Clipping Vendas de carros recuam em maio, diz Fenabrave 4347140 - A TARDE - ECONOMIA - SALVADOR - BA - 04/06/2014 - Pág b7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=cKbYBlu4q3ms6aRdbdnMVsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Estadão Conteúdo Cidade: SALVADOR Estado: BA País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4347140.pdf
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Clipping Maio fecha com queda de 7,5% nas vendas 4347572 - A GAZETA - ECONOMIA - CUIABÁ - MT - 04/06/2014 - Pág 4 C http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=kdf9+7jyPbht4GuYEqB8scNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CUIABÁ Estado: MT País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4347572.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 460,20 Fechamento: 06/14 Tiragem: 20000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 460,20 Total: 0,0000
4 C - economiaa
CUIABÁ, QUARTA-FEIRA, 4 DE JUNHO DE 2014
Economês Comércio
Confiança
Diante da deterioração das avaliações sobre o momento atual e o futuro, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 1,4% em maio sobre abril, segundo a Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Com o resultado, a confiança atingiu 113,4 pontos, o nível mais baixo da série histórica. Na comparação com maio de 2013, o Icec caiu 9%, a retração mais intensa deste julho de 2012. Na série ante o mês imediatamente anterior, o nível de satisfação com as condições econômicas correntes caiu 1,5% em maio.
Ainda na comparação com abril, em maio as expectativas dos empresários pioraram 1,3%, e as intenções de investimentos mostraram retração de 1,4% na mesma base comparativa. “A percepção do ritmo mais fraco de crescimento das vendas do varejo, o nível baixo da atividade econômica em geral, a inflação ainda elevada e juros em alta têm influenciado negativamente a satisfação com as condições atuais e promovido um ajuste das expectativas para os próximos meses”, afirmou a CNC, em nota divulgada à imprensa.
Arquivo
trilhões de dólares, é o valor estimado para atender as necessidades energéticas mundiais até 2035, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE
Socorro
Novo sistema
Teste
Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fixou em R$ A 2,273 bilhões o valor da 3ª e última parcela do empréstimo obtido pela Câmara de Comercialização de Energia
O governo federal lança um novo serviço de utilidade pública para resolver conflitos de consumo. Trata-se do site consumidor.gov.br, que pressupõe uma ação integrada entre o governo federal, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Procons e empresas participantes.
Uma versão beta (para testes) está disponível aos consumidores de Mato Grosso a partir de hoje (5). Em breve, outras localidades poderão participar da fase piloto. Após os testes, o serviço estará disponível para todos os consumidores do Brasil. No Estado, os testes são feitos em parceria com o Procon.
Elétrica (CCEE) em nome das distribuidoras para cobrir custos com a exposição involuntária no mercado de curto prazo e o uso de energia térmica. A informação é da Superintendência de Regulação Econômica da agência. O documento define os valores dos recursos da Conta Centralizadora (Conta-ACR) a serem repassados a cada uma das concessionárias até o dia 9 de junho. Ao todo, o empréstimo será de R$ 11,2 bilhões.
Panorama
MERCADO DE TRABALHO
Desemprego cai e taxa é de 7,1% no 1º trimestre
Falência Os pedidos de falência cresceram 8,5% em maio em relação a abril. Em números absolutos, foram 141 requerimentos no mês passado. Em abril foram 130 pedidos. Sobre maio de 2013, quando foram formalizados 156 pedidos de falência, verifica-se um recuo de 9,6%. É o que mostra Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações. Conforme a empresa, dos 141 requerimentos de falência anotados em maio, 70 foram de micro e pequenas empresas, 41 de médias e 30 de empresas de grande porte. Segundo os economistas da Serasa, os 141 requerimentos de maio formam o 2º maior número de pedidos de falências este ano.
NIELMAR DE OLIVEIRA RIO DE JANEIRO/ABR
Termelétricas As usinas térmicas que possuem o megawatt-hora mais caro não serão desligadas antes de agosto ou setembro, ainda que a retração do preço da energia no mercado livre nos últimos dias seja um indicativo de que a situação nos reservatórios hidrelétricos já não é de tanta seca como há poucos meses. Agosto ou setembro é apontado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) como o período para o qual é esperada a chegada do fenômeno climático El Niño na região Sul do país. Antes disso, mesmo que chova intensamente no Sudeste, a indicação do ONS na próxima reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico será para continuar com as térmicas ligadas. Passado o período do El Niño, algumas usinas poderão não mais serem acessadas.
A taxa de desemprego no país registrou leve queda de 0,9 ponto percentual no 1º trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, ao recuar de 8% para 7,1%. Apesar da queda no indicador trimestre/igual trimestre do ano anterior, na comparação com o 4º trimestre do ano passado, o desemprego subiu 0,9 ponto percentual, ao passar de 6,2% para 7,1%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e foram divulgados nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo as informações, o nível da ocupação para o mesmo período (56,7%) recuou em relação ao 4º trimestre de 2013 (57,3%) e subiu na comparação ao 1º trimestre de 2013 (56,3%). Cerca de 77,7% dos empregados do setor privado, no 1º trimestre de 2014, tinham carteira de trabalho assinada, com avanço de 1,6 ponto percentual em relação ao 1º trimestre de 2013. As regiões Norte (64,6%) e Nordeste (62,8%) mostraram os menores percentuais nesse indicador. Os dados da Pnad Contínua indicam que a população desocupada no 1º trimestre ficou em 7 milhões de trabalhadores, enquanto o número de ocupados totalizou 91,2 milhões. Entre os empregados no setor privado, 77,7% tinham carteira assinada, avanço de 1,6 ponto percentual em relação ao 1º trimestre de 2013. Os números são superiores aos da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), cuja taxa de desocupação fechou o 1º trimestre em 5%, alcançando o melhor resultado trimestral desde o início da série. A Pnad Contínua, que
chegou a ter a divulgação suspensa pelo governo federal e levou os servidores do IBGE às ruas, está sendo concebida para gradualmente substituir a PME. A principal diferença entre as duas pesquisas é com relação à abrangência da coleta de dados. Enquanto a PME acompanha o mercado de trabalho nas 6 maiores regiões metropolitanas do país, a Pnad Contínua faz uma análise mais abrangente, envolvendo um total de 3,464 mil municípios. A Pnad Contínua usa os novos conceitos recomendados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para aferição do mercado de trabalho. SETOR PRIVADO No 1º trimestre deste ano, 77,7% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada, o que representa avanço de 1,6 ponto percentual em relação ao 1º trimestre de 2013. Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 31,4% tinham carteira de trabalho assinada, um quadro que não se alterou no ano. Os números indicam que, enquanto o Sul e o Sudeste têm os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada, as regiões Norte e Nordeste detêm os maiores percentuais de trabalhadores autônomos. O Nordeste continua na liderança como o estado com maior percentual de pessoas fora do mercado de trabalho: 43,1%. O percentual de pessoas com carteira assinada na região Sudeste passou de 81,2% para 83,1% da população economicamente ativa (PEA), entre 2013 e 2014; enquanto no Sul variou de 83,4% para 85% - o maior percentual do país. No Norte, este percentual passou de 63,7% para 64,6%; no Nordeste de 61,1% para 62,8%; e na região Centro-Oeste de 76,4% para 76,9%.
No 1º trimestre de 2014, o nível da ocupação foi de 68,3% para homens e 46,2% para mulheres
Indústria A utilização da capacidade instalada na indústria brasileira ficou em 81,1% em abril, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice ficou no mesmo nível do registrado em março, que foi revisado para 81,1%. Em relação aos 83,1% verificados em abril de 2013, pela série dessazonalizada, a o índice teve queda em abril de 2014.
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A GAZETA
Otmar de Oliveira/Arquivo
População desocupada no 1º trimestre foi de 7 milhões de pessoas
VEÍCULO ZERO KM
Maio fecha com queda de 7,5% nas vendas CARLA ARAÚJO SÃO PAULO/AE
As vendas de autos e comerciais leves somaram 277,924 mil unidades em maio, informou nesta terçafeira (3), a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Isso representa queda 7,54% sobre as unidades emplacadas em igual mês do ano passado e um recuo de 0,65% sobre total de 279,744 mil veículos de abril. No acumulado do ano foram vendidas 1.332.017 unidades de autos e comerciais leves, queda de
5,19% sobre o acumulado de janeiro a maio de 2013, quando haviam sido comercializados 1.404.894 veículos. Em maio deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 15,459 mil, alta de 14,49% em relação às 13,502 mil unidades de abril e queda de 0,97% sobre maio de 2013. No acumulado de 2014, as vendas desses veículos atingiram 67,333 mil, queda de 10,77% sobre as 75,458 mil de igual período de 2013. Se forem somados motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas
e outros veículos emplacados, o total de veículos comercializado em maio de 2014 chegou a 440,088 mil unidades, alta de 1,26% sobre as 434,615 mil unidades de abril e queda de 5,74% sobre os 466,870 mil veículos de maio de 2013. No acumulado do ano até maio, os emplacamentos totais de veículos somaram 2.106.648 unidades, queda de 4,34% em relação às 2.202.187 unidades de igual período de 2013. A Fenabrave projeta queda de 3,60% para as vendas totais de veículos no
fechamento de 2014. A expectativa da entidade é que este ano sejam vendidas 5.092.747 unidades, contra as 5.282.943 vendidas em 2013. Para as vendas de autos e comerciais leves a projeção da entidade é de queda de 3,50% este ano, com 3.450.800 unidades ante as 3.575.935 unidades vendidas no ano passado. Já para o segmento de caminhões e ônibus a entidade projeta um crescimento de 1,63% nas vendas em 2014, com 194.436 unidades, contra as 191.319 vendidas durante o ano passado.
Chico Ferreira/Arquivo
Fenabrave projeta queda de 3,6% no encerramento deste ano
Clipping Freio nos veículos -7,54% 4348181 - ESTADO DE MINAS - ECONOMIA - BELO HORIZONTE - MG - 04/06/2014 - Pág 11 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=6gnxq+bRPvGE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4348181.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 543,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 76000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 543,00 Total: 0,0000
Clipping Indenização por planos econômicos deve chegar a R$ 10 bi, diz Febraban 4348860 - DCI - FINANÇAS - SÃO PAULO - SP - 05/06/2014 - Pág B2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=6f3jskR31NkwQfR/x2yddsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: AE Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4348860.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 521,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 45000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 521,00 Total: 0,0000
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DCI
Quinta-feira, 5 de junho de 2014
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Confiança de brasileiro em instituições é maior que a média mundial
Setor investe r$ 20 bilhões em tecnologia para conter custos
são paulo
A confiança dos consumidores brasileiros em seus bancos aumentou e é maior do que a média global, segundo pesquisa global da EY (antiga Ernst & Young) com 32.642 correntistas em 43 países. Do total de brasileiros entrevistados, 47% afirmam ter confiança total em seu prestador de serviços financeiros –a média global é de 44%. Ao mesmo tempo, aumentou a confiança no setor bancário no último ano para 38% dos brasileiros,enquanto nomundoessa porcentagem foi de 33%. Os correntistasdo Brasiltambém recomendam mais seus principais provedores financeiros para terceiros. Para 51%, é muito provável recomendar seu prestador de serviços bancários, enquanto nos demais países, essa propensão é de 40%. No Brasil, no entanto, a satisfação quanto à resolução de problemas é em geral mais baixa do que a do consumidor global e da América Latina. Dos consumidores brasileiros, 43% reportam problemas que precisam de solução. Além disso, apenas 18% estão “muito satisfeitos” e 43% estão “insatisfeitos” com a solução de seus problemas, o que posiciona o País como um dos piores nesse quesito em comparação com o resto do mundo. Nesse cenário, existem três principais aspectos que os bancos devem trabalhar para atender melhor seus clientes: tornar as transações bancárias mais simples eclaras, ajudaros clien-
tes a tomar decisões financeiras e, no surgimento de um problema, defender sempre o cliente, segundo destaca Rafael Dan Schur, sócio de serviços financeiros da EY. “Os clientes querem entender os produtos com mais facilidade, além de ter transparência em relação às taxas cobradas”, afirma. Schur destaca que a confiança dos clientes aumenta muito quando eles ficam satisfeitos com a maneira como o banco os ajudou a resolver seus problemas. Dentre os 31 benefícios avaliados pelos consumidores brasileiros, oque mais se destacaé a assessoria financeira: o interesse em receber assessoria foi maior no Brasil do que a média global, com 70% buscando acesso a especialistas. Os bancos, de acordo com o levantamento da EY, devem entender como os clientes se dividem com relaçãoas suas expectativas e seu estágio de vida. Na análise, os respondentes foram categorizados em oito segmentos,cadaum definidopordeterminado tipo de comportamento, expectativas, preferências e soluções a ser adotadas. De acordo com o estudo, os consumidores brasileiros valorizam muito a confiança e a conveniência para escolher e manter seu relacionamento comuma instituiçãofinanceira. Com isso, os bancos devem disponibilizar canais de atendimento e manter a segurança das informações dos clientes, sem perder a proximidade pessoal. da redação
Segundo presidente da Febraban, aportes em inovação crescem em média 9% ao ano desde 2009, e transações virtuais já são mais da metade do total são paulo
O presidente da Federação Brasileira de Bancos(Febraban), Murilo Portugal Filho, apresentou ontem dados sobre o crescimento de tecnologia bancária. De acordo com o presidente, em 2013, a taxa de bancarização alcançou 56% das pessoas economicamente ativas. O número de contas correntes ativas cresceu 6%, alcançando 103 milhões. Para cadernetasde poupança,onúmero foi para 125 milhões, alta de 12% comparado com 2012. Portugal comentou que os investimentos das instituições financeiras emtecnologia dainformação (TI) chegam a R$ 20 bilhões por ano, crescendo em média 9% ao ano desde 2009. “Não tem como fugir desse investimento, pois a tecnologia é a base das nossas transações”. O presidente disse durante a abertura do Congressoe ExposiçãodeTecnologia da Informação das Instituições Financeiras – Ciab Febraban, que atualmente a internet e o mobile banking (transações via celular) respondem por mais da metade das transações bancárias. De acordo com dados do Ciab Febraban,o Internet bankingemobile bankingcorrespon-
dem a 47% das transações, en- bancárias. Um dos produtos que quanto os canaisde atendimento da empresatêm faza detecçãode físicos como agências, caixas ele- fraude em cheques e de acordo trônicos e contact center são 37%. com o executivo, a redução dos Mesmo assim, os bancos con- custos dependerá de cada institinuam investindoem espaçosfí- tuição financeira. “Um de nossos sicos para regiões mais remotas. clientes consegue reduzir suas perdas em torno de R$ 4 O número para postos bilhões por trimestre, de atendimentos banenquantoa outrocliente cários, agências e posconsegue reduzir seu tos de atendimento eleprejuízo em R$ 7 bilhões trônicos em 2013 chemensais”. Jorge Luiz gou a 86 mil, alta de tambémexplica quenão 11,5% se comparado adianta trabalhar a fraucom 2009. O vice-presiMurilo Portugal de em uma única frente. dente de tecnologia do Aempresa tambémposBanco do Brasil, Geraldo Afonso Dezena da Silva, afirma sui sistemas antifraudes que traque mesmos que os bancos evo- balham de forma preventiva em luam tecnologicamente seus análise de documentos, utilizaprocessos internos e expandam dosnaabertura decontasoupara paraseus clientespormeio deca- avaliar os dados em uma concesnais digitais, eles sempre atuarão são de um crédito. nas frentes com o atendimento fíOutra frente que vem ganhansico. do destaque, principalmente paO presidente da Comissão Or- ra o evento da Copa são os caixas ganizadora do Ciab Febraban, eletrônicos. O presidente da FeGustavo de Souza Fosse, enfati- braban comentou que até o final zou que dentro da tecnologias do ano passado, 43% dos caixas voltadas para os bancos, hardwa- eletrônicos instalados apresentares ainda tem grande demanda, vam sensores biométricos. Para a mas que softwares tem grande questão das explosões desses audestaque com sistemasde fraude toatendimentos que vem cresou Big Data (grandes bancos de cendo, o presidente da Comissão dados que trabalham com análi- Organizadora do Ciab Febraban, ses sobre os consumidores para Gustavo Fosse explicouque alguagilizar processos tanto de pros- mas tecnologias como por exempecção, como na captação de plo queimar ou manchar as notas fraudes). quando ocorre a explosão são alO analista denegócios da Divi- gumas soluções que podem inisão deBancos da empresade tec- bir a atitude das quadrilhas. nologia Bull, Jorge Luiz Domingues Alonso comenta que os sis- Burocracia temas voltados para a captação Entre as burocracias que impede fraudes podem minimizar dem o avanço da tecnologia banmuito os custos das instituições cária está a Lei número 12. 682,
k INEVITÁVEL «Não tem como fugir desse tipo de investimento, já que a tecnologia é a base de qualquer tipo de transação bancária» MURILO PORTUGAL PRESIDENTE DA FEBRABAN
que fala sobre a digitalização dos documentos. A lei permite o processo de digitalização, mas pede que os documentos originais sejam preservados, o que para os bancos, atualmente não contribui em termos de volumes. Segundo Gustavo Fosse, o artigo 23 dessa lei fala sobre a legalidade dessa documentação e as instituições financeiras estão aguardando a regulamentação por parte do Banco Central para saber o padrão dessa documentação, a qualidade desse documento e o mínimo que pode ser digitalizado. “ Já há vários bancos preparadosparacomeçar operarassimse for regulamentado”. Fosse também disse que o que os bancos têm discutido com o Banco Central é a possibilidade de fazer um cadastro de conta corrente totalmente eletrônico, economizando papel e também o tempo do cliente em ter que ir até o banco pessoalmente. cristiane pappi Publicamos 6.960 reportagens sobre
BANCOS www.dci.com.br
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Indenização por planos econômicos deve chegar a r$ 10bi, diz Febraban Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, cerca de R$ 8 bilhões foram provisionados pelo setor são paulo // A Federação Brasileira de Bancos (Fe-
braban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planoseconômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), varia de cerca de R$ 8 bilhões a R$ 10 bilhões, disse ontem o presidente da entidade, Murilo Portugal. Na semana passada, oSupremoadiounovamente ojulgamento,queestá napauta desdenovembro de2013, destavez apedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990. Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculouque osbancos tiveramganhos deR$ 441bilhões com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. “Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega aoresultado líquido,dácercade metadedisso”, disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban.
Segundo o executivo, um montante de cerca de R$ 8 bilhões para eventuais perdas com o assunto foi provisionadopelosbancos.Para opresidentedaFebraban, há a possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência públicasobreo temaenãoháprevisão sobreemquanto tempo o julgamento deve ser concluído. Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB), mas“desacelerando”. Aprevisão deleé deque os estoques de financiamento no país evoluam de 13% a 14% neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, projeta alta de 1,5% do PIB em 2014. Segundoele, aqueda naatividadede algunssetoresdaeconomia,como vemacontecendoemveículos, não tem a menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de VeículosAutomotores (Fenabrave)informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5% nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento do spread – a diferença entre o que o banco paga para captar recursose oque cobrado tomador–está mais relacionado à piora na recuperação de dívidas atrasadas. ae
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Terminal do Bradesco faz depósito na hora são paulo
O Bradesco vai colocar à disposição de seus clientes um novo terminal de autoatendimento cuja principal vantagem é permitir que depósitos feitos em dinheiro sejam creditados de imediato na conta, sem a necessidade de colocar as cédulas em envelopes. Os depósitos feitos com envelopes são compensados no dia seguinte. A nova ATM tem ainda tecnologia capaz de reconhecer cédulas e identificar notas verdadeiras e falsas.O serviço épioneiro entre os grandes bancos brasileiros. O novo terminal do Bradesco foi apresentado com exclusivida-
de no CIAB da Febraban e estará disponível também no Bradesco Next, espaço conceito onde o Banco apresenta as suas novidades em soluções bancárias, localizado no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. “Clientes e não clientes serão beneficiadoscom a transação, pois não será mais necessário ir até o caixa da Agência para fazerum depósitopara queo valor seja creditado no mesmo dia”, diz Luca Cavalcanti, diretor de Canais Digitaisdo Bradesco. O novoATM foitrazidoao Brasilpela empresa NCR, maior fabricante mundial de máquinas de autoatendimento.
Outra novidade desse novo terminal, segundo Cavalcanti, é a tecnologia touch screen nas telas. Além disso, o executivo ressalta que o charme dessa nova tecnologia é o sistema mobile, que permite a compensação automática do depósito na conta do cliente. O Bradesco Next tem como diferencial uma tecnologia que permite, quando o usuário acessa a página do banco por um computador de mesa, utilizar o browser do celular como ferramenta de navegação, sincronizando as duas plataformas para uma experiência inovadora. Também é possível saber mais sobre o Bradesco Next através de um aplicativo exclusivo, disponíveis para celulares e tablets com as tecnologias IOS e Android. da redação
Clipping Desolação industrial 4349391 - O GLOBO - ECONOMIA - RIO DE JANEIRO - RJ - 05/06/2014 - Pág 24 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=rgNuGpRhg4P5CoOooNWDAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Míriam Leitão Cidade: RIO DE JANEIRO Estado: RJ País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4349391.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1273,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1273,00 Total: 0,0000
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Edition: 1
Page: PAGINA_Z User: Asimon
l O GLOBO
Time: 06-04-2014 21:32 Color: C K Y M
l Economia l
Quinta-feira 5.6.2014
Alta do IPI sobre carros será gradual para estimular vendas
Cronograma do governo previa avanço da alíquota de 3% para 7% em julho miriamleitao@oglobo.com.br
MÍRIAM LEITÃO |
geralda@bsb.oglobo.com.br MARTHA BECK
marthavb@bsb.oglobo.com.br
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Desolação industrial Consumo fraco, estoques elevados, forte desconfiança em relação ao futuro, por uma série de incertezas sobre os preços de energia e combustíveis. A indústria tem razões de sobra para pisar no freio da produção. Até o real mais fraco, que ajudaria nas exportações e conteria as importações, parou de cair porque o governo teme os seus efeitos sobre a inflação elevada.
