Título: Ford quer ser popular Autor: Ana Paula Machado Coluna: NEGÓCIOS Nome do Veículo: ISTOÉ DINHEIRO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 20/11/2013 - Nº 840 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
Tipo de Veículo: REVISTA Página: 56 A 59 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Venda de veículos novos tem o segundo melhor mês do ano Autor: Bruno Moreira Coluna: CIDADES Nome do Veículo: O LIBERAL Cidade: AMERICANA País: BRASIL Data de Capa: 14/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 9 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
QUINTA-FEIRA, 14 DE NOVEMBRO DE 2013
Cidades 9
concurso público
Após erro em edital, Prefeitura diminui o salário de médicos Equívoco obrigou Administração a publicar uma retificação no documento lançado recentemente NOVA ODESSA
135,60). A Prefeitura de Nova Odessa paga ainda um adicional de assiduidade – para médicos que comparecem a todos os plantões em que foram escalados – de 10% sobre o valor do plantão. O último benefício é um bônus de R$ 1,28 por paciente atendido, instituído como mais uma
Profissionais contratados através de concurso público vão atuar no Hospital e Maternidade Doutor Acílio Carreon Garcia
forma de atrair profissionais para o SUS (Sistema Único de Saúde). O prazo de inscrições foi encerrado há uma semana. Para cada cargo em que houve alteração foi aberta uma vaga no concurso público. Depois de contratados, os profissionais devem atuar no Hospital Dr. Acílio Carreon. Também
ZERO QUILÔMETRO
Venda de veículos novos tem o segundo melhor mês do ano Resultado de outubro foi 15,9% maior em relação a setembro
ARQUIVO_O LIBERAL
Bruno Moreira REGIÃO
O mês de outubro foi o segundo melhor do ano em relação à venda de veículos zero quilômetro nas cidades da RPT (Região do Polo Têxtil). Foram comercializadas 2.230 unidades ao longo do mês passado, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O resultado foi 5,5% superior em relação a outubro do ano passado e 15,9% maior do que o apurado em setembro. O desempenho, na comparação com os demais meses deste ano, foi inferior apenas em relação a agosto, quando o setor comercializou 2.424 unidades entre os cinco municípios. Mais de um terço dos veículos zero quilômetro vendidos no período corresponde a Americana, já que foram 799 unidades comercializados apenas no município. No caso americanense, desconsiderando a média regional, outubro foi o melhor mês do ano para o setor, já que o principal resultado, até então, havia sido registrado em junho, quando a venda de “zerados” chegou a 781 modelos. Comparado ao
Serviços essenciais vão atuar em plantão Juliana Ferreira REGIÃO
ARQUIVO_O LIBERAL
Walter Duarte
A Prefeitura de Nova Odessa publicou, no último sábado, uma retificação ao edital do concurso público para a contratação de médicos. A mudança reduz de R$ 976,36 para R$ 735,24 o valor inicial pago por plantão de 12 horas para cirurgião geral, ginecologista e pediatra. A administração informou que houve uma falha no setor de Recursos Humanos, que juntou ao salário-base dos profissionais o adicional de insalubridade e um bônus por assiduidade. O problema foi detectado pela secretária de Saúde, Rosa Maria Sacilotto, e informado ao secretário de Administração, Mauro Ramalho, que optou pela retificação para evitar possíveis ações trabalhistas com pedido de incorporação salarial. “O valor do plantão é contido por algumas variantes, que fazem parte da errata que nós publicamos. Então, poderia dar R$ 976 ou R$ 977. Para não ficar fixo nisso e dar diferença de um real para cima ou para baixo, foi alterado pra deixar tudo bem claro evitar problemas futuros”, explica Ramalho. O adicional de insalubridade está fixado por lei em 20% do salário-mínimo (hoje R$
FERIADO
AMERICANA LIDERA. 799 unidades zero quilômetro foram vendidas no município mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 20,8% na cidade. Frente a setembro, a elevação ficou em 9,6%. Por outro lado, Sumaré, segundo principal mercado para a comercialização de veículos novos na RPT, apresentou retração no comparativo com 2012. Em outubro do ano passado foram vendidos 706 modelos, contra 549 agora. A queda foi de 22,2%. Mesmo assim, o desempenho no período ainda foi o segundo melhor do ano, atrás apenas de agosto, quando houve 857 unidades vendidas.
Os dados da Fenabrave ainda mostram que outros três municípios da RPT seguiram o mesmo caminho traçado por Americana, com crescimento em relação a setembro e outubro do ano passado. Hortolândia, Nova Odessa e Santa Bárbara d’Oeste avançaram 32,5%, 28,5% e 8,7%, respectivamente, na comparação com outubro de 2012. Dona da principal elevação, Hortolândia vendeu 338 unidades no décimo mês deste ano, contra 269 no ano anterior. A alíquota mais baixa do IPI (Imposto sobre Produtos
Industrializados) para carros novos, um dos principais fatores para o desempenho do consumidor na compra do modelo zero quilômetro, vence no dia 31 de dezembro, mas o governo federal estuda ampliar o prazo de validade do benefício. Uma nova prorrogação poderia ser feita até o março de 2014, segundo declaração do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, no mês passado. A decisão, segundo ele, será tomada pelo Ministério da Fazenda.
serão preenchidas vagas de mensalista – que vão atuar na rede municipal – para cardiologista, endocrinologista, ginecologista e obstetra, neuropediatra e ainda ortopedista. Para comentar, acesse:
liberal.com.br
O feriado da Proclamação da República vai interromper os principais serviços à população na RPT (Região do Polo Têxtil). Em Americana, o expediente do comércio será encerrado hoje e retomado no sábado, enquanto os supermercados poderão permanecer abertos amanhã, até às 20h. Os órgãos públicos, por sua vez, manterão os serviços essenciais em regime de plantão especial. Nos municípios, serviços da Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros, unidades de pronto atendimentos, hospitais, cemitérios e coleta de lixo funcionarão normalmente durante o feriado. Já o DAE (Departamento de Água e Esgoto), GPA (Grupo de Proteção Ambiental) e a Defesa Civil contarão com uma equipe disponível por 24 horas, que atenderão os chamados feitos por telefone pelos moradores. Segundo o diretor do Departamento de Supermercados da Acia, Marcos Cavicchiolli, o horário máximo até as 20h das lojas do segmento é definido por lei. “O funcionamento é facultativo nos feriados e pode variar de uma loja para outra, assim, recomendamos que os consumidores se informem no estabelecimento que costumam frequentar”, orientou.
