Clipping Surpresas na temporada de liquidações de 2015 4958800 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA & NEGÓCIOS - SÃO PAULO - SP - 14/01/2015 Pág B2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5oI9cVKCC59fM2g5cLcGLMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4958800.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1098,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 236000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1098,00 Total: 0,0000
B2 Economia %HermesFileInfo:B-2:20150114:
O ESTADO DE S. PAULO
QUARTA-FEIRA, 14 DE JANEIRO DE 2015
CELSO MING
celso.ming@estadao.com
Realismo tarifário S
ai o tarifaço e entra o realismo tarifário. Na prática, os preços daenergiaelétricaaoconsumidor darão um salto de vara e a inflação dos próximos meses refletirá o acontecido. A consequência desejada é menos artificialismo e, se tudo der certo, o início da retomada da confiança. Ao longo de dois meses de campanha eleitoral, a presidente Dilma repeliu reajustes bruscos de preços e tarifas.“Semtarifaços”–avisou.Mas o represamento dos preços produziu mais estragos do que os que o governo pretendia evitar. No caso da energia elétrica, houve em 2014 brutal aumento de custos com o acionamento das termoelétricas que, em princípio, estavam lá só para emergências. Com a seca, a emergência virou permanência.
Amaioriadastérmicasoperacomderivadosdepetróleo(óleocombustívele óleo diesel). Para que não houvesse mais inflação, o governo segurou o quanto pôde as tarifas. Repassou parte para o Tesouro (para o contribuinte), outro pedaço foi para a conta de luz e a terceirafatiafoitransformadaempapagaios pendurados nos bancos. Esse tipo de distribuição de contas cria as distorções já conhecidas: infla as despesas públicas, semeia incertezas – porque ninguém fica sabendo quando astarifasserãoliberadas–edeixaoconsumidor final à vontade para gastar luz, porqueopreçobaixonãoolevaaeconomizar. Esse tipo de política aprofunda a falta de confiança e aí as consequências já não podem ser medidas. A decisão tomada segunda-feira foi repassar os novos aumentos de custos paraoconsumidor (realismotarifário).
DIDA SAMPAIO/ESTADÃO-5/1/2015
Levy. Banco Central não está só Isso significa que as transferências de R$9bilhões previstasnoprojetodo Orçamento da União para as companhias de energia não acontecerão mais. O governo concordou com que os R$ 2,5 bilhões de restos a cobrar fossem cobertos com empréstimos bancários, para seremtransferidosàcontadeluzmaisà frente.Maséaúltimavezqueissoacontece – é, pelo menos, o que se garante.
Editorial econômico
CONFIRA ●
Variação de preços no Brasil
ACUMULADA EM 12 MESES, EM PORCENTAGEM IPCA
ADMINISTRADOS
LIVRES
10 8
6,74 6,41 5,31
6 4 2 0
JAN 2012
DEZ 2014
FONTES: IBGE E TENDÊNCIAS CONSULTORIA
É o atraso dos preços administrados. ●
Assunto da Petrobrás
Ontem, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, avisou que os preços dos combustíveis são assunto da Petrobrás. Pareceu dizer que o governo não vai se meter. Uma coisa é dizer e outra, fazer. O ministro anterior, Guido Mantega, também dizia que o reajuste dos preços dos combustíveis era assunto da diretoria da estatal. Na prática, quem autorizava ou não autorizava os reajustes era ele próprio. Hoje, a Petrobrás não tem concorrência, mas pode começar a ter se as importações de combustíveis forem liberadas.
Opinião
Surpresas na temporada de liquidações de 2015 A tradicionaltemporadade liquidações pelo comércio após o Natal tem neste ano padrão diferente, com a oferta de descontos elevados. As vendas foram fracas e 2014 não foi bom para o comércio, com aumento de vendas de 3,7% em relação a 2013, o menor desde 2003, segundo a Serasa Experian. Com a economia contraída, a rodadade altadepreçosadministrados e os juros elevados, parte do comércio busca vender o máximo que puder, evitando custos financeiros com estoques indesejados. Muitos consumidores foram atraídos por descontos de até 70%, mas as intenções de compra neste trimestre não são nada animadoras. Pesquisa do Programa de Administração do Varejo (Provar) da FIA, em parceria com a Felisoni Consultores,indicaque 49,6%dospaulistanos pretendem ir às compras. Parece um bom índice, mas é o pior desde 2007 (45,2%). E a pesquisa – com 500 consumidores – é de dezembro. E pode ter piorado com novasdemissões.Nocomérciovarejista, segundo a Fecomercio, o número de empregos formais cresceu 0,9% em novembro, comparado a novembro de 2013. Sazonalmente, um aumento tímido. O desemprego
Ontem,emcafédamanhãcomjornalistasdaáreaeconômica,oministroJoaquim Levy avisou que o Banco Central nãovaiserdeixadosozinhonocombate àinflação.Apolíticafiscal(controledas receitas e despesas do setor público) também ajudará a política monetária (política de juros). Isso não foi assim desdequeAntonioPaloccideixouoMinistério da Fazenda, em 2009. Mantega esteve às turras com o antigo presidente do Banco Central Henrique Meirelles,e,aolongodoprimeirogovernoDilma, passou a pressionar Alexandre Tombini para não denunciar a usina de inflação com gastos públicos. A nova políticanão se limita à energia elétrica. “O realismo tarifário é importante sinal para os preços” – avisou o ministroLevy.Portanto,oatrasodoimportantesegmentodospreçosadministrados(25%dacestadeconsumo)parece com os dias contados. O sinal mais importante é o de que as coisas não deverão mais acontecer porque o ministro, ou sabe-se lá quem, assim o arbitrou. As regras do jogo serão mais impessoais e mais claras. Mais do que sinal para os preços, a decisãoéindicaçãodequeapolíticaeconômica experimentalista ficou para trás. Só não dá para ter certeza disso porqueapresidenteDilmaestásujeitaa recaídas. É por isso, também, que a voltadaconfiançademoraumpoucomais.
foi alto em lojas de materiais de construção, autopeças e veículos. A pesquisa do Provar/FIA revela que as intenções de gastos pelo consumidor são hoje menores para a maioriadosprodutos.Entreasexceções, lojas com estoque de bens favorecidos por reduções de IPI, como linha branca e automóveis. Mas a pesquisa prevê que a maior queda na intenção de gastos dá-se na compra de geladeiras, fogões e lavadoras de roupa. Os veículos já tiveram, emdezembro,ummêsfavorável,antes do aumento do IPI. A federação das concessionárias (Fenabrave) projeta queda de vendas de 0,43% em 2015, após um 2014 ruim. Além daincerteza quantoà evolução da economia, os consumidores têm menos dinheiro para comprar duráveisapósdespesasde alimentação, transporte, moradia, energia, educação e tributos como IPVA e IPTU. O disponível para gastar era estimado em 11,1% dos rendimentos dos consumidores no último trimestre do ano passado e deve cair para 9,2% no primeiro trimestre de 2015, segundo o levantamento. Naturalmente, esse porcentual varia de acordo com a categoria a que pertencem os trabalhadores, mas, ao que tudo indica, o encolhimento do mercado formal de trabalho tenderá ainda a afetar a concessão de aumentos de salários acima da taxa de crescimento da inflação.
Pátria Educadora ✽ ●
MONICA BAUMGARTEN DE BOLLE
B
rasil, Pátria Educadora. Estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que a desigualdade tem impacto negativo sobre o crescimento.Oqueoslogandosegundo mandato da presidente Dilma tem que ver com os achados da OCDE? Emdezembrode2014aOCDEdivulgouestudoquerevelarelaçãoentredesigualdade e crescimento econômico: quanto maior a desigualdade detectada num país, piores as perspectivas de crescimento. Controlando fatores diversos,inclusivepara a causalidade inversa de que o crescimento baixo por tempo prolongado possa ter efeitos perversos sobre o grau de desigualdade, o estudo argumenta que políticas para promover o crescimento podem ser insuficientes para reduzir as disparidades de renda e de riqueza de um país. A razão é que, enquanto o crescimento,emgeral,nãosedistribuideforma igual entre as diversas camadas da população, a desigualdade exacerbada dificulta o acesso das pessoas à educação de qualidade. Quanto menor o níveleducacionaldecertafaixadapopulação, menores as chances de que se consiga ascender na pirâmide socioeconômica.Ouseja,adesigualdadeemperraaacumulaçãodecapitalhumano ao limitar as oportunidades disponí-
veis para os indivíduos em desvantagem.Semacumulaçãodecapitalhumano, não há crescimento sustentável. A investigação da OCDE tem algumasimplicaçõesinteressantes.Primeiro, ao analisar conjuntos de países ao longodotempo,nota-seaimportância não só das diferenças entre o topo e a baseda distribuição– a distância entre os10%maisricoseos10%maispobres –, como também a relevância dos 40% maispobres,queabarcamparteimportante da classe média. Diz o texto: “Não é apenas a pobreza, ou a renda dos10%maispobres,queinibeocrescimento. Os gestores de política econômica têm de se importar com a classe médiavulnerável,aquelaspessoas que correm o risco de não se beneficiar do crescimento futuro. Medidas de combate à pobreza não são suficientes”. Em segundo lugar, o estudo alega que a desigualdade afeta o crescimento pois impede que parte importante dapopulaçãodesfrutedoacessoàeducação de qualidade, responsável por elevaraschancesdemobilidadesocial. Por fim, afirma o documento, programas para reduzir a desigualdade têm de ir além das transferências de renda eincluiraprovisãodeeducaçãodequalidade, acesso a serviços públicos básicos,comosaúdeesaneamento,einvestimentos que garantam a igualdade de oportunidades no longo prazo. Tudo issorequerumaestratégiadogoverno, além da alocação de recursos do orçamento. Ou seja, é preciso gastar para reduzir a desigualdade, sobretudo quandoainfraestruturadeserviçosbásicos é ineficaz ou ausente.
Ainda que o estudo da OCDE possa ter algumas falhas, como o não reconhecimentoexplícito de queumaeconomia que não cresce não tem como reduzir a desigualdade, há importantes lições para a “Pátria Educadora”. Não é preciso dizer que a situação da educaçãonoBrasilélastimável.Ostestes internacionais, inclusive o Pisa, da própria OCDE, estão aí para revelar a dramática situação do País. Mais que isso, entretanto, salta aos olhos tudo o queapátriaeducadoranãofezparagarantirqueamobilidadeeainclusãosocial alcançadas nos últimos anos fossem permanentes, sobretudo para quem ingressou recentemente nas fileiras da classe média. Saneamento? Saúde? Educação de qualidade? Onde estão as recomendações da OCDE no Brasil de hoje? Como alcançá-las em espaço curto de tempo, em quatro anos, quando precisaremos, antes de tudo, cortar na carne gastos públicos devido à má condução da economia nos últimos quatro anos? Como construir as bases para a real pátria educadoranosegundogovernoDilma,seantes é preciso consertar os desequilíbriosedesfazerosmecanismosdedesperdícioqueforamcriadosnosprimeiros anos de sua administração? Brasil,PátriaEducadoraésonholegítimo, louvável. Garantir que o sonho se torne realidade em apenas quatro anos, eis o incontornável desafio. ✽ ECONOMISTA, É SÓCIA-DIRETORA DA GALANTO | MBB CONSULTORIA E GLOBAL FELLOW | WILSON CENTER
Panorama Econômico MIGUEL ROSSETTO
JOAQUIM LEVY
RICARDO BERZOINI
SECRETÁRIO-GERAL DA PRESIDÊNCIA
MINISTRO DA FAZENDA
MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES
“Estamos seguros que essas mudanças (trabalhistas e previdenciárias) não reduzem direitos; são ajustes necessários.”
“Em nosso estágio de desenvolvimento, temos de pensar em um upgrade (do rating), nos preparar, porque não cai do céu.”
“Convivemos sempre sem desoneração. Nos últimos dois anos, essas desonerações foram bem benéficas para o setor.”
ESTADOS UNIDOS
PETRÓLEO
Governo reduz déficit orçamentário em 2014
Piso para preço virá do xisto, avaliam Emirados
O Departamento do Tesouro dos EUA informou que o governo teve um superávit orçamentário de US$ 2 bilhões em dezembro. Com isso, o déficit no ano-calendário de 2014 é o menor desde 2007. Nos últimos 12 meses, o governo federal americano teve um déficit de US$ 488 bilhões, ante US$ 560 bilhões no ano de 2013.
O ministro do Petróleo dos Emirados Árabes Unidos, Suhail Mohamed Faraj al-Mazrouei, afirmou que os produtores de óleo de xisto dos EUA vão estabelecer o piso para os preços do petróleo. Segundo ele, os preços só vão se estabilizar quando estiverem baixos a ponto de tornar a exploração de xisto inviável.
