Clipping Varejo tem início de ano com alta modesta, projetam analistas 8188799 - ACAPS-ASSOCIAÇÃO CAPIXABA DE SUPERMERCADOS - 14/03/2019
As vendas do varejo abriram o ano de 2019 praticamente no mesmo patamar registrado em dezembro, na avaliação dos economistas. A estimativa média para a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de janeiro aponta para uma alta de apenas 0,1%, no cálculo já dessazonalizado, segundo 23 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data. No caso do varejo ampliado, que inclui ainda automóveis e material de construção, a estimativa média em relação a janeiro é de expansão de 0,3%. O comércio aparenta estar "sem fôlego neste começo de ano", diz Giulia Coelho, economista da 4E Consultoria. Entre novembro e dezembro, as vendas do varejo restrito caíram 2,2%. Para janeiro, cujo resultado será divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a 4E calcula estabilidade para o varejo restrito e queda de 0,6% para o ampliado. Segundo Giulia, uma série de indicadores antecedentes mostra a fraqueza do comércio no primeiro mês deste ano. As vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), por exemplo, cresceram 3,1% na comparação com janeiro do ano passado. Em dezembro, entretanto, a alta havia sido maior (3,9%) no mesmo tipo de comparação. O crescimento das vendas da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) também ficou mais lento na comparação interanual, passando de 13,7% em dezembro para 12,8% em janeiro. Já a atividade do comércio medida pela Serasa teve queda de 5,4% entre janeiro do ano passado e 2019. Na avaliação da 4E, parte das dificuldades enfrentadas pelo comércio pode ser explicada pelo desempenho igualmente fraco da indústria -a produção industrial recuou 0,8% em janeiro, mostrou ontem o IBGE. Para Giulia, o desempenho das fábricas vem sendo influenciado pela crise argentina e pelas incertezas ligadas à reforma da Previdência. As estimativas da consultoria para o varejo restrito em 2019 é de crescimento de 3,5%, aceleração em relação aos 2,3% do ano passado. Já para o varejo ampliado a projeção é de 3,8%. O número representa um crescimento menor do que a alta de 5% registrada 2018, fortemente influenciada pela venda de veículos. "A base fraca de comparação [da indústria automobilística] que havia em 2017 não existe mais", diz. O Santander calcula queda de 0,4% do varejo restrito em janeiro. Para o ampliado, no entanto, a estimativa é positiva em 0,8%. O banco se diz otimista com as perspectivas para o consumo neste ano, o que deve levar "à aceleração do crescimento econômico". Fonte: Valor Econômico http://www.acaps.org.br/noticias_de_mercado/Varejo+tem+in%EDcio+de+ano+com+alta+mo desta%2C+projetam+analistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Apps de motoristas aumentam lucro de locadoras na bolsa 8188800 - DATAMARK - São Paulo - SP - 15/03/2019
Visto como uma ameaça a princípio, o avanço do transporte por aplicativos no Brasil abriu um novo segmento para locadoras de veículos e ajudou a engordar o balanço dessas empresas, que têm apresentado ainda bons desempenhos na bolsa. O lucro líquido da Localiza, a maior do mercado, saltou 17% em 2018, para R$ 659 milhões, informou a companhia, dando largada à temporada de divulgação de resultados do setor. Em 2018, suas ações avançaram 35%. Os papéis dos pares Unidas e Movida valorizaram 96% e 22%, respectivamente. Como comparação, o Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas, subiu 15%. As locadoras não divulgam a participação dos motoristas por aplicativos em suas operações, mas a equipe da Mapfre Investimentos estima que algo próximo a 20% do segmento de aluguel de carros esteja direcionado para esse cliente. A Localiza criou, no ano passado, um canal de atendimento exclusivo para motoristas parceiros, o Localiza Driver. Ele permite que o valor do aluguel do veículo seja descontado diretamente dos ganhos obtidos com as corridas. "Estudamos muito a forma como eles pensam e entendemos que precisamos oferecer planos para cada necessidade", diz Bruno Lasansky, diretor da divisão de aluguel de carros da Localiza. Na Movida, o segmento fica em um dígito da receita, de 7% a 9%, de acordo com Renato Franklin, presidente executivo da locadora. "O setor de locação como um todo tem apresentado fundamentos muito sólidos, e os aplicativos ajudam. São 20 pessoas por dia entrando em um carro e descobrindo com o motorista como aluga, quanto custa", afirma. A locadora também oferece condições especiais para esses profissionais, como a contratação de quilometragens mais altas, e tem parceria com o Lady Driver, aplicativo para mulheres. "Os motoristas de aplicativos são um segmento sobre o qual as locadoras começaram a falar mais recentemente, embora eles já tenham contribuído para um crescimento relevante e exista potencial grande nesse canal", diz Bruna Pezzin, analista da XP. "O Brasil é um dos principais mercados da Uber hoje, e nem todos esses motoristas alugam carro ainda." A companhia norte-americana, a principal para aplicativos do tipo, tem cerca de 3 milhões de motoristas cadastrados no mundo - mais de 600 mil no Brasil, onde opera desde 2014. Os aplicativos de motoristas ganharam impulso na esteira da recessão, que empurrou profissionais registrados para o trabalho autônomo. "Quando a Uber começou a tomar corpo, pensou-se que poderia ser um risco para as locadoras, porque as pessoas deixariam de alugar carro para usar o aplicativo", diz Pedro Bruno, analista do Santander. "Depois, percebeu-se que seria o contrário: a empresa traria oportunidades, já que os motoristas alugariam." Há sete meses, Edvaldo das Neves, 55 anos, alugou um carro da Movida para trabalhar via Uber. Ele está cadastrado na plataforma como motorista há um ano e meio e fez 4,5 mil corridas. "Sempre trabalhei em multinacionais, na parte comercial, mas depois dos 40 anos você fica fora do perfil. Tenho um bom currículo, mas não consegui me recolocar", conta. Segundo ele, o aluguel diário do carro sai por R$ 50,00, e a sua meta é faturar com corridas R$ 250,00 por dia. Companhias buscam crescimento sustentável Apesar dos ganhos trazidos pelos motoristas de aplicativos, analistas apontam que as locadoras buscam um crescimento sustentável no segmento. "Muitos motoristas dividem o aluguel do veículo. O carro roda e nunca para. As empresas alugam, mas ficam de olho no limite de quilometragem. Muitas vezes, oferecem a troca do veículo pelo mesmo preço", diz Pedro Bourroul, analista da Mapfre. Os apps trouxeram uma demanda paralela. "As pessoas trocaram o carro pelo app no dia a dia, mas, quando têm de fazer um deslocamento maior, alugam um veículo", diz Paulo Miguel Junior, presidente do conselho nacional da Abla (associação das locadoras). Ele afirma que o setor foi resiliente à crise, em parte, porque empresas de outras áreas precisaram cortar gastos e terceirizaram frotas - outro segmento em que as locadoras têm crescido. Ganho de escala, consolidação da concorrência - a Locamerica comprou a Unidas na virada para 2018 e assumiu a marca e queda nos preços de locação também ajudam a explicar o impulso no setor. "Alugar um carro está, em termos nominais, 15% mais barato que há 10 anos. A única forma de o serviço ser rentável é ganhando escala", diz o diretor de aluguel de veículos da Unidas, Carlos Sarquis. O bom desempenho das locadoras gera efeito também nas montadoras, que viram as vendas diretas subir, embora o segmento esprema margens. Em janeiro de 2018, as vendas diretas representavam 27% dos emplacamentos de automóveis leves, segundo a Fenabrave (representante das distribuidoras de veículos). Em dezembro, já eram 37%. "A capacidade ociosa das montadoras ainda está alta. Enxergamos, no longo prazo, a possibilidade de continuar trabalhando próximo delas", diz Franklin, da Movida. A Abla espera mais um ano bom em 2019, principalmente se o reaquecimento da economia se confirmar, "porque o setor ainda é pequeno", diz Miguel Junior. Em 2017, mais recente dado da associação, as locadoras reuniam 709 mil carros. "Os apps são uma via de crescimento importante, mas todos os segmentos têm potencial com a volta da economia", diz Pezzin, da XP. Startup brasileira fatura 30 milhões em 2018 oferecendo locação para motoristas Uma das novas empresas a apostar na locação de veículos é a PPCar, que surgiu como alternativa para pessoas que desejam se tornar motoristas, mas que não têm um automóvel à disposição. A startup, que já atingiu 1,5 mil assinaturas, faturou R$ 30 milhões em 2018. Para 2019, a previsão é de encerrar o ano com mais de R$ 116,8 milhões. Até 2023, a expectativa é de movimentar R$ 730,6 milhões. Segundo o português Alexandre Ribeiro,
CEO e fundador da PPCar, entre as principais vantagens oferecidas aos condutores está o modelo de assinatura com pagamento semanal, que auxilia no fluxo de caixa dos profissionais. "Como o pagamento dos aplicativos é feito semanalmente, optamos por oferecer essa comodidade aos condutores, dessa forma, facilitamos o processo de locação para eles", comenta Ribeiro. A PPCar conta com preços a partir de R$ 459,00 (a depender do tipo de assinatura escolhido), no plano com quilometragem de até 1.167 quilômetros semanal, e valor de quilômetro adicional de R$ 0,36. O preço cobrado em caso de sinistro é de R$ 500,00. Atualmente, a PPCar está presente nas cidades de Caxias do Sul (RS), Curitiba (PR), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), São Paulo (SP), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). No exterior, já expandiu operações para Lisboa (Portugal) e Cidade do México (México). A empresa pretende ampliar sua presença internacional, abrindo operações também na Argentina, Chile, Equador, Panamá, Peru e República Dominicana. http://www.datamark.com.br/noticias/2019/3/apps-de-motoristas-aumentam-lucro-delocadoras-na-bolsa-460594/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Carros antigos estão em alta entre os consumidores 8188801 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 15/03/2019
Os veículos com dez anos ou mais estão em alta entre os consumidores. Segundo a Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores - a comercialização é de um carro zero quilômetro para quase cinco usados. No Rio Grande do Sul, os veículos com mais de 30 anos representam 21,3%* da frota estadual e em São Paulo 47%** dos automóveis registrados têm entre 10 e 29 anos. Neste cenário, é importante destacar a disponibilidade de peças de reposição, caso contrário, consertos e manutenções ficam inviáveis, limitando a vida útil dos veículos. A Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças - destaca que a atuação das fabricantes independentes de autopeças é fundamental para a preservação do automóvel, pois as peças de reposição produzidas por elas minimizam os problemas de desabastecimento, já que muitas montadoras limitam a produção de peças para carros fora de linha e em alguns casos até deixam de produzi-las. Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape, afirma que, quanto mais antigo é o veículo, maior é a participação do mercado independente no fornecimento das peças para reposição. "Um estudo empírico comprova que nos carros com 5 a 10 anos de uso a participação é de 30%, de 10 a 15 anos o índice sobe para 50%, de 15 a 20 anos o valor chega a 85% e acima de 20 anos dispara para 95%". As peças similares são produzidas por empresas idôneas, com marca própria e garantia, que oferecem um custo-benefício vantajoso para o consumidor, pois chegam a custar 50% menos do que as peças originais. Seja na manutenção preventiva ou no conserto, utilizar peças de qualidade valoriza o automóvel, contribuindo para o bom funcionamento e reduzindo os riscos de acidentes. * Segundo levantamento feito pelo Detran/RS em 2018 ** Informações do Detran/SP referentes a 2018 Sobre a Anfape - www.anfape.org.br A Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças surgiu com o intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007, a entidade buscou reverter às ações de algumas grandes montadoras de automóveis que se valiam do expediente de registrar os componentes visuais de seus veículos (capôs, para-lamas, para-choques, faróis, retrovisores etc.) como desenhos industriais com o propósito de inibir a atuação dos independentes no segmento de reposição, o que se dava por meio da proibição da produção e da comercialização das peças. No início de 2007, a Anfape formulou uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência - CADE denunciando a conduta de grandes montadoras. Tal iniciativa teve como objetivo assegurar às empresas do mercado independente de autopeças o direito de produzirem e comercializarem itens visuais dos veículos. No final de 2010 o CADE decidiu pela abertura do Processo Administrativo. A Superintendência, que conduziu a investigação, opinou após pesquisas, análises e outros estudos, pela condenação das montadoras. Outros órgãos representativos como a Procuradoria Especializada junto ao CADE - Pró-CADE e o Ministério Público Federal também emitiram pareceres favoráveis, no entanto o órgão optou pelo arquivamento da ação, considerando que este não é um caso de concentração de mercado. A ANFAPE continua sua luta e deve atuar em novas esferas jurídicas em prol do mercado de reposição no país. Website: http://www.anfape.org.br https://www.infomoney.com.br/negocios/noticias-corporativas/noticia/7986852/carros-antigosestao-em-alta-entre-os-consumidores Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE
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Clipping Carros antigos estão em alta entre os consumidores 8188802 - DINO - São Paulo - SP - 15/03/2019
“Um estudo empírico comprova que nos carros com 5 a 10 anos de uso a participação é de 30%, de 10 a 15 anos o índice sobe para 50%” Os veículos com dez anos ou mais estão em alta entre os consumidores. Segundo a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – a comercialização é de um carro zero quilômetro para quase cinco usados. No Rio Grande do Sul, os veículos com mais de 30 anos representam 21,3%* da frota estadual e em São Paulo 47%** dos automóveis registrados têm entre 10 e 29 anos. Neste cenário, é importante destacar a disponibilidade de peças de reposição, caso contrário, consertos e manutenções ficam inviáveis, limitando a vida útil dos veículos. A Anfape – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças – destaca que a atuação das fabricantes independentes de autopeças é fundamental para a preservação do automóvel, pois as peças de reposição produzidas por elas minimizam os problemas de desabastecimento, já que muitas montadoras limitam a produção de peças para carros fora de linha e em alguns casos até deixam de produzi-las. Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape, afirma que, quanto mais antigo é o veículo, maior é a participação do mercado independente no fornecimento das peças para reposição. “Um estudo empírico comprova que nos carros com 5 a 10 anos de uso a participação é de 30%, de 10 a 15 anos o índice sobe para 50%, de 15 a 20 anos o valor chega a 85% e acima de 20 anos dispara para 95%”. As peças similares são produzidas por empresas idôneas, com marca própria e garantia, que oferecem um custo-benefício vantajoso para o consumidor, pois chegam a custar 50% menos do que as peças originais. Seja na manutenção preventiva ou no conserto, utilizar peças de qualidade valoriza o automóvel, contribuindo para o bom funcionamento e reduzindo os riscos de acidentes. * Segundo levantamento feito pelo Detran/RS em 2018 ** Informações do Detran/SP referentes a 2018 Sobre a Anfape – www.anfape.org.br A Anfape – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças surgiu com o intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007, a entidade buscou reverter às ações de algumas grandes montadoras de automóveis que se valiam do expediente de registrar os componentes visuais de seus veículos (capôs, para-lamas, para-choques, faróis, retrovisores etc.) como desenhos industriais com o propósito de inibir a atuação dos independentes no segmento de reposição, o que se dava por meio da proibição da produção e da comercialização das peças. No início de 2007, a Anfape formulou uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência – CADE denunciando a conduta de grandes montadoras. Tal iniciativa teve como objetivo assegurar às empresas do mercado independente de autopeças o direito de produzirem e comercializarem itens visuais dos veículos. No final de 2010 o CADE decidiu pela abertura do Processo Administrativo. A Superintendência, que conduziu a investigação, opinou após pesquisas, análises e outros estudos, pela condenação das montadoras. Outros órgãos representativos como a Procuradoria Especializada junto ao CADE – Pró-CADE e o Ministério Público Federal também emitiram pareceres favoráveis, no entanto o órgão optou pelo arquivamento da ação, considerando que este não é um caso de concentração de mercado. A ANFAPE continua sua luta e deve atuar em novas esferas jurídicas em prol do mercado de reposição no país. Website: http://www.anfape.org.br http://noticias.dino.com.br/newsdino/?releaseid=201362 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP
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Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Carros antigos estão em alta entre os consumidores 8188803 - TERRA - São Paulo - SP - 15/03/2019
Os veículos com dez anos ou mais estão em alta entre os consumidores. Segundo a Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores - a comercialização é de um carro zero quilômetro para quase cinco usados. No Rio Grande do Sul, os veículos com mais de 30 anos representam 21,3%* da frota estadual e em São Paulo 47%** dos automóveis registrados têm entre 10 e 29 anos. Neste cenário, é importante destacar a disponibilidade de peças de reposição, caso contrário, consertos e manutenções ficam inviáveis, limitando a vida útil dos veículos. A Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças - destaca que a atuação das fabricantes independentes de autopeças é fundamental para a preservação do automóvel, pois as peças de reposição produzidas por elas minimizam os problemas de desabastecimento, já que muitas montadoras limitam a produção de peças para carros fora de linha e em alguns casos até deixam de produzi-las. Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape, afirma que, quanto mais antigo é o veículo, maior é a participação do mercado independente no fornecimento das peças para reposição. "Um estudo empírico comprova que nos carros com 5 a 10 anos de uso a participação é de 30%, de 10 a 15 anos o índice sobe para 50%, de 15 a 20 anos o valor chega a 85% e acima de 20 anos dispara para 95%". As peças similares são produzidas por empresas idôneas, com marca própria e garantia, que oferecem um custo-benefício vantajoso para o consumidor, pois chegam a custar 50% menos do que as peças originais. Seja na manutenção preventiva ou no conserto, utilizar peças de qualidade valoriza o automóvel, contribuindo para o bom funcionamento e reduzindo os riscos de acidentes. * Segundo levantamento feito pelo Detran/RS em 2018 ** Informações do Detran/SP referentes a 2018 Sobre a Anfape - www.anfape.org.br A Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças surgiu com o intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007, a entidade buscou reverter às ações de algumas grandes montadoras de automóveis que se valiam do expediente de registrar os componentes visuais de seus veículos (capôs, para-lamas, para-choques, faróis, retrovisores etc.) como desenhos industriais com o propósito de inibir a atuação dos independentes no segmento de reposição, o que se dava por meio da proibição da produção e da comercialização das peças. No início de 2007, a Anfape formulou uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência - CADE denunciando a conduta de grandes montadoras. Tal iniciativa teve como objetivo assegurar às empresas do mercado independente de autopeças o direito de produzirem e comercializarem itens visuais dos veículos. No final de 2010 o CADE decidiu pela abertura do Processo Administrativo. A Superintendência, que conduziu a investigação, opinou após pesquisas, análises e outros estudos, pela condenação das montadoras. Outros órgãos representativos como a Procuradoria Especializada junto ao CADE - Pró-CADE e o Ministério Público Federal também emitiram pareceres favoráveis, no entanto o órgão optou pelo arquivamento da ação, considerando que este não é um caso de concentração de mercado. A ANFAPE continua sua luta e deve atuar em novas esferas jurídicas em prol do mercado de reposição no país. Website: http://www.anfape.org.br https://www.terra.com.br/noticias/dino/carros-antigos-estao-em-alta-entre-osconsumidores,26dbe1a9527ce1ff7932f1ae90daf1d2bbj130z2.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019
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Clipping Carros antigos estão em alta entre os consumidores 8188804 - RAPIDONOAR.COM - 15/03/2019
Os veículos com dez anos ou mais estão em alta entre os consumidores. Segundo a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – a comercialização é de um carro zero quilômetro para quase cinco usados. No Rio Grande do Sul, os veículos com mais de 30 anos representam 21,3%* da frota estadual e em São Paulo 47%** dos automóveis registrados têm entre 10 e 29 anos. Neste cenário, é importante destacar a disponibilidade de peças de reposição, caso contrário, consertos e manutenções ficam inviáveis, limitando a vida útil dos veículos. A Anfape – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças – destaca que a atuação das fabricantes independentes de autopeças é fundamental para a preservação do automóvel, pois as peças de reposição produzidas por elas minimizam os problemas de desabastecimento, já que muitas montadoras limitam a produção de peças para carros fora de linha e em alguns casos até deixam de produzi-las Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape, afirma que, quanto mais antigo é o veículo, maior é a participação do mercado independente no fornecimento das peças para reposição. “Um estudo empírico comprova que nos carros com 5 a 10 anos de uso a participação é de 30%, de 10 a 15 anos o índice sobe para 50%, de 15 a 20 anos o valor chega a 85% e acima de 20 anos dispara para 95%”. As peças similares são produzidas por empresas idôneas, com marca própria e garantia, que oferecem um custo-benefício vantajoso para o consumidor, pois chegam a custar 50% menos do que as peças originais. Seja na manutenção preventiva ou no conserto, utilizar peças de qualidade valoriza o automóvel, contribuindo para o bom funcionamento e reduzindo os riscos de acidentes. * Segundo levantamento feito pelo Detran/RS em 2018 ** Informações do Detran/SP referentes a 2018 https://www.rapidonoar.com.br/carros-antigos-estao-em-alta-entre-os-consumidores/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Carros antigos estão em alta entre os consumidores 8188805 - BROADCAST + - 15/03/2019
São Paulo--( DINO - 15 mar, 2019) - Os veículos com dez anos ou mais estão em alta entre os consumidores. Segundo a Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores - a comercialização é de um carro zero quilômetro para quase cinco usados. No Rio Grande do Sul, os veículos com mais de 30 anos representam 21,3%* da frota estadual e em São Paulo 47%** dos automóveis registrados têm entre 10 e 29 anos. Neste cenário, é importante destacar a disponibilidade de peças de reposição, caso contrário, consertos e manutenções ficam inviáveis, limitando a vida útil dos veículos. A Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças - destaca que a atuação das fabricantes independentes de autopeças é fundamental para a preservação do automóvel, pois as peças de reposição produzidas por elas minimizam os problemas de desabastecimento, já que muitas montadoras limitam a produção de peças para carros fora de linha e em alguns casos até deixam de produzi-las. Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape, afirma que, quanto mais antigo é o veículo, maior é a participação do mercado independente no fornecimento das peças para reposição. "Um estudo empírico comprova que nos carros com 5 a 10 anos de uso a participação é de 30%, de 10 a 15 anos o índice sobe para 50%, de 15 a 20 anos o valor chega a 85% e acima de 20 anos dispara para 95%". As peças similares são produzidas por empresas idôneas, com marca própria e garantia, que oferecem um custo-benefício vantajoso para o consumidor, pois chegam a custar 50% menos do que as peças originais. Seja na manutenção preventiva ou no conserto, utilizar peças de qualidade valoriza o automóvel, contribuindo para o bom funcionamento e reduzindo os riscos de acidentes. * Segundo levantamento feito pelo Detran/RS em 2018 ** Informações do Detran/SP referentes a 2018 Sobre a Anfape - www.anfape.org.br A Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças surgiu com o intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007, a entidade buscou reverter às ações de algumas grandes montadoras de automóveis que se valiam do expediente de registrar os componentes visuais de seus veículos (capôs, para-lamas, para-choques, faróis, retrovisores etc.) como desenhos industriais com o propósito de inibir a atuação dos independentes no segmento de reposição, o que se dava por meio da proibição da produção e da comercialização das peças. No início de 2007, a Anfape formulou uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência - CADE denunciando a conduta de grandes montadoras. Tal iniciativa teve como objetivo assegurar às empresas do mercado independente de autopeças o direito de produzirem e comercializarem itens visuais dos veículos. No final de 2010 o CADE decidiu pela abertura do Processo Administrativo. A Superintendência, que conduziu a investigação, opinou após pesquisas, análises e outros estudos, pela condenação das montadoras. Outros órgãos representativos como a Procuradoria Especializada junto ao CADE - Pró-CADE e o Ministério Público Federal também emitiram pareceres favoráveis, no entanto o órgão optou pelo arquivamento da ação, considerando que este não é um caso de concentração de mercado. A ANFAPE continua sua luta e deve atuar em novas esferas jurídicas em prol do mercado de reposição no país. Website: http://www.anfape.org.br http://www.broadcast.com.br/cadernos/releases/?id=QnRweUxFMWRaK3R3RS9aVWtwTHB yUT09 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE
