Clipping FENABRAVE 13.05.2019

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Clipping Modelo não para de crescer | SUVs viram mania e vão além da moda passageira; entenda 8232298 - 24 BRASIL - 12/05/2019

Você ainda acredita que os modelos do tipo SUV, os utilitários esportivos, são uma moda passageira? É melhor começar a repensar. Hoje o segmento formado por crossovers e SUVs não para de crescer em todo o mundo, inclusive no Brasil. Aqui, já responde por 25% do mercado de automóveis, segundo a Fenabrave, entidade que reúne os revendedores de veículos. Goste ou não, uma coisa é certa: você ainda vai ter um SUV na garagem. No Brasil, o Ford EcoSport, lançado em 2003, foi o primeiro utilitário desenvolvido sobre a plataforma de um carro de passeio pequeno -- no caso, o Fiesta. Na época, SUVs "raiz", com carroceria sobre chassi e equipados com tração 4x4 e reduzida, já faziam sucesso. O exemplo do EcoSport foi seguido por outras montadoras. Você pode se perguntar: o que leva alguém a escolher um SUV compacto em vez de levar um hatch médio ou um bom sedã familiar? Carroceria elevada e maior espaço interno são alguns motivos. Confira o vídeo para saber mais. O Programa Auto+ está de casa nova na temporada 2019. A partir de abril, passa a ser exibido nas noites de sábado pela RedeTV!, sempre às 19h. É a volta do programa à grade onde esteve por três anos, entre 2008 e 2010. Criado em 2005 por Benê Gomes, o Auto+ também tem o jornalista Marcello SantAnna dividindo a apresentação da atração, com produção da Auto+ Entretenimento, empresa especializada em promoção de eventos automotivos e de esporte a motor. *Com reportagem de Diego Dias http://www.24brasil.com/geral/modelo-nao-para-de-crescer-suvs-viram-mania-e-vao-alem-damoda-passageira-entenda/522962-noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mas Aqui estão alguns links que podem ser úteis: 8232300 - GAÚCHA - Porto Alegre - RS - 12/05/2019

Sem conexão Vendas para locadoras e boa safra agrícola influenciaram resultado no início do ano Fernando Gomes / Agencia RBS As vendas de carros percorrem trajeto de retomada gradual no Rio Grande do Sul após engatarem marcha a ré durante a crise econômica. De janeiro a abril deste ano, 44,1 mil automóveis de passeio e comerciais leves zero-quilômetro foram emplacados no Estado, avanço de 2,3% em relação a igual período de 2018. Os dados integram pesquisa do Sincodiv-RS, que representa as concessionárias e as distribuidoras. Segundo o levantamento, o número de veículos negociados é o maior para o primeiro quadrimestre desde 2015, quando o mercado gaúcho havia registrado vendas de 51,9 mil unidades. Apesar do crescimento, o setor ainda não recuperou totalmente as perdas causadas pela crise. Entre janeiro e abril de 2014, último ano antes da recessão, 69,5 mil automóveis haviam sido negociados no Estado, volume 36,5% superior ao de 2019. Vice-presidente do Sincodiv-RS, Tarso Zanatta afirma que a alta nos últimos quatro meses foi influenciada, em grande parte, pelas vendas diretas de fabricantes para clientes como locadoras de carros. O desempenho positivo de segmentos da agropecuária, acrescenta Zanatta, também beneficiou os negócios, especialmente no interior do Estado. — Não foram só os negócios para locadoras que tiveram impacto no resultado. A safra de verão respingou de maneira positiva nas vendas de veículos, inclusive de automóveis. A geração de riquezas no Interior é bastante focada na área agrícola e repercute em toda a população — analisa. Depois de pesquisar ofertas de diferentes marcas, Lena Lúcia Matos da Silva, 52 anos, fechou acordo para comprar em abril um Chevrolet Prisma, modelo 2019, em uma concessionária de Canoas, na Região Metropolitana. É o primeiro automóvel que a professora aposentada adquire desde que deixou Manaus, há seis anos, para viver perto dos cinco filhos em Porto Alegre. — Consegui um bom desconto após fazer uma pesquisa de mercado. Isso pesou na minha decisão, além do fato de que desejava ter o carro que comprei — destaca a professora aposentada. Na comparação com o desempenho nacional, o Rio Grande do Sul ficou para trás. Entre janeiro e abril, a alta nas vendas de automóveis de passeio e comerciais leves no país chegou a 8,7%. No período, o Brasil teve 801,3 mil novas unidades emplacadas, aponta a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). — O Estado passa por crise fiscal, que dificulta crescimento mais expressivo das vendas em relação a outras regiões do país. Além disso, a tributação mais alta de produtos como gasolina também se reflete na ponta para o consumidor — observa Zanatta. Na avaliação de analistas e empresários, o mercado automotivo tende a seguir no azul em 2019. Gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato Dynamics, Milad Kalume Neto projeta crescimento médio acima de 10% nas vendas nacionais de automóveis de passeio e comerciais leves no acumulado do ano. — Sem dúvidas, o mercado vem mostrando maior força de reação — define Kalume Neto. O pesquisador Antônio Jorge Martins, que coordena cursos na área automotiva da Fundação Getulio Vargas (FGV), frisa que o potencial de crescimento do setor está relacionado, em parte, à demanda reprimida pela crise econômica. Para o especialista, a tendência é de que as montadoras apostem, cada vez mais, no avanço de recursos tecnológicos para atrair clientes. — O carro passará a ser um celular sobre rodas — sentencia. A pesquisa do Sincodiv-RS também contempla categorias como caminhões, ônibus e motos. Na soma de todos os grupos, o Rio Grande do Sul emplacou 60,8 mil veículos entre janeiro e abril. O resultado equivale a avanço de 5,6% frente a igual período do ano passado. No Brasil, a alta geral foi mais robusta, de 12,2%. Com crise argentina, produção não cresce


Enquanto as vendas de automóveis de passeio e comerciais leves cresceram no mercado interno, a atividade nas montadoras ficou relativamente estável nos primeiros quatro meses do ano. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), 922,3 mil unidades foram produzidas entre janeiro e abril no país, número 0,01% superior ao verificado em igual período de 2018. A entidade não divulga os dados com recorte estadual. Para analistas, a produção estagnada deve-se, em parte, ao revés no mercado internacional. No primeiro quadrimestre, as exportações de automóveis de passageiros despencaram 40%, para US$ 1,2 bilhão, conforme o Ministério da Economia. No Rio Grande do Sul, a redução em termos percentuais foi maior, de 47,4%, para US$ 132 milhões, segundo dados preliminares da pasta. O tombo está relacionado à crise econômica que atormenta a Argentina, principal destino dos carros enviados pelo Brasil ao Exterior. De janeiro a abril, as exportações de automóveis ao país comandado pelo presidente Mauricio Macri caíram 54%, para US$ 748 milhões. — O mercado interno brasileiro está mais aquecido. Caso não fosse afetada pela queda nas exportações, a produção cresceria mais. O Brasil já vendeu bem mais para o Exterior. Não é fácil exportar — comenta o pesquisador Antônio Jorge Martins, que coordena cursos na área automotiva da Fundação Getulio Vargas (FGV). Gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato Dynamics, Milad Kalume Neto classifica como “gravíssimos” os impactos da crise na Argentina. Para o especialista, o governo federal deve trabalhar em busca de novos acordos comerciais para que a indústria consiga driblar percalços. — O setor está buscando novos mercados na América do Sul, como Peru e Uruguai. Mas falta ao país o amadurecimento de novos acordos bilaterais — argumenta Kalume Neto. https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2019/05/rs-tem-maior-venda-de-carroszero-quilometro-em-quatro-anos-cjvliuqbi03gb01peiif59f6i.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Compra e Venda de carros? Veja as dicas do DETRAN 8232302 - MIX VALE - 13/05/2019

Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 12 de maio de 2019 Compra e Venda de carros? Veja as dicas do DETRAN. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;


No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/05/12/compra-e-venda-de-carros-veja-as-dicas-do-detran/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Produção de veículos fica estável em abril 8232303 - USINAGEM BRASIL - 12/05/2019

Publicação exclusiva do site Usinagem Brasil www.usinagem-brasil.com.br Produção de veículos fica estável em abril (12/05/2019) - A produção de veículos no último mês de abril praticamente repetiu os resultados do mesmo mês de 2018, de acordo com a Anfavea. Foram fabricados 267.546 carros, veículos comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus. Em abril do ano passado, foram produzidas 266.140 unidades. O número representa elevação de apenas 0,5% em comparação com abril de 2018. Já no acumulado de 2019, foram produzidos 965.393 veículos, diante dos 965.894 fabricados nos quatro primeiros meses de 2018, ligeira queda de 0,1%. Isoladamente, a produção de caminhões teve o melhor desempenho. Subiu em abril deste ano para 9.412 unidades, contra as 9.095 de um ano antes, aumento de 3,5%. No acumulado do ano, houve alta de 1,9%, de 33.529 para 34.173 unidades. Já as vendas de veículos novos surpreenderam positivamente. Subiram 6,7% em abril deste ano diante de abril de 2018. Somaram 231.952 unidades vendidas, segundo a Fenabrave, a associação das concessionárias. No acumulado dos primeiros quatro meses do ano, os emplacamentos de novas unidades totalizaram 839,5 mil, uma alta de 10,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações continuam mal, sobretudo devido à crise argentina: em abril a retração ficou em 52,3% em comparação com o mesmo mês do ano passado, com a exportação de 34,9 mil veículos. No acumulado de janeiro a abril, foi registrada queda de 45%, com a comercialização de 139,5 mil unidades no mercado externo. No mesmo período do ano passado, as vendas para o exterior totalizaram 253,4 mil veículos. “As montadoras estão tentando buscar outros mercados para compensar as perdas na Argentina", disse o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. Segundo ele, a expectativa é de se produzir no país 500 mil veículos para exportação neste ano. Para a Anfavea, os números, vistos em conjunto, não são ruins, e indicam que o segmento vem se recuperando gradualmente. A entidade aponta que os números representam uma recuperação, uma vez que a base anterior era baixa. De qualquer forma, a oferta de empregos pelo setor continua anêmica. O nível de emprego nas montadoras instaladas no Brasil teve retração de 1,2%, com 130,15 mil pessoas trabalhando no setor em abril. http://www.usinagem-brasil.com.br/14016-producao-de-veiculos-fica-estavel-em-abril/print/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Emplacamentos apresentam crescimento de 16% 8232306 - FOLHA REGIONAL MT - Rondonópolis - MT - 12/05/2019

Todos os segmentos, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, registraram aumento das vendas no acumulado de janeiro a abril em Mato Grosso, segundo dados divulgados pela Fenabrave, entidade que representa o setor de distribuição e concessionárias. Foram 33.658 unidades, de janeiro a abril. O dado representa aumento de 16,1% ante as 28.987 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado. Por segmento - Nos automóveis e comerciais leves, houve alta de 9,5% sobre mesmo período do ano passado, com mais de 15,5 mil unidades emplacadas. Nos pesados, que inclui caminhões e ônibus, o aumento foi ainda maior, de 41,5%, para 1,3 mil unidades emplacadas. Neste segmento, a maior parte das vendas se refere a caminhões com 1.184 unidades. Também o setor de duas rodas elevou as vendas em 16,1% ao emplacar 13,8 mil motos. Outras comparações - Em abril, foram emplacados 9.455 veículos, 17,4% acima do volume registrado no mesmo mês do ano passado, com 8.051 licenciamentos. Na comparação com março deste ano, quando foram licenciadas 8.202 unidades, houve um acréscimo de 15,28%. Representatividade dos segmentos - Do total comercializado no quadrimestre, 15.572 são dos segmentos de automóveis e comerciais leves, que registraram forte crescimento de 9,55% perante igual período do ano passado, quando foram licenciadas 14.215 unidades. Esse segmento representa 46,2% da participação nas vendas gerais. “A maioria das marcas cresceu e poucas registraram baixas. No geral, o mercado continua em recuperação”, comenta o diretor do Grupo Saga, Edson Maia. Em seguida, destaca-se a comercialização de motos com 41% do mercado em Mato Grosso. Com apenas 3,88% de participação no mercado, as vendas de caminhões, que crescem 41,5% no acumulado do ano, é um bom indicativo de um agronegócio pujante, setor que mais adquire esses veículos. Análise - Para o diretor regional da Fenabrave em Mato Grosso, Paulo Boscolo, “o mercado segue a expectativa de crescimento. Destaca que a redução na inadimplência, aliada à queda da taxa de juros, vem favorecendo o setor”. Venda direta Boscolo explica que há uma migração do comércio de veículos para as vendas fechadas diretamente com as montadoras, o que preocupa as concessionárias. Esta modalidade chamada de venda direta de veículos consiste na comercialização entre a fábrica e o interessado no automóvel. Os negócios, na maioria das vezes, tem a intermediação da concessionária. Ainda assim, a nota fiscal sai da fábrica direto para o consumidor final. “A venda direta reduz o faturamento das lojas de veículos 0 km, redimensiona as lojas e reduz mão-de-obra. Em médio prazo, há o temor de que ocorra a redução no número de concessionárias”, avalia Boscolo. Ele complementa que o aumento das vendas diretas reflete uma mudança de hábito do consumidor e ”segura” os resultados das montadoras. “Algumas lojas e em alguns meses, as vendas diretas alcançam 40%. A modalidade abrange, principalmente, a venda para PCD (pessoas com deficiência), frotistas, locadoras e empresas de todos os portes, mas também agricultores”. http://www.regionalmt.com.br/noticia.php?id=19517 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping RS tem maior venda de carros zero-quilômetro em quatro anos 8232308 - ZERO HORA - Porto Alegre - RS - 12/05/2019

Sem conexão Vendas para locadoras e boa safra agrícola influenciaram resultado no início do ano Fernando Gomes / Agencia RBS As vendas de carros percorrem trajeto de retomada gradual no Rio Grande do Sul após engatarem marcha a ré durante a crise econômica. De janeiro a abril deste ano, 44,1 mil automóveis de passeio e comerciais leves zero-quilômetro foram emplacados no Estado, avanço de 2,3% em relação a igual período de 2018. Os dados integram pesquisa do Sincodiv-RS, que representa as concessionárias e as distribuidoras. Segundo o levantamento, o número de veículos negociados é o maior para o primeiro quadrimestre desde 2015, quando o mercado gaúcho havia registrado vendas de 51,9 mil unidades. Apesar do crescimento, o setor ainda não recuperou totalmente as perdas causadas pela crise. Entre janeiro e abril de 2014, último ano antes da recessão, 69,5 mil automóveis haviam sido negociados no Estado, volume 36,5% superior ao de 2019. Vice-presidente do Sincodiv-RS, Tarso Zanatta afirma que a alta nos últimos quatro meses foi influenciada, em grande parte, pelas vendas diretas de fabricantes para clientes como locadoras de carros. O desempenho positivo de segmentos da agropecuária, acrescenta Zanatta, também beneficiou os negócios, especialmente no interior do Estado. — Não foram só os negócios para locadoras que tiveram impacto no resultado. A safra de verão respingou de maneira positiva nas vendas de veículos, inclusive de automóveis. A geração de riquezas no Interior é bastante focada na área agrícola e repercute em toda a população — analisa. Depois de pesquisar ofertas de diferentes marcas, Lena Lúcia Matos da Silva, 52 anos, fechou acordo para comprar em abril um Chevrolet Prisma, modelo 2019, em uma concessionária de Canoas, na Região Metropolitana. É o primeiro automóvel que a professora aposentada adquire desde que deixou Manaus, há seis anos, para viver perto dos cinco filhos em Porto Alegre. — Consegui um bom desconto após fazer uma pesquisa de mercado. Isso pesou na minha decisão, além do fato de que desejava ter o carro que comprei — destaca a professora aposentada. Na comparação com o desempenho nacional, o Rio Grande do Sul ficou para trás. Entre janeiro e abril, a alta nas vendas de automóveis de passeio e comerciais leves no país chegou a 8,7%. No período, o Brasil teve 801,3 mil novas unidades emplacadas, aponta a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). — O Estado passa por crise fiscal, que dificulta crescimento mais expressivo das vendas em relação a outras regiões do país. Além disso, a tributação mais alta de produtos como gasolina também se reflete na ponta para o consumidor — observa Zanatta. Na avaliação de analistas e empresários, o mercado automotivo tende a seguir no azul em 2019. Gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato Dynamics, Milad Kalume Neto projeta crescimento médio acima de 10% nas vendas nacionais de automóveis de passeio e comerciais leves no acumulado do ano. — Sem dúvidas, o mercado vem mostrando maior força de reação — define Kalume Neto. O pesquisador Antônio Jorge Martins, que coordena cursos na área automotiva da Fundação Getulio Vargas (FGV), frisa que o potencial de crescimento do setor está relacionado, em parte, à demanda reprimida pela crise econômica. Para o especialista, a tendência é de que as montadoras apostem, cada vez mais, no avanço de recursos tecnológicos para atrair clientes. — O carro passará a ser um celular sobre rodas — sentencia. A pesquisa do Sincodiv-RS também contempla categorias como caminhões, ônibus e motos. Na soma de todos os grupos, o Rio Grande do Sul emplacou 60,8 mil veículos entre janeiro e abril. O resultado equivale a avanço de 5,6% frente a igual período do ano passado. No Brasil, a alta geral foi mais robusta, de 12,2%. Com crise argentina, produção não cresce