CHINA
“O que deixamos público não é necessariamente tudo o que estamos fazendo. Podem ter investigações, e certamente devem ter, que estão em sigilo. A gente só deixa público depois que tem parâmetro para não desproteger o processo nem quem está envolvido.” Leonardo Pereira PRESIDENTE DA CVM, SOBRE A PETROBRÁS
REUTERS
● Indústria
Importações de minério batem novo recorde As importações de minério de ferro da China bateram um novo recorde em 2014, saltando 13,8%, para 932,5 milhões de toneladas, mostraram dados divulgados ontem, com remessas de baixo custo de mineradoras globais inundando o maior mercado consumidor do mundo. Em dezembro, os embarques avançaram 29%
de calçados
Emprego está em queda no setor
24 mil em relação ao mês anterior, a um recorde de 86,85 milhões de toneladas, com as siderúrgicas repondo estoques na temporada de inverno no Hemisfério Norte.
é o número de vagas fechadas no ano passado na indústria calçadista, segundo o presidente da Abicalçados, Heitor Klein. A expectativa para 2015 é conseguir manter os atuais 155 mil postos de trabalho direto na indústria.
Clipping Surpresas na temporada de liquidações de 2015 4959916 - ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 14/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL5QT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,surpresas-na-temporada-de-liquidacoes-de2015-imp-,1619582 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: O Estado de S.Paulo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959916.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 15795027,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000
Surpresas na temporada de liquidações de 2015 O ESTADO DE S.PAULO 14 Janeiro 2015 | 02h 04
A tradicional temporada de liquidações pelo comércio após o Natal tem neste ano padrão diferente, com a oferta de descontos elevados. As vendas foram fracas e 2014 não foi bom para o comércio, com aumento de vendas de 3,7% em relação a 2013, o menor desde 2003, segundo a Serasa Experian. Com a economia contraída, a rodada de alta de preços administrados e os juros elevados, parte do comércio busca vender o máximo que puder, evitando custos financeiros com estoques indesejados. Muitos consumidores foram atraídos por descontos de até 70%, mas as intenções de compra neste trimestre não são nada animadoras. Pesquisa do Programa de Administração do Varejo (Provar) da FIA, em parceria com a Felisoni Consultores, indica que 49,6% dos paulistanos pretendem ir às compras. Parece um bom índice, mas é o pior desde 2007 (45,2%). E a pesquisa com 500 consumidores é de dezembro. E pode ter piorado com novas demissões. No comércio varejista, segundo a Fecomercio, o número de empregos formais cresceu 0,9% em novembro, comparado a novembro de 2013. Sazonalmente, um aumento tímido. O desemprego foi alto em lojas de materiais de construção, autopeças e veículos. A pesquisa do Provar/FIA revela que as intenções de gastos pelo consumidor são hoje menores para a maioria dos produtos. Entre as exceções, lojas com estoque de bens favorecidos por reduções de IPI, como linha branca e automóveis. Mas a pesquisa prevê que a maior queda na intenção de gastos dáse na compra de geladeiras, fogões e lavadoras de roupa. Os veículos já tiveram, em dezembro, um mês favorável, antes do aumento do IPI. A federação das concessionárias (Fenabrave) projeta queda de vendas de 0,43% em 2015, após um 2014 ruim. Além da incerteza quanto à evolução da economia, os consumidores têm menos dinheiro para comprar duráveis após despesas de alimentação, transporte, moradia, energia, educação e tributos como IPVA e IPTU. O disponível para gastar era estimado em 11,1% dos rendimentos dos consumidores no último trimestre do ano passado e deve cair para 9,2% no primeiro trimestre de 2015, segundo o levantamento. Naturalmente, esse porcentual varia de acordo com a categoria a que pertencem os trabalhadores, mas, ao que tudo indica, o encolhimento do mercado formal de trabalho tenderá ainda a afetar a concessão de aumentos de salários acima da taxa de crescimento da inflação.
Clipping Roda Viva 4959917 - BOL - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL7zFXM5gLiwO8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2015/01/13/balanco.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959917.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 12,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 12200000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
RODA VIVA '''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' + Anfavea e Fenabrave têm previsões bem próximas para as vendas totais (automóveis e comerciais leves/pesados) em 2015. A primeira espera crescimento zero e a segunda, menos 0,5%. Com o revertério de 2014 (menos 7%, frente a 2013) parece que as assessorias econômicas das duas entidades preferiram a prudência em relação ao otimismo com os números. + Curiosamente, Anfavea prevê este ano a produção importante para geração de empregos industriais crescer 4% em razão de novo recuo na participação de modelos importados, que em 2014 encolheu para 17,6% (em 2012 eram 20,7%). As exportações ajudarão pouco nesse cálculo, pois devem subir apenas 1%. A entidade espera que dólar alcance R$ 3,10 no final de 2015, ou seja, uma mididesvalorização. + Números preliminares da consultoria italiana Focus2Move indicam que o Grupo VW assumiu pela primeira vez a liderança mundial em vendas de automóveis e comerciais leves: sua meta era alcançar essa posição apenas em 2018. Foram 100 mil unidades a mais que o Grupo Toyota. Para tanto a VW contou com 190 mil modelos Porsche, muito acima do esperado. + Grande vexame: novo extintor para princípio de incêndio, do tipo ABC, não deu conta do recado numa reportagem exibida pela afiliada da Rede Globo em Goiás. Extintor descarregado não debelou as chamas, no que seria uma demonstração de eficiência dessa quase inutilidade. Obrigatoriedade continua…
Clipping Roda Viva 4959918 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 14/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL5GY7J4Y8QZpsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
h t t p : / / i m p r e s s o . e m . c o m . b r / a p p / n o t i c i a / t o d a semana/vrum/2015/01/14/interna_vrum,138977/vencedores-e-vencidos.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Fernando Calmon Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959918.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 81,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 2662966,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 81,00 Total: 0,0000
RODA VIVA Anfavea e Fenabrave têm previsões bem próximas para as vendas totais (automóveis e comerciais leves/pesados) em 2015. A primeira espera crescimento zero e a segunda, menos 0,5%. Com o revertério de 2014 (menos 7% frente a 2013), parece que as assessorias econômicas das duas entidades preferiram a prudência em relação ao otimismo com os números. Curiosamente, Anfavea prevê este ano a produção – importante para geração de empregos industriais – crescer 4% em razão de novo recuo na participação de modelos importados, que em 2014 encolheu para 17,6% (em 2012 eram 20,7%). As exportações ajudarão pouco nesse cálculo, pois devem subir apenas 1%. A entidade espera que dólar alcance R$ 3,10 no fim de 2015, ou seja, uma mididesvalorização. Números preliminares da consultoria italiana Focus2Move indicam que o Grupo VW assumiu pela primeira vez a liderança mundial em vendas de automóveis e comerciais leves: sua meta era alcançar essa posição apenas em 2018. Foram 100 mil unidades a mais que o Grupo Toyota. Para tanto, a VW contou com 190 mil modelos Porsche, muito acima do esperado. Grande vexame: novo extintor para princípio de incêndio, do tipo ABC, não deu conta do recado numa reportagem exibida pela afiliada da Rede Globo, em Goiás. Extintor descarregado não debelou as chamas, no que seria uma demonstração de eficiência dessa quase inutilidade. Obrigatoriedade continua…
Clipping Venda de carros novos tem queda de 4,95% no RN 4959919 - TRIBUNA DO NORTE - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL4TCupUahKui8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://tribunadonorte.com.br/noticia/venda-de-carros-novos-tem-queda-de-4-95-no-rn/303068 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959919.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 35,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 782476,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 35,00 Total: 0,0000
Venda de carros novos tem queda de 4,95% no RN Publicação: 20150113 00:00:00 | Comentários: 0
Ricardo Araújo Repórter
O número de licenciamento de automóveis e comerciais leves novos caiu 4,95% no ano passado no Rio Grande do Norte. Em Natal, o reflexo de um 2014 economicamente ruim para um dos setores mais importantes na geração de riquezas do país, foi ainda pior. Os emplacamentos caíram 7,48% e superaram a média nacional, que foi de 7,14% para veículos produzidos localmente. Adriano Abreu
Licenciamento de automóveis teve queda de 12,17% em Natal no ano passado, segundo Fenabrave
Os dados, da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e Associação
Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), respectivamente, comprovam a tendência nacional de recuo na comercialização de automotores, que bateu chegou a bater recordes em anos anteriores. Ao longo de 2014, a cobrança integral do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), que durante 2013 ficou zerado para carros e outros itens, afugentou compradores das concessionárias, o que é visível ainda hoje.
“Nós sabíamos que venderíamos menos em 2014. O encolhimento projetado pela montadora variava entre 7% e 8%. Em alguns meses, porém, as vendas caíram até 10%”, afirmou o consultor de vendas da Via Costeira Volkswagen, em Natal, Judson William Macedo. De acordo com o consultor, três pontos contribuíram para o cenário negativo no setor de comercialização de veículos. “A redução do incentivo fiscal, o arrocho do crédito e a Copa do Mundo no Brasil foram muito ruins para as concessionárias”, frisou.
Em 2014, os trabalhadores que planejaram adquirir um veículo novo se depararam com a cobrança do IPI, que permaneceu zerada ao longo do ano anterior e contribuiu para um aquecimento nas vendas. Ao final do ano passado, com muitos veículos estocados, inúmeras montadoras zeraram o imposto por conta própria para atrair mais compradores. “Em dezembro, nós conseguimos vender mais. Muito por causa do 13º salário, pela cultura da troca de veículos para começar o ano novo e também pelas taxas subsidiadas pelas montadoras”, apontou o consultor de vendas Judson William Macedo.
Pelo menos até o mês de fevereiro, a movimentação nas concessionárias deve seguir a mesma tendência do mês de dezembro passado, considerada pelos vendedores como muito positiva e atípica, levandose em consideração o volume de venda dos outros 11 meses. Uma oxigenação nas vendas deverá ser causada pelas promoções para esvaziamento de estoques. No pátio de uma das lojas visitadas para a composição desta reportagem, pelo menos 50 veículos lotavam o estoque. Em outra, em torno 30 unidades recebidas em dezembro do ano passado esperam um dono. Muitas montadoras do ABC Paulista ainda não voltaram das férias coletivas e, algumas delas, enfrentam greves.
Com a cobrança do IPI integral desde o dia 1º de janeiro, cuja variação vai de 3,5% a 8%, dependendo do modelo, os carros novos ficaram mais caros. Os carros populares mais vendidos em 2014 – Palio e Gol, respectivamente – ficaram, em média, R$ 3 mil mais caros. O valor final, porém, depende da quantidade de acessórios escolhida pelo comprador.
Apesar do ano ser novo, a perspectiva de vendas é a do ano velho. “Eu acredito que o cenário atual irá continuar. Ainda que as montadoras façam pressão, não iremos retomar um bom volume de vendas em pouco tempo”, comentou Judson William Macedo. A situação é ainda pior em relação ao volume de vendas de carros importados. A redução da comercialização, em nível nacional, chegou aos 12,70% conforme dados da Anfavea. O balanço final do Comércio de automotores será divulgado pela entidade no início de fevereiro.