Título: Peugeot deve fabricar sedã 301 no Brasil depois de lançar SUV 2008 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: UOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Peugeot deve fabricar sedã 301 no Brasil depois de lançar SUV 2008 Claudio Luís de Souza Do UOL, em São Paulo (SP) 14/11/2013
16h35
A Peugeot só fala no lançamento do SUV compacto 2008, previsto para o começo de 2015, mas há um outro modelo, talvez até mais importante, aguardando sua vez na fábrica de Porto Real (RJ). Trata-se do sedã 301, cuja proposta é a mesma de Renault Logan, Chevrolet Cobalt, Fiat Grand Siena e Nissan Versa: oferecer espaço de médio a preço (mais ou menos) de compacto (leia-se, entre R$ 35 mil e R$ 45 mil). O 301 já existe. Ele é construído sobre a mesma plataforma do 208, fabricado localmente pela Peugeot e sucesso de público e vendas. O 2008 usará essa mesma base estrutural. Com 4,44 metros de comprimento, o 301 tem abundante entre-eixos de 2,65 m e um porta-malas quase surreal, de 640 litros (a média é de 500 litros). Há três opções de motor: 1.2 e 1.6 a gasolina (o segundo pode ser gerenciado por câmbio automático) e 1.2 a diesel, com potências de 72 cv, 115 cv e 92 cv, respectivamente. O sedã já é vendido em países periféricos, como o Irã (onde a marca do leão é dominante), e promissores, como a China; e em breve chegará, via importação a partir da Espanha, à Argentina. Este último parece um arranjo estranho, já que a PSA Peugeot Citroën tem fábrica própria em terras portenhas -- mas lá são produzidos apenas carros médios (408, C4 Lounge). A "maternidade" dos compactos do grupo é mesmo Porto Real.
Peugeot 301: dianteira de 508, roda de 207, porta-malas de 640 litros: espere mais 2 anos
Conversas de bastidores insinuam uma necessidade estratégica de a Peugeot fabricar o 301 por aqui. Em permanente crise na Europa, as esperanças da marca francesa concentram-se na China, na Índia e, em menor escala, no Brasil. São países que podem garantir um aumento de rentabilidade crucial para a sobrevivência da empresa -- mas oferecendo como pratos principais em nosso país apenas 208 (o carro da "virada" (http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/03/20/peugeot-208belo-e-carro-da-virada-principal-versao-custa-r-45990.htm), segundo a marca), 308 e, em 2015, o 2008, talvez não dê para chegar lá. UOL Carros apurou que a fabricação do 301 em Porto Real é vista como um passo natural para a Peugeot. Não só pela razão descrita acima, mas também porque o modelo que a marca possui para atender à demanda por sedãs compactos, o 207
Sedan, está perto de encerrar sua vida útil. Em outros tempos, executivos de alto calibre da marca francesa já deram de ombros a questionamentos sobre o futuro do três-volumes (a última vez foi no lançamento do 208, há alguns meses). "Por que mexer com um carro que ainda vende sem fazermos propaganda dele?" Bem, ele ainda vende, mas cada vez menos. Em outubro o 207 Sedan emplacou irrelevantes 235 unidades. No acumulado do ano, foram 4.059, de acordo com a Fenabrave. Qualquer propaganda espontânea em torno do sedã já acabou há muito tempo. A tendência é o carro apagar-se aos poucos -- até porque a concorrência ocupou o vácuo no sub-segmento (o Cobalt, um dos inimigos a serem batidos, vendeu 13 vezes mais este ano). O C-Elysée, variação da Citroën para o 301, não será vendido no Brasil porque ela é a marca da PSA que precisa manter imagem premium. Ou seja, até mesmo "em casa" o caminho está aberto para o 301. Aguardemos -- mas a aposta de UOL Carros é a de que em 2015 ou 2016, após resolver-se a vida do 2008, esse modelo será fabricado e vendido no Brasil. COM QUEM O 301 BRIGARIA HOJE NO BRASIL
GM Cobalt
Lt 1.4 4p 2014 Motor: Potênc ia: Câmbio: Comprimento: Entre-eixos: Largura: Altura: Peso: Porta-malas: Preç o:
1.4 97(G) / 102(A) cv Manual(5m) 4479 mm 2620 mm 1735 mm 1514 mm 1096 kg 563 L R$ 43.190,00
Renault Logan
Nissan Versa
Expression Hi-power 1.6 4p 2014 S 16v Flex 1.6 4p 2014 Motor: Potênc ia: Câmbio: Comprimento: Entre-eixos: Largura: Altura: Peso: Porta-malas: Preç o:
1.6 98(G) / 106(A) cv Manual(5m) 4349 mm 2635 mm 1733 mm 1529 mm 1070 kg 510 L R$ 39.440,00
Motor: Potênc ia: Câmbio: Comprimento: Entre-eixos: Largura: Altura: Peso: Porta-malas: Preç o:
CLIQUE AQUI PARA VER O COMPARATIVO COMPLETO
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1.6 111 (G/A) cv Manual(5m) 4455 mm 2600 mm 1695 mm 1514 mm 1052 kg 460 L R$ 37.390,00
Título: Peugeot deve fabricar sedã 301 no Brasil depois de lançar SUV 2008 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SABE CAXIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 16/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
