Clipping Fenabrave 11.12. 2014

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Clipping Veículos 4894856 - JORNAL DO COMÉRCIO - JORNAL DO COMERCIO - PORTO ALEGRE - RS - 04/12/2014 - Pág 36 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=3OukPjitnHMrDptNvo35jsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: PORTO ALEGRE Estado: RS País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4894856.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 265,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 30000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 265,00 Total: 0,0000



Clipping Gol perde a liderança anual de vendas para o Palio 4904888 - DIÁRIO DE S.PAULO - WEB - WEB - 11/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=sBM1HQGylalCvza1YQsHJcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/75819/gol-perde-a-lideranca-anual-de-vendaspara-o-palio Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904888.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 95,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 800000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 95,00 Total: 0,0000



Clipping Vendas de veículos novos no Estado diminuem 5,51% 4903427 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - CAPA - BELO HORIZONTE - MG - 05/12/2014 - Pág A1 E 5 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=h2SpuJqejvJOzPx9WzkM/MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4903427.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 170,30 Fechamento: 12/14 Tiragem: 25000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 170,30 Total: 0,0000


diariodocomercio.com.br JOSÉ COSTA FUNDADOR

DESDE 1932 - EDIÇÃO 22.776 - R$ 2,00 BELO HORIZONTE, SEXTA-FEIRA, 5 DE DEZEMBRO DE 2014

Empresas anunciam aportes superiores a R$ 53 milhões Investimentos, em diferentes setores, serão feitos nas regiões Norte, Sul e Triângulo NEIMAR COSTA/SEDE

Mais quatro empresas, d e d i f e re n t e s s e t o re s , anunciaram a ampliação de suas atividades no Estado nos próximos anos, mediante investimentos totais superiores a R$ 53 milhões, nas regiões Norte, Sul e Triângulo. O maior aporte será feito pela Agropeva, que aplicará R$ 47 milhões na implantação de 1,5 mil hectares de área irrigada no Jaíba. Os demais serão feitos pela Fabritec, Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Equipamentos (R$ 4,5 milhões), em Varginha; pela Showtec Indústria e Comércio de Eletrônicos (R$ 1,36 milhão), em Santa Rita do Sapucaí; e pela Sun Produtos Químicos, em Uberlândia, que não revelou o valor da Representantes do Indi e da Agropeva assinaram protocolo de intenções que prevê inversão de R$ 47 milhões inversão. Pág. 3

Vendas de veículos novos no Estado diminuem 5,51% Segundo a Fenabrave, as vendas de veículos novos em Minas recuaram 5,51% entre janeiro e novembro deste ano ante igual

intervalo do exercício passado. No período, deixaram as concessionárias 517.668 unidades, contra 547.874 nos primeiros 11

meses de 2013. Apenas em novembro, foram 48.624 emplacamentos, o que corresponde a uma queda de quase 13% frente

aos 55.855 licenciamentos registrados em outubro. Já em relação ao mesmo mês de 2013, a retração chegou a 0,45%. Pág. 5 LEO LARA/STUDIO CERRI

Retração no mercado afeta metalúrgicos As montadoras com unidades em Minas Gerais também já sentem os efeitos da queda nas vendas de veículos. E, na tentativa de diminuir os estoques, vêm adotando estratégias variadas, como paradas técnicas, utilização do banco de horas e concessão de férias coletivas, além da demissão de funcionários. Pág. 4

Energia: preço no mercado de curto prazo tem queda de 33% As chuvas que caíram em diversas regiões do país no início do período úmido beneficiaram também os consumidores de energia no mercado de curto prazo. Na primeira semana deste mês, o Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) passou do teto de R$ 822,83 o megawatt/hora (MWh) para R$ 548,75 o MWh, queda de 33%. Pág. 7

Zona da Mata se destaca com melhor café de Minas Gerais Dois produtores das Matas de Minas — um de Espera Feliz e outro de Araponga — ganharam o Concurso de Qualidade dos Cafés, promovido pela Emater-MG e parceiros. Eles foram os mais bem pontuados nas categorias Natural e Cereja Descascado. Foram inscritas 1.025 amostras das quatro áreas produtoras do Estado. Pág. 13

Planejamento encaminha nova proposta para meta fiscal O Ministério do Planejamento encaminhou ontem ao Congresso projeto atualizando a proposta de superávit primário para 2015. Conforme o ministro indicado para a Fazenda, Joaquim Levy, a meta foi reduzida de 2% para 1,2% no próximo ano. Para os dois exercícios seguintes, o governo perseguirá uma economia de 2% do PIB. Pág. 10

As vendas de automóveis e comerciais leves da Fiat caíram 8,3% em novembro e somaram 54.946 unidades DIVULGAÇÃO

Pedreira Um Valemix vai beneficiar finos da Crusader Resources A Crusader Resources irá usar a planta de beneficiamento da Pedreira Um Valemix, situada em Catas Altas (região Central do Estado), para processar finos de minério da mina de Posse, localizada em Caeté, na Grande Belo Horizonte. Com o contrato inicial de três meses, a multinacional pretende produAs operações no complexo minerário da Grande BH foram iniciadas em março do exercício passado zir sinter feed. Pág. 6

EDITORIAL Eles têm consciência de que não bastará apertar os cintos. Será preciso, e com igual empenho, fazer caixa, elevar as receitas, o que significa dizer que a conta acabará chegando ao bolso do contribuinte. E com o cuidado de evitar, tanto quanto possível, que este processo acabe contaminando os preços, chegando à inflação. “É hora de dar exemplo”, pág. 2


5 ECONOMIA ALISSON J. SILVA

Financiamento deve melhorar no próximo ano Rio de Janeiro — O mercado de financiamento de veículos terá um próximo ano “ligeiramente melhor” que 2014, prevê o diretor-executivo da Cetip, Gilson Finkelsztain. Um dos principais motivos, segundo ele, é a nova legislação que facilita a retomada de veículos pelos bancos em caso de inadimplência. As novas regras, que entraram em vigor em novembro, preveem que o tempo de recuperação de bens com prestações em atraso caia de um ano para três meses. A Cetip opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia do crédito de automóveis no país. “Já percebemos que os bancos estão acelerando a concessão de crédito para veículos, que chegou sofrer até retração no começo do ano. As novas regras de retomada devem dar uma boa animada. Mas é claro que o setor vai depender da confiança do consumidor, que continua baixa, e por isso eu acredito que o próximo ano será ligeiramente melhor. Acho que não vai crescer dois dígitos não”, explicou ontem Finkelsztain, em evento sobre educação financeira promovido no Rio de Janeiro. A leve recuperação da concessão de crédito no último mês é apontada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) como um indicador positivo. O volume de financiamentos concedidos pelos bancos cresceu 13,9% em outubro e novembro. Finkelsztain se disse “muito animado” com a nova equipe econômica anunciada pelo governo e acredita que a receita proposta — redução de gastos e da participação dos bancos públicos no crédito etc. — terá efeito positivo na economia. “O crédito tem cara de que vai crescer entre 7% e 10% (no ano que vem), e o mercado de renda fixa vai no mínimo acompanhar esse mesmo patamar. Se a participação do BNDES e dos bancos públicos for de fato reduzida e direcionada mais a empresas médias e pequenas, como estão pretendendo, isso será muito positivo para as debêntures e para o crédito privado como um todo”, avalia. Finkelsztain admite, porém, que um cenário de juros mais altos age como inibidor para a renda fixa privada, uma vez que os investidores privilegiam aplicações em títulos públicos que acabam rendendo mais com a Selic em alta e oferecem menos riscos. (AG/FP)

Produção caiu 15,5%, aponta a Anfavea

A Fenabrave registrou a comercialização de 517.668 veículos em Minas de janeiro a novembro

PESQUISA

Vendas de veículos têm queda de 5,51% em Minas no acumulado do ano Retração em novembro chegou a 12,95% em relação a outubro RAFAEL TOMAZ