Clipping Roda Viva 4959980 - UOL - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL4JVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://carros.uol.com.br/colunas/alta-roda/2015/01/13/balanco.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959980.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 150000000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
RODA VIVA '''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' + Anfavea e Fenabrave têm previsões bem próximas para as vendas totais (automóveis e comerciais leves/pesados) em 2015. A primeira espera crescimento zero e a segunda, menos 0,5%. Com o revertério de 2014 (menos 7%, frente a 2013) parece que as assessorias econômicas das duas entidades preferiram a prudência em relação ao otimismo com os números. + Curiosamente, Anfavea prevê este ano a produção importante para geração de empregos industriais crescer 4% em razão de novo recuo na participação de modelos importados, que em 2014 encolheu para 17,6% (em 2012 eram 20,7%). As exportações ajudarão pouco nesse cálculo, pois devem subir apenas 1%. A entidade espera que dólar alcance R$ 3,10 no final de 2015, ou seja, uma mididesvalorização. + Números preliminares da consultoria italiana Focus2Move indicam que o Grupo VW assumiu pela primeira vez a liderança mundial em vendas de automóveis e comerciais leves: sua meta era alcançar essa posição apenas em 2018. Foram 100 mil unidades a mais que o Grupo Toyota. Para tanto a VW contou com 190 mil modelos Porsche, muito acima do esperado. + Grande vexame: novo extintor para princípio de incêndio, do tipo ABC, não deu conta do recado numa reportagem exibida pela afiliada da Rede Globo em Goiás. Extintor descarregado não debelou as chamas, no que seria uma demonstração de eficiência dessa quase inutilidade. Obrigatoriedade continua…
Clipping “Falta de crédito é o maior entrave para o crescimento” 4959982 - AUTO INFORME - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL4l3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.autoinforme.com.br/exibeNoticia/“Falta-de-credito-e-o-maior-entrave-para-ocrescimento”/n/2114 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959982.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 269,23 Total: 0,0000
“Falta de crédito é o maior entrave para o crescimento” 13/01/2015
Imposto é a maior reclamação, mas executivos apostam na ampliação do crédito para o aumento de vendas em 2015
O ano de 2014 foi difícil para o setor automobilístico no Brasil, com queda de vendas constantes que culminou com 6,9% no acumulado do ano (carros e comerciais leves), um índice bem diferente das previsões que fabricantes e distribuidores fizeram no início do ano. A Anfavea previa aumento de 1,1% nas vendas e a Fenabrave trabalhou com dois cenários: aumento de 0,2% e queda de 3,6%. Em todos os casos, as previsões falharam. Quais seriam as razões dessa queda de vendas? Ouvidos pela reportagem da Agência Autoinforme, executivos do setor, em geral, preferiram culpar os vilões de sempre: juros altos, restrição ao crédito, burocracia, problemas econômicos, falta de confiança do consumidor, Copa do Mundo e eleições. E, claro, o campeão das reclamações: “a alta carga tributária”. Ruben Barbosa, diretor de operações da Jaguar Land
Rover, acha que as taxas de juros, o sistema tributário e burocracias são as principais dificuldades do setor automobilístico no Brasil e não esqueceu de incluir a Copa do Mundo e as eleições como coadjuvantes na responsabilidade pela desaceleração do mercado no ano passado. Mesmo detentor de um crescimento de fabulosos 60% num ano em que o mercado caiu 6,9%, o diretor de vendas da Audi Tiago Lemes não deixa de reclamar dos impostos. “A carga tributária é uma das dificuldades que enfrentamos no Brasil, Além disso, o mercado é muito dependente de crédito; quando existem restrições, o número de vendas cai”, disse. Mesmo num ano em que o IPI foi reduzido, alguns dirigentes colocam a culpa pelo mau desempenho do setor na carga tributária, como o presidente da Suzuki no Brasil, Luiz Rosenfeld: “Sem dúvida, o maior problema do setor é o tributário”. Marcel Visconde, presidente da Sttutgart, importadora oficial da Porsche, José Ricardo, diretor comercial da Toyota e Herbert Junior, gerente de pósvedas da Geely, fazem coro com ele. Herbert Junior, diz que “os impostos e taxas são muito altos no mercado de novos. Tanto é que, enquanto o mercado de 0K cai, o de usados está crescendo, pois recolhem impostos mais baixos”. Já Luiz Cury, vicepresidente da Chery no Brasil, considerou a dificuldade de crédito o maior problema do setor: “O crédito está ligado diretamente ao volume de vendas, quando diminui a liberação de crédito, as vendas caem.”, disse o dirigente, que creditou à Copa do Mundo parte dos problemas vividos pelo setor em 2014. Gustavo Schimdt e Sérgio Bessa concordam com ele. O primeiro, vicepresidente comercial da Renault, foi incisivo: “O grande crescimento do mercado que houve no Brasil há alguns anos só foi possível porque houve disponibilidade de crédito”. Sérgio Bessa, que é diretor comercial da Honda Automóveis, destacou também o baixo investimento no setor como fator de desestímulo ao crescimento. A crítica às altas taxas tributárias é uma constante no setor automobilístico e, os dirigentes sabem que não há esperanças de uma redução significativa e definitiva por parte do governo. Mas apostam nas ações de redução
do IPI que o governo costuma promover, por isso mantêm o assunto sempre em destaque, assim como ameaças de demissão, como fazem atualmente algumas montadoras.(Sobre o assunto, leia Lucro Brasil). O alento aos fabricantes e importadores para este ano é o aumento da oferta de crédito, que deverá ser provocada com a aprovação da lei que autoriza os bancos a retomarem o bem mais rapidamente em caso de inadimplência, com isso, todos esperam maior liberação de crédito.
Clipping Vendas de automóveis e comerciais leves disparam no final de 2014, com alta de 26% 4959983 - CIDADE BIZ - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL4hIMk8ZpB6o8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cidadebiz.com.br/conteudo_detalhes.asp?id=73291 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: BLOG Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959983.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 17,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 17,00 Total: 0,0000
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Vendas de automóveis e comerciais leves disparam no final de 2014, com alta de 26%
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Fiat retoma a liderança em automóveis, praticamente empatada com a GM 13/1/2015 09:38 Redação
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As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 353.558 unidades em dezembro de 2014, uma alta de 26,35% sobre novembro, ou 73,7 mil veículos a mais. Na comparação com dezembro de 2013 o avanço foi bem mais tímido, de 5,25% (17,6 mil veículos a mais). No último mês de 2013 foram vendidos 335.925 automóveis e comerciais leves. A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) faz seu balanço a partir dos dados de emplacamento de veículos. Incluindo caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários, foram vendidos 516.437 veículos em dezembro, um crescimento de 21,29% sobre novembro (ou 90,6 mil veículos a mais); em relação a dezembro do ano passado a alta foi de apenas 0,11%. As vendas de caminhões em dezembro de 2014 somaram 13.698 unidades, 12,58% acima de novembro (1.531 veículos a mais). As vendas de ônibus subiram 3,20%, totalizando 2.740 unidades comercializadas (85 a mais). O mercado de motos cresceu 14,07%, com 127.713 unidades vendidas (14,7 mil a mais do que em novembro). Automóveis Entre os automóveis, a Fiat retomou a liderança, mas ficou praticamente empatada com a General Motors (diferença de 0,01 ponto percentual). A Volkswagen mantevese na terceira posição. A participação das principais montadoras em participação de mercado, entre novembro e dezembro de 2014 (os percentuais entre parênteses indicam a participação acumulada no ano): • Fiat: 18,69% em novembro para 18,20% em dezembro (20,10% no acumulado) • General Motors: 20,25% para 18,19% (18,98% no acumulado) • Volkswagen: 15,92% para 18,11% (18,70%) • Ford: repetiu 10,44% (9,06%) • Renault: 6,43% para 8,12% (6,85%) • Hyundai: 8,37% para 7,77% (7,64%) • Honda: 5,70% para 6,13% (5,25%) • Toyota: 6,14% para 5,35% (5,20%) • Nissan: 3,08% para 2,89% (2,43%) • Citroën: 1,41% para 1,21% (1,79%) • Outras: 3,56% para 3,60% (4,01%)
Ano novo, governo (quase) novo. Para 2015, vc se sente: Desanimado Preocupado Tenso Animado Preparado Confiante
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Automóveis mais vendidos em dezembro (os números entre parênteses indicam as vendas em novembro) • VW Gol: 24.150 (12.024) • Fiat Palio: 22.958 (16.622) • GM Onix: 17.951 (14.484) • Hyundai HB20: 12.921 (10.688) • Renault Sandero: 12.911 (8.309) • Ford Ka: 12.720 (10.748) • Fiat Uno: 10.269 (10.473) • GM Prisma: 9.549 (7.658) • VW Fox/Cross Fox: 9.523 (7.543) • Fiat Siena: 9.430 (7.464) • Honda Fit: 7.703 (5.383) • Toyota Corolla: 7.587 (6.133) • Hyundai HB20S: 7.361 (6.189) • Ford Fiesta: 6.900 (5.159) • VW Up: 5.702 (5.283) Comerciais leves Entre os comerciais leves, a Fiat manteve a liderança mas viu cair sua (ainda grande) vantagem sobre a Volkswagen. A diferença a favor da montadora de origem italiana passou de 7,61 pontos percentuais, em novembro, para 6,95 pp em dezembro. A Renault, por sua vez, manteve a quarta posição que havia “roubado” da Ford em novembro. O comportamento das dez principais montadoras em participação de mercado, entre novembro e dezembro de 2014 (os percentuais entre parênteses indicam a participação acumulada no ano): • Fiat: 22,51% em novembro para 21,47% em dezembro (23,60%)
• Volkswagen: 14,90% para 14,52% (13,18%) • General Motors: 12,28% para 10,80% (12,61%) • Renault: 9,37% para 9,60% (7,95%) • Ford: 8,91% para 9,32% (9,85%) • Toyota: 7,98% para 9,02% (7,87%) • Mitsubishi: 6,33% para 7,10% (6,53%) • Hyundai: 5,24% para 5,34% (5,58%) • Kia: 1,96% para 2,11% (2,03%) • Citroën: 1,20% em dezembro (não consta entre as dez primeiras no acumulado) • Outras: 9,14% para 9,52% (9,34%) Comerciais leves mais vendidos em dezembro (os números entre parênteses indicam as vendas em novembro) • Fiat Strada: 13.343 (11.435) • VW Saveiro: 9.449 (8.643) • Renault Duster: 5.824 (4.431) • Toyota Hilux 5.088 (3.697) • Ford EcoSport: 5.046 (4.111) • GM S10: 4.423 (3.922) • GM Montana: 2.679 (3.258) • Ford Ranger: 2.315 (1.906) • Mitsubishi L200: 2.219 (1.564) • VW Amarok: 1.981 (1.370) • Fiat Ducato: 1.913 (1.663) • Hyundai Tucson: 1.814 (1.328) • Fiat Fiorino: 1.707 (1.901) • Mitsubishi ASX: 1.470 (970) • Hyundai ix35: 1.464 (1.156)
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Clipping Trio de carros de luxo alemão passa ao largo da crise 4959984 - ISTOÉ DINHEIRO - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL5DU5BWfrCRk8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/post/20150113/trio-carros-luxo-alemaopassa-largo-crise/5787.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Ralphe Manzoni Jr. Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959984.pdf
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BASTIDORES DAS EMPRESAS 13/01/2015
// Por: Ralphe Manzoni Jr.
POR RALPHE MANZONI JR.
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Trio de carros de luxo alemão passa ao largo da crise As montadoras Audi, MercedesBenz e BMW conquistaram vendas recordes em 2014, na contramão do setor automobilístico
As vendas de automóveis e comerciais leves caíram 6,9% no Brasil em 2014, de acordo com dados da Fenabrave, que representa as distribuidoras de veículos. Mas há um grupo que não tem do que reclamar. São as montadoras que representam os carros de luxo, em especial as alemãs. As vendas Audi, MercedesBenz e BMW apresentaram crescimento expressivo em 2014. A Audi A3 será fabricado em São José dos Pinhais (PR) no segundo semestre de 2015
A Audi, que faz parte do grupo Volkswagen, por exemplo, obteve um desempenho 86,6% superior a 2013, a maior taxa de expansão entre as 20 montadoras analisadas pela Fenabrave. No ano passado, vendeu 12,4 mil unidades.
MercedesBenz e BMW também fizeram bonito, com suas vendas crescendo 18% e 6,9%, respectivamente. Ambas venderam pouco mais de 15 mil carros no passado. As três montadoras vendem carros que, em sua imensa maioria, não saem por menos de R$ 100 mil. Como, então, explicar esses resultados, que seguem na contramão do setor automobilístico? Simples, as três resolveram investir no Brasil. A BMW, por exemplo, inaugurou sua fábrica em Araguari (SC), em outubro do ano passado. A Audi deve começar a produzir o Audi A3 no segundo semestre de 2015, em São José dos Pinhas (PR). A MercedesBenz também terá sua unidade industrial em 2016. Com a produção local, os consumidores sentiramse confiáveis em investir em marcas caras.
