Clipping Os mais vendidos 4356526 - DIÁRIO DA REGIÃO - VEÍCULOS - OSASCO - SP - 07 a 08/06/2014 - Pág 9 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OgW/qsSQLexENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Clipping Setor automotivo não crê em novos incentivos 4356728 - DIÁRIO - ECONOMIA - MARÍLIA - SP - 04/06/2014 - Pág 14A http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=YSemXzblWN3F8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Clipping Venda sobe 1,26% em maio, cita Fenabrave 4356754 - JORNAL DE LIMEIRA - NEGÓCIOS & MERCADO - LIMEIRA - SP - 04/06/2014 - Pág 7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=YSemXzblWN2ILALxnYvW88NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 17,40 Fechamento: 06/14 Tiragem: 12500,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 17,40 Total: 0,0000
Clipping Venda de carros despenca 7,2% em relação ao mesmo período do ano passado 4356820 - HORA DO POVO - POLÍTICA/ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 06 a 10/06/2014 - Pág 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=PxSUWLlhzBP2c17nVFQqSMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Clipping Vendas de veículos recuam em maio, diz Fenabrave 4356997 - JORNAL DE ITATIBA - ECONOMIA - ITATIBA - SP - 04/06/2014 - Pág A4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=AN7ufx5YutV+L8tgIlp2ZcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Clipping Venda de veículos cresce 1,26% em maio, aponta Fenabrave 4357026 - O DIA SÃO PAULO - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 04/06/2014 - Pág 3 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=nDyf7j947IpENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Clipping Venda de veículos tem alta 4358657 - GAZETA DE PIRACICABA - BRASIL - PIRACICABA - SP - 04/06/2014 - Pág 31 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Plz/yTACht3g3FveF1DG+MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: PIRACICABA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4358657.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 57,20 Fechamento: 06/14 Tiragem: 25000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 57,20 Total: 0,0000
Clipping Venda de veículos tem alta de 1,26% 4358865 - JORNAL DA PARAIBA - ECONOMIA - CAMPINA GRANDE - PB - 04/06/2014 - Pág 3 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=wdIMAcGrd2TH3GwoB1+sdMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CAMPINA GRANDE Estado: PB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4358865.pdf
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Clipping Montadoras temem efeito da Copa nas vendas 4359547 - VALOR ECONÔMICO - EMPRESAS - SÃO PAULO - SP - 12/06/2014 - Pág B 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=px872LJc2tuERU4BT46xuMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Eduardo Laguna Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4359547.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000
Jornal Valor --- Página 4 da edição "12/06/2014 1a CAD B" ---- Impressa por ivsilva às 11/06/2014@20:33:19 Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 12/6/2014 (20:33) - Página 4- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto
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Quinta-feira, 12 de junho de 2014
Empresas | Indústria Veículos Para analistas, comércio durante Mundial pode cair até 25%
LUIS USHIROBIRA/VALOR
Montadoras temem efeito da Copa nas vendas Eduardo Laguna De São Paulo No estéril embate entre os grupos do “Vai ter Copa” e “Não vai ter Copa”, as montadoras preferiram não marcar posição, mas, para o setor, talvez fosse mesmo melhor que o Mundial não se realizasse no país — pelo menos, não num ano tão complicado como o de 2014. O evento ajudou a manter as vendas a frotas resistentes à crise. O preço disso, porém, será pago pelo varejo, com queda no fluxo de consumidores nas concessionárias. Entre analistas, as projeções chegam a indicar recuo superior a 25% nas vendas durante os meses de junho e julho, comparativamente a igual período de 2013. Há quem veja certo exagero nessas contas. Por pior que seja o efeito da Copa, a possibilidade de recomposição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) — ainda que parcial, como já sinalizou o governo — pode estimular algum movimento de antecipação de compras por consumidores que não querem correr o risco de encontrar preços mais altos a partir do mês que vem. Mas é consenso que quando a bola começar a rolar hoje na arena do Corinthians, palco da abertura da Copa, quase ninguém vai pensar em comprar carro. E se a seleção brasileira avançar até a esperada final, a indústria pode perder outros cinco dias cheios de venda. A última partida, no Maracanã, não
entra na conta porque será disputada num domingo. A magnitude do impacto, dizem especialistas, vai depender ainda das condições de acesso a concessionárias, sujeitas a congestionamentos ou manifestações nas cidades-sede, onde estão os maiores mercados consumidores de automóveis do país. “Não sabemos como será a situação do trânsito, a movimentação no entorno das concessionárias e se as pessoas vão emendar feriados [nas cidades que abrigam o evento]. Mas, certamente, teremos aí por volta de dez dias em que a média diária de vendas vai cair”, diz Rogelio Golfarb, vicepresidente de assuntos corporativos da Ford. “A maioria das pessoas não vai estar com cabeça para compra de carro”, acrescenta. A perspectiva do executivo da Ford é compartilhada por praticamente todos os dirigentes do setor. Tanto a Anfavea, entidade que representa as montadoras, como a Fenabrave, das concessionárias de veículos, já manifestaram posições que seguem essa linha. “Vamos torcer para que tudo dê certo e que o Brasil ganhe a Copa. Mas haverá um impacto nas vendas, sim”, comentou na semana passada o presidente da associação dos fabricantes, Luiz Moan. Consultorias especializadas em mercado automotivo falam em queda de dois dígitos nos emplacamentos. Nas contas da Roland Berger, o mercado deve fechar junho com o volume de
Eduardo Laguna e Diogo Martins De São Paulo e do Rio
Golfarb, da Ford, prevê dez dias de vendas fracas: “Maioria das pessoas não vai estar com cabeça para compra de carro”
vendas mais baixo do ano: 189 mil carros, 37,6% a menos do que o resultado de um ano antes. Colocando na conta as estimativas de julho, o recuo previsto pela Roland Berger no período do Mundial chega a 25,2%. Ainda comparando com igual período de 2013, quando o mercado ainda girava mais de 300 mil carros por mês — um teto que a indústria perdeu de vista nos últimos quatro meses —, a Oikonomia prevê recuo superior a 19% no acumulado de junho e julho, enquanto a Jato Dynamics, num cálculo conservador, projeta algo próximo de 5%. Já as previsões da A.T. Kearney indicam, somente para junho, baixa de 15,5%. Se as estimativas mais pessimistas dessas casas se confirmarem, a
queda no consumo de carros no acumulado de 2014 — hoje ao redor de 5% — pode se aprofundar para um percentual superior a 9% ou 11% até o fim de julho. É claro que parte do tombo tende a ser recuperada na sequência, com a liberação do consumo represado durante a Copa. O evento, dizem especialistas, pode prejudicar o aspecto mais emocional do consumo, como as compras por impulso, mas consumidores decididos a trocar de carro não mudam de ideia por eventuais transtornos causados por um evento esportivo. Podem apenas esperar mais algum tempo para fazê-lo. De qualquer forma, a Copa, no mínimo, adia em mais dois meses a recuperação de um setor já abalado por fatores como
a retirada de incentivos fiscais, restrições de crédito e menor propensão ao gasto por um consumidor mais endividado e menos confiante na economia. Sendo assim, a eliminação precoce da seleção brasileira é o que de melhor pode acontecer para as montadoras? Não necessariamente, diz o consultor David Wong, da AT Kearney. “Toda a alegria de se realizar uma Copa do Mundo gera um movimento de consumo com efeitos positivos no emprego de outros setores e na geração de valor na economia”, diz o especialista. Segundo ele, um novo trauma para o futebol brasileiro, como foi a derrota para o Uruguai na final da Copa de 1950, só prejudicaria a confiança e o ânimo da população.
Evento afeta varejo, mas frotas elevam compras De São Paulo Se a Copa do Mundo traz perspectivas negativas ao consumo de carros no varejo, a realização do Mundial no Brasil, por outro lado, gerou oportunidades com a ampliação de frotas destinadas ao transporte de turistas ou distribuição de produtos consumidos durante o evento, como bebidas. Encomendas do tipo ajudaram a dar maior estabilidade aos negócios com frotistas, que vêm resistindo à derrocada das vendas ao consumidor comum — mais expostas ao cenário de restrição de
crédito, queda na confiança e aumento de preços após a retirada de descontos no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Só a Ambev — que espera viver um “verão fora de época” com a demanda atípica por cervejas gerada pela realização da Copa em pleno inverno de junho/julho — encomendou 120 caminhões em 2013 e tem a aquisição de outros 470 veículos de carga prevista neste ano para reforçar as frotas de suas 50 transportadoras. Esses números não incluem as compras para renovação dessas frotas. MAN, fabricante da marca LEO PINHEIRO/VALOR
Volkswagen, Volvo, Scania e Mercedes-Benz ficaram com a maior parte das encomendas da Ambev, que negocia por suas operadoras de logística a compra dos veículos. Já a Infraero informa que comprou 58 novos ônibus para circular nos aeroportos, principalmente das cidades-sede. Ao todo, R$ 24 milhões foram investidos nessa encomenda, vencida em processo licitatório pela fabricante de carrocerias Mascarello. A perspectiva de lucrar com a maior concentração de investimentos em transporte durante a organização da Copa era um dos
poucos fatores que animavam as montadoras para este ano. Contudo, alguns dirigentes dessa indústria, como o presidente da MAN, Roberto Cortes, avaliam que os resultados foram apenas limitados. Números da Anfavea, a entidade que abriga as montadoras instaladas no país, mostram queda de 11,3 % nas vendas de caminhões entre janeiro e maio. Todas as fabricantes de veículos pesados tiveram, então, que ajustar a produção e o excesso de mão de obra a partir de medidas como antecipação de férias coletivas, programas de demissão voluntá-
ria e suspensão de contratos de trabalho. Só a Mercedes-Benz suspendeu um dos dois turnos da linha de caminhões do parque industrial no ABC paulista. No fim da semana passada, a montadora anunciou que, a partir de 1 o de julho, vai afastar por até cinco meses cerca de 1,2 mil operários da unidade. Nos cinco primeiros meses do ano, houve queda de 12,5% na produção de caminhões no Brasil. Acrescentando na conta carros de passeio, utilitários leves e ônibus, a indústria automobilística acumula, neste ano, queda de 13,3% na montagem de veículos. (EL)
Ainda antes do início da Copa, quando espera-se queda do movimento nas concessionárias, as vendas de veículos novos no país seguem em trajetória cadente neste mês. Até terça-feira, os emplacamentos — incluindo carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus — mostravam queda de 5,5% na comparação com o volume de um ano atrás. Com 92,8 mil unidades licenciadas nos dez primeiros dias de junho, as vendas estão praticamente estagnadas no volume registrado durante o início do mês passado. Normalmente, há uma aceleração do mercado na segunda quinzena, mas, neste mês, o fluxo de consumidores nas revendas, conforme esperam as empresas do setor, deve cair com a realização da Copa, principalmente em dias de jogos da seleção brasileira. Desde janeiro, o consumo de veículos no Brasil acumula baixa de 5,5%. A diferença em relação ao volume de 2013 agora chega a 86,5 mil unidades, ou o equivalente a praticamente uma semana inteira de venda. A maioria das montadoras vai aproveitar o momento para ajustar ainda mais a produção, num momento em que a indústria luta para derrubar os estoques e se adequar ao mercado menor. Fiat, General Motors (GM) e Ford, assim como a Hyundai, em Piracicaba, e a Mercedes-Benz, no ABC paulista, estão entre as empresas que confirmaram folga aos trabalhadores nos dias em que a seleção brasileira entrar em campo. Para o presidente da Nissan no Brasil, François Dossa, este e o próximo ano serão difíceis para o setor automotivo brasileiro, com queda e estabilidade nas vendas, respectivamente. Só em 2016 é que o setor voltará a crescer, avalia o executivo. "O ano não vai ser muito bom para o setor, que deve cair de 3% a 5% em 2014. Mas isso é normal, já que estamos vindo de dez anos consecutivos de crescimento. Nenhum mercado de carros no mundo cresce mais de dez anos seguidos. Para 2015, acho que as vendas vão ficar estáveis e só haverá retomada em 2016", afirmou Dossa, depois da inauguração do centro de armazenamento e distribuição de peças da Nissan, em Resende, no sul do Rio de Janeiro. Entre janeiro e maio, as vendas da Nissan no mercado brasileiro acumularam queda de 18,7%, somando 25,5 mil carros, ou 1,9% do mercado. A marca tem a meta de elevar essa participação para 5% até 2016, quando pretende ser a maior montadora japonesa no Brasil. Para tanto, inaugurou recentemente em Resende uma fábrica com capacidade de produzir 200 mil automóveis por ano.
