Clipping Fenabrave 23.02.2015

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Clipping Cresce procura por veículos 5079378 - A CRÍTICA - DINHEIRO - MANAUS - AM - 15/02/2015 - Pág d5 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=pGHbIiu8mwUdSTHrUDolKMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: MANAUS Estado: AM País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5079378.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 184,89 Fechamento: 02/15 Tiragem: 30000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 184,89 Total: 0,0000



Clipping DESPESA COM CARRO SUPERA SALÁRIO MÍNIMO 5079922 - SUPER NOTÍCIA - CIDADES - BELO HORIZONTE - MG - 18/02/2015 - Pág 04 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=HjOvpTUsXlp2mFTnuUzBEMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: ANA PAULA PEDROSO Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5079922.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 363,15 Fechamento: 02/15 Tiragem: 350000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 330,75 Total: 0,0000


4 CIDADES

SUPER NOTÍCIA QUARTA-FEIRA, 18 DE FEVEREIRO DE 2015

ALTO CUSTO

DESPESA COM CARRO SUPERA SALÁRIO MÍNIMO Este será o assunto do dia no programa “Manhã da Globo”, a partir das 10h

M Por mês, gastos com estacionamento, combustível e seguro giram em torno de R$ 1.100; custos subiram em 2014 MOISÉS SILVA

ANA PAULA PEDROSA

Retração vai continuar em 2015

falesuper@supernoticia.com.br

Imposto, seguro, estacionamento, limpeza, manutenção preventiva, combustível. Somados, os custos para manter um carro chegam a R$ 1.100,80 por mês, ou 39% a mais que o salário mínimo. O valor foi calculado pela agência Autoinforme, que mostrou alta de 4,1% na chamada “inflação do carro” no ano passado. Os cálculos são para um carro 1.0 seminovo e deixam de fora gastos com prestação. “As pessoas ficam tão fascinadas pela ideia de ter um carro que fazem a conta só para saber se a prestação cabe no bolso”, diz a educadora e consultora financeira Adriana Fileto, autora do livro “Cuide do Seu Bolso e do Planeta”. Ela diz que o cenário deste ano, com inflação e juros altos, não é favorável para quem quer entrar em um financiamento para adquirir ou trocar de carro. Para quem já tem um carro, ela aconselha fazer as contas para saber se vale a pena reduzir o uso ou mesmo abrir mão do veículo. O economista Érico Grossi decidiu dividir o uso do carro com o da bicicleta. Há dois meses ele vai para o trabalho pedalando duas vezes por semana. O que mais pesou na tomada de decisão foi o estilo de vida, mas ele também já sentiu o impacto no bolso.

¬ Trocar o carro pela bike para ir ao trabalho duas vezes por semana garante a Érico Grossi economia de até R$ 120 por mês “A bicicleta me permite fazer um exercício físico que eu não tenho tempo em outros horários”, diz. Mas ele fez as contas e percebeu que deixou de gastar entre R$ 100 e R$ 120 de gasolina por mês ou, pelo menos, R$ 1.200 de economia em um ano. Mesmo assim, o gasto mensal com o carro conti-

nua entre R$ 700 e R$ 800. “Considerando tudo: IPVA, seguro, combustível, desgaste, manutenção e capital imobilizado”, afirma. O custo do carro foi o que levou Marcos Vinícius dos Anjos a abrir mão do veículo no fim do ano passado. Ele ficou motorizado apenas um ano, o suficiente para perceALEX DE JESUS – 3.9.2014

ber que a despesa era bem maior do que a prestação. “Carro é um conforto muito caro”, diz. Nas contas dele, o carro custava cerca de R$ 1.000 por mês. “Posso pegar táxi à vontade que não gasto nem metade disso”, afirma. Hoje, ele opta por táxi, ônibus ou bicicleta, conforme o horário e o trajeto. Para trabalhar, em geral, ele vai de ônibus. Para pequenas distân-

cias, a opção é a bicicleta, e, quando sai à noite, ele usa táxi. “Não sinto falta do carro”, garante.

Proporção Gastos com itens que não são trocados todo ano, como bateria, por exemplo, entram na composição da inflação do carro de forma proporcional.

As vendas de veículos devem cair 0,43% neste ano, de acordo projeções da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Devem ser emplacados 4,906 milhões de unidades. Considerando apenas automóveis e comerciais leves, a queda deve ser ainda maior, 6,91%, com 3,312 milhões de unidades vendidas no país. As vendas de veículos estão retraídas desde 2013. Antes, o setor viveu um ciclo de dez anos de altas consecutivas. Pelo lado do consumidor, a consultora financeira Adriana Fileto recomenda cautela antes de assumir um financiamento de longo prazo. Ela lembra que a chamada “Lei do Calote”, aprovada no fim do ano passado, facilita a retomada do bem pela concessionária quando o cliente fica inadimplente por três meses. “Não é muito prudente fazer um financiamento desse tipo agora”, diz. (APP) EDITORIA DE ARTE / O TEMPO

PESA NO BOLSO Gasto no ano

R$ 13.209,58

Gasto mensal

R$ 1.100,80

COMBUSTÍVEL

30% SEGURO

21,6%

4,1 %

Maiores altas LAVAGEM SIMPLES

20,2%

ESTACIONAMENTO P/ DUAS HORAS

7,3%

PEÇAS DE REPOSIÇÃo

SEGURO TOTAL

SERVIÇOS AUTOMOTIVOS

BALANCEAMENTO

IPVA, LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO

MÃO DE OBRA E REVISÕES

17,2% 27%

4,2%

*GASTO PARA UM CARRO PEQUENO, HATCH 1.0 SEMINOVO USADO NO DIA A DIA PARA TRABALHAR, PASSEAR NOS FINS DE SEMANA E UMA PEQUENA VIAGEM POR MÊS

¬ Estimativas do mercado apontam que em 2015 serão emplacados quase 5 milhões de veículos

O macusto ca nte pa rro r ra su um biu em 20 14

FONTE: AGÊNCIA AUTOINFORME

6%

5,8% 5,2%

COMBUSTÍVEL

1,9%


Clipping Strada é a preferida no Estado 5079926 - A TRIBUNA - SOBRE RODAS - VITÓRIA - ES - 19/02/2015 - Pág 1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=HjOvpTUsXlpENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: VITÓRIA Estado: ES País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5079926.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 110,88 Fechamento: 02/15 Tiragem: 41148,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 110,88 Total: 0,0000


SOBRE RODAS VITÓRIA, ES | QUINTA-FEIRA, 19 DE FEVEREIRO DE 2015

Strada é a preferida no Estado

FOTOS: ASSESSORIA FIAT

Embora o Palio tenha conquistado o título de mais vendido no mercado nacional, no Estado a vitória ficou com a picape da Fiat em Fiat Palio nem Volkswagen Gol. Embora os dois modelos de entrada tenham se enfrentado diretamente na disputa pelo título de carro mais vendido de 2014, no Espírito Santo quem saiu na frente foi a Fiat Strada, com 5.068 unidades emplacadas, seguida pelo Fiat Palio, com 3.481, e pelo Volkswagen Gol, com 3.320. A constatação foi feita após análise regional, com base nos dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Apesar de vencer na soma dos 27 estados brasileiros, o Palio – que tirou o reinado do Gol após 27 anos – não foi o veículo mais vendido na maior parte deles. Nesse quesito, o País é praticamente dominado por três modelos. O rival, Gol, foi o mais popular em oito estados, contra sete do Palio e sete da Strada. Nos outros cinco estados, a liderança ficou com a Saveiro em dois, com o Onix em outros dois e com o Siena em um. O segredo do Palio foi a regularidade. Mesmo não sendo o mais vendido na maioria dos estados, o modelo quase sempre marcou presença no pódio dos três mais vendi-

N

PRODUZIDA em Betim (MG), picape da Fiat está disponível em seis versões. A Adventure 1.8 16V cabine estendida parte de R$ 58.450

RAIO X

dos. Ele apareceu nove vezes na segunda colocação e outras 10 vezes como o terceiro mais vendido. Júnior Scarton, diretor comercial da Trieste, revendedora Fiat no Espírito Santo, explicou que as mudanças promovidas na Strada fizeram aumentar a procura pelo veículo. Ao todo, o modelo está disponível em seis versões, que podem ser encontradas com motores 1.4, 1.6 e 1.8, todos flex, e cabines sim-

ples, estendida e dupla, dependendo da opção escolhida. A mais procurada, segundo informou Scarton, é a Working 1.4 flex – voltada para o trabalho –, tanto na opção com cabine simples quanto dupla. “No interior do Estado, a Strada responde hoje por mais de 50%

das vendas de picapes pequenas”, disse ele, acrescentando que a safra do café do ano passado também foi decisiva para o incremento das vendas. “Muitos produtores rurais, que utilizam o modelo para transporte de carga, investiram no veículo uma vez que ele atende às necessidades do setor agrícola, além de ter boa durabilidade”, destacou. Na Trieste, a picape da Fiat tem preço a partir de R$ 40.230.

Strada Working 1.4 cabine dupla Motor > DIANTEIRO, transversal, bicombus-

tível, com quatro cilindros em linha 3

> CILINDRADA: 1.368 cm > POTÊNCIA: 85 cv (gas) e 86 cv (álc)

a 5.750 rpm > TORQUE: 12,4 kgfm (gas) e 12,5 kgfm

(álc) a 3.500 rpm

Direção > MECÂNICA com pinhão e cremalhei-

ra

Câmbio

POR DENTRO, modelo da Fiat é prático e funcional. Ele traz painel com comandos de fácil visualização e ao alcance das mãos. É também espaçoso e confortável

> MECÂNICO de cinco marchas à fren-

te e uma à ré

Freios > DIANTEIROS: a disco ventilado > TRASEIROS: a tambor

Rodas e Pneus > RODAS: 5.5X14” > PNEUS: 175/70 R14

Dimensões (mm) OS CAMPEÕES DE VENDAS EM CADA ESTADO ESTADO Acre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do Sul Minas Gerais Pará

1º LUGAR Saveiro Palio Saveiro Palio Strada Palio Palio Strada Gol Palio Strada Strada Gol Strada

2º LUGAR Palio Gol Palio Siena Palio Gol Siena Palio Strada Strada Gol Gol Palio Gol

3º LUGAR Hilux Strada Hilux Prisma Gol Strada Uno Gol Palio Classic Palio Palio Uno Palio

SAIBA MAIS ESTADO Paraíba Paraná Pernambuco Piauí Rio de Janeiro R. Grande do Norte R. Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo Sergipe Tocantins FONTE: FENABRAVE

1º LUGAR Gol Gol Gol Palio Siena Palio Onix Strada Gol Gol Onix Gol Strada

2º LUGAR Onix Uno Strada Gol Palio Strada Palio Palio Saveiro Palio HB20 Onix Gol

3º LUGAR Palio Strada Palio Strada Sandero Gol Fiesta Gol Palio Onix Palio Palio Palio

VERSÕES DA NOVA STRADA MODELO Working 1.4 cabine simples Working 1.4 cabine estendida Working 1.4 cabine dupla Trekking 1.6 16V cabine dupla Adventure 1.8 16V cabine estendida Adventure 1.8 16V cabine dupla FONTE: ASSESSORIA FIAT

PREÇO R$ 40.230

> COMPRIMENTO: 4.438 > LARGURA: 1.664 > ALTURA: 1.580 > DISTÂNCIA ENTREEIXOS: 2.718 > PORTA-MALAS: 680 litros > CAPACIDADE DE CARGA: 650 quilos > TANQUE: 58 litros

Desempenho

R$ 43.730

> 0 A 100 KM/H: 13,4 segundos (gas) e

R$ 50.180

> (ÁLC) > > VELOCIDADE MÁXIMA: 163 km/h

13,2 segundos R$ 57.280 R$ 58.450 R$ 64.530

(gas) e 164 km/h (álc)

Consumo > CIDADE: Não divulgado > ESTRADA: Não divulgado


Clipping VW Voyage Evidence 1.6 8V: faltaram oito válvulas 5091911 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - DC AUTO - BELO HORIZONTE - MG - 13/02/2015 - Pág 14 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dNwQ8kFmM9S9iExaCi+0d8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: José Oswaldo Costa Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5091911.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 170,30 Fechamento: 02/15 Tiragem: 25000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 170,30 Total: 0,0000


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DC AUTO veiculos@diariodocomercio.com.br

FOTOS: JOSÉ OSWALDO COSTA

IMPRESSÕES AO DIRIGIR

VW Voyage Evidence 1.6 8V: faltaram oito válvulas Série quer cativar clientes que buscam produto diferenciado de Veículos Automotores (Fenabrave). As três montadoras procuram oferecer um “algo a mais” para seus modelos apresentando as chamadas séries especiais. A Chevrolet lançou o Prisma Advantage (somente com motorização 1.0), a Fiat apresentou o Grand Siena Sublime 1.6 16V e, a Volkswagen, o Voyage Evidence 1.6 8V.

Saveiro já contam com esta motorização, capaz de renO Volkswagen Voyage e der 110/120 cv. o Fiat Siena sempre dispuMas como os compradotaram a liderança do segres do Voyage, de acordo mento de sedans compaccom a Volkswagen, não tos. A partir de 2013, priorizam o desempenho ganharam a incômoda premas, sim, o conforto, foi sença do Prisma. Tão adotado o velho propulsor impactante que o modelo de 101/104 cv de oito válda Chevrolet encerrou vulas. Uma pena. O câm2014 na segunda colocabio é manual de cinco marção, atrás do Siena e chas, com engates macios e e m p u r r a n d o o Vo y a g e precisos, uma caracteríspara a 3ª colocação. tica da marc a. Há O ano encerrou com opção pela compra Como os compradores não os seguintes númecom o câmbio autopriorizam o desempenho ros de vendas: Fiat matizado I-Motion, Siena — 106.968; assim como ocorre mas, sim, o conforto, foi Chevrolet Prisma — com o Grand Siena adotado o velho propulsor 88.373 e VW Voyage (Dualogic Plus). de 101/104 cv de 8 válvulas — 75.136. Importante Acabamento — No lembrar que os números do sedan da Fiat “DC Auto” recebeu para acabamento, o Voyage Eviincluem dois modelos: o avaliações esse último. De dence oferece os mesmos G r a n d S i e n a e o S i e n a cara, já que citamos os itens e opcionais da versão (antiga versão vendida motores, uma desvanta- Highline. O que o torna com motores 1.4 e 1.0). g e m . C o m p a r a n d o uma série especial são as Ano novo, liderança somente Voyage e Grand rodas exclusivas em liga n o v a . A o m e n o s e m Siena, já que o Prisma é 1.0, leve de 16 polegadas, algujaneiro. O novo líder do o m o d e l o d a F i a t t e m ma s part es d o reves t isegmento é o Chevrolet melhor desempenho por m e n t o d o s b a n c o s ( a s Prisma, que fechou o pri- contar com 16 válvulas. demais são em couro sintémeiro mês do ano com I s s o o t o r n a b e m m a i s tico preto) e das portas em 7.771 unidades emplaca- esperto e ágil do que o VW, veludo cinza e partes do das. Na segunda colocação tanto no trânsito urbano painel também em cinza o Siena, com suas 7.194 quanto no rodoviário, no claro. Ele conta com uma unidades. E em terceiro, o caso de ultrapassagens. E espécie de caixa no portaVoyage com 4.738 unida- não é que a montadora malas (que ocupa todo o d e s c o m e r c i a l i z a d a s . alemã não tenha opção. comprimento) para guarNúmeros da Federação Tem sim, já que as versões dar alguns itens, para que Nacional da Distribuição topo de linha do Gol e da não fiquem soltos no inteJOSÉ OSWALDO COSTA*

rior. Interessante, mas tem um porém: perde-se em altura para acomodar as malas.

