Clipping Paixão por motociclismo: o meio de transporte como estilo de vida 8178733 - GAÚCHA - Porto Alegre - RS - 01/03/2019
Sem conexão Em encontros como este, em Marau, motociclistas percorrem estacionamento como se estivessem em uma exposição Félix Zucco / Agência RBS Dono de uma Road King, Silvano de Alencar Machado teve mais de 20 Harley-Davidson nos últimos anos. Agora está de olho em uma Road Glide Special. Diego Scotton pegou a estrada para Cambará do Sul só porque ouviu que faria -2°C. Levou a filha, que subiu na garupa animada com o convite “para pegar frio”. Já Valcir Couto da Silveira meteu sua moto em perigosas estradas de rípio (um tipo de pedregulho comum na Patagônia) e enfrentou ventos de quase 100 km/h para chegar em um posto de correio minúsculo no Ushuaia. Não satisfeito, viajou para o Alasca na sequência. Você tem dificuldade para entender isso tudo? — Quem é motociclista sabe — responde Valcir. Realização pessoal, ânsia por aventura e sensação de liberdade são algumas das máximas do motociclismo e ajudam a transformar um meio de transporte em estilo de vida – bordão amplamente utilizado pela fabricante da moto de Silvano, inclusive. Consequentemente, alimentam um mercado que está voltando a acelerar. A venda de motos no Brasil começou 2019 com alta de 17,8% em janeiro (90.722 unidades), de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Isso mostra a tendência de recuperação do setor, que retomou o crescimento em 2018 depois de quedas seguidas desde 2012. Sem conexão Lojas de grandes marcas passam a ser, também, um local de encontro para motociclistas Félix Zucco / Agencia RBS E não é apenas sobre duas rodas que essa economia gira: o catálogo que a responsável pela boutique da Harley guarda no balcão da loja Iesa, em Porto Alegre, tem nada menos que 491 páginas, com produtos que vão de mesa de sinuca Harley a palheta de guitarra Harley. Claro que não tem tudo isso disponível para a venda, mas se você não tiver R$ 43,5 mil para sair do estabelecimento com uma Iron 883, ou R$ 103,9 mil para uma Ultra Limited, pode levar para casa um boné de R$ 259 ou uma camiseta de R$ 169. — O meu roupeiro não tem roupa que não seja Harley — conta o vendedor Zandor Pires, exibindo relógio, camisa e cinto da Harley. Lojas de grandes marcas passam a ser, também, um local de encontro para motociclistas. As concessionárias da Suzuki e da Triumph preparam cafés da manhã para os clientes aos sábado na Capital, servindo de ponto de partida para passeios de moto. Já a Harley-Davidson tem o que, sem modéstia, chama de “o melhor clube de motociclismo do mundo”. Em Porto Alegre, o Harley Owners Group (HOG) é mantido pela Iesa. Os participantes pagam uma anuidade de US$ 40 ao HOG, enviada aos EUA, e recebem revistas, bótons, bordados para costurar na jaqueta. Também participam encontros nacionais, podem se inscrever em cursos de mecânica básica e de curvas em autódromo. E, é claro, fazem passeios exclusivos de motos Harley. Sem conexão O motociclismo inclui o culto aos objetos, ao design e aos detalhes da composição das motos Félix Zucco / Agência RBS Mas, se no motociclismo tem rolê Nutella, também tem rolê raiz. Há encontros, aniversários de motoclubes e acampamentos de motociclistas praticamente o ano inteiro no Rio Grande do Sul. Apenas neste mês de março, são oito os eventos do calendário da Associação dos Motociclistas de Rio Grande do Sul (AMO). Essa associação tem registro de 974 motogrupos, motoclubes e motocasais no Rio Grande do Sul – o número não é preciso, porque não é possível saber quais deles já não existem mais, e a AMO está em processo de
recadastramento. Ali, todas as tribos de motoclistas se encontram: os proprietários de custom, que é uma moto mais estradeira e estilizada; de motos trail, que podem andar tanto em asfalto quanto em estradas de chão; a galera das motos esportivas, de maior velocidade, que você normalmente vê paramentada com macacão, bota e luva; e outras ainda mais exóticas, como a dos tricicleiros. Sem conexão O motociclismo inclui culto aos objetos, ao design e aos detalhes da composição das motos Félix Zucco / Agencia RBS Ironicamente, no encontro Marau em 2 Rodas, os veículos de três rodas eram os que mais chamavam atenção na manhã de um sábado de fevereiro. Adaptados com pneu de avião, farolete de Harley, motor de Santana, painel de Tempra, caixas de som e adesivos imitando fogo, os triciclos pertencem ao vigilante Rodrigo Fernandes Moreira, 24 anos, e a seu pai, o metalúrgico Luiz Carlos Affonso Moreira, 60 anos. — Ser diferente é que é o bom — alega o jovem. No parque municipal de Marau, no Norte do Estado, centenas de visitantes eram recebidos para a 17ª edição do encontro ao som de clássicos de Creedence, Guns ‘N’ Roses e Bon Jovi, mesclados ao barulho das motos sendo aceleradas sem sair do lugar – embora os organizadores de encontros se esforcem para coibir a famigerada “zoeira”. Essa tradição se repete em todos os eventos: o motociclista estaciona sua moto em algum lugar à mostra e passa a caminhar admirando as outras, como se fosse uma exposição. Mas a moto é o veículo que mais mata no país, e pode acontecer de os participantes serem lembrados disso. A caminho de Marau, um motociclista morreu na RS-324, em Casca. Conforme o Comando Rodoviário da Brigada Militar, o homem perdeu o controle da Kawasaki, saiu da pista e bateu contra uma árvore. O comerciante Fabio Junior Pereira, 38 anos, vinha logo atrás. Ele e os amigos de motoclube de Serafina Corrêa chegaram a acionar os Bombeiros, mas não tinha mais o que fazer. Mesmo sem conhecer a vítima, ele chorou. A tragédia não cancelou a ida encontro, mas os fez repensar a conduta no trânsito. Motociclismo também flerta com o medo, por si mesmo ou por quem se ama. — Meus dois filhos, de 19 e 20 anos, têm carteira de moto, minha esposa também. Eu sempre saio pedindo a Deus que não quero ver nada disso com alguém da minha turma — diz Fabio. A vida nos encontros de motos Sem conexão O peruano Welinton diz que o traje escuro é apenas uma forma de se livrar do estresse: "Debaixo do colete, tem gente com a mentalidade do bem" Félix Zucco / Agência RBS Quando começou a participar de eventos de moto, há 28 anos, o peruano Welinton Perera Macedo estendia um colete de couro sobre seu triciclo e ali vendia correntes, brincos e acessórios para tirar a grana do combustível. Aos 59 anos, Welinton segue levando seu colete de encontro em encontro. Mas agora ele vende as bijuterias em tendas de quatro metros quadrados, junto com bandana de caveira, camiseta do Metallica, do Iron Maiden, do Guns, chaveiro, retalho bordado para costurar em jaqueta e outras dezenas de produtos. Calcula que já tenha conhecido 12 Estados dessa forma. Antes de ir a Marau, sua família passou por Navegantes (SC) e Tramandaí (RS) e, na sequência, iriam a Indaial (SC), Xaxim (SC), Dionísio Cerqueira (SC), Rio Verde (MS) e Cabo Frio (RJ). O valor que tira fica em torno de R$ 1,3 mil por encontro.O peruano reclama que muita gente tem a impressão errada do motociclista, talvez em razão das roupas escuras e por vezes com caveiras e demônios que ele mesmo vende. — A vestimenta que a gente usa simboliza uma forma de tirar o estresse. As pessoas não sabem que debaixo do colete tem gente com a mentalidade do bem — explica. — Motociclismo é atitude e respeito. Welinton quer se aposentar em dois anos, vai comprar de novo um triciclo e começar a ir nos encontros “para ver os amigos”. E, depois de criar sua família em eventos do tipo, talvez até pegue alguma estrada mais longa. O filho Martin de Jesus Perera Gallego, 20, já está
