Clipping Fenabrave 03.06.2014

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Clipping Ranking 4344491 - QUATRO RODAS - AUTO-SERVIÇO MERCADO - SÃO PAULO - SP - JUN/2014 - Nº 657 Pág 128 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=8PHoiphMot/5CoOooNWDAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Venda de veículos cai 7% em maio e segue em baixa no ano 4345125 - VALOR ECONÔMICO - EMPRESAS - SÃO PAULO - SP - 03/06/2014 - Pág B4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=yq8Rf+YHeNj+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345125.pdf

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Jornal Valor --- Página 4 da edição "03/06/2014 1a CAD B" ---- Impressa por ivsilva às 02/06/2014@21:18:36 Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 3/6/2014 (21:18) - Página 4- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

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Terça-feira, 3 de junho de 2014

Empresas | Indústria Autopeças Mercado de reposição em alta e expansão da rede de lojas associadas devem puxar resultado

CLAUDIO BELLI/VALOR

Comolatti prevê alta de 3% da receita em 2014

Eduardo Laguna De São Paulo O Terraço Itália, restaurante instalado no topo do segundo prédio mais alto da cidade, de onde se tem uma privilegiada vista panorâmica do centro da capital paulista, é o empreendimento mais famoso do empresário Sergio Comolatti. O maior e também mais antigo negócio da família de origem italiana está, porém, no setor de autopeças. A Distribuidora Automotiva, responsável por quase metade dos resultados do grupo, é a maior empresa de distribuição de componentes automotivos para o mercado de reposição independente. E, a despeito do mau momento da indústria de veículos, o executivo acredita que, para este ano, será possível ampliar entre 3% e 5% o faturamento do grupo, que em 2013 alcançou R$ 2,5 bilhões — ou quase R$ 3 bilhões se colocada na conta uma sociedade com a Pirelli na revenda de pneus. “É engraçado, mas quando o mer-

cado vai bem, nós vamos mal. E quando o mercado vai mal, nós vamos bem”, diz Comolatti. O empresário tem dois grandes motivos para estar otimista. Primeiro porque o mercado de peças de reposição, beneficiado pelo crescimento da frota nos últimos dez anos e, agora, pela recuperação das vendas de veículos usados, não foi contaminado pela crise das montadoras. Balanço do Sindipeças, a entidade que representa a indústria nacional de componentes automotivos, mostra que as vendas de autopeças de reposição crescem mais de 5 % neste ano, enquanto as entregas a montadoras recuam 6,5%. Em segundo lugar, o grupo tem conseguido avançar num novo modelo de fidelização de clientes, baseado em investimentos na qualificação de varejistas de autopeças em troca da compra de produtos da Distribuidora. Sob esse conceito, Comolatti formou uma rede com mais de mil pontos de venda associados em 16 Estados e 370 cidades. O modelo foi “importado” da

Europa há cinco anos. Basicamente, cada associado tem à disposição uma série de programas para aprimorar seu negócio, entre cursos, palestras e consultorias de gestão e operação. Só no ano passado, foram mais de 10 mil consultorias e 41 cursos de capacitação profissional a quase 2 mil participantes. Os lojistas, por sua vez, abatem a mensalidade cobrada por esses serviços com a compra de peças distribuídas pelo grupo de Comolatti. A taxa é de R$ 2 mil, mas pode ser eliminada se o lojista comprar mais de R$ 20 mil por mês da Distribuidora Automotiva. Assim, o percentual de clientes que efetivamente paga essa mensalidade é mínimo, diz a direção da empresa. “Partimos da premissa de que não há mais espaço para quem não estiver associado a um grupo forte”, afirma Comolatti Após ser criada em 2009, a PitStop, como foi batizada a rede de associados, já passava de 500 pontos de venda em 2011. Nos dois anos seguintes, dobrou de tamanho e passou a responder por cer-

Sergio, presidente do grupo: “Quando mercado vai bem, nós vamos mal. Quando mercado vai mal, nós vamos bem”

ca de 15% das vendas da Distribuidora. A meta é acrescentar mais cem lojas até o fim deste ano. Para a direção da rede, a PitStop — numa conta conservadora e que leva em consideração as condições atuais do mercado — poderá chegar a 1,3 mil ou 1,4

mil pontos de venda a partir da consolidação de mercados no eixo Sul-Sudeste e a expansão para o Norte e o Nordeste. “Estamos trabalhando num modelo que privilegia lojas de autopeças. Mas se expandirmos isso para oficinas de veículos, po-

demos até triplicar esse número”, diz o presidente do grupo Comolatti, que também é um dos maiores revendedores no país de caminhões das marcas Volkswagen e Iveco, além de ter negócios no setor imobiliário, com a imobiliária paulista Bernina.

