Clipping Fenabrave 16.05.2014

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Clipping Vendas de veículos caem 5% 4314080 - CRUZEIRO DO SUL - ECONOMIA - SOROCABA - SP - 05/05/2014 - Pág B2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Cp1/5vsIGvkJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SOROCABA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4314080.pdf

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Clipping Vendas da linha HB20 crescem 17% 4314465 - JORNAL DE PIRACICABA - ECONOMIA & NEGÓCIOS - PIRACICABA - SP - 07/05/2014 Pág B1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=c+q80I7kAlbH3GwoB1+sdMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: PIRACICABA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4314465.pdf

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Clipping Vendas caem 5% no primeiro quadrimestre 4316173 - JORNAL NH - MOTORES - NOVO HAMBURGO - RS - 07/05/2014 - Pág 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WM+YrT2Mz+6RP+xR15uVF8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: NOVO HAMBURGO Estado: RS País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4316173.pdf

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Clipping Fiat apresenta versão aventureira do Palio Fire 4316332 - PRIMEIRAMÃO - PRIMEIRAMÃO - SÃO PAULO - SP - 13 a 14/05/2014 - Pág 01 e 04 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=lECLJrCubEWLtgoo4U+fAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Acelerando 4317461 - MONITOR MERCANTIL - OPINIÃO - RIO DE JANEIRO - RJ - 13/05/2014 - Pág 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=49B65f3uW1/ZnF6Mu7ZQE8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Gol retoma a liderança de vendas em abril 4317610 - JORNAL INTERAÇÃO - VEÍCULOS - ARAXÁ - MG - 09/05/2014 - Pág 1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vfbeQdmm8SBqJoxYLFL7nMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARAXÁ Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4317610.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 30,03 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 30,03 Total: 0,0000



Clipping Vendas de veículos caem 5% no 1º quadrimestre 4317613 - JORNAL INTERAÇÃO - VEÍCULOS - ARAXÁ - MG - 09/05/2014 - Pág 1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vfbeQdmm8SA/LTaVk/dxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARAXÁ Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4317613.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 30,03 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 30,03 Total: 0,0000



Clipping PIB do primeiro trimestre pode mostrar desaceleração afirmam economistas 4318321 - VALOR ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - SP - 16/05/2014 - Pág A2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=CZPfyKwrhY8j66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Arícia Martins Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4318321.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000


Jornal Valor --- Página 2 da edição "16/05/2014 2a CAD A" ---- Impressa por cgbarbosa às 15/05/2014@22:40:32 Jornal Valor Econômico - CAD A - BRASIL - 16/5/2014 (22:40) - Página 2- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

A2

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Valor

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Sexta-feira e fim de semana, 16, 17 e 18 de maio de 2014

Brasil

Mercadoestáatentoà PIB do primeiro trimestre pode mostrar rejeiçãodeDilma desaceleração, afirmam economistas Claudia Safatle

É

o aumento da rejeição da presidente Dilma Rousseff, e não a queda das intenções de voto, o que chama a atenção dos analistas de mercado para as pesquisas — tanto as realizadas pelos institutos e registradas na justiça eleitoral quanto às feitas por encomenda, para o consumo interno de algumas instituições financeiras. Segundo o Datafolha, em outubro o índice de rejeição dos eleitores à Dilma era de 27%. Caiu para 25% em novembro, subiu para 33% em abril e chegou a 35% em maio. Aécio Neves, candidato à Presidência da República pelo PSDB, e Eduardo Campos, pelo PSB, também apresentam elevados índices de rejeição, de 31% e 33%, respectivamente. Mas quando ela se revela sobre a pré-candidata conhecida e testada no governo há pelo menos três anos e meio, a informação é mais forte e a rejeição é de difícil reversão. Tão importante quanto saber dos rumos da taxa de juros, da renda variável e do câmbio, agora, é tomar o pulso dos eleitores. Há, no mercado financeiro, economistas e analistas especializados na leitura de pesquisas.

Preços dos ativos indicam aposta no segundo turno O alto índice de rejeição da presidente seria um dos sinais mais contundentes de que haverá segundo turno e, provavelmente, com Aécio Neves na disputa. Se ele chegar às vésperas das eleições em queda, Dilma será reeleita. Mas se Aécio estiver em uma curva ascendente, as chances de ele ser vitorioso são grandes. Várias outras possibilidades saem dos números, dependendo das combinações. Por exemplo, se a presidente e os votos nulos e brancos — em torno de 25% a 30%, enquanto o padrão seria de 9% permanecerem nos patamares de hoje, Dilma poderia até ganhar no primeiro turno. A rejeição de Dilma indica que aquele contingente é de eleitores da oposição. Trata-se de um quadro bem diferente da rejeição a um candidato que pouco se conhece, argumentam os analistas. Em resumo: “Um candidato à reeleição em geral só perde para si mesmo”. Essa é a visão que orienta a dinâmica dos mercados, hoje. “Se Dilma estivesse com o jogo ganho, certamente a Bolsa de Valores estaria mais baixa e os juros e o dólar mais altos”, aposta uma fonte da área financeira que há anos acompanha as pesquisas eleitorais. Os preços dos ativos, por enquanto, não refletem a vitória nem a derrota da presidente. Eles vislumbram o segundo turno. Os mercados, no Brasil, exercem muito pouca, praticamente nenhuma, influência nas intenções de voto da população. Do conjunto de pesquisas se extrai quatro grandes preocupações da sociedade - saúde, educação, segurança e corrupção. Esta última pela primeira vez está entre as maiores inquietações dos eleitores. O debate que no momento ocupa o tempo dos pré-candidatos à Presidência estaria, na ótica desses analistas,

