Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 4572400 - EXAME - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=iRZsi5pFQddfM2g5cLcGLMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/fenabrave-elogia-medida-que-dispensacobranca-judicial Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Gustavo Porto Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4572400.pdf
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Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e motocicletas e diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor Gustavo Porto, do
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Atônio Milena/ABr
Motos: presidente da Fenabrave considerou que setor de motos será o mais beneficiado
Ribeirão Preto - O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil.
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A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e, principalmente,motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. "Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-
pede ajuda ao governo 20/08/2014 | Com nova medida, Abraciclo espera retomar venda de motos 20/08/2014 | Novo C 200 Brabus já está à venda no Brasil
los", disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem.
"Em moto tem caso que é mais caro o molho que o peixe", brincou. Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos bancos na concessão dos recursos ao setor. "Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do acesso ao crédito, que ainda é restrita." Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de financiamento de veículos. "Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito", afirmou. "Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano", estimou.
Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 4572399 - ISTOÉ DINHEIRO - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=eLjJhoS2/bFhVt4R9Vq5kMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140820/fenabrave-elogia-medida-quedispensa-cobranca-judicial/182607.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4572399.pdf
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20/08/2014 16:35
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O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil. A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e, principalmente, motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. "Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-los", disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
A aviação executiva é segura?
O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem. "Em moto tem caso que é mais caro o molho que o peixe", brincou.
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Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos bancos na concessão dos recursos ao setor. "Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do acesso ao crédito, que ainda é restrita." Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de financiamento de veículos. "Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito", afirmou. "Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano", estimou.
O quebracabeça da telefonia
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[ SXO cO\ Pƒ\ Guardas de fronteira ucraniano começam a inspecionr comboio russo
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21/08/2014
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Greve faz IBGE divulgar desemprego em apenas 4 regiões
رQ^ \ S] c OROb 21/08/2014
Econom ia
Guardas de fronteira ucraniano começam a inspecionr comboio russo
Gradual avalia que situação do emprego ainda é boa
21/08/2014 às 10:22
21/08/2014
Econom ia
França repassou armas a rebeldes sírios há vários meses
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Greve faz IBGE divulgar desemprego em apenas 4 regiões 21/08/2014 21/08/2014 às 10:20
Econom ia
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Clipping Impacto das medidas deve ser de médio prazo 4571848 - VALOR ECONÔMICO - FINANÇAS - SÃO PAULO - SP - 21/08/2014 - Pág C12 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=EoEQ5BsxTzMR6SSnG+TbBsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Felipe M., Fabiana L., Aline O., Eduardo L. Cidade: SÃO PAULO ... Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571848.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000
Jornal Valor --- Página 12 da edição "21/08/2014 1a CAD C" ---- Impressa por dprado às 20/08/2014@20:23:50 Jornal Valor Econômico - CAD C - FINANCAS - 21/8/2014 (20:23) - Página 12- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto
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Quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Finanças Estímulos Caixa, que é o maior agente desse segmento, tende a ser um dos mais beneficiados
Governo tenta dar novo fôlego para o crédito imobiliário Edna Simão, Lorenna Rodrigues e Leandra Peres De Brasília Com o anúncio de medidas para destravar o crédito, o governo procurou dar fôlego também ao financiamento imobiliário e um dos maiores beneficiados deverá ser a Caixa Econômica Federal, que é o maior agente desse mercado no país. O banco estatal, assim como as demais instituições privadas, poderá usar sua carteira de crédito para emitir Letras Imobiliárias Garantidas, conhecidas como “Covered Bonds”, que funcionarão como uma nova alternativa de recursos para financiar a expansão do crédito no setor. “Esses títulos vão criar funding adicional para o mercado de crédito imobiliário e atrair investidores estrangeiros que gostam desse tipo de papel”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O governo acredita que o novo papel pode alcançar valores semelhantes aos R$ 100 bilhões negociados atualmente em Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Assim como as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e as LCIs, esse novo título será isento imposto de renda. A diferença em relação aos demais papéis é que os bancos também usam uma parcela de seu patrimônio para dar em garantia aos títulos, que acabam tendo uma segurança maior para o investidor.
O governo também anunciou que até 3% dos recursos da caderneta de poupança, o que representa hoje R$ 16 bilhões, poderão ser destinados a financiamentos cuja garantia é o imóvel quitado (“home equity”). Nesse caso, o governo quer estimular linhas em que o consumidor dá o imóvel em garantia e pode usar o crédito para qualquer finalidade. Esse tipo de transação já existe no país, porém, é incipiente, porque não contava com funding adequado. As mudanças feitas nos regras do setor imobiliário serão disciplinadas por meio de medida provisória e resoluções do Conselho Monetário Nacional. A Fazenda informou que todas devem ser publicadas até o fim da semana que vem. Entre as medidas focadas na recuperação do setor imobiliário, também foi anunciada a concentração de todas as certidões necessárias para a aquisição de imóveis em um mesmo cartório, concentrando, na matrícula do bem, todas as pendências jurídicas. Esse deve ser um dos pontos mais polêmicos das medidas anunciadas, já que enfrenta resistência dos cartórios, que perdem receitas. O crédito consignado para trabalhadores do setor privado também terá novas regras. O objetivo do governo é fazer com que esse mercado, muito bem sucedido no caso de empregados
do setor público, possa crescer entre as companhias privadas. Pelas novas regras, os empregadores repassarão às instituições financeiras o valor da parcela devida por seus funcionários antes mesmo do depósito do salário do tomador do empréstimo. Além disso, se a empresa mudar a folha de pagamento de banco, o tomador continuará recebendo na instituição credora até quitar o débito. O banco, no entanto, ficará com o risco de o trabalhador pedir demissão do emprego. Nesse caso, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Caffarelli, explicou que a instituição financeira terá que negociar o crédito com o tomador, baseado no contrato assinado. Uma outra regra que o governo pretende alterar reduzirá os custos jurídicos dos bancos, ao mesmo tempo em que permitirá uma maior utilização de créditos tributários pelas instituições financeiras. As operações de empréstimos que vencerem a partir da publicação da medida provisória que vai disciplinar o assunto poderão gerar créditos tributários sem que o banco tenha necessidade de entrar com ação na Justiça, caso a dívida em atraso seja de até R$ 100 mil e não tenha garantia real, ou R$ 50 mil para as situações em que há garantia. A regra atual exigia a discussão judicial para que o banco pudesse ativar e usar seus créditos contra a Receita Federal.
Governo dá mais estímulos
Medidas buscam incentivar mercado imobiliário e de automóveis
1
Criação das Letras Imobiliárias Garantidas (covered bonds)
2
Incentivo ao crédito garantido pelo imóvel
3
Facilitação da retomada de carros e outros bens móveis pelas instituições financeiras
Fonte de financiamento para o mercado imobiliário, os papéis terão, a exemplo da LCI e LCA, isenção de IR para aplicações de prazo acima de 2 anos
Bancos poderão usar recursos da caderneta de poupança para operações de crédito que tenham imóvel quitado como garantia
Tomadores autorizarão no contrato a recuperação expressa do bem financiado
Letras terão a garantia adicional de que a carteira imobiliária ficará apartada dos ativos em caso de liquidação da instituição financeira
Recursos serão limitados a 3% dos depósitos, o que representa atualmente cerca de R$ 16 bilhões
O inadimplente será avisado da retomada do bem por carta registrada e ficará dispensado o protesto judicial
Implementação por medida provisória que deverá ser enviada até a semana que vem
Implementação por resolução do Conselho Monetário Nacional até a semana que vem
Implementação por mudança legal que será feita por emenda à MP 651
4
Mudanças para incentivar a concessão de crédito consignado para trabalhadores do setor privado
5
Mudanças na cobrança de créditos em atraso de menor valor
As parcelas do crédito consignado serão repassadas à instituição credora antes mesmo do salário ser creditado na conta do tomador
Serão dispensadas de cobrança judicial operações com garantia de até R$ 50 mil e sem garantia de até R$ 100 mil
Se a empresa mudar a folha de pagamento de banco, o tomador continuará recebendo na instituição credora até quitar o débito
Isso facilitará o acesso dos bancos aos créditos tributários dessas operações
Implementação por medida provisória a ser enviada até a semana que vem
Implementação por medida provisória a ser enviada até a semana que vem
6
Centralização na matrícula do imóvel de todas as informações sobre ônus jurídicos do bem
Implementação por medida provisória a ser enviada até a semana que vem
Fonte: Ministério da Fazenda
BC diz que ações beneficiam mais banco público do que privado Análise Cristiano Romero De São Paulo Do total de depósito compulsório liberado ontem, a maior parte (cerca de 66%, segundo estimativa do mercado) diz respeito ao capital de bancos privados. A parcela menor (34%) beneficia os bancos públicos. O Banco Central (BC) rejeita a crítica de que liberou compulsório para ajudar os bancos federais — Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. “As medidas não privilegiam intencionalmente o banco A, B ou C. O efeito sobre o sistema é uniforme”, assegurou uma fonte. Técnicos alegam que os bancos privados possuem maior volume de depósito a prazo recolhido compulsoriamente pelo BC. No caso de financiamento de veículos e de operações no exterior, segmen-
tos beneficiados pelo alívio anunciado ontem, a presença dos privados é superior à dos estatais. Já no caso de empréstimos consignados, a participação das instituições federais no volume total é de 47,9%. No primeiro caso, a medida estimula uma maior concessão de crédito, uma vez que os bancos só terão o benefício da diminuição do compulsório se aumentarem em 20% a média das operações diárias de financiamento de veículos. No segmento de operações externas, o BC alterou o fator de ponderação de risco para a compra de títulos soberanos por parte de bancos nacionais que operam lá fora. No crédito consignado, o BC também reduziu o fator de ponderação de risco para as operações com funcionários públicos que tenham estabilidade no emprego. “Os bancos privados estão operando maciçamente nesse mercado”, observou uma fonte.
O governo alega que as medidas proporcionarão uma “economia de capital”, abrindo espaço para a geração de crédito, embora isso não seja automático. Neste momento, a demanda por crédito está limitada. “O que estamos tentando fazer é distribuir liquidez, tirar a areia que colocamos na engrenagem em dezembro de 2010”, explicou uma autoridade. O BC não vê contradição entre a liberação de compulsório e a taxa de juros restritiva (a Selic está em 11% ao ano). Não seria um contrassenso estimular a população a tomar crédito quando se sabe que os juros estão altos? A resposta é que há elementos mitigadores de risco, como os baixos índices de confiança de consumidores e empresários e atividade econômica enfraquecida. “Não faz sentido manter mais cunhas em cima dessa situação.”
As novas medidas do BC
Autoridade monetária flexibiliza exigências de compulsório e de ponderação de risco Segmento
Como ficou
Crédito ao varejo
Todas as operações de crédito de varejo — exceto consignado — passaram a ter peso de 75% nos ativos ponderados pelo risco, independentemente do prazo. Ou seja, se o banco faz um empréstimo pessoal de R$ 100, ele vai entrar na ponderação de risco como R$ 75.
Consignado
O crédito com desconto em folha de pagamento vai pesar ainda menos que os demais na ponderação de risco. Agora, o peso desses empréstimos é de 50%. A regra não vale para o crédito consignado do setor privado. Antes variava de 7,5 % a 150% conforme o prazo p/ todo o varejo
Exposição internacional
Agora bancos com exposição a títulos de países — e seus respectivos bancos centrais — considerados de baixo risco têm peso de 0% nos ativos de risco. O critério do BC é que eles tenham sido emitidos por países com classificação de risco de crédito pelo menos de ‘AA-’ ou que tenham grau de investimento. Se o país só tiver grau de investimento, o BC exige que a operação seja toda feita em moeda local do país estrangeiro. Antes era exigida ponderação de 20%
Compulsório
O BC vai permitir que até 60% do recolhimento compulsório relativo a depósitos a prazo sejam cumpridos com operações de crédito. Ou seja, 60% dos valores recolhidos poderão ser utilizados na contratação de novas operações de crédito e na compra de carteiras diversificadas (pessoas jurídicas e físicas) originadas por instituições elegíveis. Uso estava limitado a 50%
Crédito de veículos
O BC fez uma alteração na regra que permite que os bancos usem o crédito de veículos para abater depósitos compulsórios. Se os bancos querem fazer dedução de compulsórios com empréstimos dessa modalidade, têm de ampliar em 20% a média das operações diárias com relação ao visto ao longo do primeiro semestre.
Letras Financeiras
O BC passou a permitir a aquisição de Letras Financeiras com benefício do compulsório, com o valor de dedução limitado ao utilizado na data de referência de 25 de julho de 2014. Na prática, as operações feitas antes dessa data, e que forem vencendo, agora podem ser renovadas.
Fonte: Banco Central
Impacto das medidas deve ser de médio prazo
Felipe Marques, Fabiana Lopes, Aline Oyamada, Eduardo Laguna, Lucinda Pinto e Vinícius Pinheiro De São Paulo
As medidas de estímulo ao crédito anunciadas ontem pelo Banco Central (BC) e o Ministério da Fazenda deverão ter efeito limitado na expansão dos empréstimos e, consequentemente, na atividade econômica, na opinião de analistas e executivos de bancos. Os principais efeitos devem se concentrar no médio prazo, embora associações ligadas à indústria automobilística contem com um aumento da oferta de crédito de veículos já no momento em que as ações forem oficialmente publicadas. Entre os economistas, a avaliação geral é que o impacto dos estímulos tende a ser abreviado pela demanda fraca por crédito, que segue deprimida graças ao cenário econômico incerto. “São medidas de estímulo? Em tese, sim. São relevantes para aquecer o crédito? Não”, afirmou Carlos Kawall, economista-chefe do Banco J. Safra, lembrando que o problema do crescimento fraco dos empréstimos não é a falta de liquidez dos bancos, mas sim a procura reduzida. Kawall diz que, por isso, as medidas não podem ser lidas como uma ação de política monetária, nem mesmo como sinais a respeito dos próximos passos do Banco Central. “Embora haja uma intersecção entre macroprudenciais e política monetária, o BC fez questão de esclarecer que o anúncio não é um sinal de que o juro pode cair nem mesmo uma substituição a uma eventual redução”, afirma. “Não há qualquer confronto com a política monetária”, completou. “Não há janela para que o crédito aumente de forma repentina. Os bancos grandes acabam de sair de um período de ajuste de balanço e acredito que a disposição para afrouxar a aprovação de crédito é baixa”, diz a economista da Tendências Consultoria Integrada, Mariana Oliveira. Ela não vai mudar sua projeção de avanço do crédito para o ano, que fica em 11,2%. A Tendências espera que a taxa de calotes na pessoa física com
recursos livres encerre o ano que vem em 7,4%, ante os 6,5% atuais, outro fator que mina o avanço do crédito no período. “As medidas têm potencial de médio prazo.” Entre os bancos, a expectativa também é colher efeitos no médio prazo. Domingos Abreu, diretor vice-presidente do Bradesco, espera o impacto dos anúncios seja sentido entre um e dois anos. O executivo afirmou, em evento em São Paulo, que a demanda por financiamentos já melhorou nos meses de julho e agosto. Outro executivo do Bradesco, Octávio Lazari Junior, acredita que as medidas anunciadas pela Fazenda para o crédito imobiliário tendem a agilizar a concessão do financiamento. Nas suas contas, as medidas reduzem em até 20% o prazo de liberação do dinheiro. Lazari também preside a associação de crédito imobiliário (Abecip). Hoje o prazo é entre 20 e 45 dias para processos sem pendências. “Todo esse arcabouço [das medidas] nós vemos com muito bons olhos. Não é que no curtíssimo prazo vá resolver o problema da confiança e da retomada do crédito, mas traz para os próximos meses e para 2015 uma perspectiva mais favorável”, disse o diretor de relações com investidores do Daycoval, Ricardo Gelbaum. Há quem tenha a expectativa de efeitos mais imediatos, em especial no financiamento de veículos. Caso da Fenabrave, federação que reúne as concessionárias de veículos. A entidade estima um aumento de 20% nas aprovações mensais de crédito de veículos, que hoje rondam a casa dos 150 mil contratos por mês, tão logo as novas medidas sejam implementadas. “Por mês, são 30 mil carros a mais que podem entrar no mercado. Seria como ter um décimo terceiro mês em um ano”, diz o presidente da associação das revendas, Flavio Meneghettii. Para ele, as mudanças para acelerar recuperação dos veículos de inadimplentes — estimulando o apetite dos bancos pelo crédito automotivo ao reduzir o risco e o custo dessa operação — terá efeito no mercado tão forte quanto as reduções nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O otimismo da associação, po-
rém, é posto em xeque pela avaliação de que, mesmo no crédito de veículos, a demanda segue em baixa. “Não parece haver restrição no financiamento do lado dos passivos”, afirma Tony Volpon, diretor executivo e chefe de pesquisas da Nomura Securities. Para ele, ainda que a liquidez do sistema seja farta, em um cenário econômico incerto e pautado pelas expectativas com as eleições, empresas e bancos não devem, em sua opinião, se sentir confiantes para usar os recursos que têm à disposição antes da escolha de um novo governante. Já economistas do Deutsche Bank afirmam que as medidas dão continuidade à estratégia do BC de afrouxar condições monetárias sem reduzir a taxa básica de juros, para tentar lidar com baixo crescimento econômico em um ambiente de inflação alta. Para a agência de classificação de risco Fitch Ratings, são os bancos públicos que devem mostrar um crescimento mais forte de suas carteiras de crédito após as medidas. Nesse caso, porém, o maior crescimento não necessariamente viria pelo o efeito da expansão da liquidez, e sim “como parte da agenda de política econômica geral”, escreve a agência. Já em relação aos bancos privados, a agência afirma que o BC enfrentará o obstáculo da baixa disposição em emprestar dessas instituições, que não têm relaxado seu rigor de conceder o crédito, mantendo o crescimento de suas carteiras em patamares baixos. Outra provável beneficiada com as medidas é a Cetip. A razão é o anúncio da criação de um novo instrumento de captação bancária, a letra imobiliária garantida (LIG), a versão brasileira do muito aguardado “covered bond” internacional. A Cetip aguarda a publicação das normas, mas pretende se habilitar para efetuar o registro tanto dos papéis como das garantias — aumentando as fontes de receita da companhia. O diretor-executivo comercial da Cetip, Carlos Ratto, afirma que existe um mercado potencial para o novo instrumento, que deve servir como lastro para operações de crédito imobiliário e atrair investidores estrangeiros.