Venda de veículos cai 7% em maio e segue em baixa no ano De São Paulo

As vendas de veículos novos no país, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, caíram 7,2% em maio, comparativamente ao mesmo período de 2013. No total, 293,4 mil unidades foram emplacadas no mês passado, praticamente repetindo o volume de abril (293,2 mil veículos), que, contudo, teve um dia útil a menos de venda.

Na média diária, que elimina o efeito de feriados, foram vendidos, a cada dia útil de maio, 750 carros a menos do que em abril, conforme dados preliminares, sujeito a leves ajustes. O resultado só não foi pior porque houve forte aceleração no ritmo de licenciamentos nos últimos dias do mês passado. Entre quinta-feira e sexta-feira da semana passada, o volume de emplacamentos diários passou

de 18 mil veículos, bem acima da média próxima de 14 mil unidades do mês. Ainda assim, o mercado aprofundou para 5,5% a queda das vendas no acumulado do ano, que estava em 5% no fechamento de abril, em números que incluem caminhões e ônibus. Agora, a diferença negativa de 2014 ante o ano passado passa de 81 mil veículos, ou o equivalente a quase seis dias de venda. No mês passado, o mercado

Indefinição marca assembleia que decide futuro da OGPar Petróleo Cláudia Schüffner Do Rio Como parece ser praxe das empresas de Eike Batista, a reunião para apresentação do plano de recuperação da OGX, hoje como nome de Óleo e Gás Participações (OGPar) promete grandes emoções. Até ontem à noite ainda não estava garantida a participação de parte dos detentores de bonds (bondholders) na votação na reunião, que começa hoje às 14h no prédio da Bolsa do Rio de Janeiro. A petroleira entrou com pedido de recuperação judicial para se proteger da falência no dia 30 de outubro do ano passado, com dívidas de R$ 11,2 bilhões, dos quais R$ 8 bilhões em bônus no valor de US$ 3,56 bilhões lançados no exterior, que venceriam em 2018 e 2022. Evitada a falência, a empresa deu início a uma intensa negociação com credores e conseguiu obter US$ 125 milhões em um empréstimo extraconcursal que deu fôlego para iniciar a produção no campo de Tubarão Martelo, financiar exportações de petróleo e pagar compromissos com seus sócios nos campos

Atlanta e Oliva, no bloco BS-4. Quem colocou dinheiro novo garantiu tratamento diferenciado quando for a vez de transformar a dívida em ações da nova companhia, que surgirá se o plano for aprovado. O acordo ainda prevê outros US$ 90 milhões. Mas existem muitos credores descontentes. No início da semana passada, a Diamond Offshore, a quem a OGPar deve R$ 91,4 milhões, obteve uma liminar proibindo os bondholders de votarem na assembleia. Com isso, o voto dos demais credores ganha peso. A Diamond, que atualmente aluga as sondas que perfuram o campo de Atlanta, desistiu da ação na quinta-feira. Na sexta-feira, a petroleira Perenco, a quem a OGPar deve R$ 69,8 milhões, entrou com um pedido igual usando os mesmos argumentos. Até o fechamento desta edição, não havia uma decisão para o pedido da Perenco, segundo informou a OGPar. Mesmo assim, Sergio Bermudes, advogado da companhia, disse que esperava uma reunião tranquila. “A assembleia se destina a apreciar o plano de recuperação. Como a lei é específica, qualquer outro assunto não deve ser apreciado”, disse. Para evitar que os bondhol-

