Clipping Fenabrave 29.08.2014

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Clipping Voo de longo alcance 4600946 - AS MELHORES DA DINHEIRO - VEÍCULOS E AUTOPEÇAS - SÃO PAULO - SP SET/2014 - Nº 880-A - Pág 1,236 A 238 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=fMAC4JhKU70fO7tBHvz2SsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Márcio Kroehn Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 29/08/2014 Tipo Veículo: REVISTA Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\29\4600946.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 175,31 Fechamento: 08/14 Tiragem: 500000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 48,76 Total: 0,0000






Clipping Veja 50 carros usados mais vendidos e dicas para compra e venda 4602060 - RONDO NOTÍCIAS - WEB - WEB - 28/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=piIaUDk80XEwQfR/x2yddsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.rondonoticias.com.br/noticia/variedades/2435/veja-50-carros-usados-maisvendidos-e-dicas-para-compra-e-venda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\29\4602060.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 08/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


Veja 50 carros usados mais vendidos e dicas para compra e venda Redação Do Rondonoticias

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Gol, Uno, Palio, Celta, Corsa e Strada foram os 6 usados mais vendidos em junho (Fotos: Divulgação) BRASIL - Assim como ocorreu com os carros zero quilômetro, o Volkswagen Gol liderou a lista dos usados mais vendidos em junho, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mas as semelhanças entre o mercado de usados e o de novos ficam por aí: eles enfrentam situações opostas, com a baixa nos emplacamentos de carros zero e as negociações de usados crescendo, em relação a 2013. Veja abaixo os 50 carros mais vendidos no mês passado e, ao fim da reportagem, um guia para aproveitar aumentar as chances de fazer um bom negócio.


1) Volkswagen Gol - 82.207 unidades 2) Fiat Uno (inclui o Mille) - 49.287 3) Fiat Palio - 44.338 4) Chevrolet Celta- 26.665 5) Chevrolet Corsa - 26.352 6) Fiat Strada - 18.151 7) Ford Fiesta - 17.443 8) Volkswagen Fox - 17.289 9) Chevrolet Classic - 15.949 10) Fiat Siena - 15.936 11) Volkswagen Saveiro - 14.319 12) Toyota Corolla - 12.718 13) Ford Ka - 11.189 14) Honda Civic - 10.776 15) Chevrolet S10 - 10.448 16) Volkswagen Voyage - 9.664 17) Ford EcoSport - 8.985 18) Volkswagen Fusca - 8.608 19) Chevrolet Vectra - 8.575 20) Fiat Palio Weekend - 7.736 21) Volkswagen Parati - 7.642 22) Honda Fit - 7.483 23) Chevrolet Astra - 7.391 24) Ford Escort - 6.542 25) Renault Sandero - 6.431 26) Volkswagen Golf - 6.419 27) Volkswagen Kombi - 6.364 28) Chevrolet Montana - 6.205 29) Chevrolet Prisma - 6.195 30) Toyota Hilux - 6.134 31) CitroĂŤn C3 - 5.680 32) Ford Fiesta Sedan - 5.638 33) Chevrolet Monza - 5.472


34) 35) 36) 37) 38) 39) 40) 41) 42) 43) 44) 45) 46) 47) 48) 49) 50)

Renault Clio - 5.376 Peugeot 206 - 4.743 Fiat Punto - 4.444 Fiat Idea - 4.442 Chevrolet Corsa Sedan - 4.437 Chevrolet Meriva - 4.391 Fiat Fiorino - 4.360 Mitsubishi L200 - 4.214 Volkswagen Santana - 4.178 Chevrolet Kadett - 4.073 Chevrolet Agile - 4.032 Ford Ranger - 4.004 Ford Focus - 3.960 Volkswagen Polo - 3.777 Mitsubishi Pajero - 3.757 Chevrolet Chevette - 3.704 Renault Logan - 3.563

CONFIRA 5 TÓPICOS-CHAVE PARA COMPRA/VENDA DE USADOS: 1) O que checar no carro 2) Desconfie do preço 3) Tem garantia? 4) Confira a documentação 5) Vai vender? Saiba quando e onde