Febraban vê salto estrutural na oferta Claudia Safatle De Brasília
Para o presidente da Febraban, Murilo Portugal, as medidas aprovadas ontem pelo Banco Central e, sobretudo, o novo marco regulatório para dar segurança às garantias das operações de crédito divulgado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, vão ter importantes efeitos. No curto prazo, elas vão se refletir numa melhoria das expectativas e no médio e longo prazo terão impactos positivos na redução do custo e na ampliação da oferta de crédito no país.
O leque de mudanças, seja para uma recuperação mais tempestiva das garantias, em caso de inadimplência, ou para o uso de um imóvel quitado para garantir uma operação de crédito com recursos da poupança, dentre várias outras propostas de mudanças legais anunciadas pelo governo, estavam sendo discutidas com a Fazenda já há algum tempo. Portugal avalia que elas poderão ter o mesmo impacto sobre a expansão do crédito que tiveram um conjunto de medidas do governo Lula — Lei de falência, consignado, patrimônio de afetação — na relação do crédito sobre o
PIB. Em dez anos, de 2004 para cá, o crédito passou de 26% do PIB para cerca de 56% do conjunto das riquezas nacionais. Nos próximos dez anos, avalia o presidente da Febraban, o Brasil poderá estar, com a devida prudência, no mesmo patamar do Chile, cujo crédito representa 86% do PIB. De imediato, o efeito pode não ser grande pois há também uma restrição da demanda. Mas certamente, segundo ele, vai melhorar as expectativas e a confiança dos agentes econômicos. “A demanda depende também do preço e se o preço do crédito cair, a demanda vai aumentar”, disse.
Clipping Medidas anunciadas pelo Banco central são consideradas bem vindas 4571507 - BLOG MIRIAN GASPARIN - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVOKYNOFq8pgg8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://miriangasparin.com.br/?p=30242 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: BLOG Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571507.pdf
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Medidas anunciadas pelo Banco central são
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consideradas bem vindas Cotação em 21/08/2014 Posted on 20 de agosto de 2014 by mirian
Euro: R$ 3,00 Dólar: R$ 2,26 Representantes de alguns setores da economia já começam a se manifestar sobre as medidas
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anunciadas nesta quarta-feira (20), pelo Banco Central (BC), com ajustes de regras no
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recolhimento compulsório a prazo e de critérios relativos ao requerimento mínimo de capital
Banco Central
para risco de crédito. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos
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Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou “muito bem-vinda” a medida que
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dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas Flavio Meneghetti
instituições financeiras em operações sem
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garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil. A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros
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e, principalmente, motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. “Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-los”, disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
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O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem. “Em moto tem
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caso que é mais caro o molho que o peixe”, brincou. agosto 2014 Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos
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bancos na concessão dos recursos ao setor. “Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do
junho 2014
acesso ao crédito, que ainda é restrita.” maio 2014 Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de
abril 2014
financiamento de veículos. “Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito”, afirmou. “Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano”, estimou.
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novembro 2013
Clipping Governo estimula financiamento de carro BC libera mais recursos e Fazenda simplifica retomada de veículos 4571502 - AUTOMOTIVE BUSINESS - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVOqXna8fTbJhMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/20302/governo-estimula-financiamento-decarro Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571502.pdf
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Crédito
Governo estimula financiamento de carro BC libera mais recursos e Fazenda simplifica retomada de veículos PEDRO KUTNEY, AB, COM AGÊNCIA BRASIL
Mantega: medidas para estimular o crédito e beneficiar os bons pagadores
Banco Central e Ministério da Fazenda vão adotar medidas para estimular a concessão de crédito para compra de veículos nos próximos meses. Na quarta-feira, 20, pela manhã o BC anunciou a liberação de mais R$ 10 bilhões do depósito compulsório dos bancos e reduziu em R$ 15 bilhões as provisões de risco, somando R$ 25 bilhões que devem ser injetados no mercado de financiamentos já a partir da segunda-feira, 25. Em julho a autoridade monetária já havia liberado R$ 45 bilhões das mesmas fontes. À tarde, foi a vez de Guido Mantega, ministro da Fazenda, anunciar mais incentivos, incluindo uma velha demanda dos fabricantes de veículos e concessionários: mudanças na legislação para facilitar a retomada de carros em caso de inadimplência, considerada um dos principais entraves para o aumento das concessões.
“As medidas anunciadas pelo ministro Mantega trazem melhoria significativa no regulamento dos créditos ao aprimorar a segurança jurídica, simplificar as operações de crédito e, em última análise, premiar o adimplente, ao contrário do marco regulatório anterior, que beneficia o inadimplente”, avaliou em nota Luiz Moan, presidente da associação dos fabricantes de veículos, a Anfavea. “Com relação às medidas anunciadas pelo Banco Central, apoiamos e entendemos que o aumento da liquidez é positivo, pois terá efeitos diretos e indiretos na economia como um todo e, consequentemente, no setor automotivo”, acrescentou. MAIS RECURSOS PARA O CRÉDITO Na prática, o BC desmontou o pacote de medidas conservadoras do fim de 2010, que desestimulava financiamentos longos para compra de veículos com aumento de depósito compulsório e provisões para esses tipos de empréstimos. Agora foi feito o contrário: o BC permitirá que até 60% do recolhimento compulsório relativo a depósitos a prazo sejam usados para contratações de novas operações de crédito ou compra de carteiras de outras instituições. Em julho, esse porcentual havia sido definido em 50% e os 10% a mais liberados desta vez significam R$ 10 bilhões adicionais injetados no mercado, que vão se somar aos R$ 30 bilhões flexibilizados anteriormente. A medida estimula o crédito porque se o banco não fizer novas concessões ou comprar carteiras, esse dinheiro será retido pelo BC sem remuneração. Especificamente para novos financiamentos de veículos, o BC criou um estímulo extra: definiu que, para dedução de 60% do recolhimento compulsório com esta modalidade, os bancos deverão elevar em 20% o saldo de suas carteiras de automóveis na comparação com a média do primeiro semestre de 2014. Quem não fizer isso não poderá deduzir o valor do depósito compulsório sem remuneração. Ou seja, os bancos vão ter de aumentar em 20% o valor de seus financiamentos de carros para obter a dedução. “Para ter ganho com a medida, tem de fazer mais do que fazia antes”, confirmou o chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos do BC, Daso Coimbra. Ao mesmo tempo em que elevou a parcela dos depósitos compulsórios que podem ser
direcionada a nova operações de crédito, o BC voltou a reduzir o requerimento mínimo de capital para risco. Com essa medida, foram liberados cerca de R$ 15 bilhões, com potencial de geração de novas concessões de até R$ 140 bilhões, segundo calcula o chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial do BC, Caio Ferreira. Esses recursos também se somam aos R$ 15 bilhões liberados em julho, totalizando R$ 30 bilhões. O BC reestabeleceu em 75% o fator de ponderação de risco para todas as operações de crédito de varejo, independentemente do prazo. Antes esse fator chegava a até 300% em alguns casos. Ferreira lembrou que em 2010 havia a necessidade definir regras mais rigorosas, principalmente porque as concessões estavam com prazos muito longos e garantias inadequadas. Atualmente, segundo Ferreira, os bancos estão mais criteriosos e por isso não há risco à estabilidade do sistema financeiro. Somando tudo, entre julho e agora o BC injetou R$ 70 bilhões (R$ 40 bilhões em compulsórios mais R$ 30 bilhões em provisões) no mercado de crédito. A modalidade de financiamento de veículos é uma das principais beneficiadas pela medida, pois vinha reduzindo o saldo com a maior seletividade dos bancos na aprovação de novas operações, por causa do aumento da inadimplência. Contudo, ainda é incerta a propensão dos bancos em emprestar mais, bem como a dos clientes em tomar empréstimos em momento de turbulência econômica. RETOMADA FACILITADA O governo também decidiu atacar o principal problema apontado pelos bancos para reduzir a inadimplência e a consequente resistência em emprestar. O Ministério da Fazenda anunciou que deverá ser editada medida provisória para facilitar a retomada de veículos de clientes inadimplentes. Essa era uma das principais dificuldades para se aumentar a concessão de crédito no setor. Segundo Flávio Meneghetti, presidente da federação dos concessionários, a Fenabrave, no Brasil são localizados apenas 15% dos veículos com atraso nos pagamentos e o processo de retomada leva 210 dias, em média. Esse era um custo não coberto pela própria garantia da operação: o carro. Isso ocorria porque a instituição financeira credora precisava entrar com uma ação judicial para retomar o veículo. Pela proposta a ser encaminhada ao Congresso, o governo retira essa obrigação e assim facilita a retomada de bens móveis (carros, caminhonetes, caminhões, ônibus, tratores e máquinas agrícolas) em caso de inadimplência. O tomador do empréstimo poderá autorizar diretamente a recuperação do bem financiado em caso de atraso nos pagamentos, dispensando ações na Justiça. A medida beneficiará operações sem garantia de até R$ 100 mil e operações com garantia de até R$ 50 mil. Acima desses valores, continua a necessidade de cobrança judicial. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a mudança será feita por meio de emenda a projetos de lei em tramitação no Congresso e permitirá que os bons pagadores consigam financiamentos com juros mais baixos e maior segurança jurídica. Os atrasos nos pagamentos dos financiamentos de veículos mostraram-se bastante danosos aos bancos nos últimos anos. Os valores devidos com atrasos superiores a 90 dias fecharam junho em 4,9% dos contratos ativos, ou R$ 9,1 bilhões, contra 5,2% no início de 2014, R$ 10 bilhões, e 5,9% nos 12 meses anteriores, somando R$ 11,4 bilhões. Com a dificuldade da retomada das garantias para mitigar as perdas, as instituições financeiras precisavam jogar a conta na coluna do prejuízo e formar altas provisões para cobrir o rombo. Tags:
Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 4571510 - INFO MONEY - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVNqJoxYLFL7nMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.infomoney.com.br//minhas-financas/carros/noticia/3529918/fenabrave-elogiamedida-que-dispensa-cobranca-judicial Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571510.pdf
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Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial Mantega anunciou a dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil. Por Agência Estado |17h59 | 20-08-2014 O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil.
A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e, principalmente, motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. "Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-los", disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem. "Em moto tem caso que é mais caro o molho que o peixe", brincou.
Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos bancos na concessão dos recursos ao setor. "Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do acesso ao crédito, que ainda é restrita."
Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de financiamento de veículos. "Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito", afirmou. "Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano", estimou.
Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 4571509 - INVESTMAX - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVOd2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.investmax.com.br/iM/investimentos_bolsa_de_valores.asp?bovespa=644066&am p;Fenabrave-elogia-medida-que-dispensa-cobranca-judicial Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571509.pdf
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Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 20/8/2014 13:35:00 |
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Yahoo : Economia
O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil. » Clique Aqui para ler o conteúdo completo desta notícia direto na fonte.
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Muito bom. Didática excelente.
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Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 4571508 - REPORTER DIÁRIO - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVPP6RFv01B7R8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/474605/fenabrave-elogia-medida-que-dispensacobranca-judicial/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571508.pdf
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8/20/2014
Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil.
A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e, principalmente, motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. "Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-los", disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem. "Em moto tem caso que é mais caro o molho que o peixe", brincou.
Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos bancos na concessão dos recursos ao setor. "Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do acesso ao crédito, que ainda é restrita."
Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de financiamento de veículos. "Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito", afirmou. "Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano", estimou. © Copyright Repórter Diário
Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 4571506 - FOLHA VITÓRIA - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVN77oOtwwV7WsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/2014/08/fenabrave-elogia-medida-quedispensa-cobranca-judicial.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571506.pdf
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20/08/2014 às 17h06
Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial Estadão Conteúdo Redação Folha Vitória
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Ribeirão Preto - O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil. A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e, principalmente, motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. "Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-los", disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem. "Em moto tem caso que é mais caro o molho que o peixe", brincou. Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos bancos na concessão dos recursos ao setor. "Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do acesso ao crédito, que ainda é restrita." Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de financiamento de veículos. "Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito", afirmou. "Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano", estimou.
Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 4571505 - O DIÁRIO NET - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVPIJkQ1hyQY0cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Economia
RIBEIRÃO PRETO
Publicado em: 20/08/2014 16:35|Atualizado em: 20/08/2014 16:35
Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial Gustavo Porto O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil. A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e, principalmente, motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. "Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-los", disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem. "Em moto tem caso que é mais caro o molho que o peixe", brincou. Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos bancos na concessão dos recursos ao setor. "Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do acesso ao crédito, que ainda é restrita." Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de financiamento de veículos. "Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito", afirmou. "Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano", estimou.
Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial 4571504 - YAHOO - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVOS6Q4yC1elycNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial Por Gustavo Porto | Estadão Conteúdo – 14 horas atrás
O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil. A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e, principalmente, motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. "Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-los", disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem. "Em moto tem caso que é mais caro o molho que o peixe", brincou. Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos bancos na concessão dos recursos ao setor. "Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do acesso ao crédito, que ainda é restrita." Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de financiamento de veículos. "Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito", afirmou. "Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano", estimou.
Clipping Crescem os recursos para financiamentos 4571503 - AUTO INFORME - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Pk1hKvgASVP42/RGrNn3NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.autoinforme.com.br/exibeNoticia/Crescem-os-recursos-parafinanciamentos/n/1862 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571503.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 269,23 Total: 0,0000
Crescem os recursos para financiamentos 20/08/2014
O mercado de carros no Brasil está enfrentando um ano difícil, a Anfavea, associação dos fabricantes, espera uma retração de 5,4% e a Fenabrave (associação dos revendedores), acreditam que a queda pode chegar a 8%. Mesmo com este cenário, a Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) divulgou um balanço positivo sobre os recursos liberados pelos bancos para financiamentos de carros e sobre os atrasos de pagamentos com mais de 90 dias. No primeiro semestre deste ano, os recursos liberados para financiamentos de veículos aumentaram 2% em relação ao mesmo período de 2013. Foram R$ 55,5 bilhões em 2014 contra R$ 54,4 no ano passado. Já a inadimplência dos brasileiros para pagamentos dos financiamentos caiu 0,3 p.p. Já para o segundo semestre, a expectativa da Anef é que ocorra uma queda nos recursos liberados, seguindo a situação ruim do mercado. Segundo a associação, a retração deve ocorrer por causa da queda na venda de veículos e férias coletivas nas fábricas.
Clipping Pergunta da Semana - Você deixaria uma marca pela má fama de seu pós-venda? 4571423 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=1rrP8GSNOSQNYh1HTP9BlsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.novidadesautomotivas.blog.br/2014/08/pergunta-da-semana-voce-deixa-deser.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: noreply@blogger.com (Renato Passos) Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571423.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000
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Pergunta da Semana - Você deixaria uma marca pela má fama de seu pós-venda? 20/08/2014 | 22:08 Curtir
Renato Passos , Posted in MERCADO , PERGUNTA DA SEMANA
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Mais uma pergunta da Semana polêmica como debate político"
Quando você entra na fila para comprar seu carro novo de certa marca, você está praticamente preso em um relacionamento com os concessionários dessa marca, mesmo que você não queira (a não ser que você mande a garantia às favas...). É como um namoro: você se delicia com a garota, mas tem que aguentar a sogra tacando pedras em você. Você até pode matar sua sogra, mas isso é assunto para outro post.
Pela lei 6.729, de 28 de novembro de 1979, você praticamente não pode comprar um carro direto do fabricante. Essa lei é conhecida como "Lei Ferrari" devido a um acidente do destino, uma vez que seu nome se dá não pela fabricante de Maranello e sim pelo então presidente da FENABRAVE, Renato Ferrari. Isso significa que, queira você ou não e sendo você dono de umveículo novo ou com pouco uso, você está na mão deles. Essa experiência pode ser extremamente profissional e agradável, fidelizando de vez o consumidor. Mas também pode se assemelhar à doce experiência de brigar com o seguidor mais ávido do partido político diametralmente oposto ao seu. E é aí que o bicho pega.
Alguma vez você já teve - ou mesmo ouviu falar sobre - casos atrozes e aterrorizantes envolvendo concessionários de forma tal a espantar um cliente como o diabo foge da cruz? Recentemente tivemos aqui em Belo Horizonte casos de concessionários que vendeu um "usado premium" da marca que representava como um veículo impecável, ao passo que o mesmo já tinha dado uma deliciosa volta DENTRO da Lagoa da Pampulha. Até mesmo esse que vos escreve já precisou recorrer a métodos neandertais para resolução de problemas de seu carro ainda na vigência da garantia. Nada que uns berros bem executados, para lembrar os direitos do consumidor, e tapas na mesa (só na mesa!) não resolvam, não é mesmo? Outra questão: você abandonaria a marca após ter dor de cabeça com seu pós-venda? Vamos, queremos te ouvir. E quem sabe assim nos prevenirmos de problemas, enquanto os fabricantes tomam conhecimento das atrocidades cometidas por seus representantes e melhoram a forma de lidar com o cliente. Esperamos seu depoimento!
Clipping Marina é a segunda via do PSDB 4571421 - CARTA CAPITAL - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=1rrP8GSNOSQj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.cartacapital.com.br/politica/marina-e-a-segunda-via-do-psdb-9911.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Luciana Genro Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571421.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 97,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 2300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 97,00 Total: 0,0000
Política Eleições 2014
Marina é a segunda via do PSDB Consagrada Marina Silva como substituta de Eduardo Campos, é hora de dizer algumas verdades e levantar alguns questionamentos por Luciana Genro — publicado 20/08/2014 21:46, última modificação 20/08/2014 21:53 Agência Brasil
Marina Silva vem sendo apontada como aquela que poderia capturar a insatisfação com a velha política, manifestada por milhões que saíram às ruas em junho de 2013. É preciso, entretanto, ir além da simbologia criada em torno de Marina para avaliar o que ela realmente representa. Avaliar cuidadosamente os elementos programáticos, seus aliados, seu modelo de gestão e seu projeto de país. Assim podemos tecer um primeiro diagnóstico da essência da candidatura de Marina. Apesar do discurso em torno de uma “nova política”, a própria candidata nos fornece
Ex-ministra de Lula assumiu o lugar de Eduardo Campos na chapa do PSB
elementos para demonstrar que ela não representa nada de novo. Ela defendeu, desde a campanha de 2010, um “realinhamento” entre PT e PSDB. Disse apoiar a política econômica de FHC e Lula. Sua suposta negação dos partidos tradicionais não a impediu de ingressar no PSB, abrigo de usineiros, oligarquias familiares e até de reacionários notórios como os Bornhausen, de Santa Catarina. Agora, para ser ungida candidata pelo PSB, assumiu os compromissos costurados por Eduardo Campos, dividindo o palanque com o PT no Rio de Janeiro e com PSDB em São Paulo. Isso não tem nada de novo na política. Marina acaba, assim, avalizando as velhas práticas de sempre. Só se constrói uma nova política a partir da crítica radical aos partidos do sistema e do modelo econômico vigente. Marina não faz nem uma coisa nem outra. Tenta se apresentar como o novo, mas está associada ao velho. Do ponto de vista econômico ela está, inclusive, mais próxima do PSDB. E a política econômica está na base de tudo. Não há nova política sem mudar as estruturas econômicas que permitem a desigualdade extrema de renda, os lucros indecentes dos bancos e a destinação de 40% do orçamento do Brasil para o pagamento de juros da dívida pública. Os economistas que orientam Marina são da escola do PSDB. Eduardo Gianetti da Fonseca é o mais próximo de Marina.
Em entrevista à Folha de São Paulo, no dia 21 de outubro de 2013, ele afirma que, “no tocante à política macroeconômica, não vamos reinventar a roda. Vamos continuar o que estava funcionando muito bem no Brasil, que é o tripé [superávit primário, metas de inflação e câmbio flutuante].” Isto significa que, numa eventual vitória de Marina, a política econômica vai ser mantida? Uma política que garante a dominação e o elevado poder econômico e político do setor financeiro. Que faz com que o Estado execute medidas de defesa, consolidação e avanço dos interesses do capital financeiro com altas taxas de juros para controlar a inflação, em detrimento dos salários, das aposentadorias e dos investimentos públicos. Neste modelo não há espaço para aumentar significativamente o nível de investimento em saúde e educação ou acabar com o fator previdenciário, nem para estancar a sangria de 40% do orçamento do Brasil em favor das 5 mil famílias mais ricas do Brasil e os bancos. Mais da metade da arrecadação de impostos vem de pessoas que ganham até três salários mínimos. É o dinheiro dos pobres garantindo o pagamento dos juros para os ricos. Com Marina a bolsa banqueiro vai continuar? Este mesmo modelo também está empenhado em atender os interesses dos mercados mesmo dentro das principais empresas públicas brasileiras. O economista de Marina não deixa dúvidas. “Tornam a Petrobras responsável por pelo menos 30% dos investimentos no Pré-Sal e, ao mesmo tempo, puxam o tapete da Petrobras segurando os preços dos combustíveis. O governo vinha de dois bons momentos de política macroeconômica, durante FHC e o primeiro governo Lula”, afirma ele. Esta declaração deixa bem clara a intenção de aumentar os preços da gasolina, atendendo ao pleito dos acionistas privados da Petrobras, que pressionam pelo aumento dos seus lucros. Marina vai aumentar a gasolina? Mas o ataque não para por aí. “Corrigir o salário mínimo pelo crescimento de dois anos atrás e o IPCA do ano anterior não tem o menor sentido. Também é complicado reajustar o benefício previdenciário pelo salário mínimo. Atrelar perpetuamente [as aposentadorias] ao salário mínimo não faz sentido”, acrescenta Gianetti. A principal reivindicação dos aposentados, que é o reajuste das aposentadorias de acordo com a correção do salário mínimo, é descartada pelo conselheiro de Marina. Então, com ela no governo, continuará valendo a regra que faz com que o cidadão que se aposenta ganhando cinco salários em poucos anos estará ganhando apenas um? E como será o reajuste do salário mínimo? Numa entrevista mais recente, em 14 de agosto de 2014, o economista de Marina foi ainda mais explícito nos vínculos da candidata com o PSDB e sobre a necessidade de se fazer um ajuste duro, obviamente contra o povo. Foi durante palestra no 24º Congresso da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), quando ele disse que há “uma forte convergência” entre o PSDB e o PSB para as políticas econômicas necessárias, caso derrotem o atual governo nas eleições. “A oposição vai corrigir os equívocos do atual governo, com a volta do tripé macroeconômico, com um movimento inevitável de correção e ajustes aos desequilíbrios”, disse. “A hipotética vitória da oposição será de ajustes duros que restabeleçam confiança”. Então, vai fazer um ajuste duro? Contra quem? No mesmo evento, Gianetti defendeu a correção de tarifas dos serviços e produtos administrados, como energia e combustíveis, além da busca por metas fiscais pautadas pela redução dos gastos do governo e ainda ajuste no câmbio e até nos juros no início do governo. “Você limpa horizontes e estabelece cenário de volta à normalidade”, afirmou. Marina vai aumentar as tarifas públicas? Quem vai pagar a conta?
Em recente reportagem do jornal o Globo, Marina levanta a bandeira da austeridade fiscal, e defende a autonomia do Banco Central para elevar os juros com o pretexto de controlar a inflação, independente das políticas do governo. Entre seus assessores circula a notícia que, se eleita, convidaria o presidente da Febraban, Murilo Portugal, para ser parte de sua equipe econômica. Então, austeridade – isto é, corte de gastos públicos para sobrar dinheiro para o pagamento das dívidas – é bandeira de Marina? Ela vai dar mais autonomia para o Banco Central, já capturado pelos mercados? Não é casual, também, que Luiz Carlos Mendonça de Barros, um dos principais analistas econômicos do PSDB publicou comentário em uma rede social afirmando que o PSDB se aliaria a ela para “selar a remoção do PT do poder”. Marina vai governar com o PSDB? Mas não é só na economia que Marina contraria sua simbologia da nova política. Na segurança pública o conservadorismo de Marina não lhe permite perceber a necessidade de dar fim à guerra urbana contra os pobres, travestida de guerra às drogas. Defender a descriminalização e regulamentação do uso da maconha nos mesmos patamares de outras drogas legais, como o álcool e o cigarro, é fundamental para avançar neste caminho. De que vale ser uma candidata de origem pobre e negra, se ela vai perpetuar as políticas que permitem o extermínio e encarceramento em massa de jovens pobres e negros? Da mesma forma, Marina não inova em relação aos direitos da população LGBT. Ela é evangélica, e sua religião não é demérito algum. Entretanto, ela cede às pressões dos setores mais conservadores desta religião, pronunciando-se contra o casamento igualitário. A presidente Dilma também cedeu aos fundamentalistas, suspendendo o programa de combate à homofobia nas escolas por pressão da bancada evangélica da Câmara. Enquanto isso, fruto do preconceito e da falta de educação sexual nas escolas, a AIDS cresceu no Brasil, enquanto no mundo inteiro caiu. Defender a liberdade religiosa significa garantir que nenhuma religião interfira nas políticas públicas. Marina vai garantir o Estado laico? Então é preciso que os eleitores em busca do novo fiquem muito atentos para não ser enganados por uma simbologia vazia de conteúdo. Se Marina não quer ser mais uma especialista em enganar o povo, tem que se separar claramente dos chefes de seu programa econômico, todos eles formados na escola do neoliberalismo. Infelizmente, não é o que temos visto. Pelo que vemos até agora, está muito claro que Marina não é a terceira via. Ao contrário, Marina se parece mais com uma “segunda via” do PSDB, a alternativa que a direita está buscando caso não consiga emplacar Aécio Neves. Não que a direita não aceite Dilma. Ela conviveu muito bem com Lula e com Dilma. Mas o PT já não controla o movimento de massas, como se viu em junho de 2013, e este era o grande serviço que a direita cobrava do PT. Então, já que o PT não cumpre mais este papel, eles preferem eliminar os intermediários, governar pelas próprias mãos e não mais terceirizar o poder para grupos oriundos da classe trabalhadora, mas que governam segundo os interesses do capital. Por isso Aécio é o favorito da direita, seu filho legítimo. Mas Marina pode ser a nova terceirizada confiável a serviço do capital. Se ela seguir iludindo os insatisfeitos com a velha política e conseguir canalizar a insatisfação para sua candidatura, ela pode ser útil para o sistema, dando uma nova cara para o velho de sempre. Candidata do PSOL à Presidência da Repúb lica
Clipping Governo quer que financiamento para veículos suba 20% 4571420 - FOLHA DE S.PAULO ONLINE - WEB - WEB - 21/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=1rrP8GSNOST2c17nVFQqSMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/181688-governo-quer-que-financiamento-paraveiculos-suba-20.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: SOFIA FERNANDES Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571420.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 122,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 17000000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 122,00 Total: 0,0000
Governo quer que financiamento para veículos suba 20% BC oferece desconto no compulsório para os bancos que elevarem operações de crédito até dezembro Com queda nas vendas, setor preocupa Planalto em campanha eleitoral; fica mais fácil retomar carro de inadimplente SOFIA FERNANDES DE BRASÍLIA
Preocupado com o desempenho do setor de veículos, no qual o crédito ao consumidor encolheu no primeiro semestre, o Banco Central criou uma espécie de "meta de vendas" para os bancos. Quem elevar em 20% a média diária dessas operações de financiamento até dezembro poderá descontar os empréstimos do dinheiro retido no BC (compulsório). O crédito para compra de veículos é um dos focos das medidas anunciadas nesta quarta (20) pelo governo. O setor preocupa o Palácio do Planalto porque está em processo de demissões e pode prejudicar a campanha de reeleição da presidente. Em 12 meses até junho, o volume de crédito para a compra de veículos caiu 3,7%, para R$ 186,6 bilhões. Em outra frente, o Ministério da Fazenda atendeu uma das principais reclamações das instituições financeiras: a dificuldade em recuperar veículos de pessoas com prestações em atraso. Com a nova medida, fica dispensado o protesto para comprovação de inadimplência, bastando uma carta registrada. Atualmente, os bancos levam até dois anos a partir da notificação para retomar o bem, afirmou Paulo Caffarelli, secretário-executivo do ministério. Segundo ele, o tempo pode cair para três meses. O setor automobilístico enfrenta queda nas vendas, aumento do estoque e de demissões. A Anfavea (associação de fabricantes) estima que haverá queda de 5,4% no licenciamento de carros neste ano. Luiz Moan, presidente da Anfavea, afirmou que as novas medidas premiam as pessoas que pagam as prestações em dia, "ao contrário do marco regulatório anterior, que beneficiava o inadimplente". Em relação ao pacote do BC, Moan disse que o aumento de recursos é positivo e terá efeitos diretos e indiretos na economia como um todo.