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Peugeot deve fabricar sedã 301 no Brasil depois de lançar SUV 2008 16 de novembro de 2013 |
Filed under: Destaques,Tecnologia |
Posted by: Miguel Brambilla
A Peugeot só fala no lançamento do SUV compacto 2008, previsto para o começo de 2015, mas há um outro modelo, talvez até mais importante, aguardando sua vez na fábrica de Porto Real (RJ). Trata-se do sedã 301, cuja proposta é a mesma de Renault Logan, Chevrolet Cobalt, Fiat Grand Siena e Nissan Versa: oferecer espaço de médio a preço (mais ou menos) de compacto (leia-se, entre R$ 35 mil e R$ 45 mil). O 301 já existe. Ele é construído sobre a mesma plataforma do 208, fabricado localmente pela Peugeot e sucesso de público e vendas. O 2008 usará essa mesma base estrutural. Com 4,44 metros de comprimento, o 301 tem abundante entre-eixos de 2,65 m e um portamalas quase surreal, de 640 litros (a média é de 500 litros). Há três opções de motor: 1.2 e 1.6 a gasolina (o segundo pode ser gerenciado por câmbio automático) e 1.2 a diesel, com potências de 72 cv, 115 cv e 92 cv, respectivamente. O sedã já é vendido em países periféricos, como o Irã (onde a marca do leão é dominante), e promissores, como a China; e em breve chegará, via importação a partir da Espanha, à Argentina. Este último parece um arranjo estranho, já que a PSA Peugeot Citroën tem fábrica própria em terras portenhas — mas lá são produzidos apenas carros médios (408, C4 Lounge). A “maternidade” dos compactos do grupo é mesmo Porto Real. Conversas de bastidores insinuam uma necessidade estratégica de a Peugeot fabricar o 301 por aqui. Em permanente crise na Europa, as esperanças da marca francesa concentram-se na China, na Índia e, em menor escala, no Brasil. São países que podem garantir um aumento de rentabilidade crucial para a sobrevivência da empresa — mas oferecendo como pratos principais em nosso país apenas 208 (o carro da “virada”, segundo a marca), 308 e, em 2015, o 2008, talvez não dê para chegar lá. UOL Carros apurou que a fabricação do 301 em Porto Real é vista como um passo natural para a Peugeot. Não só pela razão descrita acima, mas também porque o modelo que a marca possui para atender à demanda por sedãs compactos, o 207 Sedan, está perto de encerrar sua vida útil. Em outros tempos, executivos de alto calibre da marca francesa já deram de ombros a questionamentos sobre o futuro do três-volumes (a última vez foi no lançamento do 208, há alguns meses). “Por que mexer com um carro que ainda vende sem fazermos propaganda dele?” Bem, ele ainda vende, mas cada vez menos. Em outubro o 207 Sedan emplacou irrelevantes 235 unidades. No acumulado do ano, foram 4.059, de acordo com a Fenabrave. Qualquer propaganda espontânea em torno do sedã já acabou há muito tempo. A tendência é o carro apagar-se aos poucos — até porque a concorrência ocupou o vácuo no sub-segmento (o Cobalt, um dos inimigos a serem batidos, vendeu 13 vezes mais este ano). O C-Elysée, variação da Citroën para o 301, não será vendido no Brasil porque ela é a marca da PSA que precisa manter imagem premium. Ou seja, até mesmo “em casa” o caminho está aberto para o 301. Aguardemos — mas a aposta de UOL Carros é a de que em 2015 ou 2016, após resolver-se a vida do 2008, esse modelo será fabricado e vendido no Brasil.
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Título: Teste: de cara nova, JAC J6 surpreende pelo espaço, mas peca no câmbio e em tecnologia Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: R7 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 16/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
16/11/2013 às 13h15
Teste: de cara nova, JAC J6 surpreende pelo espaço, mas peca no câmbio e em tecnologia Minivan vem com preço atraente, porém fica devendo na comparação com concorrentes Tweet
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Raphael Hakime, do R7
Dianteira da J6 sofreu mudanças leves nos faróis e para-choques
O público-alvo das minivans, a grosso modo, são pais de famílias grandes que buscam conforto, espaço interno generoso e um porta-malas capaz de carregar desde pilhas de malas a carrinhos de bebê. Geralmente, quem compra uma minivan também não abre mão de segurança, tranquilidade ao dirigir e um bocado de tecnologia ao alcance das mãos — para tornar qualquer viagem mais agradável.
Raphael Hakime/R7
Reestilizada menos de dois anos após ser lançada no Brasil, em 2012, a minivan JAC J6esbanja personalidade se destaca por alguns desses fatores decisivos que influenciam a escolha do comprador. Mas quando comparada às principais concorrentes —Chevrolet Spin, Citroën C4 Picasso eNissan Grand Livina —, fica claro que aJ6 terá de oferecer muito mais que preço atrativo para ganhar o consumidor. A minivan parte de R$ 59.990.