As vendas de veículos em Minas Gerais caíram 5,51% entre janeiro e novembro na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Foram comercializadas 517.668 unidades no Estado, contra 547.874 unidades nos primeiros 11 meses de 2013, conforme dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Somente em novembro, as vendas em Minas somaram 48.624 veículos. O volume é 12,95% inferior ao registrado no mês anterior, quando atingiu 55.855 unidades. Já na comparação com o mesmo período do exercício passado (48.843), houve retração de 0,45%. De acordo com as informações da entidade, as vendas de automóveis e comerciais leves no Estado apresentaram retração de 9,46% entre janeiro e novembro, ante igual intervalo de 2013. O volume comercializado passou de 392.493 unidades para 368.841 unidades. No mês passado, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves atingiram 37.010 unidades. Isto representa queda de 12,22% na c o m p a r a ç ã o c o m o u t u b ro , quando somaram 42.162 veículos. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior (35.973

unidades), houve incremento de 2,88%. As vendas de veículos pesados também estão em queda. Nos segmento de caminhões e ônibus foram comercializados 18.440 veículos no acumulado do ano até novembro. O resultado é 6,8% inferior ao verificado em igual período do exercício passado, quando totalizou 19.786 unidades. Somente em novembro, foram emplacados 1.539 caminhões e ônibus em Minas. Este volume representa queda de 2,47% em relação ao mês anterior, quando somou 1.578 veículos. Na comparação com o mesmo período de 2013 (1.429 unidades), houve aumento de 7,7%, segundo a Fenabrave.

sado, quando as vendas somaram 20.054 unidades, houve aumento de 7,65%. No segmento de automóveis e comerciais leves foi registrado recuo de 0,61% nos emplacamentos nos primeiros 11 meses de 2014, ante igual intervalo do exercício passado. As vendas caíram de 178.684 unidades para 177.602 unidades. Na contramão da média estadual, as vendas de caminhões e ônibus na capital mineira cresceram 6,64% entre janeiro e novembro, contra igual intervalo do ano passado. O resultado passou de 3.240 unidades para 3.455 unidades, de acordo com as informações da Fenabrave. A perda de ritmo da economia, somada a fatores como a redução da oferta de crédito e a Capital — Os resultados tam- retomada gradual da alíquota do bém são negativos em Belo Hori- Imposto sobre Produtos Induszonte, porém, o desempenho é trializados (IPI), vem resultando melhor do que o verificado no em queda nas vendas do setor Estado. No acumulado de janeiro automotivo. Os financiamentos de veícua novembro, as vendas de veículos caíram 0,83% em relação aos los em Minas Gerais, por exem11 primeiros meses de 2013. As plo, caíram 8,1% entre janeiro e vendas na capital mineira passa- outubro na comparação com o ram de 199.027 unidades para mesmo período do ano passado. F o r a m re g i s t r a d o s 5 2 9 . 8 5 0 197.370 veículos. Em novembro, os emplaca- novos financiamentos, ante mentos totalizaram 21.589 veícu- 576.682 no mesmo intervalo do los, contra 24.180 unidades em ano passado, conforme informaoutubro. Isto representa queda ções da Cetip, companhia que de 10,72% no período. Já em rela- opera o Sistema Nacional de ção ao mesmo mês do ano pas- Gravames (SNG).

Emplacamentos da Fiat recuam 8,3% no país LEONARDO FRANCIA

As vendas de automóveis e comerciais leves da Fiat Automóveis S/A caíram em novembro. Os emplacamentos de veículos da marc a italiana somaram 54.946 carros, 8,3% a menos do que em outubro (59.899 unidades). A montadora, com planta em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), continua na ponta do mercado no segmento, com 19,6% de market share. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Comparadas as vendas da Fiat em novembro com as do mesmo mês de 2013, quando a montadora comercializou 59.723 veículos, houve retração de 8%. No acumulado do ano até novembro, foram vendidas 631,1 mil veículos da marca italiana contra 697,7 mil unidades em idêntico período de 2013, redução de 9,6%. Mesmo assim, a montadora manteve a liderança do mercado, com 21,2% de participação. No início de outubro, a Fiat

anunciou a incorporação das atividades da Chrysler Group do Brasil Comércio de Veículos Ltda. A medida foi mais um passo no processo de estruturação das companhias, que seguem rumo à formação da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), holding mundial que já nasce com faturamento anual de 87 bilhões de euros. O primeiro veículo a ser lançado pela nova marca é o Jeep Renegade, que deverá chegar ao mercado nacional em 2015, segundo informações do grupo. A operação, conforme comunicado da montadora italiana feito na época, busca unificar as operações de produção, importação e comércio de automóveis das duas marcas no Brasil. O objetivo seria obter eficiência e competitividade. Ainda segundo a nota enviada ao mercado, os contratos fechados previamente com concessionários e outros parceiros, que estavam vigentes no momento, não seriam alterados. De acordo com as informações da Fenabrave, as vendas da Iveco L a t in Am e r i c a , u n i d a d e d o

grupo Fiat s ediada em Sete Lagoas (região Central) e especializada na fabricação de veículos pesados, cresceram de 721 caminhões em outubro para 725 em novembro, alta de 0,5%. Frente às do mesmo mês de 2013 (874 unidades), por outro lado, houve queda de 17%. A Iveco também manteve sua posição do ranking das fabricantes de caminhões em novembro (sexta posição), assim como em igual mês de 2013, mas com participação menor, caindo de 7,4% para 5,9%. No acumulado de 11 meses deste ano, os emplacamentos dos caminhões da Iveco recuaram 22,9% ante o mesmo período do exercício anterior.

Além disso, conforme já divulgado, a Iveco também tem negociações em andamento com países da América do Sul para vender o veículo blindado Guarani para outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Colômbia, e até na África. O objetivo da empresa é crescer dentro do segmento de defesa.

Mercedes-Benz — As vendas de caminhões da Mercedes-Benz, com planta em Juiz de Fora (Zona da Mata), caíram em novembro comparadas com as de outubro. Neste confronto, os emplacamentos no mercado doméstico somaram 3.092 unidades contra 3.813 veículos, queda de 12%. Em relação a idêntico mês de Blindados — Atualmente, a 2013, quando a Mercedes venIveco cumpre um contrato de R$ deu 3.286 caminhões, a retração 6 bilhões com o Exército Brasi- foi de 6%. Na comparação do leiro, que prevê o fornecimento acumulado do ano até novemde 2.044 veículos blindados nos bro com o mesmo intervalo um próximos 20 anos. Para cumprir exercício antes, foi apurada o contrato, a empresa investiu R$ redução de 11,1% neste ano. No 75 milhões em uma linha desti- período, a empresa ficou em prinada à produção desses veículos meiro no ranking de caminhões, dentro da plataforma industrial com fatia de 26,2% de acordo com a Fenabrave. de Sete Lagoas.

São Paulo — A produção de veículos no Brasil entre janeiro e novembro caiu 15,5% em relação ao mesmo período de 2013, ficando em 2,94 milhões de unidades. Na comparação entre n o v e m b ro e o u t u b ro , a queda foi de 9,7%, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgados ontem. Já as vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus recuaram 4% ante outubro e 2,7% em relação a novembro de 2013. No acumulado do ano, a retração chega a 8,4%, de acordo com a Anfavea. As vendas acumuladas no ano, de 3,127 milhões de unidades, também são as piores para o período em cinco anos. Paralelamente, as exportações caíram 40,6%, para 310,7 mil unidades, puxadas por uma baixa de 45% nas vendas para a Argentina, maior cliente brasileiro. O presidente da Anfavea, Luiz Moan, ressalta que 2014 foi um ano “extremamente difícil”, com ciclo de baixa. “Tivemos menos dias úteis por causa da Copa, teve eleições, a confiança do consumidor ficou comprometida e o crédito foi restrito”, aponta. Ele observa tratar-se de um cenário que não se repetirá em 2015, por isso enxerga o próximo ano com mais otimismo.