Nissan planeja aumentar em 20% sua rede de concessionárias no país De Resende
Dossa, presidente no Brasil, prevê atingir 80% de nacionalização em dois anos
Mercado já tem queda de 5,5% em junho
Depois de iniciar a produção na fábrica de R$ 2,6 bilhões instalada em Resende, Sul do Estado do Rio, a Nissan quer dar continuidade ao plano de expansão da rede de concessionárias. A ideia é aumentar em cerca de 20% os pontos de venda, elevando-os dos atuais 169 para algo em torno de 200 até 2016. Esse é o número ideal de concessionárias na avaliação da companhia. O planejamento é que as novas concessionárias sejam abertas nas regiões Norte, Nordeste e CentroOeste, onde a economia cresce acima da média do país. Também tratam-se de locais nos quais a Nissan ainda não tem uma boa presença, reconhece o presidente da Nissan Brasil, François Dossa. Por isso, a empresa estuda os pontos certos para abrir essas lojas, de maneira que possa atingir o maior número
possível de consumidores. Do total de concessionárias da Nissan espalhadas pelo país, cerca de 68% estão concentradas nas regiões Sul e Sudeste. "Queremos crescer em outras regiões. O Brasil não é apenas o eixo Rio-São Paulo. Outras regiões têm um crescimento muito forte. Nosso plano é cobrir bem o país e estar onde ele cresce, escolhendo precisamente os locais de instalação das concessionárias", afirma Dossa, acrescentando que a expansão da rede de concessionárias foi iniciada antes da inauguração da fábrica, em abril. Além de aumentar a presença da Nissan no mercado brasileiro, é um desejo da companhia expandir sua base de clientes, para integrar mais consumidores da classe C. "Nosso cliente é muito classe A e B. Aliás, é algo que quero mudar", afirma Dossa. Dando continuidade à instala-
ção de suas operações em Resende, a montadora inaugurou ontem seu centro de armazenamento e distribuição de peças ao lado de sua fábrica. Foram investidos R$ 70 milhões no centro, numa área total de 16.400 metros quadrados ao lado da fábrica da montadora, com capacidade de armazenagem de 681 mil peças, o equivalente a seis meses de demanda do mercado. O centro pode ser ampliado para 35 mil metros quadrados. Segundo o presidente da Nissan, o plano da empresa é chegar em 2016 com produção de 250 mil carros por ano, com 5% de participação no mercado nacional. A partir disso, o centro de armazenagem será ampliado. "Vou reavaliar isso em 2016 para ampliação em 2017 ou 2018", afirmou. O recorde de produção em um dia da nova fábrica foi estabelecido na segunda-feira, quando fo-
ram fabricados 180 automóveis. A fábrica opera em um turno e a ideia é que a partir do segundo semestre a unidade trabalhe em dois turnos. O terceiro turno, pelo cronograma da montadora, deverá ser lançado em 2016. Enquanto 2016 não chega, a empresa preocupa-se com o presente e monitora de perto o dólar, já que quase 40% dos componentes dos carros da Nissan produzidos no Brasil são importados. A empresa pretende ampliar o percentual de nacionalização das peças para 80% nos próximos dois anos. De acordo com Dossa, o patamar ideal de cotação da moeda americana é R$ 2,25. "É muito difícil prever a cotação do dólar. Nossa resposta contra isso é aumentar o índice de nacionalização das nossas peças. Os componentes precisam ser comprados e produzidos no Brasil", ressalta Dossa. (DM)
Clipping Venda de televisores ajuda, mas não impede 2ª queda seguida do varejo 4360425 - VALOR ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - SP - 13/06/2014 - Pág A2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=LDMCxwa3AJP+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Francine De L., Tainara M., e Diogo M. Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4360425.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000
Jornal Valor --- Página 2 da edição "13/06/2014 2a CAD A" ---- Impressa por CGBarbosa às 12/06/2014@22:30:11 Jornal Valor Econômico - CAD A - BRASIL - 13/6/2014 (22:30) - Página 2- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto
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Sexta-feira, 13 de junho de 2014
Brasil
Crescerestádifícilpara todomundo,alegagoverno Claudia Safatle
“N
ão está fácil para ninguém”, disse uma autoridade do governo ao mencionar as questões que estão no centro do debate econômico do país na pré - campanha eleitoral e na raiz da insatisfação popular: inflação alta e crescimento baixo. Nos próximos meses a inflação será mais moderada mas, ainda assim, deve superar o teto da meta de 6,5% às vésperas das eleições. Mesmo o México que “fez tudo direitinho” e imaginava crescer 4% em 2013, colheu só 1% de expansão e luta pela recuperação este ano, citou. Na semana passada, para surpresa dos mercados, o Banco Central do México cortou 0,5 ponto percentual da taxa de juros. A economia mais brilhante hoje, os Estados Unidos, mostra crescimento mas os ventos da prosperidade não chegaram aos vizinhos Canadá e México. A Europa, ainda apática, entra em nova rodada de estímulos.
Dilma não teve o benefício do “boom” das commodities Nesse cenário de pouco crescimento no mundo pós crise, comparar o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do governo Dilma Rousseff com o dos dois mandatos do seu antecessor, Lula, não é uma maneira correta de medir a taxa de sucesso de um sobre o outro, argumentam economistas qualificados do governo. “Lula pegou dois ventos a favor: termos de troca fortemente positivos e alta taxa de desemprego”, ponderou a fonte. Em 2002 o desemprego era de 12,6%. Dilma “pegou os últimos 3 anos de pancada” e um mercado de trabalho apertado. Em seis dos oito anos da gestão Lula, o país foi beneficiado pela expansão nos termos de troca (relação entre os preços dos bens exportados e importados). Foi um período de “boom” das commodities que o Brasil exporta, o que contribuiu para o aumento da renda nacional e deu impulso ao crescimento. Apenas em 2003 e 2009 houve perda nos termos de troca (de 1,46% e 2,43%, respectivamente) que prejudicaram o país. Coincidentemente a expansão do PIB foi baixa: crescimento de 1,2% em 2003 e retração de 0,3% em 2009 (ano da crise global). Dos quatro anos do governo de Dilma Rousseff, os termos de troca só jogaram a favor do Brasil em 2011, quando houve um aumento de 7,88%. Desde então, as quedas são significativas. Em 2010, último ano de Lula, o país cresceu 7,5% embalado por aumento de 15,92% nos termos de troca. “Mas naquele ano a China cresceu 11%, a Turquia cresceu 9%, a África do sul, 8%”,
ponderou a fonte estabelecendo, assim, relação umbilical entre preços de commodities e crescimento do país. Se as condições externas não andam generosas com o Brasil, as ações internas também não ajudaram muito. O governo de Dilma Rousseff não foi capaz de manter a elevada a confiança dos empresários e consumidores. Os índices de confiança estão em patamares muito baixos, comparáveis aos do ápice da crise global, em 2009. Exceto nos Estados Unidos, a confiança nas demais economias também não anda lá uma maravilha, ressalta a autoridade, que nutre a esperança de que, transcorrida a Copa do Mundo sem traumas, a confiança no governo possa melhorar. A inflação ficará mais comportada nos próximos meses, por razões sazonais e como efeito do aumento dos juros. A elevação de 3,75 pontos percentuais da taxa Selic primeiro esfriou a atividade e, agora, deverá reduzir o ímpeto da inflação que, de qualquer modo, será maior do que nos mesmos meses de 2013. Está em curso, também, uma correção de preços de energia. Acumulado em doze meses o IPCA deve estourar o teto da meta de 6,5% antes das eleições de outubro. Espera-se, na área econômica , que a queda da inflação estimule um pouco o consumo das famílias, que teve retração no primeiro trimestre do ano. “O consumo recupera no segundo trimestre porque a renda e o emprego ainda crescem, o crédito cresce 13%, tem um pouquinho de efeito da Copa do Mundo e a inflação está em queda”, explicou a fonte. O câmbio, com ligeira valorização, pode ajudar no controle dos preços. Aos primeiros ruídos sobre o fim do programa de “swap” cambial, cuja vigência encerrava no fim deste mês, o Banco Central disse que vai prorrogá-lo. Apesar de as medidas mais recentes — os “swaps” e isenção do IOF para operações de empréstimo externo com prazo superior a 180 dias — indicarem uma preferência pela valorização do real, uma fonte comenta: “O câmbio está ali Não ajuda nem atrapalha (no controle da inflação)”. Nas contas do governo 2014 encerra com uma taxa de inflação “ mais próxima de 6% do que de 6,5%”. Se isso ocorrer, a inflação média dos quatro anos de Dilma, 6,11%, será menor do que os 6,43% do primeiro mandato de Lula. Ao contrário do mercado que vê sinais de recessão, acredita-se que a desaceleração não chegará a esse ponto. No segundo trimestre o PIB será “ligeiramente positivo” e não há, entre os técnicos oficiais, o temor de um aumento da taxa de desemprego que torne esse um problema visível antes das eleições. A política fiscal mal ou bem já entrou no campo da neutralidade, segundo avaliação recente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Enfim, se não há um espetáculo bonito de se ver o quadro também não é de terror. “Que tanta desorganização é essa que eu não estou vendo?”, indagou um ministro. Claudia Safatle é diretora adjunta de Redação e escreve às sextas-feiras E-mail claudia.safatle@valor.com.br
Termos de troca Variação em % 20
15,92
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– -0,22
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Fonte: Funcex *Média janeiro-abril
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Venda de televisores ajuda, mas não a impede 2 queda seguida do varejo Francine De Lorenzo, Tainara Machado e Diogo Martins De São Paulo e Rio
Pé no freio
Desempenho do varejo restrito - em % No mês
A Copa do Mundo teve reflexo positivo sobre as vendas do varejo na passagem de março para abril, mas não evitou que o comércio restrito (medida que exclui automóveis e materiais de construção) contabilizasse dois meses consecutivos de retração – algo que não acontecia desde novembro de 2008, quando a crise internacional deprimiu o mercado. Os dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em abril, o varejo restrito recuou 0,4% em relação ao mês anterior, após queda de 0,5% em março. Se consideradas as vendas de veículos e materiais de construção – o chamado varejo ampliado – houve elevação de 0,6% entre março e abril, com avanço de 5,4% no comércio de automóveis e queda de 0,5% em materiais de construção. Dos oito segmentos do varejo restrito, o único que cresceu neste intervalo foi o de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 0,3%. “Isso se deve basicamente ao aumento nas vendas de televisores. Não foi por acaso que apenas esse segmento teve aumento”, observa o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fábio Bentes. Entre março e abril, os preços dos televisores caíram 1,2%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de base para o deflator da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC). Em um ano, as TVs ficaram 4,5% mais baratas, o que ajuda a explicar o aumento de 16% nas vendas do segmento outros artigos de uso pessoal e doméstico em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Neste período, as vendas do va-
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Em 12 meses
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O comércio em abril* - em % Combustíveis e lubrificantes Supermercados Tecidos, vestuário e calçados Móveis e eletrodomésticos Artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria Materiais para escritório e informática Livros, jornais e revistas Artigos de uso pessoal e doméstico Veículos e motos Materiais de construção
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Varejo restrito Varejo ampliado
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Fonte: IBGE.* Na comparação com o mês anterior, com ajuste sazonal.
rejo restrito subiram 6,7%, sendo 1,5 ponto percentual derivado de outros artigos de uso pessoal e doméstico. A maior contribuição para o aumento nas vendas, entretanto, veio dos supermercados – 5 pontos percentuais. Juntos, os dois segmentos responderam por 97% da alta nas vendas em abril, na comparação com igual mês de 2013. Entre março e abril, entretanto, as vendas nos supermercado caíram 1,4%, principal impacto negativo sobre o varejo. “Historicamente, os supermercados não ganham com a Copa. Existe um consumo diferente durante os jogos, mas isso se dá por substituição – os consumidores trocam alguns produtos por outros”, afirma Bentes. O técnico da coordenação de serviços e comércio do IBGE, Nilo Lopes, diz que o recuo nas vendas dos supermercados decorre da alta da inflação de alimentos, provo-
cada pela escassez de alguns produtos por questões climáticas. "Tivemos um repique inflacionário nos primeiros meses do ano e isso influenciou a alimentação no domicílio. Quando há aumento de preços de alimentos, as famílias costumam trocar produtos mais caros por outros mais baratos. Isso é ruim para o setor de supermercados. A queda nas vendas de supermercados acabou sendo acentuada”, diz Lopes. Devido ao grande peso que têm no indicador do IBGE, os supermercados costumam ditar o comportamento das vendas no varejo, afirma o economista da CNC. “Como a inflação nesse segmento está desacelerando, provavelmente tivemos um resultado menos negativo ou até estável nas vendas em maio”, estima. Apesar disso, Bentes revisou para baixo sua previsão de crescimento do varejo em 2014, de 4,9% para 4,7%.
Os números de abril, na avaliação do Bradesco, reforçam a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Em relatório, o banco destaca a queda generalizada das vendas. O salto no comércio de veículos –— que destoa do comportamento verificado nos demais segmentos do varejo — se seguiu a dois meses bastante fracos para as vendas do segmento. Apesar da forte alta de 5,4% das vendas em abril, no ano o segmento ainda acumula retração de 5,3%. Em maio, o comércio de veículos voltou a perder força, segundo dados da Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de carros no país. As vendas de veículos novos no país caíram 7,2% no mês passado, na comparação com igual período de 2013. As montadoras e concessionárias continuam a reclamar da seletividade dos bancos nas aprovações de crédito ao setor. Para Alberto Ramos, diretor de pesquisas econômicas para a América Latina do Goldman Sachs, os próximos meses sugerem perda de fôlego do varejo, já que o crédito e a confiança dos consumidores desaceleraram em maio. Embora existam poucos dados disponíveis para o segundo trimestre, o economista-chefe do BES Investimento, Jankiel Santos, avalia que a queda tanto da produção industrial quanto do comércio em abril sugerem desempenho pouco animador da atividade econômica para o período, após alta de 0,2% no primeiro trimestre, na série com ajuste sazonal. Para ele, esse desempenho reforça a perspectiva de que a taxa básica de juros deve ficar estável em 11% ao longo de 2014 e começa a levantar dúvidas sobre o comportamento da Selic em 2015. “A inflação pressionada ainda pode trazer necessidade de ajustes da Selic para cima no próximo ano, mas essa avaliação pode começar a ser questionada”.
Consumo recua com freio na renda e incerteza sobre futuro Análise Denise Neumann São Paulo As vendas do varejo perderam fôlego expressivo nos últimos meses. Uma parcela expressiva da queda pode ser associada ao menor crescimento da massa de salários, embora essa não seja a única razão. Pela primeira vez desde 2009, a massa salarial acumula alta superior à do volume de vendas, indicando que outros fatores debilitam a demanda das famílias nesse momento. Nos 12 meses encerrados em abril, o volume de vendas do varejo ampliado foi apenas 2,5% maior que nos 12 meses anteriores. Esse crescimento foi inferior ao da massa salarial, que chegou a abril 2,8% maior que em abril do ano passado , também pelo critério da média móvel de 12 meses.
Em abril de 2013 — e em quase todo período pós-2009 — o volume de vendas cresceu muito acima da massa de salários, indicando que, além da renda, o crédito impulsionava o varejo. Em abril do ano passado, por exemplo, o volume de vendas acumulava crescimento de 7,7% diante de uma massa salarial 5,3% maior (sempre em 12 meses). O ano de 2010 — quando o Brasil saiu da recessão de 2009, cresceu 7,5% e parecia que já havia deixado para trás todos os efeitos nefastos da crise internacional de 2008 — é um bom paradigma do que move o varejo. Alimentada pelas medidas fiscais de apoio à demanda — forte liberação de crédito nos bancos oficiais e redução de impostos sobre bens industriais, como automóveis e eletrodomésticos da linha branca —, a demanda das famílias cresceu muito além da renda. Em abril
daquele ano, as vendas cresciam o triplo da massa salarial. Os dados do varejo referentes a abril deste ano confirmam que as famílias puseram o pé no freio — e pisaram bem fundo. As vendas do segmento ampliado (com veículos e material de construção) até se recuperaram em abril sobre março (alta de 0,6% no conceito ampliado e descontados os fatores sazonais), abrindo bem o segundo trimestre. Mas a comparação com 2013 mostra o desânimo. As vendas cresceram apenas 1,6%, enquanto o acumulado em 12 meses (alta de 2,5%) reflete a desaceleração, pois elas encerraram o ano passado em 3,6%. O resultado do varejo restrito, que retira automóveis da conta, mostra queda de 0,4% em abril sobre março. O que salvou o comércio ampliado de uma queda foram os automóveis, que subiram depois do tombo de março.