totalmente descolado dos reais interesses do cidadão. Inflação, autonomia do Banco Central, represamento de preços administrados, política industrial, papel do BNDES na economia, são assuntos importantes para os agentes econômicos e caros ao mercado financeiro, mas de pouca serventia à conquista de votos. Assim como as críticas do ex-presidente Lula à mídia e o perigoso desejo de enquadrá-la ao sabor das suas ideias não sensibilizam o eleitor, que está mais interessado em saber quando diminuirão as filas dos hospitais públicos. O consumidor percebe que a inflação está elevada, checa os preços a cada vez que vai ao supermercado. Mas ele está empregado, seu salário foi reajustados pela inflação passada mais um ganho real e o poder de compra está preservado. Portanto, acreditam esses economistas, não é a inflação que aumenta a rejeição da presidente Dilma. Nesse aspecto, arriscam uma explicação: a nova classe média, que deixou a pobreza nos anos mais recentes, tem renda de US$ 15 mil mas demanda bens e serviços de trabalhadores com renda de US$ 30 mil por ano. Ela tornou-se mais seletiva, mais crítica e menos tolerante com a baixa qualidade dos serviços prestados pelo Estado. A disputa sobre quem vai melhor atender a essas novas necessidades, em um curto período de campanha, estimula o discurso populista. “Como a campanha começa mesmo depois da Copa do Mundo, não haverá tempo hábil para os candidatos firmarem um contrato com a sociedade, a não ser o do discurso populista”, observou um analista. No Palácio do Planalto, a determinação é de rebater todas as críticas que vierem da oposição e defender os quase quatro anos de governo Dilma. Cumprindo rigorosamente o “script”, ministros e auxiliares graduados foram instados a procurar a imprensa para responder às críticas sobre o excesso de subsídios concedidos pelo governo em nome de uma suposta política industrial, sobre o gigantismo assumido pelo BNDES como um banco do Tesouro Nacional, assim como à política de represamento de preços de energia elétrica, combustíveis e tarifas de transportes urbanos. Em relação à algumas dessas questões, as diferenças entre os pré-candidatos começaram a surgir. Eduardo Campos e Aécio apoiam a autonomia operacional do BC, estabelecida em lei, para que a autoridade monetária possa cumprir a meta de inflação. Segundo o presidente do PT, Rui Falcão, o partido é contra essa proposta. Aécio, em texto publicado no Valor no dia 2 de maio, feito em parceria com Armínio Fraga, considerou um “exagero” a política de concessão de recursos subsidiados pelo BNDES, em benefício de poucas empresas e em detrimento do restante da sociedade. O ministro do Desenvolvimento, Mauro Borges, saiu em defesa do banco e dos subsídios. Esta semana, em entrevista à Folha de São Paulo, o ministro chefe da Casa Civil, Aloysio Mercadante, justificou o represamento de preços públicos como forma de proteção ao consumidor. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou que não há preços represados. Os candidatos das oposições criticaram o modelo de gestão econômica do PT. Pela leitura que analistas do mercado financeiro fazem das pesquisas, Dilma, Aécio e Campos não ganharam um voto sequer nessa discussão. As questões macroeconômicas, reiteram essas fontes, não vão definir as eleições deste ano. Claudia Safatle é diretora adjunta de Redação e escreve às sextas-feiras E-mail claudia.safatle@valor.com.br

Arícia Martins De São Paulo

O que os economistas esperam

A retração mais forte que o esperado das vendas do comércio varejista em março, divulgada ontem na Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, reforçou a percepção de que a atividade econômica encerrou o primeiro trimestre em ritmo fraco, assim como expectativas de desempenho modesto do Produto Interno Bruto (PIB) no início do ano. Para economistas consultados pelo Valor, tanto a indústria como o consumo devem ter levado o PIB a desacelerar no período de janeiro em março, em relação aos últimos três meses de 2013, feitos os ajustes sazonais. A alta, segundo analistas, não deve ter passado de 0,5%. Em março, devido ao comportamento ruim das vendas e da produção, a estimativa média de 18 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data aponta que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) ficou estável sobre fevereiro, também no cálculo dessazonalizado, após ter crescido 0,24% na comparação anterior. As projeções para o indicador do BC que funciona como um termômetro do PIB, a ser divulgado hoje pela autoridade monetária, vão de queda de 0,8% até avanço de 0,6%, e estão mais dispersas neste mês em função da reformulação da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF), também do IBGE. A alteração deve gerar uma revisão para trás na série do IBC-Br. Após a frustração com os resultados da PMC — que mostraram recuo de 0,5% do volume de vendas do varejo restrito (que exclui automóveis e material e construção) e queda de 1,2% no segmento ampliado entre fevereiro e março — o economista Ra-

Projeções para o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) - em % Março/Fevereiro*

Instituição Barclays

Março14/Março13

0

BB DTVM

-0,2

-0,2

Banco ABC Brasil

1,1

-0,1

0,2

Banco Brasil Plural

0,2

Banco Fator

0,6

-0,4

BI&P

-0,2

HSBC

-0,2

INVX Global

0,2

-0,3

BES Investimento

-0,2 0 -0,3

-0,8

0,9

Itaú Unibanco

0

0,1

LCA Consultores

0

0,2

MCM Consultores

0

Opportunity

0,2

-0,3

-0,3

-0,2

Quest Investimentos Rosenberg & Associados

0 0,5

Santander Tendências Consultoria

1,7

-0,1

Votorantim Corretora

Média

0,8

0,6 0 0,9

0,3

0

0,3

Fontes: Instituições financeiras e consultorias *Dado com ajuste sazonal

fael Bacciotti, da Tendências Consultoria, reviu ligeiramente para baixo sua estimativa para a trajetória do IBC-Br no período, de expansão de 0,1% para recuo da mesma ordem. “O primeiro trimestre parece ter sido bem fraco, o que é respaldado tanto pelos dados de atividade industrial como do comércio”, diz. Bacciotti lembra que, na passagem mensal, a produção industrial encolheu 0,5% no encerramento do trimestre, o que resultou em queda de 0,4% do setor de janeiro a março ante os últimos três meses de 2013, feitos os ajustes sazonais. Segundo ele, a nova metodologia da PIM provocou variação abaixo do previsto da produção, o que coloca perspectiva de redução em sua estimativa de alta de 0,2% para o PIB no primeiro trimestre. O varejo também não ganhou fôlego na

análise trimestral: as vendas no conceito restrito subiram apenas 0,3%, enquanto o setor ampliado, que inclui automóveis e construção, diminuiu 0,2%. Para Daniel Moreli Rocha, do banco BI&P, o IBC-Br cedeu 0,2% em março, ao passo que o PIB deve ter crescido 0,3% na abertura do ano. Em sua avaliação, no primeiro trimestre, o aumento da inflação prejudicou a margem de lucro das empresas e corroeu a renda do consumidor, o que, junto à perda de confiança, moderou a evolução das vendas e gerou aumento de estoques na indústria. No setor manufatureiro, o economista acrescenta que houve influência negativa do setor externo, com a crise na Argentina. “Temos grandes chances de ver a Argentina entrando em recessão técnica [quando o PIB recua por dois trimestres segui-