ders fiquem de fora da assembleia, os advogados da OGPar e dos próprios credores pediram ao desembargador Jessé Torres, que concedeu a liminar para a Diamond, que o voto deles seja tomado em separado. Desse modo, esses votos — que representam mais de 50% dos credores — poderão ser contabilizados caso a decisão seja modificada. A decisão quanto a isso é esperada para antes do início da assembleia. Em Nova York, outro grupo de bondholders entrou com ação na justiça americana contra o Deutsche Bank, agente fiduciário dos papéis que foram emitidos pela OGX Austria GmbH, coligada da OGX com sede em Viena. Parte desses credores acusa o banco alemão de ter privilegiado os que participaram do empréstimo extraconcursal, já que eles terão direito a 65% da nova companhia. Os demais credores, incluindo Diamond e Perenco, terão 25% e os minoritários outros 10% da nova OGPar. Quem ficou de fora do acordo quer que o Deutsche vote contra o plano de recuperação, já que quer que ele seja alterado para que todos tenham a oportunidade de investir na OGPar nos mesmos termos dos demais bondholders.

de caminhões esboçou uma reação, como resultado da melhora nas condições de financiamento a bens de capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com 12,7 mil caminhões emplacados em maio, o volume superou em 16,2% o resultado de abril e ainda ficou ligeiramente acima — em 15 unidades — do desempenho de um ano atrás. A diferença em relação a maio de 2013 é

mínima, mas tem valor simbólico por interromper a sequência de quedas acumuladas pela indústria de veículos pesados desde o início do ano. O mercado de carros, por outro lado, segue em queda livre. No mês passado, as vendas de automóveis de passeio e comerciais leves, como picapes, caíram 7,5% ante maio de 2013. Em relação a abril, a queda foi de 0,6%. Hoje, a Fenabrave, entidade que

abriga as concessionárias de veículos, divulga o balanço consolidado das vendas do setor em maio. A entidade também pode revisar suas previsões para o ano, que, por enquanto, apontam para estagnação ou, na pior das hipóteses, queda de 3,2% das vendas de veículos. Na quinta-feira, será a vez de a Anfavea, associação das montadoras, divulgar os resultados de vendas, produção, exportação e estoques da indústria no mês passado. (EL)

dos em terreno americano vieram abaixo das estimativas. O índice ISM de atividade industrial do país foi para 55,4 pontos em maio, acima dos 54,9 pontos registrados em abril, mas levemente abaixo da previsão de 55,6 pontos. Já os gastos com construção subiram 0,2% em abril na comparação mensal. A expectativa era de alta de 0,6%.

De acordo com a empresa, os veículos envolvidos no chamado podem apresentar problemas na fixação do airbag. Caso os parafusos de fixação não tenham sido apertados adequadamente no processo de montagem do carro, existe a possibilidade de que eles possam se soltar, causando uma vibração dentro do volante. Nessa situação, caso haja um acidente, o airbag pode não se expandir de forma adequada e reduzir a proteção dos ocupantes do veículo. A Hyundai diz que, mesmo com o defeito, não há risco de que o airbag não infle em caso de acidente.

Curtas Statoil no pós-sal

A Statoil vai pedir, ainda este mês, a anexação do campo de Pitangola ao campo de Peregrino, ambos no pós-sal da bacia de Campos. A informação é do presidente da companhia, André Jacques de Paiva Leite. A operação, conhecida como unitização, deve ser autorizada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), e é processo necessário para que a companhia agregue área que ultrapasse suas divisas. Neste caso específico, os dois campos têm os mesmos donos. A petroleira tem 60% e a chinesa Sinochem, 40%. Hoje Peregrino já produz 100 mil barris de óleo por dia. A conclusão da unitização é o primeiro passo para a segunda fase de exploração do campo, que deve entrar em operação em 2019. A inclusão de Pitangola vai aumentar o volume de óleo disponível para a produção de Peregrino, e deve exigir mais uma plataforma.

Petróleo cai

Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda ontem, pressionados pelas preocupações com a redução da demanda após dados divulgados pela manhã nos Estados Unidos. Em Nova York, o contrato do WTI para julho caiu US$ 0,24 (0,2%) e fechou a 102,47 o barril. Em Londres, o contrato do Brent para o mesmo mês desceu 0,47 (0,4%) e fechou a US$ 108,94 o barril. Mais uma vez, os dados divulga-

Brasil Brokers e Lopes

O banco Morgan Stanley reduziu em 15% a estimativa de vendas para as imobiliárias Brasil Brokers e Lopes neste ano, diante da piora na confiança do consumidor e do aumento dos estoques. “Alguns investidores podem ser atraídos pelos baixos níveis de preço em relação aos fundamentos, combinado com a perspectiva de forte crescimento dos lucros entre 2015 e 2016. Mas serão cortes de custos que promoverão este avanço, não a receita”, escrevem os analistas Rafael Pinho e Jorel Guilloty em relatório. Segundo eles, o desempenho das ações dessas empresas está mais direcionado ao faturamento, não ao crescimento do lucro.