Estoques — Mesmo com a

produção menor, os estoques nas fábricas e nas revendas aumentaram em relação a outubro, passando de 413,4 mil unidades (equivalentes a 40 dias de vendas) para 414,3 mil (42 dias). “É um nível absolutamente inadequado”, afirma Moan. Ele ressalta que as empresas trabalham em duas variáveis para reduzir estoques: fazendo promoções para aumentar as vendas e reduzindo a produção. Segundo o dirigente, em maio de 2012, quando o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi reduzido, houve um acerto com o governo de que os empregos seriam mantidos, com exceção dessas variáveis.

Projeções — A Anfavea só

fará as projeções para 2015 no início de janeiro, mas a aposta de Moan é que o ano será melhor. “Se mantivermos a média diária de vendas que tivemos no segundo semestre, certamente o ano será melhor”, calcula o presidente da entidade. Mantida a média, de mais de 14 mil carros por dia, o setor poderá fechar o próximo ano com vendas entre 3,5 milhões e 3,7 milhões de unidades. Já neste ano, as vendas devem ficar abaixo da expectativa da Anfavea, que manteve sua projeção de uma queda de 5,4% ante 2 0 1 3 , p a r a c e rc a d e 3 , 5 milhões de unidades. “Apesar de mantermos a projeção, ela tem um forte viés de baixa”, admite Moan. O presidente da Anfavea aposta num dezembro mais forte em razão do pagamento do 13º salário, da antecipação de compras por causa do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) prev i s t o p a r a j a n e i ro e d a melhora do crédito após a nova legislação que facilita a retomada de carros de inadimplentes. (FP/AE)


Clipping Emplacamentos da Fiat recuam 8,3% no país 4903430 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - ECONOMIA - BELO HORIZONTE - MG - 05/12/2014 - Pág 5 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=h2SpuJqejvL/TvqafkApV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Leonardo Francia Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4903430.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 170,30 Fechamento: 12/14 Tiragem: 25000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 170,30 Total: 0,0000


5 ECONOMIA ALISSON J. SILVA

Financiamento deve melhorar no próximo ano Rio de Janeiro — O mercado de financiamento de veículos terá um próximo ano “ligeiramente melhor” que 2014, prevê o diretor-executivo da Cetip, Gilson Finkelsztain. Um dos principais motivos, segundo ele, é a nova legislação que facilita a retomada de veículos pelos bancos em caso de inadimplência. As novas regras, que entraram em vigor em novembro, preveem que o tempo de recuperação de bens com prestações em atraso caia de um ano para três meses. A Cetip opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia do crédito de automóveis no país. “Já percebemos que os bancos estão acelerando a concessão de crédito para veículos, que chegou sofrer até retração no começo do ano. As novas regras de retomada devem dar uma boa animada. Mas é claro que o setor vai depender da confiança do consumidor, que continua baixa, e por isso eu acredito que o próximo ano será ligeiramente melhor. Acho que não vai crescer dois dígitos não”, explicou ontem Finkelsztain, em evento sobre educação financeira promovido no Rio de Janeiro. A leve recuperação da concessão de crédito no último mês é apontada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) como um indicador positivo. O volume de financiamentos concedidos pelos bancos cresceu 13,9% em outubro e novembro. Finkelsztain se disse “muito animado” com a nova equipe econômica anunciada pelo governo e acredita que a receita proposta — redução de gastos e da participação dos bancos públicos no crédito etc. — terá efeito positivo na economia. “O crédito tem cara de que vai crescer entre 7% e 10% (no ano que vem), e o mercado de renda fixa vai no mínimo acompanhar esse mesmo patamar. Se a participação do BNDES e dos bancos públicos for de fato reduzida e direcionada mais a empresas médias e pequenas, como estão pretendendo, isso será muito positivo para as debêntures e para o crédito privado como um todo”, avalia. Finkelsztain admite, porém, que um cenário de juros mais altos age como inibidor para a renda fixa privada, uma vez que os investidores privilegiam aplicações em títulos públicos que acabam rendendo mais com a Selic em alta e oferecem menos riscos. (AG/FP)

Produção caiu 15,5%, aponta a Anfavea

A Fenabrave registrou a comercialização de 517.668 veículos em Minas de janeiro a novembro

PESQUISA

Vendas de veículos têm queda de 5,51% em Minas no acumulado do ano Retração em novembro chegou a 12,95% em relação a outubro RAFAEL TOMAZ

As vendas de veículos em Minas Gerais caíram 5,51% entre janeiro e novembro na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Foram comercializadas 517.668 unidades no Estado, contra 547.874 unidades nos primeiros 11 meses de 2013, conforme dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Somente em novembro, as vendas em Minas somaram 48.624 veículos. O volume é 12,95% inferior ao registrado no mês anterior, quando atingiu 55.855 unidades. Já na comparação com o mesmo período do exercício passado (48.843), houve retração de 0,45%. De acordo com as informações da entidade, as vendas de automóveis e comerciais leves no Estado apresentaram retração de 9,46% entre janeiro e novembro, ante igual intervalo de 2013. O volume comercializado passou de 392.493 unidades para 368.841 unidades. No mês passado, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves atingiram 37.010 unidades. Isto representa queda de 12,22% na c o m p a r a ç ã o c o m o u t u b ro , quando somaram 42.162 veículos. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior (35.973

unidades), houve incremento de 2,88%. As vendas de veículos pesados também estão em queda. Nos segmento de caminhões e ônibus foram comercializados 18.440 veículos no acumulado do ano até novembro. O resultado é 6,8% inferior ao verificado em igual período do exercício passado, quando totalizou 19.786 unidades. Somente em novembro, foram emplacados 1.539 caminhões e ônibus em Minas. Este volume representa queda de 2,47% em relação ao mês anterior, quando somou 1.578 veículos. Na comparação com o mesmo período de 2013 (1.429 unidades), houve aumento de 7,7%, segundo a Fenabrave.

sado, quando as vendas somaram 20.054 unidades, houve aumento de 7,65%. No segmento de automóveis e comerciais leves foi registrado recuo de 0,61% nos emplacamentos nos primeiros 11 meses de 2014, ante igual intervalo do exercício passado. As vendas caíram de 178.684 unidades para 177.602 unidades. Na contramão da média estadual, as vendas de caminhões e ônibus na capital mineira cresceram 6,64% entre janeiro e novembro, contra igual intervalo do ano passado. O resultado passou de 3.240 unidades para 3.455 unidades, de acordo com as informações da Fenabrave. A perda de ritmo da economia, somada a fatores como a redução da oferta de crédito e a Capital — Os resultados tam- retomada gradual da alíquota do bém são negativos em Belo Hori- Imposto sobre Produtos Induszonte, porém, o desempenho é trializados (IPI), vem resultando melhor do que o verificado no em queda nas vendas do setor Estado. No acumulado de janeiro automotivo. Os financiamentos de veícua novembro, as vendas de veículos caíram 0,83% em relação aos los em Minas Gerais, por exem11 primeiros meses de 2013. As plo, caíram 8,1% entre janeiro e vendas na capital mineira passa- outubro na comparação com o ram de 199.027 unidades para mesmo período do ano passado. F o r a m re g i s t r a d o s 5 2 9 . 8 5 0 197.370 veículos. Em novembro, os emplaca- novos financiamentos, ante mentos totalizaram 21.589 veícu- 576.682 no mesmo intervalo do los, contra 24.180 unidades em ano passado, conforme informaoutubro. Isto representa queda ções da Cetip, companhia que de 10,72% no período. Já em rela- opera o Sistema Nacional de ção ao mesmo mês do ano pas- Gravames (SNG).

