Clipping Fenabrave 29.12.2014

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Clipping Vendas de veículos recuam 12% 4923543 - A GAZETA - ECONOMIA - CUIABÁ - MT - 18/12/2014 - Pág 3C http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=mbztcNDKxIFZHvqtd4SbfMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CUIABÁ Estado: MT País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4923543.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 460,20 Fechamento: 12/14 Tiragem: 20000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 460,20 Total: 0,0000


3 C - economia

Painel Econômico miriamleitao@oglobo.com.br

A GAZETA

CUIABÁ, QUINTA-FEIRA, 18 DE DEZEMBRO DE 2014

Miriam Leitão

U

m pacote balanceado em que haja mais cortes de gastos do que aumento de impostos, mas tudo dentro de um projeto de elevação da taxa de poupança. Combater a inflação, mas evitar preços artificiais, o que significa que eles subirão a curto prazo. Ajuste de olho na situação internacional, que piorou nos últimos dias. Uma visão confiante. Essa é a receita com a qual trabalha Joaquim Levy. Em entrevista que me concedeu, Levy admitiu aumento de impostos, não negou que a Cide, o imposto sobre combustíveis, esteja em consideração, mas o que ele quis deixar claro é que primeiro ele e o ministro Nelson Barbosa olham os gastos: — A prioridade é olhar os gastos, os diversos que já foram feitos. Estancar alguns, reduzir outros. Na medida do necessário, considerar alguns ajustes de impostos, olhando o objetivo de aumentar a poupança. É muito importante o Brasil poupar mais e investir mais e estar preparado para este mundo que, nos últimos dias, está claro que está mais turbulento. O ministro indicado falava da disparada do dólar

Visão de Levy

aqui, mas principalmente na Rússia, que enfrenta tremores que são sentidos em todos os emergentes. O Brasil tem seus próprios epicentros, mas a queda livre do rublo é uma complicação a mais. Levy acha que a sociedade brasileira, desde o ano passado, vem defendendo mudanças, e ele entende essa demanda, na área dele, como a de uma reorientação para mais consistência fiscal, mais fortalecimento da economia. Mas, a curto prazo, ele sabe que tem vários problemas. Um deles, a dona — sempre ela — inflação: — Janeiro é tradicionalmente de inflação mais alta porque tem muitas correções. Dada a situação hídrica, este ano será acionado o mecanismo das bandeirinhas. O custo adicional das térmicas tem que estar nas contas, primeiro para não acumular um passivo, segundo, porque na hora que se ajustam os preços, as pessoas sentem e ajustam o consumo. O poder dos preços de orientar as decisões é muito forte. O que o ministro quis dizer com isso é muito importante. Durante um tempo, principalmente em

2013, houve um represamento forte das tarifas e uma redução do preço da energia que foi ficando cada vez mais irreal ao longo de 2014 pelo uso intenso das térmicas. O sistema de bandeiras começaria no começo do ano e foi adiado para 2015. Prevê que, quando se usa mais térmica, os preços sobem; e quando há mais água nos reservatórios e as térmicas não são usadas os preços podem cair. Mas o que ele está defendendo nessa resposta é o realismo tarifário. O preço baixo incentiva a demanda de um bem, como água, que está escassa. Não no dia da entrevista, na verdade, quando desabou um temporal em Brasília. Quando perguntei se o Tesouro pode socorrer a Petrobras, o ministro disse indiretamente que não pensa nisso. Afirmou que “a capacidade de reação da Petrobras e das empresas de petróleo, em geral, é muito forte”. Sobre o dólar, acha que a tendência é de alta, pela economia americana mais forte, e a queda do preço do petróleo, que está tendo várias consequências na economia internacional. Sobre crescimento, Joaquim Levy acha que quando se faz um ajuste “forte e equilibrado”,

quando são tomadas “as medidas necessárias”, o crescimento vem mais rapidamente. Quando disse que ele era um estranho no ninho, cercado de pessoas que pensam diferente, ele não passou recibo e disse que existe um “núcleo comum de ideias” e que “as pessoas sabem o que precisa ser feito”. Quando perguntei se estava otimista, ele respondeu que via as coisas com “uma certa confiança”. Ou seja, Levy sabe que é passo após passo e há muito trabalho.

OS PONTOS-CHAVE Levy admite aumento de impostos, mas diz que prioridade é cortar gastos que cresceram Ministro é contra preços artificialmente baixos, pelos desequilíbrios que causam Ele diz estar confiante de que um ajuste forte e equilibrado produza resultados rápidos COM ALVARO GRIBEL (SÃO PAULO)

ZERO QUILÔMETRO

Vendas de veículos recuam 12% DA REDAÇÃO Mato Grosso emplacou 9,426 mil novos veículos em novembro, 12% a menos que outubro, quando 10,721 mil unidades foram vendidas. No comparativo com o mesmo período do ano passado, a queda é de 10%, segundo o balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Mato Grosso (Fenabrave/MT), divulgado nesta quarta-feira (17). Na avaliação do presidente da entidade, Manoel Guedes, são vários fatores que podem ter levado a esse resultado, entre eles a quantidade de dias úteis em novembro, inferior a de outubro. “Também sabemos que os consumidores preferem esperar dezembro, quando recebem o 13º, e tem a possibilidade de comprar seu veículo com isenção de IPVA”.

Apesar de não ser um ano ideal para os concessionários, Guedes acredita que o mercado está reagindo na medida do possível. O presidente lembrou que 2013 foi um ano muito bom para o setor, e por isso, o comparativo acaba sendo desfavorável. No acumulado do ano, já foram comercializados 112,121 mil veículos, 2,9% menor do que em 2013, que no mesmo período já somava 115,522 mil vendas. SEGMENTOS - No balanço por segmentos, a categoria de caminhões apresentou crescimento de 4,5%, totalizando 302 emplacamentos. O presidente da Fenabrave/MT lembrou que com a safra de soja plantada, os empresários do ramo já começaram a pensar no escoamento, investindo em novos caminhões. “Os consumidores deste segmento já agilizaram suas compras, em especial os

Número de dias úteis também interferiu no resultado obtido em novembro, afirma o presidente da Fenabrave estadual Marcelo Camargo/ABr

produtores de soja. Os financiamentos do BNDES com taxas reduzidas para a aquisição destes veículos e de outros bens teve como prazo final o dia 5 de dezembro. Assim, muitos aproveitaram o mês de novembro”. O segmento de comerciais leves

registrou 1,532 MIL vendas, com 21,1% de retração. Já as motocicletas tiveram queda de 14,6%, com 3,571 mil emplacamentos. O segmento de automóveis emplacou 3,569 mil unidades, número 5,3% menor do que o mês anterior. (Com Assessoria)


Clipping Venda recorde 4923542 - JORNAL DA CIDADE - VEÍCULOS - ARACAJÚ - SE - 18/12/2014 - Pág 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=mbztcNDKxIFAupA06mMjD8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARACAJÚ Estado: SE País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4923542.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 105,24 Fechamento: 12/14 Tiragem: 10000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 80,89 Total: 0,0000


4

ArAcAju, quintA-feirA, 18 de dezembro de 2014

Veículos

Jornal da Cidade

merCaDo

Giro NacioNal Editoria dE VEículos

150 mil Duster Divulgação

O Renault Duster chegou a 150 mil unidades vendidas no Brasil. O carro foi lançado em outubro de 2011 e terminou 2012 com 46,9 mil unidades emplacadas e a liderança do segmento, já que o Ford EcoSport renovado só surgiu no segundo semestre daquele ano. Em 2013, o Renault voltou ao segundo lugar, com 50,2 mil unidades, 24% a menos que o Ford. De janeiro a novembro de 2014 o Duster teve 43 mil unidades emplacadas e reduziu para 12,5% a desvantagem para o concorrente. O carro vendido no Brasil é fabricado em São José dos Pinhais (PR) e divide a linha de montagem com o sedã Logan e o hatch Sandero. Segundo a Renault, o Duster está presente em mais de 100 países e ultrapassou a marca de 1 milhão de unidades fabricadas em todo o mundo.A 150.000ª unidade foi vendida no Brasil foi entregue por uma concessionária de João Pessoa (PB).

VenDa reCorDe

A Ford comemora o crescimento recorde de 84% nas vendas da divisão Troller nos últimos quatro meses, quando chegou ao mercado o novo T4. Embora os volumes sejam pequenos, desde a renovação do único produto da marca, em agosto passado, houve um salto porcentual nos emplacamentos do modelo fabricado em Horizonte (CE). De agosto a novembro, foram licenciadas 624 unidades do T4, quase o dobro das 338 registradas no mesmo intervalo de 2013, segundo dados do Renavam compilados pela Fenabrave, associação que reúne os concessionários. O maior avanço ocorreu entre outubro e novembro, quando foram emplacadas 379 T4, um salto de 96% sobre os mesmos dois meses de 2013. Considerando todo o ano de 2014 até novembro, mesmo misturando as vendas do antigo e novo T4, o resultado também é bem melhor, com 1.245 unidades, superando em 21% os 1.025 vendidos de janeiro a novembro do ano passado.

FCa Promete seis Para o Br

A FCA, ou Fiat Chrysler Automobiles, promete seis lançamentos entre 2015 e 2016 de carros produzidos no Brasil. Serão quatro novos Fiat e dois Jeep, segundo informou Cledorvino Belini, presidente da corporação para a América Latina. Ele também acrescentou que a Jeep, com a chegada de seu primeiro produto nacional, o Renegade, passará por substancial crescimento da rede de concessionárias, saltando das atuais 45 para 200 lojas até o fim do próximo ano. Logo após a compra de 100% das ações da Chrysler pela Fiat, que resultou na criação da FCA, em janeiro deste ano, foi apresentado o plano estratégico mundial da companhia para o período de 2014-2018, em maio passado, no qual está prevista produção de três veículos na nova fábrica de Goiana (PE), que está com 98% das obras prontas e inicia suas operações no primeiro trimestre de 2015, após receber investimentos de R$ 4 bilhões para produzir até 250 mil unidades/ano. “Será a mais avançada e eficiente fábrica da FCA no mundo”, garante Belini.

