforços e iniciativas para que Porto Alegre possa voltar a ter crescimento, corrigindo um atraso histórico que causou dificuldades financeiras e sociais para cidade. As entidades portoalegrenses entendem que as propostas encaminhadas são justas e necessárias. Durante décadas, elas se mantiverem distantes do debate político. No entanto, Porto Alegre chegou a uma situação tão crítica no qual se fez necessária uma posição clara e transparente. No encontro desta segunda-feira, Paulo Afonso Pereira, presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA), destacou a importância do momento: “O que nos une é a vontade de buscar soluções para o crescimento da Capital. Tenho certeza que vamos resolver ou criar pontes para resolver os problemas da cidade”. Aquiles Dal Molin Júnior, presidente do Sinduscon-RS, reforçou que esse movimento pode provocar mudanças importantes de longo prazo na cidade: “A união das Entidades representativas pode transformar a nossa Capital na Porto Alegre que queremos”. O Presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre em 2018, Valter Nagelstein, pontuou que esse movimento é um norteador bastante positivo para que a sociedade civil organizada passe a atuar mais na política. “Na Câmara de Vereadores estamos analisando o conjunto dos projetos, dentro do que consideramos viável ou não dar prosseguimento. De qualquer forma, eu, como presidente da Câmara, só tenho a agradecer o envolvimento de vocês no processo político. Isso faz toda diferença”, pontuou. O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, defendeu a necessidade da aprovação dos projetos para que a cidade gere emprego, desenvolvimento e pague os servidores municipais em dia. "A partir de hoje, estaremos atentos e dispostos a apoiarmos aqueles que realmente desejam transformar Porto Alegre. Andaremos lado a lado com aqueles que estiverem caminhando na direção certa, e não os abandonaremos nas encruzilhadas do caminho. As entidades aqui representadas têm lado, o lado de Porto Alegre, e convidam os vereadores a assumirem esse mesmo lado para estarmos juntos exercendo nossa parceria com coragem, determinação e espírito público”, disse. Luis Roberto Andrade Ponte, presidente da Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul (Sergs), também pontou que é necessário olhar para o bem comum para voltarmos a crescer: “Estamos traçando novos paradigmas. É a sociedade civil organizada atuando, pedindo mudanças. Apenas se olharmos coletivamente encontraremos a nossa felicidade”. Fabrício Lunardi, vereador em exercício, sinalizou que é muito importante lutar para que a redução de impostos ocorra não somente com esses projetos, mas como uma prática. Outro vereador presente no evento, Ricardo Gomes pontou que é essencial promover mudanças na cidade, reduzindo custos para poder praticar ações básicas do governo. “Temos nas nossas mesas o futuro de Porto Alegre. Agradeço vocês por essa união construída. Precisamos do apoio da sociedade civil organizada para curar a cidade”, explicou. Mauro Pinheiro, também vereador, destacou o papel apartidário do movimento: “Porto Alegre precisa de mudanças e, por isso, precisamos dar apoio para as medidas”. Moisés Barbosa, por sua vez, pontuou a boa vontade dos vereadores presentes. “Quem está aqui está colocando os interesses da cidade acima dos próprios”. Afirmação compartilhada pela vereadora Comandante Nádia: “Eu tenho muito orgulho de vocês, empresários. Porque são vocês que contribuem para o desenvolvimento e para a segurança da cidade. Esse precisa ser o sim pela redução das despesas”. Já Henry Chmelnitsky, presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região (SINDHA), destacou a importância desse movimento: “É importante saudar essa atitude. O bem da cidade passa pelo todo. Existe um desequilíbrio de vários anos nas contas de Porto Alegre. É necessário que esse encontro ocorra várias e várias vezes daqui para frente”. Entidades que realizam o encontro: ABRASEL, ACOMAC, ACPA, ADCE, ADVB/RS, AEHN, AGAS, AJORSUL, CDL, CONVENTION BUREAU, FARSUL, FCDL-RS, FETRANSUL, LIDE RS, SECOVI RS, SEPRORGS, SERGS, SETCERGS, SICEPOT-RS, SINPROFAR, SINCODIV – SINCODIV/FENABRAVE, SINCOPEÇAS, SINDHA, SINDIATACADISTAS RS, SINDIGÊNEROS RS, SINDILOJAS POA, SINDIATACADISTAS DE LOUÇA DE PORTO ALEGRE, SINDIATACADISTA DE MADEIRA DE PORTO ALEGRE, SINDIÓPTICA RS,
SINDUSCON RS, SINFAC RS E SULPETRO. Sobre o Sindilojas Porto Alegre Fundado em 1937, o Sindilojas Porto Alegre é o representante legal dos comerciantes de Porto Alegre e Alvorada e reúne aproximadamente 18 mil estabelecimentos nas duas cidades. Além de atuar na representação e defesa da categoria, desenvolve ações que promovem o fortalecimento das empresas. O Sindicato realiza pesquisas no setor, qualificação profissional e oferece uma série de serviços voltados aos lojistas. Curta nossa página no Facebook.com/SindilojasPoa http://www.consumidorrs.com.br/2013/inicial3.php?idnot=52253 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Eventos abordam novidades automobilísticas em Chapecó 7746267 - CHAPECO ONLINE - Chapecó - SC - 25/06/2018
Proporcionar novos conceitos e tendências, por meio de palestras, ministradas por especialistas, e debates com empresários que atuam no ramo da distribuição de veículos. Esse é o objetivo de dois eventos programados para Chapecó/SC nesta terça-feira, 26, em iniciativa da regional de Santa Catarina da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos de Santa Catarina (Sincodiv-SC). Com o apoio do Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom), pela manhã ocorre o 31º Encontro Regional Fenabrave-SC. Já para a tarde está programado o 4º Encontro de Vendedores de Concessionárias. O 31º Encontro Regional da Fenabrave-SC, destinado para titulares, diretores, gerentes e colaboradores de concessionárias, inicia às 8h50, no Hotel Bertaso. A programação terá, na abertura, manifestação do presidente da entidade, Julio Schroeder. Depois serão realizadas palestras sobre “Cenário agrícola catarinense e a influência no mercado automotivo”, por Dirceu Antônio Dresch, e “Tendências do mercado”, por Valdner Papa. Depois haverá o “Momento Fenabrave-SC: Ações em Andamento”, no qual serão apresentadas atividades e parcerias da Fenabrave e Sincodiv-SC. Às 13h começará o Encontro de Vendedores de Concessionárias, com o tema “O novo modelo do setor automotivo: realidade ou imaginação? Transformações e soluções centradas no futuro”. Novidades do mercado e ferramentas de trabalho serão apresentadas para profissionais de vendas e de pós-vendas, por meio de seis palestras. O post Eventos abordam novidades automobilísticas em Chapecó apareceu primeiro em Chapecó Online. https://www.chapecoonline.com.br/eventos-abordam-novidades-automobilisticas-emchapeco/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Marina Schielke Estado: SC Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Indian suspende a venda de motocicletas no Brasil 7746269 - G1 - Rio de Janeiro - RJ - 26/06/2018