A
desolação do setor industrial ficou mais evidente com a queda de 0,3% em abril, que vem depois de uma retração de 0,5% em março. Em fevereiro, foi uma alta pequena, de 0,2%. O único mês bom do ano foi janeiro. Pela queda das vendas de veículos em maio, anunciada pela Fenabrave esta semana, de 5,74%, já há quem aposte em nova retração industrial no mês, que seria a terceira consecutiva. “Para maio, a redução acentuada da confiança do empresário industrial e os altos estoques apontam para nova queda (da indústria)”, escreveu o analista Rodrigo Miyamoto, do Itaú Unibanco. Os números industriais estão conseguindo o que parecia difícil: piorar. Não apenas pela queda de 0,3%, mas porque o detalhamento do que foi divulgado pelo IBGE mostra outros pontos mais preocupantes. A produção, em abril, foi 2,8% menor do que a de setembro de 2008, mês da quebra do Lehman Brothers. Seis anos depois do início da crise internacional, a política industrial não conseguiu sequer recuperar o que foi perdido, apesar dos bilhões gastos para incentivá-la. No acumulado do ano, a indústria encolheu 1,2%. Os bens de capital colheram os piores números. Caíram 4,8%, puxados pela redução da produção de caminhões. Os dados confirmam a análise de que a alta das estatísticas de investimento do início do ano passado foi um caso isolado e provocado pela produção de caminhões. Com a mudança da tecnologia de motores para usar o diesel mais limpo, as vendas de caminhões pararam U por um tempo e foram Os pontos-chave retomadas fortemente no começo do ano passado. Como esse item está em investimento, a Indústria tem razões e taxa deu um salto. O incertezas de sobra para governo comemorou colocar o pé no freio da falando em retomada produção do crescimento, mas vários analistas alertaram que era pontual e Estoques altos, consumo restrito a esse produto. menor e vários preços Se houve alta de 7,3% represados deixam o futuro na produção de equiincerto para o setor pamento para transporte de janeiro a abril de 2013, agora, há queda de 10,3%, segundo Produção ainda está mais os dados do IBGE. fraca do que em setembro O Departamento de de 2008. Política industrial Estudos Econômicos não reverteu o quadro do Bradesco chamou atenção para o resultado negativo dos insumos da construção civil. Esse fato e a queda dos bens de capital podem levar a novo encolhimento dos investimentos no PIB do segundo trimestre, entre 1% e 2%. Se isso acontecer, será a quarta queda seguida. Enquanto isso, o Ministério da Fazenda continua andando em círculos. Depois de elevar o IOF em captações externas, para conter a entrada de dólares no país, e defender a desvalorização do real como salvação da indústria, o ministro Guido Mantega, ontem, suspendeu a medida. Agora só haverá imposto nas captações de curto prazo. É uma forma de atrair mais capital estrangeiro, mesmo numa época em que o real está caindo. O empresário exportador que investiu pensando no ganho cambial está sendo pego no contrapé. Sobre o aumento do IPI, também há sinais de reviravolta. O imposto que tinha alíquota de 7% para a venda de veículos caiu para 3% e seria integralmente reposto a partir de julho. Com a fraqueza das vendas, Mantega fala “avaliar a situação” para definir o aumento. O governo continua improvisando na política industrial e usando os mesmos remédios: incentivos localizados e redução temporária de impostos para alguns produtos. Até agora não deu certo, como mostraram os números que o IBGE divulgou ontem. A indústria continua desanimada. l
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REUTERS/PAULO WHITAKER
GERALDA DOCA
-BRASÍLIA - A recomposição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), prevista para o mês de julho, será gradual e seletiva. A alíquota sobre carros populares, que está em 3% atualmente, não subirá para 7% no próximo mês, conforme estava programado. O governo deve calibrar os percentuais de aumento do imposto, de modo que os preços dos automóveis subam menos, variando de acordo com a categoria, para estimular vendas. Carros com motores entre 1.0 e 2.0 flex (bicombustível), além dos automóveis movidos apenas a gasolina, e veículos utilitários, que também estão com as alíquotas reduzidas, devem ser beneficiados pela recomposição gradual do imposto. Segundo fontes, ainda não há uma decisão final sobre o nível do aumento do IPI dos carros, e ela só será anunciada no fim do mês. Mas a equipe econômica está convicta de que não há ambiente para a volta do imposto cheio diante da crise nas montadoras.
'VAMOS CONVERSAR’, DIZ MANTEGA O próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu ontem que o governo poderá estender a mão ao setor automotivo e não recompor totalmente as alíquotas do IPI sobre veículos, a partir de julho. Ele afirmou que o governo está conversando com as montadoras para avaliar a forma como será feita a recomposição. — Está previsto um aumento do IPI a partir de julho. Não sei ainda se vamos praticá-lo. Vamos avaliar a situação para ver se podemos prosseguir com a elevação a partir de julho. Existe a possibilidade de aumentar o IPI. Vamos conversar. Terá aumento. Poderá ser pequeno ou não — disse Mantega. O ministro evitou falar de
Pátio cheio. Montadoras deram férias coletivas a trabalhadores. Governo estuda outros benefícios para o setor
| Opinião |
SUICÍDIO CENTRAIS SINDICAIS relançam a campanha pela diminuição da jornada de trabalho, sem corte de salário, na contramão das necessidades da economia brasileira. BEM ALERTOU a Confede-
outros benefícios que o governo vinha estudando para ajudar as montadoras, que se queixam de problemas na concessão de crédito para a compra de veículos no país: — O que a gente estava vendo era facilitar o crédito porque no mercado automobilístico caiu. Em função disso, a gente estava estudando melhorar o crédito. Mas não é certo. O setor tem que andar com as próprias pernas. Nos bastidores, entretanto, as férias coletivas no setor au-
ração Nacional da Indústria que a medida degradará ainda mais um ponto fraco do país: a produtividade em relação ao mundo. SERIA UM clássico tiro no pé.
tomotivo preocupam o governo. A recomposição gradual do IPI tem como objetivo evitar demissões e estimular as vendas. Em outra frente, o Banco Central (BC) deverá aprovar a liberação direcionada de compulsórios (recursos que os bancos são obrigados a depositar na instituição) para um fundo que vai comprar carteiras de veículos dos bancos das montadoras. Também deverá ser aprovada a redução da exigência de capital por parte das instituições financeiras, à me-
dida que o cliente for pagando as prestações. O governo trabalhava também com a ideia de criar um fundo garantidor de crédito para cobrir a inadimplência e incentivar os bancos a reabrirem as linhas de crédito, em condições mais facilitadas (entrada menor e maior prazo de pagamento). Mas, como as instituições teriam que aportar recursos nesse fundo e, assim, abrir mão de parte do lucro, a proposta não avançou. Em janeiro deste ano, a equipe econômica manteve o cronograma de aumento do IPI de veículos que já estava previsto desde o ano passado. A medida desagradou às montadoras, mas foi adotada porque o governo precisava de recursos para garantir o superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública). As alíquotas instituídas em janeiro vão vigorar até o final de junho. l NA WEB
http://glo.bo/1pGy6HQ
Venda de veículos cai 7,2% e deve fechar ano com recuo de 3,2%
Soja desbanca minério nas exportações Segundo CNA, o grão somou 13,9% dos embarques de janeiro a maio HENRIQUE GOMES BATISTA henrique.batista@oglobo.com.br
A soja em grão passou a ser o principal produto brasileiro vendido no exterior, superando o minério de ferro no acumulado dos cinco primeiros meses do ano. Segundo levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, o grão representou 13,9% das exportações brasileiras, ou US$12,52 bilhões no acumulado de janeiro a maio, enquanto as vendas de
minério de fero a outros países somaram US$ 11,71 bilhões, ou 13% dos embarques. — Tudo indica que as vendas do complexo soja, que inclui a venda em grão, em farelo e em óleo, superem as vendas do minério de ferro no ano. Em 2013, isso quase ocorreu: o complexo soja foi 12,8% das exportações, ou US$ 30,96 bilhões, enquanto que o minério de ferro chegou a 13,4% ou US$ 32,49 bilhões — afirmou Leonardo Machado, superintendente técnico da CNA. A CNA lembra que as exportações de todo o complexo soja chegaram a US$ 15,53 bilhões, ou 17,1% do total. Dois fatores explicam esta mudança: o preço internacional da soja caiu menos que o preço do minério de ferro, e o Brasil continua a
aumentar sua produção e exportação do grão. — Na safra 2001/2012, o Brasil exportou 32 milhões de toneladas. Mas, para esta safra, esperamos vendas de 45,3 milhões de toneladas — explicou Tatiana Palermo, superintendente de Relações Internacionais da CNA. O aumento do peso da soja na pauta exportadora eleva as preocupações da CNA. A entidade tem questionado a política agrícola dos Estados Unidos e da União Europeia, que podem prejudicar a produção nacional. José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), afirma que o complexo soja deve ultrapassar o minério de ferro em valor de vendas neste ano. Sua expectativa ini-
cial era que o complexo soja exportasse o equivalente a US$ 28,99 bilhões neste ano, valor praticamente idêntico ao das previsões para o minério de ferro: US$ 29 bilhões. — O minério de ferro está sofrendo com o excesso de produção na Austrália, que fez os preços internacionais, que eram de US$ 126 a tonelada, caírem. Com sorte, os preços vão fechar 2014 a US$ 90 a tonelada. Já o preço da soja era de US$ 535 a tonelada em 2013 e deve ficar em US$ 505 a tonelada este ano. Mas este valor ainda é superior aos US$ 495 de 2011. Ele diz que a tendência para os próximos anos é de preços baixos no minério e mais estáveis na soja, cuja produção deve aumentar. l
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Clipping A incerteza retomada do IPI 4349584 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 05/06/2014 - Pág 13 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=UFlsiSJqSwxDU5BWfrCRk8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agências Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4349584.pdf
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Clipping Mais crédito, mas em ritmo menor. 4349606 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 05/06/2014 - Pág 15 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=tXH/WKEpAZB77oOtwwV7WsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4349606.pdf
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Clipping Golf perde vice-liderança entre hatches médios 4350109 - TIMBONET - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQCd2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.clikado.com.br/timbo/?p=49934 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350109.pdf
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Golf perde vice-liderança entre hatches médios Maikon Ferretti
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Vice-líder entre os hatches até abril último, o Volkswagen caiu, em maio, para o terceiro lugar no ranking de mais vendidos do segmento. De acordo com relatório divulgado nesta semana pela associação de revendedores Fenabrave, o modelo emplacou 1.394 unidades no mês passado. São 110 unidades a menos que em abril. A pedra no sapato do Volks é o Chevrolet Cruze. O hatch da GM vendeu 1.724 unidades e subiu para a segunda posição da lista no acumulado do ano. Entre janeiro e maio, o Cruze emplacou 8.095 unidades contra 7.933 unidades do VW. Parte do bom resultado é fruto da ofensiva que a Chevrolet tem feito nas lojas, negociando o modelo com descontos gordos, o que torna sua compra mais atrativa frente à concorrência. O Focus, tradicional líder da categoria, se mantém no topo, mas com pouca folga. Em maio, o hatch emplacou 1.666 unidades, menos que o rival Cruze. É uma distância apertada na comparação com as vendas do Chevrolet. No acumulado, o Ford leva vantagem de 1.344 unidades sobre o modelo da GM. Neste mês, o Focus está sendo negociado com taxa zero de juros para o financiamento. Vale lembrar que, ainda que tivesse continuado como vice-líder, a posição de coadjuvante do Golf não é nada confortável para a VW. A montadora não abre sua expectativa de vendas em números (motivo de estratégia, alega ela), mas nunca escondeu que a sétima geração veio para tomar a liderança da categoria. A situação pode se inverter ano que vem, é claro, quando o veículo passará a ser feito na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. A nacionalização deve garantir maior volume de carros disponíveis para venda e preços menores. O top 5 entre os hatches médios fecha com o Peugeot 308 na quarta posição, com 551 unidades vendidas, e o Hyundai i30 no quinto lugar, com 427 unidades emplacadas em maio.
Clipping Desolação industrial 4350110 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQBqJoxYLFL7nMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/cadernos/economia/2014/06/05/ interna_economia,90154/miriam-leitao.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Miriam Leitão Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350110.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 25,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 1200000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 25,00 Total: 0,0000
Miriam Leitão Miriam Leitão miriamleitao@oglobo.com.br Publicação: 05/06/2014 03:00 Desolação industrial
Consumo fraco, estoques elevados, forte desconfiança em relação ao futuro, por uma série de incertezas sobre os preços de energia e combustíveis. A indústria tem razões de sobra para pisar no freio da produção. Até o real mais fraco, que ajudaria nas exportações e conteria as importações, parou de cair porque o governo teme os seus efeitos sobre a inflação elevada. A desolação do setor industrial ficou mais evidente com a queda de 0,3% em abril, que vem depois de uma retração de 0,5% em março. Em fevereiro, foi uma alta pequena, de 0,2%. O único mês bom do ano foi janeiro. Pela queda das vendas de veículos em maio, anunciada pela Fenabrave esta semana, de 5,74%, já há quem aposte em nova retração industrial no mês, que seria a terceira consecutiva. “Para maio, a redução acentuada da confiança do empresário industrial e os altos estoques apontam para nova queda (da indústria)”, escreveu o analista Rodrigo Miyamoto, do Itaú Unibanco. Os números industriais estão conseguindo o que parecia difícil: piorar. Não apenas pela queda de 0,3%, mas porque o detalhamento do que foi divulgado pelo IBGE mostra outros pontos mais preocupantes. A produção, em abril, foi 2,8% menor do que a de setembro de 2008, mês da quebra do Lehman Brothers. Seis anos depois do início da crise internacional, a política industrial não conseguiu sequer recuperar o que foi perdido, apesar dos bilhões gastos para incentivá-la. No acumulado do ano, a indústria encolheu 1,2%. Os bens de capital colheram os piores números. Caíram 4,8%, puxados pela redução da produção de caminhões. Os dados confirmam a análise de que a alta das estatísticas de investimento do início do ano passado foi um caso isolado e provocado pela produção de caminhões. Com a mudança da tecnologia de motores para usar o diesel mais limpo, as vendas de caminhões pararam por um tempo e foram retomadas fortemente no começo do ano passado. Como esse item está em investimento, a taxa deu um salto. O governo comemorou falando em retomada do crescimento, mas vários analistas alertaram que era pontual e restrito a esse produto. Se houve alta de 7,3% na produção de equipamento para transporte de janeiro a abril de 2013, agora, há queda de 10,3%, segundo os dados do IBGE. O Departamento de Estudos Econômicos do Bradesco chamou atenção para o resultado negativo dos insumos da construção civil. Esse fato e a queda dos bens de capital podem levar a novo encolhimento dos investimentos no PIB do segundo trimestre, entre 1% e 2%. Se isso acontecer, será a quarta queda seguida. Enquanto isso, o Ministério da Fazenda continua andando em círculos. Depois de elevar o IOF em captações externas, para conter a entrada de dólares no país, e defender a desvalorização do real como salvação da indústria, o ministro Guido Mantega, ontem, suspendeu a medida. Agora só haverá imposto nas captações de curto prazo. É uma forma de atrair mais capital estrangeiro, mesmo numa época em que o real está caindo. O empresário exportador que investiu pensando no ganho cambial está sendo pego no contrapé. Sobre o aumento do IPI, também há sinais de reviravolta. O imposto que tinha alíquota de 7% para a
venda de veículos caiu para 3% e seria integralmente reposto a partir de julho. Com a fraqueza das vendas, Mantega fala “avaliar a situação” para definir o aumento. O governo continua improvisando na política industrial e usando os mesmos remédios: incentivos localizados e redução temporária de impostos para alguns produtos. Até agora não deu certo, como mostraram os números que o IBGE divulgou ontem. A indústria continua desanimada.
Clipping Sem Mille, Fiat Uno está em queda na lista dos carros mais vendidos 4350111 - G1 - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQC9iExaCi+0d8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://g1.globo.com/carros/noticia/2014/06/sem-mille-fiat-uno-esta-em-queda-na-lista-doscarros-mais-vendidos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Do G1, em São Paulo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350111.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 28,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 28800000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 28,00 Total: 0,0000
Sem Mille, Fiat Uno está em queda na lista dos carros mais vendidos De 2º colocado no mês de janeiro, hatch foi o 10º no ranking de maio. Volkswagen Gol levou 'susto' em março, mas recuperou topo em seguida.
Do G1, em São Paulo
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Valendo desde o começo do ano, a obrigatoriedade de airbag e freios ABS para modelos zero quilômetro está mexendo com o ranking dos carros mais vendidos no Brasil, que inclui automóveis e os chamados comerciais leves - picapes, furgões e SUVs. Com a lei, modelos "populares", como os hatches VolkswagenGol G4 (geração antiga) e o Fiat Mille (primeira geração do Uno) ficariam mais caros para receber esses equipamentos, e as montadoras Edição especial mais recente do Uno se inspira optaram por tirá-los do mercado. Mas os na Copa do Mundo (Foto: Divulgação) emplacamentos desses carros eram somadas às dos novos Gol e Uno, engordando a conta deles e contribuindo para ficarem, nos últimos anos, em primeiro e segundo lugar no ranking de vendas, respectivamente. Com a aposentadoria de G4 e Mille, ficou mais difícil eles manterem essas posições. A "vida" do Uno é a mais complicada: em janeiro, ele ocupou a posição em que fechou 2013, a vice-liderança de vendas; dali para frente, só caiu e, no balanço de maio, foi o décimo. 57% a menos em 1 ano Em um ano (comparando maio de 2013 com maio de 2014), os emplacamentos doUnocaíram 57%, segundo números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Aposentadoria do Mille pesa na conta dos emplacamentos do Uno (Foto: Divulgação)
No mês passado foram vendidas 7.871 unidades. Um ano antes, quando Novo Uno M e ille ainda estavam à venda, foram 18.352. É válido observar que os emplacamentos de carros (automóveis e comerciais leves) caíram de forma geral em 1 ano, mas o recuo foi de 7,54%. No acumulado de 2014, também considerando
automóveis e comerciais leves, o Uno aparece em sexto lugar em vendas, com 53.468 unidades emplacadas entre janeiro e maio, 33% a menos do que no mesmo período de 2013, quando 80.180 foram comercializadas. No geral, a venda de carros diminuiu 5,19%, comparando-se os cinco primeiros meses deste ano com os do anterior. Gol leva susto, mas ainda se segura O Gol também registra queda no número de emplacamentos, mas ainda se segura na liderança. Em março passado, "levou" um susto, ao perder o primeiro lugar num ranking mensal pela primeira vez em dois anos.
Gol mantém liderança, mas volume de vendas baixou (Foto: Divulgação/Ricardo Hirae)
Terminou aquele mês em terceiro, atrás do hatch Fiat Palio e da picape FiatStrada, modelos mais caros. Voltou a ser o primeiro nas vendas em abril e repetiu a colocação em maio.
No entanto, as comparações com o volume de 2013 são ruins para o Gol. Em maio deste ano, foram vendidas 15.188 unidades, um recuo de 23,8% sobre o mesmo mês em 2013, quando 19.955 Gol foram licenciados. No acumulado de 2014, o Gol tem 80.440 unidades emplacadas, bem mais do que as 68.485 do Palio, o atual vice-líder. Mas o volume é 18,6% inferior que o do mesmo período de 2013, quando o hatch da Volkswagen somou 98.813 unidades vendidas. Quem ganha espaço À primeira vista, o top 10 de maio de 2014 é não é muito diferente daquele de 1 ano atrás. Quase todos os personagens se repetem. A novidade está nas colocações (veja ao fim da reportagem) . O Gol liderou tanto em maio de 2013 quanto em 2014. O Uno, de vice-líder, despencou para 10º colocado. O Palio ganhou uma posição, subindo de terceiro para segundo. Sua "prima" Strada, subiu duas, do quinto para o terceiro lugar. Chevolet Onix na edição especial Lollapalooza, do ano passado (Foto: Divulgação)
O ChevroletOnix, um dos modelos que mais cresceram em vendas no último ano, saltou da oitava posição, em maio de 2013, para a quarta no mês passado. O Ford Fiesta Hatch caiu uma, de quarto para quinto, mas agora conta com os emplacamentos do New Fiesta brasileiro, além doFiesta Rocam, que deverá se despedir com o lançamento do Novo Ka.
Outro que ganhou fôlego nesse recorte do mês de maio foi o Renault Sandero, prestes a ter a nova geração lançada no Brasil. A antiga, que nem chegou ao top 10 naquele mês, em 2013, ocupa a sexta posição no ranking de maio deste ano, amparada por promoções de fim de vida. Subiram também o FiatSiena (contando emplacamentos do EL, versão de entrada, e do Grand Siena) e Hyundai HB20. O VolkswagenFox (incluindo o "aventureiro"CrossFox) perdeu posições. Comparando os números de vendas dos 5 primeiros meses deste ano com os de 2013, o top 10 mais atual reflete basicamente as mudanças, mostrando a queda do Uno, a arrancada de Strada, Onix e do Fiesta, mas aponta perda de posições do HB20, de quarto para oitavo colocado. MAIS VENDIDOS EM MAIO DE 2014:
Clipping Indenização por planos econômicos deve chegar a R$ 10 bi, diz Febraban 4350112 - DCI ONLINE - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQB1WPrvhcA3f8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.dci.com.br/financas/indenizacao-por-planos-economicos-deve-chegar-a-r$-10-bi,diz-febraban-id399569.html#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: AE Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350112.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 602523,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
Finanças 05/06/2014 - 00h00
Indenização por planos econômicos deve chegar a R$ 10 bi, diz Febraban SÃO PAULO - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atu... AE SÃO PAULO - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), varia de cerca de R$ 8 bilhões a R$ 10 bilhões, disse ontem o presidente da entidade, Murilo Portugal. Na semana passada, o Supremo adiou novamente o julgamento, que está na pauta desde novembro de 2013, desta vez a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990. Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculou que os bancos tiveram ganhos de R$ 441 bilhões com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o executivo, um montante de cerca de R$ 8 bilhões para eventuais perdas com o assunto foi provisionado pelos bancos. Para o presidente da Febraban, há a possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão sobre em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB), mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13% a 14% neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, projeta alta de 1,5% do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem a menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5% nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento do spread - a diferença entre o que o banco paga para captar recursos e o que cobra do tomador - está mais relacionado à piora na recuperação de dívidas atrasadas.
Clipping Gol lidera em 8 Estados; Sandero e Voyage se destacam no Sudeste 4350113 - TRIBUNA DO NORTE - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQA/LTaVk/dxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://blog.tribunadonorte.com.br/autosemotores/2014/06/05/gol-lidera-em-8-estadossandero-e-voyage-se-destacam-no-sudeste/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350113.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 35,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 35,00 Total: 0,0000
Gol lidera em 8 Estados; Sandero e Voyage se destacam no Sudeste
O Renault Sandero foi a grata surpresa do mercado nacional em maio. FOTO: divulgação Líder geral de comercialização em maio após acirrada disputa contra seu principal rival, o Fiat Palio, oVolkswagen Gol também foi o preferido na maioria dos Estados brasileiros. É o que aponta a análise que o Carplace fez, baseado em dados fornecidos pela FENABRAVE. Mais vendido em oito Estados, dos quais um no Centro-Oeste (Goiás), três no Nordeste (Alagoas, Pernambuco e Sergipe), dois no Norte (Pará e Roraima) e dois no Sul (Paraná e Santa Catarina), oGol passou em branco no Sudeste. Vice-líder no mês passado, o Fiat Palio repetiu a mesma posição ao ser o mais comercializado em três Estados, todos no Nordeste (Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte) e no Distrito Federal. Campeã de vendas entre os comerciais leves, a Fiat Strada também assegurou a ponta em quatro Estados (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Tocantins) e figurou entre os cinco preferidos em outros treze, dos quais em oito esteve no pódio. Maio foi positivo para o Classic, que garantiu o posto de mais vendido na Paraíba e mais seis Estados, cinco deles no Nordeste (Alagoas, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Acre).
