Clipping Fenabrave 19.01.2015

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Clipping IPI maior, preço igual 4942256 - PIONEIRO - 3POR4 - CAXIAS DO SUL - RS - 07/01/2015 - Pág 15 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=7S5bo2rvE4UrDptNvo35jsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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16/1/2015

07/1/2015

Edição Impressa - Pioneiro


Clipping Venda de carros sobe 3,47% 4943688 - CORREIO DA PARAÍBA - ECONOMIA - JOÃO PESSOA - PB - 08/01/2015 - Pág A10 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=6k7K3B005+JCvza1YQsHJcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: JOÃO PESSOA Estado: PB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4943688.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 239,81 Fechamento: 01/15 Tiragem: 20000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 199,84 Total: 0,0000


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Paraíba

Economia

Quinta-feira, 08 de janeiro de 2015

Preço de combustível pode baixar Petrobras quer evitar concorrência com empresas que poderiam importar de distribuidoras do exterior

Fábio Cardoso fabiocardoso@correiodaparaiba.com.br

TAP transporta mais

Com uma taxa de ocupação de 80,1%, companhia aérea portuguesa - TAP ultrapassou os 11 milhões de passageiros pela primeira vez na sua história e superou média de 4,5% de crescimento do tráfego transportado pelas companhias da AEA (Association of European Airlines). A TAP transportou em 2014 mais 710 mil passageiros do que no ano anterior, atingindo um total de 11,4 milhões de passageiros, um crescimento de 6,6 por cento face a 2013, e teve uma taxa média de ocupação dos seus aviões (load factor) de 80,1 por cento, o que traduz um aumento de 1,1 pontos percentuais. A companhia aérea se prepara para ingressar no mercado paraibano com uma agência que está sendo instalada em uma área nobre de Manaíra e irá ser inaugurada ainda no primeiro semestre deste ano.

Pinto no Baldo no Bessa

A empresária Adriana Barros, que já comanda o Sertão Café, um dos tradicionais restaurantes de comidas típicas da terra, instalado no Centro de João Pessoa, anuncia a abertura do Pinto no Balde Bessa, localizado no bairro do mesmo nome. Adriana promete aos clientes uma série de novidades que está no cardápio, como, segundo ela, o melhor frango crocante da cidade. A lanchonete certamente deverá ser uma das mais concorridas na alta temporada de verão, quando João Pessoa fica lotada de turistas de todos os cantos do País e do mundo. O Pinto no Balde Bessa, além do atendimento pessoal, na lanchonete, também está funcionado com serviço de delivery.

Minds abre vagas para trainees

A rede de franquia Minds English School está selecionando trainees para atuar na unidade de João Pessoa, localizada na Avenida Senador Ruy Carneiro, 250 - Miramar. Os interessados devem enviar um currículo para o email programatraineejp@gmail.com, com ênfase nas áreas Comercial e Marketing. Os CVs podem ser enviados até dia 9, sexta-feira. Criada em 2007, a Minds entrou no mercado de franquias possibilitando, em quatro anos de atuação, possuir quase 100 unidades em 23 estados do Brasil. A Minds English School já recebeu o Selo de Excelência pela Associação Brasileira de Franquias (ABF) nos anos de 2011, 2012, 2013 e 2014, e também foi contemplada com o Prêmio As Melhores Franquias do Brasil 2011, promovido pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Couros e peles em alta

O valor total de couros e peles exportados do Brasil em 2014 alcançou US$ 2,947 bilhões. A soma superou em 17,4% as exportações registradas em 2013. A informação é da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), com apuração da Inteligência Comercial do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB). Os números exclusivos do mês de dezembro apontam aumento de 5,8% em relação ao mesmo mês de 2013: no último mês de 2014 exportouse US$254 milhões. No ano anterior, este montante foi de US$240,1 milhões.

The Fevers em Lucena

Para começar o ano de maneira especial, o Beach Plaza Condominium & Resort realiza o show da banda The Fevers. No próximo domingo (11), um dos principais grupos da jovem guarda se apresenta na Praia do Holandês, em Lucena, com seus vários sucessos que marcaram época. O evento, que tem início às 10h, é gratuito, e os convites podem ser retirados na sede da imobiliária. Esse e outros atrativos vêm tornando a região cada vez mais movimentada, principalmente nessa estação, situação que deve melhorar com a construção da ponte Cabedelo-Lucena, facilitando também o deslocamento do público de João Pessoa.

Ação social (1)

O presidente do Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes de João Pessoa, Graco Terceiro Neto Parente, esteve em Campina Grande no final do ano, representando a FBHA, na função de conselheiro da região Nordeste, no evento realizado pelo SindCampina. Na ocasião, foram premiados os cinco maiores doadores de óleo vegetal. Graco ressaltou a importância da ação social desenvolvida pelo setor, frisando que o SindCampina, ao retirar o óleo dos esgotos, sanando um problema ambiental, reverteu em vida o que já não tinha destinação alguma.

Ação social (2)

vem desenvolvendo por alguns anos uma significativa ação social, voltada a recolher o óleo vegetal utilizado pelos seus associados, vendendo-o para indústrias que dele necessitam. Todo valor dessas operações é arrecadado e, ao final do ano, doado a instituições de caridade, a exemplo da Fazenda do Sol.

Pré-pago para viagens

A Cotação, a maior distribuidora de câmbio turismo do Brasil, anuncia parceria com o Banco Bradesco para a Recarga Fácil do cartão pré-pago para viagens internacionais. A partir de agora, tanto aqueles que estão pensando em viajar como os que já estão no exterior poderão contar com o serviço, que permite ao cliente da Cotação correntista do banco Bradesco recarregar seu pré-pago de viagem por meio do site www.cotacao. com.br. Para a realização desse tipo de operação, não será cobrada nenhuma taxa. Hoje, correntistas do banco Itaú já contam com esta facilidade, uma vez que a Cotação tem parceria nos mesmos modelos com a instituição financeira.

Brasília - A Petrobras estuda reduzir os preços de combustíveis para evitar a concorrência com outras distribuidoras. Fontes próximas à companhia informaram que a petroleira tem calculado e analisado cenários possíveis diante da movimentação de empresas interessadas em importar e revender combustível no País. Com o baixo preço internacional do petróleo, distribuidoras têm se mobilizado para aproveitar o cenário doméstico favorável e competir em preço com a estatal. Até o momento, entretanto, não há uma decisão final. O tema tem sido discutido entre diretores executivos da companhia, e também foi levado ao Conselho de Administração, embora uma decisão dependa também do governo federal. Para a Petrobras, a opção de rebaixar os preços seria uma estratégia para “proteger a posição de mercado”. “A Petrobras não pode manter o preço muito acima do mercado internacional por muito tempo pois já tem empresas se

movimentando, em termos de logística, para aproveitar a oportunidade de importação”, informou uma fonte ligada à empresa. Com a queda acumulada no preço internacional do petróleo desde o início de outubro, e após o reajuste de combustíveis, em novembro, a gasolina vendida no País está com preço até 60% superior ao de mercados internacionais, como o do Golfo do México. O diesel está até 40% mais caro, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie). Logo após o reajuste, distribuidoras deram os primeiros sinais de que poderiam forçar uma competição de preços com a estatal, importando combustível e repassando a diferença ao consumidor. Atualmente, a Petrobras, por meio da subsidiária BR Distribuidora, concentra uma fatia de cerca de 40% do mercado de distribuição de combustíveis no País. Na avaliação do presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindi-

com), Alísio Vaz, ainda que a redução do preço seja confirmada, dificilmente haverá impacto para o consumidor final. Isso porque a retomada da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) é tida como certa na nova política econômica do governo. O tributo foi zerado em 2012, para que a Petrobras pudesse reajustar os seus preços sem gerar impacto nos orçamentos das famílias e na inflação. “A Cide incide tanto para os combustíveis produzidos no País quanto para produtos importados. Com a sua retomada e queda de preço na refinaria, preços internos e externos poderiam se equiparar e a arrecadação do governo federal aumentaria”, afirmou o representante das distribuidoras. A redução dos preços dos combustível, entretanto, dificultaria a recuperação do caixa da Petrobras. A companhia passou os últimos três anos com uma grande defasagem no preço interno em relação ao mercado internacional, onde

a cotação do petróleo se manteve por um longo período acima de US$ 100. Ainda assim, ela represou reajustes para ajudar o governo a conter a inflação. Agora, com a cotação por volta de US$ 50, a estatal tem conseguido recuperar o caixa. Esse fôlego ajuda a companhia a tocar suas operações em um momento de fragilidade, de constrangimento financeiro e dificuldade de acesso ao crédito, após adiar duas vezes a publicação do seu balanço trimestral. Pré-sal Nem mesmo a queda do preço do barril, no entanto, é capaz de abalar a intenção da Petrobras de avançar sobre o pré-sal. Em nota oficial, para afastar rumores de que o projeto é inviável, a estatal reiterou que até com o barril a US$ 45 o pré-sal é um bom negócio. Além disso, argumenta que os poços estão se mostrando altamente produtivos e que, junto com o petróleo, caem também os custos de produtos e serviços da indústria.

EM DEZEMBRO

Venda de carros sobe 3,47% THADEU RODRIGUES A venda de automóveis na Paraíba subiu 3,47%, em dezembro do ano passado, em comparação ao mesmo mês de 2013, e atenuou a redução de 1,83% no comércio de veículos no Estado, no mês passado. Conforme a Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave) foram vendidos 7.248 veículos, sendo 3.310 automóveis. Contudo, no acumulado do ano, o comércio de veículos novos teve queda de 4,66% (78.872 unidades) perante 2013 (82.724). No País, a redu-

ção foi maior, de 6,76%. Na comparação entre dezembro e novembro do ano passado, houve um crescimento de 6,21% no comércio de veículos (7.248), com destaque para a alta de 13,90% na venda de automóveis. Já as vendas de motos cresceram 1,55% entre um mês e outro. Segundo o presidente da Fenabrave na Paraíba, Paulo Guedes Pereira, o crescimento de vendas foi atrelado ao final da vigência da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos automóveis. “O desempenho de vendas não foi o esperado

pelo setor. O ano passado foi atípico. Tivemos Copa, e eleições, passando por um momento de incertezas econômicas, e tudo isto influenciou negativamente. Contudo, em dezembro, tivemos uma retomada de vendas por causa do fim do incentivo fiscal do IPI”, explicou o dirigente da Fenabrave. Para 2015, ele espera, ao menos, a manutenção das vendas de 2014. No acumulado do ano, o destaque foi o aumento de vendas da categoria comercial leve, que subiu 6,88%, com 10.023 unidades, representando 12,71% do total de veículos comer-

cializados ano passado na Paraíba. O presidente da Fenabrave no Estado acredita que o crescimento do segmento se deve a uma demanda reprimida dos consumidores. Paulo Guedes Pereira afirma estar havendo uma distribuição de vendas com novas marcas que estão chegando ao mercado local. “As vendas estão mais fatiadas, considerando a chegada de marcas com veículos de maior valor agregado”, disse ele. As vendas de carros foram as que menos caíram, 3,55%, com o emplacamento de 31.685 unidades em 2014.

PREFEITURA CEDE TERRENO

Campina terá fábrica de avião CHICO MARTINS

FRANCISCO JOSÉ O prefeito Romero Rodrigues assinou na manhã de ontem, na unidade do Sesi/Senai do Distrito Industrial de Campina Grande, o termo de cessão de um terreno localizado no distrito de São José da Mata para a instalação de uma montadora de aviões de pequeno porte, da Stratus Indústria Aeronáutica. O investimento do município é superior a R$ 1,2 milhão, e a empresa vai investir R$ 2 milhões no empreendimento. O documento também foi assinado pelo diretor-executivo da Stratus, Juan Pinheiro; e pelo presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (Fiep), Francisco de Assis Benevides Gadelha. O empresário Juan Pinheiro que, além de diretor-executivo da Stratus, é diretor-estratégico da Federação das Indústrias, informou ao prefeito Romero Rodrigues que a partir da próxima semana, homens e máquinas já estarão no local, cuidando da instalação da primeira montadora de aviões da Paraíba. Juan Pinheiro explicou que até o final deste ano estará concluída a sede própria da Stratus

Francisco Gadelha, Romero Rodrigues e Juan Pinheiro Indústria Aeronáutica. Mas dentro de seis meses estará pronta a primeira aeronave totalmente produzida em Campina Grande. Num dos galpões do Senai já está exposto o protótipo de um dos modelos que serão montados em Campina Grande. No próprio Senai já funciona o Centro de Tecnologia Aeronáutica (CTA), que está capacitando técnicos para montagem e manutenção de aeronaves. Mais de 90 alunos estão participando do curso, destinado à formação de mão de obra qualificada para a empresa. A primeira montadora de aviões em Campina Grande seria a Paradise, mas segundo Juan Pinheiro, houve mudança no quadro societário

na matriz da empresa e a instalação foi inviabilizada. “O cenário mais conveniente que se desenhou para se concretizar os compromissos, foi a criação de uma nova empresa”, explicou. Investimento O investimento feito pela Prefeitura para que a Stratus seja instalada na área do antigo Aeroclube de Campina Grande, segundo Romero Rodrigues obedeceu a duas etapas. A primeira foi a desapropriação do terreno para construção dos galpões de montagens, que custou R$ 200 mil. Em seguida vem a pavimentação de uma pista de pouso e decolagem de aviões de 800 metros de comprimento e largura dentro dos padrões recomendados pela

Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), com investimento superior a R$ 1 milhão. De acordo com o prefeito Romero Rodrigues, a desapropriação da área onde a Stratus vai funcionar também já foi resolvida. “Já foi tudo resolvido, temos documentos jurídicos com decisão judicial em favor da Prefeitura, em relação à área que foi desapropriada e da cessão que fizemos nesse instante para a empresa se instalar”, explicou. Primeira aeronave O presidente da Fiep, Francisco de Assis Benevides Gadelha, esclareceu que antes que todos os trâmites burocráticos para cessão do terreno destinado à montadora de aviões fossem cumpridos, a entidade ofereceu as instalações do Senai para montar a primeira aeronave em Campina Grande. “Assim nós compramos para os alunos um avião para que eles o conhecessem em toda a sua totalidade e estamos comprando também todo o laboratório de aviação, além de uma oficina que será a mais moderna do Nordeste em todos os setores”, disse Gadelha.