dos], o que é prejudicial para o Brasil e principalmente para a indústria automobilística.” Bacciotti, da Tendências, nota que houve uma melhora das vendas internas e da produção desse segmento em abril, após desempenho pífio no primeiro trimestre. Segundo dados da Fenabrave (entidade que reúne as concessionárias do país) dessazonalizados pela consultoria, os licenciamentos aumentaram 5,2% no mês passado, após retração de 4,6% em março. O economista ainda menciona outros indicadores antecedentes positivos para a atividade no período, como a alta de 9,6% da produção de veículos, o avanço de 0,2% do fluxo pedagiado de veículos pesados e, ainda, a expansão de 0,9% da expedição de papelão ondulado. Nos cálculos do analista, os antecedentes apontam para aumento de 0,5% da produção industrial em abril, mas isso não significa que a atividade entrou em rota de recuperação. “A piora da economia argentina e o patamar baixo da confiança industrial dificultam uma retomada do setor”, diz, enquanto, do lado do varejo, a piora do humor dos consumidores e a desaceleração do mercado de trabalho devem manter a demanda em nível modesto. Já Fernanda Consorte, do Santander, projeta que a produção voltou a cair em abril, com retração de 0,4%. Para o mês passado, embora o modelo de projeções atual aponte para alta de 0,6% do IBC-Br, Fernanda avalia que o indicador pode mostrar leve queda na comparação mensal, enquanto o PIB deve ter ficado estável no trimestre. Ela explica que a revisão da PIM-PF elevou a dose de incertezas nas projeções de atividade, mas, independentemente de mudanças metodológicas, a economia não deve ganhar ritmo ao longo do ano.

Inflação e Carnaval afetam vendas do varejo em março Camilla Veras Mota e Diogo Martins De São Paulo e do Rio Pressionadas pela inflação de alimentos mais alta, as vendas do varejo em março caíram 0,5% sobre fevereiro, depois de subirem 0,2%, de acordo com a série dessazonalizada do segmento restrito da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A redução de dias úteis por conta do Carnaval e o feriado de Páscoa, neste ano comemorado apenas em abril, também tiveram efeito importante sobre o resultado, afirmam economistas ouvidos pelo Valor. No confronto com março do ano passado, o varejo restrito, que exclui os automóveis e material de construção, vendeu 1,1% menos, depois de alta de 8,5% em fevereiro, na mesma comparação. Apesar da expectativa de recuperação em abril, os analistas esperam um comportamento mo-

derado do comércio durante o ano, em linha com a atividade, e um índice fechado abaixo dos 4,3% registrados em 2013. A queda de 1% nas vendas dos supermercados em relação a fevereiro, o pior resultado nessa comparação desde agosto de 2012, foi diretamente influenciada pela alta de 2,43% nos preços dos alimentos consumidos em casa apurado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em março, avalia Mariana Oliveira, da Tendências Consultoria. O choque causado pela seca em alguns Estados produtores, porém, já mostrou alívio no indicador de abril, que desacelerou para 1,52%, ressalta. A renda das famílias também deve ajudar o segmento nos próximos meses, acrescenta Paulo Neves, da LCA Consultores. “Os rendimentos continuam desacelerando, mas em um ritmo menor do que em 2013”, afirma. As vendas da atividade de veículos e motos, que encolheram 16% no confronto com março de 2013, já refletem a recomposição

do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), pondera a técnica da coordenação de serviços e comércio do IBGE, Aleciana Gusmão. Impactado pelo efeitocalendário e pela maior restrição do crédito, o desempenho foi a principal contribuição negativa para o resultado do varejo ampliado, que reduziu 5,7% na mesma comparação. Com aumento de 1,5% nas vendas em relação ao mês anterior, o ramo de móveis e eletrodomésticos conseguiu manter números positivos por conta do programa do governo federal que subsidia crédito para a compra desses produtos, acredita Mariana, da Tendências, e por uma venda antecipada de televisores para a Copa. Neves, da LCA, coloca ainda um possível efeito do câmbio, cuja média passou de R$ 2,38 em janeiro e fevereiro para R$ 2,32 em março. Isso pode ter ajudado a segurar os preços dos eletrodomésticos, que caíram 0,34% no período, de acordo com o IPCA. Também na contramão, os ar-

tigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria cresceram 0,5% e 9,6% em relação ao mês anterior e a março de 2013, respectivamente. Para a economista, o resultado reflete os preços mais contidos desse segmento, influenciados principalmente pelo aumento da competitividade no setor de farmácias. A perda de fôlego do varejo em março desacelerou o indicador acumulado em 12 meses do segmento restrito de 5% para 4,5%. Para Neves, esse movimento deve continuar durante o ano e levar o índice fechado em 2014 para um patamar entre 3,5% e 3,8%. Segundo o economista, as categorias mais ligadas ao crédito, cada vez mais caro e menos disponível, devem ser a principal influência negativa. A Tendências estima alta de 4,1%. Depois da divulgação da PMC, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou ontem sua projeção de 5,3% para 4,9% . (Colaborou Alessandra Saraiva, do Rio)

Índice de empresas citadas em textos nesta edição Acciona B4 ACG B5 Adidas A10 AES B3 Alcatel One Touch B6 Aliansce B1 Alibaba A13 ALL B3 Alstom A11 Apple B6 Associated Press B8 Astrazeneca A11 Avianca B7 Azul B7 Banco Brasil Plural A3 Banco do Brasil C1, C3, C8 Banco Español de Crédito C16 Bank of America C16 Banrisul C3 BES Investimento C2 BI&P A2 BicBanco C8 BM&FBovespa B11, C16 Boeing B6 BofA B11 Bonaire B3 BP B5 Bradesco B3, B11, C1, C3, C16

Brandes Investment Partners C16 Braskem C8 BRF C8 BRMalls B1 BTG B11, C8 Caixa C3, C8 Camargo Corrêa B3, B12 Capsulgel B5 Castro Mello B8 Caterpillar B5 CEB B8 Celesc A3 Cemat B2 Cemig C2 Cesp B1 Chesf A3 Cipatex B4 Citi B11 CNH B5 Copel A3 Copersucar B12 CPFL B3, C1 Credit Suisse C1 Cteep B2 Cyrela B5 Datagro B10 DBRS C16 Deutsche Bank C16 DoubleLine Capital C16

eBay A13 EchoStar B6 EDF B3 Eldorado Brasil Celulose B5 Eletrobras A3, B2, B3 Eletronorte B2 Eletropaulo A3, B3 Energisa B3 Eneva B3 Equatorial B3 Escritório Carvalhaes B11 Facebook A4 Fator Corretora C2 FCA B3 FTC B3 Furnas B2 GDF Suez B3 GE A11, B4 GE Lighting B8 General Shopping B1 Gerdau C8 Globo B8 Gol B7 Google B5, B6 Grupo Rede B3 GS&BW B1 GVT B6 Hewlett-Packard B8 HRT B5

