Clipping Fenabrave 03.09.2014

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Clipping Venda de carros novos tem queda de 70% em agosto 4611132 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - ECONOMIA - SANTO ANDRÉ - SP - 03/09/2014 - Pág 10 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dvJVdrZn04GLtgoo4U+fAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SANTO ANDRÉ Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611132.pdf

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Clipping Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto 4612419 - UOL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ0TCupUahKui8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2014/09/02/vendas-de-automoveis-caem-738-nobrasil-em-agosto.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612419.pdf

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Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto COMENTE

02/09/2014

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Brasília, 2 set (EFE).- As vendas de automóveis caíram 7,38% no Brasil em agosto em relação a junho, segundo um relatório divulgado pela Federação de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação a agosto de 2013 a queda foi de 17,12%, enquanto nos primeiros oito meses de 2014 a baixa acumulada é de 9,73% frente ao mesmo período do ano anterior. Esses dados reforçam a preocupação em um setor que o próprio governo considera fundamental para evitar um aumento da taxa de desemprego, que atualmente está em torno de 5,5%. O setor automotivo recebeu fortes incentivos fiscais nos últimos anos por meio de programas criados para promover o emprego e, ao mesmo tempo, estimular o consumo.


Clipping Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto 4612417 - ÚLTIMO INSTANTE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ3zFXM5gLiwO8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/economia/vendas-de-automoveis-caem738-brasil-em-agosto/604335/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612417.pdf

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Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto Notícia postada por: Bianca Hayashi

02/09/2014 - 14:49 h

em Economia, Setores, Últimas Notícias

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As vendas de automóveis caíram 7,38% no Brasil em agosto em relação a junho, segundo um relatório divulgado pela Federação de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave).

Em relação a agosto de 2013 a queda foi de 17,12%, enquanto nos primeiros oito meses de 2014 a baixa acumulada é de 9,73% frente ao mesmo período do ano anterior.

Esses dados reforçam a preocupação em um setor que o próprio governo considera fundamental para evitar um aumento da taxa de desemprego, que atualmente está em torno de 5,5%.

O setor automotivo recebeu fortes incentivos fiscais nos últimos anos por meio de programas criados para promover o emprego e, ao mesmo tempo, estimular o consumo.

Com Agência EFE


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave 4612420 - AGÊNCIA RIO DE NOTÍCIAS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ32c17nVFQqSMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.agenciario.com/materia.asp?cod=119098 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612420.pdf

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Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave Da Redação com Agências

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A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação c om o mês anterior, mostra levantamento divulgado nesta terça-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuiç ão de Veíc ulos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercializaç ão. Também houve queda no c omparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, c om um ac umulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participaç ão no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veíc ulos c omerc iais leves (c omo vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negoc iados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relaç ão a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o rec uo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos c omerc iais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos. C/ AGÊNCIA BRASIL YR


Clipping Entre os 10 mais vendidos, só 4 carros tiveram alta nas vendas 4612416 - TN ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ1QT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://tnonline.com.br/noticias/economia/34,287765,02,09,entre-os-10-mais-vendidos-so-4carros-tiveram-alta-nas-vendas-.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612416.pdf

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Entre os 10 mais vendidos, só 4 carros tiveram alta nas vendas O Renault Sandero ficou a frente da linha de vendas, que passou de 5.425 para 7.287 veículos FolhaPress, em Tribuna do Norte

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Foto: arquivo

SÃO PAULO, SP - Dos dez automóveis de passeio e comerciais leves mais vendidos no país em agosto, apenas quatro modelos venderam mais do que em julho. O que apresentou maior variação, de 34,2%, foi o Renault Sandero, que passou de 5.425 para 7.287 unidades vendidas. Em segundo lugar nesse quesito ficou o Cross Fox, que aumentou as vendas em 14,6% de um mês para o outro -de 7.284 para 8.348 carros comercializados. Nas posições seguintes estão dois modelos da Fiat, o Uno e o Strada. O primeiro


vendeu 10.922 unidades em agosto contra 9.613 em julho, com alta de 13,6%. Já o segundo registrou crescimento de 2,1% na quantidade de carros vendidos, passando de 12.850 para 12.585 unidades.

RANKING Em relação à lista dos mais vendidos em agosto, o Fiat Palio e o Gol mantiveram o primeiro e o segundo lugares, respectivamente. Outros modelos da Fiat, o Uno e o Strada, subiram no ranking. O Strada passou de 4ª para 3ª posição e o Uno, da 7º para a 4ª. Entre os que caíram na lista estão o Chevrolet Onix, que passou do 3º para o 5º lugar e o Hyundai HB20, que saiu do 5º para o 6º lugar.

VEÍCULO -- UNIDADES VENDIDAS EM AGOSTO -- UNIDADES VENDIDAS EM JULHO -- VARIAÇÃO -- POSIÇÃO EM JULHO Fiat Palio -- 14.305 -- 15.989 -- -10,5% -- 1º VW Gol -- 14.198 -- 14.347 -- -1,0% -- 2º Fiat Strada -- 12.850 -- 12.585 -- 2,1% -- 4º Fiat Uno -- 10.922 -- 9.613 -- 13,6% -- 7º Chevrolet Onix -- 10.285 -- 14.015 -- -26,6% -- 3º Hyundai HB20 -- 9.074 -- 10.857 -- -16,4% -- 5º Ford Fiesta -- 8.505 -- 10.591 -- -19,7% -- 6º Fiat Siena -- 8.469 -- 8.949 -- -5,4% -- 8º VW Fox/Cross Fox -- 8.348 -- 7.284 -- 14,6% -- 11º Renault Sandero -- 7.278 -- 5.425 -- 34,2% -- 15º

Fonte: Fenabrave


Clipping Atualização – Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612418 - ÚLTIMO INSTANTE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ1GY7J4Y8QZpsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/economia/atualiza-2-vendas-de-veiculosnovos-caem-em-agosto-e-concessionarias-ja-esperam-2015-fraco/604390/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612418.pdf

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Atualização – Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco Notícia postada por: Thomson Reuters

02/09/2014 - 16:04 h

em Economia, Últimas Notícias

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(Texto atualizado com mais informações) SÃO PAULO, 2 Set (Reuters) – As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a mostrar fraqueza em agosto e as concessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015, pondo em risco o nível de emprego de um setores mais importantes da economia. Refletindo a combinação de fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB) e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a associação das concessionárias, Fenabrave. Contra julho, a queda foi de 7,56 por cento. No acumulado do ano, as vendas somaram 2,23 milhões de unidades, queda de 9,7 por cento ante os primeiros oito meses de 2013. "Essa é a realidade atual do país e também a nossa", disse a jornalistas o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "E com os ajustes econômicos esperados para a virada do ano, prevemos que mercado de veículos deve ser parecido em 2015." Os comentários ilustram a crise do setor automobilístico, responsável por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. Após ter batido sucessivos recordes de vendas, o segmento teve em 2013 a primeira queda nas vendas em uma década, mesmo com a manutenção de incentivos fiscais. Segundo Meneghetti, novas medidas anunciadas recentemente pelo governo federal podem repercutir positivamente nas vendas de veículos no último trimestre do ano. Especificamente, reformas na legislação para dar maiores garantias aos bancos poderiam aumentar em 20 por cento os financiamentos de veículos em relação aos níveis atuais, quando entrarem em vigor, disse o presidente da Fenabrave. Mas a conjuntura macroeconômica adversa, que pode ainda se


agravar caso se confirmem as previsões de que o próximo governo federal terá que tomar medidas que agravariam as dificuldades na economia, não deixam espaço para grande otimismo. Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas precisam ficar vivas." Considerando todas as faixas de veículos, incluindo caminhões, ônibus, motos, tratores e máquinas agrícolas, as vendas de agosto cairam 16,05 por cento no ano a ano. Nos oito primeiros meses do ano, o mercado vendeu 8,62 por cento menos. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves caíram 17,1 por cento em agosto na comparação anual, para 259.152 unidades.

(Por Aluísio Alves; Edição de Cesar Bianconi) ((Cesar.Bianconi@thomsonreuters.com; +55 11 5644-7745; Reuters Messaging:cesar.bianconi.reuters.com@reuters.net))


Clipping Dólar tem alta sobre real, na esteira internacional 4612408 - YAHOO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ3P6RFv01B7R8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

https://br.noticias.yahoo.com/d%C3%B3lar-tem-alta-real-esteira-internacional-125700278-finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612408.pdf

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Clipping Vendas de veículos recuam 17,2% em agosto ante 2013, aponta Fenabrave 4612409 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ2d2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.valor.com.br/empresas/3678896/vendas-de-veiculos-recuam-172-em-agostoante-2013-aponta-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Eduardo Laguna Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612409.pdf

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Clipping Fenabrave: venda de veículos leves cai 7,38% em agosto 4612405 - O POVO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ3IJkQ1hyQY0cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2014/09/02/noticiaseconomiaae,3308003/fenabra ve-venda-de-veiculos-leves-cai-7-38-em-agosto.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612405.pdf

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Clipping Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave 4612406 - INTER JORNAL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ177oOtwwV7WsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.interjornal.com.br/noticia/27717101/ultimas-noticias/venda-de-carros-cai-74-emagosto-diz-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612406.pdf

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Clipping Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave 4612407 - ALAGOAS 24 HORAS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cVnRzjNnEJ2KYNOFq8pgg8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=208890 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Autoesporte Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612407.pdf

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Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612392 - MSN NOTICIAS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xq20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.br.msn.com/brasil/vendas-de-ve%c3%adculos-novos-caem-em-agosto-econcession%c3%a1rias-j%c3%a1-esperam-2015-fraco-2 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612392.pdf

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Atualizado: 02/09/2014 16:14 | Por Reuters, Reuters

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SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a mostrar fraqueza em agosto e as concessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015, pondo em risco o nível de emprego de um setores mais importantes da economia. Refletindo a combinação de fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB) e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a associação das concessionárias, Fenabrave. Contra julho, a queda foi de 7,56 por cento. No acumulado do ano, as vendas somaram 2,23 milhões de unidades, queda de 9,7 por cento ante os primeiros oito meses de 2013. "Essa é a realidade atual do país e também a nossa", disse a jornalistas o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "E com os ajustes econômicos esperados para a virada do ano, prevemos que mercado de veículos deve ser parecido em 2015." Os comentários ilustram a crise do setor automobilístico, responsável por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. Após ter batido sucessivos recordes de vendas, o segmento teve em 2013 a primeira queda nas vendas em uma década, mesmo com a manutenção de incentivos fiscais. Segundo Meneghetti, novas medidas anunciadas recentemente pelo governo federal podem repercutir positivamente nas vendas de veículos no último trimestre do ano. Especificamente, reformas na legislação para dar maiores garantias aos bancos poderiam aumentar em 20 por cento os financiamentos de veículos em relação aos níveis atuais, quando entrarem em vigor, disse o presidente da Fenabrave. Mas a conjuntura macroeconômica adversa, que pode ainda se agravar caso se confirmem as previsões de que o próximo governo federal terá que tomar medidas que agravariam as dificuldades na economia, não deixam espaço para grande otimismo. Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas precisam ficar vivas." Considerando todas as faixas de veículos, incluindo caminhões, ônibus, motos, tratores e máquinas agrícolas, as vendas de agosto cairam 16,05 por cento no ano a ano. Nos oito primeiros meses do ano, o mercado vendeu 8,62 por cento menos. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves caíram 17,1 por cento em agosto na comparação anual, para 259.152 unidades. (Por Aluísio Alves)


Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612397 - UOL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xp+L8tgIlp2ZcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://carros.uol.com.br/noticias/reuters/2014/09/02/vendas-de-veiculos-novos-caem-emagosto-e-concessionarias-ja-esperam-2015-fraco.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612397.pdf

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SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a mostrar fraqueza em agosto e as concessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015, pondo em risco o nível de emprego de um setores mais importantes da economia. Refletindo a combinação de fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB) e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a


associação das concessionárias, Fenabrave. Contra julho, a queda foi de 7,56 por cento. No acumulado do ano, as vendas somaram 2,23 milhões de unidades, queda de 9,7 por cento ante os primeiros oito meses de 2013. "Essa é a realidade atual do país e também a nossa", disse a jornalistas o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "E com os ajustes econômicos esperados para a virada do ano, prevemos que mercado de veículos deve ser parecido em 2015." Os comentários ilustram a crise do setor automobilístico, responsável por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. Após ter batido sucessivos recordes de vendas, o segmento teve em 2013 a primeira queda nas vendas em uma década, mesmo com a manutenção de incentivos fiscais. Segundo Meneghetti, novas medidas anunciadas recentemente pelo governo federal podem repercutir positivamente nas vendas de veículos no último trimestre do ano. Especificamente, reformas na legislação para dar maiores garantias aos bancos poderiam aumentar em 20 por cento os financiamentos de veículos em relação aos níveis atuais, quando entrarem em vigor, disse o presidente da Fenabrave. Mas a conjuntura macroeconômica adversa, que pode ainda se agravar caso se confirmem as previsões de que o próximo governo federal terá que tomar medidas que agravariam as dificuldades na economia, não deixam espaço para grande otimismo. Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas precisam ficar vivas." Considerando todas as faixas de veículos, incluindo caminhões, ônibus, motos, tratores e máquinas agrícolas, as vendas de agosto cairam 16,05 por cento no ano a ano. Nos oito primeiros meses do ano, o mercado vendeu 8,62 por cento menos. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves caíram 17,1 por cento em agosto na comparação anual, para 259.152 unidades. (Por Aluísio Alves)


Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612396 - YAHOO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xpEStGTC+F8S8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

https://br.noticias.yahoo.com/vendas-ve%C3%ADculos-novos-caem-em-agosto-econcession%C3%A1rias-191226530--finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612396.pdf

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leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a associação das concessionárias, Fenabrave. Contra julho, a queda foi de 7,56 por cento. No acumulado do ano, as

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Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas precisam ficar vivas." Considerando todas as faixas de veículos, incluindo caminhões, ônibus, motos, tratores e máquinas agrícolas, as vendas de agosto cairam 16,05 por cento no ano a ano. Nos oito primeiros meses do ano, o mercado vendeu 8,62 por cento menos. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves caíram 17,1 por cento em agosto na comparação anual, para 259.152 unidades. (Por Aluísio Alves)


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% no Brasil 4612395 - JORNAL VS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xreg56jHudxLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornalvs.com.br/_conteudo/2014/09/noticias/pais/79451-venda-de-veiculos-temqueda-de-7-43-no-brasil.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612395.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 27,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 27,00 Total: 0,0000


Venda de veículos tem queda de 7,43% no Brasil No total, foram vendidos 404.217 automóveis em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014

Agência Brasil A venda de veículos no País registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado nesta terça-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período de 2013, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto 4612394 - IMIRANTE.COM - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xpPfz+jp3ZTJsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://imirante.globo.com/brasil/noticias/2014/09/02/venda-de-veiculos-tem-queda-de-7-43em-agosto.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612394.pdf

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Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto AGÊNCIA BRAS IL 02/09/2014 às 13h57

Os dados da pesquisa são da Fenabrave.

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Reprodução/Internet

BRASÍLIA - A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado nesta terça-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Saiba Mais Vendas de veículos devem crescer 14% no segundo semestre, prevê Anfavea. Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%.


No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando, apenas, a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos. Leia outras notícias em imirante.globo.com. Siga, também, o Imirante no Twitter e curta nossa página no Facebook. Envie informações à Redação do Portal porWhatsApp pelo telefone (98) 9209 2383.


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto 4612393 - ECONOMIA SC - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xpcK9HF1X1MCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://economiasc.com.br/venda-de-veiculos-tem-queda-de-743-em-agosto/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612393.pdf

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Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto 2 de setembro de 2014 às 13:28 A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Foto: Divulgação período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com

A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos. (Agência Brasil)


Clipping Queda em venda de veículos em agosto surpreende setor 4612398 - FOLHA VITÓRIA - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xrb1L02C1FcTcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/2014/09/queda-em-venda-de-veiculos-emagosto-surpreende-setor.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612398.pdf

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02/09/2014 às 14h47

Queda em venda de veículos em agosto surpreende setor Estadão Conteúdo Redação Folha Vitória

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São Paulo - O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, afirmou nesta terça-feira, 02, que a entidade foi surpreendida com a queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves em agosto ante julho e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre do ano. "Fomos surpreendido com um mês de agosto menor até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou Meneghetti durante entrevista coletiva para comentar os resultados de agosto. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave prevê que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro. Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas ontem por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência. Estoques Meneghetti afirmou também que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, no caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias. Em entrevista coletiva para comentar os resultados do setor de agosto, Meneghetti também avaliou que as eleições gerais deste ano não devem alterar o comportamento do consumidor. "Vai alterar é o do empresário que investe. Esse vai estar esperando para ver o que vai acontecer", disse. Ele lembrou que a inadimplência vem caindo e que, apesar de estar atualmente em 4,7% - nível acima do considerado normal, de 3% -, é menor do que o patamar de 8% visto no passado.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612399 - MSN NOTICIAS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xphVt4R9Vq5kMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.br.msn.com/brasil/fenabrave-aposta-em-recupera%c3%a7%c3%a3o-do-setorno-%c3%baltimo-trimestre-do-ano Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612399.pdf

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veja mais fotos » Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%.

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Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.

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Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612374 - JORNAL EXTRA ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xoU/bwrbhh4EsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://extra.globo.com/noticias/mundo/vendas-de-veiculos-novos-caem-em-agostoconcessionarias-ja-esperam-2015-fraco-13805721.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Reuters Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612374.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 77,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 19400000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 77,00 Total: 0,0000


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Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a mostrar fraqueza em agosto e as concessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015, pondo em risco o nível de emprego de um setores mais importantes da economia. Refletindo a combinação de fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB) e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a associação das concessionárias, Fenabrave. Contra julho, a queda foi de 7,56 por cento. No acumulado do ano, as vendas somaram 2,23 milhões de unidades, queda de 9,7 por cento ante os primeiros oito meses de 2013. "Essa é a realidade atual do país e também a nossa", disse a jornalistas o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "E com os ajustes econômicos esperados para a virada do ano, prevemos que mercado de veículos deve ser parecido em 2015." Os comentários ilustram a crise do setor automobilístico, responsável por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. Após ter batido sucessivos recordes de vendas, o segmento teve em 2013 a primeira queda nas vendas em uma década, mesmo com a manutenção de incentivos fiscais. Segundo Meneghetti, novas medidas anunciadas recentemente pelo governo federal podem repercutir positivamente nas vendas de veículos no último trimestre do ano. Especificamente, reformas na legislação para dar maiores garantias aos bancos poderiam aumentar em 20 por cento os financiamentos de veículos em relação aos níveis atuais, quando entrarem em vigor, disse o presidente da Fenabrave. Mas a conjuntura macroeconômica adversa, que pode ainda se agravar caso se confirmem as previsões de que o próximo governo federal terá que tomar medidas que agravariam as dificuldades na economia, não deixam espaço para grande otimismo. Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas precisam ficar vivas." Considerando todas as faixas de veículos, incluindo caminhões, ônibus, motos, tratores e máquinas agrícolas, as vendas de agosto cairam 16,05 por cento no ano a ano. Nos oito primeiros meses do ano, o mercado vendeu 8,62 por cento menos. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves caíram 17,1 por cento em agosto na comparação anual, para 259.152 unidades.


Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto 4612376 - EXAME - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xq2vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/vendas-de-veiculos-novos-caem-em-agosto Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612376.pdf

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Vendas de veículos novos caem em agosto Concessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015

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Homem observa carros em concessionária: emplacamentos caíram 17,2% ante agosto de 2013

São Paulo - As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a mostrar fraqueza em agosto e asconcessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015, pondo em risco o nível de emprego de um setores mais importantes da economia.

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Refletindo a combinação de fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB) e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a associação das concessionárias, Fenabrave.

sobem em agosto ante julho 03/09/2014 | Pão de Açúcar planeja elevar venda de carne suína em 30%

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03/09/2014 | Vendas no varejo da zona do

9,7 por cento ante os primeiros oito meses de 2013.

euro caem 0,4% em julho

"Essa é a realidade atual do país e também a nossa", disse a jornalistas o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "E com os ajustes econômicos esperados para a virada do ano, prevemos que mercado de veículos deve ser parecido em 2015." Os comentários ilustram a crise do setor automobilístico, responsável por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. Após ter batido sucessivos recordes de vendas, o segmento teve em 2013 a primeira queda nas vendas em uma década, mesmo com a manutenção de incentivos fiscais. Segundo Meneghetti, novas medidas anunciadas recentemente pelo governo federal podem repercutir positivamente nas vendas de veículos no último trimestre do ano. Especificamente, reformas na legislação para dar maiores garantias aos bancos poderiam aumentar em 20 por cento os financiamentos de veículos em relação aos níveis atuais, quando entrarem em vigor, disse o presidente da Fenabrave. Mas a conjuntura macroeconômica adversa, que pode ainda se agravar caso se confirmem as previsões de que o próximo governo federal terá que tomar medidas que agravariam as dificuldades na economia, não deixam espaço para grande otimismo. Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas precisam ficar vivas." Considerando todas as faixas de veículos, incluindo caminhões, ônibus, motos, tratores e máquinas agrícolas, as vendas de agosto cairam 16,05 por cento no ano a ano. Nos oito primeiros meses do ano, o mercado vendeu 8,62 por cento menos. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves caíram 17,1 por cento em agosto na comparação anual, para 259.152 unidades.


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% no Brasil 4612369 - JORNAL NH - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xqIzYrAI2U8gsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2014/09/noticias/pais/79450-venda-de-veiculos-temqueda-de-7-43.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612369.pdf

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Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, pior mês em quatro anos 4612370 - MONITOR MERCANTIL ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xqoHGmSufVZ3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=158182&Categoria= CONJUNTURA Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612370.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 1752,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 100,00 Total: 0,0000


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Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, pior mês em quatro anos 02/09/2014 - 14:45:16

A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados - volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%.

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TCE-RJ aprova as contas de Cantagalo Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.

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Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave 4612371 - PORTAL BANDA B - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xqyXOVJLGvR98NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.bandab.com.br/jornalismo/venda-de-veiculos-tem-queda-de-743-em-agostomostra-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612371.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave Pu b licad o e m 2 d e s e t e m b r o d e 2014,14:53

Da Agência Brasil

A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação

(Foto: Marcelo Camargo/ Arquivo Agência Brasil)

de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.


Clipping Indústria brasileira reage e mostra sinais de crescimento neste trimestre 4612375 - CORREIO DO BRASIL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xry9uzVxbiaCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://correiodobrasil.com.br/ultimas/industria-brasileira-reage-e-mostra-sinais-decrescimento-neste-trimestre/725897/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação - de Brasília Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612375.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 30,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 39146,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 30,00 Total: 0,0000


Indústria brasileira reage e mostra sinais de crescimento neste trimestre 2/9/2014 13:40 Por Redação - de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo

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A produçã o na indústria brasile ira volto u a cre sce r de julho e m dia nte

A produção da indústria brasileira iniciou o terceiro trimestre com alta de 0,7% em julho frente junho, interrompendo cinco meses seguidos de quedas num resultado melhor do que o esperado. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção industrial caiu 3,6% em julho, quinta taxa negativa seguida, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. Pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters junto a economistas mostrou que as medianas apontavam alta da atividade de 0,5% na base mensal e recuo de 3,7% sobre um ano antes. O resultado mensal de julho, entretanto, não foi suficiente para compensar as perdas anteriores. Entre fevereiro e junho, segundo o IBGE, a perda acumulada foi de 3,5%. Somente em junho a produção recuou 1,4% sobre o mês anterior, em parte por causa do menor número de dias úteis por conta da Copa do Mundo. Embora o torneio tenha acabado na metade de julho, a maior parte dos jogos aconteceu em junho. Bens de consumo O avanço de junho para julho foi motivado por altas nos bens de consumo duráveis (20,3%) – máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (16,7%) – e bens de consumo semi e não duráveis (0,7%). Vinte dos 24 setores da indústria pesquisados tiveram crescimento na produção. Os principais impactos positivos vieram dos equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (44,1%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (8,5%).


O segmento equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos teve a maior alta da série histórica, iniciada em 2002, e interrompeu uma trajetória de quatro meses de quedas (que acumulou perda de 38,1%). Já os veículos automotores superaram queda de 18,1%, acumulada nos meses de maio e junho. Outros setores que tiveram contribuição importante para o crescimento da produção industrial foram outros equipamentos de transporte (31,3%), máquinas e equipamentos (7%), máquinas e materiais elétricos (13,1%), outros produtos químicos (2,4%), além de vestuário e acessórios (8,6%). Na outra ponta, uma queda de 6,3% no segmento de produtos alimentícios impediu que a indústria tivesse um desempenho melhor. Outro setor que contribuiu negativamente foi o de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,6%). Queda intensa A alta de 0,7% da produção industrial na passagem de junho para julho não foi suficiente para repor a perda de 3,5% acumulada desde fevereiro. A indústria brasileira registrava cinco quedas consecutivas, sendo que a mais intensa (-1,4%) foi observada em junho, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). – Mesmo com esse resultado positivo na margem, que tem claramente um perfil disseminado de crescimento, ainda é pouco para superar aquelas perdas mais intensas observadas em cinco meses de taxas negativas consecutivas – disse o pesquisador do IBGE André Macedo. Segundo ele, a alta de julho foi provocada pelo fato de o mês ter mais dias úteis do que junho, que sofreu impacto pelo grande número de feriados na primeira fase da Copa do Mundo. Macedo destaca que em outros tipos de comparação temporal, a indústria continuou apresentando quedas. Na comparação com julho de 2013, a queda chegou a 3,6%. A indústria também acumula quedas de 2,8% no ano e 1,2% em 12 meses. “Nos outros tipos de comparação, os resultados ainda são predominantemente negativos”, disse. O pesquisador explica que é preciso esperar os resultados dos próximos meses para saber se a alta de 0,7% sinaliza recuperação ou se é apenas o efeito de comparação com um mês que teve desempenho muito fraco (junho deste ano). Venda de veículos Ainda nesta manhã, levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostrou que a venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como


vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612373 - JORNAL DO BRASIL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xqRP+xR15uVF8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jb.com.br/economia/noticias/2014/09/02/fenabrave-aposta-em-recuperacao-dosetor-no-ultimo-trimestre-do-ano/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612373.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 100,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 1497617,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 100,00 Total: 0,0000


Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional. Fonte: Agência Brasil


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612372 - BRASIL ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SAAGGnL77xpt4GuYEqB8scNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://brasileconomico.ig.com.br/brasil/economia/2014-09-02/fenabrave-aposta-emrecuperacao-do-setor-no-ultimo-trimestre-do-ano.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612372.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Um dos motivos para o otimismo foi a proposta de regulação do sistema de crédito anunciada pelo governo Agência Brasil redação@brasileconomico.com.br

Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612293 - BOL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjZcK9HF1X1MCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/09/02/vendas-de-veiculosnovos-caem-em-agosto-e-concessionarias-ja-esperam-2015-fraco.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Aluísio Alves Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612293.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 13300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000


Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto 02/09/2014

14h00

Brasília, 2 set (EFE).- As vendas de automóveis caíram 7,38% no Brasil em agosto em relação a junho, segundo um relatório divulgado pela Federação de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação a agosto de 2013 a queda foi de 17,12%, enquanto nos primeiros oito meses de 2014 a baixa acumulada é de 9,73% frente ao mesmo período do ano anterior. Esses dados reforçam a preocupação em um setor que o próprio governo considera fundamental para evitar um aumento da taxa de desemprego, que atualmente está em torno de 5,5%. O setor automotivo recebeu fortes incentivos fiscais nos últimos anos por meio de programas criados para promover o emprego e, ao mesmo tempo, estimular o consumo.


Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612291 - ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjb5CoOooNWDAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,vendas-de-veiculos-novos-caem-emagosto-e-concessionarias-ja-esperam-2015-fraco,1553699 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: REUTERS Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612291.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 111495257,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000


Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco REUTERS 02 Setembro 2014 | 16h 16

Refletindo a combinação de fraqueza do PIB e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2% ante agosto de 2013

Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho

As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a mostrar fraqueza em agosto e as concessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015, pondo em risco o nível de emprego de um setores mais importantes da economia. Refletindo a combinação de fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB) e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a associação das concessionárias, Fenabrave.


Contra julho, a queda foi de 7,56 por cento. No acumulado do ano, as vendas somaram 2,23 milhões de unidades, queda de 9,7 por cento ante os primeiros oito meses de 2013. "Essa é a realidade atual do país e também a nossa", disse a jornalistas o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "E com os ajustes econômicos esperados para a virada do ano, prevemos que mercado de veículos deve ser parecido em 2015." Os comentários ilustram a crise do setor automobilístico, responsável por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. Após ter batido sucessivos recordes de vendas, o segmento teve em 2013 a primeira queda nas vendas em uma década, mesmo com a manutenção de incentivos fiscais. Segundo Meneghetti, novas medidas anunciadas recentemente pelo governo federal podem repercutir positivamente nas vendas de veículos no último trimestre do ano. Especificamente, reformas na legislação para dar maiores garantias aos bancos poderiam aumentar em 20 por cento os financiamentos de veículos em relação aos níveis atuais, quando entrarem em vigor, disse o presidente da Fenabrave. Mas a conjuntura macroeconômica adversa, que pode ainda se agravar caso se confirmem as previsões de que o próximo governo federal terá que tomar medidas que agravariam as dificuldades na economia, não deixam espaço para grande otimismo. Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas precisam ficar vivas." Considerando todas as faixas de veículos, incluindo caminhões, ônibus, motos, tratores e máquinas agrícolas, as vendas de agosto cairam 16,05 por cento no ano a ano. Nos oito primeiros meses do ano, o mercado vendeu 8,62 por cento menos. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves caíram 17,1 por cento em agosto na comparação anual, para 259.152 unidades.

(Por Aluísio Alves)


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Venda de veículos tem queda em agosto Compartilhe! Tweet

Editor: Valdomiro da M otta | Repórter: Agência Brasil 02/09/2014 - 15:08h

A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado nesta terça-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Foto: Números apontam para di Foto: Brasil Em Foco

Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a

481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.

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http://www.agazetanews.com.br/noticia/Economia/87088/venda-de-carros-cai-7-4-emagosto-diz-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: G 1 Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612295.pdf

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Amambai, 03 de Setembro de 2014

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Inicial / Economia Terça-Feira, 02 de Setembro de 2014 às 16:00

Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave Foram comercializadas 272.495 unidades no mês, contra 294.778 em julho. Na comparação com 2013, queda é ainda maior, de 17,12%. As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil caíram 7,38% em agosto, na comparação com o mês de julho, afirmou a Fenabrave (federação nacional dos concessionários) nesta terça-feira (2). Ao todo, foram vendidos 259.152 carros, contra 279.805 no mês de julho.

Considerando também ônibus e caminhões, a queda é de 7,56%. Na comparação com agosto de 2013, as vendas de carros caíram 17,12%. No ano passado, foram vendidas 279.805 unidades. Somando esse montante ao de caminhões e ônibus, as vendas de veículos recuaram 17,22% na comparação anual. No acumulado de janeiro a agosto, houve 2.230.126 veículos comercializados, contra 2.470.421 unidades no mesmo período de 2013. Isso representa uma queda de 9,73%. Só o segmento de carros, teve queda de 9,51% neste ano, com 2.125.543 unidades emplacadas nos oito primeiros meses contra 2.344.386. Surpresa O presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, afirmou que a queda em agosto foi contra as previsões. "Fomos surpreendidos com um mês de agosto pior do que o de julho, que foi mês de Copa do Mundo e cheio de feriados", afirmou. O executivo vê um ambiente pessimista para consumidor, principalmente pelas informações econômicas, e a dificuldade de acesso ao crédito como as principais causas da contração no número de emplacamentos. Otimismo , Meneghetti acredita que os Assim como o ministro da Fazenda, Guido Mantega

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últimos meses do ano serão melhores. "O IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados) deve subir em janeiro. Isso, junto aos demais fatores, pode fazer com que o último trimestre represente um crescimento, que ajude a recuperar os 9% perdidos ao longo do ano." Caminhões Entre os caminhões, houve queda de 12,54% em relação a julho. Foram 10.926 unidades em agosto, contra 12.492 em julho e 13.376 no mesmo mês de 2013. No ano, a retração acumulada é de 13,85%. Foram 88.710 caminhões emplacados neste ano, contra 102.975 unidades nos oito primeiros meses do ano passado.

Ônibus Com 2.417 unidades, a venda de ônibus sofreu queda de 2,58% em agosto, na comparação com julho de 2014, quando foram emplacados 2.481. Na comparação com agosto de 2013, as vendas caíram 22,31%. Naquele mês, foram vendidas 3.111 unidades. Fonte: G 1 COMPARTILHE

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Clipping Recuperação, só no último bimestre 4612289 - UOL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjYE0eMy4jDFBMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2014/09/02/recuperacao-so-no-ultimobimestre/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612289.pdf

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Recuperação, só no último bimestre Joel Leite 02/09/2014

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Concessionárias apostam na ajuda da lei que faz os bancos retomarem o carro mais rapidamente dos inadimplentes

A aprovação da lei que facilita e reduz o prazo da retomada do bem pela financeira em caso de inadimplência deve dar um refresco para o mercado de carros no fim do ano. É isso que espera o presidente da Fenabrave, federação das concessionárias, Flávio Meneghetti, que anunciou nesta terça-feira (2) a queda de 9% nas vendas de veículos nos oito primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período ano passado. Segundo o dirigente, a nova legislação, que deve entrar em vigor até o fim do mês, deve alavancar as vendas no último bimestre do ano. Mesmo assim, ele acha que a recuperação não será grande este ano. Com dois meses de melhoria das vendas, o máximo que o dirigente espera é uma queda menor, de 7%, no fechamento de 2014. A lei permite que bancos possam retomar o carro em 60 dias de inadimplência. Atualmente esse processo leva 200 dias. Com isso, os bancos deverão facilitar a concessão de crédito, o que deve aumentar em 20%, ou 30 mil unidades a mais por mês, na avaliação de Flávio


Meneghetti. Além disso, com a mudança de governo que deve ocorrer após as eleições, o IPI voltará ao normal em janeiro, por isso a Fenabrave espera um bom volume de vendas em dezembro, com os consumidores antecipando as compras. O Salão do Automóvel que acontece em outubro também deve ajudar a impulsionar as vendas no final do ano, segundo o dirigente. Flavio comentou rapidamente sobre 2015: “A expectativa é de um ano bem parecido com 2014”. Olhando apenas para o segmento de motos, agosto de 2014 teve uma queda de 13,77% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano a queda é menor (6,08%). A Fenabrave relaciona a queda deste mercado com a forte restrição ao crédito para as motos pequenas, o que dificulta a vida do consumidor. Já o segmento de caminhões caiu 18,32% em agosto em relação a agosto de 2013. No acumulado de janeiro a agosto a queda é de 13,85%. Alarico Assumpção Junior, presidente executivo da Fenabrave, culpa a queda deste segmento pelo baixo PIB estimado para o Brasil em 2014, para ele quando o PIB aponta forte crescimento, a venda de caminhões é muito maior, do que quando a estimativa é de baixo crescimento ou queda.


Clipping Palio bate Gol pelo 3º mês e segue como o mais vendido 4612292 - TERRA - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQja20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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02 de setembro de 2014 • 16h23

Palio bate Gol pelo 3º mês e segue como o mais vendido Contudo, o modelo da Volkswagen manteve a ponta no ano, com 122.146 emplacamentos

Fiat Palio se manteve como o mais vendido em agosto Foto: Divulgação

O Fiat Palio foi o carro mais vendido do Brasil em agosto, chegando ao terceiro mês consecutivo na liderança, segundo informações divulgadas pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta terça-feira. De acordo com o levantamento, foram emplacadas 14.305 unidades do Palio, queda frente junho, quando foram comercializadas 15.985 unidades do modelo.

O veículo da Fiat superou o Volkswagen Gol, que registrou 14.198 emplacamentos no mês – ante 14.347 em julho. Em terceiro lugar ficou a Fiat Strada, com 12.850 unidades vendidas – a picape liderança o ranking de comerciais


leves.

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O quarto lugar ficou com o Fiat Uno, com 10.922 emplacamentos, ultrapassando o GM Onix, que registrou 10.285 unidades vendidas em agosto – contra 14.015 no mês imediatamente anterior.

No ano, o Gol manteve a liderança, com 122.146 emplacamentos. O Palio ficou com o segundo lugar, com 112.858 unidades vendidas. A terceira colocação também é de um carro da Fiat. A Strada comercializou 100.750 unidades de janeiro a agosto de 2014.

A Fiat liderou o mercado de veículos em agosto de 2014, com 56.185 emplacamentos, participação de 21,68%. Em segundo lugar aparece a Volkswagen, que ultrapassou a General Motors (GM) ao comercializar 48.341 (18,69%) veículos no mês. A GM vendeu 38.790 (14,97%) unidades em agosto, seguida por Ford, com 22.586 (8,72%), e Renault, com 19.139 (7,39%).


Clipping Bancos reduzem taxas para financiar veículo, mas apenas para clientes "queridinhos" 4612294 - YAHOO - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjZPfz+jp3ZTJsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

https://br.noticias.yahoo.com/bancos-reduzem-taxas-financiar-ve%C3%ADculo-mas-apenasclientes-122100964--finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612294.pdf

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Bancos reduzem taxas para financiar veículo, mas apenas para clientes "queridinhos" InfoMoney – 2 horas 32 minutos atrás

SÃO PAULO - Com vendas cada vez mais menos animadoras, os bancos estão reduzindo a taxa de juros para financiamento de veículos. Os juros, que giravam em torno de 1,30% ao mês, agora estão na casa dos 0,90% a.m. para estimular uma possível retomada de um setor já enfraquecido. Na semana passada, o Itaú reduziu de 1,30% ao mês para 0,99% sua taxa mínima de financiamento para veículos zero km, com um prazo de até 24 meses. No dia seguinte o foi a vez do Santander anunciar a mesma medida: reduziu de 1,22% para 0,97% ao mês as taxas de juros dos financiamentos de automóveis, com prazo de pagamentos em até 12 meses para veículos fabricados a partir de 2011. Já o Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira (1º) taxas promocionais a partir de 0,97% ao mês para financiar veículos novos e 1,18% a.m. para veículos usados, com prazo de até 60 meses. A Caixa Econômica Federal, por sua vez, promove a partir de amanhã (4) mais uma edição do Salão Auto Caixa, que disponibilizará gerentes em 1.100 concessionárias para oferecer linha de financiamento de carros novos ou usados com taxas de juros a partir de 0,93% ao mês e carência de três meses. A medida, no entanto, não está disponível para todos que tenham conta nos bancos. Apenas poderão desfrutar das taxas promocionais clientes com o maior "score", isso é, aqueles que estão há mais tempo no banco e que estão com suas contas em dia. Todos os bancos citados informaram que as taxas promocionais têm sua contratação "sujeita à aprovação de crédito" ou seja, quem não tiver um bom histórico no banco, continuará com o crédito negado ou pagará taxas mais altas. Crédito mais atraente para um setor em crise Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional dos Concessionários), as vendas de veículos novos no Brasil voltaram a despencar em agosto. A combinação de fraqueza do PIB e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis caíram 17,2% em agosto, ante o mesmo período de 2013, totalizando 272.495 unidades. Contra julho, a queda foi de 7,56%. O financiamento de veículos também diminuiu, de acordo com dados da Cetip. Em julho, o número de veículos financiados somou 537 mil unidades, resultado 10% inferior ao visto no mesmo mês de 2013. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o montante de automóveis vendidos a crédito chegou a 3,572 milhões, recuo de 8% sobre igual período do ano anterior.


Clipping Bancos públicos reduzem juros e vão fazer até feirão de veículo 4612288 - O TEMPO - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjZCvza1YQsHJcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.otempo.com.br/capa/economia/bancos-p%C3%BAblicos-reduzem-juros-ev%C3%A3o-fazer-at%C3%A9-feir%C3%A3o-de-ve%C3%ADculo-1.909751 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Queila Ariadne Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612288.pdf

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Bancos públicos reduzem juros e vão fazer até feirão de veículo Lojas de BH apostam em promoções e crédito facilitado com prazos de até 60 meses Tweet

Aquecimento. Independente de taxas promocionais de bancos para financiar novos e usados, revendas vão apostar em promoções PUBLICADO EM 03/09/14 - 03h00

QUEILA ARIADNE

O setor de veículos, que acumula queda de 9,51% nas vendas dos oito primeiros meses do ano, esperava uma recuperação a partir de agosto. Mas, em vez dela, o segmento foi surpreendido por uma retração de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na esperança de sacudir as vendas e dar a volta por cima, os bancos públicos começam a dar o exemplo e baixar os juros. “Quando isso acontece, agrega mais consumidores”, destaca o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Flávio Meneghetti.

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Vendas de veículos Mais

Desde nesta terça, o Banco do Brasil já está oferecendo taxas promocionais a partir de 0,97% ao mês para financiar veículos novos e 1,18% ao mês para veículos usados, com prazo de até 60 meses. A linha de crédito está disponível aos correntistas nas agências do Banco do Brasil. A carência para pagar é de 180 dias. E a partir desta quinta, a Caixa Econômica Federal realiza, em todo o Brasil, um feirão para facilitar a compra de novos e usados. Os juros mensais, que estão na casa de 1,23%, cairão para até 0,93%. Os prazos, que normalmente são de 48 meses, poderão ser esticados para até 60 meses. Outra vantagem será uma carência de três meses para pagar a primeira parcela. A expectativa do banco é financiar R$ 300 milhões. O Salão Auto Caixa funcionará de 4 a 6 de setembro, em 1.100 concessionárias do Brasil. A supervisora de vendas da Roma Fiat, Daniela Neres, explica que, durante o feirão da Caixa Econômica Federal, além do corte dos juros, o valor da entrada também será reduzido. “Trabalhamos com uma taxa de 1,19%, para entrada de 40% e o restante em 48 vezes. Vamos baixar a entrada para 30%, com juros de 0,99% ao mês”, exemplifica Daniela. Segundo a supervisora, no acumulado do ano a concessionária teve queda de 15% nas vendas. Promoções. Independentemente do feirão, a esperança do setor está nas promoções. “Em setembro, o Sandero que acabou de ser lançado está com um preço mais competitivo do que o lançamento do ano passado, de R$ 30.990 para R$ 29.990”, exemplifica o gerente da Renault Valence da Barão Homem de Melo, Haroldo Ramos. Na Recreio da Barão Homem de Melo, mais um modelo entrou para o rol da taxa zero. “A promoção de 60% de entrada mais 12 meses sem juros era para Gol, Voyage e Fox. Agora incluímos o Up, a partir de R$ 27. 520”, afirma o gerente geral da concessionária, Alexandre Soares. Lá, as vendas acumulam uma queda de 17% no ano.


Clipping Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto 4612220 - CORREIO LAGEANO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjb2c17nVFQqSMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.clmais.com.br/negocios/view/8033/vendas-de-automóveis-caem-738-no-brasilem-agosto Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612220.pdf

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Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto Texto:

Brasília,02/09/2014, (EFE).

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As vendas de automóveis caíram 7,38% no Brasil em agosto em relação a junho, segundo um relatório divulgado pela Federação de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave).

Em relação a agosto de 2013 a queda foi de 17,12%, enquanto nos primeiros oito meses de 2014 a baixa acumulada é de 9,73% frente ao mesmo período do ano anterior.

Esses dados reforçam a preocupação em um setor que o próprio governo considera fundamental para evitar um aumento da taxa de desemprego, que atualmente está em torno de 5,5%.

O setor automotivo recebeu fortes incentivos fiscais nos últimos anos por meio de programas criados para promover o emprego e, ao mesmo tempo, estimular o consumo.

Foto:EFE


Clipping Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave 4612223 - UDOP - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjYNYh1HTP9BlsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1117146 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612223.pdf

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Quarta-feira, 03 de setembro de 2014

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02/09/14 - As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil caíram 7,38% em agosto, na comparação com o mês de julho, afirmou a Fenabrave (federação nacional dos concessionários) nesta terça-feira (2). Ao todo, foram vendidos 259.152 carros, contra 279.805 no mês de julho. Considerando também ônibus e caminhões, a soma em agosto chega a 272.795, uma queda de 7,56% sobre o montante de veículos vendido em julho. Na comparação com agosto de 2013, as vendas de carros caíram 17,12%. No mesmo período do ano passado, foram vendidas 279.805 unidades.