ForD em alta PerFormanCe

Enquanto isso, a Ford embarcou na tendência dos investimentos cada vez maiores em veículos de alta performance. A companhia anunciou a criação de um time global dedicado ao segmento, o “Ford Performance”, e confirmou o lançamento de 12 carros da categoria até 2020. Dentro da estratégia da marca, modelos que compõe o portfólio da nova divisão, como o Focus RS, serão vendidos nos principais mercados do mundo. A ideia é ampliar tanto a oferta de veículos, quanto de componentes e acessórios. Para entrar para a linha RS, os carros da companhia terão de ser focados no motorista, garantindo o melhor desempenho na pista e oferecendo ainda boa condução no dia a dia. A fabricante aponta que, além de atrair os clientes, a linha compõe o plano One Ford, oferecendo inovação. A montadora destaca que a procura por carros de alto desempenho está em franca expansão, com alta de 14% na Europa e de 70% nos Estados Unidos desde 2009.

BmW e mini Com sPotiFy

O Grupo BMW firmou parceria com o Spotify, serviço de streaming com mais de 30 milhões de músicas. A partir deste mês, os carros da marca alemã e da Mini equipados com sistema de entretenimento BMW Connected oferecerão acesso ao aplicativo de áudio sob demanda. Para aproveitar o novo serviço, os proprietários de carros da companhia precisam fazer download do Spotify na Apple Store, que requer iPhone 4s com iOS7 ou superior. O celular ou tablet precisa estar conectado na entrada USB do veículo. “Estamos certos de que essa parceria com um aplicativo tão conhecido será mais um diferencial de conectividade e entretenimento em nossos carros”, apontou em comunicado Carlos Briselli, Gerente de BMW ConnectedDrive.

Vendas financiadas têm queda de 10,4% em 2014 medidas de estímulo não impediram retração em autos, motos e pesados

A

média diária de vendas financiadas para veículos novos (leves, motos e caminhões) cresceu 9,5% de outubro para novembro. No entanto, as diferentes medidas de estímulo ao crédito adotadas este ano ainda não foram suficientes para impedir a queda nos financiamentos, incluindo CDC, leasing, consórcio e outras formas menos expressivas de vendas a prazo. No acumulado de janeiro a novembro de 2014, foram financiados 2,83 milhões de veículos novos, uma queda de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado. A retração mais expressiva, de 18,7%, ocorreu para os caminhões, seguida dos veículos leves (-10,6%) e das motos (-8,2%). Os números foram divulgados na terça-feira, 16,

pela Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base integrada de informações que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil.

Mercado de usados

As vendas financiadas para veículos usados, de janeiro a novembro deste ano, somaram 2,91 milhões de unidades, resultando em ligeira queda de 0,94% em relação aos mesmos meses de 2013. A queda mais acentuada ocorreu para os veículos pesados (-7,6%), seguida das motos (-3,7%). Para os veículos leves de segunda mão, que somaram 2,68 milhões de unidades financiadas de janeiro a novembro, a retração foi apenas de 0,5%.

reCuPeraÇÃo/inDÚstria

Confiança na economia tem pequena alta Depois de três quedas consecutivas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial apresentou ligeira alta em dezembro, ficando em 45,2 pontos – diferença de 0,4 ponto em relação ao resultado de novembro (44,8). Apesar da melhora, o índice divulgado na sexta-feira, 12, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), encerra o ano em baixa. Entre 1º e 10 de dezembro, a CNI entrevistou representantes de 2,7 mil empresas, sendo mil de pequeno porte, outras mil médias e 650 de grande porte. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Se ficar acima de 50 pontos, o indicador demonstra confiança. Para o economista da CNI Marcelo Souza Azevedo, apesar de pequena, a alta no índice de confiança do empresariado é

importante porque interrompe trajetória de queda e abre perspectiva positiva em relação aos próximos quatro anos. “A parte da confiança é fundamental para a retomada do investimento e o país ter investimento é uma base muito importante para que haja crescimento sustentado. Então, essa melhora tem que ser vista para que a gente comece um ciclo virtuoso da nossa economia”. De acordo com Azevedo, os sinais do próximo governo da presidenta Dilma Rousseff na direção da “recuperação dos fundamentos macroeconômicos” foram fundamentais para a melhoria do índice. “De fato, a confiança dos empresários aumentou por conta das expectativas [com a nova equipe econômica]”. Segundo a pesquisa, o in-

dicador de expectativas aumentou de 48,2 pontos, em novembro, para 49,2 pontos, aproximando-se da linha divisória de 50 pontos, que separa as perspectivas pessimistas das otimistas. Entre as grandes empresas, o índice cresceu 0,9 ponto este mês em relação ao mês passado. Para o economista da CNI, apesar de o cenário indicar falta de confiança ao final de 12 meses, o fato de as grandes empresas terem sido responsáveis pela alta registrada em dezembro abre margem para um futuro mais positivo a partir de 2015. “O índice ainda está abaixo de 50 pontos. São nove meses de falta de confiança, mas a boa notícia, por outro lado, a recuperação, deu-se na expectativa das grandes empresas”. Divulgação

BmW X5 a Diesel

E por falar em BMW, a linha X5 passa a vir ao Brasil com duas opções a diesel, xDrive30d, tabelada em R$ 379.950, e M50d, por R$ 474.950. A montadora trouxe os carros para atender aos compradores que desejam desempenho com boa autonomia. Desenvolvido pela BMW M Performance, o motor 3.0 de seis cilindros em linha da X5 M50d utiliza três turbinas de geometria variável. Proporcionam respostas rápidas ao acelerador, com elevado torque, e entregam muita potência em uma ampla faixa de giros. Segundo a BMW, são 381 cv. O X5 M50d acelera de zero a 100 km/h em 5,3 segundos e tem velocidade máxima limitada eletronicamente a 250 km/h. O utilitário esportivo é equipado com tração integral inteligente xDrive e com suspensão eletrônica adaptativa. O modelo BMW X5 xDrive30d também utiliza um 3.0 de seis cilindros, mas com 258 cv. Vai de zero a 100 km/h em 6,9 segundos.

Último euto nCaP Do ano

O Euro NCAP realizou a última bateria de testes de segurança em veículos de 2014. As avaliações foram feitas com carros de diversas categorias para trazer informação aos consumidores de vários segmentos. Entraram nas provas da organização alguns utilitários esportivos, como o Land Rover Discovery Sport, que será fabricado e vendido no Brasil a partir de 2016, na planta que a Jaguar Land Rover começou a construir em Itatiaia (RJ). Se mantiver as mesmas características do veículo vendido na Europa, o SUV garantirá a segurança dos ocupantes. O modelo alcançou pontuação máxima nos testes de colisão do Euro NCAP e ficou com cinco estrelas. O Lexus NX e o Kia Sorento foram outros a alcançarem o máximo de estrelas da avaliação. O Volkswagen Passat e o Subaru Outback também se destacaram. Os carros garantiram a melhor proteção em todos os testes feitos pela entidade.

Prius em FernanDo De noronha Divulgação

Um híbrido Toyota Prius está sendo utilizado pela secretaria de defesa de Pernambuco para patrulhar o arquipélago de Fernando de Noronha. O carro foi integrado à frota da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma). Segundo a Toyota, a utilização do Prius pelo governo de Pernambuco começou em abril deste ano para difundir o uso de veículos mais amigáveis ao meio ambiente. A família Prius representa o maior número de emplacamentos de híbridos vendidos pela Toyota em todo mundo, com 4,7 milhões de automóveis. Em setembro a montadora ultrapassou os 7 milhões de híbridos com a soma deste e de outros modelos que fabrica. A montadora estima que, desde 1997, com a chegada do Prius ao mercado, até 31 de setembro deste ano, seus veículos híbridos evitaram a emissão de 49 milhões de toneladas de CO2 pela substituição de carros a gasolina equivalentes em tamanho e desempenho.

o níVel De emPrego apresentou queda de 5,4% no setor

autoPeÇas

Faturamento do setor recua 12,6% O faturamento real do setor de autopeças no acumulado de janeiro a outubro foi 12,6% menor que o registrado em igual período de 2013. O número foi divulgado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) a partir de dados

levantados com 87 empresas que representam 29,5% do faturamento total da indústria de autopeças no Brasil. Segundo o Sindipeças, houve redução de vendas em todos os segmentos de mercado: para montadoras, em 16,2%; intrassetoriais, 10,3%; merca-

do externo, 4,8%; e reposição, 3,5%. A capacidade ociosa entre as fabricantes de autopeças cresceu 5,05%. O nível de emprego caiu em proporção semelhante, 5,4%. O emprego nacional no setor apresenta índices negativos e crescentes desde janeiro.


Clipping Onix ganha versão de visual mais esportivo 4921595 - FOLHA DE ALPHAVILLE - VEÍCULOS - BARUERI - SP - 19/12/2014 - Pág D2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=r7Z7qi6KG0reg56jHudxLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: BARUERI Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4921595.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 126,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 20000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 126,00 Total: 0,0000


D2 | VEÍCULOS

Folha de Alphaville

| SEXTA-FEIRA, 19 DE DEZEMBRO DE 2014

Lucia Camargo Nunes redacao@folhadealphaville.com.br

A

General Motors não seguiu a máxima de que em time que ganha não se mexe. Chevrolet mais vendido do país e terceiro mais emplacado no ano, o Onix ganhou uma nova versão. Exibido no Salão do Automóvel, em outubro passado, a Chevrolet lança o Onix Effect, versão com detalhes esportivos, motor 1.4 flex de 106 cavalos, câmbio manual de cinco marchas e preço sugerido de R$ 50.190.