HSBC C1, C3 IBM C8 Intelsat B6 Iochpe Maxion B3 Isofilme B5 Itaú BBA C8 Itaú Unibanco B11, C1, C16 J&F B5 J.P. Morgan B3, C16 JBS B5, B11 John Deer B5 Komatsu B5 Labhoro Corretora B11 LAN B7 Landis+Gyr B2 Latam B7 LCA A2 Li & Fung A10 Liebherr B5 Light A3, B2 Logum Logística B12 Losango C1 Maersk Oil B5 Maxtera B6 McKinsey A13 Microsoft B6, B8 Morgan Stanley C8 Morningstar C16 Motorola B6 MRS Logística B3

Neonergia B3 Newedge B11 Nike A10 Nokia B6 Odebrecht B12 OGpar B4 OGX B4 Oi B6 Paulistana B6 Petrobras B4, B12 Pfizer A11 PHDerivativos B11 Portugal Telecom B6 Prática B5 Raízen B12 Rede B3 Renar B11 Rexam B5 SA Commodities B11 Sabesp A3 Samsung B6 Santander A2, C1, C3, C8, C16 Schwing B5 Shandong Sunrise Group B11 Siemens A11, B8 Sonae Sierra Brasil B1 Sony B6 Standard & Poor’s C8

State Grid B3 SulAmérica C1 TAM B7 Target A10 Taurus B1 Telecom Italia B6 Telefônica B6 Tendências A2, A3, B11 Tigre B5 TIM B6 TLSA B3 Toshiba B2 Tractebel B3 Tweedy, Browne Co. C16 Twitter A4 Uniduto Logística B12 Unilever B5 Unimar B11 Unimed B6 VBC Energia B3 Vetria B3 Vivo B6 Votorantim B3, C8 Walmart A10, B8 Wilson Sons B3 XCMG B5 Yoki B5 Yue Yuen A10


Clipping Fiat “Uno” se recupera nas vendas da primeira quinzena de maio 4319518 - TRIBUNA DO NORTE - WEB - WEB - 16/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp79GY7J4Y8QZpsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://blog.tribunadonorte.com.br/autosemotores/2014/05/16/fiat-uno-se-recupera-nasvendas-da-primeira-quinzena-de-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319518.pdf

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Clipping Saiba os preços dos seguros dos 5 carros mais vendidos 4319519 - CARSALE - WEB - WEB - 15/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp78TCupUahKui8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.carsale.uol.com.br/ultimas/2014/05/15/saiba-os-precos-dos-seguros-dos-5carros-mais-vendidos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319519.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


Saiba os preços dos seguros dos 5 carros mais vendidos Cotamos o valor das apólices dos modelos mais emplacados em abril da Redação Fotos: Divulgação

Seguro de carro definitivamente não é uma algo barato de adquirir. Para quem pensa em comprar um automóvel novo ou usado, vale considerar que em alguns casos o preço pode chegar a até 13% do valor do veículo. O Carsale cotou o valor do seguro dos cinco modelos mais vendidos no Brasil no mês de


abril, segundo o ranking da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Os carros foram escolhidos com base nas versões mais vendidas, todas com motorização 1.0, carroceria de quatro portas e preços de venda entre R$ 32 e R$ 35 mil. O cálculo feito pela Carsale Corretora de Seguros nas principais seguradoras (Azul, Bradesco, HDI Porto Seguro) levou em consideração o perfil de um segurado homem, casado, de 40 anos de idade e que usa o veículo para ir e voltar do trabalho (sendo que há estacionamento e/ou garagem fechada na residência e no local de trabalho), além de não residir em bairro considerado de alto risco. Confira a tabela abaixo com o menor e o maior valor encontrado para cada modelo:

Modelo

Menor preço

Maior preço

Volkswagen Gol

R$ 2.155,90

R$ 3.849,81

Fiat Palio

R$ 2.272,97

R$ 4.865,19

Chevrolet Onix

R$ 1.583,72

R$ 3.645,60

Ford Fiesta Rocam

R$ 1.461,13

R$ 4.379,77

Hyundai HB20

R$ 3.646,05

R$ 4.865,19

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Clipping Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? 4319521 - SEGS - WEB - WEB - 15/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp78j66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.segs.com.br/categoria-veiculos/158756--mercado-de-veiculos-esta-em-baixa-ehora-de-comprar.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319521.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? DSOP NOTÍCIAS - VEÍCULOS Texto..: 0

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Os últimos meses estão sendo marcados pela queda de vendas de veículos novos no Brasil. Os números apontam que a indústria automobilística encerrou o em abril com queda de 12% nas vendas frente ao mesmo mês do ano passado. Em todo 2014 o setor acumula redução de 5% nas vendas e redução de 12% na produção, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Essa queda é gerada por vários motivos, principalmente pelo alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico, que demonstra a necessidade de cautela. Além disso, também ocorreu a volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que refletiu no aumento no preço dos veículos. Quem quer aproveitar esse momento para melhor negociar essa compra, com certeza encontrará muitas promoções, pois os pátios das fábricas estão abarrotados e com as vendas de automóveis em queda o poder de argumentação é muito maior. Lembrando que as montadoras precisam fazer caixa, pelo menos 11 delas já anunciaram medidas para diminuir a produção no país, como férias coletivas, na tentativa de reequilibrar a oferta com o apetite do consumidor. Contudo, além dessa questão, o grande problema que observo é que a maioria dos consumidores só pensa nos valores da compra do veículo e das prestações que pagará mensalmente, esquecendo que isso ocasionará diversos outros custos, como despesas de manutenção, combustível, manutenção, IPVA, seguros, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas. Em média, o custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro, assim, manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais. Para saber o momento certo de adquirir um veículo é preciso descobrir em que situação financeira o consumidor se encontra, para tanto separo em três grupos a situação das finanças pessoais: os endividados, os equilibrados financeiramente e os poupadores, e cada um desses grupos devem tratar a compra de formas diferentes. Os endividados não devem nem pensar em comprar um veículo nesse momento, a prioridade deve ser sair das dívidas e um custo a mais em seu orçamento é praticamente assinar o certificado de falência financeira. A prioridade no momento deve ser resolver os problemas com finanças pessoais, reduzindo gastos desnecessários e caso tenha o sonho de ter um veículo, este deve ser planejado em um prazo longo de tempo, quando, além do fim das dívidas, essa pessoa já tenha feito uma poupança que dará a garantida de que pode comprar com reservas para os gastos extras que terá. Os equilibrados financeiramente também preocupam, pois, por não possuírem dívidas pensam que essa é hora de “investir” em um novo veículo ou em trocar o que já possui, agindo por impulso. Mas, não percebem que não possuem dinheiro em caixa para comprar à vista e que para um financiamento longo é necessário planejamento. Tornando esta compra o grande passo para sair do equilíbrio financeiro, se tornando endividado. Sem contar que se esquece do valor de manutenção que este veículo acrescentará em seu orçamento financeiro. O consumidor equilibrado deve refletir sobre se realmente quer esse bem de consumo, e caso a resposta seja positiva, iniciar imediatamente uma poupança, que terá como objetivo a troca., nunca se esquecendo dos gastos extras. Para os poupadores o momento é de análise, tendo que refletir se é realmente necessário um novo veículo, se for e tiver dinheiro para compra a vista, essa é uma boa hora. Se faltar alguma quantia que terá que financiar,pode até fazer, mas, cuidado para que a parcela caiba em seu orçamento mensal e que também tenha dinheiro para os gastos de manutenção.