A Indian anunciou nesta segunda-feira (25) que está suspendendo a venda de motocicletas no Brasil. A fabricante norte-americana tomou a decisão após um fraco desempenho no mercado local. Entre janeiro e maio deste ano, a Indian sequer aparece entre as 21 fabricantes que mais venderam motos no país, de acordo com a Fenabrave, a associação das concessionárias. Isso significa menos de 150 unidades no período. De acordo com o comunicado da Polaris, dona da Indian, os serviços de pós-venda, incluindo a venda de peças, manutenção e atendimento à garantia, serão mantidos por concessionárias Polaris e oficinas credenciadas. A Polaris afirma que a saída da Indian do Brasil se dá por conta da falta de rentabilidade e do mercado de motos em crise nos últimos anos. No último Salão Duas Rodas, em novembro do ano passado, a Indian havia anunciado que iria interromper a montagem de motos em Manaus, e passar a importar os modelos dos Estados Unidos. A filial brasileira da Indian foi lançada em 2015, com a expectativa de fazer do mercado local o segundo mais importante para a fabricante - atrás apenas da sedes, nos Estados Unidos. https://g1.globo.com/carros/motos/noticia/indian-suspende-a-venda-de-motocicletas-nobrasil.ghtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site
Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022, maior parte em produtos 7746288 - EXTRA - Rio de Janeiro - RJ - 25/06/2018
SÃO PAULO (Reuters) - O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de 14 bilhões de reais até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítalo-americana para dois dígitos. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. "Fábricas novas é o que menos precisamos...Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um "dígito bom". O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos, uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE). Do valor a ser investido na América Latina até 2022, que faz parte de um pacote global de 45 bilhões de euros, 90 por cento deve ser aplicado no Brasil, afirmou Filosa. Os recursos serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8 por cento até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3 por cento um ano antes. "Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5 por cento ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos", disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67 por cento do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90 por cento. Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: "Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes", disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. "Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11 por cento sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22 por cento. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17 por cento, a 965 mil unidades.
(Por Alberto Alerigi Jr.) https://extra.globo.com/noticias/economia/fiat-chrysler-investira-r14-bi-na-america-latina-ate2022-maior-parte-em-produtos-22818543.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Mercado Livre revela ranking dos caminhões mais procurados 7746260 - BLOG CAMINHÕES E CARRETAS - 25/06/2018
No próximo dia 30 será comemorado o Dia do Caminhoneiro – classe profissional responsável pelo transporte rodoviário de bens que possibilitam acesso a diversos produtos e serviços pelo país. Em celebração aos profissionais desse segmento, o Mercado Livre revela o ranking dos caminhões mais procurados no último mês na plataforma. Em maio, a marca líder em pesquisas na categoria foi a Mercedes-Benz, seguida pela Scania e Volkswagen, respectivamente. Já o modelo mais buscado foi o Mercedes-Benz MB 1113, à frente de Mercedes-Benz MB 1620 e Volkswagen VW 24250, grandes destaques do segmento. Ainda sobre o mercado, dados da Fenabrave apontam que a venda de caminhões seminovos e usados, de janeiro a maio deste ano, aumentou em 2,83% em comparação ao mesmo período do ano passado. Já a venda de caminhões novos superou em 53,99% os números do ano passado. Confira abaixo o ranking dos modelos e marcas mais procurados no Mercado Livre em maio: Modelos 1. Mercedes-Benz MB 1113 2. Mercedes-Benz MB 1620 3. Volkswagen VW 24250 4. Ford F4000 5. Scania 113 360 6. Volvo FH12 440 7. Mercedes-Benz MB 710 8. Scania 124 420 9. Mercedes-Benz MB 1313 10. Iveco Daily 35 Marcas 1. Mercedes-Benz 2. Scania 3. Volkswagen 4. Ford 5. Volvo 6. Iveco 7. Chevrolet 8. Hyundai 9. GMC 10. Agrale FONTE: Divulgação http://www.caminhoes-e-carretas.com/2018/06/mercado-livre-revela-ranking-dos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE
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Autor: Lucas Duarte Estado: Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Confira os 5 melhores SUVs de até R$ 150 mil que experimentamos 7746264 - CLIQUE F5 - 25/06/2018