Enquanto as vendas de automóveis de passeio e comerciais leves cresceram no mercado interno, a atividade nas montadoras ficou relativamente estável nos primeiros quatro meses do ano. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), 922,3 mil unidades foram produzidas entre janeiro e abril no país, número 0,01% superior ao verificado em igual período de 2018. A entidade não divulga os dados com recorte estadual. Para analistas, a produção estagnada deve-se, em parte, ao revés no mercado internacional. No primeiro quadrimestre, as exportações de automóveis de passageiros despencaram 40%, para US$ 1,2 bilhão, conforme o Ministério da Economia. No Rio Grande do Sul, a redução em termos percentuais foi maior, de 47,4%, para US$ 132 milhões, segundo dados preliminares da pasta. O tombo está relacionado à crise econômica que atormenta a Argentina, principal destino dos carros enviados pelo Brasil ao Exterior. De janeiro a abril, as exportações de automóveis ao país comandado pelo presidente Mauricio Macri caíram 54%, para US$ 748 milhões. — O mercado interno brasileiro está mais aquecido. Caso não fosse afetada pela queda nas exportações, a produção cresceria mais. O Brasil já vendeu bem mais para o Exterior. Não é fácil exportar — comenta o pesquisador Antônio Jorge Martins, que coordena cursos na área automotiva da Fundação Getulio Vargas (FGV). Gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato Dynamics, Milad Kalume Neto classifica como “gravíssimos” os impactos da crise na Argentina. Para o especialista, o governo federal deve trabalhar em busca de novos acordos comerciais para que a indústria consiga driblar percalços. — O setor está buscando novos mercados na América do Sul, como Peru e Uruguai. Mas falta ao país o amadurecimento de novos acordos bilaterais — argumenta Kalume Neto. https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/amp/2019/05/rs-tem-maior-venda-de-carros-zeroquilometro-em-quatro-anos-cjvliuqbi03gb01peiif59f6i.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Compass, Corolla e Volvo XC60 campeões de blindagem 8232309 - BRASÍLIA AGORA - 13/05/2019

Segundo a Abrablin, no ano passado 11.912 veículos receberam esse tipo de proteção no país, contribuindo para que a frota blindada estimada chegasse a quase 220 mil unidades Modelo mais vendido no segmento de utilitários esportivos zero quilômetro (60.284 emplacamentos) e o nono mais emplacado no ranking geral da Fenabrave em 2018, o Jeep Compass também foi o carro mais blindado no Brasil no ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin). Os dados da entidade levam em consideração as 27 empresas associadas, que representam mais de 60% da produção total de veículos blindados no país. Na segunda posição no ranking de blindagem está o Toyota Corolla, seguido do Volvo XC60, que completa o “pódio”. Land Rover Discovery e BMW X1 integram a lista dos cinco modelos mais blindados. Segundo a Abrablin, no ano passado 11.912 veículos receberam esse tipo de proteção no país, contribuindo para que a frota blindada estimada chegasse a quase 220 mil unidades. Para 2019, a associação prevê crescimento entre 20% e 25%. A blindagem de nível III-A, que resiste aos disparos de submetralhadoras, pistolas 9mm e revólveres calibre 44, foi a mais praticada no mercado. O custo médio para esse tipo de proteção é de R$ 53.850,00. ONDE – De acordo com a Abrablin, em 2017, quase 75% da produção de blindagem se concentrava em São Paulo. Já em 2018, o estado paulista foi responsável por 66% da produção. No ranking estadual da blindagem, Rio de Janeiro ocupa a segunda posição, com 15,87% – quase o dobro do que foi registrado em 2017 (8,45%). Os estados de Pernambuco (5,96%); Ceará (4,01%); e Minas Gerais (2,43%) compõem a lista dos cinco estados que mais blindaram no ano passado. Rio Grande do Norte (2,07%); Pará (1,65%); Santa Catarina (0,45%); Goiás (0,37%); e Bahia (0,31%) fecham a lista dos dez estados que mais produziram blindados no ano passado. QUEM – Ao traçar o perfil do usuário da blindagem, a pesquisa da entidade revela que as mulheres estão ampliando a presença no segmento. Em 2018, elas representaram 46% do perfil de usuário desse tipo de proteção. No ano anterior, elas somaram 43% do total. http://brasiliaagora.com.br/2019/05/13/compass-corolla-e-volvo-xc60-campeoes-deblindagem/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vida está muito pior um ano após mobilização, dizem caminhoneiros 8232310 - BRASIL DO TRECHO - 13/05/2019

Além da alta do diesel e do descumprimento da tabela do frete, categoria reclama da falta de trabalhoApós a mobilização inédita, que conseguiu travar o transporte de cargas no Brasil por 11 dias em 2018, a sensação entre os caminhoneiros era de vitória. Uma longa e polêmica lista de exigências havia sido atendida pelo governo de Michel Temer. Prestes a completar um ano, porém, o movimento já não parece tão bem-sucedido assim para esse grupo de trabalhadores. O consenso entre os caminhoneiros é que a situação está pior do que antes da paralisação. Entre os pedidos atendidos, destacaram-se o subsídio ao diesel, que acabou em dezembro, e a criação de uma tabela com preços mínimos para o frete, que foi instituída via decreto, mas nunca valeu de verdade. A medida está sendo questionada na Justiça, é contornada pelas empresas, que até investiram em frota própria e outros tipos de transporte para evitar a dependência do caminhoneiro autônomo, e não é devidamente fiscalizada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), segunda reclama a categoria. “O Brasil nunca esteve tão ruim”, diz Paulo Roberto Moraes dos Santos, 57, proprietário de quatro caminhões que compartilha com o filho e o sobrinho. O caminhoneiro de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, afirma que agora nem adiantam tabela do frete ou diesel barato. Falta trabalho. “Está tudo parado, não tem serviço, não tem carga para todo mundo. Precisa melhorar o país como um todo. É saindo da crise, voltando a produzir mais e a vender mais que vai ter carga para a gente transportar”, diz Moraes. João Batista Rodrigues Alves, 47, de Fortaleza, no Ceará, conta que passou 14 dias na beira de uma estrada, em Belém, no Pará, quando aderiu ao protesto. Agora, porém, para por não ter que o fazer. Na segunda-feira (6), completava o quarto dia sem encontrar trabalho no Terminal de Cargas de São Paulo. Antes do serviço que o levou à capital paulista, ficara 18 dias em casa à espera de um frete. Pelo trajeto de Fortaleza para São Paulo, recebeu R$ 9.300 —R$ 2.700 menos do que ganhou da última vez. “Se eu tivesse visto um posto de fiscalização da ANTT, eu teria parado e denunciado [a empresa que pagou menos que o piso do frete]. Mas não vi nenhum”, diz ele. Segundo Alves, as transportadoras chegam a provocar os caminhoneiros que ameaçam denunciá-la: “Nos dizem: pode denunciar, nunca vimos uma multa chegar aqui”. José Francisco de Oliveira, de São Paulo, reclama que a maioria das empresas não cumpre a tabela do frete. “Agora [com menos serviço] é que não vão cumprir mesmo”, diz. Quando conversou com a reportagem, Oliveira disse estar há 20 dias com o caminhão estacionado.Representantes do governo de Jair Bolsonaro (PSL) têm feito reuniões com os caminhoneiros desde o período de transição. A principal promessa é aumentar a fiscalização para obrigar as empresas a cumprir o valor da tabela. No Terminal de Cargas de São Paulo, a reportagem encontrou vários caminhoneiros parados havia dias à espera de trabalho. Vindos de outros estados, eles estacionam os caminhões em um terreno próximo à rodovia Fernão Dias. O local é estratégico por ficar ao lado do terminal onde a maioria das transportadoras repassa cargas para os autônomos. Por isso, a permanência ali tem o seu preço. São R$ 80 para estacionar por até 15 dias. Parado há quase duas semanas, Vanderlei Araújo, 62, conhecido como Capitão, já não consegue tirar o caminhão facilmente. A bateria “arriou”. Será preciso pagar R$ 20 para o mecânico do local fazer a chupeta e recuperar as baterias. Mas ele só terá os R$ 20 quando pegar um frete de volta para Curitiba, no Paraná. Com o dinheiro que receber também vai quitar a conta da lanchonete da Nêga, que fica na


beirada do estacionamento. “A gente só consegue comer porque o pessoal ajuda e vende fiado”, diz. Claudemar Alves da Silva, 55, de Sinop, em Mato Grosso, conta que já teve de reunir caminhoneiros para pagar uma marmita a um colega que não tinha dinheiro. “A gente tinha reserva até o governo da Dilma. Depois que ela saiu, todo o mundo teve que usar o que tinha guardado para poder sobreviver”, afirma. Silva diz que nos anos de bonança teve R$ 18 mil na poupança —reserva para manutenção do caminhão. O governo Michel Temer mudou a política de preços dos combustíveis, e as variações passaram a ser diárias. Em decisão para agradar à categoria, Bolsonaro anunciou, em março, que o intervalo de aumento passaria a ser de 15 dias. O motorista de Sinop conversava com a reportagem apressado para atender o celular. Era um possível frete: “Se a gente demora cinco minutos para responder, vem outro e leva”. Ele está ali esperando para voltar a Mato Grosso. Conta que, em qualquer lugar a que chega, demora até oito dias para pegar um carregamento de volta ao estado de origem. “Antes, aqui neste mesmo terminal, eu chegava de manhã e à tarde já estava carregado para voltar”, diz. Araújo e seus colegas atribuem a queda na oferta de serviço às transportadoras, que compraram grandes frotas e “jogaram o frete lá embaixo”. Dados do setor mostram que houve um movimento das empresas para comprar caminhões e ampliar a frota própria após a paralisação. Desde maio de 2018 foram fabricados 75.628 caminhões, segundo a Anfavea, entidade dos fabricantes de veículos. No ano passado, o número de emplacamentos de novos caminhões cresceu 48% em relação a 2017, de acordo com a Fenabrave, que reúne distribuidores de veículos. Marcelo Bezerra, 43, de Marília, interior de São Paulo, diz que, depois da greve, as transportadoras deixaram de procurar os agenciadores, que atuam como intermediários entre empresas e autônomos. “Antes os agenciadores esfolavam a gente. Agora, está pior, porque quase já não tem mais agenciador”, diz o caminhoneiro, que está há 15 dias parado no estacionamento. Segundo Wallace Landim, o Chorão, um dos representantes dos caminhoneiros que fala com o governo, a solução para o excesso de caminhões e a falta de cargas é o cumprimento da jornada de trabalho. Assim, os caminhoneiros trabalhariam menos, e seria preciso contratar mais. Araújo, de Curitiba, cita de cor e em tom de revolta os números de caminhões que as grandes transportadoras compraram nos últimos meses. Para ele, os autônomos devem reivindicar maior participação no mercado. “Tem que fazer as transportadoras passarem 40% do frete para os caminhoneiros autônomos, terceirizados”, afirma. Ele diz que leu a ideia em um dos grupos de WhatsApp que acompanha.Procurado, o presidente da CNT (Confederação Nacional dos Transportes) não estava disponível para falar. Se houver ou não mudanças para quem vive nas estradas, Araújo não vai pagar para ver. Há 40 anos na estrada, ele diz que cansou. Quando chegar ao Paraná, vai vender o caminhão forrado de adesivos da campanha de Jair Bolsonaro, em quem ele diz ser a sua única esperança. “Estou velho, vou arrumar outra coisa para fazer. Vender isso daí [aponta para o caminhão], sei lá, trocar por uma galinha”, afirma. Fonte: Folha http://www.brasildotrecho.com.br/2019/05/vida-esta-muito-pior-um-ano-apos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: bus brasil Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hilux lidera entre as picapes médias no Brasil 8232311 - AUTOS & MOTOS - 13/05/2019

A japonesa Nissan dispensou o segmento de picapes com motor flex e hoje só comercializa suas versões com motor a diesel, com uma turbina ou duas turbinas, no mercado brasileiro. Agora, a Ford já não oferece mais a opção da Ranger com motor flex em seu site. Assim, a picape Ranger é ofertada apenas nas configurações turbodiesel 2.2, de 160 cv, e 3.2, de 200 cv, da família Duratorq — sempre com cabine dupla. De acordo com os dados do balanço de vendas de picapes entre janeiro e abril deste ano, a picape Hilux botou a Toyota no topo das mais vendidas, com 13.092 unidades, no primeiro quadrimestre de 2019 no Brasil. Entre as picapes médias, a Chevrolet anda bem também com a S10, com 8.247 unidades comercializadas, no período. A terceira posição ficou com a Volkswagen Amarok, com 6.173 unidades, no mercado nacional. No ranking geral de picapes, a Fiat posiciona a Toro com 17.824 unidades de janeiro a abril deste ano. No entanto, a picape da marca italiana é bem menor em relação aos modelos médios, como Hiluix, S10 e Amarok. Balanço vendas Picapes – janeiro/abril 2019 1. Fiat Toro – 17.824 unidades 2. Toyota Hilux – 13.092 unidades 3. Chevrolet S10 – 8.247 unidades 4. Volkswagen Amarok – 6.173 unidades 5. Ford Ranger – 5.978 unidades 6. Renault Oroch – 3.627 unidades 7. Mitsubishi L200 – 3.238 unidades 8. Nissan Frontier – 2.571 unidades Fonte: Fenabrave O post Hilux lidera entre as picapes médias no Brasil apareceu primeiro em Autos & Motos. http://autosemotos.com/hilux-lidera-entre-as-picapes-medias-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Roberto Nunes Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Chevrolet S10 é eleita pelo público a melhor picape média do Brasil 8232315 - BOL - São Paulo - SP - 11/05/2019

O público de UOL Carros elegeu a Chevrolet S10 como a melhor picape média do Brasil. O modelo fabricado em São José dos Campos (SP) recebeu 29,07% dos 76.094 votos computados na enquete, encerrada na sexta-feira (10). A vitória foi por margem apertada. O segundo lugar ficou com a Nissan Frontier, que teve a preferência de 27,67%, enquanto a Ford Ranger ficou com 20,22%. Confira o resultado final da enquete. Das participantes da enquete, a S10 é o terceiro modelo mais vendido este ano, com 8.247 unidades licenciadas. Os dados são da Fenabrave. Disponível com três tipos de carroceria (chassi, cabine simples e cabine dupla), a picape da Chevrolet tem preços sugeridos de R$ 109.590 a R$ 191.990. São duas opções de motor: 2.5 flex de 206 cv, com 27,3 kgfm de torque; e 2.8 turbodiesel de 200 cv e 51 kgfm. A tração pode ser 4x2 ou 4x4 e o câmbio, manual ou automático -- sempre com seis marchas. Quer ler mais sobre o mundo automotivo e conversar com a gente a respeito? Participe do nosso grupo no Facebook! Um lugar para discussão, informação e troca de experiências entre os amantes de carros. Você também pode acompanhar a nossa cobertura no Instagram de UOL Carros. https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/05/11/chevrolet-s10-e-eleita-pelo-publico-a-melhorpicape-media-do-brasil.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping 10 Caminhoes Mais Emplacados Em Setembro De 2017 8232316 - USAFRIDAY (ESTADOS UNIDOS) - 12/05/2019

10 caminhões mais emplacados de setembro de 2018 | Transporte ... 4 out. 2018 ... Confira o sobe e desce do mercado de emplacamentos de caminhões no mês de setembro de 2018. transportemundial.com.br Os 10 carros mais vendidos em setembro - InfoMoney 5 out. 2018 ... Os 10 carros mais vendidos em setembro ... na comparação com o mês passado, mas subiu 7,1% em relação ao mesmo período de 2017. ... A Fenabrave considerou carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos. www.infomoney.com.br 10 caminhões mais emplacados de setembro de 2018 www.ocarreteiro.com.br Veja 10 carros e motos mais vendidos em setembro de 2017 | Auto ... 4 out. 2017 ... Novato Renault Kwid estreia no ranking como o segundo mais vendido, atrás do Chevrolet Onix, líder no ano. Nas motos, Honda CB 160 reina ... g1.globo.com Licenciamento de caminhões encerra 2017 com crescimento ... 11 jan. 2018 ... O licenciamento de caminhões fechou 2017 com crescimento de 2,7% em relação ao ... 10 caminhões mais emplacados de setembro de 2018 ... www.ocarreteiro.com.br Confira o ranking dos veículos mais vendidos em setembro Ter , 03/10/2017 às 15:22 | Atualizado em: 03/10/2017 às 15:30. Confira o ranking dos veículos mais vendidos em setembro. Da Redação. Tags; atarde autos ... atarde.uol.com.br Emplacamentos sobem 17% em outubro: confira os carros mais ... 3 nov. 2018 ... Emplacamentos sobem 17% em outubro: confira os carros mais ... Se comparado a outubro de 2017, a diferença é ainda maior: foram 25,5% a ... autopapo.com.br Venda de veículos sobe 24,5% em setembro, diz Fenabrave | Auto ... 3 out. 2017 ... A venda de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos ... "A cada 10 fichas de financiamento (de moto) cadastradas, apenas 1,5 é ... Ranking dos carros e motos mais vendidos em setembro de 2017 — Foto: G1. g1.globo.com Vendas de carros novos aumentam 7,1% em setembro - AUTO ... 3 out. 2018 ... Em setembro, foram vendidos 213.350 veículos novos no Brasil, ... considera o licenciamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus ... unidades no acumulado de 2018, contra 1.573.508 de 2017. Alta de 13,1%. Os mais vendidos. Apesar de o Chevrolet Onix seguir como carro mais vendido do ... revistaautoesporte.globo.com https://www.dailytimes.live/tag/10-caminhoes-mais-emplacados-em-setembro-de-2017 Ficha Técnica


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Clipping Confira dicas especiais do Detran para vender e comprar usados 8232317 - MIX VALE - 11/05/2019

Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 11 de maio de 2019 Confira dicas especiais do Detran para vender e comprar usados. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;


No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/05/11/confira-dicas-especiais-do-detran-para-vender-ecomprar-usados/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Chevrolet S10 é eleita pelo público a melhor picape média do Brasil 8232318 - UOL - São Paulo - SP - 11/05/2019