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Clipping 20 montadoras que mais venderam carros no Brasil em 2014 4959985 - CQCS - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL4duUGkzRjkZ8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cqcs.com.br/noticia/20-montadoras-que-mais-venderam-carros-brasil-em-2014/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959985.pdf
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Clipping Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 4959986 - DOURADOS INFORMA - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL4wstl0gp0EBsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.douradosinforma.com.br/noticias/regional/vendas-de-veiculos-usados-crescem-72-em-2014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959986.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
13/01/2015 10h20 Atualizado em 13/01/2015 10h20
Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 Por: Campo Grande News Ao contrário do mercado de veículos novos, cujos emplacamentos caíram 7,1% em 2014, as vendas de veículos usados cresceram 7,2% sobre o ano anterior, com a transferência de 10,4 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, de acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores – Fenauto. Por sua vez, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos – Fenabrave, que também computa o mercado de usados, informa que foram repassados 2,7 usados para cada modelo novo emplacado no ano passado. Considerando todos os segmentos – incluindo duas rodas e implementos rodoviários – os negócios no setor de usados se elevaram em 6,9% no ano passado contra o anterior, para um total de 13,3 milhões de veículos usados em todo o País. O crescimento foi puxado pelo segmento de leves, que com 10 milhões de unidades superou em 6,5% o desempenho do setor de usados em 2013. Por outro lado, caminhões e ônibus registraram queda anual de 2,3%, para 368,1 mil unidades. Implementos rodoviários acompanharam o ritmo desencadeado e fecharam o ano com retração de 25,8%, para 66,5 mil unidades. Já o setor de duas rodas confirmou alta de 9,8% das vendas de motocicletas usadas em 2014, para o total de 2,8 milhões de unidades. Para Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto, a tendência de crescimento também deve continuar em 2015: “Percebemos esse movimento há alguns meses, de forma constante e progressiva. Está bem claro para nós que o consumidor está procurando oportunidades mais vantajosas para a compra de veículos. Por isso, vem optando pela escolha de seminovos que oferecem praticamente os mesmos benefícios de um carro novo, mas com custos menores e até garantias originais, em alguns casos. Essa procura cada vez mais por seminovos deve se expandir neste ano, já que a oferta de crédito e financiamento para a aquisição de veículos seminovos também deverá aumentar. Estamos otimistas com isso”, afirma. A entidade destacou o aumento dos negócios na Região Nordeste que apresentou crescimento de 13,2%, para 1,9 milhão de veículos. O modelo leve usado mais vendido em 2014 foi o Volkswagen Gol, cujas transferências somaram mais de 1,14 milhão de unidades, seguido pelo Fiat Uno, com 682,2 mil veículos.
Clipping Eles foram os mais vendidos 4959987 - CQCS - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL4oLAaFNgcD3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cqcs.com.br/noticia/180851/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959987.pdf
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Clipping “Falta de crédito é o maior entrave para o crescimento” 4959989 - UOL - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W+0/9YhDkL4E0eMy4jDFBMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2015/01/13/falta-de-credito-e-o-maiorentrave-para-o-crescimento/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Joel Leite Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4959989.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 150000000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
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“Falta de crédito é o maior entrave para o crescimento” 1 Joel Leite 13/01/2015
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O ano de 2014 foi difícil para o setor automobilístico no Brasil, com queda de vendas constantes que culminou com 6,9% no acumulado do ano (carros e comerciais leves), um índice bem diferente das previsões que fabricantes e distribuidores fizeram no início do ano. A Anfavea previa aumento de 1,1% nas vendas e a Fenabrave trabalhou com dois cenários: aumento de 0,2% e queda de 3,6%. Em todos os casos, as previsões falharam. Quais seriam as razões dessa queda de vendas? Ouvidos pela reportagem daAgência Autoinforme, executivos do setor, em geral, preferiram culpar os vilões
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de sempre: juros altos, restrição ao crédito, burocracia, problemas econômicos, falta de confiança do consumidor, Copa do Mundo e eleições. E, claro, o campeão das reclamações: “a alta carga tributária”. Ruben Barbosa, diretor de operações da Jaguar Land Rover, acha que as taxas de juros, o sistema tributário e burocracias são as principais dificuldades do setor automobilístico no Brasil e não esqueceu de incluir a Copa do Mundo e as eleições como coadjuvantes na responsabilidade pela desaceleração do mercado no ano passado. Mesmo detentor de um crescimento de fabulosos 60% num ano em que o mercado caiu 6,9%, o diretor de vendas da Audi Tiago Lemes não deixa de reclamar dos impostos. “A carga tributária é uma das dificuldades que enfrentamos no Brasil, Além disso, o mercado é muito dependente de crédito; quando existem restrições, o número de vendas cai”, disse. Mesmo num ano em que o IPI foi reduzido, alguns dirigentes colocam a culpa pelo mau desempenho do setor na carga tributária, como o presidente da Suzuki no Brasil, Luiz Rosenfeld: “Sem dúvida, o maior problema do setor é o tributário”. Marcel Visconde, presidente da Sttutgart, importadora oficial da Porsche, José Ricardo, diretor comercial da Toyota e Herbert Junior, gerente de pósvedas da Geely, fazem coro com ele. Herbert Junior, diz que “os impostos e taxas são muito altos no mercado de novos. Tanto é que, enquanto o mercado de 0K cai, o de usados está crescendo, pois recolhem impostos mais baixos”. Já Luiz Cury, vicepresidente da Chery no Brasil, considerou a dificuldade de crédito o maior problema do setor: “O crédito está ligado diretamente ao volume de vendas, quando diminui a liberação de crédito, as vendas caem.”, disse o dirigente, que creditou à Copa do Mundo parte dos problemas vividos pelo setor em 2014. Gustavo Schimdt e Sérgio Bessa concordam com ele. O primeiro, vicepresidente comercial da Renault, foi incisivo: “O grande crescimento do mercado que houve no Brasil há alguns anos só foi possível porque houve disponibilidade de crédito”. Sérgio Bessa, que é diretor comercial da Honda Automóveis, destacou também o baixo investimento no setor como fator de desestímulo ao crescimento. A crítica às altas taxas tributárias é uma constante no setor automobilístico e, os dirigentes sabem que não há esperanças de uma redução significativa e definitiva por parte do governo. Mas apostam nas ações de redução do IPI que o governo costuma promover, por isso mantêm o assunto sempre em destaque, assim como ameaças de demissão, como fazem atualmente algumas montadoras. (Sobre o assunto, leia Lucro Brasil). O alento aos fabricantes e importadores para este ano é o aumento da oferta de crédito, que deverá ser provocada com a aprovação da lei que autoriza os bancos a retomarem o bem mais rapidamente em caso de inadimplência, com isso, todos esperam maior liberação de crédito. Tags : Autoinforme automobilistico carros crescimento dificuldades impostosmercado vendas
Clipping Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 Segmento de leves impulsiona mercado com alta de 6,5% sobre 2013 4960024 - AUTOMOTIVE BUSINESS - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFVNkyH9SCS/hcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/21170/vendas-de-usados-crescem-72-em2014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960024.pdf
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Mercado
Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 Segmento de leves impulsiona mercado com alta de 6,5% sobre 2013 REDAÇÃO AB Ao contrário do mercado de veículos novos, cujos emplacamentos caíram 7,1% em 2014 (leiaaqui), as vendas de veículos usados cresceram 7,2% sobre o ano anterior, com a transferência de 10,4 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, de acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Por sua vez, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), que também computa o mercado de usados, calcua que foram repassados 2,7 usados para cada modelo novo emplacado no ano passado. Considerando todos os segmentos – incluindo duas rodas e implementos rodoviários – os negócios no setor de usados se elevaram em 6,9% no ano passado contra o anterior, para um total de 13,3 milhões de unidades usadas negociadas em todo o País. O crescimento foi puxado pelo segmento de veículos leves, que com 10 milhões de unidades superou em 6,5% o desempenho do setor de usados em 2013. Por outro lado, caminhões e ônibus registraram queda anual de 2,3%, para 368,1 mil unidades. Implementos rodoviários acompanharam o ritmo desencadeado e fecharam o ano com retração de 25,8%, para 66,5 mil reboques. Já o setor de duas rodas confirmou alta de 9,8% das vendas de motocicletas usadas em 2014, para o total de 2,8 milhões de unidades. Para Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto, a tendência de crescimento também deve continuar em 2015: “Percebemos esse movimento há alguns meses, de forma constante e progressiva. Está bem claro para nós que o consumidor está procurando oportunidades mais vantajosas para a compra de veículos. Por isso vem optando pela escolha de seminovos que oferecem praticamente os mesmos benefícios de um carro novo, mas com custos menores e até garantias originais, em alguns casos. Essa procura cada vez mais por seminovos deve se expandir neste ano, já que a oferta de crédito e financiamento para a aquisição de veículos seminovos também deverá aumentar. Estamos otimistas com isso”, afirma. A entidade destacou o aumento dos negócios na Região Nordeste, que apresentou crescimento de 13,2%, para 1,9 milhão de veículos. O modelo leve usado mais vendido em 2014 continuou a ser o Volkswagen Gol, cujas transferências somaram mais de 1,14 milhão de unidades, seguido pelo Fiat Uno, com 682,2 mil.
Clipping POSSE DIRETORIA FENABRAVE 4960025 - O POVO - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFX+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.opovo.com.br/app/colunas/frontstagemotors/2015/01/13/notfrontstagemotors,3376 191/top-3-do-brasil.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: adriano nogueira Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960025.pdf
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POSSE DIRETORIA FENABRAVE O Ideal Clube foi palco da posse de Fernando Pontes, reeleito por mais três anos como Presidente da Fenabrave /Sincodiv Ceará (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos). Na ocasião, foi apresentada a nova diretoria, juntamente com seus membros do conselho para o triênio de 20142017.
Clipping Número de automóveis vendidos em 2014 caiu 6,76% no País 4960026 - JORNAL VS - WEB - WEB - 06/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFVENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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36° 27°
São Leopoldo, 14 de Janeiro de 2015
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MOTORES Publicado em 06/01/2015 11h26 Última atualização em 06/01/2015 11h29
Número de automóveis vendidos em 2014 caiu 6,76% no País Ainda assim, em dezembro de 2014, as vendas cresceram 21,29% Agência Brasil editorial@sinos.net
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O número de automóveis vendidos no País em 2014 registrou queda de 6,76% em relação a 2013, com 5.161.116 unidades comercializadas contra 5.535.398. Os dados foram divulgados nesta terçafeira (6) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) na capital paulista.
Em dezembro de 2014, as vendas cresceram 21,29%, com a comercialização de 516.437 unidades. Em novembro, foram 425.798 . Na comparação com dezembro do ano anterior, quando o comércio desses veículos chegou a 515.890 unidades, houve alta de 0,11%. Quando analisadas somente as categorias de automóveis e comerciais leves, o setor registrou aumento de 26,35% no total das vendas em dezembro ante novembro de 2014. Na comparação com dezembro do ano anterior, houve crescimento de 5,25% e no ano inteiro de 2014, queda de 6,91%.
Clipping Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 4960027 - CAMPO GRANDE NEWS - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFVOzPx9WzkM/MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.campograndenews.com.br/veiculos/vendas-de-veiculos-usados-crescem-7-2-em2014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960027.pdf
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Filho encontra mãe morta no quintal com faca cravada na barriga
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Segmento de leves impulsiona mercado com alta de 6,5% sobre 2013 Márcio Martins. Fonte Automotive Business Imprimir
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Ao contrário do mercado de veículos novos, cujos emplacamentos caíram 7,1% em 2014, as vendas de veículos usados cresceram 7,2% sobre o ano anterior, com a transferência de 10,4 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, de acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores – Fenauto. Por sua vez, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos – Fenabrave, que também computa o mercado de usados, informa que foram repassados 2,7 usados para cada modelo novo emplacado no ano passado. Veja Mais › Distração ao volante, perigo constante › Produção de veículos atinge menor patamar desde 2009 Considerando todos os segmentos – incluindo duas rodas e implementos rodoviários – os negócios no setor de usados se elevaram em 6,9% no ano passado contra o anterior, para um total de 13,3 milhões de veículos usados em todo o País. O crescimento foi puxado pelo segmento de leves, que com 10 milhões de unidades superou em 6,5% o desempenho do setor de usados em 2013. Por outro lado, caminhões e ônibus registraram queda anual de 2,3%, para 368,1 mil unidades. Implementos rodoviários acompanharam o ritmo desencadeado e fecharam o ano com retração de 25,8%, para 66,5 mil unidades. Já o setor de duas rodas confirmou alta de 9,8% das vendas de motocicletas usadas em 2014, para o total de 2,8 milhões de unidades. Para Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto, a tendência de crescimento também deve continuar em 2015: “Percebemos esse movimento há alguns meses, de forma constante e progressiva. Está bem claro para nós que o consumidor está procurando oportunidades mais vantajosas para a compra de
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Campo Grande, Quartafeira, 14 de Janeiro de 2015
Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014
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para nós que o consumidor está procurando oportunidades mais vantajosas para a compra de veículos. Por isso, vem optando pela escolha de seminovos que oferecem praticamente os mesmos benefícios de um carro novo, mas com custos menores e até garantias originais, em alguns casos. Essa procura cada vez mais por seminovos deve se expandir neste ano, já que a oferta de crédito e financiamento para a aquisição de veículos seminovos também deverá aumentar. Estamos otimistas com isso”, afirma. A entidade destacou o aumento dos negócios na Região Nordeste que apresentou crescimento de 13,2%, para 1,9 milhão de veículos. O modelo leve usado mais vendido em 2014 foi o Volkswagen Gol, cujas transferências somaram mais de 1,14 milhão de unidades, seguido pelo Fiat Uno, com 682,2 mil veículos. Imprimir
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Clipping Venda de veículos usados aumentou 7,2% em 2014 4960028 - FROTA & CIA - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFXF8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.frotacia.com.br/noticia/venda-de-veiculos-usados-aumentou-72-em-2014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Andressa Lima Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960028.pdf
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Venda de veículos usados aumentou 7,2% em 2014 Foram comercializados 10,4 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, segundo dados da Fenauto. terçafeira, 13/01/2015 09:21 Tweet
Ao contrário do mercado de veículos novos, cujos emplacamentos caíram 7,1% em 2014, as vendas de veículos usados cresceram 7,2% sobre o ano anterior, com a transferência de 10,4 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, de acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores – Fenauto. Por sua vez, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos – Fenabrave, que também computa o mercado de usados, informa que foram repassados 2,7 usados para cada modelo novo emplacado no ano passado. Considerando todos os segmentos – incluindo duas rodas e implementos rodoviários – os negócios no setor de usados se elevaram em 6,9% no ano passado contra o anterior, para um total de 13,3 milhões de veículos usados em todo o País. O crescimento foi puxado pelo segmento de leves, que com 10 milhões de unidades superou em 6,5% o desempenho do setor de usados em 2013. Por outro lado, caminhões e ônibus registraram queda anual de 2,3%, para 368,1 mil unidades. Implementos rodoviários acompanharam o ritmo desencadeado e fecharam o ano com retração de 25,8%, para 66,5 mil unidades. Já o setor de duas rodas confirmou alta de 9,8% das vendas de motocicletas usadas em 2014, para o total de 2,8 milhões de unidades. Para Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto, a tendência de crescimento também deve continuar em 2015:
“Percebemos esse movimento há alguns meses, de forma constante e progressiva. Está bem claro para nós que o consumidor está procurando oportunidades mais vantajosas para a compra de veículos. Por isso, vem optando pela escolha de seminovos que oferecem praticamente os mesmos benefícios de um carro novo, mas com custos menores e até garantias originais, em alguns casos. Essa procura cada vez mais por seminovos deve se expandir neste ano, já que a oferta de crédito e financiamento para a aquisição de veículos seminovos também deverá aumentar. Estamos otimistas com isso”, afirma. A entidade destacou o aumento dos negócios na Região Nordeste que apresentou crescimento de 13,2%, para 1,9 milhão de veículos. O modelo leve usado mais vendido em 2014 foi o Volkswagen Gol, cujas transferências somaram mais de 1,14 milhão de unidades, seguido pelo Fiat Uno, com 682,2 mil veículos.