Entre outros, o Voyage Evidence é equipado com airbag duplo, freios com sistema ABS, direção assis-

tida, trio elétrico (vidros, retrovisores e travas), cinco encostos de cabeça, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, rodas em liga leve de 16 polegadas, ar-condicionado, banco do motorista com ajuste de altura, volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade, computador de bordo, rádio/CD/MP3 com entrada USB e banco traseiro rebatível. O passageiro central do banco traseiro conta somente com cinto de segurança do tipo abdominal. Os demais são retráteis de 3 pontos. O s p re ço s s u g e r i d o s pela Volkswagen são: Evidence 1.6 8V manual — R$ 57,42 mil e Evidence 1.6 8V automatizado — R$ 60,68 mil. Na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) os preços da série especial do Fiat Grande Siena são os seguintes: Sublime 1.6 16V manual — R$ 49,92 mil e Sublime 1.6 16V automatizado — R$ 52,05 mil. * Colaborador

Honda anuncia o recall do modelo Fit A Honda anunciou, nesta semana, um recall para o modelo Fit. A partir do dia 16 próximo, os proprietários deverão comparecer em uma concessionária da marca para a troca gratuita do tanque de combustível. De acordo com a nota divulgada pela montadora, “em alguns casos poderá haver uma falha na solda próxima ao bocal do tanque, o que aumenta a probabilidade de vazamento de combustível. Em situações extremas, o defeito poderá causar incêndios, danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros”. O agendamento para o serviço pode ser feito pelo site (honda.com.br/recall/autos) ou pelo telefone 0800.701.3432, de segunda a sexta-feira, das 8 horas às 20 horas. São 604 unidades no total. Os chassis, não sequenciais, envolvidos no chamamento são os seguintes: Ano/Modelo: 2015 — chassis: 93HGK58*0FZ — de 220712 até 234739. Data de produção: Inicial — 18/8/2014 e Final — 30/10/2014. (JOC)


Clipping Na economia brasileira, o ano foi recebido com 8 índices ruins e 1 bom 5091934 - MATUPÁ NEWS - WEB - WEB - 23/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dNwQ8kFmM9SiI5vz0dbpu8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.matupanews.com.br/noticias-editorial-ver.php?id=38180 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5091934.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


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23 de Fevereiro de 2015 08h41m

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Na economia brasileira, o ano foi recebido com 8 índices ruins e 1 bom Afinal de contas, qual é a verdadeira situação da economia do Brasil?

A última vez que o Brasil viu sua atividade econômica cair foi em 2009. À época, a crise financeira global estava no auge, e o País foi só mais uma de suas vítimas. Porém, no ano seguinte, veio a volta por cima e a economia cresceu 7,5%. Esse percentual nunca mais foi repetido e, num futuro próximo, dificilmente será alcançado. Este não deve ser o ano de forte crescimento, inflação baixa, recorde na criação de empregos, queda das taxas de juros e saldo positivo nas transações correntes do País. Pelo menos é o que apontam os dados mais recentes, haja vista que nos últimos meses o que mais se viu no noticiário econômico foram avaliações como “pior resultado” e “desempenho mais fraco” em grande parte dos principais indicadores da economia. Afinal de contas, qual é a verdadeira situação da economia do Brasil? De acordo com economistas, a bonança se foi e agora são tempos de ajustes, que devem levar no mínimo dois anos para pôr o País de volta na rota das boas notícias. “Como podemos resumir isso? Nossos principais parceiros comerciais estão crescendo menos e a venda de nossos produtos industriais está desacelerando. Há também a normalização das economias desenvolvidas após a crise”, diz Clemens Nunes, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV). “O vento a favor mudou de direção". PIB em declínio: Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País e o principal indicador sobre o ritmo da economia, a expectativa do governo para o primeiro trimestre deste ano é de contração. Ou seja, a economia deve encolher, segundo o próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em declaração em janeiro. Além disso, existe a possibilidade de o resultado do PIB do ano passado ser negativo – o dado será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim de março. “O final do ano passado foi muito mais fraco do que se tinha em mente, uma ligeira retomada não se confirmou”, diz Alessandra Ribeiro, economista da consultoria Tendências. “O quadro está bem pior do que imaginávamos.” Inflação persistente: Outra preocupação – e mais direta na vida dos brasileiros – é o controle da inflação. No início deste ano, a alta dos preços atacou como há tempos não fazia. Aproveitando os reajustes tarifários típicos de janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial, saltou 1,24% no mês, simplesmente a taxa mais elevada desde fevereiro de 2003. No acumulado em 12 meses, o indicador registra alta de 7,14%, bem acima do teto da meta do Banco Central, que é de 6,5%. Esse resultado foi o mais elevado desde setembro de 2011. A volta dos juros altos: Para conter o avanço da inflação, o Banco Central (BC) tem elevado a taxa básica de juros do País, a Selic, constantemente ­ atualmente, a taxa está em 12,25%. A própria instituição já declarou que os esforços para segurar a inflação ainda não foram suficientes e que a convergência para o centro da meta, de 4,5%, deve acontecer somente no segundo semestre de 2016. Mais importação, menos exportação: Também entre os mais importantes indicadores macroeconômicos, a balança comercial ­ que é a diferença entre exportações e importações – começou o ano no vermelho, ao registar déficit de US$ 3,174 bilhões em janeiro. Vale lembrar que no ano passado o País registrou o primeiro déficit comercial desde 2000, com as importações superando as exportações em US$ 3,93 bilhões. Falta de economia no setor público: Outro resultado negativo em 2014 foi o do resultado primário. O setor público não conseguiu fazer a economia para pagar juros da dívida pública pela primeira vez desde 2001. Com isso, o déficit primário foi de R$ 32,5 bilhões, o equivalente a 0,63% do PIB. Empossado no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o ministro Joaquim Levy tem reforçado o compromisso do governo para atingir a meta de superávit primário deste ano, de 1,2% do PIB. O objetivo é da medida é reequilibrar as contas públicas para desenvolver um ambiente de negócios e recuperar a confiança dos empresários na economia brasileira. Taxa de desemprego: Segundo economistas, 2015 é o ano de o brasileiro cuidar do emprego que tem, já que, com o PIB em condições adversas, a oferta de vagas deve cair. Talvez o único índice que ainda se mantém em bons patamares, a taxa de desemprego encerrou o ano passado em 4,8%, o menor nível da série histórica, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE. Pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, também realizada pelo IBGE e mais abrangente que a PME, o instituto aponta que o desemprego fechou 2014 no patamar de 6,8%. Segundo o Ministério do Trabalho, o resultado em 2014 não é tão bom quanto parece. No ano passado, a criação líquida de postos de trabalho com carteira assinada atingiu 396.993 vagas, o pior resultado em 12 anos. Na avaliação do IBGE, a queda da taxa de desemprego se explica porque houve redução na taxa da


população desocupada ­ que são as pessoas sem trabalhar, mas à procura de uma oportunidade ­, e não pela criação de vagas. Encolhimento da indústria: Um dos setores que viu o número de postos de trabalho diminuir em 2014 foi a indústria. A baixa acumulada em 2014 foi de 3,2%, o pior resultado desde 2009, o ano auge da crise. Como se não bastasse, a ano passado foi o terceiro seguido em que o número de pessoal ocupado na indústria caiu. O que se pode esperar da indústria em mais um ano em que há menos trabalhadores no setor? No período, a produção recuou 3,2%, na comparação com o ano anterior. Menos carros: Um dos ramos da indústria, a automobilística já iniciou 2015 com queda nas vendas. Apesar de a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ter sido encerrada no final do ano passado, a baixa nas vendas em janeiro veio mais forte do que o esperado, com queda de 19%, de acordo com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O número de licenciamentos no mês foi o pior desde janeiro de 2011. Jundo com estoques elevados, a produção de veículos no mês caiu 13,7% em relação a igual períod de 2014, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “As políticas de incentivo à indústria foram adotadas após a crise de 2008. Os efeitos custam caro aos cofres públicos, e os benefícios não parecem ter sido proporcionais”, avalia Alessandra, da Tendências. Enfraquecimento do varejo: Também com o volume de estoques elevado, o setor varejista registrou avanços em 2014, mas, ainda assim, os resultados foram desanimadores. As vendas registraram alta de 2,6% no ano passado, o desempenho mais fraco em 11 anos, de acordo com o IBGE. Já movimento dos consumidores nas lojas aumentou 3,7%, mas foi também o pior desempenho em 11 anos, segundo a Serasa Experian. E a vida do brasileiro? Para reverter essa situação, especialistas afirmam que o governo deve seguir com as medidas de ajustes anunciadas pelo ministro Levy ao assumir a pasta da Fazenda, como o comprometimento com a meta fiscal e a redução dos gastos públicos, com o objetivo de recuperar a confiança do setor privado e dos consumidores. Na avaliação de Clemens Nunes, da FGV, o brasileiro deve manter um comportamento cauteloso neste ano, evitando, sobretudo, gastos supérfluos e dívidas. “Uma dívida agora é mais cara do que há um ano, pela alta dos juros, e a renda não vai crescer como antes”, afirma. Evitar riscos que podem causar a perda do emprego também devem ser levados em conta. “Esse é um ano de inflação muito alta e atividade econômica ruim, o risco de perder o emprego é considerável”, diz Alessandra Ribeiro. “O conselho agora é apertar o cinto e incrementar a poupança para encarar esse período difícil”.

Fonte: Terra

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http://www.frotacia.com.br/noticia/transporte-de-carga-sofre-prejuizos-com-medidas-dogoverno-federal Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Andressa Lima Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5091935.pdf

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Transporte de carga sofre prejuízos com medidas do governo federal Aumento do combustível, maior taxa de juros e Lei n.º 12.619 afetam os transportadores e fazem subir o frete. segunda­feira, 23/02/2015 08:27 Tweet

Inúmeras medidas adotadas recentemente pelo governo federal têm afetado os transportadores rodoviários de carga. De acordo com a FETRANSPAR (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná) o setor enfrenta muitas dificuldades. “Os transportadores estão indignados com esse governo. São contabilizados


prejuízos para as empresas por conta do alto preço do combustível, do aumento de juros e do impacto da Lei n.º 12.619, que determina a jornada de trabalho dos motoristas”, destaca o presidente da FETRANSPAR, Sérgio Malucelli. Nesse mês foram anunciadas as novas regras do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para financiar caminhões. Entre elas está o aumento de juros e diminuição do porcentual do bem a ser financiado. “Isso só acentuará um problema que estamos já estamos enfrentando que é a queda no mercado de veículos pesados. A empresas encontram impasses na hora de renovar suas frotas e precisam repassar esse custo aumentando o frete ou, até mesmo, tomar atitudes mais drásticas como reduzir a frota”, lamenta Malucelli; Entre as mudanças que entraram em vigor em janeiro deste ano com relação ao PSI estão o aumento dos juros de 6% ao ano para 9% ao ano (para caminhoneiros), 9,5% para pequenas e médias empresas e 10% para empresas de grande porte. Até dezembro, o banco financiava 100% do valor do caminhão com juros subsidiados. Agora, o porcentual é de 50% para grandes empresas e 70% para os demais públicos. Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) apontam que as vendas de caminhões no mercado brasileiro atingiram 137.054 unidades em 2014 contra as 154.554 comercializadas em 2013, o que representou uma queda de 11,32%. Em janeiro de 2015 foram vendidos 7.674 caminhões no Brasil contra 13.697 em dezembro de 2014, uma redução de 44%. Em relação a janeiro do ano passado, quando foram vendidas 10.716 unidades, a queda é de 40%.


Clipping Na economia, o ano foi recebido com 8 índices ruins e 1 bom 5091936 - TERRA - WEB - WEB - 23/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dNwQ8kFmM9RRWyZXMqXcesNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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ECONOMIA

Na economia, o ano foi recebido com 8 índices ruins e 1 bom Foto: Reprodução

Inflação estourou o teto da meta em janeiro, há expectativa de contração do PIB no 1º trimestre deste ano e criação de empregos teve o pior resultado em 12 anos em 2014 Eduardo Vasconcelos Direto de São Paulo 23 FEV 2015

08h15

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última vez que o Brasil viu sua atividade econômica cair foi em 2009. À época, a crise financeira global estava no auge, e o País foi só mais uma de suas vítimas. Porém, no ano seguinte, veio a volta por cima e a economia cresceu 7,5%. Esse percentual nunca mais foi repetido e, num futuro próximo, dificilmente será alcançado. SAIBA MAIS Produção de veículos no País tem queda de 13,7% em janeiro Inflação oficial sobe 1,24% no mês e é a maior desde 2003 País está deixando medidas anticíclicas para trás, diz Levy

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Taxa de desemprego recua em 2014 para 6,8%, diz IBGE Este não deve ser o ano de forte crescimento, inflação baixa, recorde na criação de empregos, queda das taxas de juros e saldo positivo nas transações correntes do País. Pelo menos é o que apontam os dados mais recentes, haja vista que nos últimos meses o que mais se viu no noticiário econômico foram avaliações como “pior resultado” e “desempenho mais fraco” em grande parte dos principais indicadores da economia.

A bonança da economia brasileira ficou para trás, avaliam economistas Foto: Reprodução

Afinal de contas, qual é a verdadeira situação da economia do Brasil? De acordo com economistas, a bonança se foi e agora são tempos de ajustes, que devem levar no mínimo dois anos para pôr o País de volta na rota das boas notícias. “Como podemos resumir isso? Nossos principais parceiros comerciais estão crescendo menos e a venda de nossos produtos industriais está desacelerando. Há também a normalização das economias desenvolvidas após a crise”, diz Clemens Nunes, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV). “O vento a favor mudou de direção.” PIB em declínio


PIB em recessão pode causar aumento do desemprego Foto: Shutterstock

Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País e o principal indicador sobre o ritmo da economia, a expectativa do governo para o primeiro trimestre deste ano é de contração. Ou seja, a economia deve encolher, segundo o próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em declaração em janeiro. Além disso, existe a possibilidade de o resultado do PIB do ano passado ser negativo – o dado será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim de março. “O final do ano passado foi muito mais fraco do que se tinha em mente, uma ligeira retomada não se confirmou”, diz Alessandra Ribeiro, economista da consultoria Tendências. “O quadro está bem pior do que imaginávamos.” Inflação persistente

Inflação teve forte alta em janeiro, corroendo o poder de compra do brasileiro Foto: Shutterstock

Outra preocupação – e mais direta na vida dos brasileiros – é o controle da inflação. No início deste ano, a alta dos preços atacou como há tempos não fazia. Aproveitando os reajustes tarifários típicos de janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial, saltou 1,24% no mês, simplesmente a taxa mais elevada desde fevereiro de 2003.