O público de UOL Carros elegeu a Chevrolet S10 como a melhor picape média do Brasil. O modelo fabricado em São José dos Campos (SP) recebeu 29,07% dos 76.094 votos computados na enquete, encerrada na sexta-feira (10). A vitória foi por margem apertada. O segundo lugar ficou com a Nissan Frontier, que teve a preferência de 27,67%, enquanto a Ford Ranger ficou com 20,22%. Confira o resultado final da enquete. Das participantes da enquete, a S10 é o terceiro modelo mais vendido este ano, com 8.247 unidades licenciadas. Os dados são da Fenabrave. Disponível com três tipos de carroceria (chassi, cabine simples e cabine dupla), a picape da Chevrolet tem preços sugeridos de R$ 109.590 a R$ 191.990. São duas opções de motor: 2.5 flex de 206 cv, com 27,3 kgfm de torque; e 2.8 turbodiesel de 200 cv e 51 kgfm. A tração pode ser 4x2 ou 4x4 e o câmbio, manual ou automático -- sempre com seis marchas. Quer ler mais sobre o mundo automotivo e conversar com a gente a respeito? Participe do nosso grupo no Facebook! Um lugar para discussão, informação e troca de experiências entre os amantes de carros. Você também pode acompanhar a nossa cobertura no Instagram de UOL Carros. https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2019/05/11/chevrolet-s10-e-eleita-pelo-publico-amelhor-picape-media-do-brasil.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping SUVs viram mania e vão além da moda passageira; entenda o motivo 8232319 - UOL - São Paulo - SP - 12/05/2019

Você ainda acredita que os modelos do tipo SUV, os utilitários esportivos, são uma moda passageira? É melhor começar a repensar. Hoje o segmento formado por crossovers e SUVs não para de crescer em todo o mundo, inclusive no Brasil. Aqui, já responde por 25% do mercado de automóveis, segundo a Fenabrave, entidade que reúne os revendedores de veículos. Goste ou não, uma coisa é certa: você ainda vai ter um SUV na garagem. No Brasil, o Ford EcoSport, lançado em 2003, foi o primeiro utilitário desenvolvido sobre a plataforma de um carro de passeio pequeno -- no caso, o Fiesta. Na época, SUVs "raiz", com carroceria sobre chassi e equipados com tração 4x4 e reduzida, já faziam sucesso. O exemplo do EcoSport foi seguido por outras montadoras. Você pode se perguntar: o que leva alguém a escolher um SUV compacto em vez de levar um hatch médio ou um bom sedã familiar? Carroceria elevada e maior espaço interno são alguns motivos. Confira o vídeo para saber mais. O Programa Auto+ está de casa nova na temporada 2019. A partir de abril, passa a ser exibido nas noites de sábado pela RedeTV!, sempre às 19h. É a volta do programa à grade onde esteve por três anos, entre 2008 e 2010. Criado em 2005 por Benê Gomes, o Auto+ também tem o jornalista Marcello SantAnna dividindo a apresentação da atração, com produção da Auto+ Entretenimento, empresa especializada em promoção de eventos automotivos e de esporte a motor. *Com reportagem de Diego Dias https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2019/05/12/suvs-viram-mania-e-vao-alem-damoda-passageira-entenda-o-motivo.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping No Dia das Mães, Agetran distribui rosas amarelas 8232320 - JD1 NOTÍCIAS.COM - Campo Grande - MS - 11/05/2019

Domingo (12), é comemorado o Dia das Mães, e a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito (GGIT), realizam uma ação especial a partir das às 9h30, no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro da avenida Afonso Pena. As equipes irão distribuir rosas amarelas para as mães, como símbolo de atenção pela vida no trânsito. A ideia é homenagear as mães e ao mesmo tempo conscientizar sobre a prevenção a acidentes de trânsito em alusão ao Maio Amarelo. “Desejamos que todas elas possam comemorar por muitos e muitos anos esta data junto a sua família com saúde e segurança sempre! No Trânsito o sentido é a Vida! Mamães usem seu 6° sentido e com sua sabedoria nos ajudem a preservar vidas”, disse Ivanise RottaChefe da Divisão de Educação para o Trânsito da Agetran. A ação também será realizada às 16h30 na Igreja Batista da Coronel Antonino. https://www.jd1noticias.com/cidade/no-dia-das-maes-agetran-distribui-rosas-amarelas/64385/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping RANKING DE VENDAS DO RIO GRANDE DO SUL EM ABRIL DE 2019: CHEVROLET ONIX E FIAT TORO MANTÉM SUAS LIDERANÇAS 8232322 - FALANDO SOBRE CARROS - 11/05/2019

HATCH COMPACTO DA CHEVROLET E SPORT UTILITY PICK-UP DA FIAT MANTÉM LIDERANÇAS O Chevrolet Onix manteve a liderança no Rio Grande do Sul, em segundo lugar está o Ford Ka que também manteve posição, em terceiro lugar está o Hyundai HB20 que também manteve posição, em quarto lugar está o Volkswagen Gol que subiu uma posição, em quinto lugar está o Chevrolet Prisma que subiu uma posição e reforçou a liderança nos sedãs compactos, em sexto lugar está o Jeep Compass que subiu duas posições e reforçou a liderança nos utilitários esportivos médios, em sétimo lugar está o Renault Kwid que caiu três posições, em oitavo lugar está o Jeep Renegade que subiu sete posições e assumiu a liderança nos utilitários esportivos compactos, em nono lugar está o Chevrolet Tracker que trocou de posição com o Volkswagen Polo. O Chevrolet Prisma foi líder nos sedãs compactos O Jeep Compass foi líder nos utilitários esportivos médios O Jeep Renegade foi líder nos utilitários esportivos compactos Em décimo primeiro está uma surpresa: a Fiat Palio Weekend, acabou liderando os familiares(minivans e peruas), em décimo segundo está o Fiat Mobi que não estava entre os 20 mais vendidos no mês passado, em décimo terceiro está o Volkswagen Fox que caiu seis posições, em décimo quarto está o Ford EcoSport que subiu quatro posições, em décimo quinto está o Hyundai Creta que caiu uma posição, em décimo sexto está o Volkswagen Virtus que subiu uma posição, em décimo sétimo está o Toyota Corolla que subiu três posições e reforçou a liderança nos sedãs médios, em décimo oitavo está o Ford Ka Sedan que caiu seis posições, em décimo nono está o Nissan Kicks que caiu oito posições e fechando os 20 mais vendidos está o Honda HR-V que caiu sete posições. A Fiat Palio Weekend foi líder nos familiares O Toyota Corolla foi líder nos sedãs médios COMERCIAIS LEVES: Em primeiro lugar está a Fiat Toro que manteve a posição, em segundo lugar está a Fiat Strada que assumiu a liderança nas picapes leves trocando posição com a Volkswagen Saveiro, em quarto lugar está a Toyota Hilux que subiu uma posição, em quinto lugar está a Chevrolet S10 que subiu três posições, em sexto lugar está a Ford Ranger que subiu uma posição, em sétimo lugar está a Volkswagen Amarok que caiu três posições, em oitavo lugar está a Chevrolet Montana que caiu duas posições, em nono lugar está a Renault Duster Oroch que antes dividiu posição com a Nissan Frontier, agora a rigor subiu duas posições e a Nissan Frontier manteve posição, o curioso que no Rio Grande do Sul só deu picape esse mês no top 10. A Fiat Toro foi líder nos comerciais leves A Fiat Strada foi líder nas picapes leves A Toyota Hilux foi líder nas picapes médias Em décimo primeiro está a Fiat Fiorino que caiu duas posições, mas manteve a liderança nos furgões leves, em décimo segundo está a Renault Master que manteve posição e a liderança nos furgões que carregam mais de 1 tonelada, em décimo terceiro está a Peugeot Expert que manteve posição, em décimo quarto estão empatados Fiat Ducato e Hyundai HR, o primeiro a rigor manteve posição e o segundo a rigor subiu uma posição, em décimo sexto está a Citroën Jumpy que subiu duas posições, em décimo sétimo estão empatados Mitsubishi L200 e Mercedes-Benz Sprinter, o primeiro a rigor caiu uma posição e o segundo a rigor subiu duas posições, em décimo nono está o Peugeot Partner que a rigor caiu cinco posições e fechando o top 20 está o Kia Bongo que caiu uma posição. A Fiat Fiorino foi líder nos furgões leves A Renault Master foi líder nos furgões que carregam mais de 1 tonelada VEJA OS NÚMEROS = manteve posição ? subiu posição ? caiu posição


CARROS DE PASSEIO 1 CHEVROLET ONIX 860 = 2 FORD KA 444 = 3 HYUNDAI HB20 401 = 4 VOLKSWAGEN GOL 373 ? 1 5 CHEVROLET PRISMA 350 ? 1 6 JEEP COMPASS 330 ? 2 7 RENAULT KWID 312 ? 3 8 JEEP RENEGADE 289 ? 7 9 CHEVROLET TRACKER 283 ? 1 10 VOLKSWAGEN POLO 274 ? 1 11 FIAT PALIO WEEKEND 243 não estava entre os 20 mais vendidos 12 FIAT MOBI 242 não estava entre os 20 mais vendidos 13 VOLKSWAGEN FOX 237 ? 6 14 FORD ECOSPORT 223 ? 4 15 HYUNDAI CRETA 222 ? 1 16 VOLKSWAGEN VIRTUS 220 ? 1 17 TOYOTA COROLLA 213 ? 3 18 FORD KA SEDAN 208 ? 6 19 NISSAN KICKS 207 ? 8 20 HONDA HR-V 201 ? 7 COMERCIAIS LEVES 1 FIAT TORO 412 = 2 FIAT STRADA 367 ? 1 3 VOLKSWAGEN SAVEIRO 253 ? 1 4 TOYOTA HILUX 241 ? 1 5 CHEVROLET S10 167 ? 3 6 FORD RANGER 166 ? 1 7 VOLKSWAGEN AMAROK 119 ? 3 8 CHEVROLET MONTANA 100 ? 2 9 RENAULT DUSTER OROCH 79 ? 2 10 NISSAN FRONTIER 57 = 11 FIAT FIORINO 51 ? 2 12 RENAULT MASTER 39 = 13 PEUGEOT EXPERT 24 = 14 FIAT DUCATO 22 = HYUNDAI HR 22 ? 2 16 CITROËN JUMPY 21 ? 2


17 MITSUBISHI L200 13 ? 1 MERCEDES-BENZ SPRINTER 13 ? 2 19 PEUGEOT PARTNER 11 ? 4 20 KIA BONGO 8 ? 1 CARROS DE PASSEIO QUEM SUBIU MAIS 1 JEEP RENEGADE ? 7 2 FORD ECOSPORT ? 4 3 TOYOTA COROLLA ? 3 O Jeep Renegade teve a maior alta e isso o levou a liderança do seu segmento, depois veio o Ford EcoSport(foto) que também teve uma forte alta, seguida pelo Toyota Corolla que também teve boa subida e reforçou a liderança nos sedãs médios, também temos que observar que a rigor as maiores altas seriam os Fiat Palio Weekend e Mobi, mas como não sabemos de onde eles vieram(abaixo dos 20 mais vendidos) então fica difícil, dizer algo. QUEM CAIU MAIS 1 NISSAN KICKS ? 8 2 HONDA HR-V ? 7 3 VOLKSWAGEN FOX ? 6 O Nissan Kicks(foto) teve o maior tombo, seguido é claro pelo Honda HR-V e Volkswagen Fox , os três levaram tombos nas vendas. COMERCIAIS LEVES QUEM SUBIU MAIS 1 CHEVROLET S10 ? 3 2 RENAULT DUSTER OROCH ? 2 HYUNDAI HR ? 2 CITROËN JUMPY ? 2 A Chevrolet S10(foto) teve uma boa alta, seguida das altas pontuais de Renault Duster Oroch, Hyundai HR e Citroën Jumpy. QUEM CAIU MAIS 1 PEUGEOT PARTNER ? 4 2 VOLKSWAGEN AMAROK ? 3 3 FIAT FIORINO ? 2 O Peugeot Partner(foto) teve a rigor o único tombo nos comerciais leves, seguido do "sinal amarelo" da Volkswagen Amarok e da queda pontual da Fiorino que manteve a liderança. FONTE: Fenabrave, vendas atacado e varejo Esse foi o ranking de vendas do Rio Grande do Sul, em Abril de 2019. Audi, BMW, Chevrolet, Citroën, Dodge, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Kia,JAC, Jaguar, Mercedes-Benz, Lamborghini, Peugeot, Renault, Toyota, Jeep, Volkswagen, Willys, DKW. http://falando-sobre-carros.blogspot.com/2019/05/ranking-de-vendas-do-rio-grande-dosul.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Wellington Carlos Liesch de Goes

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Clipping Picapes repaginadas e prontas para a briga 8232324 - GAZETA ONLINE - Vitória - ES - 11/05/2019

A Ranger Storm vem com a mesma proposta do Ford EcoSport Storm, com pegada mais offroad No passado, as picapes eram vistas exclusivamente como instrumento de trabalho. Um veículo, na maioria dos casos, desconfortável e com muito espaço para carga. Com a evolução, os modelos foram ficando mais tecnológicos e com um interior semelhante ao de um carro de passeio, atraindo muitos admiradores, até mesmo os que dirigem apenas em trânsito urbano. O resultado foi um crescimento considerável no segmento, por isso, diversas montadoras estão correndo para atualizar ou lançar os seus modelos. Até 2021, estão previstas 12 novidades na categoria. As picapes são enquadradas no segmento de comerciais leves, que também inclui os furgões. A divisão cresceu 16% em 2018, número semelhante aos dos últimos três anos, segundo dados da Fenabrave, a Federação das Concessionárias. Para 2019, é esperado um crescimento na faixa do ano anterior. Dentro do segmento, em 2014, as picapes pequenas – com menos tecnologia e mais voltadas para trabalho – eram responsáveis por 51,05% das vendas. Em 2018, as grandes dominaram, com 54,29% de participação. Estes dados, obviamente, animam as montadoras e fazem as picapes ganharem força no radar. Algumas marcas mudam o visual para enfrentar a concorrência, que promete novidades em 2019. Mercedes-Benz, Mitsubishi, Nissan, Renault, Ford, JAC, Toyota e Volkswagen são algumas gigantes que deram partida na disputa. VEM POR AÍ Criada como conceito, a Ford Ranger Storm valoriza a vocação off-road da picape. Possui motor 3.2 diesel de 200 cv e câmbio automático de seis marchas. A pintura mescla duas cores, ao unir grafismos e elementos como alargadores de para-lama, para-choques offroad, rack de teto, snorkel, estribos laterais tipo plataforma e capota marítima. A previsão é que chegue ao mercado no fim de 2019. Também esperada para o fim deste ano, a Mercedes-Benz Classe X provavelmente incluirá a escolha de três opções de motores, movidos por combustível fóssil: versão de entrada com Pure X220d, com 163 cv de potência e 40 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de sete marchas; a intermediária Progressive X250d, com o motor 2.3, potência de 190 cv e torque de 45 kgfm, com a mesma transmissão de sete velocidades; e a topo de linha com o Power X350d, que terá o 3.0 V6 turbo de 258 cv e 56 kgfm. Apesar da promessa para este ano, é possível que a Classe X atrase um pouco mais, pois a Mercedes-Benz desistiu de produzi-la na Argentina, como estava previsto. A L200 Triton Sport passará por uma atualização. Vai ter a frente remodelada, de acordo com o novo padrão da Mitsubishi Motors, apresentado no Eclipse Cross. Além disso, vai adotar um novo modo off road, que ajusta automaticamente o conjunto mecânico, conforme o tipo de piso (cascalho, lama/neve, areia e pedra). O controle de descida também é outra novidade. O motor segue o mesmo: o MIVEC 2.4L turbo diesel em alumínio com 190 cv de potência e 43,9kgfm de torque. Apresentada no Salão de São Paulo, no ano passado, Alaskan, da Renault, pode chegar ao mercado brasileiro, mas sem data prevista. Equipada com motor 2.3 turbodiesel com dois níveis de potência, de 160 cv e 190 cv. Dados de fábrica revelam aceleração de 0 a 100 km/h em 12 segundos e máxima de 160 km/h. A Tarok, da Volkswagen, é outra opção com lançamento previsto para até o fim de 2019, que deve aparecer com o motor 1.4 TSI de 150 cv, combinado ao sistema de tração integral 4Motion. Já a nova picape da Fiat, tratada pelo nome-código 281, tem previsão para sair somente em 2020. A Volkswagen Tarok deve aparecer com o motor 1.4 TSI de 150 cv e tração 4Motion https://www.gazetaonline.com.br/noticias/veiculos/2019/05/picapes-repaginadas-e-prontaspara-a-briga-1014180378.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: ES

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Clipping Onix lidera e Kwid sobe 8232325 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 11/05/2019