O segmento de SUVs continua sendo o que mais cresce atualmente em vendas. De acordo com os dados da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), na comparação do acumulado de janeiro a maio de 2017 com o mesmo período deste ano, a participação dos utilitários esportivos nas vendas passou de 21,6% para 24,2%. Mas quais são os melhores SUVs? LEIA MAIS: Veja 5 SUVs que você nem lembra que são vendidos no Brasil As vendas de SUVs tem sido tão significativas em relação a outros segmentos que estão chegando próximo dos haches pequenos, que geralmente abrange um volume de modelos com preços mais em conta e, portanto, mais acessíveis. De qualquer forma, na lista abaixo, mostramos qual foram os melhores SUVs , de até R$ 150 mil, que mais gostamos depois das nossas avaliações. 1 – Nissan Kicks S 1.6 manual – R$ 72.990 Carlos Guimarães/iG Nissan Kicks: SUV simples, mas bem acertado mostra agilidade no dia a dia sem gastar muito combustível O SUV mais em conta da lista tem entre os destaques o pacote opcional que inclui controles de estabilidade e tração, oferecido por R$ 1.200, o que não está disponível nos rivais na mesma faixa de preço. Com o ele o carro fica mais seguro, mantendo a relativa leveza que acaba ajudando na agilidade e na economia de combustível. Com uma interessante relação entre peso e potência de 9,7 kg/cv, o carro mostra certa facilidade em acelerar, frear e ir de um lado para o outro nas curvas. LEIA MAIS: Nissan Kicks 1.6 manual: versão mais em conta não faz feio no dia a dia O que também agrada é a boa posição de dirigir, além da direç... http://www.jornalodiario.com.br/geral/carro/confira-os-5-melhores-suvsde-ate-r-150-mil-queexperimentamos/150588 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Confira os 5 melhores SUVs de até R$ 150 mil que experimentamos - Lapada Lapada 7746265 - LAPADA LAPADA - 25/06/2018
Compartilhar no Facebook Tweet O segmento de SUVs continua sendo o que mais cresce atualmente em vendas. De acordo com os dados da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), na comparação do acumulado de janeiro a maio de 2017 com o mesmo período deste ano, a participação dos utilitários esportivos nas vendas passou de 21,6% para 24,2%. Mas quais são os melhores SUVs? LEIA MAIS: Veja 5 SUVs que você nem lembra que são vendidos no Brasil As vendas de SUVs tem sido tão significativas em relação a outros segmentos que estão chegando próximo dos haches pequenos, que geralmente abrange um volume de modelos com preços mais em conta e, portanto, mais acessíveis. De qualquer forma, na lista abaixo, mostramos qual foram os melhores SUVs , de até R$ 150 mil, que mais gostamos depois das nossas avaliações. 1 – Nissan Kicks S 1.6 manual – R$ 72.990 O SUV mais em conta da lista tem entre os destaques o pacote opcional que inclui controles de estabilidade e tração, oferecido por R$ 1.200, o que não está disponível nos rivais na mesma faixa de preço. Com o ele o carro fica mais seguro, mantendo a relativa leveza que acaba ajudando na agilidade e na economia de combustível. Com uma interessante relação entre peso e potência de 9,7 kg/cv, o carro mostra certa facilidade em acelerar, frear e ir de um lado para o outro nas curvas. LEIA MAIS: Nissan Kicks 1.6 manual: versão mais em conta não faz feio no dia a dia O que também agrada é a boa posição de dirigir, além da direção com assistência elétrica bem acertada como parte do conjunto que torna o Kicks bom de dirigir. Entre os itens de segurança, há ancoragem iSOFIX para cadeiras infantis, além do duplo airbag exigido por lei. 2 – Hyundai Creta 1.6 automático – R$ 88.090 Entre os SUVs compactos, o modelo da marca coreana se mostrou o mais bem acertado no cômputo geral, além de contar com uma relação entre custo e benefício interessante. Entre os itens de série da versão Pulse Plus 1.6 automática há multimídia com tela sensível ao toque com GPS embutido, rodas de aro 17, ISOFIX, sistema Stop-Start, monitoramento da pressão dos pneus, faróis auxiliares de neblina, manobra do câmbio revestida de couro, entre outros itens. LEIA MAIS: Hyundai Creta Pulse Plus 1.6: andamos na versão mais interessante do SUV Na estrada, o que impressiona é o bom isolamento acústico, mesmo em velocidades mais altas. Além disso, o carro não mostra vibração e agrada pela eficiência do conjunto mecânico que inclui motor 1.6, flex, de 130 cv e câmbio automático de seis marchas. E na cidade, a suspensão que absorve bem as irregularidades do piso é o principal destaque. Na hora de estacionar, a câmera de ré e os sensores no para-choque traseiro dão uma ajuda valiosa. 3 – VW Tiguan AllSpace 1.4 – R$ 129.990 A nova geração do SUV da marca alemã se tornou um dos mais recomendáveis hoje em dia. Com a nova plataforma MQB, o utilitário esportivo ficou mais eficiente e equilibrado, além de mais espaçoso. A distância entre-eixos ficou 185 mm maior e o porta-malas pode levar generosos 710 litros na versão de cinco lugares. LEIA MAIS: Volkswagen Tiguan Allspace enfrenta Peugeot 5008, ambos com sete lugares A nova estrutura, em conjunto com o motor 1.4 turbo,flex, de 150 cv e o câmbio manual de seis marchas deixou o carro com uma dinâmica mais refinada, bom de contornar curvas e ágil em qualquer situação. O cluster digital e configurável, bem como a boa central multimídia com GPS estão entre os principais destaques do utilitário esportivo trazido do México. 4– Kia Sportage 2.0 flex – 139.490
A não ser pelo consumo de combustível acima do ideal, o SUV coreano nos surpreendeu em vários aspectos. Já começa pelo desenho arrojado, assinado pelo designer alemão Peter Schreyer, vindo da Audi. Depois, pela boa ergonomia, com todos os comandos bem localizados e fáceis de serem acionados. A central multimídia que exibe até videos em MP4 é outro ponto positivo do carro que tem uma lista generosa de itens de série. LEIA MAIS: Jeep Compass x Kia Sportage: acompanhe essa briga boa de titãs Ao rodar, o SUV voltou a agradar por se dar bem no piso mal conservado na maioria das nossas vias no Brasil. Não raspa a parte de baixo em valetas e lombadas, contorna curvas em segurança e anda em silêncio. Além disso, transmite segurança nas frenagens e garante boa visibilidade, inclusive a proporcionada pelos retrovisores. 