Verificar o manual e etiquetas de fábrica dá pistas sobre o passado do veículo (Foto: G1) 1) O que checar no carro É importante pedir para experimentar o carro antes da compra e, se possível, levá-lo para ser avaliado por um mecânico. Mas alguns problemas podem ser percebidos pelo próprio motorista, segundo Denis Marum, engenheiro mecânico e colunista doG1, da seguinte forma: - quilometragem e desgastes É importante conferir se a quilometragem é compatível com o histórico do carro. Uma pista pode ser dada pelo manual do proprietário, que dá o histórico de como o dono fazia a manutenção, de quanto em quanto tempo ele fez as revisões. Então, é possível ver se a quilometragem que está no hodômetro é coerente com isso. Uma análise de itens do carro também pode levantar alguma desconfiança. "Os pneus de um carro com mais de 50 mil km podem estar desgastados; o volante passa a ter o 'granulado' liso; o curvim da manopla do câmbio apresenta aparente desgaste e o tecido dos bancos fica meio esgarçado (se for couro, fica desgastado)", descreve Marum. "Aí, se você olha e o velocímetro marca só 15 mil km...”. - possíveis batidas A funilaria é um dos pontos mais avaliados pelos compradores, mas, segundo o especialista, poucos conseguem perceber se um carro foi batido ou não. O ideal é levar um funileiro de confiança para ajudar na avaliação, mas uma maneira de saber se o veículo já sofreu alguma colisão de frente, por exemplo, é comparar o brilho da pintura do capô com o do teto. “Em uma batida de frente, o capô, se não for trocado, será repintado. O calor do motor


faz com que a tinta não seque da maneira adequada”, explica Marum. Vale observar as etiquetas coladas nas peças de fábrica e que não acompanham peças de reposição. Se elas estão presentes, é porque essas peças não foram trocadas. Os vidros também têm o número de chassi impressos: se um deles não tiver esse número, é possível que tenha sido substituído, eventualmente em virtude de colisão. Há empresas que fazem o serviço de avaliação no veículo e emitem um laudo, atestando que não houve batidas que causaram danos mais fortes, como uma longarina entortada. Algumas concessionárias costumam pedir esse laudo ao proprietário quando negociam a compra do seminovo dele. - sinais de enchente Para ver se o carro já teve problemas com enchente, pode-se abrir o portamalas e checar o "macaco". Se ele apresentar sinais de ferrugem, as chances são grandes de o veículo já ter encarado uma inundação. Outros sinais são cheiro de mofo e, em casos mais extremos, o manual do proprietário pode estar enrugado.

No test drive do carro usado, observe se o pedal da embreagem está duro e fique atento a barulhos


da suspensão (Foto: Denis Marum/G1) - cor do óleo do motor A cor do óleo também pode identificar problemas no motor. "Se estiver ligeiramente esbranquiçado, o motor pode ter algum vazamento interno que, seguramente, acarretará em problemas futuros", diz o especialista. "O reparo de um problema deste tipo custa, em média, R$ 5 mil. Aproveite para ver se o número do chassis é o mesmo do motor." - pedal de embreagem Se o pedal da embreagem estiver duro, pode ser um sinal de que o componente está desgastado. - suspensão Ao fazer o test drive, observe eventuais barulhos nos freios e passe por uma rua de paralelepípedos para averiguar o conjunto da suspensão. Caso o motor faça algum barulho estranho, solicite a um mecânico de sua confiança um diagnóstico. 2) Desconfie do preço O preço, quando muito abaixo do mercado, pode indicar que o carro poderá se revelar um "abacaxi", diz Marum. Pode ser um sinal claro de que o veículo teve, por exemplo, alguma batida forte ou enfrentou problemas com enchentes. O valor baixo também pode estar relacionado ao elevado valor de manutenção do veículo ou na dificuldade de fazer o seguro. A recomendação é que o comprador entre em contato com oficinas de sua confiança e faça um levantamento dos custos de uma manutenção comum. Conversar com outros proprietários do modelo para saber como é a reposição de peças também pode ajudar a definir pela compra ou não de um determinado modelo usado. Outra medida preventiva é solicitar a um corretor de seguros o valor de uma apólice para aquele veículo. 3) Tem garantia? Segundo o Código de Defesa do Consumidor, as lojas de veículos são obrigadas a dar um período de garantia. "Todo automóvel vendido [em uma loja], usado ou zero, tem garantia de 90 dias por lei, integral (não só motor e