Hatch compacto da Chevrolet continua como o mais vendido do país, enquanto o subcompacto da Renault ficou em quarto em abril Se alguns setores da economia no país andam estagnados ou em retração, o mesmo não pode ser dito do segmento automotivo. De acordo com dados de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), abril fechou com crescimento de 10,92% nas vendas de automóveis e comerciais leves, com 221.321 unidades licenciadas. No acumulado do ano, já foram emplacadas 801.330 unidades, com crescimento de 8,71% em relação ao mesmo período do ano passado. No ranking dos mais vendidos, poucas alterações no topo da lista, com Chevrolet Onix isolado na liderança. A novidade é que o Renault Kwid foi o quarto modelo mais emplacado no mês e vai aumentando cada vez mais sua participação. De janeiro a abril, a lista dos 10 automóveis mais emplacados traz o Chevrolet Onix em primeiro lugar absoluto, com um total de 75.130 unidades. Em seguida, aparecem Hyundai HB20 (34.738), Ford Ka (32.765), Chevrolet Prisma (27.270), Renault Kwid (23.981), Volkswagen Gol (23.330), Fiat Argo (23.073), Jeep Renegade (21.383), Volkswagen Polo (20.400) e Jeep Compass (17.884. No segmento das picapes, no acumulado do ano a Fiat Strada continua na liderança, com 22.757 unidades emplacadas, seguida pela irmã intermediária Toro (17.824), Toyota Hilux (13.092), VW Saveiro (12.045) e Chevrolet S10 (8.247). No ranking das marcas em abril, a Chevrolet registrou um total de 37.990 unidades emplacadas de automóveis e comerciais leves, com um crescimento de 17,1%, seguida pela Volkswagen (33.132 - 14,9%) e Fiat (30.189 – 13,6%). No acumulado do ano a Chevrolet emplacou 144.395 unidades, a VW, 116.111, a Fiat, 109.006, a Renault, 70.507, e a Ford, 67.526. SUBCOMPACTOS Este segmento tem o Renault Kwid como líder. De janeiro a abril foram emplacadas 23.981 unidades do modelo, que na semana que vem ganhará uma versão pseudo-aventureira, a Outsider, aumentando a possibilidade de otimizar ainda mais as vendas. Depois do Kwid, o pequeno Fiat Mobi aparece com 16.576 unidades emplacadas. Estranho é ver o VW up! com apenas 3.810 unidades no ano. Muito pouco para um projeto considerado moderno e seguro, mas com preço salgado. Talvez por isso o futuro do modelo esteja sendo repensado. Em quarto lugar no segmento aparece o chinês Chery QQ, com ínfimas 834 unidades emplacadas de janeiro a abril. DE ENTRADA No chamado segmento de modelos de entrada, o Ford Ka lidera no acumulado do ano, com 32.764 unidades emplacadas. O segundo lugar ficou com o velho e já nem tão bom VW Gol, que emplacou 23.330 unidades. Com volumes bem mais baixos, aparecem em seguida o Fiat Uno, com 6.106 unidades e o Toyota Etios, com 5.761. HATCHES COMPACTOS Trata-se do segmento mais cobiçado, que há um bom tempo traz no topo da lista o Chevrolet Onix, que de janeiro a abril teve 75.130 unidades emplacadas. Em segundo lugar, vem o Hyundai HB20, com 34.738 unidades, depois o Renault Sandero, com 15.525 unidades. Os três prestes a passar por reestilização. HATCHES COMPACTO PREMIUM Neste segmento, o Fiat Argo já alcançou o primeiro lugar, com 23.073 unidades emplacadas no acumulado do ano. O Volkswagen Polo aparece em segundo, com 20.400 unidades, e o Toyota Yaris em terceiro, com 11.947 unidades. É um segmento que reúne modelos com acabamento de melhor qualidade e lista de equipamentos mais generosa. HATCHES MÉDIOS O relatório de abril da Fenabrave demonstra claramente que o segmento de hatches médios vai definhando lentamente. O modelo que mais vendeu nos quatro primeiros meses do ano foi o Chevrolet Cruze, mas, mesmo assim, foram apenas 1.899 unidades. Mas se está ruim para o Cruze hatch, o que dizer do Volkswagen Golf (826 unidades) e do Ford Focus (373 unidades)? SEDÃS PEQUENOS O Chevrolet Prisma, que também está prestes a ser reestilizado, é o líder deste segmento, com 27.270 unidades emplacadas de janeiro a abril. Com uma boa diferença, aparece em segundo o Ford Ka Sedan, com 14.632 unidades, e em terceiro o combalido VW Voyage, com 9.636 unidades no acumulado do ano. SEDÃS COMPACTOS Neste segmento, a Volkswagen está na frente com seu Virtus, que teve 13.246 unidades emplacadas de janeiro a abril. O modelo que mais se aproxima dele é o Toyota Yaris Sedan, com 10.525 unidades. Depois aparecem o Hyundai HB20S (9.487),


Renault Logan (8.800) e o Fiat Cronos, que ainda não desencantou e somou apenas 7.379 unidades vendidas de janeiro a abril. SEDÃS MÉDIOS Mas se o assunto é sedã médio, segmento que tem concorrência acirrada, as posições no ranking permanecem as mesmas. Com crescimento nas vendas de março para abril, o Toyota Corolla permanece na liderança, com 15.988 unidades emplacadas no acumulado do ano. As vendas de Honda Civic (8.293) e Chevrolet Cruze Sedan (6.346) também cresceram de março para abril, mantendo-os na segunda e terceira posição, respectivamente. Em queda, o Volkswagen Jetta garantiu a quarta posição, com 3.856 unidades emplacadas de janeiro a abril. SUVs COMPACTOS Briga boa no segmento que cresce cada vez mais. O Jeep Renegade permanece na liderança, com 21.383 unidades emplacadas nos quatro primeiros meses do ano. Em segundo lugar aparece o Nissan Kicks, que vem aumentando sua participação no mercado, e registrou 16.604 unidades emplacadas no mesmo período. Depois, tecnicamente empatados, aparecem Honda HR-V (15.646) e Hyundai Creta (15.398). E aquele que um dia já foi o queridinho do segmento, o Ford EcoSport fechou os quatro primeiros meses do ano com 10.330 unidades emplacadas. SUVs MÉDIOS Liderança absoluta do Jeep Compass, com 17.884 unidades emplacadas, seguido pelo Volkswagen Tiguan (3.296) e Chevrolet Equinox (1.735). O Toyota Hilux SW4 também é SUV médio, mas construído sobre chassi, com preço mais elevado, e mesmo assim teve 4.446 unidades emplacadas no acumulado do ano. PICAPES COMPACTAS Nenhum modelo consegue tirar a liderança da lendária Fiat Strada, que, apesar de ser um projeto antigo, fechou os quatro primeiros meses do ano com 22.729 unidades emplacadas. Ela é seguida de longe pela também antiga VW Saveiro, que computou 12.043 unidades. Em terceiro, bem atrás, a velha Chevrolet Montana registrou 4.073 unidades emplacadas. PICAPES INTERMEDIÁRIAS Este curioso segmento que deu muito certo no Brasil também tem um líder absoluto, por enquanto intocável. Trata-se da picape Fiat Toro, que fechou os quatro primeiros meses do ano com 17. 824 unidades emplacadas. Seu concorrente direto é a Renault Duster Oroch, da qual foram vendidas 3.627 unidades. PICAPES MÉDIAS A Toyota Hilux é a estrela deste segmento e permanece no primeiro lugar do ranking, com 13.092 unidades emplacadas de janeiro a abril. A concorrência vem em seguida, com a Chevrolet S10 (8.247), Volkswagen Amarok (6.173) e Ford Ranger (5.978). ESPORTIVOS E para quem tem curiosidade sobre o volume de vendas no Brasil dos dois esportivos icônicos: Ford Mustang, 140 unidades, e Chevrolet Camaro, 58 unidades emplacadas no acumulado do ano. O “puro-sangue” chegou e atropelou seu concorrente histórico. https://www.em.com.br/app/noticia/vrum/2019/05/11/interna_vrum,1052937/onix-lidera-ekwid-sobe.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping SUVs viram mania e vão além da moda passageira; entenda o motivo 8232326 - BOL - São Paulo - SP - 12/05/2019

Você ainda acredita que os modelos do tipo SUV, os utilitários esportivos, são uma moda passageira? É melhor começar a repensar. Hoje o segmento formado por crossovers e SUVs não para de crescer em todo o mundo, inclusive no Brasil. Aqui, já responde por 25% do mercado de automóveis, segundo a Fenabrave, entidade que reúne os revendedores de veículos. Goste ou não, uma coisa é certa: você ainda vai ter um SUV na garagem. No Brasil, o Ford EcoSport, lançado em 2003, foi o primeiro utilitário desenvolvido sobre a plataforma de um carro de passeio pequeno -- no caso, o Fiesta. Na época, SUVs "raiz", com carroceria sobre chassi e equipados com tração 4x4 e reduzida, já faziam sucesso. O exemplo do EcoSport foi seguido por outras montadoras. Você pode se perguntar: o que leva alguém a escolher um SUV compacto em vez de levar um hatch médio ou um bom sedã familiar? Carroceria elevada e maior espaço interno são alguns motivos. Confira o vídeo para saber mais. O Programa Auto+ está de casa nova na temporada 2019. A partir de abril, passa a ser exibido nas noites de sábado pela RedeTV!, sempre às 19h. É a volta do programa à grade onde esteve por três anos, entre 2008 e 2010. Criado em 2005 por Benê Gomes, o Auto+ também tem o jornalista Marcello SantAnna dividindo a apresentação da atração, com produção da Auto+ Entretenimento, empresa especializada em promoção de eventos automotivos e de esporte a motor. *Com reportagem de Diego Dias https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/05/12/suvs-viram-mania-e-vao-alem-da-modapassageira-entenda-o-motivo.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mesmo em baixa, Toyota Corolla segue firme na liderança entre os sedãs médios 8232329 - DIÁRIO DO PODER - Brasília - DF - 10/05/2019

A categoria dos sedãs médios é mais uma que sofre com a “avalanche” dos SUVs. O segmento que já foi um dos mais vendidos do país, hoje conta apenas com 7,5% de participação de mercado. A mostra das vendas baixas é a situação do líder. O Toyota Corolla sempre figurou entre os dez veículos mais vendidos do país. Mas neste ano não está tão bem, no primeiro trimestre estava 18º. O japonês até conseguiu se recuperar em abril, fechando o quadrimestre em 15º. Se ele não está indo bem nas vendas, os concorrentes estão ainda piores. Nos quatro primeiros meses do ano, cinco dos dez sedãs médios mais vendidos não alcançaram a marca de mil unidade. E um superou esse número em apenas uma unidade. Esses dados apontam que a categoria pode ser a próxima a ser deixada de lado pelos consumidores. Confira quais são os que mais venderam no primeiro quadrimestre. 10º – Kia Cerato – 727 unidades 9º – Ford Focus – 757 unidades 8º – Mercedes-Benz Classe C – 858 unidades 7º – Mitsubishi Lancer – 900 unidades 6º – Audi A3 Sedan – 933 unidades 5º – Nissan Sentra – 1.001 unidades 4º – Volkswagen Jetta – 3.856 unidades 3º – Chevrolet Cruze – 6.346 unidades 2º – Honda Civic – 8.346 unidades 1º – Toyota Corolla – 15.988 unidades *Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) https://diariodopoder.com.br/mesmo-em-baixa-toyota-corolla-segue-firme-na-lideranca-entreos-sedas-medios/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Geison Guedes Estado: DF Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos cresce em abril e Kwid subiu para a quarta posição 8232330 - PORTAL RONDON - 10/05/2019

| Foto: Vrum PUBLICIDADE Se alguns setores da economia no país andam estagnados ou em retração, o mesmo não pode ser dito do segmento automotivo. De acordo com dados de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), abril fechou com crescimento de 10,92% nas vendas de automóveis e comerciais leves, com 221.321 unidades licenciadas. No acumulado do ano, já foram emplacadas 801.330 unidades, com crescimento de 8,71% em relação ao mesmo período do ano passado. No ranking dos mais vendidos, poucas alterações no topo da lista, com Chevrolet Onix isolado na liderança. A novidade é que o Renault Kwid foi o quarto modelo mais emplacado no mês e vai aumentando cada vez mais sua participação. SAIBA MAIS De janeiro a abril, a lista dos 10 automóveis mais emplacados traz o Chevrolet Onix em primeiro lugar absoluto, com um total de 75.130 unidades. Em seguida, aparecem Hyundai HB20 (34.738), Ford Ka (32.765), Chevrolet Prisma (27.270), Renault Kwid (23.981), Volkswagen Gol (23.330), Fiat Argo (23.073), Jeep Renegade (21.383), Volkswagen Polo (20.400) e Jeep Compass (17.884. No segmento das picapes, no acumulado do ano a Fiat Strada continua na liderança, com 22.757 unidades emplacadas, seguida pela irmã intermediária Toro (17.824), Toyota Hilux (13.092), VW Saveiro (12.045) e Chevrolet S10 (8.247). No ranking das marcas em abril, a Chevrolet registrou um total de 37.990 unidades emplacadas de automóveis e comerciais leves, com um crescimento de 17,1%, seguida pela Volkswagen (33.132 - 14,9%) e Fiat (30.189 – 13,6%). No acumulado do ano a Chevrolet emplacou 144.395 unidades, a VW, 116.111, a Fiat, 109.006, a Renault, 70.507, e a Ford, 67.526. SUBCOMPACTOS Este segmento tem o Renault Kwid como líder. De janeiro a abril foram emplacadas 23.981 unidades do modelo, que na semana que vem ganhará uma versão pseudo-aventureira, a Outsider, aumentando a possibilidade de otimizar ainda mais as vendas. Depois do Kwid, o pequeno Fiat Mobi aparece com 16.576 unidades emplacadas. Estranho é ver o VW up! com apenas 3.810 unidades no ano. Muito pouco para um projeto considerado moderno e seguro, mas com preço salgado. Talvez por isso o futuro do modelo esteja sendo repensado. Em quarto lugar no segmento aparece o chinês Chery QQ, com ínfimas 834 unidades emplacadas de janeiro a abril. DE ENTRADA No chamado segmento de modelos de entrada, o Ford Ka lidera no acumulado do ano, com 32.764 unidades emplacadas. O segundo lugar ficou com o velho e já nem tão bom VW Gol, que emplacou 23.330 unidades. Com volumes bem mais baixos, aparecem em seguida o Fiat Uno, com 6.106 unidades e o Toyota Etios, com 5.761. HATCHES COMPACTOS Trata-se do segmento mais cobiçado, que há um bom tempo traz no topo da lista o Chevrolet Onix, que de janeiro a abril teve 75.130 unidades emplacadas. Em segundo lugar, vem o Hyundai HB20, com 34.738 unidades, depois o Renault Sandero, com 15.525 unidades. Os três prestes a passar por reestilização. HATCHES COMPACTO PREMIUM Neste segmento, o Fiat Argo já alcançou o primeiro lugar, com 23.073 unidades emplacadas no acumulado do ano. O Volkswagen Polo aparece em segundo, com 20.400 unidades, e o Toyota Yaris em terceiro, com 11.947 unidades. É um segmento que reúne modelos com acabamento de melhor qualidade e lista de equipamentos mais generosa. HATCHES MÉDIOS O relatório de abril da Fenabrave demonstra claramente que o segmento de hatches médios vai definhando lentamente. O modelo que mais vendeu nos quatro primeiros meses do ano foi o Chevrolet Cruze, mas, mesmo assim, foram apenas 1.899 unidades. Mas se está ruim para o Cruze hatch, o que dizer do Volkswagen Golf (826 unidades) e do Ford Focus (373 unidades)? SEDÃS PEQUENOS O Chevrolet Prisma, que também está prestes a ser reestilizado, é o líder deste segmento, com 27.270 unidades emplacadas de janeiro a abril. Com uma boa diferença, aparece em segundo o Ford Ka Sedan, com 14.632 unidades, e em terceiro o combalido VW Voyage, com 9.636 unidades no acumulado do ano.