Emplacamentos da Fiat recuam 8,3% no país LEONARDO FRANCIA

As vendas de automóveis e comerciais leves da Fiat Automóveis S/A caíram em novembro. Os emplacamentos de veículos da marc a italiana somaram 54.946 carros, 8,3% a menos do que em outubro (59.899 unidades). A montadora, com planta em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), continua na ponta do mercado no segmento, com 19,6% de market share. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Comparadas as vendas da Fiat em novembro com as do mesmo mês de 2013, quando a montadora comercializou 59.723 veículos, houve retração de 8%. No acumulado do ano até novembro, foram vendidas 631,1 mil veículos da marca italiana contra 697,7 mil unidades em idêntico período de 2013, redução de 9,6%. Mesmo assim, a montadora manteve a liderança do mercado, com 21,2% de participação. No início de outubro, a Fiat

anunciou a incorporação das atividades da Chrysler Group do Brasil Comércio de Veículos Ltda. A medida foi mais um passo no processo de estruturação das companhias, que seguem rumo à formação da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), holding mundial que já nasce com faturamento anual de 87 bilhões de euros. O primeiro veículo a ser lançado pela nova marca é o Jeep Renegade, que deverá chegar ao mercado nacional em 2015, segundo informações do grupo. A operação, conforme comunicado da montadora italiana feito na época, busca unificar as operações de produção, importação e comércio de automóveis das duas marcas no Brasil. O objetivo seria obter eficiência e competitividade. Ainda segundo a nota enviada ao mercado, os contratos fechados previamente com concessionários e outros parceiros, que estavam vigentes no momento, não seriam alterados. De acordo com as informações da Fenabrave, as vendas da Iveco L a t in Am e r i c a , u n i d a d e d o

grupo Fiat s ediada em Sete Lagoas (região Central) e especializada na fabricação de veículos pesados, cresceram de 721 caminhões em outubro para 725 em novembro, alta de 0,5%. Frente às do mesmo mês de 2013 (874 unidades), por outro lado, houve queda de 17%. A Iveco também manteve sua posição do ranking das fabricantes de caminhões em novembro (sexta posição), assim como em igual mês de 2013, mas com participação menor, caindo de 7,4% para 5,9%. No acumulado de 11 meses deste ano, os emplacamentos dos caminhões da Iveco recuaram 22,9% ante o mesmo período do exercício anterior.

Além disso, conforme já divulgado, a Iveco também tem negociações em andamento com países da América do Sul para vender o veículo blindado Guarani para outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Colômbia, e até na África. O objetivo da empresa é crescer dentro do segmento de defesa.

Mercedes-Benz — As vendas de caminhões da Mercedes-Benz, com planta em Juiz de Fora (Zona da Mata), caíram em novembro comparadas com as de outubro. Neste confronto, os emplacamentos no mercado doméstico somaram 3.092 unidades contra 3.813 veículos, queda de 12%. Em relação a idêntico mês de Blindados — Atualmente, a 2013, quando a Mercedes venIveco cumpre um contrato de R$ deu 3.286 caminhões, a retração 6 bilhões com o Exército Brasi- foi de 6%. Na comparação do leiro, que prevê o fornecimento acumulado do ano até novemde 2.044 veículos blindados nos bro com o mesmo intervalo um próximos 20 anos. Para cumprir exercício antes, foi apurada o contrato, a empresa investiu R$ redução de 11,1% neste ano. No 75 milhões em uma linha desti- período, a empresa ficou em prinada à produção desses veículos meiro no ranking de caminhões, dentro da plataforma industrial com fatia de 26,2% de acordo com a Fenabrave. de Sete Lagoas.

São Paulo — A produção de veículos no Brasil entre janeiro e novembro caiu 15,5% em relação ao mesmo período de 2013, ficando em 2,94 milhões de unidades. Na comparação entre n o v e m b ro e o u t u b ro , a queda foi de 9,7%, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgados ontem. Já as vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus recuaram 4% ante outubro e 2,7% em relação a novembro de 2013. No acumulado do ano, a retração chega a 8,4%, de acordo com a Anfavea. As vendas acumuladas no ano, de 3,127 milhões de unidades, também são as piores para o período em cinco anos. Paralelamente, as exportações caíram 40,6%, para 310,7 mil unidades, puxadas por uma baixa de 45% nas vendas para a Argentina, maior cliente brasileiro. O presidente da Anfavea, Luiz Moan, ressalta que 2014 foi um ano “extremamente difícil”, com ciclo de baixa. “Tivemos menos dias úteis por causa da Copa, teve eleições, a confiança do consumidor ficou comprometida e o crédito foi restrito”, aponta. Ele observa tratar-se de um cenário que não se repetirá em 2015, por isso enxerga o próximo ano com mais otimismo.

Estoques — Mesmo com a

produção menor, os estoques nas fábricas e nas revendas aumentaram em relação a outubro, passando de 413,4 mil unidades (equivalentes a 40 dias de vendas) para 414,3 mil (42 dias). “É um nível absolutamente inadequado”, afirma Moan. Ele ressalta que as empresas trabalham em duas variáveis para reduzir estoques: fazendo promoções para aumentar as vendas e reduzindo a produção. Segundo o dirigente, em maio de 2012, quando o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi reduzido, houve um acerto com o governo de que os empregos seriam mantidos, com exceção dessas variáveis.

Projeções — A Anfavea só

fará as projeções para 2015 no início de janeiro, mas a aposta de Moan é que o ano será melhor. “Se mantivermos a média diária de vendas que tivemos no segundo semestre, certamente o ano será melhor”, calcula o presidente da entidade. Mantida a média, de mais de 14 mil carros por dia, o setor poderá fechar o próximo ano com vendas entre 3,5 milhões e 3,7 milhões de unidades. Já neste ano, as vendas devem ficar abaixo da expectativa da Anfavea, que manteve sua projeção de uma queda de 5,4% ante 2 0 1 3 , p a r a c e rc a d e 3 , 5 milhões de unidades. “Apesar de mantermos a projeção, ela tem um forte viés de baixa”, admite Moan. O presidente da Anfavea aposta num dezembro mais forte em razão do pagamento do 13º salário, da antecipação de compras por causa do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) prev i s t o p a r a j a n e i ro e d a melhora do crédito após a nova legislação que facilita a retomada de carros de inadimplentes. (FP/AE)


Clipping Confecção gaúcha ganha o mundo 4904496 - JORNAL DO COMÉRCIO (RS) - WEB - WEB - 11/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=jEfVbv5ELhREStGTC+F8S8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=181752#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Danilo Ucha Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904496.pdf

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Clipping Concessionárias de veículos abrem dias 14 e 21 de dezembro 4904538 - BLOG MIRIAN GASPARIN - WEB - WEB - 10/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vPsCng6qF0b9RwXMM6HdNcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://miriangasparin.com.br/?p=31730 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: BLOG Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904538.pdf

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http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=compras&id=39290 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904536.pdf

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http://www.difundir.com.br/site/c_mostra_release.php?emp=4091&num_release=144127 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904534.pdf

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http://madapereira.blogspot.com/2014/12/concessionarias-de-veiculos-abrem-dias.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: BLOG Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904497.pdf

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Clipping BMW bate, de novo, recorde de vendas globais em 2014 4904533 - MSN NOTICIAS - WEB - WEB - 10/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vPsCng6qF0ZJeLoNLybxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.msn.com/pt-br/carros/noticias/bmw-bate-de-novo-recorde-de-vendas-globais-em2014/ar-BBgBeIF Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Daniela Barbosa Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904533.pdf

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BMW bate, de novo, recorde de vendas globais em 2014

BMW bate, de novo, recorde de vendas globais em 2014 Exame.com

Daniela Barbosa 22 horas atrás

São Paulo Até o fim de novembro, o

© Divulgação/BMW Modelo BMW Série 2 Convertible

grupo BMW vendeu pouco mais de 1,9 milhão de carros em todo o mundo com suas três marcas, BMW, Mini e Rolls-Royce. O montante representa crescimento de 7,1% na comparação com o mesmo período de 2013. Segundo a montadora, somente em novembro 188.342 carros foram vendidos, alta de 7,6% na comparação com novembro do ano anterior. "Novembro repetiu crescimento das vendas que tivemos ao longo do ano", afirmou Ian Robertson, responsável ela área de vendas e marketing da BMW, em nota. data:text/html;charset=utf-8,%3Cdiv%20id%3D%22precontent%22%20data-region%3D%22precontent%22%20data-id%3D%2233%22%20data-m%3D%2…

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BMW bate, de novo, recorde de vendas globais em 2014