câmbio). Só não é integral se [na venda] for especificado problema", explica Renata Reis, especialista do Procon-SP. Porém, caso a venda seja feita de uma pessoa para outra, as leis que regem a negociação são as do Código Civil. "Algumas regras mudam; a garantia cai para 30 dias", alerta Renata. No programa AutoEsporte do último dia 20, o consultor automotivo Paulo Garbossa destacou que, com as montadoras dando garantias por prazos maiores, há a chance de um consumidor comprar um seminovo que ainda esteja sob a proteção de fábrica (assista ao vídeo acima). 4) Confira a documentação Outro item que deve ser verificado é a documentação. “É essencial conferir se o carro que se está comprando é o mesmo que está descrito no documento. Veja o nome e a marca do veículo, confira a placa, o número de chassis e também a cor”, aconselha Marum. É importante conferir o número de chassis impresso no manual bate com o do motor e com o que está no documento do carro (Foto: G1) Recomenda-se ver se o número de chassis impresso no manual do proprietário é o mesmo do automóvel e se ali constam todos os carimbos das revisões obrigatórias. “Muitas pessoas, e mesmo revendedoras, para elevar um pouco o preço, baixam a quilometragem e substituem o manual original por outro comprado em uma concessionária”, alerta o especialista. O futuro comprador também deve se certificar de que o automóvel não esteja alienado e que não haja pendências financeiras. Com o número do Renavam


nas mãos, é possível fazer uma consulta sobre eventuais multas no site do Detran. Efetuada a compra, é fundamental preocupar-se com a transferência do veículo. Atualmente, é dado um prazo de 30 dias a quem compra um carro para fazer a transferência, a partir da data da compra que consta no recibo de compra e venda do CRV, e a obrigação de validar esse processo é de quem compra o carro. Além de ir ao cartório para reconhecer firma das assinaturas no recibo de compra e venda (que consta do Certificado de Registro do Veículo), é necessário avisar o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) da transferência. Em SP, desde o último dia 23 de julho, essa obrigação de avisar o Detran é dos cartórios. Carro é mais valorizado na venda direta, mas, na loja, o dinheiro vem mais rápido (Foto: G1 / TV Globo) 5) Vai vender? Saiba quando e onde No Guia Prático, série em vídeos do G1 com dicas sobre carros e motos, Milad Neto, da consultoria automotiva Jato Dynamics do Brasil, explica que quem não tem pressa para vender o carro pode obter um valor melhor com a venda direta, para pessoa física. Se o objetivo é ter dinheiro rápido na mão, as lojas são a melhor opção (assista ao vídeo). E quando vender? Além do momento em que o proprietário passa a sentir vontade de trocar de carro, há outros indícios de que aquela é a hora certa de passá-lo para frente. Um deles, aponta o consultor, é o momento do "ciclo de vida" do modelo, por


exemplo, quando ele está para sofrer uma grande mudança, como o lançamento de uma nova geração. Outro é o custo de manutenção. "Quando o valor anual gasto com as manutenções ultrapassa 10% do valor de venda do carro é um sinal de que este pode ser o momento de pensar em vender", explica Denis Marum. Para saber quanto vale o carro, lembre-se que, nos 2 primeiros anos, a desvalorização é mais acentuada e, nos anos seguintes, ela vai se estabilizando ao redor dos 10%. Acompanhe a desvalorização do seu carro pela tabela Fipe. Ela é uma referência de preço e não significa que você conseguirá vender seu carro exatamente pelo valor sugerido. Efetuada a venda, é importante se preocupar com a transferência do veículo. Atualmente, é dado um prazo de 30 dias a quem compra um carro para fazer a transferência, a partir da data da compra que consta no recibo de compra e venda do CRV, e a obrigação de validar esse processo é de quem compra o carro. Mas é preciso ter a assinatura de quem vendeu e o reconhecimento de firma. Depois disso, é importante avisar o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) da transferência. Em SP, desde o último dia 23 de julho, essa obrigação de avisar o Detran é dos cartórios.