No acumulado em 12 meses, o indicador registra alta de 7,14%, bem acima do teto da meta do Banco Central, que é de 6,5%. Esse resultado foi o mais elevado desde setembro de 2011. A volta dos juros altos

Banco Central já indicou que inflação deve convergir para a meta de 4,5% somente em 2016 Foto: Pilar Olivares / Reuters

Para conter o avanço da inflação, o Banco Central (BC) tem elevado a taxa básica de juros do País, a Selic, constantemente - atualmente, a taxa está em 12,25%. A própria instituição já declarou que os esforços para segurar a inflação ainda não foram suficientes e que a convergência para o centro da meta, de 4,5%, deve acontecer somente no segundo semestre de 2016. Mais importação, menos exportação

Brasil importou US$ 3,93 bilhões a mais do que exportou em 2014 Foto: Shutterstock

Também entre os mais importantes indicadores macroeconômicos, a balança comercial - que é a diferença entre exportações e importações – começou o ano no vermelho, ao registar déficit de US$ 3,174 bilhões em janeiro. Vale lembrar que no ano passado o País registrou o primeiro déficit comercial desde 2000, com as importações superando as exportações em US$ 3,93 bilhões.


Falta de economia no setor público

Com gastos maiores do que receitas, Brasil não conseguiu ter superávit primário em 2014 Foto: Shutterstock

Outro resultado negativo em 2014 foi o do resultado primário. O setor público não conseguiu fazer a economia para pagar juros da dívida pública pela primeira vez desde 2001. Com isso, o déficit primário foi de R$ 32,5 bilhões, o equivalente a 0,63% do PIB. Empossado no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o ministro Joaquim Levy tem reforçado o compromisso do governo para atingir a meta de superávit primário deste ano, de 1,2% do PIB. O objetivo é da medida é reequilibrar as contas públicas para desenvolver um ambiente de negócios e recuperar a confiança dos empresários na economia brasileira. Taxa de desemprego

Durante período de ajuste na economia, fila do desemprego pode aumentar Foto: Getty Images

Segundo economistas, 2015 é o ano de o brasileiro cuidar do emprego que tem, já que, com o PIB em condições adversas, a oferta de vagas deve cair. Talvez o único índice que ainda se mantém em bons patamares, a taxa de desemprego encerrou o ano passado em 4,8%, o


menor nível da série histórica, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE. Pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, também realizada pelo IBGE e mais abrangente que a PME, o instituto aponta que o desemprego fechou 2014 no patamar de 6,8%. Segundo o Ministério do Trabalho, o resultado em 2014 não é tão bom quanto parece. No ano passado, a criação líquida de postos de trabalho com carteira assinada atingiu 396.993 vagas, o pior resultado em 12 anos. Na avaliação do IBGE, a queda da taxa de desemprego se explica porque houve redução na taxa da população desocupada - que são as pessoas sem trabalhar, mas à procura de uma oportunidade -, e não pela criação de vagas. Encolhimento da indústria

Produção e quadro de trabalhadores da indústria brasileira diminuíram no ano passado Foto: Cesar Ferrari / Reuters

Um dos setores que viu o número de postos de trabalho diminuir em 2014 foi a indústria. A baixa acumulada em 2014 foi de 3,2%, o pior resultado desde 2009, o ano auge da crise. Como se não bastasse, a ano passado foi o terceiro seguido em que o número de pessoal ocupado na indústria caiu. O que se pode esperar da indústria em mais um ano em que há menos trabalhadores no setor? No período, a produção recuou 3,2%, na comparação com o ano anterior. Menos carros


Funcionários da Volkswagen em assembleia; produção de veículos caiu no início deste ano Foto: Edmilson Magalhães / Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Um dos ramos da indústria, a automobilística já iniciou 2015 com queda nas vendas. Apesar de a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ter sido encerrada no final do ano passado, a baixa nas vendas em janeiro veio mais forte do que o esperado, com queda de 19%, de acordo com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O número de licenciamentos no mês foi o pior desde janeiro de 2011. Jundo com estoques elevados, a produção de veículos no mês caiu 13,7% em relação a igual períod de 2014, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “As políticas de incentivo à indústria foram adotadas após a crise de 2008. Os efeitos custam caro aos cofres públicos, e os benefícios não parecem ter sido proporcionais”, avalia Alessandra, da Tendências. Enfraquecimento do varejo

Brasileiros foram às compras no ano passado, mas taxa de crescimento desacelerou Foto: Eco Desenvolvimento

Também com o volume de estoques elevado, o setor varejista registrou avanços em 2014, mas, ainda assim, os resultados foram desanimadores. As vendas registraram alta de 2,6% no ano passado, o desempenho mais fraco em 11 anos, de acordo com o IBGE. Já movimento dos consumidores nas lojas aumentou 3,7%, mas foi também o pior desempenho em 11 anos, segundo a Serasa Experian.


E a vida do brasileiro?

Brasileiro deve evitar dívidas neste ano e guardar dinheiro Foto: Reprodução

Para reverter essa situação, especialistas afirmam que o governo deve seguir com as medidas de ajustes anunciadas pelo ministro Levy ao assumir a pasta da Fazenda, como o comprometimento com a meta fiscal e a redução dos gastos públicos, com o objetivo de recuperar a confiança do setor privado e dos consumidores. Na avaliação de Clemens Nunes, da FGV, o brasileiro deve manter um comportamento cauteloso neste ano, evitando, sobretudo, gastos supérfluos e dívidas. “Uma dívida agora é mais cara do que há um ano, pela alta dos juros, e a renda não vai crescer como antes”, afirma. Evitar riscos que podem causar a perda do emprego também devem ser levados em conta. “Esse é um ano de inflação muito alta e atividade econômica ruim, o risco de perder o emprego é considerável”, diz Alessandra Ribeiro. “O conselho agora é apertar o cinto e incrementar a poupança para encarar esse período difícil”.

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http://www.folhamax.com.br/economia/na-economia-o-ano-foi-recebido-com-8-indices-ruinse-1-bom/36927 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Terra Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5091937.pdf

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EDIÇÃO EXTRA

Este não deve ser o ano de forte crescimento, inflação baixa, recorde na criação de empregos, queda das taxas de juros e saldo positivo nas transações correntes do País. Pelo menos é o que apontam os dados mais recentes, haja vista que nos últimos meses o que mais se viu no noticiário econômico foram avaliações como “pior resultado” e “desempenho mais fraco” em grande parte dos principais indicadores da economia.

Ex­genro visita Riva na cadeia; veja foto

Afinal de contas, qual é a verdadeira situação da economia do Brasil? De acordo com economistas, a bonança se foi e agora são tempos de ajustes, que devem levar no mínimo dois anos para pôr o País de volta na rota das boas notícias. “Como podemos resumir isso? Nossos principais parceiros comerciais estão crescendo menos e a venda de nossos produtos industriais está desacelerando. Há também a normalização das economias desenvolvidas após a crise”, diz Clemens Nunes, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV). “O vento a favor mudou de direção.” PIB em declínio Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País e o principal indicador sobre o ritmo da economia, a expectativa do governo para o primeiro trimestre deste ano é de contração. Ou seja, a economia deve encolher, segundo o próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em declaração em janeiro. Além disso, existe a possibilidade de o resultado do PIB do ano passado ser negativo – o dado será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim de março. “O final do ano passado foi muito mais fraco do que se tinha em mente, uma ligeira retomada não se confirmou”, diz Alessandra Ribeiro, economista da consultoria Tendências. “O quadro está bem pior do que imaginávamos.” Outra preocupação – e mais direta na vida dos brasileiros – é o controle da inflação. No início deste ano, a alta dos preços atacou como há tempos não fazia. Aproveitando os reajustes tarifários típicos de janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial, saltou 1,24% no mês, simplesmente a taxa mais elevada desde fevereiro de 2003. No acumulado em 12 meses, o indicador registra alta de 7,14%, bem acima do teto da meta do Banco Central, que é de 6,5%. Esse resultado foi o mais elevado desde setembro de 2011. A volta dos juros altos Para conter o avanço da inflação, o Banco Central (BC) tem elevado a taxa básica de juros do País, a Selic, constantemente ­ atualmente, a taxa está em 12,25%. A própria instituição já declarou que os esforços para segurar a inflação ainda não foram suficientes e que a convergência para o centro da meta, de 4,5%, deve acontecer somente no segundo semestre de 2016. Mais importação, menos exportação

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Também entre os mais importantes indicadores macroeconômicos, a balança comercial ­ que é a diferença entre exportações e importações – começou o ano no vermelho, ao registar déficit de US$ 3,174 bilhões em janeiro. Vale lembrar que no ano passado o País registrou o primeiro déficit comercial desde 2000, com as importações superando as exportações em US$ 3,93 bilhões. Falta de economia no setor público Outro resultado negativo em 2014 foi o do resultado primário. O setor público não conseguiu fazer a economia para pagar juros da dívida pública pela primeira vez desde 2001. Com isso, o déficit primário foi de R$ 32,5 bilhões, o equivalente a 0,63% do PIB. Empossado no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o ministro Joaquim Levy tem reforçado o compromisso do governo para atingir a meta de superávit primário deste ano, de 1,2% do PIB. O objetivo é da medida é reequilibrar as contas públicas para desenvolver um ambiente de negócios e recuperar a confiança dos empresários na economia brasileira. Taxa de desemprego Segundo economistas, 2015 é o ano de o brasileiro cuidar do emprego que tem, já que, com o PIB em condições adversas, a oferta de vagas deve cair. Talvez o único índice que ainda se mantém em bons patamares, a taxa de desemprego encerrou o ano passado em 4,8%, o menor nível da série histórica, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE. Pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, também realizada pelo IBGE e mais abrangente que a PME, o instituto aponta que o desemprego fechou 2014 no patamar de 6,8%. Segundo o Ministério do Trabalho, o resultado em 2014 não é tão bom quanto parece. No ano passado, a criação líquida de postos de trabalho com carteira assinada atingiu 396.993 vagas, o pior resultado em 12 anos. Na avaliação do IBGE, a queda da taxa de desemprego se explica porque houve redução na taxa da população desocupada ­ que são as pessoas sem trabalhar, mas à procura de uma oportunidade ­, e não pela criação de vagas. Encolhimento da indústria Um dos setores que viu o número de postos de trabalho diminuir em 2014 foi a indústria. A baixa acumulada em 2014 foi de 3,2%, o pior resultado desde 2009, o ano auge da crise. Como se não bastasse, a ano passado foi o terceiro seguido em que o número de pessoal ocupado na indústria caiu. O que se pode esperar da indústria em mais um ano em que há menos trabalhadores no setor? No período, a produção recuou 3,2%, na comparação com o ano anterior. Menos carros Um dos ramos da indústria, a automobilística já iniciou 2015 com queda nas vendas. Apesar de a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ter sido encerrada no final do ano passado, a baixa nas vendas em janeiro veio mais forte do que o esperado, com queda de 19%, de acordo com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O número de licenciamentos no mês foi o pior desde janeiro de 2011. Jundo com estoques elevados, a produção de veículos no mês caiu 13,7% em relação a igual períod de 2014, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “As políticas de incentivo à indústria foram adotadas após a crise de 2008. Os efeitos custam caro aos cofres públicos, e os benefícios não parecem ter sido proporcionais”, avalia Alessandra, da Tendências. Enfraquecimento do varejo Também com o volume de estoques elevado, o setor varejista registrou avanços em 2014, mas, ainda assim, os resultados foram desanimadores. As vendas registraram alta de 2,6% no ano passado, o desempenho mais fraco em 11 anos, de acordo com o IBGE. Já movimento dos consumidores nas lojas aumentou 3,7%, mas foi também o pior desempenho em 11 anos, segundo a Serasa Experian. E a vida do brasileiro? Para reverter essa situação, especialistas afirmam que o governo deve seguir com as medidas de ajustes anunciadas pelo ministro Levy ao assumir a pasta da Fazenda, como o comprometimento com a meta fiscal e a redução dos gastos públicos, com o objetivo de recuperar a confiança do setor privado e dos consumidores. Na avaliação de Clemens Nunes, da FGV, o brasileiro deve manter um comportamento cauteloso neste ano, evitando, sobretudo, gastos supérfluos e dívidas. “Uma dívida agora é mais cara do que há um ano, pela alta dos juros, e a renda não vai crescer como antes”, afirma. Evitar riscos que podem causar a perda do emprego também devem ser levados em


conta. “Esse é um ano de inflação muito alta e atividade econômica ruim, o risco de perder o emprego é considerável”, diz Alessandra Ribeiro. “O conselho agora é apertar o cinto e incrementar a poupança para encarar esse período difícil”.

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Na economia, o ano foi recebido com 8 índices ruins e 1 bom fevereiro 23, 2015 ­ Economia & Negócios ­ no comments

Inflação estourou o teto da meta em janeiro, há expectativa de contração do PIB no 1º trimestre deste ano e criação de empregos teve o pior resultado em 12 anos em 2014 Eduardo Vasconcelos – Direto de São Paulo 23 FEV 2015 A última vez que o Brasil viu sua atividade econômica cair foi em 2009. À época, a crise financeira global estava no auge, e o País foi só mais uma de suas vítimas. Porém, no ano seguinte, veio a volta por cima e a economia cresceu 7,5%. Esse percentual nunca mais foi repetido e, num futuro próximo, dificilmente será alcançado. Saiba Mais

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PIB em recessão pode causar aumento do desemprego Foto: Shutterstock Dicas do Dia Dia Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País e o principal indicador sobre o ritmo da economia, a expectativa do governo para o primeiro trimestre deste ano é de contração. Ou seja, a economia deve encolher, segundo o próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em declaração em janeiro.

Doenças e Epidemias Economia & Negócios Emprego e Trabalho

Além disso, existe a possibilidade de o resultado do PIB do ano passado ser negativo – o dado será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim de março. “O final do ano passado foi muito mais fraco do que se tinha em mente, uma ligeira retomada não se confirmou”, diz Alessandra Ribeiro, economista da consultoria Tendências. “O quadro está bem pior do que imaginávamos.” Inflação persistente

Esportes Radicais e UFC Estilo e Moda Eventos e Acontcimentos Exportação & Importação Funcionalismo Geral Greves e Protestos Indústria e Comércio Internacional e Mundo Justiça Lançamento & Novidades Lazer e Saúde Levantamentos e Pesquisas

Inflação teve forte alta em janeiro, corroendo o poder de compra do brasileiro Foto: Shutterstock Loterias Outra preocupação – e mais direta na vida dos brasileiros – é o controle da inflação. No início deste ano, a alta dos preços atacou como há tempos não fazia. Aproveitando os reajustes tarifários típicos de janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial, saltou 1,24% no mês, simplesmente a taxa mais elevada desde fevereiro de 2003.