Recall da Hyundai

A Hyundai está convocando os proprietários de 26.681 veículos do modelo ix35 para um recall devido a problemas no airbag. O chamado inclui os veículos importados, fabricados entre 3 de janeiro de 2011 até 23 de maio de 2013.

Fábrica da Kia no México

A Kia Motors planeja anunciar em breve uma nova fábrica no México, afirmaram duas fontes com conhecimento do assunto. A fábrica será erguida em Monterrey e terá capacidade de 300 mil veículos por ano. A unidade vai produzir inicialmente dois modelos de carros pequenos, disse uma das fontes à Reuters. A instalação vai ajudar a companhia a atender a demanda dos Estados Unidos, onde a única fábrica da Kia trabalha em plena capacidade. Perguntado sobre uma nova fábrica da companhia no México, um porta-voz da empresa afirmou à Reuters que a Kia está considerando várias opções para resolver restrições de capacidade nos Estados Unidos, mas que nenhuma decisão foi tomada.


Clipping Venda de veículos cai 7% em maio e segue em baixa no ano 4345339 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 03/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=EMvhY/AuznZ07uFP/+YilcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.valor.com.br/empresas/3572016/venda-de-veiculos-cai-7-em-maio-e-segue-embaixa-no-ano#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Eduardo Laguna Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345339.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 117,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 21600233,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 117,00 Total: 0,0000


Im prim ir ()

03/06/2014 - 05:00

Venda de veículos cai 7% em maio e segue em baixa no ano Por Eduardo Laguna

As v endas de v eículos nov os no país, entre carros de passeio, utilitários lev es, caminhões e ônibus, caíram 7 ,2% em maio, comparativ amente ao mesmo período de 201 3. No total, 293,4 mil unidades foram emplacadas no mês passado, praticamente repetindo o v olume de abril (293,2 mil v eículos), que, contudo, tev e um dia útil a menos de v enda. Na média diária, que elimina o efeito de feriados, foram v endidos, a cada dia útil de maio, 7 50 carros a menos do que em abril, conforme dados preliminares, sujeito a lev es ajustes. O resultado só não foi pior porque houv e forte aceleração no ritmo de licenciamentos nos últimos dias do mês passado. Entre quinta-feira e sex ta-feira da semana passada, o v olume de emplacamentos diários passou de 1 8 mil v eículos, bem acima da média próx ima de 1 4 mil unidades do mês. Ainda assim, o mercado aprofundou para 5,5% a queda das v endas no acumulado do ano, que estav a em 5% no fechamento de abril, em números que incluem caminhões e ônibus. A gora, a diferença negativ a de 201 4 ante o ano passado passa de 81 mil v eículos, ou o equiv alente a quase seis dias de v enda. No mês passado, o mercado de caminhões esboçou uma reação, como resultado da melhora nas condições de financiamento a bens de capital do Banco Nacional de Desenv olv imento Econômico e Social (BNDES). Com 1 2,7 mil caminhões emplacados em maio, o v olume superou em 1 6,2% o resultado de abril e ainda ficou ligeiramente acima - em 1 5 unidades - do desempenho de um ano atrás. A diferença em relação a maio de 201 3 é mínima, mas tem v alor simbólico por interromper a sequência de quedas acumuladas pela indústria de v eículos pesados desde o início do ano. O mercado de carros, por outro lado, segue em queda liv re. No mês passado, as v endas de automóv eis de passeio e comerciais lev es, como picapes, caíram 7 ,5% ante maio de 201 3. Em relação a abril, a queda foi de 0,6%. Hoje, a Fenabrav e, entidade que abriga as concessionárias de v eículos, div ulga o balanço consolidado das v endas do setor em maio. A entidade também pode rev isar suas prev isões para o ano, que, por enquanto, apontam para estagnação ou, na pior das hipóteses, queda de 3,2% das v endas de v eículos. Na quinta-feira, será a v ez de a A nfav ea, associação das montadoras, div ulgar os resultados de v endas, produção, ex portação e estoques da indústria no mês passado.