MŒ dias Sociais Incluindo caminhões e ônibus, as vendas de veículos recuaram 17,22% nessa comparação anual. RSS

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Surpresa O presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, afirmou que a queda nas vendas em agosto foi contra as previsões. "Fomos surpreendidos com um mês de agosto pior do que o de julho, que foi mês de Copa do Mundo e cheio de feriados", afirmou. O executivo vê um ambiente pessimista para consumidor, principalmente pelas informações econômicas, e a dificuldade de acesso ao crédito como as principais causas da contração no número de emplacamentos. Esperança nos próximos meses No acumulado de janeiro a agosto, houve 2.230.126 carros, caminhões e ônibus comercializados, contra 2.470.421 unidades no mesmo período de 2013. Isso representa uma queda de 9,73%. Só o segmento de carros teve queda de 9,51% no ano, comparado aos oito primeiros meses de 2013, com 2.125.543 unidades emplacadas contra 2.344.386. Assim como o ministro da Fazenda, Guido Mantega, Meneghetti acredita que os últimos meses do ano serão melhores. "O IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados) deve subir em janeiro. Isso, junto aos demais fatores, pode fazer com que o último trimestre represente um crescimento, que ajude a recuperar os 9% perdidos ao longo do ano", avaliou. André Paixão Auto Esporte Translate

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Clipping Queda de 7,38% em vendas de veículos em agosto surpreende setor 4612222 - FOLHA DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjZ2mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/economia/noticias/arqs/2014/09/0036.ht ml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Estadão Conteúdo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612222.pdf

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Queda de 7,38% em vendas de veículos em agosto surpreende setor Volume foi ainda menor do que o registrado em junho, período da Copa do Mundo 02/09/2014 16:43 - Estadão Conteúdo

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O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, afirmou nesta terça-feira (02), que a entidade foi surpreendida com a queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves em agosto ante julho e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre do ano. "Fomos surpreendido com um mês de agosto menor até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou Meneghetti durante entrevista coletiva para comentar os resultados de agosto. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave prevê que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro. Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas ontem por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência. ESTOQUES Meneghetti afirmou também que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, no caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias. Em entrevista coletiva para comentar os resultados do setor de agosto, Meneghetti também avaliou que as eleições gerais deste ano não devem alterar o comportamento do consumidor. "Vai alterar é o do empresário que investe. Esse vai estar esperando para ver o que vai acontecer", disse. Ele lembrou que a inadimplência vem caindo e que, apesar de estar atualmente em 4 7% - nível acima do considerado normal, de 3% -, é menor do que o patamar de 8% visto no passado.


Clipping Fiat Palio mantém liderança no Brasil em agosto 4612225 - QUATRO RODAS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjb+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/mercado/fiat-palio-mantem-lideranca-vendas-agosto798688.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612225.pdf

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Fiat Palio mantém liderança no Brasil em agosto No âmbito geral, vendas caíram 17,12% na comparação com 2013 Por Rodrigo Furlan | 02/09/2014

Foi por uma margem pequena, mas o Fiat Palio continuou a ser o veículo mais vendido do Brasil no mês de agosto. De acordo com o relatório mensal da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram comercializadas 14.305 unidades do modelo no período, ante os 14.198 exemplares do Volkswagen Gol. A terceira colocação ficou com o Fiat Strada, emplacando 12.850 unidades. Em seguida, vieram Fiat Uno (10.922), Chevrolet Onix (10.285), Hyundai HB20 (9.074), Ford Fiesta (8.505), Fiat Siena (8.469), Volkswagen Fox-CrossFox (8.348) e, fechando o top-10, Renault Sandero (7.278). Entre as marcas, a Fiat permaneceu na liderança do mercado em agosto, com 21,68% de participação no mês. A Volkswagen ficou na segunda colocação, com 18,69%, bem à frente da GM, terceira, com 14,97%. Ford (8,72%) e Renault (7,39%) completam a lista das cinco marcas predominantes. Mercado segue em queda Como tem se tornado habitual em 2014, o mês de agos to também foi de retração no número de carros vendidos no mercado brasileiro. No total, foram negociadas 259.152 unidades entre automóveis e comerciais leves, número 7,38% menor do que aquele registrado em julho. Se a comparação for feita com agosto de 2013, a queda é ainda mais abrupta: 17,12%, levando em conta que no oitavo mês do ano passado foram emplacados 312.688 carros. Quanto ao acumulado do ano, foram registrados 2.121.543 veículos em 2014, 9,51% a menos do que em 2013 (2.344.386).

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Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612219 - GAZETA DO POVO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjYTCupUahKui8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1495869 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612219.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 22685163,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Nessa terça (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país 02/09/2014 | 16:46 | AGÊNCIA BRASIL

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Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de Veja também Sindicato confirma primeiras demissões na usina de Santo Antônio Novo aeroporto vai acalmar Congonhas Anatel quer realizar leilão de sobras de frequência até junho de 2015

crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%.

Fundos viram sócios de empresas no Paraná

Nessa terça (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612226 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjZENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/09/02/internas_economia, 526872/fenabrave-aposta-em-recuperacao-do-setor-no-ultimo-trimestre-do-ano.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612226.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Agência Estado Publicação: 02/09/2014 17:52 Atualização:

Apesar de já registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Nesta terça-feira (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612224 - JORNAL DE BRASÍLIA - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjZNkyH9SCS/hcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/570831/fenabrave-aposta-emrecuperacao-do-setor-no-ultimo-trimestre-do-ano/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612224.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional. Fonte: Agência Brasil


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612218 - AGÊNCIA BRASIL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjZGY7J4Y8QZpsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-09/fenabrave-aposta-em-recuperacaodo-setor-no-ultimo-trimestre-do-ano Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: nfranco Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612218.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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URL:

Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil

Edição:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/eco

Nádia Franco

Apesar de já registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em Fenabrav e espera recuperação nas v endas no último trimestre Renato Araúj o/Arquiv o/Agência Brasil

novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti.

Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor de no último trimestre do ano 4612221 - CORREIO BRAZILIENSE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=XaJyx2RwQjYj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2014/09/02/internas_economia,44 5235/fenabrave-aposta-em-recuperacao-do-setor-de-no-ultimo-trimestre-do-ano.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612221.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 70,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 60719,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 70,00 Total: 0,0000


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Fenabrave aposta em recuperação do setor de no último trimestre do ano Perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro Agência Brasil Publicação: 02/09/2014 16:23 Atualização: Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Leia mais notícias em Economia Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.

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Vendas de veículos nos primeiros meses do ano acumulam queda de 9,7%

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Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612166 - DIÁRIO DO COMÉRCIO SP ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8Luu7iPVW2G/UIMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.dcomercio.com.br/2014/09/02/vendas-de-veiculos-novos-caem-em-agosto-econcessionarias-ja-esperam-2015-fraco Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612166.pdf

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Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco Detalhes Publicado em Terça, 2 Setembro 2014 17:06 Escrito por Reuters

As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a mostrar fraqueza em agosto e as concessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015, pondo em risco o nível de emprego de um setores mais importantes da economia. Refletindo a combinação de fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB) e escassez de crédito, os emplacamentos de

Metalúrgicos trabalham em fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. / Nacho Doce/Reuters

automóveis e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado caíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a associação das concessionárias, Fenabrave. Contra julho, a queda foi de 7,56 por cento. No acumulado do ano, as vendas somaram 2,23 milhões de unidades, queda de 9,7 por cento ante os primeiros oito meses de 2013. "Essa é a realidade atual do país e também a nossa", disse a jornalistas o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "E com os ajustes econômicos esperados para a virada do ano, prevemos que mercado de veículos deve ser parecido em 2015." Os comentários ilustram a crise do setor automobilístico, responsável por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. Após ter batido sucessivos recordes de vendas, o segmento teve em 2013 a primeira queda nas vendas em uma década, mesmo com a manutenção de incentivos fiscais. Segundo Meneghetti, novas medidas anunciadas recentemente pelo governo federal podem repercutir positivamente nas vendas de veículos no último trimestre do ano. Especificamente, reformas na legislação para dar maiores garantias aos bancos poderiam aumentar em 20 por cento os financiamentos de veículos em relação aos níveis atuais, quando entrarem em vigor, disse o presidente da Fenabrave.


Mas a conjuntura macroeconômica adversa, que pode ainda se agravar caso se confirmem as previsões de que o próximo governo federal terá que tomar medidas que agravariam as dificuldades na economia, não deixam espaço para grande otimismo. Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas precisam ficar vivas." Considerando todas as faixas de veículos, incluindo caminhões, ônibus, motos, tratores e máquinas agrícolas, as vendas de agosto cairam 16,05 por cento no ano a ano. Nos oito primeiros meses do ano, o mercado vendeu 8,62 por cento menos. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves caíram 17,1 por cento em agosto na comparação anual, para 259.152 unidades.

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Clipping Vendas de automóveis recuam 7,4% em agosto 4612168 - FOLHA DE BOA VISTA - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LuuHFsggXnUpQcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.folhabv.com.br/noticia.php?id=174306 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Estadão Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612168.pdf

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02/09/2014 15h07

Vendas de automóveis recuam 7,4% em agosto

As vendas de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, ou seja, o total de veículos comercializados em agosto deste ano chegou a 404.217 unidades, baixa de 7,43% sobre as 436.674 unidades de julho e queda de 16,05% sobre os 481.524 veículos de agosto de 2013. As informações são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No acumulado de 2014 até agosto, as vendas totais de veículos somaram 3.333.104 unidades, queda de 8,62%% sobre as 3.647.456 unidades de igual período de 2013. As vendas de autos e comerciais leves somaram 259.152 unidades em agosto. Isso representa uma queda de 17,12% sobre as unidades emplacadas em igual mês do ano passado e um recuo de 7,38% sobre total de 279.805 veículos de julho. No acumulado do ano até agosto, foram comercializadas 2.121.543 unidades de autos e comerciais leves, queda de 9,51% sobre o acumulado de janeiro a agosto de 2013, quando haviam sido comercializados 2.344.386 veículos. Em agosto deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 13.343 unidades, queda de 10,89% em relação às 14.973 unidades de julho e recuo de 19,07% sobre agosto de 2013. No acumulado de 2014 até agosto, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 108.583 unidades, baixa de 13,85% sobre as 126.035 unidades de igual período de 2013. Fonte: Estadão

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Clipping Venda de veículos zero km tem nova queda, que atinge 40% 4612164 - CAMPO GRANDE NEWS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LutgTNO5lv/9/cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.campograndenews.com.br/economia/venda-de-veiculos-zero-km-tem-novaqueda-que-atinge-40 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612164.pdf

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Venda de veículos zero km tem nova queda, que atinge 40% em MS Priscilla Peres Imprimir

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A venda de automóveis e comerciais leves em agosto caiu 40% em relação ao mesmo período do ano passado em Mato Grosso do Sul, segundo dados divulgados hoje pela Fenabrave (Federação Nacional das Distribuidoras de Veículos Automotores). No mês passado foram comercializados 3.402 veículos enquanto que em agosto de 2013, o número somou 4.397. Veja Mais Queda na venda continua em queda. (Foto: Campo Grande New s/Arquivo)

› Valor da dívida dos campo-grandenses cresceu 20% em três anos

› Senado eleva para 27,5% o percentual de álcool na gasolina A queda também é brusca quando se compara as vendas de agosto com julho deste ano. Segundo a Fenabrave, a retração chega a 35,39%, diferença de mais de 700 unidades. No acumulado de 2014, comparado aos oito primeiros meses de 2013, o setor contabiliza redução de 17,41%. De todos os segmentos, houve aumento na comercialização apenas dos caminhões, com crescimento de 8,08% em relação a agosto do ano passado e de 8,63% comparado a julho de 2014. Entre os ônibus, a queda ultrapassa os 80% em relação ao mês imediatamente anterior a agosto e 48% comparado ao ano passado. De acordo coma Fenabrave, os números de agosto contrariam as expectativas que previam retomada no crescimento do setor a partir deste mês, chegando a um aumento de 5% no segundo semestre em relação ao primeiro de 2014. Fatores como a queda do PIB (Produto Interno Bruto), o cenário político indefinido e a volatilidade da economia podem explicar o resultado. Usados em alta -Enquanto a venda de veículos novos está em constante queda, a comercialização de seminovos tem apresentado bons resultados. De acordo com dados da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a venda de veículos seminovos e usados cresceu 20,1% em julho, em relação a junho deste ano. Comparado ao mesmo período do ano passado, a comercialização em julho apresenta queda de 5,9%.


Clipping Queda em venda de veículos em agosto surpreende setor 4612160 - LEIA JÁ - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LuswQfR/x2yddsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.leiaja.com/noticias/2014/09/02/queda-em-venda-de-veiculos-em-agostosurpreende-setor/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612160.pdf

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Queda em venda de veículos em agosto surpreende setor | ter, 02/09/2014 - 13:40

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O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, afirmou nesta terça-feira (2) que a entidade foi surpreendida com a queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves em agosto ante julho e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre do ano. "Fomos surpreendido com um mês de agosto menor até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou Meneghetti durante entrevista coletiva para comentar os resultados de agosto. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave prevê que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro. Leia já também: PRF encerra plantão com cinco m ortes Brasil fecha cam panha expressiva nos Jogos de Nanquim Balanço m ostra que 30% das obras de concessões atrasam Abear: busca por transporte aéreo cresceu 0,5% em julho Adolescente de 15 anos m orre em acidente em Aldeia

Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas ontem por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência. Estoques

Meneghetti afirmou também que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, no caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias. Em entrevista coletiva para comentar os resultados do setor de agosto, Meneghetti também avaliou que as eleições gerais deste ano não devem alterar o comportamento do consumidor. "Vai alterar é o do empresário que investe. Esse vai estar esperando para ver o que vai acontecer", disse. Ele lembrou que a inadimplência vem caindo e que, apesar de estar atualmente em 4,7% nível acima do considerado normal, de 3% -, é menor do que o patamar de 8% visto no passado.

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Clipping JORNAL DIA DIA - Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612165 - JORNAL DIA A DIA - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LuvH3GwoB1+sdMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornaldiadia.com.br/news/noticia.php?Id=38660 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612165.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano PUBLICIDADE

Fenabrave espera recuperação nas vendas no último trimestre Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou .


De acordo com a Fenabrave, a indĂşstria automobilĂ­stica representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612167 - JORNAL DE LONDRINA - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LuuK97aKTCuHQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornaldelondrina.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1495869&tit=Fenabra ve-aposta-em-recuperacao-do-setor-no-ultimo-trimestre-do-ano Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612167.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Nessa terça (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país comunicar erros

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02/09/2014 | 16:46 Agência Brasil

Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti.

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Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%.

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Nessa terça (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612163 - PORTAL AZ - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LuuYoAsU2r8K08NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.portalaz.com.br/noticia/economia/305646_fenabrave_aposta_em_recuperacao_d o_setor_no_ultimo_trimestre_do_ano.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612163.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 02/09/2014 • 17:42

Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.

Fonte: Agência Brasil


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612161 - JORNAL DO COMMERCIO RECIFE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LuvZnF6Mu7ZQE8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2014/09/02/fenabraveaposta-em-recuperacao-do-setor-no-ultimo-trimestre-do-ano-143625.php Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Da Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612161.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Perspectiva do fim da redução do Imposto sobre IPI em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro Publicado em 02/09/2014, às 17h50

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Apesar de já registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre

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Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em

Fenabrave: agosto tem alta nas vendas de veículos leves

novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o

Fenabrave: venda de veículos leves recua 13,6% em julho

presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


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http://www.jornaldooeste.com.br/variedades/automovel/entre-os-10-mais-vendidos-so-4carros-tiveram-alta-nas-vendas-em-agosto-85961/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Folhapress Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612162.pdf

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Automóvel

Entre os 10 mais vendidos, só 4 carros tiveram alta nas vendas em agosto Da Folhapress

Publicado em: 02/09/2014 - 17:10 | Atualizado em: 02/09/2014 - 15:35

Dos dez automóveis de passeio e comerciais leves mais vendidos no país em agosto, apenas quatro modelos venderam mais do que em julho. O que apresentou maior variação, de 34,2%, foi o Renault Sandero, que passou de 5.425 para 7.287 unidades vendidas. Em segundo lugar nesse quesito ficou o Cross Fox, que aumentou as vendas em 14,6% de um mês para o outro -de 7.284 para 8.348 carros comercializados. Nas posições seguintes estão dois modelos da Fiat, o Uno e o Strada. O primeiro vendeu 10.922 unidades em agosto contra 9.613 em julho, com alta de 13,6%. Já o segundo registrou crescimento de 2,1% na quantidade de carros vendidos, passando de 12.850 para 12.585 unidades. RANKING Em relação à lista dos mais vendidos em agosto, o Fiat Palio e o Gol mantiveram o primeiro e o segundo lugares, respectivamente. Outros modelos da Fiat, o Uno e o Strada, subiram no ranking. O Strada passou de 4ª para 3ª posição e o Uno, da 7º para a 4ª. Entre os que caíram na lista estão o Chevrolet Onix, que passou do 3º para o 5º lugar e o Hyundai HB20, que saiu do 5º para o 6º lugar. VEÍCULO -- UNIDADES VENDIDAS EM AGOSTO -- UNIDADES VENDIDAS EM JULHO -VARIAÇÃO -- POSIÇÃO EM JULHO Fiat Palio -- 14.305 -- 15.989 -- -10,5% -- 1º VW Gol -- 14.198 -- 14.347 -- -1,0% -- 2º Fiat Strada -- 12.850 -- 12.585 -- 2,1% -- 4º Fiat Uno -- 10.922 -- 9.613 -- 13,6% -- 7º Chevrolet Onix -- 10.285 -- 14.015 -- -26,6% -- 3º Hyundai HB20 -- 9.074 -- 10.857 -- -16,4% -- 5º Ford Fiesta -- 8.505 -- 10.591 -- -19,7% -- 6º Fiat Siena -- 8.469 -- 8.949 -- -5,4% -- 8º VW Fox/Cross Fox -- 8.348 -- 7.284 -- 14,6% -- 11º Renault Sandero -- 7.278 -- 5.425 -- 34,2% -- 15º Fonte: Fenabrave 0 Publicidade

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busca avançada Pautas | Fenabrave | 02/09/2014 17:48:52 | 98 Acessos Quem Somos

Emplacamentos de veículos caem em agosto e contrariam expectativas da Fenabrave

Entidade acredita que o último trimestre de 2014 pode ser melhor, caso o governo coloque em prática a medida que agiliza a retomada de veículos de consumidores inadimplentes por parte dos bancos, o que, segundo a Fenabrave, aumentaria o índice de aprovação de cadastros para novos financiamentos de veículos. De acordo com o levantamento realizado pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa mais de 7.700 concessionários de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas para transporte), o total de emplacamentos no mês de agosto foi 7,43% menor que o registrado em julho. Ao todo, foram comercializadas 404.217 unidades em agosto de 2014, contra 436.674 em julho deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado (481.524 unidades), a queda foi de 16,05% e, no acumulado, a retração chegou a 8,62% para todos os segmentos somados. Foram emplacadas, de janeiro a agosto deste ano, 3.333.104 unidades, contra 3.647.456 no mesmo período do ano passado.

Os segmentos de automóveis e comerciais leves também apresentaram queda de 7,38% nos emplacamentos. Foram emplacadas 259.152 unidades em agosto, contra 279.805 em julho. Se comparado com agosto do ano passado (312.688 unidades), o resultado aponta para queda de 17,12%. No acumulado do ano, esses segmentos caíram 9,51%. Foram comercializadas 2.121.543 unidades nos primeiros oito meses de 2014, contra 2.344.386 no mesmo período de 2013.

Segundo a Fenabrave, os resultados de agosto contrariam as expectativas iniciais da entidade, que previa retomada no crescimento do setor a partir de agosto, chegando a um aumento de 5% no segundo semestre em relação ao primeiro de 2014. De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo e Diretor da entidade, Flavio Meneghetti, a revisão do PIB, para 0,5%, o cenário político ainda indefinido, a alta volatilidade da economia, com diversos indicadores negativos, e o alto comprometimento da renda familiar contribuíram para que o consumidor pensasse mais antes de fechar negócio. “O consumidor está gastando menos. O crédito ainda é um problema no nosso setor, apesar de a inadimplência mostrar sinais de queda, registrando 4,77% este mês”, explicou.

O presidente da Fenabrave acredita que alguns fatores poderão melhorar o desempenho do setor no último trimestre de 2014. Além dos lançamentos previstos em outubro, com o Salão Internacional do Automóvel, realizado em São Paulo, a queda nas taxas de juros e a antecipação de compras em função da retomada dos índices do IPI em janeiro de 2015, favorecerão o consumo de automóveis e comerciais leves em novembro e dezembro.

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Porém, segundo o presidente da Fenabrave, a solução mais viável para acelerar as vendas do setor será a implantação da medida que facilitará a retomada de veículos de inadimplentes por parte dos bancos, o que aumentaria o índice de aprovação cadastral na oferta de financiamentos de veículos. “Se os bancos não tiverem que recorrer à justiça para apreender os veículos de inadimplentes, agilizando os trâmites de retomada desses bens, aumentaria a segurança jurídica dos contratos e daria mais confiança para liberar mais crédito ao mercado. “Acreditamos que essa medida só traria benefícios pois, além de não implicar na desoneração fiscal por parte do governo, permitiria, ao sistema bancário, ampliar, em até 20%, a aprovaç&at ilde;o de crédito para financiamentos de veículos, o que significa 30 mil automóveis e comerciais leves a mais, mensalmente, financiados. Em um ano, isso representaria um 13º. mês de vendas”, comentou Meneghetti.

Com relação ao segmento de caminhões, que teve queda acumulada de 13,85% entre janeiro e agosto de 2014, e de 12,54% sobre julho/2014 e 18,32% entre agosto 2014 e 2013, o presidente executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., comentou que a queda nos emplacamentos se deve ao desaquecimento na economia. “Se o PIB cai, o mercado de caminhões também cai. Temos produtos disponíveis, temos crédito, temos compradores, mas temos menos carga para transportar”, completou Assumpção Jr.

Para o segmento de duas rodas, o presidente executivo da entidade disse que se mantém o problema de crédito para motos de baixa cilindrada, desde a crise de 2008. Já para financiar motos acima de 250 cc, e outras ainda mais potentes, o cliente não tem problemas de cadastro. “O sistema de consórcio tem contribuído significativamente no total de vendas para motos de menor cilindrada. O mercado de motos mais potentes não passa por esta dificuldade e tem apresentado bons resultados de vendas”, avalia Assumpção Júnior.

Previsões 2014 A Fenabrave decidiu não revisar as projeções de emplacamentos para 2014. “Estamos num período de muita instabilidade e volatilidade e seria de pouca utilidade fazer qualquer revisão neste momento. Por isso, manteremos as previsões, estimadas para uma queda de 7,75% para automóveis e comerciais leves e de 6,5% para todos os segmentos somados”, conclui Flávio Meneghetti.

Acompanhe abaixo o desempenho de cada segmento Automóveis e Comerciais Leves – O volume de emplacamentos de automóveis e comerciais leves alcançou 259.152 unidades em agosto, contra 279.805 em julho, o que representa queda de 7,38%. No acumulado, os segmentos registraram baixa de 9,51%. Foram emplacadas 2.121.543 unidades em 2014 contra 2.344.386 no ano passado.

Caminhões e Ônibus – O mercado de caminhões registrou baixa, na comparação de agosto deste ano (10.926 unidades) com julho (12.492 unidades), registrando queda de 12,54%. Sobre agosto de 2013 (13.376), a queda foi de 18,32%. Já na comparação dos acumulados de 2013 e 2014, foram emplacados 88.710 caminhões até agosto deste ano, ante 102.975 unidades no mesmo período de 2013 - retração de 13,85%.

O segmento de ônibus apresentou queda de 2,58% no mês de agosto. Foram emplacadas 2.417 unidades, contra 2.481 em julho. Na comparação com o mesmo período de 2013 (3.111 unidades), o segmento caiu 22,31%. Já no acumulado, o segmento de ônibus também apresentou queda de 13,82% entre 2013 e 2014.

Somados, os segmentos de caminhões e ônibus retraíram 10,89% no comparativo entre julho e agosto. Já na comparação com agosto de 2013, a queda foi de 19,07%. No acumulado, houve baixa de 13,85% para os dois setores somados.

Motocicletas – O segmento de duas rodas apresentou retração de 8,01% em agosto, no comparativo com mês anterior. Foram emplacadas 111.320 unidades, contra 121.016 motos em julho. Em relação a agosto de 2013 (129.091), este setor também teve queda 13,77% e, no acumulado, a retração chegou a 6,08%.

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Implementos Rodoviários – Foram vendidas 4.446 unidades em agosto, contra 4.726 em julho, numa queda de 5,92%. Em relação a agosto do ano passado (6.305 unidades), o segmento retraiu 29,48% em unidades emplacadas. No acumulado a queda foi de 15,30% de 2014 contra igual período de 2013.

Outros – Outros veículos, como carretinhas para transporte, retraíram 2,53% ao comparar os meses de julho e agosto. No acumulado do ano, houve alta de 4,71%.

Tratores e Máquinas Agrícolas – Estes segmentos cresceram 0,91% no mês passado. Foram vendidas 6.182 unidades, contra 6.126 em julho. Na comparação com o mesmo período de 2013 (7.179 unidades), os segmentos registraram queda de 13,89%. No acumulado do ano, houve queda de 17,08% para estes segmentos.

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Clipping Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco 4612128 - REUTERS BRASIL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LuvF8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Vendas de veículos novos caem em agosto e concessionárias já esperam 2015 fraco

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terça-feira, 2 de setembro de 2014 16:12 BRT

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SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a mostrar fraqueza em agosto e as concessionárias já consideram que o atual cenário deve se estender para 2015, pondo em risco o nível de emprego de um setores mais importantes da economia.

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Produtos e Serviços Support Sobre a Thom son Reuters

Refletindo a combinação de fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB) e escassez de crédito, os emplacamentos de automóveis 1 de 1 Versão na íntegra e comerciais leves, önibus e caminhões no mês passado c aíram 17,2 por cento ante agosto de 2013, a 272.495 unidades, informou nesta terça-feira a associação das c oncessionárias, Fenabrave. Contra julho, a queda foi de 7,56 por cento. No acumulado do ano, as vendas somaram 2,23 milhões de unidades, queda de 9,7 por cento ante os primeiros oito meses de 2013. "Essa é a realidade atual do país e também a nossa", disse a jornalistas o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "E c om os ajustes ec onômicos esperados para a virada do ano, prevemos que merc ado de veículos deve ser parec ido em 2015." Os comentários ilustram a c rise do setor automobilístico, responsável por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. Após ter batido sucessivos recordes de vendas, o segmento teve em 2013 a primeira queda nas vendas em uma década, mesmo com a manutenç ão de incentivos fiscais. Segundo Meneghetti, novas medidas anunciadas rec entemente pelo governo federal podem repercutir positivamente nas vendas de veículos no último trimestre do ano. Especificamente, reformas na legislaç ão para dar maiores garantias aos bancos poderiam aumentar em 20 por cento os financiamentos de veículos em relação aos níveis atuais, quando entrarem em vigor, disse o presidente da Fenabrave. Mas a conjuntura macroeconômic a adversa, que pode ainda se agravar caso se confirmem as previsões de que o próximo governo federal terá que tomar medidas que agravariam as dific uldades na economia, não deixam espaço para grande otimismo. Para o presidente da Fenabrave, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho. Várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor tiveram como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. "Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão", disse Meneghetti. "As empresas prec isam ficar vivas." Continuação... Ver artigo em uma página

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Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave 4612123 - ADMINISTRADORES - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LusNYh1HTP9BlsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/venda-de-veiculos-tem-queda-de-743em-agosto-mostra-fenabrave/92065/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612123.pdf

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Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos Camila Maciel, Agência Brasil, 2 de setembro de 2014, às 18h10 Tweet

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A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave 4612129 - INVESTIMENTOS E NOTÍCIAS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LuvLG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.investimentosenoticias.com.br/financas-pessoais/carros/venda-de-veiculos-temqueda-de-7-43-em-agosto-mostra-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612129.pdf

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Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave Setembro 2, 2014

Escrito por Nicole Ongaratto

Publicado em Carros

Foto: Divulgação A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje (2)

A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%).

No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos.

A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%.


No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%.

Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos. As informações são da Agência Brasil.

(Redação- Agência IN)


Clipping TOTVS Mato Grosso participa do maior evento de distribuição automotiva da América Latina 4612126 - OLHAR DIRETO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LutENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.olhardireto.com.br/conceito/noticias/exibir.asp?noticia=TOTVS_Mato_Grosso_part icipa_do_maior_evento_de_distribuicao_automotiva_da_America_Latina&edt=11&id=5537 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Isabela Mercuri Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612126.pdf

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Notícias / Tecnologia 02/09/2014 - 17:40

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TOTVSMato Grosso participa do maior evento de distribuição automotiva da América Latina Tw eetar

Da Redação - Isabela Mercuri Foto: Reprodução

plantão 10:28 - Artes visuais - Artista cuiabano é selecionado para exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro 10:06 - Gastronomia - Procura por sorvetes aumenta cerca de 30% com calor intenso de Cuiabá 10:00 - Anamaria Bianchini - Joalheria Óxette, hoje no Pantanal! Muitos eventos na cidade! Achismos repercutem! Coluna linda no ar!

O 24° Congresso Fenabrave e ExpoFenabrave que acontecerão nos últimos dias 13 e 14 de agosto em Curitiba tiveram participação da TOTVS, líder em desenvolvimento de softwares de gestão na América Latina. Leia mais: Lançamento da Mercedes Benz terá exibição de novos carros, Cia Sinfônica e Buffet Leila Malouf O tema desta edição foi “Superação”, e reuniu cerca de 3,9 mil profissionais que atuam na área de concessionárias interessados em oportunidades e estratégias de negócios do segmento automobilístico. A TOTVS Mato Grosso, Rondônia e Acre contaram com a presença de clientes e perspectivas que tiveram a oportunidade de conhecer as soluções para o segmento relacionado ao mercado de máquinas e implementos agrícolas trazendo resultado positivo para departamentos de novos, seminovos, oficinas e peças de uma empresa ou grupo de empresas além de contar com planejamento e controle orçamentário integrados. O coordenador da TOTVS Mato Grosso, Jonkel Magalhães, comenta que o evento foi um sucesso e destaca que “temos uma equipe comercial pronta para atender as necessidades de empresas que queiram melhorar a gestão do seu negócio, com um amplo portfólio de soluções que otimizam os processos em um menor tempo de resposta para tomada de decisões”, finaliza Magalhães. Um dos executivos de atendimento e relacionamento da TOTVS Mato Grosso, Farid Saad, agradeceu a participação dos clientes de Mato Grosso, Rondônia e Acre “registro o nosso agradecimento a todos os clientes que prestigiaram o stand da TOTVS para conhecer nossa linha de produtos para área de concessionária. Para quem não foi à ExpoFenabrave e quer saber mais sobre os produtos da TOTVS podem solicitar uma visita através do telefone 65 3611-9400 ou comparer a unidade Mato Grosso no endereço: rua Joaquim Murtinho, 588 - Centro em Cuiabá”, acrescenta Saad. (Com informações da Assessoria)

09:00 - Música - Instituto Flauta Mágica leva crianças do Jardim Vitória para intercâmbio na Europa 17:40 - Tecnologia - TOTVS Mato Grosso participa do maior evento de distribuição automotiva da América Latina 17:00 - Turismo - Viagem para Las Vegas sai por R$999 por pessoa com passagem e hospedagem; Confira! 17:00 - Carreira - Nova creche promete atender 240 crianças de 0 a 5 anos; Saiba mais 14:05 - Saúde e Beleza - Sombra que muda de cor, adesivo de unhas e outros 19 produtos são novidades de "O Boticário" 14:00 - Política Cultural - Literatura, concertos, esporte e lazer marcam mês de setembro na UFMT 13:02 - Comportamento - Esmalte muda de cor e ajuda a previnir golpe do “boa noite Cinderela”

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Clipping Painel: Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave 4612125 - INDÚSTRIA & COMÉRCIO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8Luv+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.icnews.com.br/2014.09.02/economia/painel-venda-de-veiculos-tem-queda-de743-em-agosto-mostra-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612125.pdf

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Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612124 - CENÁRIO MT - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LutNkyH9SCS/hcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.cenariomt.com.br/noticia/384743/fenabrave-aposta-em-recuperacao-do-setor-noultimo-trimestre-do-ano.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612124.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Publicado Terça-Feira, 2 de Setembro de 2014, às 17:55 | CenárioMT com Agencia Brasil

Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias.

Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro.

“Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%.

Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos.


Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612127 - ADMINISTRADORES - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8LutOzPx9WzkM/MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/fenabrave-aposta-em-recuperacao-dosetor-no-ultimo-trimestre-do-ano/92062/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612127.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Camila Maciel, Agência Brasil, 2 de setembro de 2014, às 17h15 Tweet

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Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Em agosto, segmento de duas rodas recua 8,01% 4612122 - UOL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/0jV72b8Lut2mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2014/09/02/em-agosto-segmento-de-duas-rodas-recua801/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612122.pdf

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Em agosto, segmento de duas rodas recua 8,01% Infomoto 02/09/2014

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(http://imguol.com/blogs/36/files/2014/09/363MOTOMERCADO4.jpg)Em 2014, vendas de motos acumulam queda de 6,08% Seguindo a tendência de queda nas vendas de todo o setor de veículos, o emplacamento de motocicletas também recuou no mês de agosto. O segmento de duas rodas apresentou retração de 8,01% em agosto, no comparativo com mês anterior. Foram emplacadas 111.320 unidades, contra 121.016 motos em julho. Em relação a agosto de 2013 (129.091), este setor também teve queda de 13,77%. Nas vendas acumuladas neste ano, a retração chega a 6,08%. De acordo com o levantamento realizado pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa mais de 7.700 concessionários de veículos, o total de veículos emplacados em agosto foi 7,43% menor que o registrado em julho. Ao todo, foram comercializadas 404.217 unidades no mês passado, contra 436.674 em julho deste ano. Em relação ao mesmo período de 2013 (481.524 unidades), a queda foi de 16,05% e, no acumulado, a retração chegou a 8,62% para todos os segmentos somados. Foram emplacadas, de janeiro a agosto deste ano, 3.333.104 unidades, contra 3.647.456 no mesmo período do ano passado. Para o presidente do Conselho Deliberativo e Diretor da entidade, Flavio Meneghetti, a revisão de crescimento do PIB para 0,5%, o cenário político ainda indefinido, a alta volatilidade da economia, com indicadores negativos, e o alto comprometimento da renda familiar contribuíram para que o consumidor pensasse mais antes de fechar negócio. “O consumidor está gastando menos. O crédito ainda é um problema no nosso setor, apesar de a inadimplência mostrar sinais de queda, registrando 4,77% este mês”, explicou.


Para o segmento de duas rodas, o presidente executivo da entidade disse que se mantém o problema de crédito para motos de baixa cilindrada, desde a crise de 2008. Já para financiar motos acima de 250 cc, e outras ainda mais potentes, o cliente não tem problemas de cadastro. “O sistema de consórcio tem contribuído significativamente no total de vendas para motos de menor cilindrada. O mercado de motos mais potentes não passa por esta dificuldade e tem apresentado bons resultados de vendas”, avalia o presidente executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. (Por Arthur Caldeira)

Tags : 250cc (http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/250cc/) abraciclo (http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/abraciclo/) Brasil (http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/brasil/) Fenabrave (http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/fenabrave/) infomoto (http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/infomoto/) mercado (http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/mercado/) motos (http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/motos/) Vendas (http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/vendas/) © 1996-2014 UOL - O melhor conteúdo. Todos os direitos reservados. Hospedagem: UOL Host


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612060 - JOVEM PAN - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId0wQfR/x2yddsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jovempan.uol.com.br/noticias/economia/fenabrave-aposta-em-recuperacao-do-setorno-ultimo-trimestre-do-ano-2014-09-02.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612060.pdf

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02/09/2014 16h02 - Atualizado em 02/09/2014 16h11

Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Por Agencia Brasil

Fenabrave espera recuperação nas vendas no último trimestre Araújo/Arquivo/Agência Brasil

Renato


Clipping Vídeo: Vendas de carros caem 7,38% em agosto, diz Fenabrave 4612056 - METRO SP - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId0rDptNvo35jsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.metrojornal.com.br/nacional/economia/vendas-de-carros-caem-738-em-agostodiz-fenabrave-123451 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612056.pdf

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Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto 4612058 - CANAL RIO CLARO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId3cNDl0pXD7xMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.canalrioclaro.com.br/noticia/22591/venda-de-veiculos-tem-queda-de-7-43-emagosto.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612058.pdf

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Em 02/09/2014 - 16:02

Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto Por: Redação Canal Rio Claro

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A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,4% em agosto, mostra Fenabrave 4612062 - AMANHÃ - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId3sDavP3s9uv8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.amanha.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7482:venda-deveiculos-tem-queda-de-74-em-agosto-mostra-fenabrave&catid=35:home-2&Itemid=135 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612062.pdf

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Ter, 02 de Setembro de 2014 18:14

Venda de veículos tem queda de 7,4% em agosto, mostra Fenabrave Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos Por Agência Brasil A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado nesta terça-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,2% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,8%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,2%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,1% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,1%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos. Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Fenabrave aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%.


Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou. De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Venda de carros no Brasil cai 7,4% em agosto, anuncia Fenabrave 4612061 - JORNAL WEB MINAS ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId3ZnF6Mu7ZQE8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornalwebminas.com.br/veiculos_noticia.php?noticia=155769 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612061.pdf

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Belo Horizonte, 03 de Setembro de 2014

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Veículos - Notícia Venda de carros no Brasil cai 7,4% em agosto, anuncia Fenabrave MAIS LIDAS As vendas de veículos e comerciais leves no Brasil caíram cerca de 7,38% em agosto, na comparação com o mês de julho, afirmou a Fenabrave (federação nacional dos concessionários) nesta terça-feira (2). Ao todo, foram vendidos 259.152 carros, contra 279.805 no mês de julho. Considerando também ônibus e caminhões, a soma em agosto chega a 272.795, uma queda de 7,56% sobre o montante de veículos vendido em julho. Na comparação com agosto de 2013, as vendas de carros caíram 17,12%. No mesmo período do ano passado, foram vendidas 279.805 unidades.

1 - Venda de carros no Brasil cai 7,4% em agosto, anuncia Fenabrave 2 - Carro sem motorista chegará a 75% do mercado mundial em 2035, é o que garantem especialistas 3 - Vendas de automóveis e comerciais leves caem 7,38% em agosto, na comparação com julho

Incluindo caminhões e ônibus, as vendas de veículos recuaram 17,22% nessa comparação anual.

Jornal WebMinas - Com agências 02/09/2014 - 18:11

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Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612063 - PARAÍBA ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId2YoAsU2r8K08NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://paraibaonline.com.br/noticia/934522-fenabrave-aposta-em-recuperacao-do-setor-noultimo-trimestre-do-ano.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612063.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


Terça-Feira, 02 de Setembro de 2014 17h12

Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano +A

-A

Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4612059 - CATVE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId2uPW8+us5NqsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://catve.com/noticia/6/94539/fenabrave-aposta-em-recuperacao-do-setor-no-ultimotrimestre-do-ano Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612059.pdf

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Brasil - 02/09/2014 16h11 - Atualizado em 02/09/2014 16h12

Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do IPI busca

Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. "Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte", disse o


presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. "Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente", ressaltou. De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional. Agência Brasil


Clipping Emplacamentos de veículos caem em agosto e contrariam expectativas da Fenabrave 4612057 - BIOAGÊNCIA - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId3g3FveF1DG+MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.bioagencia.com.br/noticias/index.php/detail/4390/emplacamentos-de-veiculoscaem-em-agosto-e-contrariam-expectativas-da-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612057.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Emplacamentos de veículos caem em agosto e contrariam expectativas da Fenabrave Entidade acredita que o último trimestre de 2014 pode ser melhor, caso o governo coloque em prática a medida que agiliza a retomada de veículos de consumidores inadimplentes por parte dos bancos, o que, segundo a Fenabrave, aumentaria o índice de aprovação de cadastros para novos financiamentos de veículos. De acordo com o levantamento realizado pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa mais de 7.700 concessionários de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas para transporte), o total de emplacamentos no mês de agosto foi 7,43% menor que o registrado em julho. Ao todo, foram comercializadas 404.217 unidades em agosto de 2014, contra 436.674 em julho deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado (481.524 unidades), a queda foi de 16,05% e, no acumulado, a retração chegou a 8,62% para todos os segmentos somados. Foram emplacadas, de janeiro a agosto deste ano, 3.333.104 unidades, contra 3.647.456 no mesmo período do ano passado. Os segmentos de automóveis e comerciais leves também apresentaram queda de 7,38% nos emplacamentos. Foram emplacadas 259.152 unidades em agosto, contra 279.805 em julho. Se comparado com agosto do ano passado (312.688 unidades), o resultado aponta para queda de 17,12%. No acumulado do ano, esses segmentos caíram 9,51%. Foram comercializadas 2.121.543 unidades nos primeiros oito meses de 2014, contra 2.344.386 no mesmo período de 2013. Segundo a Fenabrave, os resultados de agosto contrariam as expectativas iniciais da entidade, que previa retomada no crescimento do setor a partir de agosto, chegando a um aumento de 5% no segundo semestre em relação ao primeiro de 2014. De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo e Diretor da entidade, Flavio Meneghetti, a revisão do PIB, para 0,5%, o cenário político ainda indefinido, a alta volatilidade da economia, com diversos indicadores negativos, e o alto comprometimento da renda familiar contribuíram para que o consumidor pensasse mais antes de fechar negócio. “O consumidor está gastando menos. O crédito ainda é um problema no nosso setor, apesar de a inadimplência mostrar sinais de queda, registrando 4,77% este mês”, explicou. O presidente da Fenabrave acredita que alguns fatores poderão melhorar o desempenho do setor no último trimestre de 2014. Além dos lançamentos previstos em outubro, com o Salão Internacional do Automóvel, realizado em São Paulo, a queda nas taxas de juros e a antecipação de compras em função da retomada dos índices do IPI em janeiro de 2015, favorecerão o consumo de automóveis e comerciais leves em novembro e dezembro. Porém, segundo o presidente da Fenabrave, a solução mais viável para acelerar as vendas do setor será a implantação da medida que facilitará a retomada de veículos de inadimplentes por parte dos bancos, o que aumentaria o índice de aprovação cadastral na oferta de financiamentos de veículos. “Se os bancos não tiverem que recorrer à justiça para apreender os veículos de inadimplentes, agilizando os trâmites de retomada desses bens, aumentaria a segurança jurídica dos contratos e daria mais confiança para liberar mais crédito ao mercado. “Acreditamos que essa medida só traria benefícios pois, além de não implicar na desoneração fiscal por parte do governo, permitiria, ao sistema bancário, ampliar, em até 20%, a aprovação de crédito para financiamentos de veículos, o que significa 30 mil automóveis e comerciais leves a mais, mensalmente, financiados. Em um ano, isso representaria um 13º. mês de vendas”, comentou Meneghetti. Com relação ao segmento de caminhões, que teve queda acumulada de 13,85% entre janeiro e agosto de 2014, e de 12,54% sobre julho/2014 e 18,32% entre agosto 2014 e 2013, o presidente executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., comentou que a queda nos emplacamentos se deve ao desaquecimento na economia. “Se o PIB cai, o mercado de caminhões também cai. Temos produtos disponíveis, temos crédito, temos compradores, mas temos menos carga para transportar”, completou Assumpção Jr. Para o segmento de duas rodas, o presidente executivo da entidade disse que se mantém o problema de crédito para motos de baixa cilindrada, desde a crise de 2008. Já para financiar motos acima de 250 cc, e outras ainda mais potentes, o cliente não tem problemas de cadastro. “O sistema de consórcio tem contribuído significativamente no total de vendas para motos de menor cilindrada. O mercado de motos mais potentes não passa por esta dificuldade e tem apresentado bons resultados de vendas”, avalia Assumpção Júnior. Previsões 2014 A Fenabrave decidiu não revisar as projeções de emplacamentos para 2014. “Estamos num período de muita instabilidade e volatilidade e seria de pouca utilidade fazer qualquer revisão neste momento. Por isso, manteremos as previsões, estimadas para uma queda de 7,75% para automóveis e comerciais leves e de 6,5% para todos os segmentos somados”, conclui Flávio Meneghetti. Acompanhe abaixo o desempenho de cada segmento Automóveis e Comerciais Leves – O volume de emplacamentos de automóveis e comerciais leves alcançou 259.152 unidades em agosto, contra 279.805 em julho, o que representa queda de 7,38%. No acumulado, os segmentos registraram baixa de 9,51%. Foram emplacadas 2.121.543 unidades em 2014 contra 2.344.386 no ano passado. Caminhões e Ônibus – O mercado de caminhões registrou baixa, na comparação de agosto deste ano (10.926 unidades) com julho (12.492 unidades), registrando queda de 12,54%. Sobre agosto de 2013 (13.376), a queda foi de 18,32%. Já na comparação dos acumulados de 2013 e 2014, foram emplacados 88.710 caminhões até agosto deste ano, ante 102.975 unidades no mesmo período de 2013 - retração de 13,85%. O segmento de ônibus apresentou queda de 2,58% no mês de agosto. Foram emplacadas 2.417 unidades, contra 2.481 em julho. Na comparação com o mesmo período de 2013 (3.111 unidades), o segmento caiu 22,31%. Já no acumulado, o segmento de ônibus também apresentou queda de 13,82% entre 2013 e 2014.