Mato Grosso do Sul Meio Ambiente Olimpíadas 2016

No acumulado em 12 meses, o indicador registra alta de 7,14%, bem acima do teto da meta do Banco Central, que é de 6,5%. Esse resultado foi o mais elevado desde setembro de 2011. A volta dos juros altos

Polícia e Violência Política Religião Teatro e Televisão Três Lagoas Turismo e Viagens TV Dia Dia

Comentários Ray Santos em Escolas de Samba levam para Avenida a história de Três Lagoas


Ray Santos em Dia Mundial do Combate ao Câncer: doença óssea é um dos tipos mais agressivos em animais de estimação Isabel Clara em DE CARONA COM O CARNAVAL, BEEPME VIRA SOLUÇÃO PARA QUEM NÃO QUER PERDER A FESTA Welbi Maia Brito em ‘Não se pode dizer que não vai ter rodízio’, afirma Geraldo Alckmin Giselle Matheus em DE CARONA COM O CARNAVAL, BEEPME VIRA SOLUÇÃO PARA QUEM NÃO QUER PERDER A Banco Central já indicou que inflação deve convergir para a meta de 4,5% somente em 2016 Foto: Pilar Olivares / Reuters Para conter o avanço da inflação, o Banco Central (BC) tem elevado a taxa básica de juros do País, a Selic, constantemente – atualmente, a taxa está em 12,25%. A própria instituição já declarou que os esforços para segurar a inflação ainda não foram suficientes e que a convergência para o centro da meta, de 4,5%, deve acontecer somente no segundo semestre de 2016. Mais importação, menos exportação

Brasil importou US$ 3,93 bilhões a mais do que exportou em 2014 Foto: Shutterstock Também entre os mais importantes indicadores macroeconômicos, a balança comercial – que é a diferença entre exportações e importações – começou o ano no vermelho, ao registar déficit de US$ 3,174 bilhões em janeiro. Vale lembrar que no ano passado o País registrou o primeiro déficit comercial desde 2000, com as importações superando as exportações em US$ 3,93 bilhões. Falta de economia no setor público

Com gastos maiores do que receitas, Brasil não conseguiu ter superávit primário em 2014 Foto: Shutterstock Outro resultado negativo em 2014 foi o do resultado primário. O setor público não conseguiu fazer a economia para pagar juros da dívida pública pela primeira vez desde 2001. Com isso, o déficit primário foi de R$ 32,5 bilhões, o equivalente a 0,63% do PIB.

FESTA


Empossado no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o ministro Joaquim Levy tem reforçado o compromisso do governo para atingir a meta de superávit primário deste ano, de 1,2% do PIB. O objetivo é da medida é reequilibrar as contas públicas para desenvolver um ambiente de negócios e recuperar a confiança dos empresários na economia brasileira. Taxa de desemprego

Durante período de ajuste na economia, fila do desemprego pode aumentar Foto: Getty Images Segundo economistas, 2015 é o ano de o brasileiro cuidar do emprego que tem, já que, com o PIB em condições adversas, a oferta de vagas deve cair. Talvez o único índice que ainda se mantém em bons patamares, a taxa de desemprego encerrou o ano passado em 4,8%, o menor nível da série histórica, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE. Pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, também realizada pelo IBGE e mais abrangente que a PME, o instituto aponta que o desemprego fechou 2014 no patamar de 6,8%. Segundo o Ministério do Trabalho, o resultado em 2014 não é tão bom quanto parece. No ano passado, a criação líquida de postos de trabalho com carteira assinada atingiu 396.993 vagas, o pior resultado em 12 anos. Na avaliação do IBGE, a queda da taxa de desemprego se explica porque houve redução na taxa da população desocupada – que são as pessoas sem trabalhar, mas à procura de uma oportunidade ­, e não pela criação de vagas. Encolhimento da indústria

Produção e quadro de trabalhadores da indústria brasileira diminuíram no ano passado Foto: Cesar Ferrari / Reuters Um dos setores que viu o número de postos de trabalho diminuir em 2014 foi a indústria. A baixa acumulada em 2014 foi de 3,2%, o pior resultado desde 2009, o ano auge da crise. Como se não bastasse, a ano passado foi o terceiro seguido em que o número de pessoal ocupado na indústria caiu. O que se pode esperar da indústria em mais um ano em que há menos trabalhadores no setor? No período, a produção recuou 3,2%, na comparação com o ano anterior. Menos carros


Funcionários da Volkswagen em assembleia; produção de veículos caiu no início deste ano Foto: Edmilson Magalhães / Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Um dos ramos da indústria, a automobilística já iniciou 2015 com queda nas vendas. Apesar de a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ter sido encerrada no final do ano passado, a baixa nas vendas em janeiro veio mais forte do que o esperado, com queda de 19%, de acordo com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O número de licenciamentos no mês foi o pior desde janeiro de 2011. Jundo com estoques elevados, a produção de veículos no mês caiu 13,7% em relação a igual períod de 2014, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “As políticas de incentivo à indústria foram adotadas após a crise de 2008. Os efeitos custam caro aos cofres públicos, e os benefícios não parecem ter sido proporcionais”, avalia Alessandra, da Tendências. Enfraquecimento do varejo

Brasileiros foram às compras no ano passado, mas taxa de crescimento desacelerou Foto: Eco Desenvolvimento Também com o volume de estoques elevado, o setor varejista registrou avanços em 2014, mas, ainda assim, os resultados foram desanimadores. As vendas registraram alta de 2,6% no ano passado, o desempenho mais fraco em 11 anos, de acordo com o IBGE. Já movimento dos consumidores nas lojas aumentou 3,7%, mas foi também o pior desempenho em 11 anos, segundo a Serasa Experian. E a vida do brasileiro? Brasileiro deve evitar dívidas neste ano e guardar dinheiro Foto: Reprodução Brasileiro deve evitar dívidas neste ano e guardar dinheiro


Foto: Reprodução Para reverter essa situação, especialistas afirmam que o governo deve seguir com as medidas de ajustes anunciadas pelo ministro Levy ao assumir a pasta da Fazenda, como o comprometimento com a meta fiscal e a redução dos gastos públicos, com o objetivo de recuperar a confiança do setor privado e dos consumidores. Na avaliação de Clemens Nunes, da FGV, o brasileiro deve manter um comportamento cauteloso neste ano, evitando, sobretudo, gastos supérfluos e dívidas. “Uma dívida agora é mais cara do que há um ano, pela alta dos juros, e a renda não vai crescer como antes”, afirma. Evitar riscos que podem causar a perda do emprego também devem ser levados em conta. “Esse é um ano de inflação muito alta e atividade econômica ruim, o risco de perder o emprego é considerável”, diz Alessandra Ribeiro. “O conselho agora é apertar o cinto e incrementar a poupança para encarar esse período difícil”. Curso de contabilidade Curso de contabilidade Aprenda como a contabilidade é aplicada no dia a dia do seu negócio e saiba como abrir ou encerrar uma empresa. Curso certificado pelo MEC! Terra

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Clipping Aumento no preço da gasolina faz consumidores apertarem o cinto 5091940 - CORREIO 24 HORAS - WEB - WEB - 23/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dNwQ8kFmM9Ss6aRdbdnMVsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/aumento-no-preco-da-gasolina-fazconsumidores-apertarem-o-cinto/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Naiana Ribeiro e Priscila Natividade Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5091940.pdf

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Aumento no preço da gasolina faz consumidores apertarem o cinto Quem tem um veículo, que já precisa lidar com o peso do seguro, IPVA e manutenção, vai ter que se desdobrar ainda mais diante do aumento da gasolina Naiana Ribeiro e Priscila Natividade (mais@correio24horas.com.br) 23/02/2015 05:05:00

DIVERSÃO

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O aumento de R$ 0,22 por litro da gasolina e de R$ 0,15 por litro do diesel, que começou a valer este mês, já pesa no bolso do consumidor. Para dar conta da diferença, que nas bombas dos postos chegou a R$ 0,35 por litro, segundo o Sindicato de Postos de Combustíveis da Bahia (Sindicombustíveis Bahia), tem gente fechando o bolso e até abrindo mão do carro por conta dos altos custos para rodar e manter um veículo.


A advogada Fernanda Galdino, que gasta oito tanques de combustível por mês, estuda formas de economizar (Foto: Arisson Marinho)

A comunicóloga Maria Ribeiro, por exemplo, radicalizou e resolveu vender seu Nissan March por conta dos gastos que tinha com o veículo. “Os custos de manutenção são muito altos. Por mês, gasto R$ 900 com o meu veículo, somando revisão, estacionamento e combustível, além do seguro”, afirma. A partir de agora, ela só sai de casa de ônibus ou táxi. “Como não tenho necessidade de sair todo dia, realmente cheguei à conclusão de que ficar sem carro por um tempo é a melhor alternativa. Ele só tem me dado despesa”, disse. Peso Para não ficar no sufoco, a advogada Fernanda Galdino também prevê alguns cortes no orçamento, já que gasta, em média, oito tanques de combustível durante o mês. “Ar­ condicionado, tanto em casa como no carro, só vou usar quando for extremamente necessário. Também vou deixar de jantar e almoçar fora”, conta. “Além disso, troquei a empregada doméstica por diarista e vou reduzir o valor que eu gasto para lavar o carro, que chega a R$ 60. Agora lavar fora de casa só quando ele estiver na lama”, diz.


Com audiências na região metropolitana e em municípios vizinhos a Salvador, como Camaçari, Serrinha e Santo Antônio de Jesus, o custo com combustível chega a até R$ 1.280. Fernanda ainda paga entre R$ 10 e R$ 30 para estacionar o veículo. “Já vi que vou ter que trabalhar mais para cobrir o custo desse aumento na gasolina e conseguir pagar tudo isso”, prevê. Fernanda já começou a calcular o impacto no orçamento e a buscar forma de economizar. “Eu e meus colegas estamos organizando uma ‘carona amiga’ pelo grupo do WhatsApp. Cada semana vejo quem vai ter audiência no mesmo local e fazemos revezamento”, aponta. Bicicleta A pergunta sobre como irá manter o carro rodando, com a gasolina custando até R$ 3,69 por litro, também não sai da cabeça da estudante de Direito Débora Muhana. Ela já se decidiu: vai andar de carro apenas nos trajetos mais distantes. “Vou comprar uma bicicleta para me locomover para todos os trajetos próximos, como academia ou banco”, comenta. Antes do reajuste, a estudante gastava R$ 350 mensalmente apenas com combustível. “Pelas minhas contas, isso iria aumentar para R$ 450. Por isso resolvi economizar o máximo possível. A bike vai ser a minha melhor amiga”, conta. Além da gasolina, ela, assim como qualquer consumidor que possui carro, tem gastos anuais com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), manutenção e seguro. “Se levar em consideração tudo isso, as despesas somam mais de R$ 3.500”, revela. Ao que tudo indica, o uso da bike para o transporte será mais frequente, já que podem vir mais gastos por aí. Mais aumentos Segundo o presidente do Sindicombustíveis Bahia, José Augusto Costa, o preço do combustível deve passar por mais variações até o final do primeiro semestre. “Ainda neste mês de fevereiro deve aumentar o índice do etanol na gasolina. Como o preço do etanol subiu mais do que o da gasolina, há possibilidade de haver mais um reajuste”, afirma. Além disso, ele lembra que em abril haverá o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na Bahia, o que deve deixar a gasolina pelo menos R$ 0,10 mais cara, estima. “Também teremos, a partir do dia 1º de março, a cobrança do reajuste do Cide. Na compensação com o Cofins, se o governo resolver aumentar a margem, pode existir um acréscimo que será repassado para o consumidor”, diz. Orçamento Esses reajustes podem prejudicar, e muito, o administrador Pedro Araújo, que compromete 10% do seu salário com gastos que envolvem seu carro. Ele, inclusive, acabou de pagar R$ 500 só com a revisão do seu veículo. “Rodei Salvador inteira para achar uma revisão mais em conta, prevendo o impacto desse aumento”, conta. A preocupação de não gastar tanto está ainda maior: “Infelizmente, pagar por isso é inevitável. Não tem como ficar sem carro”, garante. Araújo consome dois tanques e meio mensalmente, gastando R$ 300 no total. Após o reajuste, ele calcula que deve gastar mais R$ 50 por tanque de gasolina que encher. “Vou evitar a todo custo distâncias longas. Acabou final de semana na praia de Ipitanga. Vou até Jaguaribe, que é perto de casa e dá pra fazer o trajeto andando”, diz. Proprietária de um Fiesta 1.6, a administradora de empresas Aline Góes gasta com gasolina R$ 240 por mês. “Eu abastecia com R$ 60 reais e ficava com três quartos do tanque cheio. Nesta semana coloquei o mesmo valor e deu menos de meio tanque. Agora, devo gastar muito mais, quase R$ 300”, estima. Custo dobrado Dois carros na garagem vão duplicar o valor da gasolina no orçamento do analista de sistemas Marcel Ferreira. O Fiat Bravo e o Celta da esposa, Giselle Ferreira, somam, em média, cinco tanques e meio por mês. Como costumam viajar com um dos carros duas vezes por mês, o consumo aumenta em mais dois tanques. Na soma, isso significa um gasto de até R$ 1 mil. “Não tenho muito o que fazer. A economia a gente já faz normalmente durante o mês. Na verdade, o reajuste vai afetar a nossa poupança. Vai sobrar menos”, revela. O analista de sistemas costuma trocar os pneus dos dois carros sempre no inicio do ano, mas empurrou a substituição para o mês de julho. “Os pneus dos dois carros saem por R$ 1.100. Não posso repetir o mesmo erro de falta de organização cometido pelo governo nas minhas finanças”, diz.


Mercado As concessionárias, entretanto, não estão preocupadas com a diminuição das vendas de veículos. “O reflexo existe no consumo do combustível e não na compra do carro. O principal fator que determina a compra do veículo é a necessidade, seja de locomoção ou de transporte de cargas”, afirma o vice­presidente regional da Federação Nacional de Veículos Automotores (Fenabrave­BA), Luiz Pimenta. Segundo ele, quem quer adquirir um veículo não vai deixar de comprá­lo por conta do aumento do preço da gasolina. “O consumidor vai economizar, vai deixar de viajar, vai gastar menos no combustível, mas não vai deixar de comprar. Com o tempo, vai se adaptar”, complementa. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan Yabiku Junior, também compartilha da mesma opinião: “Qualquer aumento no custo tem um impacto no orçamento do consumidor, mas não afeta nem um pouco a decisão de compra e nem a indústria”.

Economista recomenda cortes para segurar peso do aumento De acordo com o educador financeiro Edísio Freire, a solução para segurar o reajuste da gasolina está na eliminação das “gordurinhas” presentes no orçamento. “Cortar todo tipo de excesso no final das contas vai fazer uma diferença muito grande que pode garantir o equilíbrio, mesmo com os reajustes que estão sendo feitos”. Por experiência própria, ele diz que é possível reduzir até 30% dos gastos só com o corte do que é exagero ou desperdício. “Existem situações do dia a dia em que nós perdemos a noção de que estamos gastando. Quando você passa a controlar esses itens e fazer um policiamento com relação às pequenas coisas, a diferença é grande”. Freire recomenda que o consumidor


experimente anotar o quanto gasta e em que gasta por dia. “No final do mês, você faz uma avaliação e vai ver muita coisa que pode ser eliminada”. Fora isso, o educador financeiro dá algumas dicas, principalmente com relação às compras no supermercado e às promoções: “Evite levar crianças, para não cair na tentação e comprar o que não precisa. E se vir alguma promoção, mesmo que o produto esteja realmente mais barato, pondere a real necessidade de adquiri­lo naquele momento”, aconselha Edísio Freire, que complementa: “Não abra mão também das pesquisas de preço. As ofertas são muito pontuais. Em um supermercado que as verduras estejam mais em conta, o preço da carne pode estar mais caro”. Outro custo que tem um impacto muito grande no orçamento, principalmente com as novas bandeiras tarifárias, é a conta de energia. “É uma economia que vai ser essencial para manter o orçamento doméstico no controle. A energia vai passar a ser uma das despesas fixas mais caras do orçamento”. Atitudes simples, como tirar aparelhos da tomada e diminuir o tempo no banho, serão determinantes.