Clipping Hora de garimpar ofertas em veículos novos 4345341 - DIÁRIO DO NORDESTE - WEB - WEB - 03/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=EMvhY/AuznadrQr7fWxc9sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/hora-de-garimpar-ofertasem-veiculos-novos-1.1028271 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345341.pdf

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SEMINOVOS GANHAM MERCADO

Hora de garimpar ofertas em veículos novos 03.06.2014

Feirões e promoções são estratégia para driblar a queda de vendas no setor durante o primeiro semestre Tweet

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As políticas de incentivo ao consumo aplicadas nos últimos meses pelo governo puseram o mercado de automóveis novos e o de usados em posições opostas no primeiro semestre de 2014, pelo que contam os presidentes da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores no Ceará (Fenabrave-CE), Fernando Ponte, e do Sindicato dos Revendedores de Veículos Automotores do Ceará (Sindivel-CE), Everton Fernandes.

Enquanto as concessionárias de automóveis novos experimentam queda nas vendas, os usados estão tendo uma boa receptividade. Para quem deseja comprar o carro zero, vale buscar as promoções e preços mais competitivos FOTO: TUNO VIEIRA

Os números das duas entidades apontam que, enquanto a primeira acumula uma queda de 6% no número de veículos vendidos e busca a manutenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para equilibrar o caixa até o fim do ano, a outra contabiliza o mesmo percentual, só que para cima, e deve aumentar ainda mais a média até dezembro.

"O primeiro semestre desse ano não foi bom e ele não acompanhou o ritmo dos anos anteriores. A tendência natural e histórica era que o setor emplacava entre 6 mil e 6,5 mil carros e, hoje, estamos aí emplacando em torno de 4,5 mil ao mês", lamentou Ponte. Como principal motivo desse freio nas vendas, o presidente da Fenabrave-CE apontou para o arrefecimento da economia devido aos muitos feriados e as condições de endividamento, o que, para ele, causou retração no comércio e também nas instituições bancárias. Já para o Sindivel-CE, o ritmo aumentou nos últimos cinco meses com a comercialização mensal média de 17,5 mil veículos seminovos no Ceará. "Mas não é interessante que o mercado de novos esteja em queda e nós em crescimento. Até porque ano passado a gente caiu muito, por isso tivemos espaço para crescer", considerou Fernandes. Pressão sobre IPI Para o segundo semestre, os dois despejam, sobre possíveis mudanças no IPI, as expectativas de aumentar os indicadores positivos dos respectivos negócios. "Se não for mantida a alíquota do IPI, a tendência é de seis meses de dureza", atesta de imediato o presidente da Fenabrave-CE, ao mesmo tempo em que declara: "Acredito que o governo federal, na pior das hipóteses, mantenha o IPI no patamar em que está hoje". De acordo com Ponte, existe a possibilidade concreta de a alíquota ser zerada até o fim do ano a partir


das pressões das montadoras de veículos junto ao Ministério da Fazenda. "A gente é favorável à redução do IPI, mas não como ela é feita pelo governo: aplicada emergencialmente, reduz para não sacrificar emprego. Queremos que seja um aumento definitivo, de médio e longo prazo, que acabe ondulações e promova um crescimento retilíneo e constante", ponderou o presidente do Sindivel-CE - setor que mais sofre com a facilidade de vendas dos carros novos. Ainda como estratégia de equilibrar o caixa neste ano, o presidente da Fenabrave-CE que o segmento fará "mais promoções e mais feirões" no segundo semestre, com ou sem alteração do IPI para os automóveis. 'Tributação precisa mudar' Para resolver e empregar esta estabilidade de crescimento defendida pelos dois presidentes, ambos apontam para uma reforma necessária na política tributária brasileira. O principal argumento é a elasticidade do mercado, que responde muito forte aos incentivos. "Então, todo incentivo ou penalidade vai influenciar bem mais que a força aplicada. Quando o governo age, a gente tem picos altos e depois baixos, e o que a gente quer é que as interferências sejam políticas de longo prazo e não paliativas", finaliza Fernandes. Armando de Oliveira Lima Repórter