Segundo o executivo, no início do ano, os novos modelos impulsionaram as vendas. Agora, os modelos principais têm garantido o bom desempenho do ano. Com os bons resultados, a companhia reforçou também o plano de vender pela primeira vez mais de 2 milhões de carros no mundo. "Estamos confiantes que vamos atingir nossas metas para o ano e um novo recorde para a BMW". disse Robertson. No Brasil, a BMW vendeu até final de novembro 13.383 automóveis, segundo dados da Fenabrave. Por aqui, a montadora alemã detém 0,45% do mercado

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Clipping Concessionárias de veículos abrem dias 14 e 21 de dezembro 4904535 - JORNOW - WEB - WEB - 10/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vPsCng6qF0avVM3kuUkbrsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=4091&num_release=144127 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904535.pdf

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Clipping Analistas estimam vendas mais altas 4904498 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 11/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=jEfVbv5ELhTb1L02C1FcTcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.valor.com.br/brasil/3812376/analistas-estimam-vendas-mais-altas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Arícia Martins Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904498.pdf

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Clipping 15 carros cujas vendas despencaram em 2014 no Brasil 4904495 - EXAME - WEB - WEB - 11/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=jEfVbv5ELhTeg56jHudxLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/15-carros-cujas-vendas-despencaram-em-2014no-brasil Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Daniela Barbosa, de EXAME.com Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904495.pdf

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15 carros cujas vendas despencaram em 2014 no Brasil | EXAME.com

15 carros cujas vendas despencaram em 2014 no Brasil Recomende

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São Paulo - O setor de automóveis no Brasil não viveu um bom ano em 2014. Até novembro, as vendas decarros no país caíram quase 10% na comparação com 2013, com pouco mais de 2,9 milhões de unidades comercializadas. Alguns modelos foram ainda mais impactados no período - o Uno, da Fiat, e o Gol, da Volkswagen, estão entre eles. Veja nas fotos 15 carros cujas vendas despencaram em um ano no Brasil, segundo dados da Fenabrave:

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Clipping Vendas de veículos 4903549 - JORNAL DA CIDADE - OPINIÃO - ARACAJÚ - SE - 06/12/2014 - Pág A2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Zqmg2cQmozOT+9mZwzBCRMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARACAJÚ Estado: SE País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4903549.pdf

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oPINIÃO a Jornal da Cidade

Diretor de Redação

Superintendente

Av. Antônio Cabral, 1069 - B. Industrial - Aracaju-SE - CEP: 49.065.090 Telefone: (79) 3226.4800 - Fax/Red.: 3215.4687 - Com.: 3215.5009 ..........................................................................................................

eugênio nascimento

Evando Ferreira

Chefe de Reportagem

Diretor Comercial

Representante Nacional

Pereira de Souza LTDA SP-RJ-DF-MG-RS-SC-PR-GO-BA-PE-CE-PA - Telefone: (21) 2544.3070

DILSON RAMOS

arnildo ricardo

CADERNO

Empresa Gráfica Jornal da Cidade Ltda

Aracaju  sábado, 6.12.2014

Periscópio

politica@jornaldacidade.net

Da Editoria Política

Merenda Escolar 1

A

Secretaria Municipal de Educação afirma que o vereador Emmanuel Nascimento (PT) ainda não aceitou o convite da secretária Márcia Valéria para conhecer o novo procedimento envolvendo a merenda escolar. Segundo ela, hoje o serviço tem uma excelente aceitação por parte de estudantes, professores e diretores. A secretaria paga R$ 3,20 por aluno que comparece à sala de aula

Merenda Escolar 2

Outro fato importante, apontado pela secretaria: dados revelam que com a qualidade da merenda, houve a diminuição da evasão escolar em quase 100%. Sem contar que os professores sabem que estudantes bem alimentados aprendem melhor. Dados da secretaria revelam ainda que quando uma merendeira não ia ao trabalho ou acontecia qualquer problema com a alimentação, a evasão chegava a mais de 30% dos alunos.

Sem cortes 1

Houve uma divisão no pequeno núcleo político mais próximo ao governador Jackson Barreto (PMDB), quando foi avaliada a decisão de exonerar todos os cargos comissionados. Uma fonte muito próxima ao governo garante que as pessoas ligadas ao núcleo técnico, como Jeferson Passos e Zezinho Sobral, avaliaram que a exoneração coletiva seria imprescindível.

Sem cortes 2

Já o secretário João Augusto Gama teria sido contra o corte drástico nos cargos comissionados, por achar que a exoneração em massa causaria grande desgaste para a imagem do governador. Venceu a proposta defendida por Zezinho Sobral e Jeferson Passos. Até o final do mês os novos secretários deverão tomar posse – e empossar novos ocupantes nos cargos de confiança.

A

Vendas de veículos

média diária de vendas de veículos aumentou vendas caíram mais fortemente em razão do pessimismo geral com a economia”, disse o presidente da de 13.343 unidades, em outubro, para 14.734 Anfavea, Luiz Moan. em novembro, segundo a Federação Nacional Um PDV será aberto, em janeiro, pela fábrica da dos Distribuidores de Veículos (Fenabrave). Volkswagen em São Bernardo do Campo, São Paulo, Dado o menor número de dias úteis, as com vistas a cortar dois mil e trezentos trabalhadores vendas de 294,6 mil unidades, em novembro, dos treze mil que estão em atividade. Os que saírem foram quase 4% inferiores às de outubro, mas há outras receberão até 15 salários, conforme o tempo de casa. indicações de que o ritmo de vendas do setor foi meA produção de veículos foi de três lhor: a queda em relação a 2013 foi milhões e setecentos mil em 2013. reduzida de 8,9%, até outubro, para  VENDAS DE VEÍCULOS E é estimada, com otimismo, pelas 8,4%, até novembro. montadoras, em três milhões e trinta Após o corte de produção de MELHORARAM UM e quatro mil neste ano. meio milhão de unidades, até outuUm empecilho está nos estoques bro, a expectativa da associação das POUCO, MAS HÁ superiores a quatrocentos mil veícumontadoras (Anfavea) para o último GRANDE ESTOQUE los, nas fábricas e nas revendedoras. trimestre é menos pessimista. Mas Os investimentos dos últimos anos nem por isso mudou a política de NAS FÁBRICAS parecem ter sido superiores ao que o enxugamento de pessoal. mercado comporta – o que explica a Este ano foi recordista em suselevada ociosidade atual e a política pensões temporárias de contratos de de enxugamento. trabalho (lay-offs), férias coletivas, Hoje, as notícias sobre novos investimentos na proprogramas de demissão voluntárias (PDVs) e cortes de dução escasseiam, mas segmentos que atuam no mercavagas. O objetivo é reduzir o grau de ociosidade das do de alta renda ainda anunciam novas fábricas, como fábricas, superior a vinte por cento. Jaguar Land Rover, Audi e Mercedes-Benz. Sinal de que Férias coletivas mais longas neste fim de ano – de a estagnação presente e prevista não alcança a todos. duas a três semanas, em média, para quatro a cinco seA indústria tem que ser imaginativa e criativa para manas – foram anunciadas na Ford, na General Motors, se ver livre de um estoque tão alto de carros não vendina Mercedes-Benz e na Volvo. dos. O fato é que os veículos no Brasil ainda são caros, O mesmo ocorre nas fábricas de autopeças (oitencomportariam um enxugamento dos excessos para que ta por cento delas adotam política semelhante à das fosse possível reduzir os preços, para atingir melhor o montadoras de veículos). Foi uma decorrência do baixo consumidor. ritmo de atividade do primeiro semestre, “quando as

Criticou 1

O deputado Antônio dos Santos (PSC) criticou duramente o Governo do Estado por conta das exonerações dos cargos comissionados, com o objetivo de equilibrar as finanças. Para o deputado, a medida é preocupante, pois deixou milhares de pessoas desempregadas, num período de festas e confraternizações – e quando o 13º é utilizado para pagar contas, reformar a casa etc.