A parte mais modificada da carroceria foram as lanternas
A reportagem
Raphael Hakime/R7
As novas lanternas agora invadem a tampa do porta-malas Raphael Hakime/R7
do R7 acelerou a JAC J6 em uma viagem de quase 1.500 km pelo interior de São Paulo e traz suas impressões — não as de um especialista em carros, mas de um potencial comprador. A começar pelo exterior, a minivan chinesa tem agora lanternas horizontais e integradas ao porta-malas. Na dianteira, os faróis foram redesenhados, mas pouco mudaram em relação ao modelo anterior. Dentro do carro, o painel está completamente diferente, quase todo na cor cinza sob uma elegante iluminação azul escura. A
O painel também foi totalmente redesenhado e está mais chique, com molduras em black piano e iluminação a Raphael Hakime/R7
luz, porém, é ponto negativo diante da dificuldade em se fazer a leitura do painel durante o dia. Fora isso, saltam aos olhos os detalhes em black piano nas
portas e no painel, e as maçanetas cromadas. Mas vale ressaltar que tudo é feito de plástico duro e risca com facilidade. No comando central, o arcondicionado automático e digital merece destaque, O grande trunfo da J6 é o espaço, com lugar para até 7 pessoas assim como o som, que Raphael Hakime/R7 vem com entrada USB. Pensando na segurança, o veículo traz airbags frontais, freios ABS, faróis de neblina e sensor de estacionamento. O controle de som no volante ajuda a evitar distrações. Essa gama de recursos em nada deixa a desejar para assegurar tranquilidade às famílias. O ponto alto da minivan, contudo, é o espaço interno, que agrada pela amplitude. São sete lugares e mesmo as últimas duas poltronas do fundão oferecem algum conforto — não é uma poltrona de 1ª classe, vale lembrar. Para o motorista e o passageiro, os bancos têm três ajustes diferentes de altura. Quem dirige a JAC J6 praticamente não se sente impactos e a minivan oferece estabilidade suficiente para fazer curvas em velocidade. Ainda assim a JAC J6 precisa melhorar muito para enfrentar os concorrentes de igual para igual. A minivan chinesa vem sem motor flex, não oferece opção de câmbio automático e o computador de bordo é "artigo de luxo", já que só integra o painel do modelo comercializado na China. Também conta contra a tendência desvalorização dos carros importados, especialmente os chineses. Teste O início do percurso teve a rodovia dos Bandeirantes como cenário e foi lá que a minivan mostrou a que veio. A carroceria de 1.500 kg e os 4,5 m de comprimento atrapalham o arranque e chegar aos 100 km/h, com três pessoas a bordo, é um sacrifício. No entanto, depois que embala, o motor 2.0 16V a gasolina mantém a velocidade sem esforço, mesmo se o carro estiver pesado. O consumo da JAC J6 é outro ponto crucial para o pai de família que vai comprar uma minivan. Como o motor trabalha melhor em alta rotação (acima dos 4.000 rpm), o carro pede reduções constantes de marcha, o que requer maior esforço do motor. E essa equação se traduz em maior consumo de combustível. A reportagem manteve a média de 120 km/h e, com ar-condicionado ligado, a minivan fez média de 9,3 km/l na estrada — a montadora promete 11,6 km/l. Lembrando: a minivan só tem opção à gasolina. Ao volante, a dirigibilidade da J6 é interessante. Estacionar o carro de quase 5 m, por exemplo, não exige muita perícia, já que o volante permite manobras precisas e o sensor de estacionamento ajuda. Vale destacar aqui outro ponto negativo: as colunas dianteiras duplas. Largas e altas, elas comprometem a visibilidade do motorista, sobretudo, durante as ultrapassagens. Passar por valetas e lombadas com a minivan da JAC também não é tarefa das mais fáceis, porque a frente raspa com facilidade no chão.
No interior, os passageiros têm espaço à vontade para esticar as pernas. Outro detalhe interessante é a distribuição do ar-condicionado. Quem viaja atrás tem ao alcance das mãos uma saída de ar, que garante a mesma temperatura agradável de quem anda nos bancos dianteiros. Resumindo, a JAC J6 é o carro indicado para quem precisa de bastante espaço interno e gosta de conforto ao dirigir. A minivan ficou mais atraente, sim, e deve conquistar consumidores que buscam muito espaço e a sempre incrível relação custo/benefício chinesa. No entanto, ainda faltam recursos tecnológicos básicos para a minivan conquistar de vez o brasileiro. Basta olhar para os modelos concorrentes para pensar duas vezes antes de fechar negócio. Esta batalha, aliás, é árdua para a JAC J6, segundo os números de vendas da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave). A Chevrolet Spin é líder com folga nos emplacamentos, com 34.541 carros vendidos entre janeiro e outubro. O que vale é a disputa pelo 2º lugar, que tem a Citröen C4 Picasso com 1.351 unidades comercializadas em 2013, seguida de perto pela JAC J6, com 1.208 veículos vendidos. Ou seja, para assumir a vice-liderança, a fabricante chinesa terá que oferecer ao comprador bem mais que um bom preço ou o ótimo espaço interno em 2014. Ficha Técnica JAC J6 Diamond Motor: Dianteiro, 2.0 16V gasolina Potência: 136 cv a 5.500 rpm Torque: 19,1 kgfm a 4.000 rpm Câmbio: Manual, cinco marchas Direção: Assistência hidráulica Suspensão: Independente McPherson na frente, eixo de torção atrás Dimensões: 4,55 m (comprimento), 1,77 m (largura), 1,66 m (altura) e 2,71 m (entre-eixos) Freios: Discos ventilados na frente, tambores atrás Rodas: 205/55 R16 Peso: 1.500 kg Porta-malas: 720 litros com bancos rebatidos e 198 litros com terceira fileira Tanque de combustível: 68 litros Garantia: 6 anos Preço: a partir de R$ 59.990 Saiba tudo sobre carros! Acesse wwww.r7.com/carros
Título: Ford apresenta o novo Ka Concept Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DO DIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 17/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
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NOTÍCIAS Enviada em 17/11/2013 às 11:38:19
Ford apresenta o novo Ka Concept Protótipo da nova geração do compacto urbano mostra como ficará o modelo, que chega ano que vem
A Ford apresentou na última quarta-feira (13) o Ka Concept, protótipo que dará origem à nova geração do compacto Ka. O evento ocorreu na fábrica da marca em Camaçari, na Bahia. O local abrigará a produção da nova versão do hatch, que até então era feito na planta de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. O modelo aposentará o Fiesta Rocam e chegará às lojas em meados do primeiro semestre de 2014. A apresentação contou com a presença de William Clay Ford Jr., CEO mundial da marca e bisneto do fundador Henry Ford. A vinda do executivo sinaliza a altíssima importância do modelo para a marca. Trata-se de um projeto global, desenvolvido com a ajuda de inteligência brasileira em Camaçari, que mostra uma nova empreitada da montadora no mercado de compactos pelo mundo. A proposta da Ford é que toda a linha vendida no país seja global, como já são EcoSport, New Fiesta e Focus, para ficar em apenas três exemplos. Para atender às expectativas da marca, a capacidade de produção da unidade de Camaçari será ampliada para 300 mil veículos por ano - parte de um pacote de investimentos de R$ 2,8 bilhões feito entre 2011 e 2015. O investimento aponta a importância do mercado sul americano para a Ford, que já desenvolveu a o novo