Somados, os segmentos de caminhões e ônibus retraíram 10,89% no comparativo entre julho e agosto. Já na comparação com agosto de 2013, a queda foi de 19,07%. No acumulado, houve baixa de 13,85% para os dois setores somados. Motocicletas – O segmento de duas rodas apresentou retração de 8,01% em agosto, no comparativo com mês anterior. Foram emplacadas 111.320 unidades, contra 121.016 motos em julho. Em relação a agosto de 2013 (129.091), este setor também teve queda 13,77% e, no acumulado, a retração chegou a 6,08%. Implementos Rodoviários – Foram vendidas 4.446 unidades em agosto, contra 4.726 em julho, numa queda de 5,92%. Em relação a agosto do ano passado (6.305 unidades), o segmento retraiu 29,48% em unidades emplacadas. No acumulado a queda foi de 15,30% de 2014 contra igual período de 2013. Outros – Outros veículos, como carretinhas para transporte, retraíram 2,53% ao comparar os meses de julho e agosto. No acumulado do ano, houve alta de 4,71%. Tratores e Máquinas Agrícolas – Estes segmentos cresceram 0,91% no mês passado. Foram vendidas 6.182 unidades, contra 6.126 em julho. Na comparação com o mesmo período de 2013 (7.179 unidades), os segmentos registraram queda de 13,89%. No acumulado do ano, houve queda de 17,08% para estes segmentos.(Contatos: Rita Mazzuchini (Mtb 22128), ou Daniela Figueira) Fonte: Fenabrave Data da Notícia: 02/09/2014 Data de Publicação: 02/09/2014 Índice de Notícias

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Clipping Emplacamentos de veículos caem em agosto e contrariam expectativas da Fenabrave 4612064 - AGREGARIO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ba8HcgbTId1gTNO5lv/9/cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://agregario.com/emplacamentos-veiculos-caem-agosto-contrariam-expectativasfenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4612064.pdf

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Emplacamentos de veículos caem em agosto e contrariam expectativas da Fenabrave Publicado em 02.09.2014 por Maxpress Entidade acredita que o último trimestre de 2014 pode ser melhor, caso o governo coloque em prática a medida que agiliza a retomada de veículos de consumidores inadimplentes por parte dos bancos, o que, segundo a Fenabrave, aumentaria o índice de aprovação de cadastros para novos financiamentos de veículos. De acordo com o levantamento realizado pela Fenabrave Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa mais de 7.700 concessionários de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas para transporte), o total de emplacamentos no mês de agosto foi 7,43% menor que o registrado em julho. Ao todo, foram comercializadas 404.217 unidades em agosto de 2014, contra 436.674 em julho deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado (481.524 unidades), a queda foi de 16,05% e, no acumulado, a retração chegou a 8,62% para todos os segmentos somados. Foram emplacadas, de janeiro a agosto deste ano, 3.333.104 unidades, contra 3.647.456 no mesmo período do ano passado. Os segmentos de automóveis e comerciais leves também apresentaram queda de 7,38% nos emplacamentos. Foram emplacadas 259.152 unidades em agosto, contra 279.805 em julho. Se comparado com agosto do ano passado (312.688 unidades), o resultado aponta para queda de 17,12%. No acumulado do ano, esses segmentos caíram 9,51%. Foram comercializadas 2.121.543 unidades nos primeiros oito meses de 2014, contra 2.344.386 no mesmo período de 2013. Segundo a Fenabrave, os resultados de agosto contrariam as expectativas iniciais da entidade, que previa retomada no crescimento do setor a partir de agosto, chegando a um aumento de 5% no segundo semestre em relação ao primeiro de 2014. De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo e Diretor da entidade, Flavio Meneghetti, a revisão do PIB, para 0,5%, o cenário político ainda indefinido, a alta volatilidade da economia, com diversos indicadores negativos, e o alto comprometimento da renda familiar contribuíram para que o consumidor pensasse mais antes de fechar negócio. “O consumidor está gastando menos. O crédito ainda é um problema no nosso setor, apesar de a inadimplência mostrar sinais de queda, registrando 4,77% este mês”, explicou. O presidente da Fenabrave acredita que alguns fatores poderão melhorar o desempenho do setor no último trimestre de 2014. Além dos lançamentos previstos em outubro, com o Salão Internacional do Automóvel, realizado em São Paulo, a queda nas taxas de juros e a antecipação de compras em função da retomada dos índices do IPI em janeiro de 2015, favorecerão o consumo de automóveis e comerciais leves em novembro e dezembro.


Porém, segundo o presidente da Fenabrave, a solução mais viável para acelerar as vendas do setor será a implantação da medida que facilitará a retomada de veículos de inadimplentes por parte dos bancos, o que aumentaria o índice de aprovação cadastral na oferta de financiamentos de veículos. “Se os bancos não tiverem que recorrer à justiça para apreender os veículos de inadimplentes, agilizando os trâmites de retomada desses bens, aumentaria a segurança jurídica dos contratos e daria mais confiança para liberar mais crédito ao mercado. “Acreditamos que essa medida só traria benefícios pois, além de não implicar na desoneração fiscal por parte do governo, permitiria, ao sistema bancário, ampliar, em até 20%, a aprovaç&at ilde;o de crédito para financiamentos de veículos, o que significa 30 mil automóveis e comerciais leves a mais, mensalmente, financiados. Em um ano, isso representaria um 13º. mês de vendas”, comentou Meneghetti. Com relação ao segmento de caminhões, que teve queda acumulada de 13,85% entre janeiro e agosto de 2014, e de 12,54% sobre julho/2014 e 18,32% entre agosto 2014 e 2013, o presidente executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., comentou que a queda nos emplacamentos se deve ao desaquecimento na economia. “Se o PIB cai, o mercado de caminhões também cai. Temos produtos disponíveis, temos crédito, temos compradores, mas temos menos carga para transportar”, completou Assumpção Jr. Para o segmento de duas rodas, o presidente executivo da entidade disse que se mantém o problema de crédito para motos de baixa cilindrada, desde a crise de 2008. Já para financiar motos acima de 250 cc, e outras ainda mais potentes, o cliente não tem problemas de cadastro. “O sistema de consórcio tem contribuído significativamente no total de vendas para motos de menor cilindrada. O mercado de motos mais potentes não passa por esta dificuldade e tem apresentado bons resultados de vendas”, avalia Assumpção Júnior. Previsões 2014 A Fenabrave decidiu não revisar as projeções de emplacamentos para 2014. “Estamos num período de muita instabilidade e volatilidade e seria de pouca utilidade fazer qualquer revisão neste momento. Por isso, manteremos as previsões, estimadas para uma queda de 7,75% para automóveis e comerciais leves e de 6,5% para todos os segmentos somados”, conclui Flávio Meneghetti. Acompanhe abaixo o desempenho de cada segmento Automóveis e Comerciais Leves O volume de emplacamentos de automóveis e comerciais leves alcançou 259.152 unidades em agosto, contra 279.805 em julho, o que representa queda de 7,38%. No acumulado, os segmentos registraram baixa de 9,51%. Foram emplacadas 2.121.543 unidades em 2014 contra 2.344.386 no ano passado. Caminhões e nibus O mercado de caminhões registrou baixa, na comparação de agosto deste ano (10.926 unidades) com julho (12.492 unidades), registrando queda de 12,54%. Sobre agosto de 2013 (13.376), a queda foi de 18,32%. Já na comparação dos acumulados de 2013 e 2014, foram emplacados 88.710 caminhões até agosto deste ano, ante 102.975 unidades no mesmo período de 2013 - retração de 13,85%. O segmento de ônibus apresentou queda de 2,58% no mês de agosto. Foram emplacadas 2.417 unidades, contra 2.481 em julho. Na comparação com o mesmo período de 2013 (3.111 unidades), o segmento caiu 22,31%. Já no acumulado, o segmento de ônibus também apresentou queda de 13,82% entre 2013 e 2014. Somados, os segmentos de caminhões e ônibus retraíram 10,89% no comparativo entre julho e agosto. Já na comparação com agosto de 2013, a queda foi de 19,07%. No acumulado, houve baixa de 13,85% para os dois setores somados.


Motocicletas O segmento de duas rodas apresentou retração de 8,01% em agosto, no comparativo com mês anterior. Foram emplacadas 111.320 unidades, contra 121.016 motos em julho. Em relação a agosto de 2013 (129.091), este setor também teve queda 13,77% e, no acumulado, a retração chegou a 6,08%. Implementos Rodoviários Foram vendidas 4.446 unidades em agosto, contra 4.726 em julho, numa queda de 5,92%. Em relação a agosto do ano passado (6.305 unidades), o segmento retraiu 29,48% em unidades emplacadas. No acumulado a queda foi de 15,30% de 2014 contra igual período de 2013. Outros Outros veículos, como carretinhas para transporte, retraíram 2,53% ao comparar os meses de julho e agosto. No acumulado do ano, houve alta de 4,71%. Tratores e Máquinas Agrícolas Estes segmentos cresceram 0,91% no mês passado. Foram vendidas 6.182 unidades, contra 6.126 em julho. Na comparação com o mesmo período de 2013 (7.179 unidades), os segmentos registraram queda de 13,89%. No acumulado do ano, houve queda de 17,08% para estes segmentos.

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Clipping Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto 4611985 - BOL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Miw2/2AqfmMduUGkzRjkZ8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/09/02/vendas-de-automoveiscaem-738-no-brasil-em-agosto.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611985.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 13300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000


Vendas de automóveis caem 7,38% no Brasil em agosto 02/09/2014

14h00

Brasília, 2 set (EFE).- As vendas de automóveis caíram 7,38% no Brasil em agosto em relação a junho, segundo um relatório divulgado pela Federação de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação a agosto de 2013 a queda foi de 17,12%, enquanto nos primeiros oito meses de 2014 a baixa acumulada é de 9,73% frente ao mesmo período do ano anterior. Esses dados reforçam a preocupação em um setor que o próprio governo considera fundamental para evitar um aumento da taxa de desemprego, que atualmente está em torno de 5,5%. O setor automotivo recebeu fortes incentivos fiscais nos últimos anos por meio de programas criados para promover o emprego e, ao mesmo tempo, estimular o consumo.


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, aponta Fenabrave 4611989 - PENSE CARROS ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Miw2/2AqfmME0eMy4jDFBMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://revista.pensecarros.com.br/especial/rs/editorial-veiculos/19,0,4589197,Venda-deveiculos-tem-queda-de-7-43-em-agosto-aponta-Fenabrave.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611989.pdf

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Notícias Mercado automotivo | 02/09/2014 16h51min

Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, aponta Fenabrave A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado nesta terça-feira, dia 2 de setembro de 2014, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos. AGÊNC IA BRA SIL


Clipping Venda de carros no Ceará cai 6,31% nos oito primeiros meses de 2014 4611983 - DIÁRIO DO NORDESTE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Miw2/2AqfmMhIMk8ZpB6o8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Venda de carros no Cear¡ cai 6,31% nos oito primeiros meses de 2014 Nayana Siebra | 18h01 | 02.09.2014

De acordo com a Fenabrave, 36.337 carros for am negociados em 2014 e 38.783 em 2013

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∫ LTIMASDA EDITORIA No Ceará, 4.966 automóveis e comerciais leves foram vendidos em agoto, o número representa uma queda de 6,1% na comparação com julho. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e revelam ainda que a venda no mês também foi menor do que em igual período de 2013, quando 5.274 carros foram comercializados.

36.337 carros foram negociados nos oito primeiros meses deste ano ARQUIVO

O número de veículos vendidos nos 8 primeiros meses deste ano também foi inferior à quantidade comercializada no mesmo período de 2013. Com queda de 6,31%, 36.337 carros foram negociados em 2014 e 38.783 em 2013.

De acordo com o presidente da Fenabrave no Ceará, Fernando Pontes, a queda nas vendas já era prevista devido aos feriados que interrompem a cadeia de vendas. O presidente, entretanto, aposta em uma melhora nos quatro últimos meses do ano, pois, segundo ele, a inadimplência do cearense caiu e os bancos oferecem melhores opções de financiamento. O gestor da Fenabrave no Estado afirma ainda que os veículos mais vendidos no Ceará continuam sendo os modelos de motores 1.0. Na lista, aparecem modelos como Gol, Ford Ka e Pálio.

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Clipping Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave 4611987 - 180 GRAUS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Miw2/2AqfmMoLAaFNgcD3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://180graus.com/noticias/venda-de-carros-cai-74-em-agosto-diz-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Com informações do G1 Cidade: WEB Larice Sena Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: BLOG Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611987.pdf

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Recuo é de 17,22% - 02/09/2014 às 19h19 03 de Setembro de 2014

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Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave Foram comercializadas 272.495 unidades no mês, contra 294.778 em julho

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As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil caíram 7,38% em agosto, na comparação com o mês de julho, afirmou a Fenabrave (federação nacional dos concessionários) nesta terça-feira (2). Ao todo, foram vendidos 259.152 carros, contra 279.805 no mês de julho.

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Considerando também ônibus e caminhões, a queda é de 7,56%. Na comparação com agosto de 2013, as vendas de carros caíram 17,12%. No ano passado, foram vendidas 279.805 unidades.

Salada

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Somando esse montante ao de caminhões e ônibus, as vendas de veículos recuaram 17,22% na comparação anual.

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No acumulado de janeiro a agosto, houve 2.230.126 veículos comercializados, contra 2.470.421 unidades no mesmo período de 2013. Isso representa uma queda de 9,73%. Só o segmento de carros, teve queda de 9,51% neste ano, com 2.125.543 unidades emplacadas nos oito primeiros meses contra 2.344.386. Surpresa Em entrevista à GloboNews, o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, afirmou que a queda em agosto foi uma surpresa. "A gente imaginava que seria o início de uma retomada, não tão forte, mas constante no segundo semestre", afirmou. O executivo vê um ambiente pessimista para consumidor, principalmente pelas informações econômicas, e a dificuldade de acesso ao crédito como as principais causas da contração no número de emplacamentos.

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Clipping Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave 4611990 - DIGA BAHIA - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Miw2/2AqfmOz80NoxeTI+8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://digabahia.com.br/venda-de-carros-cai-74-em-agosto-diz-fenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611990.pdf

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Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave SHARE THIS

O mercado de automóveis comerciais leves no Brasil presenciou em agosto a queda de 7,38% das vendas na comparação com o mês de julho. A porcentagem foi confirmada nesta terça-feira (2) pela Fenabrave (Federação Nacional dos Concessionários). Na comparação com agosto de 2013, o decréscimo consegue ser mais acentuado, de 17,12%. Foram vendidos em 2013 a quantidade de 329.175 veículos da categoria, em comparação aos 272.495 comercializados em agosto deste ano. Considerando o acumulado dos primeiros oito meses deste ano, são 2.230.126 veículos comercializados, contra 2.470.421 unidades no mesmo período de 2013 – o que representa queda de 9,51%. O arrefecimento da produção dos autos leves pegou de surpresa o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. “A gente imaginava que seria o início de uma retomada, não tão forte, mas constante no segundo semestre”, afirmou. Bahia Notícias

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Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4611982 - UDOP - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Miw2/2AqfmMl3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1117182 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611982.pdf

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Quarta-feira, 03 de setembro de 2014

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03/09/14 - Apesar de já registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. "Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte", disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. "Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente", ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional. Camila Maciel com edição de Nádia Franco Fonte: Agência Brasil - ABr

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http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Venda_de_veiculos_tem_queda_de _743_em_agosto_mostra_Fenabrave&edt=28&id=376743 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611896.pdf

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Notícias/ Economia

Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave A gência Brasil

A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.


Clipping Venda de carros novos tem queda de 7% em agosto 4611897 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/F+L8tgIlp2ZcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.dgabc.com.br/Noticia/830281/venda-de-carros-novos-tem-queda-de-7-em-agosto Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Leone Farias Cidade: WEB Do Diário do Grande ABC Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611897.pdf

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Venda de carros novos tem queda de 7% em agosto Compartilhar

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Leone Farias Do Diário do Grande ABC

Com o fim da Copa do Mundo, a expectativa no setor automotivo era de que as vendas de veículos zero-quilômetro melhorassem em agosto, mas não foi o que ocorreu. No mês passado, o total de emplacamentos de automóveis e comerciais leves (259 mil) no País ficou 7,38% abaixo do registrado em julho, apontou levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgado ontem. Na comparação com mesmo mês de 2013, o desempenho é ainda pior, com queda de 17% e, no acumulado dos primeiros oito meses de 2014, o segmento contabiliza retração de 9,5% ante o volume comercializado no mesmo período do ano passado.

Para o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, o resultado surpreendeu. Ele avalia que a falta de crédito continua sendo o principal fator que limita a efetivação de negócios. Isso apesar de medidas recentes do governo federal para tentar diminuir a resistência dos bancos em oferecer financiamento para a compra de veículos – entre os quais modalidade em que o tomador do crédito dá autorização expressa de retomada do bem em caso de não pagamento. O efeito não é imediato e só vai ser sentido em contratos novos, assinala o presidente do Sincodiv-SP (Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos Automotores), Octávio Vallejo. “A economia está andando de lado, e o consumidor, com receio de perder o emprego, não faz novos compromissos”, acrescenta o dirigente.

Porém, Vallejo considera que, tradicionalmente, no segundo semestre, as vendas de carros costumam ser melhores do que as do primeiro, e diversas montadoras trazem lançamentos que podem ajudar a impulsionar a procura no fim do ano.

Lojistas da região também contam com campanhas promocionais das fabricantes para conseguir melhorar os resultados. Por esse motivo, Marcos Capuano, gerente de concessionária Chevrolet em São Caetano acredita que neste mês vai dar uma recuperada em relação a agosto, apesar da dificuldade de aprovação das fichas cadastrais. “Mesmo clientes dando entrada alta, de 50% a 60%, se tiver score baixo (avaliação de risco, medida pelas instituições financeiras), o banco não aprova”, diz.


Daniel Menezes, diretor de revenda da Volkswagen em Santo André, também acredita que haverá impulso nos licenciamentos, por causa da expectativa de promoções. “Esperamos crescimento neste mês”, afirma.

INADIMPLÊNCIA - Meneghetti afirma que as medidas do governo devem ajudar a gerar recuperação, nos próximos meses. Ele lembra que a inadimplência, no setor de veículos, vem caindo e que, apesar de estar em 4,7% – acima do considerado normal, de 3% – é menor do que o patamar de 8% do ano passado. O dirigente da Fenabrave avalia ainda que a eleição não deve alterar o comportamento do consumidor no fim do ano.


Clipping Saiba quais são os 10 carros mais vendidos para quem faz 18 anos 4611894 - BOL - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/FPfz+jp3ZTJsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/09/03/saiba-quais-sao-oscarros-mais-vendidos-para-quem-faz-18-anos.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611894.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 13300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000


Saiba quais são os 10 carros mais vendidos para quem faz 18 anos 03/09/2014

07h00

André Deliberato Do UOL, em São Paulo (SP) Ivan Ribeiro/Folhapress

Carros populares costumam ser os mais procurados pelos jovens motoristas

Alguns ganham dos pais, outros fecham desde cedo contrato com consórcio e muitos se apertam em um financiamento para ter seu primeiro carro aos 18 anos, idade tão esperada para a garotada que gosta de carro -- vale lembrar que, no Brasil, a permissão para dirigir começa oficialmente somente a partir desta idade. As fabricantes sabem que esse público existe e, para eles, criam edições especiais e preços promocionais de seus modelos, com diversas vantagens e facilidades de compra. Importante salientar que esta tendência deve crescer ainda mais com a introdução da internet móvel ao carro, já que vários modelos do segmento de entrada hoje em dia oferecem conexão com smartphones e multimídia baseados no próprio celular do motorista, como Chevrolet Onix (MyLink) e Ford Ka (Sync), por exemplo. UOL Carros entrou em contato com as marcas e concessionárias para mostrar abaixo quais são os veículos mais vendidos de cada fabricante para a "molecada". A lista segue o ranking da Fenabrave, composto, na ordem, por Fiat, Chevrolet, Volkswagen, Ford, Hyundai, Renault, Toyota, Honda, Nissan e Citroën. Divulgação

Novo Uno é constantemente negociado com pessoas desta faixa etária

M arca: Fiat. M odelo: Uno. Preço: a partir de R$ 26.110. Emplacamentos em 2013: 184.362. Emplacamentos em agosto de 2014: 10.922. O Uno vence o Palio no prêmio de Fiat mais vendido para pessoas de 18 anos. Segundo a marca, um dos atrativos para isso é o desenho do carro, inspirado no estilo "round square" (quadrado arredondado, em inglês), "que atrai até crianças". Mas fique atento: o Uno muda de cara ainda nesta semana.


Murilo Góes/UOL

Chevrolet Onix mudou a porta de entrada da marca, antes liderada pelo Celta

M arca: Chevrolet. M odelo: Onix. Preço: a partir de R$ 36.200. Emplacamentos em 2013: 122.333. Emplacamentos em agosto de 2014: 10.285. O posto que pertencia ao Celta desde meados de 2013 passou a ser do Onix, hatch da Chevrolet mais vendido para jovens que buscam pelo seu primeiro carro. "O sistema MyLink é um dos grandes fatores que influenciam garotos de 18 a 19 anos a optarem pelo Onix", garantem praticamente todos os revendedores da GM que conversaram com a reportagem. A tecnologia permite conexão com celular via Bluetooth e acesso à internet e a vários outros aplicativos. Murilo Góes/UOL

Além de ser o mais vendido da Volks, Gol também é o campeão entre a garotada

M arca: Volkswagen. M odelo: Gol. Preço: a partir de R$ 32.490. Emplacamentos em 2013: 255.057. Emplacamentos em agosto de 2014: 14.198. O carro mais vendido do país há 27 anos também é o mais pedido por jovens de 18 anos "e até por quem é menor de idade", garantem concessionários da marca, que afirmam que o modelo até hoje é símbolo de robustez e confiabilidade, além de ser um carro "fácil para preparação". Murilo Góes/UOL


Nova geração do Ford Ka é totalmente focada na interatividade com celulares

M arca: Ford. M odelo: Ka. Preço: a partir de R$ 35.390. Emplacamentos em 2013: 29.911 (dados da geração anterior). Emplacamentos em agosto de 2014: 319 (inclui dados da geração anterior). Com a aposentadoria do Fiesta Rocam, até então o carro mais barato da Ford e mais vendido para pessoas de 18 anos, o posto de modelo desenvolvido para o público mais novo fica com o Ka, hatch compacto (agora global) da empresa, que terá a função de atrair novos compradores através do uso de novas tecnologias, como o My Ford Dock, sistema que funciona diretamente sob os comandos de um celular e age integrado ao Sync. A Ford acredita ser capaz de vender até 10 mil unidades por mês. Saiba mais sobre ele aqui. Divulgação

Hyundai HB20 é o modelo mais vendido da história da marca no Brasil

M arca: Hyundai. M odelo: HB20. Preço: a partir de R$ 35.760. Emplacamentos em 2013: 122.320. Emplacamentos em agosto de 2014: 9.074. Além de ter revolucionado a história da Hyundai no Brasil, o HB20 também abriu as portas para clientes que gostariam de ter um carro coreano, mas que não possuíam ao menos R$ 50 mil (à época) para comprar um Kia Soul ou um i30. Automaticamente ele se transformou no carro mais vendido para compradores de 18 anos -- e um dos grandes frequentadores do top 10 do ranking dos mais vendidos da Fenabrave. Rodolfo Buhrer/La Imagem/Divulgação


Mesmo custando mais que o Clio, Renault Sandero é o mais vendido da marca

M arca: Renault. M odelo: Sandero. Preço: a partir de R$ 30.290. Emplacamentos em 2013: 102.514. Emplacamentos em agosto de 2014: 7.278. O Sandero faz sucesso pelo ótimo espaço interno e por oferecer uma boa quantidade de equipamentos a preços competitivos em relação aos principais concorrentes -- e isso não muda quando o consumidor é mais jovem. Além de ser o Renault mais vendido para quem tem 18 anos, o carro que acaba de ganhar nova geração também agrega a partir de agora recursos tecnológicos para conquistar a garotada, como o sistema multimídia com tela colorida no painel. Saiba mais sobre ele. Murilo Góes/UOL

Etios vende pouco, mas abriu caminho para quem sempre quis um Toyota

M arca: Toyota. M odelo: Etios. Preço: a partir de R$ 37.960. Emplacamentos em 2013: 34.801. Emplacamentos em agosto de 2014: 3.234. A meta da Toyota durante o lançamento do Etios, em 2012, era vender 70 mil unidades anualmente. Em 2013, foram quase 35 mil carros vendidos, metade do que fora planejado. Apesar do rendimento abaixo do esperado, o carrinho fez com que a empresa desse um salto nas vendas, crescesse no mercado brasileiro e abrisse suas portas para novos tipos de consumidores -- entre eles, os jovens de 18 anos. Murilo Góes/UOL


Entre os modelos da Honda, o Fit é o mais vendido para pessoas mais jovens

M arca: Honda. M odelo: Fit. Preço: a partir de R$ 49.900. Emplacamentos em 2013: 40.637 (dados da geração anterior). Emplacamentos em agosto de 2014: 4.880 (inclui dados da geração anterior). O Fit não é o carro mais vendido da Honda no Brasil, mas é o modelo mais negociado com pessoas de 18 anos. "Quem procura o Fit são pessoas mais novas e que buscam por versatilidade e arrojo. O Civic é o que mais vende, mas não para os mais jovens", revelam lojistas da marca japonesa. Conheça a nova geração. Murilo Góes/UOL

March é o carro mais vendido da Nissan em todos os quesitos

M arca: Nissan. M odelo: March. Preço: a partir de R$ 32.990. Emplacamentos em 2013: 24.255. Emplacamentos em agosto de 2014: 2.292. Desde seu lançamento no Brasil, em 2011 (quando ainda vinha do México), o Nissan March tem como objetivo ser a porta de entrada para quem quer comprar um carro japonês. Este fato o credencia como modelo da Nissan mais vendido para quem tem 18 anos, principalmente pelos valores e pela facilidade da compra. Desde abril o carro é fabricado no Brasil. Divulgação


C3 é o mais vendido da Citroën há anos; nova geração manteve bons números

M arca: Citroën. M odelo: C3. Preço: a partir de R$ 40.990. Emplacamentos em 2013: 33.669. Emplacamentos em agosto de 2014: 2.272. O carro mais acessível da marca francesa no país também é o mais adquirido por pessoas de 18 anos, apesar de o número de vendas não permitir uma comparação com modelos de outras marcas. "A Citroën é uma marca mais premium, mas isso não significa que não existam clientes de 18 anos para este segmento", alertam alguns dos concessionários da marca. Para se ter uma ideia, atrás do C3 o carro mais comprado da marca por pessoas desta faixa etária é o C4, que tem vendido apenas algumas dezenas de unidades mensalmente.


Clipping Queda na venda de veículos surpreende 4611892 - DCI ONLINE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/G20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.dci.com.br/capa/queda-na-venda-de-veiculos-surpreende-id412925.html#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611892.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 602523,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000


São Paulo 03/09/2014 - 00h00

Queda na venda de veículos surpreende O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, ficou surpreendido com a queda de 7,38% em agosto ante julho. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, ficou surpreendido com a queda de 7,38% em agosto ante julho.


Clipping Fenabrave registra recuo de 7,43% em agosto 4611895 - DIÁRIO DO COMÉRCIO BH ONLINE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/Heg56jHudxLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diariodocomercio.com.br/noticia.php?id=140616 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611895.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


ECONOMIA 03/09/2014

Fenabrave registra recuo de 7,43% em agosto Tweetar

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São Paulo - As vendas de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, ou seja, o total de veículos comercializados em agosto deste ano chegou a 404.217 unidades, baixa de 7,43% sobre as 436.674 unidades de julho e queda de 16,05% sobre os 481.524 veículos de agosto de 2013. As informações são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No acumulado de 2014 até agosto, as vendas totais de veículos somaram 3.333.104 unidades, queda de 8,62%% sobre as 3.647.456 unidades de igual período de 2013. As vendas de autos e comerciais leves somaram 259.152 unidades em agosto. Isso representa uma queda de 17,12% sobre as unidades emplacadas em igual mês do ano passado e um recuo de 7,38% sobre total de 279.805 veículos de julho. No acumulado do ano até agosto, foram comercializadas 2.121.543 unidades de autos e comerciais leves, queda de 9,51% sobre o acumulado de janeiro a agosto de 2013, quando haviam sido comercializados 2.344.386 veículos. Em agosto deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 13.343 unidades, queda de 10,89% em relação às 14.973 unidades de julho e recuo de 19,07% sobre agosto de 2013. No acumulado de 2014 até agosto, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 108 583 unidades, baixa de 13,85% sobre as 126.035 unidades de igual período de 2013.

Surpresa - O presidente da Fenabrave, Flávio

Leia também Produção da indústria tem expansão de 0,7% em julho

Meneghetti, afirmou que a entidade foi surpreendida com a queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves em agosto ante julho e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo ele, a falta de

Emplacamentos da Fiat em retração no país Veículos deram importante contribuição

crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre do ano.

Integração investe em unidade em Poços de Caldas Produção da Alcoa ainda suspensa

"Fomos surpreendido com um mês de agosto menor até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou Meneghetti. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados.


O presidente da entidade prevê que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro. Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência.

Estoques - Meneghetti afirmou também que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, no caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias. Meneghetti também avaliou que as eleições gerais deste ano não devem mudar o comportamento do consumidor. "Vai alterar é o do empresário que investe. Esse vai estar esperando para ver o que vai acontecer", disse. Ele lembrou que a inadimplência vem caindo e que, apesar de estar atualmente em 4,7% - nível acima do considerado normal, de 3% -, é menor do que o patamar de 8% visto no passado. (AE)


Clipping Concessionárias fazem de tudo para acelerar vendas de veículos 4611890 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/Gz80NoxeTI+8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/09/03/internas_economia,565077/concessi onarias-fazem-de-tudo-para-acelerar-vendas-de-veiculos.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Francelle Marzano Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611890.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 81,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 13246730,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 81,00 Total: 0,0000


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Concessionárias fazem de tudo para acelerar vendas de veículos Revendas de BH financiam entrada, zeram juros e pagam IPVA para manter expansão, mesmo com queda no país. Bancos reduzem taxas para compra de carros. Indústria ensaia reação Francelle Marzano Publicação: 03/09/2014 06:00 Atualização: 03/09/2014 07:33

Gerente da Carbel, Paulo César Freitas diz que vendeu 15% mais automóveis no mês passado, com taxa zero e primeira parcela para dezembro

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Em tempos de vendas em queda, as concessionárias de veículos estão fazendo de tudo para vender e desovar os estoques de veículos. Parcelamento do valor da entrada em até 10 vezes sem juros no cartão de crédito, taxa zero em financiamentos com até 24 parcelas, além de bônus como emplacamentos e pagamento integral do IPVA. As ações, de acordo com as concessionárias ouvidas pelo Estado de Minas estão rendendo bons resultados e chegaram a alavancar em até 20% as vendas de carros novos no últimos mês, diferente do que indica o balanço divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que aponta uma queda de 7,38% em agosto na comparação com julho e uma queda de 17,12% na comparação com o mesmo período do ano passado. Na concessionária Pisa, revendedora da marca Ford, as vendas caíram apenas 0,82% em agosto, se comparado ao mesmo período do ano passado. O gerente de vendas de veículos novos da concessionária, Antônio Longuinho da Costa, avalia que o número é bom, se levado em conta a atual situação econômica do país, com inflação em alta, corroendo a renda das famílias. Ainda de acordo com Longuinho, os estoque da revenda está normal, para um período de 40 dias. “O público da Ford é diferenciado e não caiu tanto se comparado a outras marcas. Além disso, temos taxa zero nos financiamentos para toda linha, que podem ser negociados de acordo com o perfil de cada consumidor”, explicou. Já na Carbel, concessionária da marca Volkswagem, o gerente de atendimentos de veículos novos, Paulo César Gouveia de Freitas afirma que houve um incremento de 15% nas vendas na última quinzena de agosto, resultado de uma ação promocional que promete taxa zero para vários modelos da marca e com vencimento da primeira prestação apenas em dezembro. “As vendas estavam baixas, mas conseguimos reverter com essa campanha. Além disso, oferecemos outros benefícios aos clientes, como o valor da entrada de até R$ 15 mil parcelado em 12 vezes no cartão de crédito”, afirma Paulo, que completa dizendo que 30% das transações feitas na concessionária são fechadas dessa forma. O gerente afirma também que o estoque da agência é para 23 dias, média que fica abaixo do que é considerado normal que seria de 30 a 45 dias.

Apesar de ter registrado uma alta de 19% nas vendas no último mês, o gerente de vendas de veículos novos da Tecar, revendedora Fiat, Wesley Henriques de Souza, ainda é cauteloso em dizer que o mercado está reagindo. De acordo com ele, mesmo com a alta nas vendas em agosto comparado a julho, os estoques estão altos, girando em torno de 60 dias, e em relação a agosto de 2013, a queda é de 12%. Segundo ele, as expectativas são melhores para o segundo semestre, tendo em vista as vantagens oferecidas ao clientes como descontos e benefícios como emplacamento e IPVA grátis. Das concessionárias ouvidas pelo EM, a única que apontou queda nas vendas em agosto foi a Jorlan, da marca Chevrolet. No entanto, o supervisor de vendas de veículos novos, Lúcio Aguiar, é otimista e acredita numa recuperação a partir desse mês com novas políticas de descontos e uma tabela especial de financiamento que começaram a ser operadas na última semana e chegaram a aumentar as vendas em até 20%. Crédito barato Outra ação que deixou revendedores otimistas, prevendo alta nas vendas nos próximos meses, é a concessão de crédito mais barato, movimento facilitado pelas recentes alterações de regras do Banco Central que visam garantir acesso mais fácil ao financiamento de veículos. Desde o último fim de semana, os bancos começaram a anunciar taxas de juros abaixo 1% ao mês. No entanto, as mais baixas são para financiamentos mais curtos, com no máximo dois anos. Apenas o Banco do Brasil anunciou taxas menores, de 0,97% ao mês para veículos novos, em até 60 parcelas. No Itaú Unibanco, por exemplo, os juros passaram de 1,30% para 0,99% ao mês para financiamentos de veículos zero em até 24 meses. Já o Santander anunciou redução das taxas de juros passando para 0,97% ao mês, para financiamentos em até um ano para carros novos e usados. A Caixa vai promover, de quinta-feira a sábado, um feirão em mais de 1,1 mil concessionárias em todo o Brasil. A ação prevê uma linha de financiamento para a compra de carros novos ou usados com taxas de juros a partir de 0,93%.


Fábricas retomam produção Rio de Janeiro – Passados cinco meses de queda, a indústria do país esboçou uma retomada e cresceu 0,7% em julho, em relação a junho – mês em que a produção caiu 1,4% –, segundo dados divulgados ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Embora positivo, o número de julho não compensa a perda acumulada neste ano (2,8%), e os sinais à frente também não são alentadores, na avaliação de economistas. Para André Macedo, gerente do IBGE, os resultados de julho foram turbinados por uma recuperação “natural” após cinco meses de fraca produção. Não se sabe ainda, diz, se haverá retomada. “O que vemos é um quadro de espalhamento do crescimento da indústria, que ocorre após um longo período de baixa. Outro fato é que tivemos um julho mais gordo, com mais horas destinadas à produção”. Parte significativa do crescimento da atividade em julho veio do maior número de dias úteis naquele mês, em relação ao mês anterior. Embora a Copa do Mundo tenha ocorrido nos dois meses, em junho o efeito do torneio sobre a produção foi maior, porque houve mais feriados. Na visão de analistas, a indústria deverá manter um ritmo fraco de atividade até o fim deste ano, já que não há mudança do cenário atual da economia brasileira à vista. Macedo afirma também que a indústria ainda sofre com a maior concorrência de importados, crédito em condições menos favoráveis, juros maiores e consumo em desaceleração. Para Thaís Marzolla Zara, da Rosenberg & Associados, a leve alta de julho não “altera o quadro ruim” da indústria. “A única boa notícia”, pondera, é que houve uma redução de estoques tanto em junho quanto em julho. Isso aponta “para um segundo semestre um pouco melhor.” Setores A discreta retomada em julho decorreu especialmente do bom desempenho dos chamados bens duráveis, com alta de 20,3%, a maior desde janeiro de 2009. A categoria foi impulsionada pelo aumento da produção de veículos – após meses de fraco dinamismo, demissões e férias coletivas em montadoras. Também ajudou no desempenho do mês a retomada da produção de bens de capital (máquinas e equipamentos na produção de bens, na infraestrutura e na oferta de serviços, como transporte). A categoria apresentou alta de 16,7%, o melhor resultado desde janeiro deste ano. Pelos dados do IBGE, a alta em julho foi generalizada: 20 dos 24 setores pesquisados produziram mais do que em junho. De um mês para outro, os destaques positivos ficaram com informática e eletrônicos (44,1%), veículos (8,5%) e outros equipamentos de transporte (31,3%) – os dois últimos foram puxados por automóveis e motos, respectivamente. Já as quedas mais expressivas foram registradas por alimentos (6,3%) e refino de petróleo e álcool (2,6%) – esse sob impacto da parada de refinarias da Petrobras por causa de acidentes e para a realização de operações de manutenção. Acompanhe também o EM.com pelo Twitter

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Clipping Carros ''veteranos'' da Chevrolet despencam nas vendas 4611891 - G1 - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/H5CoOooNWDAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://g1.globo.com/carros/noticia/2014/09/carros-veteranos-da-chevrolet-despencam-nasvendas.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: André Paixão Do G1, em São Paulo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611891.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 28,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 28800000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 28,00 Total: 0,0000


03/09/2014 07h00 - Atualizado em 03/09/2014 07h00

Carros 'veteranos' da Chevrolet despencam nas vendas Agile, Celta, Classic e Montana pertencem a uma geração antiga. Marca renovou quase toda linha em menos de dois anos, a partir de 2011.

André Paixão Do G1, em São Paulo

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Em menos de dois anos, até 2013, a Chevrolet praticamente renovou toda sua linha de veículos no Brasil, visando aumentar a participação no mercado. Dos atuais 16 modelos vendidos atualmente, apenas quatro não são de projetos lançados a partir de 2011: Agile, Celta, Classic e Montana. E eles perdem cada vez mais espaço em suas categorias no ranking de vendas da Fenabrave, a federação dos concessionários. O Agile nem aparecia no site da marca na tarde da última terça (2).

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"Cada modelo que foi desenvolvido há mais tempo tem um equivalente moderno, então estamos atendendo as demandas do mercado em praticamente todos os segmentos”, diz Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors no Brasil, dona da Chevrolet. De fato, mesmo com a queda dos “velhinhos”, a marca assumiu a vice-liderança nas vendas, posto ocupado pela Volkswagen nos últimos anos. A

Chevrolet Agile (Foto: Divulgação)

situação do Agile, lançado no final de 2009, é a mais crítica entre os veteranos da marca. O modelo passou por um discreto facelift no final do ano passado, mas não consegue acompanhar os rivais Volkswagen Fox e Renault Sandero nas vendas e vem despencando na categoria dos hatches


pequenos. No fechamento de 2013, era o oitavo mais vendido. Hoje, tem o décimo posto. Em agosto, emplacou apenas 143 unidades. Menos até do que o Mini Cooper, modelo que tradicionalmente é considerado de nicho, que emplacou 169 unidades no mês. A baixa procura se reflete na participação no segmento, que caiu de já modestos 3,9% para 2,3%. O Fox, como comparação, detém 14,3%. No ranking geral, o Agile também oscilou negativamente: era o 30º mais vendido, e caiu para a 52ª colocação. Celta Enquanto o Onix tem brigado com Volkswagen Gol, Fiat Palio e Fiat Strada no topo das listas de mais vendidos nos últimos meses, o Celta ficou envelhecido diante de uma concorrência moderna, e passou a perder espaço até dentro de "casa".

Chevrolet Celta 2015 (Foto: Divulgação)

Em 2013, segundo a Fenabrave, ele já havia emplacado menos unidades do que o Onix, porém, como pertencem a categorias diferentes, conseguiu se segurar na quarta colocação entre os veículos de entrada, superado por Gol,Uno e Palio. As 74.647 unidades emplacadas representaram, no ano, 9,3% de participação.

Em 2014, a "vida" do Celta piorou. Além do Volkswagen Up!, que o deixou para trás no acumulado até agosto, o ToyotaEtios passou a ser uma ameaça à quinta posição do Chevrolet na categoria. A diferença hoje entre eles é de 4.561 carros. Se mantiver o ritmo de "descontar" quase 2 mil unidades por mês, o japonês irá superar o rival até dezembro. Em agosto, o Etios vendeu 3.234 unidades, contra 1.257 do Celta, que detém 5,4% de participação no segmento. No ranking dos carros mais vendidos, o hatch da Chevrolet caiu de 13º para 25º. Classic No caso do Classic, apesar das vendas em baixa, o modelo ainda tem boa participação no segmento, pois seu sucessor "moderno", P o risma, é muito mais caro. Enquanto sua versão mais cara, Advantage, custa R$ 33.876, o Prisma mais em conta, LT, sai por R$ 41.900. Em vendas, oClassic encerrou 2013 na frente do Chevrolet Classic Advantage (Foto: Divulgação)


Prisma, com 86.936 unidades, contra 61.301, mesmo perdendo em novembro e dezembro. Neste ano, a situação se inverteu: até agosto, enquanto o Prisma emplacou 54.474 unidades, o Classic acumulava pouco mais da metade, 31.489 veículos. O Classic foi o terceiro sedã pequeno mais vendido no ano passado. No acumulado deste ano, tem o quinto posto ameaçado pelo RenaultLogan. Em 2013, o modelo teve 17,2% da participação no segmento. Até julho deste ano, ela baixou para 10,1%. E o Prisma detém 17,6%. No ranking geral de carros, o Classic também oscilou negativamente: era o 12ª mais vendido em 2013 e caiu para a 20ª colocação neste ano. Montana A picape é a única dos carros "veteranos" da linha da Chevrolet que não possui uma sucessora desenvolvida após 2011. Em um segmento conhecido pela liderança mais do que consolidada daStrada, aMontana segue na terceira colocação, mas perdeu espaço entre as picapes pequenas. Enquanto o modelo da Fiat e o VolkswagenSaveiro estão vendendo mais do que no ano passado, a Montana seguiu caminho contrário. As 1.754 unidades de agosto são inferiores aos números do final de 2013, com 3.902 e 3.733 de novembro e dezembro, respectivamente. Chevrolet Montana 2015 (Foto: Divulgação)

Em 2013, a Montana tinha 19% da participação no segmento, contra 50% da Strada e 29,4% da Saveiro. No acumulado até agosto deste ano, caiu para 12,9%, contra 28,3% do Volkswagen e 58,5% do Fiat. No ranking geral, era a 22ª mais vendida, e caiu para a 29ª colocação.


Clipping Agenda Econômica 03.09 4611893 - ZERO HORA - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/FcK9HF1X1MCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2014/09/03/agenda-economica-03-092/?topo=52,1,1,,171,e171 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611893.pdf

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Agenda Econômica 03.09

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Último dia da reunião do Copom. Banco Central divulga a taxa básica de juros Selic à noite. … Nos Estados Unidos, divulgação do Livro Bege, com previsões do Federal Reserve sobre a economia norteamericana. … O IBGE divulga amanhã, quarta-feira, dia 03/09, às 10h, os resultados da Pesquisa Industrial Anual (PIA) referente a 2012. … Luiz Carlos Mendonça de Barros é o convidado da reunião de diretoria no Sincodiv/Fenabrave-RS. Mendonça de Barros é presidente da Foton Aumark, indústria chinesa que esta em fase de instalação no Brasil e irá produzir caminhões da marca em 2016 no Rio Grande do Sul. Mendonça falará aos presentes sobre: “As razões do Engasgo do Consumo e as Alternativas de Solução”. … Economistas gaúchos, Fernando Ferrari Filho (Conselheiro do Corecon/RS) e Pedro Cezar Dutra Fonseca (Expresidente do Corecon/RS) recebem o XX Prêmio Brasil de Economia, 2º lugar, na Categoria Artigo Técnico ou Científico, pelo trabalho “Qual Desenvolvimentismo? Uma proposição keynesiano-Institucionalista para a Economia Brasileira.” O prêmio é promovido pelo Conselho Federal de Economia. … Federasul promove o Tá na Mesa Político com a candidata ao Senado Simone Leite (PP). … Câmara de Indústria, Comércio e Serviços e Câmara dos Dirigentes Lojistas de Caxias do Sul divulga o desempenho da economia do município em julho. … Divulgação do Prêmio Gerdau Melhores da Terra 2014. … Câmara de Dirigentes Lojistas de São Leopoldo promove a palestra ‘Como conquistar e manter clientes’. Tweet Postado por gi an e_gu erra, às 7:20 Categori as: Sem categori a

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Clipping Vendas de veículos nos primeiros meses do ano acumulam queda de 9,7% 4611829 - CORREIO BRAZILIENSE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/HLG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Vendas de veículos nos primeiros meses do ano acumulam queda de 9,7% Montadoras temem que mercado se mantenha desaquecido Publicação: 03/09/2014 06:04 Atualização:

Nas concessionárias, esperança de melhora com redução de juros

As medidas do governo para estimular o financiamento de veículos se mostram, até o momento, ineficazes. E nem a injeção de recursos no mercado por meio do afrouxamento do compulsório dos bancos foi capaz de melhorar o ânimo da indústria automobilística. Os fabricantes temem que o cenário de juros, inflação e endividamento em alta se mantenham no próximo ano e prejudiquem ainda mais o desempenho do setor, afetando, inclusive, o nível de emprego. “Essa é a realidade atual do país e também a nossa”, afirmou o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti. “E com os ajustes econômicos esperados para a virada do ano, prevemos que mercado de veículos deve ser parecido em 2015.” No mês passado, os emplacamento de automóveis e comerciais leves, ônibus e caminhões caíram 17,2% em comparação com agosto de 2013. Segundo a Fenabrave, 272.495 unidades foram vendidas no período contra 279.805 em julho, recuo de 7,56%. No acumulado do ano, somaram 2,23 milhões de veículos, com queda de 9,7% ante os primeiros oito meses de 2013.