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Clipping Vendas de automóveis seminovos e usados crescem 16% entre dezembro e janeiro 8188806 - BAHIA SOCIAL - Salvador - BA - 15/03/2019
Enquanto a venda de usados teve queda de 11% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a OLX seguiu na contramão do mercado e registrou alta de 16% no volume de vendas nesse mesmo período – o que representa, aproximadamente, 20% do total de veículos usados vendidos no Brasil. “Mais uma vez, começamos o ano com um desempenho promissor e estamos muito orgulhosos dos resultados das vendas em janeiro. Somos a melhor opção para o brasileiro comercializar online seu carro seminovo ou usado e nossos dados evidenciam isso: a quantidade de usuários que tiveram sucesso ao vender um automóvel aumentou 17% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, totalizando mais de 130 mil vendedores”, afirma a Diretora de Autos da OLX Brasil, Giselle Tachinardi. Como tendências de comportamento que podem refletir no mercado para o resto do ano, a OLX levantou dados e descobriu que a procura por carros seminovos e usados foi 13% maior em janeiro de 2019 do que em dezembro de 2018. No mesmo período de comparação, o total de anúncios feitos na categoria Autos cresceu 23%. Os Estados que mais se destacaram em quantidade de ofertas nesse intervalo foram Santa Catarina (32%), Goiás (31%) e Mato Grosso (27%). Marcas e modelos preferidos A plataforma apurou que os três modelos mais vendidos em dezembro de 2018 continuaram na liderança em janeiro deste ano, sendo eles Gol, Palio e Uno. O ranking de marcas mais vendidas também se manteve de um mês para o outro, com Volkswagen, Chevrolet e Fiat nas três primeiras colocações. Em relação à procura, os modelos mais buscados tanto em dezembro quanto em janeiro foram Gol, Palio e Uno. E as marcas mais procuradas foram GM-Chevrolet, Volkswagen e Fiat. Quanto aos anúncios na plataforma, os modelos e as marcas com mais ofertas na OLX em dezembro de 2018 continuaram nas mesmas posições em janeiro deste ano. Top 5 marcas mais vendidas em janeiro de 2019 Posição Marca Representatividade nas vendas totais 1º VOLKSWAGEN 20,5% 2º GM – CHEVROLET 20,3% 3º FIAT 19% 4º FORD 10% 5º RENAULT 5% Top 5 modelos mais vendidos em janeiro de 2019 Posição Modelo Representatividade nos anúncios totais 1º GOL 8% 2º PALIO 6% 3º UNO 5% 4º CELTA 4% 5º CORSA 4% Top 5 modelos mais anunciados em janeiro de 2019 Posição Modelo Representatividade nos anúncios totais 1º GOL 6% 2º PALIO 4%
3º UNO 2,7% 4º CORSA 2,6% 5º FIESTA 2,4% Top 5 marcas mais anunciadas em janeiro de 2019 Posição Marcas Representatividade nos anúncios totais 1º VOLKSWAGEN 19% 2º GM – CHEVROLET 15% 3º FIAT 12% 4º FORD 9% 5º RENAULT 7% https://bahiasocial.com.br/vendas-de-automoveis-seminovos-e-usados-crescem-16-entredezembro-e-janeiro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cristiane Oliveira Estado: BA Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Carros antigos estão em alta entre os consumidores 8188807 - AGÊNCIA O GLOBO - Rio de Janeiro - RJ - 15/03/2019
Seguros / Os veículos com dez anos ou mais estão em alta entre os consumidores. Segundo a Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores - a comercialização é de um carro zero quilômetro para quase cinco usados. No Rio Grande do Sul, os veículos com mais de 30 anos representam 21,3%* da frota estadual e em São Paulo 47%** dos automóveis registrados têm entre 10 e 29 anos. Neste cenário, é importante destacar a disponibilidade de peças de reposição, caso contrário, consertos e manutenções ficam inviáveis, limitando a vida útil dos veículos. A Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças - destaca que a atuação das fabricantes independentes de autopeças é fundamental para a preservação do automóvel, pois as peças de reposição produzidas por elas minimizam os problemas de desabastecimento, já que muitas montadoras limitam a produção de peças para carros fora de linha e em alguns casos até deixam de produzi-las. Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape, afirma que, quanto mais antigo é o veículo, maior é a participação do mercado independente no fornecimento das peças para reposição. "Um estudo empírico comprova que nos carros com 5 a 10 anos de uso a participação é de 30%, de 10 a 15 anos o índice sobe para 50%, de 15 a 20 anos o valor chega a 85% e acima de 20 anos dispara para 95%". As peças similares são produzidas por empresas idôneas, com marca própria e garantia, que oferecem um custo-benefício vantajoso para o consumidor, pois chegam a custar 50% menos do que as peças originais. Seja na manutenção preventiva ou no conserto, utilizar peças de qualidade valoriza o automóvel, contribuindo para o bom funcionamento e reduzindo os riscos de acidentes. * Segundo levantamento feito pelo Detran/RS em 2018 ** Informações do Detran/SP referentes a 2018 Sobre a Anfape - www.anfape.org.br A Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças surgiu com o intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007, a entidade buscou reverter às ações de algumas grandes montadoras de automóveis que se valiam do expediente de registrar os componentes visuais de seus veículos (capôs, para-lamas, para-choques, faróis, retrovisores etc.) como desenhos industriais com o propósito de inibir a atuação dos independentes no segmento de reposição, o que se dava por meio da proibição da produção e da comercialização das peças. No início de 2007, a Anfape formulou uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência - CADE denunciando a conduta de grandes montadoras. Tal iniciativa teve como objetivo assegurar às empresas do mercado independente de autopeças o direito de produzirem e comercializarem itens visuais dos veículos. No final de 2010 o CADE decidiu pela abertura do Processo Administrativo. A Superintendência, que conduziu a investigação, opinou após pesquisas, análises e outros estudos, pela condenação das montadoras. Outros órgãos representativos como a Procuradoria Especializada junto ao CADE - Pró-CADE e o Ministério Público Federal também emitiram pareceres favoráveis, no entanto o órgão optou pelo arquivamento da ação, considerando que este não é um caso de concentração de mercado. A ANFAPE continua sua luta e deve atuar em novas esferas jurídicas em prol do mercado de reposição no país. Website: http://www.anfape.org.br http://www.agenciaoglobo.com.br/dinonews/Default.aspx?idnot=57025&tit=Carros+antigos+e st%C3%A3o+em+alta+entre+os+consumidores Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE
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Clipping Motor 1.4 turbo é o destaque da versão topo de linha Highline 8188808 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - Belo Horizonte - MG - 15/03/2019
Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Linkedin Email Print Tumblr Telegram Os motores são turboalimentados, têm injeção direta de combustível, duplo comando de válvulas tracionado por correia dentada com variação da abertura, tanto na admissão como na exaustão. O motor 200TSI é 1.0 turbo flex que rende 128/116 cv às 5.500 rpm com etanol e gasolina, respectivamente, e tem torque de 200 NM (20,4 kgfm) às 2.000 rpm com os dois combustíveis. O motor 250TSI é 1.4 turbo flex que rende 150 cv às 4.500 rpm e tem torque de 250 NM (25,5 kgfm) às 1.500 rpm, números iguais com os dois combustíveis. Ambos os câmbios têm 6 marchas. O manual tem embreagem monodisco a seco e o automático tem conversor de torque tradicional, com opção de trocas sequenciais na alavanca ou nas aletas atrás do volante. Test-Drive – Apesar de curto, o circuito do teste-drive foi variado, descendo e subindo serras em estradas estreitas e sinuosas e também em estradas planas, largas e com velocidades de até 110 km/h. Percorremos as estradas entre as serras do Rola Moça e da Moeda (RMBH). Andamos na versão Highline 250 TSI. Assim como outros modelos da marca que usam essa mesa plataforma, o T-Cross se destacou pela dirigibilidade. A direção é leve e, ao mesmo tempo, precisa. Qualidades que nem sempre andam juntas. O isolamento acústico é muito bom, quase não se ouve o motor, pneus e o vento passando pela carroceria. Por falar em motor, este 1.4 turbo sobra para o modelo compacto. Acelera com bastante desenvoltura. Segundo a montadora, de 0 a 100 km/h ele cumpre em 8,7 segundos e, entre 80 e 120km/h, ele retoma em 6,1s. Também divulgaram a eficiência em frenagem. Entre 100 e 0 km/h, ele desacelera em 37,8 metros. Por ter um centro de gravidade mais alto, desvantagem de todos os SUVs, as suspensões são mais rígidas, mas não são desconfortáveis, ao menos sobre o asfalto. Não andamos na terra, pois não estava programado um trecho fora de estrada no percurso. Pelas características do T-Cross, inclusive como ele é apresentado em fotos e vídeos pela Volkswagen, sua pegada deve ser mesmo urbana. Quando recebermos uma unidade para avaliação, reportaremos as impressões no uso off-road. Dos cinco utilitários que a Volkswagen prometeu lançar até 2020, o T-Cross é o segundo e o mais importante. Ele terá a árdua missão de competir entre os modelos compactos, fatia mais disputada do mercado brasileiro de automóveis. Segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entre os 50 carros mais emplacados este ano figuram 12 SUVs compactos e apenas um médio-compacto. Os números dos principais compactos são os seguintes: Jeep Renegade (9.488), Honda
HRV (7.923), Nissan Kicks (7.621) e Hyundai Creta (7.222). Pela pequena diferença de unidades emplacadas de cada modelo, e o número de concorrentes querendo abocanhar este bolo, tem-se a exata noção da responsabilidade depositada sobre o caçula da marca de origem alemã. http://diariodocomercio.com.br/sitenovo/motor-1-4-turbo-e-o-destaque-da-versao-topo-delinha-highline/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping OLX: Vendas de automóveis seminovos e usados crescem 16% entre dezembro e janeiro 8188809 - AM3D MARKETING - Mogi Guaçu - SP - 14/03/2019
Enquanto a venda de usados teve queda de 11% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a OLX seguiu na contramão do mercado e registrou alta de 16% no volume de vendas nesse mesmo período – o que representa, aproximadamente, 20% do total de […] O post OLX: Vendas de automóveis seminovos e usados crescem 16% entre dezembro e janeiro apareceu primeiro em E-Commerce News. from E-Commerce News https://ift.tt/2T6d6es via Via Facebook Am3D Marketing https://am3dmarketing.wordpress.com/2019/03/14/olx-vendas-de-automoveis-seminovos-eusados-crescem-16-entre-dezembro-e-janeiro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: AM3D Marketing Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping A3 Sedan e Série 3 colam no Classe C em fevereiro - Portal Lubes 8188810 - PORTAL LUBES - Rio de Janeiro - RJ - 14/03/2019
Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp Mercedes Classe C As vendas de sedãs médios premium encerraram fevereiro com alta de 10% em relação ao mesmo período de 2018. Mas o grande destaque do mês mais curto do ano foi a disputa acirradíssima pela liderança. O Mercedes Classe C (252), mesmo com retração de 2%, chegou a 14 meses consecutivos no topo das preferências. Audi A3 Sedan A vantagem, no entanto, foi muito apertada. Em seu sexto mês seguido no pódio e com avanço de quase 90% nos últimos 12 meses, o Audi A3 Sedan ficou apenas 20 unidades atrás (232). Em momento de troca de gerações, o BMW Série 3 veio na cola, com 224 emplacamentos. Sexto em janeiro, o Mercedes CLA (52) subiu duas posições, mas com retração superior a 40% sobre o ano passado. Ambos com quedas acima dos 34%, A4 (38) e A5 (27) foram os outros representantes da Audi no segmento. A lanterna coube ao Jaguar XE, com apenas 16 unidades. Sedãs Médios Premium POS. MODELO FEV/19 JAN/19 FEV/18 % FEV 19 % JAN 19 VARIAÇÃO FEV/JAN VARIAÇÃO 2019/2018 1º MERCEDES-BENZ CLASSE C 252 313 257 29,96% 31,43% -19,49% -1,95% 2º AUDI A3 SEDAN 232 281 124 27,59% 28,21% -17,44% 87,10% 3º BMW SÉRIE 3 224 258 165 26,63% 25,90% -13,18% 35,76% 4º MERCEDES-BENZ CLA 52 17 93 6,18% 1,71% 205,88% -44,09% 5º AUDI A4 38 90 58 4,52% 9,04% -57,78% -34,48% 6º AUDI A5 27 26 42 3,21% 2,61% 3,85% -35,71% 7º JAGUAR XE 16 11 25 1,90% 1,10% 45,45% -36,00% 841 996 764 100,00% 100,00% -15,56% 10,08% Na faixa de cima, o Panamera, que vinha sendo o destaque dos últimos meses, perdeu força: com apenas 5 unidades, seu resultado mais fraco desde agosto (3) o Porsche perdeu metade dos compradores do ano passado e caiu para o terceiro lugar, empatado com o sueco Volvo S90 (5) BMW Série 5 Já o BMW Série 5, que em janeiro havia tido o seu desempenho menos expressivo desde março de 2017 (6), cresceu quase 37% e emplacou mais do que o dobro do vice-líder Mercedes Classe E (12), que perdeu 2/3 dos compradores do ano passado. Fechando as cinco primeiras colocações, o Mercedes Classe S recuou 25% e repetiu as mesmas 3 unidades de janeiro. Empatados com uma unidade cada, Audi A6, BMW Série 7, Jaguar XF e Lexus ES ficaram atrás do Jaguar XJ (2), top de linha da marca britânica. Sedãs Grandes Premium