O Onix liderou a disputa em São Paulo. O Ford Fiesta foi o preferido no Rio Grande do Sul pelo segundo mês consecutivo. No Sudeste, que concentra a maioria das vendas de veículos novos, destaque para a liderança do Renault Sandero em Minas Gerais, frutode vendas para pessoas jurídicas, bem assim para aprimeira posição do VW Voyage no Rio de Janeiro. Fiat Siena (Amazonas), Mitsubishi L200 (Amapá) e VW Saveiro (Acre), também sentiram a gosto da liderança. Confira agora os cinco primeiros colocados em cada Estado no mês passado (maio) CENTRO-OESTE Distrito Federal 1. Fiat Palio 622 2. Fiat Siena 604 3. VW Gol 421 4. Hyundai HB20 318 5. Ford Fiesta 30 Goiás 1. VW Gol 622 2. Fiat Strada 551 3. Fiat Palio 420 4. Fiat Siena 400 5. Chevrolet S10 374 Mato Grosso 1. Fiat Strada 516 2. Fiat Palio 332 3. Chevrolet S10 283 4. VW Gol 272 5. Toyota Hilux 223 Mato Grosso do Sul 1. Fiat Strada 294 2. Fiat Palio 259 3. VW Gol 239 4. Hyundai HB20 185 5. Chevrolet S10 177 NORDESTE Alagoas
1. VW Gol 198 2. Fiat Palio 179 3. Fiat Strada 136 4. Chevrolet Classic 132 5. Ford Fiesta 123 Bahia 1. Fiat Strada 934 2. Fiat Palio 819 3. VW Gol 673 4. Fiat Siena 496 5. Ford Fiesta 477 Ceará 1. Fiat Palio 605 2. Fiat Siena 420 3. Fiat Strada 394 4. VW Gol 382 5. Chevrolet Classic 348 Paraíba 1. Chevrolet Classic 297 2. Fiat Palio 230 3. VW Gol 210 4. Chevrolet Onix 198 5. Fiat Strada 197 Pernambuco 1. VW Gol 637 2. Fiat Strada 475 3. Fiat Palio 471 4. Fiat Siena 420 5. Chevrolet Classic 414 Piauí 1. Fiat Palio 222 2. VW Gol 214 3. Chevrolet Classic 184 4. Fiat Strada 173 5. Fiat Siena 169 Rio Grande do Norte
1. Fiat Palio 216 2. Fiat Strada 160 3. VW Gol 150 4. Chevrolet Classic 140 5. Fiat Siena 132 Sergipe 1. VW Gol 206 2. Fiat Palio 107 3. Fiat Strada 103 4. Ford Fiesta 102 5. Chevrolet Onix 94 NORTE Acre 1. VW Saveiro 52 2. Fiat Siena 46 3. Hyundai HB20 41 4. Chevrolet Classic 40 5. Fiat Palio 39 Amapรก 1. Mitsubishi L200 60 2. VW Saveiro 51 3. Ford Fiesta 47 4. Fiat Palio 44 5. Chevrolet Prisma 43 Amazonas 1. Fiat Siena 168 2. VW Gol 160 3. Chevrolet Prisma 139 4. Fiat Strada 136 5. Fiat Palio 131 Parรก 1. VW Gol 282 2. Fiat Palio 261 3. Chevrolet Onix 218 4. Fiat Strada 217 5. Toyota Hilux 209
Roraima 1. VW Gol 33 2. Fiat Strada 29 3. Fiat Siena 23 4. Mitsubishi L200 23 5. VW Voyage 23 Tocantins 1. Fiat Strada 126 2. Chevrolet Onix 88 3. VW Gol 83 4. Toyota Hilux 75 5. Fiat Palio 73 SUDESTE Minas Gerais 1. Renault Sandero 3.062 2. VW Gol 2.784 3. Fiat Palio 2.690 4. Fiat Strada 2.236 5. Fiat Uno 2.155 Rio de Janeiro 1. VW Voyage 1.204 2. Fiat Siena 1.101 3. Renault Sandero 991 4. Fiat Palio 818 5. VW Gol 788 Sรฃo Paulo 1. Chevrolet Onix 4.317 2. Ford Fiesta 3.366 3. Hyundai HB20 3.336 4. Fiat Palio 3.114 5. VW Gol 2.647 SUL Paranรก 1. VW Gol 1.823 2. VW Voyage 1.478 3. Fiat Strada 1.033
4. Renault Sandero 979 5. Renault Logan 970 Rio Grande do Sul 1. Ford Fiesta 1.024 2. VW Saveiro 932 3. VW Gol 886 4. Fiat Palio 874 5. Chevrolet Onix 850 Santa Catarina 1. VW Gol 740 2. VW Saveiro 694 3. Fiat Palio 680 4. Ford Fiesta 666 5. Hyundai HB20 617 Observação: Não foram disponibilizados pela Fenabrave os dados dos Estados do Maranhão, de Rondônia e do Espírito Santo. Fonte: Fenabrave
Clipping Sem Mille, Fiat Uno está em queda na lista dos carros mais vendidos 4350114 - CBN FOZ - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQB6oYpLWUHQRsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cbnfoz.com.br/editorial/economia/05062014-150288-sem-mille-fiat-uno-esta-emqueda-na-lista-dos-carros-mais-vendidos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350114.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 35,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 16686,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 35,00 Total: 0,0000
Sem Mille, Fiat Uno está em queda na lista dos carros mais vendidos Por G1 | Para: CBN Foz
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Valendo desde o começo do ano, a obrigatoriedade de airbag e freios ABS para modelos zero quilômetro está mexendo com o ranking dos carros mais vendidos no Brasil, que inclui automóveis e os chamados comerciais leves picapes, furgões e SUVs.
Edição especial mais recente do Uno se inspira na Copa do Mundo (Foto: Divulgação)
Com a lei, modelos "populares", como os hatches Volkswagen Gol G4 (geração antiga) e o Fiat Mille (primeira geração do Uno) ficariam mais caros para receber esses equipamentos, e as montadoras optaram por tirá-los do mercado. Mas os emplacamentos desses carros eram somadas às dos novos Gol e Uno, engordando a conta deles e contribuindo para ficarem, nos últimos anos, em primeiro e segundo lugar no ranking de vendas, respectivamente.
Com a aposentadoria de G4 e Mille, ficou mais difícil eles manterem essas posições. A "vida" do Uno é a mais complicada: em janeiro, ele ocupou a posição em que fechou 2013, a vice-liderança de vendas; dali para frente, só caiu e, no balanço de maio, foi o décimo. 57% a menos em 1 ano Em um ano (comparando maio de 2013 com maio de 2014), os emplacamentos do Uno caíram 57%, segundo números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No mês passado foram vendidas 7.871 unidades. Um ano antes, quando Novo Uno e Mille ainda estavam à venda, foram 18.352. É válido observar que os emplacamentos de carros (automóveis e comerciais leves) caíram de forma geral em 1 ano, mas o recuo foi de 7,54%. Aposentadoria do Mille pesa na conta dos emplacamentos do Uno (Foto: Divulgação)
No acumulado de 2014, também considerando automóveis e comerciais leves, o Uno aparece em sexto lugar em vendas, com 53.468 unidades emplacadas entre janeiro e maio, 33% a menos do
que no mesmo período de 2013, quando 80.180 foram comercializadas. No geral, a venda de carros diminuiu 5,19%, comparando-se os cinco primeiros meses deste ano com os do anterior. Gol leva susto, mas ainda se segura O Gol também registra queda no número de emplacamentos, mas ainda se segura na liderança. Em março passado, "levou" um susto, ao perder o primeiro lugar num ranking mensal pela primeira vez em dois anos. Terminou aquele mês em terceiro, atrás do hatch Fiat Palio e da picape Fiat Strada, modelos mais caros. Voltou a ser o primeiro nas vendas em abril e repetiu a colocação em maio. Gol mantém liderança, mas volume de vendas baixou (Foto: Divulgação/Ricardo Hirae)
No entanto, as comparações com o volume de 2013 são ruins para o Gol. Em maio deste ano, foram vendidas 15.188 unidades, um recuo de 23,8% sobre o mesmo mês em 2013, quando
19.955 Gol foram licenciados. No acumulado de 2014, o Gol tem 80.440 unidades emplacadas, bem mais do que as 68.485 do Palio, o atual vice-líder. Mas o volume é 18,6% inferior que o do mesmo período de 2013, quando o hatch da Volkswagen somou 98.813 unidades vendidas. Quem ganha espaço À primeira vista, o top 10 de maio de 2014 é não é muito diferente daquele de 1 ano atrás. Quase todos os personagens se repetem. A novidade está nas colocações (veja ao fim da reportagem). O Gol liderou tanto em maio de 2013 quanto em 2014. O Uno, de vice-líder, despencou para 10º colocado. O Palio ganhou uma posição, subindo de terceiro para segundo. Sua "prima" Strada, subiu duas, do quinto para o terceiro lugar. O Chevrolet Onix, um dos modelos que mais cresceram em vendas no último ano, saltou da oitava posição, em maio de 2013, para a quarta no mês passado. O Ford Fiesta Hatch caiu uma, de quarto para quinto, mas agora conta com os emplacamentos do New Fiesta brasileiro, além do Fiesta Rocam, que deverá se despedir com o lançamento do Novo Ka. Chevolet Onix na edição especial Lollapalooza, do ano passado (Foto: Divulgação)
Outro que ganhou fôlego nesse recorte do mês de maio foi o Renault Sandero, prestes a ter a nova geração lançada no Brasil. A antiga, que nem chegou ao top 10 naquele mês, em 2013, ocupa a sexta posição no ranking de maio deste ano, amparada por promoções de fim de vida.
Subiram também o Fiat Siena (contando emplacamentos do EL, versão de entrada, e do Grand Siena) e Hyundai HB20. O Volkswagen Fox (incluindo o "aventureiro" CrossFox) perdeu posições. Comparando os números de vendas dos 5 primeiros meses deste ano com os de 2013, o top 10 mais atual reflete basicamente as mudanças, mostrando a queda do Uno, a arrancada de Strada, Onix e do Fiesta, mas aponta perda de posições do HB20, de quarto para oitavo colocado. MAIS VENDID
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos 4350115 - AMÉRICA ECONOMIA - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQAoYNz39axWCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.americaeconomiabrasil.com.br/content/febraban-calcula-em-ate-r10-bi-receitaobtida-por-bancos-com-planos-economicos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350115.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos Brasil
A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2
O M inistério Público Federal (M PF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos. Foto: Divulgação
qui, 05/06/2014 - 07:58
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São Paulo - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais.
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Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban.
Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. Crédito Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam
de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segundafeira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Uniforme de passeio 4350125 - CORREIO BRAZILIENSE - VEÍCULOS - BRASÍLIA - DF - 05/06/2014 - Pág 7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQD+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Eduardo Aquino Cidade: BRASÍLIA Estado: DF País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350125.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 137,80 Fechamento: 06/14 Tiragem: 130000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 137,80 Total: 0,0000
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CORREIO BRAZILIENSE • Brasília, quinta-feira, 5 de junho de 2014 • Veículos • 7
RANGER SPORT 2.5 FLEX / No rastro do sucesso da geração anterior, a Ford lança a opção esportiva da nova picape, que tem muitas qualidades para trabalho e aventura, além de visual jovem. O consumo elevado, no entanto, é um dos problemas do veículo
Uniforme de passeio
» EDUARDO AQUINO
Ford/Divulgação
Ficha técnica
D
e tanto ver jovens dirigindo e usando picapes como o primeiro veículo no conturbado trânsito das grandes cidades, as fabricantes, como a Chevrolet e a Ford, acabaram criando uma versão que agrada tanto no visual quanto na capacidade de encarar trabalhos mais pesados. E deu certo. Nas gerações passadas, o modelo Sport da Ford Ranger fez sucesso (foram mais de 10 mil unidades vendidas, segundo dados da Federação Nacional das Distribuição de Veículos Automotores), e a marca resolveu repetir a dose no novo carro, seguindo a mesma fórmula: carroceria com cabine simples, adesivos que dão um toque esportivo e motor que consegue equilibrar o trabalho no dia a dia com aquela voltinha de fim de semana com a namorada. Destaque para o bom motor 2.5 Flex, o mais potente da categoria, e para o bom torque em baixas rotações.
Aparência O visual esportivo da Ranger inclui aplique no para-choque dianteiro, santantônio mais estilizado, faixas laterais nas portas e na caçamba com a inscrição Sport, moldura dos faróis de neblina na cor preta, adesivo e soleiras exclusivas, rodas de liga de 17 polegadas, cobertura plástica do tanque do sistema de partida a frio na cor preta (com o nome Ranger) no para-lama dianteiro esquerdo, maçanetas e retrovisores na cor preta, lanternas traseiras com desenhos em forma de cubo e para-choque traseiro na cor preta com estribo, que ajuda bem para subir na caçamba. A picape tem o nome Ranger e o da versão (a Sport é baseada na XLS) em destaque na tampa traseira. São cinco opções de cores, sendo duas sólidas (branca e vermelha), uma metálica (prata) e duas perolizadas (preta e azul).
Na cabine Por dentro, o acabamento é de boa qualidade e mistura a cor preta com a cinza escura. Os bancos são revestidos em tecido de bonito desenho, toque agradável e próprio para um país de clima tropical como o Brasil. Na cor cinza imitando metal, quadro de instrumentos e painel central se destacam. Os instrumentos são analógico e de fácil visualização, com tela do computador de bordo no centro (no qual se veem informações sobre consumo médio, temperatura externa, autonomia etc.). O sistema de áudio é de boa qualidade, com CD player, Bluetooth, entradas USB e auxiliar e tela de LCD de 4,2 polegadas no painel central, que, com certeza, vai agradar ao público jovem. O
Motor
Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, 2.488cm³ de cilindrada, flex, que desenvolve potências máximas de 168cv (gasolina) e de 173cv (etanol) a 5.500rpm e torques máximos de 24,1kgfm (gasolina) a 3.750rpm e de 24,8kgfm (etanol) a 4.250rpm
Transmissão
Tração traseira, com câmbio manual de cinco velocidades
Suspensão/rodas/pneus
Dianteira, independente, com braços articulados; e traseira com feixe de molas semielípticas/ 8,0 x 17 polegadas, em liga leve/ 265/65 R17
Direção
Do tipo rosca sem-fim e rolete, com assistência hidráulica
Freios
O visual da Ranger é esportivo: faixas lateriais nas portas, faróis com molduras e rodas de liga leve de 17 polegadas deixam o design mais jovem painel tem duas tomadas de força, que podem ser bem úteis numa picape de trabalho. Os dois ocupantes desfrutam de muito conforto, mas o espaço para a bagagem (atrás dos bancos) é bem limitado.
Fotos: Paulo Henrique Vivas/Esp. EM/D.A Press
No trabalho Um dos grandes trunfos da Ranger Sport é a enorme caçamba, que tem capacidade para 1.800 litros e 1.455 quilos de carga. Com isso, o dono pode transportar diversos tipos de cargas e volumes no trabalho durante a semana e levar motos, pranchas de surfe, equipamentos para voo livre ou qualquer outro tipo de esporte ou aventura nos fins de semana. O santantônio é bastante útil para proteger em caso de capotagem e para amarrar cargas mais compridas, como uma escada, objeto muito usado por vários prestadores de serviço. Para fixar bem os objetos, existem oito ganchos. Mas faltam protetor de caçamba (para evitar arranhões e amassados) e de cabine (que evita a entrada de objetos pelo vidro traseiro em caso de uma freada muito brusca ou acidente). O estepe fica embaixo, do lado de fora, e a versão avaliada tinha uma corrente para evitar o furto.
O interior tem material de boa qualidade: os instrumentos são analógicos
Capacidades
Tanque de combustível, 80 litros; e capacidade de carga (passageiro e carga), 1.455 quilos
R$ 67.990
Rodando
O motor flex é suficiente para o carro, mas não se mostrou econômico
Aptidões Nas pesquisas realizadas pelos fabricantes, quase sempre aparece que uma das razões da compra de uma picape é a posição de dirigir mais elevada, que transmite uma sensação de segurança. No caso da Ranger Sport, encontrar uma boa posição não é muito fácil, já que a coluna de direção não regula em distância, e o banco do motorista
não tem ajuste de altura. Por outro lado, retrovisores externos de bom tamanho melhoram bastante a visibilidade traseira. Para facilitar o trabalho do motorista, o volante incorpora os comandos do sistema de áudio e do controle automático de velocidade. Para o fora de estrada, a Ranger Sport tem as seguintes aptidões: altura elevada em relação ao solo, pneus de uso misto, capacidade de imersão de 80cm e bom torque em baixas rotações. Mas pesam contra ela nessa tarefa a falta de tração 4x4 e de tela de proteção para o radiador na grade dianteira.
A discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, com ABS nas quatro rodas e EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem)
Os bancos são confortáveis, mas não há espaço para bagagem na cabine
O motor 2.5 Flex é o mesmo que equipa o sedã Fusion — o mais potente da categoria. Ele agrada tanto a quem tem peso para levar quanto ao motorista que quer dar uma pequena esticada na estrada quando a caçamba está vazia. O ponto negativo é o consumo. Com etanol na cidade, o computador de bordo chegou a registrar 3km/l. Com gasolina na estrada (de pista dupla e com pouco tráfego), apenas o motorista, sem peso na caçamba e sem ligar o ar, registrou 7,8km/l. O câmbio tem relações de marcha mais curtas e engates duros, que chegam a cansar quando se roda no trânsito urbano. A suspensão padece do mesmo mal de qualquer picape quando está vazia, pulando muito e sacrificando o conforto. As dimensões generosas da Ranger Sport favorecem o conforto dos dois ocupantes e a capacidade de carga, mas, por outro lado, são um pesadelo no trânsito urbano, onde fica difícil arrumar vaga de estacionamento, manobrar, ser ágil etc.
Preço da Ford Ranger Sport 2.5 Flex, que é vendida em um pacote fechado
Equipamentos De série
Alarme antifurto volumétrico, arcondicionado, controles de áudio no volante, faixas laterais exclusivas e adesivos “Sport”, diferencial traseiro deslizante, direção hidráulica, faróis de neblina, controle automático de velocidade, retrovisores externos com ajuste elétrico, rodas de liga leve de 17 polegadas, santantônio tubular, sistema de som com rádio AM/FM, CD player MP3, USB/iPod, Bluetooth, tela de LCD multifuncional no painel central de 4.2 polegadas, dois alto-falantes e dois tweets e travas e vidros com comando elétrico do tipo “um toque”.
Opcionais Não tem.
Avaliação técnica Não tem de série proteção plástica para caçamba/tampa traseira, grade protetora para o vidro traseiro, estribos e capota marítima. Existem oito ganchos para fixar cargas apenas na parte inferior da caçamba, mas faltam alguns na parte superior. A tampa traseira está descentralizada e o tirante de sustentação do lado direito está maior do que o do outro lado. As portas estão desniveladas e têm folga fixa diferente entre os dois lados. O capô tem montagem satisfatória. A pintura contém vários pontos com impurezas.
Vão do motor
O acesso à manutenção é bom. A sistematização dos vários componentes é razoável. Não há isolamento acústico na parte
interna do capô e no painel de fogo. Por isso, o resultado em insonorização em relação ao habitáculo é discreto quando o motor está em alta rotação. Quando aberto, o capô, que não é leve, é sustentado por vareta manual e tem ângulo de abertura satisfatório.
funcionamento, com boa vazão e angulação pelos quatro difusores de ar do painel. A caixa de ar está bem vedada contra admissão de gases/fumaça vindos de fora. Como a área interna do habitáculo é pequena, o tempo gasto para dar a sensação de conforto foi muito bom.
Altura do solo
Freios
Existe proteção inferior em aço para o agregado da suspensão dianteira. O cárter do motor e a caixa de marchas estão numa altura segura. Não ocorreram interferências com o solo em nosso percurso misto de provas, mesmo quando a picape estava com 650kg de carga útil.
Climatização
A caixa de ar tem quatro velocidades e cinco opções de direcionamento do fluxo. O sistema apresentou bom
O pedal tem boa sensibilidade e relação. O sistema ABS apresentou calibração correta. O freio de estacionamento é por comando manual e atuou bem. A resistência térmica foi boa após uso mais contínuo em longa descida sinuosa.
Câmbio
As relações de marchas/diferencial atendem bem ao uso misto (cidade/estrada). A qualidade de engate é razoável
CMYK
Acabamento da carroceria
para o tipo de automóvel em precisão, mas os engates são secos e eventualmente pesados. Não tem opção de tração 4x4 e a transmissão é manual de cinco marchas.
Nível interno de ruídos
Mesmo quando roda sobre piso de paralelepípedo, asfalto ruim e terra, o nível de ruídos no habitáculo é muito baixo, mas o efeito aerodinâmico inicia-se a 90km/h, sendo crescente com a velocidade, trazendo desconforto auditivo.
Motor
A curva de potência e torque em função da rotação é boa. Apesar de ter cabeçote multiválvulas com torque máximo em 4.250rpm (etanol), a sua dirigibilidade é boa no uso misto (cidade/estrada).
Apresentou boas retomadas de velocidade e aceleração. Com 650 quilos de carga útil e arcondicionado ligado ainda satisfaz na condução para a proposta desta versão. Com somente etanol no tanque, a performance é melhor e a partida a frio, boa. O nível de ruídos de funcionamento é baixo.
Suspensão
O conforto de marcha é muito limitado rodando somente com o condutor e deixa a desejar pelo desconforto a bordo, mas há um pequeno ganho com o veículo carregado. A estabilidade é limitada, devido à forte alteração da trajetória no eixo traseiro em curvas com algumas imperfeições usuais no solo (asfalto/terra), sendo satisfatória sobre piso conservado e numa condução normal. Numa condução bem
esportiva, é preciso atenção em curvas de raio curto e médio feitas no limite de aderência lateral.
Direção
A coluna de direção tem regulagem em altura, com curso razoável. O diâmetro de giro é bem limitado em manobras apertadas de garagem e estacionamento, sendo a velocidade do efeito retorno aceitável. A precisão na reta e em curvas é boa quando passa sobre asfalto liso e terra batida, mas tem perdas quando o piso é irregular. As cargas do sistema assistido são satisfatórias para uma utilização no uso misto, ficando mais sensível e leve com o veículo carregado e em velocidade elevada.
