Clipping Compartilhar é para valer? 8210660 - DIÁRIO DE TAUBATÉ - Taubaté - SP - 12/04/2019
Maior parte do mundo corre para diminuir emissões de gás carbônico (CO2) no intuito de limitar o aquecimento da atmosfera e consequentes mudanças climáticas. Ritmo e intensidade não são os mesmos em todos os países. Automóveis respondem por até 20% do efeito estufa, da produção primária do combustível ao que sai pelos escapamentos. Países europeus querem impor solução elétrica a um custo demasiadamente alto e cercado de incertezas. Há, porém, soluções racionais e a preço menor. Uma delas é carona solidária preconizada pela empresa francesa BlaBlaCar, atuante também no Brasil. Ela apresentou um estudo sobre o potencial de parte dos carros trafegar com quatro pessoas a bordo. Apenas 1,6% a mais de automóveis na estrada permite transportar três vezes mais passageiros com 26% menos emissões de CO2. Outra possibilidade é ampliar serviços de carona paga, por aplicativos de transporte. Podem ajudar a retirar veículos das ruas, mas como rodam um bom tempo vazios desconfia-se que ajudariam pouco a diminuir o consumo de combustível e, por consequência, o principal gás de efeito estufa. Também existe a possibilidade de trocar a propriedade de um veículo por uso compartilhado e há dezenas de empresas no mundo oferecendo tais serviços. Deixando, agora, o aspecto ambiental de lado para focar na mudança de hábitos. Será que existe mesmo esse desejo latente e ardente de olhar para um carro que é seu, mas fica até 80% do tempo parado, e trocá-lo simplesmente por um serviço de transporte em que cada vez se dirige um carro diferente? Europeus simpatizam com a ideia, porém americanos bem menos, como ficou demonstrado em matéria de capa da revista Dealer, da Fenabrave. No Brasil, para cada veículo novo vendem-se entre 4 e 4,5 usados. Isso gera grande receita para portais e sites especializados em anúncios on line. Seria o compartilhamento uma ameaça para concessionárias, lojistas e comércio eletrônico? Veja a opinião de quatro executivos deste último setor: Caio Ribeiro (Mercado Livre) – “Hoje o carro é o meio de transporte preferido pelos brasileiros e esse cenário deve se manter por muitos anos. Há interesse, ainda que limitado, por aluguel de automóveis por curtos períodos, inclusive via compartilhamento. E estamos preparados para essa demanda.” Eduardo Jurcevic (Webmotors, do Santander) – “Pessoas podem continuar a ter carro e ainda usar diferentes modais de mobilidade. Isso varia de cidade para cidade. Tentar dar mais acesso é o nosso papel e investiremos nisso. A experiência de compartilhamento pode despertar também o desejo de compra.” Giselle Tachinardi (OLX Brazil) – “Nós permanecemos atentos às oportunidades em veículos compartilhados, mas o amadurecimento da ideia será demorado aqui. Na cidade de São Paulo pode vir mais forte. Estive nos EUA e vi que também lá os cenários não apontam para guinadas.” Ricardo Bonzo (iCarros, do Itaú Unibanco) – “Enxergamos os movimentos de mudanças no que se refere à mobilidade, mas temos convicção de que concessionárias continuarão sendo parte fundamental. Uma opção seria locação de carros usados em seus estoques ou mesmo assinaturas para uso em diferentes prazos.” ALTA RODA PRIMEIRO trimestre fechou com alta de 11,4% nas vendas de veículos leves e pesados sobre o mesmo período de 2018. Queda de 42% nas exportações (impactadas pela colossal queda do mercado argentino) levou a 1% de declínio na produção e 1.000 empregos a menos. Estoques totais de 41 dias estão cerca de 20% acima do normal (35 dias), mas devem melhorar em abril. SEGUNDO dados do Banco Central, a indústria automobilística respondeu no ano passado por 25% de todo o modesto crescimento de 1,1% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de tudo gerado pela economia brasileira). Em 2018, as vendas totais subiram 14,5% sobre 2017. Em 2019, Anfavea prevê 11,4% acima do ano passado. Fenabrave mantém previsão semelhante. FORD ainda não decidiu se oferecerá, opcionalmente, pneus que rodam vazios (run flat) para outras versões do EcoSport além da topo de linha Titanium. Visual fica mais limpo na
parte traseira sem estepe pendurado. Pequenos ajustes nas suspensões mantiveram conforto de rodagem no dia a dia, apesar dos flancos dos pneus mais rígidos que resistem bem aos buracos. TANTO Jeep quanto Mitsubishi não deixaram passar em branco o dia 4/4 (4 de abril), tornado símbolo da tração total (4×4) ao redor do mundo. Marca americana lançou série especial Compass S, com teto preto e pintura grafite nas rodas, por R$ 187.990. Curso básico de 4×4, na Fazenda Coronel Jacinto, São Paulo foi relembrado pela marca japonesa. SEMPRE bom insistir sobre a eficácia dos cintos de segurança para preservar vidas. Dados do Cesvi, a partir de estatísticas de órgãos de segurança viária dos EUA, apontam as chances de sobrevivência em acidentes potencialmente fatais: somente airbags, 12%; somente cintos de segurança, 45%; proteção combinada cinto de segurança-airbags, 51%. http://www.diariodetaubateregiao.com.br/dt/compartilhar-e-para-valer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Bruno Fonseca Estado: SP Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping COMPARTILHAR É PARA VALER? Por Fernando Calmon* 8210661 - O BRASIL SOBRE RODAS - 11/04/2019