Clipping Mercedes-Benz prepara o novo AMG GT 4602062 - AUTOMOTIVE BUSINESS - WEB - WEB - 28/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=piIaUDk80XHsDavP3s9uv8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.automotivebusiness.com.br/artigo/936/mercedes-benz-prepara-o-novo-amg-gt Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\29\4602062.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 7,21 Fechamento: 08/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 7,21 Total: 0,0000


Roberto Nasser | BIOGRAFIA

DE CA RRO POR AÍ

Mercedes-Benz prepara o novo AMG GT Porsche 911S será principal concorrente do esportivo Mercedes prepara com esmero alemão seu produto de topo esportivo, o AMG GT, sucessor do SLS. Muda tudo. É menor, mais baixo, e abandonou o charme identificador com o mítico 300 SL dos anos cinquenta, - portas abrindo para cima -, os Gull Wing, aqui ditos Asa – cinco unidades no país concedem a intimidade... Surgimento marca nova geração de motores V8, menores, mais leves, dois turbos alojados no berço do V. Novo produto foca no Porsche 911S como concorrente, objetivo visualmente perceptível com o recuo da cabine e as linhas da traseira, mescla do estilo do concorrente e do Asa. Coluna do dia 10 o detalhará. Por enquanto, motor. Motor É a nova geração de V Oitos da Mercedes. Materiais e ganhos de tecnologia, como as camisas endurecidas por tratamento Nanoslide, duas vezes mais duras, e polidas individualmente em função de cada pistão forjado. Isto permite completo ajustamento, garantindo menor atrito, menor consumo de óleo lubrificante, mais potência, torque e, em contraposição, redução de consumo e emissões, como mandará a regra Euro 6, próximo ano. Substitui o engenho anterior, em seu pico, com 5,5 litros e biturbo fazia 525 cv. Época curiosa. Quem sugere novos produtos, conformações, morfologia, são os advogados. Conhecedores da cada vez mais dura e restritiva legislação, e prospectores das exigências ainda a surgir, aconselham peremptoriamente: se não houver mudança, a marca será multada, penalizada, perderá mercado. Esta última palavra tem mágico poder, e toda a grei ligada no negócio, engenheiros, administradores, economistas, auditores de custos entram a fazer o melhor com menos e para durar o máximo tempo possível de enquadramento na legislação. Área de marketing projeta aplicações, onde irá, tipo de trabalho a fazer. Puxará o Classe S do banqueiro? Equipará táxis? E para o GT com produção incentivada? Atende a ordem maior do mandão mor, o CEO da empresa apontando caminhos para assumir liderança mundial em três anos? Engenheiros respondem à nota jurídica com competência. O novo 4.0 é poderoso, inovador, eficiente. E começará carreira no esportivo AMG GT. Papo de graxa Dos oito cilindros, diâmetro x curso 83 x 92 mm, válvulas, injeção direta de gasolina no ar insuflado motor a dentro por dois compressores alojados no berço do V a 90 graus, saem até 375 kW, 510 cv. Pensando no casamento com o automóvel, engenheiros tiraram o cárter de chapa, substituíram por placa de plástico, e deslocaram os 12 litros de óleo sintético para recipiente externo. Uma bomba suga o óleo, outra o pressiona. Ciclo passando por radiador, é de 250 litros/hora. Sem cárter baixou o motor 5,5 cm, ganhou aderência e estabilidade, implementou comportamento esportivo do novo automóvel. Bloco vazado em liga leve, sub cárter em alumínio, cabeçotes em zircônio, o M178, designação interna da AMG, pesa apenas 209 kg sem fluidos. Razão de compressão 10,5:1, pressão dos injetores 130 bar e dos turbos, máximos 1,2 bar. Na operação o motor pode emitir ronco marcante e personalizado à escolha do condutor, regulando abertura de flaps, conduzindo os gases por passagens mais curtas no silenciador.