5 – Jeep Compass Longitude Diesel – R$ 148.990 É o SUV mais caro da lista, mas o único a diesel, o que garante boa relação entre desempenho e consumo. De fato, o 2.0, sobrealimentado, gera 170 cv e bons 35,7 kgfm de torque a meros 1.750 rpm. Isso significa que há boa força desde as primeiras marcações do contagiros para ultrapassagens rápidas e seguras gastando pouco combustível com ajuda do câmbio automático de 9 marchas. LEIA MAIS: Aventureiro de verdade: aceleramos o Jeep Compass Diesel Além do bom conjunto mecânico, o Compass a diesel tem o porte ideal, o que leva a um bom espaço interno sem ser grande demais para estacionar nas vagas apertadas de shoppings e condomínios. Ponto positivo também para a lista de equipamentos com tração 4×4, bancos de couro, rodas de aro 18, ar-condicionado bizone, entre outros itens que tornam o Jeep um dos melhores SUVs à venda atualmente no Brasil. http://lapadalapada.com.br/2018/06/25/confira-os-5-melhores-suvsde-ate-r-150-mil-queexperimentamos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Um em cada seis carros vendidos na Islândia é elétrico 7746266 - VERDE SOBRE RODAS - 26/06/2018
Fria, distante e diferente. A Islândia como país está bem diferente do que é time da seleção. Eles se classificaram para a Copa do Mundo nas eliminatórias europeias e viraram sensação. Ali, a equipe já conquistava corações e no torneio mundial está fazendo o mesmo, de novo. O país sofreu com a crise mundial de 2009 entrando em forte recessão e que chegou a pedir falência. Hoje vive majoritariamente do turismo. A Islândia é mais conhecida pela cantora Bjork e pelo vulcão de nome impronunciável, o Eyjafjallajökull. No mercado de carros, assim como territorialmente, é pequeno. Em 2017, o mercado total de veículos (carros de passeio + comerciais leves) ficou pouco acima de 23.911 unidades. Como comparação, em um mês o Chevrolet Onix costuma vender cerca de 15 mil exemplares no Brasil. Se a Islândia fosse um veículo, na lista da Fenabrave ela estaria entre os 30 mais vendidos. Levando em conta o fechamento de 2017, ela brigaria com o Chevrolet Spin (24.713) e o Nissan Versa (23.370) carros que foram o 28º e o 29º, respectivamente. Desse total, 21.325 são carros de passeio e apenas 2.041 são comerciais leves. Nas ruas, a velocidade máxima geral é de 50km/h em áreas urbanas, 80 km/h em estradas rurais e 90 km/h em rodovias. Lá, os faróis ligados são obrigatórios durante o dia ou a noite e a lei seca é regra: nenhuma porcentagem de álcool para motoristas. De acordo com a Autoridade Islandesa de Transporte, um a cada seis carros vendidos no país em 2017 eram elétricos ou híbridos. Isso representa cerca de 16% das vendas. Em 2016, apenas 5,8% eram desse tipo. Dos 16%, 11% são de híbridos e 5% de 100% elétricos, como, por exemplo, o BMW i3. Para aumentar a chegada e a venda desses modelos, o governo da Islândia retirou os impostos e taxas, para que fiquem mais baratos e acessíveis. Um gargalo que ocorre lá, assim como no Brasil, ainda é o baixo nível de pontos de recarga disponíveis para carros elétricos. VerdeSobreRodas, o ponto de encontro com a mobilidade sustentável Postagem: Um em cada seis carros vendidos na Islândia é elétrico Publicado no Verdesobrerodas?? Por Jornal do Carro Estadão conteúdo http://www.verdesobrerodas.com.br/2018/06/um-em-cada-seis-carros-vendidos-na.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Evaldo Costa Estado: Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Confira os 5 melhores SUVs de até R$ 150 mil que experimentamos - URGENTE NEWS 7746268 - URGENTE NEWS - 25/06/2018
Compartilhar no Facebook Tweet O segmento de SUVs continua sendo o que mais cresce atualmente em vendas. De acordo com os dados da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), na comparação do acumulado de janeiro a maio de 2017 com o mesmo período deste ano, a participação dos utilitários esportivos nas vendas passou de 21,6% para 24,2%. Mas quais são os melhores SUVs? LEIA MAIS: Veja 5 SUVs que você nem lembra que são vendidos no Brasil As vendas de SUVs tem sido tão significativas em relação a outros segmentos que estão chegando próximo dos haches pequenos, que geralmente abrange um volume de modelos com preços mais em conta e, portanto, mais acessíveis. De qualquer forma, na lista abaixo, mostramos qual foram os melhores SUVs , de até R$ 150 mil, que mais gostamos depois das nossas avaliações. 1 – Nissan Kicks S 1.6 manual – R$ 72.990 O SUV mais em conta da lista tem entre os destaques o pacote opcional que inclui controles de estabilidade e tração, oferecido por R$ 1.200, o que não está disponível nos rivais na mesma faixa de preço. Com o ele o carro fica mais seguro, mantendo a relativa leveza que acaba ajudando na agilidade e na economia de combustível. Com uma interessante relação entre peso e potência de 9,7 kg/cv, o carro mostra certa facilidade em acelerar, frear e ir de um lado para o outro nas curvas. LEIA MAIS: Nissan Kicks 1.6 manual: versão mais em conta não faz feio no dia a dia O que também agrada é a boa posição de dirigir, além da direção com assistência elétrica bem acertada como parte do conjunto que torna o Kicks bom de dirigir. Entre os itens de segurança, há ancoragem iSOFIX para cadeiras infantis, além do duplo airbag exigido por lei. 2 – Hyundai Creta 1.6 automático – R$ 88.090 Entre os SUVs compactos, o modelo da marca coreana se mostrou o mais bem acertado no cômputo geral, além de contar com uma relação entre custo e benefício interessante. Entre os itens de série da versão Pulse Plus 1.6 automática há multimídia com tela sensível ao toque com GPS embutido, rodas de aro 17, ISOFIX, sistema Stop-Start, monitoramento da pressão dos pneus, faróis auxiliares de neblina, manobra do câmbio revestida de couro, entre outros itens. LEIA MAIS: Hyundai Creta Pulse Plus 1.6: andamos na versão mais interessante do SUV Na estrada, o que impressiona é o bom isolamento acústico, mesmo em velocidades mais altas. Além disso, o carro não mostra vibração e agrada pela eficiência do conjunto mecânico que inclui motor 1.6, flex, de 130 cv e câmbio automático de seis marchas. E na cidade, a suspensão que absorve bem as irregularidades do piso é o principal destaque. Na hora de estacionar, a câmera de ré e os sensores no para-choque traseiro dão uma ajuda valiosa. 3 – VW Tiguan AllSpace 1.4 – R$ 129.990 A nova geração do SUV da marca alemã se tornou um dos mais recomendáveis hoje em dia. Com a nova plataforma MQB, o utilitário esportivo ficou mais eficiente e equilibrado, além de mais espaçoso. A distância entre-eixos ficou 185 mm maior e o porta-malas pode levar generosos 710 litros na versão de cinco lugares. LEIA MAIS: Volkswagen Tiguan Allspace enfrenta Peugeot 5008, ambos com sete lugares A nova estrutura, em conjunto com o motor 1.4 turbo,flex, de 150 cv e o câmbio manual de seis marchas deixou o carro com uma dinâmica mais refinada, bom de contornar curvas e ágil em qualquer situação. O cluster digital e configurável, bem como a boa central multimídia com GPS estão entre os principais destaques do utilitário esportivo trazido do México. 4– Kia Sportage 2.0 flex – 139.490