POS. MODELO FEV/19 JAN/19 FEV/18 % FEV 19 % JAN 19 VARIAÇÃO FEV/JAN VARIAÇÃO 2019/2018 1º BMW SÉRIE 5 26 6 19 45,61% 12,24% 333,33% 36,84% 2º MERCEDES-BENZ CLASSE E 12 15 36 21,05% 30,61% -20,00% -66,67% 3º PORSCHE PANAMERA 5 20 10 8,77% 40,82% -75,00% -50,00% 4º VOLVO S90 5 1 0 8,77% 2,04% 400,00% NOVO 5º MERCEDES-BENZ CLASSE S 3 3 4 5,26% 6,12% 0,00% -25,00% 6º JAGUAR XJ 2 0 2 3,51% 0,00% – 0,00% 7º AUDI A6 1 3 1 1,75% 6,12% -66,67% 0,00% 8º BMW SÉRIE 7 1 0 2 1,75% 0,00% – -50,00% 9º JAGUAR XF 1 0 1 1,75% 0,00% – 0,00% 10º LEXUS ES 1 1 6 1,75% 2,04% 0,00% -83,33% 57 49 81 100,00% 100,00% 16,33% -29,63% Observação: O BMW Série 4 e o Kia Stinger, anteriormente classificados como sedãs médios premium, foram posicionados entre os modelos esportivos. Fonte: Fenabrave http://portallubes.com.br/2019/03/a3-sedan-e-serie-3-colam-no-classe-c/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Motor e câmbio revolucionam o Ford semipesado 8188811 - PORTAL TRANSPORTA BRASIL - 14/03/2019
Exclusivo: primeiro Scania Nova Geração sai da linha de montagem Scania vende biarticulados a Curitiba Cargo 816 tem boa participação O Ford Cargo 2431 passou por melhorias e este ano estreou no mercado com o sobrenome Power, uma alusão ao motor mais forte e eficiente. Anos antes, a Ford já tinha renovado a gama ofertando a transmissão automatizada, uma Eaton ES 1119, automatizada de 10 marchas. Com a chegada da nova motorização, a Ford apresentou ao mercado um produto renovado, no que se refere ao seu arranjo técnico. Tanto que os caminhões da linha Power, com motorização Cummins ISB, de 7 litros, e 6 cilindros em linha com potência de 306 cv a 2.100 rpm e torque de 112 mkgf de 1.000 a 1.900 rpm, para receber o novo motor teve toda a sua estrutura modificada, como o turbocompressor que passa mais pressão para o motor, sendo que sua carcaça e rotor foram projetados para trabalhar com essa maior pressão. Além disso, a gama Power recebeu ainda novos bicos injetores, filtro de ar com mais capacidade de vazão e sistema de refrigeração de alta capacidade. Fazem parte da gama os modelos: Cargo Power 1731 rígido; Cargo Power 1731T cavalomecânico; Cargo Power 2431 6×2 manual ou automatizado Torqshift; Cargo Power 2631 6×4; Cargo Power 3131 6×4 e o Cargo Power 3031 8×2. Porém, o mais popular entre eles é o trucado 2431. De acordo com a Fenabrave, neste primeiro bimestre, o Cargo 2431 Power emplacou 116 unidades, ainda distante de alcançar as vendas dos seus maiores rivais com mesma capacidade, já que ocupa a 8ª posição do ranking. Mas com o potencial do seu motor e caixa, se a Ford desenvolver uma política de preço afim de acabar com seus estoques, esse caminhão pode ser uma boa pedida. Coração bate mais forte Segundo a engenharia da Ford desenvolver um motor mais forte, dentro dessa categoria de 24 t para caminhão trucado foi por demanda de clientes, que careciam de caminhões mais ágeis. Razão de a marca ter dado notoriedade ao turbo projetado para trabalhar com maior pressão, melhorando a resposta do motor em retomadas. O modelo 0 km, de acordo com a Fipe, custa R$ 256.734. Nadam de braçada nesse segmento dois modelos alemães, porém com motorização inferior ao representante da Ford. Os competidores Volkswagen O Constellation 24.280 6×2 é líder absoluto nesse segmento por quase uma década. Nos dois primeiros meses deste ano ele vendeu 444 unidades. O caminhão que custa R$ 258,010, unidade 0 km não tem o preço tão convidativo se compará-lo ao Ford que entrega mais motor. Contudo, sua mecânica é tão confiável quanto. O VW é equipado com motor MAN D08, de 277 cv de potência a 2.300 rpm e 107,1 mkgf de 1.000 a 1.700 rpm. Esse motor é o único dessa categoria das 24 t oferecido com tecnologia EGR (que dispensa o uso do Arla). Os demais competidores utilizam a SCR. Isso dá algumas vantagens ao modelo, como o melhor aproveitamento do espaço no chassi, sobretudo em relação ao encarroçamento, pois não há o tanque extra, comum nos caminhões SCR que necessitam do reagente químico Arla 32. O sistema também não agrega peso significativo ao veículo e isso pode se converter em mais capacidade de carga. Mercedes-Benz O Atego 2426 é o mais popular na lista de vendas, com 347 unidades emplacadas nos dois primeiros meses de 2019, ocupando a 3ª posição. Ele é equipado com motor MercedesBenz 926 LA de 256 cv a 2.200 rpm, com torque de 92 mkgf de 1.200 a 1.600 rpm, tendo a opção de transmissão manual, que é de série, de 6 marchas, e a opção automatizada de 8
velocidades, ambas também fabricadas pela Mercedes. O caminhão custa R$ 255.792, mas a Mercedes ainda tem a versão do Atego 2430, mais próxima tecnicamente do rival Ford. O Atego 2430 custa R$ 279.062, mais salgado – talvez a razão de ele não aparecer na lista dos dez caminhões mais vendidos da Fenabrave. No entanto, é um veículo mais rebuscado e para quem procura conforto, pode valer a pena o investimento. Ele tem motor OM 926 LA, de 6 cilindros em linha, de 286 cv a 2.200 rpm, e o torque mais forte da categoria, 127,4 mkgf de 1.100 a 1.200 rpm que trabalha com a caixa MB G 211, de 12 velocidades Powershift. Andrea Ramos Editora-executiva da Agência Transporta Brasil andrearamos@transportabrasil.com.br + Saiba tudo do mundo do transporte rodoviário. Curta nossa página no Facebook! Agência Transporta Brasil – ATB http://www.transportabrasil.com.br/2019/03/motor-e-cambio-revolucionam-o-fordsemipesado/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Andrea Ramos Estado: Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Bauru ganhou em média 23 novos veículos por dia 8188812 - 94 FM (BAURU) - 14/03/2019
Nos dois primeiros meses deste ano, Bauru ganhou 1.326 veículos, uma média de 23 novos veículos por dia, que foram vendidos na cidade. Os dados foram divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Os números apontam um crescimento de 8%, na comparação com o primeiro bimestre do ano anterior. Mais detalhes com o repórter Emerson Luiz. Em todo o Brasil, o levantamento da Fenabrave mostra que os emplacamentos acumularam no primeiro bimestre deste ano 599.188 unidades, um aumento de 20% em comparação com o primeiro bimestre de 2018. O post Bauru ganhou em média 23 novos veículos por dia apareceu primeiro em 94FM. https://94fm.com.br/bauru-ganhou-em-media-23-novos-veiculos-por-dia/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Emerson Luiz Estado: Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Vendas de automóveis seminovos e usados crescem 16% entre dezembro e janeiro 8188813 - PARAÍBA TOTAL - João Pessoa - PB - 14/03/2019
Enquanto a venda de usados teve queda de 11% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a OLX seguiu na contramão do mercado e registrou alta de 16% no volume de vendas nesse mesmo período – o que representa, aproximadamente, 20% do total de veículos usados vendidos no Brasil. “Mais uma vez, começamos o ano com um desempenho promissor e estamos muito orgulhosos dos resultados das vendas em janeiro. Somos a melhor opção para o brasileiro comercializar online seu carro seminovo ou usado e nossos dados evidenciam isso: a quantidade de usuários que tiveram sucesso ao vender um automóvel aumentou 17% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, totalizando mais de 130 mil vendedores”, afirma a Diretora de Autos da OLX Brasil, Giselle Tachinardi. Como tendências de comportamento que podem refletir no mercado para o resto do ano, a OLX levantou dados e descobriu que a procura por carros seminovos e usados foi 13% maior em janeiro de 2019 do que em dezembro de 2018. No mesmo período de comparação, o total de anúncios feitos na categoria Autos cresceu 23%. Os Estados que mais se destacaram em quantidade de ofertas nesse intervalo foram Santa Catarina (32%), Goiás (31%) e Mato Grosso (27%). Marcas e modelos preferidos A plataforma apurou que os três modelos mais vendidos em dezembro de 2018 continuaram na liderança em janeiro deste ano, sendo eles Gol, Palio e Uno. O ranking de marcas mais vendidas também se manteve de um mês para o outro, com Volkswagen, Chevrolet e Fiat nas três primeiras colocações. Em relação à procura, os modelos mais buscados tanto em dezembro quanto em janeiro foram Gol, Palio e Uno. E as marcas mais procuradas foram GM-Chevrolet, Volkswagen e Fiat. Quanto aos anúncios na plataforma, os modelos e as marcas com mais ofertas na OLX em dezembro de 2018 continuaram nas mesmas posições em janeiro deste ano. http://www.paraibatotal.com.br/noticias/2019/03/14/19873-vendas-de-automoveis-seminovose-usados-crescem-16-entre-dezembro-e-janeiro Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PB Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Apps de motoristas aumentam lucro de locadoras na bolsa 8188814 - JORNAL DO COMÉRCIO - Porto Alegre - RS - 15/03/2019
Visto como uma ameaça a princípio, o avanço do transporte por aplicativos no Brasil abriu um novo segmento para locadoras de veículos e ajudou a engordar o balanço dessas empresas, que têm apresentado ainda bons desempenhos na bolsa. O lucro líquido da Localiza, a maior do mercado, saltou 17% em 2018, para R$ 659 milhões, informou a companhia, dando largada à temporada de divulgação de resultados do setor. Em 2018, suas ações avançaram 35%. Os papéis dos pares Unidas e Movida valorizaram 96% e 22%, respectivamente. Como comparação, o Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas, subiu 15%. As locadoras não divulgam a participação dos motoristas por aplicativos em suas operações, mas a equipe da Mapfre Investimentos estima que algo próximo a 20% do segmento de aluguel de carros esteja direcionado para esse cliente. A Localiza criou, no ano passado, um canal de atendimento exclusivo para motoristas parceiros, o Localiza Driver. Ele permite que o valor do aluguel do veículo seja descontado diretamente dos ganhos obtidos com as corridas. "Estudamos muito a forma como eles pensam e entendemos que precisamos oferecer planos para cada necessidade", diz Bruno Lasansky, diretor da divisão de aluguel de carros da Localiza. Na Movida, o segmento fica em um dígito da receita, de 7% a 9%, de acordo com Renato Franklin, presidente executivo da locadora. "O setor de locação como um todo tem apresentado fundamentos muito sólidos, e os aplicativos ajudam. São 20 pessoas por dia entrando em um carro e descobrindo com o motorista como aluga, quanto custa", afirma. A locadora também oferece condições especiais para esses profissionais, como a contratação de quilometragens mais altas, e tem parceria com o Lady Driver, aplicativo para mulheres. "Os motoristas de aplicativos são um segmento sobre o qual as locadoras começaram a falar mais recentemente, embora eles já tenham contribuído para um crescimento relevante e exista potencial grande nesse canal", diz Bruna Pezzin, analista da XP. "O Brasil é um dos principais mercados da Uber hoje, e nem todos esses motoristas alugam carro ainda." A companhia norte-americana, a principal para aplicativos do tipo, tem cerca de 3 milhões de motoristas cadastrados no mundo - mais de 600 mil no Brasil, onde opera desde 2014. Os aplicativos de motoristas ganharam impulso na esteira da recessão, que empurrou profissionais registrados para o trabalho autônomo. "Quando a Uber começou a tomar corpo, pensou-se que poderia ser um risco para as locadoras, porque as pessoas deixariam de alugar carro para usar o aplicativo", diz Pedro Bruno, analista do Santander. "Depois, percebeu-se que seria o contrário: a empresa traria oportunidades, já que os motoristas alugariam." Há sete meses, Edvaldo das Neves, 55 anos, alugou um carro da Movida para trabalhar via Uber. Ele está cadastrado na plataforma como motorista há um ano e meio e fez 4,5 mil corridas. "Sempre trabalhei em multinacionais, na parte comercial, mas depois dos 40 anos você fica fora do perfil. Tenho um bom currículo, mas não consegui me recolocar", conta. Segundo ele, o aluguel diário do carro sai por R$ 50,00, e a sua meta é faturar com corridas R$ 250,00 por dia. Apesar dos ganhos trazidos pelos motoristas de aplicativos, analistas apontam que as locadoras buscam um crescimento sustentável no segmento. "Muitos motoristas dividem o aluguel do veículo. O carro roda e nunca para. As empresas alugam, mas ficam de olho no limite de quilometragem. Muitas vezes, oferecem a troca do veículo pelo mesmo preço", diz Pedro Bourroul, analista da Mapfre. Os apps trouxeram uma demanda paralela. "As pessoas trocaram o carro pelo app no dia a dia, mas, quando têm de fazer um deslocamento maior, alugam um veículo", diz Paulo Miguel Junior, presidente do conselho nacional da Abla (associação das locadoras). Ele afirma que o setor foi resiliente à crise, em parte, porque empresas de outras áreas precisaram cortar gastos e terceirizaram frotas - outro segmento em que as locadoras têm crescido. Ganho de escala, consolidação da concorrência - a Locamerica comprou a Unidas na virada para 2018 e assumiu a marca - e queda nos preços de locação também ajudam a explicar o impulso no setor. "Alugar um carro está, em termos nominais, 15% mais barato que há 10 anos. A única forma de o serviço ser rentável é ganhando escala", diz o diretor de aluguel de veículos da Unidas, Carlos Sarquis.