O motor é produzido na Mercedes-Benz, montado na AMG em Affalterbach. Pela regra “um homem, um motor” cada unidade é montada por um engenheiro, assinando-a - 2,5 motores/dia/homem. Expectativa sobre o GT, plataforma do SLS reforçada em aço de elevada resistência e muito alumínio para conter peso final a 1.500 kg. Preço projetado US$ 120.000. Charme e T grande no Suzuki Swift Sport Para agradar revendedores e ter produto referencial na marca, Suzuki iniciou importar do Japão modelo Sport da linha Swift. Nada a citada linha, mas admirável conjunto em dinâmica, segurança – cinco estrelas no teste EuroNCAP – decoração e composição agradáveis. Hatch de cinco portas, bancos esportivos, ergonomia privilegiada por formato e regulagens para instalar-se e aproveitar o conjunto mecânico liderado por motor 1.6, quatro cilindros, 16 válvulas, comandos com abertura variável, produzindo 142 cv e 17 quilos de torque. Tudo bem harmônico e ajustado à transmissão manual de seis velocidades. Suspensão frontal Mc Pherson, amortecedores com molas embutidas, traseira por eixo torcional e buchas de borracha, freios a disco nas quatro rodas. Mais eletrônica de ABS, EBD, e estabilizador eletrônico ESP. Seis bolsas de ar. Plataforma leve, em aços diferentes em função dos pontos de resistência, pesa surpreendentes poucos 1.065 kg. A relação entre baixo peso, elevada potência pela cilindrada, bom torque, embreagem e relações de marcha bem casadas, o automóvel responde calorosamente. Importado do Japão, permitiu versão R desenvolvida no Brasil. No visual, teto e capas de espelhos pintadas em cores contrastantes; conforto e operação por e sensor de ré. Dinamicamente ganha muito com rodas em aro 17”, pneus P Zero 215x45 e rodas em liga leve, pintura preto fosco, desenvolvidas especialmente para se casar e abrigar as pinças de freio. Rendimento surpreendente em aderência e freios, conduzido no recortado Autódromo Velo Cittá. O eixo traseiro apesar de rígido com torção limitada, possui buchas deformáveis em borracha e, assim, permite-se mudar a convergência de acordo com as curvas. Os freios são poderosos, e o conjunto oferece muita satisfação em conduzir. O motor é esperto abaixo das 4.000 rpm, e muito esperto acima delas, permitindo abusos próximos ao corte aos 7.000 rpm. Cinco portas, cinco lugares com apoio de cabeça, porta malas pequeno, dimensionado ao uso, estepe interno. É carro de nicho, com vendas inicialmente desenhadas em 100 unidades/mês – destes, 15% em versão R. Mas a tabela de preços ante seus concorrentes – veja abaixo -, pode permitir surpresas com vendas maiores. Afinal, vende-lo bem será a contra partida à demanda dos 53 revendedores – e critério depurativo. Luiz Rosenfeld, engenheiro, presidente, partícipe do desenvolvimento da versão R, informa, o Sport inicia processo de aceleração da marca, abrindo a fila das novidades. É agradavelmente esperto para uso diário, estabilidade surpreendente, ótimos freios, motor sempre disposto, em especial se for usado nas rotações mais altas. Automóvel para quem gosta de dirigir e aproveitar seu insuspeitado potencial de oferecer prazer. Mercado