A não ser pelo consumo de combustível acima do ideal, o SUV coreano nos surpreendeu em vários aspectos. Já começa pelo desenho arrojado, assinado pelo designer alemão Peter Schreyer, vindo da Audi. Depois, pela boa ergonomia, com todos os comandos bem localizados e fáceis de serem acionados. A central multimídia que exibe até videos em MP4 é outro ponto positivo do carro que tem uma lista generosa de itens de série. LEIA MAIS: Jeep Compass x Kia Sportage: acompanhe essa briga boa de titãs Ao rodar, o SUV voltou a agradar por se dar bem no piso mal conservado na maioria das nossas vias no Brasil. Não raspa a parte de baixo em valetas e lombadas, contorna curvas em segurança e anda em silêncio. Além disso, transmite segurança nas frenagens e garante boa visibilidade, inclusive a proporcionada pelos retrovisores. 5 – Jeep Compass Longitude Diesel – R$ 148.990 É o SUV mais caro da lista, mas o único a diesel, o que garante boa relação entre desempenho e consumo. De fato, o 2.0, sobrealimentado, gera 170 cv e bons 35,7 kgfm de torque a meros 1.750 rpm. Isso significa que há boa força desde as primeiras marcações do contagiros para ultrapassagens rápidas e seguras gastando pouco combustível com ajuda do câmbio automático de 9 marchas. LEIA MAIS: Aventureiro de verdade: aceleramos o Jeep Compass Diesel Além do bom conjunto mecânico, o Compass a diesel tem o porte ideal, o que leva a um bom espaço interno sem ser grande demais para estacionar nas vagas apertadas de shoppings e condomínios. Ponto positivo também para a lista de equipamentos com tração 4×4, bancos de couro, rodas de aro 18, ar-condicionado bizone, entre outros itens que tornam o Jeep um dos melhores SUVs à venda atualmente no Brasil. http://www.urgentenews.com.br/2018/06/25/confira-os-5-melhores-suvsde-ate-r-150-mil-queexperimentamos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Confira os 5 melhores SUVs de até R$ 150 mil que experimentamos 7746270 - FOLHA ACADÊMICA - 25/06/2018
O segmento de SUVs continua sendo o que mais cresce atualmente em vendas. De acordo com os dados da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), na comparação do acumulado de janeiro a maio de 2017 com o mesmo período deste ano, a participação dos utilitários esportivos nas vendas passou de 21,6% para 24,2%. Mas quais são os melhores SUVs? As vendas de SUVs tem sido tão significativas em relação a outros segmentos que estão chegando próximo dos haches pequenos, que geralmente abrange um volume de modelos com preços mais em conta e, portanto, mais acessíveis. De qualquer forma, na lista abaixo, mostramos qual foram os melhores SUVs , de até R$ 150 mil, que mais gostamos depois das nossas avaliações. 1 – Nissan Kicks S 1.6 manual – R$ 72.990 Carlos Guimarães/iG Nissan Kicks: SUV simples, mas bem acertado mostra agilidade no dia a dia sem gastar muito combustível O SUV mais em conta da lista tem entre os destaques o pacote opcional que inclui controles de estabilidade e tração, oferecido por R$ 1.200, o que não está disponível nos rivais na mesma faixa de preço. Com o ele o carro fica mais seguro, mantendo a relativa leveza que acaba ajudando na agilidade e na economia de combustível. Com uma interessante relação entre peso e potência de 9,7 kg/cv, o carro mostra certa facilidade em acelerar, frear e ir de um lado para o outro nas curvas. O que também agrada é a boa posição de dirigir, além da direção com assistência elétrica bem acertada como parte do conjunto que torna o Kicks bom de dirigir. Entre os itens de segurança, há ancoragem iSOFIX para cadeiras infantis, além do duplo airbag exigido por lei. 2 – Hyundai Creta 1.6 automático – R$ 88.090 Divulgação Hyundai Creta 1.6 Plus automático agrada pelo bom isolamento acústico, e pela boa lista de equipamentos de série Entre os SUVs compactos, o modelo da marca coreana se mostrou o mais bem acertado no cômputo geral, além de contar com uma relação entre custo e benefício interessante. Entre os itens de série da versão Pulse Plus 1.6 automática há multimídia com tela sensível ao toque com GPS embutido, rodas de aro 17, ISOFIX, sistema Stop-Start, monitoramento da pressão dos pneus, faróis auxiliares de neblina, manobra do câmbio revestida de couro, entre outros itens. Na estrada, o que impressiona é o bom isolamento acústico, mesmo em velocidades mais altas. Além disso, o carro não mostra vibração e agrada pela eficiência do conjunto mecânico que inclui motor 1.6, flex, de 130 cv e câmbio automático de seis marchas. E na cidade, a suspensão que absorve bem as irregularidades do piso é o principal destaque. Na hora de estacionar, a câmera de ré e os sensores no para-choque traseiro dão uma ajuda valiosa. 3 – VW Tiguan AllSpace 1.4 – R$ 129.990 Divulgação VW Tiguan da nova geração ficou com dinâmica bem refinada como parte do conjunto mais eficiente A nova geração do SUV da marca alemã se tornou um dos mais recomendáveis hoje em dia. Com a nova plataforma MQB, o utilitário esportivo ficou mais eficiente e equilibrado, além de mais espaçoso. A distância entre-eixos ficou 185 mm maior e o porta-malas pode levar generosos 710 litros na versão de cinco lugares. A nova estrutura, em conjunto com o motor 1.4 turbo,flex, de 150 cv e o câmbio manual de seis marchas deixou o carro com uma dinâmica mais refinada, bom de contornar curvas e ágil em qualquer situação. O cluster digital e configurável, bem como a boa central multimídia com GPS estão entre os principais destaques do utilitário esportivo trazido do