Maior parte do mundo corre para diminuir emissões de gás carbônico (CO2) no intuito de limitar o aquecimento da atmosfera e consequentes mudanças climáticas. Ritmo e intensidade não são os mesmos em todos os países. Automóveis respondem por até 20% do efeito estufa, da produção primária do combustível ao que sai pelos escapamentos. Países europeus querem impor solução elétrica a um custo demasiadamente alto e cercado de incertezas. Há, porém, soluções racionais e a preço menor. Uma delas é carona solidária preconizada pela empresa francesa BlaBlaCar, atuante também no Brasil. Ela apresentou um estudo sobre o potencial de parte dos carros trafegar com quatro pessoas a bordo. Apenas 1,6% a mais de automóveis na estrada permite transportar três vezes mais passageiros com 26% menos emissões de CO2. Outra possibilidade é ampliar serviços de carona paga, por aplicativos de transporte. Podem ajudar a retirar veículos das ruas, mas como rodam um bom tempo vazios desconfia-se que ajudariam pouco a diminuir o consumo de combustível e, por consequência, o principal gás de efeito estufa. Também existe a possibilidade de trocar a propriedade de um veículo por uso compartilhado e há dezenas de empresas no mundo oferecendo tais serviços. Deixando, agora, o aspecto ambiental de lado para focar na mudança de hábitos. Será que existe mesmo esse desejo latente e ardente de olhar para um carro que é seu, mas fica até 80% do tempo parado, e trocá-lo simplesmente por um serviço de transporte em que cada vez se dirige um carro diferente? Europeus simpatizam com a ideia, porém americanos bem menos, como ficou demonstrado em matéria de capa da revista Dealer, da Fenabrave. No Brasil, para cada veículo novo vendem-se entre 4 e 4,5 usados. Isso gera grande receita para portais e sites especializados em anúncios on line. Seria o compartilhamento uma ameaça para concessionárias, lojistas e comércio eletrônico? Veja a opinião de quatro executivos deste último setor: Caio Ribeiro (Mercado Livre) – “Hoje o carro é o meio de transporte preferido pelos brasileiros e esse cenário deve se manter por muitos anos. Há interesse, ainda que limitado, por aluguel de automóveis por curtos períodos, inclusive via compartilhamento. E estamos preparados para essa demanda.” Eduardo Jurcevic (Webmotors, do Santander) – “Pessoas podem continuar a ter carro e ainda usar diferentes modais de mobilidade. Isso varia de cidade para cidade. Tentar dar mais acesso é o nosso papel e investiremos nisso. A experiência de compartilhamento pode despertar também o desejo de compra.” Giselle Tachinardi (OLX Brazil) – “Nós permanecemos atentos às oportunidades em veículos compartilhados, mas o amadurecimento da ideia será demorado aqui. Na cidade de São Paulo pode vir mais forte. Estive nos EUA e vi que também lá os cenários não apontam para guinadas.” Ricardo Bonzo (iCarros, do Itaú Unibanco) – “Enxergamos os movimentos de mudanças no que se refere à mobilidade, mas temos convicção de que concessionárias continuarão sendo parte fundamental. Uma opção seria locação de carros usados em seus estoques ou mesmo assinaturas para uso em diferentes prazos.” ALTA RODA PRIMEIRO trimestre fechou com alta de 11,4% nas vendas de veículos leves e pesados sobre o mesmo período de 2018. Queda de 42% nas exportações (impactadas pela colossal queda do mercado argentino) levou a 1% de declínio na produção e 1.000 empregos a menos. Estoques totais de 41 dias estão cerca de 20% acima do normal (35 dias), mas devem melhorar em abril. SEGUNDO dados do Banco Central, a indústria automobilística respondeu no ano passado por 25% de todo o modesto crescimento de 1,1% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de tudo gerado pela economia brasileira). Em 2018, as vendas totais subiram 14,5% sobre 2017. Em 2019, Anfavea prevê 11,4% acima do ano passado. Fenabrave mantém previsão semelhante. FORD ainda não decidiu se oferecerá, opcionalmente, pneus que rodam vazios (run flat) para outras versões do EcoSport além da topo de linha Titanium. Visual fica mais limpo na
parte traseira sem estepe pendurado. Pequenos ajustes nas suspensões mantiveram conforto de rodagem no dia a dia, apesar dos flancos dos pneus mais rígidos que resistem bem aos buracos. TANTO Jeep quanto Mitsubishi não deixaram passar em branco o dia 4/4 (4 de abril), tornado símbolo da tração total (4x4) ao redor do mundo. Marca americana lançou série especial Compass S, com teto preto e pintura grafite nas rodas, por R$ 187.990. Curso básico de 4x4, na Fazenda Coronel Jacinto, São Paulo foi relembrado pela marca japonesa. SEMPRE bom insistir sobre a eficácia dos cintos de segurança para preservar vidas. Dados do Cesvi, a partir de estatísticas de órgãos de segurança viária dos EUA, apontam as chances de sobrevivência em acidentes potencialmente fatais: somente airbags, 12%; somente cintos de segurança, 45%; proteção combinada cinto de segurança-airbags, 51%. * Fernando Calmon - fernando@calmon.jor.br - é jornalista especializado desde 1967. Engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em 1999. É publicada em O Brasil Sobre Rodas, WebMotors, Gazeta Mercantil e também em uma rede nacional de 52 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site Just-auto (Inglaterra). Siga: www.twitter.com/fernandocalmon - www.facebook.com/fernando.calmon2. www.platenpressprintshop.com.br Leia> Coisas de Agora. http://obrasilsobrerodas.blogspot.com/2019/04/compartilhar-e-para-valer-por-fernando.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Ricardo Hernandes Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Marcopolo conquista Prêmio Lótus 2019 8210662 - SINCOPEÇAS - 12/04/2019
Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, e Francisco Gomes Neto, diretorgeral, receberam o Prêmio Lótus A Marcopolo foi agraciada, mais uma vez, com o Prêmio Lótus 2019, promovido pela Editora Frota, na categoria Marca do Ano em Carrocerias de Ônibus Rodoviário. A empresa, líder nacional na produção de carrocerias de ônibus com 53% de participação de mercado, foi reconhecida pelo seu desempenho de vendas e a liderança no segmento em 2018. Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, o Prêmio Lótus é importante porque destaca as marcas com maior penetração de vendas em todo o País, nas diversas categorias e segmentos do mercado brasileiro. “Estamos muito orgulhosos com mais essa conquista. O desempenho alcançado no mercado brasileiro em 2018 foi excelente. Crescemos em todos os segmentos, com destaque para o de Rodoviários, com 72,5% de participação de mercado, e de Urbanos, com 42%”, explica o executivo. Em 2018, a Marcopolo apresentou aumento de 60,5% em unidades produzidas nas fábricas brasileiras (14.212 unidades contra 8.852 no ano anterior). Esses números foram responsáveis pela conquista na categoria Marca de Ônibus Rodoviário. “Tivemos um crescimento de 64.7% na produção para o segmento de ônibus rodoviários, e de 109,2%, em urbanos, apresentando expressivo aumento de 45,9% na receita líquida em relação a 2017 e a ampliação da participação de mercado total da Marcopolo na produção brasileira de carrocerias, que encerrou o ano com 53%, contra 48,1%, em 2017”, revela. O Prêmio Lótus é concedido aos fabricantes e distribuidores de veículos comerciais, cujos produtos e marcas conquistaram a preferência dos compradores brasileiros. Os vencedores são conhecidos por meio dos resultados das vendas ao mercado interno do ano anterior, segundo dados da FENABRAVE. Crédito da imagem: Douglas de Souza Melo Secco Consultoria de Comunicação Tel. 55 (11) 5641-7407 | secco@secco.com.br http://portaldaautopeca.com.br/marcopolo-conquista-premio-lotus-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Detran mostra como comprar e vender carros usados através de dicas e informações 8210663 - MIX VALE - 12/04/2019
Benefícios Publicado por Redação Mix Vale Posted on 12 de abril de 2019 Detran mostra como comprar e vender carros usados através de dicas e informações. A procura por carros usados é quase cinco vezes maior do que por zero km. A relação entre automóvel usado para cada carro novo comercializado no Brasil ficou em 4,7 no mês de janeiro de 2019, segundo relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Apesar de mais atrativo pelo custo-benefício, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar um veículo usado. Para ajudar os motoristas a evitarem dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas importantes na hora de fechar o negócio. Confira abaixo: 1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, bloqueios, restrições e histórico de vistorias do veículo no site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Basta inserir a placa e o número do Renavam. Não precisa de cadastro prévio. Não aceite relatório ou laudo apresentado em papel, pois não terá como confirmar a autenticidade do documento; 2) Desconfie de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos”. Golpes são aplicados, principalmente pela internet, atraindo compradores com preços bem abaixo do praticado no mercado. Consulte a tabela Fipe para verificar valores atuais de veículos; 3) Não finalize a compra apenas por fotos na internet nem pague qualquer quantia sem antes ver pessoalmente o veículo. É aconselhável ainda levar o carro a um mecânico de confiança para verificar o funcionamento do motor, do sistema de iluminação, entre outros itens no veículo; 4) Ao vender, não entregue o documento de transferência do veículo em branco. Colha a assinatura e os dados do comprador no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso evitará problemas futuros com cobranças de débitos ou mesmo responsabilidade civil e criminal após a venda; 5) Após a comunicação de venda, fique com uma cópia autenticada e entregue o CRV original ao novo proprietário do veículo. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor e do comprador por autenticidade no documento. O prazo para providenciar a transferência de propriedade é de 30 dias corridos. Se for transferido depois, o novo dono será multado em R$ 195,23 e receberá cinco pontos na CNH (infração grave); 6) Em até cinco dias da data de ida ao cartório, o antigo dono do veículo pode acompanhar no site do Detran.SP se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade, apresentando a cópia autenticada do CRV; 7) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não foi transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo que permitirá a remoção do veículo ao pátio quando for parado numa blitz; 8) Para a transferência do veículo, é necessário que o comprador submeta o carro a uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção; 9) Preste atenção nos principais documentos solicitados na hora da transferência: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, documento de compra e venda e o licenciamento anual, respectivamente); 10) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente o original e cópia simples de um documento que comprove o parentesco, além de uma cópia do documento do dono do veículo;
No site do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), você também encontra todo o passo a passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para serviços. Ranking dos usados De acordo com a Fenabrave, em janeiro de 2019 foram comercializados 1.157.775 veículos (todos os tipos) usados no país. O número representa alta de 1,5% nas vendas se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram registradas 1.40.134 compras de usados. A entidade divulgou, ainda, a relação dos automóveis mais negociados neste mês de janeiro: 1. Gol 2. Pálio 3. Uno 4. Celta 5. Fox 6. Fiesta 7. Corsa 8. Siena 9. Corolla 10. Ka https://www.mixvale.com.br/2019/04/12/detran-mostra-como-comprar-e-vender-carrosusados-atraves-de-dicas-e-informacoes/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Caio Induscar recebe prêmio Lótus na categoria ônibus urbanos. 8210664 - SHOP TRANS - 11/04/2019
Encarroçadora recebe Prêmio Lótus 2019 como “Marca do Ano em Carrocerias de ônibus Urbanos”. A Caio Induscar, há mais de 73 anos se posiciona no mercado como uma das marcas que melhor alia a expertise em trazer soluções para mobilidade urbana à constante inovação, antecipação de tendências e respeito às necessidades dos clientes. A conquista do Prêmio Lótus 2019, é prova do patamar de destaque alcançado pela Caio ao longo dos anos. O Prêmio Lótus revela anualmente as marcas e modelos de veículos comerciais mais licenciados no mercado brasileiro em 23 categorias diferentes, com base nos números oficiais do Renavam, compilados pelo DataLótus, em parceria com a Fenabrave. É um importante reconhecimento, idealizado pela Editora Frota, que aponta a preferência dos compradores, confirmando, pelo 6º ano consecutivo (2014 a 2019), a tradição de liderança da Caio, na comercialização de carrocerias urbanas. O gerente nacional de vendas, José Gildo Vendramini (Zezinho), externa a satisfação em receber a premiação, “Permanecer na liderança é uma tarefa árdua, que exige um esforço conjunto e constante de várias equipes, que vestem a camisa e fazem o seu melhor pela empresa. Por isso, compartilhamos com cada um, essa importante conquista.” O diretor industrial da Caio, Sr. Maurício Lourenço da Cunha, finaliza, ressaltando a força da marca e os desafios que estão sendo vencidos, “Estamos cumprindo a missão que assumimos, que é a de impactar o mercado com produtos de vanguarda, ditando tendências no segmento e, principalmente, atendendo às necessidades de nossos clientes. Com gestão forte, continuamos a superar desafios, valorizando sempre a excelência em qualidade aliada ao fomento de soluções em mobilidade inteligente. O reconhecimento por esse trabalho, é um grande incentivo para continuarmos em frente”. http://www.shoptrans.com.br/noticias/onibus/caio-induscar-recebe-premio-lotus-categoriaonibus-urbanos-4337 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Marcopolo e Caio Induscar conquistam o Prêmio Lótus 2019 8210665 - FORTALBUS - 12/04/2019
A Marcopolo foi agraciada, mais uma vez, com o Prêmio Lótus 2019, promovido pela Editora Frota, na categoria Marca do Ano em Carrocerias de Ônibus Rodoviário. A empresa, líder nacional na produção de carrocerias de ônibus com 53% de participação de mercado, foi reconhecida pelo seu desempenho de vendas e a liderança no segmento em 2018. Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, o Prêmio Lótus é importante porque destaca as marcas com maior penetração de vendas em todo o País, nas diversas categorias e segmentos do mercado brasileiro. “Estamos muito orgulhosos com mais essa conquista. O desempenho alcançado no mercado brasileiro em 2018 foi excelente. Crescemos em todos os segmentos, com destaque para o de Rodoviários, com 72,5% de participação de mercado, e de Urbanos, com 42%”, explica o executivo. Em 2018, a Marcopolo apresentou aumento de 60,5% em unidades produzidas nas fábricas brasileiras (14.212 unidades contra 8.852 no ano anterior). Esses números foram responsáveis pela conquista na categoria Marca de Ônibus Rodoviário. “Tivemos um crescimento de 64.7% na produção para o segmento de ônibus rodoviários, e de 109,2%, em urbanos, apresentando expressivo