EcoSport como projeto global também na Bahia. Olhando apenas para o cenário nacional, a nova geração do Ka se impõe de maneira ainda mais importante. Ele trará força ao segmento de entrada, onde a Ford tem perdido espaço há alguns anos, já que dispõe apenas da cansada atual versão do Ka e do também ultrapassado Fiesta Rocam. Posicionado abaixo do New Fiesta, o hatch será o carro mais barato da marca e mira roubar os compradores do Volkswagen Gol, Fiat Palio e Uno, embora prometa um acabamento mais superior que a atual geração, o que fatalmente o deixa na mira dos hits Chevrolet Onix e Hyundai HB20. A Ford ainda não fala em preços, mas esta estratégia de mercado leva a crer que a versão de entrada deverá partir da casa dos R$ 30 mil. E a julgar pelos últimos lançamentos, podemos esperar por um carro bem competitivo para a categoria. Visual e conteúdo O modelo exibido hoje é ainda um conceito, mas que pouco se modificará em relação à versão de produção. O carro traz detalhes visuais que o aproximam mais dos projetos globais Ford, como a nova grade trapezoidal e as lanternas mais afinaladas. A traseira limpa e com conjunto de luzes mais desenhado, que invade as laterais, também segue o design de projetos mais recentes da empresa, como o New Fiesta e o novo EcoSport. Ainda assim, a marca fez questão de manter algumas características visuais da linha, como o desenho do porta-malas e as curvas arredondadas, já características na história do modelo. Ainda é cedo para falar em versões e conteúdo. Por força da lei, o veículo sairá de fábrica equipado com airbag e freios ABS. A marca ainda deverá disponibilizar o sistema multimídia SYNC, presente em demais modelos da gama. Informações sobre os motores seguem em sigilo, mas espera-se que o novo Ka adote um bloco 1.0, obviamente, e um 1.5 nas versões mais caras. Sedã A Ford ainda não entrega detalhes da versão sedã do Ka, esperada para o segundo semestre do ano que vem. Sabe-se, na verdade, que a montadora está trabalhando em cima de um novo sedã de entrada para substituir a versão três volumes do Fiesta Rocam. Existem rumores que dão conta de que este novo sedã ressuscitará o nome Escort, mas a marca nega. Histórico O Ford Ka foi lançado no Brasil em 1997. Foi o primeiro carro de um estilo de design batizado pela marca de “New Edge”. Posteriormente, aquela versão de
estreia foi apelidada de “Ka joaninha”, em função da semelhança visual com o inseto. Naquele ano, o modelo foi eleito Carro do Ano pela revista Autoesporte. O modelo foi pesadamente reestilizado em 2008 - perdendo um pouco do caráter arredondado e apostando na linha “kinect” criada pela Ford no ano anterior. A mudança trouxe mais competitividade ao hatch, que figurou por muito tempo entre os 20 carros mais vendidos do país. Em 2012, após uma leve reestilização no modelo, a Ford comemorou a marca de 850 mil unidades produzidas. Neste período, o compacto carregou o título de “mais barato do Brasil”, com preço inicial de R$ 21.240. Atualmente, o modelo sofre com o visual cansado e a forte concorrência no disputado segmento de entrada. Em 2012, o hatch emplacou 53.962 unidades, 10.802 unidades a menos que em 2011, de acordo com números da associação de revendedores Fenabrave. Neste ano, o modelo também deve fechar com forte queda. No acumulado até outubro, o Ka vendeu 22.907 unidades. No passado, esse número foi de 46.222 unidades. (Revista auto esporte)
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Título: Ford quer ser popular Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ISTOÉ DINHEIRO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
NEGÓCIOS Nº EDIÇÃO: 840
| Negócios | 14.NOV.13 - 20:30 | Atualizado em 18.11 - 01:26
Ford quer ser popular Montadora americana quer fazer do Brasil sua terceira maior operação no mundo. Para isso, aposta no renovado Ka, um modelo global que vai competir com os líderes de mercado Gol e Palio Por Ana Paula MACHADO, de Camaçari (BA)
Na quarta-feira 13, William Clay “Bill” Ford Jr., presidente do conselho mundial de administração da Ford, esteve pela segunda vez no Brasil. Em sua primeira visita, em 1997, um ano antes de sua escolha para o posto atual, o executivo, então com 40 anos de idade, veio anunciar o lançamento do Ford Ka, modelo compacto que prometia ser o carro mais popular da montadora americana e um campeão de vendas por aqui. Prometia: a verdade é que, desde então, o mercado brasileiro mudou muito, com a entrada de dezenas de competidores estrangeiros, e o carrinho esteve longe de apresentar a performance desejada.
Bill Ford, presidente do conselho de administração: "Meu bisavô sempr e achou que o automóvel dever ia ser acessível à classe média "
Persistente, aos 56 anos, o bisneto do fundador da companhia, o legendário Henry Ford, retorna para anunciar aos brasileiros uma versão renovada do Ka, com a qual garante que, desta vez, o modelo, agora mais espaçoso, vai cumprir seu plano original de se tornar um queridinho dos consumidores. “Meu bisavô sempre achou que o automóvel deveria ser acessível à classe média e criou o Ford T”, afirmou, durante evento realizado na fábrica da empresa em Camaçari, na Bahia. “Continuamos com essa mentalidade, mas a tecnologia também será vista nos nossos modelos mais baratos.” O lançamento, no entanto, é apenas a parte mais visível de uma estratégia que provocou mudanças profundas na estrutura da Ford e colocou o Brasil no centro das atenções de sua direção. Desde o o início deste mês, a América do Sul ganhou status de região estratégica para a Ford, terceira maior fabricante de automóveis do mundo, atrás da japonesa Toyota e da também americana GM. O Brasil representa 80% das vendas no continente. O inglês Steven Armstrong, que até outubro ocupava o posto de presidente das operações brasileiras, passou a responder por toda a região. O executivo ainda ganhou um assento no conselho de administração da Ford.
Produção ampliada: a fábr ica da montador a em Camaçar i, na Bahia, vai r eceber investimentos de R$ 2,8 bilhões até 2015
Nesse cargo, sua função é definir, juntamente com representantes da América do Norte, da Ásia e da Europa, o rumo e os projetos a serem desenvolvidos pela companhia. “Mesmo com um mercado em estabilidade, há um grande potencial para ser explorado no País”, afirmou Armstrong. Sua meta é fazer do Brasil uma das três maiores operações da Ford. Hoje, o País está atrás dos Estados Unidos, da China e do Reino Unido. Para atender o desafio, Armstrong precisa colocar o Ka entre os líderes de vendas. O que não será fácil, diga-se. Em outubro, o modelo ocupava a 28ª posição no ranking da categoria de carros populares, liderada pelo Gol, da Volkswagen. No entanto, da mesma forma que seus superiores, como Bill Ford, Armstrong acredita piamente que o novo Ka pode ser um divisor de águas para a companhia. Quando foi lançado, o pequeno veículo prometia competir com os líderes do mercado nacional. Em vão. Com um design jovem e proporções reduzidas, ele se tornou um modelo de nicho e nunca chegou a figurar como a primeira opção de compra das famílias brasileiras. A nova versão passa a contar com quatro portas e maior espaço interno. “Tenho três cachorros, agora eles cabem dentro do carro”, disse Armstrong. A expectativa é de que, como novo design, o veículo passe a ser um dos mais desejados pelos brasileiros, inclusive pelos que não têm cachorros em casa.