Clipping Na economia brasileira, o ano foi recebido com 8 índices ruins e 1 bom 5091941 - RD NEWS - WEB - WEB - 23/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dNwQ8kFmM9SdrQr7fWxc9sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.rdnews.com.br/variedades/na-economia-brasileira-o-ano-foi-recebido-com-8indices-ruins-e-1-bom/59956 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5091941.pdf

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Segunda-Feira, 23 de Fevereiro de 2015, 08h:18 | Atualizado: 29min atrás

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CRISE FINANCEIRA

Na economia brasileira, o ano foi recebido com 8 índices ruins e 1 bom Inflação estourou o teto da meta no primeiro mês, há expectativa de contração do PIB no 1º trimestre deste ano e criação de empregos teve o pior resultado em 12 anos neste ano Terra A última vez que o Brasil viu sua atividade econômica cair foi em 2009. À época, a crise financeira global estava no auge, e o País foi só mais uma de suas vítimas. Porém, no ano seguinte, veio a volta por cima e a economia cresceu 7,5%. Esse percentual nunca mais foi repetido e, num futuro próximo, dificilmente será alcançado. Este não deve ser o ano de forte crescimento, inflação baixa, recorde na criação de empregos, queda das taxas de juros e saldo positivo nas transações correntes do País. Pelo menos é o que apontam os dados mais recentes, haja vista que nos últimos meses o que mais se viu no noticiário econômico foram avaliações como “pior resultado” e “desempenho mais fraco” em grande parte dos principais indicadores da economia. Afinal de contas, qual é a verdadeira situação da economia do Brasil? De acordo com economistas, a bonança se foi e agora são tempos de ajustes, que devem levar no mínimo dois anos para pôr o País de volta na rota das boas notícias. “Como podemos resumir isso? Nossos principais parceiros comerciais estão crescendo menos e a venda de nossos produtos industriais está desacelerando. Há também a normalização das economias desenvolvidas após a crise”, diz Clemens Nunes, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV). “O vento a favor mudou de direção". PIB em declínio Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País e o principal indicador sobre o ritmo da economia, a expectativa do governo para o primeiro trimestre deste ano é de contração. Ou seja, a economia deve encolher, segundo o próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em declaração em janeiro. Além disso, existe a possibilidade de o resultado do PIB do ano passado ser negativo – o dado será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim de março. “O final do ano passado foi muito mais fraco do que se tinha em mente, uma ligeira retomada não se confirmou”, diz Alessandra Ribeiro, economista da consultoria Tendências. “O quadro está bem pior do que imaginávamos.” Inflação persistente Outra preocupação – e mais direta na vida dos brasileiros – é o controle da inflação. No início deste ano, a alta dos preços atacou como há tempos não fazia. Aproveitando os reajustes tarifários típicos de janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial, saltou 1,24% no mês, simplesmente a taxa mais elevada desde fevereiro de 2003. No acumulado em 12 meses, o indicador registra alta de 7,14%, bem acima do teto da meta do Banco Central, que é de 6,5%. Esse resultado foi o mais elevado desde setembro de 2011. A volta dos juros altos Para conter o avanço da inflação, o Banco Central (BC) tem elevado a taxa básica de juros do País, a Selic, constantemente atualmente, a taxa está em 12,25%. A própria instituição já declarou que os esforços para segurar a inflação ainda não foram suficientes e que a convergência para o centro da meta, de 4,5%, deve acontecer somente no segundo semestre de 2016. Mais importação, menos exportação Também entre os mais importantes indicadores macroeconômicos, a balança comercial - que é a diferença entre exportações e importações – começou o ano no vermelho, ao registar déficit de US$ 3,174 bilhões em janeiro. Vale lembrar que no ano passado o País registrou o primeiro déficit comercial desde 2000, com as importações superando as exportações em US$ 3,93 bilhões. Falta de economia no setor público Outro resultado negativo em 2014 foi o do resultado primário. O setor público não conseguiu fazer a economia para pagar juros da dívida pública pela primeira vez desde 2001. Com isso, o déficit primário foi de R$ 32,5 bilhões, o equivalente a 0,63%


do PIB. Empossado no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o ministro Joaquim Levy tem reforçado o compromisso do governo para atingir a meta de superávit primário deste ano, de 1,2% do PIB. O objetivo é da medida é reequilibrar as contas públicas para desenvolver um ambiente de negócios e recuperar a confiança dos empresários na economia brasileira. Taxa de desemprego Segundo economistas, 2015 é o ano de o brasileiro cuidar do emprego que tem, já que, com o PIB em condições adversas, a oferta de vagas deve cair. Talvez o único índice que ainda se mantém em bons patamares, a taxa de desemprego encerrou o ano passado em 4,8%, o menor nível da série histórica, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE. Pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, também realizada pelo IBGE e mais abrangente que a PME, o instituto aponta que o desemprego fechou 2014 no patamar de 6,8%. Segundo o Ministério do Trabalho, o resultado em 2014 não é tão bom quanto parece. No ano passado, a criação líquida de postos de trabalho com carteira assinada atingiu 396.993 vagas, o pior resultado em 12 anos. Na avaliação do IBGE, a queda da taxa de desemprego se explica porque houve redução na taxa da população desocupada - que são as pessoas sem trabalhar, mas à procura de uma oportunidade -, e não pela criação de vagas. Encolhimento da indústria Um dos setores que viu o número de postos de trabalho diminuir em 2014 foi a indústria. A baixa acumulada em 2014 foi de 3,2%, o pior resultado desde 2009, o ano auge da crise. Como se não bastasse, a ano passado foi o terceiro seguido em que o número de pessoal ocupado na indústria caiu. O que se pode esperar da indústria em mais um ano em que há menos trabalhadores no setor? No período, a produção recuou 3,2%, na comparação com o ano anterior. Menos carros Um dos ramos da indústria, a automobilística já iniciou 2015 com queda nas vendas. Apesar de a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ter sido encerrada no final do ano passado, a baixa nas vendas em janeiro veio mais forte do que o esperado, com queda de 19%, de acordo com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O número de licenciamentos no mês foi o pior desde janeiro de 2011. Jundo com estoques elevados, a produção de veículos no mês caiu 13,7% em relação a igual períod de 2014, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “As políticas de incentivo à indústria foram adotadas após a crise de 2008. Os efeitos custam caro aos cofres públicos, e os benefícios não parecem ter sido proporcionais”, avalia Alessandra, da Tendências. Enfraquecimento do varejo Também com o volume de estoques elevado, o setor varejista registrou avanços em 2014, mas, ainda assim, os resultados foram desanimadores. As vendas registraram alta de 2,6% no ano passado, o desempenho mais fraco em 11 anos, de acordo com o IBGE. Já movimento dos consumidores nas lojas aumentou 3,7%, mas foi também o pior desempenho em 11 anos, segundo a Serasa Experian. E a vida do brasileiro? Para reverter essa situação, especialistas afirmam que o governo deve seguir com as medidas de ajustes anunciadas pelo ministro Levy ao assumir a pasta da Fazenda, como o comprometimento com a meta fiscal e a redução dos gastos públicos, com o objetivo de recuperar a confiança do setor privado e dos consumidores. Na avaliação de Clemens Nunes, da FGV, o brasileiro deve manter um comportamento cauteloso neste ano, evitando, sobretudo, gastos supérfluos e dívidas. “Uma dívida agora é mais cara do que há um ano, pela alta dos juros, e a renda não vai crescer como antes”, afirma. Evitar riscos que podem causar a perda do emprego também devem ser levados em conta. “Esse é um ano de inflação muito alta e atividade econômica ruim, o risco de perder o emprego é considerável”, diz Alessandra Ribeiro. “O conselho agora é apertar o cinto e incrementar a poupança para encarar esse período difícil”.

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Clipping Na marca do pênalti 5091942 - CORREIO 24 HORAS - WEB - WEB - 22/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dNwQ8kFmM9RAupA06mMjD8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.correio24horas.com.br/blogs/farol-economico/?p=372 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5091942.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 31,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 3309667,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 31,00 Total: 0,0000


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22 2015

Na marca do pênalti

Publicado por Donaldson Gomes e arquivado em Comércio Exterior, Economia, Economia e Negócios, Indústria, Infraestrutura, tags: atração de investimentos, Bahia, camaçari,Comércio Exterior, Indústria, indústria automotiva, indústria e comércio, jac, jac motors, negócios, política, salvador

O empresário Sérgio Habib, presidente do grupo SHC, apostou alto na implantação da JAC Motors no Brasil. Em 2011, montou uma ampla rede de concessionárias para a marca, com 51 unidades espalhadas por todo o país, investiu alto em publicidade – quem não se lembra do Faustão apresentando os carros? – mas a equação para conquistar o mercado nacional passava pela implantação de uma fábrica no país. Habib reconheceu isso por diversas vezes. No fim daquele ano, quando boa parte da rede de concessionárias estava Sérgio Habbib implantada e o destino da fábrica traçado para a Bahia, a JAC vendeu quase 24 (na cabeceira da mil veículos no país, alcançou 0,65% de participação no mercado nacional e se mesa) discutindo tornou a 14ª maior vendedora de veículos do Brasil. Três anos depois, ao fim de implantação da 2014, a marca chinesa já sem tanta propaganda, vendeu 8,5 mil unidades, montadora com o segundo a Fenabrave, com participação de 0,25% no mercado nacional e na 18ª ex­governador colocação. No período, teve que operar com custos quase 30% maiores que os de Jaques Wagner veículos produzidos no Brasil, beneficiados pelo Inovarauto e a redução do IPI. Em (foto: Arquivo) algumas conversas reservadas, comenta­se que o grupo SHC se descapitalizou. Isso explicaria inclusive a mudança na composição acionária da JAC Motors do Brasil, que passou a ter os chineses como sócios majoritários e o grupo brasileiro como minoritário. Ao mesmo tempo, desde 2012, quando passou a importar os veículos da JAC pelo Porto de Salvador, Habib recebeu isenção de impostos estaduais. No caso de uma eventual desistência, o valor, somado a juros, multas e correção monetária, chegaria aos R$ 80 milhões, como foi publicado no mês de dezembro do ano passado pelo CORREIO, seria cobrado da empresa pelo governo baiano. Jogo na prorrogação No calor do período eleitoral, o governo baiano garantiu o financiamento de R$ 120 milhões para a construção da fábrica da JAC Motors em Camaçari, através da Desenbahia, que bancaria a operação com recursos próprios e do Bndes. Até hoje, nada. O total de recursos representa 30% das receitas da Desenbahia este ano, segundo o orçamento do governo. A instituição financeira diz que o volume de recursos em questão é elevado e que precisa fazer uma análise de crédito criteriosa. O processo está andando, informa a assessoria de imprensa da Desenbahia, lembrando que uma comitiva do banco esteve na China para conhecer a sede da empresa em novembro do ano passado. Na época se dizia que os recursos seriam liberados até o fim de 2014 e que a fábrica, estimada em R$ 1 bilhão, estaria pronta no primeiro semestre de 2016, como publicou o blog Farol Econômico no dia 3 de novembro. A JAC Motors no Brasil disse, também através da assessoria de imprensa, que o financiamento é o último entrave para o início das obras.


Balança e cai A crise na balança comercial da Bahia se agravou no início deste ano, provocada por queda nas exportações e aumento de importações. Após um rombo de US$ 215 milhões em dezembro, o saldo negativo da balança em janeiro aumentou mais um pouco, chegando aos US$ 347 milhões em janeiro, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior (Mdic). Na comparação com o primeiro mês de 2014 – quando o saldo foi negativo em US$ 78 milhões – o rombo nas contas externas daqui cresceu 4,5 vezes. As cinco principais empresas exportadoras baianas – Braskem, Petrobras, Paranapanema, Bahia Sul Celulose e Veracel – reduziram o volume de vendas no exterior, apesar das melhorias nas condições cambiais. Um problema e tanto para uma economia dependente das exportações. (Coluna publicada na edição do dia 22 de fevereiro no jornal CORREIO)


Clipping Aumento da gasolina faz consumidores apertarem o cinto 5091943 - NOSSA METRÓPOLE - WEB - WEB - 23/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=dNwQ8kFmM9RZHvqtd4SbfMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.nossametropole.com.br/aumento-da-gasolina-faz-consumidores-apertarem-ocinto/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5091943.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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seg , 23/02/2015 às 08:47

Aumento da gasolina faz consumidores apertarem o cinto 0 O aumento de R$ 0,22 por litro da gasolina e de R$ 0,15 por litro do diesel, que começou a valer este mês, já pesa no bolso do consumidor. Para dar conta da diferença, que nas bombas dos postos chegou a R$ 0,35 por litro, segundo o Sindicato de Postos de Combustíveis da Bahia (Sindicombustíveis Bahia), tem gente fechando o bolso e até abrindo mão do carro por conta dos altos custos para rodar e manter um veículo.

A comunicóloga Maria Ribeiro, por exemplo, radicalizou e resolveu vender seu Nissan March por conta dos gastos que tinha com o veículo. “Os custos de manutenção são muito altos. Por mês, gasto R$ 900 com o meu veículo, somando revisão, estacionamento e combustível, além do seguro”, afirma.

A partir de agora, ela só sai de casa de ônibus ou táxi. “Como não tenho necessidade de sair todo dia, realmente cheguei à conclusão de que ficar sem carro por um tempo é a melhor alternativa. Ele só tem me dado despesa”, disse.

Peso Para não ficar no sufoco, a advogada Fernanda Galdino também prevê alguns cortes no orçamento, já que gasta, em média, oito tanques de combustível durante o mês. “Ar­condicionado, tanto em casa como no carro, só vou usar quando for extremamente necessário. Também vou deixar de jantar e almoçar fora”, conta. “Além disso, troquei a empregada doméstica por diarista e vou reduzir o valor que eu gasto para lavar o carro, que chega a R$ 60. Agora lavar fora de casa só quando ele estiver na lama”, diz.

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Com audiências na região metropolitana e em municípios vizinhos a Salvador, como Camaçari, Serrinha e Santo Antônio de Jesus, o custo com combustível chega a até R$ 1.280. Fernanda ainda paga entre R$ 10 e R$ 30 para estacionar o veículo. “Já vi que vou ter que trabalhar mais para cobrir o custo desse aumento na gasolina e conseguir pagar tudo isso”, prevê.

Fernanda já começou a calcular o impacto no orçamento e a buscar forma de economizar. “Eu e meus colegas estamos organizando uma ‘carona amiga’ pelo grupo do WhatsApp. Cada semana vejo quem vai ter audiência no mesmo local e fazemos revezamento”, aponta.