Avaliações do engenheiro Daniel Ribeiro Filho, da Tecnodan
Clipping Melhor é esperar 4350167 - A NOTÍCIA - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQCK97aKTCuHQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a4518253.xml&te mplate=4191.dwt&edition=24484&section=1271 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Gilberto Leal Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350167.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 27,10 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 27,10 Total: 0,0000
5 de junho de 2014. | N° 2171
AUTO ESTRADA | Gilberto Leal
MELHOR É ESPERAR O esperado ocorr eu e a v enda de v eículos em m aio continuou patinando. Nem m esm o o m aior núm er o de dias úteis ajudou e a v enda m édia diária tam bém caiu. Foram em placados 27 7 .92 4 autom óv eis e com er ciais lev es, queda de 0,6 5% na com paração com abril. O m ercado autom otiv o acom panha as dificuldades da econom ia br asileira e os executiv os das principais m om tadoras ainda m antém as prev isões iniciais de produção e v endas. Mas tudo indica que terão que rev er os dados, a exem plo do que fez a entidade dos concessionár ios (Fenabr av e), que com ercialização de 3 ,4 5 m ilhões de autom óv eis e com erciais lev es e queda de 3 ,5% em relação a 2 01 3 . A associação dos fabricantes (Anfav ea) tam bém dev e alterar a pr ojeção inicial de 3 ,81 m ilhões de registr os, 1 ,1 % de alta sobr e 2 01 3 . Com o os dem ais setores da econom ia, o autom otiv o depende do desem penho do Produto Interno Bruto (PIB), que não para de ser rev isto par a baixo. A esperança é de que ocorr e recuperação no segundo sem estre. Junho será com prom etido com os jogos da Copa, pr incipalm ente os do Brasil. Mas as v endas m enor es perm itir ão aos fabr icantes e concessionários respirarem e reduzirem os estoques. Div ersas m arcas recorrerão à suspensão do ter ceiro turno ou às fér ias coletiv as, com o já está prev isto no com plexo da GM em Gr av ataí. A m aior fábrica da nor te-am ericana na Am er ica do Sul parar á nos dias de partidas da seleção brasileira e os funcionários do terceiro turno terão fér ias de 1 6 deste m ês a 1 5 de julho. Com a bola pronta para r olar por quase um m ês, a partir da próxim a sem ana, o m elhor é tor cer pelo sucesso do Brasil e esperar dias m elhor es no segundo sem estre.
ON E OFF ROAD Nov a fábrica, nov o carr o, nov o m om ento. Sob com ando da For d, a Troller está pronta para av ançar no segm ento de v eículos fora-deestrada. A segunda geração do T4 rodou m ais de 200 m il quilôm etros nas m ais div er sas condições de clim a e terreno por todo o país e nas pistas do Cam po de Prov as de Tatuí (SP). Mudança de plataform a, v isual m ais robusto e interior m ais m oderno som am -se a conjunto pr opulsor com m otor 3 .2 turbo diesel, câm bio m ecânico de seis m archas e tr ação 4 x4 com r eduzida. Par a produzir o nov o T4 , a fábr ica de Horizonte (CE) foi atualizada e recebeu nov os equipam entos. Com carr ocer ia em com pósito (fibra de v idro), a m aior altura do solo perm ite um desem penho m ais r adical. A fr ente ficou m ais robusta com nov a grade horizontal separando os faróis, quebr a m ato integrado ao para-choque e o capô centr al elev ado. As r odas de alum ínio 1 7 ” receberam pneus de uso m isto e as lanternas são em LED. O cinza aplicado em para-choques, estr ibo, teto, tom adas de ar e acessórios contrasta com a cor forte da carroceria. Redesenhado, o interior conta com m ateriais resistentes e fáceis de lim par. Painel, quadro de instrum entos, v olante e palanca do câm bio r em etem à picape For d Ranger.
UM UNO PARA INVADIR AS RUAS Com cores, detalhes e equipam entos que realçam a brasilidade e a Copa 2 01 4 , o Uno ganhou a série especial Rua. Lim itada a 2 m il unidades, acom panha a cam panha Festa na Rua, que v aloriza festas, cenários e pessoas unidas pelo futebol, além de rem eter à pr em iada cam panha de 2 01 3 , Vem prá rua, que coincidiu com os m ov im entos populares de protestos. Baseado no Uno Viv ace 1 .0 quatro por tas e ofer ecido nas cores branco Kalahari e am arelo Interlagos, o Uno Rua tem adesiv os e detalhes exclusiv os que r em etem à bandeir a do Brasil. Dentro, os bancos são em nov o tecido azul com o logotipo Rua bordado. A série especial traz direção hidráulica, far óis de neblina, v idros dianteiros e trav as das portas com com andos elétricos, prepar ação para rádio, entre outros. O Fiat Uno Rua custa R$ 3 3 ,59 m il.
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos 4350168 - BOL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQCHFsggXnUpQcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/06/04/febraban-calcula-em-ater10-bi-receita-obtida-por-bancos-com-planos-economicos.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350168.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 13300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000
Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial obtida por bancos com planos econômicos 04/06/2014
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Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação
Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial obtida por bancos com planos econômicos 4350169 - ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQCIzYrAI2U8gsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,febraban-calcula-em-ate-r10-bi-receitapotencial-obtida-por-bancos-com-planos-economicos,1505652 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: ALUÍSIO ALVES - Reuters Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350169.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 70,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 113653235,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 70,00 Total: 0,0000
Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial obtida por bancos com planos econômicos ALUÍSIO ALVES - REUTERS 04 Junho 2014 | 22h 14
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal.
Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído.
CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal.
IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos 4350170 - MSN NOTICIAS - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQCoHGmSufVZ3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://dinheiro.br.msn.com/febraban-calcula-em-at%c3%a9-rdollar10-bi-receita-obtida-porbancos-com-planos-econ%c3%b4micos-3 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350170.pdf
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Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial obtida por bancos com planos econômicos Compartilhar
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Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Desolação industrial 4350171 - O ESTADO DO MARANHÃO - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQCyXOVJLGvR98NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://imirante.globo.com/oestadoma/colunas/2014/06/05/coluna11.asp Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350171.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Desolação industrial Consumo fraco, estoques elevados, forte desconfiança em relação ao futuro, por uma série de incertezas sobre os preços de energia e combustíveis. A indústria tem razões de sobra para pisar no freio da produção. Até o real mais fraco, que ajudaria nas exportações e conteria as importações, parou de cair porque o governo teme os seus efeitos sobre a inflação elevada. A desolação do setor industrial ficou mais evidente com a queda de 0,3% em abril, que vem depois de uma retração de 0,5% em março. Em fevereiro, foi uma alta pequena, de 0,2%. O único mês bom do ano foi janeiro. Pela queda das vendas de veículos em maio, anunciada pela Fenabrave esta semana, de 5,74%, já há quem aposte em nova retração industrial no mês, que seria a terceira consecutiva. "Para maio, a redução acentuada da confiança do empresário industrial e os altos estoques apontam para nova queda (da indústria)", escreveu o analista Rodrigo Miyamoto, do Itaú Unibanco. Os números industriais estão conseguindo o que parecia difícil: piorar. Não apenas pela queda de 0,3%, mas porque o detalhamento do que foi divulgado pelo IBGE mostra outros pontos mais preocupantes. A produção, em abril, foi 2,8% menor do que a de setembro de 2008, mês da quebra do Lehman Brothers. Seis anos depois do início da crise internacional, a política industrial não conseguiu sequer recuperar o que foi perdido, apesar dos bilhões gastos para incentivá-la. No acumulado do ano, a indústria encolheu 1,2%. Os bens de capital colheram os piores números. Caíram 4,8%, puxados pela redução da produção de caminhões. Os dados confirmam a análise de que a alta das estatísticas de investimento do início do ano passado foi um caso isolado e provocado pela produção de caminhões. Com a mudança da tecnologia de motores para usar o diesel mais limpo, as vendas de caminhões pararam por um tempo e foram retomadas fortemente no começo do ano passado. Como esse item está em investimento, a taxa deu um salto. O governo comemorou falando em retomada do crescimento, mas vários analistas alertaram que era pontual e restrito a esse produto. Se houve alta de 7,3% na produção de equipamento para transporte de janeiro a abril de 2013, agora, há queda de 10,3%, segundo os dados do IBGE. O Departamento de Estudos Econômicos do Bradesco chamou atenção para o resultado negativo dos insumos da construção civil. Esse fato e a queda dos bens de capital podem levar a novo encolhimento dos investimentos no PIB do segundo trimestre, entre 1% e 2%. Se isso acontecer, será a quarta queda seguida. Enquanto isso, o Ministério da Fazenda continua andando em círculos. Depois de elevar o IOF em captações externas, para conter a entrada de dólares no país, e defender a desvalorização do real como salvação da indústria, o ministro Guido Mantega, ontem, suspendeu a medida. Agora só haverá imposto nas captações de curto prazo. É uma forma de atrair mais capital estrangeiro, mesmo numa época em que o real está caindo. O empresário exportador que investiu pensando no ganho cambial está sendo pego no contrapé. Sobre o aumento do IPI, também há sinais de reviravolta. O imposto que tinha alíquota de 7%
para a venda de veículos caiu para 3% e seria integralmente reposto a partir de julho. Com a fraqueza das vendas, Mantega fala "avaliar a situação" para definir o aumento. O governo continua improvisando na política industrial e usando os mesmos remédios: incentivos localizados e redução temporária de impostos para alguns produtos. Até agora não deu certo, como mostraram os números que o IBGE divulgou ontem. A indústria continua desanimada. Miriam Leitão Com Valéria Maniero
Clipping Febraban reduz efeitos dos planos econômicos 4350172 - MONITOR MERCANTIL ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQBt4GuYEqB8scNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=153479&Categoria= FINANCEIRO Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350172.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 100,00 Total: 0,0000
FINANCEIRO
FEBRABAN REDUZ EFEITOS DOS PLANOS ECONÔMICOS 04/06/2014 - 21:40:40 Share Share Indenização de caderneta não passa de R$ 10 bi Bancos já falaram de R$ 149 bi. M PF calculou ganho de R$ 441 bi A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), é de cerca de R$ 8 a R$ 10 bilhões, de acordo com o presidente da entidade, M urilo Portugal. Inicialmente, o M inistério Público Federal (M PF) calculou que os bancos tiveram ganhos de R$ 441 bilhões com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. A Febraban, por sua vez afirmava, reiteradamente, que o prejuízo seria de R$ 149 bilhões.
Resultado líquido
“Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de R$ 17 a R$ 20 bilhões. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso”, disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o executivo, um montante de cerca de R$ 8 bilhões para eventuais perdas com o assunto foram provisionados pelos bancos. Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído.
Crédito
Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13% a 14% neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5% do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5% nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread – a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele.
Juros bancários
Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. “Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes”, disse Portugal. O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais”, disse.
Conectividade
Durante a abertura do Ciab, Portugal comentou a importância do setor bancário no desenvolvimento tecnológico do país, destacando a parceria entre os setores de TI e bancário. “O uso da tecnologia modificou o comportamento do consumidor. Hoje, internet banking e mobile banking já respondem por metade das transferências bancárias no Brasil. A tecnologia é vital para dar segurança e conforto para os clientes”, disse. O presidente da comissão organizadora do evento, Gustavo Fosse, em coletiva de imprensa, reforçou a conectividade como fator decisivo para os próximos passos do setor financeiro: “Tendências como mobile banking, computação em nuvem e análise de big data são fortes realidades para os bancos atualmente, e o grande foco dos bancos é garantir a segurança dos clientes nesse ambiente digital, por isso o investimento em soluções de segurança já representa 10% do total de investimentos dos bancos brasileiros em TI”.
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos 4350173 - YAHOO - WEB - WEB - 03/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQCRP+xR15uVF8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
https://br.noticias.yahoo.com/febraban-calcula-em-at%C3%A9-r-10-bi-receita-011851926-finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350173.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 37,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 255586327,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 37,00 Total: 0,0000
Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos Por Por Aluísio Alv es | Reu ters – 1 1 horas atrás
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Por Aluísio Alves
DESTAQUES EM ECONOMIA
SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
Copom prevê atividade econôm ica m enos intensa em 2014
contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério
Estadão Conteúdo - 7 minutos atrás
os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação
Em presa do Casino quer captar US$ 2 bi nos EUA
Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal.
Estadão Conteúdo - 16 minutos atrás
Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas Mais em Econom ia »
dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos
DESTAQUES
tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas
São Paulo enfrenta greve dos m etroviários e de agentes da CET Y ahoo Brasil - 1 hora 54 minutos atrás
Acusado de m atar zelador é suspeito de outro crim e
os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban.
Estadão Conteúdo - 11
Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot,
horas atrás
pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas
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de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos
econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do
país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos 4350174 - REUTERS BRASIL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CYs/RGp6UQAU/bwrbhh4EsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0EG04Z20140605 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350174.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 3704150,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos quarta-feira, 4 de junho de 2014 22:18 BRT Imprimir
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Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federaç ão Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenc iais receitas obtidas pelos bancos c om os planos ec onômicos das déc adas de 1980 e 1990, em aç ão indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplic ação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de c erc a de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais c om os planos ec onômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado c om base em c álculos inc orretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você c hega ao resultado líquido, dá c erc a de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupanç a geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos ec onômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos banc os para eventuais perdas c aso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser conc luído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue c resc endo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desac elerando". A previsão dele é de que os estoques de financ iamento no país evoluam de 13 a 14 por c ento neste ano. A mais rec ente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem ac ontecendo na indústria automobilístic a, não tem menor oferta de crédito c omo c ausa. Na véspera, a Federaç ão Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, c omerc iais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do c rédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar rec ursos e a que cobra do tomador – está mais relac ionado à piora no cenário de recuperaç ão de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros banc ários médios dos empréstimos para pessoas físic as subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF
O presidente da Febraban elogiou a medida anunc iada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financ eiras (IOF) para captações externas ac ima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse. © Thomson Reuters 2014 All rights reserved.
Clipping A incerta retomada do IPI 4350224 - DIÁRIO DO COMÉRCIO SP ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVdNkyH9SCS/hcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.dcomercio.com.br/2014/06/04/a-incerta-retomada-do-ipi Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350224.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 55897,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
A incerta retomada do IPI Detalhes Publicado em Quarta, 4 Junho 2014 22:15 Escrito por Agências
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A recomposição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), prevista para julho, será gradual e seletiva. A alíquota sobre carros populares, que está em 3%, não subirá para 7%, no próximo mês, conforme estava programado. Além disso, o devem ser calibrados os percentuais, de modo que o imposto incidente em determinada categoria suba mais do que outra. Segundo interlocutores do governo, uma decisão final só será anunciada no fim deste mês. Mas, a equipe econômica está certa de que não há ambiente subir o imposto de uma vez, pela situação do mercado. DC / Arquivo
Ontem, o ministro Guido Mantega disse que o aumento do IPI sobre veículos, dependerá da situação do setor automotivo antes da recomposição do tributo sobre o setor entrar em vigor. “O aumento poderá ser pequeno ou não, vamos avaliar a situação do mercado", disse. O setor automotivo atravessa fase de vendas fracas mesmo com o IPI em nível baixo. Em maio, a comercialização de veículos novos no país recuou 7,2% na comparação anual, com os lojistas apostando em queda de mais de 3% no ano de 2014, informou na terça-feira a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias. Na ocasião, o presidente da Fenabrave, Flávio Meneguetti, afirmou que nas últimas reuniões com o governo as explicações para a não prorrogação dos incentivos foram "bem enfáticas". Mesmo preocupado com a possibilidade de demissões, o governo não deverá anunciar medidas de estímulo ao setor automotivo, garante Mantega. "Estamos estudando maneira de melhorar o crédito para o setor, mas não é certo que teremos essa medida. O setor tem que andar com as próprias pernas." Ontem, uma fonte do governo ligada à área econômica garantiu que já foram engavetadas as medidas de estímulos para destravar o crédito ao financiamento de veículos. Sabe-se que o Banco Central (BC) deverá aprovar a liberação direcionada de compulsórios (recursos que os bancos são obrigados a depositar na instituição) para um fundo que comprará carteira de veículos dos bancos das montadoras. Também deverá ser aprovada a redução da exigência de capital por parte das instituições financeiras, à medida que o cliente for pagando as prestações. O governo trabalhava com a ideia de criar um fundo garantidor de crédito para cobrir a inadimplência e incentivar os bancos a reabrirem as linhas de crédito, em condições mais facilitadas (entrada menor e maior prazo de pagamento). Mas como as instituições teriam que aportar recursos nesse fundo e assim, abrir mão de parte do lucro, a proposta não avançou.
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial por planos 4350225 - EXAME - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVf+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/febraban-calcula-em-ate-r-10-bi-receitapotencial-obtida-por-bancos-com-planos-economicos-2 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Aluísio Alves Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350225.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 163,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 73247251,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 163,00 Total: 0,0000
Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial por planos Federação contestou os valores atribuídos pelo Ministério Público a potenciais receitas obtidas com os planos econômicos Aluísio Alves, da
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Carlos Humberto/SCO/STF
STF durante julgamento para ouvir sustentações sobre Planos Econômicos
São Paulo - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal.
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Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os
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bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia
bancária da Febraban. Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. Crédito Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de
reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Saiu o novo app de EXAME.com para iPhone! Quem já tem o antigo, basta atualizar. Quem não tem, baix
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos 4350227 - UOL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVdOzPx9WzkM/MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2014/06/04/febraban-calcula-em-ate-r10-bireceita-obtida-por-bancos-com-planos-economicos.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350227.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 50100000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos COMENTE
04/06/2014
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Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o
julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial obtida por bancos com planos econômicos 4350229 - JORNAL EXTRA ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVfLG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://extra.globo.com/noticias/brasil/febraban-calcula-em-ate-r10-bi-receita-potencial-obtidapor-bancos-com-planos-economicos-12725705.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Reuters Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350229.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 77,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 19400000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 77,00 Total: 0,0000
Notícias Brasil
04/06/14 22:20
04/06/14 22:20
Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial obtida por bancos com planos econômicos Reuters
Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quartafeira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na
indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
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Clipping Febraban calcula em até R$10 bi receita potencial obtida por bancos com planos econômicos 4350231 - O GLOBO ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVc2vkG+vbGoOMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://oglobo.globo.com/brasil/febraban-calcula-em-ate-r10-bi-receita-potencial-obtida-porbancos-com-planos-economicos-12725707 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350231.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 105,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 86049952,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 105,00 Total: 0,0000
REUTERS
Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos
para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Bancos querem o fim do papel 4350233 - DIÁRIO DO COMÉRCIO SP ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVdJeLoNLybxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.dcomercio.com.br/2014/06/04/bancos-querem-o-fim-do-papel Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350233.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 55897,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Bancos querem o fim do papel Detalhes Publicado em Quarta, 4 Junho 2014 22:32 Escrito por Rejane Tamoto e Agências
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Depois de investirem mais de R$ 2 bilhões em segurança eletrônica, ou 10% de R$ 20,6 bilhões alocados em tecnologia em 2013, os bancos têm outros alvos: avançar na digitalização total de documentos e criar novos canais, inclusive no atendimento pelo Google Glass (o óculos conectado do Google, ainda não disponível no Brasil), que é estudado pelo Bradesco e Banco do Brasil). Apesar do foco na segurança e com 40% dos investimentos dos bancos voltados para hardwares, a tendência é de crescimento na exploração de softwares que permitam às instituições promoverem inovações em análise de dados, Big Data, processos, canais e digitalização. A avaliação foi feita por Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia e automação bancária da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), durante entrevista coletiva no primeiro dia Ciab (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras), realizada na tarde de ontem. Ele destacou que uma das inovações, o fim da obrigação dos bancos de guardar papéis, ainda depende de uma regulamentação do Banco Central (BC).
Arte / Zilberman
O diretor da Febraban disse que a medida pode permitir que um documento digital seja considerado legal, sendo desde o cadastro para abertura de uma conta corrente ou mesmo o depósito de um cheque. "O que será regulamentado é o que poderá ser guardado digitalmente e não mais fisicamente. Hoje, o cliente até preenche os dados pela internet, mas tem de ir à agência fazer a validação e o banco é obrigado a guardar esse dossiê físico. É isso que queremos eliminar. A mudança permitirá que a abertura de conta corrente seja mais ágil, mas antes será preciso estudar os padrões mínimos de segurança. Esperamos que a regulamentação saia este ano", afirmou Fosse. Segundo ele, nos Estados Unidos os clientes de bancos já podem digitalizar um cheque e fazer o depósito sem que seja necessária a entrega do meio de pagamento físico no banco. Outra novidade da pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária foi o crescimento, no ano passado, de 65% no número de terminais aptos a fazer a leitura biométrica (que pode ser pelas digitais, geometria de dedos e mãos e geometria das veias). Assim, 43% dos 166 mil ATMs no Brasil já fazem a identificação por meio desta tecnologia. O número de dados coletados por meio da biometria também saltou de 6 milhões em 2012 para 26 milhões em 2013. Depósito em tempo real O Bradesco anunciou o lançamento de novo terminal de autoatendimento, que permite que depósitos realizados em dinheiro sejam creditados em tempo real na conta corrente, sem a necessidade de colocar as cédulas em envelopes. Atualmente, os depósitos feitos com envelopes são compensados no dia seguinte. De acordo com nota da instituição financeira à imprensa, o novo terminal já está disponível na agência Bradesco Next, localizada no shopping JK Iguatemi, em São Paulo. "Clientes e não clientes serão beneficiados com a transação, pois não será mais necessário ir até o caixa da agência para fazer um depósito para que o valor seja creditado no mesmo dia", disse Luca Cavalcanti, diretor de Canais Digitais do Bradesco, em nota. O novo ATM foi trazido ao Brasil pela empresa NCR, fabricante de máquinas de autoatendimento.
Mais crédito, mas em ritmo menor. O presidente da Febraban, Murilo Portugal, disse que o crédito no País segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB), mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no País evoluam de 13% a 14% neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5% do PIB em 2014. Segundo Portugal, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5% nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse o presidente da Febraban. Na semana passada, o Banco Central informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42% ao ano, o pico em quase três anos. “Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes”, afirmou. O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada ontem pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Clayton de Souza/Estadão Conteúdo Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais”, disse. Caso da poupança O rumoroso processo das perdas decorrentes dos planos econômicos - cujo julgamento foi adiado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) - ganhou ontem um pouco mais de confusão. Agências noticiosas informaram que, segundo Murilo Portugal, as indenizações (caso o STF dê ganho de causa aos reclamantes) não passariam de R$ 10 bilhões, ao contrário de especulações anteriores que imaginavam buracos de até R$ 441 bilhões. De acordo com a entidade houve, porém, um malentendido. No começo da noite divulgou a seguinte nota de esclarecimento: "Na verdade, o valor de R$ 8 a R$ 10 bilhões mencionado por Murilo Portugal não guarda nenhuma relação com as estimativas de impacto, dizendo respeito apenas às alegadas receitas dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança, no período de julho de 1987 a setembro de 2008, objeto do Parecer Pericial nº 033/2010, da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal.” Traduzindo: a estimativa de que os bancos ganharam R$ 441 bilhões e deveriam devolvê-los não se sustenta, porque há nela erros de cálculo e até múltipla contagem. "Pela conta que fizemos", disse Portugal, "os valores de receita bruta seriam entre R$ 17 - 20 bilhões, de receita bruta, mas tem o imposto de renda, contribuição social, que é 40% deste valor. O resultado líquido é cerca da metade deste montante". BC teme hackers durante Copa O Banco Central solicitou à Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que organizasse um comitê, do qual o órgão, outras áreas do governo e bancos façam parte, para acompanhar o período de Copa no Brasil em relação a ataques eletrônicos, segundo Murilo Portugal, presidente da entidade. "Temos uma preocupação permanente com os ataques
eletrônicos que são hoje a principal forma de fraude que existe. Os bancos perdem bilhões de reais em ataques e fraudes eletrônicos e algumas dezenas de milhões de reais com ataques físicos, assaltos a agências, explosões de ATMS", disse ele, em conversa com a imprensa, após abertura do CIAB Febraban 2014, realizada ontem. Segundo Portugal, o comitê debate aspectos de segurança física e eletrônica e os bancos fizeram um trabalho especial para a Copa. Ele disse ainda que toda vez que há uma grande concentração o assunto de ataques eletrônicos e fraudes é de atenção, mas que a Copa é um evento positivo para o Brasil. Em relação aos ataques físicos, o presidente da Febraban classificou a explosão de caixas eletrônicos como um "problema muito sério" e que tem crescido no Brasil. "Os bancos têm investido pesadamente em segurança física. Nós gastamos por ano R$ 9 bilhões em segurança física das agências e isso ocasionou uma queda grande nos assaltos, de cerca de 4 mil por ano no final da década de 90 para em torno de 400 por ano", disse ele. No entanto, Portugal lembrou que os crimes migram de ambiente e no setor bancário passou para a atividade de explosão de caixas eletrônicos. Para ele, a maneira de lidar com isso é controlar o transporte de explosivos.