Onix ganha versão de visual mais esportivo Fotos: Divulgação

INTERIOR. Volante mais grosso e base reta traz detalhes em vermelho

Motor é o 1.4 flex de 106 cv. Preço de R$ 50.190 é o mesmo da versão topo LTZ A parte mecânica foi mantida, mas há itens que o deixam com aparência mais esportiva, como spoiler dianteiro, saias laterais e defletor de ar traseiro. O teto tem pintura preta de alto brilho, que cria efeito semelhante ao de uma cobertura de vidro. A grade toda preta, os faróis com máscara negra, as luzes de neblina e as lanternas com detalhes escurecidos compõem o estilo diferente do Onix Effect. Com-

DIFERENTE. Rodas de 15 polegadas, faróis com máscara negra e adesivos coloridos compõem o visual do Effect

pletam as rodas de 15 polegadas com pintura grafite e os adesivos coloridos. O interior vem conta com detalhes em vermelho no novo volante com empunhadura mais grossa – de base achatada e encorpado, para melhorar a pegada –, nos di-

fusores de ar e na costura dos bancos. O painel de instrumentos também recebeu grafismo mais esportivo. Entre os itens de série estão ar condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com regulagem de altura, alerta para esquecimento do

cinto de segurança, travas e vidros elétricos dianteiros com comando na chave. O carro tem três anos de garantia e duas opções de cor, branca e vermelha. Com o mesmo valor da versão topo de linha (Onix LTZ de câmbio manual), o Effect

TETO. Pintura preta de alto brilho cria efeito que imita cobertura de vidro

só não traz os vidros elétricos traseiros e os retrovisores elétricos.

De acordo com dados da Fenabrave (associação que reúne as concessionárias de todas as marcas), o Onix, com

dois anos de mercado, é líder de vendas da Chevrolet. Em novembro, o compacto foi o segundo carro mais vendido – atrás apenas do Volkswagen Gol – e no acumulado do ano (de janeiro a novembro), foi o terceiro veículo mais emplacado do país.

SENTRA. Sedã manual tem entrada de 60%, taxa zero e saldo em 18 meses

para o parcelamento do saldo em 18 meses. A sétima geração do sedã é vendido em três versões, com duas opções de câmbio – manual de seis marchas e CVT –, todas com motor 2.0 16V. Traz de série sistema eletrônico de ignição do motor por meio de botão, volante revestido de couro, sistema Isofix e chave inteligente presencial I-Key, entre outros.

Mercado

Nissan oferece condições especiais A Nissan oferece condições especiais para três modelos até o final de dezembro. Para o New March, a Nissan oferece zero de juros em 24 vezes e também um plano com 50% de entrada e 60 parcelas de R$ 399. O New March é produzido no Complexo Industrial

Nissan, em Resende (RJ), conta com duas opções de motor – 1.0 16V e 1.6 16V –, cada uma com três versões. Com entrada de 60% e parcelamento em 36 meses sem juros, o Versa conta ainda com bônus de R$ 2 mil para a versão SL – com poucas unidades em

estoque – e de R$ 1 mil para a versão SV. A primeira parcela fica para depois do Carnaval. O sedã é vendido em três versões: S, SV e SL, todas com motor flex 1.6 16V de 111 cv. O Novo Sentra com câmbio manual também tem entrada de 60% e a mesma taxa zero

AUTOS

Tabela de carros novos

AUDI Modelo A1 Attraction A3 Sportback A3 Sedan A4 Sedan TFSI A4 Avant TFSI A6 Sedan V6 A6 Allroad V6 A7 Sportback Q3 Attraction Q5 TFSI Q7 TFSI TT Coupé RS5 R8 Spyder V10

Preço (R$) 91.700 90.600 94.800 129.200 134.300 299.000 340.500 349.700 147.900 209.900 278.400 209.500 449.800 858.100

Motor 1.4 1.4 1.4 2.0 2.0 3.0 3.0 3.0 2.0 2.0 3.0 2.0 4.2 5.2

Preço (R$) 112.950 125.950 173.950 134.950 295.950 299.950 259.950 134.950 214.950 399.950 404.950 429.950 365.950 221.950

Motor 1.6 1.6 2.0 2.0 3.0 3.0 2.0 2.0 2.0 4.4 4.4 4.4 3.0 2.0

BMW Modelo 116i 118i 4 Portas 125i M Sport 320i Flex 335i M Sport 435i Coupé M Sport 528i M Sport X1 sDrive 20i Flex X3 xDrive 20i X5 xDrive 50i (5 lug.) X5 xDrive 50i (7 lug.) X5 xDrive 50i Sport X6 xDrive 35i Z4 sDrive 20i

CHEVROLET Modelo Celta 4p Classic Onix Onix Prisma Prisma Cobalt Cobalt Cruze Sport 6 Cruze (sedã) Captiva Spin Montana Tracker S10 Flex CS 4x2 S10 TD CS 4x4 S10 Flex CD 4x2 S10 Ecotec S10 TD CD 4x2 S10 TD CD 4x4 Camaro Camaro Conversível Trailblazer V6 Trailblazer TD

Preço (R$) 33.410 31.510 37.290 44.640 43.000 47.820 46.500 51.400 70.000 73.100 106.696 52.060 37.850 82.050 69.800 98.300 78.200 86.400 111.500 108.300 227.746 245.550 144.650 171.650

Motor 1.0 1.0 1.0 1.4 1.0 1.4 1.4 1.8 1.8 1.8 2.4 1.8 1.4 1.8 2.4 2.8 2.4 2.5 2.8 2.8 6.2 6.2 3.6 2.8

CITROËN Modelo C3 Origine C3 Tendance C3 Picasso C3 Picasso Aircross

Preço (R$) 40.990 50.990 46.990 54.890 55.290

Motor 1.5 1.6 1.5 1.6 1.6

C4 C4 C4 Lounge C4 Lounge DS3 DS4 DS5 C4 Picasso 16V Grand C4 Picasso

51.490 58.690 62.490 81.490 86.990 102.990 139.990 89.990 99.990

1.6 2.0 2.0 1.6 1.6 1.6 1.6 2.0 2.0

DODGE Modelo Journey V6 Durango

Preço (R$) Motor 119.900 3.6 159.900 3.6

FERRARI Modelo California 458 Italia 599 GTB Fiorano FF

Preço (R$) 1.400.000 1.600.000 2.500.000 2.700.000

Motor 4.3 4.5 6.0 6.2

FIAT Modelo Palio Fire 2p Palio Fire 4 p Uno 2p Uno 4p Novo Uno 4p Novo Uno 4p Palio Attractive Palio Attractive Palio Essence Siena Siena Grand Siena Grand Siena Palio Weekend Palio Weekend Palio Adventure Idea Idea Idea Adventure Punto Attractive Punto Punto Punto T-Jet 500 Cult Flex 500 Cabrio Flex Linea Bravo Bravo T-Jet Freemont Strada Working Strada Working CE Strada Working CD Strada Trekking CD Strada Adventure CE Strada Adventure CD Doblò Doblò Doblò Adventure Fiorino

Preço (R$) 25.430 27.560 26.760 28.930 31.450 35.510 34.950 38.450 42.660 33.280 36.550 42.280 47.370 46.760 48.860 58.060 48.060 50.360 58.830 44.420 47.790 52.170 62.980 47.390 56.900 56.630 57.180 72.470 96.530 37.660 40.980 47.230 53.950 55.050 60.780 59.400 66.230 71.210 43.000

Motor 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.4 1.0 1.4 1.6 1.0 1.4 1.4 1.6 1.4 1.6 1.8 1.4 1.6 1.8 1.4 1.6 1.8 1.4 1.4 1.4 1.8 1.8 1.4 2.4 1.4 1.4 1.4 1.6 1.8 1.8 1.4 1.6 1.8 1.4

FORD Modelo Ka Ka Ka+

Ka+ Fiesta Rocam Fiesta Rocam Fiesta Sedan Rocam Fiesta Sedan Rocam New Fiesta Hatch New Fiesta Hatch New Fiesta Sedan Focus Focus Focus Sedan Fusion Flex Fusion EcoSport EcoSport Ranger CS Flex 4x2 Ranger CD Flex 4x2 Ranger CS TD 4x4 Ranger CD TD 4X4 Edge

Motor 1.0 1.5 1.0

1.5 1.0 1.6 1.0 1.6 1.5 1.6 1.6 1.6 2.0 2.0 2.5 2.0 1.6 2.0 2.5 2.5 3.2 3.2 3.5

HONDA Modelo Fit Fit City Civic Civic Accord Accord CR-V 4x2 CR-V 4x4

Preço (R$) 47.930 57.990 50.990 65.890 74.900 119.900 147.900 98.900 114.900

Motor 1.4 1.5 1.5 1.8 2.0 2.4 3.5 2.0 2.0

HYUNDAI Modelo HB20 12V HB20 16V HB20X HB20S HB20S I30 Veloster Elantra Sonata Tucson Flex IX35 Santa Fé Azera V6 Genesis

Preço (R$) 35.760 43.940 50.510 41.565 46.800 69.000 75.000 87.000 107.000 65.000 100.171 144.000 125.000 222.938

Motor 1.0 1.6 1.6 1.0 1.6 1.6 1.6 2.0 2.4 2.0 2.0 3.3 3.0 3.8

JAGUAR Modelo XF V6 XF V8 XK R conversível XJ

Preço (R$) 314.900 450.500 620.000 540.000

Motor 3.0 5.0 5.0 5.0

JEEP Modelo Compass Cherokee Wrangler 2p Grand Cherokee

Preço (R$) 97.900 103.150 151.900 165.100

Motor 2.0 3.7 3.6 3.6

Modelo Picanto Flex Cerato Soul

Preço (R$) 44.900 68.400 63.900

Motor 1.0 1.6 1.6

KIA

Preço (R$) 35.390 40.390 37.890

42.890 31.740 35.990 34.340 38.790 42.890 48.990 53.190 63.590 77.590 71.590 102.900 113.900 62.990 71.490 61.990 78.490 93.890 113.790 131.490

Cadenza Sportage Sorento Sorento Mohave TD

139.900 89.900 119.900 159.000 209.900

3.5 2.0 2.4 3.5 3.0

LAND ROVER Modelo Freelander 2 SD4 Evoque Discovery 4 TD Discovery 4 Range Rover Sport TD RangeRover Vogue TD