O bom desempenho das locadoras gera efeito também nas montadoras, que viram as vendas diretas subir, embora o segmento esprema margens. Em janeiro de 2018, as vendas diretas representavam 27% dos emplacamentos de automóveis leves, segundo a Fenabrave (representante das distribuidoras de veículos). Em dezembro, já eram 37%. "A capacidade ociosa das montadoras ainda está alta. Enxergamos, no longo prazo, a possibilidade de continuar trabalhando próximo delas", diz Franklin, da Movida. A Abla espera mais um ano bom em 2019, principalmente se o reaquecimento da economia se confirmar, "porque o setor ainda é pequeno", diz Miguel Junior. Em 2017, mais recente dado da associação, as locadoras reuniam 709 mil carros. "Os apps são uma via de crescimento importante, mas todos os segmentos têm potencial com a volta da economia", diz Pezzin, da XP. Uma das novas empresas a apostar na locação de veículos é a PPCar, que surgiu como alternativa para pessoas que desejam se tornar motoristas, mas que não têm um automóvel à disposição. A startup, que já atingiu 1,5 mil assinaturas, faturou R$ 30 milhões em 2018. Para 2019, a previsão é de encerrar o ano com mais de R$ 116,8 milhões. Até 2023, a expectativa é de movimentar R$ 730,6 milhões. Segundo o português Alexandre Ribeiro, CEO e fundador da PPCar, entre as principais vantagens oferecidas aos condutores está o modelo de assinatura com pagamento semanal, que auxilia no fluxo de caixa dos profissionais. "Como o pagamento dos aplicativos é feito semanalmente, optamos por oferecer essa comodidade aos condutores, dessa forma, facilitamos o processo de locação para eles", comenta Ribeiro. A PPCar conta com preços a partir de R$ 459,00 (a depender do tipo de assinatura escolhido), no plano com quilometragem de até 1.167 quilômetros semanal, e valor de quilômetro adicional de R$ 0,36. O preço cobrado em caso de sinistro é de R$ 500,00. Atualmente, a PPCar está presente nas cidades de Caxias do Sul (RS), Curitiba (PR), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), São Paulo (SP), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). No exterior, já expandiu operações para Lisboa (Portugal) e Cidade do México (México). A empresa pretende ampliar sua presença internacional, abrindo operações também na Argentina, Chile, Equador, Panamá, Peru e República Dominicana. https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/03/673908-apps-demotoristas-aumentam-lucro-de-locadoras-na-bolsa.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Citroën Berlingo tem recall por erro no quadro de instrumentos 8188815 - MERIDIONAL FM - Alto Taquari - MT - 14/03/2019
Falha na comunicação entre sistemas pode causar a marcação errada da quilometragem dos veículos. Citroën Berlingo vendido no Brasil Divulgação/Citroën A Citroën anunciou um recall para 639 unidades do utilitário Berlingo fabricadas entre 2017 e 2018 por uma possível falha no quadro de instrumentos digital, que pode causar a marcação errada da quilometragem do veículo. De acordo com a fabricante, o defeito pode acontecer por um possível erro na comunicação entre o quadro de instrumentos e o software da caixa de serviços inteligente. Isso “poderia impossibilitar a execução dos planos de manutenção dentro dos prazos corretos”. Citroën Berlingo tem nova geração registrada no Brasil Os proprietários devem agendar a inspeção e o reparo em uma concessionária Citroën. O reparo é gratuito e tem duração aproximada de 1 hora. Está disponível o telefone 0800-0118088. Veja abaixo os detalhes das unidades envolvidas: Recall – Citroën Berlingo Initial plugin text AnteriorKylie Jenner lança linha de roupas inspirada na Kylie Cosmetics Siga-nos 61.1k Fã 11 Seguidor 14.3k Seguidor 151 Assinante Recomendado para você Conheça as 10 dietas mais buscadas na internet e saiba a opinião de nutricionistas – A Chata das Dietas 5 meses atrás Unidas compra locadora de veículos NTC | Economia 3 meses atrás Sejamos tristes! – Rir para não morrer 4 meses atrás Venda de veículos sobe 26,6% em fevereiro, diz Fenabrave | Auto Esporte 2 semanas atrás Instagram Categories Carros Cinema Cultura Destaques Destaques da manhã Esportes Estilo de vida Loterias Meridional News Meridional notícias Mundo Música Nacional Negócios Notícias Saúde Sem categoria Sinop Tecnologia TOP 10 Turismo Vestibular Tags Adele Alok Anitta Ariana Grande Avril Lavigne Beyoncé Billboard Bird Box Calvin Harris Cardi B Demi Lovato diz Imea diz jornal Dua Lipa ed sheeran Flamengo Iggy Azalea Jair Bolsonaro Justin Bieber katy Perry Lady Gaga Leo Santana Lexa LGBT Luan Santana Maluma Maroon 5 Marília Mendonça Mauro Mendes michael jackson Miley Cyrus next” One Kiss Queen Rami Malek Rihanna Selena Gomez Simone e Simaria Spotify Super Bowl Supremo Tribunal Federal Taylor Swift Zé Neto e Cristiano “Shallow” “Thank u Nenhum resultado
Exibir Todos os resultados Destaques L7 anuncia primeiro álbum em 20 anos e lança clipe – Blog Combate Rock Senado dos EUA derruba declaração de emergência nacional de Trump | Mundo Ignácio de Loyola Brandão é novo imortal da Academia Brasileira de Letras – 14/03/2019 – Ilustrada Fiat vai patrocinar a Seleção Brasileira de futebol | Auto Esporte Termina hoje o prazo para inscrição no Vestibular UFT 2019/2 Justiça Eleitoral não pode julgar corrupção na Lava Jato, diz Barroso Tendência Carros Citroën Berlingo tem recall por erro no quadro de instrumentos 14/03/2019 Falha na comunicação entre sistemas pode causar a marcação errada da quilometragem dos veículos. Citroën Berlingo vendido... Kylie Jenner lança linha de roupas inspirada na Kylie Cosmetics 14/03/2019 SINOP: colégio da igreja católica irá se instalar no município 14/03/2019 L7 anuncia primeiro álbum em 20 anos e lança clipe – Blog Combate Rock 14/03/2019 Senado dos EUA derruba declaração de emergência nacional de Trump | Mundo 14/03/2019 https://www.meridionalfm.com.br/2019/03/14/citroen-berlingo-tem-recall-por-erro-no-quadrode-instrumentos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Os valores dos seguros dos carros mais vendidos do Brasil em fevereiro 8188816 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 14/03/2019
SÃO PAULO - O valor do seguro do carro mais vendido em janeiro, o Chevrolet Onix, é de R$1.882,38 em São Paulo, considerando um homem de 35 anos casado e sem filhos. Já no perfil feminino na mesma situação, o preço do seguro cai para R$ 1.690,88. Os dados são de um levantamento feito pela Minuto Seguros. O Onix vendeu mais do que o dobro que Hyundai HB20 e Ford Ka juntos: mais de 18 mil carros emplacados. O HB20, que retomou a segunda posição com 8.055 unidades e o KA, que agora ficou em terceiro, com 7.633, de acordo com dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Após quatro quedas consecutivas no valor médio para os homens, o preço do seguro do Onix subiu cerca de 5%, o que representa, em dinheiro, R$ 99. Dessa maneira, em fevereiro, o preço médio do seguro do modelo chegou a R$1.845. Primeiro aumento de preço, após quatro quedas consecutivas. A venda de carros no Brasil voltou a sinalizar um crescimento. Em fevereiro, foram 71.694 unidades vendidas contra as 70.889 comercializações de janeiro. O preço do seguro médio desses 10 veículos ficou no valor de R$2.265 para os homens e de R$1.943 para as mulheres. O relatório analisa o preço médio mensal do seguro em cinco estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Pernambuco) e considera o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos e que estão contratando o seguro pela primeira vez. 1. Chevrolet Onix R$ 1.882,38 R$ 2.112,31 R$2.237,05 R$ 1.693 R$ 1.845,71 2. HB20 R$ 2.235,11 R$3.894,93 R$2.738,23 R$ 1.958,09 R$ 1.779,14 3.Ford Ka R$ 1.776,76 R$ 2.244,90 R$ 2.217,60 R$ 1.671,93 R$ 1.806,37 4. Fiat Argo R$ 1.979,77
R$ 2.366,59 R$2.402,56 R$ 1.801,07 R$ 1.935,10 5. Chevrolet Prisma R$ 18.92,66 R$ 2.672,07 R$2.173,66 R$ 1.472,63 R$ 1.984,32 6. Renault Kwid R$ 1.867,66 R$ 2.102,90 R$ 2.156,75 R$1.823,78 R$ 1.957,35 7. Fiat Mobi R$ 1.867,46 R$ 1.937,40 R$2.155,71 R$1.593,37 R$1.783,06 8. Volkswagen Polo R$1.9996,67 R$3.938,25 R$2.514,77 R$1.891,01 R$1.973,61 9. Jeep Renegade R$2.583,08 R$4.622,94 R$2.905,16 R$2.106,51 R$3.233,94 10. Volkswagen Gol R$2.508,03 R$3.489,91 R$2.905,90
R$1.961,56 R$2.269,76 1. Chevrolet Onix R$ 1.690,88 R$ 1.975,49 R$1.624,68 R$1.509,79 R$ 1.881,34 2. HB20 R$2.003,79 R$ 2.262,13 R$ 1.872,75 R$ 1.618,20 R$ 2.324,85 3.Ford Ka R$ 1.612,16 R$ 1.947,90 R$ 1.584,35 R$ 1.365,22 R$ 1.992,45 4. Fiat Argo R$ 1.777,31 R$2.117,35 R$1.700,48 R$ 1.480,14 R$ 2.103,19 5. Chevrolet Prisma R$ 1.687,79 R$ 2.116,19 R$ 1.731,30 R$1.717,89 R$ 2.362,25 6. Renault Kwid R$ 1.759,60 R$ 1.835,91 R$ 1.714,08 R$1.595,86 R$ 1.867,83
7. Fiat Mobi R$ 1.682,47 R$ 1.788,26 R$1.656,62 R$1.393,97 R$1.732,48 8. Volkswagen Polo R$1.817,77 R$2.217,79 R$1.777,12 R$1.636,63 R$2.338,04 9. Jeep Renegade R$2.070,83 R$3.484,93 R$2.188,01 R$ 1.703,04 R$2.392,48 10. Volkswagen Gol R$2.256,60 R$2.574,23 R$0.002,83 R$1.656 R$3.976,56 https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carros/noticia/7985262/os-valores-dosseguros-dos-carros-mais-vendidos-do-brasil-em-fevereiro Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Giovanna Sutto Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Aumento de produção 8188817 - JORNAL DO COMÉRCIO - Porto Alegre - RS - 14/03/2019
A Hyundai Motor Brasil está ampliando a capacidade produtiva de sua fábrica localizada na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, de 180 mil para 210 mil unidades por ano. O novo volume representa 17 mil unidades acima do que foi fabricado em 2018, quando saíram das linhas de montagem 193 mil veículos, já acima do potencial instalado original, graças a ganhos de eficiência pontuais no processo industrial. Para 2019, investimentos da ordem de R$ 125 milhões em melhorias nas operações e aquisição de novos equipamentos de alta tecnologia, incluindo robôs, viabilizarão o aumento consistente do volume de produção, passando de 36 veículos para 42 veículos por hora, com a fábrica funcionando em três turnos. A planta da Hyundai em Piracicaba faz o compacto HB20 e o SUV Creta. Patrocinadora oficial A Fiat é a mais nova patrocinadora oficial da seleção brasileira de futebol. O acordo de quatro anos abrange todas as equipes: de base, Olímpicas e principais, masculinas e femininas. Renovação de frota O Transmetro um dos principais sistemas de BRT da América Latina, renovará sua frota de ônibus com 35 novos veículos produzidos pela Marcopolo. Do modelo Viale BRT Articulado, montado sobre chassi Scania modelo K310 IA 6x2, as unidades entrarão em operação nos serviços de transporte público da Municipalidade da Guatemala. Medalha de ouro A Savarauto obteve pela décima primeira vez consecutiva a classificação Ouro do Programa Star Class da Mercedes-Benz Automóveis. A certificação indica o enquadramento máximo às normas e exigências estipuladas pela marca alemã aos seus concessionários no Brasil. Quesitos como satisfação de clientes, conquista de metas e atendimento são levados em consideração. Velocidade limitada A Volvo Cars divulgou que limitará a velocidade máxima em todos os seus carros a 180 km/h a partir do ano/modelo 2021. A decisão sintoniza com o plano estratégico da montadora sueca, que pretende que ninguém morra ou fique gravemente ferido em um acidente com seus automóveis no futuro próximo. Começo promissor Dados da Fenabrave/Sincodiv-RS apontam vendas de 30.069 veículos nos dois primeiros meses deste ano no mercado gaúcho, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, o que significa alta de 13,70% sobre o mesmo período de 2018. Coalisão germânica A Daimler AG e o BMW Group estão se unindo para criar novas tecnologias de condução autônoma e de assistência ao motorista. As empresas alemãs assinaram um memorando para formalizar a parceria, que prevê uma cooperação estratégica de longo prazo, visando disponibilizar tais tecnologias até meados dos anos 2020. Chave digital O Hyundai Motor Group desenvolveu uma "chave digital", que permitirá aos usuários destravar e dar a partida no veículo via smartphone. Substituindo a chave tradicional, a digital poderá ser baixada por meio de um aplicativo e utilizada por até quatro pessoas autorizadas. O recurso funciona com a tecnologia "Near Field Communication" (NFC), que detecta a presença de um celular habilitado nas proximidades da porta do veículo. A empresa pretende implementar a chave digital gradualmente em seus novos veículos de produção, a partir do final deste ano. https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/colunas/giro_rapido/2019/03/674415-aumentode-producao.html Ficha Técnica
Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Site
Clipping OLX: Vendas de automóveis seminovos e usados crescem 16% entre dezembro e janeiro 8188818 - E-COMMERCE NEWS - São Paulo - SP - 14/03/2019
Enquanto a venda de usados teve queda de 11% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a OLX seguiu na contramão do mercado e registrou alta de 16% no volume de vendas nesse mesmo período – o que representa, aproximadamente, 20% do total de veículos usados vendidos no Brasil. “Mais uma vez, começamos o ano com um desempenho promissor e estamos muito orgulhosos dos resultados das vendas em janeiro. Somos a melhor opção para o brasileiro comercializar online seu carro seminovo ou usado e nossos dados evidenciam isso: a quantidade de usuários que tiveram sucesso ao vender um automóvel aumentou 17% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, totalizando mais de 130 mil vendedores”, afirma a Diretora de Autos da OLX Brasil, Giselle Tachinardi. Como tendências de comportamento que podem refletir no mercado para o resto do ano, a OLX levantou dados e descobriu que a procura por carros seminovos e usados foi 13% maior em janeiro de 2019 do que em dezembro de 2018. No mesmo período de comparação, o total de anúncios feitos na categoria Autos cresceu 23%. Os Estados que mais se destacaram em quantidade de ofertas nesse intervalo foram Santa Catarina (32%), Goiás (31%) e Mato Grosso (27%). Marcas e modelos preferidos A plataforma apurou que os três modelos mais vendidos em dezembro de 2018 continuaram na liderança em janeiro deste ano, sendo eles Gol, Palio e Uno. O ranking de marcas mais vendidas também se manteve de um mês para o outro, com Volkswagen, Chevrolet e Fiat nas três primeiras colocações. Em relação à procura, os modelos mais buscados tanto em dezembro quanto em janeiro foram Gol, Palio e Uno. E as marcas mais procuradas foram GM-Chevrolet, Volkswagen e Fiat. Quanto aos anúncios na plataforma, os modelos e as marcas com mais ofertas na OLX em dezembro de 2018 continuaram nas mesmas posições em janeiro deste ano. Top 5 marcas mais vendidas em janeiro de 2019 Posição Marca Representatividade nas vendas totais 1º VOLKSWAGEN 20,5% 2º GM – CHEVROLET 20,3% 3º FIAT 19% 4º FORD 10% 5º RENAULT 5% Top 5 modelos mais vendidos em janeiro de 2019 Posição Modelo Representatividade nos anúncios totais 1º GOL 8% 2º PALIO 6% 3º UNO 5% 4º CELTA 4% 5º CORSA 4% Top 5 modelos mais anunciados em janeiro de 2019 Posição Modelo Representatividade nos anúncios totais 1º GOL 6% 2º PALIO 4%
3º UNO 2,7% 4º CORSA 2,6% 5º FIESTA 2,4% Top 5 marcas mais anunciadas em janeiro de 2019 Posição Marcas Representatividade nos anúncios totais 1º VOLKSWAGEN 19% 2º GM – CHEVROLET 15% 3º FIAT 12% 4º FORD 9% 5º RENAULT 7% https://ecommercenews.com.br/noticias/balancos/olx-vendas-de-automoveis-seminovos-eusados-crescem-16-entre-dezembro-e-janeiro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação E-Commerce News Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site
Clipping Dicas do para compra e venda de veículos semi-novos 8188819 - SUPER TOP MOTOR - 09/03/2019
Checar se existem bloqueios, avaliar o preço cobrado e o funcionamento do veículo são atitudes indispensáveis antes de fechar negócio; Ao comprar, deve-se transferir a propriedade em até 30 dias A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no início deste ano de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) fornece dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira, a seguir, as dicas: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo. https://supertopmotor.com.br/index.php/2019/03/09/dicas-do-para-compra-e-venda-deveiculos-semi-novos/ Ficha Técnica
Empresa: FENABRAVE Autor: Joka Finardi Estado: Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Ouça “No New Friends”, nova música do trio LSD, formado por Labrinth, Sia e Diplo 8188820 - MERIDIONAL FM - Alto Taquari - MT - 14/03/2019
O super trio LSD, formado por Labrinth, Sia e Diplo, estão se preparando para o lançamento de seu álbum de estreia e lançaram nesta quinta-feira (14) mais uma nova música, intitulada “No New Friends”. Ouça: O álbum do grupo LSD, autointitulado, será lançado no dia 12 de abril e já está em prévenda e pré-save nas principais plataformas de streaming. Fonte: Portal PopLine Tags: formado por Labrinth nova música do trio LSD Ouça “No New Friends” Sia e Diplo AnteriorLucro da SLC Agrícola cai 75,5% no 4º tri PróximoPrincesa Isabel: biografia, papel na abolição e vida política Siga-nos 61.1k Fã 11 Seguidor 14.3k Seguidor 151 Assinante Recomendado para você Estudo mostra impacto de guloseimas do escritório na dieta; veja ideias de lanches – A Chata das Dietas 1 mês atrás Venda de veículos novos sobe 13,1% em novembro, diz Fenabrave | Auto Esporte 3 meses atrás Breath of the Wild revela arte mais… íntima de Link 4 meses atrás Avião faz pouso de emergência em Newark após piloto relatar fogo no compartimento de carga | Mundo 5 dias atrás Instagram Categories Carros Cinema Cultura Destaques Destaques da manhã Esportes Estilo de vida Loterias Meridional News Meridional notícias Mundo Música Nacional Negócios Notícias Saúde Sem categoria Sinop Tecnologia TOP 10 Turismo Vestibular Tags Adele Alok Anitta Ariana Grande Avril Lavigne Beyoncé Billboard Bird Box Calvin Harris Cardi B Demi Lovato diz Imea diz jornal Dua Lipa ed sheeran Flamengo Iggy Azalea Jair Bolsonaro Justin Bieber katy Perry Lady Gaga Leo Santana Lexa LGBT Luan Santana Maluma Maroon 5 Marília Mendonça Mauro Mendes michael jackson Miley Cyrus next” One Kiss Queen Rami Malek Rihanna Selena Gomez Simone e Simaria Spotify Super Bowl Supremo Tribunal Federal Taylor Swift Zé Neto e Cristiano “Shallow” “Thank u Nenhum resultado Exibir Todos os resultados Destaques Incêndio destrói frota de motos elétricas na Espanha | Motos EUA: Bolsonaro viaja dia 17 acompanhado por seis ministros
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Clipping Vendas de automóveis seminovos e usados crescem 16% entre dezembro e janeiro 8188821 - MAXPRESS NET - São Paulo - SP - 14/03/2019
Enquanto a venda de usados teve queda de 11% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a OLX seguiu na contramão do mercado e registrou alta de 16% no volume de vendas nesse mesmo período – o que representa, aproximadamente, 20% do total de veículos usados vendidos no Brasil. “Mais uma vez, começamos o ano com um desempenho promissor e estamos muito orgulhosos dos resultados das vendas em janeiro. Somos a melhor opção para o brasileiro comercializar online seu carro seminovo ou usado e nossos dados evidenciam isso: a quantidade de usuários que tiveram sucesso ao vender um automóvel aumentou 17% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano, totalizando mais de 130 mil vendedores”, afirma a Diretora de Autos da OLX Brasil, Giselle Tachinardi. Como tendências de comportamento que podem refletir no mercado para o resto do ano, a OLX levantou dados e descobriu que a procura por carros seminovos e usados foi 13% maior em janeiro de 2019 do que em dezembro de 2018. No mesmo período de comparação, o total de anúncios feitos na categoria Autos cresceu 23%. Os Estados que mais se destacaram em quantidade de ofertas nesse intervalo foram Santa Catarina (32%), Goiás (31%) e Mato Grosso (27%). Marcas e modelos preferidos A plataforma apurou que os três modelos mais vendidos em dezembro de 2018 continuaram na liderança em janeiro deste ano, sendo eles Gol, Palio e Uno. O ranking de marcas mais vendidas também se manteve de um mês para o outro, com Volkswagen, Chevrolet e Fiat nas três primeiras colocações. Em relação à procura, os modelos mais buscados tanto em dezembro quanto em janeiro foram Gol, Palio e Uno. E as marcas mais procuradas foram GM-Chevrolet, Volkswagen e Fiat. Quanto aos anúncios na plataforma, os modelos e as marcas com mais ofertas na OLX em dezembro de 2018 continuaram nas mesmas posições em janeiro deste ano. Top 5 marcas mais vendidas em janeiro de 2019 Posição Marca Representatividade nas vendas totais 1º VOLKSWAGEN 20,5% 2º GM - CHEVROLET 20,3% 3º FIAT 19% 4º FORD 10% 5º RENAULT 5% Top 5 modelos mais vendidos em janeiro de 2019 Posição Modelo Representatividade nos anúncios totais 1º GOL 8% 2º PALIO 6% 3º UNO 5% 4º CELTA 4% 5º CORSA 4% Top 5 modelos mais anunciados em janeiro de 2019 Posição Modelo Representatividade nos anúncios totais 1º GOL 6% 2º PALIO 4%
3º UNO 2,7% 4º CORSA 2,6% 5º FIESTA 2,4% Top 5 marcas mais anunciadas em janeiro de 2019 Posição Marcas Representatividade nos anúncios totais 1º VOLKSWAGEN 19% 2º GM - CHEVROLET 15% 3º FIAT 12% 4º FORD 9% 5º RENAULT 7% Obrigada, carolina araujo | account executive bcw | burson cohn & wolfe o: +5521 3199.8507 | m: +5521 97620.3774 www.bcw-global.com 2018 holmes report global pr agency of the year https://www.maxpress.com.br/Conteudo/1,974319,Vendas_de_automoveis_seminovos_e_us ados_crescem_16_entre_dezembro_e_janeiro,974319,10.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Sedãs premium mais vendidos: A3 Sedan e Série 3 colam no Classe C em fevereiro 8188822 - MOTOR 1 - 14/03/2019
As vendas de sedãs médios premium encerraram fevereiro com alta de 10% em relação ao mesmo período de 2018. Mas o grande destaque do mês mais curto do ano foi a disputa acirradíssima pela liderança. O Mercedes Classe C (252), mesmo com retração de 2%, chegou a 14 meses consecutivos no topo das preferências. A vantagem, no entanto, foi muito apertada. Em seu sexto mês seguido no pódio e com avanço de quase 90% nos últimos 12 meses, o Audi A3 Sedan ficou apenas 20 unidades atrás (232). Em momento de troca de gerações, o BMW Série 3 veio na cola, com 224 emplacamentos. Sexto em janeiro, o Mercedes CLA (52) subiu duas posições, mas com retração superior a 40% sobre o ano passado. Ambos com quedas acima dos 34%, A4 (38) e A5 (27) foram os outros representantes da Audi no segmento. A lanterna coube ao Jaguar XE, com apenas 16 unidades. Sedãs Médios Premium POS. MODELO FEV/19 JAN/19 FEV/18 % FEV 19 % JAN 19 VARIAÇÃO FEV/JAN VARIAÇÃO 2019/2018 1º MERCEDES-BENZ CLASSE C 252 313 257 29,96% 31,43% -19,49% -1,95% 2º AUDI A3 SEDAN 232 281 124 27,59% 28,21% 17,44% 87,10% 3º BMW SÉRIE 3 224 258 165 26,63% 25,90% -13,18% 35,76% 4º MERCEDES-BENZ CLA 52 17 93 6,18% 1,71% 205,88% -44,09% 5º AUDI A4 38 90 58 4,52% 9,04% -57,78% -34,48% 6º AUDI A5 27 26 42 3,21% 2,61% 3,85% -35,71% 7º JAGUAR XE 16 11 25 1,90% 1,10% 45,45% -36,00% 841 996 764 100,00% 100,00% 15,56% 10,08% Na faixa de cima, o Panamera, que vinha sendo o destaque dos últimos meses, perdeu força: com apenas 5 unidades, seu resultado mais fraco desde agosto (3) o Porsche perdeu metade dos compradores do ano passado e caiu para o terceiro lugar, empatado com o sueco Volvo S90 (5) Já o BMW Série 5, que em janeiro havia tido o seu desempenho menos expressivo desde março de 2017 (6), cresceu quase 37% e emplacou mais do que o dobro do vice-líder Mercedes Classe E (12), que perdeu 2/3 dos compradores do ano passado. O geral em fevereiro Argo em 4º e Corolla em queda: os carros mais vendidos em fevereiro Vendas fevereiro: Fiat passa VW no acumulado de 2019 Fechando as cinco primeiras colocações, o Mercedes Classe S recuou 25% e repetiu as mesmas 3 unidades de janeiro. Empatados com uma unidade cada, Audi A6, BMW Série 7, Jaguar XF e Lexus ES ficaram atrás do Jaguar XJ (2), top de linha da marca britânica. Sedãs Grandes Premium POS. MODELO FEV/19 JAN/19 FEV/18 % FEV 19 % JAN 19 VARIAÇÃO FEV/JAN VARIAÇÃO 2019/2018 1º BMW SÉRIE 5 26 6 19 45,61% 12,24% 333,33% 36,84% 2º MERCEDES-BENZ CLASSE E 12 15 36 21,05% 30,61% -20,00% -66,67% 3º PORSCHE PANAMERA 5 20 10 8,77% 40,82% -75,00% -50,00% 4º VOLVO S90 5 1 0 8,77% 2,04% 400,00% NOVO 5º MERCEDES-BENZ CLASSE S 3 3 4 5,26% 6,12% 0,00% -25,00% 6º JAGUAR XJ 2 0 2 3,51% 0,00% - 0,00% 7º AUDI A6 1 3 1 1,75% 6,12% -66,67% 0,00% 8º BMW SÉRIE 7 1 0 2 1,75% 0,00% - -50,00% 9º JAGUAR XF 1 0 1 1,75% 0,00% - 0,00% 10º LEXUS ES 1 1 6 1,75% 2,04% 0,00% -83,33% 57 49 81 100,00% 100,00% 16,33% -29,63% Observação: O BMW Série 4 e o Kia Stinger, anteriormente classificados como sedãs médios premium, foram posicionados entre os modelos esportivos. Fonte: Fenabrave https://motor1.uol.com.br/news/313487/vendas-sedas-premium-fevereiro-a3-sedan-serie3classec/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Revendas de veículos registram queda no faturamento 8188823 - PORTAL GAZETA ONLINE - 13/03/2019