Clipping Febraban: indenização por planos econômicos chega a R$ 10 bi 4350259 - MIDIA NEWS - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVeuPW8+us5NqsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=2&cid=199691 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: DO TERRA NOTICIAS Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350259.pdf
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Clipping Viva! Venda de carretinhas cresce 7,5%! 4350260 - UOL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVcwQfR/x2yddsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2014/06/04/viva-venda-de-carretinhascresce-75/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350260.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 50100000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
Viva! Venda de carretinhas cresce 7,5%! Joel Leite 04/06/2014
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– Segmento é o único que se salva na indústria automobilística; carros, caminhões, ônibus e até máquinas agrícolas estão em queda.
A queda de vendas este ano atinge indiscriminadamente todos os segmentos do setor automobilístico: carros, comerciais leves, caminhões, ônibus, máquinas agrícolas. Ops, todos não: tem um segmento, classificado pela Fenabrave como “outros”, que fechou o período janeiro-maio com crescimento de vendas de 7,5%. O “outros” reúne veículos sem motor, as carretinhas, usadas para o transporte de motos, equipamentos e produtos. Salve as carretinhas! Só elas estão sobrevivendo à retração que atingiu o mercado este ano e que vai obrigar os dirigentes a refazerem as suas previsões para 2014. Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave, mantém a previsão traçada no início do ano, que indica crescimento de 0,21% considerando um cenário positivo (situação que já foi para o
espaço) e queda de 3,6% em caso de cenário negativo. O dirigente, no entanto, considera que seria irresponsável fazer uma nova previsão num momento de volatilidade do mercado. Achou mais prudente esperar passar a Copa e reavaliar o mercado na segunda quinzena de julho. Ele deve estar lamentando a pouca importância das carretinhas: o segmento representa apenas 2,1% das vendas no mercado total (mas está crescendo: no ano passado era 1,9%). Meneghetti enxerga claramente um viés de baixa: “todos os setores estão dentro de um clima semelhante, sofrendo com a queda das vendas. Há volatilidade em todos os segmentos da economia, com o agravante de termos menos dias úteis devido à Copa do Mundo e um crescimento do PIB abaixo do esperado”. Destacou também o aumento da inflação, o aumento das taxas de juros e comprometimento de renda da população. Na entrevista coletiva que a Anfavea vai dar nesta quinta-feira (5), o presidente da entidade, Luiz Moan, também vai manter a previsão de aumento de vendas – de 1,1% – traçada no início do ano. Assim como seu colega da Fenabrave, Moan vai esperar a poeira dos estádios baixar, pra não correr o risco de planejar sob o burburinho. Mas, mesmo tendo se mostrado otimistas em relação à economia em geral, deverá reverter as previsões de vendas de carros. O desempenho de cada segmento: Automóveis e Comerciais leves: Janeiro a maio: queda de 5,2%. Maio – 277.924: queda de 0,6% em relação a abril (279.744) e queda de 7,5% em relação a maio de 2013 (300.581 unidades) Caminhões: Janeiro a maio: queda de 10,91% Maio – 12.905: crescimento de 17,04% em relação a abril (11.026) e crescimento de 1,5% em relação a maio de 2013 (12.714) Ônibus: Janeiro a maio: queda de 10,13% Maio – 2.554: cresceu 3,15 em relação a abril (2.476) e queda de 11,81% em relação a maio de 2013 (2.896) Motos: Janeiro a maio: queda de 1,51%. Maio – 126.713: cresceu 4,07% em relação a abril (121.760) e queda de 2,68% em relação a maio 2013 (130.196) Implementos Rodoviários: Janeiro a maio: queda de 7,75% Maio: 5.136: crescimento de 2,41% em relação a abril (5.015 em abril) e queda de 3,11% em
relação a maio de 2013 (5.301) Tratores e Máquinas Agrícolas: Janeiro a maio: queda de 19,65%. Maio: 5.843: cresceu 0,55% em relação a abril (5.811) e queda de 12,10% em comparação com maio de 2013 (6.647) Carretinhas: Janeiro a maio: crescimento de 7,52% Maio: crescimento de 2,62% em relação a abril e 5,60% em relação a maio de 2013
Clipping Venda de veículos cresce 1,26% em maio, aponta Fenabrave 4350261 - VIAES - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVfZnF6Mu7ZQE8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.viaes.com.br/site4/exibir/46775/Noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350261.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
Venda de veículos cresce 1,26% em maio, aponta Fenabrave 04/06/2014 08:36 -- 46775 -- Brasília > Nacional Por: Agência Brasil
No total, foram vendidos pouco mais de 440 mil veículos em maio, com acumulado de 2,016 milhões em 2014.
A venda de veículos no país registrou alta de 1,26% em maio, na comparação com o mês anterior, aponta levantamento divulgado ontem (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, no entanto, foi observado recuo de 5,74% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos cinco primeiros meses do ano, com decréscimo de 4,34%. No total, foram vendidos pouco mais de 440 mil veículos em maio, com acumulado de 2,016 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 466,8 mil e 2,202 milhões, respectivamente. Em abril deste ano, a comercialização ficou em pouco mais de 434,6 mil veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,01% de janeiro a maio. Em seguida, estão as motos, com taxa de participação de 29,49%, e os comerciais leves (como vans e furgões), com 15,99%. No último mês, 207.184 carros foram negociados. O volume é 1,68% menor do que o observado em abril (210.725). Em relação às motos, 126.713 unidades passaram a rodar no país. O número é 4,07% maior que o verificado no mês anterior (121.760). Considerando apenas a venda de automóveis e comerciais leves, o mês de maio é o terceiro melhor dos últimos dez anos. O resultado com maior número de unidades vendidas ocorreu no ano passado, quando foram comercializadas 300.581. Nessas duas categorias somadas, a venda de veículos com motor bicombustível decresceu 0,87% na comparação com abril. O recuo é maior na relação com maio de 2013, com queda de 8,48% na opção por essa tecnologia.
Clipping Às vésperas da Copa, venda de motos cresce em maio 4350262 - UOL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVfsDavP3s9uv8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2014/06/04/as-vesperas-da-copa-venda-de-motoscrescem-em-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350262.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 50100000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
Às vésperas da Copa, venda de motos cresce em maio COMENTE Infomoto 04/06/2014
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Números superaram o mês de abril, mas ainda são menores do que 2013 As vendas de motocicletas apresentaram crescimento de 4,07% em maio em comparação ao mês anterior. O levantamento foi feito pela Fenabrave, federação nacional que contabiliza a distribuição automotiva com base no número de motos emplacadas. De acordo com a entidade, o mês passado fechou com 126.713 unidades licenciadas contra 121.760 em abril. No entanto, quando comparado a 2013, o mês foi de retração. Em maio do ano passado, foram registrados 130.196 veículos de duas rodas, o que corresponde a uma queda de 2,68% em 2014. Sobre o desempenho do setor, Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave revelou não acreditar que as vendas do segmento de duas rodas fiquem piores. “Aparentemente, chegou
ao fundo do poço. Não cairá mais''. Todavia, ele revelou que previsões mais assertivas poderão ser feitas apenas depois da Copa do Mundo. “Este ano é de volatilidade em todos os segmentos da economia, com o agravante de termos menos dias úteis de vendas devido à Copa do Mundo'', comentou. (por Carlos Bazela)
Clipping Mato Grosso do Sul tem queda de 17,3% na venda de veículos novos no mês de maio 4350263 - CORREIO DO ESTADO - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVeYoAsU2r8K08NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.correiodoestado.com.br/noticias/mato-grosso-do-sul-tem-queda-de-17-3-navenda-de-veiculos-no_218308/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: OSVALDO JÚNIOR Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350263.pdf
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Mato Grosso do Sul tem queda de 17,3% na venda de veículos novos no mês de maio A maior exigência das instituições financeiras para aprovação de crédito refletiu no setor OSVALDO JÚNIOR
04/06/2014 18h20 A
restrição ao crédito esfriou o movimento do setor de veículos novos em Mato Grosso do Sul, que fechou maio com queda de 17,33% na venda de automóveis. Conforme dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as concessionárias do Estado venderam 2.567 autos, 538 a menos que as 3.105 unidades comercializadas em igual período do ano passado. As vendas totais foram de 6.210 veículos, quantidade 10,95% menor que 6.974 vendidos em maio de 2013. Fontes do mercado percebem relação entre o comportamento do setor e as maiores exigências das instituições financeiras. “Há restrição maior do crédito”, observa o supervisor de vendas da Fiat Enzo, Amilton Barroso. Ele lembra que, até o ano passado, havia mais facilidade de pagamento. “Antes, a entrada era baixa, de zero a 10%, e o prazo era maior, chegando a 60 parcelas. Hoje, o cliente precisa dar, muitas vezes, 30% de entrada e o prazo dificilmente passa de 48 meses”, compara.
Clipping Teste Yamaha Crosser 150 4350264 - MOTONLINE - WEB - WEB - 26/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVdgTNO5lv/9/cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.motonline.com.br/teste-yamaha-crosser-150/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350264.pdf
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MOTOS, TESTES DE MOTOS
Teste Yamaha Crosser 150 por motonline | 26.05.2014
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A “irmã” desta moto - Fazer 150 -, com quem ela compartilha motor e câmbio, tirou a Yamaha da faixa dos 10% e a levou aos 12,5% de participação de mercado. Agora a Yamaha XTZ Crosser 150 tem a missão de fazer a marca crescer um pouco mais, talvez os mesmos 2,5 pontos porcentuais. É possível? Sim, é possível e bastante provável que isso aconteça e logo a Yamaha estará próxima dos 15% de participação no mercado brasileiro.
Crosser 150 - Estilo de bigtrail associa aventura
Acompanhe a análise. Sua única concorrente forte é a Honda NXR 150 Bros, que vende em média 13.497 unidades por mês (Fenabrave, jan-abr/2014). A Yamaha informa como objetivo alcançar 30% do que vende sua principal concorrente, ou seja, 4.049 unidades da Crosser, número bem próximo do que foi vendido no atacado (Yamaha p/ concessionárias) no mês de abril/2014. Mantida a relativa estabilidade do mercado com a média de venda mensal em torno de 121.789 motos e a Yamaha conseguir vender suas 4 mil Crosser, ela terá alcançado 15% de participação com a venda total próxima de 19 mil motos por mês, já descontada uma margem de erro neste simples cálculo matemático. Pode não ser exatamente assim, mas este raciocínio está bem próximo do que os felizes executivos da Yamaha imaginaram para esta moto.
Veja o vídeo oficial do lançamento da Yamaha Crosser 150
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A verdade é que desde o lançamento da Crosser em fevereiro deste ano, quando MOTONLINE experimentou a moto no bom e regular asfalto da pista de um kartódromo e ela se revelou extremamente bem acertada, ficou a dúvida quanto ao seu desempenho no piso “da vida real” de nossas ruas e avenidas. Para isso, pegamos a nova “trailzinha” da Yamaha e a jogamos nas aventuras urbanas do dia-a-dia, como a própria campanha publicitária da Yamaha fala. Em pouco tempo rodamos mais de 1.000 km que compreendeu o uso intenso na cidade e nas estradas. Usamos no dia-a-dia para o trabalho, amarramos pacotes e mochilas no bom bagageiro, levamos garupa, subimos e descemos todos os tipos de pista e terreno, abastecendo com álcool e gasolina em diferentes proporções.
Ágil, leve e confortável, a Crosser enfrenta com tranquilidade o rally de todos os dias na cidade grande
Até uma viagem de final de semana fizemos com ela e como se sabe, uma 150 não é propriamente uma moto que se indica para uso corriqueiro nas estradas, apesar de ser normal encontrar uma grande quantidade delas nesse ambiente. No entanto, melhor uma 150 do que uma 100 ou 125, já que ela permite ao menos acompanhar, mesmo com alguma dificuldade, o fluxo de veículos. Mas em rodovias mais rápidas, a dificuldade aumenta e o perigo também. Manter velocidade de cruzeiro, dentro da lei, nesta moto quer dizer andar em torno dos 100 km/h (reais, medido no GPS). O problema é que esta velocidade de cruzeiro é quase o limite do que este motor pode dar (112 km/h também medido no GPS) e isso pode ser perigoso para o motociclista nas rodovias em que se permitem velocidades superiores.
Por onde quer que se olhe, a moto se mostra compacta e elegante
Esteticamente ela vai muito bem. Não foram poucos os profissionais sobre duas rodas que pararam ao lado da Crosser nas paradas de semáforo e ficaram olhando a moto e elogiaram o estilo: “Ficou show” foram as duas palavras mais ouvidas. De fato, a frente lembra as grandes bigtrail mais modernas e desejadas do mercado, com o bico por cima do para lama dianteiro que tem apenas efeito estético mesmo. O farol, apesar de pequeno, oferece ótima iluminação e fácil regulagem através de um parafuso sob o bico da moto. Por fim, o grafismo jovial nas abas do tanque, se misturam com as laterais da moto e formam um conjunto bastante atraente e que foge daquele tradicional para lama alto das motos trail.
Na terra, se tivesse roda aro 21 seria melhor, mas ainda assim ela tem um bom comportamento "off-road"
Mas no seu ambiente mais adequado, que são as ruas e avenidas das cidades, a moto se mostrou de fato irrepreensível. Muito leve e ágil no trânsito, não há quase nada que a impeça de seguir adiante na cidade. A frente alta permite passar com facilidade pelo trânsito, mesmo com o guidão mais largo do que as street. Além disso, a suspensão e roda maior (aro 19) na frente permite engolir os buracos das vias com mais presteza e sem interferir tanto no conforto. Mas na terra os aros 18 atrás e 21 na frente seriam mais adequados, já que os obstáculos também são maiores no off-road.
Para cima ou para baixo, a Crosser enfrenta bem os obstáculos do off-road e se configura numa boa opção para quem está começando nas trilhas
O banco é de duas alturas, deixando o eventual garupa em posição bem confortável e com o apoio providencial das duas alças laterais. Ao piloto a posição também é natural e confortável, com o guidão alto um pouco mais largo e as pedaleiras em boa posição para uma tocada estilo “off”, o que dá firmeza nos terrenos ruins. Cobertas com um acabamento de borracha para os pés não escorregarem, as pedaleiras seguem o padrão das motos trail, curtinhas e retráteis. O motor não muda nada em relação àFazer 150 e se para ela os 12,2 cv na gasolina e 12,4 cv com etanol mostrou ser bastante adequado, na Crosser não ficou diferente. Bastante torque (1,28 e 1,29 kgf.m em cada combustível) em baixas rotações facilita o uso na cidade e nas estradas, com potência suficiente para empurrar a moto até próximo do seu limite já em boas A Crosser 150 usa o mesmo motor da Fazer 150, se naquela ficou bom, nessa não vai ser velocidades. Uma diferente característica comum em motores pequenos é a perda de força em subidas mais longas, mas na Crosser essa perda de força é mais demorada até exigir uma redução de marcha. Então, para manter uma velocidade consistente, a 6.500 rpm já é conveniente reduzir para quarta marcha e assim conseguir aumentar a velocidade. Sua faixa de rotação em quinta marcha na velocidade de cruzeiro está acima dos 8.000 rpm, bem próximo da faixa vermelha. Claro, essa situação vale quando está apenas o piloto. Se houver um garupa, muda tudo e a perda é bem mais sensível.
O consumo esta dentro do que se espera de uma moto desta classe. Notamos que com etanol a moto anda mais e a média de consumo fica cerca de 10% mais alta e que à medida que o motor foi soltando a média melhorou. Pegamos a moto com 600 km rodados e a primeira média entre estrada e cidade ficou em 30,6 km/l e o último tanque que enchemos a média ficou em 32,1 km/l. É claro que se o estilo de pilotagem for sempre com aceleração cuidadosa e velocidades menores, esse consumo pode melhorar e muito, como já se viu relatos de pilotos que conseguem médias superiores a 38 km/l. Mas no uso forte que o trânsito agressivo das grandes cidades exige do motociclista isso não é possível.
Cores disponíveis: laranja, branco e grafite, com e sem freio a disco na roda dianteira
O câmbio possibilita trocas intuitivas e as relações entre as marchas estão bem escalonadas, as mudanças são naturais, sem dificuldade para engates e desengates. Preciso, o câmbio é acompanhado pela embreagem leve e que facilita o trabalho das trocas de marchas. Não se percebe qualquer buraco no aumento da velocidade, fruto do bom escalonamento sustentado por um curva de potência e torque bem lineares. O conjunto de chassi, suspensões e freios está bem adequado à proposta da moto, oferecendo o equilíbrio na medida que a segurança exige. As suspensões seguem a tradição e trazem garfo telescópico na dianteira com curso de 180 mm e braço oscilante com um amortecedor na traseira com link (monoshock) e curso de 150 mm.
Geometria da Crosser está num meio termo entre uma street e uma trail, seu comportamento confirma
A geometria da Crosser cria essa natureza rápida e ágil. Consequência do pouco peso, das rodas menores e da menor distância entre eixos, ângulo de rake relativamente baixo para uma autêntica “off-road”. Uma geometria de meio termo entre uma street e uma trail provê essa agilidade, boa no trânsito e competente na buraqueira, sem ir a extremos. O para lama baixo na dianteira e a roda 19 são indicativos disso. Os freios são eficientes e seguros, com disco simples na dianteira (no modelo ED que testamos) e tambor na traseira. Por ser tambor na traseira, é importante manter sempre bem regulado o varão. Na frente, mesmo sendo a disco, o freio exige uma pressão maior do que seria normal para frenagens mais fortes. Coisa que infelizmente hoje é uma tendência verificada nas pequenas motos com freio a disco.
Freio traseiro a tambor é competente mas demanda ajustes constantes - O dianteiro a disco simples oferece boa potência e segurança para motociclistas iniciantes
É que o treinamento das moto escolas e exames para motociclistas não dão a devida atenção às técnicas de frenagem, principalmente no interior do Brasil e na região Nordeste. Esse tipo de freio, a disco, ainda encontra resistência entre os motociclistas com vícios de pilotagem. Por isso os freios a disco nas pequenas motos estão
se tornando “deficientes” para encobrir a falta de habilidade dos iniciantes. Uma forma de contornar isso é a utilização de freios combinados. Devem chegar com mais força nas pequenas. O modelo “E” da Crosser vem com freio a tambor na frente e como no traseiro, seu acionamento mecânico exige manutenção quase que diária do proprietário para se manter bem regulado, com boas qualidades de frenagem. A suspensão traseiraé o grande diferencial da Crosser, com link. A aplicação desse tipo de suspensão em motos on-off, oferece progressividade na ação do amortecedor que no início do curso se torna muito mais sensível às pequenas irregularidades do terreno, permitindo que a roda copie melhor as ondulações, sem perder contato com o solo. Mesmo assim, nos impactos Link na traseira de uma trail faz toda diferença - Mais adaptável a qualquer terreno e tipo de carga maiores, a progressividade da ação do amortecedor e mola resolve com grande precisão grandes impactos, com uma reação mais controlada, diminuindo o efeito “catapulta” do retorno da suspensão traseira, causado por um excesso de pré carga. É que em motos sem link, ao adicionar carga, há maior necessidade de adicionar tensão na pré carga da mola e como essas motos não costumam ter ajuste na ação hidráulica do retorno do amortecedor, o “rebote” ao absorver um grande impacto acaba por ser excessivo e a traseira pode sair do chão, jogando o piloto por cima do guidão em casos extremos. Na frente, a suspensão se ajusta bem com as caracteristicas do resto da moto. Dá boa dirigibilidade e aceita bem um uso até bem agressivo na terra, mas sem exageros. Completa esta nova opção de moto trail urbano o painel que fica embutido na pequena carenagem frontal, moderno claro e eficiente, que traz em uma única peça um mostrador digital que traz a velocidade, o indicador de marcha e marcador de combustível, além do contagiros analógico redondo e uma extensão do painel com todas as tradicionais luzes-espia indicadoras de pisca, farol alto, neutro e sistema de injeção. Painel com velocímetro digital, tacômetro analógico e indicador de marcha
A Crosser 150 da Yamaha é
uma moto que exprime o desejo de aventura. Cumpre seu papel com desenvoltura urbana e boa capacidade até em longos percursos com velocidade moderada e grande economia, sem deixar de lado o visual. O modelo avaliado – Yamaha XTZ Crosser 150 ED – tem preço de R$9.383,00 (FIPE, maio/2014) e está disponível nas cores branca, laranja e grafite.
Se você tem uma Yamaha XTZ Crosser 150, opine sobre ela! Acesse agora mesmo: Guia de Motos – Motonline
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Clipping Agora governo admite manutenção do IPI reduzido 4350274 - AUTODATA - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVcU/bwrbhh4EsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.autodata.com.br/news.php?recid=19812 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350274.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
Agora governo admite manutenção do IPI reduzido Contrariando o discurso das principais lideranças do setor automotivo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu na quarta-feira, 4, a possibilidade de manter as atuais alíquotas do IPI para automóveis e comerciais leves após 31 de junho – a previsão é que o imposto seja recomposto completamente a partir de 1º de julho, para todas as motorizações. Em entrevista à Agência Brasil o ministro afirmou não ter decisão tomada. “Está previsto o aumento do IPI a partir de julho. Não sei ainda se vamos praticá-lo. Vamos avaliar a situação”. Segundo a nota, Mantega afirmou que a análise final será feita na véspera e a decisão poderá ser de um aumento pequeno ou manutenção dos índices atuais. Aos modelos com motor até 1 litro atualmente incidem 3% de alíquota de IPI, que subiriam para 7%, a alíquota tradicional, em julho, caso o cronograma do governo estabelecido no fim de 2013 não sofra alterações. Na terça-feira, 3, o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, descartou expectativa do varejo por uma eventual prorrogação do IPI reduzido. Sugeriu, inclusive, outra medida: mudança na legislação dos financiamentos a fim de facilitar a retomada do bem em caso de inadimplência e, por consequência, redução nos juros cobrados pelos bancos. O ministro, à Agência Brasil, não garantiu se haverá ações do governo com relação ao assunto. “Estudamos alguma maneira de melhorar o crédito. Mas não é certa [a adoção d]essa medida”.