Clipping Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 4960029 - RÁDIO WEB MS - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFXLG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://radiowebms.com.br/portal/economia/30659-vendas-de-veiculos-usados-crescem-7-2em-2014.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960029.pdf
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Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 RadioWeb MS
13/01/2015 10:32:00
Campo Grande (MS) As vendas de veículos usados cresceram 7,2% sobre o ano anterior, com a transferência de 10,4 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, de acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores – Fenauto. Por sua vez, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos – Fenabrave, que também computa o mercado de usados, informa que foram repassados 2,7 usados para cada modelo novo emplacado no ano passado. Considerando todos os segmentos – incluindo duas rodas e implementos rodoviários – os negócios no setor de usados se elevaram em 6,9% no ano passado contra o anterior, para um total de 13,3 milhões de veículos usados em todo o País. O crescimento foi puxado pelo segmento de leves, que com 10 milhões de unidades superou em 6,5% o desempenho do setor de usados em 2013. Já o setor de duas rodas confirmou alta de 9,8% das vendas de motocicletas usadas em 2014, para o total de 2,8 milhões de unidades. Para Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto, a tendência de crescimento também deve continuar em 2015. “Está bem claro para nós que o consumidor está procurando oportunidades mais vantajosas para a compra de veículos. Por isso, vem optando pela escolha de seminovos que oferecem praticamente os mesmos benefícios de um carro novo, mas com custos menores e até garantias originais, em alguns casos. Estamos otimistas com isso”, afirma. O modelo leve usado mais vendido em 2014 foi o Volkswagen Gol, cujas transferências somaram mais de 1,14 milhão de unidades, seguido pelo Fiat Uno, com 682,2 mil veículos. Campo Grande News
Clipping Vendas de caminhões e ônibus devem crescer 5% este ano na cidade 4960030 - JORNAL DA MANHÃ - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFX/TvqafkApV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://jmonline.com.br/novo/?noticias,1,GERAL,104658 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960030.pdf
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Uberaba, 14 de janeiro de 2015 | 09:58h
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Thassiana Macedo 13/01/2015
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Vendas de caminhões e ônibus devem crescer 5% este ano na cidade
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Conforme dados divulgados pela Fenabrave, associação que representa as concessionárias do país, as vendas de carros, veículos comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil acumularam queda de 7,15% em 2014. No ano passado, foram emplacados 3,498 milhões de unidades. Para 2015, a expectativa da entidade é de ligeira queda de 0,5% nas vendas, com emplacamento de cerca de 3,479 milhões de veículos. Em Uberaba, a situação não foi tão ruim como no País e a expectativa é de crescimento. Recentemente, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entidade que reúne as montadoras do Brasil, afirmou que a queda nas vendas é vista como um reflexo da desaceleração da economia. Ainda segundo as duas entidades, o ano ruim para o setor persistiu, mesmo com a série de incentivos do governo, incluindo a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que já voltou às alíquotas normais. De acordo com o gerente de vendas de uma concessionária de veículos comerciais leves, caminhões e ônibus novos, Pará Soares Pereira, o mercado de Uberaba manteve o mesmo quadro do ano anterior. “2014 e 2013 foram mais ou menos nas mesmas condições, mas, no caso dos ônibus, melhorou bastante as vendas, cerca de 20%. Acredito que foi também devido a uma questão mais localizada em que empresas foram negociadas. As vendas dos caminhões praticamente se mantiveram estáveis. E o mercado de um modo geral, no grupo, não sofreu grandes alterações. Nós tivemos uma queda bruta no início do ano, mas depois conseguimos recuperar, melhorando nossa participação no mercado regional”, avalia. O motivo do momento positivo no mercado regional foi a entrada de modelos novos que chegaram ao comércio com diferenciais atrativos para o consumidor do setor. “Quase todos os veículos vieram com redução de consumo e com mais conforto, e itens de segurança foram agregados aos modelos para os motoristas. Nós estamos com uma expectativa boa para este ano. Diante do cenário econômico nacional, estamos apostando em um crescimento em torno de 5% para 2015”, informa Pará Soares. Enquanto os caminhões permanecem com IPI reduzido, o gerente espera que o governo federal decida incentivos para aumentar a produção e as vendas dos demais veículos do setor. “Agora estamos na expectativa do que o governo vai soltar em termos de financiamento via BNDES, através do Finame (Financiamento de máquinas e equipamentos). Se houver boas condições, temos tudo para até melhorar as vendas, mas, se os juros subirem muito, pode ser que atrapalhem as vendas”, ressalta Pará Soares.
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Clipping Veja a lista dos carros mais vendidos em 2014 4960120 - O POVO - WEB - WEB - 13/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEP2c17nVFQqSMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.opovo.com.br/app/opovo/veiculos/2015/01/13/noticiasjornalveiculos,3376188/eles -foram-os-mais-vendidos.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960120.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 54,61 Fechamento: 01/15 Tiragem: 2791780,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 54,61 Total: 0,0000
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MERCADO. RANKING FENABRAVE 2014 13/01/2015
Veja a lista dos carros mais vendidos em 2014 Fiat Palio tira a liderança do Volkswagen Gol na reta final. Boas surpresas aparecem no relatório da Fenabrave sobre o número de veículos comercializados no ano passado O ano passado apimentou ainda mais o disputado mercado automotivo nacional. Segundo o relatório anual da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), apontou o Fiat Palio foi o carro mais vendido em 2014, com 183.741 unidades emplacadas. A hegemonia do Volkswagen Gol caiu, após 27 na liderança, com 183.356 carros vendidos. Correndo por fora apareceu o Chevrolet Onix, substituto do antigo Corsa, com 150.829 unidades comercializadas no ano passado. No Ceará, houve um avanço de 0,13% nas vendas de veículos novos no comparativo com 2013. E o mês de dezembro, puxado pela redução do IPI, favoreceu o índice. “Isso se deu em razão de dezembro ter sido o melhor mês do ano para as vendas. Enquanto a média mensal de comercializações durante 2014 girou em torno de 5 mil carros, em dezembro nós tivemos 7.121 unidades sendo compradas”, afirmou presidente da Fenabrave Ceará, Fernando Pontes. Mesmo com o cenário de briga entre as gigantes automotivas, a venda de carros novos caiu 6,9% em 2014. A produção das montadoras, conforme a Associação de Fabricantes (Anfavea) caiu 15,3%. Importados Os veículos importados também sofreram com a diminuição do volume de vendas. A Associação Brasileira das Empresas Importadoras (Abeifa) registrou queda de 14,3%. “Foi um ano instável para o setor”, considerou o presidente da instituição Marcel Visconde. Foram comercializadas 96.578 unidades no País no ano passado, número inferior aos 112.649 mil registrados em 2013. (Átila Varela). Fiat Palio / 183.714 unidades Líder em personalizações e novas “roupagens”, o automóvel da Fiat tirou a coroa do Gol em 2014. Mas foi por pouco: 358 unidades somando o que foi vendido no País. Com boa pegada na economia de combustível, entrega 75 cavalos de potência, na versão Fire. A motorização é 1.0. Já o Novo Pálio apresenta três motorizações: 1.0, 1.4 e 1.6. Volkswagen Gol / 183.356 unidades Com a diferença mínima, o Gol perdeu o trono para o rival Fiat Palio. No entanto, o carro teve a preferência de vendas por 27 anos consecutivos. Deixou de contabilizar números maiores por causa da aposentaria do Geração IV, que saiu de linha em janeiro. Mas a montadora alemã continua firme. Expectativa de lançamento do G7 neste ano. Chevrolet Onix / 150.829 unidades Sucessor do emblemático Corsa, o modelo pegou bem no mercado automotivo. Com poucos emplacamentos entre janeiro e fevereiro, deixou de comer poeira de março a dezembro, figurando no terceiro lugar. O veículo é parrudo e impressiona ao se tratar de um automóvel de entrada. É vendido em duas motorizações, sendo uma 1.0 e outra 1.4. > TAGS:
FIAT VOLKSWAGEN CHEVROLET ONIX GOL PALIO
Clipping Anfavea afirma: produção de veículos no Brasil cai 15,3% em 2014 4960121 - TRIBUNA DO NORTE - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEMj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://blog.tribunadonorte.com.br/autosemotores/2015/01/12/anfavea-afirma-producao-deveiculos-no-brasil-cai-153-em-2014/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960121.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 35,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 782476,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 35,00 Total: 0,0000
Anfavea afirma: produção de veículos no Brasil cai 15,3% em 2014 12 12Etc/GMT+3 janeiro 12Etc/GMT+3 2015 por fernandosiqueira
A produção de veículos no Brasil caiu 15,3% em 2014, na comparação com o ano anterior, atingindo menor nível desde 2009, segundo dados divulgados pela associação de fabricantes, Anfavea, dia 8. Em 2014, foram montados no Brasil 3,150.000 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, ante 3,710.000 em 2013. No mesmo período, a queda na comercialização foi de7,1%, percentual igual ao divulgado dia 6 pela Fenabrave (Federação dos Concessionários. Com isso, a indústria automotiva do País volta a um nível pouco superior ao registrado em 2009 – ano marcado pela crise econômica global, que
estourou no final de 2008 , quando foram montadas 3,070.000 unidades. O pico foi em 2013, com3,710.000. Em 2013, apesar de as vendas terem caído em relação ao ano anterior, a produção bateu recorde. ”O ano de 2013 atípico, pois teve um estímulo de financiamentos muito grande”, explicou Luiz Moan, presidente da Anfavea. Efeito Argentina Contribuindo para a baixa nas vendas e na produção, as exportações de veículos despencaram 40,9%, com 334.501unidades, contra 566.299 em 2014. “Isso ocorreu pela queda de exportações à Argentina. O País teve queda de 29,9% no mercado interno de veículos”, afirmou o executivo. Demissões Embora a indústria não admita os cortes, o nível de emprego retornou ao mesmo patamar de dezembro de 2011, com144.600 funcionários. A redução é de 7,9% em 12 meses:157.000 trabalhavam diretamente no setor no final de 2013. A Anfavea ainda vê como um caso isolado as 800 demissões anunciadas na fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo (São Paulo). “O que está acontecendo é um processo de negociação individual, entre a Volkswagen e seus trabalhadores, para um novo acordo trabalhista. Foi fechado, mas não houve aprovação da assembleia de trabalhadores”, disse Moan. “A Volkswagen não fará demissões em janeiro, está prevendo uma licença remunerada de 6 de janeiro até 6 de fevereiro. Não haverá demissões em janeiro, essas 800 pessoas terão um prazo de licença remunerada até o início de fevereiro. Neste período, se for aceito o acordo, pode ser que não ocorram estas demissões”, completou. Segundo o executivo, que é funcionário da General Motors do Brasil, “não há expectativa de corte iminente” nas demais associadas à Anfavea. Mas a
MercedesBenz confirmou, semana passada, o desligamento de 160 colaboradores. Também no ABC paulista – outros 100 colaboradores aderiram a um plano de demissão voluntária. Fim de ano Em dezembro de 2014, com o período de férias coletivas nas fábricas, a produção teve forte queda de 23,1% ante novembro, com 203.800 unidades, e 11,8% na comparação com o mesmo mês de 2013, quando foram montados 230.900 veículos. Os estoques, que estiveram altos ao longo do ano, caíram de414.300 unidades no pátios de montadoras e concessionárias, em novembro do ano passado, para 351.000, em dezembro. Mesmo assim, o volume no final de dezembro é sufuciente para 28 dias de vendas no ritmo atual, ante 42 dias no final de novembro, diz a Anfavea. Por categorias O setor de caminhões foi o que mais encolheu, com 25,2% a menos de unidades produzidas no Brasil. Em 2013, foram187.089 veículos pesados, ante 139.965 em 2014. Com volume menor, a área de ônibus caiu 17,9%, atingindo patamar de 32.900 unidades em 2014. A indústria deautomóveis e comerciais leves perdeu 14,7%, com 2.900.000unidades, ante 3.400.000 em 2013. Expectativa Como previsão, a entidade espera alcançar 3.276.000 unidades produzidas em 2015, uma elevação de 4,1% em relação ao ano passado. Para os “emplacamentos” é aguardado o mesmo patamar de 2014, embora a Fenabrave (associação de concessionários) tenha estimado queda de 0,5%. As exportações devem ter uma leve recuperação, de 1%, segundo as fabricantes. “O
impacto
da
elevação
do
IPI
(Imposto
Sobre
Produtos
Industrializados) está em nossa projeção, mas temos expectativa grande sobre nova legislação do financiamento, sobre a retomada do bem. Esperamos que isso faça que o sistema bancário volte a financiar”, apontou o presidente da Anfavea.