Saiba mais... Fenabrave aposta em recuperação do setor de no último trimestre do ano Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave

Meneghetti afirmou que a queda nas vendas em agosto contrariou as previsões. “Fomos surpreendidos com agosto pior do que o de julho, que foi mês de Copa do Mundo e cheio de feriados”, afirmou. O executivo vê um ambiente pessimista para o consumidor, principalmente pelas informações econômicas, e a dificuldade de acesso ao crédito como as principais causas da contração no número de emplacamentos do mês

passado. Demissões A expectativa do setor é de que a conjuntura macroeconômica adversa possa se agravar, caso se confirmem as previsões de que o próximo presidente tenha de tomar medidas, como, por exemplo, a recomposição de preços da gasolina e eletricidade, o que agravaria ainda mais as dificuldades na economia. Para Meneghetti, a cadeia automobilística pode inclusive começar a cortar postos de trabalho, apesar de várias das medidas anunciadas pelo governo federal nos últimos anos para incentivar o setor terem como contrapartida a promessa de manutenção de empregos. “Existe um limite de tempo. Se este cenário se prolongar, vamos ter que enfrentar essa questão”, disse. “As empresas precisam ficar vivas.” A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.

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Clipping Vendas de automóveis no Brasil apresentam queda de 17,12% em agosto 4611824 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/FNkyH9SCS/hcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.novidadesautomotivas.blog.br/2014/09/vendas-de-automoveis-no-brasil.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: noreply@blogger.com (Douglas Lemos) Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611824.pdf

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Vendas de automóveis no Brasil apresentam queda de 17,12% em agosto 03/09/2014 | 10:02

Douglas Lemos , Posted in BRASIL , EMPLACAMENTOS , MERCADO , VENDAS

Relatório mensal da Fenabrave apresenta retração pelo sexto mês seguido

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Mais uma vez o levantamento mensal da Federação Nacional de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave) mostrou que o mercado está em retração. Há seis meses virou uma constante anunciar que o mês divulgado, neste caso agosto, seguiu as vendas decrescentes dos meses passados. Para se ter uma ideia, apenas os meses de janeiro e fevereiro, apresentaram incremento nas vendas, quando comparados aos mesmos períodos de 2013.

PLUS

Segundo a entidade, foram emplacadas 259.152 unidades em agosto, contra 279.805 em julho; encolhimento de 7,38%. Se comparado com agosto do ano passado (312.688 unidades), o resultado aponta para queda de 17,12%. No acumulado do ano, esses segmentos caíram 9,51%. Foram comercializadas 2.121.543 unidades nos primeiros oito meses de 2014, contra 2.344.386 no mesmo período de 2013. Segundo a Fenabrave, os resultados de agosto vão contra as expectativas da entidade, que previa retomada no crescimento do setor a partir de agosto, chegando a um aumento de 5% no segundo semestre em relação ao primeiro de 2014. No mês passado, a entidade disse ao Novidades Automotivas que esperava crescimento de 5% ao mês. Para Flavio Meneghetti, presidente do Conselho Deliberativo e Diretor da Federação, ocrédito ainda é um problema no setor, mesmo com a inadimplência mostrar sinais de queda, registrando 4,77% no mês. “O consumidor está gastando menos“, relatou.

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Líder absoluto entre os hatches, o Volkswagen Gol viu seu reinado ser incomodado pelo Fiat Palio no terceiro mês consecutivo. O modelo da fabricante italiana foi o mais vendido de agosto, com 14.305 unidades novas. Em segundo lugar, a Volkswagen vendeu 14.198 novos Gol. Na terceira colocação, voltou alguém que andava sumido. O Fiat Uno emplacou 10.922 unidades e recuperou a medalha de bronze. Em quarto lugar, o Chevrolet Onix mostra bom fôlego emplacando 10.285 unidades. Fechando o Top 5, o Hyundai HB20 surpreende com 9.074 emplacamentos.

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)

FORD ( 580 ) FÁBRICAS ( 58 ) GEELY ( 25 ) GM ( 93 )

Entre os três volumes, o destaque continua com o Siena: sétimo colocado no geral, com 8.469 emplacamentos em agosto, o Fiat manteve a liderança no segmento. Em segundo lugar, o Volkswagen Voyage retoma a vice-liderança dos três volumes, com 6.843 emplacamentos. O Chevrolet Prisma fechou o oitavo mês do ano com 6.717 unidades emplacadas, o necessário para conquistar a 11ª colocação no geral. Na quarta colocação, o Toyota Corolla garante o 12º lugar no ranking geral com 5.944 emplacamentos. Fechando o Top 5 dos sedãs, o Hyundai HB20S emplacou 4.593 novos exemplares, o suficiente para garantir a 15ª posição no ranking geral.

Comerciais leves Pick-ups:

HONDA ( 291 ) HYUNDAI ( 343 ) INFINITI ( 40 ) JAC ( 104 ) JAGUAR ( 88 ) JEEP ( 78 )

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MERCADO ( 786 ) MERCEDES-BENZ


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MINI

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REESTILIZAÇÕES ( 26 )

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Entre as pick-ups, a Strada reina sem ser incomodada. Com 12.850 novas unidades em agosto, o modelo da Fiat mantém a primeira posição entre os comerciais leves. Menos vendida que a líder, a Saveiro abocanhou o segundo lugar entre as pick-ups. O utilitário da Volkswagen chegou aos 7.022 emplacamentos, e mantém margem segura contra a S10 (terceira). A pick-up da Chevrolet fechou o mês com 3.861 novas unidades nas ruas. Na quarta colocação quem aparece é a Toyota Hilux, com 3.363 vendas. Fechando o Top 5 de maio entre as pickups, a Ford Ranger aparece na quinta colocação com 2.153 unidades emplacadas, um pouco mais distante das quatro primeiras.

SUVs:

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SALÃO DE LOS ANGELES ( 108 ) SALÃO DE MOSCOU ( 33 ) SALÃO DE

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VIDEOS ( 505 ) VOLKSWAGEN ( 958 ) VOLVO ( 153 ) Neste segmento, continua tudo do mesmo jeito. O EcoSport mantém o fôlego nas vendas no oitavo mês deste ano. Com 4.735 emplacamentos, o jipinho da oval azul é o líder entre os Smart Utility Vehicle (SUV). Ele manteve distância segura para o Duster que, na segunda colocação na categoria, emplacou 3.471 unidades no mês. Em terceiro lugar, o Hyundai Tucson garantiu a medalha de bronze com 1.424 novas unidades nas ruas. Pouco atrás, a Toyota Hilux SW4 (quarto) assiste os concorrentes e sonha com o terceiro lugar: 1.346 emplacamentos, um pouco a frente do Hyundai IX35, que fechou o Top 5 dos SUV, com 1.304 vendas em agosto.

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Marcas: Mais uma vez a liderança continuou com a Fiat. Com 56.185 emplacamentos e 21,68% de participação, a ítalo-mineira continua com boa vantagem. Com medalha de prata, a Volkswagen abocanhou a vice-liderança no último mês. A marca alemã alcançou a marca de 48.431 veículos novos vendidos, e 18,69% do mercado no mês. Em terceiro lugar, a GM vendeu 38.790 novos


carros, e abocanhou 14,97% da fatia do mercado. Em quarto lugar, a Ford segue mais distante com 22.586 unidades e 8,72% de participação, seguida pela Renault que, com 19.139 unidades e 7,39% da fatia do mercado, retomou a quinta colocação.

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1 Comentário

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De 0 a 100

...e vai piorar ainda mais , se continuarem a subir preços sem motivo...colapso a vista... •

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Mercedes CLA ganha novas versões por a partir de R$ 127.900 •

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— e, como sempre, o problema da Mercedes é sempre o mesmo: BMW. Prefiro uma 328 a U

— Ótima matéria e o carro só vale se não colocar nada, pois fica próximo das outras versões.

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Zotye anuncia chegada de seus primeiros carros ao Brasil •

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Clipping Venda de veículos decepciona 4611832 - COBERTURA MERCADO DE SEGUROS - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/GLtgoo4U+fAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.revistacobertura.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=101969&friurl=:Venda-de-veiculos-decepciona-: Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611832.pdf

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Demanda não acompanha a produção do setor. Falta de crédito para consumo é a principal responsável, diz Fenabrave O aumento da produção de veículos foi um dos responsáveis pela melhora observada na atividade industrial em julho. Entretanto, boa parte dos carros fabricados acabou encalhada nos pátios das montadoras em agosto. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no mês passado houve queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves, na comparação com julho, e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave, afirmou ontem que a entidade foi surpreendida com esse resultado. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, no entanto, que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave prevê que "o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro". Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas ontem por bancos estatais (texto ao lado), de diminuir taxas de juros para até 0,93% ao mês para financiamento em até 60 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência.

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Estoques – Meneghetti afirmou também que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. No caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias. O presidemte da Fenabrave também avaliou que as eleições gerais deste ano não devem alterar o comportamento do consumidor. "Vai alterar é o do empresário que investe. Esse vai estar esperando para ver o que vai acontecer", disse. Ele lembrou que a inadimplência vem caindo e que, apesar de estar atualmente em 4,7% – nível acima do considerado normal, de 3% –, é menor do que o patamar de 8% visto no passado. Bancos públicos dão uma ajuda ao mercado Os bancos públicos melhoraram as condições de financiamento de veículos, reduzindo juros e melhorando as condições de entrada. No caso do Banco do Brasil (BB), a taxa mínima passou de 1,25% para 0,97% ao mês para a compra de carros novos e para 1,18% para os usados, ante taxa anterior de 1,28% ao mês. Em ambos os casos, o prazo de financiamento é de até 60 meses.

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Além do juro menor, a flexibilização das condições inclui ainda o financiamento de até 100% do valor do veículos, com até 180 dias de carência para o pagamento da primeira prestação e ainda a possibilidade de, em dois meses por ano, não ocorrer a cobrança da prestação mensal. As condições são válidas até o dia 31 de outubro. Caixa – A Caixa também está com condições especiais para o financiamento de veículos, mas são válidas por um período mais curto, entre os dias 4 e 6 de setembro, na iniciativa chamada Salão Auto Caixa. Nela, os gerentes do banco atuam em 1.100 concessionárias em diferentes locais do Brasil. A taxa de juros mínimas é de 0,93% ao mês, com carência de três meses e prazo máximo para pagamento de 60 meses. A expectativa do banco é conceder cerca de R$ 300 milhões em financiamento nesse período. As condições são válidas também para o Banco Pan, no qual a Caixa tem participação e é uma das controladoras, ao lado do BTG Pactual.


Clipping Venda de carros cai 7,4 por cento em agosto, diz Fenabrave 4611834 - TRIBUNA DA BAHIA - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/GiI5vz0dbpu8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.tribunadabahia.com.br/2014/09/03/venda-de-carros-cai-7-4-por-cento-em-agostodiz-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611834.pdf

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Venda de carros cai 7,4 por cento em agosto, diz Fenabrave Publicada em 03/09/2014 09:31:41

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As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil caíram 7,38% em agosto, na comparação com o mês de julho, afirmou a Fenabrave (federação nacional dos concessionários) ontem. Ao todo, foram vendidos 259.152 carros, contra 279.805 no mês de julho. Considerando também ônibus e caminhões, a soma em agosto chega a 272.795, uma queda de 7,56% sobre o montante de veículos vendido em julho. Na comparação com agosto de 2013, as vendas de carros caíram 17,12%. No mesmo período do ano passado, foram vendidas 279.805 unidades. Incluindo caminhões e ônibus, as vendas de veículos recuaram 17,22% nessa comparação anual. Surpresa O presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, afirmou que a queda nas vendas em agosto foi contra as previsões. “Fomos surpreendidos com um mês de agosto pior do que o de julho, que foi mês de Copa do Mundo e cheio de feriados”, afirmou. O executivo vê um ambiente pessimista para o consumidor, principalmente pelas informações econômicas, e a dificuldade de acesso ao crédito

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como as principais causas da contração no número de emplacamentos. 10 carros e 10 motos mais vendidas em agosto de 2014. No acumulado de janeiro a agosto, houve 2.230.126 carros, caminhões e ônibus comercializados, contra 2.470.421 unidades no mesmo período de 2013. Isso representa uma queda de 9,73%. Só o segmento de carros teve queda de 9,51% no ano, comparado aos oito primeiros meses de 2013, com 2.125.543 unidades emplacadas contra 2.344.386. Assim como o ministro da Fazenda, Guido Mantega, Meneghetti acredita que os últimos meses do ano serão melhores. “O IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados) deve subir em janeiro. Isso, junto aos demais fatores, pode fazer com que o último trimestre represente um crescimento, que ajude a recuperar os 9% perdidos ao longo do ano”, avaliou. No ranking dos carros mais vendidos, pelo terceiro mês o Fiat Palio apareceu em primeiro, à frente do Gol. Foram 14.305 unidades emplacadas contra 14.198 do rival da Volkswagen. No acumulado do ano, a vantagem do Gol, que ainda lidera, diminuiu de 9.396 unidades, em julho, para 9.288 em agosto, ainda na comparação com o Palio. Além dos carros, os demais segmentos também tiveram resultado negativo em agosto. Entre os caminhões, houve queda de 12,54% em relação a julho. Foram 10.926 unidades em agosto, contra 12.492 em julho e 13.376 no mesmo mês de 2013. No ano, a retração acumulada é de 13,85%. Foram 88.710 caminhões emplacados neste ano, contra 102.975 unidades nos oito primeiros meses do ano passado. Com 2.417 unidades, a venda de ônibus sofreu queda de 2,58% em agosto, na comparação com julho de 2014, quando foram emplacados 2.481. Na comparação com agosto de 2013, as vendas caíram 22,31%. Naquele mês, foram vendidas 3.111 unidades. Motos Contado à parte, o setor de duas rodas também apresentou redução no volume de vendas. Em

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agosto foram 111.320 unidades, uma queda de 8% em relação às 121.016 de julho. Na comparação com agosto do ano passado, a diminuição foi de 13,77%. No acumulado do ano, a retração é menor, de 6,08%. Até o fim de agosto de 2014, foram emplacadas 950.048 motos, ante 1.011.566 no mesmo período do ano passado.

anuncie no site da tribuna | fale com a tribuna tribunadabahia.com.br Edição Online (7 1 ) 3 0 2 2 -6 0 4 6 A v. M agalhães N eto, 1 8 5 6 , E d. T K T ower - Sala 6 1 9

Edição Impressa (7 1 ) 3 3 2 1 -2 1 6 1 Rua D jalma D utra, 1 2 1 , M atatu


Clipping TOTVS Mato Grosso participa do maior evento de distribuição automotiva da América Latina 4611828 - CENÁRIO MT - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/HF8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.cenariomt.com.br/noticia/385008/totvs-mato-grosso-participa-do-maior-evento-dedistribuicao-automotiva-da-america-latina.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611828.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 3,13 Fechamento: 09/14 Tiragem: 830821,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 3,13 Total: 0,0000


TOTVS Mato Grosso participa do maior evento de distribuição automotiva da América Latina Publicado Quarta-Feira, 3 de Setembro de 2014, às 07:55 | CenárioMT com olhar direto

Reprodução

O 24° Congresso Fenabrave e ExpoFenabrave que acontecerão nos últimos dias 13 e 14 de agosto em Curitiba tiveram participação da TOTVS, líder em desenvolvimento de softwares de gestão na América Latina.

O tema desta edição foi “Superação”, e reuniu cerca de 3,9 mil profissionais que atuam na área de concessionárias interessados em oportunidades e estratégias de negócios do segmento automobilístico. A TOTVS Mato Grosso, Rondônia e Acre contaram com a presença de clientes e perspectivas que tiveram a oportunidade de conhecer as soluções para o segmento relacionado ao mercado de máquinas e implementos agrícolas trazendo resultado positivo para departamentos de novos, seminovos, oficinas e peças de uma empresa ou grupo de empresas além de contar com planejamento e controle orçamentário integrados. O coordenador da TOTVS Mato Grosso, Jonkel Magalhães, comenta que o evento foi um sucesso e destaca que “temos uma equipe comercial pronta para atender as necessidades de empresas que queiram melhorar a gestão do seu negócio, com um amplo portfólio de soluções que otimizam os processos em um menor tempo de resposta para tomada de decisões”, finaliza Magalhães. Um dos executivos de atendimento e relacionamento da TOTVS Mato Grosso, Farid Saad, agradeceu a participação dos clientes de Mato Grosso, Rondônia e Acre “registro o nosso agradecimento a todos os clientes que prestigiaram o stand da TOTVS para conhecer nossa linha de produtos para área de concessionária. Para quem não foi à ExpoFenabrave e quer saber mais sobre os produtos da TOTVS podem solicitar uma visita através do telefone 65 3611-9400 ou comparer a unidade Mato Grosso no endereço: rua Joaquim Murtinho, 588 - Centro em Cuiabá”, acrescenta Saad.


Clipping Saiba quais são os 10 carros mais vendidos para quem faz 18 anos 4611833 - UOL - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/FJeLoNLybxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/09/03/saiba-quais-sao-os-carros-maisvendidos-para-quem-faz-18-anos.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: André Deliberato Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611833.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 50100000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000


Saiba quais são os 10 carros mais vendidos para quem faz 18 anos André Deliberato Do UOL, em São Paulo (SP) 03/09/2014

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Ivan Ribeiro/Folhapress

Carros populares costumam ser os mais procurados pelos jovens motoristas

Alguns ganham dos pais, outros fecham desde cedo contrato com consórcio e muitos se apertam em um financiamento para ter seu primeiro carro aos 18 anos, idade tão esperada para a garotada que gosta de carro -- vale lembrar que, no Brasil, a permissão para dirigir começa oficialmente somente a partir desta idade. As fabricantes sabem que esse público existe e, para eles, criam edições especiais e preços promocionais de seus modelos, com diversas vantagens e facilidades de compra. Importante salientar que esta tendência deve crescer ainda mais com a introdução da internet móvel ao carro, já que vários modelos do segmento de entrada hoje em dia oferecem conexão com smartphones e multimídia baseados no próprio celular do motorista, como Chevrolet Onix (MyLink) e Ford Ka (Sync), por exemplo. UOL Carros entrou em contato com as marcas e concessionárias para mostrar abaixo quais são os veículos mais vendidos de cada fabricante para a "molecada". A lista segue o ranking


da Fenabrave, composto, na ordem, por Fiat, Chevrolet, Volkswagen, Ford, Hyundai, Renault, Toyota, Honda, Nissan e Citroën. Divulgação

Novo Uno é constantemente negociado com pessoas desta faixa etária

Marca: Fiat. Modelo: Uno. Preço: a partir de R$ 26.110. Emplacamentos em 2013: 184.362. Emplacamentos em agosto de 2014: 10.922. O Uno vence o Palio no prêmio de Fiat mais vendido para pessoas de 18 anos. Segundo a marca, um dos atrativos para isso é o desenho do carro, inspirado no estilo "round square" (quadrado arredondado, em inglês), "que atrai até crianças". Mas fique atento: o Uno muda de cara ainda nesta semana. Murilo Góes/UOL


Chevrolet Onix mudou a porta de entrada da marca, antes liderada pelo Celta

Marca: Chevrolet. Modelo: Onix. Preço: a partir de R$ 36.200. Emplacamentos em 2013: 122.333. Emplacamentos em agosto de 2014: 10.285. O posto que pertencia ao Celta desde meados de 2013 passou a ser do Onix, hatch da Chevrolet mais vendido para jovens que buscam pelo seu primeiro carro. "O sistema MyLink é um dos grandes fatores que influenciam garotos de 18 a 19 anos a optarem pelo Onix", garantem praticamente todos os revendedores da GM que conversaram com a reportagem. A tecnologia permite conexão com celular via Bluetooth e acesso à internet e a vários outros aplicativos. Murilo Góes/UOL


Além de ser o mais vendido da Volks, Gol também é o campeão entre a garotada

Marca: Volkswagen. Modelo: Gol. Preço: a partir de R$ 32.490. Emplacamentos em 2013: 255.057. Emplacamentos em agosto de 2014: 14.198. O carro mais vendido do país há 27 anos também é o mais pedido por jovens de 18 anos "e até por quem é menor de idade", garantem concessionários da marca, que afirmam que o modelo até hoje é símbolo de robustez e confiabilidade, além de ser um carro "fácil para preparação". Murilo Góes/UOL

Nova geração do Ford Ka é totalmente focada na interatividade com celulares


Marca: Ford. Modelo: Ka. Preço: a partir de R$ 35.390. Emplacamentos em 2013: 29.911 (dados da geração anterior). Emplacamentos em agosto de 2014: 319 (inclui dados da geração anterior). Com a aposentadoria do Fiesta Rocam, até então o carro mais barato da Ford e mais vendido para pessoas de 18 anos, o posto de modelo desenvolvido para o público mais novo fica com o Ka, hatch compacto (agora global) da empresa, que terá a função de atrair novos compradores através do uso de novas tecnologias, como o My Ford Dock, sistema que funciona diretamente sob os comandos de um celular e age integrado ao Sync. A Ford acredita ser capaz de vender até 10 mil unidades por mês. Saiba mais sobre ele aqui. Divulgação

Hyundai HB20 é o modelo mais vendido da história da marca no Brasil

Marca: Hyundai. Modelo: HB20. Preço: a partir de R$ 35.760. Emplacamentos em 2013: 122.320. Emplacamentos em agosto de 2014: 9.074. Além de ter revolucionado a história da Hyundai no Brasil, o HB20 também abriu as portas para clientes que gostariam de ter um carro coreano, mas que não possuíam ao menos R$ 50 mil (à época) para comprar um Kia Soul ou um i30. Automaticamente ele se transformou no carro mais vendido para compradores de 18 anos -- e um dos grandes frequentadores do top 10 do ranking dos mais vendidos da Fenabrave.


Rodolfo Buhrer/La Imagem/Divulgação

Mesmo custando mais que o Clio, Renault Sandero é o mais vendido da marca

Marca: Renault. Modelo: Sandero. Preço: a partir de R$ 30.290. Emplacamentos em 2013: 102.514. Emplacamentos em agosto de 2014: 7.278. O Sandero faz sucesso pelo ótimo espaço interno e por oferecer uma boa quantidade de equipamentos a preços competitivos em relação aos principais concorrentes -- e isso não muda quando o consumidor é mais jovem. Além de ser o Renault mais vendido para quem tem 18 anos, o carro que acaba de ganhar nova geração também agrega a partir de agora recursos tecnológicos para conquistar a garotada, como o sistema multimídia com tela colorida no painel. Saiba mais sobre ele. Murilo Góes/UOL


Etios vende pouco, mas abriu caminho para quem sempre quis um Toyota

Marca: Toyota. Modelo: Etios. Preรงo: a partir de R$ 37.960. Emplacamentos em 2013: 34.801. Emplacamentos em agosto de 2014: 3.234. A meta da Toyota durante o lanรงamento do Etios, em 2012, era vender 70 mil unidades anualmente. Em 2013, foram quase 35 mil carros vendidos, metade do que fora planejado. Apesar do rendimento abaixo do esperado, o carrinho fez com que a empresa desse um salto nas vendas, crescesse no mercado brasileiro e abrisse suas portas para novos tipos de consumidores -- entre eles, os jovens de 18 anos. Murilo Gรณes/UOL


Entre os modelos da Honda, o Fit é o mais vendido para pessoas mais jovens

Marca: Honda. Modelo: Fit. Preço: a partir de R$ 49.900. Emplacamentos em 2013: 40.637 (dados da geração anterior). Emplacamentos em agosto de 2014: 4.880 (inclui dados da geração anterior). O Fit não é o carro mais vendido da Honda no Brasil, mas é o modelo mais negociado com pessoas de 18 anos. "Quem procura o Fit são pessoas mais novas e que buscam por versatilidade e arrojo. O Civic é o que mais vende, mas não para os mais jovens", revelam lojistas da marca japonesa. Conheça a nova geração. Murilo Góes/UOL

March é o carro mais vendido da Nissan em todos os quesitos

Marca: Nissan. Modelo: March. Preço: a partir de R$ 32.990. Emplacamentos em 2013: 24.255. Emplacamentos em agosto de 2014: 2.292. Desde seu lançamento no Brasil, em 2011 (quando ainda vinha do México), o Nissan March tem como objetivo ser a porta de entrada para quem quer comprar um carro japonês. Este fato o credencia como modelo da Nissan mais vendido para quem tem 18 anos, principalmente pelos valores e pela facilidade da compra. Desde abril ocarro é fabricado no Brasil. Divulgação


C3 é o mais vendido da Citroën há anos; nova geração manteve bons números

Marca: Citroën. Modelo: C3. Preço: a partir de R$ 40.990. Emplacamentos em 2013: 33.669. Emplacamentos em agosto de 2014: 2.272. O carro mais acessível da marca francesa no país também é o mais adquirido por pessoas de 18 anos, apesar de o número de vendas não permitir uma comparação com modelos de outras marcas. "A Citroën é uma marca mais premium, mas isso não significa que não existam clientes de 18 anos para este segmento", alertam alguns dos concessionários da marca. Para se ter uma ideia, atrás do C3 o carro mais comprado da marca por pessoas desta faixa etária é o C4, que tem vendido apenas algumas dezenas de unidades mensalmente.


Clipping Fiat Palio mantém liderança no Brasil em agosto 4611830 - EXAME - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/H/TvqafkApV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/fiat-palio-mantem-lideranca-no-brasil-emagosto Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Rodrigo Furlan Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611830.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 163,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 85943726,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 163,00 Total: 0,0000


Fiat Palio mantém liderança no Brasil em agosto No âmbito geral, vendas caíram 17,12% na comparação com 2013 Rodrigo Furlan, da

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Div ulgação

Fiat Palio: foram comercializadas 14.305 unidades do modelo em agosto

São Paulo - Foi por uma margem pequena, mas o Fiat Palio continuou a ser o veículo mais vendido do Brasil no mês de agosto. De acordo com o relatório mensal da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram comercializadas 14.305 unidades do modelo no período, ante os 14.198 exemplares do Volkswagen Gol.

Leia Mais 03/09/2014 | Land Rover revela Discovery Sport em detalhes

A terceira colocação ficou com o Fiat Strada, emplacando 12.850 unidades. Em seguida, vieram Fiat Uno (10.922), Chevrolet Onix (10.285), Hyundai HB20 (9.074), Ford Fiesta (8.505), Fiat Siena (8.469), Volkswagen Fox-CrossFox (8.348) e, fechando o top-10, Renault Sandero (7.278).

03/09/2014 | Vendas no varejo na zona do euro caem em julho 02/09/2014 | Jeep Grand Cherokee 2015 é

Entre as marcas, a Fiat permaneceu na liderança do mercado em agosto, com 21,68% de participação no mês. A Volkswagen ficou


apresentado 02/09/2014 | Não existe proposta para compra da TIM no Brasil, diz Abreu

na segunda colocação, com 18,69%, bem à frente da GM, terceira, com 14,97%. Ford (8,72%) e Renault (7,39%) completam a lista das cinco marcas predominantes. Mercado segue em queda

Como tem se tornado habitual em 2014, o mês de agosto também foi de retração no número de carros vendidos no mercado brasileiro. No total, foram negociadas 259.152 unidades entre automóveis e comerciais leves, número 7,38% menor do que aquele registrado em julho. Se a comparação for feita com agosto de 2013, a queda é ainda mais abrupta: 17,12%, levando em conta que no oitavo mês do ano passado foram emplacados 312.688 carros. Quanto ao acumulado do ano, foram registrados 2.121.543 veículos em 2014, 9,51% a menos do que em 2013 (2.344.386).


Clipping Fenabrave aposta no último trimestre para “salvar o ano” 4611827 - LONDRIX - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/FOzPx9WzkM/MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.londrix.com/novo/2014/09/03/fenabrave-aposta-no-ultimo-trimestre-para-salvar-oano/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Londrix Comunicação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611827.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


FENABRAVE APOSTA NO ÚLTIMO TRIMESTRE PARA “SALVAR O ANO” ATÉ JULHO, MÉDIA DO VOLUME DE CRÉDITO PARA CARROS NOVOS FICOU EM 150 MIL CONTRATOS POR MÊS. EM 2012, ERAM MAIS DE 200 MIL

Notícias Fenabrave Últimas aposta no último trimestre para “salvar o ano” Apesar de já 7

setembro 03

10:24 2014

Comércio deve contratar mais de 138 mil

por Londrix Comunicação 0 Comentários

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Apesar de já registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias.

Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro.

“Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente


da Fenabrave, Flávio Meneghetti.

Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%.

Nesta terça-feira (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos.

Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou .

De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Crise chega com mais força no mercado automotivo em Pernambuco 4611831 - FOLHA DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/E2vkG+vbGoOMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/economia/noticias/arqs/2014/09/0041.ht ml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Isabela Alves Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611831.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 20,10 Fechamento: 09/14 Tiragem: 259293,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 20,10 Total: 0,0000


ECONOMIA CAPA

IMÓVEIS

EMPREGOS

VEÍCULOS

Crise chega com mais força no mercado automotivo em Pernambuco Vendas tiveram resultado negativo no Estado, no acumulado do ano até agosto 03/09/2014 09:18 - Isabela Alves, da Folha de Pernambuco

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Pernambuco, que vinha mostrando um bom desempenho no que diz respeito à queda nas vendas de veículos em relação ao resto do Brasil, apresentou um decréscimo de 4,49% entre janeiro e agosto de 2014. Na comparação entre o mês passado e o anterior, a diminuição foi de 15,88%. Já no resultado anual – comparativo de agosto de 2013 e agosto deste ano – houve uma queda de 17,11%. O levantamento foi realizado pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e envolve o total de automóveis e comerciais leves. M aurício Ferry/Arquivo Folha

Queda de 4,49% na comparação entre agosto e janeiro

Para o diretor regional da Fenabrave em Pernambuco, Marcony Mendonça, esse resultado tem relação com a falta de incentivo no segmento, mas, além disso, o mau desempenho está relacionado ao momento de recessão pelo qual passa a economia atualmente. “O que falta mesmo é o dinheiro no bolso da população. Misturado a isso, ainda encontramos a falta de confiança do consumidor em se endividar”, argumentou. Mesmo com a diminuição nas taxas de juros e aumento nos prazos, anunciados recentemente por parte das instituições financeiras, Mendonça não acredita na recuperação total do setor. “Deve melhorar, mas os consumidores não devem esperar nenhum avanço substancial”,

afirmou. Os dados nacionais mostraram que, em agosto, o número de carros vendidos foi 404,2 mil contra as 436,6 mil unidades de julho, representando um recuo de 7,43%. No acumulado de 2014 até agosto, as vendas totais de veículos somaram 3,33 milhões de unidades, queda de 8,62%% sobre as 3,64milhões de unidades de igual período de 2013. Já a comercialização de autos e comerciais leves somaram 259,1 mil unidades em agosto, o que representa uma queda de 17,12% sobre as unidades emplacadas em igual mês do ano passado e um recuo de 7,38% sobre o total de 279,8 mil veículos de julho. No acumulado do ano até agosto, foram vendidas 2,12milhões de unidades de autos e comerciais leves, um decréscimo de 9,51% sobre o acumulado de janeiro a agosto de 2013, quando haviam sido comercializados 2,34 milhões de veículos. Com relação ao desempenho nacional, o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, disse que foi surpreendido com o resultado. “Imaginávamos que o mercado pudesse estar em recuperação, mas, infelizmente, em função dos números que a economia vem apresentando, isso acaba afetando o poder de compra do consumidor”, avaliou. Meneghetti acredita, contudo, que as indústrias estão se “reajustando” e que o setor deve se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência.


Clipping Bancos já cortam juros no crédito de financiamento automotivo 4611826 - HOJE EM DIA.COM.BR - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IlYyGlyKm/FENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/bancos-ja-cortam-juros-nocredito-de-financiamento-automotivo-1.265678 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Marcelo Ramos - Hoje em Dia Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4611826.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 40,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 40,00 Total: 0,0000


Bancos já cortam juros no crédito de financiamento automotivo Marcelo Ram os - Hoje em Dia

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Depois do Santander, agora foi a vez do Banco do Brasil anunciar redução na taxa de juros para financiamento de automóveis, com planos de 0,97% ao mês para novos e 1,18% para usados, exclusivo a correntistas do BB. A medida, reflexo da redução dos compulsórios anunciados pelo Banco Central para estimular os bancos a oferecerem linhas mais atraentes, é vista como o torniquete que irá estancar a queda de vendas no mercado automotivo. De acordo com o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, a regulação do sistema de crédito apresentada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, ampliaria o volume de vendas. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, analisa. De acordo com a Fenabrave, agosto registrou queda de 7,38% nos licenciamentos sobre julho no segmento de automóveis de passeio e comerciais leves. Foram 259 mil unidades, contra 279 mil. Comparado a agosto de 2013, o volume de emplacamentos encolheu 17,12%. No acumulado do ano, o segmento acumula retração de 9,51%, com 2,12 milhões de unidades comercializadas. No setor de transportes, que engloba as vendas de caminhões e ônibus, a queda de emplacamentos no acumulado de janeiro e agosto, sobre o mesmo período de 2013, já soma 13,85%. Já o segmento de duas rodas é o que teve a menor retração nos oito primeiros meses do ano, com queda de 6,08%.


Ranking Entre os líderes de mercado, a Fiat se mantém na primeira posição com 21,55% de participação, que corresponde a um crescimento de 0,2% sobre julho. A Volkswagen recuperou a vice-liderança do mercado com 17,72%, seguido pela General Motors (Chevrolet), com 17,35%. Entre os modelos mais vendidos, o Gol segue na liderança, com 122.146 unidades licenciadas desde janeiro. Mas, pelo terceiro mês consecutivo, ficou atrás do Palio, que segue na segunda posição, com pouco mais de 112 mil unidades vendidas.

Caixa faz promoção nesta semana A Caixa também está com condições especiais para o financiamento de veículos, mas são válidas por um período mais curto, apenas entre os dias 4 e 6 de setembro, na iniciativa chamada Salão Auto Caixa. Nela, os gerentes do banco atuam em 1.100 concessionárias em diferentes locais do Brasil. A taxa de juros mínima é de 0,93% ao mês, com carência de três meses e prazo máximo para pagamento de 60 meses. A expectativa do banco é a de conceder cerca de R$ 300 milhões em financiamento nesse período. “A orientação é que os clientes simulem o financiamento com a Caixa antes de fechar o negócio”, afirmou, em nota, Jorge Pedro Lima, superintendente nacional de veículos da Caixa, lembrando que a cada ano é possível adiar uma prestação. Em abril, a instituição financeira já tinha feito uma promoção semelhante, em que foram contabilizados R$ 228,6 milhões em novos financiamentos.


Clipping Venda de automóveis encara o pior agosto dos últimos 5 anos 4610699 - DESTAK SÃO PAULO - SEU VALOR - SÃO PAULO - SP - 03/09/2014 - Pág 8 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=NXZ5CwYSDdFhVt4R9Vq5kMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610699.pdf

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Venda de automóveis encara o pior agosto dos últimos 5 anos AGÊNCIA BRASIL

Resultado contraria expectativa do setor, que culpa a cautela do consumidor e a falta de crédito pelo tombo de 17% DA REDAÇÃO redacao@destakjornal.com.br

Contrariando as expectativas de retomada do mercado após o fim da Copa e em meio a promoções e incentivos ao crédito, agosto foi o pior dos últimos cinco anos nas vendas de automóveis e comerciais leves novos no país. De acordo com a Fenabrave (associação das concessionárias), foram emplacados 259.152 veículos no mês passado, um tombo de 17,12% em relação a agosto de 2013 e de 7,38% contra julho. O resultado só não foi pior que o registrado em agosto de 2009, em plena crise financeira global, quando foram vendidos 247.454 carros zero. No total, 2,12 milhões de veículos foram emplacados de janeiro a agosto, no pior desempenho para períodos equivalentes em quatro anos.

Surpresa A queda nas vendas em agosto foi contra as previsões, disse ontem o presidente da Fenabrave, Flavio

Fenabrave confia na recuperação no fim do ano com medidas pró-crédito

NOVOS CORTES NO JURO

BANCO DO BRASIL e Santander também anunciaram cortes nos juros dos financiamentos de carros, depois da Caixa e do Itaú. O BB passou a cobrar juros a partir de 0,97% ao mês em veículos novos, ante o 1,25% anterior. No Santander, a taxa mínima também é de 0,97% para prazos até 12 meses.

Meneghetti. “Fomos surpreendidos com um mês de agosto pior do que o de julho, que foi mês de Copa do Mundo e cheio de feriados”, afirmou. O executivo vê um ambiente pessimista para o consumidor, principalmente pelas informações econômicas, e a dificuldade de acesso ao crédito como as principais causas da contração no número de emplacamentos. Para ele, porém, haverá recuperação no último trimestre do ano, reflexo das medidas do governo de estímulo ao crédito anunciadas no último dia 20 e pela proximidade do fim do IPI reduzido.

Mantega: gasolina terá reajuste em 2014 AGÊNCIA BRASIL

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou ontem a dar indícios de que pode haver um aumento no preço da gasolina ainda neste ano. “Todo ano tem aumento da gasolina. Este ano não deve ser diferente. Ano passado tivemos dois aumentos de gasolina. Não há uma regra fixa”, disse Mantega, ao chegar ao ministério. No mês passado, o ministro já havia sinalizado o reajuste, dias depois da presidente Dilma Rousseffadmitir o aumento. “O reajuste pode acontecer em algum momento”, afirmou ela.

A última vez em que houve reajuste no custo da gasolina foi em novembro do ano passado, quando a Petrobras anunciou aumento médio de 4% da gasolina e de 8% no diesel nas refinarias. Na época, especialistas calcularam que a alta da gasolina ao consumidor final seria de cerca de 3%.

‘Todo ano tem aumento. Este ano não deve ser diferente’, diz ministro

Tabela do IR O ministro também disse que haverá reajuste da tabela do IR (Imposto de Renda) de 4,5% em 2015, conforme lei que caducou na sexta-feira. “Vamos resolver isso com alguma nova lei”, afirmou.

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3.09.2014 EURO R$ 2,9470

Indústria volta a subir, e governo vê sinal de retomada do país DIVULGAÇÃO

A produção industrial brasileira voltou a crescer em julho depois de cinco meses seguidos de queda, com alta de 0,7% frente a junho – resultado melhor do que o esperado para o começo do semestre, mas que não deve representar o início de uma tendência de recuperação para o setor. Segundo o IBGE, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção caiu 3,6% em julho – quinta taxa negativa seguida. A alta mensal de julho, entretanto, foi favorecida por uma base de comparação muito fraca e não foi suficiente para compensar as perdas anteriores. De acordo com o IBGE, entre fevereiro e junho, a queda acumulada foi de 3,5%. “É precipitado falar em recuperação, porque não repôs a perda e nas comparações mais longas ainda há predominância de resultados negativos. A indústria deu apenas um primeiro passo em cima de uma base deprimida”, disse o economista do IBGE, André Macedo.

EM DEZ SEGUNDOS # FALTA DE RECURSOS

Contagem da população será adiada O IBGE anunciou que o corte de R$ 562 milhões no orçamento de 2015 suspenderá duas pesquisas: a contagem da população em 2016 e o censo agropecuário de 2015, realizado a cada dez anos. Seria a terceira contagem (houve em 1996 e 2007). # PETRÓLEO

Produção bate recorde A produção de petróleo no Brasil em julho atingiu recorde de 2,267 milhões de barris por dia, superando em 14,8% o volume registrado um ano antes, com o aumento da extração da Petrobras e de outras companhias, diz a ANP.

Produção brasileira cresce 0,7% em julho, após cinco meses de queda

Já a avaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, é que o dado industrial “mostra recuperação da atividade econômica no segundo trimestre”. Para ele, “a economia não está parada e não está em recessão. Houve problemas passageiros no primeiro semestre”.

Cena eleitoral puxa Bolsa; dólar cai a R$ 2,24 O principal índice da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) renovou o nível máximo de fechamento desde janeiro de 2013, em meio a especulações de que pesquisas eleitorais mostrarão a candidata do PSB, Marina Silva, abrindo vantagem frente à presidente Dilma Rousseff na corrida presidencial. O Ibovespa avançou ontem 1,23%, aos 61.895 pontos – maior nível desde 23 de janeiro de 2013. Levantamentos do Ibope e do Datafolha estão previstos para serem divulgados a partir de hoje. Os rumores de possível mudança de governo, por outro lado, fizeram o dólar cair. A moeda americana fechou no pregão de ontem em queda de 0,19% em R$ 2,241, próximo das mínimas em mais de um mês atingidas na semana passada.


Clipping Cai venda de carros novos 4610861 - METRO SÃO PAULO - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 03/09/2014 - Pág 10 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=viHu+7Gt0rrZnF6Mu7ZQE8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610861.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 363,30 Fechamento: 09/14 Tiragem: 233000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 363,30 Total: 0,0000


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SÃO PAULO, QUARTA-FEIRA, 3 DE SETEMBRO DE 2014 www.metrojornal.com.br

{ECONOMIA}

Produção industrial sobe 0,7% em julho Resultado. Principais influências positivas para o resultado vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos. Analistas recebem recuperação com cautela A produção industrial brasileira voltou a crescer em julho depois de cinco meses seguidos de queda, com alta de 0,7% em relação a junho. Na comparação com o mesmo mês de 2013, a produção industrial caiu 3,6%, quinta taxa negativa seguida, informou nesta terça-feira (2) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta de julho foi favorecida por uma base de comparação muito fraca e considerada insuficiente para compensar as perdas anteriores (leia ao lado). Somente em junho, a produção recuou 1,4% sobre o mês anterior, em parte por causa do menor número de dias úteis por conta da Copa. Embora o torneio tenha acabado na metade de julho, a maior parte dos jogos

aconteceu em junho. “Temos dois efeitos em julho que explicam o crescimento: o fim dos feriados em excesso de junho em razão da Copa e uma volta gradual da carga horária, e há também uma base de comparação baixa”, afirmou o economista do IBGE André Macedo. “É precipitado falar em recuperação, porque não repôs a perda, e nas comparações mais longas ainda há predominância de resultados negativos”, disse o economista. O IBGE informou que 20 dos 24 ramos de atividades pesquisados tiveram alta em julho. As principais influências positivas vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+44,1%). METRO

Equipamentos de informática ‘pesaram’ positivamente no índice | DIVULGAÇÃO

Alta não recupera perda de 3,5% desde fevereiro A alta de 0,7% da produção industrial na passagem de junho para julho não foi suficiente para repor a perda de 3,5% acumulada desde fevereiro. A indústria brasileira registrava cinco quedas consecutivas, sendo que a mais intensa (-1,4%) foi observada em junho, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE. De acordo com o instituto, em outros tipos de comparação temporal a indústria continuou apresentando quedas. Na comparação com julho de 2013, a queda chegou a 3,6%. A indústria também acumula retração de 1,2% em 12 meses. “Nos outros tipos de comparação, os resultados ainda são predominantemente negativos”, informou o economista do IBGE André Macedo. Agosto O pesquisador explica que é preciso esperar os resultados dos próximos meses para saber se a alta de 0,7% sinaliza recuperação ou se é apenas o efeito de comparação com um

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é o número de ramos de atividades pesquisadas pelo IBGE para medir o desempenho da produção industrial no país mês que teve desempenho muito fraco (junho deste ano). Para o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, uma avaliação melhor sobre a situação do setor só poderá ser feita em agosto, passado o efeito da base de comparação fraca. “Em agosto vamos ter condições de saber se houve pequena recuperação ou não. Mas pelo que temos visto de indicadores coincidentes e antecedentes, dificilmente houve. Ainda temos as expectativas se deteriorando”, disse ele. Entre os indicadores, o Índice de Gerentes de Compras (PMI) de agosto, divulgado pela consultoria Markit, apontou expansão após quatro meses de contração. METRO

IR terá correção de 4,5%, garante Mantega

Ministro da Fazenda, Guido Mantega, promete nova tabela do IR | DIVULGAÇÃO

A correção dos valores da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) a partir do ano-calendário de 2015 está assegurada, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta terça-feira (2), em Brasília. “Vamos resolver isso com nova lei. Não vamos deixar sem essa revisão da tabela”, afirmou. A correção em 4,5% dos valores da tabela do IR da pessoa física para 2015 foi

anunciada pela presidente Dilma Rousseff no fim de abril deste ano, em pronunciamento em rede nacional de TV e rádio na véspera do Dia do Trabalho. O benefício consta da Medida Provisória 644, que perdeu validade sem ser aprovada pelo Congresso. Questionado sobre a perda de validade da Medida Provisória, Mantega informou que a correção está assegurada, mas não indiFast food

Cai venda de carros novos A venda de veículos no Brasil registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado nesta terça-feira (2) pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Em relação ao mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%).