Caso a pessoa já possua um veículo e queira outro, terá que refletir quais as vantagens de um novo carro e se os gastos de dois veículos não são arriscados. Sempre reforço que um veículo não é investimento, em função de sua rápida desvalorização. O consumo de bens deve sempre estar associado a reais necessidades e não a impulsos consumistas do momento. Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, autor do best seller Terapia Financeira e dos lançamentos Sabedoria Financeira e Papo Empreendedor.


Clipping Estudo da mobilidade urbana 4319522 - JORNAL DO COMÉRCIO (RS) - WEB - WEB - 16/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp792mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=161843#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Vinicius Ferlauto Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319522.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 23,10 Fechamento: 05/14 Tiragem: 248000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 23,10 Total: 0,0000



Clipping Uno se recupera no fechamento da primeira quinzena de maio 4319523 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - WEB - WEB - 16/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp78NYh1HTP9BlsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.noticiasautomotivas.com.br/?p=228139 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Ricardo de Oliveira Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319523.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000



Clipping PIB do primeiro trimestre pode mostrar desaceleração, afirmam economistas 4319524 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 16/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp79NkyH9SCS/hcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.valor.com.br/brasil/3550060/pib-do-primeiro-trimestre-pode-mostrardesaceleracao-afirmam-economistas#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Arícia Martins Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319524.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 117,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 21600233,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 117,00 Total: 0,0000


Im prim ir ()

16/05/2014 - 05:00

PIB do primeiro trimestre pode mostrar desaceleração, afirmam economistas Por Arícia Martins

A retração mais forte que o esperado das v endas do comércio v arejista em março, div ulgada ontem na Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, reforçou a percepção de que a ativ idade econômica encerrou o primeiro trimestre em ritmo fraco, assim como ex pectativ as de desempenho modesto do Produto Interno Bruto (PIB) no início do ano. Para economistas consultados pelo Valor, tanto a indústria como o consumo dev em ter lev ado o PIB a desacelerar no período de janeiro em março, em relação aos últimos três meses de 201 3, feitos os ajustes sazonais. A alta, segundo analistas, não dev e ter passado de 0,5%. Em março, dev ido ao comportamento ruim das v endas e da produção, a estimativ a média de 1 8 instituições financeiras e consultorias ouv idas pelo V alor Data aponta que o Índice de A tiv idade Econômica do Banco Central (IBC-Br) ficou estáv el sobre fev ereiro, também no cálculo dessazonalizado, após ter crescido 0,24% na comparação anterior. A s projeções para o indicador do BC que funciona como um termômetro do PIB, a ser div ulgado hoje pela autoridade monetária, v ão de queda de 0,8% até av anço de 0,6%, e estão mais dispersas neste mês em função da reformulação da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF), também do IBGE. A alteração dev e gerar uma rev isão para trás na série do IBC-Br. Após a frustração com os resultados da PMC - que mostraram recuo de 0,5% do v olume de v endas do v arejo restrito (que ex clui automóv eis e material e construção) e queda de 1 ,2% no segmento ampliado entre fev ereiro e março - o economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria, rev iu ligeiramente para baix o sua estimativ a para a trajetória do IBC-Br no período, de ex pansão de 0,1 % para recuo da mesma ordem. "O primeiro trimestre parece ter sido bem fraco, o que é respaldado tanto pelos dados de ativ idade industrial como do comércio", diz. Bacciotti lembra que, na passagem mensal, a produção industrial encolheu 0,5% no encerramento do trimestre, o que resultou em queda de 0,4% do setor de janeiro a março ante os últimos três meses de 201 3, feitos os ajustes sazonais. Segundo ele, a nov a metodologia da PIM prov ocou v ariação abaix o do prev isto da produção, o que coloca perspectiv a de redução em sua estimativ a de alta de 0,2% para o PIB no primeiro trimestre. O v arejo também não ganhou fôlego na análise trimestral: as v endas no conceito restrito subiram apenas 0,3%, enquanto o setor ampliado, que inclui automóv eis e construção, diminuiu 0,2%.


Para Daniel Moreli Rocha, do banco BI&P, o IBC-Br cedeu 0,2% em março, ao passo que o PIB dev e ter crescido 0,3% na abertura do ano. Em sua av aliação, no primeiro trimestre, o aumento da inflação prejudicou a margem de lucro das empresas e corroeu a renda do consumidor, o que, junto à perda de confiança, moderou a ev olução das v endas e gerou aumento de estoques na indústria. No setor manufatureiro, o economista acrescenta que houv e influência negativ a do setor ex terno, com a crise na A rgentina. "Temos grandes chances de v er a A rgentina entrando em recessão técnica [quando o PIB recua por dois trimestres seguidos], o que é prejudicial para o Brasil e principalmente para a indústria automobilística." Bacciotti, da Tendências, nota que houv e uma melhora das v endas internas e da produção desse segmento em abril, após desempenho pífio no primeiro trimestre. Segundo dados da Fenabrav e (entidade que reúne as concessionárias do país) dessazonalizados pela consultoria, os licenciamentos aumentaram 5,2% no mês passado, após retração de 4,6% em março. O economista ainda menciona outros indicadores antecedentes positiv os para a ativ idade no período, como a alta de 9,6% da produção de v eículos, o av anço de 0,2% do flux o pedagiado de v eículos pesados e, ainda, a ex pansão de 0,9% da ex pedição de papelão ondulado. Nos cálculos do analista, os antecedentes apontam para aumento de 0,5% da produção industrial em abril, mas isso não significa que a ativ idade entrou em rota de recuperação. "A piora da economia argentina e o patamar baix o da confiança industrial dificultam uma retomada do setor", diz, enquanto, do lado do v arejo, a piora do humor dos consumidores e a desaceleração do mercado de trabalho dev em manter a demanda em nív el modesto. Já Fernanda Consorte, do Santander, projeta que a produção v oltou a cair em abril, com retração de 0,4%. Para o mês passado, embora o modelo de projeções atual aponte para alta de 0,6% do IBC-Br, Fernanda av alia que o indicador pode mostrar lev e queda na comparação mensal, enquanto o PIB dev e ter ficado estáv el no trimestre. Ela ex plica que a rev isão da PIM-PF elev ou a dose de incertezas nas projeções de ativ idade, mas, independentemente de mudanças metodológicas, a economia não dev e ganhar ritmo ao longo do ano.