México. 4– Kia Sportage 2.0 flex – 139.490 Divulgação/Kia Kia Sportage surpreende pela boa dinâmica, ergonomia bem acertada e pelo arrojo das linhas. Mas poderia gastar menos A não ser pelo consumo de combustível acima do ideal, o SUV coreano nos surpreendeu em vários aspectos. Já começa pelo desenho arrojado, assinado pelo designer alemão Peter Schreyer, vindo da Audi. Depois, pela boa ergonomia, com todos os comandos bem localizados e fáceis de serem acionados. A central multimídia que exibe até videos em MP4 é outro ponto positivo do carro que tem uma lista generosa de itens de série. Ao rodar, o SUV voltou a agradar por se dar bem no piso mal conservado na maioria das nossas vias no Brasil. Não raspa a parte de baixo em valetas e lombadas, contorna curvas em segurança e anda em silêncio. Além disso, transmite segurança nas frenagens e garante boa visibilidade, inclusive a proporcionada pelos retrovisores. 5 – Jeep Compass Longitude Diesel – R$ 148.990 Divulgação/Jeep Jeep Compass com motor a diesel e câmbio de 9 marchas anda bem e gasta pouco, além de ter o porte ideal É o SUV mais caro da lista, mas o único a diesel, o que garante boa relação entre desempenho e consumo. De fato, o 2.0, sobrealimentado, gera 170 cv e bons 35,7 kgfm de torque a meros 1.750 rpm. Isso significa que há boa força desde as primeiras marcações do contagiros para ultrapassagens rápidas e seguras gastando pouco combustível com ajuda do câmbio automático de 9 marchas. Além do bom conjunto mecânico, o Compass a diesel tem o porte ideal, o que leva a um bom espaço interno sem ser grande demais para estacionar nas vagas apertadas de shoppings e condomínios. Ponto positivo também para a lista de equipamentos com tração 4×4, bancos de couro, rodas de aro 18, ar-condicionado bizone, entre outros itens que tornam o Jeep um dos melhores SUVs à venda atualmente no Brasil. Comentários Facebook http://www.folhaacademica.com.br/confira-os-5-melhores-suvsde-ate-r-150-mil-queexperimentamos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Confira os 5 melhores SUVs de até R$ 150 mil que experimentamos 7746271 - IG - São Paulo - SP - 25/06/2018
O segmento de SUVs continua sendo o que mais cresce atualmente em vendas. De acordo com os dados da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), na comparação do acumulado de janeiro a maio de 2017 com o mesmo período deste ano, a participação dos utilitários esportivos nas vendas passou de 21,6% para 24,2%. Mas quais são os melhores SUVs? As vendas de SUVs tem sido tão significativas em relação a outros segmentos que estão chegando próximo dos haches pequenos, que geralmente abrange um volume de modelos com preços mais em conta e, portanto, mais acessíveis. De qualquer forma, na lista abaixo, mostramos qual foram os melhores SUVs , de até R$ 150 mil, que mais gostamos depois das nossas avaliações. 1 – Nissan Kicks S 1.6 manual – R$ 72.990 O SUV mais em conta da lista tem entre os destaques o pacote opcional que inclui controles de estabilidade e tração, oferecido por R$ 1.200, o que não está disponível nos rivais na mesma faixa de preço. Com o ele o carro fica mais seguro, mantendo a relativa leveza que acaba ajudando na agilidade e na economia de combustível. Com uma interessante relação entre peso e potência de 9,7 kg/cv, o carro mostra certa facilidade em acelerar, frear e ir de um lado para o outro nas curvas. O que também agrada é a boa posição de dirigir, além da direção com assistência elétrica bem acertada como parte do conjunto que torna o Kicks bom de dirigir. Entre os itens de segurança, há ancoragem iSOFIX para cadeiras infantis, além do duplo airbag exigido por lei. 2 - Hyundai Creta 1.6 automático – R$ 88.090 Entre os SUVs compactos, o modelo da marca coreana se mostrou o mais bem acertado no cômputo geral, além de contar com uma relação entre custo e benefício interessante. Entre os itens de série da versão Pulse Plus 1.6 automática há multimídia com tela sensível ao toque com GPS embutido, rodas de aro 17, ISOFIX, sistema Stop-Start, monitoramento da pressão dos pneus, faróis auxiliares de neblina, manobra do câmbio revestida de couro, entre outros itens. Na estrada, o que impressiona é o bom isolamento acústico, mesmo em velocidades mais altas. Além disso, o carro não mostra vibração e agrada pela eficiência do conjunto mecânico que inclui motor 1.6, flex, de 130 cv e câmbio automático de seis marchas. E na cidade, a suspensão que absorve bem as irregularidades do piso é o principal destaque. Na hora de estacionar, a câmera de ré e os sensores no para-choque traseiro dão uma ajuda valiosa. 3 – VW Tiguan AllSpace 1.4 – R$ 129.990 A nova geração do SUV da marca alemã se tornou um dos mais recomendáveis hoje em dia. Com a nova plataforma MQB, o utilitário esportivo ficou mais eficiente e equilibrado, além de mais espaçoso. A distância entre-eixos ficou 185 mm maior e o porta-malas pode levar generosos 710 litros na versão de cinco lugares. A nova estrutura, em conjunto com o motor 1.4 turbo,flex, de 150 cv e o câmbio manual de seis marchas deixou o carro com uma dinâmica mais refinada, bom de contornar curvas e ágil em qualquer situação. O cluster digital e configurável, bem como a boa central multimídia com GPS estão entre os principais destaques do utilitário esportivo trazido do México. 4– Kia Sportage 2.0 flex – 139.490 A não ser pelo consumo de combustível acima do ideal, o SUV coreano nos surpreendeu em vários aspectos. Já começa pelo desenho arrojado, assinado pelo designer alemão Peter Schreyer, vindo da Audi. Depois, pela boa ergonomia, com todos os comandos bem localizados e fáceis de serem acionados. A central multimídia que exibe até videos em MP4 é outro ponto positivo do carro que tem uma lista generosa de itens de série. Ao rodar, o SUV voltou a agradar por se dar bem no piso mal conservado na maioria das nossas vias no Brasil. Não raspa a parte de baixo em valetas e lombadas, contorna curvas em segurança e anda em silêncio. Além disso, transmite segurança nas frenagens e garante boa visibilidade, inclusive a proporcionada pelos retrovisores.