Sonho de consumo: Bill For d (à dir .) e Steven Ar mstr ong apr esentam o novo Ka. O car r o ganhou espaço inter no maior e um novo design
O carro, porém, não vai concorrer diretamente com os mais baratos do mercado. Ele deve enfrentar o HB20, da Hyundai, que custa a partir de R$ 30 mil e já é o sexto automóvel mais vendido do País. “Não vai ser um modelo de grande volume”, diz Francisco Satkunas, consultor automotivo e ex-executivo da GM. “O preço deve ser mais alto para controlar as vendas de acordo com a capacidade de produção.” O modelo chega às concessionárias até meados de 2014. A versão atual do Ka deve sair de linha, assim como o Fiesta Rocan, que está com os dias contatos. Além do Brasil, o Ka tem a missão de ganhar o mundo e se tornar mais um produto global da companhia, a exemplo do utilitário esportivo EcoSport. Ele coloca a Ford em uma posição estratégica para atender a crescente demanda mundial por veículos compactos, segmento que deverá crescer para cerca de 6,2 milhões de veículos até 2017. Com uma previsão de crescimento de 35% no período de 2012 a 2017, esse segmento deve superar em 12 pontos percentuais a taxa de crescimento da indústria mundial, impulsionado principalmente pelo aumento da demanda dos consumidores urbanos dos países em desenvolvimento. Foram os engenheiros brasileiros do centro de desenvolvimento da Ford em Camaçari, na Bahia, que lideraram o projeto do novo Ka.
Estratégia global: Steven Ar mstr ong, que até outubr o comandava a For d no Br asil, assumiu a pr esidência da empr esa na Amér ica do Sul
O Brasil, aliás, passará a participar mais do processo de criação dos novos modelos da montadora. Isso já havia acontecido com o EcoSport, hoje
vendido em mais de 100 países, que foi totalmente desenhado e colocado de pé no centro baiano. Os dois projetos fazem parte do plano de investimentos da montadora no País, orçado em R$ 4,5 bilhões. Somente a fábrica de Camaçari vai receber R$ 2,8 bilhões até 2015. O Ka, provavelmente, é o último carro dessa leva de investimentos. “Desenvolver uma plataforma global é mais difícil, e a engenharia local está apta para isso”, diz Bill Ford. “Não há porque não usarmos essa força de trabalho.” Pelos planos da Ford, em dois anos, 85% dos veículos de sua marca comercializados no mundo serão produzidos a partir de plataformas globais. A meta é vender 8 milhões nesse período, o que corresponde a um crescimento de 50% em relação ao ano passado. “O Brasil é uma parte importante desse crescimento”, afirma Ford. A questão é que a Ford não está conseguindo aumentar sua fatia de mercado no País, patinando há mais de duas décadas no quarto lugar. A distância entre ela e a GM, terceira maior montadora do mercado brasileiro, atrás de Volkswagen e da líder Fiat, está cada vez maior. Ao mesmo tempo, a distância para a francesa Renault, quinta maior montadora do País, está encurtando, apesar de uma ligeira recuperação da Ford no período janeiro-setembro deste ano. Segundo a Federação Nacional dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenabrave), a montadora de Detroit obteve 9,38% de participação, a GM 18,20% e a Renault 6,43%. Para complicar, a vendas anuais de veículos no mercado nacional também já não apresentam taxas de dois dígitos de crescimento, como no passado, e devem ficar estáveis ou com leve aumento de 2% neste ano, chegando a 3,9 milhões de unidades. “Nossa estratégia é oferecer carros cada vez mais tecnológicos”, diz Armstrong. “É isso que vai nos garantir o crescimento desejado.”