SEDÃS COMPACTOS Neste segmento, a Volkswagen está na frente com seu Virtus, que teve 13.246 unidades emplacadas de janeiro a abril. O modelo que mais se aproxima dele é o Toyota Yaris Sedan, com 10.525 unidades. Depois aparecem o Hyundai HB20S (9.487), Renault Logan (8.800) e o Fiat Cronos, que ainda não desencantou e somou apenas 7.379 unidades vendidas de janeiro a abril. SEDÃS MÉDIOS Mas se o assunto é sedã médio, segmento que tem concorrência acirrada, as posições no ranking permanecem as mesmas. Com crescimento nas vendas de março para abril, o Toyota Corolla permanece na liderança, com 15.988 unidades emplacadas no acumulado do ano. As vendas de Honda Civic (8.293) e Chevrolet Cruze Sedan (6.346) também cresceram de março para abril, mantendo-os na segunda e terceira posição, respectivamente. Em queda, o Volkswagen Jetta garantiu a quarta posição, com 3.856 unidades emplacadas de janeiro a abril. SUVs COMPACTOS Briga boa no segmento que cresce cada vez mais. O Jeep Renegade permanece na liderança, com 21.383 unidades emplacadas nos quatro primeiros meses do ano. Em segundo lugar aparece o Nissan Kicks, que vem aumentando sua participação no mercado, e registrou 16.604 unidades emplacadas no mesmo período. Depois, tecnicamente empatados, aparecem Honda HR-V (15.646) e Hyundai Creta (15.398). E aquele que um dia já foi o queridinho do segmento, o Ford EcoSport fechou os quatro primeiros meses do ano com 10.330 unidades emplacadas. SUVs MÉDIOS Liderança absoluta do Jeep Compass, com 17.884 unidades emplacadas, seguido pelo Volkswagen Tiguan (3.296) e Chevrolet Equinox (1.735). O Toyota Hilux SW4 também é SUV médio, mas construído sobre chassi, com preço mais elevado, e mesmo assim teve 4.446 unidades emplacadas no acumulado do ano. PICAPES COMPACTAS Nenhum modelo consegue tirar a liderança da lendária Fiat Strada, que, apesar de ser um projeto antigo, fechou os quatro primeiros meses do ano com 22.729 unidades emplacadas. Ela é seguida de longe pela também antiga VW Saveiro, que computou 12.043 unidades. Em terceiro, bem atrás, a velha Chevrolet Montana registrou 4.073 unidades emplacadas. PICAPES INTERMEDIÁRIAS Este curioso segmento que deu muito certo no Brasil também tem um líder absoluto, por enquanto intocável. Trata-se da picape Fiat Toro, que fechou os quatro primeiros meses do ano com 17. 824 unidades emplacadas. Seu concorrente direto é a Renault Duster Oroch, da qual foram vendidas 3.627 unidades. PICAPES MÉDIAS A Toyota Hilux é a estrela deste segmento e permanece no primeiro lugar do ranking, com 13.092 unidades emplacadas de janeiro a abril. A concorrência vem em seguida, com a Chevrolet S10 (8.247), Volkswagen Amarok (6.173) e Ford Ranger (5.978). ESPORTIVOS E para quem tem curiosidade sobre o volume de vendas no Brasil dos dois esportivos icônicos: Ford Mustang, 140 unidades, e Chevrolet Camaro, 58 unidades emplacadas no acumulado do ano. O “puro-sangue” chegou e atropelou seu concorrente histórico. Quer receber as notícias mais importantes de Marechal no WhatsApp? Clique aqui COMPARTILHAR NO WHATSAPP Tweet Compartilhar http://www.portalrondon.com.br/noticia/vendas-de-veiculos-cresce-em-abril-e-kwid-subiupara-a-quarta-posicao Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Corolla continua como o modelo da Toyota que os brasileiros mais retiram das concessionárias 8232331 - REVISTA PUBLIRACING - 10/05/2019

A apenas alguns meses da chegada da nova geração do modelo ao Brasil, o mercado local continua tendo uma relação de desejo impressionante com o Corolla. O sedã médio da Toyota comercializou nos primeiros quatro meses de 2019, nada menos que 15 988 unidades, o que o posicionou como o 13º veiculo automóvel mais vendido no Brasil, na frente de outro fenômeno da casa, a líder de vendas no segmento das grandes picapes, a Hilux, que emplacou 13 092 unidades. Estes dois emblemáticos representantes da marca japonesa no Brasil ficaram na frente do mais recente lançamento da marca. Se na versão HB foram comercializadas 11 947, já na versão sedã do Yaris foram 10 525 as unidades que foram emplacadas segundo os dados da Fenabrave. O pequeno Etios ainda mantem um nível de vendas interessante com um acumulado de 5 761 unidades, na frente da SW4 que totaliza 4 446 e que continua como uma das referencias em seu segmento. Através destes resultados a marca japonesa aparece na sexta posição no ranking de vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil, com um total de 66 907 unidades comercializadas, o que representa 8,35% de participação no mercado local. https://www.revistapubliracing.com.br/single-post/2019/05/10/Corolla-continua-como-omodelo-da-Toyota-que-os-brasileiros-mais-retiram-das-concession%C3%A1rias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação / Revista Publiracing redacao@revistapubliracing.com.br Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado das duas rodas em alta no mês que passou 8232332 - SEMI NOVOS ONLINE - 10/05/2019

Não é apenas nas quatro rodas que o momento se mostra favorável quando se fala na venda de modelos zero quilômetro. O mercado também está aquecido entre as motos, como mostram os números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em abril, foram emplacadas 93.387 unidades, 11,4% a mais do que em março (83.827). Aumento também na comparação com o mesmo mês do ano anterior (13,68%) e no acumulado dos quatro primeiros meses (elevação de 16,77%), que chega aos 352.112 exemplares. E como não podia deixar de ser, a lista das mais vendidas é puxada pela Honda CG160, mais vendido entre todos os veículos disponíveis no Brasil, passando com folga das 24 mil unidades comercializadas. A casa das ‘Asas da Liberdade’, aliás, emplaca (sem trocadilho) os cinco primeiros modelos, com a Yamaha aparecendo com sua melhor representante na sexta posição, a Fazer 250. E não deixa de ser curioso no ranking por montadora que a terceira posição esteja com os chineses da Haojue, que chegaram de forma bastante forte especialmente no Nordeste. Mais vendidas (motos/abril’2019) Modelo Unidades Honda CG 160 24.398 Honda Biz 12.364 Honda NXR 160 9.369 Honda Pop 110i 9.064 Honda CB 250 F Twister 2.565 Yamaha Fazer 250 1.927 Yamaha XTZ 150 1.871 Honda PCX 150 1.837 Honda XRE 300 1.689 Yamaha YBR 150 1.669 Fonte: Fenabrave O post Mercado das duas rodas em alta no mês que passou apareceu primeiro em Notícias automotivas - Carros usados - SemiNovos BH. http://www.seminovosbh.com.br/noticias/mercado-das-duas-rodas-em-alta-no-mes-quepassou/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Rodrigo Gini Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mesmo em baixa, Toyota Corolla segue firme na liderança entre os sedãs médios 8232334 - GR21 - 10/05/2019

O japonês, que já figurou entre os 10 mais vendidos do país, hoje está apenas em 15º A categoria dos sedãs médios é mais uma que sofre com a “avalanche” dos SUVs. O segmento que já foi um dos mais vendidos do país, hoje conta apenas com 7,5% de participação de mercado. A mostra das vendas baixas é a situação do líder. O Toyota Corolla sempre figurou entre os dez veículos mais vendidos do país. Mas neste ano não está tão bem, no primeiro trimestre estava 18º. O japonês até conseguiu se recuperar em abril, fechando o quadrimestre em 15º. Se ele não está indo bem nas vendas, os concorrentes estão ainda piores. Nos quatro primeiros meses do ano, cinco dos dez sedãs médios mais vendidos não alcançaram a marca de mil unidade. E um superou esse número em apenas uma unidade. Esses dados apontam que a categoria pode ser a próxima a ser deixada de lado pelos consumidores. Confira quais são os que mais venderam no primeiro quadrimestre. 10º – Kia Cerato – 727 unidades Foto: Kia/Divulgação 9º – Ford Focus – 757 unidades Foto: Ford/Divulgação º – Mercedes-Benz Classe C – 858 unidades Foto: Mercedes-Benz/Divulgação 7º – Mitsubishi Lancer – 900 unidades Foto: Mitsubishi/Divulgação 6º – Audi A3 Sedan – 933 unidades Foto: Audi/Divulgação 5º – Nissan Sentra – 1.001 unidades Foto: Nissan/Divulgação 4º – Volkswagen Jetta – 3.856 unidades Foto: Volkswagen/Divulgação 3º – Chevrolet Cruze – 6.346 unidades Foto: Chevrolet/Divulgação 2º – Honda Civic – 8.346 unidades Foto: Honda/Divulgação 1º – Toyota Corolla – 15.988 unidades Foto: Toyota/Divulgação *Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) Diário Do Poder https://gr21.com.br/mesmo-em-baixa-toyota-corolla-segue-firme-na-lideranca-entre-ossedas-medios/ Ficha Técnica


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Clipping Vendas de SUVs em abril: VW Tiguan tem recorde de emplacamentos 8232335 - MOTOR 1 - 10/05/2019

Após o recuo registrado em março, as vendas de SUVs intermediários retomaram o bom momento em abril: quase 9,5 mil unidades vendidas, uma alta de 10,5% em relação ao mesmo período de 2018. Mas vale uma ressalva: estes números positivos estão diretamente relacionados apenas aos dois primeiros colocados do ranking. O papo é SUV: Teste instrumentado VW Tiguan AllSpace 1.4 TSI Comfortline: No meio campo Jeep Compass S: nova série especial mais equipada chega por R$ 187.990 Em seu melhor momento desde novembro, o Jeep Compass se aproximou das 5 mil unidades (4.930, +7%) e se manteve com mais da metade das vendas do segmento. Já o VW Tiguan, com 1.324 emplacamentos, atingiu seu novo recorde no país, superando as 1.032 unidades de outubro passado. Destaque negativo em março, quando teve seu mês mais fraco desde o lançamento, o Hyundai ix35 (473) voltou a figurar no pódio, embora em queda de mais de 40%. Apenas 3 unidades atrás, o Hyundai Tucson (470) também perdeu fôlego em relação a 2018. Fechando o top 5, o Chevrolet Equinox se manteve praticamente estável no período. Da 6ª à 11ª posições, à exceção do Mitsubishi Eclipse Cross (203) que não era vendido até então, todos os demais representantes venderam menos do que há um ano. O Toyota RAV4 (138), em 11º, foi aquele que mais perdeu compradores (-66,6%). Mas vale lembrar que a atual geração está se despedindo do mercado. Em sua terceira aparição na lista, o Caoa Chery Tiggo 7 (98) teve um empate técnico com o Honda CR-V (99). Já a nova geração do Jeep Wrangler, que havia emplacado 6 unidades em março, conquistou 40 clientes, se aproximando do Peugeot 5008 (50). Lanternas, Ssangyong Korando e Subaru Outback tiveram apenas uma unidade vendida cada. SUVs / Crossovers II POS. MODELO ABR/19 MAR/19 ABR/18 % ABR 19 % MAR 19 VARIAÇÃO ABR/MAR VARIAÇÃO 2019/2018 1º JEEP COMPASS 4930 4476 4605 51,96% 56,39% 10,14% 7,06% 2º VW TIGUAN 1324 867 19 13,95% 10,92% 52,71% 6868,42% 3º HYUNDAI IX35 473 147 816 4,99% 1,85% 221,77% -42,03% 4º HYUNDAI TUCSON 470 540 542 4,95% 6,80% -12,96% -13,28% 5º CHEVROLET EQUINOX 432 452 431 4,55% 5,69% -4,42% 0,23% 6º KIA SPORTAGE 419 237 525 4,42% 2,99% 76,79% -20,19% 7º MITSUBISHI ASX 301 258 492 3,17% 3,25% 16,67% -38,82% 8º PEUGEOT 3008 231 158 250 2,43% 1,99% 46,20% -7,60% 9º MITSUBISHI ECLIPSE CROSS 203 190 0 2,14% 2,39% 6,84% - 10º MITSUBISHI OUTLANDER 192 194 218 2,02% 2,44% -1,03% -11,93% 11º TOYOTA RAV4 138 163 413 1,45% 2,05% -15,34% -66,59% 12º HONDA CR-V 99 83 87 1,04% 1,05% 19,28% 13,79% 13º CAOA CHERY TIGGO 7 98 71 0 1,03% 0,89% 38,03% - 14º PEUGEOT 5008 50 31 79 0,53% 0,39% 61,29% -36,71% 15º JEEP WRANGLER 40 6 2 0,42% 0,08% 566,67% 1900,00% 16º SUBARU FORESTER 38 30 40 0,40% 0,38% 26,67% -5,00% 17º DODGE JOURNEY 24 13 41 0,25% 0,16% 84,62% -41,46% 18º SUBARU XV 24 17 10 0,25% 0,21% 41,18% 140,00% 19º SSANGYONG KORANDO 1 2 2 0,01% 0,03% -50,00% -50,00% 20º SUBARU OUTBACK 1 2 13 0,01% 0,03% -50,00% -92,31% 9488 7937 8585 100,00% 100,00% 19,54% 10,52% Na faixa superior, líder e vice-líder cresceram. Em melhor momento no ano, o Toyota SW4 (1.211) manteve a participação de mercado superior a 70%. Já o Chevrolet Trailblazer, com 258 unidades, teve um incremento de quase 32% na comparação com 2018. Sem superar a casa das 100 unidades desde outubro, o Mitsubishi Pajero emplacou 137 unidades, quase quatro vezes mais do que o adversário mais próximo, o Kia Sorento e suas 39 unidades. Fechando o top 5, o Hyundai Santa Fe registrou as mesmas 27 unidades de março e viu a aproximação do JAC T80 (22). SUVs / Crossovers III POS. MODELO ABR/19 MAR/19 ABR/18 % ABR 19 % MAR 19 VARIAÇÃO ABR/MAR VARIAÇÃO 2019/2018 1º TOYOTA SW4 1211 1021 1096 70,57% 71,70% 18,61% 10,49% 2º CHEVROLET TRAILBLAZER 258 235 196 15,03% 16,50% 9,79% 31,63% 3º MITSUBISHI PAJERO 137 72 171 7,98% 5,06% 90,28% -19,88% 4º KIA SORENTO 39 39 49 2,27% 2,74% 0,00% -20,41% 5º HYUNDAI SANTA FE 27 27 69 1,57% 1,90% 0,00% 60,87% 6º JAC T80 22 15 0 1,28% 1,05% 46,67% - 7º JEEP GRAND CHEROKEE 16 12 10 0,93% 0,84% 33,33% 60,00% 8º LIFAN X80 6 3 0 0,35% 0,21% 100,00% - 1716 1424 1591 100,00% 100,00% 20,51% 7,86% Observação: Os números do Jeep Grand Cherokee também incluem os do Cherokee, já que a Fenabrave não realiza a segregação. Fonte: Fenabrave https://motor1.uol.com.br/news/348932/vendas-suvs-abril-vw-tiguan-recorde/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vida está muito pior um ano após mobilização, dizem caminhoneiros 8232336 - FOLHA DE S.PAULO - São Paulo - SP - 11/05/2019

Após a mobilização inédita, que conseguiu travar o transporte de cargas no Brasil por 11 dias em 2018, a sensação entre os caminhoneiros era de vitória. Uma longa e polêmica lista de exigências havia sido atendida pelo governo de Michel Temer. Prestes a completar um ano, porém, o movimento já não parece tão bem-sucedido assim para esse grupo de trabalhadores. O consenso entre os caminhoneiros é que a situação está pior do que antes da paralisação. Entre os pedidos atendidos, destacaram-se o subsídio ao diesel, que acabou em dezembro, e a criação de uma tabela com preços mínimos para o frete, que foi instituída via decreto, mas nunca valeu de verdade. A medida está sendo questionada na Justiça, é contornada pelas empresas, que até investiram em frota própria e outros tipos de transporte para evitar a dependência do caminhoneiro autônomo, e não é devidamente fiscalizada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), segunda reclama a categoria. “O Brasil nunca esteve tão ruim”, diz Paulo Roberto Moraes dos Santos, 57, proprietário de quatro caminhões que compartilha com o filho e o sobrinho. O caminhoneiro de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, afirma que agora nem adiantam tabela do frete ou diesel barato. Falta trabalho. “Está tudo parado, não tem serviço, não tem carga para todo mundo. Precisa melhorar o país como um todo. É saindo da crise, voltando a produzir mais e a vender mais que vai ter carga para a gente transportar”, diz Moraes. João Batista Rodrigues Alves, 47, de Fortaleza, no Ceará, conta que passou 14 dias na beira de uma estrada, em Belém, no Pará, quando aderiu ao protesto. Agora, porém, para por não ter que o fazer. Na segunda-feira (6), completava o quarto dia sem encontrar trabalho no Terminal de Cargas de São Paulo. Antes do serviço que o levou à capital paulista, ficara 18 dias em casa à espera de um frete. Pelo trajeto de Fortaleza para São Paulo, recebeu R$ 9.300 —R$ 2.700 menos do que ganhou da última vez. “Se eu tivesse visto um posto de fiscalização da ANTT, eu teria parado e denunciado [a empresa que pagou menos que o piso do frete]. Mas não vi nenhum”, diz ele. Segundo Alves, as transportadoras chegam a provocar os caminhoneiros que ameaçam denunciá-la: “Nos dizem: pode denunciar, nunca vimos uma multa chegar aqui”. José Francisco de Oliveira, de São Paulo, reclama que a maioria das empresas não cumpre a tabela do frete. “Agora [com menos serviço] é que não vão cumprir mesmo”, diz. Quando conversou com a reportagem, Oliveira disse estar há 20 dias com o caminhão estacionado. Representantes do governo de Jair Bolsonaro (PSL) têm feito reuniões com os caminhoneiros desde o período de transição. A principal promessa é aumentar a fiscalização para obrigar as empresas a cumprir o valor da tabela. No Terminal de Cargas de São Paulo, a reportagem encontrou vários caminhoneiros parados havia dias à espera de trabalho. Vindos de outros estados, eles estacionam os caminhões em um terreno próximo à rodovia Fernão Dias. O local é estratégico por ficar ao lado do terminal onde a maioria das transportadoras repassa cargas para os autônomos. Por isso, a permanência ali tem o seu preço. São R$ 80 para estacionar por até 15 dias. Parado há quase duas semanas, Vanderlei Araújo, 62, conhecido como Capitão, já não consegue tirar o caminhão facilmente. A bateria “arriou”. Será preciso pagar R$ 20 para o mecânico do local fazer a chupeta e recuperar as baterias. Mas ele só terá os R$ 20 quando pegar um frete de volta para Curitiba, no Paraná.