A Fenabrave (associação de revendedoras) estima que a facilitação na recuperação de carros de inadimplentes aumentará a aprovação do crédito em torno de 20%, o que representa 30 mil vendas de veículos a mais por mês. Hoje, são aprovados 150 mil financiamentos por mês. "Com mais crédito à disposição, aumentam a comercialização, a produção, os empregos, a captação de impostos e, por fim, reduzem-se os juros", disse Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave. MANTEGA Ao anunciar as medidas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a economia não está "patinando" e reafirmou que o sistema financeiro do país está entre os mais sólidos --o que permitiria o afrouxamento de medidas para conter o risco. Segundo Mantega, as medidas anunciadas melhorarão o crédito gradualmente. "Essas medidas são de âmbito regulatório, melhoram o ambiente econômico, reduzem custo."
Clipping Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial pelas instituições financeiras 4571422 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 20/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=1rrP8GSNOSR2mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/08/20/internas_economia, 524167/fenabrave-elogia-medida-que-dispensa-cobranca-judicial-pelas-instituicoesfinanceiras.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571422.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 25,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 1200000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 25,00 Total: 0,0000
Aprovação »
Fenabrave elogia medida que dispensa cobrança judicial pelas instituições financeiras Agência Estado Publicação: 20/08/2014 20:47 Atualização:
O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, considerou "muito bem-vinda" a medida anunciada nesta quarta-feira (20) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dispensa a cobrança judicial obrigatória pelas instituições financeiras em operações sem garantia de até R$ 100 mil e com garantia de até R$ 50 mil. A medida deve, segundo o presidente da Fenabrave, facilitar a retomada de bens como carros e, principalmente, motocicletas, bem como diminuir taxa cobrada pelos bancos com o risco menor. "Os custos (para retomada de veículos) estão precificados nas taxas e nos juros e, obviamente, agora, os bancos podem reduzi-los", disse Meneghetti ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. O presidente da Fenabrave considerou que o setor de motos será o mais beneficiado pela simplificação na cobrança judicial, já que muitas vezes as financeiras desistem da operação de retomada do veículo por conta dos custos judiciais superiores ao valor do bem. "Em moto tem caso que é mais caro o molho que o peixe", brincou. Meneghetti elogiou também a liberação de mais recursos de compulsório para o crédito, anunciada nesta quarta pelo Banco Central, mas admitiu a incerteza em relação à reação dos bancos na concessão dos recursos ao setor. "Qualquer liberação de recurso com verba carimbada é sempre bem-vinda. Só espero que o nível de exigência não levante a barra do acesso ao crédito, que ainda é restrita." Ainda segundo o presidente da Fenabrave, o setor aguarda outro pleito junto ao governo, que seria a liberação do uso de garantias reais, como outros bens, nas operações de financiamento de veículos. "Se o banco tem garantia real, pode apreendê-la com mais facilidade, o que aumentaria o apetite para assumir risco e melhoria o crédito", afirmou. "Esse conjunto de medidas, uma vez implantado, muito contribuirá para a recuperação do mercado de veículos e poderá equivaler a um 13º mês de vendas no ano", estimou.
Clipping Mercado de adaptação de veículos espera crescer 20% 4571351 - DCI ONLINE - WEB - WEB - 21/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W4n4sIc+yC0MRx0UZceQcsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.dci.com.br/industria/mercado-de-adaptacao-de--veiculos--espera---crescer-20id410652.html#impresso-953863 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: bruna kfouri Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571351.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 120,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 602523,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 120,00 Total: 0,0000
Indústria 21/08/2014 - 00h00
Mercado de adaptação de veículos espera crescer 20% SÃO PAULO - A Honda, fabricante japonesa de automóveis, e as prestadoras de serviços de adaptação veicular para pessoas com algum tipo de deficiência, Cavenaghi e Hélio Adaptaç... bruna kfouri SÃO PAULO A Honda, fabricante japonesa de automóveis, e as prestadoras de serviços de adaptação veicular para pessoas com algum tipo de deficiência, Cavenaghi e Hélio Adaptações, creem no aumento de 20% das vendas neste ano. A alta, segundo especialistas, é impulsionada pela isenção de impostos na compra de veículos novos por pessoas com alguma deficiência, o que ajuda a manter as vendas das montadoras, e pelo crescente poder aquisitivo dessa classe em função da Lei de Cotas 8.213/1991, que obriga aquelas companhias com mais de cem funcionários a destinar de 2% a 5% das vagas para esse público. Apenas no primeiro trimestre, a Honda vendeu 5,8 mil veículos para clientes com algum tipo de deficiência, alta de 20% ante o mesmo período de 2013. "A expectativa é mantermos esse crescimento até o fim de 2014", diz o supervisor de vendas especiais da Honda, Ricardo Rodrigues. Em 2013, a montadora vendeu mais de 10 mil veículos para os portadores de deficiência física. "Dos modelos comercializados, Civic, City e Fit, o primeiro é o atual líder de mercado no segmento com mais de 5,8 mil unidades vendidas em 2013", afirma. Atualmente, as pessoas com deficiência interessadas na compra de veículos adaptados fecham os pedidos com a ajuda das concessionárias, que entram em contato com as montadoras. Após a entrega do veículo ao cliente, as empresas prestadoras de serviços de adaptação entram em ação. "A operação é feita pela modalidade de venda direta. A nota sai direto da montadora para o cliente", explica a gerente de vendas da Ford, Luciola Almeida. Entre janeiro e julho de 2014, as vendas diretas de automóveis e comerciais leves (destinadas para os deficientes, frotistas, taxistas, entre outros) responderam por 27,73% dos emplacamentos. Já o varejo respondeu por 72,27% de 1,862 milhão emplacado. No acumulado de 2013, as vendas diretas representaram 25,59% dos veículos comercializados (3,575 milhões de unidades), segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "O segmento de veículos para deficientes é representativo no universo das vendas diretas, algo em torno de 7%", reforça Luciola. O Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que 45,6 milhões dos 201 milhões de habitantes do País possuem alguma deficiência. A crescente demanda do grupo fez a indústria e os revendedores de produtos e serviços voltados para pessoas com deficiência a faturar R$ 5 bilhões em 2013, segundo a Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência (Abridef). Perspectiva A paulista Cavenaghi já registrou avanço de 20% das vendas entre os meses de janeiro e julho de 2014, ante o mesmo período de 2013. Hoje a empresa oferece três linhas de produtos voltadas para a adaptação veicular, como a categoria de direção (responsável por facilitar a direção do carro); de transporte (para locomover as pessoas com deficiência, por exemplo, através da instalação de rampas dentro do automóvel); e de autonomia (para facilitar o embarque e o desembarque). "Apostamos em um aumento de 20% na produção e nas vendas este ano", diz a diretora comercial da Cavenaghi, Mônica Cavenaghi. Segundo ela, a dificuldade para a obtenção de crédito por parte do consumidor, que está afetando as vendas de veículos em geral, não atinge o setor, pois as pessoas com deficiência são isentas de pagar os impostos. Já a mineira Hélio Adaptações aposta em crescimento de 10% a 15% neste ano. "A linha de transporte deve crescer, pois os veículos comerciais, como o táxi, estão sendo equipados para atender as pessoas com deficiência", diz o gerente-geral da Hélio, César Madeira. As vendas de equipamentos da linha direção representam 40% dos negócios da empresa, enquanto a de transporte responde por 30%, a de autonomia, 20%.
Clipping Impacto das medidas deve ser de médio prazo 4571352 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 21/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W4n4sIc+yC2mlLhpjWZ0FcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
http://www.valor.com.br/financas/3661942/impacto-das-medidas-deve-ser-de-medio-prazo Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Felipe Marques, Fabiana Lopes, Aline Cidade: WEB Oyamada, Edua Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571352.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 117,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 24297074,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 117,00 Total: 0,0000
Im prim ir ()
21/08/2014 - 05:00
Impacto das medidas deve ser de médio prazo Por Felipe Marques, Fabiana Lopes, Aline Oyamada, Eduardo Laguna, Lucinda Pinto e Vinícius Pinheiro
As medidas de estímulo ao crédito anunciadas ontem pelo Banco Central (BC) e o Ministério da Fazenda dev erão ter efeito limitado na ex pansão dos empréstimos e, consequentemente, na ativ idade econômica, na opinião de analistas e ex ecutiv os de bancos. Os principais efeitos dev em se concentrar no médio prazo, embora associações ligadas à indústria automobilística contem com um aumento da oferta de crédito de v eículos já no momento em que as ações forem oficialmente publicadas. Entre os economistas, a av aliação geral é que o impacto dos estímulos tende a ser abrev iado pela demanda fraca por crédito, que segue deprimida graças ao cenário econômico incerto. "São medidas de estímulo? Em tese, sim. São relev antes para aquecer o crédito? Não", afirmou Carlos Kawall, economista-chefe do Banco J. Safra, lembrando que o problema do crescimento fraco dos empréstimos não é a falta de liquidez dos bancos, mas sim a procura reduzida. Kawall diz que, por isso, as medidas não podem ser lidas como uma ação de política monetária, nem mesmo como sinais a respeito dos próx imos passos do Banco Central. "Embora haja uma intersecção entre macroprudenciais e política monetária, o BC fez questão de esclarecer que o anúncio não é um sinal de que o juro pode cair nem mesmo uma substituição a uma ev entual redução", afirma. "Não há qualquer confronto com a política monetária", completou. "Não há janela para que o crédito aumente de forma repentina. Os bancos grandes acabam de sair de um período de ajuste de balanço e acredito que a disposição para afroux ar a aprov ação de crédito é baix a", diz a economista da Tendências Consultoria Integrada, Mariana Oliv eira. Ela não v ai mudar sua projeção de av anço do crédito para o ano, que fica em 1 1 ,2%. A Tendências espera que a tax a de calotes na pessoa física com recursos liv res encerre o ano que v em em 7 ,4%, ante os 6,5% atuais, outro fator que mina o av anço do crédito no período. "A s medidas têm potencial de médio prazo." Entre os bancos, a ex pectativ a também é colher efeitos no médio prazo. Domingos A breu, diretor v icepresidente do Bradesco, espera o impacto dos anúncios seja sentido entre um e dois anos. O ex ecutiv o afirmou, em ev ento em São Paulo, que a demanda por financiamentos já melhorou nos meses de julho e agosto. Outro ex ecutiv o do Bradesco, Octáv io Lazari Junior, acredita que as medidas anunciadas pela Fazenda para o crédito imobiliário tendem a agilizar a concessão do financiamento. Nas suas contas, as medidas reduzem em até 20% o prazo de liberação do dinheiro. Lazari também preside a associação de crédito imobiliário (A becip). Hoje o prazo é entre 20 e 45 dias para processos sem pendências.
"Todo esse arcabouço [das medidas] nós v emos com muito bons olhos. Não é que no curtíssimo prazo v á resolv er o problema da confiança e da retomada do crédito, mas traz para os próx imos meses e para 201 5 uma perspectiv a mais fav oráv el", disse o diretor de relações com inv estidores do Day cov al, Ricardo Gelbaum. Há quem tenha a ex pectativ a de efeitos mais imediatos, em especial no financiamento de v eículos. Caso da Fenabrav e, federação que reúne as concessionárias de v eículos. A entidade estima um aumento de 20% nas aprov ações mensais de crédito de v eículos, que hoje rondam a casa dos 1 50 mil contratos por mês, tão logo as nov as medidas sejam implementadas. "Por mês, são 30 mil carros a mais que podem entrar no mercado. Seria como ter um décimo terceiro mês em um ano", diz o presidente da associação das rev endas, Flav io Meneghettii. Para ele, as mudanças para acelerar recuperação dos v eículos de inadimplentes - estimulando o apetite dos bancos pelo crédito automotiv o ao reduzir o risco e o custo dessa operação - terá efeito no mercado tão forte quanto as reduções nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O otimismo da associação, porém, é posto em x eque pela av aliação de que, mesmo no crédito de v eículos, a demanda segue em baix a. "Não parece hav er restrição no financiamento do lado dos passiv os", afirma Tony V olpon, diretor ex ecutiv o e chefe de pesquisas da Nomura Securities. Para ele, ainda que a liquidez do sistema seja farta, em um cenário econômico incerto e pautado pelas ex pectativ as com as eleições, empresas e bancos não dev em, em sua opinião, se sentir confiantes para usar os recursos que têm à disposição antes da escolha de um nov o gov ernante. Já economistas do Deutsche Bank afirmam que as medidas dão continuidade à estratégia do BC de afroux ar condições monetárias sem reduzir a tax a básica de juros, para tentar lidar com baix o crescimento econômico em um ambiente de inflação alta. Para a agência de classificação de risco Fitch Ratings, são os bancos públicos que dev em mostrar um crescimento mais forte de suas carteiras de crédito após as medidas. Nesse caso, porém, o maior crescimento não necessariamente v iria pelo o efeito da ex pansão da liquidez, e sim "como parte da agenda de política econômica geral", escrev e a agência. Já em relação aos bancos priv ados, a agência afirma que o BC enfrentará o obstáculo da baix a disposição em emprestar dessas instituições, que não têm relax ado seu rigor de conceder o crédito, mantendo o crescimento de suas carteiras em patamares baix os. Outra prov áv el beneficiada com as medidas é a Cetip. A razão é o anúncio da criação de um nov o instrumento de captação bancária, a letra imobiliária garantida (LIG), a v ersão brasileira do muito aguardado "cov ered bond" internacional. A Cetip aguarda a publicação das normas, mas pretende se habilitar para efetuar o registro tanto dos papéis como das garantias - aumentando as fontes de receita da companhia. O diretor-ex ecutiv o comercial da Cetip, Carlos Ratto, afirma que ex iste um mercado potencial para o nov o instrumento, que dev e serv ir como lastro para operações de crédito imobiliário e atrair inv estidores estrangeiros.
Clipping Votação 4569701 - GAZETA DO POVO - AUTOMÓVEIS - CURITIBA - PR - 17/08/2014 - Pág 16 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=QX/1I3LFo8mmAurY8ADquMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Economia • Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 • Jornal do Commercio
CARTÕES
SERASA
Abecs prevê avanço de dois dígitos em 2015
Cheques sem fundos batem recorde em julho
Expectativa da associação para este ano é de que o volume movimentado alcance R$ 1 trilhão, alta de 17% ante 2013. No primeiro semestre, cifra chegou a R$ 455 bi » ALINE BRONZATI
Dívidas
DA AGÊNCIA ESTADO
setor de cartões de crédito e débito deve continuar apresentando inflexão na curva de crescimento em 2015, resultado do aumento da base, mas a expansão permanecerá na casa dos dois dígitos, segundo Marcelo Noronha, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). As projeções da entidade já foram definidas para o próximo exercício, porém, de acordo com ele, ainda não serão anunciadas. Neste ano, a expectativa de Abecs é que o volume movimentado alcance R$ 1 trilhão, com crescimento de 17% ante 2013. De janeiro a junho, a cifra chegou a R$ 455 bilhões, alta de 16,3% no comparativo anual e fez a associação reiterar seu guidance (meta) para 2014. “Devemos continuar a ver inflexão da curva do crescimento em 2015, mas setor de cartões ainda deve manter patamar de dois dígitos de avanço”, reforçou Noronha. Sobre o término dos acordos existentes entre bandeiras e adquirentes, ele disse que esse movimento deve ser realidade já no quarto trimestre deste ano. Segundo o presidente da Abecs, a entidade não vai arbitrar preços e condições, mas estimular players a chegarem a acordos privados. “O término dos acordos vai acontecer de maneira ampla.