Criticou 2

O parlamentar disse esperar que na nova gestão, que se inicia em janeiro, o Diário Oficial não volte recheado de novas nomeações de apadrinhados. Antônio dos Santos afirmou ainda que, como a decisão foi tomada por Jackson Barreto, algumas pessoas comentam pouco. “Mas se a atitude partisse de João Alves Filho, o “Negão” seria guilhotinado”, afirmou o pastor.

Ciclovias

O vereador Max Prejuízo (PSB) vem alertando para um problema: quem pedala pelas ciclovias da cidade de Aracaju está sujeito a uma série de percalços. Usuários reclamam de buracos, quebra-molas, falta de pintura, sinalização e acúmulo de lixo, entre outros problemas. Max realizou um levantamento dos pontos mais críticos e solicitou que a Emurb disponibilize uma equipe para fazer uma “operação ciclovia”, para recuperar esses espaços.

Uccide sette

O juiz de Direito aposentado Pedro Moraes, autor do polêmico livro “Lampião, o Mata Sete”, recebeu uma proposta para traduzir a sua obra para o idioma italiano. A temática é de interesse de alguns pesquisadores da Itália, porque a cultura do banditismo e assassinatos em várias regiões do interior do país é muito forte, dando origem inclusive a grupos de máfia. Parece que as informações sobre a sexualidade do rei do cangaço não serão o destaque.

Contas 1

O Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe aprovou as contas de campanha da deputada estadual reeleita Goretti Reis (DEM), acompanhando parecer favorável emitido pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). Na mesma sessão, foram aprovadas com ressalvas as contas dos então candidatos Ana Lúcia Menezes (PT) e Zezinho Guimarães (PMDB), além do deputado eleito padre Inaldo Silva (PCdoB), estes últimos com ressalvas, pois não foram sanados alguns equívocos formais e/ ou erros materiais, segundo a procuradoria, “de pouca relevância”.

Contas 2

O Ministério Público Eleitoral requereu ao Tribunal Regional Eleitoral que julgasse como “não prestadas” as contas do deputado eleito Robson Viana (PMDB) e do vereador Tijoi Barreto Evangelista, o “Adelson Barreto Filho”. A justificativa é que as contas apresentadas não trouxeram documentos essenciais à sua apreciação e, mesmo após intimado para sanar as irregularidades, os parlamentares “não respeitaram o prazo legal para as correções devidas”.

Encontro nacional

A vereadora Daniela Fortes (PR) participa hoje do V Encontro Nacional do PR Mulher, que acontece em Caldas Novas, em Goiás. No evento serão discutidos os objetivos do grupo para o próximo ano. Daniela é a presidente do PR Mulher em Sergipe.

Recado

A entrevista de ontem do deputado federal Rogério Carvalho (PT) foi um recado tanto para o governador Jackson Barreto (PMDB) quanto para o grupo minoritário do PT, liderado pelo deputado federal Márcio Macêdo. O que Rogério quer é que toda indicação do partido ao governo passe obrigatoriamente por ele.

Indicações

Rogério Carvalho negou ontem nota publicada nesta coluna de que o PT queira o comando da Secretaria da Saúde do Estado, da Fundação Hospitalar e do Ipes. Ele também disse que não deseja voltar a ser secretário de Saúde.

Zoonoses

O

vereador Emerson Ferreira (PT) solicitou ao secretário da Saúde de Aracaju, Luciano Paz, uma audiência para falar sobre a questão do Centro de Zoonoses, com a participação de entidades de proteção e defesa dos animais. “Existe um projeto aqui esperando que a prefeitura, particularmente a secretaria, sinalize com essa condição de que tenhamos um Centro de Zoonoses que possa implementar em Aracaju o controle populacional através da política de castração dos animais abandonados”, explica.

Gestão

Para o vereador Emerson Ferreira (PT), a questão da logística, no que diz respeito à compra de materiais e à falta e medicamentos, deve ser revista com ações de gestão. “São coisas que precisam de uma gestão. O problema é identificável. A questão é ter quem queira resolver e espero testemunhar a resolutividade dessas coisas e uma regularização que tire o vício da vinculação político-partidária da atenção à saúde”, disse ele, em conversa com o secretário Luciano Paz.

MARCUS VINICIUS FURTADO COÊLHO Presidente nacional da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil.

A OAB e a sociedade: juntas pela reforma política democrática Em junho de 2013, milhares de pessoas foram às ruas manifestar insatisfação com o sistema político brasileiro, a qualidade dos serviços públicos e a ausência de canais de diálogo efetivos entre o poder político e a sociedade civil. Os protestos tiveram como estopim o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo, mas a movimentação avolumou-se e alastrou-se por todo o país. Nessa oportunidade, uma série de bandeiras foram levantadas: melhores condições e acesso aos serviços públicos, maior eficiência na investigação e punição de atos de corrupção, redução e auditoria dos gastos excessivos do governo com obras de infraestrutura para a Copa do Mundo, entre outros. O tema da reforma política, que há muito tempo vinha sendo discutido como pleito legítimo da sociedade civil, por setores do parlamento e pela própria Ordem dos Advogados do Brasil, voltou, então, a ocupar lugar de destaque na agenda política nacional. Mediante este cenário, a OAB, ao lado de mais de uma centena de entidades, movimentos e

organizações sociais, instituiu a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, com a finalidade de pautar a realização de uma reforma política que possa aprofundar os instrumentos da democracia brasileira. Por meio de um projeto de lei de iniciativa popular, o PL n. 6316/2013, a Coalizão busca mobilizar a sociedade em prol de mudanças estruturais no sistema político. A discussão prioritária não se restringe à necessidade de uma reforma política para o país, mas pressupõe a indagação sobre qual reforma política necessitamos. A OAB propõe uma reforma democrática que tenha como escopo assegurar a igualdade de condições entre os candidatos. O projeto gira em torno de quatro pontos prioritários dessa reforma estruturante: a proibição do financiamento empresarial de campanha, a eleição proporcional em dois turnos, a representação paritária de gênero na política e o fortalecimento dos mecanismos da democracia direta no País. A mudança do atual sistema de financiamento das campanhas

eleitorais é peça chave na reforma política e no combate à corrupção. No modelo atual, as empresas são responsáveis por 95% do total arrecadado para as campanhas eleitorais, que têm atingido a cada eleição, cifras exorbitantes. A entidade ingressou também com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal, com o fito de proibir justamente a doação empresarial em campanhas eleitorais. A maioria da Corte já se manifestou favoravelmente à inconstitucionalidade, contudo, o julgamento definitivo da ação encontra-se suspenso em razão de pedido de vista formulado pelo ministro Gilmar Mendes. A OAB acredita e luta pela democracia. Essa é marca da nossa história e a missão inarredável de nossa Instituição. Ontem, lutamos pela restauração da democracia, ao longo do regime militar. Hoje, mobilizamo-nos, ao lado da cidadania brasileira, para lutar pelo seu aprofundamento, pois acreditamos que a sociedade civil, o povo, é a verdadeira e legítima protagonista da história.