Bicicleta A pergunta sobre como irá manter o carro rodando, com a gasolina custando até R$ 3,69 por litro, também não sai da cabeça da estudante de Direito Débora Muhana. Ela já se decidiu: vai andar de carro apenas nos trajetos mais distantes. “Vou comprar uma bicicleta para me locomover para todos os trajetos próximos, como academia ou banco”, comenta.

Antes do reajuste, a estudante gastava R$ 350 mensalmente apenas com combustível. “Pelas minhas contas, isso iria aumentar para R$ 450. Por isso resolvi economizar o máximo possível. A bike vai ser a minha melhor amiga”, conta. Além da gasolina, ela, assim como qualquer consumidor que possui carro, tem gastos anuais com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), manutenção e seguro. “Se levar em consideração tudo isso, as despesas somam mais de R$ 3.500”, revela. Ao que tudo indica, o uso da bike para o transporte será mais frequente, já que podem vir mais gastos por aí.

Mais aumentos Segundo o presidente do Sindicombustíveis Bahia, José Augusto Costa, o preço do combustível deve passar por mais variações até o final do primeiro semestre. “Ainda neste mês de fevereiro deve aumentar o índice do etanol na gasolina. Como o preço do etanol subiu mais do que o da gasolina, há possibilidade de haver mais um reajuste”, afirma.

Além disso, ele lembra que em abril haverá o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na Bahia, o que deve deixar a gasolina pelo menos R$ 0,10 mais cara, estima. “Também teremos, a partir do dia 1º de março, a cobrança do reajuste do Cide. Na compensação com o Cofins, se o governo resolver aumentar a margem, pode existir um acréscimo que será repassado para o consumidor”, diz.

Orçamento Esses reajustes podem prejudicar, e muito, o administrador Pedro Araújo, que compromete 10% do seu salário com gastos que envolvem seu carro. Ele, inclusive, acabou de pagar R$ 500 só com a revisão do seu veículo. “Rodei Salvador inteira para achar uma revisão mais em conta, prevendo o impacto desse aumento”, conta.

A preocupação de não gastar tanto está ainda maior: “Infelizmente, pagar por isso é inevitável. Não tem como ficar sem carro”, garante. Araújo consome dois tanques e meio mensalmente, gastando R$ 300 no total. Após o reajuste, ele calcula que deve gastar mais R$ 50 por tanque de gasolina que encher. “Vou evitar a todo custo distâncias longas. Acabou final de semana na praia de Ipitanga. Vou até Jaguaribe, que é perto de casa e dá pra fazer o trajeto andando”, diz.

Proprietária de um Fiesta 1.6, a administradora de empresas Aline Góes gasta com gasolina R$ 240 por mês. “Eu abastecia com R$ 60 reais e ficava com três quartos do tanque cheio. Nesta semana coloquei o mesmo valor e deu menos de meio tanque. Agora, devo gastar muito mais, quase R$ 300”, estima.

Custo dobrado Dois carros na garagem vão duplicar o valor da gasolina no orçamento do analista de sistemas Marcel Ferreira. O Fiat Bravo e o Celta da esposa, Giselle Ferreira, somam, em média, cinco tanques e meio por mês. Como costumam viajar com um dos carros duas vezes por mês, o consumo aumenta em mais dois tanques. Na soma, isso significa um gasto de até R$ 1 mil. “Não tenho muito o que fazer. A economia a gente já faz normalmente durante o mês. Na verdade, o reajuste vai afetar a nossa poupança. Vai sobrar menos”, revela.

O analista de sistemas costuma trocar os pneus dos dois carros sempre no inicio do ano, mas empurrou a substituição para o mês de julho. “Os pneus dos dois carros saem por R$ 1.100. Não posso repetir o mesmo erro de falta de organização cometido pelo governo nas minhas finanças”, diz.


Mercado As concessionárias, entretanto, não estão preocupadas com a diminuição das vendas de veículos. “O reflexo existe no consumo do combustível e não na compra do carro. O principal fator que determina a compra do veículo é a necessidade, seja de locomoção ou de transporte de cargas”, afirma o vice­ presidente regional da Federação Nacional de Veículos Automotores (Fenabrave­BA), Luiz Pimenta.

Segundo ele, quem quer adquirir um veículo não vai deixar de comprá­lo por conta do aumento do preço da gasolina. “O consumidor vai economizar, vai deixar de viajar, vai gastar menos no combustível, mas não vai deixar de comprar. Com o tempo, vai se adaptar”, complementa.

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan Yabiku Junior, também compartilha da mesma opinião: “Qualquer aumento no custo tem um impacto no orçamento do consumidor, mas não afeta nem um pouco a decisão de compra e nem a indústria”.

Economista recomenda cortes para segurar peso do aumento De acordo com o educador financeiro Edísio Freire, a solução para segurar o reajuste da gasolina está na eliminação das “gordurinhas” presentes no orçamento. “Cortar todo tipo de excesso no final das contas vai fazer uma diferença muito grande que pode garantir o equilíbrio, mesmo com os reajustes que estão sendo feitos”.

Por experiência própria, ele diz que é possível reduzir até 30% dos gastos só com o corte do que é exagero ou desperdício. “Existem situações do dia a dia em que nós perdemos a noção de que estamos gastando. Quando você passa a controlar esses itens e fazer um policiamento com relação às pequenas coisas, a diferença é grande”. Freire recomenda que o consumidor experimente anotar o quanto gasta e em que gasta por dia. “No final do mês, você faz uma avaliação e vai ver muita coisa que pode ser eliminada”.

Fora isso, o educador financeiro dá algumas dicas, principalmente com relação às compras no supermercado e às promoções: “Evite levar crianças, para não cair na tentação e comprar o que não precisa. E se vir alguma promoção, mesmo que o produto esteja realmente mais barato, pondere a real necessidade de adquiri­lo naquele momento”, aconselha Edísio Freire, que complementa: “Não abra mão também das pesquisas de preço. As ofertas são muito pontuais. Em um supermercado que as verduras estejam mais em conta, o preço da carne pode estar mais caro”.

Outro custo que tem um impacto muito grande no orçamento, principalmente com as novas bandeiras tarifárias, é a conta de energia. “É uma economia que vai ser essencial para manter o orçamento doméstico no controle. A energia vai passar a ser uma das despesas fixas mais caras do orçamento”. Atitudes simples, como tirar aparelhos da tomada e diminuir o tempo no banho, serão determinantes.

Fonte: Correio 24 Horas


Clipping Novo Ka mostra mais disposição com o desenho mundial da Ford 5092009 - FOLHA DE PERNAMBUCO - RECIFE - PE - 23/02/2015 - Pág 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x7+d2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/c7ab4728acb3909b34df60755f85d1 ab?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1425283515&Signature=RZV2 Tz7QOxHFS3DeIyPCRWW19VU%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: RECIFE Estado: PE País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092009.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 302,90 Fechamento: 02/15 Tiragem: 35000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 302,90 Total: 0,0000



Clipping Busca por veículos na internet cresceu 33%, aponta WebMotors 5092010 - O DIÁRIO DE MARINGÁ - WEB - WEB - 21/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x79qJoxYLFL7nMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://maringa.odiario.com/veiculos/2015/02/busca-por-veiculos-na-internet-cresceu-33aponta-webmotors/1277909/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092010.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 12,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 1604465,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 12,00 Total: 0,0000


TOMADA DA DECISÃO PASSA POR PESQUISA

Busca por veículos na internet cresceu 33%, aponta WebMotors / 21/02/2015 às 02:00 ­ Atualizado em 21/02/2015 às 02:00 TWITTER

FACEBOOK

Consumidores estão cada vez mais conectados até mesmo ao comprar um veículo. Mesmo com o mercado de novos em baixa, com retração de 6,7%, segundo a Fenabrave, as buscas online cresceram 33,2%, em 2014, conforme levantamento do WebMotors. A busca por veículos novos subiu 26,4%, enquanto a de usados cresceu ainda mais: 55% em relação a 2013. O aumento de usuários mobile tem contribuído para esta expansão. "O consumidor já consegue anunciar e vender o seu veículo apenas utilizando o smartphone, de forma rápida e confiável", conta Fernanda Gasciarino Lagroteria, responsável pelas áreas de Produtos, User Experience e Marketing do WebMotors.


Clipping E-commerce de automóveis cresce 33,2% em 2014 5092011 - DECISION REPORT - WEB - WEB - 09/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x7+9iExaCi+0d8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from%5Finfo%5Finde x=9&infoid=18387&sid=5 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Decision Report Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092011.pdf

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E­commerce de automóveis cresce 33,2% em 2014

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Consumidores estão cada vez mais conectados até mesmo na hora de comprar um veículo. Mesmo com o mercado de zero quilômetro em baixa, com retração de 6,7%, segundo números da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), as buscas online tiveram aumento de 33,2%, em 2014, segundo um levantamento do portal WebMotors.

Comentário Risk Report Executive Report

De acordo com o estudo, a busca por veículos novos subiu 26,4%, enquanto no segmento de usados o crescimento é ainda mais expressivo, de 55% em relação a 2013. Esta tendência de mudança de comportamento dos consumidores também se reflete na análise do estoque do WebMotors. Comparado a 2013, a quantidade de ofertas no site teve crescimento de 11,6%, o que indica que o consumidor tem optado mais pelo meio eletrônico para a compra e venda de automóveis. Recente levantamento realizado pela Fenabrave reforça a importância da internet no mercado. O estudo revelou que 96% das pessoas que compram um automóvel fazem pesquisas online antes da aquisição.

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Dell desenvolve novo storage Flash

SI para além do bem e do mal * Rodrigo Fragola

Para Rodrigo Fragola, presidente da Aker Security Solutions, o profissional de segurança deve encarar o hacktivismo e o crime como duas facetas de um mesmo contexto gerador de medo e sensação de impotência na sociedade

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Clipping Oito notícias importantes dos mercados brasileiro e mundial de veículos 5092012 - MOTOR CLUBE - WEB - WEB - 19/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x791WPrvhcA3f8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.motorclube.com.br/materias/oito-noticias-importantes-dos-mercados-brasileiro-emundial-de-veiculos.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092012.pdf

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Oito notícias importantes dos mercados brasileiro e mundial de veículos publicado em 20/02/2015 Conheça oito notícias importantes do mercado de veículos no Brasil e no mundo.

1) A Volkswagen foi a montadora que mais vendeu carros de passeio no mundo todo em 2014, ultrapassando a japonesa Toyota que a quatro anos consecutivos foi a líder global em vendas. Novo Gol duas portas (papel1) 1024x768 1280x1024 1600x1200

VW Gol Rallye 2015 1024x768 1280x1024 1600x1200

2) No desempenho global do setor automotivo, a China manteve o 1º lugar em vendas de carros e comerciais leves em 2014 (21.004.688 unidades), os EUA ficaram em 2º lugar (16.517.204 unidades), o Japão ficou em 3º (5.562.887 unidades) e o Brasil em 4º lugar (3.328.958 unidades). Alemanha e Índia ficaram em 5º e 6º lugar, respectivamente (3.261.376 e 2.889.595 unidades). 3) As vendas de automóveis e comerciais leves recuaram 6,91% no Brasil em 2014, comparado ao ano de 2013. De acordo com estudos da Fenabrave, o ano de 2015 também não será muito bom para o mercado de veículos, devido à recessão econômica atual. 4) Além de recuo nas vendas brasileiras, a produção de veículos também diminuiu em 2014: uma queda de 15,3% em comparação ao ano anterior. As exportações de veículos fabricados aqui também baixaram em 40,9% ano passado, principalmente por causa da queda no mercado argentino. 5) O primeiro mês de 2015 apresentou queda nas vendas de 30% devido à volta da cobrança do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Foram emplacados 243.904 veiculos em janeiro, contra 353.581 unidades em dezembro de 2014. 6) A Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) divulgou uma queda de 14,3% nas vendas de importados em relação a 2013. Os modelos importados mais vendidos em 2014 das marcas associadas foram o Kia Sportage (10.380 unidades) e o BMW Série 3 (7.395 unidades). 7) Toyota Corolla foi o veículo mais vendido em todo o mundo em 2014 (1.223.253 unidades), saindo na frente do Ford Focus, 2º colocado, e do 3º colocado: Volkswagen Golf. No Brasil, o Corolla ganhou uma nova geração e voltou para a liderança do segmento, antes ocupado pelo Honda Civic. 8) O Volkswagen Gol, líder no mercado brasileiro por 27 anos, perdeu o posto de mais vendido em 2014 para o Fiat Palio, por apenas 385 unidades de diferença.


Clipping Setor de Transporte de Cargas sofre com medidas do governo federal 5092013 - INTELOG - WEB - WEB - 20/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x78/LTaVk/dxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=53 8090&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=767354&Titulo=Setor%20de%20Trans porte%20de%20Cargas%20sofre%20com%20medidas%20do%20governo%20federal Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092013.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Setor de Transporte de Cargas sofre com medidas do governo federal

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Inúmeras medidas adotadas recentemente pelo governo federal têm afetado os transportadores rodoviários de carga. De acordo com a FETRANSPAR (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná) o setor enfrenta muitas dificuldades. “Os transportadores estão indignados com esse governo. São contabilizados prejuízos para as empresas por conta do alto preço do combustível, do aumento de juros e do impacto da Lei n.º 12.619, que determina a jornada de trabalho dos motoristas”, destaca o presidente da FETRANSPAR, Sérgio Malucelli. Nesse mês foram anunciadas as novas regras do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para financiar caminhões. Entre elas está o aumento de juros e diminuição do porcentual do bem a ser financiado. “Isso só acentuará um problema que estamos já estamos enfrentando que é a queda no mercado de veículos pesados. A empresas encontram impasses na hora de renovar suas frotas e precisam repassar esse custo aumentando o frete ou, até mesmo, tomar atitudes mais drásticas como reduzir a frota”, lamenta Malucelli; Entre as mudanças que entraram em vigor em janeiro deste ano com relação ao PSI estão o aumento dos juros de 6% ao ano para 9% ao ano (para caminhoneiros), 9,5% para pequenas e médias empresas e 10% para empresas de grande porte. Até dezembro, o banco financiava 100% do valor do caminhão com juros subsidiados. Agora, o porcentual é de 50% para grandes empresas e 70% para os demais públicos. Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) apontam que as vendas de caminhões no mercado brasileiro atingiram 137.054 unidades em 2014 contra as 154.554 comercializadas em 2013, o que representou uma queda de 11,32%. Em janeiro de 2015 foram vendidos 7.674 caminhões no Brasil contra 13.697 em dezembro de 2014, uma redução de 44%. Em relação a janeiro do ano passado, quando foram vendidas 10.716 unidades, a queda é de 40%. Por Aline Cambuy

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Clipping Mercado de caminhões deve encolher ao menos 14% 5092014 - CARGA PESADA - WEB - WEB - 22/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x796oYpLWUHQRsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://cargapesada.com.br/revista/2015/02/22/mercado-de-caminhoes-deve-encolher-aomenos-14/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092014.pdf

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Mercado de caminhões deve encolher ao menos 14%