O
Inadimplência deve ficar em 7% DA AGÊNCIA ESTADO
A inadimplência no setor de cartões está totalmente controlada e deve se manter em patamares baixos nos próximos anos, ao redor de 7%, segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Marcelo Noronha. Ao final de junho, ficou em 6,7%, mesmo indicador visto em abril. Em junho de 2011, estava em 8%. “Não há qualquer indicativo de deterioração da inadimplência no setor de cartões. A inadimplência do segmento colou no indicador pessoa física e vem se mantendo neste patamar”, explicou o presidente da Abecs. Segundo ele, o indicador em junho, de 6,7%, é um dos menores já registrados pelo setor, apesar de ter subido este ano, uma vez que encerrou al-
Pode ter gente posicionada que não queria acordo, mas vamos continuar observando queda de preço no mercado brasileiro”, destacou Noronha. No primeiro semestre, as taxas de desconto ao lojista (MDR, na sigla em inglês) no cartão de crédito foi a 2,72% ante 2,98% em 2008. No débito, recuou para 1,53% contra 1,6%, na mesma base de comparação. A tendência do indicador, conforme reforçou Noronha, é de retração em meio à concorrência entre as adqui-
guns meses em 6,3%. “É o menor patamar histórico. Não é por conta do descolamento, de 6,3% para 6,7%, que há qualquer indicativo de deterioração na inadimplência no setor de cartões”, reforçou Noronha. O saldo da carteira de crédito dos cartões no Brasil, considerando os pagamentos à vista, parcelado com juros e sem juros e crédito rotativo, totalizou R$ 144 bilhões em junho. Do total, 71,3%, conforme a Abecs, são de operações sem juros, ou seja, sem custo para o consumidor. Em 2008, essa participação estava em 58,9%. O rotativo perde espaço a cada ano. Foi a 2,2% em junho último ante 3,2% em 2008. “O rotativo está sendo diluído no mercado brasileiro com o passar do tempo. Sozinho, ele é incapaz de endividar os brasileiros por uma questão matemática”, avaliou Noronha.
rentes que atuam no setor, como Cielo e Rede (ex-Redecard). Diferenciação Noronha também disse ser contra a diferenciação no valor de bens e serviços para pagamento no cartão de crédito e em espécie, mas está aberta a debates. “A Abecs sempre participou de audiências públicas, inclusive no Congresso, e estamos abertos sempre a discutir com organismos de defesa do consumidor e lojistas. Mas a experiência
em outros países não foi benéfica para o consumidor nem para o mercado”, afirmou. Norfonha destacou que a diferenciação vai de encontro à produtividade dos lojistas e que há ainda questionamentos em relação à formalização da economia, uma vez que os pagamentos feitos no cartão têm confirmação de pagamento e recebimento. Ele reforçou ainda o papel do cartão de crédito, que, além de meio de pagamento, passou a ser ainda um meio de financiamento.
SOJA
Clima deve favorecer nova safra DA AGÊNCIA REUTERS
O fenômeno climático El Niño, que deverá atingir o Brasil com intensidade fraca a moderada nos próximos meses, provavelmente favorecerá o desenvolvimento da nova safra de soja e milho no País, apesar de exigir atenção em algumas regiões devido à irregularidade das chuvas no início da temporada, disseram meteorologistas. O plantio das primeiras la-
vouras de soja da temporada 2014/2015 começa oficialmente a partir de 15 de setembro nas principais regiões agrícolas, com o fim do período de vazio sanitário contra o fungo da ferrugem. Tradicionalmente neste período ocorrem também as chuvas que permitem o brotamento das primeiras sementes. “O clima para a safra 2014/2015 está bastante favorável tanto para o Centro-Oeste como o Sul, e também para
o Sudeste, embora esta região tenha foco em outras culturas, como cana e café, por exemplo”, disse o meteorologista Alexandre Nascimento, da Climatempo. No início do mês, o Centro de Previsão Climática, do governo dos Estados Unidos, informou que as chances de El Niño nos próximos meses é de 65%. “O consenso entre meteorologistas projeta uma ocorrência de El Niño entre agosto e outubro com
um pico de intensidade fraca durante o final do outono (do Hemisfério Norte, final da primavera no Hemisfério Sul) e início do inverno (verão do Hemisfério Sul), informou a agência em um relatório mensal. Nascimento, da Climatempo, explicou que o El Niño no Brasil, mesmo que fraco, favorece sol pela manhã e pancadas de chuva à tarde e à noite, o que ajuda o desenvolvimento das lavouras de grãos.
» MÁRIO BRAGA DA AGÊNCIA ESTADO
O percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 2,24% em julho, o maior já registrado no mês desde o início da série histórica em 1991. Em junho, o indicador estava em 1,92%, e o avanço na margem foi de 0,32 ponto percentual. Em igual mês do ano passado, o indicador indicava 2,03%. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o percentual de cheques devolvidos avançou de 2,07%, em 2013 para 2,11% em 2014. Segundo os economistas da Serasa Experian, a alta da inadimplência com cheques revela a maior dificuldade do brasileiro em honrar com seus compromissos financeiros no começo do segundo semestre. “Estagnação da economia, juros elevados, inflação ainda em patamar desconfortável e enfraquecimento do mercado
de trabalho são alguns dos elementos que contribuem para esta elevação”, dizem em nota. Regiões Na abertura do indicador por regiões, o cenário não mudou na comparação do acumulado do ano. Roraima liderou o ranking estadual dos cheques sem fundos nos primeiros sete meses de 2014, com 12,13% de devoluções. O Amazonas foi o estado com o menor porcentual (1,15%). Entre as regiões, o Norte registrou a maior inadimplência, com 4,31% de cheques devolvidos, ao passo que a região Sudeste foi a mais confiável (1,62%). A média do País ficou em 2,11%. O Indicador Serasa Experian consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Somente é considerada a segunda devolução.
ENERGIA
EPE: demanda total no Brasil vai dobrar até 2050 DA AGÊNCIA REUTERS
A demanda total por energia no Brasil, incluindo eletricidade, gasolina e etanol, entre outros, vai dobrar até 2050, passando para 605 milhões de tonelada equivalente de petróleo ( TEP), ante os 267 milhões de TEP de 2013, segundo estudo publicado ontem pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O estudo da EPE sobre a demanda de energia em 2050 é o segundo de um conjunto de cinco que irão compor o Plano Nacional de Energia 2050 (PNE 2050). O primeiro estudo, sobre a economia no mesmo período, foi divulgado pela EPE na última semana. Realizado pela EPE e pelo Ministério de Minas e Energia, o PNE 2050 é um estudo de longo prazo com o objetivo avaliar o cenário do setor energético brasileiro. Até 2050, a EPE prevê que a demanda por eletricidade no País vai triplicar para 1.624 terawatt-hora ( TWh). Dessa forma, alcançará um padrão de consumo de eletricidade por consumidor compatível ao da União Europeia atual-
mente, em torno de 7 mil kWh por habitante por ano. “Apesar do consumo de energia dobrar até 2050, esse crescimento será bem inferior ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), o que é positivo do ponto de vista ambiental”, afirmou o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, no estudo, destacando que isso será possível graças ao aumento da eficiência energética nas próximas décadas. O consumo de gás natural deverá alcançar em 2050 volume igual a 212 milhões de metros cúbicos por dia, quase quatro vezes o consumo atual, excluindo termeletricidade e atendendo cerca de 11% da demanda energética do conjunto da indústria, residências, comércio e serviços. Entre 2040 e 2050, a EPE prevê redução do consumo de gasolina, estabilização do consumo de etanol e avanço na eletrificação do transporte. De 2040 em diante, o consumo de etanol deverá se estabilizar em torno de 60 bilhões de litros. Além disso, o consumo de gasolina cairá de 51 bilhões de litros em 2040 para 42 bilhões de litros em 2050 .
ALTA RODA por Fernando Calmon » fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon
Trânsito busca segurança Estatísticas de mortes no trânsito brasileiro ainda estão longe da confiabilidade necessária para uma tentativa séria de combate, conforme preconiza a campanha da ONU sobre década de segurança viária (2011-2020). Sem saber ao certo o tamanho do problema fica mais difícil planejar ações educativas, de formação de condutores e até mesmo de fiscalização. Na realidade há três referências. O Denatran informa algo em torno de 35.000 óbitos anualmente e o Ministério da Saúde cerca de 43.000 porque inclui os mortos até 30 dias depois das ocorrências registradas. O número mais confiável poderia ser da Seguradora Líder, administradora central do DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres), que pagou 54.767 indenizações por mortes no ano passado. Este último número inclui vítimas de acidentes fatais dos últimos três exercícios do calendário civil, conforme prevê a lei, o que não deixa de significar uma imprecisão estatística. Por solicitação de Alta Roda, a Líder esmiuçou suas informações. Indenizações a pedestres foram 18.149, representando 33% do total, proporção elevada em relação aos países desenvolvidos. No total, frente a estes, o trânsito no Brasil é até oito vezes mais perigoso. No entanto, números catastróficos envolvem motocicletas. Elas representam em torno de 25% da frota total de veículos leves e pesados, porém respondem por 41% das mortes: 16.240, do condutor; 2.667, do passageiro e 3.434, de pedestres. Morrese duas vezes mais ao guidão de uma moto do que ao volante de um veículo comum, mesmo que estes representem um volume cerca de três vezes maior (40 milhões contra 13 milhões, se-
gundo estudo do Sindipeças). Portanto, o foco para tentar reduzir a letalidade no trânsito deveria começar pelos veículos de duas rodas. Afinal, exigem mais habilidade e respeito por suas limitações. Ausência quase total de segurança passiva (diminui consequência dos acidentes), além de maior exposição a buracos, más condições das vias e menor visibilidade frente aos demais veículos estão entre as causas. Capacete ainda é o principal acessório de segurança, mas coletes infláveis importados já são oferecidos no mercado brasileiro por preço médio superior a R$ 2.000 (jaquetas infláveis partem de R$ 1.000). Um dos problemas é a deficiência de formação dos motociclistas aliada aos vícios de pilotagem. Entre estes está a forma incorreta de frear com o mau hábito de utilizar apenas o freio traseiro. Para ajudar na diminuição de acidentes há o sistema automático de combinação dos freios dianteiro e traseiro para motonetas, além de diferentes aplicações de ABS (freios antibloqueio) disponíveis em motocicletas caras. A Honda lançou, no começo do mês, a primeira moto comum (street), de baixa cilindrada, com aplicação simultânea dos freios (Combi Brake), mesmo que o piloto acione somente o freio traseiro. É de série nas CG 150 Titan 2015 cujos preços vão de R$ 7.680 a R$ 8.180. Em breve deve se estender a todas as CG. O Brasil é o primeiro mercado a dispor desse equipamento pela dificuldade de mudanças de hábitos errados. Testes indicam que a distância de frenagem pode diminuir até 20% em relação a um moto sem o equipamento e conduzida de forma incorreta.
PRESIDENTE mundial da GM, Mary Barra, veio ao Brasil para confirmar o investimento de R$ 6,5 bilhões nos próximos cinco anos. Ela não pormenorizou os gastos, mas se sabe que um terço se aplicará em três novos produtos na faixa em torno dos R$ 30.000 (hatch, sedã e SUV compactos). Fábrica de São José dos Campos (SP), única ociosa, deve ser a escolhida para produção. MERCEDES-BENZ Classe C (quinta geração) mostrou que a empresa não focou apenas em carroceria e interior novos. Ganhou espaço interno graças ao aumento de 8 cm no entre-eixos e 4 cm na largura. Uso intenso de alumínio diminuiu seu peso em até 60 kg. Direção eletroassistida e quatro modos de “temperamentos” da versão de topo C250 Sport são pontos altos. PREÇOS entre R$ 138.900 e R$ 189.900 já são a referência direta quanto ao Classe C nacional, em 2016. Câmbio automático de sete marchas passará a nove, em 2015.
Motores oferecidos agora, todos com turbos, vão de 156 cv (1,6 L) até 211 cv (2 L), abaixo do desejável em relação a concorrentes. Versão AMG, no entanto, terá desempenho no alto nível de sempre. QUARENTA anos do Campo de Provas de Cruz Alta foram marcados com teste de colisão contra barreira de um sedã Chevrolet Cruze. Essas instalações são as maiores e mais completas de um fabricante no Hemisfério Sul. Gera também receitas de exportação de serviços de engenharia e de projetos, além de testes de curta e longa duração. CONGRESSO Fenabrave em Curitiba bateu recorde de participantes, em sua 24ª edição. Concessionárias deram amplo apoio à revisão dos processos de retomada de bens em caso de inadimplência, que refletiriam no aumento da oferta de crédito. Em uma segunda etapa diminuiria juros e aumentaria vendas.
Clipping Revendas apostam em serviços pra contornar crise automotiva 4569689 - GAZETA DO POVO - AUTOMÓVEIS - CURITIBA - PR - 17/08/2014 - Pág 16 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=HYb1+ENlqNcE0eMy4jDFBMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CURITIBA Estado: PR País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4569689.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 151,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 50000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 151,00 Total: 0,0000
Clipping Pacote quer estimular venda de imóveis 4571028 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 21/08/2014 - Pág B4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pfa4vfUzL+LF8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4571028.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1098,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 236000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1098,00 Total: 0,0000
B4 Economia %HermesFileInfo:B-4:20140821:
O ESTADO DE S. PAULO
QUINTA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2014
Pacote quer estimular venda de imóveis Entre as medidas anunciadas pelo Ministério da Fazenda está a redução da burocracia; o crédito para veículos também foi contemplado FELIPE RAU/ESTADÃO
Renata Veríssimo Adriana Fernandes Laís Alegretti / BRASÍLIA
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BASTIDOR: João Villaverde e Adriana Fernandes
O Ministério da Fazenda voltou a lançar mão de um pacote de medidas para estimular o crédito e tentar salvar a economia no segundo semestre. Boa parte do pacote já estava em gestação há muito tempo e foi acelerado para estimular os bancos a serem mais agressivos no crédito. Boa parte das medidas anunciadas ontem vão atingir diretamente o mercado imobiliário. Uma delas é a criação de uma espécie de “Renavam dos imóveis”:todasasinformaçõesrelativasadeterminadoimóvelficarão concentradas em um só cartório, aumentando a segurança para o comprador. Para estimular esse mercado, que tem forte repercussão no PIB, o governo também criou umnovo tipode papela seremitido pelos bancos financiadores das operações. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse esperar que as novas LetrasImobiliáriasGarantidas barateiem os empréstimos. O governo quer atrair investidores estrangeiros para o novo título. Em outra ponta, o governo vai permitir que os bancos usem até 3% dos depósitos de poupança para financiamentos, usando como garantia imóveis já quitados. Esses recursos poderão ser usados para qual-
Em busca de um novo impulso
Q
Desburocratização. Informações relativas a um mesmo imóvel ficarão concentradas em um só cartório quer finalidade, e a área econômica estima que poderão ser ofertados mais R$ 16 bilhões em crédito. A analista da Concórdia, Daniela Martins, avalia que as medidas para imóveis são positivas, mas têm alcance limitado. “As construtoras têm até feito promoções para reduzir estoques,maso consumidorestáreceoso”, disse. Os financiamentos de veículos também foram contempladospelaFazenda. O governoin-
cluirá uma emenda na Medida Provisória n.º 651 facilitando a retomada de bens financiados, como carros, tratores e motocicletas, em caso de calote. O governo resistia a anunciar a medida por temer repercussãonegativanapopulação nareta final da campanha eleitoral. O texto está sendo costurado com a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça. O presidente da Associação Nacional de Veículos Automo-
IMPULSO AOS FINANCIAMENTOS ●
Cadastro único
● Novo
● Retomada
posto de Renda.