No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,33 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,65 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto foi o pior dos últimos quatro anos.

A Fenabrave, porém, aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Um dos motivos para o otimismo é a proposta do governo de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. “Os bancos sinalizam que se a legislação for modernizada poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. METRO

cou como o governo fará para aprovar a medida no Congresso. Pelas condições atuais, estão isentos do recolhimento do IR os trabalhadores que recebem até R$ 1.787,77 por mês, e com o reajuste, a isenção deve passar a R$ 1.868,22. Gasolina O ministro Mantega voltou a sinalizar que pode ocorrer um aumento da gasoEnergia

lina ainda este ano. “Todo ano tem aumento da gasolina. Este ano não será diferente. No ano passado, nós tivemos dois aumentos da gasolina. Não é uma regra fixa, mas todo ano nós podemos ter um ou dois aumentos da gasolina”, disse. O reajuste seria o primeiro deste ano. O último ocorreu em novembro do ano passado, quando a gasolina subiu cerca de 4%, e o diesel, 8%. METRO Crise

McDonald’s vai promover ‘incertas’ na China

Produção diária de petróleo é de 2,26 mi de barris

IBGE corta verbas e adia contagem da população

O McDonald’s vai aumentar o número de inspeções que realiza nos fornecedores na China, depois que um escândalo de segurança alimentar em julho prejudicou as vendas no país. Metade das auditorias será feita sem aviso prévio e realizada por auditores terceirizados. METRO

A produção de petróleo no Brasil em julho atingiu um recorde de 2,26 milhões de barris por dia, superando em 14,8% o volume registrado um ano antes, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção cresceu 1% ante junho. METRO

O IBGE anunciou que não será realizada em 2015 a Contagem da População, feita tradicionalmente de cinco em cinco anos, entre os Censos. A última foi realizada em 2010. A pesquisa é um retrato da renda, da despesa e do consumo das famílias brasileiras. METRO


Clipping Vendas de veículos têm queda de 7,43% em agosto 4610906 - JORNAL DO COMMERCIO BRASIL - ECONOMIA - RIO DE JANEIRO - RJ - 03/09/2014 Pág A1 E A2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=/8UzJ21Owv977oOtwwV7WsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: RIO DE JANEIRO Estado: RJ País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610906.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 577,50 Fechamento: 09/14 Tiragem: 46000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 577,50 Total: 0,0000


BR ASIL

EXEMPLAR DE ASSINANTE - VENDA PROIBIDA

FUNDADO EM 1º DE OUTUBRO DE 1827 - ANO CLXXXVII - N 0 231

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QUARTA-FEIRA, 3 DE SETEMBRO DE 2014

CORTE DO ORÇAMENTO DO JUDICIÁRIO RECEBE CRÍTICA O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, criticou a decisão do governo federal de cortar a proposta orçamentária do Judiciário para o próximo ano. Nas palavras do ministro, a proposta apresentada pelo Judiciário é insuscetível de corte unilateral por parte do Executivo. B-4 FELLIPE SAMPAIO /SCO/STF

AS CONDIÇÕES DA VIDA moderna estão fazendo aumentar os casos de refluxo gastroesofágico. No Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas já tiveram pelo menos uma manifestação do mal, que pode ter repercussões respiratórias. B-7

Produção industrial avança após 5 quedas seguidas Depois do tombo sofrido em junho, a produção industrial avançou 0,7% em julho, interrompendo uma sequência de cinco quedas, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O governo comemorou o resultado, mas o mercado viu os dados com cautela, sem enxergar sinais de recuperação ou dinamismo. No confronto anual, a indústria mostra desempenho 2,8% pior do que em 2013. Em Brasília, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, exaltou o número, visto como um primeiro sinal de recuperação da atividade econômica no segundo

semestre. "O que mais cresceu foram bens duráveis e de capital. É um indicador importante”, afirmou o ministro. A base de comparação mais fraca, contudo, contribuiu para o avanço, ponderou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE. Em junho, a produção havia caído 1,4%. Isso, combinado com o maior número de horas do que em junho (mês marcado por feriados em função da Copa do Mundo), explica o resultado. "Há uma recuperação, mas ainda insuficiente para reverter perdas observadas em meses anteriores", destacou Macedo. A-2

JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

Marcia PELTIER Engenharia brasileira busca novas soluções para aumentar produtividade nas obras.A-12

Leilão de energia é adiado

TECNOLOGIA BRASIL LANÇA FOGUETE COM NOVO COMBUSTÍVEL. A-6

IBOPE/RIO PEZÃO E CRIVELLA AINDA TECNICAMENTE EMPATADOS. A-7

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse ontem que o Ministério de Minas e Energia adiou a data do leilão A-5, de 30 de setembro para 28 de novembro. Segundo ele, a decisão foi tomada porque há a expectativa de que o governo consiga viabilizar o licenciamento prévio de algumas usinas hidrelétricas, entre as quais Itaocara, e incluí-las no leilão. Além de Itaocara, Rufino mencionou que três hidrelétricas estão próximas de obter o licenciamento prévio. O edital aprovado pela Aneel não previa a participação de hidrelétricas no certame, justamente por falta da documentação. A-3

VALTER CAMPANATO/ABR

Venda de veículos cai mais do que o setor esperava As vendas de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados – ou seja, o total de veículos comercializados - em agosto ficou em 404,2 mil unidades, queda de 7,43% ante as 436,6 mil unidades de julho. De um ano para o outro, o recuo chegou a 16,05%. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Flavio Meneghetti, presidente da entidade, disse que a federação foi surpreendida com o tamanho da queda nas vendas. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator a limitar as vendas. O executivo afirmou acreditar, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre. No acumulado de 2014 até agosto, as vendas totais de veículos somaram 3,33 milhões de unidades, redução de 8,62% no confronto com igual período de 2013. Os estoques continuam elevados. A-2

LOJISTA WHATSAPP CRESCE COMO CANAL DE RELACIONAMENTO. B-8

Em autodenúncia, Bosch delata seu cartel no Brasil

Ana Erthal, professora de Comunicação Digital da ESPM-Rio

A multinacional alemã Bosch, maior fornecedor mundial de componentes automotivos, fechou acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão antitruste do governo federal, e confessou a prática de cartel no Brasil, de 2000 a 2013. O grupo alemão citou como suposta partícipe a Cerâmica e Velas de Ignição NGK do Brasil. A Bosch, em sua autodenúncia, revelou que as tratativas que levaram à formação de ajustes anticompetitivos se davam por meio de telefonemas, jantares e troca de emails. Em 2014, "a partir da adoção de uma nova política interna e externa empresarial", a Bosch decidiu delatar o cartel, "realinhando-se às regras e padrões de condutas nacionais e internacionais referentes às práticas concorrenciais". B-3

ESTADOS UNIDOS

TIM ‘estranha’ interesse da Oi

DADOS DE CONSTRUÇÃO E INDÚSTRIA MELHORAM. A-4 ENTRELINHAS Pau de aroeira A-5

BRASÍLIA/DF

O presidente da TIM, Rodrigo Abreu (foto), afirmou ontem que a empresa não está à venda e acrescentou ter recebido com "estranheza" o fato relevante da Oi que informava que a companhia tinha contratado um banco para estudar a possibilidade de compra da TIM. "O nosso controlador, Telecom Itália, já declarou várias vezes a importância estratégica da operação no Brasil e o compromisso de longo prazo com o País", reforçou o executivo. De acordo com Abreu, a empresa mantém sua decisão de participar incondicionalmente do leilão de 4G na frequência de 700 MHz, marcado para o dia 30 deste mês. B-2

Contatos imediatos A-8

EDITORIAL Desafio metropolitano A-10 ASSINATURAS E ATENDIMENTO AO LEITOR

0800-0224080 FA X : ( 2 1 ) 2 5 1 6 - 5 4 9 5

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Mercado antevê Marina à frente e Ibovespa sobe Em mais um dia de forte especulação sobre resultados de pesquisas eleitorais, a Bovespa se descolou do exterior e registrou alta de mais de 1%. Após operar de lado pela manhã, a bolsa brasileira pegou tração à tarde, quando bateu máximas consecuti-

vas, na escalada de rumores sobre pesquisas do Ibope e do Datafolha, aguardadas para hoje. As apostas de que Marina Silva (PSB) aparecerá à frente da presidente Dilma Rousseff (PT) nas próximas sondagens foram alimentadas ainda por informações

veiculadas na imprensa, mas sem fonte conhecida, dando conta de que o candidato do PSDB, Aécio Neves, poderá renunciar antes da eleição do primeiro turno para apoiar Marina. Com isso, o Ibovespa fechou ganhando 1,23%, aos 61.895,98 pontos. B-1


Economia

Editores // Jorge Chaves

Pedro Argemiro

A-2 • Jornal do Commercio • Quarta-feira, 3 de setembro de 2014

INDÚSTRIA

FENABRAVE

Produção avança 0,7% em julho após 5 recuos seguidos

Vendas de veículos têm queda de 7,43% em agosto

Para IBGE, resultado não estabelece tendência. No ano, desempenho é 2,8% pior do que em 2013, enquanto em 12 meses retração é de 1,2%, a mais forte desde janeiro do ano passado DA AGÊNCIA ESTADO

pós o tombo sofrido em junho, a produção industrial avançou 0,7% em julho, interrompendo uma sequência de cinco quedas seguidas, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O governo comemorou o resultado, mas o mercado viu os dados com cautela, sem enxergar sinais de recuperação ou dinamismo. No ano, a indústria mostra desempenho 2,8% pior do que em 2013. O resultado veio acima do esperado em média por economistas (0,5%), segundo pesquisa feita pela Agência Estado. A base de comparação mais fraca, contudo, contribuiu para o avanço, ponderou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE. Em junho, a produção havia caído 1,4%. Isso, combinado com o maior número de horas do que em junho (mês marcado por feriados em função da Copa do Mundo), explica o resultado. "Há uma recuperação, mas ainda insuficiente para reverter perdas observadas em meses anteriores", citou Macedo. Entre fevereiro e junho, a produção havia acumulado recuou 3,5%, de acordo com o IBGE. "O aumento na produção não estabelece uma tendência. Em agosto e setembro, o indicador deverá desacelerar", avaliou o economista Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho. Em julho, 20 das 24 atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram aumento na produção frente a junho. Mas Macedo pondera que maiores altas observadas foram justamente nos setores mais marcados por reduções nas jornadas de trabalho e por concessão de férias coletivas no mês anterior, em função da Copa do Mundo.

A

Otimismo

Mantega prevê recuperação pital aberto aumentou 56% no primeiro semestre deste ano em relação ao ano passado e a receita liquida cresceu 11,9% no mesmo período", disse.

» LAÍS ALEGRETTI DA AGÊNCIA ESTADO

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu ontem que a economia brasileira não está em recessão. "(A economia) teve problemas passageiros no primeiro semestre, e no segundo semestre vamos em direção à gradual melhoria",disse na chegada à sede do ministério, em Brasília. Mantega fez questão de comentar o resultado da produção industrial divulgado ontem: "A produção industrial veio boa em julho,mostrando que no segundo semestre temos uma recuperação da atividade econômica", avaliou. "Os que mais cresceram foram bens duráveis e de capital. É um indicador importante de que neste terceiro trimestre teremos um crescimento positivo." O ministro ainda citou o índice de gerentes de compra,do HSBC,divulgado na segunda-feira,que indica o apetite dos gerentes para fazerem compras. Segundo ele, o indicador está acima dos 50 pontos e aponta intenção de aumento das atividades. "Outro dado importante que saiu ontem (segunda-feira) é que o lucro das 271 maiores empresas com ca-

O principal impacto veio dos veículos automotores, que avançaram 8,5%, o melhor desempenho desde fevereiro de 2012, mas ainda sem recuperar quedas de maio e junho. O resultado impulsionou as categorias de bens de capital, devido à produção de caminhões, e de bens duráveis, por conta de automóveis. Na comparação com julho do ano passado, contudo, a produção de veículos despencou 22,8%. No ano, a perda também é expressiva. "O segmento de veículos ainda encontra-se com nível de estoques bem acima do desejado. O setor ainda está tentando adequar sua produção corrente aos estoques existentes", reforçou o gerente do IBGE. Os equipamentos de infor-

Aumento da gasolina Ao ser questionado sobre uma alta do preço do combustível em 2014, Mantega respondeu que "todo ano tem aumento de gasolina e este ano não deve ser diferente". "No ano passado tivemos dois aumentos de gasolina, então não há uma regra fixa, mas todo ano pode ter um ou dois aumentos de gasolina", disse. O ministro afirmou, ainda, que o governo solucionará o fato de ter caducado a MP 644,que reajusta a tabela do Imposto de Renda para Pessoa Física, anunciada em abril. "Vamos resolver isso com alguma nova lei.Vamos verificar, não vamos deixar sem revisão da tabela", disse. Questionado se a solução seria por meio de uma emenda a outra medida provisória,dado que o governo não pode enviar ao Congresso neste ano outra MP com o mesmo assunto, Mantega disse que ainda não está definido. "Ainda não há definição de como vamos encaminhar isso."

mática (44,1%) também foram destaque positivo em termos de atividade. No sentido contrário, a queda na produção de açúcar provocou redução no ritmo da indústria alimentícia, enquanto a produção de derivados de petróleo e biocombustíveis registrou declínio de 2,6%. O dado, porém, foi considerado pontual pelo instituto, diante do bom momento do setor extrativo no País. Apesar da alta disseminada na comparação mensal, a queda predomina entre os setores no acumulado do ano. Segundo o IBGE, 18 das 26 atividades pesquisadas nesta comparação apresentam perda. Além disso, em 12 meses, a indústria tem retração de 1,2%, o pior resultado

desde janeiro do ano passado. "Em função destes resultados, a produção deverá cair 3% neste ano ante 2013", estima a economista-chefe da ARX Investimentos, Solange Srour. "A indústria está mais ou menos parada desde 2011 e desde esse período o País cresce pouco." Nos cálculos de Macedo, a indústria atualmente opera 6,9% abaixo do pico histórico da produção, observado em junho do ano passado. "A baixa confiança de empresários e de consumidores, a evolução mais lenta da demanda doméstica, a redução de exportações para parceiros importantes e a maior penetração de importados formam um cenário desfavorável para produção", explicou Macedo.

» IGOR GADELHA DA AGÊNCIA ESADO

As vendas de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados – ou seja, o total de veículos comercializados em agosto chegou a 404,2 mil unidades, queda de 7,43% sobre as 436,6 mil unidades de julho e de 16,05% em relação aos 481,5 mil veículos de agosto de 2013. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave, disse que a entidade foi surpreendida com o tamanho da queda nas vendas. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. O executivo acredita, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre. "Fomos surpreendidos com um mês de agosto menor (em termos de vendas) até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou Meneghetti. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave prevê que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro. Ele avaliou que as medidas anunciadas por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. Quando isso acontece, agrega mais consumidores", disse Meneghetti. De acordo com ele, também deve contribuir para a recuperação a expectativa de modernização da legislação que trata da inadimplência. Recuo No acumulado de 2014 até agosto, as vendas totais de veículos somaram 3,33 milhões de unidades, queda de

Fomos surpreendidos com um mês de agosto menor (em termos de vendas) até mesmo do que junho, época da Copa do Mundo." Flavio Meneghetti Presidente da Fenabrave

8,62%% sobre as 3,64 milhões de unidades de igual período de 2013. As vendas de autos e comerciais leves somaram 259,1 mil unidades em agosto. Isso representa queda de 17,12% sobre as unidades emplacadas em igual mês do ano passado e recuo de 7,38% sobre total de 279,8 mil veículos de julho. No acumulado do ano até agosto, foram comercializados 2,12 milhões de unidades de autos e comerciais leves, queda de 9,51% sobre o acumulado de janeiro a agosto de 2013, quando haviam sido comercializados 2,34 milhões de veículos. Em agosto deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 13,3 mil unidades, queda de 10,89% em relação às 14,9 mil unidades de julho e recuo de 19,07% sobre agosto de 2013. No acumulado de 2014 até agosto, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 108,5 mil unidades, baixa de 13,85% sobre as 126 mil unidades de igual período de 2013. Meneghetti afirmou, também, que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, no caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias.

DESONERAÇÃO DA FOLHA

Relator de MP quer elevar de 56 para 68 os setores beneficiados » RENATA VERÍSSIMO DA AGÊNCIA ESTADO

Mesmo com um cenário de dificuldades fiscais e com a arrecadação de tributos em queda, o Congresso Nacional pode vir a aprovar novas medidas de renúncia fiscal e deixar a conta para o próximo governo. O relator da Medida Provisória 651, deputado Newton Lima Neto (PT-SP), antecipou ontem que deve incluir em seu relatório emendas ampliando de 56 para 68 o número de setores com direito à desoneração da folha de salários e deve ampliar a alíquota máxima para o Reintegra, programa que devolve tributos sobre o valor das exportações de manufaturados. Lima Neto anunciou que também deve reabrir o prazo para adesão ao Refis – programa de parcelamento de débitos tributários com a Receita – em condições mais favoráveis do que as incluídas no último Refis, cujo prazo de adesão venceu no dia 25 de agosto. Outra emenda tratará das regras que facilitam a retomada de bens móveis, como veículos, tratores e motocicletas. Esse medida foi anunciada pelo governo há duas semanas dentro de um pacote para estimular o crédito no País. A ideia é que pessoa possa autorizar no contrato de financiamento a recuperação

imediata do bem financiado em caso de inadimplência. A mudança também fixará a responsabilidade do devedor pelo pagamento de tributos, multas e taxas incidentes sobre o bem alienado. Essa é uma reivindicação antiga dos bancos para facilitar o financiamento de automóveis. O deputado sinalizou ainda que poderá incluir na medida provisória outros assuntos que não fazem parte do texto original. A comissão especial que analisa a MP 651 fez ontem a última audiência pública para discutir o texto da medida. Lima Neto informou que seu relatório será divulgado no dia 6 de outubro para que possa ser votado na comissão no dia seguinte. A MP perde a validade no dia 6 de novembro. Por isso, o presidente da Comissão, Romero Jucá (PMDB-RR), lembrou da importância de votar a medida entre o primeiro e segundo turno das eleições. Para evitar que a matéria não seja votada na comissão por falta de quórum, Jucá usou um artifício legislativo. Em vez de encerrar a sessão de ontem, apenas a suspendeu para dar continuidade no dia 7 de outubro. Dessa forma, mantém o quórum da sessão original. O relator disse que ainda não decidiu qual o novo teto que fixará para o Reintegra. A MP prevê a devolução de 0,1% a 3% do

valor exportado em manufaturados. "Estamos discutindo qual seria o percentual mais adequado", afirmou. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza, pediu durante a audiência pública que a alíquota máxima suba para 6%. "Eliminaria todos os resíduos tributários. Esse é o nível de impostos na nossa cadeia não reembolsáveis", argumentou. Pastoriza defendeu também a reabertura do Refis sem a exigência de uma entrada de até 20%, como a do último programa ou o parcelamento dessa parte inicial em até 60 meses. As novas condições do programa, segundo o relator, estão sendo negociadas com o Ministério da Fazenda. O representante da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Marcelo Vieira, apoiou também a reabertura do Refis e pediu a concessão de descontos em caso de antecipação de pagamentos das parcelas. Ele solicitou ainda a inclusão de uma emenda na MP que permita que as empresas tenham direito ao Reintegra mesmo utilizando um percentual maior de insumos importados na fabricação dos seus produtos. Para ter direito ao Reintegra, a empresa hoje pode usar no máximo 40% de importados. A Abiquim defende a ampliação para 60%.


Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto 4609801 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA & NEGÓCIOS - SÃO PAULO - SP - 03/09/2014 Pág B 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=uS8XT3Q+2FCmAurY8ADquMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Igor Gadelha Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609801.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1098,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 236000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1098,00 Total: 0,0000


B4 Economia %HermesFileInfo:B-4:20140903:

O ESTADO DE S. PAULO

QUARTA-FEIRA, 3 DE SETEMBRO DE 2014

Produção industrial cresce 0,7% em julho Para o governo, alta é um primeiro sinal de recuperação da indústria, mas analistas dizem não ver motivo para comemorações Idiana Tomazelli RIO

Após o tombo sofrido em junho, a produção industrial avançou 0,7% em julho, interrompendo uma sequência de cinco quedas, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O governo comemorou o resultado, mas o mercado viu os dados com cautela, sem enxergar sinais de recuperação ou dinamismo. No ano, a indústria acumula queda de 2,8%. O resultadoveioacima do esperado por economistas (de 0,5%, em média), ouvidos em pesquisa da Agência Estado. Em Brasília, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, exaltou o número, visto como um primeiro sinal de recuperação da atividade econômica no segundo semestre. “O que mais cresceu foram bens duráveis e de capital. É um indicador importante de que nesse terceiro trimestre teremos um crescimento positivo”, afirmou o ministro. Comparação. Mas a base de

comparação mais fraca contribuiu para o avanço, ponderou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.Emjunho, aproduçãohavia caído 1,4%. Isso, combinado com o maior número de horas do que em junho (mês marcado por feriados por causa da Copa

NA WEB IBGE. Setor opera 7% abaixo do seu pico de produção estadao.com.br/e/industriaibge

do Mundo), explica o resultado. “Há uma recuperação, mas ainda insuficiente para reverter perdasobservadasemmesesanteriores”, citou Macedo. Entre fevereiro e junho, a produção havia acumulado recuo de 3,5%, de acordo com o IBGE. “O aumento na produção não estabelece uma tendência. Em agosto e setembro, o indicador deverádesacelerar”,avaliouLuciano Rostagno, estrategistachefe do Banco Mizuho. Férias. Em julho, 20 das 24 atividadespesquisadastiveramaumento na produção em relação a junho. Mas Macedo pondera que as maiores altas foram nos setores mais marcados por reduções nas jornadas de trabalho e concessão de férias coletivas no mês anterior, por causa da Copa do Mundo. O principal impacto veio dos veículos automotores, que avançaram 8,5%, o melhor desempenho desde fevereiro de 2012, mas ainda sem recuperar as quedas em maio e junho. O resultado impulsionou as categorias de bens de capital, por causa da produção de caminhões, e de bens duráveis, em razão dos automóveis. Estoques altos. Na compara-

ção com julho do ano passado, contudo, a produção de veículos despencou 22,8%. No ano, a perda também é expressiva. “O segmento de veículos ainda se encontra com nível de estoques bem acima do desejado. O setor ainda está tentando adequar suaproduçãocorrenteaos estoques existentes”, disse Macedo, do IBGE. Osequipamentosdeinformática(44,1%)também foramdes-

FÔLEGO CURTO ● Indústria

tem pequena reação em julho

Síntese

Categoria de uso

ANTE MESMO MÊS DO ANO ANTERIOR

EM PORCENTAGEM

EM JULHO/2014, EM PORCENTAGEM

6

JUL/2014 ANTE JUN/2014

Indústria mês a mês ANTE MÊS IMEDIATAMENTE ANTERIOR 3 2

4

0,7

1

0

-1

-2

-2

-4

-3

-6 JUL 2013

JAN 2014

JUL

ANTE JUN/2014

ANTE JUL/2013

ACUM. EM 2014

Bens de capital

16,7

-6,4

-7,8

-0,1

Bens intermediários

-0,3

-3,6

-2,5

-1,8

20,3

-13,7

-9,0

-5,1

0,7

0,6

0,4

0,6

2

0

-4

0,7

-8

JUL/2014 ANTE JUL/2013

-3,6

-3,6

JUL 2013

JAN 2014

JUL

Bens de consumo ACUMULADO EM 2014

-2,8

ACUMULADO EM 12 MESES

1,2

Duráveis Semi e não duráveis

FONTE: IBGE

Associações preveem melhora, mas sem retomada forte

EM 12 MESES

INFOGRÁFICO/ESTADÃO

● Com o resultado de julho, a indústria reforça expectativas de avanços no segundo semestre, mas longe de uma forte retomada. “Não dá para dizer que esse avanço é uma tendência, pois é muito pouco expressivo. A base de comparação é ruim”, diz Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Ele afirma que,

de janeiro a julho, o setor recuou 0,1% em relação ao mesmo período do ano passado. “O segundo semestre será melhor, mas a expectativa é só empatar a produção de 2013.” Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), também enxerga um semestre mais promissor, sobretudo com as vendas de fim de ano. “O setor de eletrodomésticos vai começar a reagir agora, pois estava todo mundo distraído com a Copa”, afirma. Porém, para a Eletros, a linha branca deve encerrar o ano no mesmo patamar

de 2013. Já a expectativa para a linha marrom é vender de 500 mil a 1 milhão de unidades a mais que no ano passado. O setor de alimentos foi a principal influência negativa no índice do IBGE em julho (-6,3%). “Além do ritmo devagar na economia e a restrição no consumo, tivemos problemas climáticos”, diz Denis Ribeiro, diretor de economia da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia). “Mesmo assim, por ser uma área de primeira necessidade, esperamos crescer 2,3% no ano, ante 3,1% em 2013.” / ANNA CAROLINA PAPP

taquepositivoemtermosdeatividade. No sentido contrário, a queda na produção de açúcar provocou redução no ritmo da indústria alimentícia, enquanto a produção de derivados de petróleo e biocombustíveis registrou declínio de 2,6%. O da-

do,porém,foiconsideradopontual pelo instituto, diante do bom momento do setor extrativo no País. Apesar da alta disseminada na comparação mensal, a queda predomina entre os setores quandoselevaemcontaoresul-

tado acumulado do ano. De acordo com os dados do IBGE, 18 das 26 atividades pesquisadas nesta comparação apresentam perda. Além disso, em 12 meses, a indústria tem retração de 1,2%, o pior resultado para o setor desde janeiro do

ano passado. “Em função desses resultados,a produçãoindustrialdeverácair3%nesteanonacomparação com 2013”, estima a economista-chefe da ARX Investimentos, Solange Srour. “A indústria está mais ou menos paradadesde2011e,desdeesseperíodo, o País cresce pouco.” Nos cálculos de André Macedo,doIBGE,aindústriabrasileira atualmente opera 6,9% abaixo do pico histórico da produção, que foi observado em junho do ano passado. “Abaixaconfiançadosempresários e dos consumidores, a evolução mais lenta da demanda doméstica, a redução de exportaçõesparaparceirosimportantes e a maior penetração de produtos importados formam um cenário desfavorável para produção”, explicou o gerente do IBGE. / COLABORARAM LAÍS ALEGRETTI,

DE

BRASÍLIA,

E

FRANCISCO CARLOS DE ASSIS, DE SÃO PAULO

ANÁLISE: Mauricio Canêdo Pinheiro

Ainda não dá para comemorar

D

epois de cinco meses seguidos de queda, a produção industrial brasileira voltou a crescer em julho. Aumento de 0,7% com relação ao mês anterior, de acordo com o IBGE. Seria um sinal de recuperação da indústria, conforme ressaltou o ministro da Fazenda, Guido Mantega? Infelizmente, ainda não dá para comemorar. A mesma pesquisa apontou que, na comparação com julho do ano passado, houve retração de 3,6% na produção industrial. E,

embora isso tenha se agravado mais recentemente, a indústria brasileira já vinha dando sinais de que estava perdendo o fôlego há algum tempo. Ou seja, não se trata de um problema conjuntural. Apostar em estímulos adicionais ao consumo já se mostrou ineficaz. Ficou claro que a maior parte da demanda acaba sendo canalizada para produtos importados. Não se trata de um problema de falta de demanda, mas de competitividade. O que fazer, então? Política industrial pode ajudar? Depende do tipo. Mais proteção ao mercado doméstico também não é a solução. Não se resolve o problema de competitividade e ainda se empurra o custo para os

consumidores, no caso de bens de consumo, ou para as próprias empresas, no caso de insumos intermediários e bens de capital. Tampouco a solução está em políticas que contemplam alguns setores de modo seletivo. Elas podem ser um alívio, mas não atacam a raiz do problema. Não precisamos de mais pacotes de apoio à indústria. O Brasil tem infraestrutura inadequada, um ambiente de negócios hostil, mão de obra com pouca qualificação e condições macroeconômicas que atrapalham o crescimento. Nada disso se resolve com políticas setoriais. Claro que há algum espaço para elas, mas a salvação da indústria brasileira passa principalmente por resolver os pro-

MAIRA VIEIRA/ESTADÃO–29/3/2013

Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto Segundo a Fenabrave, falta de crédito continua sendo um dos maiores entraves às vendas de automóveis Igor Gadelha

As vendas de automóveis e comerciaisleves,caminhõeseônibus, motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolaseoutrosveículosemplacados – ou seja, o total de veículos comercializados – em agosto chegou a 404,2 mil unidades, queda de 7,43% em relação às 436,6 mil unidades de julho e de 16,05% em comparação com os 481,5 mil veículos de agosto de 2013. Os dados são da Federação Nacional daDistribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Flavio Meneghetti, presidentedaFenabrave,dissequeaentidade foi surpreendida com o tamanhodaqueda nasvendas.Segundo ele, a falta de crédito no mercadocontinuasendo oprincipal fator que limita as vendas. O executivo acredita, no entanto,queosegmentodevese recu-

perar no último trimestre. “Fomos surpreendidos com um mês de agosto menor (em termos de vendas) até menor que junho, época da Copa do Mundo”, afirmou Meneghetti. Ele avalia que as indústrias estão se “reajustando”, embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave prevê que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmenteemnovembro e dezembro. Ele avaliou que as medidas anunciadas por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. “Quando isso acontece, agrega mais consumidores.” De acordo com Meneghetti, ●

Surpresa

“Fomos surpreendido com um mês de agosto menor (em termos de vendas) até mesmo que junho, época da Copa do Mundo.” Flavio Meneghetti PRESIDENTE DA FENABRAVE

blemas estruturais de nossa economia. Temos de abandonar o paradigma do desenvolvimento industrial autárquico. Mas, nesse caso, é preciso enfrentar um dilema. É imperativo aumentar a exposição de nossa economia à competição internacional. Porém, sem resolver os problemas estruturais de competitividade, isso significa condenar a nossa indústria ao desaparecimento. Em termos de política, o segredo está em dosar a velocidade dos dois processos. Não é tarefa fácil, mas não há como fugir dela. ✽ ECONOMISTA E PESQUISADOR DE ECONOMIA APLICADA DA FGV/IBRE

Preço dos imóveis bate inflação e sobe 4,8% no ano Segundo o Índice FipeZap, alta em agosto foi de 0,68%; já em 12 meses, variação desacelera pela 9ª vez consecutiva Circe Bonatelli

Recuo. Foram vendidos 404,2 mil veículos no mês passado tambémdevecontribuirparaisso a expectativa de modernização da legislação que trata da inadimplência. Recuo. No acumulado de 2014

até agosto, as vendas totais de veículos somaram 3,33 milhões de unidades, queda de 8,62%% sobre as 3,64 milhões de unidades de igual período de 2013. As vendas de autos e comerciais leves somaram 259,1 mil unidadesem agosto.Isso representa uma queda de 17,12% sobre as unidades emplacadas em igual mês do ano passado e um recuo de 7,38% sobre o total de 279,8 mil veículos de julho. No acumulado do ano até agosto, foram comercializadas 2,12 milhões de unidades de autos e comerciais leves, queda de 9,51% sobre o acumulado de janeiro a agosto de 2013, quando

haviam sido comercializados 2,34 milhões de veículos. Em agosto deste ano, as vendasde caminhões e ônibus atingiram 13,3 mil unidades, queda de 10,89% em relação às 14,9 mil unidades de julho e recuo de 19,07% sobre agosto de 2013. Noacumuladode2014atéagosto, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 108,5 mil unidades, baixa de 13,85% sobre as 126 mil unidades de igual período de 2013. Meneghetti afirmou que os estoques de automóveis nas fábricas estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, no caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias.

O preço médio anunciado dos imóveis residenciais no País continua subindo em um ritmo superior ao da inflação, embora venha perdendo força mês a mês. Entre janeiro e agosto, o valormédiodo metroquadrado aumentou 4,8%, atingindo R$ 7,415. A alta é 0,8 ponto porcentual superior à inflação esperada para o período, de 4,0%, medida pelo IPCA. Ou seja, na média, os preços tiveram um aumento real pequeno neste ano. OsdadosfazempartedoÍndiceFipeZap Ampliado,pesquisado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 20 cidades. O IPCA tomado como referência leva em conta a expectativa de inflação no mês de agosto apurada pelo boletim Focus, do Banco Central. Apesar do crescimento, os preços das moradias estão perdendo fôlego. No acumulado dos últimos 12 meses até agosto, a alta foi de 9,9% – a nona desaceleração consecutiva.

“O ímpeto nos preços está perdendo força. É natural que os ciclos econômicos tenham momentos de euforia seguidos por momentos de calmaria”, avaliou Bruno Oliva, economista da Fipe. “Daqui para a frente, acreditamos que os preços vão se acomodar, sem altas nem quedas expressivas.” Segundo Oliva, a disparada nospreçosteveseuaugeporvolta de 2011 e 2012, impulsionada pelas melhoras nas taxas de juros e prazos dos empréstimos imobiliários,alémdeincremento da renda e do emprego da população. Já nos anos seguintes, esse cenário se acomodou, e muitos empreendimentos foram concluídos, atendendo boa parte da demanda. Dentre as 20 cidades analisadas pela pesquisa FipeZap, as maiores altas entre janeiro e agosto foram registradas em Goiânia (9,1%), Vitória (8,3%) e Campinas (7,0%). No caso de SãoPauloeRio, maiores mercados imobiliários do País, as altasforamde5,9%e6,1%,respectivamente. Em outras cidades, porém, o valor dos imóveis subiu menos que a inflação, ou seja, tiveram queda real: Contagem (2,92%), Porto Alegre (2,22%),Santos(1,53%)eCuritiba (0,01%). Brasília foi a única com redução nominal (-1,1%).


Clipping Venda de veículos decepciona 4610708 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 03/09/2014 - Pág 11 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=h2ZMKag5XPPP6RFv01B7R8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610708.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 228,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 28472,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 228,00 Total: 0,0000



Clipping Venda de veículos cai 7,38% 4610158 - BRASIL ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - SP - 03/09/2014 - Pág 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FOTcNDl0pXD7xMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Patrycia Monteiro Rizzotto Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610158.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 693,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 50000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 693,00 Total: 0,0000



Clipping Queda na venda de veículos surpreende 4609871 - DCI - CAPA - SÃO PAULO - SP - 03/09/2014 - Pág A1 e A7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=uS8XT3Q+2FCyXOVJLGvR98NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609871.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 521,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 45000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 521,00 Total: 0,0000


R$ 3,00 Edição Nacional www.dci.com.br

Ano XIII Número 3122 QUARTA-FEIRA 3 DE SETEMBRO DE 2014

D I Á R I O C O M É RC I O I N D Ú S T R I A & S E RV I Ç O S finanças - b2

opinião - a2

legislação - a6

Ofertas públicas perdem espaço

Frederico A. Turolla

Empresas erram muito no Sped

Emissões via distribuição pública caiu 46% em 2014 até agosto, para R$ 5,5 bilhões, ante R$ 10,2 bilhões em igual período de 2013.

O setor de infraestrutura apresenta a principal tendência crescente graças à ênfase à logística.

Uma única declaração enviada ao fisco pela internet pode ter mais de 5 mil erros. Autos de infração podem chegar a milhões de reais.

A

BOVESPA

DÓLAR COMERCIAL

+1,23% 61.895 ONTEM

PONTOS

| G -0,13

%

ONTEM

EURO

R$ 2,240 US$ 1,00

Piora nas estimativas para o pib deve afetar criação de empregos são paulo

A piora na expectativa dos analistas com relação à economia, apósa “surpresa”da retraçãoregistrada no segundo trimestre, deve mudar o cenário considerado confortável do mercado de trabalho, e intensificar a desconfiança dos investidores nacionais. Por outro lado, essa revisão ajudou a melhorar as projeções para inflação neste ano, mas não será suficiente para que o indicador de preços recue e se afaste tanto do teto da meta estabelecida, de 6,5%. Pesquisa divulgada ontem, pela Associação Brasileira das Entidades dosMercados Financeiro e de Capitais (Anbima), feita com 25 economistas, mostra que a mediana das expectativas para o avanço econômico nofinal de2014 erade 1,01%em julho. Nessa publicação de agosto, essa perspectiva média

passou para 0,30%. “O grosso dessarevisãoveio comasurpresadoPIB nosegundotrimestre”, explicou o vice-presidente do Comitê Macroeconômico da Anbima, Fernando Honorato. Segundo Honorato, essa modificação já teve um efeito na previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano. “Mas a inflação ainda encontra resiliência, porque o câmbio ainda está apreciado”, afirmou. Pela pesquisa, os economistas diminuiriam de 6,50% para 6,32%. Alan Ghani, professor de Finanças da FIA, um dos piores efeitos dessa pioradas estimativas é uma possível queda na oferta de empregos. “Não sei precisar quando irá vir uma piora,é possívelque nocurto emédio prazo”, aponta. fernanda bompan k política econômica | pág. a3

Resumo Pacote de bondades inclui reabertura do Refis

Política para terminal privado desafogará setor

A base aliada do governo sinalizou ontem com novos agrados ao empresariado na reta final das eleições. Entre eles, a reabertura do Refis da Copa, e a ampliação da desoneração da folha de pagamentos.

Com o objetivo de desafogar terminais saturados e melhorar a capacidade aeroportuária brasileira, o governo analisa novas políticas estratégicas que permitem a construção de empreendimentos privados.

k política | pág. a5

k serviços | pág. a8

Dilma volta a atacar programa do psb

Leilão a-5 é adiado para 28 de novembro

De olho no maior colégio eleitoral, os principais candidatos à Presidência concentraram ontem as agendas em São Paulo. Dilma (PT) voltou a investir contra Marina Silva (PSB) e seu programa de governo.

O Ministério de Minas e Energia (MME) adiou novamente a realização do leilão que contrata energia para entrega em 2019 (A-5). A alteração visa a entrada de hidrelétricas que dependem de licenças.

k política | pág. a4

k indústria | pág. a7

Para Citi, Marina pode prejudicar indústria

sap anuncia abertura de data center no Brasil

O programa de governo da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, traria benefícios a bancos privados e à infraestrutura, mas poderia prejudicar a indústria, afirma o banco.

A SAP, gigante de softwares corporativos, anunciou ontem a abertura de seu primeiro data center na América Latina, localizado em São Paulo. A empresa investiu R$ 19 milhões na área.

k finanças | pág. b1

k serviços | pág. a8

Aprovado aumento do biodiesel no diesel

Grupo gvt lidera pesquisa de qualidade

O Senado aprovou o primeiro item da pauta do último esforço concentrado antes das eleições, o Projeto de Lei de Conversão 14/2014, decorrente da Medida Provisória 647/2014.

Objeto de crítica no mercado devido à falha nos serviços, o setor de telefonia no Brasil tem uma empresa cobiçada. A operadora GVT lidera na satisfação dos consumidores.

k agronegócios | pág. b10

k serviços | pág. a9

Ucrânia deverá precisar de us$ 19 bilhões

Queda na venda de veículos surpreende

Se o conflito entre Ucrânia e Rússia se prolongar, estimativas do FMI indicam que o país pode precisar de financiamento no valor de US$ 19 bilhões no próximo ano.

O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, ficou surpreendido com a queda de 7,38% em agosto ante julho.

k internacional | pág. a10

k indústria | pág. a7

| A +0,67

%

ONTEM

CAFÉ ALTA MOGIANA

PETRÓLEO WTI

R$ 2,9557 ¤ 1,00

| G -3,21

%

ONTEM

US$ 92,88

| A +1,97

Apesar de alta em julho, indústria vai mal Imagens: Victor Gorgatti e Cristiano Batista

são paulo

A melhorana atividadeindustrial na passagem de junho para julho não deve ser comemorada, segundo economistas consultados peloDCI.A altainterrompe cinco meses seguidos de resultados negativosnamargem, masnãoaltera a tendência de queda da atividade, comenta o economista-chefe da TOV Corretora. “Esse crescimento não muda a tendência, porque fatores que movema indústriabrasileirapara baixo ainda persistem”, observa. A produção da indústria brasileira cresceu 0,7% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, informou ontem o Instituto Brasileirode GeografiaeEstatística (IBGE). Em relação a julho de 2013, a produção caiu 3,6%. No ano,a produçãoda indústriaacumula queda de 2,8%. Na opinião dos economistas, o resultado de julhosignificou mais

Fraqueza

são paulo

pedro soares k finanças | pág. b1

Julho 14 / Julho 13

-3,6

Acumulado em 2014

-2,8

Doze meses

-1,2

Fonte: IBGE

A desaceleração da economia combinada com a menor venda de imóveis residenciais – que no mês de junho apresentou queda de 72,3% na comparação com igual período do ano passado –, tem impactado diretamente o varejo de móveis planejados. Redes que antes cresciam até 30% hoje sentem dificuldade para atingir 10% de incremento este ano. Na opinião do dono da Dell Anno Savassi, loja autorizada do GrupoUnicasa, operaçãoessalocalizada em MinasGerais, Roberto Muzzi, este é o momento de voltar os esforçosnos clientes que

estão na fase de substituição de móveis e decorações antigas. “Hoje, ao invés de se fazer todos os ambientes de um apartamento – dormitórios, cozinha, banheiros e área de serviço – o consumidor tem optado pelos itens fundamentais como os dormitórios e a cozinha, por exemplo”, disse o empresário. A afirmação é compartilhada pelo gerente nacional de vendas da Bartzen, Marcelo Lima. “O consumidor hoje está segurando os seus gastos. Ao invés de comprara casainteira,ele fazprojetos menores”, disse. Dados do Instituto de Estudos

Bioenergia pode minimizar efeito da seca em sp

Porto Rico é porta para o Brasil entrar nos eua

são paulo

são paulo

Estimativas da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) apontam que, só em São Paulo, a bioeletricidade ofertada à rede elétrica pelas usinas paulistas poderia chegara quase50%.Isso nummomento emque aágua temsido direcionada para a geração de energia em detrimento da logística e do abastecimento urbano, por conta do baixo nível de chuvas no Sudeste. Em nível nacional, a chamada cogeração através de biomassa (palha e bagaço da cana) tem o mesmo potencial gerador que uma Itaipu.

Porto Rico pode ser uma porta de entrada aosempresários brasileiros que desejam entrar no mercado norte-americano, não apenas pela sua localização geográfica, como também pelos benefícios fiscais ao setor industrial. Apesar de Porto Rico ser uma jurisdição dos Estados Unidos, o estadopossui autonomiafiscal.A ilha localizada entre as Américas doNorte edo Suloferece taxapreferencial de imposto de renda de 4%às empresasindustriais quese estabelecem na região. O diretor executivo da Companhia de Fomento Industrial de Porto Rico (Pridco), Antonio Medina Comas,explica quea taxade imposto nos EUApara a indústria

nayara figueiredo k agronegócios | pág. b10

Compulsório aumenta e bate marca de r$ 400 bi

vanessa stecanella k indústria | pág. a7

0,7

Venda de móvel planejado recua com economia fraca são paulo

SACA

deve alterar de maneira consistente adireção dospróximos meses”, acrescenta o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves.

Produção Industrial

Julho 14 / Junho 14

uma recomposição das atividades produtivas, que sofreram com as paradas durante os jogos da Copa do Mundo em junho, do que uma retomada da produção. “A altado mês[julho] nãocompensa as quedas anteriores e não

R$ 461,74

A política monetária contracionista adotada pelo Banco Central (BC) até o início de julho, buscando combater a inflação, alavancou o recolhimento de compulsório – depósito que os bancos são obrigados a fazer para a autoridade financeira – nos últimos 12 meses. Segundo boletim de crédito divulgado pelo BC na semanapassada, ovolumetotal de compulsórios recolhido em julho deste ano foi de R$ 409,7 bilhões, contra R$ 360,6 bilhões em2013 –aumento de 13,62%. Se considerado somente os compulsórios referentes à poupança o crescimento foi ainda maior, de 16,43%, passando de R$ 106,6 bilhões para R$ 124,2 bilhões no período.