Clipping Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? 4319573 - PORTAL FATOR BRASIL - WEB - WEB - 16/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp7+RP+xR15uVF8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=267487 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Reinaldo Domingos Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319573.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 550000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000


IMPRIMIR 16/05/2014 - 09:20

Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? Os últimos meses estão sendo marcados pela queda de vendas de veículos novos no Brasil. Os números apontam que a indústria automobilística encerrou o em abril com queda de 12% nas vendas frente ao mesmo mês do ano passado. Em todo 2014 o setor acumula redução de 5% nas vendas e redução de 12% na produção, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Essa queda é gerada por vários motivos, principalmente pelo alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico, que demonstra a necessidade de cautela. Além disso, também ocorreu a volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que refletiu no aumento no preço dos veículos. Quem quer aproveitar esse momento para melhor negociar essa compra, com certeza encontrará muitas promoções, pois os pátios das fábricas estão abarrotados e com as vendas de automóveis em queda o poder de argumentação é muito maior. Lembrando que as montadoras precisam fazer caixa, pelo menos 11 delas já anunciaram medidas para diminuir a produção no país, como férias coletivas, na tentativa de reequilibrar a oferta com o apetite do consumidor. Contudo, além dessa questão, o grande problema que observo é que a maioria dos consumidores só pensa nos valores da compra do veículo e das prestações que pagará mensalmente, esquecendo que isso ocasionará diversos outros custos, como despesas de manutenção, combustível, manutenção, IPVA, seguros, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas. Em média, o custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro, assim, manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais. Para saber o momento certo de adquirir um veículo é preciso descobrir em que situação financeira o consumidor se encontra, para tanto separo em três grupos a situação das finanças pessoais: os endividados, os equilibrados financeiramente e os poupadores, e cada um desses grupos devem tratar a compra de formas diferentes. Os endividados não devem nem pensar em comprar um veículo nesse momento, a prioridade deve ser sair das dívidas e um custo a mais em seu orçamento é praticamente assinar o certificado de falência financeira. A prioridade no momento deve ser resolver os problemas com finanças pessoais, reduzindo gastos desnecessários e caso tenha o sonho de ter um veículo, este deve ser planejado em um prazo longo de tempo, quando, além do fim das dívidas, essa pessoa já tenha feito uma poupança que dará a garantida de que pode comprar com reservas para os gastos extras que terá. Os equilibrados financeiramente também preocupam, pois, por não possuírem dívidas pensam que essa é hora de “investir” em um novo veículo ou em trocar o que já possui, agindo por impulso. Mas, não percebem que não possuem dinheiro em caixa para comprar à vista e que para um financiamento longo é necessário planejamento. Tornando esta compra o grande passo para sair do equilíbrio financeiro, se tornando endividado. Sem contar que se esquece do valor de manutenção que este veículo acrescentará em seu orçamento financeiro. O consumidor equilibrado deve refletir sobre se realmente quer esse bem de consumo, e caso a resposta seja positiva, iniciar imediatamente uma poupança, que terá como objetivo a troca., nunca se esquecendo dos gastos extras. Para os poupadores o momento é de análise, tendo que refletir se é realmente necessário um novo veículo, se for e tiver dinheiro para compra a vista, essa é uma boa hora. Se faltar alguma quantia que terá que financiar,pode até fazer, mas, cuidado para que a parcela caiba em seu orçamento mensal e que também tenha dinheiro para os gastos de manutenção. Caso a pessoa já possua um veículo e queira outro, terá que refletir quais as vantagens de um novo carro e se os gastos de dois veículos não são arriscados. Sempre reforço que um veículo não é investimento, em função de sua rápida desvalorização. O consumo de bens deve sempre estar associado a reais necessidades e não a impulsos consumistas do momento. .Por: Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, autor do best seller Terapia Financeira e dos lançamentos Sabedoria Financeira e Papo Empreendedor. © Copyright 2006 Fator Brasil. Todos os direitos reservados.


Clipping Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? 4319574 - MAXPRESS NET - WEB - WEB - 15/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp78U/bwrbhh4EsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,673556,Mercado_de_veiculos_esta_em_baixa__e_hora_de_comprar_,673556,10.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319574.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 162,24 Fechamento: 05/14 Tiragem: 149425,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 162,24 Total: 0,0000


Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar?

Os últimos meses estão sendo marcados pela queda de vendas de veículos novos no Brasil. Os números apontam que a indústria automobilística encerrou o em abril com queda de 12% nas vendas frente ao mesmo mês do ano passado. Em todo 2014 o setor acumula redução de 5% nas vendas e redução de 12% na produção, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Essa queda é gerada por vários motivos, principalmente pelo alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico, que demonstra a necessidade de cautela. Além disso, também ocorreu a volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que refletiu no aumento no preço dos veículos. Quem quer aproveitar esse momento para melhor negociar essa compra, com certeza encontrará muitas promoções, pois os pátios das fábricas estão abarrotados e com as vendas de automóveis em queda o poder de argumentação é muito maior. Lembrando que as montadoras precisam fazer caixa, pelo menos 11 delas já anunciaram medidas para diminuir a produção no país, como férias coletivas, na tentativa de reequilibrar a oferta com o apetite do consumidor. Contudo, além dessa questão, o grande problema que observo é que a maioria dos consumidores só pensa nos valores da compra do veículo e das prestações que pagará mensalmente, esquecendo que isso ocasionará diversos outros custos, como despesas de manutenção, combustível, manutenção, IPVA, seguros, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas. Em média, o custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro, assim, manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais. Para saber o momento certo de adquirir um veículo é preciso descobrir em que situação financeira o consumidor se encontra, para tanto separo em três grupos a situação das finanças pessoais: os endividados, os equilibrados financeiramente e os poupadores, e cada um desses grupos devem tratar a compra de formas diferentes. Os endividados não devem nem pensar em comprar um veículo nesse momento, a prioridade deve ser sair das dívidas e um custo a mais em seu orçamento é praticamente assinar o certificado de falência financeira. A prioridade no momento deve ser resolver os problemas com finanças pessoais, reduzindo gastos desnecessários e caso tenha o sonho de ter um veículo, este deve ser planejado em um prazo longo de tempo, quando, além do fim das dívidas, essa pessoa já tenha feito uma poupança que dará a garantida de que pode comprar com reservas para os gastos extras que terá. Os equilibrados financeiramente também preocupam, pois, por não possuírem dívidas pensam que essa é hora de “investir” em um novo veículo ou em trocar o que já possui, agindo por impulso. Mas, não percebem que não possuem dinheiro em caixa para comprar à vista e que para um financiamento longo é necessário planejamento. Tornando esta compra o grande passo para sair do equilíbrio financeiro, se tornando endividado. Sem contar que se esquece do valor de manutenção que este veículo acrescentará em seu orçamento financeiro.