Clipping Venda de veículos cai 7,15%, e Renault prevê novo tombo 4943892 - DIÁRIO REGIONAL DO ABCD - ECONOMIA - DIADEMA - SP - 07/01/2015 - Pág 5 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=u+OYZ3QE61e20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Venda de veículos diminui no País em 2014 4944009 - JORNAL DO COMÉRCIO - ECONOMIA - PORTO ALEGRE - RS - 07/01/2015 - Pág 13 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vADHiwVdF+2d2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Vendas de automóveis devem registrar queda de 0,43% em 2015 com a desaceleração do PIB 4945387 - DIÁRIO COMERCIAL (DC) - CAPA - SÃO PAULO - SP - 07/01/2015 - Pág capa e 6 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=xEwQ5klnpGYoLAaFNgcD3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Flávia Albuquerque Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4945387.pdf

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Clipping Vendas de veículos caem 11,34% em 2014 no Estado 4945800 - JORNAL DO COMÉRCIO - ECONOMIA - PORTO ALEGRE - RS - 08/01/2015 - Pág 10 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=3j1L7sVEnnFfM2g5cLcGLMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Venda de veículos cresce 4,9% em dezembro 4959673 - CRUZEIRO DO SUL - ECONOMIA - SOROCABA - SP - 17/12/2014 - Pág B 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=xuqQf6DkcESRP+xR15uVF8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Vendas de veículos têm queda de 7,15% em 2014 4960037 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - CAPA - BELO HORIZONTE - MG - 07/01/2015 - Pág 1 e 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFVcAyXMDa9lPsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Vendas de veículos automotores caem 7,1% 4960050 - JORNAL DO COMÉRCIO - ECONOMIA - PORTO ALEGRE - RS - 09 a 11/01/2015 - Pág 15 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vOV5AUxJMFWMimO95F4H3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Volkswagem investe na diversidade do Fox 4960531 - CRUZEIRO DO SUL - MOTOR - SOROCABA - SP - 18/12/2014 - Pág 7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Fz2ENElVSUA2vkG+vbGoOMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Vendas de veículos caem 7,15% em 2014 4960692 - GAZETA DE ALAGOAS - ECONOMIA - MACEIÓ - AL - 07/01/2015 - Pág 9A http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=NF4mWBlfNgq20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Igor Gadelha Cidade: MACEIÓ Estado: AL País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4960692.pdf

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Clipping Venda de veículos devem cair em 2015 4981820 - DIÁRIO DA MANHÃ - ECONOMIA - GOIÂNIA - GO - 07/01/2015 - Pág 14 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=rabXAgpO6RP2c17nVFQqSMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: GOIÂNIA Estado: GO País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4981820.pdf

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Clipping Setor está otimista 4981880 - GAZETA DE PIRACICABA - CIDADE - PIRACICABA - SP - 08/01/2015 - Pág 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=rabXAgpO6RMJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Golaço da Fiat 4981990 - JORNAL DA PARAIBA - VIDA & ARTE - CAMPINA GRANDE - PB - 09/01/2015 - Pág 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=jatD7WVk5Nyz80NoxeTI+8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Venda de automóveis cai 4982103 - JORNAL DE PIRACICABA - VEÍCULOS - PIRACICABA - SP - 07/01/2015 - Pág 09 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=gTzF3A7zOoX42/RGrNn3NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Carro ideal de 2014 teve conteúdo, e para 2015 e 16 deverá ter eficiência 4982104 - JORNAL DE PIRACICABA - VEÍCULOS - PIRACICABA - SP - 03/01/2015 - Pág 1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=gTzF3A7zOoWS6Q4yC1elycNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Novo presidente assume Fenabrave 4982428 - JORNAL NH - EM DIA - NOVO HAMBURGO - RS - 03/01/2015 - Pág 21 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=YCOWXcbXj9zF8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 4982430 - JORNAL DA CIDADE - VEÍCULOS - ARACAJÚ - SE - 15/01/2015 - Pág 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=YCOWXcbXj9z/TvqafkApV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARACAJÚ Estado: SE País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4982430.pdf

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Aracaju, quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Veículos

Giro Nacional Editoria de Veículos

Alta na inflação do carro O

custo de manutenção, denominado inflação do carro, subiu 4,1% em 2014 sobre o ano anterior, segundo levantamento da Agência AutoInforme. O índice ficou 1,1 ponto porcentual abaixo da inflação medida pelo IPC da Fipe, que fechou em 5,2%. De acordo com a agência, o valor só não foi menor devido à crise de abastecimento de água em São Paulo, que provocou o fechamento de lava-rápidos e elevou o preço do serviço. Apesar do item não ter muito peso na composição da inflação do carro, sua alta expressiva de 20,2% no ano para lavagem completa e de 7,5% para lavagem simples pesou no índice final. Foram os maiores aumentos registrados na cesta dos serviços pesquisados. Itens que têm maior representatividade no índice subiram acima de 5%, como estacionamento, que fechou o ano 6% mais caro do que 2013, além de balanceamento, cujo preço subiu 5,8% no comparativo anual. O jogo de velas e a correia dentada subiram 5,1% e a mão de obra 5,2%. Por outro lado, combustíveis, que têm o maior peso na composição das despesas do motorista (30%) tiveram aumentos inexpressivos, de 1,9% no período.

Resultados Chery

A Chery comemorar os bons resultados obtidos no ano de 2014 no Brasil. Além de ter inaugurado sua primeira fábrica em solo nacional, em Jacareí (SP), a montadora divulgou que encerrou o período com crescimento de 18% em suas vendas no país. A chinesa foi na contramão do recuo de 7,1% nas vendas registrado pelo setor automotivo brasileiro e apresentou números positivos no balanço anual de vendas. A Chery vendeu 9.547 veículos em 2014 - 1.522 a mais do que os 8.025 de 2013. Entre os modelos vendidos no Brasil, o SUV Tiggo, que ganhou uma versão automática em 2014, foi o que mais viu crescer a sua comercialização, com 73%. O Celer, que será o primeiro carro da marca a ser produzido localmente, teve crescimento de 45% nos emplacamentos. O subcompacto QQ elevou suas vendas em 12%, resultado da chegada da nova motorização 1.0 de três cilindros.

Nissan produz tricilíndrico

O complexo industrial da Nissan em Resende (RJ) começa a produzir em breve um três-cilindros de 1 litro e 77 cv, com bloco e cabeçote de alumínio, baseado no mesmo projeto do propulsor 1.2 que a fabricante oferece na Índia. Inicialmente, ele equipará somente o novo Versa, sedã compacto remodelado que entra em produção na planta fluminense nas próximas semanas e será lançado até o fim de março. Por enquanto, o March continuará usando o 1.0 de quatro cilindros feito no Paraná e fornecido pela sócia Renault, mas ainda em 2015 o plano é estender o uso do três-cilindros para versões do hatch. De acordo com a Nissan, a linha de produção de motores recebeu investimento de R$ 100 milhões para fabricar o novo 1.0 tricilíndrico. O aporte é adicional aos R$ 140 milhões inicialmente investidos na unidade, que começou a operar em abril de 2014 com a fabricação do propulsor 1.6 de quatro cilindros, que já equipa versões do March e também será uma opção sob o capô do novo Versa.

Brasileiro na Scania México

A fabricante de caminhões e ônibus Scania anuncia novo diretor-geral brasileiro para a sua operação no México. Quem assume o cargo é Enrique Enrich, economista formado pela USP com MBA pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O executivo está na Scania desde 1997 e já passou por áreas como vendas, inteligência de mercado, análise de custos, com atuação tanto no Brasil quanto na Suécia. Enrich também liderou as operações do distribuidor Duran no Uruguai. Desde 2010 cumpria a função de diretor-geral da Scania na Colômbia. Sob seu comando, a operação da região alcançou resultados positivos pelo quarto ano. A companhia aponta que houve ainda ganho de market share, com presença de 45% no segmento de ônibus rodoviários no país.

INTERNACIONAL 1: ultrapassagem

Por falar em México, o país ampliou em 9,8% sua produção de veículos em 2014 e superou o Brasil no ranking de maiores fabricantes globais, com 3,21 milhões de veículos, subindo para a sétima colocação. As informações foram divulgadas pela Amia, associação das montadoras instaladas no país. Até então a produção brasileira liderava os volumes da América Latina, mas, com a queda de 15,3% no ritmo das linhas de montagem nacionais no ano passado, o posto foi perdido. As exportações mexicanas, que também atingiram recorde em 2014, fazem inveja a qualquer país com a ambição de se tornar um fabricante global. Foram exportados 2,64 milhões de veículos, 82% do total fabricado ali, com a maior parte destinada aos mercados sócios do Nafta (EUA e Canadá) e países asiáticos, além de outra parcela menos significativa embarcada para o Brasil. Enquanto isso, as vendas internas do país permaneceram menos expressivas, com 1,13 milhão de carros. Ainda assim, o patamar é 6,8% superior ao de 2013.

INTERNACIONAL 2: recuperação

O mercado de veículos dos EUA consolidou recuperação em 2014. Foram vendidos no País mais de 16,52 milhões de unidades ao longo do ano, com crescimento de 6% na comparação com 2013. O volume é o melhor registrado desde 2006. A consultoria Focus2Move, que divulgou os dados, avalia que a melhora reflete o crescimento da economia, que alcançou o maior patamar em 11 anos, com evolução de 5% até o segundo trimestre. Outro fator importante é o alto índice de emprego, com a menor parcela de pessoas desocupadas em 15 anos. Em dezembro, os emplacamentos de veículos leves somaram 1,5 milhão, com alta robusta de 10,9% sobre igual mês do ano anterior. A Ford liderou as vendas no país em 2014, com 2,37 milhões de carros e expansão de 0,8% sobre 2013. A Chevrolet aparece em seguida no ranking, com 2,03 milhões de licenciamentos, apesar do crescimento mais significativo, de 4,4%.

INTERNACIONAL 3: queda

Enquanto isso, o mercado argentino de veículos novos despencou em 2014, causando estragos especialmente às exportações brasileiras. As vendas caíram 28% quando comparadas ao ano anterior, para um total de 683,4 mil unidades, ante 956,8 mil veículos entregues em 2013, quando o país registrou recorde em todos os segmentos, segundo informa a associação que reúne os concessionários locais, a Acara. O volume registrado no ano passado fez com que o mercado argentino voltasse ao nível de vendas de 2010, quando foram licenciados 665,5 mil veículos novos. Só em dezembro, os emplacamentos, que somaram 29,1 mil unidades, foram 42% menores do que os de igual mês de 2013. Com relação a novembro, a queda foi de 25%. A entidade lembra que o índice de queda de 2014 é ainda maior que os 16% de 2009, quando o país também se viu afetado pela crise financeira internacional.

INTERNACIONAL 4: recorde

As vendas globais de carros de luxo deslancharam em 2014. As três maiores marcas do segmento, as alemãs BMW, Audi e Mercedes-Benz, alcançaram recordes de vendas em 2014. Juntas as empresas entregaram mais de 5,5 milhões de carros no mundo. Além da influência dos mercados asiáticos, os negócios das companhias foram impulsionados pela recuperação do mercado europeu e dos Estados Unidos. O Grupo BMW (além da própria BMW, formado também por Mini e Rolls-Royce) foi o líder global do segmento em volume de vendas, rompendo pela primeira vez a barreira dos 2 milhões de carros vendidos em um ano, com 2,11 milhões de unidades. O volume é 7,9% maior do que o do ano anterior. O total engloba 1,81 milhão de emplacamentos da marca BMW, que anotou expansão de 9,5%, 302,1 mil unidades da Mini, com crescimento de 0,9%, e ainda 4 mil entregas de automóveis da Rolls-Royce, que ampliou os negócios em 11,9%.