juntando dinheiro para comprar uma moto, com o sonho de atravessar a fronteira com o pai para visitar o Peru. Leia as outras partes desta reportagem: Sem conexão Félix Zucco / Agencia RBS Paixão por motociclismo: andar de moto também é coisa de mulher Conheça o coletivo The Litas Porto Alegre Sem conexão Divulgação / Arquivo Pessoal Paixão por motociclismo: do Ushuaia ao Alasca, uma aventura de 108 dias Amigos percorreram 36 mil quilômetros entre a cidade mais ao sul do planeta e o ponto mais ao norte https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2019/03/paixao-por-motociclismo-omeio-de-transporte-como-estilo-de-vida-cjsompkk203fq01p8nrj7gale.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Jéssica Rebeca Weber Estado: RS Disponibilização: 01/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Site
Clipping Comparativo: De motor idêntico, Yaris e WR-V seguem caminhos diferentes 8178735 - REVISTA PUBLIRACING - 28/02/2019
No teste desta semana, a equipe da Revista Publiracing decidiu juntar duas opções que apesar de motorização idêntica (1.5 L), seguem, no entanto, caminhos diferentes quanto ao objetivo final de chamar a atenção para seus atributos. Se o modelo WR-V da Honda é um Crossover que olha para o dia a dia na cidade de forma mais ampla, já que seu DNA é aventureiro, o Yaris da Toyota é para quem gosta de muito mais agilidade. Reunimos assim os dois modelos nas suas versões mais completas, a EXL (Honda) e XLS (Toyota) para que nosso leitor possa entender qual se identifica mais com o seu perfil, e na hora de ir às compras, saber qual dos japoneses escolher para ocupar um lugar em sua garagem. As diferenças entre os dois modelos começam naturalmente nas suas referências. No caso do Honda a distância entre eixos é de 2.555 mm, com comprimento de 4.000 mm e 1.734 mm de largura. Já no caso do modelo da Toyota sua distancia entre eixos é de 2,550 mm, menor em 5 mm que o Honda, 4.145 mm de comprimento, diferença notória numa simples observação, e ainda a largura, 1.730 mm, ligeiramente inferior ao Honda. Já refletindo um pouco do direcionamento das propostas, o Honda apresenta 1.599 mm de altura até ao rack de teto, veículo com um centro de gravidade mais alto, fruto do natural acerto mais “polivalente” da suspensão. Já o novo hatchback da Toyota espelha seu posicionamento mais baixo com 1.490 mm de altura. Observando os dois veículos com atenção e aproveitando a descrição das principais dimensões de ambos, momento para referir o tipo de pneu escolhido pelas montadoras. Se a Honda optou por instalar nas elegantes rodas de liga leve aro 16” os pneus de medida 195/60 R16 de utilização mista, já a Toyota escolheu “sapatos” mais estreitos de medida 185/60 R15, em aro menor, 15”, no entanto esta opção se integra na perfeição na versão XLS, expondo até alguma esportividade ao modelo nesta opção mais completa do Yaris. O Honda WR-V ficou muito mais elegante e moderno em sua última atualização, com a frente e capô elevados, conseguindo de forma interessante certo ar de robustez nas linhas. Esteticamente as duas propostas trazem muitos dos atrativos indispensáveis para uma boa parte dos condutores, como por exemplo, a assinatura diurna (DRL), faróis de neblina, espelhos retrovisores na cor da carroceria e com luzes de mudança de direção incorporada. Ainda comum aos dois modelos os faróis de halogênio (no caso do Yaris as lanternas traseiras são em LED). O Yaris tem ainda algumas particularidades que lhe conferem um conteúdo superior, como a terceira coluna em acabamento preto, e muito especialmente o teto solar, item muito desejado, especialmente no Brasil que proporciona noites quentes e bonitas. Ainda na estética, se no WR-V as maçanetas das portas são da cor da carroceria, já no Yaris elas são cromadas, transmitindo assim um pouco mais sofisticação ao modelo. Como comentário final ao design externo dos dois modelos, no WR-V os destaques são mesmo o capô elevado, dando envergadura ao modelo, e as características barras de teto longitudinais, reflexo do DNA aventureiro da proposta. Já no Toyota, o destaque fica por conta da preponderante grade dianteira com acabamento black no para choques, frente que incorpora ainda detalhes na cor do veículo e cromados. Já no interior, ambos entregam uma boa posição de condução, mas naturalmente mais elevada na proposta da Honda. Semelhanças no revestimento em couro dos bancos, acabamento ainda utilizado para pormenores como; portas, volante ou no acabamento da alavanca da transmissão. Já a central multimídia é em ambos os veículos sensível ao toque e de sete polegadas, mais intuitiva no caso da proposta da Honda, e mais confusa, pouco prática e pedindo uma atualização no caso da Toyota. Em ambos os níveis de acabamento as marcas disponibilizam câmera de ré e o sistema de áudio é também idêntico para os dois veículos, com distribuição do som através de quatro alto-falantes e dois tweeters, de boa qualidade nos dois modelos, o conjunto respeita o valor pago pelo cliente em ambas as propostas. Descrevendo neste teste modelos que têm suas marcas associadas a características como a solidez no acabamento interior, não poderíamos deixar de referir que em ambas as propostas as peças são bem integradas, proporcionando reduzidos níveis de ruído na cabine. Outro ponto positivo é o espaço disponibilizado, generoso para todos os ocupantes, e com as reservas naturais para a posição central do banco traseiro, sempre um pouco mais limitada especialmente se ocupada por um adulto de estatura elevada. Olhando para o espaço do porta-malas, a vantagem é do Honda, que entrega 365L de volume, superior aos 310L disponibilizados pelo modelo da Toyota. Com ar condicionado digital nas duas opções, onde realmente o Toyota se destaca é na disponibilização de itens como o sistema de destravamento das portas por aproximação, através de sensores na chave, com botão Push Start no sistema de partida do motor, e também no desejado, e já comentado, teto solar.