Preço (R$) 170.500 183.500 243.900 310.900 365.500 622.500

Motor 2.2 2.0 3.0 5.0 3.0 4.4

NISSAN Modelo March March New March New March Versa Livina Livina Livina X-Gear Grand Livina Sentra S Altima Frontier 4x2 Frontier 4x4

LEXUS Modelo CT 200h CT 200h Luxury IS 250 ES 350 RX 350 Luxury RX 350 F Sport LS 460 L

Preço (R$) 134.000 154.000 182.000 228.000 267.000 279.000 545.000

Motor 2.0 2.0 2.5 3.5 3.5 3.5 4.6

Preço (R$) 108.500 118.900 128.900 122.900 140.900 142.900 203.900 327.500 305.500 368.900 239.900 188.900

Motor 1.6 1.6 1.6 1.8 1.8 1.8 1.8 3.5 3.5 3.5 1.8 2.2

Preço (R$) 76.950 89.950 113.950 145.950 116.950 141.950

Motor 1.6 1.5 2.0 1.6 1.6 1.6

MINI Modelo One 16V Cooper Cooper S Roadster Countryman Paceman

MITSUBISHI Modelo Pajero TR4 4X2 Pajero TR4 4X4 Pajero Full V6 Pajero Full Pajero Dakar Flex Pajero Dakar Diesel Lancer ASX L200 Triton Flex L200 Triton Diesel Outlander Outlander V6

Preço (R$) 72.990 78.990 182.990 202.990 146.990 146.990 73.990 84.990 105.490 93.990 105.990 132.990

Motor 1.0 1.6 1.0 1.6 1.6 1.6 1.8 1.8 1.8 2.0 2.5 2.5 2.5

PEUGEOT

MERCEDES-BENZ Modelo A200 Style A200 Urban B200 C 180 C 180 Coupé C 200 C 250 Coupé CLS 350 CGI E350 Avantgarde E350 BlueEfficiency SLK 250 Turbo GLK 220 CDI

Preço (R$) 28.490 36.590 32.990 37.490 39.600 44.900 50.580 55.170 56.770 62.190 106.900 91.990 100.640

SUZUKI

Motor 2.0 2.0 3.8 3.2 3.5 3.2 2.0 2.0 3.5 3.2 2.0 3.0

Modelo 207 Active 5p. 208 208 308 308 308 THP 308 CC THP 408 408 Griffe THP 3008 RCZ

Preço (R$) 36.690 43.090 52.590 56.490 64.090 76.990 149.290 63.590 76.590 100.990 150.590

Motor 1.4 1.5 1.6 1.6 2.0 1.6 1.6 2.0 1.6 1.6 1.6

PORSCHE Modelo Boxster Boxster S Cayman Cayman S 911 Carrera S 911 Carrera S Cabr. 911 Carrera 4S Cayenne Cayenne S Cayenne Turbo Macan S Panamera V6 Panamera Turbo

Preço (R$) 349.000 419.000 349.000 439.000 629.000 689.000 689.000 349.000 459.000 679.000 399.000 489.000 899.000

Motor 2.7 2.7 2.7 3.4 3.4 3.8 3.8 3.6 3.6 4.8 3.0 3.6 4.8

RENAULT Modelo Clio 2p Clio 4p Logan Logan Sandero Sandero Sandero Stepway Duster Duster Fluence

Preço (R$) 26.430 27.530 32.290 41.550 30.490 38.590 47.320 58.390 67.390 65.790

Motor 1.0 1.0 1.0 1.6 1.0 1.6 1.6 1.6 2.0 2.0

SMART Modelo Fortwo Coupé Fortwo Cabrio

Preço (R$) Motor 52.500 1.0 72.900 1.0

Modelo Grand Vitara Jimny 4x4 SX4 4X4

Preço (R$) 78.490 58.990 67.490

Motor 2.0 1.3 2.0

TOYOTA Modelo Etios Hatch Etios Hatch XS Etios Cross Etios Sedã Corolla GLi Corolla XEi Hilux Flex Hilux CS TD 4x4 Hilux CD TD 4x4 Hilux SW4 Flex 4x2 Hilux SW4 TD 4x4 RAV 4 4x2 RAV 4 4x4 RAV 4 4x4 Camry V6

Preço (R$) 38.380 42.620 49.190 42.470 66.570 76.990 94.540 93.980 104.630 113.460 172.570 105.900 123.900 134.900 150.600

Motor 1.3 1.5 1.5 1.5 1.8 2.0 2.7 3.0 3.0 2.7 3.0 2.0 2.0 2.5 3.5

VOLKSWAGEN Modelo Up 2p Up 4p Gol G5 2p Gol G5 4p Gol G5 4p Voyage Voyage Fox 4p Fox 4p Crossfox SpaceFox SpaceCross Polo Polo Sedan Golf TSI Comfortline Golf GTi Saveiro Saveiro CE Jetta Flex Jetta TSI Passat TSI CC Turbo Passat Variant TSI Fusca TSI Tiguan TSI Touareg V6 Touareg V8 Amarok CS 4x2 Amarok CD diesel Amarok Highline

Preço (R$) 28.060 30.160 27.990 32.770 39.580 37.010 42.290 36.520 40.690 57.990 53.180 62.470 48.420 50.490 69.510 102.680 36.690 43.590 68.720 93.890 122.960 152.690 129.410 95.890 120.450 230.000 278.830 93.190 103.390 144.390

Motor 1.0 1.0 1.0 1.0 1.6 1.0 1.6 1.0 1.6 1.6 1.6 1.6 1.6 1.6 1.4 2.0 1.6 1.6 2.0 2.0 2.0 2.0 2.0 2.0 2.0 3.6 4.2 2.0 2.0 2.0

VOLVO Modelo S60 T5 S60 T6 V40 V60 T5 V60 T6 XC60 T5 XC60 T6

Preço (R$) 157.950 206.950 122.950 162.950 210.950 162.950 225.950

Motor 2.0 3.0 2.0 2.0 3.0 2.0 3.0

Preços apurados até 17 de dezembro de 2014, sujeitos a alterações sem prévio aviso - Audi: 0800-777-2834 | BMW: 0800-707-3578 | Chevrolet: 0800-702-4200 | Chrysler: 0800-703-7130 | Citroën: 0800-118-088 | Ferrari: 3061-3300 | Fiat: 0800-707-1000 | Ford: 0800-703-3673 | Honda: 0800-017-1213 | Hyundai: 0800-55-9545 | Jaguar: 3061-1322 | Jeep: 0800-703-7150 | Kia: 0800-771-1011 | Land Rover: 0800-122-7333 | Lexus: 0800-7701367 | Mercedes-Benz: 0800-970-9090 | Mitsubishi: 0800-702-0404 | Mini: 0800707-3578 | Nissan: 0800-011-1090 | Peugeot: 0800-703-2424 | Porsche: 5644-6700 | Renault: 0800-055-5615 | Smart: 0800-970-9090 | Suzuki: 0800-770-3380 | Toyota: 0800-703-0206 | Volkswagen: 0800-019-5775 | Volvo: 0800-707-7590


Clipping Montadoras seguem otimistas 4922698 - CARRO - MERCADO / RANKING - SÃO PAULO - SP - JAN/2015 - Nº 255 - Pág 118 E 119 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=YQJ5sDEBVJLb1L02C1FcTcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: REVISTA Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4922698.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 92,35 Fechamento: 12/14 Tiragem: 70000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 92,35 Total: 0,0000




Clipping Imposto do carro zero subirá 4924402 - AGORA SÃO PAULO - GRANA - SÃO PAULO - SP - 29/12/2014 - Pág B2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=W276C8rJfSmqXna8fTbJhMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924402.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 671,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 95000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 463,00 Total: 0,0000



Clipping Prazo de cobrança de IPI reduzido termina dia 31 4924646 - O POVO - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=98t5qrrP/QsfO7tBHvz2SsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2014/12/27/noticiasjornaleconomia,3368418/p razo-de-cobranca-de-ipi-reduzido-termina-dia-31.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924646.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 54,61 Fechamento: 12/14 Tiragem: 2791780,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 54,61 Total: 0,0000


Jornal de Hoje

ECONOMIA

VEÍCULOS 27/12/2014

Prazo de cobrança de IPI reduzido termina dia 31 A poucos dias para o fim do IPI reduzido, quem está planejando comprar um carro novo deve apressar a ida à concessionária, pois a partir de 1º de janeiro de 2015, a cobrança será integral. Com o retorno das alíquotas originais, o IPI cobrado de carros populares com motor 1.0 passará de 3% para 7%. No caso dos veículos médios com motor flex, o imposto irá de 9% a 11% e de 10% a 13% nos movidos a gasolina. Alex Araújo, diretor Executivo da Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio), lembra que o fim da redução era esperado desde 2013 em virtude do custo de manutenção do programa. “As montadoras estão aproveitando para oferecer condições especiais, como juros zero para financiamento, mas muitos consumidores já anteciparam a compra, justamente por conta das sucessivas ameaças”, afirma. Para o economista, o alto índice de endividamento do cearense é outro fator que deve ser levado em consideração. “Só faz sentido adquirir um carro quem estava planejando fazer a compra” Vendas Segundo Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores do Ceará (Fenabrave­CE), os carros com mais saída em dezembro são os modelos básicos de motor 1.0. “Há ainda uma série de fatores que influenciam na venda do preço”, complementa. Para o especialista de produtos da Volkswagen, Fabiano Severo, as vendas em dezembro sempre são relativamente maiores do que em outros períodos. “Neste ano, não foi por causa do imposto e sim porque as pessoas têm mais dinheiro no período”, afirma. O gerente de vendas da concessionária Dafonte, Rafael Pessoa, diz que os preços dos carros da Chevrolet terão aumento de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil. Na Fazauto, revendedora Volkswagen em Fortaleza, o reajuste será entre 7% a 8%, mas os valores ainda não são oficiais. Ele conta que as compras ainda estão medianas neste mês porque os consumidores estão mais cautelosos, a expectativa é que o setor obtenha mais movimento em 2015. (Flávia Oliveira e Giovânia de Alencar) > TAGS:

PRAZO DE COBRANÇA DE IPI REDUZIDO TERMINA DIA 31

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Clipping Quanto custam os seguros dos carros mais vendidos em 2014 4924647 - INFO MONEY - WEB - WEB - 26/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=98t5qrrP/QuERU4BT46xuMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/seguros/noticia/3766865/quanto-custamseguros-dos-carros-mais-vendidos-2014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924647.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 66,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 1400000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 66,00 Total: 0,0000


Quanto custam os seguros dos carros mais vendidos em 2014 Em Pernambuco, o Fiat Palio, por exemplo, pode ser segurado por R$ 1.435,09. Já em São Paulo, a apólice do modelo líder de vendas tem valor mínimo de R$ 1.654,62

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Por Luiza Belloni Veronesi |11h14 | 26­12­2014

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SÃO PAULO ­ Um levantamento realizado pela corretora de seguros on­line Minuto Seguros revelou os preços mínimos das apólices dos carros mais vendidos neste ano. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), oFiat Palio deverá encerrar o ano na liderança do mercado, com o novo Gol na segunda posição.