Jornal da Cidade

MERCADO

Produção de motocicletas recua quase 10% Com 1,51 milhão de unidades, fabricantes projetam mesmo volume para 2015

O

setor de duas rodas encolheu em 2014 tanto em vendas no mercado interno e externo quanto em produção. De acordo com dados divulgados na terça-feira, 13, pela Abraciclo, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, as linhas de montagem entregaram 1,51 milhão de unidades, o que representa queda de 9,3% sobre o ano anterior. A entidade, com 12 associadas, representa 98% do mercado nacional. Em dezembro foram fabricadas 84,8 mil unidades contra as 81,4 mil de mesmo mês de 2013, evolução de 4,2%. Em relação a novembro, quando as linhas montaram 121,7 mil unidades, houve queda de 30,3%. Contudo, de acordo com a entidade, a retração no último mês do ano também se deve às férias coletivas concedidas pelas montadoras associadas. A produção menor do setor reflete o fraco ritmo do mercado: as vendas diminuíram 5,7%, passando de 1,51 milhão em 2013 para 1,42 milhão de motos no ano passado, com base nos dados do Renavam. Em dezembro, o ritmo foi um pouco mais acelerado, cujo licenciamento de 127,7 mil unidades superou em 14,1% o desempenho de novembro. Sobre dezembro de 2013, houve queda de 9,2%. As vendas ao atacado – para concessionárias – recuaram 10,2% em 2014, para 1,43 milhão de motocicletas. A queda não foi maior devido ao aumento de 5% das vendas na passagem de novembro para dezembro, quando o setor entregou 114,1 mil unidades às distribuidoras. Na comparação com dezembro de 2013, as entregas foram 4,3% maiores. Segundo os dados da Abraciclo, apenas o segmento premium, de alta cilindrada (acima de 450 cm³), terminou o ano com balanço positivo: 56,1 mil unidades, alta de 10,2% sobre 2013. No mesmo período, as vendas ao atacado apresentaram crescimento de 10,4%, para 53,9 mil motocicletas. Com isso, a produção fechou em alta de 11,1%, para 53,6 mil unidades. Os mercados externos também diminuíram suas compras. As exportações da indústria brasileira de duas rodas fecharam 2014 com queda de 16,8%

Divulgação

Em dezembro foram fabricadas 84,8 mil unidades contra 81,4 mil no ano anterior

sobre 2013: foram 88 mil unidades embarcadas em 2014 contra as 105,8 mil do ano anterior. Um movimento de melhora foi observado em dezembro, quando pouco mais de 6 mil motos foram enviadas a mercados externos, o que representou aumento de 80,4% sobre novembro, quando as empresas exportaram apenas 3,3 mil motocicletas.

Projeções

As associadas à Abraciclo preveem um ano com números semelhantes aos de 2014, representando estabilidade para o setor. Suas projeções apontam para uma produção de 1,52 milhão de unidades, enquanto as vendas devem fechar em algo entre 1,47 milhão no varejo e 1,46 milhão no atacado. Enquanto isso, as exportações devem encolher pelo menos 33 mil unidades, para 55 mil motos.

ALTA

Vendas de veículos usados crescem 7,2% em 2014 Ao contrário do mercado de veículos novos, cujos emplacamentos caíram 7,1% em 2014, as vendas de veículos usados cresceram 7,2% sobre o ano anterior, com a transferência de 10,4 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, de acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Por sua vez, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), que também computa o mercado de usados, calcula que foram repassados 2,7 usados para cada modelo novo emplacado no ano passado. Considerando todos os segmentos – incluindo duas rodas e implementos rodoviários – os

negócios no setor de usados se elevaram em 6,9% no ano passado contra o anterior, para um total de 13,3 milhões de unidades usadas negociadas em todo o País. O crescimento foi puxado pelo segmento de veículos leves, que com 10 milhões de unidades superou em 6,5% o desempenho do setor de usados em 2013. Por outro lado, caminhões e ônibus registraram queda anual de 2,3%, para 368,1 mil unidades. Implementos rodoviários acompanharam o ritmo desencadeado e fecharam o ano com retração de 25,8%, para 66,5 mil reboques. Já o setor de duas rodas confirmou alta de 9,8% das vendas de motocicletas usadas em 2014, para o total de 2,8 milhões de unidades.

Para Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto, a tendência de crescimento também deve continuar em 2015: “Percebemos esse movimento há alguns meses, de forma constante e progressiva. Está bem claro para nós que o consumidor está procurando oportunidades mais vantajosas para a compra de veículos. Por isso vem optando pela escolha de seminovos, que oferecem praticamente os mesmos benefícios de um carro novo, mas com custos menores e até garantias originais, em alguns casos. Essa procura cada vez mais por seminovos deve se expandir neste ano, já que a oferta de crédito e financiamento para a aquisição de veículos seminovos também deverá aumentar. Estamos otimistas com isso”, afirma.

INDÚSTRIA

BNDES enfatizará financiamento em inovação de montadoras O fim da expansão do setor automobilístico, que vem ocorrendo nos últimos meses, motivará o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a dar nova ênfase aos financiamentos para as montadoras que apostem em projetos de reengenharia, inovação e criação de modelos, disse o chefe do Departamento de Indústria Metalmecânica e Mobilidade do BNDES, Haroldo Prates. No entanto, ele ponderou que os investimentos para

implantação de fábricas e ampliação da capacidade produtiva continuarão ocorrendo. Segundo Prates, os pedidos de empréstimo das montadoras para renovação do portfólio de veículos ocorrem com ou sem cenário de crise. “Se a empresa não modernizar o veículo que está vendendo, o consumidor vai comprar do concorrente”. Esse tipo de investimento e de financiamento do banco é algo mais perene. Não há relação direta com a

demanda, mas mostra grande correlação com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços fabricados no País. Segundo ele, o incentivo a novos projetos não é novidade, já que fazia parte da programação tradicional de financiamentos do banco. “De três em três anos, normalmente, a montadora troca o modelo. Esses projetos as empresas trabalham usualmente conosco na linha de financiamento”, disse.


Clipping Média mensal de vendas de veículos cai 14% em 2014 4982459 - CRUZEIRO DO SUL - ECONOMIA - SOROCABA - SP - 08/01/2015 - Pág B1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=YCOWXcbXj9yuPW8+us5NqsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SOROCABA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4982459.pdf

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Clipping Previsões 4983243 - CORREIO BRAZILIENSE - VEÍCULOS - BRASÍLIA - DF - 15/01/2015 - Pág 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=mJuICEkLlWxZHvqtd4SbfMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: BRASÍLIA Estado: DF País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4983243.pdf

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2 • Veículos

• Brasília, quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 •

CORREIO BRAZILIENSE

Alta roda

HONDA CG 150 START Com motor flex e painel digital, mas mantendo freios a tambor nas duas rodas, o novo modelo passa a ser a opção mais barata na categoria de 150cm³ da marca japonesa

por Fernando Calmon fernando@calmon.jor.br

Honda/Divulgação

Vencedores e vencidos P O motor é o mesmo da CG 150 Fan e da Titan: são 14,2cv de potência

O painel está digital: informações mais precisas ao condutor

Versão inicial » TÉO MASCARENHAS

M

aior fabricante mundial de motocicletas, a Honda acaba de completar nada menos do que 300 milhões de unidades produzidas, ao longo de sua história, que começou em 1949, no Japão, com o pequeno modelo Dream, de 98cm³ de cilindrada e 3cv de potência. Instalada no Brasil inicialmente como escritório de importação, ela passou a produzir em Manaus o modelo CG 125 a partir de 1976. De lá pra cá, já foram mais de 20 milhões de unidades produzidas no país em uma fábrica considerada a maior do grupo entre as 72 espalhadas pelo mundo. Durante todo esse período, a CG sempre foi o modelo mais vendido no mercado brasileiro, recebendo inúmeras versões. Além disso, a família CG detém a marca de veículo mais vendido (incluindo carros) da história do Brasil, com cerca de 11 milhões de unidades comercializadas. Com essa responsabilidade, a companhia apresenta a nova CG 150 Start, que já está disponível para ser a porta de entrada, ou de início (como sugere o nome, em tradução para o português). Para abrir espaço para a nova moto, com preço sugerido de R$ 6.350, a Honda retirou de linha os modelos CG 125 ES e CG 125 ESD, conservando a CG 125 Fan e também a CG 125 Cargo, em uma estratégia que visa à migração progressiva dos motores de 125cm³ de cilindrada para os de 150cm³.

Início

A preferência do consumidor reforça essa tendência, elegendo, por exemplo, o modelo CG 150 Fan como o mais vendido da marca. Em versão única, a nova motocicleta desembarca como porta de entrada nessa categoria. Entretanto, a Start 150 chega com algumas contradições. Para conservar um preço mais atraente e não espantar a freguesia, que agora tem reduzidas as opções de 125 cilindradas, a Start 150 assume a estranha condição de uma espécie de “pé de boi” requintada. Ao mesmo tempo em que apresenta um acabamento mais simplório, também conta com itens de conforto de modelos sofisticados. O visual da nova motocicleta Start 150 não segue totalmente as modernizações adotadas na oitava versão da família CG, que estabeleceu uma nova identidade para a linha a partir de 2014 de forma mais radical. O tanque de

combustível, por exemplo, não conta com as abas laterais que compõem o novo desenho das irmãs. O escapamento também não tem a proteção cromada, que confere um aspecto sofisticado, mas apenas a pintura em preto fosco. Além disso, os freios dianteiro e traseiro são a tambor, que tem ação menos eficiente.

Equipamentos A Start 150 também não conta com a opção do novo sistema de freios combinados, que transfere parte da carga de frenagem da roda traseira para a dianteira automaticamente, independentemente da vontade do piloto,

aumentando a segurança. Porém, o sistema de partida elétrica é de série. Além disso, ela tem apoio para os pés do passageiro ligado diretamente ao quadro, que não transfere o incômodo das oscilações do piso, aumentando o conforto. Assim como nas demais irmãs da família, a nova moto tem painel inteiramente digital, novos quadro, farol, para-lama dianteiro e banco. O robusto motor já é um “velho” conhecido (também equipa a CG 150 Fan e a CG 150 Titan). Ele tem um cilindro (com 149,2cm³ de cilindrada), é do tipo quatro tempos e incorpora sistema flex (batizado de FlexOne), refrigeração a ar e injeção eletrônica, desenvolvendo 14,2cv com gasolina e 14,3cv com etanol (a 8.500rpm). O torque é de 1,32kgfm com gasolina e de 1,45kgfm com etanol (a 6.500rpm). O câmbio tem cinco marchas e o tanque comporta 15,6 litros. A suspensão dianteira é do tipo telescópica convencional, com 135mm de curso; e a traseira conta com dois amortecedores e 106mm de curso. As cores oferecidas são a preta e a vermelha.

SEGURANÇA

Ladrões estão de olho no estepe » CAIO WALLERSTEIN

Wagner Malagrine/Divulgação

ESPECIAL PARA O CORREIO

A antiga RAV4 tinha o estepe do lado de fora: nova versão aboliu o item passo para diminuir a incidência dos furtos, já que, segundo o estudo, 80% dos roubos acontecem com o veículo estacionado. “Outra solução possível seria as travas de segurança do estepe serem reforçadas, com segredos ou usando a tecnologia do computador de bordo”, pontua Waltônio. No

entanto, ele ressalta que isso dependeria da competência dos projetistas, no sentido de aumentar a segurança e manter a praticidade na hora em que seja necessário retirar o objeto. Carros como o Suzuki GrandVitara e oToyota RAV4 aboliram o estepe traseiro, que era uma espécie

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A notícia pode causar surpresa. Nem som automotivo, nem bolsa, muito menos objetos pessoais: o item mais levado dos carros no Brasil é o estepe. Em 40% dos roubos de veículos, o objeto é levado, enquanto as bolsas são saqueadas em 7% dos casos e o som, em 3% deles. Outros itens não divulgados correspondem a 23%, e os 27% restantes são de itens que não são furtados. Os dados, fruto de um estudo da empresa Carglass, são alarmantes e devem provocar debate em torno da extinção do estepe externo, comum em alguns carros, principalmente entre os utilitários. “A razão do índice de furtos do estepe ser tão grande se dá por causa dos modelos que têm esses pneus do lado de fora, que podem ser roubados sem que o carro seja arrombado”, comenta o consultor técnico na área de automóveis Waltônio Cysneiros. Colocar o pneu reserva dentro do carro, portanto, já seria um

de marca registrada de ambos. Isso porque, mesmo com a trava e a capa protetora, a peça colocada do lado de fora fica vulnerável a furtos. Ascapasdecourosintéticooucourvin, apesar de contarem com travas de proteção, podem ser facilmente removidas.“Até as de fibra, que são mais resistentes, podem ser violadas. Portanto, não inibem totalmente a ação dos ladrões.” Para dificultar a quebra e a invasão por meio das janelas do carro, algumas empresas desenvolvem a chamada película antivandalismo. Mais grossa, ela contém os estilhaços do vidro mesmo quando quebrado, além de retardar o arrombamento, o que pode desencorajar o criminoso. Assim como a película, o alarme do veículo pode não garantir totalmente a proteção, mas ajuda a prevenir os furtos. Além disso, o motorista deve procurar estacionar o carro em vias movimentadas, que não sejam escuras ou sem policiamento. Outra medida que pode inibir eventuais roubos é retirar do carro som, bolsa e outros objetos visíveis.