Clipping Desenvolvimento Econômico discute garantias para concessionárias de automóveis 4345342 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - WEB - WEB - 02/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=EMvhY/AuznZAupA06mMjD8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/INDUSTRIA-E-COMERCIO/469399DESENVOLVIMENTO-ECONOMICO-DISCUTE-GARANTIAS-PARA-CONCESSIONARIASDE-AUTOMOVEIS.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação - RL Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345342.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1,00 Total: 0,0000


02/06/2014 - 10h44

Desenvolvimento Econômico discute garantias para concessionárias de automóveis A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio debate nesta terça-feira (3) audiência pública para debater proposta que visa dar segurança e garantia de sobrevivência às concessionárias que vendem automóveis, em caso de rescisão contratual. O debate foi proposto pelo deputado Osmar Terra (PMDB-RS). Para ele, a legislação atual não dá “nenhuma segurança e garantia de sobrevivência ao concessionário em caso de rescisão contratual, que pode ser feita pelo concedente a qualquer momento, pelo simples fato de não estar cumprindo as metas, muitas vezes absurdas e incompatíveis com seu mercado”. Foram convidados: - o ministro do Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos; - a secretária nacional do consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva; - o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan Yabiku Júnior; - o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Antônio Meneghetti; - o presidente da Associação das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), Marcel Visconde. A reunião será realizada às 14h30, no plenário 5.

Íntegra da proposta: PL-7200/2014 Da Redação - RL A re produçã o da s notícias é autoriza da desde que contenha a a ssina tura 'Agência Câ m a ra Notícia s'


Clipping Desenvolvimento Econômico discute garantias para concessionárias de automóveis 4345343 - SURGIU - WEB - WEB - 02/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=EMvhY/AuznZZHvqtd4SbfMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://surgiu.com.br/noticia/156200/desenvolvimento-economico-discute-garantias-paraconcessionarias-de-automoveis.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345343.pdf

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Desenvolvimento Econômico discute garantias para concessionárias de automóveis O debate foi proposto pelo deputado Osmar Terra (PMDB-RS) Postada em : 02/06/2014 ás 15:06:24

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http://surgiu.com/n/156200

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio debate nesta terça-feira (3) audiência pública para debater proposta que visa dar segurança e garantia de sobrevivência às concessionárias que vendem automóveis, em caso de rescisão contratual. O debate foi proposto pelo deputado Osmar Terra (PMDBRS). Para ele, a legislação atual não dá “nenhuma segurança e garantia de sobrevivência ao concessionário em caso de rescisão contratual, que pode ser feita pelo concedente a qualquer momento, pelo simples fato de não estar cumprindo as metas, muitas vezes absurdas e incompatíveis com seu mercado”. Foram convidados: - o ministro do Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos; - a secretária nacional do consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva; - o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan Yabiku Júnior; - o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Antônio Meneghetti; - o presidente da Associação das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), Marcel Visconde.

Foto:

Fonte: AG. CÂMARA

Postador: Chris Rodrigues


Clipping Maio confirma nova queda de vendas 4345344 - AUTOMOTIVE BUSINESS - WEB - WEB - 02/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=EMvhY/AuznZIf5IPh5UPBMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/19753/maio-confirma-nova-queda-de-vendas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345344.pdf