Clipping Milhares de metalúrgicos protestam na Via Anchieta contra demissões 4960122 - GAZETA WEB - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEN2mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://gazetaweb.globo.com/noticia.php?c=386157&e=17 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: G1 Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960122.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 100,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 100,00 Total: 0,0000
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Justiça condena sete envolvidos em fraudes com próteses no RS 12/01/2015 17h31
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Justiça condena sete envolvidos em fraudes com próteses no RS
Milhares de metalúrgicos protestam na Via Anchieta contra demissões Eles são contra as 800 demissões na Volkswagen e 160 na Mercedes. Cerca de 11 mil metalúrgicos chegaram a interditar os dois sentidos da via Tweetar G1
Metalúrgicos de seis montadoras protestaram na Via Anchieta na manhã Manifestação de metalúrgicos bloqueou a Via desta segundafeira (12) contra as Anchieta (Foto: Adonis Guerra/SMABC/Divulgação) demissões nas unidades da Volkswagen e da MercedesBenz, em São Bernardo do Campo, no ABC. O protesto, que se dispersou por volta das 11h, foi pacífico. Nos cálculos dos sindicatos, o protesto mobilizou 20 mil trabalhadores de seis montadoras. Já a Polícia Rodoviária Estadual contabilizou 11 mil manifestantes, como mostrou o SPTV. A Rodovia Anchieta teve dois pontos de bloqueio nas pistas marginais por causa da manifestação que reuniu funcionários de várias montadoras. Um grupo saiu da Volkswagen, na altura do km 23, no sentido São Paulo. O outro caminhou pelo km 16, na altura da Mercedes, no sentido litoral. Os grupos se encontram na altura do km 21. O congestionamento, no sentido litoral, chegou a 3 km. Por volta das 11h, o protesto foi encerrado. Às 11h20, não havia mais lentidão, segundo a Ecovias, concessionária que administra a via. O anúncio das 800 demissões na Volkswagen aconteceu na terçafeira (6), dia em que cerca de 11 mil empregados voltavam nesta semana de uma licença remunerada de quase 30 dias. “Cada ação como essa e as demonstrações de solidariedade dão firmeza aos trabalhadores de continuar acreditando que a reversão das demissões é possível. Essa parceria no Brasil inteiro está sendo demonstrada”, afirmou Rafael Marques, que é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Em nota, a empresa atribuiu as demissões às condições econômicas. "Em razão do cenário do setor automotivo, diversas medidas de flexibilização da produção foram aplicadas desde 2013, como por exemplo férias coletivas, suspensão temporária dos contratos de trabalho (layoff), entre outras. No entanto, todos os esforços não foram suficientes", afirmou a empresa em nota.
14/01/2015 04h41
Jovem filma ação da PM em RR e leva tiro de borracha de policial 14/01/2015 03h44
Juíza suspende multa por aumento em consumo de água em SP Juíza suspende multa por aumento em consumo de água em SP
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PRIMEIRA PÁGINA Criminosos invadem ônibus de viagem e roubam os passageiros Jovem cai no golpe do falso sequestro e perde R$ 200 em Arapiraca Rede estadual de ensino inicia prématrícula online nesta quarta Suspeitos fingem ser passageiros e assaltam van em São Sebastião Bandidos assaltam estabelecimento e roubam R$ 3 mil em joias PM prende suspeitos com grande número de artefatos em União
No ano passado, as exportações também foram prejudicadas com problemas na Argentina. Além disso, o Gol, modelo mais popular do Brasil há 27 anos, perdeu a liderança para o Fiat Palio no ano passado, conforme divulgado pela federação dos concessionários, a Fenabrave, nesta terça. Tudo isto fez com que a produção encolhesse 15%, segundo a Volkswagen. Desde 2012, o governo brasileiro ofereceu incentivos tributários para o setor, por meio de desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Em troca, as fabricantes deveriam manter o nível de emprego.
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De acordo com o Sindicato dos metalúrgicos do ABC, a empresa já havia dito que há um excedente de 2 mil trabalhadores na fábrica. Em dezembro, os trabalhadores rejeitaram proposta de mudanças em acordo com a companhia que previa estabilidade de emprego na unidade até 2016. Mercedes Já a MercedesBenz anunciou a demissão de 260 funcionários em dezembro. Cerca de 100 colaboradores aderiram a um Plano de Demissão Voluntária. Entre quarta e quintafeira (8), os funcionários cruzaram os braços por 24h em solidariedade após a demissão dos colegas após o fim do período de suspensão de contrato, o chamado layoff. Outra medida tomada pela montadora foi de prorrogar a suspensão do contrato de outros 750 funcionários até 30 de abril. Eles terão todos os custos assumidos pela empresa.
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Clipping Retração do mercado de caminhões ficou dentro das expectativas 4960123 - MSAM - WEB - WEB - 11/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEMNYh1HTP9BlsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.msam.com.br/var/www/html/msam.com.br/web/v2/noticias/retracao-do-mercadode-caminhoes-ficou-dentro-das-expectativas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960123.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
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Retração do mercado de caminhões ficou dentro das expectativas
Entre janeiro e dezembro do ano passado, foram licenciados 137.073 caminhões contra 154.549 do ano anterior, segundo dados do Registro Nacional de Veículos Automotores – Renavam, volume que representou queda de 11,3% em relação a 2013. Apesar da redução, o total de emplacamentos ficou ainda acima das previsões que se tinha no fechamento do primeiro semestre, quando a expectativa era de encerrar o período com cerca de 132.500 unidades. Os modelos médios foram os únicos a apresentarem crescimento, de 5,0%, com 11.698 unidades licenciadas, contra 11.134 no ano anterior. A retração do segmento de caminhões era aguardada pelos fabricantes em razão do baixo desempenho e sinais que o mercado vinha apresentando desde o início do ano passado, a começar pela demora na oficialização do PSI (Programa de Sustentação do Investimento) pelo BNDES. Outro ponto levado em conta, no decorrer dos meses seguintes, foi a desaceleração da economia brasileira, de modo que as 65.296 unidades registradas no fechamento do primeiro semestre contra 74.369 do período anterior apontavam queda de 12,20%. Na ocasião, a Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave) estimava que o ano de 2014 enceraria com 132.500 caminhões licenciados, uma retração maior do que a que aconteceu de fato. O segmento de pesados foi um dos que mais perderam emplacamentos em 2014, caindo de 55.886 unidades para 47.428, redução de 15,1% em relação ao período anterior. Os semipesados atingiram a marca de 45.236 unidades, 5,6% menos do que as 47.943 do ano anterior. Semileves e leves caíram 267,5% e 15,7% respectivamente. Já os modelos médios foram os únicos a apresentar resultado positivo, com crescimento de 5,0%. Em relação à produção total de caminhões, saíram das linhas de produção das fábricas 139.965 unidades, 25,2% abaixo das 187.089 montadas em 2013. Os modelos pesados foram os mais produzidos, com 51.100, unidades, enquanto os semipesados atingiram a marca de 50.474, menos 28,8% em relação ao volume do ano anterior.