A empresa listou o valor mínimo do seguro dos dez carros mais vendidos no acumulado de 2014, levando em conta um homem de 30 anos, casado, com garagem na residência e sem dependentes. A pesquisa contemplou os estados do Rio Grande do Sul, Amazonas,Pernambuco e São Paulo, além do Distrito Federal e listou os seguintes modelos: Fiat Palio, VW Gol, Fiat Strada, Chevrolet Onix, Fiat Uno, Ford Fiesta, Hyundai HB20, VW Fox, RenaultSandero e Chevrolet Prisma.

O levantamento mostra, por exemplo, que quem deseja segurar o GM Onix, terceiro mais vendido em 2014, irá desembolsar R$ 1.438,70 em Pernambuco e R$ 1.740,42 no Distrito Federal. Ainda de acordo com a Minuto, o estado de Pernambuco registra os valores mais atraentes para a maioria dos automóveis relacionados. O Fiat Palio, por exemplo, pode ser segurado por R$ 1.435,09. Já em São Paulo, a apólice do modelo líder de vendas tem valor mínimo de R$ 1.654,62.


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Entre os carros de passeio, o Hyundai HB20 possui as apólices com as maiores médias de preço. Seu valor é mais alto em São Paulo (R$ 2.169,22), no Rio Grande do Sul (R$ 1.937,50) e no Amazonas (R$ 1,742,02). Mais uma vez, o estudo constatou que São Paulo é o estado com a média geral mais alta, enquanto em Pernambuco, no Amazonas e no Distrito Federal os custos são mais baixos.

A pesquisa da corretora revela ainda que o Fiat Strada, 4º mais vendido, tem a apólice mais cara em todos os estados consultados. Portanto, vale a pena pedir uma cotação antes de decidir pela compra ou troca por um novo veículo. Veja abaixo as cotações com os principais automóveis vendidos no Brasil:

Veículo

Valor do seguro mínimo em São Paulo

*Os valores são para apólices de um ano.

Pernambuco

Amazonas

Distrito Federal

Rio Grande do Sul


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924645 - ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 26/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=98t5qrrP/QsP/rm+obqtl8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,nova-lei-de-retomada-de-carros-podeajudar-setor,1612454 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Igor Gadelha - O Estado de S. Paulo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924645.pdf

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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor IGOR GADELHA - O ESTADO DE S. PAULO 26 Dezembro 2014 | 22h 29

Para indústria, regra que reduz burocracia na recuperação de veículos inadimplentes pode liberar mais crédito para o setor Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. “Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas”, afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, “fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014”. Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o “grande trunfo” para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. “Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano”, diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. “Somos quase um quarto do PIB do País”, disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. “É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?”, brinca.


Acordos comerciais. A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924644 - DCI ONLINE - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=98t5qrrP/QtIf5IPh5UPBMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.dci.com.br/economia/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode-ajudar-setorid435374.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Estadão Conteúdo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924644.pdf

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27/12/2014 ­ 08h36

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Estadão Conteúdo SÃO PAULO ­ Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente.

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Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De

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acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.

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http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20141227/nova-lei-retomada-carros-podeajudar-setor/219598.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924623.pdf

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http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2014/12/27/noticiaseconomiaae,3368679/novalei-de-retomada-de-carros-pode-ajudar-setor.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924625.pdf

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Economia

AGÊNCIA ESTADO

27/12/2014 ­ 07h40

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea.


Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.

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http://www.odiario.com/economia/noticia/1251371/nova-lei-de-retomada-de-carros-podeajudar-setor/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924624.pdf

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que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato


dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.


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http://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/economia/nova-lei-de-retomada-de-carrospode-ajudar-setor-1.744151 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Igor Gadelha Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924622.pdf

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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Igor Gadelha ­ Estadao Conteudo 27 de dezembro de 2014 (sábado)

Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase

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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor ­A

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27/12/2014 ­ 07h48 Atualizado

27/12/2014 ­ 08h48

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Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca.

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Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924619 - ESTADO DE MINAS ONLINE - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=98t5qrrP/QsTCupUahKui8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/12/27/internas_economia,602815/nova-leide-retomada-de-carros-pode-ajudar-setor.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924619.pdf

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Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924618 - YAHOO - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=98t5qrrP/QtGY7J4Y8QZpsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

https://br.noticias.yahoo.com/nova-lei-retomada-carros-pode-ajudar-setor-103600948-finance.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924618.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 37,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 255586327,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 37,00 Total: 0,0000


Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Por Igor Gadelha | Estadão Conteúdo – sáb, 27 de dez de 2014

Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo


com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­ offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­ Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.


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http://noticias.r7.com/economia/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode-ajudar-setor-27122014 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924617.pdf

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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor

Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule‐se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice‐presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais


A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay‐ offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay‐off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes‐Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.

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Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924616 - DIÁRIO WEB - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=98t5qrrP/QtQT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Economia/226103,,Nova+lei+de+retomada+ de+carros+pode+ajudar+setor.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924616.pdf

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Economia › São Paulo Belo Horizonte e São Paulo, 27 de Dezembro, 2014 ­ 8:36

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Igor Gadelha ­ AE

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Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns


casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.

Fonte: Estadao Conteudo


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http://www.leiaja.com/noticias/2014/12/27/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode-ajudar-setor/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924586.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 25,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 8500000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 25,00 Total: 0,0000


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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis  sab, 27/12/2014 - 07:50

Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb.


Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.

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Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924585 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZAduUGkzRjkZ8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/12/27/internas_economia, 551341/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode-ajudar-setor.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Agência Estado Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924585.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 25,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 1200000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 25,00 Total: 0,0000


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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor O amparo legal deve aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo Agência Estado Publicação: 27/12/2014 08:22 Atualização:

Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações

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brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule‐se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta


do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice‐presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay‐offs


(suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay‐off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes‐Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924584 - EXAME - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZBDU5BWfrCRk8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode-ajudarsetor Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Igor Gadelha, do Estadão Conteúdo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924584.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 163,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 10313205,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 163,00 Total: 0,0000


27/12/2014 08:54

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Montadora de automóveis em Minas Gerais: setor ensaia recuperação Igor Gadelha, doEstadão Conteúdo

São Paulo ­ Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal


destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o


IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o


número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real. Tópicos: Anfavea, Autoindústria, Setores, Indústrias em geral, Indústria, Crédito


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924587 - VEJA - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZAoLAaFNgcD3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode-ajudar-setor Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Estadão Conteúdo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924587.pdf

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Economia 27/12/2014 ­ 10:52

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Setor automotivo

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno

Carros em pátio da montadora Volkswagen (Marisa Cauduro/Valor/VEJA)

Depois de um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015

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com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­ presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais – A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­ off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de


trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real. (Com Estadão Conteúdo)


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor em 2015 4924588 - FOLHA DE PERNAMBUCO - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZBCvza1YQsHJcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/economia/noticias/arqs/2014/12/0611.ht ml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Estadão Conteúdo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924588.pdf

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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor em 2015 Lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento deve ajudar um setor automotivo em crise 27/12/2014 10:05 ‐ Estadão Conteúdo

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Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. ACORDOS COMERCIAIS ­ A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai.

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Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.

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http://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/2014/12/nova-lei-de-retomada-de-carrospode-ajudar-setor.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924583.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 12446,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


27/12/2014 às 8h45 (Atualizado em 27/12/2014 às 13h16)

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Amparo legal deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do IPI Estadão Conteúdo Redação Folha Vitória

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São Paulo ­ Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova Medidas poderão aquecer setor automotivo Foto: ​ Divulgação

legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a

aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de


bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de


7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924581 - A TARDE - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZCE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1648877-nova-lei-de-retomada-de-carros-podeajudar-setor Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Igor Gadelha Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924581.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 32,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 4425641,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 32,00 Total: 0,0000


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Sáb, 27/12/2014 às 07:36

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Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI).

Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016.

Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente.

Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês.

O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb.

Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa:

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você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca.

Acordos comerciais

A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai.

Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea.

Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924580 - CRUZEIRO DO SUL - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZAJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/587201/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode-ajudarsetor Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924580.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 14,40 Fechamento: 12/14 Tiragem: 95800,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 14,40 Total: 0,0000


Tweet 27/12/14 | APÓS QUEDAS NAS VENDAS

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da


Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­ Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real. (Estadão Conteúdo)


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924582 - JORNAL DE BRASÍLIA - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZAl3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/593709/nova-lei-de-retomada-decarros-pode-ajudar-setor/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924582.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 33,27 Fechamento: 12/14 Tiragem: 277061,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 33,27 Total: 0,0000


Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para


automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a


negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real. Fonte: Estadao Conteudo


Clipping Toyota inicia as vendas do Camry 2015 4924515 - ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZAoYNz39axWCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,toyota-inicia-as-vendas-do-camry2015,22494,0.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924515.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 90,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 15795027,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 90,00 Total: 0,0000


27.12.2014 ­ 19:10

Toyota inicia as vendas do Camry 2015 Modelo tem as mesmas linhas do sedã apresentado durante o Salão de Moscou, em agosto de 2014 Tweetar

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A+ A­ A Toyota iniciou as vendas do Camry 2015 com tabela de R$ 158.600. Com um visual mais agressivo, o mesmo que foi apresentado no Salão de Moscou, em agosto de 2014, o sedã está disponível em versão única.