Será criada uma espécie de “Renavam dos imóveis” para concentrar todas as informações jurídicas do bem, o que eliminaria a romaria do comprador nos vários cartórios, facilitando o financiamento imobiliário.
título
O governo criou um novo título nos padrões internacionais que servirá para financiar o mercado imobiliário. Batizados de Letras Imobiliárias Garantidas, os papéis com prazo acima de 2 anos terão o rendimento isento de Im-
●
Imóvel de garantia
Um imóvel quitado poderá ser dado como garantia na contratação de financiamentos de qualquer natureza: 3% dos recursos captados pela poupança poderão ser usados nessas novas operações de crédito. ● Crédito
consignado
O trabalhador que não for servidor público poderá autorizar o banco a descontar direto do seu salário, em conta corrente, o valor do crédito consignado.
de bens
Para facilitar a retomada de bens móveis, como veículos, tratores e motocicletas, o financiado poderá autorizar, no contrato, a recuperação imediata do bem em caso de calote. ● Calote
Foi facilitada a cobrança de crédito em atraso. No caso de inadimplência, os bancos não precisam fazer a cobrança judicial das dívidas de até R$ 100 mil, em operações sem garantia, e de até R$ 50 mil nas operações com garantia.
tores (Anfavea), Luiz Moan, afirmou que as medidas são uma“melhoriasignificativa”para “aprimorar a segurança jurídica e simplificar as operações de crédito”. Outra iniciativa para ajudar o setor automotivo é a dispensa da cobrança judicial pelos bancos de créditos em atraso de até R$ 100 mil, nas operações sem garantia, e de até R$ 50 mil, nas operações com garantia. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, disse que a medida deve facilitar a retomada de bens como carros e, sobretudo, motos, além de reduzir os juros em razão do risco menor. Ogovernotambémmudouregras sobre o crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada. Quem contratar o empréstimo poderá autorizar o banco a debitar o valor da prestação simultaneamente ao crédito do salário na conta. “Falta segurançadequea folhapermaneça no mesmo estabelecimento bancário”, disse Mantega. Agora,mesmo quea folhadepagamentos seja transferida, a conta que recebeu o empréstimo consignado permanecerá no banco. / COLABORARAM KARIN
● Anticalote
Emenda que será apresentada à Medica Provisória 651 vai facilitar a retomada de bens financiados em caso de falta de pagamento, como carros, tratores e motos
uando caiu a ficha no governo de que o crescimento econômico estava muito fraco, e que as perspectivas não eram positivas, iniciou-se um trabalho na equipe econômica da gestão Dilma Rousseff de “abrir todas as gavetas” com medidas preparadas desde 2009. Isso ocorreu em meio à Copa do Mundo, a partir do início de julho. A missão foi complexa, porque havia a necessidade de atender o anseio do Palácio do Planalto de estimular a atividade sem, ao mesmo tempo, abrir mão de recursos tributários – desonerações fiscais foram descartadas. Por um lado, o Banco Central se preparou para desarmar as últimas medidas de aperto macroprudencial sobre o crédito, baixadas em 2010. De outro, o Ministério da Fazenda entrou com medidas microeconômicas, para facilitar o ambiente de negócios e, também, incrementar a liberação do depósito compulsório que o BC tinha preparado, de forma a irrigar o mercado de crédito. Duas das medidas anunciadas ontem, por exemplo, estavam no radar da Secretaria de Política Econômica desde 2009 e quase saíram do papel em 2013. Uma delas, a concentração de todos os contratos de um imóvel em um documento único, para evitar o périplo dos mutuários por cartórios, chegou a ser defendida publicamente pela Fazenda no ano passado, quando estava prevista em um projeto de lei no Congresso Nacional. Ficou evidente, segundo uma fonte, a necessidade de tirar os bancos da “retranca” do crédito, que na avaliação da equipe econômica tem sido um dos fatores que prejudicam a atividade econômica. A questão foi novamente discutida pelo ministro Guido Mantega em reunião com os principais banqueiros do País há duas semanas. Mesmo que as medidas demorem para surtir efeito, o governo quer passar a imagem de que trabalha para reverter o quadro ruim e que será capaz de fazer os ajustes necessários para a retomada do crescimento. De certa forma, se preparando para o resultado do PIB, que será divulgado na próxima semana, e que pode apontar recessão técnica.
SATO E GUSTAVO PORTO
DICAS E NOTAS
LIMITE DAS RESPONSABILIDADES PROFISSIONAIS EM DEBATE SESCON-SP ABRAÇA DISCUSSÃO PROPOSTA PELO IBRACON SOBRE DESPROPORCIONALIDADE DA RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL DE CONTADORES E AUDITORES O Instituto dos Auditores Independentes do Brasil tem levantado a bandeira do limite das responsabilidades legais dos profissionais em casos de fraudes contábeis ou insucesso empresarial. O tema foi debatido amplamente esta semana na imprensa e durante a 4ª Conferência Brasileira de Contabilidade e Auditoria Independente, realizada em São Paulo. Segundo o presidente do Instituto, Eduardo Pocetti, a punição deve ocorrer em casos de negligência, erro ou imperícia do profissional e não haver a presunção de culpa, invariavelmente. “Esta responsabilidade é desproporcional, não pode ser confundida com a da administração da empresa”, destaca o auditor, ao lembrar que os profissionais respondem, de forma ilimitada, com seus próprios bens, até mesmo por atos que não identificaram e pelos quais não se beneficiaram. A entidade elaborou um projeto que contempla ações de comunicação, relacionamento institucional e estudos técnicos, que conta com o apoio das entidades contábeis e de órgão reguladores. O SESCON-SP já manifestou sua adesão e colocou-se à disposição para o debate. O presidente Sérgio Approbato Machado Júnior, que participou do evento na segunda-feira e assistiu ao painel, falou sobre a questão. “Este realmente é um assunto muito sério, que merece ser abraçado pelas entidades. Os profissionais não podem ser responsabilizados por atos de terceiros”,
Painel “Limitação de Responsabilidade do Auditor Independente”, da 4ª Conferência Brasileira de Auditoria Independente
argumenta o líder setorial, ao reafirmar apoio à causa. O painel “Limitação de Responsabilidade do Auditor Independente” foi comandado pela diretora da Comissão de Valores Mobiliários, Ana Novaes; pelo professor da FEA/USP, Nelson Carvalho; pelo promotor e coordenador da Vara de Falência do Ministério Público do Estado de São Paulo, Eronides Aparecido dos Santos, e pelo advogado Luiz Leonardo Cantidiano, e moderado pelo advogado Sergio Varella Bruna.
SESCON-SP NA CONARH 2014
ANO IX . NO 468 21/AGOSTO/2014
WWW.SESCON.ORG.BR
O SESCON-SP participa, durante esta semana, da 40ª edição do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas - Conarh 2014, o maior evento do setor da América Latina e o segundo maior do mundo. A Entidade marca presença no evento com um estande da UNISESCON – Universidade Corporativa do Sindicato, que traz um portfólio diversificado de opções de educação corporativa e qualificação profissional, abrangendo cursos, palestras e outros serviços direcionados a empresas de todos os portes e segmentos de atuação. Com o tema “RH Urgente! Ousar, Inovar e Performar”, a Conarh 2014 se propõe a reunir diversas personalidades da área de recursos humanos e colocar em debate temas atuais e relevantes para o segmento. Até o término do Congresso, 36 empresários e especialistas em RH terão comandado assuntos que, de acordo com os organizadores, atingem diretamente a produtividade das companhias: sustentabilidade e relação do trabalho. O evento, que começou na segunda-feira e termina hoje, acontece no Transamérica Expo Center, das 10h às 17h30. Mais informações em www. conarh.com.br.
Fonte: Thomson Reuters FISCOSoft
RFB - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL (ECD) Por meio da Instrução Normativa RFB 1.486/2014 foi alterada a Instrução Normativa RFB 1.420/2013 que instituiu a Escrituração Contábil Digital, para fins fiscais e previdenciários. Dentre as alterações: a) a determinação de que a ECD será considerada autenticada no momento da transmissão via Sped, para as sociedades não empresárias; b) a inclusão das sociedades em Conta de Participação no rol de obrigados a adotar a ECD, em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º.1.2014, como livros auxiliares do sócio ostensivo; c) a dispensa de entrega da ECD pelas pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional; d) a obrigatoriedade das sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no lucro real de adotar a ECD, em relação aos fatos contábeis ocorridos em 2013; e) a obrigatoriedade das empresas de construções civis dispensadas de apresentar a EFD e obrigadas a escriturar o livro Registro de Inventário, de apresentá-lo na ECD, como um livro auxiliar. O ato também estabelece que a adoção da EFD nos termos do Ajuste Sinief 02/2009, supre: a) a elaboração, registro e autenticação de livros para registro de inventário e registro de entradas, em relação ao mesmo período, desde que informados na EFD, nos termos do arts. 261 e 292 a 298 do RIR/1999 que tratam, respectivamente, sobre o arrolamento no Livro de Inventário e sobre os critérios para avaliação de estoques; b) em relação às mesmas informações, das exigências contidas na Instrução Normativa SRF 86/2001, que dispõe sobre informações, formas e prazos para apresentação dos arquivos digitais e sistemas utilizados por pessoas jurídicas, e na Instrução Normativa MPS/SRP 12/2006 que aprovou a versão 1.0.0.2 do Manual Normativo de Arquivos Digitais (MANAD).
RFB - DITR - PROGRAMA MULTIPLATAFORMA
O presidente do SESCON-SP, Sérgio Approbato Machado Jr., e o reitor da UNISESCON, Sergio Alexandre de Souza, em frente ao estande
Por meio da Instrução Normativa RFB 1.487/2014, foi aprovado o programa multiplataforma para preenchimento da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural do exercício de 2014, para uso em computador que possua a máquina virtual Java (JVM), versão 1.6.0 ou superior. O programa ITR2014, estará disponível no sítio da Receita Federal do Brasil, no endereço http:// www. receita. fazenda. gov. br.
SESCON-SP SINDICATO DAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS E DAS EMPRESAS DE ASSESSORAMENTO, PERÍCIAS, INFORMAÇÕES E PESQUISAS NO ESTADO DE SÃO PAULO . AESCON-SP ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS DO ESTADO DE SÃO PAULO . PRESIDENTE: SÉRGIO APPROBATO MACHADO JÚNIOR . GESTÃO: 2013/2015 Filiado à:
ENVIE SUGESTÕES PARA: ESPACOSESCON@SESCON.ORG.BR
AV. TIRADENTES, 960 . LUZ . SÃO PAULO . SP . 01102-000 FONE: (11) 3304-4400 . FAX: (11) 3304-4510
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Iniciativa:
Clipping Mercado de adaptação de veículos espera crescer 20% 4570785 - DCI - INDÚSTRIA - SÃO PAULO - SP - 21/08/2014 - Pág A7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=1sdwFLy5VYAduUGkzRjkZ8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: BRUNA KFOURI Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4570785.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 521,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 45000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 521,00 Total: 0,0000
DCI
Quinta-feira, 21 de agosto de 2014
| INDÚSTRIA
A7
AU TO M OT I VO
INDICADOR
Mercado de adaptação de veículos espera crescer 20%
Indústria prevê queda nas exportações e no nível de emprego
Alta é impulsionada pela isenção de imposto na compra de veículos por deficientes e pelo crescente poder aquisitivo da classe devido à Lei de Cotas
Potencial Quantidade de pessoas com necessidades especiais no Brasil
23,9% São 25,6 milhões de habitantes com deficiência física
são paulo
A Honda, fabricante japonesa de automóveis, e as prestadoras de serviços de adaptação veicular para pessoas com algum tipo de deficiência, Cavenaghi e Hélio Adaptações, creem no aumento de 20% das vendas neste ano. A alta, segundo especialistas, é impulsionada pela isenção de impostos na compra de veículos novos por pessoas com alguma deficiência, o que ajuda a manter asvendas dasmontadoras, epelo crescente poder aquisitivo dessa classe em função da Lei de Cotas 8.213/1991, que obriga aquelas companhias com mais de cem funcionários a destinar de 2% a 5% das vagas para esse público. Apenas no primeiro trimestre, a Honda vendeu 5,8 mil veículos para clientes com algum tipo de deficiência, alta de 20% ante o mesmo período de 2013. “A expectativa é mantermos esse crescimento até o fim de 2014”, diz o supervisor de vendas especiais da Honda, Ricardo Rodrigues. Em 2013, a montadora vendeu mais de 10 mil veículos para os portadores de deficiência física. “Dos modelos comercializados, Civic, City e Fit, o primeiro é o atual líder de mercado no seg-
O Brasil possui
201 milhões de habitantes.
A Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência movimentou R$ 5 bilhões em 2013.
Fonte: Abridef e IBGE
mento com mais de 5,8 mil unidades vendidas em 2013”, afirma. Atualmente, as pessoas com deficiência interessadas na compra de veículos adaptados fechamospedidos comaajudadas concessionárias, que entram em contato com as montadoras. Após a entrega do veículo ao cliente, as empresas prestadoras de serviços de adaptação entram em ação. “A operação é feita pela modalidade de venda direta. A nota sai direto da montadora para o cliente”, explica a gerente de vendas da Ford, Luciola Almeida. Entrejaneiroe julhode2014,as vendas diretas de automóveis e comerciais leves (destinadas para os deficientes, frotistas, taxistas, entre outros) responderam por 27,73% dos emplacamentos. Já o varejo respondeu por 72,27% de 1,862 milhão emplacado.No acumulado de 2013, as vendas diretas
representaram25,59% dosveículos comercializados (3,575 milhões de unidades), segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). “O segmento de veículos para deficientes é representativo no universo das vendas diretas, algo em torno de 7%”, reforça Luciola. OCenso Demográficode2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que 45,6 milhões dos 201 milhões de habitantes do País possuem alguma deficiência. A crescente demanda do grupo fez a indústria e os revendedores de produtos e serviços voltados para pessoas com deficiência a faturar R$ 5 bilhões em 2013, segundo aAssociação Brasileiradas Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência(Abridef ).
Perspectiva
são paulo
A paulista Cavenaghi já registrou avanço de 20% das vendas entre os meses de janeiro e julho de 2014, ante o mesmo período de 2013. Hoje a empresa oferece três linhas de produtos voltadas para a adaptação veicular, como a categoria de direção (responsável por facilitara direçãodo carro);de transporte (para locomover as pessoas com deficiência, por exemplo, atravésda instalaçãode rampas dentro do automóvel); e de autonomia (para facilitar o embarque e o desembarque). “Apostamos em um aumento de 20%na produçãoe nasvendas este ano”, diz a diretora comercial da Cavenaghi, Mônica Cavenaghi. Segundo ela, a dificuldade para a obtenção de crédito por parte do consumidor, que está afetando as vendas de veículos em geral, não atinge o setor, pois as pessoas com deficiência são isentas de pagar os impostos. Já a mineira Hélio Adaptações aposta em crescimento de 10% a 15% neste ano. “A linha de transporte deve crescer, pois os veículos comerciais, como o táxi, estão sendo equipados para atender as pessoas com deficiência”, diz o gerente-geral da Hélio, César Madeira. As vendas de equipamentos da linha direção representam 40% dos negócios da empresa, enquanto a de transporte responde por 30%, a de autonomia, 20%.