O consumidor equilibrado deve refletir sobre se realmente quer esse bem de consumo, e caso a resposta seja positiva, iniciar imediatamente uma poupança, que terá como objetivo a troca., nunca se esquecendo dos gastos extras. Para os poupadores o momento é de análise, tendo que refletir se é realmente necessário um novo veículo, se for e tiver dinheiro para compra a vista, essa é uma boa hora. Se faltar alguma quantia que terá que financiar,pode até fazer, mas, cuidado para que a parcela caiba em seu orçamento mensal e que também tenha dinheiro para os gastos de manutenção. Caso a pessoa já possua um veículo e queira outro, terá que refletir quais as vantagens de um novo carro e se os gastos de dois veículos não são arriscados. Sempre reforço que um veículo não é investimento, em função de sua rápida desvalorização. O consumo de bens deve sempre estar associado a reais necessidades e não a impulsos consumistas do momento. Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, autor do best seller Terapia Financeira e dos lançamentos Sabedoria Financeira e Papo Empreendedor.


Clipping Cresce mercado de veículos em SC 4319575 - BRASIL 247 - WEB - WEB - 15/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp7/y9uzVxbiaCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.brasil247.com/pt/247/sc247/139919/Cresce-mercado-de-veículos-em-SC.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319575.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 45,50 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 45,50 Total: 0,0000



Clipping É hora de comprar um veículo? 4319576 - TÍLIAS NEWS - WEB - WEB - 15/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp7+2vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.tiliasnews.com/2014/05/e-hora-de-comprar-um-veiculo.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319576.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000



Clipping Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? 4319577 - ADMINISTRADORES - WEB - WEB - 15/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp7/Blh6Q/vMpHsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/mercado-de-veiculos-esta-em-baixa-ehora-de-comprar/77446/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319577.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 30,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 30,00 Total: 0,0000


Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? Principal motivo é alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico Reinaldo Domingos, 15 de maio de 2014 Tweet

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Os últimos meses estão sendo marcados pela queda de vendas de veículos novos no Brasil. Os números apontam que a indústria automobilística encerrou o em abril com queda de 12% nas vendas frente ao mesmo mês do ano passado. Em todo 2014 o setor acumula redução de 5% nas vendas e redução de 12% na produção, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Essa queda é gerada por vários motivos, principalmente pelo alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico, que demonstra a necessidade de cautela. Além disso, também ocorreu a volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que refletiu no aumento no preço dos veículos. Quem quer aproveitar esse momento para melhor negociar essa compra, com certeza encontrará muitas promoções, pois os pátios das fábricas estão abarrotados e com as vendas de automóveis em queda o poder de argumentação é muito maior. Lembrando que as montadoras precisam fazer caixa, pelo menos 11 delas já anunciaram medidas para diminuir a produção no país, como férias coletivas, na tentativa de reequilibrar a oferta com o apetite do consumidor. Contudo, além dessa questão, o grande problema que observo é que a maioria dos consumidores só pensa nos valores da compra do veículo e das prestações que pagará mensalmente, esquecendo que isso ocasionará diversos outros custos, como despesas de manutenção, combustível, manutenção, IPVA, seguros, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas. Em média, o custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro, assim, manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais. Para saber o momento certo de adquirir um veículo é preciso descobrir em que situação financeira o consumidor se encontra, para tanto separo em três grupos a situação das finanças pessoais: os endividados, os equilibrados financeiramente e os poupadores, e cada um desses grupos devem tratar a compra de formas diferentes. Os endividados não devem nem pensar em comprar um veículo nesse momento, a prioridade deve ser sair das dívidas e um custo a mais em seu orçamento é praticamente assinar o certificado de falência financeira.


A prioridade no momento deve ser resolver os problemas com finanças pessoais, reduzindo gastos desnecessários e caso tenha o sonho de ter um veículo, este deve ser planejado em um prazo longo de tempo, quando, além do fim das dívidas, essa pessoa já tenha feito uma poupança que dará a garantida de que pode comprar com reservas para os gastos extras que terá. Os equilibrados financeiramente também preocupam, pois, por não possuírem dívidas pensam que essa é hora de “investir” em um novo veículo ou em trocar o que já possui, agindo por impulso. Mas, não percebem que não possuem dinheiro em caixa para comprar à vista e que para um financiamento longo é necessário planejamento. Tornando esta compra o grande passo para sair do equilíbrio financeiro, se tornando endividado. Sem contar que se esquece do valor de manutenção que este veículo acrescentará em seu orçamento financeiro. O consumidor equilibrado deve refletir sobre se realmente quer esse bem de consumo, e caso a resposta seja positiva, iniciar imediatamente uma poupança, que terá como objetivo a troca., nunca se esquecendo dos gastos extras. Para os poupadores o momento é de análise, tendo que refletir se é realmente necessário um novo veículo, se for e tiver dinheiro para compra a vista, essa é uma boa hora. Se faltar alguma quantia que terá que financiar,pode até fazer, mas, cuidado para que a parcela caiba em seu orçamento mensal e que também tenha dinheiro para os gastos de manutenção. Caso a pessoa já possua um veículo e queira outro, terá que refletir quais as vantagens de um novo carro e se os gastos de dois veículos não são arriscados. Sempre reforço que um veículo não é investimento, em função de sua rápida desvalorização. O consumo de bens deve sempre estar associado a reais necessidades e não a impulsos consumistas do momento.