Clipping Os 50 carros mais vendidos em maio no Brasil 4350275 - EXAME - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVfy9uzVxbiaCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/os-50-carros-mais-vendidos-em-maio-no-brasil2?p=52 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Daniela Barbosa Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350275.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 163,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 73247251,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 163,00 Total: 0,0000
Clipping Vendas ao varejo argentino recuam 39% em maio 4350276 - AUTODATA - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVe2vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.autodata.com.br/news.php?recid=19811 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350276.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
Vendas ao varejo argentino recuam 39% em maio As vendas ao varejo no mercado argentino registraram retração de 39,4% em maio quando comparadas com o mesmo mês do ano passado. Foram comercializados 55 mil 931 veículos leves e comerciais segundo dados da Acara, equivalente à Fenabrave, divulgados pelo Tiempo Motor, parceiro editorial da Agência AutoData naquele país. A média diária de vendas em maio foi de 2,8 mil unidades. Um ano antes o índice atingiu 4,2 mil veículos por dia. Nos primeiros cinco meses do ano foram emplacadas 328 mil 709 unidades, o que representa recuo de 22,7% em relação ao mesmo período de 2013, quando foram vendidas 425 mil 461 unidades. Por marcas a Ford ocupou a liderança de vendas em maio, segundo os números da Acara, com 8,6 mil unidades comercializadas, ainda que em queda de 33,4% na comparação anual. A Fiat ficou em segundo lugar com 8,2 mil unidades e recuo de 21,3% nas vendas anuais. A Volksw agen comercializou 7,7 mil unidades, com baixa de 50,9% nas vendas, e fechou na terceira posição. No acumulado a VW lidera as vendas com 52 mil veículos, seguida por Renault, com 46,1 mil, e Ford, com 42,6 mil unidades.
Clipping Haverá aumento de IPI sobre automóveis 4350277 - CENÁRIO MT - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=4rF6isGupVfBlh6Q/vMpHsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cenariomt.com.br/noticia/363515/havera-aumento-de-ipi-sobre-automoveis.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350277.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 3,13 Fechamento: 06/14 Tiragem: 830821,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 3,13 Total: 0,0000
Haverá aumento de IPI sobre automóveis Tamanho da elevação dependerá da situação do setor automotivo antes da recomposição do tributo sobre a indústria entrar em vigor Publicado Quarta-Feira, 4 de Junho de 2014, às 16:03 | REUTERS Imprimir
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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que haverá aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos, mas que o tamanho da elevação dependerá da situação do setor automotivo antes da recomposição do tributo sobre o setor entrar em vigor. Pelo cronograma atual, o IPI sobre veículos voltaria ao seu nível normal a partir de julho. "Teremos aumento do IPI sobre veículos, poderá ser pequeno ou não, vamos avaliar a situação do mercado", disse o ministro a jornalistas. Na terça-feira, fonte do Palácio do Planalto que acompanha negociações do governo federal com montadoras afirmou à Reuters que o governo deverá elevar parcialmente as alíquotas do IPI sobre veículos a partir de julho, mas evitará que o imposto tenha recomposição integral. O setor automotivo atravessa fase de vendas fracas mesmo com o IPI em nível baixo. Em maio, a comercialização de veículos novos no país recuou 7,2 por cento na comparação anual, com os lojistas apostando em queda de mais de 3 por cento no ano como um todo, informou na terça-feira a entidade que representa as concessionárias (Fenabrave). Mantega disse ainda nesta quarta-feira que o governo não deverá anunciar medidas de estímulo ao setor automotivo alegando que as montadoras têm que solucionar seus problemas setoriais, embora tenha ressaltado que o governo federal avalia medidas para aumentar a oferta de financiamento automotivo. "Estamos estudando maneira de melhorar o crédito para o setor, mas não é certo que teremos essa medida. O setor tem que andar com as próprias pernas." Energia O ministro comentou ainda que não vê necessidade de aumento nos aportes do governo para ajudar distribuidoras de eletricidade a equacionar custos mais altos com energia após o período de poucas chuvas no país. "No momento não vejo necessidade de novo aporte, mas observamos o dia a dia (das distribuidoras)." Sobre a queda de 0,3 por cento da produção industrial em abril ante maio, Mantega disse que há variação grande nesse tipo de indicador e que é preciso aguardar o decorrer do ano para ver como o setor industrial vai se comportar.
Clipping Viva! Venda de carretinhas cresce 7,5%! 4350335 - AUTO INFORME - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCvVM3kuUkbrsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.autoinforme.com.br/exibeNoticia/Viva!-Venda-de-carretinhas-cresce-75!/n/1705 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350335.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 269,23 Total: 0,0000
Viva! Venda de carretinhas cresce 7,5%! 04/06/2014
Segmento é o único que se salva na indústria automobilística; carros, caminhões, ônibus e até máquinas agrícolas estão em queda.
A queda de vendas este ano atinge indiscriminadamente todos os segmentos do setor automobilístico: carros, comerciais leves, caminhões, ônibus, máquinas agrícolas. Ops, todos não: tem um segmento, classificado pela Fenabrave como “outros”, que fechou o período janeiro-maio com crescimento de vendas de 7,5%. O “outros” reúne veículos sem motor, as carretinhas, usadas para o transporte de motos, equipamentos e produtos. Salve as carretinhas! Só elas estão sobrevivendo à retração que atingiu o mercado este ano e que vai obrigar os dirigentes a refazerem as suas previsões para 2014. Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave, mantém a previsão traçada no início do ano, que indica crescimento de 0,21% considerando um cenário positivo
(situação que já foi para o espaço) e queda de 3,6% em caso de cenário negativo. O dirigente, no entanto, considera que seria irresponsável fazer uma nova previsão num momento de volatilidade do mercado. Achou mais prudente esperar passar a Copa e reavaliar o mercado na segunda quinzena de julho. Ele deve estar lamentando a pouca importância das carretinhas: o segmento representa apenas 2,1% das vendas no mercado total (mas está crescendo: no ano passado era 1,9%).
Meneghetti enxerga claramente um viés de baixa: “todos os setores estão dentro de um clima semelhante, sofrendo com a queda das vendas. Há volatilidade em todos os segmentos da economia, com o agravante de termos menos dias úteis devido à Copa do Mundo e um crescimento do PIB abaixo do esperado”. Destacou também o aumento da inflação, o aumento das taxas de juros e comprometimento de renda da população. Na entrevista coletiva que a Anfavea vai dar nesta quintafeira (5), o presidente da entidade, Luiz Moan, também vai manter a previsão de aumento de vendas - de 1,1% traçada no início do ano.
Assim como seu colega da Fenabrave, Moan vai esperar a poeira dos estádios baixar, pra não correr o risco de planejar sob o burburinho. Mas, mesmo tendo se mostrado otimistas em relação à economia em geral, deverá reverter as previsões de vendas de carros. O desempenho de cada segmento: Automóveis e Comerciais leves: Janeiro a maio: queda de 5,2%. Maio - 277.924: queda de 0,6% em relação a abril (279.744) e queda de 7,5% em relação a maio de 2013 (300.581 unidades) Caminhões: Janeiro a maio: queda de 10,91% Maio – 12.905: crescimento de 17,04% em relação a abril (11.026) e crescimento de 1,5% em relação a maio de 2013 (12.714) Ônibus: Janeiro a maio: queda de 10,13% Maio – 2.554: cresceu 3,15 em relação a abril (2.476) e queda de 11,81% em relação a maio de 2013 (2.896) Motos: Janeiro a maio: queda de 1,51%. Maio – 126.713: cresceu 4,07% em relação a abril (121.760) e queda de 2,68% em relação a maio 2013 (130.196)
Implementos Rodoviários: Janeiro a maio: queda de 7,75% Maio: 5.136: crescimento de 2,41% em relação a abril (5.015 em abril) e queda de 3,11% em relação a maio de 2013 (5.301) Tratores e Máquinas Agrícolas: Janeiro a maio: queda de 19,65%. Maio: 5.843: cresceu 0,55% em relação a abril (5.811) e queda de 12,10% em comparação com maio de 2013 (6.647) Carretinhas: Janeiro a maio: crescimento de 7,52% Maio: crescimento de 2,62% em relação a abril e 5,60% em relação a maio de 2013
Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10 bilhões 4350336 - AMÉRICA ECONOMIA - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBRWyZXMqXcesNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.americaeconomiabrasil.com.br/content/para-febraban-indenizacao-por-planoseconomicos-e-de-ate-r10-bilhoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350336.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10 bilhões Brasil
Inicialmente, o MPF calculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos
"Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais", disse presidente da entidade, M urilo Portugal. Foto: Sérgio M oraes/Reuters
qua, 04/06/2014 - 14:11
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São Paulo - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), é de cerca de 8 a 10 bilhões de reais, disse nesta quarta-feira (4) o presidente da entidade, Murilo Portugal. Na semana passada, o Supremo adiou novamente o julgamento, que está na pauta desde novembro de 2013, desta vez a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990.
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Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o executivo, um montante de cerca de 8 bilhões de reais para eventuais perdas com o assunto foram provisionados pelos bancos.
Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. Crédito Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segundafeira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos,
não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. “Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes”, disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais”, disse.
Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi 4350337 - REUTERS BRASIL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBcAyXMDa9lPsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0EF1TI20140604 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350337.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 3704150,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi quarta-feira, 4 de junho de 2014 13:57 BRT Imprimir
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Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federaç ão Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de aç ão indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), é de c erc a de 8 a 10 bilhões de reais, disse nesta quarta-feira o presidente da entidade, Murilo Portugal. Na semana passada, o Supremo adiou novamente o julgamento, que está na pauta desde novembro de 2013, desta vez a pedido do proc urador-geral da Repúblic a, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliaç ão sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990. Inic ialmente, o Ministério Público Federal (MPF) c alculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais c om os planos, valor atingido c om base em cálculos inc orretos, segundo os bancos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você c hega ao resultado líquido, dá c erc a de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o exec utivo, um montante de c erc a de 8 bilhões de reais para eventuais perdas c om o assunto foram provisionados pelos banc os. Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser conc luído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue c resc endo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por c ento neste ano. A mais rec ente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem ac ontecendo em veíc ulos, não tem menor oferta de crédito c omo causa. Na véspera, a Federaç ão Nac ional da Distribuiç ão de Veíc ulos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, c omerc iais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do c rédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar rec ursos e a que cobra do tomador – está mais relac ionado à piora no cenário de recuperaç ão de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros banc ários médios dos empréstimos para pessoas físic as subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. “Houve uma piora na taxa de rec uperação de c réditos inadimplentes”, disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunc iada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financ eiras (IOF) para captações externas ac ima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integraç ão com os mercados internac ionais”, disse.
Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$ 10 bilhões 4350338 - INFO MONEY - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cD9RwXMM6HdNcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3386147/para-febraban-indenizacao-porplanos-economicos-ate-bilhoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350338.pdf
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Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$ 10 bilhões Inicialmente, o MPF calculou que os bancos tiveram ganhos de R$ 441 bilhões de reais com os planos econômicos; segundo bancos, MPF chegou à estes resultados com base em cálculos incorretos
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Por Reuters |15h06 | 04-06-2014
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SÃO PAULO - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), é de cerca de 8 a 10 bilhões de reais, disse nesta quarta-feira o presidente da entidade, Murilo Portugal.
Na semana passada, o Supremo adiou novamente o julgamento, que está na pauta desde novembro de 2013, desta vez a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990.
Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos.
Para Murilo Portugal, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído
"Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban.
Segundo o executivo, um montante de cerca de 8 bilhões de reais para eventuais perdas com o assunto foram provisionados pelos bancos.
Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído.
Crédito Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014.
Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013.
O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread -a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador - está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele.
Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos.
"Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal.
IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias.
"É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Venda de veículos cresce 1,26% em maio, aponta Fenabrave 4350339 - O IMPARCIAL (SÃO LUÍS) - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cB07uFP/+YilcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.oimparcial.com.br/app/noticia/pais/2014/06/04/interna_pais,155672/venda-deveiculos-cresce-1-26-em-maio-aponta-fenabrave.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350339.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 79,62 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 71,15 Total: 0,0000
Venda de veículos cresce 1,26% em maio, aponta Fenabrave 0
Publicação: 04/06/2014 15:00 Atualização: 04/06/2014 14:54 A venda de veículos no país registrou alta de 1,26% em maio, na comparação com o mês anterior, aponta levantamento divulgado nesta terça-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, no entanto, foi observado recuo de 5,74% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos cinco primeiros meses do ano, com decréscimo de 4,34%. No total, foram vendidos pouco mais de 440 mil veículos em maio, com acumulado de 2,016 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 466,8 mil e 2,202 milhões, respectivamente. Em abril deste ano, a comercialização ficou em pouco mais de 434,6 mil veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,01% de janeiro a maio. Em seguida, estão as motos, com taxa de participação de 29,49%, e os comerciais leves (como vans e furgões), com 15,99%. No último mês, 207.184 carros foram negociados. O volume é 1,68% menor do que o observado em abril (210.725). Em relação às motos, 126.713 unidades passaram a rodar no país. O número é 4,07% maior que o verificado no mês anterior (121.760). Considerando apenas a venda de automóveis e comerciais leves, o mês de maio é o terceiro melhor dos últimos dez anos. O resultado com maior número de unidades vendidas ocorreu no ano passado, quando foram comercializadas 300.581. Nessas duas categorias somadas, a venda de veículos com motor bicombustível decresceu 0,87% na comparação com abril. O recuo é maior na relação com maio de 2013, com queda de 8,48% na opção por essa tecnologia.
Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$ 10 bi 4350340 - PRIMEIRA PÁGINA - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCs6aRdbdnMVsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.jornalpp.com.br/economia/item/62157-para-febraban-indenizacao-por-planoseconomicos-e-de-ate-r-10-bi Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350340.pdf
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Clipping Volkswagen perde espaço e Chevrolet assume vice-liderança do mercado em maio 4350341 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 05/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCdrQr7fWxc9sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2014/06/04/interna_noticias,49619/che vrolet-assume-vice-lideranca-de-vendas-de-veiculos-no-brasil-em-mai.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350341.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 81,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 13854968,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 81,00 Total: 0,0000
Volkswagen perde espaço e Chevrolet assume vice-liderança do mercado em maio Volkswagen Gol é o automóvel mais vendido do mês, enquanto o Fiat Uno despenca em vendas. Renault Sandero é o carro mais vendido em Minas Gerais 0
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Thiago Ventura - Portal Vrum Publicação: 04/06/2014 13:43 Atualização: 04/06/2014 14:27
Onix é o carro chefe da Chevrolet no Brasil: 11.698 vendas em maio O mercado nacional de automóveis registrou queda de 7,24% em maio, na comparação ao mesmo mês de 2014. Segundo a Federação Nacional de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), o setor emplacou 277.924 carros e comerciais leves no mês passado. Se comparado com abril, são 1.820 veículos ou 0,64% a menos. No ranking de vendas de fabricantes, uma surpresa no mercado: a Chevrolet ultrapassou a Volkswagen e é a vice-líder com 17,71% de participação no mercado, considerando automóveis e comerciais leves. Analisando apenas os carros, a marca alemã permanece em segundo lugar. A líder em todos os parâmetros é a Fiat, com 21,85% do mercado. Entre os modelos mais vendidos, incluindo automóveis e comerciais leves, o Volkswagen Gol manteve a liderança com 15.189 unidades comercializadas. O Fiat Palio é o segundo com 14.910 e a Fiat Strada em terceiro lugar, com 12.616 emplacamentos.
Uno despenca em vendas e é o nono mais vendido no país em maio
A grande surpresa ficou com o Fiat Uno, que caiu do sexto para o nono lugar, com 7.874 unidades vendidas. O Chevrolet Onix permanece em quarto com 11.698 emplacamentos e o Ford Fiesta aparece na quinta posição (10.977). Mesmo com a nova geração batendo na porta, o Renault Sandero apresenta boas vendas e é o sexto com 9.912 unidades. Hyundai HB20 é o sétimo com 9.757, seguido do Fiat Siena (8.980). No mercado dos sedãs-médios, um dos mais visados pela indústria automobilística, o Toyota Corolla levou a primeira vitória sobre o arquirrival Honda Civic. Com visual renovado, o Corolla emplacou 5.741 unidades, contra 4.702 do Civic. O Chevrolet Cruze foi o terceiro de 1.651 unidades, tirando o posto do Nissan Sentra, agora o quarto mais vendido com 1.233 emplacamentos.
Toyota Corolla superou o Honda Civic em vendas em maio
Minas Gerais Outra novidade no mercado de maio fica com os automóveis mais vendidos em Minas. O Renault Sandero foi o veículo mais emplacado, com 3.062 unidades. O Volkswagen Gol é o segundo colocado com 2.784, seguido do Fiat Palio e seus 2.690 emplacamentos. Normalmente dominado por vendas da marca italiana, no mês passado quem mais vendeu foi a francesa Renault. Automóveis Comerciais leves mais vendidos no Brasil / Maio 2014 1. Volkswagen Gol – 15.189 2. Fiat Palio - 14.910 3. Fiat Strada – 12.616 4. Chevrolet Onix – 11.698 5. Ford Fiesta – 10.977 6. Renault Sandero – 9.912 7. Hyundai HB20 - 9.757 8. Fiat Siena – 8.980 9. Fiat Uno – 7.874 10. Volkswagen Voyage – 7.593 Automóveis mais vendidos em Brasil / Maio 2014 1. Volkswagen Gol 15.189 2. Fiat Palio – 14.910 3. Chevrolet Onix – 11.698 4. Ford Fiesta – 10.977 5. Renault Sandero – 9.912 6. Hyundai HB20 – 9.757 7. Fiat Siena – 8.980 8. Fiat Uno 7.593 9. Chevrolet Prisma – 7.355 10. Volkswagen Fox – 6.913
Gol é o automóvel mais vendido no Brasil em maio com 15.189 unidades
Veículos comerciais leves mais vendidos Brasil / Maio 2014 1. Fiat Strada – 12.616 2. Volkswagen Saveiro – 7.315 3. Chevrolet S10 – 5.019 4. Ford EcoSport – 4.541 5. Renault Duster – 3.960 6. Toyota Hilux – 3.617 7. Chevrolet Montana – 2.472 8. Fiat Fiorino – 2.219 9. Ford Ranger – 2.140 10. Volkswagen Amarok – 1.727 10. Mitsubishi L200 – 1.727 Automóveis mais vendidos em Minas / Maio 2014 1. Renault Sandero – 3.062 2. Volkswagen Gol – 2.784 3. Fiat Palio – 2.690 4. Fiat Uno – 2.153 5. Ford Fiesta – 1.506 6. GM Onix – 1.055 7. Volkswagen Voyage – 941 8. Fiat Siena – 807 9. Volkswagen Fox – 725 10. Hyundai HB20 – 711
Renault Sandero ĂŠ o modelo mais vendido em Minas em maio Saiba mais... Renault Sandero ĂŠ o carro mais vendido em Minas em maio
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Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi 4350342 - ADMINISTRADORES - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBAupA06mMjD8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/para-febraban-indenizacaopor-planos-economicos-e-de-ate-r10bi/88762/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350342.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 30,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 30,00 Total: 0,0000
Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi O Ministério Público Federal calculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. Aluísio Alves, Agência Reuters, 4 de junho de 2014, às 15h30 Tweet
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A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), é de cerca de 8 a 10 bilhões de reais, disse nesta quarta-feira o presidente da entidade, Murilo Portugal. Na semana passada, o Supremo adiou novamente o julgamento, que está na pauta desde novembro de 2013, desta vez a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990. Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o executivo, um montante de cerca de 8 bilhões de reais para eventuais perdas com o assunto foram provisionados pelos bancos. Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014.
Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. “Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes”, disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais”, disse.
Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi 4350343 - MSN NOTICIAS - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBZHvqtd4SbfMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.br.msn.com/economia/para-febraban-indeniza%C3%A7%C3%A3o-por-planosecon%C3%B4micos-%C3%A9-de-at%C3%A9-rdollar10bi-1 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350343.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 29,77 Fechamento: 06/14 Tiragem: 34235000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 29,77 Total: 0,0000
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Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), é de cerca de 8 a 10 bilhões de reais, disse nesta quarta-feira o presidente da entidade, Murilo Portugal. Na semana passada, o Supremo adiou novamente o julgamento, que está na pauta desde novembro de 2013, desta vez a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990. Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o executivo, um montante de cerca de 8 bilhões de reais para eventuais perdas com o assunto foram provisionados pelos bancos. Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. “Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes”, disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais”, disse.
Clipping Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada 4350363 - YAHOO - WEB - WEB - 02/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCYoAsU2r8K08NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
https://br.noticias.yahoo.com/mantega-diz-que-haver%C3%A1-aumento-ipi-sobreautom%C3%B3veis-141932730--finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350363.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 37,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 255586327,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 37,00 Total: 0,0000
Febraban calcula em até R$10 bi receita obtida por bancos com planos econômicos Por Por Aluísio Alv es | Reu ters – 1 1 horas atrás
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Por Aluísio Alves
DESTAQUES EM ECONOMIA
SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
Copom prevê atividade econôm ica m enos intensa em 2014
contestou nesta quarta-feira os valores atribuídos pelo Ministério
Estadão Conteúdo - 7 minutos atrás
os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, em ação
Em presa do Casino quer captar US$ 2 bi nos EUA
Público Federal (MPF) a potenciais receitas obtidas pelos bancos com indenizatória dos poupadores que está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal.
Estadão Conteúdo - 16 minutos atrás
Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, as alegadas receitas Mais em Econom ia »
dos bancos com a aplicação dos recursos das faixas livres dos depósitos de poupança foram de cerca de 10 bilhões de reais. O Ministério Público Federal (MPF) calculou inicialmente que os bancos
DESTAQUES
tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos econômicos, mas
São Paulo enfrenta greve dos m etroviários e de agentes da CET Y ahoo Brasil - 1 hora 54 minutos atrás
Acusado de m atar zelador é suspeito de outro crim e
os bancos argumentam que esse valor foi apurado com base em cálculos incorretos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban.
Estadão Conteúdo - 11
Na semana passada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot,
horas atrás
pediu o adiamento do julgamento no STF sobre as perdas das cadernetas de poupança geradas pelos planos econômicos nas décadas
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de 1980 e 1990. A expectativa é que a Procuradoria apresente nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos
econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2. Segundo Portugal, um montante de cerca de 8 bilhões de reais foram provisionados pelos bancos para eventuais perdas caso o STF julgue favoravelmente aos poupadores. Para o presidente da Febraban, há possibilidade de o Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do
país, mas "desacelerando". A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo na indústria automobilística, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. "Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes", disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. "É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais", disse.