Ainda antes de finalizarmos nossa descrição ao interior, referir que ambos os veículos disponibilizam no banco traseiro o sistema universal Isofix para fixação de cadeirinhas infantis. Já na proteção aos ocupantes, o Toyota Yaris vem com airbag frontal, lateral, de cortina ((dois sistemas com duas bolsas cada) e ainda airbag de joelho protegendo o motorista. Já no caso do Honda WR-V o conjunto inclui bolsas frontais, laterais e de cortina. Em nosso título chamando para esta matéria, fazemos referencia para motorizações idênticas nos dois modelos. Com motores de 1.5L eles reservam ainda outra semelhança, o tipo de câmbio escolhido pelas marcas para completar o conjunto, uma transmissão do tipo CVT que simula 7 marchas. No entanto, após dirigir os dois carros durante alguns dias fica claro que o conjunto motor/câmbio apenas é semelhante no papel. O motor do Honda é o 16V SOHC i-VTEC Flex, que entrega 116 cv nas 6.000 rpm (etanol). Já no caso do Yaris a Toyota apostou na motorização que já equipava o Etios, o 4 cilindros também de 16V e com 1496 cm³, que disponibiliza 110 cv nas 5.600 rpm (etanol). Mantendo as referências para esta mesma opção de combustível, o Honda entrega um torque de 15.3 kgf.m nas 4800 rpm, já o motor do Yaris 14,9 kgf.m a 4.000 rpm. Em cidade ou na estrada o Honda é uma proposta de reações mais suaves, respeitando sua característica mais aventureira e de centro de gravidade com alguns centímetros adicionais. Já o Toyota Yaris surpreendeu pela diversão. Rápido e ágil ele se mostrou uma proposta de reações muito interessantes. As rotações do modelo da Toyota crescem de forma continua e muito inteligente dando a sensação de um câmbio de engrenagens, algo que foi muito bem trabalhado pela marca. As respostas rápidas e precisas do sistema de direção (assistida eletricamente em ambos os modelos) ajudaram ainda mais nesta agradável sensação de segurança e precisão ao dirigir o Yaris. No entanto, direção bem trabalhada não é exclusividade da Toyota, já que o modelo da Honda entrega também ele uma direção de giro fácil e preciso, o que permite manobras rápidas em curtos espaços. Já na suspensão a Honda utilizou uma solução que privilegia o conforto, dianteira MacPherson e na traseira Multi-link. Com esse conjunto de mais recursos, o WR-V mostrase muito interessante na absorção das irregularidades das pistas brasileiras, sendo inclusivamente capaz de percorrer caminhos de terra com nível de exigência baixo, claro, mas tudo isso sem perder o conforto e eficiência, já que a correta afinação do conjunto de molas e amortecedores mantem o WR-V sempre em contato com o solo Já o Yaris entrega uma solução mais conservadora, com MacPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, no entanto, ele é ótimo tanto em conforto, como quando solicitado em velocidades maiores, respondendo com reações rápidas, em qualquer circunstancia o Toyota sempre se mostrou estável e confiável, mantendo a herança da marca de um compromisso muito interessante entre conforto, eficiência. Se os dois veículos vêm com freios de disco na frente e tambor atrás, ambas as propostas com ABS e EBD (Antilock Brake System / Electronic Brake Distribuiton), itens de segurança hoje em dia fundamentais e imprescindíveis para a segurança, como controle eletrônico de estabilidade e de tração, apenas fazem parte do pacote do Toyota Yaris, no que fica então como ausência importante para o modelo da Honda e especialmente quando falamos de veículos que têm preço de venda ao publico sugerido muito próximo. E já que falamos no preço, vamos a eles. O Toyota Yaris tem preço anunciado de R$ 81.990, favorável em relação ao valor de referência no site da Honda para a versão EXL do WR-V, com preço sugerido de R$ 86.200. A estes dados juntamos outro importante termômetro, as vendas no primeiro mês do ano de 2019. Se o Toyota viu saírem das concessionárias 2890 unidades do Yaris HB, já a Honda patina nas 941 unidades vendidas. Com esse desempenho o Yaris foi o 19º veículo mais vendido do Brasil, enquanto o WR-V apenas apareceu na 43ª posição da lista da Fenabrave. Talvez toda a descrição que fizemos dos dois modelos acabe por justificar os números. O WR-V nesta versão chega, em termos de preço, em territórios onde já podem ser adquiridos alguns dos mais populares SUVs compactos do Brasil, logo o brasileiro tem preferido fazer um upgrade e partir para propostas mais capacitadas, inclusivamente na marca, onde o HRV é uma ótima referência. As boas características, como a renovação estética que o deixou mais atraente, o bom espaço interno, ótimo acabamento, e até alguma capacidade para ultrapassar obstáculos no dia a dia, não parece ser suficiente para números mais expressivos no caso do veículo da Honda. Já no caso do Yaris HB nesta que é a versão mais completa do modelo, ele vem com alguns
dos itens de segurança mais importantes do momento, mantem padrões da marca habituais como qualidade das peças e acabamento, tem espaço e, além disso, entrega mais um ótimo casamento, motor/câmbio, um conjunto que apesar de não ser novidade, foi muito bem trabalhado, entregando uma ótima dirigibilidade para o Yaris, com muita agilidade e até esportividade. Buscando clientes que originalmente devem seguir conceitos diferentes no desejo do seu próximo carro, Honda WR-V e Toyota Yaris seguem caminhos naturalmente distintos através de sua essência, mas com o modelo da Toyota conseguindo entregar um pacote mais interessante. Honda WR-V EXL Toyota Yaris XLS Design 6 6 Espaço e Conforto 6 7 Conectividade e Tecnologia 7 6 Acabamento 7 7 Motor / Consumo 6 7 Transmissão 6 7 Suspensão 6 7 Direção 7 7 Freios 6 6 Segurança e Auxílios 6 7 Total 63 67 https://www.revistapubliracing.com.br/single-post/2019/02/28/Comparativo-De-motorid%C3%AAntico-e-nas-suas-vers%C3%B5es-mais-completas-Yaris-e-WR-V-seguemcaminhos-diferentes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Artur Semedo / Revista Publiracing e-mail: artursemedo@revistapubliracing.com.br Estado: Disponibilização: 01/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping A MRV além do Minha Casa Minha Vida: imóveis para classe média e para os millennials 8178737 - SEU DINHEIRO - 01/03/2019