Com o dinheiro que receber também vai quitar a conta da lanchonete da Nêga, que fica na beirada do estacionamento. “A gente só consegue comer porque o pessoal ajuda e vende fiado”, diz. Claudemar Alves da Silva, 55, de Sinop, em Mato Grosso, conta que já teve de reunir caminhoneiros para pagar uma marmita a um colega que não tinha dinheiro. “A gente tinha reserva até o governo da Dilma. Depois que ela saiu, todo o mundo teve que usar o que tinha guardado para poder sobreviver”, afirma. Silva diz que nos anos de bonança teve R$ 18 mil na poupança —reserva para manutenção do caminhão. O governo Michel Temer mudou a política de preços dos combustíveis, e as variações passaram a ser diárias. Em decisão para agradar à categoria, Bolsonaro anunciou, em março, que o intervalo de aumento passaria a ser de 15 dias. O motorista de Sinop conversava com a reportagem apressado para atender o celular. Era um possível frete: “Se a gente demora cinco minutos para responder, vem outro e leva”. Ele está ali esperando para voltar a Mato Grosso. Conta que, em qualquer lugar a que chega, demora até oito dias para pegar um carregamento de volta ao estado de origem. “Antes, aqui neste mesmo terminal, eu chegava de manhã e à tarde já estava carregado para voltar”, diz. Araújo e seus colegas atribuem a queda na oferta de serviço às transportadoras, que compraram grandes frotas e “jogaram o frete lá embaixo”. Dados do setor mostram que houve um movimento das empresas para comprar caminhões e ampliar a frota própria após a paralisação. Desde maio de 2018 foram fabricados 75.628 caminhões, segundo a Anfavea, entidade dos fabricantes de veículos. No ano passado, o número de emplacamentos de novos caminhões cresceu 48% em relação a 2017, de acordo com a Fenabrave, que reúne distribuidores de veículos. Marcelo Bezerra, 43, de Marília, interior de São Paulo, diz que, depois da greve, as transportadoras deixaram de procurar os agenciadores, que atuam como intermediários entre empresas e autônomos. “Antes os agenciadores esfolavam a gente. Agora, está pior, porque quase já não tem mais agenciador”, diz o caminhoneiro, que está há 15 dias parado no estacionamento. Segundo Wallace Landim, o Chorão, um dos representantes dos caminhoneiros que fala com o governo, a solução para o excesso de caminhões e a falta de cargas é o cumprimento da jornada de trabalho. Assim, os caminhoneiros trabalhariam menos, e seria preciso contratar mais. Araújo, de Curitiba, cita de cor e em tom de revolta os números de caminhões que as grandes transportadoras compraram nos últimos meses. Para ele, os autônomos devem reivindicar maior participação no mercado. “Tem que fazer as transportadoras passarem 40% do frete para os caminhoneiros autônomos, terceirizados”, afirma. Ele diz que leu a ideia em um dos grupos de WhatsApp que acompanha. Procurado, o presidente da CNT (Confederação Nacional dos Transportes) não estava disponível para falar. Se houver ou não mudanças para quem vive nas estradas, Araújo não vai pagar para ver. Há 40 anos na estrada, ele diz que cansou. Quando chegar ao Paraná, vai vender o caminhão forrado de adesivos da campanha de Jair Bolsonaro, em quem ele diz ser a sua única esperança. “Estou velho, vou arrumar outra coisa para fazer. Vender isso daí [aponta para o caminhão], sei lá, trocar por uma galinha”, afirma. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/05/vida-esta-muito-pior-um-ano-aposmobilizacao-dizem-caminhoneiros.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Gol e Mobi dão um grande salto 8232337 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 10/05/2019

Volkswagen Gol e Fiat Mobi estão sendo os grandes destaques de vendas nesse início de mês. Assim como o Ka Sedan, em abril, em maio são os dois hatches que ocupam posições além das que obtêm em média. O maior destaque é o Gol. O modelo da Volkswagen é, neste momento, o terceiro carro mais vendido do Brasil. Não para por aí: ele está extremamente próximo do segundo colocado, Hyundai HB20. O Mobi, por sua vez, ocupa neste momento a quinta posição em vendas. Os dados, apurados de 1º a 9 de maio, são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabreve). O salto do Gol No período, foram vendidos 2.622 Gol no mercado brasileiro. O vice-líder HB20 soma 2.660 unidades vendidas. As 38 unidades do Hyundai são uma vantagem bem apertada em um segmento de tanto volume. Pode dizer, assim, que HB20 e Gol estão em empate técnico. O resultado parcial de maio representa um salto de três posições no ranking para o Gol. No acumulado de janeiro a abril, o hatch da Volkswagen foi o sexto carro mais emplacado do País. Mobi No caso do Fiat, o salto é ainda maior. De janeiro a abril, o Mobi foi o 14º carro mais emplacado do País. Assim, o resultado parcial de maio representa um avanço de nove posições no ranking. Entre os dias 1º e 9 deste mês, o Fiat somou 1.885 unidades emplacadas. Está bem atrás do quarto colocado, Ka (2.553). Já o sexto, Polo, aparece próximo, com 1.826 emplacamentos. A montadora dos carros mais caros do Brasil SUVs da Volkswagen fazem bonito em abril É importante ressaltar que tanto Gol quanto Mobi são carros muito fortes em vendas diretas. Isso pode estar, portanto, inflando as vendas dos dois modelos nesse início de mês. Se o resultado é fruto de uma grande venda para frotistas ou locadoras, por exemplo, a tendência é que os dois percam ímpeto de emplacamentos – e posições no ranking – no decorrer do mês. A conferir. Outros resultados O Onix continua inabalável na primeira posição de vendas, da qual não sai desde 2015. De 1º a 9 de maio, somou 4.302 emplacamentos. Entre os SUVs, uma pequena mudança: pela primeira vez no ano, o Renegade não aparece na primeira posição. No momento, ela é ocupada pelo Compass, que tem 1.591 emplacamentos. O Renegade, no entanto, está bem próximo: soma 1.568 unidades vendidas. Vídeo da semana: Teste do McLaren Senna em Interlagos https://jornaldocarro.estadao.com.br/primeira-classe/gol-e-mobi-dao-um-grande-salto/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE

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Clipping Confira os oito esportivos mais vendidos do Brasil no primeiro quadrimestre de 2019 8232338 - DIÁRIO DO PODER - Brasília - DF - 10/05/2019

No ano passado, a Ford finalmente começou a vender o Mustang no Brasil. Com a demanda reprimida, o muscle car americano vendeu quase mil unidades, algo surpreendente para um veículo de R$ 299 mil. Claro que o ritmo não foi mantido neste ano. Mesmo assim, o Musgtang segue de vento em popa na liderança dos esportivos no Brasil. Confira quais são os outros sete modelos que mais venderam no primeiro quadrimestre do ano. 8º – Audi TT – 21 unidades 7º – Jaguar F-Type – 27 unidades 6º – BMW M2 – 37 unidades 5º – Porsche 718 Cayenne – 38 unidades 4º – Chevrolet Camaro – 58 unidades 3º – Porsche 911 – 68 unidades 2º – Porsche 718 Boxter – 95 unidades 1º – Ford Mustang – 140 unidades *Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) https://diariodopoder.com.br/confira-os-oito-esportivos-mais-vendidos-do-brasil-no-primeiroquadrimestre-de-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Geison Guedes Estado: DF Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado de motos avança 16,8% no ano – AutoIndústria 8232340 - AUTO INDÚSTRIA - 10/05/2019

O mercado de motocicletas manteve ritmo de crescimento em abril e acumula no quadrimestre 352 mil emplacamentos, expansão de 16,8% ante o mesmo período de 2018, quando foram comercializadas 301,4 mil unidades. “Houve uma ampliação da oferta de crédito pelas instituições financeiras, sobretudo por parte dos bancos de montadoras”, comenta Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares. Também contribuiu para o aquecimento da demanda o aumento do número de contemplações no sistema de consórcio. “Juntos, o CDC, Crédito Direto ao Consumidor, e o consórcio representam quase 70% das vendas de motocicletas no mercado nacional”, informa Fermanian. Em abril, conforme dados do Renavam, foram foram emplacadas 93,4 mil motocicletas, volume 13,7% superior ao do mesmo mês de 2018 (82,1 mil) e 11,4% maior do que o registrado em março (83,8 mil). A média diária de vendas do mês passando, segundo a Abraciclo, foi de 4.446 unidades, crescimento de 13,7% ante abril do ano passado e de 0,8% sobre março. “Este é o melhor resultado alcançado pelo setor no mês de abril desde 2015, que apresentou média diária de 5.408 unidades”, informa o presidente da Abraciclo. Segundo o executivo, o aquecimento do mercado de motos em um contexto econômico relativamente adverso reflete o atendimento à demanda reprimida dos últimos anos. “O desejo de compra de motocicletas estava evidente, porém o consumidor tinha dificuldades para encontrar o modelo específico que pretendia adquirir. Como as fabricantes reviram seus planos e processos de produção nos últimos meses, foi possível atender a essa demanda específica de maneira bem mais objetiva. Daí resultou o aumento em parte significativa dos negócios”. Anúncio LEIA MAIS ?Fenabrave revisa para cima meta para o segmento de motos ?Participação do consórcio nas vendas de motos cai de 32% para 27% Exportações – A produção segue em ritmo menos acelerado por causa da queda nas exportações, provocada principalmente pela forte retração do mercado argentino, principal comprador da indústria brasileira de motocicletas. Sairam das linhas de montagem em abril total de 91.220 unidades, aumento de 3,2% na comparação com o mesmo mês de 2018 e recuo de 0,3% em relação a março. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano foram produzidas 368.055 motocicletas no PIM, Polo Industrial de Manaus, o que representou evolução de 5,8% ante igual período de 2018 (348.009 unidades). A Abraciclo, em recente revisão, está projetando para este ano uma produção de 1,1 milhão de motos, meta que se for atinigida representará crescimento de 6,1% e, 2019 As exportações de motos nos primeiros quatro meses deste ano limitaram-se a 14,3 mil unidades, redução de 52,3% ante o mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 29.992 unidades. Segundo dados do portal de estatísticas de comércio exterior Comex Stat analisados pela Abraciclo, a Argentina foi o principal comprador de motocicletas brasileiras no primeiro quadrimestre do ano, com 5.650 motocicletas compradas do Brasil e participação de 43,9%. Em seguida vieram Estados Unidos, com 2.552 unidades e 19,8% de penetração, e pelo Canadá, com 1.488 unidades, representando 11,6% do total exportado. https://www.autoindustria.com.br/2019/05/10/mercado-de-motos-avanca-168-no-ano/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE

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Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Por que minivans morreram no Brasil e só sobrou a Spin? 8232341 - MSN - São Paulo - SP - 10/05/2019

O começo dos anos 2000 foi marcado pela febre das minivans. Tal como acontece com os SUVs hoje, elas ditavam as regras. Mesmo hatches e sedãs eram influenciados pelo estilo desses modelos familiares. E elas eram desejadas, vendendo mais que os SUVs por um bom tempo. Em 2019, a categoria foi resumida à Chevrolet Spin, Kia Carnival e BMW Série 2 Active Tourer. Leia mais: Reinado pioneiro Na virada do século, as minivans tiveram papel importantíssimo no Brasil. O mercado via a chegada dos primeiros modelos na categoria, todos nacionais e com um destaque: eram os primeiros carros dessas marcas a serem produzidos no país. Foi assim com Mercedes-Benz Classe A, Citroën Xsara Picasso e Renault Scénic – todas minivans que inauguraram fábricas brasileiras. A Chevrolet, sem perder tempo, logo entraria no jogo com a dupla Zafira e Meriva. A importância do segmento de minivans era tão grande que a Meriva, apesar de ter sido vendida na Europa, foi desenvolvida aqui e lançada no Brasil primeiro. Modelos importados também faziam a festa, como Kia Carnival, Kia Carens e Chrysler Caravan (depois rebatizada de Town & Country). O ápice das minivans Até 2004, as minivans vendiam mais que os SUVs. Segundo dados fornecidos pela Fenabrave, em 2003 elas venderam 58.295 unidades contra 41.525 dos SUVs. Já em 2004, último ano à frente, as minivans emplacaram 60.866 unidades versus 57.084 unidades dos utilitários esportivos. O grande ápice das minivans aconteceu em 2009: com 11 modelos na categoria, incluindo algumas novas opções nacionais como Fiat Idea e Nissan Livina, além das importadas Mercedes-Benz Classe B, Renault Grand Scénic e Citroën C4 Picasso. Nessa época, foram vendidas 92.596 minivans. A barreira das 90 mil unidades foi superada novamente somente em 2011 e 2012, com o reforço de Chevrolet Spin, Citroën C3 Picasso, Citroën C4 Picasso e JAC J6, ao passo que se aposentavam as pioneiras Chevrolet Meriva e Zafira, Citroën Xsara Picasso e Renault Scénic. Nessa época, os SUVs atingiam mais de 200 mil unidades ao ano. Ladeira abaixo Com diversos modelos saindo de linha e a migração do consumidor para o segmento aventureiro, as minivans começaram a descer ladeira abaixo. Entre 2009 e 2013, as vendas não ficaram abaixo de 87 mil unidades, sendo nesse último ano registradas 87.360 novas minivans no Brasil. O primeiro baque veio em 2014, quando as vendas caíram 22%, batendo as 67.532 unidades. Mas a situação pioraria ainda mais. Em 2015, metade do segmento de minivans foi para a Chevrolet Spin, enquanto suas concorrentes minguavam. Resultado? 39.915 unidades vendidas no ano todo, sendo 27.366 somente do modelo da Chevrolet. As remanescentes ou eram importadas e caras, ou velhas como a Fiat Idea. As minivans caíram mais uma vez em 2016, atingindo 26.719 unidades. Somente a partir daí as coisas se estabilizaram. Já dominado pela Chevrolet Spin, o segmento foi abandonado por todas as fabricantes que contavam com produção nacional: a Livina morreu em 2014, dois anos antes da Idea. As importadas não de luxo se dizimaram quando a JAC J6 saiu de linha em 2016. Chevrolet Spin – a rainha das minivans A partir daí, o segmento se resumiu à Chevrolet Spin e modelos importados. Só que as últimas baixas foram recentes. A Citroën decidiu encerrar as vendas da icônica C4 Picasso nesse mês no Brasil. Já a Mercedes-Benz encerrou tirou a Classe B de linha silenciosamente em 2018 sem ninguém notar, junto da Chrysler com a Town & Country. Restam das importadas apenas BMW Série 2 Active Tourer e Kia Carnival. Contudo, ambas os modelos têm vendas baixíssimas e podem não sobreviver até o próximo ano. Já a


Chevrolet Spin vive uma situação completamente oposta. Vende mais que os SUVs da GM, . Hoje, o segmento de minivans é praticamente total e completamente da Spin com 25.192 unidades vendidas em 2018. Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook () Instagram () YouTube () ________________________________________________________ Galeria de fotos: (Autocar Brasil) Quer receber as principais notícias do MSN Brasil pelo Facebook Messenger? https://www.msn.com/pt-br/carros/curiosidades/por-que-minivans-morreram-no-brasil-es%C3%B3-sobrou-a-spin/ar-AABb5Z6?li=AAggNbk Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: João Brigato / Fotos: Divulgação Estado: SP Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fiat Strada encosta no Onix nas vendas diretas de abril 8232343 - MOTOR SHOW - 10/05/2019

Picape mais vendida do Brasil em abril, a Fiat Strada (5.820) se saiu bem também no ranking de vendas diretas da Federação Nacional da Dsitribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na classificação geral, a picape leve da marca italiana ficou atrás apenas do Chevrolet Onix (9.399). O ranking de vendas diretas inclui as vendas feitas diretamente pela montadora a grandes empresas (como frotistas e locadoras) e também os carros comercializados por concessionárias para taxistas, produtores rurais e Pessoas com Deficiência (PcD). Confira os 20 carros mais vendidos nas vendas diretas em abril: Chevrolet Onix: 9.399 Roberto Assunção Fiat Strada: 5.820 Divulgação VW Gol: 5.120 Reprodução Ford Ka Sedan: 4.193 Divulgação Ford Ka: 3.917 Divulgação Fiat Toro: 3.900 Divulgação Jeep Renegade: 3.687 Divulgação Fiat Argo: 3.359 Roberto Assunção Chevrolet Prisma: 3.357 Roberto Assunção Jeep Compass: 3.303 Divulgação VW Saveiro: 3.024 Divulgação Hyundai HB20: 2.946 Divulgação VW Voyage: 2.591 Divulgação Nissan Kicks: 2.272 Divulgação Renault Sandero: 2.251 Roberto Assunção Renault Kwid: 2.191 Rodolfo Buhrer / La Imagem / Renault Renault Logan: 1.980 Divulgação Hyundai Creta: 1.875 Divulgação Chevrolet Spin: 1.581 Divulgação Toyota Yaris Sedan: 1.543 Roberto Assunção O post Fiat Strada encosta no Onix nas vendas diretas de abril apareceu primeiro em Motor Show. https://motorshow.com.br/fiat-strada-encosta-no-onix-nas-vendas-diretas-de-abril/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Editora 3 Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Respondemos 12 dúvidas sobre a Royal Enfield Himalayan 8232345 - MSN - São Paulo - SP - 10/05/2019

Participamos do ride em comemoração ao bom início de vendas da Royal Enfield Himalayan no Brasil, que até abril vendeu 155 unidades, de acordo com a Fenabrave. Abrimos no nosso perfil no Instagram, o , uma postagem pedindo por dúvidas dos nossos leitores sobre essa motocicleta. Aqui estão as perguntas e as respectivas respostas. Já vende no Brasil? Qual o preço? É boa? (Perguntas do @chicoguimaraes) Sim, a Royal Enfield Himalayan já é vendida no Brasil e custa R$ 18.990. Sim, resumindo muito, é uma boa moto dentro da sua proposta. Para quem já provou as motos da linha 500 (Classic, Bullet e Continental GT 535), verá uma grande diferença. É o primeiro novo projeto da fase atual da Royal Enfield, sob gestão dos indianos do grupo Eicher Motors. Velocidade de cruzeiro? Média de consumo? (Pergunta do @justinoguitars) Ela anda bem, com o motor trabalhando sem esforço, até 120 km/h em quinta marcha, com cerca de 6.000 rpm. Média de consumo ficou em 29 km/l. O motor dela não é flex, alimentada somente com gasolina. Qual o valor das revisões e qual a periodicidade? (Pergunta do @_ronald_lopes_) O intervalo de manutenção da Himalayan é de 5.000 km. A primeira revisão é com 500 km e custa R$ 430,80, a segunda revisão é com 5.000 km e custa R$ 210. A terceira revisão, com 10.000 km e custa R$ 591,80. Preços da concessionária Royal Enfield SP. Podem variar da concessionária. Hoje a marca tem concessionárias em São Paulo e Brasília. A próxima será inaugurada em Curitiba. O andar dela é melhor do que o visual “ferro de portão”? (Pergunta do @mac.nery) Sim, ela anda bem para sua proposta e o visual é original, meio “Mad Max”, meio pósapocalíptico, não lembra nenhuma outra moto, sendo propositalmente bem clássico. Durante o desenvolvimento, um outro caminho pensado lembrava bastante as Ducati Scrambler, com visual mais moderno, menos retrô, ai decidiram pelo apelo bem mais clássico, para não perder a identidade que trouxe sua fama. Na Índia, a Royal Enfield vende mais que 800 mil motos por ano, quase o mercado de motos brasileiro inteiro! A decisão deles é justificável. Vale a pena como a primeira moto? (Pergunta enviara por @nilton0303) Depende do que você procura, o que espera de uma motocicleta. Um porém para indicar ela como primeira moto é seu peso cheio de 191 kg, que considero elevado para um iniciante. Se for cauteloso com esse detalhe, e buscar um curso de pilotagem defensiva – antes de um curso de off road para explorar tudo que essa moto é capaz – vai se dar bem com ela. Consigo fazer uns 300 km com garupa sem o fazer sofrer mantendo 120 km/h? (Pergunta enviada por @ma_dbartke) Se fizer paradas rápidas para relaxar, em média a cada 100 km, sem problemas. Isso na verdade vale para qualquer moto na estrada. O assento tem bastante espuma, mas depende de como se sente quem vai na sua garupa muito mais do que o nível de conforto da moto. Se usar outras motos como referência para comparação, ela perde em conforto para a Yamaha Lander 250 ABS. Quantos cilindros e quantos cv tem essa moto? (Pergunta enviada por @douglasrafsilva) Peso, potência e torque? (Pergunta enviada por @vieirac1) Tem um cilindro de 411 cm³ de cilindrada. O peso cheio é de 191 kg. Potência e torque máximos declarados são respectivamente 24,8 cv e 3,26 kgf.m. Avaliamos ela no nosso dinamômetro e deu 20,6 cv de potência a 5.880 rpm, com pico de torque de 2,93 kgf.m a 4.610 rpm. Esquenta? E o consumo de combustível é na casa dos 30 km/l? (Pergunta enviada por @tiagohazevedo) Em um dia quente e preso no trânsito da cidade, o calor do motor pode incomodar um pouco, pois é um grande monocilíndrico de 411 cm³ arrefecido a ar. Já a média de consumo ficou em 29 km/l.