Clipping Alta do IPI pode ficar para depois de julho, diz ministro 4350364 - R7 - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBgTNO5lv/9/cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.r7.com/brasil/alta-do-ipi-pode-ficar-para-depois-de-julho-diz-ministro-04062014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350364.pdf
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Clipping Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada 4350365 - AMÉRICA ECONOMIA - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cDH3GwoB1+sdMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.americaeconomiabrasil.com.br/content/mantega-ipi-de-veiculos-subira-masintensidade-de-alta-sera-avaliada Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350365.pdf
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Clipping Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada 4350367 - O GLOBO ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCK97aKTCuHQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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5/6/2014
Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada - Jornal O Globo notícias esportes variedades entretenimento vídeos
BRASIL
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12h24 REUTERS
Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quartafeira que haverá aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos, mas que o tamanho da elevação dependerá da situação do setor automotivo antes da recomposição do tributo sobre o setor entrar em vigor. Pelo cronograma atual, o IPI sobre veículos voltaria ao seu nível normal a partir de julho. "Teremos aumento do IPI sobre veículos, poderá ser pequeno ou não, vamos avaliar a situação do mercado", disse o ministro a jornalistas. Na terça-feira, fonte do Palácio do Planalto que acompanha negociações do governo federal com montadoras afirmou à Reuters que o governo deverá elevar parcialmente as alíquotas do IPI sobre veículos a partir de julho, mas evitará que o imposto tenha recomposição integral.[ID:nL1N0OL0EV] O setor automotivo atravessa fase de vendas fracas mesmo com o IPI em nível baixo. Em maio, a comercialização de veículos novos no país recuou 7,2 por cento na comparação anual, com os lojistas apostando em queda de mais de 3 por cento no ano como um todo, informou na terça-feira a entidade que representa as concessionárias (Fenabrave). [ID:nL1N0OK16D] Mantega disse ainda nesta quarta-feira que o governo não deverá anunciar medidas de estímulo ao setor automotivo alegando que as montadoras têm que solucionar seus problemas setoriais, embora tenha ressaltado que o governo federal avalia medidas para aumentar a oferta de financiamento automotivo."Estamos estudando maneira de melhorar o crédito para o setor, mas não é certo que teremos essa medida. O setor tem que andar com as próprias pernas." ENERGIA O ministro comentou ainda que não vê necessidade de aumento nos aportes do governo para ajudar distribuidoras de eletricidade a equacionar custos mais altos com energia após o período de poucas chuvas no país. "No momento não vejo necessidade de novo aporte, mas observamos o dia a dia (das distribuidoras)." Sobre a queda de 0,3 por cento da produção industrial em abril ante maio, Mantega disse que há variação grande nesse tipo de indicador e que é preciso aguardar o decorrer do ano para ver como o setor industrial vai se comportar. [ID:L1N0OL0L3] (Por Luciana Otoni, edição Alberto Alerigi Jr.)
http://oglobo.globo.com/brasil/mantega-ipi-de-veiculos-subira-mas-intensidade-de-alta-sera-avaliada-1-12716699
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Clipping Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada 4350368 - JORNAL EXTRA ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCHFsggXnUpQcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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5/6/2014
04/06/14 11:24
Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada
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04/06/14 12:20
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Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada Reuters
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BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que haverá aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos, mas que o tamanho da elevação dependerá da situação do setor automotivo antes da recomposição do tributo sobre o setor entrar em vigor. Pelo cronograma atual, o IPI sobre veículos voltaria ao seu nível normal a partir de julho. "Teremos aumento do IPI sobre veículos, poderá ser pequeno ou não, vamos avaliar a situação do mercado", disse o ministro a jornalistas. Na terçafeira, fonte do Palácio do Planalto que acompanha negociações do governo federal com montadoras afirmou à Reuters que o governo deverá elevar parcialmente as alíquotas do IPI sobre veículos a partir de julho, mas evitará que o imposto tenha recomposição integral. [ID:nL1N0OL0EV] O setor automotivo atravessa fase de vendas fracas mesmo com o IPI em nível baixo. Em maio, a comercialização de veículos novos no país recuou 7,2 por cento na comparação anual, com os lojistas apostando em queda de mais de 3 por cento no ano como um todo, informou na terça-feira a entidade que representa as concessionárias (Fenabrave). [ID:nL1N0OK16D] Mantega disse ainda nesta quarta-feira que o governo não deverá anunciar medidas de estímulo ao setor automotivo alegando que as montadoras têm que solucionar seus problemas setoriais, embora tenha ressaltado que o governo federal avalia medidas para aumentar a oferta de financiamento automotivo."Estamos estudando maneira de melhorar o crédito para o setor, mas não é certo que teremos essa medida. O setor tem que andar com as próprias pernas." ENERGIA O ministro comentou ainda que não vê necessidade de aumento nos aportes do governo para ajudar distribuidoras de eletricidade a equacionar custos mais altos com energia após o período de poucas chuvas no país. "No momento não vejo necessidade de novo aporte, mas observamos o dia a dia (das distribuidoras)." Sobre a queda de 0,3 por cento da produção industrial em abril ante maio, Mantega disse que há variação grande nesse tipo de indicador e que é preciso aguardar o decorrer do ano para ver como o setor industrial vai se comportar. [ID:L1N0OL0L3] http://extra.globo.com/noticias/brasil/mantega-ipi-de-veiculos-subira-mas-intensidade-de-alta-sera-avaliada-rv1-1-12715796.html
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Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada
(Por Luciana Otoni, edição Alberto Alerigi Jr.)
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Clipping Recalls em série não prejudicam vendas da GM nos EUA 4350369 - UOL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCIzYrAI2U8gsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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5/6/2014
Recalls em série não prejudicam vendas da GM nos EUA - Ultimas Notícias - UOL Carros
Recall
Recalls em série não prejudicam vendas da GM nos EUA Do UOL, em São Paulo (SP) 04/06/2014
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12h51
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A General Motors admitiu que sabia de detalhes sobre um defeito de seus carros há mais de uma década, defeito esse que comprovadamente causou 30 acidentes e a morte de 13 pessoas nos Estados Unidos (http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/03/13/seguradoras-acusam-gm-de303-mortes-por-adiar-recall-nos-eua.htm). Após a instalação de uma CPI (http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/04/04/gm-enfrenta-cpi-crise-deconfianca-e-pode-sucumbir-em-caso-cobalt.htm), a montadora anunciou recalls que, no total afetaram, mais de 10 milhões de carros só na América do Norte. Desde janeiro, segundo o Automotive News, foram 24 chamados e multas milionárias (http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/05/16/gm-e-multada-em-us-35milhoes-por-adiar-recall-de-ignicoes-nos-eua.htm) pagas ao Departamento de Transportes dos EUA. No entanto, as vendas das marcas da GM nos EUA vão muito bem, obrigado. Os números de emplacamentos mostram que a empresa (dona de Chevrolet, Buick, Cadillac e GMC) registrou crescimento de 3% no acumulado dos cinco primeiros meses de 2014, na comparação com o mesmo período de 2013. No mês passado, aliás, a GM teve seu melhor mês de vendas desde agosto de 2008 (mês que precedeu a crise financeira que afetou os EUA e depois o planeta): em maio foram 284.694 modelos da GM emplacados, 12,6% a mais que em maio de 2013, segundo relatório da Nada (National Automobile Dealers Association, a Fenabrave dos EUA). Os sedãs Cruze (médio para nós, compacto para eles) e Impala (grande para nós e médio para eles) foram os destaques da empresa. Stan Honda/AFP
Esta é a atual geração do Impala, sucesso de vendas desde seu lançamento
Ao autoblog.com (http://www.autoblog.com/), um dos principais sobre carros dos EUA, o chefe da agência de publicidade que gerencia a reputação da GM, Greg Smith, afirmou que a montadora fez muito bem ao criar um conselho de revisão de segurança interna. "Isso soa muito bem, ao menos no papel. Acho que esta é outra razão para as pessoas acreditarem que se trata de uma nova GM, pois ela se comporta como uma empresa contemporânea", disse.
http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/04/recalls-em-serie-nao-prejudicam-vendas-da-gm-nos-eua.htm
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Recalls em série não prejudicam vendas da GM nos EUA - Ultimas Notícias - UOL Carros
Para Smith, outro fator que influencia no aumento das vendas é o fato de que modelos das marcas Buick, Cadillac e GMC praticamente estarem fora dos recalls. "Os clientes estão comprando picapes da GMC e carros mais caros, como o Impala, e menos modelos de entrada. Esses produtos têm ótima recepção, e o consumidor enxerga isso", diz. O Chevrolet Cobalt, um dos mais afetados pelo recall da ignição (http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/04/04/gm-enfrenta-cpi-crise-deconfianca-e-pode-sucumbir-em-caso-cobalt.htm), já não está mais à venda (atenção: esse Cobalt americano não tem nada a ver com o sedã vendido pela Chevrolet no Brasil). Divulgação
Este é o Cobalt envolvido no recall, que nada tem a ver com o brasileiro
INDÚSTRIA CRESCEU NOS EUA Não foi só a GM que vendeu bem em maio. Toda a indústria de automóveis cresceu 11,4% no mês passado, e especialistas já projetam que o setor pode vender até 16,7 milhões de novos veículos nos EUA em 2014 -- o que seria o melhor resultado dos últimos seis anos. A Ford, por exemplo, que também teve de fazer recall no mês passado (cerca de 1,4 milhão de carros), teve seu melhor mês de maio da década. Paul Nadjarian, proprietário do site de vendas de carros mojomotors.com (http://mojomotors.com), disse ao Autoblog que seu site recebeu nos últimos dois anos mais de 35 mil contatos procurando por concessionárias -- e que, neste período, apenas dois clientes fizeram perguntas sobre recall. Nadjarian disse que os preços dos carros usados da GM, incluindo aqueles que estão envolvidos nos recalls (também de marcas extintas, como Saturn e Pontiac), não mostraram variações significativas ou tendências de queda nos últimos meses. O valor médio de um Cobalt LT 2010 caiu cerca de US$ 100 desde fevereiro, segundo dados do site. Já o preço de um Malibu 2012 recuou cerca de 5% no mesmo período. "Ajuda o fato de que os clientes têm incentivos agressivos para a compra de um carro novo. E recall não é assunto comum do consumidor tradicional", concluiu Nadjarian.
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http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/04/recalls-em-serie-nao-prejudicam-vendas-da-gm-nos-eua.htm
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Clipping Mantega afirma que haverá aumento de IPI sobre automóveis 4350370 - TERRA - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCoHGmSufVZ3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://economia.terra.com.br/carros-motos/mantega-afirma-que-havera-aumento-de-ipisobre-automoveis,bfdc20a972766410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Reuters Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350370.pdf
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Clipping Venda de veículos novos teve queda de 10,95% em maio no Estado 4350371 - CAMPO GRANDE NEWS - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cCyXOVJLGvR98NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.campograndenews.com.br/economia/venda-de-veiculos-novos-teve-queda-de-1095-em-maio-no-estado Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350371.pdf
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Clipping Governo deve aumentar IPI sobre automóveis, diz Mantega 4350393 - O INFORMATIVO DO VALE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBcK9HF1X1MCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.informativo.com.br/site/noticia/visualizar/id/53691/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350393.pdf
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04 DE JUNHO DE 2014
Governo deve aumentar IPI sobre automóveis, diz Mantega O setor automotivo atravessa crise de vendas, mesmo com os impostos em nível mais b aixo Tweetar
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Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira (4) que haverá aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos. O tamanho da elevação do tributo dependerá ainda de avaliação do setor automotivo, segundo Mantega.
Estava previsto que o IPI sobre veículos voltaria ao seu nível normal em julho. "Teremos aumento do IPI sobre veículos, poderá ser pequeno ou não, vamos avaliar a situação do mercado", disse o ministro a jornalistas.
Crédito da foto: Divulgação
O setor automotivo atravessa crise de vendas, mesmo com o IPI em nível baixo. Em maio, a comercialização de veículos novos recuou 7,2% no país, na comparação anual. A entidade que representa os lojistas e concessionárias do Brasil, a Fenabrave, aposta em queda superior a 3%
em 2014.
Guido Mantega disse ainda que o governo não vai anunciar medidas de estímulo ao setor, alegando que as montadoras têm que solucionar seus problemas setoriais, embora tenha ressaltado que o governo federal avalia medidas para aumentar a oferta de financiamento automotivo.
"Estamos estudando maneira de melhorar o crédito para o setor, mas não é certo que teremos essa medida. O setor tem que andar com as próprias pernas.
Fonte: Revista Exame Última atualização: 04 de junho de 2014 às 15h11min
Clipping Febraban: indenização por planos econômicos chega a R$ 10 bi 4350394 - TERRA - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBPfz+jp3ZTJsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi 4350395 - O GLOBO ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cDeg56jHudxLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://oglobo.globo.com/economia/para-febraban-indenizacao-por-planos-economicos-deate-r10bi-12717833 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350395.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 105,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 86049952,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 105,00 Total: 0,0000
14h04 REUTERS
Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), é de cerca de 8 a 10 bilhões de reais, disse nesta quarta-feira o presidente da entidade, Murilo Portugal. Na semana passada, o Supremo adiou novamente o julgamento, que está na pauta desde novembro de 2013, desta vez a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990. Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o executivo, um montante de cerca de 8 bilhões de reais para eventuais perdas com o assunto foram provisionados pelos bancos. Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos.
“Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes”, disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais”, disse.
Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi 4350396 - JORNAL EXTRA ONLINE - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBEStGTC+F8S8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://extra.globo.com/noticias/economia/para-febraban-indenizacao-por-planos-economicosde-ate-r10bi-12717827.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Reuters Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350396.pdf
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Notícias Economia
04/06/14 14:04
04/06/14 14:04
Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi Reuters
Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o valor correto do pedido de ação indenizatória para cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), é de cerca de 8 a 10 bilhões de reais, disse nesta quarta-feira o presidente da entidade, Murilo Portugal. Na semana passada, o Supremo adiou novamente o julgamento, que está na pauta desde novembro de 2013, desta vez a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deve apresentar uma nova avaliação sobre eventuais ganhos que os bancos tiveram com planos econômicos entre as décadas de 1980 e 1990. Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculou que os bancos tiveram ganhos de 441 bilhões de reais com os planos, valor atingido com base em cálculos incorretos, segundo os bancos. "Pelas contas que nós fizemos, esses valores de receita bruta seriam de 17 a 20 bilhões de reais. Quando você chega ao resultado líquido, dá cerca de metade disso", disse Portugal a jornalistas após participar do Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o executivo, um montante de cerca de 8 bilhões de reais para eventuais perdas com o assunto foram provisionados pelos bancos. Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído. CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à
piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. “Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes”, disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais”, disse.
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Clipping GM fecha terceiro mês à frente da Volkswagen, mas Gol segue líder isolado de vendas 4350397 - R7 - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cB+L8tgIlp2ZcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.r7.com/carros/gm-fecha-terceiro-mes-a-frente-da-volkswagen-mas-gol-seguelider-isolado-de-vendas-04062014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350397.pdf
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GM fecha terceiro mês à frente da Volkswagen, mas Gol segue líder isolado de vendas Número de licenciamentos no mês foi 5,2% menor que o obtido em maio de 2013 Tweetar
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Do R7
Montagem/R7
O mercado brasileiro de carros sofreu um novo revés em maio, com 5,2% de recuo nas vendas em relação ao mesmo mês de 2013, informou a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos). Foram 277.924 automóveis e comerciais leves licenciados no período, ante os 300.581 emplacados em maio do ano passado. Na comparação com abril, a queda foi menor, de 0,6%, mas no acumulado 2014 está sendo "amargo", com 5,2% de queda.
Entre as montadoras, o destaque é aGeneral Motors. Pelo terceiro mês consecutivo, a GM fecha na segunda colocação geral nas vendas, desbancando a Volkswagen por uma diferença mínima, porém suficiente. A Fiat segue líder isolada, enquanto Renault e Hyundai disputam mês a mês a quinta posição. Na ponta de baixo do "top 10", a Nissanjá começa a se destacar, superando a Citroën, com a nona colocação nos licenciamentos.
Retroceder
Up cresce e Corolla passa o Civic Entre os modelos, o "top 10" já começa a sofrer uma transformação. Com a aposentadoria do Mille e um facelift a caminho, o Fiat Novo Uno, antes terceiro nas vendas gerais, despencou. Entre janeiro e maio, o hatch popular foi o 6° do ranking, perdendo para Ford Fiesta hatch (Rocam + New Fiesta) e o Chevrolet Onix. Este último, por sinal, já desbancou há algum tempo o Hyundai HB20, que segue aquecido no acumulado, com o 8° lugar. Ainda na lista dos modelos mais vendidos, destaques para o Renault Sandero, que começou 2014 em queda, mas vem mostrando recuperação, e para o Volkswagen Up, que já começa a se
aproximar do grupo dos "dez mais" — foi o 14° em maio. Outro modelo que vem surpreendendo é o Chevrolet Prisma, que já vende mais que o VW Voyage no acumulado. Já entre os hatchs médios, o Chevrolet Cruze voltou a superarVW Golf e Ford Focus. A briga mais quente, no entanto, segue entre os sedãs médios, com o duelo entre Civic e Corolla. Em maio, o modelo da Toyota enfim passou o arquirrival da Honda, abrindo uma diferença de aproximadamente 1.000 unidades. A explicação, porém, é estratégica: a Honda privilegiou a produção do novo Fit, que superou os 4.000 emplacamentos, enquanto finaliza a renovação do Civic. O sedã será repaginado até o fim do mês. Confira a lista dos 10 carros mais vendidos de 2014: 1°) Volkswagen Gol — 80.440 unidades 2°) Fiat Palio (Fire + Novo Palio) — 68.485 unidades 3°) Fiat Strada — 64.757 unidades 4°) Chevrolet Onix — 56.036 unidades 5°) Ford Fiesta hatch (Rocam + New Fiesta) — 54.156 unidades 6°) Fiat Novo Uno — 53.468 unidades 7°) Fiat Siena (EL + Grand Siena) — 46.377 unidades 8°) Hyundai HB20/HB20X — 46.208 unidades 9°) Volkswagen Fox/CrossFox — 43.656 unidades 10°) Renault Sandero — 40.130 unidades Confira as 10 montadoras que mais emplacaram em 2014: 1°) Fiat — 290.982 unidades 2°) General Motors — 235.837 unidades 3°) Volkswagen — 232.905 unidades 4°) Ford — 121.119 unidades 5°) Renault — 92.500 unidades 6°) Hyundai — 89.928 unidades 7°) Toyota — 69.703 unidades 8°) Honda — 51.174 unidades 9°) Nissan — 25.466 unidades 10°) Citroën — 25.455 unidades Saiba tudo sobre carros! Acesse www.r7.com/carros
Clipping Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi 4350398 - YAHOO - WEB - WEB - 02/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cDb1L02C1FcTcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
https://br.noticias.yahoo.com/para-febraban-indeniza%C3%A7%C3%A3o-por-planosecon%C3%B4micos-%C3%A9-at%C3%A9-165740780--finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350398.pdf
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Para Febraban, indenização por planos econômicos é de até R$10bi Por Por Aluísio Alv es | Reu ters – 2 0 horas atrás
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Por Aluísio Alves
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SÃO PAULO (Reuters) - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
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Inicialmente, o Ministério Público Federal (MPF) calculou que os
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Ciab, evento anual de tecnologia bancária da Febraban. Segundo o executivo, um montante de cerca de 8 bilhões de reais para eventuais perdas com o assunto foram provisionados pelos bancos. Para o presidente da Febraban, há a possibilidade do Supremo atender pedido do governo federal para uma audiência pública sobre o tema e não há previsão de em quanto tempo o julgamento deve ser concluído.
CRÉDITO Portugal disse que o crédito no país segue crescendo mais rápido do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, mas “desacelerando”. A previsão dele é de que os estoques de financiamento no país evoluam de 13 a 14 por cento neste ano. A mais recente pesquisa do Banco Central com o mercado, na segunda-feira, apontou previsão de alta de 1,5 por cento do PIB em 2014. Segundo ele, a queda na atividade de alguns setores da economia, como vem acontecendo em veículos, não tem menor oferta de crédito como causa. Na véspera, a Federação Nacional da Distribuição de
Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,5 por cento nos primeiros cinco meses do ano, ante mesma etapa de 2013. O ritmo mais lento do crédito, somado ao aumento dos custos do spread –a diferença do custo que o banco paga para captar recursos e a que cobra do tomador – está mais relacionado à piora no cenário de recuperação de dívidas atrasadas, disse ele. Na semana passada, o BC informou que os juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em abril, a 42 por cento ao ano, o pico em quase três anos. “Houve uma piora na taxa de recuperação de créditos inadimplentes”, disse Portugal. IOF O presidente da Febraban elogiou a medida anunciada nesta manhã pelo governo federal, de reduzir a zero o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas acima de 180 dias. “É uma medida boa porque aumenta a integração com os mercados internacionais”, disse.
Clipping Venda de veículos cresce 1,26% em maio 4350399 - AGORA MT - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p5rdmCM82cBhVt4R9Vq5kMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.agoramt.com.br/2014/06/venda-de-veiculos-cresce-126-em-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: da redação com Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350399.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
Publicado em 4 de junho de 2014 | 13:44 | da redação com Agência Brasil
Venda de veículos cresce 1,26% em maio A venda de veículos no país registrou alta de 1,26% em maio, na comparação com o mês anterior, aponta levantamento divulgado nesta terça-feira (03) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação ao mesmo período do ano passado, no entanto, foi observado recuo de 5,74% na comercialização. Também houve queda no comparativo entre o acumulado dos cinco primeiros meses do ano, com decréscimo de 4,34%. No total, foram vendidos pouco mais de 440 mil veículos em maio, com acumulado de 2,016 milhões em 2014. Em igual período do ano passado, os números chegaram a 466,8 mil e 2,202 milhões, respectivamente. Em abril deste ano, a comercialização ficou em pouco mais de 434,6 mil veículos. A venda de automóveis tem maior participação no mercado, representando 48,01% de janeiro a maio. Em seguida, estão as motos, com taxa de participação de 29,49%, e os comerciais leves (como vans e furgões), com 15,99%. No último mês, 207.184 carros foram negociados. O volume é 1,68% menor do que o observado em abril (210.725). Em relação às motos, 126.713 unidades passaram a rodar no país. O número é 4,07% maior que o verificado no mês anterior (121.760). Considerando apenas a venda de automóveis e comerciais leves, o mês de maio é o terceiro melhor dos últimos dez anos. O resultado com maior número de unidades vendidas ocorreu no ano passado, quando foram comercializadas 300.581. Nessas duas categorias somadas, a venda de veículos com motor bicombustível decresceu 0,87% na comparação com abril. O recuo é maior na relação com maio de 2013, com queda de 8,48% na opção por essa tecnologia.