Carros voadores, cidades suspensas, trabalhos automatizados e robôs como funcionários domésticos. Estou falando de previsões tecnológicas? Não… Me lembrei apenas dos Jetsons, a família do futuro que ganhou seu desenho animado nos anos 60. É sensacional como os roteiristas da época pensaram no impacto das novas tecnologias em uma sociedade distante. O exercício de futurologia pode parecer uma grande viagem. Mas é essencial para direcionar a estratégia de crescimento das grandes empresas, especialmente aquelas focadas em negócios com longos ciclos produtivos, como a construção civil. Eu e a repórter Bruna Furlani conversamos com o Eduardo Fischer, presidente da MRV, maior incorporadora do país. Ele nos falou que está de olho no cliente do futuro, um jovem que talvez não queira comprar carros e apartamentos, mas certamente vai precisar morar em algum lugar. Uma alternativa em discussão é a construção de empreendimentos para alugar. Os testes já estão em curso. No horizonte de curto e médio prazo, Fischer acompanha de perto o andamento da reforma da Previdência. Sua visão é que um Brasil com equilíbrio fiscal trará mais oportunidades para a MRV, que pretende ir além da construção de imóveis para famílias de baixa renda. Leia aqui a entrevista exclusiva de Fischer para o Seu Dinheiro. E como foi o passado? A MRV reafirmou seu posto de liderança no mercado imobiliário ao anunciar na noite de ontem um lucro líquido de R$ 690 milhões em 2018. O balanço veio em linha com o que o mercado esperava e deve dar um novo gás para as ações da companhia nesta sexta-feira. . Decolagem autorizada A Multiplus conseguiu a autorização para fechar o capital e deixar a bolsa brasileira. Se tudo der certo, a companhia volta a ficar embaixo das asas da Latam, que passará a ser sua única dona. Os investidores terão um mês para se habilitar para o leilão. O preço de recompra da ação está um pouco acima do fechamento ontem. Confira todos os detalhes aqui. Publicidade Preste atenção no Rodrigo Maia A bola da reforma da Previdência está com Rodrigo Maia, presidente da Câmara. E tudo que ele falar sobre o tema tem potencial para mexer com os mercados. Maia pegou o microfone ontem e deu novos recados ao governo. Ele deixou claro que Executivo e Legislativo precisarão trabalhar juntos para a reforma da Previdência sair até junho. E, novamente, cobrou do governo uma comunicação mais eficiente sobre a proposta com parlamentares e sociedade. Em entrevista à GloboNews, Maia acrescentou que essa pode não ser a melhor hora para uma reavaliação de carreira e recomposição salarial dos militares. Veja aqui as principais declarações do presidente da Câmara. Confira! A Bula do Mercado: sinais de alerta Os investidores devem seguir em alerta antes do feriadão de carnaval, de olho no andamento da reforma da Previdência. Ontem o presidente Jair Bolsonaro afirmou que está disposto a negociar pontos importantes, como a idade mínima para as mulheres. Não pegou bem. Na China as notícias são mais animadoras. O índice dos gerentes de compras (PMI) calculado pelo Caixin se recuperou e subiu ao maior nível em três meses, o que ajudou o mercado asiático a fechar em alta. O presidente americano, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, também estão próximos de assinar um acordo comercial e dar fim à guerra tarifária entre os dois países, animando o mercado. O fim do mês também traz novos indicadores que devem confirmar a desaceleração da economia global. Na zona do euro, novos dados sobre o PMI no setor industrial, desemprego e a inflação ao consumidor. Nos EUA, informações sobre a renda pessoal e os gastos com consumo, além de indicadores do setor imobiliário e da indústria.
Ontem, o Ibovespa fechou com queda acentuada de 1,77%, aos 95.584 pontos, acumulando uma perda de 1,86% no mês. O dólar encerrou o dia forte, com uma alta de 0,62%, a R$ 3,75. Em fevereiro, a moeda acumulou ganhos de 2,58%. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar da bolsa e do dólar hoje. Um grande abraço e ótima sexta-feira! Agenda Índices - Ministério da Economia divulga resultado da balança comercial de fevereiro - Fenabrave divulga dados sobre vendas de veículos em fevereiro - Zona do euro divulga taxa de desemprego em janeiro - Markit divulga PMI de fevereiro do Brasil, da zona do euro, da Alemanha, do Reino Unido e dos Estados Unidos Balanços - Teleconferências: MRV, Hering, Banco Pine e Copasa https://assets.seudinheiro.com/a-mrv-alem-do-minha-casa-minha-vida-imoveis-para-classemedia-e-para-os-millennials/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 01/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Os 5 assuntos que vão agitar os mercados nesta sexta-feira 8178738 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 01/03/2019
SÃO PAULO - Depois das declarações de Jair Bolsonaro sobre atenuar a proposta da Previdência derrubar os ânimos dos investidores na véspera e levar o Ibovespa junto, o tom positivo das bolsas internacionais por conta de indicadores chineses pode acabar contaminando o humor por aqui, no primeiro pregão de março. O clima de carnaval e a cautela típica de pré-feriado prolongado estão no radar, já que a bolsa brasileira só reabrirá na quarta-feira, enquanto os mercados internacionais seguirão a todo vapor. A tentativa de acordo entre China e Estados Unidos para colocar fim à guerra tarifária e a articulação política para obter apoio para aprovação da reforma da Previdência também ganham atenção dos investidores, que veem o governo já começar a fazer concessões para conseguir os votos no Congresso. Veja no que ficar de olho nesta sexta-feira (01): As bolsas dos Estados Unidos apontam para uma abertura em alta após uma sequência de indicadores econômicos da China acima do esperado. As tarifas do governo de Donald Trump sobre produtos chineses ainda não entraram em vigor - o prazo era hoje -, mas o mercado segue à espera de um acordo formal para colocar fim à guerra tarifária. Os principais índices das bolsas asiáticas registraram fortes altas e impulsionam também os mercados europeus. Cabe o destaque para a decisão do provedor de índices MSCI de mais do que quadruplicar a contribuição de ações de empresas da China em seu influente índice de mercados emergentes em três etapas este ano, tornando papéis negociados nas Bolsas de Xangai e Shenzhen muito mais relevantes para investidores globais. Já os últimos dados da IHS Markit e Caixin Media mostram tentativa de recuperação no setor manufatureiro da China. O chamado índice de gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial chinês subiu de 48,3 em janeiro para 49,9 em fevereiro, superando projeção de analistas de alta para 49. De qualquer forma, a leitura abaixo de 50 marcou o terceiro mês de contração na manufatura. No mercado de commodities, os preços do petróleo buscam a quarta alta consecutiva diante da Arábia Saudita desafiando a pressão de Donald Trump, que pediu por preços mais baixos. O minério de ferro salta 3,7% no mercado futuro de Dalian, na China. Confira o desempenho do mercado, segundo cotação das 8h14 (horário de Brasília): *S&P 500 Futuro (EUA) -0,27% *Dow Jones Futuro (EUA) -0,22% *Nasdaq Futuro (EUA) -0,43% *DAX (Alemanha) +1,05% *FTSE (Reino Unido) +0,46% *CAC-40 (França) +0,67% *FTSE MIB (Itália) +0,57% *Hang Seng (Hong Kong) +0,63% (fechado) *Xangai (China) +1,80% (fechado) *Nikkei (Japão) +1,02% (fechado) *Petróleo WTI +0,23%, a US$ 57,35 o barril *Petróleo brent -0,03%, a US$ 66,29 o barril *Bitcoin US$ 3.813 -0,06% R$ 14.413 +0,09% (nas últimas 24 horas)
*Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa chinesa de Dalian +3,73%, a 625,50 iuanes (nas últimas 24 horas) A líder do governo no Congresso, deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), disse ontem (28) que, a cada alteração feita por parlamentares na proposta de reforma da Previdência, o País "corre o risco de perder na economia". Na avaliação da deputada, apesar de "o melhor texto" ser "este que foi apresentado pela equipe econômica", o governo está disposto a dialogar com os parlamentares das duas Casas. "Cabe agora a nós, liderança no Congresso, na Câmara, e à nossa base, fazer um trabalho de convencimento para que nossos parlamentares entendam que qualquer mexida extra é prejudicial no texto da Previdência. Ponto", afirmou. Por outro lado, Joice ponderou que o presidente Jair Bolsonaro é "muito sensível" e entende que o Congresso tem autonomia para mexer na proposta. De acordo com a deputada, a articulação política e a negociação com parlamentares da base da oposição serão feitas por ela, pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e pela liderança do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), e no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Falando em articulação política, o Palácio do Planalto decidiu abrir o cofre para obter apoio suficiente para aprovar a reforma da Previdência. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a estratégia do governo foi feita sob medida para agradar a deputados e senadores de primeiro mandato com repasses individuais que podem ficar perto de R$ 5 milhões. O valor ainda não está fechado, mas a Casa Civil negocia a concessão de uma espécie de bônus para os novatos, já que eles só terão direito às emendas parlamentares a partir de 2020. Os Estados Unidos divulgam o PMI Industrial ISM de fevereiro (11h45), os dados dos gastos e despesas pessoais de dezembro (10h30), índices de preços PCE de janeiro e o PMI Industrial Markit (11h45) de fevereiro. No Brasil, destaque para os dados da balança comercial de fevereiro, às 15h. A estimativa mediana da Bloomberg aponta para resultado positivo em US$ 3 bilhões. Por volta de 11h30, a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores) divulga os números de vendas de veículos no país. Clique aqui e confira a agenda completa de indicadores e resultados. Após onda de ataques nas redes sociais e de pressão do próprio presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, revogou a nomeação da especialista em segurança pública Ilona Szabó de Carvalho como membro suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. O episódio causou desconforto a Moro, nomeado ministro com o compromisso de carta branca do presidente, informa o jornal Folha de S. Paulo. Nas redes sociais, militantes passaram a atacar Moro ao apontar que as posições de Szabó são divergentes em relação ao governo em temas como armamento e política de drogas. Também criticaram o fato de que ela se posicionou contra a candidatura de Bolsonaro durante as eleições. >> A, maior operadora do Minha Casa Minha Vida (MCMV) e maior construtora residencial do País, apresentou seu balanço ontem. A companhia obteve lucro líquido de R$ 191 milhões no quarto trimestre de 2018, crescimento de 5,8% ante o mesmo período de 2017. No acumulado de 2018, o lucro líquido totalizou R$ 690 milhões, expansão de 5,6% em relação a 2017. O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 273 milhões no quarto trimestre, crescimento de 1,2%. A margem Ebitda caiu 1,7 ponto porcentual, para 17,9%. No ano, o Ebitda totalizou R$ 988 milhões, alta de 10,8%, enquanto a margem Ebitda caiu 0,5 ponto porcentual, para 18,2%. A receita operacional líquida foi de R$ 1,521 bilhão no quarto trimestre, aumento de 11,5%, e chegou a R$ 5,326 bilhões, expansão de 14,1%. A viu seu lucro líquido subir 11% no quarto trimestre de 2018, chegando a R$ 95,4 milhões, contra R$ 86 milhões um ano antes. No acumulado do ano, a companhia teve uma queda de 9,2% no lucro, passando de R$ 263,7 milhões em 2017 para R$ 239,5 milhões no ano passado. Enquanto isso, a receita líquida teve leve recuo, chegando a R$ 447,95 milhões no fim do ano passado, caindo 1,5% no anualizado, para R$ 1,54 bilhão. A fechou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 178 milhões, uma alta de 18% sobre os R$ 150 milhões de um ano antes. Enquanto isso, no acumulado de 2018, a companhia atingiu R$ 578,7 milhões de lucro, contra R$ 560,4 milhões no ano anterior. A anunciou alta de 1,98% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para sexta-feira, 1, para R$ 1,6865. Além disso, a estatal manteve sem alteração o
preço do diesel, em R$ 2,1224, conforme tabela disponível no site da empresa. >> Está disponível o edital da oferta de aquisição de ações (OPA) para cancelamento de registro e saída do segmento Novo Mercado da , lançada pela controladora Latam. O documento se segue à concessão de registro pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) da oferta, inicialmente anunciada em setembro, e informa que o leilão ocorrerá em 1º de abril, ao preço de R$ 27,22 por ação. Conforme o edital, o preço é de R$ 26,84, após ajustes por pagamento de dividendos (de R$ 0,36 por ação) e juros sobre capital (R$ 0,02 por ação). (Com Agência Estado e Agência Brasil) https://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/7953257/os-5-assuntosque-vao-agitar-os-mercados-nesta-sexta-feira Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 01/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Um SUV para quem busca design, potência, tecnologia e conforto 8178739 - GAZETA ONLINE - Vitória - ES - 01/03/2019
Eles chegaram mesmo para ficar. Assim como no mercado mundial, a venda dos SUVs é a que mais cresce no país. Em 2018, eles representaram 24,38% de todos os automóveis e comerciais leves vendidos no Brasil, ultrapassando modelos de entrada e sedãs, ficando um pouco atrás apenas dos veículos hatch, segundo dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A expectativa é que, até 2021, os utilitários esportivos alcancem a liderança do mercado, representando 30% das vendas. Seguindo essa tendência, a Citroën lançou o SUV C4 Cactus, que alia design, potência, tecnologia e conforto. O veículo é a maior aposta da montadora desde a atualização do C3 e promete ser sucesso de vendas, superando outros modelos da categoria desde o seu lançamento, no segundo semestre de 2018. Desde então, o Citroën C4 Cactus já conquistou três prêmios. O modelo foi eleito o “Melhor SUV Nacional de 2018” pela Revista Car Magazine Brasil e pelo UOL Carros. Também recebeu o titulo de “Melhor Design da America Latina” pela Americar. Disponível em três versões de acabamento (Live, Feel e Shine) e com extensa lista de equipamentos de série, o modelo tem preço a partir de R$ 69.990,00, com opção de financiamento com entrada e taxa zero em até 12 meses na Citroën Passion. Um dos diferenciais, destaca o gerente da concessionária, Rafael Abreu, é que a versão Shine vem com motor Turbo High Pressure (THP), 16 V Flex, de 173 cavalos e 24,5 kgfm de torque máximo, com caixa de câmbio automática sequencial de seis marchas. Como esse conjunto motriz, o C4 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 segundos. O consumo é de 12,6 km/l na estrada e 10,4 km/l na cidade com gasolina. As outras versões são equipadas com o propulsor 120 Vti Flex Start. Ele gera 122 cv a 5.800 rpm e um torque de 16,4 kgfm a 4.000 rpm nas versões manuais, e 118 cv a 5.750 rpm e um torque máximo de 16,1 kgfm a 4.750 rpm com câmbio automático. Na cidade, com câmbio manual, percorre 11 km/l e na estrada, 12,5 km/l, com gasolina. Já o automático faz 10,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada. A Citroën lançou o SUV C4 Cactus, que alia design, potência, tecnologia e conforto. O veículo é a maior aposta da montadora desde a atualização do C3 e promete ser sucesso de vendas, superando outros modelos da categoria desde o seu lançamento, no segundo semestre de 2018 Bem equipado Desenvolvido e produzido no Brasil, o C4 Cactus