De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC), a região Sul teve em fevereiro o maior índice de vendas de veículos do Estado. Enquanto a média estadual foi 16,37%, maior que a de fecereiro de 2018, com 14.712 unidades comercializadas, entre automóveis, utilitários leves, caminhões, ônibus e motos, no Sul ultrapassou os 30%. As demais regiões também tiveram um aumento no comparativo com o mês de fevereiro de 2018. Na Grande Florianópolis, o aumento foi de 11,06%, enquanto na região Norte, o número subiu para 12,44% e no Oeste, 28,72%. Já na região do Vale do Itajaí, foram emplacados 10,64% a mais que no mesmo mês do ano passado. Embora as concessionárias de carros zero quilômetro tenham sentido o reflexo positivo no setor, as revendas de carros usados não tiveram números animadores nos primeiros meses de 2019. Para Elton Saviato, sócio de uma empresa multimarcas de Içara, as vendas de fevereiro de 2019 caíram 20% na comparação a fevereiro do ano anterior. Além disso, o mês de janeiro também teve baixa procura de clientes na loja. “Como os clientes de revendas geralmente buscam financiamento total ou parcial do valor dos veículos adquiridos, no começo do ano fica mais difícil de possibilitar isso, pois os bancos retêm um pouco o limite de crédito disponibilizado no mercado. Isso acaba refletindo diretamente nas vendas”, explica Saviato. O empresário aposta no aumento das vendas nos meses seguintes. “Como o país passa por mudanças estruturais econômicas, acredito que o nosso público acaba dando uma segurada no consumo de veículos até que tudo se reestabeleça economicamente. Mas o clima é de esperança e de que daqui para frente as coisas comecem a melhorar”, projeta. Exigência de mercado A exigência dos compradores é bastante diversificada. De acordo com o responsável por outra revenda de Içara, Rafael Castro, cada cliente busca um produto diferente, mas há critérios que se encaixam na maioria dos casos “Por exemplo, todo cliente busca quilometragem baixa nos veículos, além de preferência por veículos com placas daqui. Veículos com placas de fora do Estado não são bem aceitos pelo público em geral”, conta Castro. Preferência pelos SUVs Já para Saviato, os veículos SUVs estão ganhando cada vez mais espaço no mercado. “São veículos maiores e que conseguem se adaptar melhor às irregularidades das nossas estradas. É uma tendência que cresce a cada dia. E para isso nós precisamos estar sempre atentos às novas exigências dos clientes”, afirma. Proprietário de outra loja multimarcas, Rafael Sacketi também revela que os clientes que conseguem desembolsar quantias um pouco maiores para a aquisição de veículos optam pelos SUVs. “É incontestável. O pessoal está preferindo veículos maiores e mais resistentes. Além disso, ainda há uma parcela dos clientes que tem certa resistência em comprar veículos de quilometragem acima dos 150 quilômetros, mas a maioria entende que mesmo com essa quilometragem, o veículo continua em plenas condições de funcionamento”, ressalta Sacketi. Na empresa dele, o mês passado se equiparou a fevereiro de 2018 no volume de negócios. Porém, a melhora em comparação a janeiro foi significativa. “Janeiro foi um mês difícil. Mas geralmente o número de vendas aumenta após o Carnaval. Como o Carnaval este ano foi mais tarde que o habitual, isso acabou refletindo no comércio”, avalia o empresário. O post Revendas de veículos registram queda no faturamento apareceu primeiro em Jornal Gazeta - Içara e Região - SC. http://gazetasc.com.br/?p=1594 Ficha Técnica
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Clipping Sedãs premium mais vendidos: A3 Sedan e Série 3 colam no Classe C em fevereiro 8188824 - YAHOO - São Paulo - SP - 14/03/2019
Ver as imagens BMW Série 5 reassume ponta entre os mais sofisticados As vendas de sedãs médios premium encerraram fevereiro com alta de 10% em relação ao mesmo período de 2018. Mas o grande destaque do mês mais curto do ano foi a disputa acirradíssima pela liderança. O Mercedes Classe C (252), mesmo com retração de 2%, chegou a 14 meses consecutivos no topo das preferências. A vantagem, no entanto, foi muito apertada. Em seu sexto mês seguido no pódio e com avanço de quase 90% nos últimos 12 meses, o Audi A3 Sedan ficou apenas 20 unidades atrás (232). Em momento de troca de gerações, o BMW Série 3 veio na cola, com 224 emplacamentos. Ver as imagens Sexto em janeiro, o Mercedes CLA (52) subiu duas posições, mas com retração superior a 40% sobre o ano passado. Ambos com quedas acima dos 34%, A4 (38) e A5 (27) foram os outros representantes da Audi no segmento. A lanterna coube ao Jaguar XE, com apenas 16 unidades. Sedãs Médios Premium POS. MODELO FEV/19 JAN/19 FEV/18 % FEV 19 % JAN 19 VARIAÇÃO FEV/JAN VARIAÇÃO 2019/2018 1º MERCEDES-BENZ CLASSE C 252 313 257 29,96% 31,43% -19,49% -1,95% 2º AUDI A3 SEDAN 232 281 124 27,59% 28,21% 17,44% 87,10% 3º BMW SÉRIE 3 224 258 165 26,63% 25,90% -13,18% 35,76% 4º MERCEDES-BENZ CLA 52 17 93 6,18% 1,71% 205,88% -44,09% 5º AUDI A4 38 90 58 4,52% 9,04% -57,78% -34,48% 6º AUDI A5 27 26 42 3,21% 2,61% 3,85% -35,71% 7º JAGUAR XE 16 11 25 1,90% 1,10% 45,45% -36,00% 841 996 764 100,00% 100,00% 15,56% 10,08% Na faixa de cima, o Panamera, que vinha sendo o destaque dos últimos meses, perdeu força: com apenas 5 unidades, seu resultado mais fraco desde agosto (3) o Porsche perdeu metade dos compradores do ano passado e caiu para o terceiro lugar, empatado com o sueco Volvo S90 (5) Ver as imagens Já o BMW Série 5, que em janeiro havia tido o seu desempenho menos expressivo desde março de 2017 (6), cresceu quase 37% e emplacou mais do que o dobro do vice-líder Mercedes Classe E (12), que perdeu 2/3 dos compradores do ano passado. O geral em fevereiro Fechando as cinco primeiras colocações, o Mercedes Classe S recuou 25% e repetiu as mesmas 3 unidades de janeiro. Empatados com uma unidade cada, Audi A6, BMW Série 7, Jaguar XF e Lexus ES ficaram atrás do Jaguar XJ (2), top de linha da marca britânica. Sedãs Grandes Premium POS. MODELO FEV/19 JAN/19 FEV/18 % FEV 19 % JAN 19 VARIAÇÃO FEV/JAN VARIAÇÃO 2019/2018 1º BMW SÉRIE 5 26 6 19 45,61% 12,24% 333,33% 36,84% 2º MERCEDESBENZ CLASSE E 12 15 36 21,05% 30,61% -20,00% -66,67% 3º PORSCHE PANAMERA 5 20 10 8,77% 40,82% -75,00% -50,00% 4º VOLVO S90 5 1 0 8,77% 2,04% 400,00% NOVO 5º MERCEDES-BENZ CLASSE S 3 3 4 5,26% 6,12% 0,00% -25,00% 6º JAGUAR XJ 2 0 2 3,51% 0,00% - 0,00% 7º AUDI A6 1 3 1 1,75% 6,12% -66,67% 0,00% 8º BMW SÉRIE 7 1 0 2 1,75% 0,00% - -50,00% 9º JAGUAR XF 1 0 1 1,75% 0,00% - 0,00% 10º LEXUS ES 1 1 6 1,75% 2,04% 0,00% -83,33% 57 49 81 100,00% 100,00% 16,33% -29,63% Observação: O BMW Série 4 e o Kia Stinger, anteriormente classificados como sedãs médios premium, foram posicionados entre os modelos esportivos. Fonte: Fenabrave https://br.financas.yahoo.com/noticias/sed%C3%A3s-premium-mais-vendidos-a3161330802.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Preço do seguro médio dos 10 carros mais vendidos do Brasil é de R$ 2.104 8188831 - CQCS - 15/03/2019
A Minuto Seguros acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em fevereiro. A somatória dos 10 carros mais vendidos do Brasil voltou a sinalizar um crescimento, após a queda de 11% em janeiro. Em fevereiro, foram 71.694 unidades vendidas contra as 70.889 comercializações de janeiro. De acordo com o levantamento realizado pela corretora, o preço do seguro médio desses 10 veículos ficou no valor de R$2.265 para os homens e de R$1.943 para as mulheres. O preço médio do seguro mais barato entre os modelos mais vendidos do Brasil para o público masculino agora é do Mobi, que desbancou o Kwid, com um valor de R$1.867. Já para as mulheres, o modelo com seguro médio mais barato permanece sendo o Mobi com R$1.650. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem e uma condutora mulher, de 35 anos, ambos casados. Foram avaliados os preços dos seguros em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Recife. Confira o levantamento completo: PÚBLICO FEMININO PÚBLICO MASCULINO __________________________________________________________________________ ________________________________ Deseja fazer parte do Grupo Bom Dia Seguro no WhatsApp do CQCS? Realize o seu cadastro através do link abaixo e venha compartilhar conhecimento com os colegas Corretores de Seguros. https://www.cqcs.com.br/cadastre-se/ Caso você já seja cadastrado no CQCS, envie um Fale Conosco solicitando participar do grupo. Link: https://www.cqcs.com.br/fale-conosco/ https://www.cqcs.com.br/noticia/preco-do-seguro-medio-dos-10-carros-mais-vendidos-dobrasil-e-de-r-2-104/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Kleber Alves Ferreira Estado: Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Solução é negociar com os parceiros 8188832 - VALOR SETORIAL (QUÍMICA) - São Paulo - SP - 15/03/2019 - Pág 30 A 32
Apesar das queixas em torno Lei 13.703/2018 - que estabeleceu o tabelamento -, sua implantação foi um dos fatores que alavancaram as vendas de caminhões em 2018. A projeção inicial das montadoras, de crescer 20% em relação ao ano anterior, mais que dobrou ao atingir alta de 46,79%, totalizando 76,4 mil veículos emplacados. Embora em ritmo menos acelerado, a previsão para o ano é crescer mais 15,4%, elevando para algo próximo a 88 milunidades. Várias empresas produtoras de grãos anunciaram a compra ou encomenda de frotas. Com veículos e motoristas próprios, alguns produtores tentam escapar dos preços mínimos do frete fixados pelo governo, que, em alguns casos, superam em até 35% os valores praticados anteriormente. “A greve dos caminhoneiros trouxe um novo tipo de demanda, porque incentivou tradings e agricultores a montar frotas próprias”, diz Sérgio Zonta, vicepresidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Outros fatores que demos Ee RES Cri ars ã ue E DIVULGAÇÃO impactaram o resultado final na venda de caminhões foram a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que veio se consolidando ao longo do ano, a queda acentuada na inadimplência do setor e mento expressivo da participação dos bancos privados e das montadoras nos financiamentos. A Amaggi, uma das maiores empresas brasileiras do agronegócio, que atua na produção e comercialização agrícola, em logística e energia, comprou 300 caminhões da Scania, com entrega prevista para este primeiro semestre. “A aquisição destes veículos atende a uma necessidade estratégica na estrutura logística da companhia, que administra sua própria frota fluvial”, afirma Judiney Carvalho, presidente executivo da companhia. O grupo Bom Futuro foi fundado há mais de 30 anos com a inclinação de operar sua própria frota de caminhões. O aumento significativo nos volumes de produção, segundo a empresa, exigiu investimentos em logística. Com cerca de 400 caminhões, o grupo transporta, entre outros produtos, pluma de algodão beneficiada, das algodoeiras da companhia no CentroOeste para os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). e o auTerminal da Caramuru no rio Tietê (SP): ênfase no transporte hidroferroviário Valor Setorial LOGÍSTICA 31https://www.valor.com.br/revistas/?utm_campaign=website&utm_source=sendgrid.com&ut m_medium=email#/edition/169619?page=1&section=1 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Revista
Clipping Setor de motos aquecido 8188833 - MEIA HORA - MOTOS - Rio de Janeiro - RJ - 15/03/2019 - Pág 03