aumento de 45,9% na receita líquida em relação a 2017 e a ampliação da participação de mercado total da Marcopolo na produção brasileira de carrocerias, que encerrou o ano com 53%, contra 48,1%, em 2017”, revela. Caio Induscar A Caio Induscar, há mais de 73 anos se posiciona no mercado como uma das marcas que melhor alia a expertise em trazer soluções para mobilidade urbana à constante inovação, antecipação de tendências e respeito às necessidades dos clientes. A conquista do Prêmio Lótus 2019, é prova do patamar de destaque alcançado pela Caio ao longo dos anos. O Prêmio Lótus é um importante reconhecimento, idealizado pela Editora Frota, que aponta a preferência dos compradores, confirmando, pelo 6º ano consecutivo (2014 a 2019), a tradição de liderança da Caio, na comercialização de carrocerias urbanas. O gerente nacional de vendas, José Gildo Vendramini (Zezinho), externa a satisfação em receber a premiação, “Permanecer na liderança é uma tarefa árdua, que exige um esforço conjunto e constante de várias equipes, que vestem a camisa e fazem o seu melhor pela empresa. Por isso, compartilhamos com cada um, essa importante conquista.” O diretor industrial da Caio, Sr. Maurício Lourenço da Cunha, finaliza, ressaltando a força da marca e os desafios que estão sendo vencidos, “Estamos cumprindo a missão que assumimos, que é a de impactar o mercado com produtos de vanguarda, ditando tendências no segmento e, principalmente, atendendo às necessidades de nossos clientes. Com gestão forte, continuamos a superar desafios, valorizando sempre a excelência em qualidade aliada ao fomento de soluções em mobilidade inteligente. O reconhecimento por esse trabalho, é um grande incentivo para continuarmos em frente”. O Prêmio Lótus é concedido aos fabricantes e distribuidores de veículos comerciais, cujos produtos e marcas conquistaram a preferência dos compradores brasileiros. Os vencedores são conhecidos por meio dos resultados das vendas ao mercado interno do ano anterior, segundo dados da Fenabrave. http://www.fortalbus.com/2019/04/marcopolo-e-caio-induscar-conquistam-o.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fortalbus Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Jeep Renegade demonstra os motivos do seu sucesso entre os utilitários 8210666 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - Belo Horizonte - MG - 12/04/2019
Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Linkedin Email Print Tumblr Telegram AMINTAS VIDAL* Quando a Fiat comprou a Chrysler, tornando-se a FCA (Fiat Chrysler Automobiles), com certeza ela estava de olho na galinha dos ovos de ouro do grupo americano, a marca Jeep. Apesar da Chrysler ser composta por outras marcas, o que a montadora italiana precisava era de um nome forte no off-road, segmento no qual ela não tinha representantes no Brasil e nem modelos expressivos na Europa. O nome Jeep é usado até para identificar automóveis sem nenhuma ligação com a marca, pois se tornou sinônimo de veículo todo-terreno. Entretanto, seus produtos eram caros e atendiam a um nicho de mercado que pagava por sua real capacidade de superar obstáculos ou pelo luxo que eles ofereciam. Mas para competir entre os utilitários compactos, e mesmo entre os médios, a FCA precisou desenvolver modelos mais atualizados e de custo mais baixo que os já existentes na gama Jeep. Mercado – No Brasil, o Renegade estreou em 2015 e o Compass em 2016. Ambos fizeram sucesso, mas o Compass foi a grande surpresa, pois liderou a categoria por dois anos consecutivos, 2017 e 2018, mesmo sendo um modelo médio e mais caro, deixando uma dezena de concorrentes compactos para trás, inclusive o seu “irmão” menor. Este ano, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no primeiro trimestre, os dois modelos lideram na categoria, com 15.671 emplacamentos para o Renegade, agora à frente, e 12.955 para o Compass. DC Auto avaliou o Jeep Renegade Longitude AT 2.0 Turbodiesel 4×4 há dois meses. A versão tem o segundo valor mais alto do modelo, R$ 127,99 mil. Agora, avaliamos a Trailhawk AT 2.0 Turbodiesel 4×4, dona da etiqueta mais cara, R$ 139,99 mil, ambos os preços sugeridos no site da montadora. Além de mais equipada de série, a versão Trailhawk é mais preparada para o off-road: suspensões elevadas em 20 mm, pneus de uso misto e 3 ganchos para ancoragens de cintas para reboque. Dos R$ 12 mil de diferença, R$ 6,18 mil pagam dois pacotes de equipamentos que na Longitude são opcionais: o Pack Safety (R$ 3,88 mil) que traz os airbags laterais, de cortina e o de joelhos para o motorista e, o outro opcional, traz os faróis em Full Led (R$ 2,30 mil). Contudo, R$ 5,82 mil é o valor cobrado pelas diferenças voltadas para o uso no fora de estrada, mencionadas acima, e características funcionais e estéticas da versão como tapetes feitos em borracha, no lugar dos feitos em carpete, e teto e parte do capô em preto, por exemplo. Em termos absolutos a diferença de preço entre a Longitude e a Trailhawk significa 10% a mais, mas relativamente, considerando os valores dos equipamentos que são de série na versão mais cara, o valor representa pouco mais que 4%.