Se nos anos anteriores a massa salarial ajudou a sustentar o varejo, e deu confiança para as famílias de que seu futuro estava garantido e permitia a contratação de dívidas, porque elas poderiam ser pagas com tranquilidade no futuro, 2014 definitivamente retirou essa certeza do cenário. As famílias, hoje, estão endividadas, mas não mais inadimplentes que no ano passado, segundo dados do BC. Não é o calote, mas o medo do futuro e a incerteza, criada por uma renda familiar que cresce menos diante de uma inflação que cresce mais, que tirou o fôlego do varejo. E como a perspectiva é de inflação ainda alta e rodando acima de 6% em 12 meses, e de menores ganhos salariais em função da desaceleração econômica, as vendas do varejo tendem a manter trajetória de desaceleração. No lugar do ciclo virtuoso, se consolida um preocupante ciclo vicioso.
Índice de empresas citadas em textos nesta edição Accor B8 Aguilar y Salas F6 Air Liquide F10 Akso Nobel F10 Alcatel B5 Almaviva F9 Alpargatas F8 Alstom B9 Amazon B5, B9 Ambev B6 American Airlines C2 Amsia F8 Andrade Gutierrez F3 Apogeo C1 Apollo C8 Apple B5 ArcelorMittal B4 Atlantica Hotels B8 Azul B8 Bamim F3 Banco Paulista C8 Bank of America C8 Barclays B9 Basf B11, F3 Beats B5 Bemisa F9 Bet365 B1 BHP Billiton B2 BM&FBovespa C1 BNB F1, F2 BNDES F1 BNP Paribas C1 Bourbon B8 BR Properties B3 Bradesco C2
Brasil Exploração Mineral F9 Brasil Franchising B3 Braskem B12, F3, F9 Brennand F8 BSH F2 Bunge F9 Caixa F10 CaixaBank B9 Camargo Corrêa F2, F3 Cartica C1 CBMC F6 CCR F3 Central PET F6 Century 21 B3 Cetip C8 Cielo C8 Cimpor F8 Citi C2 Claro B1 Coca-Cola B6 Coldwell B3 Copacabana Palace B8 Corpbanca C1 Credit Suisse C8 Cristal Pet F6 Crown F9 CSN B4 Datafolha C8 Deezer B5 Delta C2 Deutsche Bank B5 Dongkuk F10 Dow Brasil F3 Electronic Arts B9
Elizabeth Cimentos F8 eMarketer B9 Embrapa B11 Eneva F10 Enseada F3 Ernst & Young B2 EY F1 Facebook B9 Fator C1 Fiat F2, F6, F8 Flextronics B5 Fohb B8 Ford F8 Fortescue B2 Forward Data F8 Franquia Imóveis B3 Freeman C8 General Electric B9 Gerdau B4 Globoaves B12 GLP B3 Gol B8 Goldman Sachs A2 Gram F10 Havan F2 Hemobrás F6 Hitachi B9 Hoteis.com B8 Hotel Invest B8 Hotel Urbano B8 HVS B8 Ibema B3 Iberostar F9 IHG B8 Infraero F8
InterCity F9 InterContinental B8 INVX C1 IPD B9 Itaú A3, C1 J.P. Morgan C8 JF B8 João Santos F8 Kawasaki F3 Kimberly-Clark F3 KKR C8 Klabin B3 Lafarge F8 Largo F3 Leblon C1 Lexmark B5 Macrologística F1 Magazine Luiza B5, F2 Marriott B8 Match Service B8 McDonald’s A4 McQuilling F8 Microsoft B9 Mineração Jundu F8 Mitsubishi B9 Mondelez F6 Monsanto B11 Moody’s F1 Morgan Stanley B2 Nassau F8 Nextel B1 Nintendo B9 Noble B12 North F9 OAS F3
Odebrecht B12, F3 OGpar F10 Oi A4 Órama C1 Ouro Preto F9 Pão de Açúcar B5 Pemex B9 Penalty F8 Petra F10 Petrobras B9, B12, F3, F6 Petrópolis F6 Pires F8 Portobello F9 Posco F10 PwC F3 Queiroz Galvão F2 Quilmes B6 Radisson B8 Raia Drogasil, F2 Re/Max B3 Rede C8 Renaissance B8 Renova F3, F6 Rhapsody B5 Rio Tinto B2 Ritz F9 Saint-Gobain F8 Sancor B6 Santander C8 Saraiva B5 SE Igaporã F6 Shineray F6 Siemens B9 SLC B12 Soares Penido F3
Sony B9 Spotify B5 Standard Bank B2 Suzano B3, F1, F2, F10 TAM B8 Target B5 Taurus B2 Tecnoset B5 Telefônica B5 Tendências A3 Terracal F9 Tesco B5 Texas Energy C8 Thomson Reuters C8 Tigre-ADS F9 TIM B1 Tomazini F9 Transpetro F2 Trivago B8 Twitter B9 Ubisoft B9 United C2 Universal B9 Usiminas B4 UTC F3 Vale B2, F10 Verallia F8 Vivo B1 Votorantim F8 Walmart B5 Warner B9 Welcon F9 William Hill B1 Yazaki F8
Clipping GM reduz em 58% sua produção 4361592 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - ECONOMIA - SANTO ANDRÉ - SP - 13/06/2014 - Pág 7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=kgrfRMNDXtO20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SANTO ANDRÉ Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361592.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 148,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 40000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 148,00 Total: 0,0000
Clipping Venda de televisores ajuda, mas não impede 2ª queda seguida do varejo 4361675 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 13/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ZuRCKXx8V6Ty9uzVxbiaCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.valor.com.br/brasil/3582974/venda-de-televisores-ajuda-mas-nao-impede-2 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Francine De Lorenzo, Tainara Machado e Cidade: WEB Diogo Marti Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361675.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 117,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 21600233,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 117,00 Total: 0,0000
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13/06/2014 - 05:00
Venda de televisores ajuda, mas não impede 2ª queda seguida do varejo Por Francine De Lorenzo, Tainara Machado e Diogo Martins
A Copa do Mundo tev e reflex o positiv o sobre as v endas do v arejo na passagem de março para abril, mas não ev itou que o comércio restrito (medida que ex clui automóv eis e materiais de construção) contabilizasse dois meses consecutiv os de retração - algo que não acontecia desde nov embro de 2008, quando a crise internacional deprimiu o mercado. Os dados div ulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em abril, o v arejo restrito recuou 0,4% em relação ao mês anterior, após queda de 0,5% em março. Se consideradas as v endas de v eículos e materiais de construção - o chamado v arejo ampliado - houv e elev ação de 0,6% entre março e abril, com av anço de 5,4% no comércio de automóv eis e queda de 0,5% em materiais de construção. Dos oito segmentos do v arejo restrito, o único que cresceu neste interv alo foi o de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 0,3%. "Isso se dev e basicamente ao aumento nas v endas de telev isores. Não foi por acaso que apenas esse segmento tev e aumento", observ a o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serv iços e Turismo (CNC), Fábio Bentes. Entre março e abril, os preços dos telev isores caíram 1 ,2%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor A mplo (IPCA ), que serv e de base para o deflator da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC). Em um ano, as TV s ficaram 4,5% mais baratas, o que ajuda a ex plicar o aumento de 1 6% nas v endas do segmento outros artigos de uso pessoal e doméstico em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Neste período, as v endas do v arejo restrito subiram 6,7 %, sendo 1 ,5 ponto percentual deriv ado de outros artigos de uso pessoal e doméstico. A maior contribuição para o aumento nas v endas, entretanto, v eio dos supermercados - 5 pontos percentuais. Juntos, os dois segmentos responderam por 97 % da alta nas v endas em abril, na comparação com igual mês de 201 3. Entre março e abril, entretanto, as v endas nos supermercado caíram 1 ,4%, principal impacto negativ o sobre o v arejo. "Historicamente, os supermercados não ganham com a Copa. Ex iste um consumo diferente durante os jogos, mas isso se dá por substituição - os consumidores trocam alguns produtos por outros", afirma Bentes. O técnico da coordenação de serv iços e comércio do IBGE, Nilo Lopes, diz que o recuo nas v endas dos supermercados decorre da alta da inflação de alimentos, prov ocada pela escassez de alguns produtos por questões climáticas. "Tiv emos um repique inflacionário nos primeiros meses do ano e isso influenciou a
alimentação no domicílio. Quando há aumento de preços de alimentos, as famílias costumam trocar produtos mais caros por outros mais baratos. Isso é ruim para o setor de supermercados. A queda nas v endas de supermercados acabou sendo acentuada", diz Lopes. Dev ido ao grande peso que têm no indicador do IBGE, os supermercados costumam ditar o comportamento das v endas no v arejo, afirma o economista da CNC. "Como a inflação nesse segmento está desacelerando, prov av elmente tiv emos um resultado menos negativ o ou até estáv el nas v endas em maio", estima. Apesar disso, Bentes rev isou para baix o sua prev isão de crescimento do v arejo em 201 4, de 4,9% para 4,7 %. Os números de abril, na av aliação do Bradesco, reforçam a ex pectativ a de desaceleração gradual do consumo ao longo de 201 4. Em relatório, o banco destaca a queda generalizada das v endas. O salto no comércio de v eículos -- que destoa do comportamento v erificado nos demais segmentos do v arejo - se seguiu a dois meses bastante fracos para as v endas do segmento. Apesar da forte alta de 5,4% das v endas em abril, no ano o segmento ainda acumula retração de 5,3%. Em maio, o comércio de v eículos v oltou a perder força, segundo dados da Fenabrav e, entidade que representa as concessionárias de carros no país. A s v endas de v eículos nov os no país caíram 7 ,2% no mês passado, na comparação com igual período de 201 3. A s montadoras e concessionárias continuam a reclamar da seletiv idade dos bancos nas aprov ações de crédito ao setor. Para A lberto Ramos, diretor de pesquisas econômicas para a América Latina do Goldman Sachs, os próx imos meses sugerem perda de fôlego do v arejo, já que o crédito e a confiança dos consumidores desaceleraram em maio. Embora ex istam poucos dados disponív eis para o segundo trimestre, o economista-chefe do BES Inv estimento, Jankiel Santos, av alia que a queda tanto da produção industrial quanto do comércio em abril sugerem desempenho pouco animador da ativ idade econômica para o período, após alta de 0,2% no primeiro trimestre, na série com ajuste sazonal. Para ele, esse desempenho reforça a perspectiv a de que a tax a básica de juros dev e ficar estáv el em 1 1 % ao longo de 201 4 e começa a lev antar dúv idas sobre o comportamento da Selic em 201 5. "A inflação pressionada ainda pode trazer necessidade de ajustes da Selic para cima no próx imo ano, mas essa av aliação pode começar a ser questionada".
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração do consumo, diz Bradesco 4361676 - INFO MONEY - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ZuRCKXx8V6S2vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3403030/recuo-varejo-confirmadesaceleracao-consumo-diz-bradesco Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361676.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Recuo no varejo confirma desaceleração do consumo, diz Bradesco O resultado reportado superou a estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado
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Por Agência Estado |16h02 | 12-06-2014
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A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça, na avaliação dos economistas do Bradesco, a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Ainda de acordo com eles, a retração do varejo se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados.
"O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado", disseram em relatório os analistas do Bradesco.
Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7% nas vendas. O comércio ampliado, que considera as vendas de todos os segmentos, por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1% registrada no mês anterior.
Recuo no varejo confirma desaceleração do consumo, diz Bradesco (Getty Images)
"A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave", citam os economistas do banco.
Ainda de acordo com o relatório do Bradesco, o crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%.
"Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM), cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês, os dados do IBC-Br poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem", preveem os economistas do Bradesco.
Clipping Fenabrave I 4361677 - BEM PARANÁ - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ZuRCKXx8V6TBlh6Q/vMpHsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.bemparana.com.br/noticia/330935/fenabrave-i Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Nilton Saciotti | saciotti@hotmail.com Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361677.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 22,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 1237638,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 22,00 Total: 0,0000
Fenabrave I 12/06/14 às 22:47 | Nilton Saciotti | saciotti@hotmail.com
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A cidade de Curitiba foi escolhida para sediar o 24º. Congresso & ExpoFenabrave, maior evento da distribuição automotiva da América Latina e segundo maior do mundo, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto de 2014, no Expo Unimed Curitiba. O evento, realizado pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos e organizado pela Reed Exhibitions Alcântara Machado, já foi realizado na capital paranaense em 2007 e 2008, e volta à cidade com a expectativa de receber mais de 3,5 mil pessoas, entre concessionários de veículos e lideranças do setor, como executivos de Associações de Marca, entidades internacionais e montadoras instaladas no país. Fenabrave II O lançamento do evento aconteceu no Business Club com a presença do presidente Flavio Meneghett, o gestor do evento Gláucio Geara e o consultor Luiz Antônio Fleury Filho ( ex-governador do Estado de São Paulo). Corolla em 1º A disputa entre Corolla e Civic pela liderança entre os sedãs médios está acirrada. Em maio, o o recém reestilizado Toyota ultrapassou o rival da Honda nas vendas do mês. De acordo com dados da associação de revendedores Fenabrave, o Corolla emplacou 5.741 unidades, enquanto o Civic acumulou 4.702 unidades vendidas no período. Essa é a primeira vez no ano que o modelo da Toyota fica à frente do Honda. Renault A Renault do Brasil, através do Instituto Renault, entregou 5 veículos Renault Master para o Programa Família Paranaense, da Secretaria da Família e do Desenvolvimento Social do Paraná. Os veículos, transformados em escritórios móveis, serão utilizados pelo Centro de Referência Especializado em Assistência Social(CREAS) no atendimento às famílias e indivíduos em situações de violação de direitos, inclusive às mulheres vítimas de violência, com serviços especializados de apoio, orientação e acompanhamento. Ka mais A Ford oficializou os nomes dos seus novos modelos compactos: Ford Ka para o modelo cinco portas (hatch) e Ford Ka+ para o de quatro portas (Sedan). O lançamento acontece no segundo semestre do ano e o Brasil será o primeiro mercado a ter a nova linha global. Segundo a Ford a diferenciação dos nomes foi estabelecida para identificar os modelos da linha, que passa a contar pela primeira vez com uma opção três volumes, mas na realidade aconteceu para evitar trocadilhos com o nome Ka Sedan.