Oano começou positivo para o mercado de motos no país. Em janeiro e fevereiro, foram emplacadas 174.903 modelos, o que representa um crescimento de 24,9% na comparação com o mesmo período de 2018. Os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) justificam a recente inauguração de mais uma filial da Distac Motos, tradicional rede de concessionárias carioca. A nova unidade, que fica em Realengo, na Zona Oeste, foi aberta nas últimas semanas. “Com o mercado de motos em alta, inauguramos mais uma unidade na Zona Oeste. A nova unidade nos coloca em quase todas as regiões da cidade. Ou seja, nos permite oferecer a mais clientes, uma ótima opção de serviços de venda e pós-venda da Yamaha”, comenta a superintendente da rede, Josi Vasconcelos. Além da loja em Realengo, a marca também possui unidades na Zona Sul, Norte e Baixada Fluminense. De acordo com a direção da rede, o perspectiva é de que a nova loja venda mais de 100 unidades por mês. Nas primeiras semanas, o destaque ficou por conta da procura pelos lançamentos da nova XTZ Lander 250, que ganhou visual mais bruto na linha 2019, e das novas Crossers 150 com sistema de freios ABS de série. A Distac Motos é uma das primeiras colocadas no ranking de vendas e serviços Yamaha no Rio de janeiro, pelo alto padrão de atendimento e qualidade com todo o seu empenho e credibilidade. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/eaa3022cc28c7871c725bf37d19255 2a?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1555679879&Signature=OCa FftPdcA8xQTXRTv2C7sL6LQY%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Jornal
Clipping Apps de motoristas aumentam lucro de locadoras na bolsa 8188834 - JORNAL DO COMÉRCIO - JC LOGÍSTICA - Porto Alegre - RS - 15/03/2019 - Pág 2
Localiza, que criou canal de atendimento exclusivo para condutores parceiros, teve alta de 17% no ganho O avanço do transporte por aplicativos no Brasil abriu um novo segmento para as empresas de aluguel de veículos Visto como uma ameaça a princípio, o avanço do transporte por aplicativos no Brasil abriu um novo segmento para locadoras de veículos e ajudou a engordar o balanço dessas empresas, que têm apresentado ainda bons desempenhos na bolsa. O lucro líquido da Localiza, a maior do mercado, saltou 17% em 2018, para R$ 659 milhões, informou a companhia, dando largada à temporada de divulgação de resultados do setor. Em 2018, suas ações avançaram 35%. Os papéis dos pares Unidas e Movida valorizaram 96% e 22%, respectivamente. Como comparação, o Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas, subiu 15%. As locadoras não divulgam a participação dos motoristas por aplicativos em suas operações, mas a equipe da Mapfre Investimentos estima que algo próximo a 20% do segmento de aluguel de carros esteja direcionado para esse cliente. A Localiza criou, no ano passado, um canal de atendimento exclusivo para motoristas parceiros, o Localiza Driver. Ele permite que o valor do aluguel do veículo seja descontado diretamente dos ganhos obtidos com as corridas. “Estudamos muito a forma como eles pensam e entendemos que precisamos oferecer planos para cada necessidade”, diz Bruno Lasansky, diretor da divisão de aluguel de carros da Localiza. em um dígito da receita, de 7% a 9%, de acordo com Renato Franklin, presidente executivo da locadora. “O setor de locação como um todo tem apresentado fundamentos muito sólidos, e os aplicativos ajudam. São 20 pessoas por dia entrando em um carro e descobrindo com o motorista como aluga, quanto cusA locadora também oferece condições especiais para esses ção de quilometragens mais altas, e tem parceria com o Lady Driver, aplicativo para mulheres. “Os motoristas de aplicativos são um segmento sobre o qual as locadoras começaram a falar mais recentemente, embora eles já tenham contribuído para um crescimento relevante e exista potencial grande nesse canal”, diz Bruna Pezzin, analista da XP. “O Brasil é um dos principais mercados da Uber hoje, e nem todos esses motoristas alugam carro ainda.” A companhia norte-americana, a principal para aplicativos do tipo, tem cerca de 3 milhões de motoristas cadastrados no mundo – mais de 600 mil no Brasil, onde opera desde 2014. Os aplicativos de motoristas ganharam impulso na esteira da recessão, que empurrou o trabalho autônomo. “Quando a Uber começou a tomar corpo, pensou-se que poderia ser um risco para as locadoras, porque as pessoas deixariam de alugar carro para usar o aplicativo”, diz Pedro Bruno, analista do Santander. “Depois, percebeu-se que seria o contrário: a empresa traria oportunidades, já que os motoristas alugariam.” Há sete meses, Edvaldo das Neves, 55 anos, alugou um carro da Movida para trabalhar via Uber. Ele está cadastrado na plataforma como motorista há um ano e meio e fez 4,5 mil corridas. “Sempre trabalhei em multinacionais, na parte comercial, mas depois dos 40 anos você ica fora do peril. Tenho um bom currí culo, mas não consegui me recolocar”, conta. Segundo ele, o aluguel diário do carro sai por R$ 50,00, e a sua meta é faturar com corridas R$ 250,00 por dia. Apesar dos ganhos trazidos nominais, 15% mais barato que pelos motoristas de aplicativos, há 10 anos. A única forma de o analistas apontam que as loca- serviço ser rentável é ganhando doras buscam um crescimento escala”, diz o diretor de aluguel sustentável no segmento. “Mui- de veículos da Unidas, Cartos motoristas dividem o alu- los Sarquis. guel do veículo. O carro roda e O bom desempenho das nunca para. As empresas alu- locadoras gera efeito também gam, mas icam de olho no limi - nas montadoras, que viram as te de quilometragem. Muitas ve- vendas diretas subir, embora zes, oferecem a troca do veículo o segmento esprema margens. pelo mesmo preço”, diz Pedro Em janeiro de 2018, as vendas Bourroul, analista da Mapfre. diretas representavam 27% dos Os apps trouxeram uma emplacamentos de automóveis demanda paralela. “As pessoas leves, segundo a Fenabrave (retrocaram o carro pelo app no presentante das distribuidoras dia a dia, mas, quando têm de de veículos). Em dezembro, já fazer um deslocamento maior, eram 37%. “A capacidade ocioalugam um veículo”, diz Pau- sa das montadoras ainda está lo Miguel Junior, presidente do alta. Enxergamos, no longo praconselho nacional da Abla (as- zo, a possibilidade de continuar sociação das locadoras). Ele trabalhando próximo delas”, diz à crise, em parte, porque empreA Abla espera mais um ano sas de outras áreas precisaram bom em 2019, principalmente cortar gastos e terceirizaram se o reaquecimento da econofrotas – outro segmento em que mia se conirmar, “porque o se as locadoras têm crescido. tor ainda é pequeno”, diz Miguel Ganho de escala, consoli- Junior. Em 2017, mais recente dação da concorrência – a Lo- dado da associação, as locadocamerica comprou a Unidas na ras
reuniam 709 mil carros. virada para 2018 e assumiu a “Os apps são uma via de cresmarca – e queda nos preços de cimento importante, mas tolocação também ajudam a ex- dos os segmentos têm potencial plicar o impulso no setor. “Alu- com a volta da economia”, diz gar um carro está, em termos Pezzin, da XP. Na Movida, o segmento ica ta”, airma. proissionais, como a contrata JC Logística Editor-chefe: Guilherme Kolling ( guilherme k ol ling@ jornal do comercio .com.br) | Editor de Economia: Luiz Guimarães proissionais registrados para airma que o setor foi resiliente Franklin, da Movida. Startup brasileira fatura 30 milhões em 2018 oferecendo locação para motoristas Uma das novas empresas a apostar na locação de veículos é a PPCar, que surgiu como alternativa para pessoas que desejam se tornar motoristas, mas que não têm um automóvel à disposição. A startup, que já atingiu 1,5 mil assinaturas, faturou R$ 30 milhões em 2018. Para 2019, a previsão é de encerrar o ano com mais de R$ 116,8 milhões. Até 2023, a expectativa é de movimentar R$ 730,6 milhões. Segundo o português Alexandre Ribeiro, CEO e fundador da PPCar, entre as principais vantagens oferecidas aos condutores está o modelo de assinatura com pagamento semanal, que auxilia no luxo de caixa dos proissionais. “Como o paga mento dos aplicativos é feito semanalmente, optamos por oferecer essa comodidade aos condutores, dessa forma, facilitamos o processo de locação para eles”, comenta Ribeiro. A PPCar conta com preços a partir de R$ 459,00 (a depender do tipo de assinatura escolhido), no plano com quilometragem de até 1.167 quilômetros semanal, e valor de quilômetro adicional de R$ 0,36. O preço cobrado em caso de sinistro é de R$ 500,00. Atualmente, a PPCar está presente nas cidades de Caxias do Sul (RS), Curitiba (PR), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), São Paulo (SP), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). No exterior, já expandiu operações para Lisboa (Portugal) e Cidade do México (México). A empresa pretende ampliar sua presença internacional, abrindo operações também na Argentina, Chile, Equador, Panamá, Peru e República Dominicana. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/e8f42b87f62712fe9aee4605a24275 4e?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1555672033&Signature=4vh3 zt%2BxWX%2BCSbvb8pIiAewfqRU%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Jornal
Clipping Começo promissor 8188835 - JORNAL DO COMÉRCIO - AUTOMOTOR - Porto Alegre - RS - 15/03/2019 - Pág 21
Dados da Fenabrave/ Sin cod iv-RS apontam vendas de 30.069 veículos nos dois primeiros meses deste ano no mercado gaúcho, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, o que signi?ca alta de 13,70% sobre o mesmo período de 2018. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/00da22f2a2e483fb9d2920bd01da95 74?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1555671264&Signature=Ss79t TeXiI1ueY6cbARSC%2FKx55M%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping DISPOSIÇÃO PARA IR ÀS COMPRAS 8188838 - VALOR SETORIAL (QUÍMICA) - São Paulo - SP - 15/03/2019 - Pág 56 e 58
Para o setor rodoviário, responsável por maisda tinham planos deir às compras em 2019, motivadas pela metade das mercadorias transportadas no país, expectativa de retomada da economia. o ano começou com a intenção das empresas O resultado da pesquisa da CNT já começa a se refletir em renovar, montar ou mesmo ampliar as frotas de ca-. nas vendas de caminhões. Em janeiro deste ano foram minhões para suas operações logísticas, Oagronegócio emplacados 6.932 caminhões novos, 50,9% a mais do continua sendo o principal cliente de veículos pesadose. que em janeiro de 2018, segundo dados da Fenabrave. semipesados, mas outros setores da economia, como a | Oresultado mostra a recuperação do setor, que já havia indústria e a construção civil, ensaiam uma recuperação apresentado bons resultados no ano passado. Em 2018, pós-crise e animam montadoras e revendedoras. houve expansão de 46,8% no mercado de caminhões em Para 2019, a projeção da Federação Nacional da Dis- relação a 2017, com 76,4 mil unidades vendidas. tribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) é de um De acordo com a Fenabrave, alguns fatores contriaumento geral de 15,4% nas vendas de caminhõesnovos . buíram para os resultados: expectativa de crescimenem relação a 2018. A nota destoante do otimismo exi-. to do Produto Interno Bruto (PIB) ao longo de 2018, bido pelas montadoras e revendedoras veio da Ford ao maior facilidade de financiamento para a aquisição de anunciar que deixará de produzir caminhões no paíse veículos e crescimento no índice de confiança de transque fechará a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC | portadoras e frotistas. A alta também foi influenciada paulista. A medida, segundo comunicado damontado- pela formação de frotas próprias pelas empresas após ra, atende à necessidade de retomar lucratividade sus- . a greve dos caminhoneiros, em maio, e o tabelamento tentável de suas operações na América do Sul. Embora mínimo de fretes. tenha boa participação no mercado de utilitários leves, “Os bons ventos do agronegócio não param de soa Ford não atua no mercado de caminhões pesados. prar”, diz o vice-presidente de vendas e marketing de A disposição em expandir as frotas em 2019 foiiden- caminhões e ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, Robertificada em pesquisa realizada com empresários dosetor . to Leoncini. Segundo ele, após um período de vendas pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), no baixas por causa da crise econômica, as vendas reagiram fim do ano passado. A pesquisa ouviu 384 empresas no ano passado. A montadora alemã emplacou mais de ligadas ao transporte rodoviário de cargase 66,7% delas 21 mil caminhões e obteve 27,8% de participação no Valor Setorial LOGÍSTICAhttps://www.valor.com.br/revistas/?utm_campaign=website&utm_source=sendgri d.com&utm_medium=email#/edition/169619?page=1&section=1 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Revista