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Título: Mais exigências no financiamento de veículos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO NORDESTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 16/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
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COM QUEDA NAS VENDAS
Mais exigências no financiamento de veículos 16.11.2013
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Além das condições de pagamento estarem menos atraentes, bancos e financeiras estão mais seletivos O último mês representou uma forte queda para o mercado de veículos automotores no Ceará. Segundo a Federação Nacional de Veículos Automotores no Estado (Fenabrave-CE), as vendas recuaram cerca de 44% na comparação com setembro, saindo de 4,6 mil para 3,2 mil unidades em outubro. Como resultado, mais carros estão estocados nos pátios das concessionárias, que não deixaram de ser faturadas pelas montadoras para atender às cotas, mesmo diante do menor ritmo de comercialização registrado nos últimos meses. Além da queda na confiança do consumidor em relação à economia, financiar um veículo está mais restritivo, dificultando, em alguns casos, as vendas. De acordo com o presidente da Fenabrave-CE, Fernando Ponte, bancos e financeiras estão mais exigentes quanto ao cadastro do cliente, assim como as condições de financiamento vêm se modificando. “Antes, ao se financiar um veículo, a entrada podia ser de apenas 10%. Atualmente, o mínimo exigido é de 30%. Assim como o número de parcelas, que encurtaram. De 60 vezes, hoje, se financia um veículo de 24 a 42 meses no máximo”, explica. Os financiamentos para aquisição de veículos, tanto novos como usados, podem ser realizados em três modalidades: crédito direto ao consumidor (CDC), leasing e consórcio FOTO: Kid Júnior Modalidades Os financiamentos para aquisição de carros tanto novos como usados podem ser realizados em três modalidades: crédito direto ao consumidor (CDC), leasing e consórcio. Entender a diferença entre eles e como funcionam é de suma importância, avalia o economista Ênio Area Leão. Tanto para carros novos ou usados essas modalidades são ofertadas em diferentes bancos privados e públicos. A negociação pode ser realizada com ou sem intermediação da loja (concessionária) que vende o veículo. Vale lembrar que na modalidade de leasing, o carro é alugado com opção de compra, e no consórcio o veículo só é recebido quando a pessoa é sorteada, ou termina de pagar o contrato. “Mas na prática, como o que interessa mesmo é quanto o consumidor vai desembolsar, para facilitar o entendimento, o que vale é a prestação final, ou seja, aquilo que ele vai pagar todos os meses”, explica Leão. Vantagens
O CDC é indicado para clientes que desejam pagar o carro em poucas prestações, num prazo de tempo relativamente curto. Os planos, atualmente variam até 42 meses. Ele é ideal para quem tem algum dinheiro para dar de entrada e pode pagar o veículo em curto prazos e as prestações podem ser antecipadas e o plano quitado a qualquer momento. No leasing, o financiamento é geralmente bancado pelas empresas financeiras ligadas às fábricas de automóveis e é baseado no sistema de arrendamento para pessoa física. As taxas de juros são subsidiadas pelos fabricantes, as prestações costumam ser um pouco mais baixas e o consumidor é isento de IOF. No consórcio, o consumidor faz parte de um grupo formado por outros compradores, organizado por uma empresa de consórcio. Nesta modalidade, há menos burocracia e, ao contrário dos financiamentos, não há cobrança de juros. Atenção às despesas extras; pesquisar é condição básica O economista Ênio Area Leão chama a atenção para as despesas que por ventura se possa ter na assinatura do contrato, como taxas de registro, despachante etc. “Às vezes uma modalidade ou uma instituição parece mais vantajosa, mas deve-se considerar todos os custos antes de se decidir”, pondera o economista. Outro ponto, acrescenta Ênio, é pesquisar sempre. “Não só o valor do veículo que se deseja adquirir. Pesquisar as condições de financiamento também. Estas podem variar entre o que é ofertado pela concessionária e a financeira ou banco que a loja trabalha, e também entre as demais instituições, como o banco onde o cliente tem conta”, fala. “Aliás, a pesquisa é a condição básica para qualquer aquisição. E o consumidor deve ficar atento para não cair no conto da ‘promoção só vai até hoje’, evitando comprar por impulso e só adquirir o veículo quando estiver seguro do que está fazendo”, fala. Em se tratando de consórcio, lembra o economista, esta modalidade só é vantajosa se o consumidor for contemplado no início. “Se você não precisa do veículo de imediato, o consórcio pode ser uma boa opção, pois trata-se de uma poupança forçada, mas que representa uma obrigação todos os meses, com a chance de ser sorteado antes de terminar de pagar. No entanto, se deixar de ser pago ou houver desistência, o consumidor pode ter dificuldade de receber de volta o que pagou. Há regras nesses casos ”, afirma. “Ele deve guardar o dinheiro todos os meses na poupança, ou em outra aplicação segura, para comprar quando tiver o valor. Os juros do financiamento ainda são muito altos e ele acaba desembolsando bem mais” conclui o economista. ANCHIETA DANTAS JR. REPÓRTER
Título: Cidade ganha 2.503 veículos em um mês Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CRUZEIRO DO SUL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 16/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
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16/11/13 | EMPLACAMENTOS
Cidade ganha 2.503 veículos em um mês Sorocaba registra em outubro 14,4% maior do que o apurado em setembro, aponta a Fenabrave André Moraes andre.moraes@jcruzeiro.com.br Um total de 2.503 novos veículos passaram a circular nas ruas de Sorocaba no último mês de outubro, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Esse número, que compreende os automóveis, caminhões, ônibus e motos emplacados na cidade, é 14,4% maior do que o registrado em setembro, quando 2.188 novos veículos foram comercializados. Mas se comparado ao mês de
Na concessionária SAF (Fiat), o resultado acompanha o bom momento do mercado automotivo - Aldo V. Silva
Mais fotos... outubro do ano passado, esse total atingido em Sorocaba neste ano é 4,7% mais alto, já que, em 2012, foram emplacados 2.391 novos veículos naquele mês. De acordo com os dados da Fenabrave, os automóveis foram os mais comercializados na cidade, somando 2.100 novos emplacamentos no mês de outubro. Logo em seguida, estão as motocicletas, com 376 vendidas no período. Totalizaram os emplacamentos de Sorocaba, 24 caminhões e 3 ônibus. O total só de automóveis registrou um aumento de 19,4% em um mês neste ano, já que foram comercializados 1.759 em setembro e 2.100 em outubro. Os caminhões tiveram uma queda de 50%, pois foram emplacados 48 em setembro e 24 em outubro. Entre as motos, houve queda de 1,1% nos emplacamentos, passando de 380 em setembro e 376 em julho. Levando em conta o acumulado deste ano, é possível perceber que houve um aumento de 1,5% na comercialização de novos veículos em Sorocaba. Entre janeiro e outubro de 2012, 22.178 carros, motos, caminhões e ônibus passaram a circular nas ruas e avenidas da cidade. Já no mesmo período deste ano, um total de 22.517 novos veículos foram emplacados. Na concessionária SAF, representante da Fiat em Sorocaba, o resultado também seguiu esse bom momento do mercado automotivo da cidade. De acordo com o gerente comercial, João Barbaresco, a montadora teve um aumento de 8% nas vendas entre setembro e outubro, com a comercialização de 250 carros no mês passado. "Apesar disso consideramos esse aumento como pequeno, já que estamos com a concessionária em reforma, por isso estamos trabalhando com a metade da estrutura", relata, se referindo à loja localizada na avenida Engenheiro Carlos Reinaldo Mendes. A Fiat ainda possui mais três representantes na cidade, sendo outras duas da SAF e uma da marca Soma Veículos. Mas Barbaresco analisa que o mercado sorocabano continua aquecido. "O mercado é diferente e o cliente é bastante heterogêneo. Tem muita gente de fora comprando carros por aqui, por trabalharem nas indústrias da cidade. É um mercado que cresceu e houve a entrada de muitas outras marcas, fazendo uma divisão do mercado. Hoje os grandes ainda comandam o mercado, mas com outras marcas entrando no mercado,
elas acabaram "roubando" um pouco o mercado dos grandes", diz. E tudo isso se reflete nos números da Fiat, segundo o gerente da SAF. Ele revela que as vendas registradas de julho a outubro deste ano já superaram em 27% o total de automóveis comercializados no primeiro semestre. Com isso, a expectativa para o fechamento de 2013 é positiva. "Acho que vai ser um bom fechamento. Os números na cidade não devem ser muito diferentes do que os do ano passado. A não ser que algo de novo no mercado ocorra", argumenta. Números nacionais Ao contrário de Sorocaba, a produção de veículos em todo o Brasil caiu 2,5% em outubro, na comparação com setembro. Porém a Fenabrave relata que foi o melhor mês de outubro da história, com a marca de 323,8 mil unidades. No ano, foram produzidos 3,165 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, alta de 12,4% em relação aos dez meses de 2012. O resultado contrasta com as vendas que, no acumulado, estão 0,7% menores que em igual período do ano passado. Fábricas e revendas seguem com estoques suficientes para 40 dias de vendas, mesmo nível de setembro, apesar do esforço de vendas realizado pela maioria das fabricantes no mês passado, com feirões e promoções, como juro zero e financiamento em 60 meses. O número de carros nos pátios de fábricas e lojas passou de 420,7 mil em setembro para 439,7 mil no mês passado. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) espera encerrar o ano com produção recorde de 3,79 milhões de veículos, 11,9% acima de 2012. Para as vendas, a expectativa é de crescimento de 1% a 2%, entre 3,84 milhões e 3,88 milhões de unidades, o que também seria recorde. Entre executivos do setor, há quem acredite em empate com as 3,8 milhões de unidades vendidas em 2012 ou até queda de 1%.