rimeiro ano em que as novas regras de segurança forçaram o fim de linha de veículos superados — Kombi, Mille e Gol Geração 4 — o fechamento de 2014 deixou executivos da Fiat e da Volkswagen de plantão até 31 de dezembro. É que estava em jogo a liderança de 27 anos do Gol, depois do Fusca o mais bem-sucedido modelo já fabricado no país. Essa luta de bastidores certamente incluiu a prática do rapel, jargão do setor para licenciamento de carros com efeito estatístico sem venda efetiva, no último mês do ano. Locadoras e outros frotistas também fazem parte de táticas nessa batalha. Por uma diferença de apenas 385 unidades, a soma da dupla Palio e Palio Fire (este defasado de duas gerações e, portanto, com preço bastante atraente) levou a melhor, como já acontecia na maior parte do ano passado. A VW não quis entregar os pontos e tentou no último mês reverter o cenário de forma artificial. É usual no Brasil a convivência de diferentes gerações do mesmo modelo, como Celta e Classic, mantendo ou não o mesmo nome. Mas, na comparação direta, deve-se pontuar, o Gol Geração 5 vendeu cerca do dobro em relação ao Palio contemporâneo. Em 2014, pela primeira vez, um modelo chinês liderou: por apenas duas unidades passou o francês C4 Picasso. O Corolla recuperou a liderança entre os médios-compactos. O ranking da coluna tradicionalmente agrega hatches e sedãs de mesma família, critério usado com frequência no exterior. Ficam de fora da soma apenas os sedãs “desgarrados” (sem um hatch-irmão): Cobalt, Grand Siena e City. A classificação é por distância entre-eixos, largura e, secundariamente, preço. Tem por base o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). Só se citam modelos mais representativos do mercado. Dados compilados por Paulo Garbossa, da ADK. » Compacto: Gol/Voyage, 13%; Onix/Prisma, 12%; Palio/Fire/Siena, 11%; HB20/X/S, 9%; Logan/Sandero, 7%; Fiesta hatch/sedã 6,6%; Uno/Mille, 6%; Fox/CrossFox, 5%; Celta/Classic, 4,5%; Grand Siena, 4%; Etios hatch/sedã, 3,3%; up!, 3%; Ka/Ka+, 2,5%; Cobalt, 2,3%; March/Versa, 2%; Punto/Linea, 1,6%; C3/DS3, (1,45%); 207/208, (1,4%); City, 1,2%; Clio, 1%. Gol, isoladamente, perdeu para dupla Palio/Fire. » Médio-compacto: Corolla, 22%; Civic, 18%; Cruze hatch/sedã, 14%; Focus hatch/sedã, 10%; Golf/Jetta, 9%; Sentra, 5%; C4/Lounge/DS4, (3,7%); Peugeot 308/408, (3,1%); i30/Elantra, 3%; Fluence, 2,9%. Corolla reassumiu a ponta. » Médio-grande: Fusion, 39%; BMW Série ¾, (24%); Mercedes C/Coupé, 15%; Azera, 6%. Leve avanço do Fusion. » Grande: Mercedes E/CLS, 36%; BMW Série 5/6, (26%); Jaguar XF, 18%. Líder com mais margem. » Topo: Chrysler 300 C, 35%; Classe S, 15%; Panamera, 12%. Preço bom garante. » Monovolume pequeno: Fit, 43%; Spin, 29%; Idea, 13%. Fit ainda em ascensão. » Monovolume médio: J6, (29,7%); C4 Picasso, 29,6%; Mercedes Classe B, 21%. Surpreendente líder. » Picape pequena: Strada, 56%; Saveiro, 31%; Montana, 13%. Strada com grande folga. » Picape média: S10, (30%); Hilux, 26%; Ranger, 14%. S10, atenção. » Crossover: ASX, 48%, Freemont/Journey, 26%; Ranger Rover Evoque, 23%. ASX, tranquilo. » Utilitário esporte compacto: EcoSport, 39%; Duster, 35%; Tracker, 10. EcoSport menos sossegado. » Utilitário esporte médio-compacto: Tucson/ix35, 40%; Sportage, 12%; RAV4, (10%). Líderes incontestes. » Utilitário esporte médio-grande: Hilux SW4, (43%); Santa Fe, 13%; Sorento, 7%. Sem preocupações. » Utilitário esporte grande: Pajero Full/Dakar, 43%; Edge, 18%; Discovery, 11%. Bem consolidado. » Esporte: BMW Z4, (40%); Boxster/Cayman, 23%; Corvette, 10%. Liderança confortável.

»Rodaviva PREVISÕES

CRESCIMENTO

A Anfavea e a Fenabrave têm previsões bem próximas para as vendas totais (automóveis e comerciais leves/pesados) em 2015. A primeira espera crescimento zero, e a segunda, menos 0,5%. Com o revertério de 2014 (menos 7%, frente a 2013) parece que as assessorias econômicas das duas entidades preferiram a prudência em relação ao otimismo com os números.

Curiosamente, a Anfavea prevê este ano a produção — importante para geração de empregos industriais — crescer 4% em razão de novo recuo na participação de modelos importados, que em 2014 encolheu para 17,6% (em 2012 eram 20,7%). As exportações ajudarão pouco nesse cálculo, pois devem subir apenas 1%. A entidade espera que o dólar alcance R$ 3,10 no final de 2015, ou seja, uma mididesvalorização.

LIDERANÇA Números preliminares da consultoria italiana Focus2Move indicam que o GrupoVW assumiu pela primeira vez a liderança mundial em vendas de automóveis e comerciais leves: sua meta era alcançar essa posição apenas em 2018. Foram 100.000 unidades a mais que o Grupo Toyota. Para tanto aVW contou com 190.000 modelos Porsche, muito acima do esperado.

VEXAME Grande vexame: novo extintor para princípio de incêndio, do tipo ABC, não deu conta do recado numa reportagem exibida pela afiliada da Rede Globo, em Goiás. Extintor descarregado não debelou as chamas, no que seria uma demonstração de eficiência dessa quase inutilidade. Obrigatoriedade continua…


Clipping Venda de veículos deve cair 0,43% neste ano 4983966 - CORREIO DO ESTADO - ECONOMIA - CAMPO GRANDE - MS - 07/01/2015 - Pág 8 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=2vmE8BeO8/27iPVW2G/UIMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CAMPO GRANDE Estado: MS País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4983966.pdf

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Clipping Montadoras demitiram 12,4 mil no País em 2014 4984131 - JORNAL DO COMÉRCIO - JC LOGÍSTICA - PORTO ALEGRE - RS - 15/01/2015 - Pág 6 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=TlaRvLHnmik2vkG+vbGoOMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: PORTO ALEGRE Estado: RS País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4984131.pdf

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Clipping Veículos 4984136 - DIÁRIO CATARINENSE - MOACIR PEREIRA - FLORIANÓPOLIS - SC - 10/01/2015 - Pág 11 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=TlaRvLHnmilRWyZXMqXcesNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Moacir Pereira Cidade: FLORIANÓPOLIS Estado: SC País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4984136.pdf

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Clipping Conheça os 10 carros e 10 motos mais vendidos Brasil 2014 4984157 - TRIBUNA DO NORTE - AUTOS & MOTORES - NATAL - RN - 09/01/2015 - Pág 1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=TlaRvLHnming3FveF1DG+MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: NATAL Estado: RN País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4984157.pdf

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Clipping Internet muda maneira de o brasileiro comprar carro 4984973 - BRASIL ECONÔMICO - EMPRESAS - SÃO PAULO - SP - 19/01/2015 - Pág 12 - 13 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=beb/7kbR8SSRP+xR15uVF8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Rodrigo Carro Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4984973.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 748,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 50000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 748,00 Total: 0,0000


12 Brasil Econômico Segunda-feira, 19 de janeiro, 2015

EMPRESAS

Rodrigo Carro rodrigo.carro@brasileconomico.com.br

Arte Fernando Alvarus

Foi-se a época em que o brasileiro ia repetidas vezes à concessionária para “namorar” um carro até decidir comprá-lo. Se antes da popularização da internet o consumidor visitava uma loja física de cinco a seis vezes, em média, para só depois fechar negócio, hoje este contato pré-compra se resume a duas idas à revenda de automóveis. Longe de ser um fato isolado, a mudança — detectada em levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) — é um indício de como a fartura e a diversidade de informações disponíveis na web altera hábitos de consumo no mercado automotivo brasileiro. “Nossa pesquisa com consumidores de veículos indica que 96% passaram pela internet antes de fechar a compra”, conta Valdner Pa-

pa, diretor do Departamento de Relações com o Mercado da Fenabrave. A crescente riqueza de informações e análises técnicas que podem ser garimpadas na internet também contribuiu para encurtar o processo de decisão, segundo Papa. O prazo que o consumidor levava pesquisando antes de efetuar a compra encolheu de seis para três meses. “A mídia social não vende mas informa”, resume o diretor da Fenabrave. O peso das as redes sociais como canal de propagação para opiniões sobre automóveis é grande, segundo indica a edição mais recente do estudo “Carros online 2014 - Geração conectada”, da consultoria Capgemini. No Brasil, 84% dos entrevistados na pesquisa — realizada com dez mil consumidores em dez países — postam ou pretendem postar suas experiências com os veículos nas redes sociais. O percen-

Internet muda maneira de o brasileiro comprar carro Fartura de informações disponíveis na web reduz número de visitas do cliente à concessionária e encurta processo de aquisição do automóvel


Segunda-feira, 19 de janeiro, 2015 Brasil Econômico 13 Divulgação

HOTELARIA

Atlantica Hotels: receita de R$ 778 mi A Atlantica Hotels registrou em 2014 um volume de negócios que ultrapassou R$ 778 milhões, crescimento 14,5% superior em relação a 2013. O Revpar, que representa a receita por apartamento disponível, teve saldo positivo de 4%. Segundo Paul Sistare, presidente e CEO da Atlantica Hotels, 2014 superou as expectativas “muito por conta do período em que ocorreu a Copa do Mundo.” Redação

tual é superior à média registrada nos dez mercados, que foi de 76%. Ainda de acordo com a Capgemini, 47% dos brasileiros entrevistados se mostraram dispostos, no ano passado, a comprar um automóvel via internet. Na edição anterior da pesquisa, relativa ao biênio 2012/2013, essa porcentagem havia sido de 45%. Comparado a outros mercados como Estados Unidos (34%) e Alemanha (36%), o consumidor no Brasil está mais propenso à compra online de um carro. Apesar do potencial dos canais digitais, a chamada Lei Renato Ferrari (nº 6.729), de 1979, estipula que 100% das vendas para o consumidor final (pessoa física) devem ser feitas obrigatoriamente por concessionárias. É por isso que os sites das montadoras instaladas no país remetem invariavelmente para a concessionária mais próxima do internauta. Gerente sênior da consultoria Accenture, Carlos Fan estima que as vendas diretamente relacionadas à internet estão hoje entre 5% e 6% do total, no mercado brasileiro. “A grande questão é rastrear esse cliente”, explica Fan. A projeção se baseia no cruzamento entre CPFs de clientes que se cadastram no site de uma montadora e

NÚMEROS

96% Éo percentualno Brasil de consumidores quepassaram pelainternet antes deadquirir umautomóvel, deacordo coma Fenabrave.

47% Éo percentualde brasileiros que estariam dispostos a comprar um carropela internetem 2014, segundo levantamento da consultoria Capgemini. No Brasil, é vedada por leia venda diretade automóveis para pessoas físicas.

daqueles que efetivamente compraram um veículo. “É um número muito conservador”, reconhece o gerente da Accenture. “Muitos se cadastram na internet e não colocam o CPF.” Sem as mesmas restrições que o mercado de carros zero quilômetro, o de usados se expande em ritmo acelerado pela web. Mesmo num ano marcado pela retração da indústria automotiva, o portal brasileiro WebMotors registrou em 2014 aumento de 33,2% na procura por carros anunciados. As buscas por veículos usados cresceram 55% e por novos, 26,4%, em relação a 2013. Também na comparação ano contra ano, houve incremento de 11,6% na quantidade de ofertas anunciadas. “O brasileiro pode escolher hoje entre mais de 50 marcas de automóveis. Se extrapolarmos para os modelos que cada montadora oferece, a variedade é muito grande”, diz Fernanda Gasciarino Lagroteria, responsável por Produtos, User Experience e Marketing do WebMotors. O excesso de oferta empurra naturalmente o cliente potencial para a web. No caso da WebMotors, 38% da audiência vêm de usuários de dispositivos móveis, que em breve devem superar os acessos via desktop.