Clipping VW Gol volta ao posto 4319578 - CRUZEIRO DO SUL - WEB - WEB - 15/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp78dSTHrUDolKMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/546943/vw-gol-volta-ao-posto Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319578.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 18,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 95800,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 18,00 Total: 0,0000



Clipping Mercado de veículos está em baixa. É hora de comprar?… – Marcos Aurélio de Sá 4319579 - O JORNAL DE HOJE - WEB - WEB - 15/05/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qkhPxCDTp7+CQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jornaldehoje.com.br/mercado-de-veiculos-esta-em-baixa-e-hora-de-comprar-marcosaurelio-de-sa/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Marcos Aurelio de Sá Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 16/05/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\05\16\4319579.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 60,00 Fechamento: 05/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 60,00 Total: 0,0000


Postado dia 15/05/2014 às 16h34 por: Marcos Aurelio de Sá

Mercado de veículos está em baixa. É hora de comprar?… – Marcos Aurélio de Sá O Brasil está entre os países que pagam pelo automóvel novo o preço mais alto do mundo, com diferenças que… O Brasil está entre os países que pagam pelo automóvel novo o preço mais alto do mundo, com diferenças que chegam a ser até três vezes maiores na comparação, por exemplo, com o valor pago no mercado norte-americano. Para esta situação concorre, além do excesso de ganância das montadoras estrangeiras (que trabalham aqui com margens de lucro muito acima das praticadas em seus países de origem), a gigantesca e injustificável carga tributária que o governo brasileiro aplica ao consumo desse bem durável. Mas eis que nos deparamos hoje, no Brasil, com uma situação social, econômica e mercadológica capaz de propiciar profundas mudanças nesse cenário. Os pátios das montadoras estão abarrotados; os estoques das concessionárias idem; o limite de crédito dos potenciais compradores de carros novos (a classe média) está comprometido por dívidas acumuladas; e as autoridades financeiras do país levam as mãos à cabeça em busca de saídas para o problema, já que uma crise na indústria automobilística sempre faz estragos enormes em outros setores. Para que os automóveis retomem o ritmo normal de vendas o governo só terá um caminho: reduzir tributos; e as montadoras (juntamente com suas redes de revenda) se verão forçadas a praticar margens de lucro civilizadas. E para que tais mudanças ocorram mais rápido bastará que o mercado consumidor se conscientize de sua força e pare – apenas por alguns meses – de comprar e de se submeter à “tirania” dos impostos escorchantes e dos lucros extorsivos. Tudo só depende da vontade do comprador de automóvel zero quilômetro. Para ajudar o mercado a tomar a decisão certa, a coluna transcreve o artigo abaixo, de autoria do educador financeiro paulista Reinaldo Domingos.

Consultor financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e autor dos livros “Terapia Financeira”, “Sabedoria Financeira” e “Papo Empreendedor”. Os últimos meses estão sendo marcados pela queda de vendas de veículos novos no Brasil. Os números apontam que a indústria automobilística encerrou o mês de abril com queda de 12 por


cento nas vendas frente ao mesmo mês do ano passado. Em todo 2014 o setor acumula redução de 5 por cento nas vendas e redução de 12 por cento na produção, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Essa queda é gerada por vários motivos, principalmente pelo alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico, que demonstra a necessidade de cautela. Além disso, também ocorreu a volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que refletiu em aumento no preço dos veículos. Quem quer aproveitar esse momento para melhor negociar essa compra, com certeza encontrará muitas promoções, pois os pátios das fábricas estão abarrotados e com as vendas de automóveis em queda o poder de argumentação é muito maior. Lembrando que as montadoras precisam fazer caixa, pelo menos 11 delas já anunciaram medidas para diminuir a produção no país, como férias coletivas, na tentativa de reequilibrar a oferta com o apetite do consumidor. Contudo, além dessa questão, o grande problema que observo é que a maioria dos consumidores só pensa nos valores da compra do veículo e das prestações que pagará mensalmente, esquecendo que isso ocasionará diversos outros custos, como despesas de manutenção, combustível, IPVA, seguros, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas. Em média, o custo mensal das despesas equivale a 3 por cento do valor do carro. Assim, a manutenção de um veículo de R$ 30 mil, por exemplo, tem um custo de aproximadamente R$ 900,00 mensais. Para saber o momento certo de adquirir um veículo é preciso descobrir em que situação financeira o consumidor se encontra, para tanto separo em três grupos a situação das finanças pessoais: os endividados, os equilibrados financeiramente e os poupadores, e cada um desses grupos devem tratar a compra de formas diferentes. Os endividados não devem nem pensar em comprar um veículo nesse momento. A prioridade deve ser sair das dívidas e um custo a mais em seu orçamento é praticamente assinar o certificado de falência financeira. A prioridade deve ser resolver os problemas com finanças pessoais, reduzindo gastos desnecessários e, caso tenha o sonho de ter um veículo, este deve ser planejado em um prazo longo de tempo, quando, além do fim das dívidas, essa pessoa já tenha feito uma poupança que dará a garantia de que pode comprar com reservas para os gastos extras que terá. Os equilibrados financeiramente também preocupam, pois, por não possuírem dívidas, pensam que essa é hora de “investir” em um novo veículo ou em trocar o que já possui, agindo por impulso. Mas, não percebem que não possuem dinheiro em caixa para comprar à vista e que para um financiamento longo é necessário planejamento. A compra acaba sendo um grande passo para sair do equilíbrio financeiro, se tornando endividado. Sem contar que se esquece do valor de


manutenção que este veículo acrescentará em seu orçamento financeiro. Já o consumidor equilibrado deve refletir sobre se realmente quer esse bem de consumo. E, caso a resposta seja positiva, iniciar imediatamente uma poupança, que terá como objetivo a troca, nunca se esquecendo dos gastos extras. Para os poupadores o momento é de análise, tendo que refletir se é realmente necessário um novo veículo. Se for e tiver dinheiro para compra a vista, essa é uma boa hora. Se faltar alguma quantia que terá que financiar, pode até fazer, mas cuidado para que a parcela caiba em seu orçamento mensal e que também tenha dinheiro para os gastos de manutenção. Caso a pessoa já possua um veículo e queira outro, terá que refletir quais as vantagens de um novo carro e se os gastos de dois veículos não são arriscados. Sempre reforço que um veículo não é investimento, em função de sua rápida desvalorização. O consumo de bens deve sempre estar associado a reais necessidades e não a impulsos consumistas do momento. Novo modelo da ”ZPE do Sertão” será tratado na AL - O novo modelo proposto para a Zona de Processamento de Exportações (ZPE) a ser implantada no município de Assu, na região Oeste do Rio Grande do Norte, será tema de uma Audiência Pública marcada para as 9:00 horas da próxima segunda-feira, na Assembleia Legislativa Estadual. - Proposto pelo deputado George Soares, o evento servirá para que se coloque em discussão pela classe política, pelo empresariado e pelos técnicos vinculados ao Poder Público o melhor caminho a ser seguido para a construção do equipamento, visto atualmente como essencial para a criação de mais um polo de desenvolvimento industrial no interior potiguar. - Segundo o parlamentar assuense, a ZPE deverá atrair grandes investimentos para a região do Vale do Açu, principalmente nas áreas de mineração e beneficiamento da fruticultura. - Entre os convidados para a Audiência Pública que já confirmaram presença estão representantes de entidades como a Associação Brasileira das Zonas de Processamento de Exportação (Abrazpe), Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte, Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Federação da Agricultura e Pecuária, Federação dos Municípios, Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico e Prefeitura Municipal de Assu. São esperados também vários prefeitos de toda a região.

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