Presidente da Fenabrave diz que primeiro semestre será “dificílimo” e o segundo será “difícil”, guardando as esperanças para 2016 Nelson Bortolin Revista Carga Pesada Mais do que as novas regras do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o financiamento de caminhões, a situação econômica do País é responsável pela paralisia nas vendas das concessionárias pelo País. “Se tem PIB (Produto Interno Bruto) você vende caminhão. Se não tem, não vende”, afirma Alarico Assumpção Júnior, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as revendas. Em entrevista exclusiva à Carga Pesada, ele afirma que a entidade trabalha com uma perspectiva de que sejam vendidos 14% menos caminhões neste ano na comparação com 2014. “Teremos um primeiro semestre dificílimo e um segundo semestre difícil”, avisa. Confirmada a projeção, serão vendidos 117,8 mil caminhões em 2015, a pior situação desde 2009, em plena crise financeira mundial, quando as vendas ficaram em 109 mil unidades. O ano começou muito ruim. Em janeiro foram vendidos apenas 7.674 caminhões — queda de 44% na comparação com dezembro de 2014 e de 28% em relação ao mesmo mês do ano passado. “O governo tem que fazer a roda andar. Hoje, nosso principal pedido, como instituição do setor, é que faça o país crescer”, afirma Alarico. Mas não há esperança de que isso ocorra ainda em 2015. “A nova equipe econômica já deu os parâmetros, o patamar do que será a situação econômica do Brasil: inflação alta, juros altos, endividamento familiar, crédito extremamente restrito e selecionado, tudo isso dificulta”, declara. Para o presidente, as medidas são necessárias, já que “o paciente (Brasil) está doente”. “É uma ponte que nós lamentavelmente teremos de atravessar.” Com as previsões do mercado de um crescimento zero ou negativo do PIB em 2015, Alarico guarda as esperanças para o ano que vem. “Você tem que tomar esse remédio amargo agora para, a partir de 2016, nós termos, ainda que simbolicamente ou modestamente, uma retomada do crescimento”, destaca. Finame O presidente da Fenabrave considera que o mercado terá de conviver com as novas regras do BNDES. E diz que o

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Finame/PSI ainda oferece os juros mais baratos para se adquirir caminhões no Brasil. Ele ressalta que o Finame é um programa permanente, mas que o PSI é temporário. Foi criado para o governo enfrentar a crise econômica de 2008 e foi prorrogado até hoje. “E o mercado se acomodou. A população compradora de veículos pelo PSI se acostumou com juros deflacionados”, ressalta. Na opinião de Alarico, com o mercado de caminhões novos em retração, as concessionárias terão de dar atenção especial ao pós-venda. “Pela lógica, quanto menos caminhão novo se vende, mais peças e serviços você vai prestar e vender. Porque o estoque de caminhões em circulação precisa estar adequado para transportar”, afirma. De acordo com ele, a orientação da Fenabrave para as concessionárias é de “equilibrarem” suas operações. “Não estou sugerindo que façam cortes. Muito pelo contrário. Temos de reter talentos que estão conosco. Isto faz parte de um patrimônio. É a qualificação de gestão de nossa atividade”, declara. Mas, na visão dele, não se pode descartar medidas mas drásticas. “Temos de buscar o equilíbrio. Se temos um carro para levar quatro pessoas, não temos como levar seis, lamentavelmente”, declara. “Este é o cenário. Eu queria dar uma notícia melhor, mas só se eu inventasse. Tenho certeza que dias melhores virão”, complementa. Clique aqui e veja entrevistas com as concessionárias.

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Clipping Momento é propício para comprar carro zero 5092015 - DIÁRIO DO NORDESTE - WEB - WEB - 23/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x78oYNz39axWCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/momento-e-propicio-paracomprar-carro-zero-1.1227263 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092015.pdf

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Momento é propício para comprar carro zero 23.02.2015

Mercado estima que há estoque suficiente para a oferta de veículos com facilidades até meados de abril 0

FACEBOOK Se você programou a compra de um carro zero quilômetro para este início de ano, esta é a hora. Montadoras e revendedoras estão fazendo de tudo para desovar seus estoques. O principal atrativo ainda é a manutenção do preço do veículo com o IPI reduzido. Mas também há ofertas com descontos que passam de 10% sobre o preço sugerido pela fábrica. As ofertas refletem o fraco ritmo de vendas.

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"A hora é essa mesmo porque ainda temos alguns carros em estoque com IPI antigo. Está havendo muitas promoções em quase todas as concessionárias", informa.

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23Fev | 10h42

23Fev | 10h42

Membros do MST ocupam Palácio da Abolição 23Fev | 10h39

Mas o preço menor em virtude do IPI mais baixo é apenas um dos itens a ser avaliados no momento da compra. Além da prestação mensal, um carro zero gera outros gastos, como manutenção, IPVA, seguros, licenciamento e até possíveis multas.

200 famílias ocupam prédio abandonado dos Correios em Fortaleza

Dica é planejar

Turquia diz que incursão militar na Síria conteve possível ataque a soldados

É indicado, então, refletir sobre a real necessidade de comprar um zero e sua capacidade financeira. A dica é planejar, seja a compra de um zero ou a troca de um usado por novo.

23Fev | 10h26

Se optar por um carro zero e tiver dinheiro disponível para comprar à vista, você poderá aproveitar as promoções de fábricas e concessionárias, como IPVA grátis. Se a escolha for por um seminovo, você poderá tirar proveito dos preços menores. Se faltar dinheiro para a compra, é possível fazer um financiamento. Mas, para isso, é preciso ter dinheiro para dar uma boa entrada, pelo menos 20% do valor do veículo, por causa das atuais restrições ao crédito. Negociar juros É importante negociar também as taxas de juro. As taxas não são fixas e podem variar de acordo com o perfil do cliente, das condições de pagamento e até do modelo do carro. Além disso, precisa ter cuidado para que a parcela caiba em seu orçamento. Convém não comprometer mais de 30% de seu ganho líquido.

23Fev | 10h35

Janeiro registra 168.944 tentativas de fraude contra o consumidor

TWITTER


Vale ainda tentar reduzir o número de prestações. Quanto menor a quantidade de parcelas, menor será a taxa de juros. Você deve ter também uma reserva para as despesas extras, como documentação, licenciamento, IPVA e seguro.

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Clipping Hyundai descarta venda do novo ix35 no Brasil 5092016 - FOLHA DE S.PAULO - SÃO PAULO - SP - 22/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x79QT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/209173-hyundai-descarta-venda-do-novo-ix35-nobrasil.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092016.pdf

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Clipping Hyundai descarta venda do novo ix35 no Brasil 5092017 - FOLHA DE S.PAULO ONLINE - WEB - WEB - 22/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x7/zFXM5gLiwO8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/209173-hyundai-descarta-venda-do-novo-ix35-nobrasil.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092017.pdf

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Clipping Setor de Transporte de Cargas sofre com medidas do governo federal 5092079 - GUIA DO TRANSPORTADOR - WEB - WEB - 20/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x7+CQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.guiadotrc.com.br/noticias/noticiaid.asp?id=29014&areas=not Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092079.pdf

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Aumento do combustível, maior taxa de juros e Lei n.º 12.619 afetam os transportadores e fazem subir o frete Inúmeras medidas adotadas recentemente pelo governo federal têm afetado os transportadores rodoviários de carga. De acordo com a FETRANSPAR (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná) o setor enfrenta muitas dificuldades. “Os transportadores estão indignados com esse governo. São contabilizados prejuízos para as empresas por conta do alto preço do combustível, do aumento de juros e do impacto da Lei n.º 12.619, que determina a jornada de trabalho dos motoristas”, destaca o presidente da FETRANSPAR, Sérgio Malucelli. Nesse mês foram anunciadas as novas regras do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para financiar caminhões. Entre elas está o aumento de juros e diminuição do porcentual do bem a ser financiado. “Isso só acentuará um problema que estamos já estamos enfrentando que é a queda no mercado de veículos pesados. A empresas encontram impasses na hora de renovar suas frotas e precisam repassar esse custo aumentando o frete ou, até mesmo, tomar atitudes mais drásticas como reduzir a frota”, lamenta Malucelli; Entre as mudanças que entraram em vigor em janeiro deste ano com relação ao PSI estão o aumento dos juros de 6% ao ano para 9% ao ano (para caminhoneiros), 9,5% para pequenas e médias empresas e 10% para empresas de grande porte. Até dezembro, o banco financiava 100% do valor do caminhão com juros subsidiados. Agora, o porcentual é de 50% para grandes empresas e 70% para os demais públicos. Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) apontam que as vendas de caminhões no mercado brasileiro atingiram 137.054 unidades em 2014 contra as 154.554 comercializadas em 2013, o que representou uma queda de 11,32%. Em janeiro de 2015 foram vendidos 7.674 caminhões no Brasil contra 13.697 em dezembro de 2014, uma redução de 44%. Em relação a janeiro do ano passado, quando foram vendidas 10.716 unidades, a queda é de 40%.

FONTE: Assessoria de Imprensa Fetranspar

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LEIA MAIS 3 planilhas para quem quer ser promovido Empresa declara guerra ao e‐mail e ganha em produtividade 8ª Turma do TRT‐MG invalida dispensa por justa causa de empregado alcoólatra Novas regras exigem cuidados redobrados no envio das informações, por Sergio Ferreira Pantaleão JT mantém justa causa aplicada a empregado por faltas injustificadas ao trabalho Kátia Abreu quer isenção de frete para fertilizantes Conselho do FI‐FGTS aprova aporte na Dutra A partir do dia 17/07 o pedágio na BA‐093 tem novas tarifas. 47% dos motoristas fiscalizados em Igaraçu do Tietê estão irregulares MGO Rodovias completa seis meses de recuperação da BR‐050 ﴾GO/MG﴿

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Clipping Volta do IPI eleva em 20% vendas de carros seminovos em Dourados 5092080 - PROGRESSO - WEB - WEB - 19/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x78JVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.progresso.com.br/dia-a-dia/volta-do-ipi-eleva-em-20-vendas-de-carros-seminovos Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092080.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


19/02/2015 17h49 ­ Atualizado em 19/02/2015 17h49

Volta do IPI eleva em 20% vendas de carros seminovos em Dourados Empresários afirmam que itens de série obrigatórios como airbag e freios ABS deixaram os modelos 0km mais caros Marcos Santos Do Progresso

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Garagens de Dourados comemoram aumento de até 20% nas vendas de veículos seminovos em janeiro e setor aposta em manutenção do ritmo de negócios também para os próximos seis meses. (Foto: Hédio Fazan)

O mercado de carros seminovos está em alta em Dourados e os empresários do setor já apostam em faturamento sustentável pelos próximos seis meses. A euforia se sustenta no aumento médio de 20% nas vendas no mês de janeiro em comparação com dezembro, graças ao fim do desconto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e, também, na obrigatoriedade de itens de série como airbag e freios ABS nos carros novos. A situação só não


é melhor, apontam os empresários, porque o governo elevou o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF) nos financiamentos bancários e existe uma insegurança em relação ao comportamento da economia nos próximos meses. A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) revela que, em números gerais, o comércio de seminovos registrou aumento de 6,5% no Brasil em 2014, melhor desempenho desde 2011. Essa constatação revela que os empresários douradenses vivem um momento privilegiado, já que somente no mês de janeiro as lojas de veículos seminovos registraram aumento médio de 20% nas vendas, na comparação com o mês anterior. O empresário Marcelo Vardasca, proprietário da Vardasca Veículos, enfatiza que comprar um carro zero quilômetro deixou de ser vantajoso para o consumidor. “Dependendo do modelo e da marca, o carro 0km perde até 20% do valor de mercado nos primeiros meses, de forma que um carro de luxo que custaria R$ 100 mil na concessionária pode ser encontrado por até R$ 80 mil numa loja de seminovo com apenas um ano de uso”, explica Vardasca. “Contudo, alguns modelos de alto padrão com dois ou três anos de uso e que têm pouco giro de vendas, chegam a apresentar diferença de até 40% no preço praticado pela concessionária”, relata. Marcelo Vardasca ressalta que, por lei, os veículos seminovos vendidos nas lojas devem oferecer garantia mínima de três meses para motor e câmbio. “Mas o mercado também busca proporcionar cada vez mais segurança ao consumidor, como garantia de procedência do veículo seminovo, documentação e assessoria no financiamento bancário”, enfatiza. “O mais importante é que ao comprar um seminovo, o cliente paga o preço real de mercado e não perde na hora de revender o veículo”, finaliza Marcelo Vardasca. O empresário Francisco de Salles Bezerra, da Salles Automóveis, explica que o consumidor que opta por um seminovo ganha quando compra e perde menos quando vende. “Um modelo 0km pode perder até 20% do valor de mercado em poucos meses, enquanto o seminovo demora mais tempo para desvalorizar”, ressalta. “Dessa forma, um carro que custa R$ 45 mil na concessionária pode ser adquirido nas lojas de seminovos por até R$ 38 mil, isso com um ano ou menos de uso”, revela o empresário. A Salles Automóveis também apurou aumento médio de 20% nas vendas no mês de janeiro na comparação com dezembro de 2014. “Foi muito satisfatório e apostamos nessa tendência de alta para os próximos meses, mesmo porque o crédito continua disponível e quem tiver um bom cadastro bancário pode ter o financiamento aprovado na hora, sem burocracia e com taxa de juro atraente”, conclui. “As outras vantagens são as garantias que o setor já proporciona aos consumidores, o que tem gerado maior satisfação para os clientes”, finaliza Salles. Para o empresário Halison da Silva Gondim, da Vabenne Veículos, o aumento nas vendas de seminovos no mês de janeiro já era esperado em virtude do fim do desconto do IPI para carros novos, bem como do aumento nos preços em virtude da reposição da inflação e dos itens obrigatórios de série como os freios ABS e o airbag para carros 0km. “Os juros também subiram junto com a tabela de preços das concessionárias, fazendo com que o consumidor que pretendia comprar um carro novo migrasse para o seminovo onde a perda do valor de mercado é muito menor”, analisa Gondim.