Oi:venda de ativos não acarreta quebra de contrato com a PT Empresa reage a críticas contra fusão com Portugal Telecom dizendo que operação é ‘irreversível’ Em meio a críticas à fusão entre Oi e Portugal Telecom, a companhia brasileira partiu para a defesa da operação. Num comunicado à imprensa distribuído na última sextafeira, a empresa negou que a venda da subsidiária operacional PT Portugal ao grupo francês Altice resulte em qualquer descumprimento dos termos da fusão. Já aprovada pelos acionistas da Oi, a venda de ativos em Portugal e na Hungria por ¤ 7,4 bilhões será votada na próxima quinta-feira em assembleia geral da PT SGPS, holding que detém 25,6% do capital da operadora brasileira. Nas últimas semanas, a tese de que a fusão deveria ser revertida ganhou espaço em Portugal por conta dos ataques feitos à operação pelo presidente da mesa da assembleia, pelo Sindicato dos Trabalhadores da Portugal Telecom e pelo ex-executivo da companhia Henrique Granadeiro. A empresa brasileira destacou, no documento, que a fusão está juridicamente concluída. “A legislação brasileira, que rege a operação, não prevê um eventual descumprimento contratual (que não existe, no caso) como fundamento para a desconstituição de um aumento de capital finalizado”, justificou a Oi, referindo-se à capitalização que viabilizou a fusão. “A própria PT SGPS, conforme fato relevante divulgado à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, de Portugal), contratou análises jurídicas cujos pareceres concluem e ratificam o entendimento da Oi, de que a fusão é irreversível.” Na noite da última quinta-feira, a PT SGPS divulgou comunicado em que esclarecia pontos considerados essenciais pela CMVM, órgão que regula o mercado português de capitais, para a realização da assembleia de quinta-feira. Defendida por António Menezes Cordeiro, presidente da mesa da assembleia, a tese de que o contrato poderia ser rompido por ter sido descumprido pelos brasileiros não foi encampada pela PT SGPS. A contestação dos termos acordados levaria a um litígio, “de duração imprevisível, nos tribunais brasileiros, prolongando o impasse sobre a situação da PT Portugal e gerando um inevitável processo de destruição de valor para todas as partes envolvidas”, argumenta

o Conselho de Administração da PT SGPS no comunicado. Embora se manifeste favoravelmente à fusão, a holding portuguesa admite no documento a possibilidade de renegociar os termos de acordos firmados com a Oi caso apareçam evidências de que Zeinal Bava — presidente da Oi entre junho de 2013 e outubro de 2014 — tinha conhecimento das aplicações da Portugal Telecom na holding Rioforte. O investimento resultou em um prejuízo de ¤ 897 milhões que obrigou a operadora portuguesa a renegociar sua fusão com a Oi em bases muito menos favoráveis. “É possível inferir que, caso se venha a comprovar que o engenheiro Zeinal Bava tinha conhecimento das aplicações da Rioforte, que a Oi também teria conhecimento, pelo menos na pessoa do seu CEO, da realização de tais investimentos”, sustenta a empresa, frisando entretanto que “nesta data, esses fatos não foram considerados provados.” Na Bolsa de Lisboa, os papéis da PT SGPS terminaram a sextafeira em baixa de 6,84%, cotados a ¤ 0,64. Na BM&F Bovespa, as ações ordinárias sofreram desvalorização de 7,74% (para R$ 5,24) e as preferenciais tiveram queda de 5,34% (para R$ 4,96).

Defendida por António Menezes Cordeiro, presidente da mesa da assembleia, a tese de que o contrato poderia ser rompido por ter sido descumprido pela Oi não foi encampada pela PT SGPS


Clipping Fiat provoca Volkswagen com golaço do palio 4985109 - MEIO & MENSAGEM - COMUNICAÇÃO - SÃO PAULO - SP - 19/01/2015 - Pág 12 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=hTQLxZDwd82d2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: REVISTA Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985109.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 48,11 Fechamento: 01/15 Tiragem: 7000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 48,11 Total: 0,0000



Clipping Fiat Palio cutuca Gol após derrota no mercado brasileiro 4985792 - IG ONLINE - WEB - WEB - 19/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pU/35ZQMkWa20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Alta Roda – Vencedores e vencidos 2014 4985793 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pU/35ZQMkWZcK9HF1X1MCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.novidadesautomotivas.blog.br/2015/01/alta-roda-vencedores-e-vencidos2014.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: noreply@blogger.com (Henrique Rodriguez) Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985793.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985794 - O POPULAR - WEB - WEB - 19/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pU/35ZQMkWZPfz+jp3ZTJsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.opopular.com.br/editorias/economia/mercado-de-trabalho-come%C3%A7a-2015sob-onda-de-demiss%C3%B5es-1.760447?renderAsAjaxContent=true Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Denise Abarca, Maria Regina Silva e Igor Cidade: WEB Gadelha Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985794.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985795 - BAHIA NOTÍCIAS - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pU/35ZQMkWbeg56jHudxLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.bahianoticias.com.br/estadao/noticia/63819-mercado-de-trabalho-comeca-2015sob-onda-de-demissoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985795.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985796 - JORNAL DIÁRIO DO INTERIOR - WEB - WEB - 19/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pU/35ZQMkWZEStGTC+F8S8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jornaldiariodointerior.com/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sob-onda-de-demissoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Oliveira José Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985796.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


19/01/2015

Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Jornal Diario do Interior – Santo Antonio de Jesus

Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões By Oliveira José on Janeiro 19, 2015

Tweet O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras. Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. “O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras”, disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura. Vale data:text/html;charset=utf-8,%3Ch1%20style%3D%22margin%3A%2010px%200px%3B%20padding%3A%200px%3B%20border%3A%200px%3B%20font-…

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Jornal Diario do Interior – Santo Antonio de Jesus

lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão “extremamente limitada” e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão.

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985797 - JORNAL DE BELTRÃO - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pU/35ZQMkWZ+L8tgIlp2ZcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornaldebeltrao.com.br/noticia/207586/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sobonda-de-demissoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985797.pdf

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Clipping Escolha bem o seguro do seu automóvel 4985798 - COBERTURA MERCADO DE SEGUROS - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pU/35ZQMkWbb1L02C1FcTcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.revistacobertura.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=104037&friurl=:Escolha-bem-o-seguro-do-seu-automovel-: Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985798.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985799 - REPÓRTER CORAGEM - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pU/35ZQMkWZhVt4R9Vq5kMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://reportercoragem.com.br/geral/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sob-onda-dedemissoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985799.pdf

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões | Repórter Coragem

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Publicado em 18 jan 2015 - às 19:01

Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões Por Repórter Coragem

O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras. Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. “O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras”, disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura. Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão “extremamente limitada” e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da SecretariaGeral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão.

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Clipping IPVA com desconto para final de placa 7 vence nesta segunda 4985800 - EXAME - WEB - WEB - 19/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL1fM2g5cLcGLMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/ipva-com-desconto-para-final-de-placa-7vence-nesta-segunda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Priscila Yazbek, de EXAME.com Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985800.pdf

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Os preços dos seguros dos 10 carros mais vendidos de 2014 | EXAME.com

Os preços dos seguros dos 10 carros mais vendidos de 2014 Recomende

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Carros enfileirados: Carros com preços parecidos podem ter valores de seguro bem diferentes

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Os seguros dos populares Priscila Yazbek, de EXAME.com

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São Paulo - O Volkswagen Gol tem o valor médio deseguro mais caro (2.017 reais) e o Ford Fiesta o mais barato (1.430 reais) dentre os 10 carros mais vendidos no Brasil de janeiro a novembro de 2014, segundo simulação realizada pela corretora online Minuto Seguros. Diversas variáveis são contempladas para a formação dos preços dos seguros de carros. Além de considerar o valor de mercado do veículo, que a seguradora precisaria pagar em caso de perda total, o seguro também leva em conta o índice de roubo do carro e o custo de reposição de peças. Sendo assim, mesmo com preços de venda semelhantes, os carros de um mesmo segmento podem ter valores de seguro bem diferentes, como pode ser observado no caso do Gol e do Fiesta. Os preços médios dos seguros foram encontrados a partir das cotações feitas em 12 seguradoras: Azul, Allianz, Bradesco, Chubb, HDI, Itaú, Liberty, Marítima, Mitsui, Porto Seguro, Tokio, Yasuda. A lista dos veículos mais vendidos foi

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Os preços dos seguros dos 10 carros mais vendidos de 2014 | EXAME.com

baseada nos dados de emplacamentos de veículos da Fenabrave. O perfil de condutor usado para a comparação foi o de um homem de 30 anos, casado, com garagem em casa e no trabalho. E o seguro simulado contemplaria uma cobertura de 50 mil reais de danos a terceiros. As cotações foram baseadas em CEPs de cinco regiões diferentes: Amazonas (CEP: 69055-030), Distrito Federal (CEP: 71200-010), Pernambuco (51180-001), Rio Grande do Sul (91740-001), e São Paulo (CEP: 04506-000). Navegue pela galeria e compare os preços dos seguros dos carros mais populares do ano em diferentes regiões. Alista foi ordenada de acordo com o preço médio nacional do seguro, do menor para o maior valor.

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985826 - JORNAL DIA A DIA - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL1ENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornaldiadia.com.br/news/noticia.php?Id=54098 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985826.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985827 - FOLHA DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL1OzPx9WzkM/MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/geral/brasil/arqs/2015/01/0214.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Estadão Conteúdo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985827.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985828 - GUARULHOS WEB - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL3F8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=88509&t=Mercado+de+trabalho+comeca+2 015+sob+onda+de+demissoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985828.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985829 - CORREIO DE UBERLÂNDIA - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL3LG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.correiodeuberlandia.com.br/brasil-e-mundo/mercado-de-trabalho-comeca-2015sob-onda-de-demissoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Brasil Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985829.pdf

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Correio de Uberlândia Online

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Brasil e Mundo 18 de janeiro de 2015 16:00

Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões por Agência Brasil

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O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras. Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. data:text/html;charset=utf-8,%3Cheader%20class%3D%22header%22%20style%3D%22padding%3A%200px%3B%20margin%3A%200px%200px%2020p…

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Correio de Uberlândia Online

Cerca de 3,5 mil pessoas interditam trechos das rodovias em São Paulo durante greve na Volks após demissões. (Foto: Edmilson Magalhães/Sindicato dos Metalúrgicos do ABC/Divulgação)

O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. “O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras”, disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão “extremamente limitada” e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor.

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Correio de Uberlândia Online

Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão. Contágio Com o anúncio do corte de vagas no setor automotivo, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, disse não enxergar recuperação do emprego no horizonte relevante. Segundo ele, a expectativa é de que outros segmentos da economia comecem a adotar a mesma postura. “É claro que essas demissões vão provocar deterioração do mercado de trabalho. Já começa a afetar principalmente o setor de serviços, especialmente os mais interligados à indústria”, disse. Segundo o economista Andrade, as demissões, principalmente no setor industrial, estão acontecendo desde meados de 2013 e este movimento tende a ganhar mais ímpeto à frente, refletindo o enfraquecimento econômico e das medidas de ajuste tanto na política fiscal como na monetária. “Inevitavelmente a economia vai passar por esse período adverso até que a reorientação econômica comece a surtir mais efeitos em 2016 e especialmente em 2017″, avaliou. Opinião um pouco diferente dos demais tem o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. “O emprego industrial tem pouca representatividade no mercado de trabalho como um todo. Notícias como essa (demissões nas montadoras) têm mais impacto mesmo na mídia. O setor de comércio e serviços para a economia hoje é muito mais importante”, disse. Para Romão, da LCA, o quadro de piora do emprego industrial já parece estar respingando em outros setores da economia, como o de serviços, mas de forma menos intensa que antigamente. “Quando a indústria piorava, os serviços respondiam mais rapidamente a isso. Era um País mais dependente do setor industrial. Não digo que os serviços ganharam vida data:text/html;charset=utf-8,%3Cheader%20class%3D%22header%22%20style%3D%22padding%3A%200px%3B%20margin%3A%200px%200px%2020p…

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Correio de Uberlândia Online

própria, mas têm muito mais força e independência que no passado”, explicou. Petrobras Outro fator de preocupação e que deve deixar o mercado de trabalho menos aquecido são os efeitos da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção na Petrobras, entre eles a onda de demissões em curso no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desde a última semana, cerca de 900 trabalhadores já foram demitidos, e os consórcios que compõem o projeto planejam ainda demitir pelo menos mais 1.600. O economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada, disse que ainda não tem cálculos para estimar o quanto o escândalo envolvendo a estatal poderá afetar a economia como um todo, mas afirma que os impactos certamente virão. “A percepção é de que poderá ter um efeito relevante na economia real, principalmente sobre o plano de investimentos da Petrobras e das empresas envolvidas, que estão ligadas a projetos de infraestrutura importantes. Deve travar os planos dessas companhias, muitas delas da construção”, analisou. “Tende a agravar mais a situação do mercado de trabalho que se observou ao longo de 2014″, afirmou.