O que é a alavanca no punho esquerdo? (Pergunta enviada por @william_sguimaraes) É um afogador! Quando acionado, sobe a rpm da motocicleta. Vale esclarecer que o projeto original da Himalayan é alimentado por carburador. O motor ganhou o sistema de injeção eletrônica para atender as leis de emissões de poluentes da Europa, Estados Unidos e claro, do Brasil. Ele foi mantido, funciona, mas com a injeção eletrônica ele não é necessário, ou talvez seja só no inverno forte, lá no Sul do Brasil. Qual o valor na concessionária? Qual o consumo está fazendo nela? Os aros são de alumínio? Esses seus 195 kg atrapalham no desempenho? (Perguntas enviadas por @carlosedusd) Na concessionária de São Paulo custa R$ 18.990. O consumo em uso misto entre cidade e estrada ficou em 29 km/l e os aros são em alumínio. E aproveitando, na verdade o peso cheio é de 191 kg, não 195 kg como mencionou. Quando vem a versão na cor granite? (Pergunta enviada por @lucas_rosa) A marca não fala sobre isso. Nosso palpite é que chegue como cor do modelo 2020 da Himalayan. Outras marcas também trabalham assim liberando novas cores quando muda o ano do modelo. O post apareceu primeiro em . ____________________________________________________________ Galeria de fotos: (Autocar Brasil) Quer receber as principais notícias do MSN Brasil pelo Facebook Messenger? https://www.msn.com/pt-br/carros/motos/respondemos-12-d%C3%BAvidas-sobre-a-royalenfield-himalayan/ar-AAB2olX?li=AAggNbk Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Marcelo Barros Estado: SP Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vai vender ou comprar carro? Confira antes as dicas essenciais do DETRAN 8232347 - MIX VALE - 10/05/2019

Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 10 de maio de 2019 Vai vender ou comprar carro? Confira antes as dicas essenciais do DETRAN. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;


No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/05/10/vai-vender-ou-comprar-carro-confira-antes-as-dicasessenciais-do-detran/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Confira as dez picapes que mais venderam nos quatro primeiros meses do ano 8232349 - DIÁRIO DO PODER - Brasília - DF - 10/05/2019

O mercado automotivo brasileiro segue em alta. O primeiro quadrimestre fechou com aumento de 8,71% em relação ao mesmo período do ano passado. Um fato interessante é que em todas as categorias, a liderança permanece inalterada. Confira as dez picapes que mais emplacaram nos quatro primeiros meses de 2019, entre as pequenas, intermediárias e médias. 10ª – Mitsubishi L200 – 3.238 unidades 9ª – Renault Oroch – 3.627 unidades 8ª – Chevrolet Montana – 4.073 unidades 7ª – Ford Ranger – 5.978 unidades 6ª – Volkswagen Amarok – 6.173 unidades 5ª – Chevrolet S10 – 8.247 unidades 4ª – Volkswagen Saveiro – 12.045 unidades 3ª – Toyota Hilux – 13.824 unidades 2ª – Fiat Toro – 17.824 unidades 1ª – Fiat Strada – 22.757 unidades *Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) https://diariodopoder.com.br/confira-as-dez-picapes-que-mais-venderam-nos-quatroprimeiros-meses-do-ano/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Geison Guedes Estado: DF Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Jeep Compass, Toyota Corolla e Volvo XC60 são os campeões de blindagem 8232350 - CARSALE - 10/05/2019

Modelo mais vendido no segmento de utilitários esportivos zero quilômetro (60.284 emplacamentos) e o nono mais emplacado no ranking geral da Fenabrave em 2018, o Jeep Compass também foi o carro mais blindado no Brasil no ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin). Os dados da entidade levam em consideração as 27 empresas associadas, que representam mais de 60% da produção total de veículos blindados no país. CARSALE RECOMENDA: + Conheça a Mitsubishi L200, picape casca-grossa + Prefere SUV? Tem o Mitsubishi Eclipse Cross + Suzuki Vitara: estilo que faz sentido Na segunda posição no ranking de blindagem está o Toyota Corolla, seguido do Volvo XC60, que completa o “pódio”. Land Rover Discovery e BMW X1 integram a lista dos cinco modelos mais blindados. A blindagem de nível III-A foi a mais praticada no mercado. O custo médio é de R$ 53.850,00. Segundo a Abrablin, no ano passado 11.912 veículos receberam esse tipo de proteção no país, contribuindo para que a frota blindada estimada chegasse a quase 220 mil unidades. Para 2019, a associação prevê crescimento entre 20% e 25%. A blindagem de nível III-A, que resiste aos disparos de submetralhadoras, pistolas 9mm e revólveres calibre 44, foi a mais praticada no mercado. O custo médio para esse tipo de proteção é de R$ 53.850,00. ONDE – De acordo com a Abrablin, em 2017, quase 75% da produção de blindagem se concentrava em São Paulo. Já em 2018, o estado paulista foi responsável por 66% da produção. No ranking estadual da blindagem, Rio de Janeiro ocupa a segunda posição, com 15,87% – quase o dobro do que foi registrado em 2017 (8,45%). Os estados de Pernambuco (5,96%); Ceará (4,01%); e Minas Gerais (2,43%) compõem a lista dos cinco estados que mais blindaram no ano passado. Rio Grande do Norte (2,07%); Pará (1,65%); Santa Catarina (0,45%); Goiás (0,37%); e Bahia (0,31%) fecham a lista dos dez estados que mais produziram blindados no ano passado. QUEM – Ao traçar o perfil do usuário da blindagem, a pesquisa da entidade revela que as mulheres estão ampliando a presença no segmento. Em 2018, elas representaram 46% do perfil de usuário desse tipo de proteção. No ano anterior, elas somaram 43% do total. Com relação à faixa etária, enquanto a maioria masculina (38%) tem entre 50 e 59 anos, a maior parte das mulheres (39%) está na faixa dos 40 aos 49 anos. Do número total de usuários da blindagem, 61% são executivos/empresários; 16% políticos; 11% juízes; 9% artistas/cantores; e 3% outras ocupações. Imagens: Divulgação “Carsale Recomenda” é uma ação publicitária independente do conteúdo editorial. https://carsale.uol.com.br/2019/05/10/jeep-compass-toyota-corolla-e-volvo-xc60-sao-oscampeoes-de-blindagem Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vida está muito pior um ano após greve, dizem caminhoneiros 8232352 - BLOG DO CAMINHONEIRO - 11/05/2019

Após a mobilização inédita, que conseguiu travar o transporte de cargas no Brasil por 11 dias em 2018, a sensação entre os caminhoneiros era de vitória. Uma longa e polêmica lista de exigências havia sido atendida pelo governo de Michel Temer. Prestes a completar um ano, porém, o movimento já não parece tão bem-sucedido assim para esse grupo de trabalhadores. O consenso entre os caminhoneiros é que a situação está pior do que antes da paralisação. Entre os pedidos atendidos, destacaram-se o subsídio ao diesel, que acabou em dezembro, e a criação de uma tabela com preços mínimos para o frete, que foi instituída via decreto, mas nunca valeu de verdade. A medida está sendo questionada na Justiça, é contornada pelas empresas, que até investiram em frota própria e outros tipos de transporte para evitar a dependência do caminhoneiro autônomo, e não é devidamente fiscalizada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), segunda reclama a categoria. “O Brasil nunca esteve tão ruim”, diz Paulo Roberto Moraes dos Santos, 57, proprietário de quatro caminhões que compartilha com o filho e o sobrinho. O caminhoneiro de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, afirma que agora nem adiantam tabela do frete ou diesel barato. Falta trabalho. “Está tudo parado, não tem serviço, não tem carga para todo mundo. Precisa melhorar o país como um todo. É saindo da crise, voltando a produzir mais e a vender mais que vai ter carga para a gente transportar”, diz Moraes. João Batista Rodrigues Alves, 47, de Fortaleza, no Ceará, conta que passou 14 dias na beira de uma estrada, em Belém, no Pará, quando aderiu ao protesto. Agora, porém, para por não ter que o fazer. Na segunda-feira (6), completava o quarto dia sem encontrar trabalho no Terminal de Cargas de São Paulo. Antes do serviço que o levou à capital paulista, ficara 18 dias em casa à espera de um frete. Pelo trajeto de Fortaleza para São Paulo, recebeu R$ 9.300 —R$ 2.700 menos do que ganhou da última vez. “Se eu tivesse visto um posto de fiscalização da ANTT, eu teria parado e denunciado [a empresa que pagou menos que o piso do frete]. Mas não vi nenhum”, diz ele. Segundo Alves, as transportadoras chegam a provocar os caminhoneiros que ameaçam denunciá-la: “Nos dizem: pode denunciar, nunca vimos uma multa chegar aqui”. José Francisco de Oliveira, de São Paulo, reclama que a maioria das empresas não cumpre a tabela do frete. “Agora [com menos serviço] é que não vão cumprir mesmo”, diz. Quando conversou com a reportagem, Oliveira disse estar há 20 dias com o caminhão estacionado. Representantes do governo de Jair Bolsonaro (PSL) têm feito reuniões com os caminhoneiros desde o período de transição. A principal promessa é aumentar a fiscalização para obrigar as empresas a cumprir o valor da tabela. No Terminal de Cargas de São Paulo, a reportagem encontrou vários caminhoneiros parados havia dias à espera de trabalho. Vindos de outros estados, eles estacionam os caminhões em um terreno próximo à rodovia Fernão Dias. O local é estratégico por ficar ao lado do terminal onde a maioria das transportadoras repassa cargas para os autônomos. Por isso, a permanência ali tem o seu preço. São R$ 80 para estacionar por até 15 dias. Parado há quase duas semanas, Vanderlei Araújo, 62, conhecido como Capitão, já não consegue tirar o caminhão facilmente. A bateria “arriou”. Será preciso pagar R$ 20 para o mecânico do local fazer a chupeta e recuperar as baterias. Mas ele só terá os R$ 20 quando pegar um frete de volta para Curitiba, no Paraná.


Com o dinheiro que receber também vai quitar a conta da lanchonete da Nêga, que fica na beirada do estacionamento. “A gente só consegue comer porque o pessoal ajuda e vende fiado”, diz. Claudemar Alves da Silva, 55, de Sinop, em Mato Grosso, conta que já teve de reunir caminhoneiros para pagar uma marmita a um colega que não tinha dinheiro. “A gente tinha reserva até o governo da Dilma. Depois que ela saiu, todo o mundo teve que usar o que tinha guardado para poder sobreviver”, afirma. Silva diz que nos anos de bonança teve R$ 18 mil na poupança —reserva para manutenção do caminhão. O governo Michel Temer mudou a política de preços dos combustíveis, e as variações passaram a ser diárias. Em decisão para agradar à categoria, Bolsonaro anunciou, em março, que o intervalo de aumento passaria a ser de 15 dias. O motorista de Sinop conversava com a reportagem apressado para atender o celular. Era um possível frete: “Se a gente demora cinco minutos para responder, vem outro e leva”. Ele está ali esperando para voltar a Mato Grosso. Conta que, em qualquer lugar a que chega, demora até oito dias para pegar um carregamento de volta ao estado de origem. “Antes, aqui neste mesmo terminal, eu chegava de manhã e à tarde já estava carregado para voltar”, diz. Araújo e seus colegas atribuem a queda na oferta de serviço às transportadoras, que compraram grandes frotas e “jogaram o frete lá embaixo”. Dados do setor mostram que houve um movimento das empresas para comprar caminhões e ampliar a frota própria após a paralisação. Desde maio de 2018 foram fabricados 75.628 caminhões, segundo a Anfavea, entidade dos fabricantes de veículos. No ano passado, o número de emplacamentos de novos caminhões cresceu 48% em relação a 2017, de acordo com a Fenabrave, que reúne distribuidores de veículos. Marcelo Bezerra, 43, de Marília, interior de São Paulo, diz que, depois da greve, as transportadoras deixaram de procurar os agenciadores, que atuam como intermediários entre empresas e autônomos. “Antes os agenciadores esfolavam a gente. Agora, está pior, porque quase já não tem mais agenciador”, diz o caminhoneiro, que está há 15 dias parado no estacionamento. Segundo Wallace Landim, o Chorão, um dos representantes dos caminhoneiros que fala com o governo, a solução para o excesso de caminhões e a falta de cargas é o cumprimento da jornada de trabalho. Assim, os caminhoneiros trabalhariam menos, e seria preciso contratar mais. Araújo, de Curitiba, cita de cór e em tom de revolta os números de caminhões que as grandes transportadoras compraram nos últimos meses. Para ele, os autônomos devem reivindicar maior participação no mercado. “Tem que fazer as transportadoras passarem 40% do frete para os caminhoneiros autônomos, terceirizados”, afirma. Ele diz que leu a ideia em um dos grupos de WhatsApp que acompanha. Procurado, o presidente da CNT (Confederação Nacional dos Transportes) não estava disponível para falar. Se houver ou não mudanças para quem vive nas estradas, Araújo não vai pagar para ver. Há 40 anos na estrada, ele diz que cansou. Quando chegar ao Paraná, vai vender o caminhão forrado de adesivos da campanha de Jair Bolsonaro, em quem ele diz ser a sua única esperança. “Estou velho, vou arrumar outra coisa para fazer. Vender isso daí [aponta para o caminhão], sei lá, trocar por uma galinha”, afirma. Fonte: d https://blogdocaminhoneiro.com/2019/05/vida-esta-muito-pior-um-ano-apos-greve-dizemcaminhoneiros/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: d Estado: Disponibilização: 13/05/2019

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Clipping Onix, HB20 e Ka foram os carros mais vendidos do País, em abril. 8232354 - BLOG DO TIAGO PADILHA - 12/05/2019

O Onix fechou o mês de abril, outra vez, como o carro mais vendido do País. Foram 19 mil emplacamentos do modelo da Chevrolet. Nove mil a mais que o Hyundai HB20, que apareceu na vice-liderança. Os dois modelos foram seguidos por: Ford Ka, Renault Kwid e Volkswagem Gol. Destaque, ainda, para o Jeep Renegade, o líder em abril entre os SUVs, com quase seis mil unidades emplacadas. E que, no geral, foi o nono modelo mais vendido do País. Os números foram divulgados pela Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias. Ao todo, as vendas de veículos novos cresceram 6,7% em abril, na comparação com o mesmo período do ano passado, para 232 mil unidades. http://tiagopadilhaoblog.blogspot.com/2019/05/onix-hb20-e-ka-foram-os-carros-mais.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Tiago Padilha Estado: Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Onix lidera e Kwid sobe 8232359 - ESTADO DE MINAS - VRUM - Belo Horizonte - MG - 11/05/2019 - Pág 5