Dados apontam tendência de queda no 2º semestre. Em %

Período

%

ONTEM

BARRIL

e Marketing Industrial (IEMI) apontam que o segmento de planejados representa 8,5% do volume de móveis vendidos e 19% da receita gerada no segmento moveleiro no País, e para os executivos entrevistados pelo DCI esse é o momento de investir, seja em novas lojas ou em inovação e não de recuar.“Temos denos diferenciar dos concorrentes e investirmos na criação de produtos diferenciados, no treinamento dos vendedores e tentarmos atender ao consumidor da melhor forma possível”, argumentou Lima. flávia milhassi

k comércio | pág. a9

é bem maior do que em Porto Rico, uma tarifa de 36%. Um dos fortes da produção industrial porto-riquenha está no setordeciências vivas,comoaindústria farmacêutica, de biotecnologia, dispositivos médicos, agricultura biotecnológica, entre outros. Existe, atualmente, uma quantidade considerável de grandes empresas desses setores em Porto Rico, como a Abott, Merck, Pfizer, Bristol-Myers Squibb,Eli Lilly,Baxter eaAmgen, todas companhias de biotecnologia agrícola ou farmacêutica. Hoje, 12 das 20 maiores companhias de farmácia e de biotecnologia estão instaladas na região. paula salati k política econômica | pág. a4

Alckmin cai mas venceria no primeiro turno, afirma Ibope

Geraldo Alckmin

são paulo

Pesquisa Ibope divulgada ontem sinaliza que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) seria reeleito no primeiro turno por uma margem apertada. O tucano aparece com 47% das intenções de voto, seguido por Paulo Skaf (PMDB), que tem 23% e Alexandre Padilha (PT), quefoi citado por7% dos entrevistados. Brancos e indecisos foram 19%. O Ibope também indica que Marina Silva (PSB) cresceu 4 pontos em uma semana e chegou a 39% das intenções de voto em São Paulo, contra 23% de Dilma Rousseff (PT), e 17% do tucano Aécio Neves. da redação k política | pág. a4

ÍNDICE CADERNO A Opinião ...................................................... A2 Índice de Empresas...................................... A2 Política Econômica ............................... A3 e A4 Política ................................................ A4 e A5 Legislação ................................................... A6 Indústria...................................................... A7 Serviços .............................................. A8 e A9 Comércio..................................................... A9 Internacional.............................................. A10 CADERNO B Finanças.............................................. B1 e B2 Indicadores.......................................... B3 a B9 Agronegócios............................................. B10 CADERNO C São Paulo ................................ C1, C2, C3 e C8 Legal................................................... C4 a C7 CADERNO D Insolvência ........................................D1 a D16

|


DCI

Quarta-feira, 3 de setembro de 2014

| INDÚSTRIA

ENERGIA ELÉTRICA

INDICADOR

Leilão a-5 é adiado até novembro na tentativa de ter hidrelétricas

Apesar da melhora em julho, cenário industrial ainda é ruim

são paulo

OMinistériode MinaseEnergia (MME) adiou novamente a realização do leilão que contrata energia para entrega em 2019 (A-5). Marcado inicialmente para 12 de setembro, o certame já havia sido adiado para 30 de igual mêse, ontem, passoua ser previsto para 28 de novembro. “A alteração foi motivada pela previsão de conclusão de licenciamento prévio de usinas hidrelétricas totalizando mais de 460 MW depotência”, informou oMMEem comunicado.Odiretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, citou entre os projetos que podem ser incluídos a hidrelétricade Itaocara(RJ/MG, 145 MW) e outras duas ou três usinas que estariam próximas de obter licenciamento prévio. Os leilões A-5 são ideais para a viabilização de hidrelétricas, devido ao prazo mais longo para conclusão das obras e entrega da energia. No entanto, o A-5 deste anoteve oedital aprovado semcontar comnenhumprojeto hídrico de grande porte, justamente devido às dificuldades de licenciamento. Com a mudança dedata, ogoverno espera permitir a participação de ao menos parte dos 575MW em hidrelétricas inscritos no leilão. A Portaria MME 458, de 1 de setembro de 2014, que estabeleceu o adiamento, contemplou ainda a reabertura de cadastro para a habilitação de novos empreendimentos – visando dar nova oportunidade para projetos eólicos que tenham ficado

k RECLAMAÇÃO A realização dos leilões muito tarde no segundo semestre tem sido alvo de críticas pelas empresas, por ampliar o risco de atrasos e punições

A produção industrial brasileira aumentou 0,7% em julho em relação a junho, mas manteve sinal negativo na comparação com o mesmo mês de 2013

Sinal vermelho

k PONTUAL

Comportamento da produção industrial por categoria no mês de julho de 2014. Em % jul / jun

jul14/ jul13

Acumulado em 12 meses

Indústria geral

0,7

-3,6

-1,2

Bens de capital

16,7

-6,4

-0,1

Dados

A7

«Alta de julho não muda tendência, porque fatores que movem a indústria brasileira para baixo ainda persistem» PEDRO PAULO SILVEIRA ECONOMISTA-CHEFE TOV

são paulo

de fora – e novos prazos para a apresentação da declaração de reserva de disponibilidade hídrica (DRDH) e da licença prévia (LP) para usinas hidrelétricas e outros empreendimentos. Críticas

A realização dos leilões de energia nova muito tarde no segundo semestre tem sido alvo de crítica porempreendedores degeração. Segundo os empresários, o fato de os leilões serem feitos nofim doano,masa datadeentrega mantida em 1º de janeiro, faz com que, na prática, leilões A-5 (para entrega de energia em cinco anos) se transformem em “A-4”, ampliando orisco de atrasos, que causam perda de receita e punições para as empresas. O leilão A-5 teve o preço-teto estabelecidoemR$ 197pormegawatt-hora(MWh) paratérmicas, R$158 porMWh paraprojetos hídricos e R$ 137 por MWh para eólicas e solar. A duração dos contratos varia de 20 a 30 anos, para as diferentes fontes, com início de suprimento previsto para 1º de janeiro de 2019. thais carrança

Notas M I N E R AÇ ÃO

Glencore e Vale desistem de combinar ativos de níquel londres // As mineradoras Vale e Glencore romperam as

negociações sobre uma junção de seus ativos de níquel no Canadá, em um negócio que poderia ter gerado mais de 1 bilhão de dólares em economia por ano, disseram fontes próximas do assunto. As discussões sobre ligar as unidades de extração e processamento de níquel, vizinhas na região de Sudbury, no sudeste do Canadá, foram encerradas em grande medida devido ao desacordo sobre como compartilhar os custos e as economias e às preocupações sobre reações do governo e de sindicatos ante demissões e fechamentos, disseram as fontes. Glencore e Vale não quiseram comentar. ENERGIA ELÉTRICA

Distribuidoras receberão R$ 357,1 mi para cobrir gastos são paulo // Distribuidoras de energia elétrica do país receberão R$ 357,1 milhões da Conta ACR para cobrir gastos no mercado de energia de curto prazo em julho, segundo despacho da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que será publicado na quarta-feira, conforme informou o órgão regulador. Os recursos serão aportados para que as empresas liquidem, em 8 de setembro, custos relacionados à necessidade de contratação de energia de curto prazo para cobrir descontratação em momento de forte geração termelétrica. A Cemig Distribuição, do grupo Cemig, receberá o maior montante de recursos, no total de R$ 114,5 milhões. MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Abramat percebe otimismo sobre movimento em agosto são paulo // A Associação Brasileira da Indústria de Mate-

riais de Construção aponta que 43% dos associados têm boas expectativas para as vendas em agosto. O percentual “muito bom” foi percebido para 3%, ao passo que a expectativa de vendas regulares responde por 35%, enquanto 19% da indústria não prevê bons resultados. O otimismo também está presente na intenção de investimento, com 57% das indústrias prevendo aportes nos próximos 12 meses, 6 pontos acima de julho. Já para setembro, 52% dos entrevistados acreditam em resultados bons e muito bons, 43% regulares e 5% ruins. “Ainda é cedo para pensar em uma retomada de vendas na indústria de materiais, porém é alentador ver o aumento de otimismo”, diz o presidente da Abramat, Walter Cover. agências

A melhorana atividadeindustrial na passagem de junho para julho não deve ser comemorada, segundo economistas consultados peloDCI.A altainterrompe cinco meses seguidos de resultados negativosnamargem, masnãoaltera a tendência de queda da atividade, comenta o economista-chefe da TOV Corretora. “Esse crescimento não muda a tendência, porque fatores que movema indústriabrasileirapara baixo ainda persistem”, observa. A produção da indústria brasileira cresceu 0,7% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, informou ontem o Instituto Brasileirode GeografiaeEstatística (IBGE). Em relação a julho de 2013, a produção caiu 3,6%. No ano,a produçãoda indústriaacumula queda de 2,8%. Já em 12 meses, o recuo é de 1,2%. Na opinião dos economistas, o resultado de julhosignificou mais uma recomposição das atividades produtivas, que sofreram com as paradas durante os jogos da Copa do Mundo em junho, do que uma retomada da produção. “A altado mês[julho] nãocompensa as quedas anteriores e não deve alterar de maneira consis-

Bens intermediários

-0,3

-3,6

-1,8

7,1

-2,8

-0,8

20,3

-13,7

-5,1

0,7

0,7

0,6

Bens de consumo Duráveis Semiduráveis e não duráveis Fonte: IBGE

tente adireção dospróximos meses. O resultado, vale lembrar, também parte de uma base de comparação bastante fraca, o que impacta positivamente na taxa de crescimento,sem que isso signifique uma melhora de fato. Em quepese todos estesfatores, o ambiente eleitoral também reitera um cenário de incertezas”, acrescenta o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) estima, em nota, que um resultado melhor oumesmo positivo neste segundo semestre decorrerá muito da base de comparação, já que, no segundo semestre de 2013, o desempenho da produção industrial foi relativamentepiordo queoprimeiroda-

quele mesmo ano. “Para o ano de 2014 como um todo, a produção industrialnão lograrácrescimento: pode-se estimar uma retração em torno de 1,4%”, destaca nota. Para o estrategista do Banco Mizuho, Luciano Rostagno , o setor vai retomar uma descendente trajetória nos próximos meses, refletindo o forte sentimento negativo entreas empresas,levando a indústriaa cortarinvestimentos como sinalizamdados sobreprodução e importação de bens de capital. “A produçãoindustrialno Brasil pode recuar 2% este ano, devolvendo ganhos do ano passado”, estima Rostagno. Silveira, da TOV Corretora, comenta que em muitas categorias de produção nota-se o impacto da concorrência chinesa, o que depende de políticas para ajudar

o setor produtivo a enfrentar a questão. “Competição com China não se resolve com câmbio ou incentivos,comenta oeconomista, destacandotambém quea falta de otimismotem prejudicado a atividade. “Rumores sobre eleições precisam se acomodar, embora isso naturalmente deva ocorrerpassada aseleições,independente do eleito”, disse. Bens de consumo

Gonçalves e Silveira destacaram que único segmento que continuaaapontar paraumatendência de crescimento é o de bens de consumo não-duráveis, cujo nível médio trimestral tem se expandido nos dois últimos trimestres e está apontando para um novo aumento no terceiro trimestre, o que reforça a visão de que o nível de renda continua a sustentar consumo privado. “Pelo menos de itens de menor valor”, concluiu Gonçalves. vanessa stecanella Publicamos 2.860 reportagens sobre

INDÚSTRIA www.dci.com.br

PETRÓLEO E GÁS

GÁS NATURAL

Produção de óleo do Brasil sobe quase 15%em julho e bate recorde

Consumo cresce 3,3% em julho, mostra Abegás

Já a produção média no pré-sal aumentou 62,4% sobre um ano antes, para 582,8 mil barris de boe por dia

são paulo

são paulo // A produção brasileira de petróleo atin-

giuum recordede 2,267milhõesde barrispor diaem julho,superandoem 14,8%ovolumeregistradoum ano antes, como aumento da extraçãoda Petrobras e de outras companhias estrangeiras, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta terça-feira (02). A produção cresceu ainda 1% na comparação com junho, quando o País produziu 2,246 milhões de barris por dia, segundo a ANP. A extração de petróleo e gás do Brasil em julho atingiu tambémrecorde de2,82 milhõesde barrisde óleoequivalente(boe),contra 2,79milhõesdebarris de junho, e um aumento de 14,2% sobre o mesmo período do ano passado. Segundo a ANP, cerca de 90,7% da produção de óleoegásforam extraídosdecamposoperadospela Petrobras, que respondeu pelo maior aumento da extração na comparação anual. Dos 352 mil barris por dia de óleo equivalente de crescimento na produção do Brasil entre julho de 2014 e julho de 2013, a Petrobras respondeu por 193 mil boe por dia.

Por concessionário, a produção da Petrobras somou 2,40 milhõesde boe por dia, altade 8,6% frente a julho de 2013, principalmente com novas unidades no pré-sal. A BG Brasil, segunda produtora do País (por concessionário), também registrou crescimento expressivo, para 79,6 mil boe, ante 44,1 mil boe no mesmo períododo anopassado –aBG éimportante parceira da Petrobras no pré-sal. A produção da Shell, terceira produtora no País emjulho,tambémsaltoupara 58,3milboe,ante18,2 mil boe no mesmo mês de 2013, com aumento na extração no Parque das Conchas, principal ativo da petroleira no Brasil, e em Bijupirá & Salema. Já a produção média no pré-sal aumentou 62,4% na comparação com julho do ano passado, para 582,8 mil barrisde boe por dia, sendo480,8 mil barris diários de petróleo e 16,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Na comparação com junho, houve leve queda de 0,1%. A agência não apontou motivos para o pré-sal ter apresentado produção ligeiramente menor. O campo de Roncador, na Bacia de Campos, foi o demaior produçãodepetróleo,com médiade273,1 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, com média diária de 6,8 milhões de metros cúbicos.

Meneghetti afirmou também que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandesvolumes estão com estoques variandomais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, nocaso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias.

O consumo de gás natural no Brasil atingiu a marca de 78,392 milhões de metros cúbicos diários (m³/d) em julho, de acordo com dados publicados nesta terça-feira, pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). O montante representa expansão de 3,3% em relação ao mês anterior e um salto de 21,4% na comparação com julho de 2013. No acumulado dos sete primeiros meses do ano a expansão ficou em 10,96%. Os números de julho continuaram influenciados positivamente pelautilização degás natural para o abastecimento das térmicas, segmento que atualmente movimenta volumes superiores àqueles destinados ao uso industrial. Na comparação com junho, o consumo de gás pelas térmicas cresceu 4,8%. Ante julho de 2013, a expansão atinge 44,4%. Os dados de julho também trazem recuperaçãodo consumo industria. Na comparação com junho, o volume cresceu 2,1%. Em relação a julho de 2013, houve queda de 1,5%. O presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon, alerta que o cenário para os próximos meses não é favorável quando oassunto é consumo industrial. “O resultado poderá ser comprometido nos próximos meses do ano, devido à retirada do desconto de 1,57% da Petrobras,no gás natural, desde 1º de agosto”, destacou em nota o executivo. Aindaem julho,houvequeda do consumo residencial e comercial. A primeira encolheu 6,9% na comparação mensal e7,8% na anual.No caso do comércio, o recuo foi de 4,1% e 4,6%, respectivamente.

ae

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reuters

AU TO M OT I VA

Queda nas vendas em agosto surpreende setor são paulo

O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, afirmou ontem que a entidade foi surpreendida com a queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves em agosto ante julho e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, porém, numa recuperar no último trimestre do ano. "Fomos surpreendidocom um

mês de agosto menor até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou Meneghetti, durante entrevista coletiva para comentar os resultados do setor em agosto. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave estima que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente entre novembro e dezembro. Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas ontem por bancos estatais, dediminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para

financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência. Estoques


Clipping Caminhões em baixa 4610369 - VALOR ECONÔMICO - EMPRESAS - SÃO PAULO - SP - 03/09/2014 - Pág B4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=mju0RM/uYfmIzYrAI2U8gsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610369.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000


Jornal Valor --- Página 4 da edição "03/09/2014 1a CAD B" ---- Impressa por ivsilva às 02/09/2014@21:13:08 Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 3/9/2014 (21:13) - Página 4- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

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Quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Empresas | Indústria Mineração Cutifani, presidente, quer elevar o retorno sobre o capital empregado para pelo menos 15% em 2016

Gerar valor é prioridade na Anglo American SABINE ALBERS/BLOOMBERG

Alexis Flynn e Andrew Peaple The Wall Street Journal, de Londres O diretor-presidente da Anglo American PLC, uma das maiores mineradoras do mundo, disse que está decidido a aumentar o retorno sobre o capital da empresa, mas que estaria aberto a alguma combinação, caso surja uma proposta atraente. "Meu trabalho é criar valor, seja de qual forma isso possa ser mostrado", disse Mark Cutifani, um veterano do setor nomeado há 15 meses para virar a mesa depois da saída da diretora-presidente Cynthia Carroll. "Nossa tarefa é fazer um bom trabalho com a empresa e, no fim do dia, se alguém reconhecer o valor, então há uma conversa que pode ocorrer”, disse Cutifani. Em entrevista ao The Wall Street Journal, Cutifani também disse que embora preveja que o preço do minério de ferro vá continuar baixo, a Anglo vai avançar com seu projeto de minério de ferro Minas-Rio, na região central de Minas Gerais, que já sofreu vários atrasos e deve iniciar a produção ainda este ano. "Esse foguete foi lançado alguns anos atrás", disse Cutifani, referindo-se à mina brasileira que a Anglo comprou em 2008 por US$ 5,5 bilhões. A estimativa atual é que os investimentos totais necessários somem US$ 8,8 bilhões, ante uma previsão inicial de US$ 2,5 bilhões. Segundo ele, seria "irresponsável" para a Anglo não prosseguir com seu projeto Minas-Rio, que, de acordo com o executivo, poderia enviar minério de ferro para a Ásia a um custo entre US$ 50 e US$ 55 por tonelada. A Anglo espera que a produção da MinasRio alcance 26,5 milhões de toneladas anuais futuramente. Mas a Anglo provavelmente não compraria produtoras de minério de ferro em dificuldades se os preços caírem ainda mais, já que a empresa não vai mais alocar capital nenhum a essa commodity, disse Cutifani. O preço do minério de ferro caiu 35% este ano para cerca de US$ 87 por tonelada, segundo a

Mark Cutifani, diretor-presidente da Anglo American há apenas 15 meses: "Meu trabalho é criar valor, seja de qual forma isso possa ser mostrado"

provedora de dados Steel Index, à medida em que o crescimento em mercados importantes como a China desacelerou e outras mineradoras, como a BHP Billiton Ltd. e a Rio Tinto PLC, registraram níveis recordes de produção. Cutifani disse que, se os preços caírem para cerca US$ 80 por tonelada, alguns produtores terão dificuldades para se manter no mercado. Mas ele disse também que pode demorar algum tempo até que todo o lado da oferta apresente uma reação.

Ele diz ter constatado que, nessa indústria, é difícil se livrar do excesso de capacidade. Cutifani ressaltou que teme que a pressão negativa sobre os preços do minério de ferro possa ser “maior e mais longa” do que se prevê. "Há uma oferta enorme [de minério de ferro] chegando e isso vai impactar os lucros, por isso estou preocupado", disse Cutifani. Embora a Anglo produza diversas commodities, a divisão de minério de ferro e manganês contribuiu com mais de 40% dos

lucros subjacentes no primeiro semestre de 2014. O executivo também alertou que a estratégia dos grandes produtores de continuar ampliando o fornecimento pode sair pela culatra. "A meu ver, ou eles vão tomar uma decisão acertada para os seus investidores ou vão pagar o preço." Cutifani disse que seu primeiro objetivo é transformar a Anglo numa mineradora de primeira linha, aumentando seu retorno sobre o capital emprega-

do para pelo menos 15% em 2016. Essa métrica caiu para 10% no primeiro semestre deste ano, ante 11% um ano antes. "É imperativo que alcancemos isso. Temos de conseguir um resultado melhor do que esse número", disse. No início do ano, a Anglo informou que venderia algumas das suas minas de platina mais antigas e profundas, processo que Cutifani diz que levaria pelo menos mais um ano e meio. Com ativos em commodities que vão de minério de ferro a

platina e diamantes em vários continentes, a Anglo é uma das mineradoras mais diversificadas do mundo. Mas apostas ruins — inclusive a de Carroll na mina de minério de ferro no Brasil que estourou o orçamento em mais de US$ 6 bilhões — corroeram os lucros. A ação da Anglo caiu 55% desde o início de 2011. Os investidores também se preocuparam com a exposição da Anglo na África do Sul, onde sua subsidiária Anglo American Platinum Ltd., conhecida como Amplats, foi prejudicada por uma greve de cinco meses este ano. Cutifani tem tomado iniciativas para cortar os custos da Anglo e colocou à venda diversos ativos periféricos. A ação da empresa subiu 17,5% este ano, superando suas maiores concorrentes, a BHP Billiton e a Rio Tinto. Em meio à desaceleração global das commodities, a Rio Tinto e a BHP também estão vendendo ativos, concentrando seus investimentos num universo menor de commodities e se afastando de um modelo de diversificação que até recentemente caracterizava muitas grandes mineradoras mundiais. Cutifani, porém, disse que continua acreditando no modelo de mineração diversificada. "Estamos menos direcionados em privilegiar uma determinada commodity porque, a nosso ver, há muitas questões imprevisíveis", disse o executivo. Investidores e analistas estão acompanhando de perto os esforços de Cutifani para promover uma transformação na empresa. "Ou a companhia tem um desempenho melhor sob a liderança de Mark Cutifani, e demonstra o valor das [suas] toneladas no solo, ou, então, se não conseguir fazer isso, levará o tiro de misericórdia que será ordenado em razoavelmente pouco tempo", diz Paul Gait, analista da Sanford C. Bernstein. Em 2009, a mineradora anglosuíça Xstrata PLC abordou a Anglo, mas Carroll, o então CEO na época, rejeitou a aproximação. Leia na página B9 mais conteúdo do THE WALL STREET JOURNAL

Minério cai a US$ 86,70 e acumula perda de 35% no ano Olivia Alonso De São Paulo

O minério de ferro caiu pelo segundo dia seguido ontem e foi negociado a US$ 86,70 por tonelada no mercado à vista da China. O preço do produto é o menor em dois anos e exatamente o mesmo de 5 de setembro de 2012. Entre as razões para a continuidade da queda da commodity, analistas voltam a destacar a forte pressão do excesso global de oferta e o consumo da matéria-prima em esto-

que pelas siderúrgicas chinesas. O aumento da produção global, principalmente na Austrália e no Brasil, tem contribuído para a forte queda do preço da commodity neste ano, de 35%. O analista Ian Roper, do banco de investimento asiático CLSA, cita entre novas operações com baixos custos de produção o Minas-Rio, da Anglo American, com início de embarques previsto para este ano e produção anual de 26,5 milhões, e o projeto australiano Roy Hills, com produção estimada em 55 mi-

lhões de toneladas ao ano. O preço médio do minério neste ano está em US$ 107 por tonelada, 21% abaixo da média de US$ 135 no ano passado. Quinze bancos consultados pelo Valor estimam uma média de US$ 105 por tonelada para 2014. Os valores são do minério com concentração de 62% de ferro. Em geral, analistas veem espaço para uma desvalorização ainda maior do preço no curto prazo, mas esperam uma leve recuperação nos últimos meses do ano. Entre as principais notícias do

setor nesta semana está a decisão do governo australiano de retirar impostos sobre o lucro de mineradoras. Analistas do Standard Bank e do Barclays acreditam que a medida não afeta o preço do minério de ferro e nem a Vale. Segundo os analistas, as principais mineradoras da Austrália — Rio Tinto e BHP Billiton —, já não tinham suas operações afetadas pelo imposto, chamado de MRRT (Minerals Resource Rent Tax), pois tinham compensações fiscais. Eles avaliam, porém, que a

isenção do imposto pode ser marginalmente positiva para o setor ao trazer facilidades para empresas em início de produção para levantar recursos. Os analistas Bruno Rezende e Felipe Beraldi, da Tendências Consultoria, também afirmam que a decisão não deve gerar impactos significativos sobre o balanço entre a oferta e a demanda global do minério. “As mineradoras australianas já vêm aumentando sua produção ao longo dos últimos meses. Em geral, imposto sobre lucro eco-

nômico não afeta decisão de produção das empresas”, dizem. O imposto foi adotado em 2012 para ajudar a pagar contas de previdência, mas gerou discussões entre autoridades políticas. Na ocasião, mineradoras criticavam a iniciativa e alegavam que a taxa poderia reduzir investimentos no setor. Ontem, o governo australiano aprovou a abolição da taxa. Entre os fatores para a decisão, considerou a importância do setor mineral para o crescimento econômico do país.

Agenda Tributária

Curtas

Mês de Setembro de 2014 Data de vencimento: data em que se encerra o prazo legal para pagamento dos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Caminhões em baixa

Balanço divulgado ontem pela Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos, mostra que as vendas de caminhões no país caíram 18,3% no mês passado, ante igual período de 2013. Na comparação com julho, a queda foi de 12,5%. No total, 10,9 mil caminhões foram licenciados em agosto, o que leva para 88,7 mil unidades o volume no acumulado do ano, um recuo de 13,9%. O setor aguarda até o fim deste ano o lançamento de um

programa nacional de renovação da frota de caminhões para estimular uma recuperação no mercado de veículos comerciais.

Data de Vencimento Diária

Material de construção

O Termômetro Mensal da Abramat, que mede a expectativa quanto ao desempenho dos negócios no curto prazo, indica que o setor está mais otimista em relação a setembro do que o verificado em agosto. Segundo o estudo, 52% das associadas esperam resultados bons ou muito bons este mês.

EDITAL DE PRIMEIRO PÚBLICO LEILÃO DATA DO LEILÃO: 04/09/2014 - A PARTIR DAS: 14:00 HORAS LOCAL: ROD. RS 118, KM 036, Nº 3068, BAIRRO VILA ELZA, MUNICÍPIO E COMARCA DE VIAMÃO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

Gilmar Santos dos Santos, Leiloeiro Oficial devidamente registrado na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul sob nº 181/03, estabelecido a Rod. RS 118, km 036, nº 3068, Bairro Vila Elza, Viamão/RS, telefone (51) 3485-3411 / 3045-4747 / 99727477, faz saber que devidamente autorizado pelo Credor Fiduciário, venderá na forma da Lei nº 9.514 de 20 de novembro de 1997, no dia e local acima referido, o imóvel adiante descrito, para pagamento de dívida em favor do HSBC BANK BRASIL S/A - BANCO MULTIPLO. O lance mínimo para a venda será igual ao valor do imóvel, estipulado na forma do inciso VI do artigo 24 da Lei 9.514, devidamente atualizado até no momento da realização da praça. As despesas relativas à comissão de leiloeiro, escritura, registro, imposto e taxas, correrão por conta do arrematante. A escritura, em caso de arrematação por terceiros, será lavrada em até 60 (sessenta) dias. Caso o imóvel esteja ocupado, o arrematante fica ciente que será o responsável pelas providências de desocupação do mesmo. O leiloeiro acha-se habilitado a fornecer aos interessados, informações pormenorizadas sobre o imóvel. CREDOR FIDUCIÁRIO HSBC BANK BRASIL S/A - BANCO MULTIPLO. IMÓVEL: Um imóvel residencial, sito à Avenida Senador Salgado Filho, correspondente a Unidade Autônoma E4, integrante de Buenavista Condomínio Parque, Cruz das Almas, Município e Comarca de Viamão, Estado do Rio Grande do Sul, com área real privativa de 397,55m², área de uso comum de 562,05m², perfazendo a área real total de 959,60m², situada na quadra E, formada pelo Acesso B, Acesso D, pela área condominial AC6 e uma passagem para pedestres, com direito de utilização exclusiva sobre o terreno que tem as seguintes medidas e confrontações: 14,40m de largura na frente com o Acesso B, ao nordeste; 12,70m de largura nos fundos, com a Unidade Autônoma E17, ao sudoeste; por um lado 29,40m de extensão, com a Unidade Autônoma E3, ao sudeste; por outro lado 29,40 de extensão, com a Unidade Autônoma E5, a noroeste; distando 80,40m de uma passagem para pedestres; correspondendo-lhes uma fração ideal equivalente a 0,001458 nas coisas de uso comum e fim proveitoso do condomínio. VALOR AVALIAÇÃO: R$ 631.000,00 VIAMÃO, 02 DE SETEMBRO DE 2014. GILMAR SANTOS DOS SANTOS - JUCERGS Nº 181/03

Tributos

Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) Rendimentos do Trabalho Tributação exclusiva sobre remuneração indireta Rendimentos de Residentes ou Domiciliados no Exterior Royalties e Assistência Técnica - Residentes no Exterior Renda e proventos de qualquer natureza Juros e Comissões em Geral - Residentes no Exterior Obras Audiovisuais, Cinematográficas e Videofônicas (L8685/93) Residentes no Exterior Fretes internacionais - Residentes no Exterior Remuneração de direitos Previdência privada e Fapi Aluguel e arrendamento Outros Rendimentos Pagamento a beneficiário não identificado

Diária

Imposto sobre a Exportação (IE)

Diária

Cide - Combustíveis - Importação - Lei nº 10.336/01 Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação de petróleo e seus derivados, gás natural, exceto sob a forma liquefeita, e seus derivados, e álcool etílico combustível. Contribuição para o PIS/Pasep Importação de serviços (Lei nº 10.865/04)

Diária Diária

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) Importação de serviços (Lei nº 10.865/04)

Diário (até 2 dias úteis após a realização do evento)

Associação Desportiva que mantém Equipe de Futebol Profissional Receita Bruta de Espetáculos Desportivos - CNPJ - Retenção e recolhimento efetuado por entidade promotora do espetáculo (federação ou confederação), em seu próprio nome. Pagamento de parcelamento de clube de futebol - CNPJ - (5% da receita bruta destinada ao clube de futebol)

Diário (até 2 dias úteis após a realização do evento) Até o 2º dia útil após a data do pagamento das remunerações dos servidores públicos

Código Darf*/GPS**

Período de Apuração do Fato Gerador (FG)

2063*

FG ocorrido no mesmo dia

0422* 0473* 0481* 5192*

FG ocorrido no mesmo dia ” ” ”

9412* 9427* 9466* 9478*

” ” ” ”

5217*

FG ocorrido no mesmo dia

0107*

Exportação, cujo registro da declaração para despacho aduaneiro tenha se verificado 15 dias antes.

9438*

Importação, cujo registro da declaração tenha se verificado no mesmo dia.

5434*

FG ocorrido no mesmo dia

5442*

FG ocorrido no mesmo dia

Data de vencimento do tributo na época da ocorrência do fato gerador (vide art. 11 do ADE Codac nº 27, de 2014)

3

2550** Data da realização do evento (2 dias úteis anteriores ao vencimento) 4316** Data da realização do evento (2 dias úteis anteriores ao vencimento)

Contribuição do Plano de Seguridade Social Servidor Público (CPSS)

CPSS - Servidor Civil Licenciado/Afastado, sem remuneração

Data de Vencimento

1684*

Fonte: Secretaria da Receita Federal. Obs.: Em caso de feriados estaduais e municipais, os vencimentos deverão ser antecipados ou prorrogados de acordo com a legislação de regência.

Agosto/2014

3

Código Darf*/GPS**

Período de Apuração do Fato Gerador (FG)

Reclamatória Trabalhista - NIT/PIS/Pasep

Tributos

1708**

Mês da prestação do serviço

Reclamatória Trabalhista - CEI Reclamatória Trabalhista - CEI - pagamento exclusivo para outras entidades (Sesc, Sesi, Senai, etc.) Reclamatória Trabalhista - CNPJ Reclamatória Trabalhista - CNPJ - pagamento exclusivo para outras entidades (Sesc, Sesi, Senai, etc.) Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) Rendimentos de Capital Títulos de renda fixa - Pessoa Física Títulos de renda fixa - Pessoa Jurídica Fundo de Investimento - Renda Fixa Fundo de Investimento em Ações Operações de swap Day-Trade - Operações em Bolsas Ganhos líquidos em operações em bolsas e assemelhados Juros remuneratórios do capital próprio (art. 9º da Lei nº 9.249/95) Fundos de Investimento Imobiliário - Resgate de quotas Demais rendimentos de capital Tributação Exclusiva - Art. 2º da Lei nº 12.431/2011 Rendimentos de Residentes ou Domiciliados no Exterior Aplicações Financeiras - Fundos/Entidades de Investimento Coletivo Aplicações em Fundos de Conversão de Débitos Externos/Lucros/Bonificações/Dividendos Juros remuneratórios de capital próprio Outros Rendimentos Prêmios obtidos em concursos e sorteios Prêmios obtidos em bingos Multas e vantagens Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) Operações de Crédito - Pessoa Jurídica Operações de Crédito - Pessoa Física Operações de Câmbio - Entrada de moeda Operações de Câmbio - Saída de moeda Aplicações Financeiras Factoring (art. 58 da Lei nº 9.532/97) Seguros Ouro, Ativo Financeiro

2801** 2810**

” ”

2909** 2917**

” ”

8053* 3426* 6800* 6813* 5273* 8468* 5557* 5706* 5232* 0924* 3699*

21 a 31/agosto/2014 ” ” ” ” ” ” ” ” ” ”

5286* 0490*

21 a 31/agosto/2014 ”

9453*

0916* 8673* 9385*

21 a 31/agosto/2014 ” ”

1150* 7893* 4290* 5220* 6854* 6895* 3467* 4028*

21 a 31/agosto/2014 ” ” ” ” ” ” ”


Clipping Cai a concentração das vendas no 'G4 automotivo' 4610326 - VALOR ECONÔMICO - EMPRESAS - SÃO PAULO - SP - 03/09/2014 - Pág B3 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=mju0RM/uYflENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Eduardo Laguna Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610326.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000


Jornal Valor --- Página 3 da edição "03/09/2014 1a CAD B" ---- Impressa por ivsilva às 02/09/2014@20:37:58 Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 3/9/2014 (20:37) - Página 3- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

Quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Empresas | Indústria Imóveis Empresa aproveita queda real dos preços dos últimos anos para negociar grandes lajes em São Paulo

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ANA PAULA PAIVA/VALOR

BR Properties vai às compras no setor de escritórios Chiara Quintão De São Paulo A BR Properties está otimista com o mercado de escritórios comerciais de alto padrão, mesmo com as reduções de preços de locação e dos ativos ocorridas no mercado desde 2012, último ano de alta dos valores. A companhia tem aproveitado a queda real dos preços dos ativos observada nos últimos dois anos e a menor demanda por locações para negociar a compra de grandes lajes corporativas na cidade de São Paulo, entre a Avenida Paulista e a Marginal Pinheiros, e entre as avenidas Rebouças e Juscelino Kubitschek. “Esta é a região de moradia dos tomadores de decisão das maiores e melhores empresas brasileiras”, afirma o diretor-presidente da BR Properties, Claudio Bruni. O executivo ressalta que, com o novo Plano Diretor de São Paulo,

a produção imobiliária tende a ser mais restritiva na região de atuação da companhia em grandes lajes nos próximos anos. No momento, a empresa de propriedades comerciais negocia a aquisição de R$ 3 bilhões de ativos, a maioria de escritórios, seu principal segmento de atuação. Geralmente, explica, desse valor só um terço acaba concretizado. Ainda existe espaço para queda dos preços de venda dos ativos, mas não de locação de escritórios na região em que a BR Properties atua na capital paulista, de acordo com Bruni. No curto prazo, a expectativa do executivo é a de ajustes dos preços de locação em linha com a inflação. Nas aquisições, a BR Properties só negocia prédios inteiros e de alto padrão. “Eventualmente, nos interessamos por alguma oportunidade de retrofit [reforma] em imóvel que possa ter valorização”, diz Bruni. O executivo afirma esperar

que um novo ciclo de alta do mercado de grandes lajes corporativas tenha início em meados de 2016. Nesta semana, a Johnson & Johnson firmou contrato de prélocação dos cinco andares de escritórios comerciais da torre B do Complexo JK, em São Paulo, pertencente à BR Properties. O período de locação será de cinco anos, contados a partir de janeiro de 2015, renováveis por mais cinco. A BR Properties começará a receber o aluguel em meados do ano que vem, após o período de carência. O valor do aluguel não foi divulgado para não prejudicar outras locações, de acordo com Bruni. “Num mercado duro, em que se demora mais de um ano para ocupar um prédio concluído, conseguimos fechar a locação antes de o imóvel estar pronto”, compara o executivo. Os investimentos da BR Properties no retrofit da torre B somam R$ 130 milhões. O prédio comprado, onde funciona-

Empresa negocia neste momento a aquisição de R$ 3 bilhões de ativos, segundo Claudio Bruni, diretor-presidente

va a Daslu, tinha três andares, além do térreo. A BR Properties demoliu os três e construiu outros seis andares, com cerca de cinco mil metros quadrados por laje. Se o prédio pré-locado para a Johnson & Johnson estivesse alugado, a vacância física de escritórios da BR cairia de 9,4% para 6,2%. Em relação às eleições, a vitória de qualquer um dos três principais candidatos à presidência da

República — Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves — é considerada positiva por Bruni, tendo em vista a perspectiva de cinco a dez anos que a companhia leva em conta para fechar negócios. “Os três estão comprometidos com a melhora da qualidade de vida da população, o que mexe com nossos inquilinos, como empresas de consumo e bancos”, diz o executivo. A diferença, segundo ele, é

que o ritmo de negócios da companhia pode ser maior ou menor, conforme quem for o vencedor. “A plataforma dos candidatos é parecida. Todos abordam a questão social, mobilidade, melhora de renda da população, falam em estímulos a energias alternativas e ao petróleo e em apoio à agricultura, mesmo que haja quem seja mais restritivo. A forma de chegar é que é diferente”, afirma.

Eldorado pede nova perícia em ação movida pela Fibria Celulose Stella Fontes De São Paulo Em mais um round da disputa travada na Justiça entre as fabricantes de celulose Fibria e Eldorado Brasil envolvendo clones de eucalipto, a Eldorado contestou o laudo pericial elaborado como parte da ação movida contra a companhia e pediu a realização de uma nova perícia. O pedido consta de documento protocolado em 22 de agosto na Justiça de Três Lagoas (MS). Nele, a Eldorado se manifestou sobre o laudo que indica 99,99999981% de probabilidade de cinco amostras de eucalipto, de um total de seis, recolhidas em plantios explorados pela empresa, serem geneticamente idênticas à cultivar protegida VT02, da Fibria.

A Eldorado alega que há aspectos que tornam o laudo pericial “inconclusivo e imprestável para o fim que ele foi elaborado”. Entre esses pontos, a companhia afirma que há “posição de conflito de interesses” do Laboratório Heréditas, cuja estrutura foi usada na perícia judicial conduzida pela empresa Vinicius Coutinho Consultoria e Perícia, de Campo Grande (MS), e que o exame levou “em conta método não seguro (DNA) e em desacordo com as melhores práticas científicas e as recomendações do Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC)”. No entendimento da Eldorado, o SNPC indica que o exame morfológico é o que “de fato traz certeza para a confrontação de amostras de mudas de eucalipto”. Como o laudo pericial é baseado na análise de DNA, a pro-

dutora de celulose controlada pela J&F Investimentos, também dona da JBS, pediu também a realização da análise morfológica. A Eldorado encaminhou documento ao Valor, intitulado “Instruções para Execução dos Ensaios de Distinguibilidade, Homegeneidade e Estabilidade de Cultivares de Eucalipto”, do SNPC, no qual baseia sua argumentação de que a análise molecular é “adicional e facultativa” na comparação de dois exemplares de eucalipto. Consultado pelo Valor, porém, o SNPC informou que, para verificação de uso indevido de cultivar protegido de espécie propagada vegetativamente, que é o caso do eucalipto, a análise molecular (ou de DNA) pode ser utilizada sem ressalva e não é necessário que se faça o exame morfológico,

tendo em vista que o marcador molecular tem um grau de confiança de 99,99999%. Já no caso de registro de cultivar protegida, pede-se a análise morfológica. Em sua manifestação, a própria Eldorado pede que, caso o juiz 4 a Vara Cível de Três Lagoas entenda que o exame morfológico não deve ser realizado, se execute uma nova análise de DNA (ou molecular) “por laboratório ou universidade independente e imparcial”. A nova perícia, conforme a companhia, deveria ser feita com base em amostras colhidas a pedido da Eldorado, e armazenadas no Laboratório Exactgene, “cuja procedência e rastreabilidade estão comprovados por meio de atas notariais”. O laboratório realizou, a pedido da empresa, um laudo paralelo e sem validade jurídica, que teria trazido resulta-

Cai a concentração das vendas no ‘G4 automotivo’ SILVIA COSTANTI / VALOR

Veículos Eduardo Laguna De São Paulo

Um mercado menos concentrado nas quatro marcas mais tradicionais e populares do país, mas que, apesar da crise, ainda mostra apetite por lançamentos ou modelos sofisticados, inclusive no segmento de luxo. Em linhas gerais, esse é o cenário exposto por números divulgados ontem pela Fenabrave, entidade das concessionárias de automóveis, que confirmaram o aprofundamento dos resultados negativos do setor. O levantamento mostra que as quatro montadoras do pelotão de frente da indústria — Fiat, Volkswagen, General Motors (GM) e Ford — seguem dando espaço a marcas novatas e agora respondem por 65,6% das vendas totais. No mesmo período de 2013, essa participação estava em 68,2%. Uma década atrás, passava de 82%. Juntas, as marcas do “G4” vendem quase 13% menos neste ano. A Volkswagen é quem mais perde, com queda de 14,7% após a aposentadoria compulsória de dois campeões de venda: a Kombi e a quarta geração do Gol, que era a versão mais barata do modelo mais popular do país. Ambos os modelos saíram de linha porque não eram compatíveis com os dispositivos de segurança (airbags e freios ABS) que, desde janeiro, se tornaram obrigatórios para todos

Meneghetti, da Fenabrave: vendas de agosto ficaram abaixo das expectativas

os carros produzidos no país. Mesmo assim, a montadora de origem alemã conseguiu recuperar a segunda colocação no ranking, dado o fraquíssimo desempenho de sua concorrente pelo posto, a GM, no mês passado. Apesar do contexto de crise na indústria automobilística, ganham espaço marcas posicionadas em segmentos menos expostos à seletividade bancária nas liberações de crédito — que atinge com maior força os modelos mais populares — ou que ainda colhem frutos de investidas em novos mer-

cados, com lançamentos bem aceitos pelo público. Das montadoras instaladas no Brasil, a Hyundai, impulsionada pela chegada da versão sedã do HB20, e a Toyota, embalada pelo crescimento das vendas do Corolla, são as únicas que se mantêm no azul em 2014. Enquanto a marca coreana cresce 10%, as vendas da montadora japonesa sobem quase 5%. A importação de carros de luxo também avança, com destaque para o crescimento de pouco mais de 80% registrado pela Audi. Ao mesmo tempo, as vendas

da Mercedes-Benz mostram alta de 5,3%, e as da BMW, 4,3%. O balanço divulgado ontem pela Fenabrave mostrou que as vendas de veículos em agosto caíram 17,2% na comparação com o volume de um ano atrás. O recuo no acumulado do ano passa, dessa forma, de 8,6% para 9,7%. Na apresentação dos resultados, o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, projetou um 2015 tão difícil como este ano — dada a tendência de aperto nas políticas fiscais e monetária —, mas disse esperar resultados melhores no último trimestre de 2014. O otimismo sobre o fim deste ano se deve a medidas anunciadas pelo governo para irrigar o mercado de crédito, o aquecimento sazonal do consumo e a chegada de novos produtos no mercado. Soma-se a esses fatores a expectativa de antecipação de compras, em virtude da recomposição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) agendada para janeiro. Segundo Meneghetti, os números do mês passado, contrariando expectativas de retomada pós-Copa do Mundo, ficaram aquém das expectativas. Os estoques de veículos na rede, ainda que em queda, seguem acima do normal, variando de 35 a 50 dias, a depender da marca, disse o executivo. Ele informou ainda que o governo promete lançar após as eleições o aguardado programa nacional de renovação da frota de caminhões.

dos “diametralmente opostos” ao da perícia conduzida no âmbito da ação judicial. A Eldorado não quis conceder detalhes do caso. Informou “que não se manifesta sobre o assunto e prefere não divulgar o laudo antes da apreciação do perito judicial”. A Fibria foi à Justiça de Mato Grosso do Sul em abril de 2013, com vistas a apurar se sua cultivar VT02, que é protegida pelo SNPC, teria sido usada em cinco fazendas com plantios comerciais explorados pela Eldorado. As duas companhias têm fábrica e florestas na região de Três Lagoas. A suspeita teve início a partir de uma denúncia anônima, o que levou a Fibria a pedir ao laboratório Heréditas exame de DNA, o qual indicou que havia 99,9999999% de chance de o material recolhido em estradas que cortam fazendas da

Eldorado ser geneticamente idêntico à cultivar da Fibria. Esse laudo, assim como o da Eldorado, não tem validade jurídica. Porém, o fato de o Heréditas ter produzido esse primeiro exame, que antecedeu a ação movida pela Fibria na Justiça, coloca o laboratório em posição de conflito de interesses, na interpretação da Eldorado. Diante disso, a companhia segue questionando a perícia no STJ, por meio de recurso especial que ainda não foi julgado. O laudo pericial já foi recebido pelo juiz Márcio Rogério Alves, da 4 a Vara Cível de Três Lagoas (MS) e duas companhias tiveram dez dias para se manifestar. O juiz ainda não emitiu a sentença, que confirmará ou não o laudo pericial. Procurada, a Fibria informou que não se manifesta sobre o processo judicial em andamento.