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985831 - CRUZEIRO DO SUL - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL02vkG+vbGoOMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/590223/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sob-ondade-demissoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985831.pdf

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Clipping Caminhões seguem isentos de IPI em 2015 4985832 - GUIA DO TRANSPORTADOR - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL2Ltgoo4U+fAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.guiadotrc.com.br/noticias/noticiaid.asp?id=28794&areas=not Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985832.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões na indústria 4985833 - JORNAL DO COMÉRCIO (RS) - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL1JeLoNLybxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=184816 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985833.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985855 - PRIMEIRA PÁGINA - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL3N75pXyWX6rMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornalpp.com.br/economia/item/82975-mercado-de-trabalho-comeca-2015-sobonda-de-demissoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985855.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985856 - R7 - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL0rDptNvo35jsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.r7.com/economia/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sob-onda-de-demissoes18012015 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985856.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985857 - PARANÁ ONLINE - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL3g3FveF1DG+MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

h t t p : / / w w w . p a r a n a online.com.br/editoria/economia/news/853937/?noticia=MERCADO+DE+TRABALHO+COME CA+2015+SOB+ONDA+DE+DEMISSOES Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985857.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985858 - JORNAL DO TOCANTINS - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL3cNDl0pXD7xMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985859 - FOLHA VITÓRIA - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL2uPW8+us5NqsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/2015/01/mercado-de-trabalho-comeca-2015sob-onda-de-demissoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985859.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985860 - BONDE - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL0wQfR/x2yddsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-39--190-20150118 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985860.pdf

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O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras. Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. "O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras", disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão "extremamente limitada" e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. data:text/html;charset=utf-8,%3Cdiv%20class%3D%22mgt-10%22%20style%3D%22margin-top%3A%2010px%3B%20color%3A%20rgb(0%2C%200%2C…

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Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão. Contágio Com o anúncio do corte de vagas no setor automotivo, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, disse não enxergar recuperação do emprego no horizonte relevante. Segundo ele, a expectativa é de que outros segmentos da economia comecem a adotar a mesma postura. "É claro que essas demissões vão provocar deterioração do mercado de trabalho. Já começa a afetar principalmente o setor de serviços, especialmente os mais interligados à indústria", disse. Segundo o economista Andrade, as demissões, principalmente no setor industrial, estão acontecendo desde meados de 2013 e este movimento tende a ganhar mais ímpeto à frente, refletindo o enfraquecimento econômico e das medidas de ajuste tanto na política fiscal como na monetária. "Inevitavelmente a economia vai passar por esse período adverso até que a reorientação econômica comece a surtir mais efeitos em 2016 e especialmente em 2017", avaliou. Opinião um pouco diferente dos demais tem o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. "O emprego industrial tem pouca representatividade no mercado de trabalho como um todo. Notícias como essa (demissões nas montadoras) têm mais impacto mesmo na mídia. O setor de comércio e serviços para a economia hoje é muito mais importante", disse. Para Romão, da LCA, o quadro de piora do emprego industrial já parece estar respingando em outros setores da economia, como o de serviços, mas de forma menos intensa que antigamente. "Quando a indústria piorava, os serviços respondiam mais rapidamente a isso. Era um País mais dependente do setor industrial. Não digo que os serviços ganharam vida própria, mas têm muito mais força e independência que no passado", explicou. Petrobras Outro fator de preocupação e que deve deixar o mercado de trabalho menos aquecido são os efeitos da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção na Petrobras, entre eles a onda de demissões em curso no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desde a última semana, cerca de 900 trabalhadores já foram demitidos, e os consórcios que compõem o projeto planejam ainda demitir pelo menos mais 1.600. O economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada, disse que ainda não tem cálculos para estimar o quanto o escândalo envolvendo a estatal poderá afetar a economia como um todo, mas afirma que os impactos certamente virão. "A percepção é de que poderá ter um efeito relevante na economia real, principalmente sobre o plano de investimentos da Petrobras e das empresas envolvidas, data:text/html;charset=utf-8,%3Cdiv%20class%3D%22mgt-10%22%20style%3D%22margin-top%3A%2010px%3B%20color%3A%20rgb(0%2C%200%2C…

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que estão ligadas a projetos de infraestrutura importantes. Deve travar os planos dessas companhias, muitas delas da construção", analisou. "Tende a agravar mais a situação do mercado de trabalho que se observou ao longo de 2014", afirmou.

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http://www.leiaja.com/noticias/2015/01/18/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sob-onda-dedemissoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985861.pdf

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões dom, 18/01/2015 - 14:10

O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras. Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. "O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras", disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão "extremamente limitada" e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da data:text/html;charset=utf-8,%3Cheader%20style%3D%22height%3A%20291px%3B%20width%3A%201001px%3B%20color%3A%20rgb(0%2C%200%2C… 1/2


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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões

Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão. Contágio Com o anúncio do corte de vagas no setor automotivo, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, disse não enxergar recuperação do emprego no horizonte relevante. Segundo ele, a expectativa é de que outros segmentos da economia comecem a adotar a mesma postura. "É claro que essas demissões vão provocar deterioração do mercado de trabalho. Já começa a afetar principalmente o setor de serviços, especialmente os mais interligados à indústria", disse. Segundo o economista Andrade, as demissões, principalmente no setor industrial, estão acontecendo desde meados de 2013 e este movimento tende a ganhar mais ímpeto à frente, refletindo o enfraquecimento econômico e das medidas de ajuste tanto na política fiscal como na monetária. "Inevitavelmente a economia vai passar por esse período adverso até que a reorientação econômica comece a surtir mais efeitos em 2016 e especialmente em 2017", avaliou. Opinião um pouco diferente dos demais tem o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. "O emprego industrial tem pouca representatividade no mercado de trabalho como um todo. Notícias como essa (demissões nas montadoras) têm mais impacto mesmo na mídia. O setor de comércio e serviços para a economia hoje é muito mais importante", disse. Para Romão, da LCA, o quadro de piora do emprego industrial já parece estar respingando em outros setores da economia, como o de serviços, mas de forma menos intensa que antigamente. "Quando a indústria piorava, os serviços respondiam mais rapidamente a isso. Era um País mais dependente do setor industrial. Não digo que os serviços ganharam vida própria, mas têm muito mais força e independência que no passado", explicou. Petrobras Outro fator de preocupação e que deve deixar o mercado de trabalho menos aquecido são os efeitos da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção na Petrobras, entre eles a onda de demissões em curso no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desde a última semana, cerca de 900 trabalhadores já foram demitidos, e os consórcios que compõem o projeto planejam ainda demitir pelo menos mais 1.600. O economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada, disse que ainda não tem cálculos para estimar o quanto o escândalo envolvendo a estatal poderá afetar a economia como um todo, mas afirma que os impactos certamente virão. "A percepção é de que poderá ter um efeito relevante na economia real, principalmente sobre o plano de investimentos da Petrobras e das empresas envolvidas, que estão ligadas a projetos de infraestrutura importantes. Deve travar os planos dessas companhias, muitas delas da construção", analisou. "Tende a agravar mais a situação do mercado de trabalho que se observou ao longo de 2014", afirmou.

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985862 - DIÁRIO WEB - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+9QXp9nsHL3sDavP3s9uv8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Economia/229464,,Mercado+de+trabalho+c omeca+2015+sob+onda+de+demissoes.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985862.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985911 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVS9iExaCi+0d8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.dgabc.com.br/Noticia/1137537/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sob-onda-dedemissoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985911.pdf

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Diário do Grande ABC

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O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras.

Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. "O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras", disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. data:text/html;charset=utf-8,%3Cdiv%20style%3D%22font-family%3A%20arial%2C%20Verdana%2C%20sans-serif%3B%20font-weight%3A%20normal%…

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19/01/2015

Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Diário do Grande ABC

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão "extremamente limitada" e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão. Contágio

Com o anúncio do corte de vagas no setor automotivo, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, disse não enxergar recuperação do emprego no horizonte relevante. Segundo ele, a expectativa é de que outros segmentos da economia comecem a adotar a mesma postura. "É claro que essas demissões vão provocar deterioração do mercado de trabalho. Já começa a afetar principalmente o setor de serviços, especialmente os mais interligados à indústria", disse. Segundo o economista Andrade, as demissões, principalmente no setor industrial, estão acontecendo desde meados de 2013 e este movimento tende a ganhar mais ímpeto à frente, refletindo o enfraquecimento econômico e das medidas de ajuste tanto na política fiscal como na monetária. "Inevitavelmente a economia vai passar por esse período adverso até que a reorientação econômica comece a surtir mais efeitos em 2016 e especialmente em 2017", avaliou. Opinião um pouco diferente dos demais tem o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. "O emprego industrial tem pouca representatividade no mercado de trabalho como um todo. Notícias como essa (demissões nas montadoras) têm mais impacto mesmo na mídia. O setor de comércio e serviços para a economia hoje é muito mais importante", disse. Para Romão, da LCA, o quadro de piora do emprego industrial já parece estar respingando em outros setores da economia, como o de serviços, mas de forma menos intensa que antigamente. "Quando a indústria piorava, os serviços respondiam mais rapidamente a isso. Era um País mais dependente do setor industrial. Não digo que os serviços ganharam vida própria, mas têm muito mais força e independência que no passado", explicou.

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Diário do Grande ABC

Petrobras

Outro fator de preocupação e que deve deixar o mercado de trabalho menos aquecido são os efeitos da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção na Petrobras, entre eles a onda de demissões em curso no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desde a última semana, cerca de 900 trabalhadores já foram demitidos, e os consórcios que compõem o projeto planejam ainda demitir pelo menos mais 1.600. O economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada, disse que ainda não tem cálculos para estimar o quanto o escândalo envolvendo a estatal poderá afetar a economia como um todo, mas afirma que os impactos certamente virão. "A percepção é de que poderá ter um efeito relevante na economia real, principalmente sobre o plano de investimentos da Petrobras e das empresas envolvidas, que estão ligadas a projetos de infraestrutura importantes. Deve travar os planos dessas companhias, muitas delas da construção", analisou. "Tende a agravar mais a situação do mercado de trabalho que se observou ao longo de 2014", afirmou.

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985912 - A TARDE - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVR1WPrvhcA3f8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1653505-mercado-de-trabalho-comeca-2015-sobonda-de-demissoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Denise Abarca, Maria Regina Silva e Igor Cidade: WEB Gadelha Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985912.pdf

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985913 - O DIÁRIO NET - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVQ/LTaVk/dxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.odiario.com/economia/noticia/1261348/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sobonda-de-demissoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985913.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Economia

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Economia

O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras. Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. "O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras", disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões - Economia

demissões no setor automotivo ainda são uma questão "extremamente limitada" e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão. Contágio Com o anúncio do corte de vagas no setor automotivo, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, disse não enxergar recuperação do emprego no horizonte relevante. Segundo ele, a expectativa é de que outros segmentos da economia comecem a adotar a mesma postura. "É claro que essas demissões vão provocar deterioração do mercado de trabalho. Já começa a afetar principalmente o setor de serviços, especialmente os mais interligados à indústria", disse. Segundo o economista Andrade, as demissões, principalmente no setor industrial, estão acontecendo desde meados de 2013 e este movimento tende a ganhar mais ímpeto à frente, refletindo o enfraquecimento econômico e das medidas de ajuste tanto na política fiscal como na monetária. "Inevitavelmente a economia vai passar por esse período adverso até que a reorientação econômica comece a surtir mais efeitos em 2016 e especialmente em 2017", avaliou. Opinião um pouco diferente dos demais tem o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. "O emprego industrial tem pouca representatividade no mercado de trabalho como um todo. Notícias como essa (demissões nas montadoras) têm mais impacto mesmo na mídia. O setor de comércio e serviços para a economia hoje é muito mais importante", disse. Para Romão, da LCA, o quadro de piora do emprego industrial já parece estar respingando em outros setores da economia, como o de serviços, mas de forma menos intensa que antigamente. "Quando a indústria piorava, os serviços respondiam mais rapidamente a isso. Era um País mais dependente do setor industrial. Não digo que os serviços ganharam vida própria, mas têm muito mais força e independência que no passado", explicou. Petrobras Outro fator de preocupação e que deve deixar o mercado de trabalho menos aquecido são os efeitos da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção na Petrobras, entre eles a onda de demissões em curso no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desde a última

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semana, cerca de 900 trabalhadores já foram demitidos, e os consórcios que compõem o projeto planejam ainda demitir pelo menos mais 1.600. O economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada, disse que ainda não tem cálculos para estimar o quanto o escândalo envolvendo a estatal poderá afetar a economia como um todo, mas afirma que os impactos certamente virão. "A percepção é de que poderá ter um efeito relevante na economia real, principalmente sobre o plano de investimentos da Petrobras e das empresas envolvidas, que estão ligadas a projetos de infraestrutura importantes. Deve travar os planos dessas companhias, muitas delas da construção", analisou. "Tende a agravar mais a situação do mercado de trabalho que se observou ao longo de 2014", afirmou.