Toyota/Reprodução Site da Toyota já exibe a versão 2015 do sedã Camry

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Se comparado com o seu antecessor, o novo está com a parte dianteira totalmente redesenhada. A entrada de ar, por exemplo, está maior e os faróis de neblina agora estão embutidos. Na parte traseira, a tampa do porta­malas recebeu frisos cromados que acompanham as novas lanternas.

Internamente, só o quadro de instrumentos recebeu Toyota leva os melhores ao Japão alterações. Na lista dos principais itens de série estão: volante Quando o que importa é a disputa entre montadoras com comandos para o rádio, ar­condicionado BMW confirma projeto de carro a hidrogênio digital de três zonas, sistema multimídia de 7 polegadas com reprodutor de DVD, câmera de ré e air bag de joelho para o motorista. O motor continua sendo o V6 de 3,5 litros que gera 277 cv e 35,3 mkgf. Novo Prius seguirá linha do conceito C­HR

Conforme os números de emplacamento da Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionárias, o Camry vendeu 119 unidades em 2014.



Clipping Regional 4924512 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - RECIFE - PE - 28/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZB1WPrvhcA3f8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.digital.diariodepernambuco.com.br/apps,1,5/flip-integraa-a-o-jornalhoje?id=20141228+0064+DVR.pdf&year=2014&month=12&day=28&page=64&id_pagina=55 650&news_order=0 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: RECIFE Estado: PE País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924512.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 110,50 Fechamento: 12/14 Tiragem: 40000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 110,50 Total: 0,0000


Regional Bruno Tude, titular da Meira Lins, assume a diretoria regional da Fenabrave a partir de janeiro. A Fenabrave auxilia as revendas nas questões regionais, com orientações e sugestões de ações para o mercado, inclusive na legislação.


Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924511 - TV1 - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZC9iExaCi+0d8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://ven1.blogspot.com/2014/12/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: VENVITORIA Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924511.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


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SÁBADO, 27 DE DEZEMBRO DE 2014

ACESSOS AO V1

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­ presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do

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Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real. Agência Estado Postado por VENVITORIA às 10:14

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http://www.jornalpp.com.br/economia/item/80710-nova-lei-de-retomada-de-carros-podeajudar-setor Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924509.pdf

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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Escrito por Estadão Conteudo

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Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, (Foto:General Motors do Brasl/Arquivo)

diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016.

Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca.


Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real. (0 votos)

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http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/495157/nova-lei-de-retomada-de-carros-podeajudar-setor/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924510.pdf

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Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor sábado, 27 de dezembro de 2014 8:36 [Nenhum Comentário] Buscar Tweet

Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e Publicidade exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo.

Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.


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http://www.jornaldebeltrao.com.br/noticia/204155/nova-lei-de-retomada-de-carros-podeajudar-setor Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924508.pdf

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Negócios

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Autor(a): Estadao Conteudo: Igor Gadelha

Publicação: 27/12/2014

08:36

Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule-se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice-presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do


setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil, o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay-offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay-off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes-Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.

Publicação: 27/12/2014

08:36

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Clipping Repasse do Bolsa Família para Joinville supera R$ 10 milhões 4924513 - NOTÍCIAS DO DIA - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZA/LTaVk/dxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://ndonline.com.br/joinville/colunas/luiz-verissimo/223222-bolsa-familia-repassa-mais-der-10-milhoes.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Luiz Veríssimo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924513.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 28,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 16568,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 28,00 Total: 0,0000


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Repasse do Bolsa Família para Joinville supera R$ 10 milhões

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Ano de conquistas O Grupo RIC chega ao fim de 2014 com muito a comemorar. Líder em conteúdo regional, o grupo fecha o ano com mais de 15 prêmios estaduais e nacionais. No Notícias do Dia e na RICTV Record, palavra de ordem é ser relevante, buscar a excelência para fazer a diferença na vida dos leitores. As premiações estão aí para mostrar que os veículos do grupo estão no caminho certo.

Clube do Imóvel Joinville

“Receber tantos prêmios, em um único ano, representa o retorno do esforço de nossa equipe em busca da excelência no que faz. Aproveito para dividir estas premiações com todos que compõe a RIC e dizer que 2015 será um ano ainda melhor.” Marcello Corrêa Petrelli, presidente­executivo do Grupo RIC SC.

Prêmios em 2014 ­ Empresa Cidadã ADVB ­ Top One de Turismo ADVB ­ Top de Marketing ADVB ­ Prêmio ACIF de Jornalismo ­ Prêmio Fenabrave ­ Prêmio Ministério Público do Trabalho de Jornalismo – RICTV Record ­ Prêmio Ministério Público do Trabalho de Jornalismo – Notícias do Dia ­ Prêmio Fatma de Jornalismo Ambiental, 1º Lugar Categoria Regional Mídia Impressa Florianópolis ­ Prêmio Fatma de Jornalismo Ambiental, 1º Lugar Categoria Regional Mídia Eletrônica Joinville ­ Prêmio Fatma de Jornalismo Ambiental, 1º Lugar Categoria Regional Mídia Eletrônica Meio Oeste


­ Prêmio Colunistas Regional SC – Veículo Impresso do Ano ­ Prêmio Sincomércio de Jornalismo ­ Prêmio IGK ­ Prêmio Melhores Fornecedores e Veículos ­ Prêmio de Jornalismo SINDHRIO mURAL ­ A maioria dos museus de Joinville abrirá normalmente neste fim de semana. O Museu Nacional de Imigração e Colonização recebe os visitantes das 12 às 18h. ­ Os maiores salários oferecidos no Cepat (Centro Público de Atendimento aos Trabalhadores) são para as funções de caldeireiro de manutenção e de torneiro mecânico, ambas com salário de R$ 2.200. ­ Para varredor de rua (sem exigência de escolaridade) são 153 vagas com salário R$ 862. Com esse valor, vai ser difícil preencher as vagas. O Cepat fica na rua Abdon Batista, número 342, perto do Mercado Público. ­ Os vereadores mirins fecharam o ano com 58 indicações, muitas delas de obras e melhorias nas escolas onde estudam. A expectativa é de que o novo presidente da Câmara, Rodrigo Fachini (PMDB), dê continuidade e esse bom projeto. ­ O colunista Luiz Veríssimo segue curtindo suas férias em algum canto paradisíaco do planeta. Este interino segue até a primeira semana de 2015. Tschüss!

Publicado em 27/12/14­14:56

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Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4924516 - A TRIBUNA ONLINE SANTOS - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZBQT4VLK9X1NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.atribuna.com.br/atualidades/nova-lei-de-retomada-de-carros-pode-ajudar-setor1.421122 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Estadão Conteúdo Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924516.pdf

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Santos, 29 de Dezembro de 2014

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Sábado, 27 de Dezembro de 2014 ­ 13h58

Crise automotiva

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Estadão Conteúdo Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar, tanto dirigentes de montadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno, compensando perdas de um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Indústria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorar prejuízos da crise na Argentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. "Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativo de confiança na economia e a Copa do Mundo, que acabou desviando a atenção do comércio e das vendas", afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismo na previsão de uma retomada do setor já em 2015, diferente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, "fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014". Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o "grande trunfo" para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até 20%, o que poderá representar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de 1º de janeiro de 2015. Embora nos bastidores especule­se que o imposto poderá ser recomposto de forma gradual, o presidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. "Espero que continue o IPI, mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano", diz o vice­presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea pondera que o setor deverá continuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o peso específico do setor facilitaria o diálogo. "Somos quase um quarto do PIB do País", disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. "É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?", brinca. Acordos comerciais A assinatura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve


começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias do Brasil o equivalente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay­offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), férias coletivas e programas de demissão voluntária que, neste ano, foram adotados em quase todos os meses, em uma espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo para aumentar os períodos de lay­off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresas estão colocando em votação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, onde atua o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes­Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real. Compartilhar

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Clipping Cristiano Gionco é empossado novo presidente da Fenabrave e Sincovems 4924514 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - WEB - WEB - 27/12/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=MQ82z0tssZB6oYpLWUHQRsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.acritica.net/?conteudo=Noticias&id=135555 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4924514.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 50,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Redação: (67) 3317­7890

Segunda, 29 de Dezembro de 2014 ­ Editado desde: 01 de agosto de 1980

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Cristiano Gionco é empossado novo presidente da Fenabrave e Sincovems Quarta, 17 de Dezembro de 2014 ­ 13:02 PÁGINA INICIAL

Fonte: Alessandra Messias Foto: Roberto Medeiros

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PUBLICIDADE Edição 1720 ­ 14 de Dezembro de 2014

EXPEDIENTE FALE CONOSCO

Cristiano Gionco assina documento de posse como novo presidente da Fenabrave­MS

O diretor da concessionária Autobel, Cristiano Gionco, foi empossado para o triênio 2014/2017 como presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), e do Sindicato Profissional das Concessionárias de Veículos Automotores de MS (Sincovems) junto com a nova diretoria, na noite do dia 16 de dezembro, no Yotedy Lounge. O empresário Cristiano Gionco ocupa a vaga de Roberto Mosena, que passa a cuidar do segmento de máquinas agrícolas dentro da entidade. Durante a posse, todos os novos membros assinaram documento formalizando os cargos a serem substituídos.