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361678 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ZuRCKXx8V6QdSTHrUDolKMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/06/12/internas_economia, 509952/recuo-no-varejo-confirma-desaceleracao-diz-bradesco.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361678.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 25,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 1200000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 25,00 Total: 0,0000
Clipping Chevrolet apresenta o Camaro conversível 4361679 - DIÁRIO DO COMÉRCIO BH ONLINE - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ZuRCKXx8V6SCQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.diariodocomercio.com.br/noticia.php?id=136626 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361679.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
12/06/2014
Chevrolet apresenta o Camaro conversível Busca de novos adeptos para o muscle car José Oswaldo Costa*
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De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a GM vendeu, no ano passado, 1.108 unidades do Chevrolet Camaro. Uma boa média de cerca de 92 unidades/mês. Neste ano, até o início de junho, foram emplacadas 400 unidades. E a montadora pretende atrair novos adeptos para o seu muscle car. Para isso, acaba de apresentar a versão conversível do Camaro. O modelo é equipado com o mesmo powertrain disponível para a carroceria cupê: motor 6.2 V8 de 406 cv e transmissão automática sequencial de seis marchas. O interior dos dois também é idêntico. A capota, de lona revestida com espuma acústica e equipada com vidro traseiro térmico, possui acionamento elétrico por meio de botão. Ela é totalmente rebatida, de acordo com a GM, em 20 segundos. A operação também pode ser feita manualmente. Nos dois casos, é necessário que o veículo esteja parado com a alavanca do câmbio na posição "P" (parking). Para manter a segurança do Camaro conversível, foram feitos reforços estruturais na parte dianteira e traseira, o que garante maior rigidez para obter equilíbrio em curvas e retas. Também reforça esse quesito a presença dos controles de estabilidade e tração. Lançado no Brasil em 2010, o Camaro cupê tem o preço de R$ 204,25 mil, de acordo com a tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A nova versão conversível tem o preço sugerido de R$ 239,90 mil e já está disponível nas concessionárias da marca.
Clipping GM reduz em 58% sua produção 4361680 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - WEB - WEB - 13/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ZuRCKXx8V6QJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.dgabc.com.br/Noticia/535065/gm-reduz-em-58-sua-producao Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Pedro Souza Cidade: WEB Do Diário do Grande ABC Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361680.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 74,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 60000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 74,00 Total: 0,0000
GM reduz em 58% sua produção Comentário(s)
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Pedro Souza Do Diário do Grande ABC
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano informou que a fábrica da GM (General Motors) terá a produção paralisada entre os dias 7 e 24 de julho. Os 6.000 trabalhadores da linha de produção terão férias coletivas no período. “O problema é a queda nas vendas, e não teve como o sindicato agir em relação à situação”, explicou o presidente da entidade, Aparecido Inácio da Silva, o Cidão. Portanto, com produção de apenas 13 dos 31 dias corridos que terão no mês que vem, tendo em vista que a empresa fabrica veículos 24 horas por dia, todos os dias, a redução na produção deverá atingir 58%. Cidão calcula que a planta fabril da GM em São Caetano tira do forno 1.018 unidades por dia. Em 18 dias de férias, serão 18.324 carros a menos. “Além do mercado interno, a montadora enfrenta um problema nas vendas para a Argentina. Na comparação de abril contra o mesmo mês no ano passado, as exportações para esse país caíram 24%”, explicou Cidão. Em relação ao mercado interno, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), em maio foram emplacados 39.802 veículos da GM no País, contra 43.903 no quinto mês de 2013, queda de 8,9%. A companhia mantém quatro unidades no País. A paralisação na produção em São Caetano também servirá para escoar o estoque. “Só aqui de São Caetano são cerca de 45 mil carros. Mas o problema é se esses veículos serão vendidos. Hoje, o problema está no crédito (restrição nos financiamentos)”, observou Cidão. Caso o mercado gere demanda suficiente para absorver os veículos novos parados, a GM será capaz de reduzir em 40% seu estoque. PLANO INICIAL - Antes da nova medida, destacou Cidão, a empresa tinha anunciado férias coletivas apenas para os trabalhadores do terceiro turno. Cerca de 1.200 funcionários ficariam em suas casas entre os dias 12 e 29 de julho. Agora, toda a linha de produção vai parar. A montadora também organizou o day-off (folga com desconto no banco de horas) para todos os
empregados da planta fabril de São Caetano para as datas das primeiras partidas da Seleção Brasileira, ou seja, ontem, 17 e 23. Até o fechamento desta edição, a GM não se manifestou sobre o assunto.
Clipping Distribuição automotiva registra queda nas vendas em Santa Catarina 4361681 - PORTAL DA ILHA - WEB - WEB - 13/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ZuRCKXx8V6SE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=23089 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361681.pdf
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Distribuição automotiva registra queda nas vendas em Santa Catarina Publicado em 13/06/2014 às 03:30:49
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC), entidade que representa 680 concessionárias de veículos de todo o estado, divulga o desempenho do setor automotivo no mês de maio de 2014. Siga o Portal da Ilha no Twitter e acompanhe também no Facebook
Para o setor da distribuição de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas para transporte) o mês de maio apresentou queda de -1,93% em relação a abril. Além disso, o acumulado do ano também teve queda. Foram emplacadas 20.469 unidades em maio, contra 20.872 no mês anterior. Na comparação entre os meses de maio 2013 (22.249 unidades) e o mesmo mês de 2014, o setor automotivo teve queda de -8,00%. De acordo com a Fenabrave, no acumulado do ano, houve queda de - 4,59% para todos os setores somados. Nos primeiros cinco meses deste ano, foram emplacadas 100.609 unidades, contra 105.451 no mesmo período de 2013. Conforme a Fenabrave-SC, a região Vale do Itajaí, foi a que mais se destacou neste período, com a comercialização de 26.402 unidades, seguida pela Grande Florianópolis com 20.429 emplacamentos e Região Oeste, com 17.459.
Clipping Hyundai CAOA almeja crescimento de 10% nas vendas em 2014 4361720 - AUTO ESPORTE ONLINE - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjT2c17nVFQqSMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2014/06/hyundai-caoa-almejacrescimento-de-10-nas-vendas-em-2014.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361720.pdf
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Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361721 - O DIÁRIO NET - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjQj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.odiario.com/economia/noticia/839492/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361721.pdf
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Economia
SÃO PAULO
Publicado em: 12/06/2014 12:12|Atualizado em: 12/06/2014 12:12
Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco Francisco Carlos de Assis A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça, na avaliação dos economistas do Bradesco, a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Ainda de acordo com eles, a retração do varejo se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados. "O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado", disseram em relatório os analistas do Bradesco. Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7% nas vendas. O comércio ampliado, que considera as vendas de todos os segmentos, por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1% registrada no mês anterior. "A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave", citam os economistas do banco. Ainda de acordo com o relatório do Bradesco, o crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%. "Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM), cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês, os dados do IBC-Br poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem", preveem os economistas do Bradesco.
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361723 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjQNYh1HTP9BlsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.dgabc.com.br/Noticia/534961/recuo-no-varejo-confirma-desaceleracao-dizbradesco Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361723.pdf
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Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco Comentário(s)
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A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça, na avaliação dos economistas do Bradesco, a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Ainda de acordo com eles, a retração do varejo se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados. "O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado", disseram em relatório os analistas do Bradesco. Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7% nas vendas. O comércio ampliado, que considera as vendas de todos os segmentos, por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1% registrada no mês anterior. "A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave", citam os economistas do banco. Ainda de acordo com o relatório do Bradesco, o crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%. "Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM), cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês, os dados do IBC-Br poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem", preveem os economistas do Bradesco.
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361725 - JORNAL DE BRASÍLIA - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjT+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/554477/recuo-no-varejo-confirmadesaceleracao-diz-bradesco/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361725.pdf
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Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça, na avaliação dos economistas do Bradesco, a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Ainda de acordo com eles, a retração do varejo se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados. "O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado", disseram em relatório os analistas do Bradesco. Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7% nas vendas. O comércio ampliado, que considera as vendas de todos os segmentos, por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1% registrada no mês anterior. "A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave", citam os economistas do banco. Ainda de acordo com o relatório do Bradesco, o crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%. "Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM), cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês, os dados do IBC-Br poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem", preveem os economistas do Bradesco. Fonte: Estadao Conteudo
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361727 - DIÁRIO WEB - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjROzPx9WzkM/MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Economia/190214,,Recuo+no+varejo+confir ma+desaceleracao,+diz+Bradesco.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361727.pdf
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São Paulo Belo Horizonte e São Paulo, 12 de Junho, 2014 - 12:12
Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco Francisco C arlos de Assis - AE
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A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça, na avaliação dos economistas do Bradesco, a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Ainda de acordo com eles, a retração do varejo se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados. "O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado", disseram em relatório os analistas do Bradesco. Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7% nas vendas. O comércio ampliado, que considera as vendas de todos os segmentos, por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1% registrada no mês anterior. "A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave", citam os economistas do banco. Ainda de acordo com o relatório do Bradesco, o crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%. "Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM), cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês, os dados do IBC-Br poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem", preveem os economistas do Bradesco.
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361729 - NE 10 - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjTLG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/economia/noticia/2014/06/12/recuo-no-varejoconfirma-desaceleracao-diz-bradesco-493182.php Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361729.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 26,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 10000000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 26,00 Total: 0,0000
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361730 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjT/TvqafkApV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/06/12/internas_economia,538657/recuono-varejo-confirma-desaceleracao-diz-bradesco.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361730.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 81,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 13854968,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 81,00 Total: 0,0000
Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco Agência Estado Publicação: 12/06/2014 12:31 Atualização: São Paulo, 12 - A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça, na avaliação dos economistas do Bradesco, a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Ainda de acordo com eles, a retração do varejo se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados. "O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado", disseram em relatório os analistas do Bradesco. Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7% nas vendas. O comércio ampliado, que considera as vendas de todos os segmentos, por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1% registrada no mês anterior. "A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave", citam os economistas do banco. Ainda de acordo com o relatório do Bradesco, o crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%. "Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM), cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês, os dados do IBCBr poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem", preveem os economistas do Bradesco.
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361732 - JORNAL ALÔ BRASÍLIA - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjSLtgoo4U+fAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.alo.com.br/noticias/ultimas?IdNoticia=263865 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Francisco Carlos de Assis Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361732.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 12/06/2014 12h12 Francisco Carlos de Assis São Paulo
A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça, na avaliação dos economistas do Bradesco, a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Ainda de acordo com eles, a retração do varejo se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados. "O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado", disseram em relatório os analistas do Bradesco. Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7% nas vendas. O comércio ampliado, que considera as vendas de todos os segmentos, por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1% registrada no mês anterior. "A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave", citam os economistas do banco. Ainda de acordo com o relatório do Bradesco, o crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%. "Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM), cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês, os dados do IBC-Br poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem", preveem os economistas do Bradesco. AE
Clipping Alteração em campo: SUVs passam de comerciais a automóveis. 4361733 - AUTODATA - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjRJeLoNLybxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.autodata.com.br/news.php?recid=19847 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361733.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
Mercado 12/06/2014 10:36 Marcos Rozen
Alteração em campo: SUVs passam de comerciais a automóveis. Uma importante alteração está prevista para entrar em campo no mercado brasileiro de veículos em 2015: os SUVs deverão sair do time dos comerciais leves, onde jogam atualmente, para vestir a camisa dos automóveis nas estatísticas a partir do próximo janeiro. Quem defende a mudança é a Anfavea, que deverá adotar este novo critério na revelação de seus dados desde o primeiro mês do ano que vem. Para Luiz Moan, presidente da associação das montadoras, o cenário atual distorce os índices de vendas ao mercado interno. Segundo os dados da Carta da Anfavea, no acumulado de 2014 até maio os veículos leves acumulam retração de 5,2% nas vendas ao mercado interno, fruto da soma de queda de 8,3% nos automóveis e alta de 5,7% nos comerciais leves. De acordo com Moan, entretanto, o cenário real é diferente daquele apontado pelos números: “Se descontados dos comerciais leves os SUVs, e deixando apenas os veículos comerciais de fato, como vans de passageiros e carga e picapes, o resultado até maio é de alta de 1,4% no segmento. Isolados, os SUVs cresceram 12,4% no período”. Assim, complementa o executivo, “a retração real do segmento de automóveis em 2014 é menor do que mostra a estatística”. O quadro de hoje, caso mantido, tenderia a aprofundar a distorção dos números: há um grande volume de lançamentos de SUVs, especialmente aqueles compactos, na faixa de Ford EcoSport e Renault Duster, previsto para 2015 no Brasil. Volkswagen Taigun, Peugeot 2008 e Jeep Renegade são alguns deles, que se somarão a outras novidades no segmento também de Honda e Hyundai. Caso venha a ser de fato adotada, a alteração deverá ser acompanhada pela Fenabrave, que divulga as estatísticas de venda por modelos. De acordo com os números da associação dos distribuidores, no acumulado de janeiro a maio de 2014 os SUVs alcançaram participação dentro do universo de comerciais leves de 35,5% nas vendas, crescimento de dois pontos porcentuais ante um ano.