A expectativa do industrial para os próximos mesesé de redução das exportações e do nível de emprego, de acordo com Sondagem Industrial, divulgada ontem (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em agosto, oindicador de expectativaspara ospróximosseis meses sobre o número de empregados ficou em48,5 pontos e o de quantidade exportada, em 48,8 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica previsões negativas. “Apesar da proximidade do fim do ano, período tradicionalmente maisfavorável paraa atividade industrial, as expectativas seguem pouco otimistas com relação à demanda e compras de matérias-primas”, destacam os analistas da CNI. O indicador de expectativa para os próximosseis mesessobre ademanda alcançou 54,9 pontos e, o de compras de matérias-primas, 52,1 pontos, ambos pouco distantes da linha divisória dos 50 pontos, que separa as previsões negativas das positivas.
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AUTOMOTIVO www.dci.com.br
ENERGIA ELÉTRICA
Diante da perda de receita, a empresa deve reduzir investimentos em R$ 600 milhões este ano, mas manterá dividendos de 50% do lucro líquido
A estatalparanaense Copel admite que os R$ 898,3 milhões que tem a receber pelo adiamento parcial deseus reajustestarifários em2013 e2014podemnão serintegralmente devolvidos no próximo ano, restando parte para 2016. Diante da perda de receita, a empresa deve reduzir investimentos em R$600 milhõeseste ano,desacelerando plano de aquisições. O diretor financeiro e de relações com investidores da Copel, Antonio Sergio Guetter, avalia que a provável manutenção de um cenário desfavorável para o setor elétrico em 2015 pode ocasionar reajustes tarifários eleva-
dos, que não deixem espaço para a integralização do valor devido. “Se ano que vem não for possível repassar tudo, pode ser feito novo diferimento para o ano seguinte, desde que isso não afete o fluxodecaixa dacompanhia.Mas ointeressa daempresaé quitarno próximo ano”, disse ontem em reunião com analistas e investidores. Com o diferimento deste ano, o reajuste da Copel passou de 35,05% para 24,86% em média. Igual procedimento já havia sido adotado em 2013, em meio aos protestos de junho daquele ano. De acordo com o executivo, a empresa deve reduzir seu plano de investimentos para o ano em
23%, de uma previsão de R$ 2,6 bilhões para R$ 2 bilhões, em linha com o realizado em 2013. Para Guetter,a redução, quedeve retardar mais de 200 projetos de aquisições em estudo, é suficiente para compensar o diferimento. Apesar do aperto imposto pela decisão do governador Beto Richa (PSDB) de solicitar o adiamento à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Copel informou que manterá neste e nos próximos anos o patamar de distribuição de dividendos equivalente a 50% do lucro líquido. O gerente de relações com investidores,Artur FelipePessuti,frisou, contudo, que o patamar ainda é inferior à media do setor, de 70%. O gerente informou também que a estatal planeja apresentar até março seu pedido de indenização por ativos de transmissão com concessões renovadas pela
Medida Provisória579, existentes antes de maio de 2000 e ainda não amortizados. Pessuti afirmou que o valor que consta do contrato, de R$ 160 milhões, não será o apresentado, devido a mudança de metodologia, mas preferiu não dizero novo montante.A Copel também deverá pedir indenização sobre a usina de Governador Parigot de Souza (260 MW), que será devolvida em 2015. A empresa informou que terá 13% de sua energia assegurada disponível para venda no mercadode curtoprazo em2015–de totalde 2.098MWmédios–ante 8% este ano. A Copel também espera a manutenção do despacho térmico na UTE Araucária no próximo ano. No primeiro semestre, a usina gerou lucro de R$ 244,8 milhões, compensando prejuízo de R$ 228,9 milhões na distribuição. thais carrança
M OTO S
M I N E R AÇ ÃO
Vendas caem 10% na 1ª quinzena de agosto
mmx paralisa produção e deve revisar planos
são paulo
A indústria de motocicletas registrou queda de 10% nas vendas durante a primeira quinzena de agosto emrelação ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros quinzedias deste mês foram comercializadas 58. 301 motocicletas, de acordo com dados licenciamentos registrados pelo Renavam (Denatran), compilados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Na comparação com a primeira quinzena do mês passa-
Em julho, o nível de produção da indústria brasileira alcançou de 48,8 pontos e o indicador de número de empregados ficou em 45 pontos, o que confirma a baixa atividade do setor no mês passado, destaca a CNI, em nota enviada à imprensa.. “A indústria mostra queda na produção e emprego, estoques indesejados e elevada ociosidade”, aponta a pesquisa. Apenas
«Apesar da proximidade do fim do ano, período mais favorável para a atividade industrial, as expectativas são pouco otimistas»
as grandes empresas registraram crescimento da produção. Nesse segmento, o indicador de evolução da produção superou os 50 pontos aoatingir 51,5 pontosem julho.Nas pequenasempresas, o indicador ficou em 45,6 pontos e, nas médias, em 46,6 pontos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem. Valores abaixo de 50 pontos revelam retração na produção e do número de empregados. Apesar das dificuldades,o indicador de estoque efetivo em relação ao planejado alcançou 51,5 pontos em julho, pouco abaixo dos 52,1 pontos visto em junho. Com isso, o indicador ficou mais próximo da linha divisória dos50 pontos, oque revela a redução do excesso de estoquesindesejados.O níveldeutilização da capacidade instalada subiu para 70% em julho. Essa ediçãoda SondagemIndustrial foi feita entre 1 e 12 de agosto, com 2.191 empresas. Dessas, 863 são pequenas, 805 são médias, e 523 são de grande porte, segundo a CNI. da redação
BHG S.A. – Brazil Hospitality Group
Copel: reajuste adiado poderá ser devolvido apenas em 2016
sâo paulo
Cenário
k PERSPECTIVAS
do, o montante representa uma leve alta de 2,6%. O levantamento mostra aindaquea médiadiáriadevendas da quinzenaficou em5.300 unidades, com 11 dias úteis de comercialização. Essa média é 10% inferior a de igual período de agosto de 2013 (5.881 unidades), que também contou com 11 diasúteis. Jáem relaçãoà primeira quinzena de julho (5.164), foi registrado um aumento de 2,6% na média diária de vendas. De janeiro a julho, a produção do setor atingiu 905.117 unidades, recuo de 5,2% ante 2013. da redação
são paulo
A MMX Mineração vai paralisar de forma temporária a produção de minério de ferro, em função do agravamento de sua situação financeira da empresa. Um diadepois denegar queesteja avaliando um pedido de recuperação judicial, a mineradora de Eike Batista comunicou em fato relevante que planeja uma revisãodo seuplanode negóciosao mercado,junto comadivulgação dos resultados do segundo trimestre, em 15 de outubro. A empresa concederá férias coletivas aos colaboradores envolvidos diretamente na opera-
çãodamina SerraAzul,emMinas Gerais, por 30 dias, em setembro. A decisão de interromper as atividades, segundo a MMX, foi motivada pela prolongada e acentuada queda dos preços do minério de ferro no mercado internacional, além de restrições operacionais impostas pelo órgão ambiental de Minas Gerais. Para minimizar os efeitos dos preços baixos do minério, a empresa quer reduzir de custos, otimização de recursos e modernização das instalações. A empresa vem enfrentando dificuldades similares aos de outras do grupo. da redação
Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 - NIRE 35.300.340.540 – CVM 02090-7 Edital de Convocação - Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada em 19 de Setembro de 2014 BHG S.A. - Brazil Hospitality Group, companhia aberta com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Rua do Passeio, nº 56, 14º andar, Centro, CEP 20021-290, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda (“CNPJ/MF”) sob o n.° 08.723.106/0001-25, registrada na Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) como companhia aberta categoria “A” sob o código 02090-7, com suas ações negociadas no Novo Mercado da BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”) sob o código BZHG3 (“Companhia”), vem, pela presente, nos termos do artigo 124 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”) e dos artigos 3º e 5° da Instrução CVM n° 481, de 17 de dezembro de 2009, conforme alterada (“ICVM 481/09”), convocar os senhores acionistas para reunirem-se em Assembleia Geral Extraordinária (“Assembleia Geral”) a ser realizada às 10:00 do dia 19 de setembro de 2014 na sede da Companhia para examinar, discutir e votar a respeito da seguinte ordem do dia: (i) Aprovar o cancelamento do registro de companhia aberta da Companhia e, consequentemente, a saída da mesma do segmento especial de negociação do Novo Mercado da BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, condicionados à realização, pela Razuya Empreendimentos e Participações S.A., da oferta pública objeto do fato relevante divulgado em 08 de agosto de 2014, de acordo com seus termos e condições. Consoante o artigo 126 da Lei das Sociedades por Ações, apenas as pessoas que comprovarem a qualidade de acionistas ou de representantes de acionistas, na forma da legislação aplicável, poderão comparecer e participar da Assembleia Geral. A comprovação da qualidade de acionistas será realizada pela apresentação dos originais ou de cópias autenticadas dos seguintes documentos: (i) documento hábil de identidade do acionista ou de seu representante; (ii) comprovante expedido pela instituição financeira depositária das ações escriturais de sua titularidade nos últimos 5 (cinco) dias anteriores à Assembleia Geral; (iii) relativamente aos acionistas participantes da custódia fungível de ações, o extrato contendo a respectiva participação acionária, emitido pelo órgão competente; e/ou (iv) na hipótese de representação do acionista, procuração com firma reconhecida e outorgada há menos de 1 (um) ano para procurador que seja acionista ou administrador da Companhia, advogado ou instituição financeira, cabendo ao administrador de fundos de investimento representar os condôminos (artigo 126, § 1º, da Lei das Sociedades por Ações). Como documento de identidade, a Companhia aceitará a Carteira de Identidade Registro Geral (RG), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), passaporte, carteiras de identidade expedidas pelos conselhos profissionais e carteiras funcionais expedidas pelos órgãos da Administração Pública, desde que contenham foto de seu titular. O representante do acionista pessoa jurídica deverá apresentar cópia autenticada dos seguintes documentos, devidamente registrados no órgão competente (Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou Junta Comercial, conforme o caso): (i) contrato ou estatuto social; e (ii) ato societário de eleição do administrador que (a) comparecer à Assembleia Geral como representante da pessoa jurídica, ou (b) outorgar procuração para que o terceiro procurador represente a acionista pessoa jurídica na Assembleia Geral. Os documentos dos acionistas expedidos no exterior devem ser notarizados por Tabelião Público, legalizados em Consulado Brasileiro, traduzidos por tradutor juramentado matriculado na Junta Comercial e registrados no Registro de Títulos e Documentos, nos termos da legislação em vigor. Para fins de melhor organização da Assembleia Geral, a Companhia recomenda o depósito na sede social, aos cuidados do Departamento de Relações com Investidores, com antecedência de 72 (setenta e duas) horas contadas da data da realização da Assembleia Geral, de cópia simples dos documentos acima referidos. Cópia da documentação referida acima poderá ser encaminhada para o e-mail: ri@bhg.net ou por fax: +55 21 2517-9826. Ressalta-se que os acionistas poderão participar da Assembleia Geral ainda que não realizem o depósito prévio dos documentos, bastando apresentarem tais documentos na abertura da Assembleia Geral, conforme o disposto no § 2º do artigo 5º da ICVM 481/09. Os documentos relativos à matéria a ser discutida na Assembleia Geral encontram-se à disposição dos acionistas para consulta na sede da Companhia e nas páginas eletrônicas da Companhia (http://www.bhg.net), da BM&FBOVESPA (http://www.bmfbovespa. com.br) e da CVM (http://www.cvm.gov.br) na rede mundial de computadores, em conformidade com as disposições da Lei das Sociedades por Ações e da regulamentação aplicável. Rio de Janeiro, 20 de agosto de 2014. Rubens Mario Marques de Freitas Presidente do Conselho de Administração. (20, 21 e 22/08/14)
BHG S.A. – Brazil Hospitality Group Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 - NIRE 35.300.340.540 – CVM 02090-7 Edital de Convocação - Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada em 04 de Setembro de 2014 BHG S.A. - Brazil Hospitality Group, companhia aberta com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Rua do Passeio, nº 56, 14º andar, Centro, CEP 20021-290, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda (“CNPJ/MF”) sob o n° 08.723.106/0001-25, registrada na Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) como companhia aberta categoria “A” sob o código 02090-7, com suas ações negociadas no Novo Mercado da BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”) sob o código BZHG3 (“Companhia”), vem, pela presente, nos termos do artigo 124 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”) e dos artigos 3º e 5° da Instrução CVM n° 481, de 17 de dezembro de 2009, conforme alterada (“ICVM 481/09”), convocar os senhores acionistas para reunirem-se em Assembleia Geral Extraordinária (“Assembleia Geral”) a ser realizada às [10:00] do dia [04] de [setembro] de 2014 na sede da Companhia para examinar, discutir e votar a respeito da seguinte ordem do dia: (i) Escolher, na forma do artigo 12, inciso IX, do Estatuto Social da Companhia, dentre as empresas indicadas pelo Conselho de Administração da Companhia, quais sejam: (a) N. M. Rothschild & Sons (Brasil) Ltda.; (b) Banco Santander S.A.; e (c) Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A., a empresa especializada responsável pela elaboração do laudo de avaliação das ações da Companhia, no âmbito da oferta pública objeto do fato relevante divulgado em 08 de agosto de 2014. Os trabalhos da Assembleia Geral ora convocada seguirão as disposições do item 10.1.1 do Regulamento do Novo Mercado. De acordo com o Regulamento do Novo Mercado, para que a deliberação sobre a escolha da empresa avaliadora seja tomada, em caso de instalação da Assembleia em primeira convocação, ela deverá contar com a presença de acionistas que representem, no mínimo, 20% (vinte por cento) do total das ações em circulação, conforme definido no aludido Regulamento. Em segunda convocação, a assembleia poderá ser instalada com a presença de qualquer número de acionistas. A deliberação objeto da Assembleia Geral ora convocada deverá ser tomada pela maioria dos votos dos acionistas representantes das ações em circulação presentes à Assembleia, não se computando os votos em branco. Consoante o artigo 126 da Lei das Sociedades por Ações, apenas as pessoas que comprovarem a qualidade de acionistas ou de representantes de acionistas, na forma da legislação aplicável, poderão comparecer e participar da Assembleia Geral. A comprovação da qualidade de acionistas será realizada pela apresentação dos originais ou de cópias autenticadas dos seguintes documentos: (i) documento hábil de identidade do acionista ou de seu representante; (ii) comprovante expedido pela instituição financeira depositária das ações escriturais de sua titularidade nos últimos 5 (cinco) dias anteriores à Assembleia Geral; (iii) relativamente aos acionistas participantes da custódia fungível de ações, o extrato contendo a respectiva participação acionária, emitido pelo órgão competente; e/ou (iv) na hipótese de representação do acionista, procuração com firma reconhecida e outorgada há menos de 1 (um) ano para procurador que seja acionista ou administrador da Companhia, advogado ou instituição financeira, cabendo ao administrador de fundos de investimento representar os condôminos (artigo 126, § 1º, da Lei das Sociedades por Ações). Como documento de identidade, a Companhia aceitará a Carteira de Identidade Registro Geral (RG), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), passaporte, carteiras de identidade expedidas pelos conselhos profissionais e carteiras funcionais expedidas pelos órgãos da Administração Pública, desde que contenham foto de seu titular. O representante do acionista pessoa jurídica deverá apresentar cópia autenticada dos seguintes documentos, devidamente registrados no órgão competente (Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou Junta Comercial, conforme o caso): (i) contrato ou estatuto social; e (ii) ato societário de eleição do administrador que (a) comparecer à Assembleia Geral como representante da pessoa jurídica, ou (b) outorgar procuração para que o terceiro procurador represente a acionista pessoa jurídica na Assembleia Geral. Os documentos dos acionistas expedidos no exterior devem ser notarizados por Tabelião Público, legalizados em Consulado Brasileiro, traduzidos por tradutor juramentado matriculado na Junta Comercial e registrados no Registro de Títulos e Documentos, nos termos da legislação em vigor. Para fins de melhor organização da Assembleia Geral, a Companhia recomenda o depósito na sede social, aos cuidados do Departamento de Relações com Investidores, com antecedência de 72 (setenta e duas) horas contadas da data da realização da Assembleia Geral, de cópia simples dos documentos acima referidos. Cópia da documentação referida acima poderá ser encaminhada para o e-mail: ri@bhg.net ou por fax: +55 21 2517-9826. Ressalta-se que os acionistas poderão participar da Assembleia Geral ainda que não realizem o depósito prévio dos documentos, bastando apresentarem tais documentos na abertura da Assembleia Geral, conforme o disposto no § 2º do artigo 5º da ICVM 481/09. Os documentos relativos à matéria a ser discutida na Assembleia Geral encontram-se à disposição dos acionistas para consulta na sede da Companhia e nas páginas eletrônicas da Companhia (http://www.bhg.net), da BM&FBOVESPA (http://www.bmfbovespa. com.br) e da CVM (http://www.cvm.gov.br) na rede mundial de computadores, em conformidade com as disposições da Lei das Sociedades por Ações e da regulamentação aplicável. Rio de Janeiro, 20 de agosto de 2014. Rubens Mario Marques de Freitas-Presidente do Conselho de Administração. (20, 21 e 22/08/14)