Título: Peugeot deve fabricar sedã 301 no Brasil depois de lançar SUV 2008 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 18/11/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Peugeot deve fabricar sedã 301 no Brasil depois de lançar SUV 2008 14/11/2013
16h35
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Claudio Luís de Souza Do UOL, em São Paulo (SP)
Peugeot 301 em detalhes 16 fotos Com 4,44 metros de comprimento e 2,65 metros de entre-eixos, o 301 é mais um sedã compacto com preço de médio Leia mais Divulgação
A Peugeot só fala no lançamento do SUV compacto 2008, previsto para o começo de 2015, mas há um outro modelo, talvez até mais importante, aguardando sua vez na fábrica de Porto Real (RJ). Trata-se do sedã 301, cuja proposta é a mesma de Renault Logan, Chevrolet Cobalt, Fiat Grand Siena e Nissan Versa: oferecer espaço de médio a preço (mais ou menos) de compacto (leia-se, entre R$ 35 mil e R$ 45 mil). O 301 já existe. Ele é construído sobre a mesma plataforma do 208, fabricado localmente pela Peugeot e sucesso de público e vendas. O 2008 usará essa mesma base estrutural. Com 4,44 metros de comprimento, o 301 tem abundante entre-eixos de 2,65 m e um porta-malas quase surreal, de 640 litros (a média é de 500 litros). Há três opções de motor: 1.2 e 1.6 a gasolina (o segundo pode ser gerenciado por câmbio automático) e 1.2 a diesel, com potências de 72 cv, 115 cv e 92 cv, respectivamente. O sedã já é vendido em países periféricos, como o Irã (onde a marca do leão é dominante), e promissores, como a China; e em breve chegará, via importação a partir da Espanha, à Argentina.
Este último parece um arranjo estranho, já que a PSA Peugeot Citroën tem fábrica própria em terras portenhas -- mas lá são produzidos apenas carros médios (408, C4 Lounge). A "maternidade" dos compactos do grupo é mesmo Porto Real.
Peugeot 301: dianteira de 508, roda de 207, porta-malas de 640 litros: espere mais 2 anos Conversas de bastidores insinuam uma necessidade estratégica de a Peugeot fabricar o 301 por aqui. Em permanente crise na Europa, as esperanças da marca francesa concentram-se na China, na Índia e, em menor escala, no Brasil. São países que podem garantir um aumento de rentabilidade crucial para a sobrevivência da empresa -- mas oferecendo como pratos principais em nosso país apenas 208 (o carro da "virada", segundo a marca), 308 e, em 2015, o 2008, talvez não dê para chegar lá. UOL Carros apurou que a fabricação do 301 em Porto Real é vista como um passo natural para a Peugeot. Não só pela razão descrita acima, mas também porque o modelo que a marca possui para atender à demanda por sedãs compactos, o 207 Sedan, está perto de encerrar sua vida útil. Em outros tempos, executivos de alto calibre da marca francesa já deram de ombros a questionamentos sobre o futuro do três-volumes (a última vez foi no lançamento do 208, há alguns meses). "Por que mexer com um carro que ainda vende sem fazermos propaganda dele?" Bem, ele ainda vende, mas cada vez menos. Em outubro o 207 Sedan emplacou irrelevantes 235 unidades. No acumulado do ano, foram 4.059, de acordo com a Fenabrave. Qualquer propaganda espontânea em torno do sedã já acabou há muito tempo. A tendência é o carro apagar-se aos poucos - até porque a concorrência ocupou o vácuo no sub-segmento (o Cobalt, um dos inimigos a serem batidos, vendeu 13 vezes mais este ano). O C-Elysée, variação da Citroën para o 301, não será vendido no Brasil porque ela é a marca da PSA que precisa manter imagem premium. Ou seja, até mesmo "em casa" o caminho está aberto para o 301. Aguardemos -- mas a aposta de UOL Carros é a de que em 2015 ou 2016, após resolver-se a vida do 2008, esse modelo será fabricado e vendido no Brasil.
Flagrantes do 2008 6 fotos Unidade camuflada do 2008, SUV compacto da Peugeot que já tem produção nacional confirmada, foi flagrada pelo leitor Cristiano Saito de Souza na Rodovia Presidente Dutra, próximo a Porto Real (RJ), local da fábrica do grupo PSA no Brasil Leia mais Cristiano Saito de Souza/UOL