01­Gilmar Olarte anuncia A que vai licitar ano que

vem R$ 40 ... O ex­presidente do Sindicato, Roberto José Mosena e diretor da Concessionária Mosena Massey Ferguson, em seu discurso de fim de mandato revelou que estava muito satisfeito e com sentimento de dever cumprido. “Hoje as palavras estão fundidas. Temos que levar o trabalho para a vida e vice versa. Entrego com muita satisfação a Cristiano Gionco os destinos da Fenabrave MS. Empregamos 50 mil pessoas nos quatro cantos do estado que merecem toda a nossa dedicação. Também fazemos parte do Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito que trata da segurança para motoristas de diversas entidades que também devo meus agradecimentos”, declarou Mosena.

As placas de veículos cinzas, vermelhas e pretas chegaram ao fim. Você

Cristiano Gionco chegou há 10 anos no MS, e ao tomar posse da Fenabrave e Sincovems disse que a oportunidade é o primeiro passo de qualquer jornada. “Roberto e Luiz Felipe fizeram uma jornada excepcional. Amor, cobrança saudável e descontração é o mix que uso para o meu dia a dia. Agradeço aos meus colaboradores da Autobel que de certa forma estão todos focados na empresa. O meu objetivo para os próximos três anos é de aprofundar os laços de união que temos”, enfatizou ele Segundo o presidente do Sincovems, a capacidade instalada no Brasil é superior as demandas. Montadoras buscam tecnologia e crescimento e os consumidores estão

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gostou dos modelos em comum com o Mercosul? Sim. Gostei Não. A cor não influência Talvez. A mudança não será imediata VOTAR RESULTADOS

• Comente a enquete • Sugerir enquete + enquetes

mais exigentes. “Se o elefante soubesse a força que tem seria o dono do circo. Não vemos um mercado que caiu. Ele apenas precisa de ajustes. Temos um comércio com as portas abertas e a concessionária é uma empresa complexa que exploramos muito

SÉRGIO LONGEN Presidente da Federação das

pouco as qualidades que nos oferece. Precisamos desenvolver mais possibilidades nas

Indústrias de MS

empresas e que venham as boas surpresas”, continuou Cristiano Gionco. O diretor de operações da Fenabrave Nacional, Marcelo Ciardi Franciulli, desejou a Cristiano muito sucesso a partir de 2015. “A Fenabrave é o órgão máximo da

"O nosso grande desafio é manter o crescimento da indústria no Estado"

distribuição automotiva no Brasil, pois conta com 52 associações, 22 regionais e mais Ver mais Entrevistas › de 8 mil concessionárias de autos, comerciais leves, tratores e máquinas agrícolas que geram em todo o país mais de 400 mil empregos diretos e representam 5.7% do PIB nacional. Por isso, vim prestigiar o amigo já que é importante estarmos reunidos em prol da nossa categoria”, comentou ele. Volkswagen Jetta facelift 2015 O diretor secretário do Sincovems, Sérgio Dias Campos, da Perkal Automóveis, disse que os números de veículos produzidos pela indústria automobilística permanecem e Ver mais notícias Automotivas › são responsáveis por empregar em MS, cerca de 50 mil pessoas de forma direta e indireta. “É um sindicato de importância para o estado que tem o agronegócio como forte e investimento pesado, acumulando a valorização dos grãos e da carne tende a empregar mais pessoas e para isso precisa de equipamentos agrícolas e veículos”, justificou Campos. Ele mencionou também que a parceria feita entre as concessionárias e o governo de André Puccinelli de isentar o IPVA, no primeiro ano, dos clientes que compraram o carro 0km, fez com que as vendas nas concessionárias aumentassem as vendas .

Henrique Mol Empreender: plano A para

Participando ativamente do Sincovems há cerca de 20 anos, já foi presidente e agora ocupa o cargo de diretor financeiro, Luiz Antonio de Souza Campos, da Automaster,

2015!

concessionária Ford, informou que a receita bruta do órgão é de R$ 400 mil por ano, oriunda do emplacamento de veículos 0km, contribuição patronal e das empresas associadas que são revertidos para cursos, treinamentos e palestras dadas aos

Waldemir Moka O Senado e as causas sociais

colaboradores e funcionários da rede automotiva.

Luiz Carlos Amorim

“Temos reservas para implementar novos projetos. O objetivo é trabalhar com o

aperfeiçoamento dos funcionários das redes de concessionárias e com a segurança no trânsito voltada para os motociclistas com o intuito de diminuir o número de

Natal no inverno

acidentes”, concluiu Luiz Antonio de Souza.

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Mesa composta pela nova diretoria da Fenabrave e Sincovems A nova diretoria será assim composta: Presidente: Cristiano Gionco­ Concessionária Autobel. Vice­presidente Automóveis: Marcelo Antonio Pires ­ Concessionária Vemais Suzuki. Vice­presidente de Motocicletas: Tomas Karl Boos ­ Concessionária Covel Honda. Vice­presidente Caminhão Evaldo Lelis Soares ­ Concessionária Caiobá Truck ­ DAF. Vice­presidente Tratores e Máq. Agrícolas: Roberto J. Mosena ­ Concessionária Mosena Massey Ferguson. Diretor Secretário: Sérgio Dias Campos. Diretor Financeiro: Luiz Antonio Souza Campos.

Conselheiro Fiscal Efetivo: Carlos Pereira França.


Conselheiro Fiscal Efetivo: Artur Jose Silva P. Duarte. Conselheiro Fiscal Efetivo: Ivo Crozetta. Conselheiro Fiscal Suplente: Walter Keiti Yaginuma. Conselheiro Fiscal Suplente: José Carlos Chinaglia. Conselheiro Fiscal Suplente: Andre Oshiro. Conselheiro Consultivo: Cristiano de Souza Campos. Conselheiro Consultivo: Aral Bergamaschi Moreira. Conselheiro Consultivo: Marcelo Antonio Pires. Conselheiro Consultivo Vitalício: Almir Hirokazu Oshiro. Conselheiro Consultivo Vitalício: Evaldo Lelis Soares. Conselheiro Consultivo Vitalício: Luiz Antonio Souza Campos. Conselheiro Consultivo Vitalício: Roberto J. Mosena. Fenabrave ­ MS A Regional de Mato Grosso do Sul da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) foi criada em 1989 e atualmente representa 104 concessionárias de todo o Estado, que atendem nos seguimentos de motocicletas, automóveis, caminhões e máquinas agrícolas.

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CRISTIANO GIONCO É EMPOSSADO NOVO PRESIDENTE DA FENABRAVE E SINCOVEMS

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Clipping Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor 4923762 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 27/12/2014 - Pág B8 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=zYIN36gP48XsDavP3s9uv8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 29/12/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\12\29\4923762.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1098,00 Fechamento: 12/14 Tiragem: 236000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1098,00 Total: 0,0000


B8 Economia %HermesFileInfo:B-8:20141227:

O ESTADO DE S. PAULO

SÁBADO, 27 DE DEZEMBRO DE 2014

Unialco avança na renegociação da dívida Com débitos de R$ 500 milhões, grupo usineiro conversa com bancos credores para assinar contrato definitivo até fevereiro Com duas usinas de açúcar e álcool em operação no País, o grupo Unialco está em conversas avançadas para renegociar suas dívidas, de R$ 500 milhões, com um pool de sete bancos. Luiz Guilherme Zancaner, acionista controlador do grupo, afirma queo contrato definitivo deverá ser assinado entre o fim de janeiro e início de fevereiro. Segundo o empresário, os termos da renegociação já estão praticamente acertados. “Faltam apenas trâmites burocráticos que estão em discussão entre os advogados envolvidos”, afirmou. Zancaner não deu mais detalhes dos termos da renegociação, que prevê um alongamento do perfil da dívida da companhia. Procurados, os bancos informaram que as conversas estão em andamento. “Muitas usinas que hoje es-

tão altamente endividadas tomaramfinanciamentonopassado para bancar seus projetos de expansão”,disseZancaner. Juntas, as duas unidades do grupo – uma delas em Guararapes, interior de São Paulo, e outra em Aparecida do Taboado, no MatoGrossodoSul–têmcapacidade de moagem de 4,1 milhões de toneladas. “Nossa prioridade é manter as usinas em operação”, disse. As usinas, no entanto, não estão operando a plena carga na safra atual, a 2014/15 (de abril a março), por conta da forte secaque atingiua regiãoCentro-Sul. Segundo Zancaner, quando as condições de mercado e do setor estiverem mais favoráveis, a expectativa é encontrar um sócio para entrar no negócio. Não é a primeira vez que o grupo faz parceria para avançar no setor. Em 2005, o grupo Unialco anunciou sociedade

DIVULGAÇÃO

Cana. Capacidade do grupo é de 4,1 milhões de toneladas comosgruposManuelita,daColômbia, e Pantaleón, da Guatemala, para construir a unidade ValedoParaná,instaladaemSuzanópolis(SP), estimuladopela

expansão do setor sucroalcooleiro àquela época. Em 2010/11, quando as condições do setor já não estavam mais favoráveis, o Unialco vendeu sua fatia de

50%doprojetoparaseusparceiros. Foi também nessa mesma época que o grupo também deu início às negociações de suas dívidas. De acordo com Zancaner, a companhia deve encerrar essa safra com faturamento de cerca de R$ 380 milhões. A receita da companhia deverá crescer para até 430 milhões no próximo ciclo (2015/16). Crise no setor. Muitas empresasdosegmentotêmenfrentando problemas financeiros devido à alta alavancagem e à política do governo de contenção de preço da gasolina. As usinas de açúcar e etanol do País devem encerrar esta safra devendo 110% de seu faturamento, de acordo com a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única). O faturamento para esse ciclo é estimado em cerca de R$ 70bilhões.AexpectativadaÚni-

ca é que as empresas fechem a safra devendo em torno de R$ 77 bilhões. O Grupo Virgolino de Oliveira (GVO) anunciou queestárenegociandosuasdívidas, de US$ 735 milhões. Altamente endividadas, como reflexo dos investimentos em expansão de novas unidades, sobretudo entre 2003 e 2008,quandooconsumodeetanol no mercado interno foi impulsionado pelos carros flex (que usam etanol e gasolina), as usinas continuaram tomando dívida para renovação de seus canaviais, mecanização da colheita de cana, afirmaram especialistas do setor. Acrise começou ase agravara partir de 2009, o que gerou uma forte onda de consolidação, comaentrada degruposestrangeiros, que passaram a adquirir o controle de companhias que estavam nas mãos de tradicionais famílias de usineiros.