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361735 - REPORTER DIÁRIO - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjSvVM3kuUkbrsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/464952/recuo-no-varejo-confirma-desaceleracao-dizbradesco/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361735.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361766 - TN ONLINE - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjS7iPVW2G/UIMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://tnonline.com.br/noticias/economia/34,270314,12,06,recuo-no-varejo-confirmadesaceleracao-diz-bradesco.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361766.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 600000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Clipping Montadoras temem efeito da Copa nas vendas 4361768 - UDOP - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjSHFsggXnUpQcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1114678 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361768.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1,00 Total: 0,0000
Montadoras temem efeito da Copa nas vendas 12/06/14 - No estéril embate entre os grupos do "Vai ter Copa" e "Não vai ter Copa", as montadoras preferiram não marcar posição, mas, para o setor, talvez fosse mesmo melhor que o Mundial não se realizasse no país - pelo menos, não num ano tão complicado como o de 2014. O evento ajudou a manter as vendas a frotas resistentes à crise. O preço disso, porém, será pago pelo varejo, com queda no fluxo de consumidores nas concessionárias. Entre analistas, as projeções chegam a indicar recuo superior a 25% nas vendas durante os meses de junho e julho, comparativamente a igual período de 2013. Há quem veja certo exagero nessas contas. Por pior que seja o efeito da Copa, a possibilidade de recomposição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - ainda que parcial, como já sinalizou o governo - pode estimular algum movimento de antecipação de compras por consumidores que não querem correr o risco de encontrar preços mais altos a partir do mês que vem. Mas é consenso que quando a bola começar a rolar hoje na arena do Corinthians, palco da abertura da Copa, quase ninguém vai pensar em comprar carro. E se a seleção brasileira avançar até a esperada final, a indústria pode perder outros cinco dias cheios de venda. A última partida, no Maracanã, não entra na conta porque será disputada num domingo. A magnitude do impacto, dizem especialistas, vai depender ainda das condições de acesso a concessionárias, sujeitas a congestionamentos ou manifestações nas cidades-sede, onde estão os maiores mercados consumidores de automóveis do país. "Não sabemos como será a situação do trânsito, a movimentação no entorno das concessionárias e se as pessoas vão emendar feriados [nas cidades que abrigam o evento]. Mas, certamente, teremos aí por volta de dez dias em que a média diária de vendas vai cair", diz Rogelio Golfarb, vice-presidente de assuntos corporativos da Ford. "A maioria das pessoas não vai estar com cabeça para compra de carro", acrescenta. A perspectiva do executivo da Ford é compartilhada por praticamente todos os dirigentes do setor. Tanto a Anfavea, entidade que representa as montadoras, como a Fenabrave, das concessionárias de veículos, já manifestaram posições que seguem essa linha. "Vamos torcer para que tudo dê certo e que o Brasil ganhe a Copa. Mas haverá um impacto nas vendas, sim", comentou na semana passada o presidente da associação dos fabricantes, Luiz Moan. Consultorias especializadas em mercado automotivo falam em queda de dois dígitos nos emplacamentos. Nas contas da Roland Berger, o mercado deve fechar junho com o volume de vendas mais baixo do ano: 189 mil carros, 37,6% a menos do que o resultado de um ano antes. Colocando na conta as estimativas de julho, o recuo previsto pela Roland Berger no período do Mundial chega a 25,2%. Ainda comparando com igual período de 2013, quando o mercado ainda girava mais de 300 mil carros por mês - um teto que a indústria perdeu de vista nos últimos quatro meses -, a Oikonomia prevê recuo superior a 19% no acumulado de junho e julho, enquanto a Jato Dynamics, num cálculo conservador, projeta algo próximo de 5%. Já as previsões da A.T. Kearney indicam, somente para junho, baixa de 15,5%. Se as estimativas mais pessimistas dessas casas se confirmarem, a queda no consumo de carros no acumulado de 2014 - hoje ao redor de 5% - pode se aprofundar para um percentual
superior a 9% ou 11% até o fim de julho. É claro que parte do tombo tende a ser recuperada na sequência, com a liberação do consumo represado durante a Copa. O evento, dizem especialistas, pode prejudicar o aspecto mais emocional do consumo, como as compras por impulso, mas consumidores decididos a trocar de carro não mudam de ideia por eventuais transtornos causados por um evento esportivo. Podem apenas esperar mais algum tempo para fazê-lo. De qualquer forma, a Copa, no mínimo, adia em mais dois meses a recuperação de um setor já abalado por fatores como a retirada de incentivos fiscais, restrições de crédito e menor propensão ao gasto por um consumidor mais endividado e menos confiante na economia. Sendo assim, a eliminação precoce da seleção brasileira é o que de melhor pode acontecer para as montadoras? Não necessariamente, diz o consultor David Wong, da AT Kearney. "Toda a alegria de se realizar uma Copa do Mundo gera um movimento de consumo com efeitos positivos no emprego de outros setores e na geração de valor na economia", diz o especialista. Segundo ele, um novo trauma para o futebol brasileiro, como foi a derrota para o Uruguai na final da Copa de 1950, só prejudicaria a confiança e o ânimo da população. Eduardo Laguna Fonte: Valor Econômico Translate
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Clipping Montadoras temem efeito da Copa nas vendas 4361769 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjSIzYrAI2U8gsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.valor.com.br/empresas/3582054/montadoras-temem-efeito-da-copa-nas-vendas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Eduardo Laguna Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361769.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 117,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 21600233,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 117,00 Total: 0,0000
Im prim ir ()
12/06/2014 - 05:00
Montadoras temem efeito da Copa nas vendas Por Eduardo Laguna
Golfarb , da Ford, prevê dez dias de vendas fracas: "Maioria das pessoas não vai estar com cab eça para compra de carro"
No estéril embate entre os grupos do "V ai ter Copa" e "Não v ai ter Copa", as montadoras preferiram não marcar posição, mas, para o setor, talv ez fosse mesmo melhor que o Mundial não se realizasse no país - pelo menos, não num ano tão complicado como o de 201 4. O ev ento ajudou a manter as v endas a frotas resistentes à crise. O preço disso, porém, será pago pelo v arejo, com queda no flux o de consumidores nas concessionárias. Entre analistas, as projeções chegam a indicar recuo superior a 25% nas v endas durante os meses de junho e julho, comparativ amente a igual período de 201 3. Há quem v eja certo ex agero nessas contas. Por pior que seja o efeito da Copa, a possibilidade de recomposição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - ainda que parcial, como já sinalizou o gov erno - pode estimular algum mov imento de antecipação de compras por consumidores que não querem correr o risco de encontrar preços mais altos a partir do mês que v em. Mas é consenso que quando a bola começar a rolar hoje na arena do Corinthians, palco da abertura da Copa, quase ninguém v ai pensar em comprar carro. E se a seleção brasileira av ançar até a esperada final, a indústria pode perder outros cinco dias cheios de v enda. A última partida, no Maracanã, não entra na conta porque será disputada num domingo. A magnitude do impacto, dizem especialistas, v ai depender ainda das condições de acesso a concessionárias, sujeitas a congestionamentos ou manifestações nas cidades-sede, onde estão os maiores mercados consumidores de automóv eis do país. "Não sabemos como será a situação do trânsito, a mov imentação no entorno das concessionárias e se as pessoas v ão emendar feriados [nas cidades que abrigam o ev ento]. Mas, certamente, teremos aí por v olta de dez dias em que a média diária de v endas v ai cair", diz Rogelio Golfarb, v ice-presidente de assuntos corporativ os da Ford. "A maioria das pessoas não v ai estar com cabeça para compra de carro", acrescenta. A perspectiv a do ex ecutiv o da Ford é compartilhada por praticamente todos os dirigentes do setor. Tanto a Anfav ea, entidade que representa as montadoras, como a Fenabrav e, das concessionárias de v eículos, já manifestaram posições que seguem essa linha. "V amos torcer para que tudo dê certo e que o Brasil ganhe a Copa. Mas hav erá um impacto nas v endas, sim", comentou na semana passada o presidente da associação dos fabricantes, Luiz Moan.
Consultorias especializadas em mercado automotiv o falam em queda de dois dígitos nos emplacamentos. Nas contas da Roland Berger, o mercado dev e fechar junho com o v olume de v endas mais baix o do ano: 1 89 mil carros, 37 ,6% a menos do que o resultado de um ano antes. Colocando na conta as estimativ as de julho, o recuo prev isto pela Roland Berger no período do Mundial chega a 25,2%. A inda comparando com igual período de 201 3, quando o mercado ainda girav a mais de 300 mil carros por mês - um teto que a indústria perdeu de v ista nos últimos quatro meses -, a Oikonomia prev ê recuo superior a 1 9% no acumulado de junho e julho, enquanto a Jato Dy namics, num cálculo conserv ador, projeta algo próx imo de 5%. Já as prev isões da A .T. Kearney indicam, somente para junho, baix a de 1 5,5%. Se as estimativ as mais pessimistas dessas casas se confirmarem, a queda no consumo de carros no acumulado de 201 4 - hoje ao redor de 5% - pode se aprofundar para um percentual superior a 9% ou 1 1 % até o fim de julho. É claro que parte do tombo tende a ser recuperada na sequência, com a liberação do consumo represado durante a Copa. O ev ento, dizem especialistas, pode prejudicar o aspecto mais emocional do consumo, como as compras por impulso, mas consumidores decididos a trocar de carro não mudam de ideia por ev entuais transtornos causados por um ev ento esportiv o. Podem apenas esperar mais algum tempo para fazê-lo. De qualquer forma, a Copa, no mínimo, adia em mais dois meses a recuperação de um setor já abalado por fatores como a retirada de incentiv os fiscais, restrições de crédito e menor propensão ao gasto por um consumidor mais endiv idado e menos confiante na economia. Sendo assim, a eliminação precoce da seleção brasileira é o que de melhor pode acontecer para as montadoras? Não necessariamente, diz o consultor Dav id Wong, da A T Kearney . "Toda a alegria de se realizar uma Copa do Mundo gera um mov imento de consumo com efeitos positiv os no emprego de outros setores e na geração de v alor na economia", diz o especialista. Segundo ele, um nov o trauma para o futebol brasileiro, como foi a derrota para o Uruguai na final da Copa de 1 950, só prejudicaria a confiança e o ânimo da população.
Clipping Vendas de veículos ficam praticamente estáveis em Sinop 4361770 - SÓ NOTÍCIAS - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjSoHGmSufVZ3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.sonoticias.com.br/noticia/geral/vendas-de-veiculos-ficam-praticamente-estaveisem-sinop Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Só Notícias/Weverton Correa Cidade: WEB (foto:divulgação/arqui Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361770.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
Vendas de veículos ficam praticamente estáveis em Sinop 12/06/2014 - 07:06 Fonte: Só Notícias/Weverton Correa (foto:divulgação/arquivo)
A comercialização de AA+ veículos novos apresentaram uma tímida variação negativa no mês passado. Números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Mato Grosso (Fenabrave-MT) aponta 648 automóveis, caminhonetes, caminhões e motos foram comercializadas, contra 658 em abril. O decréscimo foi de 1%. O balanço não aponta qual segmento liderou as vendas. Números do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) apontam que a frota de veículos na cidade chega atualmente a 88,6 mil unidades. Destas, 28,9 mil são automóveis, 25,3 mil motocicletas e 12,5 mil motonetas. Até dezembro do ano passado eram 86 mil unidades, sendo 28 mil automóveis, 24,8 mil motocicletas e 12 mil motonetas. Conforme Só Notícias já informou, em todo o Estado, 5.382 novas unidades foram emplacadas em maio deste ano, contra 5.056 em abril, aumento de 6%. O segmento de automóveis segue liderando com 2.238 emplacamentos e leve queda de 1%. Já as motos, registraram crescimento de 10%, com um total de 1.868 unidades emplacadas. Porém, foi a categoria de caminhões que surpreendeu, com alta de 123% em relação a abril.
Clipping Seminário Logística: Empresários defendem incentivos fiscais para renovação de frota para caminhoneiros autônomos do ES 4361771 - FOLHA VITÓRIA - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjSyXOVJLGvR98NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/2014/06/empresarios-defendem-incentivosfiscais-para-renovacao-de-frota-para-caminhoneiros-autonomos-do-es-em-seminario-darede-vitoria.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361771.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 12446,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Seminário Logística: Empresários defendem incentivos fiscais para renovação de frota para caminhoneiros autônomos do ES Em novembro do ano passado, entidades envolvidas com o transporte rodoviário de cargas apresentaram ao governo uma proposta unificada para renovação da frota de caminhões do país Folha Vitória Redação Folha Vitória
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Incentivos fiscais para a renovação da frota dos caminhoneiros autônomos que atuam nos portos capixabas. Essa foi uma das propostas defendidas por empresários do setor de exportação do Espírito Santo, durante o III Seminário Logística é Solução , realizado
pela Rede Vitória, na última terçafeira (10). O empresário Otto Neto Andrade, da Eximbiz Comércio De acordo com empresários, carretas que atendem o Porto de Vitória
Internacional, destacou que a
possuem até 40 anos de uso
maior parte dos caminhoneiros
Foto: Divulgação
autônomos, que atende ao setor, possui veículos com mais de 40
anos de uso. Ele defende a concessão de subsídios, por parte do governo federal, para que a categoria tenha condições de adquirir veículos mais modernos, com redução de impostos, o mesmo que já é oferecido para taxistas. “Há cerca de 10 anos, o Brasil concedeu isenção de impostos para taxistas. O que permite que o trabalhador renove sua frota. Um veículo que custa R$ 50 mil, pode ser comprado por cerca de R$ 30 mil, por exemplo. E como não há grandes gastos com manutenção, ele consegue economizar. Ao vender o veículo, a cada dois ou três anos, também obtém um bom preço na negociação, e ver os resultado do seu trabalho. Incentivo semelhante deveria ser oferecido aos caminhoneiros autônomos que atuam no porto”, defende.
Perdas Otto explica ainda que muitos profissionais amargam perdas, já que empresas deixam de transportar mercadorias em decorrência das condições dos veículos. “Não é todo mundo que vai pegar uma carga de R$ 1 milhão, por exemplo, e vai transportar em um caminhão de R$ 15 mil. Há risco de o contêiner cair, do feixe de molas quebrar, além de problemas com pneus. Tudo isso pode gerar atrasos e prejuízos”. A situação confirmada pelo presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Espírito Santo (Sindicam), Vitor Manuel de Almeida. “Hoje as cargas custam em torno de R$ 3 e R$ 4 milhões. Que empresa vai nos confiar este tipo de carga? Além dos outros problemas, também há riscos de assaltos”, diz. O empresário Otto Andrade lembra ainda que os próprias empresas possuem incentivos fiscais que as possibilitam comprar maquinários com isenção de impostos, mas que é preciso investir em toda a cadeia produtiva. “Nós empresários temos incentivos do governo federal, como o Reporto. Podemos comprar caminhões e empilhadeiras sem impostos. Mas o caminhoneiro autônomo, que participa dessa cadeia produtiva, simplesmente não recebe”. Aprovado pela União em 2004, o Reporto tem como foco principal a desoneração tributária na aquisição de máquinas, equipamentos e outros bens para a reformulação dos portos brasileiros. Beneficiam-se do regime tributário o operador portuário, o concessionário de porto organizado, o arrendatário de instalação portuária de uso e a empresa autorizada a explorar instalação portuária de uso privativo misto. Com isso, as aquisições no mercado interno, ou importação efetuada diretamente pelo beneficiário são efetuadas com suspensão do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição para o PIS/PASEP, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS e, quando for o caso, do Imposto de Importação. O empresário, no entanto, destaca que essa não é uma situação enfrentada apenas pelo Estado. “Isso acontece no Brasil inteiro. Em Vitória e Vila Velha os problemas são grandes porque, quando esses caminhões apresentam algum defeito, acabam fechando o porto. Mas, no país inteiro é uma situação horrorosa. O governo fala em projetos bilionários, mas não faz o dever de casa”, diz. Medida beneficiaria mais de 1 mil caminhoneiros no ES De acordo com o presidente do Sindicam, caso o incentivo fiscal para a renovação da frota fosse implantado pelo governo federal, a medida beneficiaria mais de 1 mil caminhoneiros autônomos que atuam no setor portuário do Estado. “Hoje temos 147 veículos só no Porto de Vitória, e outros 63 dentro de uma grande empresa de exportação no Porto de Capuaba. Além disso, cerca de mil caminhoneiros autônomos trafegam entre o Porto de Vitória e os principais portos do país. A medida favoreceria a todos”, afirma.