traz uma silhueta mais dinâmica e fluida, mas sem abrir mão de uma altura em relação ao solo (22,5 cm) e de ângulos de ataque (22°) e de saída (32°). Conectado e tecnológico, o SUV também é equipado com um avançado pacote de itens de segurança e auxílio à direção, com destaque para o Active Safety Brake – que reduz a velocidade do veículo quando há perigo de colisão-, o Alerta de Saída de Faixa, o Alerta de Atenção ao Condutor, o Coffee Break Alert – que avisa quando o condutor precisa dar uma pausa - e o Controle de Aderência (Grip Control), que adapta as rodas dianteiras ao terreno. Todas as versões do novo SUV Citroën C4 Cactus vêm de série com o Citroën Connect Radio, a central multimídia de 7 polegadas com sistema de áudio com Bluetooth. Esse equipamento agrupa todos os comandos ao alcance da mão do motorista ou de seu passageiro. O Mirror Screen, que reproduz a tela do smartphone, permite navegação por meio do Google Maps ou do Waze. Desenvolvido e produzido no Brasil, o C4 Cactus traz uma silhueta mais dinâmica e fluida Carro-chefe O gerente da Citroën Passion ressalta que o C4 Cactus conquistou a posição de carro-chefe da concessionária, pois atende ao consumidor que valoriza a estética e a modernidade, aliadas às características marcantes do SUV. Sua silhueta alia os principais elementos da categoria, com destaque para o teto “flutuante”, as barras de teto e rodas aro 17” diamantadas. A mistura de conforto, potência e design foi o que atraiu a autônoma Danielle Dantas, 44, que adquiriu um C4 Cactus na Citroën Passion. “Já sou cliente há um bom tempo. Comecei com o C3, estava com a versão Exclusive e gosto muito da marca. Nunca tive problema, a manutenção não é cara e o pós-venda é excelente, conseguiu me fidelizar. Quando fiz o teste drive no C4 Cactus, fiquei enlouquecida, porque era o que eu buscava em um SUV. Ele
é superconfortável, macio para dirigir. É maior, mas manteve a média de consumo do meu carro anterior. Na estrada de chão desenvolve praticamente como uma picape. Estou muito satisfeita”, afirma. SAIBA MAIS O novo SUV Citroën C4 Cactus tem um amplo pacote de equipamentos em três versões. - Versão Live (R$ 69.990,00): equipada com motor 1.6 aspirado e câmbio manual, tem de série direção elétrica, ar-condicionado manual digital e integrado à central multimídia, assinatura luminosa com DRL em LED, barras de teto, rodas 16” com pneus 205/60 R16 e calota, painel de instrumentos 100% digital, volante de espuma com regulagem de altura e profundidade com comandos integrados, Citroën Connect Radio com tela touch de 7”, mais Bluetooth, seis alto-falantes, tomada USB e 12V. Além disso, tem comandos dos vidros e retrovisores elétricos, travamento centralizado das portas e porta-malas, travamento do carro ao andar e abertura da porta do reservatório de gasolina sem chave, assentos dianteiros reguláveis em altura, console alto com porta-objetos fechado e porta-copos, assentos traseiros com três apoios de cabeça e ISOFIX para fixação de cadeirinha, cintos de segurança traseiros de três pontos, freios ABS com REF, entre outros. - Versão Feel: é equipada com motor 1.6 aspirado e pode ser manual (R$ 75.990,00) ou automática (a partir de R$ 81.990,00). Traz de série, a mais que a Live, faróis de neblina, câmera de ré, rodas de alumínio de 17” e pneus 205/55 R17, eco-coaching - que ajuda a dirigir de forma mais econômica-, alarme perimétrico, quatro vidros elétricos que fecham em um único toque, piloto automático com controle de cruzeiro e, para as versões automáticas, controle eletrônico de estabilidade e assistente de partida em rampas. Como opcional, oferece acendimento automático dos faróis, limpador de para-brisa automático, arcondicionado digital automático, partida por botão, volante de couro, alarme volumétrico, air bag lateral, barras de teto tipo “flutuantes”, rodas Roby One de 17” de alumínio diamantado e teto de duas cores. - Versão Shine (a partir de R$ 95.990,00): Tem motor 1.6 turbo e câmbio automático. Traz, a mais que a Feel, barra de teto “flutuante”, ar-condicionado digital automático, partida por botão, rodas de 17” de alumínio diamantado com pneus 205/55 R17, painel de bordo com revestimento soft-touch, acendimento automático dos faróis e limpador de para-brisa automático, volante e bancos em couro, airbag lateral, Grip Control (THP) e alarme perimétrico + volumétrico. Como opcional, oferece sistema de frenagem automática, alerta de colisão, alerta de atenção ao condutor, alerta de saída de faixa, indicador de descanso, retrovisor eletrocrômico, air bag de cortina e, ainda, carroceria de duas cores. Disponível em três versões de acabamento (Live, Feel e Shine) e com extensa lista de equipamentos de série, o modelo tem preço a partir de R$ 69.990,00 https://www.gazetaonline.com.br/conteudo_patrocinado/2019/02/um-suv-para-quem-buscadesign-potencia-tecnologia-e-conforto-1014170339.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: ES Disponibilização: 01/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Veja dicas através do Detran para comprar e vender carros usados em 2019 8178740 - MIX VALE - 01/03/2019
Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 1 de março de 2019 Veja dicas através do Detran para comprar e vender carros usados em 2019. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;
No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/03/01/veja-dicas-atraves-do-detran-para-comprar-e-vendercarros-usados-em-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 01/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Ibovespa avança antes de feriado seguindo otimismo global; dólar sobe de olho na reforma 8178741 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 01/03/2019
SÃO PAULO - As ações brasileiras são contaminas pelo otimismo das bolsas internacionais por conta de indicadores chineses no primeiro pregão de março e "esquecem" as declarações de Jair Bolsonaro se antecipar sobre a atenuação da proposta da Previdência antes mesmo das discussões no Congresso. Neste contexto, às 10h12 (horário de Brasília), o Ibovespa tinha alta de 0,39%, a 95.957 pontos. Se na bolsa, o otimismo global fala mais alto, no mercado de câmbio e juros os investidores seguem atentos à articulação política em torno da reforma da Previdência e sobem. O contrato de dólar futuro com vencimento em abril tinha alta de 0,78%, a R$ 3,788, e o dólar comercial tinha alta de 0,64%, para R$ 3,779, na venda. No mercado de juros, o contrato futuro com vencimento em janeiro de 2021 subia de 7,15% para 7,20%, e o DI para janeiro de 2023 avançava de 8,25% para 8,33%. Na China, os dados mais recentes da IHS Markit e Caixin Media mostram tentativa de recuperação no setor manufatureiro. O chamado índice de gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial chinês subiu de 48,3 em janeiro para 49,9 em fevereiro, superando projeção de analistas de alta para 49. De qualquer forma, a leitura abaixo de 50 marcou o terceiro mês de contração na manufatura. Além disso, o provedor de índices MSCI anunciou que irá mais do que quadruplicar a contribuição de ações de empresas da China em seu influente índice de mercados emergentes em três etapas este ano, tornando papéis negociados nas Bolsas de Xangai e Shenzhen muito mais relevantes