Clipping Vendas caem 4,84% no mês 4904335 - ZERO HORA - PENSE CARROS - PORTO ALEGRE - RS - 11/12/2014 - Pág 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OIGNF2zBCzOvVM3kuUkbrsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Stop 4904324 - ZERO HORA - PENSE CARROS - PORTO ALEGRE - RS - 11/12/2014 - Pág 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OIGNF2zBCzNNkyH9SCS/hcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: PORTO ALEGRE Estado: RS País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4904324.pdf

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Clipping Números da Fenabrave indicam queda de vendas 4902980 - TRIBUNA DA BAHIA - ECONOMIA - SALVADOR - BA - 02/12/2014 - Pág 14 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=VO6nQQeF60IJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Analistas estimam vendas mais altas 4903753 - VALOR ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - SP - 11/12/2014 - Pág A4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=zEqkcICYzn0Axj9lRes+W8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Arícia Martins Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 11/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\11\4903753.pdf

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Jornal Valor --- Página 4 da edição "11/12/2014 1a CAD A" ---- Impressa por ccassiano às 10/12/2014@20:49:52 Jornal Valor Econômico - CAD A - BRASIL - 11/12/2014 (20:49) - Página 4- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

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Quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Brasil Conjuntura Entidade muda presidente de conselho e busca protagonismo na formulação de políticas públicas

Sobeet vai reforçar atração de multinacionais Tainara Machado De São Paulo Diante da percepção de que o ambiente global tende a se tornar menos favorável à atração de investimentos diretos, a Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet) que ter papel mais ativo na formulação de políticas públicas para atração de recursos produtivos para o país. A nova agenda vem sendo arquitetada por Rubens Barbosa, exembaixador do Brasil em Washington, que assume hoje a presidência do Conselho Consultivo da sociedade, com o objetivo de atuar de forma mais incisiva para atrair multinacionais para o país e elevar o grau de internacionalização das empresas domésticas. Barbosa foi convidado a assumir o cargo por Hermann Wever, que deixa a presidência do conselho da Sobeet após 15 anos no cargo, por motivos pessoais. “A Sobeet tem hoje um trabalho respeitado de pesquisa e de estudos técnicos sobre fluxos de investimentos do e para o Brasil, mas queremos ir além. A ideia é aumentar a projeção da entidade e defender agenda pública para atrair investimentos”, afirmou o ex-embaixador. Para a Sobeet, os investimentos estrangeiros devem ganhar relevância para a condu-

ção da política econômica nos próximos anos, já que contribuem para o financiamento de déficit em conta corrente e para promoção de exportações. Segundo a entidade, as filiais de empresas transnacionais instaladas no país são responsáveis por 38,3% das exportações brasileiras. O problema é que, com a mudança de panorama global, ditada pela perspectiva de aumento da taxa básica de juros nos Estados Unidos e menor liquidez nos mercados internacionais, o Brasil vem perdendo posições como destino global de investimentos. Em 2013, o fluxo de recursos produtivos para o Brasil caiu 1,9%, e o país perdeu uma posição no ranking dos principais destinos de investimento direto estrangeiro do mundo, formulado pela Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad), em parceria com a Sobeet no Brasil. Barbosa afirma que em seu mandato a entidade deve ter atuação mais firme junto ao governo para favorecer a adoção de medidas que incentivem aportes de recursos produtivos para o Brasil, como um ambiente de negócios mais favorável. Um aspecto considerado importante pelo ex-embaixador é a necessidade de firmar acordos com outros países para evitar a bitributação, o que acaba afastando as empresas do Brasil.

SILVIA COSTANTI/VALOR

Ex-embaixador Rubens Barbosa, que assume presidência do Conselho Consultivo da Sobeet: “Por onde passo, mudo tudo”

“Vamos ter um trabalho de pressão junto ao governo para que as políticas de atração de investimento sejam mais efetivas.” Além da atuação mais próxima ao governo, Barbosa também pretende usar seu bom trânsito com empresários para aproximar a Sobeet do setor privado. A entidade pretende criar dois núcleos, um

com multinacionais estrangeiras no Brasil, outro com empresas brasileiras que atuam no exterior, no início do ano que vem. Ao lado de Luis Afonso Lima, que segue como diretor-presidente da entidade, Barbosa deve visitar empresas e câmaras de comércio para sinalizar essas mudanças. “A ideia é fazer um traba-

Analistas estimam vendas mais altas

Arícia Martins De São Paulo

Influenciadas pelo setor de supermercados e por melhora do crédito, economistas avaliam que as vendas no varejo registraram em outubro sua terceira alta mensal seguida, mas sem mostrar aceleração frente ao ritmo observado nos meses anteriores. Com a confiança do consumidor em baixa e o mercado de trabalho em trajetória de desaquecimento, a percepção é que o consumo das famílias não terá desempenho brilhante nos últimos meses do ano. Após aumento de 0,4% em setembro, a média de 20 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data aponta que o volume de vendas no varejo restrito, que não inclui automóveis e material de construção, subiu 0,5% em outubro, sempre na comparação com o mês anterior, feitos os ajustes sazonais. As estimativas para a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), a ser divulgada amanhã pelo IBGE, vão de avanço de 0,2% a 0,9%. Já para o comércio ampliado —

que, além dos segmentos de veículos e construção, também considera os oito setores pesquisados no varejo restrito — a expectativa média de 16 analistas é de alta de 1,4% no mês, seguida de expansão de 0,5% no dado anterior. Em relação a outubro de 2013, no entanto, os analistas preveem retração de 3,1% para as vendas ampliadas, evidenciando que essa parte do comércio segue em ritmo fraco. Mariana Oliveira, da Tendências Consultoria, trabalha com aumento de 0,5% do volume de vendas em outubro, tanto no conceito restrito como no ampliado. Como as vendas de veículos novos caíram 0,1% em relação a setembro, considerando dados da Fenabrave (entidade que reúne as concessionárias) dessazonalizados pela Tendências, Mariana avalia que o resultado positivo do índice ampliado será garantido pelos oito setores que fazem parte do comércio restrito. Entre eles, o destaque deve partir dos supermercados, já que, de acordo com a Abras, associação que reúne as empresas do setor, as vendas aumentaram 1%

tem uma empresa que atua como mantenedora da entidade, a Embraer. No segundo semestre de 2015, a entidade pretende organizar um seminário sobre investimento estrangeiro no Brasil. Parte das propostas que devem ser incorporadas à nova agenda da Sobeet foram apresentadas aos candidatos à Presidência durante as eleições, sem grandes repercussões. Barbosa participou da campanha do candidato Aécio Neves (PSDB) como assessor para o setor externo, mas não acredita que sua proximidade com o candidato da oposição será um empecilho no diálogo com o governo. “O estatuto da Sobeet é apartidário e vamos seguir assim. A ideia não é politizar a entidade”, afirmou Barbosa. Em sua avaliação, a nova equipe econômica, com a indicação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda e de Nelson Barbosa para o Ministério do Planejamento, abre espaço importante para essas conversas. As mudanças na entidade, segundo o ex-embaixador, foram bem recebidas dentro da organização, mas partiram de sua própria avaliação sobre qual tem que ser o novo papel da Sobeet. “Por onde passo, mudo tudo”, diz. Barbosa pretende acumular o novo cargo com a presidência do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fundação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

entre setembro e outubro, também após o ajuste sazonal da consultoria. Outros indícios positivos para o comportamento do comércio são a expansão de 0,9% do fluxo pedagiado de veículos leves na passagem mensal, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e, ainda, a alta de 0,7% nas consultas ao SPC, cita Mariana. “Vemos resultados mais positivos para os próximos meses do que o observado até meados do ano”, comenta a economista, que entende a elevação das concessões de crédito como fator positivo para o comércio. Ela pondera que a reação do setor é frágil, e que o avanço de 3,8% entre setembro e outubro nas concessões para pessoas físicas foi em boa parte impulsionado, de acordo com o Banco Central, por renegociações de dívidas. De qualquer forma, no entanto, esse movimento abre espaço no orçamento das famílias para novas compras nos próximos meses, disse. Com visão um pouco mais pessimista, Paulo Neves, da LCA Consultores, afirma que a alta de 0,2% prevista para o varejo restri-

to no início do quarto trimestre não pode ser vista como recuperação, bem como a estimativa de avanço de 1,7% para as vendas ampliadas. Para Neves, houve uma melhora pontual da renda, mas outros indicadores, como as demissões líquidas observadas em outubro no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e a confiança do consumidor em níveis historicamente baixos, não permitem um cenário mais benigno para o varejo. Embora alguns indicadores que antecedem o comportamento das vendas tenham mostrado variação positiva em outubro, o analista observa que a expedição de papelão ondulado, que tem mostrado correlação maior com a PMC nas últimas leituras da pesquisa, diminuiu cerca de 2% em relação a setembro, feito o ajuste sazonal da LCA. “O varejo mostrou uma reação, mas muito tímida”, diz Neves. Segundo o economista da LCA, o começo de 2015 pode ser um pouco mais forte para o comércio, com alguma moderação dos preços de alimentos e, ainda, em função da injeção de renda provocada

lho mais próximo das empresas multinacionais sediadas aqui, para termos uma espécie de fórum em que sugestões possam ser compartilhadas. Será mais um canal de diálogo.” A cooperação com essas empresas também deve aumentar a produção de estudos em parceria com o setor privado. Hoje, a Sobeet só