Proposta Em novembro do ano passado, entidades envolvidas com o transporte rodoviário de cargas apresentaram ao governo uma proposta unificada para renovação da frota de caminhões do país. Na época, os empresários sugeriram bônus de R$ 30 mil e a criação de linhas de crédito para substituir os cerca de 210 mil veículos com mais de 30 anos em circulação atualmente. A renovação se daria com encaminhamento para reciclagem de 30 mil a 40 mil caminhões por ano, e estaria concluída em prazo de sete a dez anos. O documento foi apresentado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Segundo comunicado divulgado em conjunto pelas entidades, se for implementado, o Programa Nacional de Renovação da Frota aumentará a segurança nas estradas e ajudará a diminuir a poluição. De acordo com o texto, os caminhões com idade superior a 30 anos representam 7% da frota total de veículos, mas são responsáveis por um percentual elevado do volume de acidentes, 25%. Os veículos novos proporcionam ainda redução de 87% nas emissões de carbono, 81% nas de hidrocarbonetos, 86% nas de óxido nitroso e 95% na de materiais particulados com relação aos antigos. Segundo as entidades, também são mais econômicos, consumindo 10% menos diesel. Além da CNT, da Inesfa e da Fenabrave, assinam a proposta a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre), o Sindicato das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Sindinesfa), o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SMABC). Nesta quarta-feira (11), o Folha Vitória entrou em contato com o Ministério do Desenvolvimento para saber o andamento da proposta, mas não obtivemos retorno.
Clipping Recuo das vendas no varejo em abril confirma desaceleração do consumo neste ano 4361772 - CIDADE BIZ - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjRt4GuYEqB8scNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cidadebiz.com.br/conteudo_detalhes.asp?id=70652 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: BLOG Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361772.pdf
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Recuo das vendas no varejo em abril confirma desaceleração do consumo neste ano Por outro lado, crescimento nominal na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5% 12/6/2014 - 11:23 - Redação
Depec-Bradesco* As vendas do comércio varejista restrito apontaram retração de 0,4% em abril, reforçando a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Essa retração do varejo, por sua vez, se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados. Na segunda queda consecutiva, vendas no varejo brasileiro recuaram 0,4% em abril. O volume de vendas no varejo restrito (que exclui as atividades de veículos e motos, partes e peças e de material de construção) caiu 0,4% entre março e abril, já descontados os efeitos sazonais, conforme Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje pelo IBGE. O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1,0% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado. Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7%. O comércio ampliado (que considera as vendas de todos os segmentos), por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1,0% registrada no mês anterior. A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave. O crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%. Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova PIM (Pesquisa Industrial Mensal, cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês) nos dados do IBC-Br poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem.
* Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361773 - R7 - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjSRP+xR15uVF8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.r7.com/economia/recuo-no-varejo-confirma-desaceleracao-diz-bradesco12062014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361773.pdf
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12/6/2014 às 12h12
Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco Tweetar
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A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça, na avaliação dos economistas do Bradesco, a expectativa de desaceleração gradual do consumo ao longo de 2014. Ainda de acordo com eles, a retração do varejo se deu de forma espraiada entre os segmentos pesquisados. "O resultado reportado superou nossa estimativa de queda de 1% e ficou abaixo da mediana das projeções de mercado de retração de 0,1%, segundo levantamento da Agência Estado", disseram em relatório os analistas do Bradesco. Na comparação com o mesmo período de 2013, considerando o efeito da base de comparação (uma vez que o feriado da Páscoa ocorreu em abril neste ano e em março do ano passado), houve expansão de 6,7% nas vendas. O comércio ampliado, que considera as vendas de todos os segmentos, por sua vez, subiu 0,6% na margem, após queda de 1% registrada no mês anterior. "A retração do varejo foi generalizada entre os segmentos pesquisados. Contribuiu para a variação negativa o comércio de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 1,4% em abril. Destacamos também a retração de 2,6% das vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação. Do lado positivo, o comércio de veículos e motos, partes e peças cresceu 4,9%, assim como apontado pela Fenabrave", citam os economistas do banco. Ainda de acordo com o relatório do Bradesco, o crescimento nominal das vendas no varejo na comparação interanual voltou a acelerar, passando de uma alta de 4,7% para 13,5%. A despeito do resultado de abril, o varejo cresceu 11,1% em termos nominais nos primeiros quatro meses do ano, o que já sinaliza uma ligeira desaceleração frente à expansão observada ao longo de 2013, de 11,8%. "Por fim, amanhã conheceremos o resultado do IBC-Br, proxy para o PIB mensal calculada pelo Banco Central. Projetamos alta de 0,1% na margem, mas a possível incorporação dos dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM), cuja metodologia foi reformulada e divulgada no começo do mês, os dados do IBC-Br poderá produzir elevada volatilidade do dado na margem", preveem os economistas do Bradesco.
Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361774 - YAHOO - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjQU/bwrbhh4EsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
https://br.noticias.yahoo.com/recuo-varejo-confirma-desacelera%C3%A7%C3%A3o-dizbradesco-151200361--finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361774.pdf
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Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco Por Francisco Carlos de Assis | Estadão Conteúdo – 2 2 horas atrás
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A retração de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista apurada
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Clipping Recuo no varejo confirma desaceleração, diz Bradesco 4361775 - A TARDE - WEB - WEB - 12/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iLiL/QMCcjTy9uzVxbiaCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1598711-recuo-no-varejo-confirma-desaceleracaodiz-bradesco Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Francisco Carlos de Assis | Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361775.pdf
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Clipping Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 4361806 - PORTAL DO HOLANDA - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5V77oOtwwV7WsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.portaldoholanda.com.br/america-latina/brasil-e-argentina-ampliam-por-um-anoacordo-automotivo-0 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361806.pdf
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Clipping Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 4361807 - BOL - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5WKYNOFq8pgg8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2014/06/11/brasil-e-argentinaampliam-por-um-ano-acordo-automotivo.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361807.pdf
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Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 11/06/2014
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BUENOS AIRES, 11 Jun 2014 (AFP) - Os governos de Brasil e Argentina prorrogaram nesta quartafeira, por mais um ano, o acordo comercial automotivo bilateral, anunciaram funcionários dos ministérios da Economia e da Indústria em Buenos Aires. O acordo foi firmado no Palácio da Fazenda pelo ministro argentino da Economia, Axel Kicillof, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Mauro Borges, e prorroga até 30 de junho de 2015 o protocolo de complementação econômica bilateral. O novo acordo estabelece que, para cada 1 milhão de dólares em automóveis comprados da Argentina sem imposto de importação o Brasil poderá exportar até 1,5 milhão, também sem imposto. A proporção anterior permitia ao Brasil a venda de 1,95 milhão de dólares em carros à Argentina para cada milhão importado. "Chegamos ao acordo sob um intenso fogo de boatos de que não conseguiríamos", disse Kicillof em entrevista coletiva. "Em bloco, formamos o terceiro mercado mundial automotivo. O objetivo é seguir produzindo e criando empregos, com uma forte relação bilateral", destacou Mauro Borges. Os mercados de automóveis dos dois sócios do Mercosul sofrem queda nas vendas internas e também nas exportações, com perda de postos de trabalho nos dois países. A Argentina sofreu em 2013 um déficit na balança comercial automotiva de cerca de 2,4 bilhões de dólares, segundo a empresa de consultoria Abeceb.com. No Brasil, a Federação Nacional de Distribuidores de Veículos (Fenabrave) corrigiu a projeção de vendas para 2014 com uma queda de 5%, contra a estimativa inicial de 3,5%. A venda de automóveis retrocedeu 18% nos primeiros quatro meses de 2014 na Argentina, após recuar 35% em abril em relação ao mesmo período de 2013, o que levou à suspensão de turnos nas fábricas, segundo a câmara comercial do setor. O ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil verificou em maio uma queda global de 21,4% no intercâmbio bilateral em relação ao mesmo período de 2013. Há queda no intercâmbio bilateral pelo oitavo mês consecutivo, com recuo de 19,59% desde o início do ano.
"Vamos ter um ano muito difícil", disse à imprensa brasileira Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave. O novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, destacou que as exportações de automóveis para a Argentina recuaram 32% mo primeiro trimestre do ano. A Argentina compra nove a cada dez carros exportados pelo Brasil. O acordo desta quarta-feira mantém a relação de mercado que é de 11% de veículos argentinos no mercado brasileiro contra 44,3% de unidades brasileiras no mercado argentino.
Clipping Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 4361808 - NE 10 - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5XP6RFv01B7R8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/internacional/noticia/2014/06/11/brasil-e-argentinaampliam-por-um-ano-acordo-automotivo-493024.php Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: AFP Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361808.pdf
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Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo Publicado em 11.06.2014, às 19h35
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Os governos de Brasil e Argentina prorrogaram nesta quarta-feira (11), por mais um ano, o acordo comercial automotivo bilateral, anunciaram funcionários dos ministérios da Economia e da Indústria em Buenos Aires. O acordo foi firmado no Palácio da Fazenda pelo ministro argentino da Economia, Axel Kicillof, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Mauro Borges, e prorroga até 30 de junho de 2015 o protocolo de complementação econômica bilateral. O novo acordo estabelece que, para cada 1 milhão de dólares em automóveis comprados da Argentina sem imposto de importação o Brasil poderá exportar até 1,5 milhão, também sem imposto. A proporção anterior permitia ao Brasil a venda de 1,95 milhão de dólares em carros à Argentina para cada milhão importado. Os mercados de automóveis dos dois sócios do Mercosul sofrem queda nas vendas internas e também nas exportações, com perda de postos de trabalho nos dois países. A Argentina sofreu em 2013 um déficit na balança comercial automotiva de cerca de 2,4 bilhões de dólares, segundo a empresa de consultoriaAbeceb.com. No Brasil, a Federação Nacional de Distribuidores de Veículos (Fenabrave) corrigiu a projeção de vendas para 2014 com uma queda de 5%, contra a estimativa inicial de 3,5%. A venda de automóveis retrocedeu 18% nos primeiros quatro meses de 2014 na Argentina, após recuar 35% em abril em relação ao mesmo período de 2013, o que levou à suspensão de turnos nas fábricas, segundo a câmara comercial do setor. Fonte: AFP
Clipping Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 4361809 - ISTOÉ DINHEIRO - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5Wd2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140611/brasil-argentina-ampliam-porano-acordo-automotivo/162708.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361809.pdf
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Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 11/06/2014
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Os governos de Brasil e Argentina prorrogaram nesta quarta-feira, por mais um ano, o acordo comercial automotivo bilateral, anunciaram funcionários dos ministérios da Economia e da Indústria em Buenos Aires. O acordo foi firmado no Palácio da Fazenda pelo ministro argentino da Economia, Axel Kicillof, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Mauro Borges, e prorroga até 30 de junho de 2015 o protocolo de complementação econômica bilateral. O novo acordo estabelece que, para cada 1 milhão de dólares em automóveis comprados da Argentina sem imposto de importação o Brasil poderá exportar até 1,5 milhão, também sem imposto. A proporção anterior permitia ao Brasil a venda de 1,95 milhão de dólares em carros à Argentina para cada milhão importado. "Chegamos ao acordo sob um intenso fogo de boatos de que não conseguiríamos", disse Kicillof em entrevista coletiva. "Em bloco, formamos o terceiro mercado mundial automotivo. O objetivo é seguir produzindo e criando empregos, com uma forte relação bilateral", destacou Mauro Borges. Os mercados de automóveis dos dois sócios do Mercosul sofrem queda nas vendas internas e também nas exportações, com perda de postos de trabalho nos dois países. A Argentina sofreu em 2013 um déficit na balança comercial automotiva de cerca de 2,4 bilhões de dólares, segundo a empresa de consultoria Abeceb.com. No Brasil, a Federação Nacional de Distribuidores de Veículos (Fenabrave) corrigiu a projeção de vendas para 2014 com uma queda de 5%, contra a estimativa inicial de 3,5%. A venda de automóveis retrocedeu 18% nos primeiros quatro meses de 2014 na Argentina, após recuar 35% em abril em relação ao mesmo período de 2013, o que levou à suspensão de turnos nas fábricas, segundo a câmara comercial do setor. O ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil verificou em maio uma queda global de 21,4% no intercâmbio bilateral em relação ao mesmo período de 2013. Há queda no intercâmbio bilateral pelo oitavo mês consecutivo, com recuo de 19,59% desde o início do ano. "Vamos ter um ano muito difícil", disse à imprensa brasileira Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave. O novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, destacou que as exportações de automóveis para a Argentina recuaram 32% mo primeiro trimestre do ano. A Argentina compra nove a cada dez carros exportados pelo Brasil. O acordo desta quarta-feira mantém a relação de mercado que é de 11% de veículos argentinos no mercado brasileiro contra 44,3% de unidades brasileiras no mercado argentino. dm/pb/lr
Clipping Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 4361810 - UOL - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5VqJoxYLFL7nMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2014/06/11/brasil-e-argentina-ampliam-por-umano-acordo-automotivo.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361810.pdf
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Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo COMENTE
11/06/2014
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BUENOS AIRES, 11 Jun 2014 (AFP) - Os governos de Brasil e Argentina prorrogaram nesta quarta-feira, por mais um ano, o acordo comercial automotivo bilateral, anunciaram funcionários dos ministérios da Economia e da Indústria em Buenos Aires. O acordo foi firmado no Palácio da Fazenda pelo ministro argentino da Economia, Axel Kicillof, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Mauro Borges, e prorroga até 30 de junho de 2015 o protocolo de complementação econômica bilateral. O novo acordo estabelece que, para cada 1 milhão de dólares em automóveis comprados da Argentina sem imposto de importação o Brasil poderá exportar até 1,5 milhão, também sem imposto. A proporção anterior permitia ao Brasil a venda de 1,95 milhão de dólares em carros à Argentina para cada milhão importado. "Chegamos ao acordo sob um intenso fogo de boatos de que não conseguiríamos", disse Kicillof em entrevista coletiva. "Em bloco, formamos o terceiro mercado mundial automotivo. O objetivo é seguir produzindo e criando empregos, com uma forte relação bilateral", destacou Mauro Borges. Os mercados de automóveis dos dois sócios do Mercosul sofrem queda nas vendas internas e também nas exportações, com perda de postos de trabalho nos dois países. A Argentina sofreu em 2013 um déficit na balança comercial automotiva de cerca de 2,4 bilhões de dólares, segundo a empresa de consultoria Abeceb.com. No Brasil, a Federação Nacional de Distribuidores de Veículos (Fenabrave) corrigiu a projeção de vendas para 2014 com uma queda de 5%, contra a estimativa inicial de 3,5%.