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985914 - JORNAL DE BRASÍLIA - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVR6oYpLWUHQRsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/597322/mercado-de-trabalho-comeca2015-sob-onda-de-demissoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985914.pdf

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras. Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. "O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras", disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, data:text/html;charset=utf-8,%3Cdiv%20id%3D%22topo%22%20class%3D%22larg%22%20style%3D%22width%3A%20522px%3B%20height%3A%20100…

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões

afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão "extremamente limitada" e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão. Contágio Com o anúncio do corte de vagas no setor automotivo, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, disse não enxergar recuperação do emprego no horizonte relevante. Segundo ele, a expectativa é de que outros segmentos da economia comecem a adotar a mesma postura. "É claro que essas demissões vão provocar deterioração do mercado de trabalho. Já começa a afetar principalmente o setor de serviços, especialmente os mais interligados à indústria", disse. Segundo o economista Andrade, as demissões, principalmente no setor industrial, estão acontecendo desde meados de 2013 e este movimento tende a ganhar mais ímpeto à frente, refletindo o enfraquecimento econômico e das medidas de ajuste tanto na política fiscal como na monetária. "Inevitavelmente a economia vai passar por esse período adverso até que a reorientação econômica comece a surtir mais efeitos em 2016 e especialmente em 2017", avaliou. Opinião um pouco diferente dos demais tem o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. "O emprego industrial tem pouca representatividade no mercado de trabalho como um todo. Notícias como essa (demissões nas montadoras) têm mais impacto mesmo na mídia. O setor de comércio e serviços para a economia hoje é muito mais importante", disse. Para Romão, da LCA, o quadro de piora do emprego industrial já parece estar respingando em outros setores da economia, como o de serviços, mas de forma menos intensa que antigamente. "Quando a indústria piorava, os serviços respondiam mais rapidamente a isso. Era um País mais dependente do setor industrial. Não digo que os serviços ganharam vida própria, mas têm muito mais força e independência que no passado", explicou. Petrobras Outro fator de preocupação e que deve deixar o mercado de trabalho menos aquecido são os efeitos da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção na Petrobras, entre eles a onda de demissões em curso no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desde a última semana, cerca de 900 trabalhadores já foram demitidos, e os consórcios que compõem o projeto planejam ainda demitir pelo menos mais 1.600. O economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada, disse que ainda não tem cálculos para estimar o quanto o escândalo envolvendo a estatal poderá afetar a data:text/html;charset=utf-8,%3Cdiv%20id%3D%22topo%22%20class%3D%22larg%22%20style%3D%22width%3A%20522px%3B%20height%3A%20100…

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões

economia como um todo, mas afirma que os impactos certamente virão. "A percepção é de que poderá ter um efeito relevante na economia real, principalmente sobre o plano de investimentos da Petrobras e das empresas envolvidas, que estão ligadas a projetos de infraestrutura importantes. Deve travar os planos dessas companhias, muitas delas da construção", analisou. "Tende a agravar mais a situação do mercado de trabalho que se observou ao longo de 2014", afirmou. Fonte: Estadao Conteudo

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Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985916 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVRQT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/01/18/internas_economia,609182/mercado -de-trabalho-comeca-2015-sob-onda-de-demissoes.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985916.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 81,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 2662966,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 81,00 Total: 0,0000



Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985917 - ISTOÉ DINHEIRO - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVTzFXM5gLiwO8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20150118/mercado-trabalho-comeca2015-sob-onda-demissoes/225075.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985917.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 108,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 500000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 108,00 Total: 0,0000



Clipping Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões 4985918 - A CIDADE - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVRGY7J4Y8QZpsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornalacidade.com.br/economia/NOT,0,492,1026641,Mercado+de+trabalho+come ca+2015+sob+onda+de+demissoes.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985918.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 01/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


19/01/2015

ECONOMIA: Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões

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Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões mercado de trabalho cenário 2015 @estadaoconteudo 15h00 | 18/01/2015 Estadao Conteudo / Denise Abarca, Maria Regina Silva e Igor Gadelha

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O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras. Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de data:text/html;charset=utf-8,%3Cheader%20style%3D%22box-sizing%3A%20border-box%3B%20display%3A%20block%3B%20color%3A%20rgb(89%2C…

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ECONOMIA: Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões

Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. "O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras", disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão "extremamente limitada" e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministrochefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. data:text/html;charset=utf-8,%3Cheader%20style%3D%22box-sizing%3A%20border-box%3B%20display%3A%20block%3B%20color%3A%20rgb(89%2C…

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ECONOMIA: Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões

Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão. Contágio Com o anúncio do corte de vagas no setor automotivo, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, disse não enxergar recuperação do emprego no horizonte relevante. Segundo ele, a expectativa é de que outros segmentos da economia comecem a adotar a mesma postura. "É claro que essas demissões vão provocar deterioração do mercado de trabalho. Já começa a afetar principalmente o setor de serviços, especialmente os mais interligados à indústria", disse. Segundo o economista Andrade, as demissões, principalmente no setor industrial, estão acontecendo desde meados de 2013 e este movimento tende a ganhar mais ímpeto à frente, refletindo o enfraquecimento econômico e das medidas de ajuste tanto na política fiscal como na monetária. "Inevitavelmente a economia vai passar por esse período adverso até que a reorientação econômica comece a surtir mais efeitos em 2016 e especialmente em 2017", avaliou. Opinião um pouco diferente dos demais tem o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. "O emprego industrial tem pouca representatividade no mercado de trabalho como um todo. Notícias como essa (demissões nas montadoras) têm mais impacto mesmo na mídia. O setor de comércio e serviços para a economia hoje é muito mais importante", disse. Para Romão, da LCA, o quadro de piora do emprego industrial já parece estar respingando em outros setores da economia, como o de serviços, mas de forma menos intensa que antigamente. "Quando a indústria piorava, os serviços respondiam mais rapidamente a isso. Era um País mais dependente do setor industrial. Não digo que os serviços ganharam vida própria, mas têm muito mais força e independência que no passado", explicou. Petrobras Outro fator de preocupação e que deve deixar o mercado de trabalho menos aquecido são os efeitos da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção na Petrobras, entre data:text/html;charset=utf-8,%3Cheader%20style%3D%22box-sizing%3A%20border-box%3B%20display%3A%20block%3B%20color%3A%20rgb(89%2C…

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ECONOMIA: Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões

eles a onda de demissões em curso no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desde a última semana, cerca de 900 trabalhadores já foram demitidos, e os consórcios que compõem o projeto planejam ainda demitir pelo menos mais 1.600. O economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada, disse que ainda não tem cálculos para estimar o quanto o escândalo envolvendo a estatal poderá afetar a economia como um todo, mas afirma que os impactos certamente virão. "A percepção é de que poderá ter um efeito relevante na economia real, principalmente sobre o plano de investimentos da Petrobras e das empresas envolvidas, que estão ligadas a projetos de infraestrutura importantes. Deve travar os planos dessas companhias, muitas delas da construção", analisou. "Tende a agravar mais a situação do mercado de trabalho que se observou ao longo de 2014", afirmou.

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https://br.noticias.yahoo.com/mercado-trabalho-come%C3%A7a-2015-ondademiss%C3%B5es-170000123--finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985932.pdf

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Clipping Volkswagen cancela demissões de 800 funcionários, diz sindicato 4985948 - CAMAÇARI NOTÍCIAS - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVQR6SSnG+TbBsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Camaçari, 19 de Janeiro de 2015

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GERAL Sexta­feira, 16 de Janeiro de 2015

Volkswagen cancela demissões de 800 funcionários, diz sindicato Auto Esporte*

Litoral Economia Esporte Meio Ambiente Geral Entrevista Bahia Matéria do Leitor Saúde Edição Impressa Dicas da Gisa Fotos Concurso de fotogenia Educação Nota de Falecimento

Os trabalhadores da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP), no ABC paulista, decidiram nesta sexta­feira (16) encerrar a greve, que entrava em seu 11º dia consecutivo, após a montadora aceitar manter os 800 funcionários demitidos no início do ano, afirma o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Após o acordo nas negociações, a fábrica voltará a funcionar na segunda­feira (19). Toda a produção ficou paralisada durante o período, apenas os setores administrativos e de desenvolvimento continuaram. O local produz modelos Gol, Polo, Polo Sedan, Saveiro e Saveiro Cross. Na segunda­feira (12),uma passeata fechou parte da rodovia Anchieta, que liga o litoral à capital paulista. De acordo com o sindicato, a montadora também aceitou a proposta de reajuste do salário seguindo o aumento da inflação em 2016. Localizada também em São Bernardo do Campo, a Mercedes­Benz foi outra montadora a demitir funcionários no início do ano.

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Greve O anúncio das 800 demissões na Volkswagen aconteceu na terça­feira (6), dia em que cerca de 11 mil empregados voltavam de uma licença remunerada de quase 30 dias. Em solidariedade aos demitidos, outros milhares de trabalhadores cruzaram os braços, paralisando a produção na planta. Em nota, a empresa havia atribuido as demissões às condições econômicas. "Em razão do cenário do setor automotivo, diversas medidas de flexibilização da produção foram aplicadas desde 2013, como por exemplo férias coletivas, suspensão temporária dos contratos de trabalho (lay­off), entre outras. No entanto, todos os esforços não foram suficientes", afirmou a empresa em nota. Anchieta A planta na região metropolitana de São Paulo foi a primeira da Volkswagen fora da Alemanha e foi inaugurada em 1959. Com aproximadamente 13 mil funcionários, o local é responsável atualmente pela produção dos modelos Gol, Polo, Polo Sedan, Saveiro e Saveiro Cross.

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De acordo com a empresa, a unidade tem um nível de remuneração médio acima dos principais concorrentes, inclusive os que estão instalados na mesma região. "As premissas de reajustes salariais que foram definidas com o objetivo de aumentar a competitividade da Anchieta infelizmente têm distanciado a companhia de suas principais concorrentes (que realizaram reajustes menores com base no cenário dos últimos 2 anos)." Vendas e produção em queda No ano passado, as exportações foram prejudicadas com problemas na Argentina. Além disso, oGol, modelo mais popular do Brasil há 27 anos, perdeu o reinado para o Fiat Palio no ano passado, conforme divulgado pela federação dos concessionários, a Fenabrave, nesta terça. A entidade também divulgou que as vendas de veículos no Brasil caíram pelo segundo ano seguido: em 2014, o recuo foi de 7,15%. Tudo isto fez com que a produção encolhesse 15%, segundo a Volkswagen. Desde 2012, o governo brasileiro ofereceu incentivos tributários para o setor, por meio de desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Em troca, as fabricantes deveriam manter o nível de emprego.

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mudar o local da praça e cobrar de mais pessoas o pedágio Eu concordo Não concordo Ainda não sei do que se trata

Novo chefe Desde 1º de janeiro, a Volkswagen do Brasil tem um novo presidente. Após 7 anos na liderança, Thomas Schmall deixou o cargo para assumir um posto no conselho da marca na Alemanha. Quem ocupa o cargo agora é David Powels, que chefiava as operações na África do Sul. Powels já trabalhou no Brasil, de 2002 a 2007, e chegou a exercer a função de vice­presidente de finanças e estratégia corporativa.

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Clipping Palio dispara junto com Onix e Gol fica apenas em quarto na primeira quinzena 4985949 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVST+9mZwzBCRMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.noticiasautomotivas.com.br/?p=251378 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Ricardo de Oliveira Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985949.pdf

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Palio dispara junto com Onix e Gol fica apenas em quarto na primeira quinzena ■ Mercado

16/01/2015

O Palio começou 2015 muito bem, além de ter sido o mais vendido de 2014, quebrando uma sequência de 27 anos de liderança do Gol, o compacto da Fiat dispara na frente na primeira quinzena do ano com 7.606 unidades. O Onix aparece logo depois com 6.670 exemplares emplacados, seguido de longe pelo HB20 com 4.686. Por fim, aparece o ex­líder Gol com 4.516 em quarto. O Ka anda muito bem e está em quinto, seguido de perto pelo Uno. O Fox (sem CrossFox) surge em sétimo, enquanto o Prisma parece ditar qual será o sedã mais vendido de 2015, ficando à frente do Siena.


O up! ficou em décimo, fechando o primeiro grupo. Sandero, Fiesta (que ainda tem exemplares para vender) e HB20S aparecem na sequência, enquanto o Voyage fica em 14º e o Fit em 15º. Só então aparece o Corolla com 2.095 vendidos. Daí em diante, só da GM com Celta, Classic, Spin e Cobalt. Entre os comerciais leves, ainda contados com os utilitários esportivos no caso da Fenabrave, aponta a Strada em primeiro, seguida pela Saveiro. Hilux, EcoSport e S10 surgem em seguida. A Montana dá uma acelerada e passa o Duster, enquanto a Ranger mantém a oitava posição e o Tucson aparece em nono. A Fiorino fecha os 10 mais vendidos. Na lista seguida, o destaque é para o C3 Aircross em 19º.