Suzuki Swift Sport. Dirija para entender Roda-a- Roda Freio – Crise com Ucrânia impacta mercado interno russo. Vendas caíram 45% últimos dois meses. GM no país sofreou produção de Chevrolets Cruze e Trailblazer, e Opel Astra a apenas quatro dias em agosto e setembro, oito em outubro. Panaceia – Ante a consequência capitalista para a crise montada por resquícios totalitários, governo promete incentivos para recuperar vendas. Preparo – Jeep, marca da FCA, prepara rede de revendedores para distribuir o Jeep Renegade, de produção a iniciar-se este ano em Goiana (PE). Hoje possui 43 concessionários. Prefere os atuais operadores Fiat. Questão – O empreendimento Fiat do início das tratativas, terá marcas diferentes saindo pelo mesmo portão, resultado do redesenho comercial da empresa ao absorver a Chrysler, deixar de ser italiana, mudar nome para FCA. Varejo – Cada marca negócio diferente. A primeira leva de produtos – o Renegade, picape de dimensões superiores ao Strada, e utilitário esportivo – terão a marca e distribuição por concessionários Jeep. Gás – Fiat bota pilha na rede Fiat, levou 100 concessionários em visita pioneira às instalações. Prefere instigá-los à nova marca. Outro – MMC, montadora de Mitsubishis, colocará em linha o sedã Lancer. Exibe e venderá no Salão do Automóvel, outubro. Certo – Fiat confirmou a antecipação, pela Coluna, do novo Uno, a ser lançado semana próxima, conter o mecanismo Start/Stop. Deveria se chamar Stop/Start, pois desliga o motor após poucos segundos em imobilidade e em ponto morto. Para sair, basta pisar na embreagem, e o motor volta a funcionar. Economia grande. Local – Nissan abriu estúdio de design no Rio de Janeiro: abrasileirar estilo e materiais. Incluise no objetivo de atingir 5% do mercado nacional até 2018, bem adequando produtos ao mercado, materiais, custos nacionais, gostos. Questão – A fim de diesel em automóveis? Mais um passo nesta seara. No 11º Simpósio SAE de Tecnologia, Curitiba, 2 e 3 de setembro, Luso Ventura, ex-engenheiro chefe da MercedesBenz e devotado ao tema, mostrará resultados de um ano de trabalho pela ideia através do projeto Aprove Diesel. Ducati – Quarta motocicleta da marca montada em Manaus, a Panigale 1199 justifica preço elevado pelo rótulo de marketing e prêmios recebidos em design. E - 1,200 litro, 2 cilindros em L, 8 válvulas por comando desmodrômico – sistema impede flutuação -, 195 cv, relação peso/potencia de 1,19 cv/kg. R$ 72.900 a R$ 100.000 na versão Senna. De novo – Ford exuma modelos F 350 e F 4000, inexplicavelmente tirados de produção. Voltam com motor para trabalho, Cummins, 2,8 litros, 150 cv, Euro 5. Diferem em comprimento, rodado traseiro, respectivos simples e duplo -; capacidade de carga PBT e preços 4,5t e 6,8t, R$ 117.290 e R$ 133.290. Futuro – Avaliação de Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave, federação dos revendedores autorizados; Sérgio Reze, ex, e Mauro Sadi, ex condutor da Assobrav, grêmio de revendedores VW: mercado pode vender no segundo semestre 5% mais que no primeiro. Assim, 3% abaixo dos números de 2013. Tecnologia – Embrapa Biotecnologia assinou acordo de cooperação com o Centro Mundial de Agroflorestas. Buscam cultivos alternativos para combustíveis agrícolas. Programa patrocinado pela ONU inicia com US$ 35 milhões – uns R$ 77 milhões – para pesquisas sobre a Macaúba, palmeira brasileira. Integração - Começa no Piauí e visa mesclar produção de alimento e geradores de combustível por pequenos agricultores integrando-os ao Programa Nacional de Produção e uso de Biodiesel, PNPB. Hoje os cocos da nativa Macaúba são vendidos como carvão. Como combustível, R$ 0,45 o quilo. Salva vidas – Projeto Waves for Water acompanha o Rally dos Sertões, maior prova da especialidade, em Goiás e Minas, 23 a 30 agosto. Pilotos distribuirão 150 kits de purificação da água, servindo 7,5 mil pessoas. Básico nas dobras do interior onde as promessas passam e os problemas, como água, ficam.