A venda de automóveis retrocedeu 18% nos primeiros quatro meses de 2014 na Argentina, após recuar 35% em abril em relação ao mesmo período de 2013, o que levou à suspensão de turnos nas fábricas, segundo a câmara comercial do setor. O ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil verificou em maio uma queda global de 21,4% no intercâmbio bilateral em relação ao mesmo período de 2013. Há queda no intercâmbio bilateral pelo oitavo mês consecutivo, com recuo de 19,59% desde o início do ano. "Vamos ter um ano muito difícil", disse à imprensa brasileira Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave. O novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, destacou que as exportações de automóveis para a Argentina recuaram 32% mo primeiro trimestre do ano. A Argentina compra nove a cada dez carros exportados pelo Brasil. O acordo desta quarta-feira mantém a relação de mercado que é de 11% de veículos argentinos no mercado brasileiro contra 44,3% de unidades brasileiras no mercado argentino.
Clipping Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 4361811 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5W9iExaCi+0d8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2014/06/11/interna_internacional,538487/bras il-e-argentina-ampliam-por-um-ano-acordo-automotivo.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: AFP - Agence France-Presse Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361811.pdf
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Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo AFP - Agence France-Presse Publicação: 11/06/2014 20:52 Atualização: Os governos de Brasil e Argentina prorrogaram nesta quarta-feira, por mais um ano, o acordo comercial automotivo bilateral, anunciaram funcionários dos ministérios da Economia e da Indústria em Buenos Aires. O acordo foi firmado no Palácio da Fazenda pelo ministro argentino da Economia, Axel Kicillof, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Mauro Borges, e prorroga até 30 de junho de 2015 o protocolo de complementação econômica bilateral. O novo acordo estabelece que, para cada 1 milhão de dólares em automóveis comprados da Argentina sem imposto de importação o Brasil poderá exportar até 1,5 milhão, também sem imposto. A proporção anterior permitia ao Brasil a venda de 1,95 milhão de dólares em carros à Argentina para cada milhão importado. "Chegamos ao acordo sob um intenso fogo de boatos de que não conseguiríamos", disse Kicillof em entrevista coletiva. "Em bloco, formamos o terceiro mercado mundial automotivo. O objetivo é seguir produzindo e criando empregos, com uma forte relação bilateral", destacou Mauro Borges. Os mercados de automóveis dos dois sócios do Mercosul sofrem queda nas vendas internas e também nas exportações, com perda de postos de trabalho nos dois países. A Argentina sofreu em 2013 um déficit na balança comercial automotiva de cerca de 2,4 bilhões de dólares, segundo a empresa de consultoria Abeceb.com. No Brasil, a Federação Nacional de Distribuidores de Veículos (Fenabrave) corrigiu a projeção de vendas para 2014 com uma queda de 5%, contra a estimativa inicial de 3,5%. A venda de automóveis retrocedeu 18% nos primeiros quatro meses de 2014 na Argentina, após recuar 35% em abril em relação ao mesmo período de 2013, o que levou à suspensão de turnos nas fábricas, segundo a câmara comercial do setor. O ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil verificou em maio uma queda global de 21,4% no intercâmbio bilateral em relação ao mesmo período de 2013. Há queda no intercâmbio bilateral pelo oitavo mês consecutivo, com recuo de 19,59% desde o início do ano. "Vamos ter um ano muito difícil", disse à imprensa brasileira Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave. O novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, destacou que as exportações de automóveis para a Argentina recuaram 32% mo primeiro trimestre do ano. A Argentina compra nove a cada dez carros exportados pelo Brasil.
O acordo desta quarta-feira mantém a relação de mercado que é de 11% de veículos argentinos no mercado brasileiro contra 44,3% de unidades brasileiras no mercado argentino.
Clipping Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 4361812 - MSN NOTICIAS - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5V1WPrvhcA3f8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.br.msn.com/economia/brasil-e-argentina-ampliam-por-um-ano-acordoautomotivo-1 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361812.pdf
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Os governos de Brasil e Argentina prorrogaram nesta quarta-feira, por mais um ano, o acordo comercial automotivo bilateral, anunciaram funcionários dos ministérios da Economia e da Indústria em Buenos Aires. O acordo foi firmado no Palácio da Fazenda pelo ministro argentino da Economia, Axel Kicillof, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Mauro Borges, e prorroga até 30 de junho de 2015 o protocolo de complementação econômica bilateral. O novo acordo estabelece que, para cada 1 milhão de dólares em automóveis comprados da Argentina sem imposto de importação o Brasil poderá exportar até 1,5 milhão, também sem imposto. A proporção anterior permitia ao Brasil a venda de 1,95 milhão de dólares em carros à Argentina para cada milhão importado. "Chegamos ao acordo sob um intenso fogo de boatos de que não conseguiríamos", disse Kicillof em entrevista coletiva. "Em bloco, formamos o terceiro mercado mundial automotivo. O objetivo é seguir produzindo e criando empregos, com uma forte relação bilateral", destacou Mauro Borges. Os mercados de automóveis dos dois sócios do Mercosul sofrem queda nas vendas internas e também nas exportações, com perda de postos de trabalho nos dois países. A Argentina sofreu em 2013 um déficit na balança comercial automotiva de cerca de 2,4 bilhões de dólares, segundo a empresa de consultoria Abeceb.com. No Brasil, a Federação Nacional de Distribuidores de Veículos (Fenabrave) corrigiu a projeção de vendas para 2014 com uma queda de 5%, contra a estimativa inicial de 3,5%. A venda de automóveis retrocedeu 18% nos primeiros quatro meses de 2014 na Argentina, após recuar 35% em abril em relação ao mesmo período de 2013, o que levou à suspensão de turnos nas fábricas, segundo a câmara comercial do setor. O ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil verificou em maio uma queda global de 21,4% no intercâmbio bilateral em relação ao mesmo período de 2013. Há queda no intercâmbio bilateral pelo oitavo mês consecutivo, com recuo de 19,59% desde o início do ano. "Vamos ter um ano muito difícil", disse à imprensa brasileira Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave. O novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, destacou que as exportações de automóveis para a Argentina recuaram 32% mo primeiro trimestre do ano. A Argentina compra nove a cada dez carros exportados pelo Brasil. O acordo desta quarta-feira mantém a relação de mercado que é de 11% de veículos argentinos no mercado brasileiro contra 44,3% de unidades brasileiras no mercado argentino.
Clipping Brasil e Argentina finalmente renovam acordo automotivo 4361813 - AUTODATA - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5U/LTaVk/dxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.autodata.com.br/news.php?recid=19843 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361813.pdf
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Mercosul 11/06/2014 20:24 Michele Loureiro e Marcos Rozen
Brasil e Argentina finalmente renovam acordo automotivo Depois de várias semanas de negociações intensas, representantes dos governos de Brasil e Argentina finalmente assinaram na quarta-feira, 11, em Buenos Aires, a prorrogação do acordo automotivo bilateral. Segundo comunicado do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o MDIC, o acordo terá vigência de 1º de julho a 30 de junho de 2015. Foi acertado que o Comitê Automotivo, que já existia, fará o monitoramento do comércio bilateral de forma mensal para garantir que as bases estabelecidas sejam cumpridas – até então esta análise ocorria trimestralmente. A nova negociação determinou índices mínimos de participação de mercado de veículos dos vizinhos nos dois lados da fronteira – e não um teto, ao contrário do que afirmaram algumas publicações não especializadas nos últimos dias. Este índice mínimo, que será medido mensalmente tendo por base os números de licenciamentos nos dois países, será de 11% de veículos argentinos no Brasil e de 44,3% de modelos brasileiros na Argentina. Em volumes, esses porcentuais se equivalem quando se toma por base os resultados totais de 2013, com leve vantagem para o Brasil. No País os 11% representam 407 mil dos 3,7 milhões de veículos vendidos no ano passado. E, na Argentina, os 44,3% são 427 mil das 964 mil unidades ali comercializadas em todo o ano passado. No acumulado de janeiro a maio a análise por volume é próxima, mas por conta de resultados desiguais a pequena vantagem passa à Argentina. As vendas caíram no Brasil ao todo 5,5% na comparação anual, para 1,4 milhão de unidades segundo a Anfavea, enquanto na Argentina os números de licenciamentos apresentam redução de 22,7%, para 328,7 mil veículos, de acordo com índices da Acara, a Fenabrave argentina. Nos cinco primeiros meses deste ano, portanto, a relação dos 11% de veículos argentinos no Brasil representariam 154 mil unidades, enquanto na Argentina os 44,3% de brasileiros seriam 145 mil. Os termos do novo acordo automotivo estabelecem ainda a retomada do sistema flex na proporção de 1,5 – o que significa que para cada US$ 1 importado da Argentina o Brasil pode exportar US$ 1,5 sem incidência de impostos de importação. Todo o valor que ultrapassar essa cota será tributado em 35%. Utilizado no período de julho de 2012 a junho de 2013, o flex era aplicado em 1,95. A volta do sistema, bem como a redução do índice, foi um pedido dos argentinos, que inicialmente sugeriram 1,30. O Brasil fez contraproposta de 1,70 a 1,60. Segundo o comunicado do MDIC, o porcentual “garante previsibilidade e fluidez no comércio bilateral, além de assegurar margem de conforto para a indústria brasileira”. Na nota o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, considerou que a proporção está dentro dos níveis históricos de comércio: “O fato do documento ter sido chancelado pelas presidentas Dilma Rousseff e Cristina Kirchner garante força política e é um passo importante para o setor dos dois países e para uma medida mais ambiciosa a partir de 2015”. A Anfavea esteve presente na assinatura do acordo, representada pelo seu primeiro vice-presidente, Antônio Megale, ao lado de Sindipeças, Adefa, Afac e Adimira. Ainda segundo o MDIC, o documento assinado em Buenos Aires estabelece bases para a discussão do acordo que vigorará a partir de julho de 2015 e inclui a “construção de uma política industrial comum para o setor de autopeças, que debaterá o desenvolvimento competitivo do setor, a aplicação de normas técnicas comuns e a elevação dos níveis de segurança dos veículos produzidos nos dois países”.
Clipping Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo 4361815 - YAHOO - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5UoYNz39axWCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
https://br.noticias.yahoo.com/brasil-argentina-ampliam-ano-acordo-automotivo-225054512-sector.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361815.pdf
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Brasil e Argentina ampliam por um ano acordo automotivo AFP – qua, 1 1 de jun de 2 01 4
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Comércio Exterior do Brasil, Mauro Borges, e prorroga até 30 de junho
O acordo foi firmado pelo ministro argentino da Economia, Axel Kicillof (na foto),
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Clipping Maio registra alta de 6% nos emplacamentos de veículos zero quilômetro em Mato Grosso 4361854 - CENÁRIO MT - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5WILALxnYvW88NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cenariomt.com.br/noticia/365171/maio-registra-alta-de-6percent-nosemplacamentos-de-veiculos-zero-quilometro-em-mato-grosso.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361854.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 3,13 Fechamento: 06/14 Tiragem: 830821,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 3,13 Total: 0,0000
Maio registra alta de 6% nos emplacamentos de veículos zero quilômetro em Mato Grosso Publicado Quarta-Feira, 11 de Junho de 2014, às 16:27 | Viviane Petroli-OD Imprimir
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Danilo Bezerra/Olhar Direto
As vendas/emplacamentos de carros zero quilômetro subiram 6% em Mato Grosso no mês de maio, se comparado a abril, entre as cinco principais cidades do Estado. O desconto ainda em vigor do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é um dos fatores, visto a atual alíquota de 3% vigorar até o final de junho e a partir de julho voltar a sua normalidade de 7%.
O balanço mensal da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Mato Grosso (Fenabrave-MT) revela que em maio 5.382 veículos novos foram emplacados entre Cuiabá, Rondonópolis, Sinop, Sorriso e Várzea Grande. O volume é maior que os 5.056 veículos verificados em abril. Assim como em abril a Fenabrave-MT não está divulgando mais o levantamento de 2013, que permitia o comparativo anual. O único segmento a não registrar saldo positivo foi o de automóveis com queda de 1%. Em maio foram 2.238 unidades contra as 2.262 de abril. Já comerciais leves apresentaram alta de 6%, saltando de 1.007 para 1.072 unidades. Um dos destaques são as vendas de caminhões que cresceu 123%, saltando de 86 unidades em abril para 192 no quinto mês do ano. Ônibus alta de 200% subindo de 4 para 12 unidades. As motos que vinham registrando desaceleração nas vendas, em decorrência as restrições bancárias e endividamento, tiveram elevação na variação mensal de 10%, aumentando de 1.697 unidades para 1.868 unidades. “A alíquota atual de 3% tem prazo de vigência até o fim de junho e a partir de julho volta para7%. A preocupação é grande e as montadoras ainda estão com os pátios cheios”, avalia o presidente da Fenabrave-MT, Manoel Guedes. Diante da atual alíquota e com estoques cheios muitas concessionárias apostaram nos feirões, ações promocionais e horários de
atendimento especiais. Os emplacamentos de caminhões são comuns registrarem crescimento nesta época, pois alguns veículos comprados no ano anterior costumam demorar a serem entregues, visto a demanda na indústria. Além do mais, os financiamentos do BNDES são considerados processos lentos e que quando aprovados ajudam no impacto. Há relatos de empresas que chegam a aguardar cerca de um a dois meses a liberação do financiamento via BNDES. "Sabemos de casos de concessionários que venderam e emplacaram ainda no ano passado, porém tiveram que desfazer a venda, e refazê-la neste ano, gerando assim um número maior de emplacamentos”, salienta Guedes. Cidades Em Cuiabá os emplacamentos totais de veículos zero quilômetro em maio cresceram 5%, subindo de 2.562 para 2.693 unidades. Já Rondonópolis elevou em 14% suas vendas de 764 unidades para 876. Sorriso também apresentou considerável alta de 15%, de 271 unidade para 312. Várzea Grande 6%, de 801 para 853 unidades. Apesar dos bons resultados, Sinop apresentou queda de 1%, de 658 unidades vendidas em abril para 648 em maio.