Sendo assim, entre as duas versões, a prioridade de uso deve definir a escolha do consumidor. Para ajudar nessa decisão, descreveremos a avaliação da versão Trailhawk pontuando as diferenças em relação à versão Longitude. Trailhawk x Longitude – Além dos dois itens que a Trailhawk apresenta a mais do que a Longitude, já descritos anteriormente, os principais equipamentos de série da versão são: ABS, acendimento automático dos faróis, airbags dianteiros (além dos outros cinco), arcondicionado dual zone, bancos, volante e manopla do câmbio revestidos em material que imita couro com costura na cor “vermelho rubi”, saídas de ar e console central também em vermelho rubi. Também com partida por botão e chave presencial para abertura e fechamento das portas, controle de estabilidade, de tração e anticapotamento, câmera e sensor de estacionamento traseiro, direção elétrica, HDC (controle eletrônico de velocidade em descidas) e assistente de saída em rampas, rodas em liga leve aro 17’ polegadas e pneus 225/60 all terrain, sistema multimídia com tela touch de 8.4 polegadas e conexões USB e bluetooth com possibilidade de espelhamento por Apple Carplay e Android Auto, entre outros. As duas versões têm o mesmo conjunto mecânico, motor, câmbio e sistema de tração. O motor de 4 cilindros é o Multijet 2.0 turbodiesel com injeção direta e duplo comando acionado por correia dentada. Ele desenvolve 170cv de potencia às 3.750 rpm e torque de 35,69 Kgfm às 1.750 rpm. O câmbio é automático com conversor de torque e 9 marchas. A tração é integral e conta com programação automática ou dedicada para areia, neve, lama ou pedra, além de funcionar em reduzida ou em reduzida com bloqueio, tudo comutável por botão localizado no console central. No modo automático, o sistema pode desacoplar a tração no eixo traseiro, em condições de alta aderência, deixando o Jeep em 4×2 para economizar combustível. Suspensão e pneus – Contudo, as diferenças dinâmicas das versões são provenientes da maior altura das suspensões e dos pneus de uso misto. A Trailhawk apresenta maior conforto de marcha, pois as rodas menores e os pneus com ombros mais altos permitem uma calibragem mais baixa dos mesmos. Com isso, o conjunto filtra melhor as irregularidades do solo, causando menos vibrações e baques no interior da cabine. Por outro lado, o conforto acústico é bem prejudicado: estes pneus são muito ruidosos, tornando as viagens no asfalto menos silenciosas. Até o ruído do vento contra a carroceria parece ser mais elevado, provavelmente devido à maior altura em relação ao solo. Quando avaliamos a versão Longitude, nós percorremos dois trechos de 50 km buscando o máximo de economia possível e atingimos 22 km/l na melhor aferição. Refizemos este exercício com a Trailhawk, circulando ao nível do mar, condição que favorece a economia, devido a maior pressão atmosférica. Entretanto, ela foi menos econômica, alcançando “apenas” 19,6 km/l. Já esperávamos uma diferença, pois os pneus de uso misto são mais resistentes ao rolamento e a maior altura da carroceria prejudica a aerodinâmica. Utilitário esportivo encara, sem problemas, diversas condições de utilização A última, e grande diferença das versões, está no propósito de uso. Circulamos por muitas estradas de areia batida para acessar praias entre Alagoas e o Rio Grande do Norte. Semelhantes às estradas de terra em que testamos a versão Longitude, certamente ela se sairia muito bem nessas condições. Mas na estrada entre Pipa (RN) e a praia de Sibauma (RN), mesmo percurso escolhido para o teste da versão Trailhawk no lançamento da linha Renegade 2019, encaramos, aproximadamente, 20 km de areia fofa. Usando a tração selecionada em sand (areia) passamos pelos trechos piores, bases de dunas, sem problemas. Nem foi preciso usar a reduzida ou o bloqueio do sistema. Se estivéssemos com a versão Longitude, não teríamos a mesma facilidade, pois os pneus não dariam a mesma tração e o fundo do Jeep poderia apoiar nos diversos montes de areia do percurso. No mais, as versões têm comportamento praticamente idêntico. Por ser mais alto e ter menor distância entre eixos, o Renegade não chega a ser tão confortável quanto o Compass. Sua pegada é mais de Jeep e menos de sedan. Não que seja desconfortável, pelo contrário, mas a posição elevada dos ocupantes e a forma quadrada da carroceria são mais típicas de um utilitário. A visibilidade é muito boa para todos os lados e a ergonomia é acertada.