Clipping Oficial: vendas de carros caem 6,91% em 2014, pior resultado da indústria nacional em 12 anos 4960124 - CQCS - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEENNkyH9SCS/hcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cqcs.com.br/noticia/oficial-vendas-de-carros-caem-691-em-2014-pior-resultadoda-industria-nacional-em-12-anos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960124.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
quartafeira, 14 jan 2015 cadastrese
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A vida é muito curta para ser registrando erros CHARLOTTE BRONTË
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Oficial: vendas de carros caem 6,91% em 2014, pior resultado da indústria nacional em 12 anos 12/01/2015 / Fonte: R7
Retorno do IPI em janeiro levou consumidores a anteciparem a compra do carro zero O mercado brasileiro de carros enfim sofreu um golpe duro, após passar os últimos anos às margens da crise econômica que devastou a indústria automobilística mundo afora. Nesta terçafeira (6), a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos) divulgou o balanço oficial de 2014, considerado o pior resultado em 12 anos. Entre janeiro e dezembro do ano passado, foram licenciados 3.328.716 automóveis e comerciais leves no País, volume 6,91% inferior ao registrado em 2013, quando 3.575.886 modelos foram emplacados. Se incluir caminhões e ônibus, o recuo foi ainda maior, de 7,15% sobre o acumulado do ano retrasado. Dezembro teve corrida às lojas Embora o resultado de 2014 tenha sido muito ruim, o mês de dezembro foi histórico, com alta de 26,35% sobre novembro e um montante de 353.558 emplacamentos — foi o terceiro melhor mês da história da indústria automobilística brasileira. Tudo porque houve uma antecipação de compras pelos consumidores receosos com o retorno do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), a partir deste mês, que ficou reduzido de maio de 2012 até o último dia de 2014. Segundo a Anfavea, o repasse integral do IPI resultaria em um aumento de 4,5% nos automóveis 1.0. Compartilhe: Facebook
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Clipping IQA amplia calendário com treinamentos aos sábados e à noite 4960125 - SEGS - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEP+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.segs.com.br/veiculos/25085-iqa-amplia-calendario-com-treinamentos-aossabados-e-a-noite.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960125.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 38254,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
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Brasil, 14 de Janeiro de 2015
CATEGORIA VEÍCULOS IQA amplia calendário com treinamentos aos sábados e à noite J A N
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IQA AMPLIA CALENDÁRIO COM TREINAMENTOS AOS SÁBADOS E À NOITE
CATEGORIA.: VEÍCULOS FONTE/AUTOR.: MS DIOGO ASSESSORIA DE COMUNICACAO
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Ao todo, serão oferecidos 11 cursos em horários alternativos
O IQA Instituto da Qualidade Automotiva, organismo de certificação acreditado pelo Inmetro, anuncia que contará com calendário de treinamentos expandido em 2015, com oferta de cursos aos sábados e no período noturno, na cidade de São Paulo. "Tratase de uma solicitação antiga de nossos clientes, que precisam cada vez mais otimizar o tempo nas empresas", afirma o engenheiro Mario Guitti, superintendente do IQA. Guitti comenta que a escolha dos treinamentos foi realizada após criteriosa avaliação de interesses. "São cursos de interesse de profissionais de diversos segmentos do setor automotivo,
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inclusive de consultorias, que pelo perfil de atividade não tinha disponibilidade de tempo no horário comercial", explica. Entre os treinamentos disponíveis, destaque para os cursos de Ferramentas da Qualidade, Especialista e Qualidade de Fornecedores, APQP 2ª Edição, Liderança, VDA 2ª Edição, Formação de Green Belts (Metodologia Seis Sigma), FMEA 4ª edição, IMDS (e sua Integração com APQP e o PPAP), e MASP básico (veja relação completa na tabela abaixo). Calendário 2015 Além dos treinamentos aos sábados e à noite, o IQA conta com extenso calendário para 2015, com mais de 40 cursos de diferentes ferramentas da qualidade, todas elas aplicadas no setor automotivo, e que podem ser empregadas na indústria, no comércio e também na área de serviços. Os treinamentos são realizados em diversas localidades nos estados de São Paulo (Capital, Campinas, Sorocaba e Piracicaba), Bahia (Camaçari), Paraná (Curitiba) e Rio Grande do Sul (Caxias do Sul), sempre por instrutores homologados pelo IQA. "Realizar treinamentos com o IQA significa ter acesso às melhores ferramentas da qualidade e obter um diferencial reconhecido por montadoras (Anfavea), fabricantes de peças (Sindipeças), concessionárias (Fenabrave) e oficinas (Sindirepa), condição que somente pode ser oferecida por um organismo que atende exclusivamente o setor automotivo", afirma Mario Guitti. A relação completa dos treinamentos oferecidos pelo IQA e o calendário de 2015 estão disponíveis para consulta no site do Instituto (www.iqa.org.br), e mais informações podem ser obtidas no através do telefone (11) 50914545. Confira abaixo o calendário de treinamentos oferecidos aos Sábados e Noturno, na cidade de São Paulo: MARÇO Ferramentas da Qualidade dias 14 e 21 (sábados) Especialista em Qualidade de Fornecedores (Módulo Básico) dias 3, 5, 10, 12, 17, 19, 24, 26, 31 (noturnos) ABRIL APQP 2ª edição Básico dias 18 e 25 (sábados) Especialista em Qualidade de Fornecedores (Módulo Básico)
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Clipping IQA amplia calendário com treinamentos aos sábados e à noite 4960147 - AGREGARIO - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEOERU4BT46xuMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://agregario.com/iqa-amplia-calendario-treinamentos-sabados-noite Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960147.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 5550,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1,00 Total: 0,0000
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IQA amplia calendário com treinamentos aos sábados e à noite Publicado originalmente em 12.01.2015 por Maxpress O IQA Instituto da Qualidade Automotiva, organismo de certificação acreditado pelo Inmetro, anuncia que contará com calendário de treinamentos expandido em 2015, com oferta de cursos aos sábados e no período noturno, na cidade de São Paulo. "Tratase de uma solicitação antiga de nossos clientes, que precisam cada vez mais otimizar o tempo nas empresas", afirma o engenheiro Mario Guitti, superintendente do IQA. Guitti comenta que a escolha dos treinamentos foi realizada após criteriosa avaliação de interesses. "São cursos de interesse de profissionais de diversos segmentos do setor automotivo, inclusive de consultorias, que pelo perfil de atividade não tinha disponibilidade de tempo no horário comercial", explica. Entre os treinamentos disponíveis, destaque para os cursos de Ferramentas da Qualidade, Especialista e Qualidade de Fornecedores, APQP 2ª Edição, Liderança, VDA 2ª Edição, Formação de Green Belts (Metodologia Seis Sigma), FMEA 4ª edição, IMDS (e sua Integração com APQP e o PPAP), e MASP básico (veja relação completa na tabela abaixo). Calendário 2015 Além dos treinamentos aos sábados e à noite, o IQA conta com extenso calendário para 2015, com mais de 40 cursos de diferentes ferramentas da qualidade, todas elas aplicadas no setor automotivo, e que podem ser empregadas na indústria, no comércio e também na área de serviços. Os treinamentos são realizados em diversas localidades nos estados de São Paulo (Capital, Campinas, Sorocaba e Piracicaba), Bahia (Camaçari), Paraná (Curitiba) e Rio Grande do Sul (Caxias do Sul), sempre por instrutores homologados pelo IQA. "Realizar treinamentos com o IQA significa ter acesso às melhores ferramentas da qualidade e obter um diferencial reconhecido por montadoras (Anfavea), fabricantes de peças (Sindipeças), concessionárias (Fenabrave) e oficinas (Sindirepa), condição que somente pode ser oferecida por um organismo que atende exclusivamente o setor automotivo", afirma Mario Guitti. A relação completa dos treinamentos oferecidos pelo IQA e o calendário de 2015 estão disponíveis para consulta no site do Instituto (www.iqa.org.br), e mais informações podem ser obtidas no através do telefone (11) 50914545. Confira abaixo o calendário de treinamentos oferecidos aos Sábados e Noturno, na cidade de São Paulo: MARÇO
Ferramentas da Qualidade dias 14 e 21 (sábados) Especialista em Qualidade de Fornecedores (Módulo Básico) dias 3, 5, 10, 12, 17, 19, 24, 26, 31 (noturnos) ABRIL APQP 2ª edição Básico dias 18 e 25 (sábados) Especialista em Qualidade de Fornecedores (Módulo Básico) dias 2, 7, 9, 14 e 16 (noturnos) MAIO Liderança dias 12, 14, 19 e 21 (noturnos) JUNHO VDA 6.3 2ª Edição 2010 | Conhecimento geral para Auditor de Processo dias 13, 20 (sábados) VDA 6.3 2ª Edição 2010| Auditor de Processo Produção Seriada (QUESTÃO P5, P6 E P7) dias 13, 20 (sábados) VDA 6.3 2ª Edição 2010 | Auditor de Processo Ciclo de Vida Produto (Questão P1, P2, P3, P4, P5, P6 e P7) dias 13, 20, 27 (sábados) Formação de Green Belts (Metodologia Seis Sigma) dias 16, 18, 23, 25, 30 (noturnos) JULHO VDA 6.3 2ª Edição 2010| Auditor de Processo Produção Seriada (QUESTÃO P5, P6 E P7) dias 4 e 11 (sábados) VDA 6.3 2ª Edição 2010 | Auditor de Processo Ciclo de Vida Produto (Questão P1, P2, P3, P4, P5, P6 e P7) dias 4 e 11 (sábados) FMEA 4ª edição Básico dias 18 e 25 (sábados) Formação de Green Belts (Metodologia Seis Sigma) dias 2, 7, 14, 16, 21, 23, 28, 30 (norturnos) AGOSTO Formação de Green Belts (Metodologia Seis Sigma) dias 4, 6, 11,13, 18, 20 e 25 (norturnos) SETEMBRO IMDS (E sua Integração com APQP e o PPAP) dia 19 (sábado) OUTUBRO MASP básico (alinhado com CQI20) dias 17 e 24 (sábados) NOVEMBRO APQP 2ª edição Avançado dias 16, 17, 23 e 24 (noturnos)
Mais informações à imprensa: Companhia de Imprensa Maria do Socorro Diogo msdiogo@companhiadeimprensa.com.br Sara Saar sara@companhiadeimprensa.com.br Telefone: 11 44350000
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Clipping Alarico Assumpção Jr. é o novo presidente da Fenabrave 4960148 - JORNAUTO - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEMR6SSnG+TbBsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.jornauto.com.br/alarico-assumpcao-jr-e-o-novo-presidente-da-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960148.pdf
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HomeMatériasÚltimas Notícias Alarico Assumpção Jr. é o novo presidente da Fenabrave
Alarico Assumpção Jr. é o novo presidente da Fenabrave Written on 12 Janeiro 2015.
O
executivo
foi
eleito
Presidente da FENABRAVE para o triênio 20152017.
O
novo
presidente
da
Nacional
da
Federação
Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave, Alarico
Assumpção
Jr.,
tomou posse oficialmente dia 1º de janeiro de 2015. Empresário
e
concessionário representante das marcas Volvo, Hyundai e Honda, o executivo
já
desempenhou,
na
entidade, a função de Presidente Executivo nos últimos triênios, e agora será o novo da entidade, sucedendo Flavio Meneghetti, que esteve à frente da Fenabrave de 2012 a 2014.zem parte da nova Diretoria Executiva da Fenabrave, que acompanhará Alarico Assumpção Jr. durante o Triênio 20152017, o 1º Vicepresidente, Luiz Romero C. Faria, e o 2º Vicepresidente, José Carneiro de Carvalho Neto, além dos vicepresidentes abaixo: Vicepresidência executiva: Ricardo Lima João Batista Simão Marino Cestari Filho Sergio Dante Zonta Paulo de Tarso Costabeber Antonio Figueiredo Netto "Ad Hoc"
Luciano Piana José Maurício Andreta Jr. Luiz Antonio Sebben Glaucio José Geara Waleska Cardoso Octávio Leite Vallejo
Clipping Milhares de metalúrgicos protestam na Via Anchieta contra demissões 4960150 - G1 - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEOMimO95F4H3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/01/milhares-de-metalurgicos-protestam-naanchieta-contra-demissoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Do G1 São Paulo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960150.pdf
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12/01/2015 11h39 Atualizado em 12/01/2015 15h39
Milhares de metalúrgicos protestam na Via Anchieta contra demissões Eles são contra as 800 demissões na Volkswagen e 160 na Mercedes. Cerca de 11 mil metalúrgicos chegaram a interditar os dois sentidos da via.
Do G1 São Paulo FACEBOOK
Metalúrgicos de seis montadoras protestaram na Via Anchieta na manhã desta segundafeira (12) contra as demissões nas unidades da Volkswagen e da MercedesBenz, em São Bernardo do Campo, no ABC. O protesto, que se dispersou por volta das 11h, foi pacífico. Nos cálculos dos sindicatos, o protesto mobilizou 20 mil trabalhadores de seis montadoras. Já a Polícia Rodoviária Estadual contabilizou 11 mil manifestantes, como mostrou o SPTV. A Rodovia Anchieta teve dois pontos de bloqueio nas pistas marginais por causa da manifestação que reuniu funcionários de várias montadoras. Um grupo saiu da Volkswagen, na altura do km 23, no sentido São Paulo. O outro caminhou pelo km 16, na altura da Mercedes, no sentido litoral. Os grupos se encontram na altura do km 21. O congestionamento, no sentido litoral, chegou a 3 km. Por volta das 11h, o protesto foi encerrado. Às 11h20, não havia mais lentidão, segundo a Ecovias, concessionária que administra a via.
O anúncio das 800 demissões na Volkswagen aconteceu na terçafeira (6), dia em que cerca de 11 mil empregados voltavam nesta semana de uma licença remunerada de quase 30 dias. “Cada ação como essa e as demonstrações de solidariedade dão firmeza aos trabalhadores de continuar acreditando que a reversão das demissões é possível. Essa parceria no Brasil inteiro está sendo demonstrada”, afirmou Rafael Marques, que é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
saiba mais Volkswagen demite 800 funcionários de fábrica no ABC paulista Funcionários da Mercedes encerram greve no ABC; Volks continua
Em nota, a empresa atribuiu as demissões às condições econômicas. "Em razão do cenário do setor automotivo, diversas medidas de flexibilização da produção foram aplicadas desde 2013, como por exemplo férias coletivas, suspensão temporária dos contratos de trabalho (layoff), entre outras. No entanto, todos os esforços não foram suficientes", afirmou a empresa em nota.
No ano passado, as exportações também foram prejudicadas com problemas na Argentina. Além disso, o Gol, modelo mais popular do Brasil há 27 anos, perdeu a liderança para o Fiat Palio no ano passado, conforme divulgado pela federação dos concessionários, a Fenabrave, nesta terça. Tudo isto fez com que a produção encolhesse 15%, segundo a Volkswagen. Desde 2012, o governo brasileiro ofereceu incentivos tributários para o setor, por meio de desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Em troca, as fabricantes deveriam manter o nível de emprego. De acordo com o Sindicato dos metalúrgicos do ABC, a empresa já havia dito que há um excedente de 2 mil trabalhadores na fábrica. Em dezembro, os trabalhadores rejeitaram proposta de mudanças em acordo com a companhia que previa estabilidade de emprego na unidade até 2016. Mercedes Já a MercedesBenz anunciou a demissão de 260 funcionários em dezembro. Cerca de 100 colaboradores aderiram a um Plano de Demissão Voluntária. Entre quarta e quintafeira (8), os funcionários cruzaram os braços por 24h em solidariedade após a demissão dos colegas após o fim do período de suspensão de contrato, o chamado layoff.
Outra medida tomada pela montadora foi de prorrogar a suspensão do contrato de outros 750 funcionários até 30 de abril. Eles terão todos os custos assumidos pela empresa.