Clipping Distribuição automotiva registra queda em SC 4361857 - ECONOMIA SC - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5Xg3FveF1DG+MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://economiasc.com.br/?p=96928 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Brenda Thome Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361857.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 14970,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
Distribuição automotiva registra queda em SC 11 de junho de 2014 às 11:51 Houve queda de 4,59% para todos os setores de distribuição automotiva somados no acumulado do ano, de acordo com a Fenabrave-SC (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina). Nos primeiros cinco meses deste ano, foram emplacadas 100.609 unidades, contra 105.451 no mesmo período de 2013.A região Vale do Itajaí, foi a que mais se destacou neste período, com a comercialização de 26.402 Apesar do recuo, algumas regiões apresentaram acréscimo acima da média nacional. Foto: Divulgação
unidades, seguida pela Grande Florianópolis com 20.429 emplacamentos e Região Oeste, com 17.459.
Para o setor da distribuição de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas para transporte) o mês de maio apresentou queda de -1,93% em relação a abril. Além disso, o acumulado do ano também teve queda. Foram emplacadas 20.469 unidades em maio, contra 20.872 no mês anterior. Na comparação entre os meses de maio 2013 (22.249 unidades) e o mesmo mês de 2014, o setor automotivo teve queda de -8,00%. Desempenho por região Os dados divulgados revelam que entre as seis regiões do estado (Grande Florianópolis, Região Norte, Região Oeste, Planalto Serrano, Região Sul e Vale do Itajaí), três delas apresentaram acréscimo nas vendas e as outras três apresentaram recuo em maio, quando comparadas a abril. A região da Grande Florianópolis foi a que apresentou melhor desempenho neste período. As vendas aumentaram em 2,40%, o que coloca esta região acima crescimento das vendas a nível nacional, que obteve a marca de 1,27%. Em números, a região emplacou 4.099 novas unidades no mês. Na segunda posição está a região Planalto Serrano, que apresentou aumento de 1,66% em comparação abril. Foram emplacados 858 novos veículos em maio. A terceira região que também aumento as vendas foi a Região Sul. Foi registrado acréscimo de 1,13%. Em números foram licenciados 3.210 veículos (maio), contra 3.174 (abril). Já as outras três regiões de Santa Catarina (Vale do Itajaí, Região Norte e Região Oeste) apresentaram queda nos licenciamentos. Confira os dados: O Vale do Itajaí recuou -6,91%. Em números isto representa que, em maio foram emplacadas 5.239 unidades contra 5.621 (abril). A Região Norte recuou -2,35%. Em maio foram emplacadas 3.445 unidades contra 3.528 (abril). E por fim, a Região Oeste, apresenta recuo de -2,08. Nesta região foram
comercializadas 3618 unidades (maio), contra 3.695 (abril).
Clipping Honda Civic 2015: pequenas alterações 4361859 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5WuPW8+us5NqsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.dgabc.com.br/Noticia/534585/honda-civic-2015-pequenas-alteracoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Vagner Aquino Cidade: WEB Enviado a Indaiatuba (SP Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361859.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 74,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 60000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 74,00 Total: 0,0000
Honda Civic 2015: pequenas alterações Montadora atualiza linha do sedã médio de olho na continuidade da liderança frente à concorrência A
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Vagner Aquino Enviado a Indaiatuba (SP
Há alguns meses o Toyota Corolla foi totalmente repaginado. Além das novidades mecânicas e tecnológicas, o que mais saltou aos olhos do consumidor, claro, foi o design – inspirado no conceito Furia, apresentado no salão de Detroit em 2013. Mas, para se manter na liderança de mercado, oHonda Civic também precisa se atualizar. Até agora o sedã vendeu 2.738 unidades a mais que o principal rival de janeiro para cá, detalha a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
Sim, para 2015 o Civic traz novidades. Mas não espere muita coisa. As alterações foram pontuais e podem ser conferidas nas revendas da marca já a partir da segunda quinzena. Na configuração de entrada (LXS 1.8 de até 140 cv) a única alteração foi a exclusão do tanquinho de partida a frio, vulgo sistema FlexOne, já oferecido noutros modelos da marca. Até os preços foram mantidos, são eles: R$ 65.890, na versão com câmbio manual, e R$ 68.890 (automático). Enquanto a configuração topo de linha EXR não chega (está prevista para outubro, logo depois do Salão de São Paulo), é o LXR – que não sai por menos de R$ 74,9 mil – quem faz as honras da casa. A configuração mais vendida do mix (cerca de 60%), chega com novidades visuais que, apesar de discretas, deram caráter mais esportivo ao sedã. Agora, a grade tem formato em ‘U’, a tomada de ar inferior tem barra cromada e os faróis de neblina não são mais elípticos e sim redondos. A carroceria ganhou dois novos tons: cinza Barium metálico e azul Denim metálico – aquele que reveste
o Fit Twist. Já os filetes refletivos na tampa do porta-malas, continuam por lá.
Sabendo que o visual das rodas dá um toque todo especial no conjunto, além de criar um design e acabamento diamantado para o componente, a equipe de engenharia da Honda do Brasil aumentou o aro, de 16 para 17. Isso exigiu mudança também nos pneus, que agora têm perfil mais baixo. E, ao contrário do que se espera, a novidade não comprometeu o conforto a bordo – algo comprovado, na prática, durante o test-drive de comparação entre o modelo 2014 e o 2015. Assim como disse o pessoal da engenharia, a implantação de tecnologia fez diminuir a resistência à rolagem. Do lado de dentro, o layout é o mesmo, mas o painel deixa de ser tricolor e, agora, tem a parte superior em tom negro – a inferior continua cinza-claro. Os botões de comando no volante possuem aro cromado. Em relação à motorização, continua em cena o bloco 2.0 16V SOHC i-VTEC FlexOne de até 155 cv e 19,5 mkgf (a 4.800 rpm). A lista de série também não foi alterada. Itens como ar-condicionado automático e digital, direção elétrica, computador de bordo, câmera de ré, freios antitravamento com distribuição eletrônica da força de frenagem e função Econ são de série. VERSÃO SI E o martelo foi batido! Durante conversa com o pessoal da Honda, foi dito que o Civic SI chega, mesmo, em outubro – um pouquinho antes do salão. Importado do Canadá, o modelo duas portas, além do show à parte quando o assunto é estética, será equipado com motor 2.4 DOHC de 210 cv. Porém, cabe salientar que a cavalaria pode mudar, tudo depende da homologação. Preços, claro, ainda seguem sem definição.
Clipping Distribuição automotiva registra queda nas vendas em Santa Catarina 4361861 - CLICK GAMES (CAMBORIU) - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5XZnF6Mu7ZQE8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.clickcamboriu.com.br/geral/economia/2014/06/distribuicao-automotiva-registraqueda-nas-vendas-em-santa-catarina-110672.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361861.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
Publicado em 11 de junho de 2014 às 10:01
Distribuição automotiva registra queda nas vendas em Santa Catarina Apesar do recuo, algumas regiões apresentaram acréscimo acima da média nacional Karoline Gonçalves / Effetiva
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC), entidade que representa 680 concessionárias de veículos de todo o estado, divulga o desempenho do setor automotivo no mês de maio de 2014. Para o setor da distribuição de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas para transporte) o mês de maio apresentou queda de -1,93% em relação a abril. Além disso, o acumulado do ano também teve queda. Foram emplacadas 20.469 unidades em maio, contra 20.872 no mês anterior. Na comparação entre os meses de maio 2013 (22.249 unidades) e o mesmo mês de 2014, o setor automotivo teve queda de -8,00%. De acordo com a Fenabrave, no acumulado do ano, houve queda de - 4,59% para todos os setores somados. Nos primeiros cinco meses deste ano, foram emplacadas 100.609 unidades, contra 105.451 no mesmo período de 2013. Conforme a Fenabrave-SC, a região Vale do Itajaí, foi a que mais se destacou neste período, com a comercialização de 26.402 unidades, seguida pela Grande Florianópolis com 20.429 emplacamentos e Região Oeste, com 17.459.
DESEMPENHO POR REGIÃO: Os dados divulgados revelam que entre as seis regiões do estado (Grande Florianópolis, Região Norte, Região Oeste, Planalto Serrano, Região Sul e Vale do Itajaí), três delas apresentaram acréscimo nas vendas e as outras três apresentaram recuo em maio, quando comparadas a abril. A região da Grande Florianópolis foi a que apresentou melhor desempenho neste período. As vendas aumentaram em 2,40%, o que coloca esta região acima crescimento das vendas a nível nacional, que obteve a marca de 1,27%. Em números, a região emplacou 4.099 novas unidades no mês.
Na segunda posição está a região Planalto Serrano, que apresentou aumento de 1,66% em comparação abril. Foram emplacados 858 novos veículos em maio. A terceira região que também aumento as vendas foi a Região Sul. Foi registrado acréscimo de 1,13%. Em números foram licenciados 3.210 veículos (maio), contra 3.174 (abril). Já as outras três regiões de Santa Catarina (Vale do Itajaí, Região Norte e Região Oeste) apresentaram queda nos licenciamentos. Confira os dados: O Vale do Itajaí recuou -6,91%. Em números isto representa que, em maio foram emplacadas 5.239 unidades contra 5.621 (abril). A Região Norte recuou -2,35%. Em maio foram emplacadas 3.445 unidades contra 3.528 (abril). E por fim, a Região Oeste, apresenta recuo de -2,08. Nesta região foram comercializadas 3618 unidades (maio), contra 3.695 (abril).
Clipping Veja a lista dos veículos novos mais vendidos no Brasil em maio de 2014 4361863 - PENSE CARROS ONLINE - WEB - WEB - 11/06/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ADkBrJ4lz5WYoAsU2r8K08NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://revista.pensecarros.com.br/especial/rs/editorial-veiculos/19,521,4523837,Veja-a-listados-veiculos-novos-mais-vendidos-no-Brasil-em-maio-de-2014.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 13/06/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\06\13\4361863.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,14 Fechamento: 06/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,14 Total: 0,0000
Mercado autom otivo |
Veja a lista dos veículos novos mais vendidos no Brasil em maio de 2014 Venda de veículos teve alta de 1,26% em relação ao mês de abril. Acumulado do ano apresenta queda de 4,34% As vendas de veículos no Brasil tiveram alta de 1,26% em maio de 2014 em relação ao mês de abril, segundo dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Autom otores (Fenabrave). Porém, o resultado positivo do mês não modificou a retração contínua no resultado acumulado do ano na soma de todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), que apresentou 4,34% de queda neste período. Em maio foram emplacadas 440.088 veículos, contra 434.615 de abril.
Na comparativo entre maio de 2013 (466.870 unidades) e maio de 2014, o setor automotivo teve queda de 5,74%. Nos primeiros cinco meses deste ano, foram emplacadas 2.106.648 unidades, contra 2.202.187 no mesmo período de 2013. Autom óveis e Com erciais leves Neste mês, o emplacamento de automóveis e comerciais leves registrou queda de 0,65%, com a venda de 277.924 unidades (em abril foram 279.744 emplacamentos). No comparativo entre os meses de maio de 2013 (300.581 unidades), a queda foi de 7,54%. Na comparação do acumulado do ano de 2014 e de 2013, o setor registrou queda de 5,19%. Lideranças Entre os automóveis, o VW Gol manteve a posição de mais vendido do Brasil, com 15.188 unidades comercializadas, seguido pelo Fiat Palio, com 14.910 vendas. Entre os comerciais leves o Fiat Strada mantém a liderança com 12.615 unidades. No segmento de motos, a Honda CG 150 é mais comercializada com 28.936 unidades vendidas. Entre as marcas, a liderança é da Fiat, que detém 20,13% de participação entre automóveis e comerciais leves.
Confira o ranking dos autom óveis e com erciais leves m ais vendidos em m aio de 2014:
1º VW/Gol - 15.188 unidades 2º Fiat Palio - 14.910 unidades 3º Fiat Strada - 12.615 unidades 4º Chevrolet Onix - 11.696 unidades 5º Ford Fiesta - 10.976 unidades 6º Renault Sandero - 9.910 unidades 7º Hyundai HB20 - 9.755 unidades 8º Fiat Siena - 8.979 unidades 9º VW Fox/CrossFox - 8.013 unidades 10º Fiat Uno - 7.871 unidades
Confira o ranking dos sedãs m édios m ais vendidos em m aio de 2014:
1º Toyota Corolla - 5.741 unidades 2º Honda Civic - 4.702 unidades 3º GM/Cruze Sedan - 1.651 unidades 4º Nissan Sentra - 1.233 unidades 5º Ford Focus Sedan - 1.174 unidades 6º Ford Fusion - 1.057 unidades 7º Citroën C4 Lounge - 883 unidades 8º VW/Jetta - 818 unidades 9º Renault Fluence - 641 unidades 10º Peugeot 408 - 510 unidades
Confira o ranking dos SUV's m ais vendidos em m aio de 2014:
1º Ford EcoSport - 4.541 unidades 2º Renault Duster - 3.960 unidades 3º Hyundai Tucson - 1.481 unidades 4º Hyundai ix35 - 1.424 unidades 5º Mitsubishi Pajero - 1.340 unidades 6º Chevrolet Tracker - 1.291 unidades 7º Toyota Hilux SW4 - 1.238 unidades 8º Mitsubishi ASX - 992 unidades 9º Kia Sportage - 857 unidades 10º Toyota Rav4 - 804 unidades
Confira o ranking das m otos m ais vendidas em m aio de 2014:
1º Honda CG 150 - 28.936 unidades 2º Honda Biz - 19.929 unidades 3º Honda CG 125 - 16.375 unidades 4º Honda NXR 150 - 15.275 unidades 5º Honda Pop 100 - 8.471 unidades 6º Yam aha YBR 125 - 4.202 unidades 7º Yam aha YS 150 Fazer - 3.468 unidades 8º Honda XRE 300 - 3.376 unidades 9º Honda CB 300R - 3.107 unidades 10º Yam aha XTZ 150 - 2.621 unidades
Leia m ais >> Confira o ranking de veículos m ais vendidos em abril de 2014
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