Exceção à visão cruzada, pois as colunas “C” são muito largas. Os retrovisores externos são grandes, ampliando a visibilidade para trás, mas requerem cuidados, pois costumam esconder pessoas e até mesmo veículos menores quando se olha para os lados. O “jipinho” circula com desenvoltura na cidade, pois o motor é forte e esperto, principalmente acima das 2.000 rpm. Na estrada é ainda melhor, atinge os 110 km/h com apenas 1.750 rpm, usando a nona marcha, garantindo economia de combustível. Tecnologia – Três recursos merecem destaque: a chave presencial foi perfeita para uma viagem, pois ficou em um bolso de mochila protegida da areia, sol e água. Não precisava ser retirada deste local, bastando portar a mochila para abrir, ligar ou fechar o carro. A câmera de marcha à ré com guias gráficas, e o sensor de estacionamento, auxiliaram bastante em manobras nas apertadas garagens dos locais em que hospedamos. Por fim, a possibilidade de trocar as marchas pelas aletas (paddle shift) atrás do volante contribuiu para segurança em ultrapassagens, permitindo reduções que faziam o motor subir o giro e, ao Renegade, ganhar velocidade rapidamente. Este recurso também ajudou na economia de combustível, pois permitiu usar o freio motor com mais frequência. Apesar de eficiente, a programação do câmbio não é permissiva. Ele só avança as marchas, tanto automaticamente, como no modo manual, se as velocidades forem maiores que as dezenas correspondentes às marchas, por exemplo, a quinta só entra após os 50 km/h, a sexta só após os 60 km/h, etc. Nas marchas mais altas a situação piora, pois a 8ª só entre após os 90 km/h e, a 9ª, só depois dos 105 km/h. O carro fica um pouco amarrado assim e, só mantém as velocidades mais altas se o motorista acelera. Para quem gosta de desempenho, o Renegade diesel é muito bem resolvido, mas, para quem prioriza economia, essa característica chega a incomodar. Circulamos um total de 1.174 km. Aferimos o consumo por 1.155 km e, nossa média total, estrada e cidade, rodando prioritariamente de forma econômica, foram bons 14,7 km/l. Desse percurso, 80% foi feito em rodovias e 20% em cidades e trilhas. Como dissemos anteriormente, o tipo de uso define a escolha entre as versões. Para quem raramente vai encarar uma trilha leve ou média, a melhor opção é a Longitude. Mas, para quem se aventura nos fins de semana no barro ou areia, o Renegade Trailhawk é a melhor escolha. (AV) *Colaborador http://diariodocomercio.com.br/sitenovo/jeep-renegade-demonstra-os-motivos-do-seusucesso-entre-os-utilitarios/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Marcopolo conquista Prêmio Lótus 2019 8210667 - PORTAL ÔNIBUS PARAIBANOS - 11/04/2019
Por Secco Consultoria de Comunicação Imagens JC Barboza / Douglas de Souza Melo A Marcopolo foi agraciada, mais uma vez, com o Prêmio Lótus 2019, promovido pela Editora Frota, na categoria Marca do Ano em Carrocerias de Ônibus Rodoviário. A empresa, líder nacional na produção de carrocerias de ônibus com 53% de participação de mercado, foi reconhecida pelo seu desempenho de vendas e a liderança no segmento em 2018. Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, o Prêmio Lótus é importante porque destaca as marcas com maior penetração de vendas em todo o País, nas diversas categorias e segmentos do mercado brasileiro. “Estamos muito orgulhosos com mais essa conquista. O desempenho alcançado no mercado brasileiro em 2018 foi excelente. Crescemos em todos os segmentos, com destaque para o de Rodoviários, com 72,5% de participação de mercado, e de Urbanos, com 42%”, explica o executivo. Em 2018, a Marcopolo apresentou aumento de 60,5% em unidades produzidas nas fábricas brasileiras (14.212 unidades contra 8.852 no ano anterior). Esses números foram responsáveis pela conquista na categoria Marca de Ônibus Rodoviário. “Tivemos um crescimento de 64.7% na produção para o segmento de ônibus rodoviários, e de 109,2%, em urbanos, apresentando expressivo aumento de 45,9% na receita líquida em relação a 2017 e a ampliação da participação de mercado total da Marcopolo na produção brasileira de carrocerias, que encerrou o ano com 53%, contra 48,1%, em 2017”, revela. O Prêmio Lótus é concedido aos fabricantes e distribuidores de veículos comerciais, cujos produtos e marcas conquistaram a preferência dos compradores brasileiros. Os vencedores são conhecidos por meio dos resultados das vendas ao mercado interno do ano anterior, segundo dados da FENABRAVE. https://onibusparaibanos.com/2019/04/11/marcopolo-conquista-premio-lotus-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: OCD Holding Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Menos produção e maiores vendas de veículos 8210668 - MG COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - 12/04/2019