Se alguns setores da economia no país andam estagnados ou em retração, o mesmo não pode ser dito do segmento automotivo. De acordo com dados de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), abril fechou com crescimento de 10,92% nas vendas de automóveis e comerciais leves, com 221.321 unidades licenciadas. No acumulado do ano, já foram emplacadas 801.330 unidades, com crescimento de 8,71% em relação ao mesmo período do ano passado. No ranking dos mais vendidos, poucas alterações no topo da lista, com Chevrolet Onix isolado na liderança. A novidade é que o Renault Kwid foi o quarto modelo mais emplacado no mês e vai aumentando cada vez mais sua participação. De janeiro a abril, a lista dos 10 automóveis mais emplacados traz o Chevrolet Onix em primeiro lugar absoluto, com um total de 75.130 unidades. Em seguida, aparecem Hyundai HB20 (34.738), Ford Ka (32.765), Chevrolet Prisma (27.270), Renault Kwid (23.981), Volkswagen Gol (23.330), Fiat Argo (23.073), Jeep Renegade (21.383), Volkswagen Polo (20.400) e Jeep Compass (17.884. No segmento das picapes, no acumulado do ano a Fiat Strada continua na liderança, com 22.757 unidades emplacadas, seguida pela irmã intermediária Toro (17.824), Toyota Hilux (13.092), VW Saveiro (12.045) e Chevrolet S10 (8.247). No ranking das marcas em abril, a Chevrolet registrou um total de 37.990 unidades emplacadas de automóveis e comerciais leves, com um crescimento de 17,1%, seguida pela Volkswagen (33.132 - 14,9%) e Fiat (30.189 – 13,6%). No acumulado do ano a Chevrolet emplacou 144.395 unidades, a VW, 116.111, a Fiat, 109.006, a Renault, 70.507, e a Ford, 67.526. SUBCOMPACTOS Este segmento tem o Renault Kwid como líder. De janeiro a abril foram emplacadas 23.981 unidades do modelo, que na semana que vem ganhará uma versão pseudo-aventureira, a Outsider, aumentando a possibilidade de otimizar ainda mais as vendas. Depois do Kwid, o pequeno Fiat Mobi aparece com 16.576 unidades emplacadas. Estranho é ver o VW up! com apenas 3.810 unidades no ano. Muito pouco para um projeto considerado moderno e seguro, mas com preço salgado. Talvez por isso o futuro do modelo esteja sendo repensado. Em quarto lugar no segmento aparece o chinês Chery QQ, com ínfimas 834 unidades emplacadas de janeiro a abril. DE ENTRADA No chamado segmento de modelos de entrada, o Ford Ka lidera no acumulado do ano, com 32.764 unidades emplacadas. O segundo lugar ficou com o velho e já nem tão bom VW Gol, que emplacou 23.330 unidades. Com volumes bem mais baixos, aparecem em seguida o Fiat Uno, com 6.106 unidades e o Toyota Etios, com 5.761. HATCHES COMPACTOS Trata-se do segmento mais cobiçado, que há um bom tempo traz no topo da lista o Chevrolet Onix, que de janeiro a abril teve 75.130 unidades emplacadas. Em segundo lugar, vem o Hyundai HB20, com 34.738 unidades, depois o Renault Sandero, com 15.525 unidades. Os três prestes a passar por reestilização. HATCHES COMPACTO PREMIUM Neste segmento, o Fiat Argo já alcançou o primeiro lugar, com 23.073 unidades emplacadas no acumulado do ano. O Volkswagen Polo aparece em segundo, com 20.400 unidades, e o Toyota Yaris em terceiro, com 11.947 unidades. É um segmento que reúne modelos com acabamento de melhor qualidade e lista de equipamentos mais generosa. HATCHES MÉDIOS O relatório de abril da Fenabrave demonstra claramente que o segmento de hatches médios vai definhando lentamente. O modelo que mais vendeu nos quatro primeiros meses do ano foi o Chevrolet Cruze, mas, mesmo assim, foram apenas 1.899 unidades. Mas se está ruim para o Cruze hatch, o que dizer do Volkswagen Golf (826 unidades) e do Ford Focus (373 unidades)? SEDÃS PEQUENOS O Chevrolet Prisma, que também está prestes a ser reestilizado, é o líder deste segmento, com 27.270 unidades emplacadas de janeiro a abril. Com uma boa diferença, aparece em segundo o Ford Ka Sedan, com 14.632 unidades, e em terceiro o combalido VW Voyage, com 9.636 unidades no acumulado do ano. SEDÃS COMPACTOS Neste segmento, a Volkswagen está na frente com seu Virtus, que teve 13.246 unidades emplacadas de janeiro a abril. O modelo que mais se aproxima dele é o Toyota Yaris Sedan, com 10.525 unidades. Depois aparecem o Hyundai HB20S (9.487), Renault Logan (8.800) e o Fiat Cronos, que ainda não desencantou e somou apenas 7.379 unidades vendidas de janeiro a abril.


SEDÃS MÉDIOS Mas se o assunto é sedã médio, segmento que tem concorrência acirrada, as posições no ranking permanecem as mesmas. Com crescimento nas vendas de março para abril, o Toyota Corolla permanece na liderança, com 15.988 unidades emplacadas no acumulado do ano. As vendas de Honda Civic (8.293) e Chevrolet Cruze Sedan (6.346) também cresceram de março para abril, mantendo-os na segunda e terceira posição, respectivamente. Em queda, o Volkswagen Jetta garantiu a quarta posição, com 3.856 unidades emplacadas de janeiro a abril. SUVs COMPACTOS Briga boa no segmento que cresce cada vez mais. O Jeep Renegade permanece na liderança, com 21.383 unidades emplacadas nos quatro primeiros meses do ano. Em segundo lugar aparece o Nissan Kicks, que vem aumentando sua participação no mercado, e registrou 16.604 unidades emplacadas no mesmo período. Depois, tecnicamente empatados, aparecem Honda HR-V (15.646) e Hyundai Creta (15.398). E aquele que um dia já foi o queridinho do segmento, o Ford EcoSport fechou os quatro primeiros meses do ano com 10.330 unidades emplacadas. SUVs MÉDIOS Liderança absoluta do Jeep Compass, com 17.884 unidades emplacadas, seguido pelo Volkswagen Tiguan (3.296) e Chevrolet Equinox (1.735). O Toyota Hilux SW4 também é SUV médio, mas construído sobre chassi, com preço mais elevado, e mesmo assim teve 4.446 unidades emplacadas no acumulado do ano. PICAPES COMPACTAS Nenhum modelo consegue tirar a liderança da lendária Fiat Strada, que, apesar de ser um projeto antigo, fechou os quatro primeiros meses do ano com 22.729 unidades emplacadas. Ela é seguida de longe pela também antiga VW Saveiro, que computou 12.043 unidades. Em terceiro, bem atrás, a velha Chevrolet Montana registrou 4.073 unidades emplacadas. PICAPES INTERMEDIÁRIAS Este curioso segmento que deu muito certo no Brasil também tem um líder absoluto, por enquanto intocável. Trata-se da picape Fiat Toro, que fechou os quatro primeiros meses do ano com 17. 824 unidades emplacadas. Seu concorrente direto é a Renault Duster Oroch, da qual foram vendidas 3.627 unidades. PICAPES MÉDIAS A Toyota Hilux é a estrela deste segmento e permanece no primeiro lugar do ranking, com 13.092 unidades emplacadas de janeiro a abril. A concorrência vem em seguida, com a Chevrolet S10 (8.247), Volkswagen Amarok (6.173) e Ford Ranger (5.978). ESPORTIVOS E para quem tem curiosidade sobre o volume de vendas no Brasil dos dois esportivos icônicos: Ford Mustang, 140 unidades, e Chevrolet Camaro, 58 unidades emplacadas no acumulado do ano. O “puro-sangue” chegou e atropelou seu concorrente histórico. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/75a74585f1893392fa4e04703cb0ac 60?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1560573216&Signature=5dpF EedUfJjRrJdramHGUzCpzmA%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 13/05/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vida esta muito pior um ano após mobilização, dizem caminhoneiros 8232360 - FOLHA DE S.PAULO - MERCADO - São Paulo - SP - 11/05/2019 - Pág A25

FOLHA DE S.PAULO * + * SÁBADO, 11 DE MAIO DE 2019 A25 Vida está muito pior um ano após mobilização, dizem caminhoneiros Além da alta do diesel e do descumprimento da tabela do frete, categoria reclama da falta de trabalho UM ANO APÓS CAMINHONAÇO Heloísa Negrão sÃopAuLO Após a mobilização inédita, que conseguiu travar o transporte de cargas no Brasil por 1 dias em 2018, a sensação entre os caminhoneiros era de vitória. Umalonga e polêmicalista de exigências havia sido atendida pelo governo de Michel Temer. Prestes a completar um ano, porém, o movimento já não parece tão bem-sucedido assim para esse grupo detrabalhadores. O consenso entre os caminhoneiros é que a situação está pior do que antes da paralisação. Entre os pedidos atendidos, destacaram-se o subsídio ao diesel, que acabouem dezembro, e acriação de uma tabela com preços mínimos para o frete, que foi instituída via decreto, mas nunca valeu de verdade. A medida está sendo questionada na Justiça, é contor nada pelas empresas, que até investiram em frota própria e outros tipos de transporte para evitar a dependência do caminhoneiro autônomo, e não é devidamente fiscalizada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), segunda reclamaa categoria. “O Brasil nunca esteve tão ruim”, diz Paulo Roberto Moraes dos Santos, 57, proprietário de quatro caminhões que compartilha com o filho e osobrinho. O caminhoneiro de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, afirma que agora nem adiantam tabela do frete ou diesel barato. Falta trabalho. “Está tudo parado, não tem serviço, não tem carga paratodomundo. Precisamelhorar o país como um todo. É saindo da crise, voltando a produzir mais e a vender mais que vai ter carga para a gente transportar”, diz Moraes. João Batista Rodrigues Alves, 47, de Fortaleza, no Ceará, conta que passou 14 dias na beira de uma estrada, em Belém, no Pará, quando aderiuao protesto. Agora, porém, para por não ter que o fazer Nasegunda-feira completava o quarto dia sem encontrar trabalho no Terminal de Cargas de São Paulo. Antes do serviço que olevou à capital paulista, ficara 18 dias em casa à espera de um frete. Pelo trajeto de Fortaleza para São Paulo, recebeu R$ 9.300 2.700 menos do que ganhou da última vez. “Se eu tivesse visto um postode fiscalização da ANTT, eu teria parado e denunciado [a empresa que pagou menos que o piso do frete]. Mas não vi nenhum”, diz ele. Segundo Alves, as transpor tadoras chegama provocar os caminhoneiros que ameaçam denunciá-la:“Nos dizem: pode denunciar, nunca vimos uma multa chegar aqui”. José Francisco de Oliveira, de São Paulo, reclama que a maioria das empresas não cumpre a tabela do frete. “Agora [com menosserviço] é que não vão cumprir mesmo”, diz. Quando conversou com a reportagem, Oliveira disse estar há 20 dias com o caminhão estacionado. Representantes do governo de Jair Bolsonaro (PSL) têm feito reuniões com os caminhoneiros desde o período de transição. A principal promessa é aumentar a fiscalização para obrigar as empresas a cumprir o valor da tabela. No Terminal de Cargas de São Paulo, a reportagem encontrou vários caminhoneiros parados havia dias à espera de trabalho. Vindos de outros estados, eles estacionam os


caminhões em um terreno próximo à rodovia Fernão Dias. Olocalé estratégico por ficar ao lado do terminal onde a maioria das transportadoras repassa cargas para os autônomos. Por isso, a permanência ali tem o seu preço. São R$ 80 para estacionar por até 15 dias. Parado há quase duas semanas, Vanderlei Araújo, 62, conhecido como Capitão, já não consegue tirar o caminhão facilmente. A bateria “arriou”. Será preciso pagar R$20 para o mecânico dolocal fazer a chupeta e recuperar as baterias. Mas ele só terá os R$20 quando pegar um frete de volta para Curitiba, no Paraná. Com o dinheiro que receber também vai quitar a conta dalanchonete da Nêga, que fica na beirada do estacionamento. “A gente só consegue comer porque o pessoal ajuda e vende fiado”, diz. Claudemar Alves da Silva, 55, de Sinop, em Mato Grosso, conta que já teve de reunir caminhoneiros para pagar uma marmita a um colega que não tinha dinheiro. “A gente tinha reserva até o governo da Dilma. Depois que ela saiu, todo o mundo teve que usar o que tinha guardado para poder sobreviver”, afirma. Silva diz quenosanos de bonança teve R$18 mil na poupança —reserva paramanutenção do caminhão. O governo Michel Temer mudou a política de preços dos combustíveis, e as variações passaram a ser diárias. Em decisão para agradar à categoria, Bolsonaro anunciou, em março, que o intervalo de aumento passaria a ser de15 dias. O motorista de Sinop conversava com a reportagem apressado para atender o celular. Era um possível frete: “Se a gente demora cinco minutos pararesponder, vem outro eleva”. Ele está ali esperando para voltar a Mato Grosso. Conta que, em qualquer lugar a que chega, demora até oito dias para pegar um carregamento de volta ao estado de origem. “Antes, aquineste mesmo terminal, eu chegava de manhã e à tarde já estava carregado para voltar”, diz. Araújo e seus colegas atribuem a queda na oferta de serviço às transportadoras, que compraram grandes frotas e “jogaram o frete lá embaixo”. Dados do setor mostram que houve um movimento das empresas para comprar caminhões e ampliar a frota própria após a paralisação. Desde maio de 2018 foram fabricados 75.628 caminhões, segundo a Anfavea, entidade dos fabricantes de veículos. No ano passado, o número de emplacamentos de novos caminhões cresceu 48% emrelação a 2017, de acordo com a Fenabrave, que reúne distribuidores de veículos. Marcelo Bezerra, 43, de Marília, interior de São Paulo, diz que, depois da greve, astransportadoras deixaram de procurar os agenciadores, que atuam como intermediários entre empresas e autônomos. “Antes os agenciadores esfolavam a gente. Agora, está pior, porque quase já não tem mais agenciador”, diz o caminhoneiro, que está há 15 dias parado no estacionamento. Segundo Wallace Landim, o Chorão, um dosrepresentantes dos caminhoneiros que fala com o governo, a solução para o excesso de caminhões e a falta de cargas é o cumprimento da jornada de trabalho. Assim, os caminhoneiros trabalhariam menos, e seria preciso contratar mais. GOVERNO parcisas SEGURAR O Paso po PETROLEO e I Que O GERIDO um A dei (qRUCLA DO FRETE) NA FISCALIZAÇÃO DA Aegut DO FRETE PRESO Tuiro No fhe TE ElClaudemar da Silva, 55, de Sinop El José Francisco de Oliveira, 56, de São Paulo; El Paulo dos Santos, 59, de Porto Alegre El Marcelo Bezerra, 40, de Marília El João Batista, 47, de Fortaleza [3 Eliéser Medeiros, 40, de Roque Gonzales Ed Vanderlei Araújo, 61, de


Curitiba El Davi Inácio de Oliveira, 59, de Nova Rezende (MG) Fotos: Eduardo Anizelli/Folhapress mercado Araújo, de Curitiba, cita de cor e em tom de revolta os números de caminhões que as grandes transportadoras compraram nos últimos meses. Para ele, os autônomos devem reivindicar maior participação no mercado. “Tem que fazer astransportadoras passarem 40% do frete para os caminhoneiros autônomos, terceirizados”, afirma. Ele diz que leu a ideia em um dos grupos de WhatsApp que acompanha. Procurado, o presidente da CNT (Confederação Nacional dos Transportes) não estava disponível para falar. Se houver ou não mudanças para quem vive nas estradas, Araújo não vai pagar para ver. Há 40 anos na estrada, ele diz que cansou. Quando chegar ao Paraná, vai vender o caminhão forrado de adesivos da campanha de Jair Bolsonaro, em quem ele diz ser a sua única esperança. “Estou velho, vou arrumar outra coisa parafazer. Vender isso daí [aponta para o caminhão), sei lá, trocar por uma galinha”, afirma. Motoristas querem manifestação no dia 19 em Brasília são pauLo Desde 3 de maio, quando a Petrobras anunciou o aumento de 2,5%no preço do diesel, caminhoneiros voltarama gravar vídeos chamando para manifestações. A dataagora é dia19 de maio, em Brasília. A ideia é reunir caminhões no est: estádio Mané Garrincha. Em vídeo, Marconi França, caminhoneiro de Recife, em Pernambuco, diz que o objetivodo ato é “dar uma pressão nesse governo”. Ele é um dos representantes da categoria que têm se encontrado com oministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. O caminhoneiro também costuma trocava mensagens com oministro Onyx Lorenzoni, da Casa Cilvi, sobre as ações do governo para a categoria. “Emborajá tivéssemos concordado com a data de 20 de julho, eu estou vendo que esse governo promete demais e pouco faz”, afirma Marconi. O prazo citado refere-se à implementação de medidas que aumentarão a fiscalização da tabela do frete. “O governo está sendo muito democrático, muito político. Está prometendo muito e agindo pouco”, afirma. Marconi pede que haja um subsidio para a diesel até o fim de julho. Após a greve de 2018, o então presidente Temer definiu um subsídio de R$ 0,46 or litro de diesel até dezemro de 2018. Na quinta-feira na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, Vander Francisco Costa, presidente da CNT (Confederação Nacional das Transportes), também reclamou do preço do diesel. “Não temos capacidade técnica para suportar aumento de preços diários, quinzenais oumesmo mensais”, afirmou durante audiência. O presidente da Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), José da Fonseca Lopes, disse na Câmara que as coisas estão “fervendo” nos grupos de WhatsApp monitorados pela entidade — so mil caminhoneiros fazem parte desses grupos Lideranças de caminhoneiros de grupos opostos, Wallace Landim, o Chorão, e Wanderlei Alves, o Dedeco, são contrários a nova paralisação. “Enquanto não acabar todas as minhas fichas, eu vou continuar lutando e conversando como governo. Greve é oúltimo recurso”, diz Landim. Para Alves, o governo está cumprindo o acordado. Ele afirma que está recebendo ameaças por se opor a uma nova paralisação. Na quartafeira ele teve o caminhão parado por homens armados e foi escoltado pela polícia. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/1a102421f692fe6343c6097e8d7747 9a?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1560584197&Signature=XWN zydl5ywHuI87CQQJ4dTlVIPA%3D


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