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02/06/2014 | 15h15

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Maio confirma nova queda de vendas Com 1,3 milhão de veículos leves, retração sobe para 5,2% no ano PEDRO KUTNEY, AB Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves em maio somaram 278,3 mil unidades, o que significou queda de 0,6% sobre os 279,8 mil de abril passado. A retração se aprofunda na comparação anual, 7,4% ante maio de 2013, quando foram licenciados 300,6 mil veículos leves. No acumulado de cinco meses, 2014 teve 1,33 milhão de carros vendidos contra 1,4 milhão no mesmo intervalo de 2013, com declínio de 5,2%. Os números do Registro Nacional de Veículos (Renavam) foram repassados a Automotive Business pela consultoria Carcon Automotive, que chama a atenção também para a redução do movimento diário de emplacamentos. Na comparação entre os dois últimos meses, houve queda de 5,3%, com 13,2 mil licenciamentos por dia útil nos 21 dias úteis de maio, enquanto abril teve 14 mil/dia em 20 dias úteis. Desde março o mercado de veículos leves no País inverteu seu sinal de positivo para negativo, com quedas que vêm se aprofundado mês a mês, em virtude de elevação de preços e dificuldade de aprovação de crédito. Espera-se por retração ainda maior em junho, com o início da Copa do Mundo e muitos dias de negócios paralisados ou muito fracos. No ritmo atual, fica cada vez mais difícil sustentar previsões de crescimento das vendas em 2014 – a associação dos fabricantes, a Anfavea, projetou alta de 1,1% no início deste ano e evita refazer a estimativa, na tentativa de não induzir a resultado ainda pior. A associação dos concessionários, a Fenabrave, irá comentar os números nesta terça-feira, 2, e promete refazer suas projeções. Ainda que o resultado negativo já pareça estar dado para 2014, alguns fatores ainda podem mudar o prognóstico de “muito ruim” para apenas “ruim” ou “razoável”. Na virada deste mês o IPI aplicado sobre veículos está previsto para voltar ao nível normal de 3% para 7% no caso de modelos 1.0 e de 7% para 11% no caso dos equipados com motores flex (etanol-gasolina) de 1.1 a 2.0. Embora a Anfavea negue que tenha pedido ao governo para segurar o reajuste do imposto, existem fortes indícios de que o desconto será prorrogado, segundo fontes familiarizadas com essa negociação. Também estão no horizonte medidas para destravar as concessões de crédito, como a criação de um fundo garantidor e legislação mais rígida para a retomada do veículos em caso de inadimplência. Até o momento, contudo, as discussões não saíram do campo de sugestões e conjecturas.


Clipping Sandero surpreende nas vendas em maio 4345346 - ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 02/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=EMvhY/AuznYfO7tBHvz2SsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/mercado,sandero-surpreende-nasvendas-em-maio,19308,0.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345346.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 70,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 113653235,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 70,00 Total: 0,0000


02.06.2014 - 14:57

Sandero surpreende nas vendas em maio Em mês de queda, Gol se mantém na liderança e Renault Sandero aparece como surpresa na sexta posição

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Renault/Divulgação Renault Sandero tem bom desempenho nas vendas em maio Os 10 veículos mais emplacados de maio foram o Volkwagen Gol (15.189), Fiat Palio (14.910), Fiat Strada (12.616), Chevrolet Onix (11.698), Ford Fiesta (10.977), Renault Sandero (9.912), Hyundai HB20 (9.757), Fiat Siena (8.980), Fiat Uno (7.872) e Volkswagen Voyage (7.593). ++ Siga o Jornal do Carro no Facebook ++ Hyundai terá fábrica no México ++ Sandero encar VW Gol com novo motor De acordo com dados da Renavam, fornecidos pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos), foram emplacadas 277.862 unidades em maio, queda de 0,7% em relação a abril, que marcou 279.753 carros vendidos. Se a comparação for feita com maio de 2013, a queda é de 7,5%. Uma das surpresas do mês foi a subida do Renault Sandero. Prestes a receber atualização em julho, o modelo atual é alvo de boas ofertas nas concessionárias para limpar o estoque.


Novo Renault Sandero 2015 Tweetar

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Clipping Venda de veículos cai 7% em maio e segue em baixa no ano 4345882 - UDOP - WEB - WEB - 03/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=jKnjGylEXzol3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1114331 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345882.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1,00 Total: 0,0000