Clipping Novas regras do PSI paralisam mercado de caminhões 5092081 - NOTÍCIAS AGRÍCOLAS - WEB - WEB - 20/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x7+E2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/152506-novas-regras-do-psiparalisam-mercado-de-caminhoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092081.pdf

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Novas regras do PSI paralisam mercado de caminhões Publicado em 20/02/2015 15:11 e atualizado em 22/02/2015 06:44

“Do jeito que o governo está agindo, ele vai cortar pela metade o número de concessionárias de caminhões no Brasil.” A declaração é do gerente comercial da Konrad (concessionária Ford) no Paraná, Fernando Xavier Mourão. Ele se refere às novas regras do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). O prognóstico de Mourão pode parecer apocalíptico, mas revela o clima atual na rede distribuidora. “O governo deixou R$ 30 bilhões para o PSI. Esse foi o dinheiro que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deu no final de outubro do ano passado para complementar os negócios de novembro e dezembro. Ou seja, a verba que foi gasta em dois meses em 2014 terá de atender todo o ano de 2015”, reclama. Com pouco dinheiro disponível, os bancos ficam mais rigorosos e os negócios andam a passos de tartaruga. Em sua loja, Mourão vendeu 11 caminhões em janeiro e apenas 3 em fevereiro (até dia 19). “Eu preciso vender de 30 a 40 por mês para pagar as contas e faturar um pouco”, declara. Segundo ele, em todo o País somente 158 caminhões haviam sido faturados na primeira quinzena de fevereiro, informação que a reportagem ainda não conseguiu confirmar com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O gerente explica que a Konrad está buscando outras linhas para impulsionar os negócios. “O problema é que é difícil convencer o brasileiro, que ficou os últimos cinco anos comprando caminhão com taxas subsidiadas, a pagar mais juros”, afirma. Leia a notícia na íntegra no site da Revista Carga Pesada. Fonte: Revista Carga Pesada


Clipping Setor de Transporte de Cargas sofre com medidas do governo federal 5092082 - FETRANSPAR - WEB - WEB - 20/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x78l3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.fetranspar.org.br/noticias/not_abre.asp?fcodi=5191 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092082.pdf

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Setor de Transporte de Cargas sofre com medidas do governo federal Inúmeras medidas adotadas recentemente pelo governo federal têm afetado os transportadores rodoviários de carga. De acordo com a FETRANSPAR (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná) o setor enfrenta muitas dificuldades. “Os transportadores estão indignados com esse governo. São contabilizados prejuízos para as empresas por conta do alto preço do combustível, do aumento de juros e do impacto da Lei n.º 12.619, que determina a jornada de trabalho dos motoristas”, destaca o presidente da FETRANSPAR, Sérgio Malucelli. Nesse mês foram anunciadas as novas regras do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para financiar caminhões. Entre elas está o aumento de juros e diminuição do porcentual do bem a ser financiado. “Isso só acentuará um problema que estamos já estamos enfrentando que é a queda no mercado de veículos pesados. A empresas encontram impasses na hora de renovar suas frotas e precisam repassar esse custo aumentando o frete ou, até mesmo, tomar atitudes mais drásticas como reduzir a frota”, lamenta Malucelli.

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Entre as mudanças que entraram em vigor em janeiro deste ano com relação ao PSI estão o aumento dos juros de 6% ao ano para 9% ao ano (para caminhoneiros), 9,5% para pequenas e médias empresas e 10% para empresas de grande porte. Até dezembro, o banco financiava 100% do valor do caminhão com juros subsidiados. Agora, o porcentual é de 50% para grandes empresas e 70% para os demais públicos. Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) apontam que as vendas de caminhões no mercado brasileiro atingiram 137.054 unidades em 2014 contra as 154.554 comercializadas em 2013, o que representou uma queda de 11,32%. Em janeiro de 2015 foram vendidos 7.674 caminhões no Brasil contra 13.697 em dezembro de 2014, uma redução de 44%. Em relação a janeiro do ano passado, quando foram vendidas 10.716 unidades, a queda é de 40%. Fonte: (Aline Cambuy ­ ACCOM ­ Assessoria de Imprensa da FETRANSPAR) ­ 20/02/2015

FETRANSPAR ­ Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná Fone: 41 3333­2900 Fax: 41 3333­9122 E­mail: fetranspar@fetranspar.org.br Desenvolvimento: valterborges.com.br


Clipping Novas medidas do PSI paralisam mercado de caminhões 5092083 - GUIA DO TRANSPORTADOR - WEB - WEB - 20/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x78hIMk8ZpB6o8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.guiadotrc.com.br/noticias/noticiaid.asp?id=29012&areas=not Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092083.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

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Reflexo das novas regras já está atingindo as concessionárias que, com as vendas em queda, não conseguem obter lucro esperado. “Do jeito que o governo está agindo, ele vai cortar pela metade o número de concessionárias de caminhões no Brasil.” A declaração é do gerente comercial da Konrad (concessionária Ford) no Paraná, Fernando Xavier Mourão. Ele se refere às novas regras do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). O prognóstico de Mourão pode parecer apocalíptico, mas revela o clima atual na rede distribuidora. “O governo deixou R$ 30 bilhões para o PSI. Esse foi o dinheiro que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deu no final de outubro do ano passado para complementar os negócios de novembro e dezembro. Ou seja, a verba que foi gasta em dois meses em 2014 terá de atender todo o ano de 2015”, reclama. Com pouco dinheiro disponível, os bancos ficam mais rigorosos e os negócios andam a passos de tartaruga. Em sua loja, Mourão vendeu 11 caminhões em janeiro e apenas 3 em fevereiro (até dia 19). “Eu preciso vender de 30 a 40 por mês para pagar as contas e faturar um pouco”, declara. Segundo ele, em todo o País somente 158 caminhões haviam sido faturados na primeira quinzena de fevereiro, informação que a reportagem ainda não conseguiu confirmar com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O gerente explica que a Konrad está buscando outras linhas para impulsionar os negócios. “O problema é que é difícil convencer o brasileiro, que ficou os últimos cinco anos comprando caminhão com taxas subsidiadas, a pagar mais juros”, afirma. Mesmo que o cliente consiga um financiamento pelo BNDES, as regras não são mais atrativas como no ano passado. Os juros subiram de 6% ao ano (para todos os públicos) para 9% ao ano (para caminhoneiros), 9,5% (para pequenas e médias empresas), e 10% (para grandes empresas). E a participação do banco estatal, que chegava a 100% do valor do bem, baixou para 50% no caso das grandes empresas e 70% para os demais públicos. O banco também passou a exigir 10% de entrada. E anunciou uma taxa fixa para financiar o complemento. Sujeita a alteração todos os meses, essa taxa, em fevereiro, é de 15,74% ao ano para grandes empresas e de 17,24% ao ano para os demais públicos. Segundo Mourão, a média ponderada da taxa de juros com as novas regras é de 0,89% ao mês contra 0,49% no ano passado. “Ainda é uma taxa baixa se você for comparar com a que existe para compra de automóveis, mas, no setor de transporte, que tem fretes em baixa e diesel em alta, não é suficiente para incentivar a compra de caminhão”, avalia. Antonio Carlos Senso Paes, diretor comercial da Concessionária Rivesa (Volvo), concorda. “Mesmo sendo juros prefixados, as empresas não conseguirão absorver diante dos níveis de remuneração do valor do frete, uma vez que têm uma série de outros custos que estão aumentando”, afirma.“O empresário está inseguro, não só com referência aos seus investimentos, mas com a governança do País e com o mundo dos negócios como um todo. O combustível não para de aumentar, assim como o pedágio, os impostos”, declara. Ele critica o fato de o BNDES vir mudando suas regras de financiamentos desde novembro do ano passado, situação que gera mais insegurança no mercado e retrabalho nos processos por parte das revendas. Em entrevista a Automotivebusiness, o vice­presidente da Anfavea e diretor da MAN Latin America, Marco Antonio Saltini, se mostrou mais otimista. “A nova condição do BNDES permite a visualização de quanto o cliente vai pagar e a gente acredita que esse fato vai facilitar as vendas.”

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LEIA MAIS 3 planilhas para quem quer ser promovido Empresa declara guerra ao e‐mail e ganha em produtividade 8ª Turma do TRT‐MG invalida dispensa por justa causa de empregado alcoólatra Novas regras exigem cuidados redobrados no envio das informações, por Sergio Ferreira Pantaleão JT mantém justa causa aplicada a empregado por faltas injustificadas ao trabalho Kátia Abreu quer isenção de frete para fertilizantes Conselho do FI‐FGTS aprova aporte na Dutra A partir do dia 17/07 o pedágio na BA‐093 tem novas tarifas. 47% dos motoristas fiscalizados em Igaraçu do Tietê estão irregulares MGO Rodovias completa seis meses de recuperação da BR‐050 ﴾GO/MG﴿

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OUTRO LADO Por meio da assessoria de imprensa, o BNDES afirmou que foram necessárias adequações no PSI devido à necessidade que o País tem de fazer o ajuste fiscal. E que os R$ 30 bilhões são somente para a parte do financiamento com juros subsidiados. Ou seja, para 50% do valor do bem no caso das grandes empresas, e 70% no caso dos demais públicos. “Potencialmente poderemos realizar um número maior de operações”. A assessoria também disse que é possível remanejar o orçamento de um programa para outro que tenha mais necessidade

FONTE: Automotive Business ­ SP

COLUNISTAS Paulo Guedes Opinião: avaliação de R$ por quilômetro é um parâmetro que simplifica, mas não explica tudo.*

Rubem Penteado Princípios básicos sobre amarração de cargas no TRC

Lauro Valdívia Fretes aviltados: os coelhos da cartola do TRC estão no fim, por Lauro Valdívia

NOTICIAS DA SEMANA EM REVISTA Confira aqui as reportagens mais interesssantes publicadas nas principais REVISTAS DO SETOR. FIQUE ATENTO Faltando 2 meses para volta de multa, extintor ainda está em falta

Exame toxicológico para motoristas profissionais será obrigatório a partir de abril

Justiça exclui espera para carga e descarga de jornada de motoristas


Clipping Novas medidas do PSI paralisam mercado de caminhões 5092084 - FROTA & CIA - WEB - WEB - 20/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x79DU5BWfrCRk8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.frotacia.com.br/noticia/novas-medidas-do-psi-paralisam-mercado-de-caminhoes Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Andressa Lima Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092084.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Novas medidas do PSI paralisam mercado de caminhões Reflexo das novas regras já está atingindo as concessionárias que, com as vendas em queda, não conseguem obter lucro esperado. sexta­feira, 20/02/2015 09:53 1

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“Do jeito que o governo está agindo, ele vai cortar pela metade o número de concessionárias de caminhões no Brasil.” A declaração é do gerente comercial da Konrad (concessionária Ford) no Paraná, Fernando Xavier Mourão. Ele se refere às novas regras do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). O prognóstico de Mourão pode parecer apocalíptico, mas revela o clima atual na rede distribuidora.


“O governo deixou R$ 30 bilhões para o PSI. Esse foi o dinheiro que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deu no final de outubro do ano passado para complementar os negócios de novembro e dezembro. Ou seja, a verba que foi gasta em dois meses em 2014 terá de atender todo o ano de 2015”, reclama. Com pouco dinheiro disponível, os bancos ficam mais rigorosos e os negócios andam a passos de tartaruga. Em sua loja, Mourão vendeu 11 caminhões em janeiro e apenas 3 em fevereiro (até dia 19). “Eu preciso vender de 30 a 40 por mês para pagar as contas e faturar um pouco”, declara. Segundo ele, em todo o País somente 158 caminhões haviam sido faturados na primeira quinzena de fevereiro, informação que a reportagem ainda não conseguiu confirmar com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O gerente explica que a Konrad está buscando outras linhas para impulsionar os negócios. “O problema é que é difícil convencer o brasileiro, que ficou os últimos cinco anos comprando caminhão com taxas subsidiadas, a pagar mais juros”, afirma. Mesmo que o cliente consiga um financiamento pelo BNDES, as regras não são mais atrativas como no ano passado. Os juros subiram de 6% ao ano (para todos os públicos) para 9% ao ano (para caminhoneiros), 9,5% (para pequenas e médias empresas), e 10% (para grandes empresas). E a participação do banco estatal, que chegava a 100% do valor do bem, baixou para 50% no caso das grandes empresas e 70% para os demais públicos. O banco também passou a exigir 10% de entrada. E anunciou uma taxa fixa para financiar o complemento. Sujeita a alteração todos os meses, essa taxa, em fevereiro, é de 15,74% ao ano para grandes empresas e de 17,24% ao ano para os demais públicos. Segundo Mourão, a média ponderada da taxa de juros com as novas regras é de 0,89% ao mês contra 0,49% no ano passado. “Ainda é uma taxa baixa se você for comparar com a que existe para compra de automóveis, mas, no setor de transporte, que tem fretes em baixa e diesel em alta, não é suficiente para incentivar a compra de caminhão”, avalia.


Antonio Carlos Senso Paes, diretor comercial da Concessionária Rivesa (Volvo), concorda. “Mesmo sendo juros prefixados, as empresas não conseguirão absorver diante dos níveis de remuneração do valor do frete, uma vez que têm uma série de outros custos que estão aumentando”, afirma.“O empresário está inseguro, não só com referência aos seus investimentos, mas com a governança do País e com o mundo dos negócios como um todo. O combustível não para de aumentar, assim como o pedágio, os impostos”, declara. Ele critica o fato de o BNDES vir mudando suas regras de financiamentos desde novembro do ano passado, situação que gera mais insegurança no mercado e retrabalho nos processos por parte das revendas. Em entrevista a Automotivebusiness, o vice­presidente da Anfavea e diretor da MAN Latin America, Marco Antonio Saltini, se mostrou mais otimista. “A nova condição do BNDES permite a visualização de quanto o cliente vai pagar e a gente acredita que esse fato vai facilitar as vendas.” OUTRO LADO Por meio da assessoria de imprensa, o BNDES afirmou que foram necessárias adequações no PSI devido à necessidade que o País tem de fazer o ajuste fiscal. E que os R$ 30 bilhões são somente para a parte do financiamento com juros subsidiados. Ou seja, para 50% do valor do bem no caso das grandes empresas, e 70% no caso dos demais públicos. “Potencialmente poderemos realizar um número maior de operações”. A assessoria também disse que é possível remanejar o orçamento de um programa para outro que tenha mais necessidade. Fonte: Automotive Business


Clipping Vendas de veículos em SE esfriam em 2015 5092085 - F5 NEWS - WEB - WEB - 19/02/2015 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=d7BK00B+x78duUGkzRjkZ8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.f5news.com.br/339408_vendas-de-veiculos-em-se-esfriam-em-2015.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 23/02/2015 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2015\02\23\5092085.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 02/15 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


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Economia 19/02/2015 14:45:14­ Atualizado em 19/02/2015 15:48:57

Vendas de veículos em SE esfriam em 2015 Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo

de

Informações

Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da FENABRAVE, mostrou que as vendas de veículos no estado esfriaram, chegando a 3.791 unidades, no primeiro mês de 2015. A quantidade

de

veículos

comercializados reduziu 13% em relação a janeiro de 2014.

Deputados voltam ao trabalho e querem aproximar população da Assembleia Lojistas pedem parquímetros e organização de ambulantes no Centro de Aracaju Imagens atentado contra advogado em Aracaju

Em relação a dezembro de 2014, observou­se que essa retração foi de 22,6% nas vendas dos automóveis. mais vídeos

Vendas por segmento O número de automóveis e comerciais leves vendidos no mês de janeiro totalizou 1.903 unidades, registrando queda de 18,5% em comparação com janeiro de 2014. Já em relação ao último mês, observou­se declínio de 34,8% nas vendas. A comercialização de caminhões foi a menor registrada desde fevereiro de 2013, sendo comercializadas apenas 43 unidades, 48,2% menos que no mês de janeiro de 2014. No comparativo com o ultimo mês de 2014, essa redução chegou a 66,9%. Para o segmento de ônibus, foram vendidos 9 unidades, com um volume de vendas menor que metade observada em janeiro/2014 e em dezembro/2014, ambos com, 19 unidades comercializadas, ou seja, retração de 52,6%. O segmento de motocicleta registrou alta de 1,1% em comparação com o mês anterior (dezembro/2014), e baixa de 14,4% na comparação com janeiro de 2014. Foram vendidas, em janeiro desse ano, 1.644 unidades de motocicletas no estado.

Fonte: FENABRAVE/NIE/FIES.

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