DIVULGAÇÃO

Nova lei de retomada de carros pode ajudar setor Para indústria, regra que reduz burocracia na recuperação de veículos inadimplentes pode liberar mais crédito para o setor Igor Gadelha

Após um 2014 de quedas acentuadas nas vendas, produção e exportações, o setor automotivo brasileiro ainda deve amargar alguns efeitos da crise durante 2015, mas poderá começar a ensaiar uma recuperação. Apesar de terem graus de otimismo diferentes sobre quando essa retomada de fato vai se firmar,tanto dirigentesdemontadoras quanto de associações representativas do setor contam com a nova legislação que facilita a retomada do bem como principal aliada nesse processo. O amparo legal, na visão do setor, deverá ajudar a aquecer as vendas no mercado interno,compensando perdasde um ajuste fiscal prometido pelo governo, como o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industria (IPI). Pelo lado das vendas externas, o setor pretende ampliar acordos comerciais para minorarprejuízosdacrisenaArgentina, principal destino das exportações brasileiras de automóveis. “Em 2015, não ocorrerão fatores de restrição que tivemos em 2014, como os feriados no primeiro semestre, o clima negativodeconfiançanaeconomiaeaCopadoMundo,queacabou desviando a atenção do comércio e das vendas”, afirma o presidente da Associação NacionaldosFabricantesdeVeículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, ao justificar o otimismonaprevisãodeuma retomada do setor já em 2015, dife-

rente da maioria dos presidentes de montadoras, que acreditam em uma recuperação somente a partir de 2016. Moan defende que, se o ritmo do segundo semestre deste ano for mantido, “fecharemos 2015 com números bastante positivos contra 2014”. Até novembro, contudo, produção, vendas e exportações acumulam quedas de 15,5%, 8,4% e 29,9%, respectivamente. Para Moan, a nova lei que poderá diminuir de um ano para até dois meses o processo de retomada de bens com atraso em financiamento será o “grande trunfo” para o setor automotivo, principalmente a partir de 2015. A legislação entrou em vigor em novembro. O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti,prevê com isso que os bancos aumentem o apetite por riscos novamente e baixem o nível de restrições atuais para a oferta de financiamento de veículos. A expectativa dele é de que o volume de aprovação de contratos deverá aumentar até20%, oque poderárepresentar aproximadamente 30 mil veículos financiados por mês. O possível aumento da concessão de crédito deverá compensar a volta da alíquota cheia do IPI para automóveis a partir de1º de janeiro de2015. Embora nos bastidores especule-se que

Acordos comerciais. A assina● No

pátio

414,3 mil

é o número de unidades nos estoques das fábricas do País. O montante equivale a 42 dias de vendas e obrigou as empresas a recorrer à suspensão de contratos de trabalho

Anglo American espera investir US$ 800 mi no projeto Minas-Rio A mineradora Anglo American prevê investir US$ 800 milhões, entre 2015 e 2016, para elevar a capacidade de produção do Sistema Minas-Rio, que começou a produzir minério de ferro recentemente. Os investimentos serão aplicados para que a produção pos-

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oimpostopoderáserrecompostodeforma gradual, opresidente da Anfavea diz que o governo tem reafirmado que vai subir a alíquota mínima para carros motor 1.0 dos atuais 3% para 7%, o que levará a um reajuste de até 4,5% no preço de carros populares. Com as dificuldades do mercado, o setor tem cobrado a volta do IPI zerado, apesar de reconhecer que isso é difícil diante do ajuste fiscal prometido pelo governo para 2015. “Esperoquecontinueo IPI,mas estamos nos organizando para o aumento da alíquota a partir do próximo ano”, diz o vice-presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Apesar de negar que a volta da alíquota cheia do IPI será compensada por outro benefício, o presidente da Anfavea ponderaque osetor deverácontinuar sendo ajudado pelo governo, mesmo com o discurso de ajuste fiscal. Segundo ele, independentemente do comandante da equipe econômica, o pesoespecíficodosetorfacilitaria o diálogo. “Somos quase um quarto do PIB do País”, disse Moan, comentando que a associação aguarda resposta de um pedido de encontro com os novos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. “É aquela coisa: você vai matar a galinha dos ovos de ouro ou pegar os ovos?”, brinca.

sa ser duplicada para 26,5 milhões de toneladas de ferro por ano, em comparação com o volume projetado para 2015, segundo o diretor comercial da Minério de Ferro Brasil, Paulo Castellari. O executivo ressaltou que o custo de implementação completa do projeto MinasRio sairá US$ 400 milhões mais baixo que o programado pela Anglo na última estimativa, anunciada em janeiro de 2013. “O projeto original era de US$ 8,8 bilhões. A gente fechou em US$ 8,4 bilhões e, dentro desse valor, US$ 800 milhões

tura de novos acordos comerciais também é outra aposta do setor para engatilhar uma recuperação. Hoje, a Anfavea negocia acordos de livre comércio com a Colômbia e com o México. Durante 2014, a associação participou de vários encontros com entidades do setor desses países. De acordo com Moan, o

serão investidos em 2015 e 2016”, disse Castellari. O mineroduto, que foi idealizado originalmente pelo empresário Eike Batista e adquirido pela Anglo American, transporta com o uso de água minério de mina e unidade de beneficiamento da Anglo em Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas, em Minas Gerais, até o Porto do Açu, no Estado do Rio. O Minas-Rio vai fechar 2014 com a produção de cerca de 700 mil toneladas de minério de ferro e um total de três embarques, cada um com 80 mil toneladas para clientes na China. Para 2015, a empresa planeja produção média de cerca de 13 milhões toneladas de minério de ferro. “A gente tem bastante produto, mais de 300 mil toneladas no Porto (do Açu), pronto para ser embarcado”, frisou o executivo. Os clientes da Anglo até

Crise. Nas montadoras, 2014 foi marcado por lay-offs, férias coletivas e programas de PDV objetivo é apresentar propostas concretas para o governo brasileiro até o fim de 2015, para que os acordos sejam fechados com os outros governos, e, com isso, diminuir a dependência em relação à Argentina, destino de quatro em cada cinco carros exportados pelo Brasil. Ainda no próximo ano, a Anfavea deve começar a negociar também com o Uruguai. Com o estímulo às vendas, o setor tenta limpar os altos estoques e, com isso, retomar um ritmo maior nas fábricas. Mesmo com a produção em queda durante o ano, em novembro ainda havia 414,3 mil unidades encalhadas nas fábricas e concessionárias doBrasil, o equiva-

● Escala

13 milhões

de toneladas de minério de ferro é a produção média estimada pela Anglo American para o projeto Minas-Rio em 2015

700 mil

toneladas foi o total produzido pelo sistema em 2014

agora não foram divulgados, devido a cláusulas de confidencialidade comercial, segundo o executivo, que destacou que as próximas vendas do Minas-Rio deverão ser destinadas principalmente a clientes da Ásia e do Oriente Médio. Mas a empresa vai prospectar outras regiões. Cenário baixista. O início ope-

racional do Minas-Rio é marca-

lente a 42 dias de espera. Por conta disso, nunca tantas montadoras recorreram a lay-offs (suspensão temporária de contratosdetrabalho),fériascoletivaseprogramasdedemissãovoluntária que, neste ano, foram adotadosemquasetodososmeses, em uma espécie de rodízio entreamaioriadasempresasparadriblara ociosidadedasfábricas. Com isso, até novembro, o número de empregos no setor acumula queda de 7,9% ante mesmo período do ano passado, segundo a Anfavea. Com a possibilidade de retomada do setor somente a partir de 2016, a associação está apoiando a negociação entre centrais sindicais e o governo

para aumentar os períodos de lay-off, dos atuais cinco meses para até dois anos. Já as montadoras estão trocando os habituais aumentos salariais acima da inflação por abonos (benefícios não incorporados aos salários). Em alguns casos, empresasestãocolocando emvotação proposta de redução da jornada de trabalhado acompanhada da redução de salários, medida não adotada no setor há anos. Em São Bernardo do Campo, ondeatuaoSindicatodosMetalúrgicos do ABC, considerado um dos mais combatentes do país, por exemplo, foi fechado um acordo na Mercedes-Benz que prevê quatro anos seguidos sem aumento real.

do por um cenário de preços de minério de ferro em queda, em grande parte devido à maior oferta de mineradoras como Rio Tinto, BHP Billiton e Vale. “Obviamente o preço onde está não nos agrada”, afirmou o executivo. Entretanto, Castellari frisou que o Minas-Rio vai produzir por mais 40 ou 50 anos, no mínimo, e que o negócio de mineração é de longo prazo. Além disso, o executivo ainda aposta na demanda futura de países como a China, para urbanização. Castellari também destacou que o produto do Minas-Rio é “bastante competitivo”, com custos de produção entre US$ 33 e US$ 35 por tonelada, enquanto diversas mineradoras menores deverão paralisar ou fechar suas operações devido aos altos custos de produção, enviáveis neste cenário. A qualidade do minério, com

teor de ferro que varia entre 67,5% e 68% por cento, também é apontada pela empresa como um diferencial no atual momento do setor. Parceria. Em uma outra fase de expansão do projeto, além dos 26,5 milhões de toneladas, segundo Castellari, é possível que a empresa avalie parcerias. Ele destacou que o sistema foi concebido para produzir até 90 milhões de toneladas, o que demandará “investimentos grandes”. “Quando chegar essa hora, talvez uma sociedade faça todo sentido”, disse Castellari, destacando que o foco agora é atingir os 26,5 milhões de toneladas de forma segura e responsável, de olho na eficiência. Segundo a empresa, o Minas-Rio tem 1,45 bilhão de toneladas de reservas certificadas, das quais 685 milhões de toneladas são comercializáveis./ REUTERS


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