Movimento falimentar Falências Requeridas

Processos de Falência Extintos

Requerido: Centro de Serviços de Aço Cumbica Ltda. Csa - Requerente: Pires do Rio CibraçoComércioeIndústriadeFerroeAçoLtda. - Vara/Comarca: 2a Vara de Guarulhos/SP Requerido: Cooperativa de Produção e Serviços Metalúrgicos São José ( Csj Metalúrgica S/A ) - Requerente: Tempero Certo Cozinhas Industriais Antunes Ltda. Epp - Vara/Comarca: 3a Vara de Piracicaba/SP Requerido: Eisa Estaleiro Ilha S/A - Requerente: Hermes Comércio de Óleo Lubrificante Ltda. - Vara/Comarca: 3a Vara Empresarial do Rio de Janeiro/RJ Requerido: Indústria e Comércio de Artefatos Plásticos Potuvera Eireli - Requerente: Packseven Indústria e Comércio Ltda. - Vara/Comarca: 3a Vara de Taboão da Serra/SP Requerido: Libra Automóveis e Contabilidade Ltda. - Requerente: Weverson Marques Veloso - Vara/Comarca: Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Distrito Federal, Brasília/DF Requerido: Nascimento & Maia Comercial Ltda. ME - Endereço: Rua Waldemar Mancini, 704, Conj. 02, Bairro de Itaquera - Requerente: Gerson Luiz Miguel - Vara/Comarca: 1a Vara de Falências de São Paulo/SP Requerido: Pinuscam Indústria e Comércio de Madeira Ltda. - Requerente: Insight Comércio e Serviços de Fumigação Ltda. - Vara/Comarca: 10a Vara de Santos/SP Requerido: Premium Indústria e Comércio Ltda. - Requerente: Manetoni Distribuidora de Produtos Siderúrgicos, Importação e Exportação Ltda. - Vara/Comarca: 1a Vara de Sorocaba/SP Requerido: Senior Taxi Aéreo Executivo Ltda. - Requerente: Hermes Comércio de Óleo Lubrificante Ltda. - Vara/Comarca: 5a Vara Empresarial do Rio de Janeiro/RJ Requerido: Utbr Unitechnologies Indústria de Equipamentos Ltda. Epp - Requerente: Celtas Locações e Serviços Ltda. ME - Vara/Comarca: 6a Vara de Campinas/SP

Requerido: Bv Colchões Ltda. - Requerente: Oswaldo Spósito - Vara/Comarca: 3a Vara de Ponta Grossa/PR - Observação: Desistência homologada Requerido: Claripel Indústria de Papel e Embalagens Ltda. - Requerente: Cambuí Finanças Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Multissetorial Lp - Vara/Comarca: 3a Vara de Rio Claro/SP - Observação: Homologado acordo celebrado entre as partes Requerido: Confecções Celian Ltda. - Requerente: Novazan Fomento Mercantil Ltda. Vara/Comarca: 8a Vara de Campinas/SP Observação: Homologado acordo celebrado entre as partes Requerido: Expresso Urbano São Judas Tadeu Ltda. - Requerente: Sodexho Pass do Brasil Serviços e Comércio Ltda. - Vara/Comarca: 2a Vara de Nova Lima/MG Requerido: Guarujá Veículos Administradora de Consórcios Ltda. - Requerente: Fernando Gil Gaze - Vara/Comarca: 1a Vara de Guarujá/SP - Observação: Petição inicial indeferida Requerido: Jaraguá Equipamentos Industriais Ltda. - Requerente: Estrutel Construções Metálicas Ltda. - Vara/Comarca: 7a Vara de Sorocaba/SP - Observação: Desistência homologada

Falências Decretadas Empresa: Bar e Restaurante Gaijin Sushi Ltda. - Endereço: Alameda Tietê, 40, Bairro de Cerqueira César - Administrador Judicial: Mattos, Rodeguer Neto, Victória, Sociedade de Advogados - Vara/Comarca: 1a Vara de Falências de São Paulo/SP Empresa: Wf Bobinas Suprimentos Ltda. ME - Endereço: Av. Tenente Coronel Muniz de Aragão, 965, Bairro de Jacarepaguá - Administrador Judicial: Liquidante Judicial - Vara/Comarca: 6a Vara Empresarial do Rio de Janeiro/RJ - Observação: Recuperação Judicial convolada em Falência

Cumprimentos de Concordata Preventiva Empresa: Saboaria Dicoco Ltda. - Vara/Comarca: Vara Única de Vera Cruz/RS

Recuperação Judicial Deferida Empresa: Madeireira Germano Pisani S/A Indústria, Comércio e Exportação - Administrador Judicial: Dr. Anderson Onildo Socreppa - Vara/Comarca: 1a Vara de Lages/SC Empresa: Tomé S/A Indústria de Auto Peças Ltda. - Endereço: Estrada Br 116, Km. 140,6, Bairro Ana Rech - Administrador Judicial: Dr. Isac Szajmann - Vara/Comarca: 1a Vara de Caxias do Sul/RS

Recuperações Judiciais Concedidas Empresa: Armarinhos e Aviamentos Metrópole Ltda. - Endereço: Rua Comendador Abdo Schahin, 62, Loja 01 - Vara/Comarca: 1a Vara de Falências de São Paulo/SP - Observação: Face à aprovação do Plano pela Assembleia Geral de Credores Empresa: Passaredo Transportes Aéreos S/A - Vara/Comarca: 8a Vara de Ribeirão Preto/SP - Observação: Face à aprovação do Plano pela Assembleia Geral de Credores


Clipping Venda de veículos zero km tem nova queda, que atinge 40% em MS 4610195 - CAMPO GRANDE NEWS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FOTeg56jHudxLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.campograndenews.com.br/economia/venda-de-veiculos-zero-km-tem-novaqueda-que-atinge-40-em-ms Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610195.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 15156252,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


Campo Grande, Quarta-feira, 03 de Setembro de 2014

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Clipping Venda de carros e comerciais leves novos cai 7,4% em agosto ante julho, diz Fenabrave 4610186 - INVESTMAX - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FOQwstl0gp0EBsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.investmax.com.br/iM/investimentos_bolsa_de_valores.asp?bovespa=646833&am p;Venda-de-carros-e-comerciais-leves-novos-cai-74-em-agosto-ante-julho-diz-Fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610186.pdf

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Venda de carros e comerciais leves novos cai 7,4% em agosto ante julho, diz Fenabrave 2/9/2014 08:50:05 |

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Yahoo : Econom ia Negócios

SÃO PAULO - As vendas de carros e comerciais leves novos no Brasil em agosto caíram 7,38 por cento sobre julho e recuaram 17,12 por cento na comparação com agosto de 2013, informou nesta terça-feira a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos. (Por Aluísio Alves) » Clique Aqui para ler o conteúdo completo desta notícia direto na fonte.

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Clipping Os carros mais vendidos de agosto – Mercado cai 7,38% 4610190 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FOSz80NoxeTI+8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.noticiasautomotivas.com.br/?p=237393 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Ricardo de Oliveira Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610190.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


Os carros mais vendidos de agosto – Mercado cai 7,38% ■ Mercado

02/09/2014

O mercado de automóveis e comerciais leves caiu 7,38% em agosto com relação ao desempenho de julho. Foram emplacadas 259.152 unidades, o que representa também um recuo de 17,12% em comparação com 2013. Entre os automóveis, Fiat e VW ficaram praticamente empatadas na liderança com 20,76% e 20,42%, respectivamente. A GM ficou em terceiro com 16,6%, enquanto Ford e Hyundai fecharam com 8,01% e 7,50%. Nos comercias leves, a Fiat se destaca com 24,38% contra 13,61% da VW. A Ford passou a GM com 10,79% contra 10,20%. A Toyota ficou em quinto com 8,07%. No geral, a manteve a liderança com 21,68%, seguida de longe pela VW com 18,69%. GM e Ford fecharam com 14,97% e 8,72%. Interessante é que a Renault não está entre as cinco marcas mais vendidas nos dois segmentos em separado, mas aparece apenas no geral com 7,39%.

Como já vimos anteriormente, o Palio ficou na frente em agosto, seguido de perto pelo Gol. O Uno reagiu bem e fechou em terceiro depois de meses longe das primeiras posições. O Sandero voltou aos 10 mais vendidos, enquanto o Corolla continua vendendo muito mais que o rival Civic. Na Honda, pelo menos o Fit está mandando bem, tendo fechado em 14º.


Entre os hatches médios, o Focus é o líder, enquanto o Golf aparece cinco posições atrás. O Celta despencou para 32º e parece pedir o mesmo fim do Agile, que agoniza com 143 exemplares vendidos e já bem longe dos 50 mais vendidos. Interessante também é o Polo Sedan com 535 vendidos, mesmo com o fim próximo ainda fica perto do Linea. Já o Focus Sedan reagiu diante do Fusion, ficando uma diferença de pouco mais de 200 exemplares.

Nos comerciais leves, a Strada continua indo muito bem, mas a Saveiro já vive isolada na segunda posição, apesar de ainda bem distante. A ranger avançou e a Montana despencou. Note que – com exceção do Classic – os modelos da GM com plataforma do Corsa B andam em baixa ultimamente. Mas não são só eles, pois o Tracker é bem moderno e ficou em 22º, bem distante dos rivais EcoSport e Duster.

Abaixo, conheça 20 marcas, 50 automóveis e 50 comerciais leves mais vendidos de agosto de 2013: Marcas 1º FIAT 56.185 21,68% 2º VW 48.431 18,69% 3º GM 38.790 14,97% 4º FORD 22.586 8,72% 5º RENAULT 19.139 7,39% 6º HYUNDAI 18.314 7,07% 7º TOYOTA 16.690 6,44%


8º HONDA 11.237 4,34% 9º NISSAN 5.968 2,30% 10º MITSUBISHI 4.656 1,80% 11º CITROEN 3.944 1,52% 12º PEUGEOT 2.744 1,06% 13º KIA 1.930 0,74% 14º BMW 1.178 0,45% 15º M.BENZ 1.126 0,43% 16º AUDI 889 0,34% 17º LAND ROVER 799 0,31% 18º CHERY 776 0,30% 19º JAC 685 0,26% 20º SUZUKI 488 0,19%

Automóveis 1º FIAT /PALIO 14.305 2º VW /GOL 14.198 3º FIAT /UNO 10.922 4º GM /ONIX 10.285 5º HYUNDAI/HB20 9.074 6º FORD/FIESTA 8.505 7º FIAT /SIENA 8.469 8º VW/FOX/CROSS FOX 8.348 9º RENAULT/SANDERO 7.278 10º VW /VOYAGE 6.843 11º GM /PRISMA 6.717 12º TOYOTA /COROLLA 5.944 13º VW /UP 5.846 14º HONDA/FIT 4.880 15º HYUNDAI/HB20S 4.593 16º HONDA/CIVIC 4.575 17º GM /CLASSIC 4.085 18º RENAULT/LOGAN 4.027 19º GM /COBALT 3.627 20º TOYOTA /ETIOS HB 3.234 21º GM /SPIN 2.995 22º NISSAN /MARCH 2.292 23º CITROEN/C3 2.272 24º RENAULT/CLIO 2.239 25º FORD/FOCUS 2.218 26º TOYOTA /ETIOS SEDAN 2.170 27º PEUGEOT/208 1.798 28º GM /CRUZE SEDAN 1.559 29º FIAT /PUNTO 1.553 30º VW /GOLF 1.359


31º FORD/NEW FIESTA 1.339 32º GM /CELTA 1.257 33º NISSAN /VERSA 1.250 34º FIAT /WEEKEND 1.245 35º FIAT /IDEA 1.206 36º FORD/FIESTA SEDAN 1.138 37º NISSAN /SENTRA 1.132 38º FORD/FUSION 1.066 39º VW /JETTA 945 40º HONDA/CITY 937 41º GM /CRUZE HB 905 42º FORD/FOCUS SEDAN 861 43º FIAT /DOBLO 784 44º RENAULT/FLUENCE 717 45º VW /SPACE FOX 695 46º CITROEN/C4L 651 47º FIAT /LINEA 588 48º VW /POLO SEDAN 535 49º BMW/320 521 50º HYUNDAI/I30 393

Comerciais Leves 1º FIAT /STRADA 12.850 2º VW /SAVEIRO 7.022 3º FORD/ECOSPORT 4.735 4º GM /S10 3.861 5º RENAULT/DUSTER 3.471 6º TOYOTA /HILUX 3.363 7º FORD/RANGER 2.153 8º FIAT /FIORINO 1.972 9º GM /MONTANA 1.754 10º MITSUBISHI /L200 1.554 11º VW /AMAROK 1.444 12º HYUNDAI/TUCSON 1.424 13º TOYOTA /HILUX SW4 1.346 14º HYUNDAI/IX35 1.304 15º MITSUBISHI /PAJERO 1.218 16º RENAULT/MASTER 1.193 17º MITSUBISHI /ASX 966 18º KIA/SPORTAGE 908 19º NISSAN /FRONTIER 869 20º FIAT /DUCATO 857 21º HONDA/CRV 813 22º GM /TRACKER 745 23º HYUNDAI/HR 744


24º TOYOTA /RAV4 611 25º MITSUBISHI /Outlander 582 26º CITROEN/C3 AIRCROSS 549 27º LAND ROVER /EVOQUE 536 28º HYUNDAI/SANTAFE 358 29º KIA/K2500 339 30º VW /TIGUAN 330 31º AUDI /Q3 306 32º IVECO/DAILY 3514 301 33º DODGE/JOURNEY 281 34º M.BENZ /SPRINTER 311 263 35º FIAT /FREEMONT 249 36º LIFAN/X60 248 37º SUZUKI /GVITARA 229 38º SUZUKI /JIMNY 206 39º GM /CAPTIVA 202 40º KIA/SORENTO 200 41º RENAULT/KANGOO 188 42º CHERY/TIGGO 188 43º JEEP /CHEROKEE 186 44º FORD/EDGE 186 45º BMW/X1 181 46º VOLVO/XC60 168 47º CITROEN/JUMPER 166 48º GM /TRAILBLAZER 166 49º VW /KOMBI 159 50º FIAT /DOBLO 155 [Fonte: Fenabrave]


Clipping Jeep Grand Cherokee 2015 é apresentado 4610184 - EXAME - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FORDU5BWfrCRk8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/jeep-grand-cherokee-2015-e-apresentado Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Rodrigo Furlan Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610184.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 163,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 85943726,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 163,00 Total: 0,0000


Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre Perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar vendas Camila Maciel, da

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Tomohiro Ohsumi/Bloomberg

Carros: Fenabrave espera recuperação nas vendas no último trimestre

São Paulo - Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias.

Leia Mais 02/09/2014 | Jeep Grand Cherokee 2015 é apresentado

Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada,


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poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti.

02/09/2014 | Vendas de veículos novos caem

Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. em agosto

Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou . De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.


Clipping Indicador da produção no país, venda de caminhões cai 12,5% em agosto 4610188 - DIÁRIO DO VALE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FORCvza1YQsHJcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diariodovale.com.br/noticias/0,94464,Indicador-da-producao-no-pais-venda-decaminhoes-cai-125-em-agosto.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610188.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 25,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 25,00 Total: 0,0000


MERCADO

Indicador da produção no país, venda de caminhões cai 12,5% em agosto Publicado em 02/09/2014, às 20h58

SÃO PAULO, SP As vendas de caminhões caíram 12,54% no Brasil em agosto na comparação com julho. Considerando o mesmo período do ano passado, os emplacamentos de caminhões caíram 18,32%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2) pela Fenabrave (federação das distribuidoras de veículos). No acumulado do ano, a queda é de 13,85% em relação ao mesmo período de 2014. A projeção da entidade é que as vendas de caminhões caiam 15% em 2014. Essas vendas são relevantes por serem um indicativo da produção no país. Os caminhões integram os bens de capital, dos quais também fazem parte máquinas e equipamentos para setores como energia, construção e agropecuária. O recuo dos bens de capital é sinal de que a indústria está reduzindo seus investimentos e produzindo menos. VEÍCULOS Em agosto, o emplacamento de veículos caiu 7,43% em relação a julho. Foi o segundo mês de retração na venda de veículos novos no país, considerando carros de passeio, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e máquinas agrícolas. O setor estava otimista com o final da Copa e o estímulo ao crédito para financiamento de veículos, considerados fatores propícios para aumentar as vendas do setor. No comparativo com o mês de agosto do ano passado, a queda foi de 16,05%. No acumulado do ano até agosto a diferença em relação a 2013 é de 8,62%. CARROS DE PASSEIO Levando em conta apenas carros de passeio e os comerciais leves, a queda em relação a julho é de 7,38%. A retração indica que os novos dados da atividade industrial do setor (inclui ônibus e caminhões), que serão divulgados nesta semana pela Anfavea (associação nacional dos fabricantes) poderão mostrar novo recuo. Até julho, as fábricas tinham produzido 17,4% menos na comparação com igual período em 2013. Na comparação entre agosto e o mesmo mês em 2013, a queda nos licenciamentos de automóveis de passeio e comerciais leves chegou a 17,1%. Especialistas consultados pela Folha preveem que os emplacamentos em 2014 deverão ficar entre 10% e 12% abaixo do registrado no ano passado.


Clipping Fenabrave: venda de veículos leves cai 7,38% em agosto 4610185 - INVESTMAX - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FOQduUGkzRjkZ8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.investmax.com.br/iM/investimentos_bolsa_de_valores.asp?bovespa=646831&am p;Fenabrave-venda-de-veiculos-leves-cai-738-em-agosto Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610185.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Fenabrave: venda de veículos leves cai 7,38% em agosto 2/9/2014 08:43:00 |

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Yahoo : Econom ia

As vendas de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, ou seja, o total de veículos comercializados em agosto deste ano chegou a 404. » Clique Aqui para ler o conteúdo completo desta notícia direto na fonte.

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Luiz

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Perfeita explicação

artigo: " IFR - Índice de Força Re la tiva (RSI) "


Clipping Emplacamentos caem no Brasil e no Sul Fluminense 4610197 - DIÁRIO DO VALE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FOR+L8tgIlp2ZcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diariodovale.com.br/noticias/0,94460,Emplacamentos-caem-no-Brasil-e-no-SulFluminense.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610197.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 25,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 25,00 Total: 0,0000


MERCADO AUTOMOTIVO

Emplacamentos caem no Brasil e no Sul Fluminense Publicado em 02/09/2014, às 20h6

Sul Fluminense

A venda de veículos na região, medida pelo número de primeiros emplacamentos registrados pelo Detran, caiu 7,47% na comparação com o mês de julho. No Brasil, o número de emplacamentos registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, conforme levantamento divulgado ontem pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo mês do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização em nível nacional; já na região, a queda foi de 7,47%. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62% em todo o Brasil e 9,24% na região). No Brasil, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014, em nível nacional. Na região, foram emplacados 1.796 veículos em agosto e 14.141 em todo o Brasil. No ano passado, os números nacionais chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Os números regionais foram de 2.062 veículos emplacados em agosto e 15.581 nos primeiros oito meses de 2013. Em julho de 2014, a região registrou o emplacamento de 1.941 veículos. Municípios Na região, a maior quantidade de emplacamentos foi registrada em Volta Redonda: foram 413, ou 10,13% a mais do que em julho. Em relação a agosto do ano passado, o número de emplacamentos foi 1,2% menor; no acumulado do ano, a cidade registra 2.960 emplacamentos, 10,33% abaixo dos 3.301 dos primeiros oito meses do ano passado. O segundo maior número de emplacamentos foi registrado em Resende, com 276, o que corresponde a uma queda de 14, 55% ante o mês anterior e a uma redução de 16,62% na comparação com agosto do ano anterior. Os 1.994 emplacamentos registrados de janeiro a agosto na cidade ficam 11,61% abaixo do número dos oito primeiros meses de 2013 (2.256). Angra dos Reis teve 251 emplacamentos em agosto, 16,33% abaixo do que foi registrado em julho (300) e 18,51% a menos que no mesmo mês de 2013. O acumulado do ano fica em 2.215, apenas 1,73% abaixo dos 2.254 dos primeiros oito meses de 2013. Barra Mansa teve 186 emplacamentos em agosto e superou em 1,09% os 184 de julho. No mesmo mês de 2013, a cidade registrou 270 licenciamentos, o que configura uma queda de 31,11%. O acumulado de oito meses chega a 1.575, 13,75% abaixo dos 1.826 de 2013. Financiamento O Banco do Brasil oferece, desde o início do mês, taxas promocionais a partir de 0,97% ao mês para financiar veículos novos e 1,18% ao mês para veículos usados, com prazo de até 60 meses. Além das novas taxas, a linha de crédito, que está disponível para todos os correntistas nas agências do Banco do Brasil, possui as seguintes vantagens: financiamento de até 100% do valor do veículo, até 180 dias de carência, possibilidade de escolher até 2 meses por ano sem cobrança da prestação mensal e não há cobrança de tarifas na operação.

Caminhões As vendas de caminhões caíram 12,54% no Brasil em agosto na comparação com julho. Considerando o mesmo período do ano passado, os emplacamentos de caminhões caíram 18,32%. No acumulado do ano, a queda é de 13,85% em relação ao mesmo período de 2014. A projeção da entidade é que as vendas de caminhões caiam 15% em 2014. Essas vendas são relevantes por serem um indicativo da produção no país. Os caminhões integram os bens de capital, dos quais também fazem parte máquinas e equipamentos para setores como energia, construção e agropecuária. O recuo dos bens de capital é sinal de que a indústria está reduzindo seus investimentos e produzindo menos.


Carros de passeio Levando em conta apenas carros de passeio e os comerciais leves, a queda em relação a julho é de 7,38%. A retração indica que os novos dados da atividade industrial do setor (inclui ônibus e caminhões), que serão divulgados nesta semana pela Anfavea (associação nacional dos fabricantes) poderão mostrar novo recuo. Até julho, as fábricas tinham produzido 17,4% menos na comparação com igual período em 2013. Na comparação entre agosto e o mesmo mês em 2013, a queda nos licenciamentos de automóveis de passeio e comerciais leves chegou a 17,1%. Os mais vendidos Dos dez automóveis de passeio e comerciais leves mais vendidos no país em agosto, apenas quatro modelos venderam mais do que em julho. O que apresentou maior variação, de 34,2%, foi o Renault Sandero, que passou de 5.425 para 7.287 unidades vendidas. Em segundo lugar nesse quesito ficou o Cross Fox, que aumentou as vendas em 14,6% de um mês para o outro -de 7.284 para 8.348 carros comercializados. Nas posições seguintes estão dois modelos da Fiat, o Uno e o Strada. O primeiro vendeu 10.922 unidades em agosto contra 9.613 em julho, com alta de 13,6%. Já o segundo registrou crescimento de 2,1% na quantidade de carros vendidos, passando de 12.850 para 12.585 unidades. Em relação à lista dos mais vendidos em agosto, o Fiat Palio e o Gol mantiveram o primeiro e o segundo lugares, respectivamente. Outros modelos da Fiat, o Uno e o Strada, subiram no ranking. O Strada passou de 4ª para 3ª posição e o Uno, da 7º para a 4ª. Entre os que caíram na lista estão o Chevrolet Onix, que passou do 3º para o 5º lugar e o Hyundai HB20, que saiu do 5º para o 6º lugar. Expectativas Favorecidas pela manutenção das alíquotas reduzidas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), as vendas de veículos deverão aumentar 14% no segundo semestre, em relação aos seis primeiros meses de 2014. O ritmo, no entanto, será insuficiente para reverter a queda esperada de 5,4% nas vendas de automóveis neste ano. A estimativa é do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan. Segundo ele, depois de um primeiro semestre de dificuldades, o setor automotivo terá uma sequência de meses favoráveis até o fim do ano. "Junho representou o fundo do poço para o setor. De lá para cá, retomamos o crescimento", declarou. Segundo o levantamento mais recente da Anfavea, as vendas de veículos aumentaram 11,8% em julho, na comparação com o mês anterior, mas acumulam queda de 8,6% em 2014. Moan reafirmou as projeções da entidade para o ano, com recuos de 10% na produção, de 5,4% nas vendas e de 29,1% nas exportações. Para Moan, o desempenho do setor automotivo poderia ser bem pior, caso o governo não tivesse mantido as alíquotas reduzidas de IPI, que subiriam em 1º de julho. "Se nós tivéssemos tido o aumento das alíquotas, seguramente teríamos tido estabilidade ou queda em julho, em relação a junho", ressaltou. O presidente da Anfavea participou em 19 de agosto de reunião com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, para avaliar a conjuntura do setor automotivo. Segundo ele, a regulamentação do Programa Inovar Autopeças, cujo decreto de criação foi publicado semana passada, exigirá a construção de um modelo que garanta segurança jurídica na comprovação de origem de peças e componentes adquiridos no Mercosul. Como, no modelo atual, caberá ao fornecedor informar ao governo o país de origem das autopeças, Moan diz que a regulamentação precisará trazer mecanismos para garantir a autenticidade dos dados. "O importante, para o setor montador, é que a gente, montadoras e o setor de autopeças, tenha segurança jurídica na apuração e no acompanhamento da rastreabilidade [comprovação de origem] das autopeças importadas", explicou. Segundo o presidente da Anfavea, o Inovar Autopeças, que oferece incentivos fiscais para a produção de autopeças no país, é importante para elevar a produção do setor. Ele destacou que o próprio regime automotivo atual, que prevê IPI maior para as montadoras que descumprirem índices mínimos de componentes nacionais, já está ajudando o segmento de autopeças. "A própria legislação, no tocante às montadoras, já nos obriga a instalar componentes regionais em várias etapas da produção. Nós já tivemos, em 2013, um aumento real [acima da inflação] em torno de 7% no faturamento do setor de autopeças", disse.


Clipping Audi Center Botafogo é reinaugurada em instalações ampliadas 4610192 - SEGS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lcpqYGF5FOS20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.segs.com.br/veiculos/7198-audi-center-botafogo-e-reinaugurada-em-instalacoesampliadas.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610192.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


CATEGORIA VEÍCULOS Audi Center Botafogo é reinaugurada em instalações ampliadas S E T

AUDI CENTER BOTAFOGO É REINAUGURADA EM INSTALAÇÕES AMPLIADAS

CATEGORIA.: VEÍCULOS FONTE/AUTOR.: CHRISTIAN MARXEN

02 2014

:: Fonte/Autoria.: Christian Marxen

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Serão 6.000 m² totais para showroom e pós-venda

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Parceria com Grupo Kobe une tecnologia e qualidade ao bom atendimento

A Cidade Maravilhosa ganha hoje uma nova Audi Center Botafogo, reformulada e ampliada para oferecer toda a experiência premium que a marca proporciona a seus clientes. Localizada à rua General Severiano, 201, a concessionária tem mais de 6.000 m² totais de showroom e oficina.

“Estamos fazendo uma reestreia fantástica no Rio de Janeiro. Apostamos muito nessa parceria porque unimos nossa marca a quem realmente entende de comercializar encantando os clientes. Quem sai ganhando é o consumidor carioca”, afirmou Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi Brasil. Segundo ele, a representação da marca neste mercado será feita pelo grupo Kobe, já tradicional no segmento automotivo do estado.

Para Elias Nascimento Junior, diretor do Grupo Kobe, a parceria, firmada em novembro de 2013, vai ofertar modelos com qualidade única e atendimento de excelência, feito por quem conhece o cliente local. “Essa ampliação aqui na Zona Sul é uma demanda dos nossos clientes, que agora poderão ter um contato maior com todos os atributos e qualidades que a marca e a tecnologia Audi oferecem”, disse Jacqueline Nascimento Light, também diretora do Kobe. A Audi Center Botafogo vai contar com um terminal na Barra da Tijuca no qual os clientes da Zona Oeste poderão deixar seus veículos para revisões e manutenções feitas na unidade de Botafogo, sem a necessidade de deslocamento para outra região.

Na revenda, os clientes terão à sua disposição ainda modelos em exposição e para test-drive e poderão contar com o conhecimento técnico de consultores qualificados e treinados pela matriz da companhia na Alemanha. “É


a tecnologia admirada em todo o mundo à disposição do cliente carioca”, definiu Jacqueline.

O evento de inauguração da Audi Center Botafogo será realizado no dia 4 de setembro. Na ocasião, para receber os convidados e a imprensa, estarão presentes:

Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi Brasil, e Elias

Nascimento Junior e Jacqueline Nascimento Light, diretores do Grupo Kobe.

A marca mais desejada

A Audi acaba de ser eleita “A Marca mais desejada” do segmento Automóveis e Comerciais Leves em pesquisa da Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores- realizada com os concessionários de todas as marcas do país. A escolha, feita entre maio e julho deste ano, teve a participação mínima de 25% das revendas de cada rede.

A Audi tem hoje 32 concessionárias em todo o país e o objetivo é chegar a 60 unidades em 2017. A ampliação da rede para este volume será a base para a ampliação das vendas no Brasil, que deve se intensificar ainda mais após o segundo semestre de 2015. É nesta data que começará a produção da nova fábrica de Curitiba, com investimentos de R$ 500 milhões para produzir o A3 Sedan e o SUV Q3.


Clipping Venda de veículos decepciona 4610079 - DIÁRIO DO COMÉRCIO SP ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=8hFhSGGz5NaCQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.dcomercio.com.br/2014/09/02/venda-de-veiculos-decepciona Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610079.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 55897,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Detalhes Publicado em Terça, 2 Setembro 2014 23:01 Escrito por Estadão Conteúdo/Agência O Globo

Share Share Share More 0 O aumento da produção de veículos foi um dos responsáveis pela melhora observada na atividade industrial em julho. Entretanto, boa parte dos carros fabricados acabou encalhada nos pátios das montadoras em agosto. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no mês passado houve queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves, na comparação com julho, e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave, afirmou ontem que a entidade foi surpreendida com esse resultado. Segundo

Volume de automóveis e veículos leves vendido recuou 7,38% em agosto, na comparação com julho. / Márcio Fernandes/EC

ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, no

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entanto, que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave prevê que "o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro". Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas ontem por bancos estatais (texto ao lado), de diminuir taxas de juros para até 0,93% ao mês para financiamento em até 60 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência.

Guia para estrangeiros sobre impostos do Brasil Invasão chinesa na rua 25 de Março Amsterdã se arrepende Três fabricantes já têm o SAT IPVA pode ser pago com multa reduzida

Estoques – Meneghetti afirmou também que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. No caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias. O presidemte da Fenabrave também avaliou que as eleições gerais deste ano não devem alterar o comportamento do consumidor. "Vai alterar é o do empresário que investe. Esse vai estar esperando para ver o que vai acontecer", disse. Ele lembrou que a inadimplência vem caindo e que, apesar de estar atualmente em 4,7% – nível acima do considerado normal, de 3% –, é menor do que o patamar de 8% visto no passado. Bancos públicos dão uma ajuda ao mercado R ED ES SO C I AI S

Os bancos públicos melhoraram as condições de financiamento de veículos, reduzindo juros e melhorando as condições de entrada. No caso do Banco do Brasil (BB), a taxa mínima passou de 1,25% para 0,97% ao mês para a compra de carros novos e para 1,18% para os usados, ante taxa anterior de 1,28% ao mês. Em ambos os casos, o prazo de financiamento é de até 60 meses. Além do juro menor, a flexibilização das condições inclui ainda o financiamento de até 100% do valor do veículos, com até 180 dias de carência para o pagamento da primeira prestação e ainda a possibilidade de, em dois meses por ano, não ocorrer a cobrança da prestação mensal. As condições são válidas até o dia 31 de outubro. Caixa – A Caixa também está com condições especiais para o financiamento de veículos, mas são válidas por um período mais curto, entre os dias 4 e 6 de setembro, na iniciativa chamada Salão Auto Caixa. Nela, os gerentes do banco atuam em 1.100 concessionárias em diferentes locais do Brasil. A taxa de juros mínimas é de 0,93% ao mês, com carência de três meses e prazo máximo para pagamento de 60 meses. A expectativa do banco é conceder cerca de R$ 300 milhões em financiamento nesse período. As condições são válidas também para o Banco Pan, no qual a Caixa tem participação e é uma das controladoras, ao lado do BTG Pactual.

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Clipping Venda de veículos cai 11,5% no CE; otimismo mantido 4610080 - DIÁRIO DO NORDESTE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=8hFhSGGz5NYJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/venda-de-veiculos-cai-11-5no-ce-otimismo-mantido-1.1092331 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610080.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 185,49 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 185,49 Total: 0,0000


EM AGOSTO

Venda de veículos cai 11,5% no CE; otimismo mantido 03.09.2014

De janeiro a agosto, foram vendidos 36.337 veículos, uma queda de 6,31% em relação a igual período do ano passado Tweet

Fortaleza/São Paulo. As vendas de automóveis e comerciais leves no Ceará caíram 6,1% em agosto, na comparação com julho, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave-CE). Ao todo, foram vendidos 4.663 carros no mês passado, contra 4.966 no mês de julho. Na comparação com agosto de 2013, as vendas de carros caíram 11,5%. No mesmo período do ano passado, foram vendidas 5.274 unidades. No País, foram comercializadas 272.495 unidades no mês passado, uma queda de 7,4% em relação às vendas de julho deste ano. Já na comparação com 2013, o resultado negativo é ainda maior, de 17,12% FOTO: TUNO VIEIRA

Para o presidente da Fenabrave-CE, Fernando Ponte, a queda nas vendas em agosto ainda é um reflexo do fraco desempenho no primeiro semestre deste ano. "Tivemos muitos feriados na primeira metade do ano e a Copa do Mundo ainda veio para impactar ainda mais", avalia.

De janeiro a agosto deste ano, foram comercializados 36.337 veículos, uma queda de 6,31% em relação a igual período do ano passado. "Expectativa é que as vendas melhorem nos últimos quatro meses do ano. O segundo semestre sempre tem um acréscimo de 15% a 20% nas vendas em relação aos seis primeiros meses do ano", conta Ponte, destacando que 60 mil veículos devem ser comercializados em 2014. País registra queda O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, ontem, que a entidade foi surpreendida com a queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves em agosto , no País, ante julho e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre do ano. "Fomos surpreendido com um mês de agosto menor até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. Ele prevê que o setor vai se recuperar, principalmente em novembro e dezembro. Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. A expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência deve contribuir para isso.


Estoques Os estoques de automóveis nas fábricas estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, no caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias.


Clipping Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano 4610082 - ÚLTIMO INSTANTE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=8hFhSGGz5NYl3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/setores/fenabrave-aposta-em-recuperacaosetor-ultimo-trimestre-ano/604435/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4610082.pdf

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Fenabrave aposta em recuperação do setor no último trimestre do ano Notícia postada por: Rosangela Sousa

02/09/2014 - 17:17 h

em Setores, Últimas Notícias

Comentários desativados

Apesar já de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias.

Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro.

“Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti.

Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%.

Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto.


Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos.

Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou .

De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.

Agência Brasil


Clipping Vendas de veículos registram nova queda em agosto 4609974 - FOLHA DE LONDRINA - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfsU/bwrbhh4EsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--390-20140903 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cecília França Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609974.pdf

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03/09/2014 -- 00h00

Vendas de veículos registram nova queda em agosto Fenabrave se diz surpresa com recuo de 7,38% sobre julho; economistas apontam endividamento das famílias como causa As vendas de automóveis e comerciais leves no País somaram 259.152 unidades no mês de agosto, recuo de 7,38% sobre os 279.805 veículos vendidos em julho e queda de 17,12% sobre o volume emplacado em igual mês do ano passado. No acumulado do ano, foram comercializadas 2.121.543 unidades, número 9,51% menor que o acumulado de janeiro a agosto de 2013. Os dados foram divulgados No acumulado do ano, foram comercializados 2.121.543 de veículos, ontem pela Federação Nacional da número 9,51% menor que o mesmo período de 2013 Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que diz ter recebido os números com surpresa. "Fomos surpreendidos com um mês de agosto menor até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou o presidente da entidade, Flávio Meneghetti. As vendas de caminhões e ônibus atingiram 13.343 unidades em agosto, queda de 10,89% em relação a julho e recuo de 19,07% sobre 2013. No Paraná, também houve queda nas vendas de autos e comerciais leves, que somaram 21.760 unidades, contra 22.995 em julho e 23.877 no ano passado. Contando caminhões, ônibus, motos e outros veículos, a queda foi de 11,85% em relação a 2013. Meneghetti avalia que as indústrias estão se reajustando, embora os estoques continuem elevados, e confia em um último trimestre mais aquecido. Para ele, o setor vai se recuperar especialmente em novembro e dezembro, favorecido por medidas como a redução nas taxas de juros, anunciada por bancos estatais. O Banco do Brasil anunciou taxas promocionais de 0,97% ao mês para financiamento de veículos novos e a Caixa Econômica vai realizar, a partir de amanhã, o Salão Auto, com juros a partir de 0,93%. Economistas ouvidos pela FOLHA acreditam que o endividamento das famílias explique, em parte, a não recuperação do mercado de veículos. Luciano D’Agostini, integrante do Grupo Macroeconomia Estruturalista do Desenvolvimento/CNPq, aponta a relação da renda das famílias com a inflação como outro ponto que desaquece o consumo. Para ele, o fato das vendas caírem, neste e em outros setores, está ligado basicamente à macroeconomia. "As famílias brasileiras gastaram a renda (recentemente) e acima do devido, porque tiveram crédito; agora, o nível médio de endividamento com o sistema financeiro nacional é de 48%, e o restante vai para pagar contas", detalha o economista, ressaltando que o limite

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de comprometimento da renda considerado saudável é de 30%.

OUT OF HOME

Futuro Na opinião de D´Agostini, o alto volume de vendas de veículos registrado no passado recente não deve mais ser alcançado. "O modelo pautado no consumo se esgotou", acredita. Adilson Volpi, professor do Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), ressalta que grande parte das últimas vendas foram feitas para pessoas que não dispunham de carros, ou que trocaram por um modelo melhor. "Isso não foi feito por uma poupança anterior, mas por financiamento por prazo estendido", lembra. Volpi considera que este é justamente o público mais atingido pelo impacto da inflação. "Embora a prestação do carro não tenha subido, muitos outros gastos subiram", pondera.

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Para o economista, o pacote de estímulo ao crédito anunciado recentemente pelo Banco Central (BC)- e que deve injetar R$ 45 bilhões - foi uma medida acertada do ponto de vista macroeconômico, mas quem decide a hora da compra é o cliente. "Aqueles que querem comprar um carro podem estar esperando as promoções, que naturalmente acontecem no fim do ano", ressalta. (com Agência Estado)

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Clipping Vendas de veículos caem 7,43% 4609981 - GAZETA DE ALAGOAS - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfuE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/noticia.php?c=251278 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: IGOR GADELHA Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609981.pdf

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BAIXA. No acumulado do ano, segmento registra queda de 8,62%

Vendas de veículos caem 7,43% Por: IGOR GADELHA - AGÊNCIA ESTADO

São Paulo, SP – As vendas de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados – ou seja, o total de veículos comercializados –, em agosto, chegaram a 404,2 mil unidades, queda de 7,43% sobre as 436,6 mil unidades de julho e de 16,05%, em relação aos 481,5 mil veículos de agosto de 2013. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave, disse que a entidade foi surpreendida com o tamanho da queda nas vendas. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. O executivo acredita, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre. “Fomos surpreendidos com um mês de agosto menor (em termos de vendas) até mesmo que junho, época da Copa do Mundo”, afirmou Meneghetti. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave prevê que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente em novembro e dezembro. Ele avaliou que as medidas anunciadas por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", disse.


Clipping Vendas de automóveis caem 7,38% em agosto, diz Fenabre 4609973 - GP1 - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfuRP+xR15uVF8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.gp1.com.br/noticias/vendas-de-automoveis--caem-738-em-agosto-diz-fenabre356001.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609973.pdf

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Automóveis

Vendas de automóveis caem 7,38% em agosto, diz Fenabre Na comparação com o mesmo período do ano passado, a queda foi de 17,12% . ROMÁRIO ANTUNES, DO GP1

Na última terça-feira (2) a Fenabrave (Federação Nacional dos Concessionários) divulgou que a venda de automóveis comerciais e leves diminuíram 7,38% no mês de agosto. Segundo a federação, foram vendidos 259.152 carros em agosto, contra 279.805 no mês de julho. Imagem: Divulgação TV Globo

Presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti,

Levando em conta a venda de ônibus e caminhões, a soma alcança 272.795, representando uma queda de 7,56%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, onde foram vendidos 279.805, a queda chega a 17, 12 %. "Fomos surpreendidos com um mês de agosto pior do que o de julho, que foi mês de Copa do Mundo e cheio de feriados", declarou o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. Com informações do G1


Clipping Vendas caem 7,43% 4609979 - DIÁRIO DE CUIABÁ - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfuCQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=457611 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Da AB – São Paulo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609979.pdf

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Vendas caem 7,43%

20:57 Lúdio vai a Brasília em busca de recursos e Dilma

Na comparação com agosto de 2013, queda é ainda maior, de 16,05%. Foi o pior agosto dos últimos quatro anos

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Da AB – Sã o P aulo

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A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado ontem (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

20:57 Queda vira munição para candidatos

Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no Queda na v enda de v eículos no mês de agosto comparativo entre o acumulado dos foi de 7,43%, pior registro do mês dos últimos 4 anos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos. Recuperação - Apesar de registrar este ano recuo de 8,62% nas vendas, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aposta na recuperação do setor no último trimestre do ano. Segundo a Fenabrave, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita no último dia 20 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2015 também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Ele destacou que, até julho, a média do volume de crédito para carros novos ficou em 150 mil contratos por mês. Em 2012, esse volume ultrapassava 200 mil por mês. A federação, que só deve divulgar nova projeção de crescimento após as eleições, estima que o segmento feche o ano com queda de 6,48%. Hoje (2), a Fenabrave apresentou os resultados do segmento relativos a agosto. Os números mostram que houve queda de 7,43% na venda de veículos no país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05% na comercialização. No total, foram vendidos 404.217 veículos em

20:56 TRE encerra a 2ª parcial de contas 20:56 MP denuncia expresidente por desvio 20:55 C andidatos de Mato Grosso são citados pela Veja 20:55 Justiça já isentou Wellington 20:55 TRE arquiva denúncia de Taques

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agosto, com 3,333 milhões no um acumulado do ano. Em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. Sobre a queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Meneghetti disse não esperar grande impacto desse resultado nas vendas do setor. “Pode alterar um pouco o humor do mercado, mas as consequências desse PIB fraco já estavam acontecendo. Não é o fato de ser anunciado que vai piorar, porque já era uma realidade corrente”, ressaltou. De acordo com a Fenabrave, a indústria automobilística representa 25% do PIB industrial brasileiro e cerca de 6% do PIB nacional.

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Clipping Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave 4609975 - O FLUMINENSE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfvy9uzVxbiaCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.ofluminense.com.br/editorias/economia/plantao/venda-de-veiculos-tem-queda-de743-em-agosto-mostra-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609975.pdf

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Venda de veículos tem queda de 7,43% em agosto, mostra Fenabrave 02/09/2014 - 22:16

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A venda de veículos no país registrou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

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Saiba Mais Vendas de veículos devem crescer 14% no segundo semestre, prevê Anfavea Em relação ao mesmo período do ano passado, foi observado recuo de 16,05% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos oito primeiros meses do ano (-8,62%). No total, foram vendidos 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos.

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A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Em seguida, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e veículos comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. 23:35h CIDADES

No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 carros, o recuo chega a 20,08%. Considerando apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, este mês de agosto é o pior dos últimos quatro anos.