para investidores globais. "Esperamos uma aceleração do crescimento Chinês ao longo dos próximos meses", afirma o time da XP Research em relatório enviado a clientes. A tentativa de acordo entre China e Estados Unidos para colocar fim à guerra tarifária e a articulação política para obter apoio para aprovação da reforma da Previdência também ganham atenção dos investidores, que veem o governo já começar a fazer concessões para conseguir os votos no Congresso. Contudo, vale destacar que o clima de carnaval e a cautela típica de pré-feriado prolongado ainda podem pressionar o índice futuro ao longo do dia, já que a bolsa brasileira só reabrirá na quarta-feira, enquanto os mercados internacionais seguirão a todo vapor. As bolsas dos Estados Unidos apontam para uma abertura em alta após uma sequência de indicadores econômicos da China acima do esperado. As tarifas do governo de Donald Trump sobre produtos chineses ainda não entraram em vigor - o prazo era hoje -, mas o mercado segue à espera de um acordo formal para colocar fim à guerra tarifária. Os principais índices das bolsas asiáticas registraram fortes altas e impulsionam também os mercados europeus. Cabe o destaque para a decisão do provedor de índices MSCI de mais do que quadruplicar a contribuição de ações de empresas da China em seu influente índice de mercados emergentes em três etapas este ano, tornando papéis negociados nas Bolsas de Xangai e Shenzhen muito mais relevantes para investidores globais. Já os últimos dados da IHS Markit e Caixin Media mostram tentativa de recuperação no setor manufatureiro da China. O chamado índice de gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial chinês subiu de 48,3 em janeiro para 49,9 em fevereiro, superando projeção de analistas de alta para 49. De qualquer forma, a leitura abaixo de 50 marcou o terceiro mês de contração na manufatura. No mercado de commodities, os preços do petróleo buscam a quarta alta consecutiva diante da Arábia Saudita desafiando a pressão de Donald Trump, que pediu por preços mais baixos. O minério de ferro salta 3,7% no mercado futuro de Dalian, na China. A líder do governo no Congresso, deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), disse ontem (28) que, a cada alteração feita por parlamentares na proposta de reforma da Previdência, o País "corre o risco de perder na economia". Na avaliação da deputada, apesar de "o melhor texto" ser "este que foi apresentado pela equipe econômica", o governo está disposto a dialogar com os parlamentares das duas Casas. "Cabe agora a nós, liderança no Congresso, na Câmara, e à nossa base, fazer um trabalho de convencimento para que nossos parlamentares entendam que qualquer mexida extra é
prejudicial no texto da Previdência. Ponto", afirmou. Por outro lado, Joice ponderou que o presidente Jair Bolsonaro é "muito sensível" e entende que o Congresso tem autonomia para mexer na proposta. De acordo com a deputada, a articulação política e a negociação com parlamentares da base da oposição serão feitas por ela, pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e pela liderança do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), e no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Falando em articulação política, o Palácio do Planalto decidiu abrir o cofre para obter apoio suficiente para aprovar a reforma da Previdência. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a estratégia do governo foi feita sob medida para agradar a deputados e senadores de primeiro mandato com repasses individuais que podem ficar perto de R$ 5 milhões. O valor ainda não está fechado, mas a Casa Civil negocia a concessão de uma espécie de bônus para os novatos, já que eles só terão direito às emendas parlamentares a partir de 2020. Os Estados Unidos divulgam o PMI Industrial ISM de fevereiro (11h45), os dados dos gastos e despesas pessoais de dezembro (10h30), índices de preços PCE de janeiro e o PMI Industrial Markit (11h45) de fevereiro. No Brasil, destaque para os dados da balança comercial de fevereiro, às 15h. A estimativa mediana da Bloomberg aponta para resultado positivo em US$ 3 bilhões. Por volta de 11h30, a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores) divulga os números de vendas de veículos no país. Clique aqui e confira a agenda completa de indicadores e resultados. Após onda de ataques nas redes sociais e de pressão do próprio presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, revogou a nomeação da especialista em segurança pública Ilona Szabó de Carvalho como membro suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. O episódio causou desconforto a Moro, nomeado ministro com o compromisso de carta branca do presidente, informa o jornal Folha de S. Paulo. Nas redes sociais, militantes passaram a atacar Moro ao apontar que as posições de Szabó são divergentes em relação ao governo em temas como armamento e política de drogas. Também criticaram o fato de que ela se posicionou contra a candidatura de Bolsonaro durante as eleições. https://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/7953760/ibovespa-avancaantes-de-feriado-seguindo-otimismo-global-dolar-sobe-de-olho-na-reforma Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 01/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Ibovespa Futuro segue animação internacional e sobe em pregão pré-feriado 8178742 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 01/03/2019
SÃO PAULO - Depois das declarações de Jair Bolsonaro sobre atenuar a proposta da Previdência derrubar os ânimos dos investidores na véspera e levar o Ibovespa junto, o tom positivo das bolsas internacionais por conta de indicadores chineses pode acabar contaminando o humor por aqui, no primeiro pregão de março. Neste contexto, às 9h05 (horário de Brasília), o Ibovespa futuro tinha alta de 0,79%, a 96.735 pontos. O dólar comercial tinha alta de 0,64%, para R$ 3,754. No mercado de juros, o contrato futuro com vencimento em janeiro de 2021 caía de 7,15% para 7,14%, e o DI para janeiro de 2023 avançava de 8,25% para 8,26%. O clima de carnaval e a cautela típica de pré-feriado prolongado estão no radar, já que a bolsa brasileira só reabrirá na quarta-feira, enquanto os mercados internacionais seguirão a todo vapor. A tentativa de acordo entre China e Estados Unidos para colocar fim à guerra tarifária e a articulação política para obter apoio para aprovação da reforma da Previdência também ganham atenção dos investidores, que veem o governo já começar a fazer concessões para conseguir os votos no Congresso. O Ibovespa Futuro é um bom termômetro de como será o pregão, mas nem sempre prevê adequadamente movimentos na Bolsa a partir do sino de abertura As bolsas dos Estados Unidos apontam para uma abertura em alta após uma sequência de indicadores econômicos da China acima do esperado. As tarifas do governo de Donald Trump sobre produtos chineses ainda não entraram em vigor - o prazo era hoje -, mas o mercado segue à espera de um acordo formal para colocar fim à guerra tarifária. Os principais índices das bolsas asiáticas registraram fortes altas e impulsionam também os mercados europeus. Cabe o destaque para a decisão do provedor de índices MSCI de mais do que quadruplicar a contribuição de ações de empresas da