Venda de veículos cai 7% em maio e segue em baixa no ano

03/06/14 - As vendas de veículos novos no país, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, caíram 7,2% em maio, comparativamente ao mesmo período de 2013. No total, 293,4 mil unidades foram emplacadas no mês passado, praticamente repetindo o volume de abril (293,2 mil veículos), que, contudo, teve um dia útil a menos de venda. Na média diária, que elimina o efeito de feriados, foram vendidos, a cada dia útil de maio, 750 carros a menos do que em abril, conforme dados preliminares, sujeito a leves ajustes. O resultado só não foi pior porque houve forte aceleração no ritmo de licenciamentos nos últimos dias do mês passado. Entre quinta-feira e sexta-feira da semana passada, o volume de emplacamentos diários passou de 18 mil veículos, bem acima da média próxima de 14 mil unidades do mês. Ainda assim, o mercado aprofundou para 5,5% a queda das vendas no acumulado do ano, que estava em 5% no fechamento de abril, em números que incluem caminhões e ônibus. Agora, a diferença negativa de 2014 ante o ano passado passa de 81 mil veículos, ou o equivalente a quase seis dias de venda. No mês passado, o mercado de caminhões esboçou uma reação, como resultado da melhora nas condições de financiamento a bens de capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com 12,7 mil caminhões emplacados em maio, o volume superou em 16,2% o resultado de abril e ainda ficou ligeiramente acima em 15 unidades - do desempenho de um ano atrás. A diferença em relação a maio de 2013 é mínima, mas tem valor simbólico por interromper a sequência de quedas acumuladas pela indústria de veículos pesados desde o início do ano. O mercado de carros, por outro lado, segue em queda livre. No mês passado, as vendas de automóveis de passeio e comerciais leves, como picapes, caíram 7,5% ante maio de 2013. Em relação a abril, a queda foi de 0,6%. Hoje, a Fenabrave, entidade que abriga as concessionárias de veículos, divulga o balanço consolidado das vendas do setor em maio. A entidade também pode revisar suas previsões para o ano, que, por enquanto, apontam para estagnação ou, na pior das hipóteses, queda de 3,2% das vendas de veículos. Na quinta-feira, será a vez de a Anfavea, associação das montadoras, divulgar os resultados de vendas, produção, exportação e estoques da indústria no mês passado.

Eduardo Laguna Fonte: Valor Econômico


Clipping Venda de comerciais leves supera os carros no Amazonas em maio 4345968 - D24 AM - WEB - WEB - 03/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4UkY/MaGOsOHFsggXnUpQcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.d24am.com/noticias/economia/venda-de-comerciais-leves-supera-os-carros-noamazonas-em-maio/113219 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Henrique Saunier Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\03\4345968.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


Venda de comerciais leves supera os carros no Amazonas em maio 03 Jun 2014 . 08:30 h . Henrique Saunier . portal@d24am.com

Foram comercializadas 5,2 mil unidades no mês Manaus - As c onc essionárias de veíc ulos do Amazonas comercializaram 5,2 mil unidades em maio. O volume c resceu 1,75% sobre igual mês de 2013, c om único destaque positivo para os caminhões e comerc iais leves. Automóveis e motocic letas apresentaram queda nas vendas, no quinto mês de 2014. Os dados são da Federaç ão Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Cerca de 2 mil carros foram vendidos em maio, uma queda de 1,41% em relaç ão a igual mês de 2013. Apesar do resultado ruim, o gerente comercial da Mavel, Vanius de Castro, avaliou maio c omo o melhor mês para a c oncessionária, princ ipalmente se comparado com o frac o desempenho que 2014 vem apresentando. “No ano c omo um todo, as vendas estão ruins, porque ainda estamos c om muita restriç ão de crédito. Nos últimos c inco meses tivemos uma queda acumulada de 4,3%. Mas em relação a maio, foi o melhor mês de vendas na comparação com o ano passado, com um crescimento de 7,8%”, avaliou. Castro afirmou, também, que mesmo com a realizaç ão da Copa do Mundo, junho pode ser bom para o setor, pois é o último antes do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) voltar à sua alíquota normal. “Isso deve oc asionar uma c orrida na procura do consumidor para garantir um veíc ulo com o IPI reduzido”, acresc entou. A venda de motocic letas também caiu 3,5% em maio, quando 2,1 mil unidades foram comerc ializadas no varejo. Os veículos que registraram maior inc remento nas vendas foram os comerciais leves, uma alta de 26,3% no mês. As pic apes e utilitários evitaram que o setor apresentasse índices negativos em maio, ao vender 883 unidades. Logo em seguida, as lojas tiveram uma saída de 98 caminhões, que apesar da quantidade pequena em números absolutos, a alta no período foi de 16,6%. No Brasil, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves em maio somaram 278,3 mil unidades, o que significou queda de 7,4% ante maio de 2013, quando foram licenc iados 300,6 mil veículos. Na Região Norte, em maio, o Amazonas só perdeu para o Pará na venda de veíc ulos, com 13 mil unidades.


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