5 – Jeep Compass Longitude Diesel – R$ 148.990 É o SUV mais caro da lista, mas o único a diesel, o que garante boa relação entre desempenho e consumo. De fato, o 2.0, sobrealimentado, gera 170 cv e bons 35,7 kgfm de torque a meros 1.750 rpm. Isso significa que há boa força desde as primeiras marcações do contagiros para ultrapassagens rápidas e seguras gastando pouco combustível com ajuda do câmbio automático de 9 marchas. Além do bom conjunto mecânico, o Compass a diesel tem o porte ideal, o que leva a um bom espaço interno sem ser grande demais para estacionar nas vagas apertadas de shoppings e condomínios. Ponto positivo também para a lista de equipamentos com tração 4x4, bancos de couro, rodas de aro 18, ar-condicionado bizone, entre outros itens que tornam o Jeep um dos melhores SUVs à venda atualmente no Brasil. http://carros.ig.com.br/2018-06-25/melhores-suvs.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022, maior parte em produtos 7746273 - JORNAL FLORIPA - Florianópolis - SC - 25/06/2018
GERAL - 25/06/2018 16h51 ? ?? Tweet ? SÃO PAULO (Reuters) - O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de 14 bilhões de reais até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítalo-americana para dois dígitos. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. "Fábricas novas é o que menos precisamos...Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um "dígito bom". O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos, uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE). Do valor a ser investido na América Latina até 2022, que faz parte de um pacote global de 45 bilhões de euros, 90 por cento deve ser aplicado no Brasil, afirmou Filosa. Os recursos serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8 por cento até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3 por cento um ano antes. "Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5 por cento ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos", disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67 por cento do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90 por cento. Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: "Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes", disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. "Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet
sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11 por cento sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22 por cento. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17 por cento, a 965 mil unidades. (Por Alberto Alerigi Jr.) http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/noticia.php?id=56905490 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022 7746274 - SÓ FATOS - 25/06/2018
SÃO PAULO – O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de R$ 14 bilhões até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítaloamericana para dois dígitos.O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que, do valor a ser investido na América Latina até 2022, 90% devem ser aplicados no Brasil.LEIA MAIS: Greve derrubou produção e retraiu venda de veículos em maio, mostra AnfaveaVEJA TAMBÉM: País expandiu frota de caminhões, mas falta de carga derrubou preço do freteOs recursos — que fazem parte de um pacote global de 45 bilhões de euros — serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM.Segundo o executivo, o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região.CONFIRA: Volkswagen e Ford anunciam aliança e planejam fabricar carros juntas“Fábricas novas é o que menos precisamos…Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção”, disse Filosa.Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um “dígito bom”.NO BRASIL: 25 LANÇAMENTOS ATÉ 2022O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos: uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE).A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8% até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3% um ano antes.E AINDA: Volks negocia parceria com o maior grupo de serviços de transporte por aplicativo da China“Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5% ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos”, disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67% do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90%.Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país.Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: “Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes”, disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados.Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos.“Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida”, disse o executivo sem dar detalhes.De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11% sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22%. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17%, a 965 mil unidades. Leia a notícia completa em O Globo Fiat Chrysler investirá R bi na América Latina até 2022 https://sofatos.com.br/fiat-chrysler-investira-r14-bi-na-america-latina-ate-2022/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE
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Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022 7746275 - O GLOBO - Rio de Janeiro - RJ - 25/06/2018