Clipping Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada 4350400 - ADMINISTRADORES - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfuxfM2g5cLcGLMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/mantega-ipi-de-veiculos-subira-masintensidade-de-alta-sera-avaliada/88753/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350400.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 30,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 30,00 Total: 0,0000
Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada O ministro comentou ainda que não vê necessidade de aumento nos aportes do governo para ajudar distribuidoras de eletricidade a equacionar custos mais altos com energia após o período de poucas chuvas no país Reuters, Reuters, 4 de junho de 2014, às 13h01 Tweet
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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que haverá aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos, mas que o tamanho da elevação dependerá da situação do setor automotivo antes da recomposição do tributo sobre o setor entrar em vigor. Pelo cronograma atual, o IPI sobre veículos voltaria ao seu nível normal a partir de julho. "Teremos aumento do IPI sobre veículos, poderá ser pequeno ou não, vamos avaliar a situação do mercado", disse o ministro a jornalistas. Na terça-feira, fonte do Palácio do Planalto que acompanha negociações do governo federal com montadoras afirmou à Reuters que o governo deverá elevar parcialmente as alíquotas do IPI sobre veículos a partir de julho, mas evitará que o imposto tenha recomposição integral.[ID:nL1N0OL0EV] O setor automotivo atravessa fase de vendas fracas mesmo com o IPI em nível baixo. Em maio, a comercialização de veículos novos no país recuou 7,2 por cento na comparação anual, com os lojistas apostando em queda de mais de 3 por cento no ano como um todo, informou na terça-feira a entidade que representa as concessionárias (Fenabrave). [ID:nL1N0OK16D] Mantega disse ainda nesta quarta-feira que o governo não deverá anunciar medidas de estímulo ao setor automotivo alegando que as montadoras têm que solucionar seus problemas setoriais, embora tenha ressaltado que o governo federal avalia medidas para aumentar a oferta de financiamento automotivo."Estamos estudando maneira de melhorar o crédito para o setor, mas não é certo que teremos essa medida. O setor tem que andar com as próprias pernas." ENERGIA O ministro comentou ainda que não vê necessidade de aumento nos aportes do governo para ajudar distribuidoras de eletricidade a equacionar custos mais altos com energia após o período de poucas chuvas no país. "No momento não vejo necessidade de novo aporte, mas observamos o dia a dia (das distribuidoras)." Sobre a queda de 0,3 por cento da produção industrial em abril ante maio, Mantega disse que há variação
grande nesse tipo de indicador e que é preciso aguardar o decorrer do ano para ver como o setor industrial vai se comportar. [ID:L1N0OL0L3] (Por Luciana Otoni, edição Alberto Alerigi Jr.)
Clipping Para montadoras, IPI voltará em julho e vendas devem cair 4350411 - JOVEM PAN - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfuy9iExaCi+0d8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://jovempan.uol.com.br/noticias/carros/para-montadoras-ipi-voltara-em-julho-e-vendasdevem-cair.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350411.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 22,50 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 22,50 Total: 0,0000
Para montadoras, IPI voltará em julho e vendas devem cair Por Jovem Pan
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fonte: Divulgação
Importados devem sofrer com queda de 3,60% nas vendas
As montadoras automotivas estão descrentes na manutenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Por ora, a previsão é de que ele siga reduzido até o dia 1º de julho para, depois, o governo federal retomá-lo totalmente. "O governo já sinalizou que não tem como manter incentivos, porque precisa fechar as suas contas”, disse, à Agência Estado, Flávio Meneguetti, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O executivo completou dizendo que a estimativa das vendas no mercado nacional para o ano de 2014 é uma queda de 3,60% nas vendas. Para ele, o período negativo do mercado e das vendas deve se estender até o ano de 2016. Nissan divulga teaser da nova geração da picape Frontier; veja Por R$ 89.950, MINI lança no Brasil a nova geração do Cooper
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Clipping Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada 4350412 - REUTERS BRASIL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfux1WPrvhcA3f8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0EF1EA20140604 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350412.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 3704150,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Mantega: IPI de veículos subirá, mas intensidade de alta será avaliada quarta-feira, 4 de junho de 2014 12:18 BRT Imprimir
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BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que haverá aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veíc ulos, mas que o tamanho da elevação dependerá da situação do setor automotivo antes da rec omposição do tributo sobre o setor entrar em vigor. Pelo c ronograma atual, o IPI sobre veículos voltaria ao seu nível normal a partir de julho. "Teremos aumento do IPI sobre veíc ulos, poderá ser pequeno ou não, vamos avaliar a situaç ão do mercado", disse o ministro a jornalistas. Na terça-feira, fonte do Palácio do Planalto que ac ompanha negociações do governo federal com montadoras afirmou à Reuters que o governo deverá elevar parcialmente as alíquotas do IPI sobre veíc ulos a partir de julho, mas evitará que o imposto tenha recomposiç ão integral.[ID:nL1N0OL0EV]
O setor automotivo atravessa fase de vendas fracas mesmo c om o IPI em nível baixo. Em maio, a c omerc ializaç ão de veíc ulos novos no país recuou 7,2 por cento na comparaç ão anual, com os lojistas apostando em queda de mais de 3 por cento no ano c omo um todo, informou na terçafeira a entidade que representa as concessionárias (Fenabrave). [ID:nL1N0OK16D] Mantega disse ainda nesta quarta-feira que o governo não deverá anunciar medidas de estímulo ao setor automotivo alegando que as montadoras têm que solucionar seus problemas setoriais, embora tenha ressaltado que o governo federal avalia medidas para aumentar a oferta de financiamento automotivo."Estamos estudando maneira de melhorar o c rédito para o setor, mas não é certo que teremos essa medida. O setor tem que andar c om as próprias pernas." ENERGIA O ministro comentou ainda que não vê necessidade de aumento nos aportes do governo para ajudar distribuidoras de eletric idade a equacionar custos mais altos com energia após o período de poucas c huvas no país. "No momento não vejo necessidade de novo aporte, mas observamos o dia a dia (das distribuidoras)." Sobre a queda de 0,3 por c ento da produção industrial em abril ante maio, Mantega disse que há variação grande nesse tipo de indicador e que é preciso aguardar o decorrer do ano para ver c omo o setor industrial vai se comportar. [ID:L1N0OL0L3] (Por Luciana Otoni, edição Alberto Alerigi Jr.)
Clipping Vendas da Mini devem crescer 28% este ano 4350413 - AUTOMOTIVE BUSINESS - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfuw/LTaVk/dxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/19767/vendas-da-mini-devem-crescer-28-esteano Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350413.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 7,21 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 7,21 Total: 0,0000
03/06/2014 | 22h11
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Mercado
Vendas da Mini devem crescer 28% este ano Diretora Nina Dragone quer emplacar 2,8 mil carros em 2014 MÁRIO CURCIO, AB Há pouco menos de um ano na direção da Mini,Nina Dragone está otimista com o desempenho da marca, que comemorou cinco anos de Brasil em abril. “Os emplacamentos de janeiro a abril foram 70% maiores do que no mesmo período do ano passado. Até o fim do ano esperamos vender 2,8 mil carros”, diz Nina. “Cresceremos 28% sobre 2013”, comemora. Parte dessa confiança vem da terceira geração do carrinho, que já está chegando às concessionárias (leiaaqui).
Nina entrou no Grupo BMW há sete anos (foto: Mário Curcio)
Com a atualização dos emplacamentos divulgada pela Fenabrave, o acumulado de janeiro a maio deste ano revela que a Mini cresceu ainda mais, 75,8% no confronto com os mesmos cinco meses de 2013.
Será que a Mini encontrará fôlego para crescer também em 2015? “Prefiro não arriscar projeções. É preciso ver o que vai acontecer este ano.” Segundo Nina, a rede de revendas tem hoje 26 unidades e está sendo ampliada: “Até o fim do ano serão certamente 31 concessionárias”, diz a diretora. Sobre as praças com maior volume de vendas, ela diz: “Depois do Estado de São Paulo vêm Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. Por região, o Sul é o mais forte depois do Sudeste. Também estamos no Nordeste e Centro-Oeste.” Nina Dragone entrou para o Grupo BMW há sete anos, onde atuou na divisão de serviços financeiros. Tornou-se diretora da Mini em setembro de 2013. Tags: Nina Barone, BMW, Mini, serviços financeiros, emplacamentos.
Clipping Golf, que já foi líder de vendas, cai da vice-liderança em hatchs médios 4350414 - 180 GRAUS - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfux6oYpLWUHQRsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://180graus.com/noticias/golf-que-ja-foi-lider-de-vendas-cai-da-vicelideranca-em-hatchsmedios Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Com informações do Auto Esporte Cidade: WEB Fábio Carvalho Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: BLOG Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350414.pdf
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Golf, que já foi líder de vendas, cai da vice-liderança em hatchs médios Modelo balança nas vendas e é ultrapassado pelo rival Chevrolet Cruze; Ford Focus se mantém líder 0
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Vice-líder entre os hatches até abril último, o Volkswagen caiu, em maio, para o terceiro lugar no ranking de mais vendidos do segmento. De acordo com relatório divulgado nesta semana pela associação de revendedores Fenabrave, o modelo emplacou 1.394 unidades no mês passado. São 110 unidades a menos que em abril. A pedra no sapato do Volks é o Chevrolet Cruze. O hatch da GM vendeu 1.724 unidades e subiu para a segunda posição da lista no acumulado do ano. Entre janeiro e maio, o Cruze emplacou 8.095 unidades contra 7.933 unidades do VW. Parte do bom resultado é fruto da ofensiva que a Chevrolet tem feito nas lojas, negociando o modelo com descontos gordos, o que torna sua compra mais atrativa frente à concorrência. O Focus, tradicional líder da categoria, se mantém no topo, mas com pouca folga. Em maio, o hatch emplacou 1.666 unidades, menos que o rival Cruze. É uma distância apertada na comparação com as vendas do Chevrolet. No acumulado, o Ford leva vantagem de 1.344 unidades sobre o modelo da GM. Neste mês, o Focus está sendo negociado com taxa zero de juros para o financiamento. Vale lembrar que, ainda que tivesse continuado como vice-líder, a posição de coadjuvante do Golf não é nada confortável para a VW. A montadora não abre sua expectativa de vendas em números (motivo de estratégia, alega ela), mas nunca escondeu que a sétima geração veio para tomar a liderança da categoria. A situação pode se inverter ano que vem, é claro, quando o veículo passará a ser feito na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. A nacionalização deve garantir maior volume de carros disponíveis para venda e preços menores.
O top 5 entre os hatches médios fecha com o Peugeot 308 na quarta posição, com 551 unidades vendidas, e o Hyundai i30 no quinto lugar, com 427 unidades emplacadas em maio. Fonte: Com informações do Auto Esporte Publicado Por: Fábio Carvalho
Clipping Recalls em série não prejudicam vendas da GM nos EUA 4350415 - BOL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfuwoYNz39axWCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/06/04/recalls-em-serie-naoprejudicam-vendas-da-gm-nos-eua.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: UOL Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350415.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 13300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000
Recalls em série não prejudicam vendas da GM nos EUA 04/06/2014
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Do UOL, em São Paulo (SP)
A General Motors admitiu que sabia de detalhes sobre um defeito de seus carros há mais de uma década, defeito esse que comprovadamente causou 30 acidentes e a morte de 13 pessoas nos Estados Unidos. Após a instalação de uma CPI, a montadora anunciou recalls que, no total afetaram, mais de 10 milhões de carros só na América do Norte. Desde janeiro, segundo o Automotive News, foram 24 chamados e multas milionárias pagas ao Departamento de Transportes dos EUA. No entanto, as vendas das marcas da GM nos EUA vão muito bem, obrigado. Os números de emplacamentos mostram que a empresa (dona de Chevrolet, Buick, Cadillac e GMC) registrou crescimento de 3% no acumulado dos cinco primeiros meses de 2014, na comparação com o mesmo período de 2013. No mês passado, aliás, a GM teve seu melhor mês de vendas desde agosto de 2008 (mês que precedeu a crise financeira que afetou os EUA e depois o planeta): em maio foram 284.694 modelos da GM emplacados, 12,6% a mais que em maio de 2013, segundo relatório da Nada (National Automobile Dealers Association, a Fenabrave dos EUA). Os sedãs Cruze (médio para nós, compacto para eles) e Impala (grande para nós e médio para eles) foram os destaques da empresa. Stan Honda/AFP
Esta é a atual geração do Impala, sucesso de vendas desde seu lançamento
Ao autoblog.com, um dos principais sobre carros dos EUA, o chefe da agência de publicidade que gerencia a reputação da GM, Greg Smith, afirmou que a montadora fez muito bem ao criar um conselho
de revisão de segurança interna. "Isso soa muito bem, ao menos no papel. Acho que esta é outra razão para as pessoas acreditarem que se trata de uma nova GM, pois ela se comporta como uma empresa contemporânea", disse. Para Smith, outro fator que influencia no aumento das vendas é o fato de que modelos das marcas Buick, Cadillac e GMC praticamente estarem fora dos recalls. "Os clientes estão comprando picapes da GMC e carros mais caros, como o Impala, e menos modelos de entrada. Esses produtos têm ótima recepção, e o consumidor enxerga isso", diz. O Chevrolet Cobalt, um dos mais afetados pelo recall da ignição, já não está mais à venda (atenção: esse Cobalt americano não tem nada a ver com o sedã vendido pela Chevrolet no Brasil). Divulgação
Este é o Cobalt envolvido no recall, que nada tem a ver com o brasileiro
INDÚSTRIA CRESCEU NOS EUA Não foi só a GM que vendeu bem em maio. Toda a indústria de automóveis cresceu 11,4% no mês passado, e especialistas já projetam que o setor pode vender até 16,7 milhões de novos veículos nos EUA em 2014 -- o que seria o melhor resultado dos últimos seis anos. A Ford, por exemplo, que também teve de fazer recall no mês passado (cerca de 1,4 milhão de carros), teve seu melhor mês de maio da década. Paul Nadjarian, proprietário do site de vendas de carros mojomotors.com, disse ao Autoblogque seu site recebeu nos últimos dois anos mais de 35 mil contatos procurando por concessionárias -- e que, neste período, apenas dois clientes fizeram perguntas sobre recall. Nadjarian disse que os preços dos carros usados da GM, incluindo aqueles que estão envolvidos nos recalls (também de marcas extintas, como Saturn e Pontiac), não mostraram variações significativas ou tendências de queda nos últimos meses. O valor médio de um Cobalt LT 2010 caiu cerca de US$ 100 desde fevereiro, segundo dados do site. Já o preço de um Malibu 2012 recuou cerca de 5% no mesmo período. "Ajuda o fato de que os clientes têm incentivos agressivos para a compra de um carro novo. E recall não é assunto comum do
consumidor tradicional", concluiu Nadjarian.
Veja alguns dos maiores recalls da história 14 fotos
GENERAL MOTORS -- 2,2 milhões de carros (2014)<br>Envolvendo sete modelos feitos entre 2003 e 2007, como os Chevrolet Cobalt (nada a ver com o nosso) e HHR, Saturn Ion e Pontiac Solstice, todos devido a falhas no cilindro de ignição; ao menos 13 mortes são atribuídas ao defeito Leia mais Divulgação
Clipping Chevrolet convoca 2.869 unidades do Malibu por falha eletrônica 4350416 - UOL - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfuxQT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/04/chevrolet-convoca-2869-unidades-domalibu-por-falha-eletronica.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350416.pdf
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Chevrolet convoca 2.869 unidades do Malibu por falha eletrônica 2
Do UOL, em São Paulo (SP) 04/06/2014
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A Chevrolet anunciou mais um recall nesta quarta-feira (4). Agora 2.869 unidades do sedã grande Malibu (vendido no Brasil entre 2010 e 2013), produzidas de 17/02/2010 a 14/09/2011, com numeração de chassis entre AF217888 e CF163481. O chamado se dá por conta de uma falha eletrônica constatada pela fabricante. Segundo a empresa, pode haver mau contato entre o conector do chicote e o módulo da carroceria, o que pode ocasionar o funcionamento irregular da luz de freio, do sistema de assistência de frenagem de emergência (embora sem prejuízo à frenagem do veículo), dos controles de tração e estabilidade e do controlador automático de velocidade (piloto automático). No reparo, que dura cerca de uma hora, a concessionária fará um reforço entre o conector e o módulo para evitar estes possíveis problemas. Até o momento não houve registros de acidentes causados por conta deste problema. Divulgação
Segundo a Fenabrave, Malibu vendeu 2.939 unidades no Brasil entre 2010 e 2013
Segundo a Fenabrave (federação dos distribuidores), o Malibu teve 2.939 unidades vendidas durante sua passagem pelo país. O recall, portanto, envolve praticamente todas as unidades
que chegaram às mãos dos clientes. Mais informações e o agendamento podem ser feitos pelo telefone 0800 702 4200 ou pelo site da marca www.chevrolet.com.br.
Os recalls de 2014 30 fotos
14/01 - Problema na direção fez a Dodge convocar 5.130 unidades da Ram, produzidas entre 12 de fevereiro de 2002 e 21 de janeiro de 2012. Empresa afirmou ter identificado que o pivô da barra de direção esquerda pode quebrar em determinadas condições de direção -- isso poderia causar a perda de controle do veículo Leia mais Divulgação
Veja alguns dos maiores recalls da história 14 fotos
FORD -- 7,9 milhões de carros (1996)<br>Diversos modelos do grupo Ford fabricados entre 1988 e 1993, incluindo Mustang (foto) e os tradicionais Crown Victoria e Lincoln
Town Car (usados, respectivamente, como viatura policial e base de limusines), apresentaram problemas na chave de ignição Divulgação
Últimas de Carros
Clipping Governo deve elevar parcialmente IPI de veículos em julho, fiz fonte 4350420 - INFO MONEY - WEB - WEB - 04/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfuz2c17nVFQqSMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carros/noticia/3384941/governo-deve-elevarparcialmente-ipi-veiculos-julho-fiz-fonte Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350420.pdf
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Governo deve elevar parcialmente IPI de veículos em julho, fiz fonte De acordo com a fonte, a avaliação do governo é que é possível abrir mão de parte da arrecadação com o IPI
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Por Reuters |9h35 | 04-06-2014
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Por Luciana Otoni
BRASÍLIA (Reuters) - O governo deve elevar parcialmente as alíquotas do IPI de veículos a partir de julho, evitando que o imposto tenha recomposição integral para tentar apoiar as vendas de um setor importante para a economia e que vive momento de menor oferta de crédito parafinanciamento e estoques crescentes nos pátios das montadoras.
"As conversas entre governo e montadoras sobre o IPI começaram e indicam que a decisão do governo será pela recomposição gradual do IPI de carros", disse à Reuters uma fonte do Palácio do Planalto que acompanha as negociações.
A venda de veículos novos recuou 7,2 por cento no país em maio na comparação anual (Divulgação)
Notícias relacionadas SP: abastecer com etanol ainda é mais atrativo do que gasolina Site inverte papéis e interessados 'criam anúncios' para comprar carros Quer comprar um carro usado? Veja 6 cuidados antes de fechar o negócio
Em dezembro, o Ministério da Fazenda fez ação semelhante ao anunciar que as alíquotas reduzidas do IPI seriam elevadas gradualmente para seus níveis normais até o início de julho. Por exemplo, para automóveis 1.0, cuja alíquota original é 7 por cento, o percentual do imposto passou a 3 por cento em janeiro, ante 2 por cento até então em vigor.
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De acordo com a fonte, a avaliação do governo é que é possível abrir mão de parte da arrecadação com o IPI porque as receitas extraordinárias e as receitas com concessões virão altas no segundo semestre, ajudando a compensar a perda.
O governo luta para fechar as contas e cumprir a meta de superávit primário deste ano, de 99 bilhões de reais, ou 1,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
A equipe econômica também trabalha em outra frente, considerada ainda mais sensível, que é o mercado de crédito para a compra de veículos, diante de postura mais exigente dos bancos na concessão de empréstimos. Entre outras propostas, está na mesa a criação de espécie de fundo garantidor para essas operações.
A venda de veículos novos recuou 7,2 por cento no país em maio na comparação anual, com os lojistas apostando em queda de mais de 3 por cento no ano como um todo, informou nesta terçafeira a entidade que representa as concessionárias (Fenabrave).
As negociações para incentivar as vendas de veículos do país ocorrem também diante de forte retração nas exportações, cujo destino principal é a Argentina, país que vive uma crise cambial.
A combinação de queda nas vendas no mercado interno e nas exportações tem feito montadoras reduzirem produção e anunciarem medidas como suspensão de contratos de trabalho e programas de demissão voluntária em um ano marcado por eleição presidencial.
Na semana passada, a montadora francesa de veículos PSA Peugeot Citroen anunciou abertura de PDV depois de ter fechado em fevereiro terceiro turno, iniciado em 2010, em sua fábrica em Porto Real (RJ).
Em abril, a Volkswagen anunciou suspensão de contratos de trabalho de mais de 1.000 funcionários de fábricas em São Bernardo do Campo (SP) e São José dos Pinhais (PR) a partir de maio, informaram sindicatos locais.
Clipping Vendas de veículos recuam em maio, diz Fenabrave 4350421 - ISTOÉ DINHEIRO - WEB - WEB - 03/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IXpDuZTqfuwj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140603/vendas-veiculos-recuam-maiodiz-fenabrave/160213.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 05/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\05\4350421.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 108,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 500000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 108,00 Total: 0,0000
Vendas de veículos recuam em maio, diz Fenabrave 03/06/2014
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As vendas de autos e comerciais leves somaram 277.924 unidades em maio, informou nesta terça-feira, 03, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Isso representa uma queda 7,54% sobre as unidades emplacadas em igual mês do ano passado e um recuo de 0,65% sobre total de 279.744 veículos de abril. No acumulado do ano, foram comercializadas 1.332.017 unidades de autos e comerciais leves, queda de 5,19% sobre o acumulado de janeiro a maio de 2013, quando haviam sido comercializados 1.404.894 veículos. Em maio deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 15.459, alta de 14,49% em relação às 13.502 unidades de abril e queda de 0,97% sobre maio de 2013. No acumulado de 2014, as vendas desses veículos atingiram 67.333, queda de 10,77% sobre as 75.458 unidades de igual período de 2013. Se forem somados motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, o total de veículos comercializado em maio de 2014 chegou a 440.088 unidades, alta de 1,26% sobre as 434.615 unidades de abril e queda de 5,74% sobre os 466.870 veículos de maio de 2013. No acumulado do ano até maio, os emplacamentos totais de veículos somaram 2.106.648 unidades, uma queda de 4,34% em relação às 2.202.187 unidades de igual período de 2013. A Fenabrave projeta queda de 3,60% para as vendas totais de veículos no fechamento de 2014. A expectativa da entidade é que neste ano sejam vendidas 5.092.747 unidades, contra as 5.282.943 vendidas em 2013. Para as vendas de autos e comerciais leves a projeção da entidade é de queda de 3,50% este ano, com 3.450.800 unidades ante as 3.575.935 unidades vendidas no ano passado. Já para o segmento de caminhões e ônibus a entidade projeta um crescimento de 1,63% nas vendas em 2014, com 194.436 unidades, contra as 191.319 vendidas durante o ano passado. No acumulado de 2014, as vendas desses veículos atingiram 67.333, queda de 10,77% sobre as 75.458 unidades de igual período de 2013.