Clipping Governo quer que financiamento para veículos suba 20% 4570953 - FOLHA DE S.PAULO - MERCADO - SÃO PAULO - SP - 21/08/2014 - Pág B4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pgpvrzkg2bkAxj9lRes+W8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Sofia Fernandes Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4570953.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1065,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 300000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1065,00 Total: 0,0000
Clipping Gente que fez e faz história no setor de transportes e logística 4569422 - TRANSPODATA - GENTE - SÃO PAULO - SP - JUL/AGO/2014 - Nº 50 - Pág 66 A 75 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=oPQvDEMe6Hp2mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: REVISTA Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4569422.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 15000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 43,03 Total: 0,0000
Clipping Distribuidoras falam em 'aguentar tranco' e na melhora da economia 4568022 - FOLHA DA REGIÃO - ECONOMIA - ARAÇATUBA - SP - 14/08/2014 - Pág B 6 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=BH6OvqukAoF2mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARAÇATUBA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4568022.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 61,60 Fechamento: 08/14 Tiragem: 15000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 61,60 Total: 0,0000
Clipping Demanda não acompanha produção, diz Anfavea 4569742 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - ECONOMIA - BELO HORIZONTE - MG - 14/08/2014 - Pág 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=QX/1I3LFo8lAupA06mMjD8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4569742.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 170,30 Fechamento: 08/14 Tiragem: 25000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 170,30 Total: 0,0000
Clipping Bem representado 4570281 - JORNAL DA CIDADE - VEÍCULOS - ARACAJÚ - SE - 14/08/2014 - Pág 1 E 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=NvEDYwpI+TSE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARACAJÚ Estado: SE País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4570281.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 105,24 Fechamento: 08/14 Tiragem: 10000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 80,89 Total: 0,0000
Aceleramos o VW Up!. Confira nossa avaliação Página 3
Aracaju • quinta-feira, 14.8.2014
Divulgação
test drive
Veículos Jornal
da
Cidade
Editora: Rebecca Melo
veiculos@jornaldacidade.net
Jorge Henrique
Novo Ka
Nove meses depois de ser apresentado o conceito do segundo carro global da Ford concebido e desenvolvido no Brasil, as revendas Ford já esperam, para setembro, disponibilizar o novo Ka para compra. No mês seguinte, chega o irmão gêmeo não-idêntico, em formato sedã: o Ka+. Em terras sergipanas, o compacto é esperado para as próximas semanas, trazendo qualidades de carros de castas superiores e preços bastante competitivos. Leia mais na página 5. Divulgação
BEM REPRESENTADO
Audi Ai: o caçula da família Apresentado no Salão de Genebra (Suíça) em março de 2010, o Audi A1 desembarcou no mercado brasileiro em 2011. O caçula da família, fabricado na Alemanha, foi lançado para rejuvenescer a marca e atrair consumidores de outras marcas, facilitando o seu acesso ao segmento premium. No mercado nacional, o subcompacto é oferecido em quatro versões e duas diferentes opções de motorização: o bloco 1.4 Turbo FSI de 122cv equipa as configurações Attraction nas carrocerias duas portas e Sportback (4 portas); e as versões mais potentes [A1 Sport e A1 Sportback Ambition] trazem, sob o capô, o motor 1.4 Biturbo FSI, que oferece 185 cv de potência, capazes de levar o modelo de 0 a 100km/h em 6,9 segundos. Saiba mais na página 6.
Profissionais do mercado automotivo sergipano participam do Congresso Fenabrave no Paraná.
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LANÇAMENTOS
Destaque para os novos modelos BMW com motores ActiveFlex: o 328i, o X1 e o 125 M Sport.
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DICAS
Confira os principais cuidados que se deve adotar antes de finalizar a compra de um seminovo.
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Norden Motors
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BMW 320i ACTIVEFLEX R$ 128.950 À VISTA. PLANOS COM 55% DE ENTRADA E TAXA ZERO A.M. COM SALDO EM 10 MESES*.
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Financiamentos e Seguros.
NORDEN MOTORS
Av. Engenheiro Gentil Tavares, 683 - Getulio Vargas - Aracaju % 3211-8588 www.nordenmotors.com.br facebook.com/Nordenbmw
Na cidade somos todos pedestres. *Condições válidas para o BMW 320i ActiveFlex, 2014/2014 - 0 km, pintura sólida. Preço sugerido de R$ 128.950,00 à vista ou entrada de R$ 70.922,50 mais 10 parcelas mensais de R$ 5.959,00. Valor final do bem a prazo: R$ 130.512,50. Taxa de juros de 0% a.m. (sem impostos). Taxa válida somente para financiamento dos veículos em sua configuração original. Custo Efetivo Total (CET): 6,04% a.a. Plano de financiamento oferecido pela BMW Serviços Financeiros. Sujeito a aprovação de crédito. Modalidade CDC. Taxa de Cadastro (R$ 550,00), taxa do DETRAN/AL (R$ 358,33) e IOF estão inclusos nas parcelas e no CET. Condições válidas de 09/08/2014 a 31/08/2014 ou até o término do estoque de 05 unidades. Ouvidoria Corporativa: 0800 772 2369. Atendimento ao Cliente BMW SF: 0800 019 9797. **Garantia de recompra pela concessionária, desde que atendidas as exigências contratualmente previstas, por no mínimo 50% do valor da nota fiscal do veículo adquirido, limite de 30.000 km e revisões realizadas nas concessionárias BMW.
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Aracaju, quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Veículos
Jornal da Cidade Divulgação
Giro Local Editoria de Veículos
veiculos@jornaldacidade.net
Salão Auto Desejo Móvel Jorge Henrique
evento apresenta anualmente os desafios da distribuição
C
ontinua, até o dia 31 de agosto, o salão Auto Desejo Móvel, na Praça de Eventos 2 do shopping Jardins. No local, os consumidores do centro de compras podem conferir de perto e tirar as dúvidas sobre os modelos com os consultores de vendas de várias concessionárias presentes. Este ano, a mostra conta com a participação da Xingó Automóveis [Mitsubishi]; da Guima Motors [Chery]; da Contorno e da Concorde Veículos [Chevrolet], da Toyolex [Toyota] e da Aribé Motos [Honda]. Na sua nona edição, o Auto Desejo Móvel traz como uma das novidades a disponibilidade de carros para test drive no estacionamento do shopping para os clientes que desejarem experimentar a condução. Só passando lá para conferir.
Etios com preço de nota fiscal
Até o dia 31 de agosto, a linha Toyota Etios está sendo vendida com preço de nota fiscal de fábrica na Toyolex Aracaju. Segundo o gerente de vendas Iran Barbosa, esta é a última oportunidade para quem quer comprar o seu zero quilômetro numa condição mais que especial. “A promoção vale para toda a linha Etios. E nós também convidamos os clientes para fazer o test drive da Hilux 2015”, convida o gerente.
Feirão Cimavel
Neste final de semana a Cimavel realizará um mega feirão, no estacionamento do shopping Riomar, com todo o mix de produtos Ford com diversas ofertas, taxa zerada e condições especiais de financiamento, além de Emplacamento Grátis. Tem que aproveitar.
Ofertas Kia
Na Kia Conterrânea Veículos, toda a linha 2014, exceto Picanto e Bongo, está sendo comercializada em condições especiais. De acordo como o gerente de vendas Marcus Antônio, a concessionária está oferecendo taxa zero e financiamento em 18 vezes com 70% de entrada.
Condições especiais na Localiza Seminovos Jadilson Simões
O
mês de agosto continua cheio de condições especiais também na Localiza Seminovos. Tem Uno Vivace 4 portas 2014 completo, com airbag e ABS, com entrada de R$ 5.500 e parcelas fixas. O Idea Attractive 1.4 2013, também completo, com airbag e ABS, tem preços a partir de R$ 34.990 à vista, ou entrada + parcelas de R$ 847. De acordo com o gerente José Neto, os carros oferecidos na Localiza são revisados e altamente confiáveis. “Temos um prazo de 30 mil km ou um ano para desativar os veículos e todas as revisões são feitas em concessionárias. Prezamos muito pelo melhor produto. Por isso, dentro de cada loja da Localiza Seminovos tem um consultor da qualidade que faz a triagem dos veículos que serão vendidos para os consumidores finais. Além disso, dispomos de um produto que pode oferecer garantia de um ano ao veículo, igual à garantia de fabrica”, revela José Neto. A Localiza tem 74 lojas espalhadas pelo Brasil. Em Sergipe, ela está instalada no Bairro Jardins, desde 2012, vendendo seminovos com garantia de procedência e quilometragem real.
Nova Discar Itabaiana
A Discar Veículos está com quase tudo pronto para a inauguração da nova Discar Itabaiana, que já está em operação na capital do agreste sergipano. A abertura de portas oficial está prevista para o mês de setembro próximo, mas as instalações da nova revenda Volkswagen do grupo já estão concluídas e as vendas já começaram. “Convidamos a população de Itabaiana e imediações para visitar a nossa nova concessionária, que com certeza será um sucesso, devido ao grande potencial comercial que a cidade notadamente apresenta”, convidou Alex Nogueira, gerente da Discar Veículos. A nova Discar Itabaiana fica localizada na Rua Manoel Antônio dos Santos, número 735.
Promoções Audi
A Audi Center Aracaju está com promoções especiais para o mês de agosto. De acordo com o gerente geral da revenda da marca alemã, Silvio Fonseca, há vários modelos da linha, como o A3 e o Q3, sendo vendidos com 50% de entrada e financiamento em até 24 vezes sem juros. Dá pra acreditar?
Ofertas Nissan Sanvel
N
a Nissan Sanvel também já tem preços promocionais e ofertas especiais para o mês de agosto. De acordo com o gerente de vendas Robson Pacheco, a concessionária tem Gran Livina topo de linha com preço de nota fiscal de fábrica; Sentra manual por R$60.990 com taxa zero; Versa topo de linha com bônus de R$ 2 mil, em 24 meses com taxa zero e IPVA grátis; e New March com ar condicionado, direção elétrica, airbag duplo e freios ABS por R$ 32.990. Só passando lá!
Jorge Henrique
Profissionais do mercado automotivo sergipano participam do Congresso Fenabrave Vigésima quarta edição do evento reúne representantes da indústria mundial no Paraná
E
mpresários e profissionais do setor automotivo sergipano participam do 24º Congresso Fenabrave, único evento do Brasil que acompanha os desafios da distribuição automotiva, e que está acontecendo desde ontem, 13, no Ex p o U n i m e d , na capital paranaense, Curitiba. Com uma vasta programação, que inclui também a ExpoFe n a b r a v e , o e v e n t o reúne participantes de todos os segmentos automotivos, bem como delegações internacionais e representantes da indústria mundial. Ao destacar a participação do Grupo Samam no Congresso Fenabrave, o tesoureiro do Sincodiv/SE, Henrique Menezes, fala da importância em se fazer presente no evento para o aprendizado e compartilhamento de ideias. “Dois representantes do Grupo estão participando, Hélio Neto e Henrique Neto, pois entendemos ser muito importante a troca de experiências entre os estados, sendo uma oportunidade para conhecer prática e campanhas novas de outros mercados e que podem ser trazidos para o nosso. A programação é bastante diversificada e a nossa grande expectativa é em torno da palestra sobre a qualidade de pós-vendas”, afirmou. Além dos representantes das concessionárias Fiat, Hyundai e Iveco, também marcam presença no maior evento automotivo da América Latina, a empresária Cyntia Faria Souto, da Discar Veículos; o presidente do Sincodiv/SE, Antônio Rollemberg; e o gerente executivo do Sincodiv/Se, Willian Lott. O Congresso Fenabrave tem como características marcantes a discussão ampla sobre novidades, tendências e novas ferramentas de gestão para
Jorge Henrique
henrique menezes reafirma a importância da participação no evento
proporcionar ao empresariado do setor operações mais afinadas e a geração de melhores resultados para os negócios.
Programação Com tema central ‘Superação’, o Congresso Fenabrave 2014 promove uma diversificada programação, com a realização de seminários especiais sobre assuntos de extrema relevância para o setor, como Máxima Absorção do Pós-Vendas, Negociação e Uso Intensivo das Novas Tecnologias e do Ambiente Virtual (internet, mídias sociais, etc.). Já no primeiro dia, 13, foi possível conferir o workshop internacional ‘O consumidor atual de serviços e peças online’, com tradução simultânea, minis-
trado por Kate Balingit, diretora global do Segmento Automotivo Google. Além disso, também aconteceu a mesa redonda ‘Visão de Mercado’ com o presidente da Abraciclo, Marcos Zaven Fermanian. Nesta quinta, 14, a programação continua, com destaque para os temas sobre pós-vendas e mercado de veículos de grande porte, a exemplo das máquinas agrícolas, abordados em seminário e workshop ministrados pelo superintendente de Operações do BNDES, Claudio Bernardo Guimarães de Moraes. Na oportunidade, o ministrante discorrerá sobre absorção de pós-vendas; como controlar o pós-vendas, foco em 100% de absorção e perspectivas de financiamento.
Clipping A evolução do mercado nos últimos 10 anos 4570196 - TRANSPORTE MUNDIAL - MERCADO RANKING - SÃO PAULO - SP - AGO/2014 - Nº 134 - Pág 72 E 73 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=IOrzpLGHZglEStGTC+F8S8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Marco Villela Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/08/2014 Tipo Veículo: REVISTA Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\21\4570196.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 46,17 Fechamento: 08/14 Tiragem: 25000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 46,17 Total: 0,0000