Confira abaixo os 20 automóveis e 20 comerciais leves mais vendidos da primeira quinzena de 2015: Automóveis 1) Palio – 7.606 unidades 2) Onix – 6.670 3) HB20 – 4.686 4) Gol – 4.516 5) Ka – 3.988 6) Uno – 3.944 7) Fox – 3.739 8) Prisma – 3.638 9) Siena – 3.542 10) Up! – 2.869 11) Sandero – 2.488 12) Fiesta – 2.389 13) HB20S – 2.228 14) Voyage – 2.142


15) Fit – 2.113 16) Corolla – 2.095 17) Celta – 2.066 18) Classic – 2.021 19) Spin – 1.629 20) Cobalt – 1.574

Comerciais Leves 1) Strada – 5.646 unidades 2) Saveiro – 3.363 3) Hilux – 1.959 4) EcoSport – 1.855 5) S10 – 1.556 6) Montana – 1.388 7) Duster – 1.123 8) Ranger – 839 9) Tucson – 795 10) Fiorino – 716 11) Amarok – 620 12) Ix35 – 615 13) L200 – 607 14) Hilux SW4 – 491 15) Pajero – 487 16) Tracker – 456 17) ASX – 447 18) Sportage – 424 19) C3 Aircross – 389 20) Master – 339 [Fonte: Fenabrave]


Clipping Setor de carros seminovos deve crescer até 8% em 2015 4985976 - BAHIA NOTÍCIAS - WEB - WEB - 17/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVS2vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.bahianoticias.com.br/noticia/166096-setor-de-carros-seminovos-deve-crescer-ate8-em-2015.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985976.pdf

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Clipping Concessionárias vendem 7 mil carros com desconto no IPI; confira 4985977 - IBAHIA - WEB - WEB - 17/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVTBlh6Q/vMpHsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/concessionarias-vendem-7-mil-carros-com-descontono-ipi-confira Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Naiana Ribeiro Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985977.pdf

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Clipping GOLF GANHA TÍTULO NOS EUA 4985978 - JM ONLINE - WEB - WEB - 17/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVQdSTHrUDolKMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jmonline.com.br/novo/?noticias,8,SOBRE+RODAS,104871 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985978.pdf

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Clipping Vendas de veículos têm queda de 10,4% em 2014 4985979 - A REDE - WEB - WEB - 17/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVSCQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://arede.info/jornaldamanha/dinheiro/vendas-de-veiculos-tem-queda-de-104-em-2014/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985979.pdf

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Clipping Trabalhadores da Volkswagen entram em greve após demissões 4985980 - SURGIU - WEB - WEB - 06/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVQJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://m.surgiu.com.br/noticia/181416/trabalhadores-da-volkswagen-entram-em-greve-aposdemissoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985980.pdf

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Clipping Mercado de carros seminovos deve crescer até 8% em 2015 4985981 - CORREIO 24 HORAS - WEB - WEB - 17/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVSE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/mercado-de-carros-seminovos-devecrescer-ate-8-em-2015/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Naiana Ribeiro Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985981.pdf

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Clipping Golaço? Concessionária VW responde à Fiat 4985983 - MEIO & MENSAGEM - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVQhIMk8ZpB6o8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2015/01/16/Gola-o-Concession-ria-VW-responde---Fiat.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985983.pdf

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Motobrás, de Rio Grande (RS), assina peça que lembra os outros 27 gols do Gol 16 de Janeiro de 2015• 18:34

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Golaço? Concessionária VW responde à Fiat DEIXE SEU COMENTÁRIO

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a Uma campanha divulgada nesta semana pela Fiat, com criação da Leo Burnett Tailor Made, provocou a rival Volkswagen por causa da liderança de mercado alcançada pelo modelo Palio – que, por 385 unidades, venceu o Gol como o carro mais vendido do Brasil em 2014, segundo levantamento mais recente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores

(Fenabrave). A Volkswagen não respondeu à menção, mas uma de suas concessionárias, sim. A Motobrás, de Rio Grande (RS), assinou um anúncio criado pela agência Zuchoski que lembra os 27 anos de liderança de Gol. “De que adianta um golaço quando o placar está 27x1?”, brincou a Motobrás. Confira o anúncio abaixo:

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Clipping Escolha bem o seguro do seu automóvel 4985985 - BRASIL 247 - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OipEZRTjKVQduUGkzRjkZ8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.brasil247.com/pt/247/seudinheiro/165358/Escolha-bem-o-seguro.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4985985.pdf

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ESCOLHA BEM O SEGURO DO SEU AUTOMÓVEL

Um levantamento realizado pela corretora de seguros on­line Minuto Seguros revelou os preços mínimos das apólices dos carros mais vendidos neste ano. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o Fiat Palio deverá encerrar o ano na liderança do mercado, com o novo Gol na segunda posição 16 DE JANEIRO DE 2015 ÀS 16:23

Do Infomoney ­ Um levantamento realizado pela corretora de seguros on­ line Minuto Seguros revelou os preços mínimos das apólices dos carros mais vendidos neste ano. Segundo a Fenabrave


(Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o Fiat Palio deverá encerrar o ano na liderança do mercado, com o novo Gol na segunda posição. A empresa listou o valor mínimo do seguro dos dez carros mais vendidos no acumulado de 2014, levando em conta um homem de 30 anos, casado, com garagem na residência e sem dependentes. A pesquisa contemplou os estados do Rio Grande do Sul, Amazonas, Pernambuco e São Paulo, além do Distrito Federal e listou os seguintes modelos: Fiat Palio, VW Gol, Fiat Strada, Chevrolet Onix, Fiat Uno, Ford Fiesta, Hyundai HB20, VW Fox, Renault Sandero e Chevrolet Prisma. O levantamento mostra, por exemplo, que quem deseja segurar o GM Onix, terceiro mais vendido em 2014, irá desembolsar R$ 1.438,70 em Pernambuco e R$ 1.740,42 no Distrito Federal. Ainda de acordo com a Minuto, o estado de Pernambuco registra os valores mais atraentes para a maioria dos automóveis relacionados. O Fiat Palio, por exemplo, pode ser segurado por R$ 1.435,09. Já em São Paulo, a apólice do modelo líder de vendas tem valor mínimo de R$ 1.654,62. Entre os carros de passeio, o Hyundai HB20 possui as apólices com as maiores médias de preço. Seu valor é mais alto em São Paulo (R$ 2.169,22), no Rio Grande do Sul (R$ 1.937,50) e no Amazonas (R$ 1,742,02). Mais uma vez, o estudo constatou que São Paulo é o estado com a média geral mais alta, enquanto em Pernambuco, no Amazonas e no Distrito Federal os custos são mais baixos. A pesquisa da corretora revela ainda que o Fiat Strada, 4º mais vendido, tem a apólice mais cara em todos os estados consultados. Portanto, vale a pena pedir uma cotação antes de decidir pela compra ou troca por um novo veículo.


Clipping Primeiro ano em que as novas regras de segurança forçaram o fim de linha de veículos superados – Kombi, Mille e Gol Geração 4 – o fechamento de 2014 deixou executivos da Fiat e da Volkswagen de plantão até o dia 31 de dezembro. É que estava em jogo a lide 4986002 - TOP MAGAZINE - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qlDekLiU34eqXna8fTbJhMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.topmagazine.com.br/colunistas/fernando-calmon/2426-fernando-calmonvencedores-e-vencidos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4986002.pdf

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Clipping Escolha bem o seguro do seu automóvel 4986003 - BRASIL 247 - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qlDekLiU34f42/RGrNn3NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.brasil247.com/pt/247/seudinheiro/165358/Escolha-bem-o-seguro-do-seuautomóvel.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4986003.pdf

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Clipping Alta Roda: Conheça os veículos mais vendidos de 2014 em cada segmento 4986016 - CORREIO BRAZILIENSE - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qlDekLiU34dQT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Produção de veículos no País cai 15,3% em 2014, diz Anfavea 4986017 - SURGIU - WEB - WEB - 08/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qlDekLiU34fzFXM5gLiwO8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Clipping Fiat provoca VW sobre liderança do Palio: ‘golaço’ 4986018 - JORNAL PEQUENO - WEB - WEB - 16/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qlDekLiU34dGY7J4Y8QZpsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://jornalpequeno.com.br/2015/01/16/fiat-provoca-vw-sobre-lideranca-palio-golaco/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4986018.pdf

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Clipping Mercado de trabalho no Brasil começa o ano com demissões 4986022 - EXAME - WEB - WEB - 18/01/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=qlDekLiU34d2mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/mercado-de-trabalho-no-brasil-comeca-o-anocom-demissoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Denise Abarca, do Estadão Conteúdo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 19/01/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\01\19\4986022.pdf

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19/01/2015

Mercado de trabalho no Brasil começa o ano com demissões | EXAME.com

Mercado de trabalho no Brasil começa o ano com demissões Recomende

Edmilson Magalhães/Sindicato 2.554 views dos Metalúrgicos do ABC/Fotos Públicas

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Trabalhadores da Volkswagen durante assembleia após demissões em São Bernardo do Campo: Montadora demitiu 800 funcionários na semana passada Denise Abarca, do Estadão Conteúdo Maria Regina Silva e Igor Gadelha, doEstadão Conteúdo

São Paulo - O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que asdemissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nasmontadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou apolítica econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso, a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras.

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Mercado de trabalho no Brasil começa o ano com demissões | EXAME.com

Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa. Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%. O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. "O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras", disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal. Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil.

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Mercado de trabalho no Brasil começa o ano com demissões | EXAME.com

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão "extremamente limitada" e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor. Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos. Essa recomposição do IPI também reforça a expectativa da LCA Consultores de novas demissões na Indústria de Material de Transporte em 2015, ligada ao setor automotivo e que consta no Caged. Este segmento, que engloba não só as montadoras, mas também a área de autopeças, deve ter terminado 2014 com o fechamento de cerca de 42 mil vagas, estima o economista Fábio Romão. Contágio Com o anúncio do corte de vagas no setor automotivo, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, disse não enxergar recuperação do emprego no horizonte relevante. Segundo ele, a expectativa é de que outros segmentos da economia comecem a adotar a mesma postura. "É claro que essas demissões vão provocar deterioração do mercado de trabalho. Já começa a afetar principalmente o setor de serviços, especialmente os mais interligados à indústria", disse. Segundo o economista Andrade, as demissões, principalmente no data:text/html;charset=utf-8,%3Cheader%20class%3D%22content-header%22%20style%3D%22display%3A%20block%3B%20margin-bottom%3A%2025p…

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Mercado de trabalho no Brasil começa o ano com demissões | EXAME.com

setor industrial, estão acontecendo desde meados de 2013 e este movimento tende a ganhar mais ímpeto à frente, refletindo o enfraquecimento econômico e das medidas de ajuste tanto na política fiscal como na monetária. "Inevitavelmente a economia vai passar por esse período adverso até que a reorientação econômica comece a surtir mais efeitos em 2016 e especialmente em 2017", avaliou. Opinião um pouco diferente dos demais tem o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. "O emprego industrial tem pouca representatividade no mercado de trabalho como um todo. Notícias como essa (demissões nas montadoras) têm mais impacto mesmo na mídia. O setor de comércio e serviços para a economia hoje é muito mais importante", disse. Para Romão, da LCA, o quadro de piora do emprego industrial já parece estar respingando em outros setores da economia, como o de serviços, mas de forma menos intensa que antigamente. "Quando a indústria piorava, os serviços respondiam mais rapidamente a isso. Era um País mais dependente do setor industrial. Não digo que os serviços ganharam vida própria, mas têm muito mais força e independência que no passado", explicou. Petrobras Outro fator de preocupação e que deve deixar o mercado de trabalho menos aquecido são os efeitos da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção na Petrobras, entre eles a onda de demissões em curso no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desde a última semana, cerca de 900 trabalhadores já foram demitidos, e os consórcios que compõem o projeto planejam ainda demitir pelo menos mais 1.600. O economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada, disse que ainda não tem cálculos para estimar o quanto data:text/html;charset=utf-8,%3Cheader%20class%3D%22content-header%22%20style%3D%22display%3A%20block%3B%20margin-bottom%3A%2025p…

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19/01/2015

Mercado de trabalho no Brasil começa o ano com demissões | EXAME.com

o escândalo envolvendo a estatal poderá afetar a economia como um todo, mas afirma que os impactos certamente virão. "A percepção é de que poderá ter um efeito relevante na economia real, principalmente sobre o plano de investimentos da Petrobras e das empresas envolvidas, que estão ligadas a projetos de infraestrutura importantes. Deve travar os planos dessas companhias, muitas delas da construção", analisou. "Tende a agravar mais a situação do mercado de trabalho que se observou ao longo de 2014", afirmou.

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