SÃO PAULO - O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de R$ 14 bilhões até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítaloamericana para dois dígitos. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que, do valor a ser investido na América Latina até 2022, 90% devem ser aplicados no Brasil. Os recursos — que fazem parte de um pacote global de 45 bilhões de euros — serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. Segundo o executivo, o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. “Fábricas novas é o que menos precisamos...Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção”, disse Filosa. Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um “dígito bom”. NO BRASIL: 25 LANÇAMENTOS ATÉ 2022 O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos: uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE). A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8% até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3% um ano antes. “Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5% ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos”, disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67% do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90%. Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: “Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes”, disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. “Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida”, disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11%
sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22%. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17%, a 965 mil unidades. https://oglobo.globo.com/economia/carros/fiat-chrysler-investira-r14-bi-na-america-latina-ate2022-22819746 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Reuters Estado: RJ Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Fiat Chrysler investirá R$14 bi na América Latina até 2022, maior parte em produtos 7746277 - YAHOO - São Paulo - SP - 25/06/2018
SÃO PAULO (Reuters) - O grupo Fiat Chrysler (FCA) deve investir na América Latina cerca de 14 bilhões de reais até 2022, em um dos maiores planos de investimento em produto da companhia na região nos últimos anos e que é focado em novos veículos com maior margem de lucro para elevar a rentabilidade da montadora ítalo-americana para dois dígitos. O presidente da companhia para América Latina, Antonio Filosa, afirmou a jornalistas que o grupo espera elevar suas vendas na região de 700 mil veículos neste ano para 1 milhão em 2022, com o plano em que a empresa vai focar nas marcas Fiat, Jeep e RAM em um momento em que rivais como General Motors, PSA, Honda e Toyota renovam linhas de produtos no Brasil, maior mercado da região. "Fábricas novas é o que menos precisamos...Vamos investir em produto, ampliar eficiência das fábricas com automação e digitalização. Precisamos baixar o custo de produção", disse Filosa. Ele não deu detalhes sobre o desempenho financeiro da FCA na América Latina, mas afirmou que atualmente a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização na região é de um "dígito bom". O executivo afirmou que a FCA tem capacidade para produzir na América Latina 1,25 milhão de veículos por ano, dos quais cerca de 1 milhão apenas no Brasil, onde a empresa tem duas fábricas de veículos, uma em Betim (MG) e outra em Goiana (PE). Do valor a ser investido na América Latina até 2022, que faz parte de um pacote global de 45 bilhões de euros, 90 por cento deve ser aplicado no Brasil, afirmou Filosa. Os recursos serão usados em uma renovação da linha da Fiat focada em veículos utilitários, aumento da quantidade de modelos Jeep vendidos no país e importação ou possível produção local de picapes de grande porte da RAM. A Fiat é atualmente a terceira maior vendedora de carros e comerciais leves do Brasil, depois de ter passado mais de uma década na liderança do mercado. A participação da companhia no total de vendas neste ano era de 12,8 por cento até o final de maio, segundo dados da associação de concessionários, Fenabrave, queda ante os 13,3 por cento um ano antes. "Temos ambição de crescer nosso faturamento em 5 por cento ao ano (na região) e vamos fazer isso capturando participação de mercado com novos produtos", disse o executivo. Segundo ele, atualmente a FCA está presente em 67 por cento do mercado de veículos brasileiro, ficando de fora de segmentos como picapes grandes e tendo pouca presença em utilitários esportivos (SUVs), segmentos que continuaram crescendo no país mesmo durante a crise econômica. Com os novos recursos, esse percentual de presença será elevado para perto de 90 por cento. Dentro dos planos, a FCA vai lançar no Brasil 15 novos modelos da Fiat e a Jeep terá 10 lançamentos até 2022. A marca RAM poderá lançar no país uma picape com capacidade para 1 tonelada de carga entre 2021 e 2022, que poderá ser produzida no México e importada ou produzida em Goiana, disse Filosa. Ele não precisou se o grupo lançará uma terceira rede de concessionários para a marca ou se aproveitará recursos de sua atual estrutura no país. Na Fiat, mais conhecida por modelos populares como Uno e Mobi, a empresa deve lançar três utilitários: "Uma SUV de acesso, uma familiar e uma maior, para famílias grandes", disse Filosa. Na Jeep, a maior parte dos modelos novos serão importados. Ele ainda afirmou que depois de um tombo nas vendas do mercado no final de maio por causa da greve dos caminhoneiros, os licenciamentos totais se recuperaram para níveis anteriores à paralisação. Ele comentou que a fábrica em Goiana está operando em três turnos e que a empresa avalia investimento para elevar a capacidade da unidade de 250 mil para 350 mil veículos anuais nos próximos anos. "Durante os 10 dias de greve as vendas baixaram bastante, mas as pesquisas na Internet sobre nossos modelos não. Quando acabou a greve, o ritmo de vendas subiu e chegou a um patamar em que estávamos antes, recuperando a velocidade perdida", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a maio, a Fiat acumulou vendas de 118,9 mil veículos no Brasil, alta de 11 por cento sobre um ano antes, conforme a Fenabrave. Já a Jeep, registrou 41 mil emplacamentos, crescimento de cerca de 22 por cento. O mercado como um todo apurou crescimento no período de 17 por cento, a 965 mil unidades.
(Por Alberto Alerigi Jr.) https://br.noticias.yahoo.com/fiat-chrysler-investir%C3%A1-r-14-bi-na-am%C3%A9rica165513750--finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 26/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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