Manifestação de metalúrgicos bloqueou a Via Anchieta (Foto: Adonis Guerra/SMABC/Divulgação)
Clipping Greve no ABC faz Volkswagen perder 1.400 carros por dia 4960151 - JORNAL PEQUENO - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEMMRx0UZceQcsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://jornalpequeno.com.br/2015/01/12/greve-no-abc-faz-volkswagen-perder-1-400-carrospor-dia/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960151.pdf
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Motores Publicado em: 12/01/2015 - 09:32 Fonte: UOL
Greve no ABC faz Volkswagen perder 1.400 carros por dia
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Volks em transe: trabalhadores parados anulam produção de 7 mil carros na semana. (Foto: Reprodução/UOL)
A cada dia de greve, a fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) deixa de produzir cerca de 1.400 carros. A informação é de fontes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A empresa
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não quis se pronunciar sobre isso, mas não negou o número.
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A unidade Anchieta da Volks está parada desde a manhã de terça (6) como resposta à demissão de cerca de 800 funcionários, comunicada logo após a volta das férias coletivas. Cerca de 13 mil pessoas trabalham na fábrica, produzindo os modelos Gol, Polo/Polo Sedan, Saveiro/Saveiro Cross. Geral
Até o final desta semana útil (encerrada no sábado), portanto, a Volks terá deixado de fabricar cerca de 7.000 carros. É incerto, até o momento, se a situação será normalizada na próxima semana. Pessoas ligadas ao sindicato afirmam haver preparativos para um ato de protesto na segunda-feira (12), às 7h, em frente à fábrica da Volks. A nova manifestação deverá contar com a participação de funcionários
Funcionários da Câmara começam a ser recadastrados a partir desta quarta-feira Imperatriz
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de outras montadoras. Convites foram feitos ao corpo de funcionários de Ford, Toyota (da área de fabricação de peças) e Scania. Trabalhadores da fábrica de caminhões Mercedes-Benz, que também fizeram protesto nesta sexta-feira contra demissões no ABC, podem aderir à ação da próxima semana.
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Em baixa Cidade
Relatório aponta crescimento da violência na ilha de SL em 2014
Foco da fábrica em crise, as vendas de carros de passeio e utilitários leves em 2014 foram particularmente ruins para a Volkswagen: a montadora registrou recuo de 13,5% ante 2013 (foram 576,6 mil emplacamentos), quase o dobro da retração do mercado em geral. No ranking das montadoras, ficou em terceiro lugar (17,32%), atrás de Fiat (20.97%) e General Motors
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Trabalhadores reclamam da demora para dar entrada no segurodesemprego
Seu principal produto, o compacto Gol, perdeu a liderança de vendas no país após 27 anos, sendo ultrapassado pelo Fiat Palio em 385 unidades, segundo dados da Fenabrave (o Gol teve 183.356 emplacamentos). A marca também perdeu espaço na venda direta a frotistas, outro segmento dominado pelas rivais.
Ano 63 - terça-feira, 13 de janeiro de 2015
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Comentários John Cutrim
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Bandidos não mandam flores
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2014, o ano mais violento na história do Maranhão foi no “governo dos sonhos”… Comentar como Visitante, ou logar:
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Clipping IQA amplia calendário com treinamentos aos sábados e à noite 4960152 - MAXPRESS NET - WEB - WEB - 12/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEEOmlLhpjWZ0FcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,728943,IQA_amplia_calendario_com_treinamen tos_aos_sabados_e_a_noite,728943,10.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960152.pdf
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busca avançada Pautas | Companhia de Imprensa | 12/01/2015 15:01:25 | 59 Acessos
IQA amplia calendário com treinamentos aos sábados e à noite
Ao todo, serão oferecidos 11 cursos em horários alternativos O IQA Instituto da Qualidade Automotiva, organismo de certificação acreditado pelo Inmetro, anuncia que contará com calendário de treinamentos expandido em 2015, com oferta de cursos aos sábados e no período noturno, na cidade de São Paulo. "Tratase de uma solicitação antiga de nossos clientes, que precisam cada vez mais otimizar o tempo nas empresas", afirma o engenheiro Mario Guitti, superintendente do IQA. Guitti comenta que a escolha dos treinamentos foi realizada após criteriosa avaliação de interesses. "São cursos de interesse de profissionais de diversos segmentos do setor automotivo, inclusive de consultorias, que pelo perfil de atividade não tinha disponibilidade de tempo no horário comercial", explica. Entre os treinamentos disponíveis, destaque para os cursos de Ferramentas da Qualidade, Especialista e Qualidade de Fornecedores, APQP 2ª Edição, Liderança, VDA 2ª Edição, Formação de Green Belts (Metodologia Seis Sigma), FMEA 4ª edição, IMDS (e sua Integração com APQP e o PPAP), e MASP básico (veja relação completa na tabela abaixo). Calendário 2015 Além dos treinamentos aos sábados e à noite, o IQA conta com extenso calendário para 2015, com mais de 40 cursos de diferentes ferramentas da qualidade, todas elas aplicadas no setor automotivo, e que podem ser empregadas na indústria, no comércio e também na área de serviços. Os treinamentos são realizados em diversas localidades nos estados de São Paulo (Capital, Campinas, Sorocaba e Piracicaba), Bahia (Camaçari), Paraná (Curitiba) e Rio Grande do Sul (Caxias do Sul), sempre por instrutores homologados pelo IQA. "Realizar treinamentos com o IQA significa ter acesso às melhores ferramentas da qualidade e obter um diferencial reconhecido por montadoras (Anfavea), fabricantes de peças (Sindipeças), concessionárias (Fenabrave) e oficinas (Sindirepa), condição que somente pode ser oferecida por um organismo que atende exclusivamente o setor automotivo", afirma Mario Guitti.
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http://wwww.autodata.com.br Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\14\4960177.pdf
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07/01/2015
Caminhões e ônibus: financiamento via PSI poderá ser ampliado para até 90%. AutoData
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Crédito - 06/01/2015 18:00 Viviane Biondo
Caminhões e ônibus: financiamento via PSI poderá ser ampliado para até 90%. Mais novidades na linha PSI na modalidade caminhões, ônibus e implementos surgiram na terça-feira, 6: a participação máxima do BNDES no financiamento destes veículos por meio desta linha do Finame poderá ser ampliada para até 90% do valor do bem. Segundo circular do próprio BNDES as pequenas empresas podem financiar 70% do valor com taxa de 9,5% ao ano, enquanto as grandes emprestam 50% com taxa de 10% ao ano. Essas regras já haviam sido divulgadas no apagar das luzes do ano passado. A novidade é que os outros 20% e 40% que compõem, respectivamente, o valor do bem, poderão também ser financiados por meio do PSI, permitindo ao comprador reduzir o valor de entrada para 10% – mas as condições são diferentes. Empresas que optarem por maior fatia financiada terão de arcar com aumento no custo financeiro da operação – válido só para a diferença –, que poderá ser calculado por meio de três diferentes bases: variação da unidade monetária do BNDES acrescida de encargos da Cesta de Moedas, variação do dólar acrescida dos encargos da Cesta de Moedas ou ainda taxa média Selic acumulada, apurada pelo Banco Central em base diária. No caso das pequenas empresas, somam-se, ainda, taxa de remuneração do BNDES de 1,2% ao ano e taxa de intermediação de 0,1% ao ano. Para empresas maiores a taxa de remuneração é também de 1,2% ao ano, mas a taxa de intermediação sobe para 0,5% ao ano. Fonte ligada ao governo federal ouvida pela Agência AutoData entende que, na prática, a iniciativa representa uma nova taxa de juros para o PSI: “O cliente de uma grande empresa financiará 50% do bem com juros de 10% ao ano e os outros 40% com taxa maior, de
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mercado. Supondo que esta seja de 14%, no resultado final a operação terá taxa de cerca de 12,5% ao ano”. As regras valem para ônibus, chassis e carrocerias para ônibus, caminhões, caminhõestratores, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semirreboques, chassis e carrocerias para caminhões, incluídos semirreboques tipo dolly e semelhantes, carros-fortes e equipamentos especiais para chassis como plataformas, guindastes, betoneiras, compactadores de lixo e tanques. O prazo máximo para financiamento é de 72 meses, com carência de três a seis meses. Cada grupo econômico poderá emprestar até R$ 200 milhões. De acordo com a circular os pedidos de financiamento poderão ser protocolados até 27 de novembro de 2015 por meio das modalidades simplificada ou convencional. A circular informa ainda que “para fins de controle de comprometimento dos recursos o BNDES poderá solicitar, a qualquer tempo, o envio de informações relativas a operações em curso nos agentes financeiros, bem como definir limites de comprometimento por agente financeiro”. Embora estas regras do PSI para 2015 já tenham sido publicadas, fontes ligadas ao governo não descartam a divulgação de novas circulares nos próximos dias: “O BNDES está ajustando seus sistemas às novas normas e levará ainda alguns dias para a operação deste ano começar. Ajustes, portanto, não estão descartados”. Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, comentou na terça-feira, 6, que mesmo com as taxas de juros mais altas para o PSI este ano o cenário para os comerciais “não é de todo ruim”. E justificou: “Foi difícil conseguir a postergação do PSI, conversamos com o BNDES diuturnamente. O desafio agora é garantir que os recursos liberados, de R$ 16 bilhões, sejam aplicados”. Sobre o esperado programa nacional de renovação de frota de caminhões, o presidente da Fenabrave revelou que “o Tesouro argumenta não ter os recursos necessários, mas reduzimos o volume anual contemplado e esperamos avançar em breve. O projeto está 95% alinhavado”.
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Clipping Para Fenabrave, mercado em 2015 será muito próximo ao de 2014 4960184 - AUTODATA - WEB - WEB - 06/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pZLzRcUOEENDU5BWfrCRk8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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07/01/2015
Para Fenabrave, mercado em 2015 será muito próximo ao de 2014 AutoData
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Projeções - 06/01/2015 18:21 André Barros
Para Fenabrave, mercado em 2015 será muito próximo ao de 2014 Um ano muito parecido com 2014. Essa é a expectativa para 2015 da Fenabrave, que divulgou na terça-feira, 6, projeção de leve queda de 0,5% nas vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus com relação ao ano passado, ou exatas 3 milhões 479 mil 343 unidades. O viés ligeiramente negativo do resultado contrasta com a expectativa da maioria dos executivos da indústria, que projeta vendas de estáveis para cima. Tereza Fernandez, colaboradora econômica da associação, justificou o índice: “O preço dos carros vai aumentar com o fim da redução do IPI e isso impactará o consumidor, que já convive com a inflação. Se a renda do trabalhador crescesse, sem o nível atual de endividamento das famílias, e o crédito estivesse com maior disponibilidade, talvez o mercado não caísse”. Nos cálculos, porém, não estão considerados eventuais impactos da nova lei que facilita a retomada do veículo no caso de inadimplência. Fernandez argumenta que “a lei é nova e não sabemos como quantificá-la nas projeções, e por isso fizemos a análise sem considerála”. A consultora considerou que a projeção não é pessimista nem otimista, “mas realista”. Admitiu, porém, que a associação possa revisar o número mais adiante, mas considerou que tem como base as estimativas com relação à economia e o PIB.
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Para Fenabrave, mercado em 2015 será muito próximo ao de 2014 AutoData
Segundo Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, o impacto médio nos preços dos carros será de 3% a 5% com a recomposição do IPI. As vendas de janeiro, porém, deverão ser aceleradas, vez que indústria e rede se prepararam com estoques altos ainda com o IPI antigo, de unidades faturadas em 2014. “Temos de 25 a 45 dias de vendas sem incidência da nova alíquota, com estoques que giram em torno de quatrocentas mil unidades. Só em fevereiro ou março os preços deverão subir efetivamente.” Para o presidente a grande questão do ano será mesmo o comportamento dos bancos e agentes financeiros: “Estão mais dispostos a liberar crédito, mas as aprovações ainda estão baixas. Em média três a cada dez pedidos são aprovados. A nova lei da retomada pode alterar esse cenário e aumentar em até 20% as vendas, mas não sabemos efetivamente qual será o impacto no mercado”.
VW demite oitocentos na Anchieta e trabalhadores decretam greve (noticias/20597/vw-demite-oitocentos-na-anchieta-e-trabalhadores-decretam-greve) Montadora notificou metalúrgicos, que retornavam das férias coletivas, por telegrama
Caminhões e ônibus: financiamento via PSI poderá ser ampliado para até 90%. (noticias/20595/caminhoes-e-onibus-financiamento-via-psi-podera-ser-ampliado-para-ate90) BNDES divulgou primeira circular de operação da linha, válida até 27 de novembro deste ano http://www.autodata.com.br/noticias/20596/parafenabravemercadoem2015seramuitoproximoaode2014
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