Estrela – Recall não escolhe marca. Agora, cinco unidades de Mercedes-Benz SL e SLK, fabricados entre março e maio de 2014, chamadas à troca do módulo eletrônico da bolsa de ar do passageiro. Tens? Entre em contato pelo 0800 970 9090 ou www.mercedesbenz.com.br. Tempo – GM colocou em suspensão 930 metalúrgicos, 17% do capital humano da velha fábrica de São José dos Campos (SP). Sindicato local, por meio do presidente Antônio Ferreira de Barros, reivindicou à presidente Dilma Roussef Medida Provisória garantindo estabilidade ao emprego nas empresas incentivadas. Variação – Eduardo Souza Ramos, produtor de Mitsubishis, amplia negócios. Na fazenda onde implantou o autódromo Velo Cittá, homologado pela FIA, cria gado Red Ancho, cruza genética entre inglês Angus e japonês Wagyu… E engarrafará água mineral. Memória – Como não saiu o museu prometido ainda em vida a José Froilán González pelo governador da província e prefeito de Arrecifes, terra natal do campeão argentino, a Fundação Lory Barra assumiu: vai abrigá-lo em seu prédio em San Isidro, beiradas de Buenos Aires. Arrecifes dançou. Gran Pepe – Apelido de González, primeiro piloto a vencer com Ferrari, vice campeão mundial em 1954, e o único sul americano a vencer as 24 Horas de Le Mans. Faleceu ano passado aos 92. Sujeito respeitado e querido. Tanque – Oficina Brasil alerta: andar com tanque na reserva e rodar com poucos litros prejudica motor – e bolso. Resíduos acumulados no baixo nível estragam bicos injetores, não refrigeram a bomba de combustível, podendo queimá-la. $$$ - Antônio César Costa, consultor, sugere, para evitar danos e gastos, encha o tanque quando baixar. 1/4 da capacidade é medida mínima. Gente – Henrique Erwene, antigomobilista, passou. OOOO Construtor do modelo físico da logo do Salão do Automóvel, da réplica Fera do Jaguar XK 120, dedicado mantenedor da memória do Karmann- Ghia. OOOO No Brasil diesel começou com Mercedes Com Philipp Schiemer, presidente, e Luso Ventura, ex-engenheiro chefe e defensor do acesso ao motor diesel, presentes ao 11º. Forum da SAE, Sociedade de Engenharia Automotiva, a Mercedes-Benz vai com cadastro à reunião lembrar o DNA da companhia. No Brasil, no capítulo tecnologia, implantou marcos e novidades: em final de 1955 encomendou à Sofunge, fundidora privada, em São Paulo, a feitura do primeiro motor. Coisa fácil não fosse caminho pioneiro. Então, todos os motores eram importados, e teóricos do caos diziam ser impossível vazar seus blocos em países tropicais. Não era. O bloco ficou pronto em novembro e em janeiro tracionava o primeiro caminhão LP 312, com velas de aquecimento, seis cilindros, 100 hp. Outro marco de relevo foi de coragem de tecnologia, independência e viabilidade, ao iniciar construir os ônibus monobloco. Armados como aviões de estrutura resistente, foi o primeiro nacional de uma nova geração, com emprego do motor na traseira, menor altura chassis/solo, rodar mais confortável que os similares construídos sobre chassis de caminhões, um diferencial ao uso em estradas asfaltadas. Da Mercedes brasileira, anos 1980, o motor diesel desenvolvido pela equipe do citado Luso, apto a queimar álcool. Ainda nesta trilha, a coragem de quebrar um paradigma – o controle eletrônico da injeção nunca seria aceito pelos mecânicos e operadores brasileiros. Fez, deu um susto no mercado, forçando a adequação ao ganho tecnológico. Posteriormente ajustou as características operacionais dos motores para uso do diesel com adição de bio combustível. Muito a contar.

Tags: Mercedes-Benz, AMG GT, loançamento, esportivo.


Clipping Atalhos para a lucratividade 4602061 - CRUZEIRO DO SUL - WEB - WEB - 28/08/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=piIaUDk80XHZnF6Mu7ZQE8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/566761/atalhos-para-a-lucratividade Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/08/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\08\29\4602061.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 14,40 Fechamento: 08/14 Tiragem: 95800,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 14,40 Total: 0,0000


28/08/14 | 24º CONGRESSO E EXPOFENABRAVE

Atalhos para a lucratividade Encontro discute formas criativas de driblar a crise que afeta o setor automotivo

O panorama atual do setor automotivo é delicado. No últimos ano, houve um ligeiro recuo nas vendas em relação a 2012. E nos seis primeiros meses de 2014, a queda atingiu 7,3% em relação ao mesmo período do ano passado levando em consideração automóveis e comerciais leves. Mesmo com a projeção de um segundo semestre aquecido devido à maior quantidade de dias úteis, novos