China em seu influente índice de mercados emergentes em três etapas este ano, tornando papéis negociados nas Bolsas de Xangai e Shenzhen muito mais relevantes para investidores globais. Já os últimos dados da IHS Markit e Caixin Media mostram tentativa de recuperação no setor manufatureiro da China. O chamado índice de gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial chinês subiu de 48,3 em janeiro para 49,9 em fevereiro, superando projeção de analistas de alta para 49. De qualquer forma, a leitura abaixo de 50 marcou o terceiro mês de contração na manufatura. No mercado de commodities, os preços do petróleo buscam a quarta alta consecutiva diante da Arábia Saudita desafiando a pressão de Donald Trump, que pediu por preços mais baixos. O minério de ferro salta 3,7% no mercado futuro de Dalian, na China. A líder do governo no Congresso, deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), disse ontem (28) que, a cada alteração feita por parlamentares na proposta de reforma da Previdência, o País "corre o risco de perder na economia". Na avaliação da deputada, apesar de "o melhor texto" ser "este que foi apresentado pela equipe econômica", o governo está disposto a dialogar com os parlamentares das duas Casas. "Cabe agora a nós, liderança no Congresso, na Câmara, e à nossa base, fazer um trabalho de convencimento para que nossos parlamentares entendam que qualquer mexida extra é prejudicial no texto da Previdência. Ponto", afirmou. Por outro lado, Joice ponderou que o presidente Jair Bolsonaro é "muito sensível" e entende que o Congresso tem autonomia para mexer na proposta. De acordo com a deputada, a articulação política e a negociação com parlamentares da base da oposição serão feitas por ela, pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e pela liderança do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), e no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Falando em articulação política, o Palácio do Planalto decidiu abrir o cofre para obter apoio suficiente para aprovar a reforma da Previdência. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a estratégia do governo foi feita sob medida para agradar a deputados e senadores de primeiro mandato com repasses individuais que podem ficar perto de R$ 5 milhões. O valor ainda não está fechado, mas a Casa Civil negocia a concessão de uma espécie de
bônus para os novatos, já que eles só terão direito às emendas parlamentares a partir de 2020. Os Estados Unidos divulgam o PMI Industrial ISM de fevereiro (11h45), os dados dos gastos e despesas pessoais de dezembro (10h30), índices de preços PCE de janeiro e o PMI Industrial Markit (11h45) de fevereiro. No Brasil, destaque para os dados da balança comercial de fevereiro, às 15h. A estimativa mediana da Bloomberg aponta para resultado positivo em US$ 3 bilhões. Por volta de 11h30, a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores) divulga os números de vendas de veículos no país. Clique aqui e confira a agenda completa de indicadores e resultados. Após onda de ataques nas redes sociais e de pressão do próprio presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, revogou a nomeação da especialista em segurança pública Ilona Szabó de Carvalho como membro suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. O episódio causou desconforto a Moro, nomeado ministro com o compromisso de carta branca do presidente, informa o jornal Folha de S. Paulo. Nas redes sociais, militantes passaram a atacar Moro ao apontar que as posições de Szabó são divergentes em relação ao governo em temas como armamento e política de drogas. Também criticaram o fato de que ela se posicionou contra a candidatura de Bolsonaro durante as eleições. >> A, maior operadora do Minha Casa Minha Vida (MCMV) e maior construtora residencial do País, apresentou seu balanço ontem. A companhia obteve lucro líquido de R$ 191 milhões no quarto trimestre de 2018, crescimento de 5,8% ante o mesmo período de 2017. No acumulado de 2018, o lucro líquido totalizou R$ 690 milhões, expansão de 5,6% em relação a 2017. O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 273 milhões no quarto trimestre, crescimento de 1,2%. A margem Ebitda caiu 1,7 ponto porcentual, para 17,9%. No ano, o Ebitda totalizou R$ 988 milhões, alta de 10,8%, enquanto a margem Ebitda caiu 0,5 ponto porcentual, para 18,2%. A receita operacional líquida foi de R$ 1,521 bilhão no quarto trimestre, aumento de 11,5%, e chegou a R$ 5,326 bilhões, expansão de 14,1%. A viu seu lucro líquido subir 11% no quarto trimestre de 2018, chegando a R$ 95,4 milhões, contra R$ 86 milhões um ano antes. No acumulado do ano, a companhia teve uma queda de 9,2% no lucro, passando de R$ 263,7 milhões em 2017 para R$ 239,5 milhões no ano passado. Enquanto isso, a receita líquida teve leve recuo, chegando a R$ 447,95 milhões no fim do ano passado, caindo 1,5% no anualizado, para R$ 1,54 bilhão. A fechou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 178 milhões, uma alta de 18% sobre os R$ 150 milhões de um ano antes. Enquanto isso, no acumulado de 2018, a companhia atingiu R$ 578,7 milhões de lucro, contra R$ 560,4 milhões no ano anterior. A anunciou alta de 1,98% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para sexta-feira, 1, para R$ 1,6865. Além disso, a estatal manteve sem alteração o preço do diesel, em R$ 2,1224, conforme tabela disponível no site da empresa. >> Está disponível o edital da oferta de aquisição de ações (OPA) para cancelamento de registro e saída do segmento Novo Mercado da , lançada pela controladora Latam. O documento se segue à concessão de registro pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) da oferta, inicialmente anunciada em setembro, e informa que o leilão ocorrerá em 1º de abril, ao preço de R$ 27,22 por ação. Conforme o edital, o preço é de R$ 26,84, após ajustes por pagamento de dividendos (de R$ 0,36 por ação) e juros sobre capital (R$ 0,02 por ação). (Com Agência Estado) https://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/7953286/ibovespa-futurosegue-animacao-internacional-e-sobe-em-pregao-pre-feriado Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 01/03/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Confira dicas do Detran.SP para compra e venda de veículos usados 8178750 - DIÁRIO DO RIO CLARO - Sobre Rodas - Rio Claro - SP - 27/02/2019 - Pág 10
A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veiculo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) fornece dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possiveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconhe de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos: 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. E aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. E necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave): 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP), Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veiculo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran. SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo; No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados — De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados.
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