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Clipping Venda de veículos novos cai 7,43% em agosto e preocupa a Fenabrave 4609980 - O ESTADO DO CEARÁ - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfsJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.oestadoce.com.br/noticia/venda-de-veiculos-novos-cai-743-em-agosto-epreocupa-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609980.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 192,30 Total: 0,0000


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Venda de veículos novos cai 7,43% em agosto e preocupa a Fenabrave Economia Quarta-feira, 03 de setembro de 2014 A comercialização de veículos zero quilômetro, no Brasil, apresentou queda de 7,43% em agosto, na comparação com o mês anterior, preocupando o mercado. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo de 16,05%. O mesmo ocorreu ao comparar o acumulado dos oito primeiros meses do ano (queda de 8,62%). Os números estão no levantamento divulgado, ontem, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). As concessionárias venderam 404.217 veículos em agosto, com um acumulado de 3,333 milhões no ano. Entretanto, em igual período de 2013, os números chegaram a 481.524 e 3,647 milhões, respectivamente. Em julho deste ano, a comercialização ficou em 436.674 veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,27% de janeiro a agosto. Depois, aparecem as motos, com taxa de participação de 28,88%, e comerciais leves (como vans e furgões), com 16,22%. No último mês, 193.146 carros foram negociados – volume 7,12% menor do que o observado em julho (207.963). Em relação a agosto do ano passado, quando foram vendidas 241.681 unidades, a redução chega a 20,08%. Se for observada apenas a venda de automóveis e veículos comerciais leves, o mês passado apresentou o pior resultado dos últimos quatro anos. RECUPERAÇÃO Mesmo com esta queda de 8,62% nas vendas, este ano, a Fenabrave aposta na recuperação do setor no último trimestre de 2014. Segundo a entidade, um dos motivos para esse otimismo foi a proposta feita, no último dia 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de regulação do sistema de crédito para aumentar a segurança jurídica das instituições bancárias. Na avaliação da Fenabrave, a perspectiva do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), em 2015, também pode impulsionar as vendas em novembro e dezembro. “Os bancos sinalizam que, se a legislação for modernizada, poderão aumentar em 20% o nível de aprovação de crédito, o que daria, talvez, umas 30 mil unidades adicionais. Multiplicado por 12, seria um número muito forte”, disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. URL de origem: http://www.oestadoce.com.br/noticia/venda-de-veiculos-novos-cai-743-em-agosto-e-preocupafenabrave


Clipping Venda de automóveis encara o pior agosto dos últimos 5 anos 4609982 - DESTAK - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfsl3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.destakjornal.com.br/noticias/seu-valor/venda-de-automoveis-encara-o-pioragosto-dos-ultimos-5-anos-245521/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609982.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


Venda de automóveis encara o pior agosto dos últimos 5 anos 02 de Setembro

Contrariando as expectativas de retomada do mercado após o fim da Copa e em meio a promoções e incentivos ao crédito, agosto foi o pior dos últimos cinco anos nas vendas de automóveis e comerciais leves novos no país. De acordo com a Fenabrave (associação das concessionárias), foram emplacados 259.152 veículos no mês passado, um tombo de 17,12% em relação a agosto de 2013 e de 7,38% contra julho. O resultado só não foi pior que o registrado em agosto de 2009, em plena crise financeira global, quando foram vendidos 247.454 carros zero. No total, 2,12 milhões de veículos foram emplacados de janeiro a agosto, no pior desempenho para períodos equivalentes em quatro anos. Surpresa A queda nas vendas em agosto foi contra as previsões, disse ontem o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. "Fomos surpreendidos com um mês de agosto pior do que o de julho, que foi mês de Copa do Mundo e cheio de feriados", afirmou. O executivo vê um ambiente pessimista para o consumidor, principalmente pelas informações econômicas, e a dificuldade de acesso ao crédito como as principais causas da contração no número de emplacamentos. Para ele, porém, haverá recuperação no último trimestre do ano, reflexo das medidas do governo de estímulo ao crédito anunciadas no último dia 20 e pela proximidade do fim do IPI reduzido.


Clipping Indústria brasileira volta a crescer em julho após cinco quedas seguidas 4609976 - G1 - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfu2vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/09/industria-brasileira-volta-crescer-emjulho-apos-cinco-quedas-seguidas.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Flávia Jannuzzi Rio de Janeiro, RJ Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609976.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 28,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 28800000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 28,00 Total: 0,0000


Edição do dia 02/09/2014 03/09/2014 00h12 - Atualizado em 03/09/2014 00h20

Indústria brasileira volta a crescer em julho após cinco quedas seguidas Resultado interrompeu cinco meses seguidos de queda da indústria. Mesmo assim, foi insuficiente para reparar as perdas do início do ano.

Flávia Jannuzzi Rio de Janeiro, RJ

A

indústria brasileira interrompeu cinco meses seguidos de queda e voltou a crescer em julho, mas a produção é inferior a do mesmo período um ano atrás. Os números foram divulgados na terça-feira (2) pelo IBGE. A indústria avançou 0,7% em relação a junho deste ano, mas, na comparação com julho do ano passado e também no acumulado deste ano, o resultado é negativo. Em julho, a maioria dos ramos pesquisados teve bom desempenho, mas, mesmo assim, não há muito que comemorar. Foi uma boa reação da indústria, mas insuficiente para reparar as enormes perdas do início do ano. Os setores de bens de consumo duráveis, como automóveis, construção civil, eletrodomésticos e os


É um indicador importante de que, neste terceiro trimestre, teremos um crescimento positivo ao lado de outros indicadores"

de bens de capital, máquinas, por exemplo, vinham de quatro quedas consecutivas. Em julho, na comparação com o mês anterior, foram os que mais cresceram: 20% e 17%. Mas ficaram longe de recuperar a queda acumulada de março a junho.

Com o fim dos feriados durante a Copa do Mundo, em junho, houve aumento na produção no mês seguinte. As fábricas de produtos eletrônicos e de informática (alta de 44,1%), o setor automotivo (atla de 8,5%) e o de máquinas e equipamentos (alta de 7%) tiveram melhor desempenho. afirma Guido Mantega, ministro da Fazenda

O bom desempenho dos bens de capital sugere alguma melhora dos investimentos para o terceiro trimestre. Mas, segundo economistas, o crescimento da industria em julho ainda não é um sinal convincente quanto à retomada do setor. "Este aumento foi um efeito meramente estatístico. A gente ainda observa uma situação conjuntural muito ruim para a indústria. Com níveis de estoques extremamente elevados e vendas baixas. Então, a gente observa uma retração forte na demanda com menos venda de veículos, com menos venda de imóveis e isso acaba impactando setores de construção civil e indústria de transformação, como o último dado divulgado da Fenabrave", explica Vinícius Botelho, economista do IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getúlio Vargas).


Clipping Entre os 10 mais vendidos, só 4 carros tiveram alta nas vendas em agosto 4609977 - UMUARAMA ILUSTRADO - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=enUx+dxrbfvBlh6Q/vMpHsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.ilustrado.com.br/jornal/ExibeNoticia.aspx?NotID=59578 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609977.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 10,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 10,00 Total: 0,0000


Entre os 10 mais vendidos, só 4 carros tiveram alta nas vendas em agosto

3/9/2014

Dos dez automóveis de passeio e comerciais leves mais vendidos no país em agosto, apenas quatro modelos venderam mais do que em julho. O que apresentou maior variação, de 34,2%, foi o Renault Sandero, que passou de 5.425 para 7.287 unidades vendidas. Em segundo lugar nesse quesito ficou o Cross Fox, que aumentou as vendas em 14,6% de um mês para o outro -de 7.284 para 8.348 carros comercializados. Nas posições seguintes estão dois modelos da Fiat, o Uno e o Strada. O primeiro vendeu 10.922 unidades em agosto contra 9.613 em julho, com alta de 13,6%. Já o segundo registrou crescimento de 2,1% na quantidade de carros vendidos, passando de 12.850 para 12.585 unidades. RANKING Em relação à lista dos mais vendidos em agosto, o Fiat Palio e o Gol mantiveram o primeiro e o segundo lugares, respectivamente. Outros modelos da Fiat, o Uno e o Strada, subiram no ranking. O Strada passou de 4ª para 3ª posição e o Uno, da 7º para a 4ª. Entre os que caíram na lista estão o Chevrolet Onix, que passou do 3º para o 5º lugar e o Hyundai HB20, que saiu do 5º para o 6º lugar. (Folhapress) VEÍCULO -- UNIDADES VENDIDAS EM AGOSTO -- UNIDADES VENDIDAS EM JULHO -- VARIAÇÃO -POSIÇÃO EM JULHO Fiat Palio -- 14.305 -- 15.989 -- -10,5% -- 1º VW Gol -- 14.198 -- 14.347 -- -1,0% -- 2º Fiat Strada -- 12.850 -- 12.585 -- 2,1% -- 4º Fiat Uno -- 10.922 -- 9.613 -- 13,6% -- 7º Chevrolet Onix -- 10.285 -- 14.015 -- -26,6% -- 3º Hyundai HB20 -- 9.074 -- 10.857 -- -16,4% -- 5º Ford Fiesta -- 8.505 -- 10.591 -- -19,7% -- 6º Fiat Siena -- 8.469 -- 8.949 -- -5,4% -- 8º VW Fox/Cross Fox -- 8.348 -- 7.284 -- 14,6% -- 11º Renault Sandero -- 7.278 -- 5.425 -- 34,2% -- 15º Fonte: Fenabrave


Clipping Vendas de veículos têm queda de 7,43% em agosto 4609823 - GAZETA DO POVO - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=uS8XT3Q+2FANYh1HTP9BlsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1496007&tit=Vendasde-veiculos-tem-queda-de-7,43%-em-agosto-#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609823.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 22685163,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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AUTOMÓVEIS Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo

Vendas de veículos têm queda de 7,43% em agosto Publicado em 03/09/2014

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As vendas de automóveis, caminhões, ônibus e motocicletas, entre outros, chegou a 404,2 mil unidades em agosto, queda de 7,43% sobre julho e de 16,05% em relação a agosto de 2013. Flavio Meneghetti, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), disse que a entidade foi surpreendida com o tamanho da queda nas vendas. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. O executivo acredita, no entanto, que o segmento deve se recuperar no último trimestre.

Pouco mais de 404 mil unidades foram vendidas

100 demissões foram confirmadas ontem no canteiro de obras da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho (RO). Na última segunda-feira, o Consórcio Construtor Santo Antônio, formado por Odebrecht e Andrade Gutierrez, informou que vai paralisar a construção por falta de recursos financeiros. O consórcio diz que não tem recebido recursos da Santo Antônio Energia, responsável pela operação da usina. A dívida, segundo o consórcio, é de pelo menos R$ 700 milhões. Há atualmente cerca de 9 mil trabalhadores na obra.


Clipping Queda nas vendas em agosto surpreende setor 4609816 - DCI ONLINE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=uS8XT3Q+2FBQT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.dci.com.br/industria/queda-nas-vendas--em-agosto-surpreende-setorid412850.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: AE Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609816.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 602523,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000


Indústria 03/09/2014 - 00h00

Queda nas vendas em agosto surpreende setor SÃO PAULO - O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, afirmou ontem que a entidade foi surpreendida com a qued... AE SÃO PAULO O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, afirmou ontem que a entidade foi surpreendida com a queda de 7,38% nas vendas de automóveis e veículos leves em agosto ante julho e de 17,12% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo ele, a falta de crédito no mercado continua sendo o principal fator que limita as vendas. Ele acredita, porém, numa recuperar no último trimestre do ano. "Fomos surpreendido com um mês de agosto menor até mesmo que junho, época da Copa do Mundo", afirmou Meneghetti, durante entrevista coletiva para comentar os resultados do setor em agosto. Ele avalia que as indústrias estão se "reajustando", embora os estoques continuem elevados. O presidente da Fenabrave estima que o setor vai se recuperar nos próximos três meses, principalmente entre novembro e dezembro. Meneghetti avaliou que as medidas anunciadas ontem por bancos estatais, de diminuir taxas de juros para 0,99% ao mês para financiamento em 36 meses, vão ajudar nessa recuperação. "Quando isso acontece, agrega mais consumidores", explica. De acordo com ele, também deve contribuir para isso a expectativa de modernização da legislação que trata sobre a inadimplência. Estoques Meneghetti afirmou também que os estoques de automóveis nas fábricas brasileiras estão variando, em média, de 40 a 50 dias por marca. De acordo com ele, as marcas de grandes volumes estão com estoques variando mais próximos de 50 dias. Ele destacou, contudo, que, no caso das marcas de nicho, esse prazo pode chegar a cerca de 30 ou 35 dias.


Clipping Fiat Palio mantém liderança no Brasil em agosto 4609821 - DIÁRIO ONLINE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=uS8XT3Q+2FAj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diarioonline.com.br/noticias/veiculos/noticia-300007-fiat-palio-mantem-liderancano-brasil-em-agosto.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609821.pdf

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Fiat Palio mantém liderança no Brasil em agosto Quarta-Feira, 03/09/2014, 01:42:52 - Atualizado em 03/09/2014, 01:44:58

Tweet Foi por uma margem pequena, mas o Fiat Palio continuou a ser o veículo mais vendido do Brasil no mês de agosto. De acordo com o relatório mensal da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram comercializadas 14.305 unidades do modelo no período, ante os 14.198 exemplares do Volkswagen Gol.

A terceira colocação ficou com o Fiat Strada, Vendas caíram 17,12% na comparação com 2013 (Foto: Divulgação) emplacando 12.850 unidades. Em seguida, vieram Fiat Uno (10.922), Chevrolet Onix (10.285), Hyundai HB20 (9.074), Ford Fiesta (8.505), Fiat Siena (8.469), Volkswagen Fox-CrossFox (8.348) e, fechando o top-10, Renault Sandero (7.278). Entre as marcas, a Fiat permaneceu na liderança do mercado em agosto, com 21,68% de participação no mês. A Volkswagen ficou na segunda colocação, com 18,69%, bem à frente da GM, terceira, com 14,97%. Ford (8,72%) e Renault (7,39%) completam a lista das cinco marcas predominantes. Mercado segue em queda Como tem se tornado habitual em 2014, o mês de agosto também foi de retração no número de carros vendidos no mercado brasileiro. No total, foram negociadas 259.152 unidades entre automóveis e comerciais leves, número 7,38% menor do que aquele registrado em julho. Se a comparação for feita com agosto de 2013, a queda é ainda mais abrupta: 17,12%, levando em conta que no oitavo mês do ano passado foram emplacados 312.688 carros. Quanto ao acumulado do ano, foram registrados 2.121.543 veículos em 2014, 9,51% a menos do que em 2013 (2.344.386). (DOL com informações da Quatro Rodas)


Clipping Vale tudo para acelerar as vendas de veículos 4609732 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=z06mkB9eSIyLtgoo4U+fAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/economia/2014/09/03/interna_economia,126 639/vale-tudo-para-acelerar-as-vendas-de-veiculos.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Francelle Marzano Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609732.pdf

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CONJUNTURA »

Vale tudo para acelerar as vendas de veículos Revendas de BH financiam entrada, zeram juros e pagam IPVA para manter expansão, mesmo com queda no país. Bancos reduzem taxas para compra de carros. Indústria ensaia reação Francelle Marzano Publicação: 03/09/2014 04:00

Em tempos de vendas em queda, as concessionárias de veículos estão fazendo de tudo para vender e desovar os estoques de veículos. Parcelamento do valor da entrada em até 10 vezes sem juros no cartão de crédito, taxa zero em financiamentos com até 24 parcelas, além de bônus como emplacamentos e pagamento integral do IPVA. As ações, de acordo com as concessionárias ouvidas pelo Estado de Minas estão rendendo bons resultados e chegaram a alavancar em até 20% as vendas de carros novos no últimos mês, diferente do que indica o balanço divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que aponta uma queda de 7,38% em agosto na comparação com julho e uma queda de 17,12% na comparação com o mesmo período do ano passado. Na concessionária Pisa, revendedora da marca Ford, as vendas caíram apenas 0,82% em agosto, se comparado ao mesmo período do ano passado. O gerente de vendas de veículos novos da concessionária, Antônio Longuinho da Costa, avalia que o número é bom, se levado em conta a atual situação econômica do país, com inflação em alta, corroendo a renda das famílias. Ainda de acordo com Longuinho, os estoque da revenda está normal, para um período de 40 dias. “O público da Ford é diferenciado e não caiu tanto se comparado a outras marcas. Além disso, temos taxa zero nos financiamentos para toda linha, que podem ser negociados de acordo com o perfil de cada consumidor”, explicou. Já na Carbel, concessionária da marca Volkswagem, o gerente de atendimentos de veículos novos, Paulo César Gouveia de Freitas afirma que houve um incremento de 15% nas vendas na última quinzena de agosto, resultado de uma ação promocional que promete taxa zero para vários modelos da marca e com vencimento da primeira prestação apenas em dezembro. “As vendas estavam baixas, mas conseguimos reverter com essa campanha. Além disso, oferecemos outros benefícios aos clientes, como o valor da entrada de até R$ 15 mil parcelado em 12 vezes no cartão de crédito”, afirma Paulo, que completa dizendo que 30% das transações feitas na concessionária são fechadas dessa forma. O gerente afirma também que o estoque da agência é para 23 dias, média que fica abaixo do que é considerado normal que seria de 30 a 45 dias. Apesar de ter registrado uma alta de 19% nas vendas no último mês, o gerente de vendas de veículos novos da Tecar, revendedora Fiat, Wesley Henriques de Souza, ainda é cauteloso em dizer que o mercado está reagindo. De acordo com ele, mesmo com a alta nas vendas em agosto comparado a julho, os estoques estão altos, girando em torno de 60 dias, e em relação a agosto de 2013, a queda é de 12%. Segundo ele, as expectativas são melhores para o segundo semestre, tendo em vista as vantagens oferecidas ao clientes como descontos e benefícios como emplacamento e IPVA grátis. Das concessionárias ouvidas pelo EM, a única que apontou queda nas vendas em agosto foi a Jorlan, da marca Chevrolet. No entanto, o supervisor de vendas de veículos novos, Lúcio Aguiar, é otimista e acredita numa recuperação a partir desse mês com novas políticas de descontos e uma tabela especial de financiamento que começaram a ser operadas na última semana e chegaram a aumentar as vendas em até 20%. Crédito barato Outra ação que deixou revendedores otimistas, prevendo alta nas vendas nos próximos meses, é a concessão de crédito mais barato, movimento facilitado pelas recentes alterações de regras do Banco Central que visam garantir acesso mais fácil ao financiamento de veículos. Desde o último fim de semana, os bancos começaram a anunciar taxas de juros abaixo 1% ao mês. No entanto, as mais baixas são para financiamentos mais curtos, com no máximo dois anos. Apenas o Banco do Brasil anunciou taxas menores, de 0,97% ao mês para veículos novos, em até 60 parcelas. No Itaú Unibanco, por exemplo, os juros passaram de 1,30% para 0,99% ao mês para financiamentos de veículos zero em até 24 meses. Já o Santander anunciou redução das taxas de juros passando para 0,97% ao mês, para financiamentos em até um ano para carros novos e usados. A Caixa vai promover, de quinta-feira a sábado, um feirão em mais de 1,1 mil concessionárias em todo o Brasil. A ação prevê uma linha de financiamento para a compra de carros novos ou usados com taxas de juros a partir de 0,93%.

Fábricas retomam produção Rio de Janeiro – Passados cinco meses de queda, a indústria do país esboçou uma retomada e cresceu 0,7% em julho, em relação a junho – mês em que a produção caiu 1,4% –, segundo dados divulgados ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Embora positivo, o número de julho não compensa a perda acumulada neste ano (2,8%), e os sinais à frente também não são alentadores, na avaliação de economistas.


Para André Macedo, gerente do IBGE, os resultados de julho foram turbinados por uma recuperação “natural” após cinco meses de fraca produção. Não se sabe ainda, diz, se haverá retomada. “O que vemos é um quadro de espalhamento do crescimento da indústria, que ocorre após um longo período de baixa. Outro fato é que tivemos um julho mais gordo, com mais horas destinadas à produção”. Parte significativa do crescimento da atividade em julho veio do maior número de dias úteis naquele mês, em relação ao mês anterior. Embora a Copa do Mundo tenha ocorrido nos dois meses, em junho o efeito do torneio sobre a produção foi maior, porque houve mais feriados.

Na visão de analistas, a indústria deverá manter um ritmo fraco de atividade até o fim deste ano, já que não há mudança do cenário atual da economia brasileira à vista. Macedo afirma também que a indústria ainda sofre com a maior concorrência de importados, crédito em condições menos favoráveis, juros maiores e consumo em desaceleração.

Para Thaís Marzolla Zara, da Rosenberg & Associados, a leve alta de julho não “altera o quadro ruim” da indústria. “A única boa notícia”, pondera, é que houve uma redução de estoques tanto em junho quanto em julho. Isso aponta “para um segundo semestre um pouco melhor.” Setores A discreta retomada em julho decorreu especialmente do bom desempenho dos chamados bens duráveis, com alta de 20,3%, a maior desde janeiro de 2009. A categoria foi impulsionada pelo aumento da produção de veículos – após meses de fraco dinamismo, demissões e férias coletivas em montadoras. Também ajudou no desempenho do mês a retomada da produção de bens de capital (máquinas e equipamentos na produção de bens, na infraestrutura e na oferta de serviços, como transporte). A categoria apresentou alta de 16,7%, o melhor resultado desde janeiro deste ano.

Pelos dados do IBGE, a alta em julho foi generalizada: 20 dos 24 setores pesquisados produziram mais do que em junho. De um mês para outro, os destaques positivos ficaram com informática e eletrônicos (44,1%), veículos (8,5%) e outros equipamentos de transporte (31,3%) – os dois últimos foram puxados por automóveis e motos, respectivamente. Já as quedas mais expressivas foram registradas por alimentos (6,3%) e refino de petróleo e álcool (2,6%) – esse sob impacto da parada de refinarias da Petrobras por causa de acidentes e para a realização de operações de manutenção.


Clipping Frases do dia 4609730 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=z06mkB9eSIz/TvqafkApV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2014/09/03/interna_opiniao,126628/f rases-do-dia.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609730.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 81,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 13246730,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 81,00 Total: 0,0000


Frases do dia Publicação: 03/09/2014 04:00 Todo ano tem aumento de gasolina e este ano não deve ser diferente Guido Mantega, ministro da Fazenda, ao ser questionado sobre a possibilidade de haver uma alta no preço da gasolina ainda este ano, afirmando que não há uma regra fixa e todo ano pode ter um ou dois aumentos, lembrando que no ano passado houve dois aumentos A redução nos juros para a compra de automóveis sempre agrega mais consumidores Flávio Meneghetti, presidente da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), ao avaliar medidas anunciadas pelos bancos estatais de diminuir para 0,99% ao mês as taxas de juros para o financiamento de veículos em 36 meses


Clipping A indústria ainda respira 4609731 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 03/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=z06mkB9eSIw2vkG+vbGoOMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2014/09/03/interna_opiniao,126627/a -industria-ainda-respira.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609731.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 81,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 13246730,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 81,00 Total: 0,0000


EDITORIAL »

A indústria ainda respira Produção cresce em julho, mas não há sinais de retomada Publicação: 03/09/2014 04:00

É natural que o governo tente inflar a importância de qualquer notícia boa em meio ao verdadeiro tsunami de maus resultados que, a cada dia, colocam em xeque a condução da política econômica do país. É o caso do crescimento de 0,7% da produção industrial em julho, em comparação com o mês anterior, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatatística (IBGE).

Em passado recente, essa taxa não faria o menor sucesso. Mas, atualmente, com o país caminhando perigosamente rumo à recessão, a ponto de ameaçar a manutenção dos empregos, e sob as tensões de uma acirrada campanha eleitoral, a notícia foi logo transformada em comprovação de que as dificuldades da economia eram passageiras e que a começa agora uma fase de crescimento.

A esta altura das previsões oficiais desmentidas pelos fatos, é claro que ninguém de responsabilidade, como o empresário que corre o risco de perder dinheiro em algum negócio, levou a sério tamanho otimismo. Nem mesmo os da indústria, que estão vindo de cinco meses seguidos de queda na produção.

Eles sabem que a comparação com junho pode ser enganosa, já que o mês foi muito prejudicado pelos feriados da Copa do Mundo. E, em relação ao julho de 2013, a produção da indústria em julho deste ano representa recuo de 3,6%. E, apesar da boa notícia de julho, a queda acumulada nos sete meses do ano soma 2,8% (no semestre, tinha sido de 2,6%). É certo que há bons números na conta da indústria em julho. O mais promissor é o segmento de bens de capital, não apenas pela excelente taxa de crescimento no mês (16,7%), mas porque esse é um indicador de que, apesar de toda a desconfiança manifestada nas sondagens de ânimo dos empresários, algum investimento em expansão ou modernização tem sido mantido.

Outro destaque foi a expansão de 20,3% da produção de bens de consumo duráveis, incluídos eletrodomésticos e veículos, segmentos que, juntos, somaram perdas de 30,9% nos quatro meses anteriores.

Mas tudo isso deve ser visto com cautela, sem bravatas ou exageros. Não há ainda razão para apostar em retomada. O emplacamento de veículos em agosto, por exemplo, caiu 7,8% em relação a julho, segundo a Federação Nacional dos Distribuidores Veículos Automotores (Fenabrave). Ou seja, os pátios não estão sendo esvaziados em velocidade suficiente para acelerar a produção de veículos.

O que o crescimento, embora pequeno, da produção industrial em julho deveria provocar é, sim, uma reflexão sobre a importância da indústria para a economia brasileira, o papel de liderança nesse setor da economia que cabe ao Brasil na América do Sul e, principalmente, a urgência em definir e executar uma política destinada a recuperar a competitividade de nosso parque industrial.

Em outra frente, será preciso promover, com inteligência e muito investimento, a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico de modo a buscar a inovação, sempre com uma visão horizontal, e não mais privilegiando setores eleitos. É isso, nada menos do que isso, que deveria estar na pauta dos candidatos.


Clipping Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave 4609680 - G1 - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dFAQHJQuE4MJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://g1.globo.com/carros/noticia/2014/09/venda-de-carros-cai-74-em-agosto-dizfenabrave.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: André Paixão De São Paulo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609680.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 28,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 28800000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 28,00 Total: 0,0000


02/09/2014 11h06 - Atualizado em 02/09/2014 14h26

Venda de carros cai 7,4% em agosto, diz Fenabrave Foram comercializadas 272.495 unidades no mês, contra 294.778 em julho. Na comparação com 2013, queda é ainda maior, de 17,12%.

André Paixão Do G1, em São Paulo

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As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil caíram 7,38% em agosto, na comparação com o mês de julho, afirmou aFenabrave (federação nacional dos concessionários) nesta terça-feira (2). Ao todo, foram vendidos 259.152 carros, contra 279.805 no mês de julho. Considerando também ônibus e caminhões, a soma em agosto chega a 272.795, uma queda de 7,56% sobre o montante de veículos vendido em julho.

saiba mais Palio supera Gol pelo 3º mês seguido e se aproxima de ‘virada’ no ano Confira os preços dos carros mais vendidos no ano na linha 2015

Na comparação com agosto de 2013, as vendas de carros caíram 17,12%. No mesmo período do ano passado, foram vendidas 279.805 unidades. Incluindo caminhões e ônibus, as vendas de veículos recuaram 17,22% nessa comparação anual. Surpresa O presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, afirmou


que a queda nas vendas em agosto foi contra as previsões. "Fomos surpreendidos com um mês de agosto pior do que o de julho, que foi mês de Copa do Mundo e cheio de feriados", afirmou. O executivo vê um ambiente pessimista para consumidor, principalmente pelas informações econômicas, e a dificuldade de acesso ao crédito como as principais causas da contração no número de emplacamentos.


Esperança nos próximos meses No acumulado de janeiro a agosto, houve 2.230.126 carros, caminhões e ônibus comercializados, contra 2.470.421 unidades no mesmo período de 2013. Isso representa uma queda de 9,73%. Só o segmento de carros teve queda de 9,51% no ano, comparado aos oito primeiros meses de 2013, com 2.125.543 unidades emplacadas contra 2.344.386. , Meneghetti acredita que os últimos meses do Assim como o ministro da Fazenda, Guido Mantega ano serão melhores. "O IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados) deve subir em janeiro. Isso, junto aos demais fatores, pode fazer com que o último trimestre represente um crescimento, que ajude a recuperar os 9% perdidos ao longo do ano", avaliou. Palio x Gol No ranking dos carros mais vendidos, pelo terceiro mês o Fiat Palio apareceu em primeiro, à frente do Gol. Foram 14.305 unidades emplacadas contra 14.198 do rival da Volkswagen. No acumulado do ano, a vantagem do Gol, que ainda lidera, diminuiu de 9.396 unidades, em julho, para 9.288 em agosto, ainda na comparação com o Palio. Outros segmentos Além dos carros, os demais segmentos também tiveram resultado negativo em agosto. Entre os caminhões, houve queda de 12,54% em relação a julho. Foram 10.926 unidades em agosto, contra 12.492 em julho e 13.376 no mesmo mês de 2013. No ano, a retração acumulada é de 13,85%. Foram 88.710 caminhões emplacados neste ano, contra 102.975 unidades nos oito primeiros meses do ano passado. Ônibus Com 2.417 unidades, a venda de ônibus sofreu queda de 2,58% em agosto, na comparação com julho de 2014, quando foram emplacados 2.481. Na comparação com agosto de 2013, as vendas caíram 22,31%. Naquele mês, foram vendidas 3.111 unidades. Motos Contado à parte, o setor de duas rodas também apresentou redução no volume de vendas. Em agosto foram 111.320 unidades, uma queda de 8% em relação às 121.016 de julho. Na comparação com agosto do ano passado, a diminuição foi de 13,77%. No acumulado do ano, a retração é menor, de 6,08%. Até o fim de agosto de 2014, foram emplacadas 950.048 motos, ante 1.011.566 no mesmo período do ano passado.


Clipping Dólar tem alta sobre real, na esteira internacional 4609681 - ISTOÉ DINHEIRO - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dFAQHJQuE4OE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/financas/20140902/dolar-tem-alta-sobre-real-esteirainternacional/185997.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609681.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 108,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 500000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 108,00 Total: 0,0000


Dólar tem alta sobre real, na esteira internacional istoedinheiro.com.br /noticias/financas/20140902/dolar-tem-alta-sobre-real-esteirainternacional/185997.shtml O dólar sobe ante o real após a abertura dos negócios à vista, influenciado pela alta do dólar ante a maioria das moedas emergentes e ligadas a commodities, pela incerteza sobre a rolagem do vencimento de swap cambial de outubro e reflete também um ajuste após uma sequência de quatro baixas seguidas (-1,92%) e da estabilidade da moeda no mercado à vista na segunda-feira, 01, a R$ 2,2420. O panorama eleitoral, no entanto, permanece no centro das atenções e os investidores digerem o debate dos candidatos à presidência ontem no SBT, no qual ficou clara uma polarização entre a candidata do PT, a presidente Dilma Rousseff, e a candidata pelo PSB, Marina Silva. Às 9h35, o dólar à vista no balcão tinha alta de 0,58%, a R$ 2,2550, na máxima. O futuro para setembro de 2014 subia 0,31%, a R$ 2,2710. Por sua vez, o Ibovespa futuro subia 0,60%, aos 61.960 pontos. Em Nova York, no mercado futuro, o Dow Jones subia 0,12%, o Nasdaq tinha alta de 0,20% e o S&P 500 subia 0,10%. Na Europa, Londres tinha virado e cedia 0,09%, Paris subia 0,46% e Frankfurt avançava 0,44%. O mercado doméstico aguarda ainda os números da Fenabrave sobre vendas de veículos (11h45) e, nos Estados Unidos, os índices PMI (10h45) e ISM (11h) sobre a atividade da indústria. Os dados da Fenabrave poderão ter efeito sobre as ações das siderúrgicas CSN e Usiminas, que vendem aços planos para as montadoras. Já o front político deve seguir influenciando as ações da estatais. A alta de 0,7% da produção industrial em julho, na margem, após cinco meses consecutivos de queda, influencia mais os negócios com juros futuros, que operam em leve alta. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas, que iam de -0,50% a +1,40%, com mediana de +0,50%. Na comparação anual, houve queda de 3,60%, sendo que as projeções iam de queda de 5,25% a recuo de 3,00%, com mediana de -3,70%. No ano, a produção da indústria acumula queda de 2,8% e, em 12 meses, o recuo é de 1,2%. Chama atenção o desempenho da produção da indústria de bens de capital, que avançou 16,7% em julho ante junho. Já na comparação com julho de 2013 o indicador mostrou queda de 6,4%.


Clipping Dólar tem alta sobre real, na esteira internacional 4609679 - JORNAL DO COMÉRCIO (RS) - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dFAQHJQuE4OCQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=171744 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609679.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 23,10 Fechamento: 09/14 Tiragem: 248000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 23,10 Total: 0,0000


MERCADO FINANCEIRO 02/09/2014 - 10h25min

Dólar tem alta sobre real, na esteira internacional O dólar sobe ante o real após a abertura dos negócios à vista, influenciado pela alta do dólar ante a maioria das moedas emergentes e ligadas a commodities, pela incerteza sobre a rolagem do vencimento de swap cambial de outubro e reflete também um ajuste após uma sequência de quatro baixas seguidas (-1,92%) e da estabilidade da moeda no mercado à vista na segunda-feira, 01, a R$ 2,2420. O panorama eleitoral, no entanto, permanece no centro das atenções e os investidores digerem o debate dos candidatos à presidência ontem no SBT, no qual ficou clara uma polarização entre a candidata do PT, a presidente Dilma Rousseff, e a candidata pelo PSB, Marina Silva. Às 9h35min, o dólar à vista no balcão tinha alta de 0,58%, a R$ 2,2550, na máxima. O futuro para setembro de 2014 subia 0,31%, a R$ 2,2710. Por sua vez, o Ibovespa futuro subia 0,60%, aos 61.960 pontos. Em Nova Iorque, no mercado futuro, o Dow Jones subia 0,12%, o Nasdaq tinha alta de 0,20% e o S&P 500 subia 0,10%. Na Europa, Londres tinha virado e cedia 0,09%, Paris subia 0,46% e Frankfurt avançava 0,44%. O mercado doméstico aguarda ainda os números da Fenabrave sobre vendas de veículos (11h45min) e, nos Estados Unidos, os índices PMI (10h45min) e ISM (11h) sobre a atividade da indústria. Os dados da Fenabrave poderão ter efeito sobre as ações das siderúrgicas CSN e Usiminas, que vendem aços planos para as montadoras. Já o front político deve seguir influenciando as ações da estatais. A alta de 0,7% da produção industrial em julho, na margem, após cinco meses consecutivos de queda, influencia mais os negócios com juros futuros, que operam em leve alta. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas, que iam de -0,50% a +1,40%, com mediana de +0,50%. Na comparação anual, houve queda de 3,60%, sendo que as projeções iam de queda de 5,25% a recuo de 3,00%, com mediana de -3,70%. No ano, a produção da indústria acumula queda de 2,8% e, em 12 meses, o recuo é de 1,2%. Chama atenção o desempenho da produção da indústria de bens de capital, que avançou 16,7% em julho ante junho. Já na comparação com julho de 2013 o indicador mostrou queda de 6,4%.


Clipping Coluna DE CARRO PORAÍ. Roberto Nasser 4609677 - TRIBUNA DO NORTE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dFAQHJQuE4PBlh6Q/vMpHsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://blog.tribunadonorte.com.br/autosemotores/2014/09/02/coluna-de-carro-porai.-robertonasser/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609677.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 35,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 3417847,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 35,00 Total: 0,0000


Futuro – Avaliação de Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave, federação dos revendedores autorizados; Sérgio Reze, ex, e Mauro Sadi, ex condutor da Assobrav, grêmio de revendedores VW: mercado pode vender no segundo semestre 5% mais que no primeiro. Assim, 3% abaixo dos números de 2013.


Clipping Bovespa segue sem fôlego após abertura de Nova York 4609683 - ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dFAQHJQuE4MhIMk8ZpB6o8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://economia.estadao.com.br/noticias/mercados,bovespa-segue-sem-folego-aposabertura-de-nova-york,1553557 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: LUCIANA ANTONELLO XAVIER - Estadão Cidade: WEB Conteúdo Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609683.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 111495257,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000


Bovespa segue sem fôlego após abertura de Nova York LUCIANA ANTONELLO XAVIER - ESTADÃO CONTEÚDO 02 Setembro 2014 | 10h 57

A Bovespa tentava mais cedo pegar algum fôlego com o exterior para operar em alta, mas não conseguiu e com a abertura das bolsas de Nova Y ork renovou as mínimas. A divulgação de dados nos Estados Unidos - os índices PMI e ISM sobre a atividade da indústria às 10h45 e às 11h podem, se positivos, ajudar a melhorar o humor da Bolsa paulista, que ontem caiu 0,24%, encerrando aos 61.141 pontos.

O mercado local de ações também trabalha na expectativa com duas pesquisas eleitorais esperadas para a quarta-feira, 03, Ibope e Datafolha, uma vez que a disputa presidencial tem sido a condutora dos negócios em ações nas últimas semanas. O avanço da oposição via Marina Silva, que concorre pelo PSB, tem agradado o mercado financeiro. Analistas do JPMorgan avaliam que o programa de governo de Marina é simpático ao mercado em termos gerais, mas peca na falta de detalhes. Além disso, na avaliação do banco, o texto apresenta algumas inconsistências. Hoje, sai uma pesquisa Ibope para o Estado de São Paulo, que pode influenciar as ações da Cesp. Já a Fenabrave divulga números das vendas de veículos de agosto e nesse caso o impacto pode ser nas ações das siderúrgicas CSN e Usiminas, que vendem aços planos para as montadoras. Às 10h33, o Ibovespa caía 0,26%, aos 60.981,15 pontos. As ações da Petrobrás caíam 1,64% (PN) e 1,60% (ON), enquanto as da Vale subiam 0,74% (PNA) e 0,69% (ON). Em Nova Y ork, o Dow Jones operava estável, o Nasdaq subia 0,29% e o S&P 500 avançava 0,11%. Em tempo: O Índice de Confiança Empresarial (ICE) calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 2,4% em agosto, após queda de 0,4% em julho, com forte deterioração nos próximos seis meses.


Clipping Bovespa segue sem fôlego após abertura de Nova York 4609676 - BOL - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dFAQHJQuE4O2vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2014/09/02/bovespa-segue-sem-folegoapos-abertura-de-nova-york.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609676.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 13300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000


Bovespa segue sem fôlego após abertura de Nova York 02/09/2014

10h55

São Paulo - A Bovespa tentava mais cedo pegar algum fôlego com o exterior para operar em alta, mas não conseguiu e com a abertura das bolsas de Nova York renovou as mínimas. A divulgação de dados nos Estados Unidos - os índices PMI e ISM sobre a atividade da indústria às 10h45 e às 11h - podem, se positivos, ajudar a melhorar o humor da Bolsa paulista, que ontem caiu 0,24%, encerrando aos 61.141 pontos. O mercado local de ações também trabalha na expectativa com duas pesquisas eleitorais esperadas para a quarta-feira, 03, Ibope e Datafolha, uma vez que a disputa presidencial tem sido a condutora dos negócios em ações nas últimas semanas. O avanço da oposição via Marina Silva, que concorre pelo PSB, tem agradado o mercado financeiro. Analistas do JPMorgan avaliam que o programa de governo de Marina é simpático ao mercado em termos gerais, mas peca na falta de detalhes. Além disso, na avaliação do banco, o texto apresenta algumas inconsistências. Hoje, sai uma pesquisa Ibope para o Estado de São Paulo, que pode influenciar as ações da Cesp. Já a Fenabrave divulga números das vendas de veículos de agosto e nesse caso o impacto pode ser nas ações das siderúrgicas CSN e Usiminas, que vendem aços planos para as montadoras. Às 10h33, o Ibovespa caía 0,26%, aos 60.981,15 pontos. As ações da Petrobrás caíam 1,64% (PN) e 1,60% (ON), enquanto as da Vale subiam 0,74% (PNA) e 0,69% (ON). Em Nova York, o Dow Jones operava estável, o Nasdaq subia 0,29% e o S&P 500 avançava 0,11%. Em tempo: O Índice de Confiança Empresarial (ICE) calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 2,4% em agosto, após queda de 0,4% em julho, com forte deterioração nos próximos seis meses.


Clipping Bancos oferecem taxa mensal inferior a 1% para compra de veículos 4609682 - CPADNEWS - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dFAQHJQuE4Ml3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.cpadnews.com.br/giro-pelo-brasil/23895/bancos-oferecem-taxa-mensal-inferior-a1-para-compra-de-veiculos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609682.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


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Bancos oferecem taxa mensal inferior a 1% para compra de veículos O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, acredita ser uma questão de tempo outros bancos também anunciarem a redução dos juros Correio Braziliense | 02/09/2014 - 10:20

Com mais fôlego para concessão de crédito após injeção do Banco Central de R$ 70 bilhões na economia brasileira, alguns bancos já reduziram os juros de linhas de financiamento para carros a taxas inferiores a 1%. A medida é comemorada pelas concessionárias, que amargam um ritmo fraco de vendas e trabalham com estoques que chegam a 50 dias. Contudo, muitas revendedoras ainda estão cautelosas na comemoração, uma vez que, para ter acesso às tarifas reduzidas, o consumidor deve dar uma entrada média entre 30% e 50% do valor do veículo. Outro problema levantado pelo setor é quanto ao prazo do financiamento. A exceção do Banco do Brasil, que anunciou ontem juros a 0,97% ao mês para veículos novos, em até 60 parcelas, as demais instituições se mostram mais receosas. O Santander oferece taxas a partir de 0,97% ao mês para pagamentos em até 12 meses, enquanto o Itaú está com juros de 0,99%, mas apenas para parcelamentos de até dois anos. A Caixa vai promover, da próxima quinta-feira ao sábado, um feirão em mais de 1,1 mil concessionárias em todo o Brasil. A ação prevê uma linha de financiamento para a compra de carros novos ou usados com taxas de juros a partir de 0,93%. “Os juros menores oferecem mais oportunidades de negócio, mas ainda é insuficiente para alavancarmos as vendas. Nenhum banco trabalha com entrada de 25% mantendo essas taxas baixas”, afirmou Estênio Tibério da Costa, gerente de vendas de uma concessionária Volkswagen. Contudo, o elevado índice de inadimplência do consumidor continua sendo o maior entrave para o mercado automotivo. “Hoje, 60% dos clientes têm o cadastro recusado”, acrescentou. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, acredita ser uma questão de tempo outros bancos também anunciarem a


redução dos juros. “O mercado vai acompanhar. Mais do que a indústria e revendedores de automóveis, é o consumidor que tem a ganhar com o incremento de novas instituições na oferta de crédito”, avaliou. Ainda que o cenário não seja o ideal, ele lembra que carros usados podem servir de entrada na aquisição de um novo veículo. “É uma alternativa que pode permitir os interessados em trocar o automóvel a ter acesso aos juros baixos do setor financeiro”, ponderou.


Clipping Bancos oferecem taxa mensal inferior a 1% para compra de veículos 4609678 - PIRAPEMAS.COM - WEB - WEB - 02/09/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dFAQHJQuE4MdSTHrUDolKMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.pirapemas.com/2014/09/bancos-oferecem-taxa-mensal-inferior-1.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 03/09/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\09\03\4609678.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 09/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


Bancos oferecem taxa mensal inferior a 1% para compra de veículos 02/09/2014 | 10:26

Nas concessionárias, temor de que a inadimplência dos consumidores ainda iniba a concessão de crédito Com mais fôlego para concessão de crédito após injeção do Banco Central de R$ 70 bilhões na economia brasileira, alguns bancos já reduziram os juros de linhas de financiamento para carros a taxas inferiores a 1%. A medida é comemorada pelas concessionárias, que amargam um ritmo fraco de vendas e trabalham com estoques que chegam a 50 dias. Contudo, muitas revendedoras ainda estão cautelosas na comemoração, uma vez que, para ter acesso às tarifas reduzidas, o consumidor deve dar uma entrada média entre 30% e 50% do valor do veículo. Outro problema levantado pelo setor é quanto ao prazo do financiamento. A exceção do Banco do Brasil, que anunciou ontem juros a 0,97% ao mês para veículos novos, em até 60 parcelas, as demais instituições se mostram mais receosas. O Santander oferece taxas a partir de 0,97% ao mês para pagamentos em até 12 meses, enquanto o Itaú está com juros de 0,99%, mas apenas para parcelamentos de até dois anos. A Caixa vai promover, da próxima quinta-feira ao sábado, um feirão em mais de 1,1 mil concessionárias em todo o Brasil. A ação prevê uma linha de financiamento para a compra de carros novos ou usados com taxas de juros a partir de 0,93%. “Os juros menores oferecem mais oportunidades de negócio, mas ainda é insuficiente para alavancarmos as vendas. Nenhum banco trabalha com entrada de 25% mantendo essas taxas baixas”, afirmou Estênio Tibério da Costa, gerente de vendas de uma concessionária


Volkswagen. Contudo, o elevado índice de inadimplência do consumidor continua sendo o maior entrave para o mercado automotivo. “Hoje, 60% dos clientes têm o cadastro recusado”, acrescentou. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, acredita ser uma questão de tempo outros bancos também anunciarem a redução dos juros. “O mercado vai acompanhar. Mais do que a indústria e revendedores de automóveis, é o consumidor que tem a ganhar com o incremento de novas instituições na oferta de crédito”, avaliou. Ainda que o cenário não seja o ideal, ele lembra que carros usados podem servir de entrada na aquisição de um novo veículo. “É uma alternativa que pode permitir os interessados em trocar o automóvel a ter acesso aos juros baixos do setor financeiro”, ponderou.


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