- ILUSTRAÇÃO: AFONSO CARLOS/CARTA Z NOTÍCIAS

lançamentos e antecipação de compras por causa Mais fotos... da volta IPI aos patamares estabelecidos no ano que vem, as previsões mais otimistas estimam uma retração no ano entre 6,5% e 7,5%. E foi nesse cenário preocupante que aconteceu o 24º Congresso e ExpoFenabrave, realizado na cidade de Curitiba, no Paraná, entre os dias 13 e 14 de agosto. Em sintonia com o momento vivido pelo mercado brasileiro de automóveis, o tema escolhido para a edição 2014 do evento foi "superação". Durante os dois dias de palestras e seminários, a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores Fenabrave tentou apontar soluções e ferramentas adequadas para superar o difícil período econômico e comercial atual. Em um discurso para quase 4 mil presentes entre concessionários de veículos e lideranças do segmento o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores /Anfavea, Luiz Moan, disse não ter dúvidas de que essa situação é pontual e conjuntural. "Se não fosse assim, a indústria não estaria investindo aqui no Brasil mais de R$ 75 bilhões entre 2012 e 2018", afirmou Moan, com base nos recursos depositados aqui pelas marcas com a construção de fábricas e investimentos para receber novos produtos. "Ninguém põe essa montanha de recursos sem saber que o futuro é promissor", completou. Ainda de acordo com o presidente da Anfavea, um dos motivos para a retração da produção e das vendas de automóveis foi o pessimismo que tomou conta do setor em virtude dos supostos efeitos da Copa do Mundo. "Houve uma desconfiança que levou a retração dos investimentos e freou a economia", explica Moan sobre o "terrorismo", que segundo ele, não se concretizou. Assunto em voga, a questão da mobilidade também pautou o discurso do executivo. "Temos de ajudar o país a enfrentar essa situação para que nossos produtos não sejam vistos como vilões", ponderou. Além do ceticismo geral, o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, foi mais fundo na discussão e apontou a legislação brasileira como um dos principais inimigos da crise. "Quem dá o crédito tem menos segurança de quem recebe no Brasil. Não há segurança jurídica para o automóvel", afirma. Segundo o executivo, há muita burocracia para retomar o veículo em caso de não pagamento e o prazo chega a 210


dias. "De cada 100 veículos, localizam-se apenas 15 e somente 40% do valor financiado é recuperado", contabiliza. Acompanhado da inadimplência que chegou a 9% nos anos anteriores, a seletividade de crédito dos bancos aumentou e os contratos de financiamento ficaram mais difíceis. Em 2012, haviam pouco mais de 200 mil veículos financiados mensalmente. Em 2013, o número caiu para 190 mil. Esse ano, a média de 150 mil contratos/mês. Para Meneghetti, o raciocínio é simples: se os agentes financeiros tivessem uma maior garantia de recuperação desse bem a curto prazo, a consequência seria uma garantia e a ampliação do crédito, que estimularia positivamente o mercado. "O prazo ideal é de 60 dias", pondera. O dirigente ainda espera que até o final do ano a legislação sofra alterações para chegar a esse prazo. O desdobramento desse trâmite, aliado à diminuição da inadimplência que atualmente está na casa dos 4%, segundo o dirigente, alteraria o rumo das projeções para o fechamento do ano, que rondam uma queda de 8%. "Se a nova legislação sair, o mercado muda. A lei pode proporcionar um crescimento de 20% na venda de automóveis financiados ou 30 mil carros novos nas ruas por mês", disse o esperançoso presidente, que negocia com o governo federal. Enquanto mudanças mais significativas não acontecem, o 24º Congresso e ExpoFenabrave "bateu" na mesma "tecla" de edições anteriores. Com o recuo na venda de carros zero-quilômetro, as concessionárias devem explorar outra áreas para manter o negócio saudável. "As redes de concessionárias precisam se preparar para trabalhar com um fluxo de caixa alternativo. Isso engloba o departamento de seminovos, pós-vendas, peças e acessórios. Ao longo dos anos esses departamentos foram renegados a segundo plano", direciona Meneghetti. Entre as palestras mais concorridas, uma mesa-redonda debateu a importância da internet para aumentar a comercialização de produtos, já que hoje metade da população brasileira tem acesso à rede mundial de computadores. Já o consultor Francisco Nunes deu dicas de como reduzir o índice de rotatividade de pessoal nas concessionárias e, consequemente, o custo com os processos de admissão e demissão de funcionários. O Congresso também buscou achar diretrizes que possam aumentar a retenção, ou seja, que clientes voltem à loja para fazer qualquer tipo de serviço desde a manutenção até a procura por um acessório. Se a palavra superação não der conta de todos os aspectos que envolvem o mercado automotivo nacional, no ano que vem o tema poderá ser "desafio". (por Raphael Panaro - Auto Press)

Notícia publicada na edição de 28/08/14 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 006 do caderno Motor - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.


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