O que os economistas esperam

Projeções para as vendas no varejo restrito em outubro - Em % Instituição Barclays BB DTVM Banco ABC Brasil Banco Brasil Plural Banco Fator BI&P BESI Brasil Bradesco GO Associados HSBC Ibre-FGV Itaú Unibanco LCA Consultores MCM Consultores Opportunity Quest Investimentos Rosenberg & Associados Santander Tendências Consultoria Votorantim Corretora

0,6

1,5 0,8

0,5 0,3

0,3 1,2

2,4

0,2

0,9 0,5

1,1

0,5

1,1 _

0,5 0,5

1

0,6

1,3

0,6

1,3

0,7

1,3

0,2

0,4 0,5

1

0,2

0,5 0,8

0,3

0,6

0,3

4,3

0,4 0,5

1 1,6

0,9 0,0

Média

Outubro14/Outubro13

Outubro/Setembro*

0,3

0,6

0,5

0,9

1,2

1,5

0

1

2

3

4

5

1,2

Fonte: Bancos e consultorias.

pelo reajuste do salário mínimo. Mesmo assim, projeta que o volume de vendas do varejo restrito vai avançar pouco em relação a 2014, com alta de cerca de 3% no próximo ano, após ter crescido 2% neste.

Já no cenário da Tendências, o varejo restrito terá alta de 1,9% em 2014 e também em 2015. “Esperamos um crescimento das vendas mais próximo do PIB. É a nova realidade do varejo”, aponta Mariana.

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CPFL sugere reajuste extra de tarifa para Sistema de bandeiras tarifárias pode gerar compensar a energia mais cara de Itaipu alívio de até R$ 9,6 bi nas contas do governo Natalia Viri De São Paulo Um reajuste extraordinário de tarifas no começo do ano ou a mudança na contabilização dos passivos regulatórios de Itaipu estão entre as alternativas para solucionar o aumento de mais de 46% no preço da energia da binacional que passará a vigorar a partir de 2015, afirmou o presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr., durante encontro com investidores . A tarifa de repasse da potência de Itaipu para 2015 foi fixada em US$ 38,07 por quilowatt-hora (KWh). A elevação ocorreu porque Itaipu ficou com saldo negativo devido à produção de energia abaixo do previsto nos contratos e da inadimplência das distribuidoras no mercado de curto prazo. Esse aumento nos preços da binacional deve se refletir em alta de 12% nas contas de luz dos consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, regiões que são atendidas pela energia produzida na usina, diz Ferreira Jr. “A energia de Itaipu corresponde a cerca de 25% do custos da energia que distribuímos ao consumidor.”

O problema é que os reajustes tarifários das distribuidoras ocorrem em momento distintos ao longo do ano e elas terão que incorrer nesses custos por meses até que sejam repassados, tarefa complicada num setor que já sofre de aperto de caixa há mais de dois anos. Segundo o executivo, uma das maneiras de compensar o descasamento seria a realização de um reajuste extraordinário no começo do ano, para repassar essas despesas aos consumidores, antes do reajuste anual. “Isso teria que ocorrer no começo do ano, para não prejudicar as companhias que têm reajustes nos primeiros meses do ano”, disse o presidente da CPFL. Outra solução em estudo, de acordo com ele, é a mudança para uma “conta gráfica” dos gastos acumulados por Itaipu. Nessa sistemática, cada distribuidora teria uma conta para “armazenar” os passivos regulatórios junto à binacional, que seriam pagos conforme a ocorrência dos reajustes anuais. As despesas junto a Itaipu seriam reconhecidas como passivos no balanço da distribuidora, mas o desembolso de caixa ocorreria no momento do reajuste.

Na avaliação de Ferreira Jr., a alternativa ideal para as distribuidoras seria a revisão extraordinária. Segundo ele, o valor de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões referente à exposição involuntária das distribuidoras ao mercado de curto prazo nos meses de novembro e dezembro pode entrar no pedido de reajuste extraordinário. Ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estimou que, por mês, as bandeiras vermelhas – que ocorrerão quando a maior parte das termelétricas estiverem ligadas – trarão R$ 800 milhões para o caixa das distribuidoras. Em dois meses, portanto, o mecanismo traria R$ 1,6 bilhão, suficiente para compensar metade da exposição dos dois últimos meses de 2014. O presidente da CPFL Energia considera improvável que haja novos aportes do Tesouro para cobrir a exposição do setor. “Não há mais espaço para isso”, afirmou. Ele considera improvável também um novo empréstimo junto a bancos comerciais, a exemplos das duas tranches que somaram R$ 17,8 bilhões e cujos recursos se esgotaram ao fim de outubro.

Rafael Bitencourt De Brasília Lançada a estimativa oficial de que o sistema de bandeiras tarifárias poderá gerar repasses mensais de até R$ 800 milhões para as distribuidoras, os analistas que acompanham o setor já começaram a fazer as contas sobre os reflexos dessas movimentações financeiras no próximo ano. Calcula-se que a adoção do novo sistema pode dar um alívio de até R$ 9,6 bilhões às contas públicas no próximo ano, segundo especialistas ouvidos pelo Valor. Isso aconteceria ao desobrigar o governo a buscar novas alternativas de ajuda financeira ao setor nesta mesma proporção. A conta é simples. Bastou somar a projeção mensal de despesas das distribuidoras com a compra de energia em seu patamar mais elevado ao longo do ano para se chegar ao montante total a ser absorvido pelo sistema de bandeiras tarifárias. Por consequência, as distribuidoras deixaram de bater à porta do governo para buscar recurso para essa destinação. Na avaliação do analista do J.P. Morgan Marcos Severine, os repasses mensais do novo sistema deve-

rão ser da ordem de R$ 9 bilhões, pois a despesa com a compra de energia continuará elevada. “Não só é possível [prevalecer a atual perspectiva de gasto], como é o mais provável que isso volte a acontecer. É evidente que o cenário de chuva pode mudar, mas até agora não houve essa indicação.” A previsão de pagamento de até R$ 800 milhões via bandeiras tarifárias foi revelada pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, na terça-feira. O mecanismo servirá para indicar e cobrar mensalmente os aumentos de custo. O consultor da Thymos Energia, João Carlos Mello, também estimou um impacto das bandeiras tarifárias entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões. “As distribuidoras precisaram contar com a ajuda do governo porque tinham que esperar o reajuste. Agora, esse dinheiro vai vir na frente”, afirmou. A variação do custo da energia será sinalizada com bandeiras verde, amarela ou vermelha na fatura. Em 2014, a bandeira vermelha foi acionada quase o ano todo. “A exposição involuntária das distribuidoras ainda é grande. Tivemos leilão que não resolveu o

problema e contamos ainda com despacho térmico para boa parte do ano”, afirmou Severine, ao se referir à necessidade das distribuidoras de recorrer à compra de energia no mercado curto prazo (spot), à contratação parcialmente frustrada no leilão A-1 do dia 5 de dezembro e à previsão de consumo de energia mais cara de termelétricas. Na visão do analista da J.P. Morgan, o corte no preço spot de 2015 será capaz apenas de “minimizar” a alta das despesas. O lado perverso do conforto propiciado às contas públicas é o aumento mês a mês do preço da energia para os consumidores. No setor, convencionou-se a estimar que cada R$ 1 bilhão de despesa endereçada ao consumidor se reflete em um ponto percentual nos índices de reajuste, ou 1% sobre o preço da energia. Portanto, se houver a confirmação de R$ 9,6 bilhões de alívio fiscal pela introdução das bandeiras tarifárias, a conta-padrão do setor mostrará que será preciso amargar uma alta de 9,6% nas tarifas sobre o preço atualmente praticado. Esse efeito se somaria a todas as outras variáveis que constam na cesta do reajuste anual das distribuidoras.


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