Menos produção e maiores vendas de veículos Postado por admin em abr 12, 2019 em Indústria Metalmecânica e Eletroeletrônica | Comentários desativados em Menos produção e maiores vendas de veículos ESTADÃO Queda de exportações, greve em fábrica da Ford e enchente em unidade de caminhões da Mercedes-Benz determinaram uma queda na produção de veículos de 6,4% entre fevereiro e março de 2019 e de 10,1% entre março de 2018 e março de 2019, segundo a associação das montadoras (Anfavea). Em contraste com o que ocorreu na produção, as vendas no mercado interno aumentaram 5,3% e 0,9% nas mesmas bases de comparação. Na comparação entre os primeiros trimestres deste ano e do ano passado, a produção de 695,7 mil veículos caiu apenas 0,6%, enquanto os licenciamentos avançavam 11,4%, envolvendo 607,6 mil unidades. Ainda mais expressivos foram os números dos distribuidores de veículos associados à Fenabrave, registrando um crescimento de 13,4%, para 904,8 mil unidades, entre os primeiros três meses de 2018 e 2019. A estatística inclui as vendas de 258,7 mil motocicletas, expansão de 17,9% em relação a igual período de 2018. Apesar das oscilações, não se pode falar em ambiente negativo para o setor de veículos. O comportamento do segmento tem sido decisivo para assegurar algum crescimento da indústria manufatureira e persiste uma demanda satisfatória de veículos. Em 12 meses, até março, a produção de 2,88 milhões de unidades superou em 2% a dos 12 meses anteriores e os licenciamentos, em igual período, aumentaram 13,6%, para 2,63 milhões de unidades. O comportamento das vendas no atacado de máquinas agrícolas e rodoviárias também é promissor, com alta de 31,6% entre fevereiro e março, de 23,5% entre os primeiros trimestres de 2018 e de 2019 e de 21,9% nos últimos 12 meses. A oferta de crédito para a aquisição de autos aumentou 4,4% entre o primeiro bimestre de 2018 e de 2019 e 15% em 12 meses, até fevereiro. A melhora dos financiamentos ajudou a desovar os estoques, mas as distribuidoras também estão mais ágeis, oferecendo condições favoráveis aos compradores de veículos. A disposição de investir persiste. Prova disso é a expectativa de venda de fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, como foi divulgado há pouco. Apesar da evolução satisfatória, porém, as montadoras estão cautelosas com custos, reduzindo o nível de emprego em 0,8% entre fevereiro e março, o que corresponde a cerca de mil postos de trabalho. http://www.mgcomunicacao.com/?p=88025 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Carro Sedan: todas as opções do mercado 8210669 - GARAJE - 12/04/2019
Últimas Notícias » Home » Buscar notícias » Voltar Carro Sedan: todas as opções do mercado11 Abril 2019 Muitos procuram na internet por um carro sedan, ficando na dúvida de quantos existem hoje no nosso país. O mercado brasileiro tem atualmente 51 opções de carro sedan que podemos considerar dentro do segmento, mesmo que alguns tenham estilo bem próximo de um cupê, por exemplo. Neste artigo, você vai conhecer estes modelos de carro sedan ofertados por aqui. Em um passado recente, o mercado de sedãs no Brasil tinha uma variedade maior de produtos, mas atualmente menos de 51 podem ser encontrados no país. O motivo da queda é a ascensão dos crossovers e SUVs, que tem colocado o segmento para baixo nos últimos anos. Recentemente, o Brasil viu algumas baixas nesta categoria e deverá assistir mais nos próximos meses e anos. Só a Ford, por exemplo, deverá perder Focus Fastback e Fusion , isso porque já tirou de cena o New Fiesta Sedan no ano passado. Em compensação, se uns saem, outros entram. O Volvo S60 de nova geração, por exemplo, chega no segundo semestre. A Peugeot foi outra que tirou seu sedã médio, o 408. Para piorar, podemos esperar apenas pelo Mercedes-Benz Classe A Sedan como um produto novo no segmento, já que os demais são apenas novas gerações dos modelos existentes, como no caso do sedã sueco, citado acima. O Chery Arrizo GX foi prometido, mas devido a essa situação de mercado, pode nem vir mais… Em 2018, de acordo com a Fenabrave, o Brasil consumiu 539.795 sedãs em todas as categorias, desde o mais barato até os luxuosos. No geral, o mercado absorveu 2.470.654 automóveis e comerciais leves. Isso significa 21,85% de participação no mercado geral. Foram 478.360 em 2017, alta de 12,84%. Carro Sedan: todas as opções do mercado Audi A Audi é uma marca de luxo alemã que sempre teve foco nos sedãs. No mercado brasileiro, o A3 Sedan é o único nacional e espera por uma atualização de geração, partindo de R$ 125.990. Já o atual A4 tem preços a partir de R$ 173.990 e aposta na força do motor 2.0 TFSI de 190 ou 252 cavalos. O Audi A6 é o intermediário luxuoso que sempre mantém presença por aqui, começando em R$ 306.990, mas com motor 2.0 TFSI, embora ofereça versões V6 3.0 TFSI de 333 cavalos. O A8 deixou de ser vendido no Brasil. Audi A3 Sedan – R$ 125.990 Audi A4 – R$ 173.990 Audi A6 – R$ 306.990 BMW A BMW tem no Série 3 seu principal produto no Brasil, sendo este de fabricação nacional e agora em nova geração que, no momento, é importada da Alemanha, mas que será nacional. O Série 5 aposta nos motores TwinPower Turbo 2.0 de 252 cavalos ou V6 3.0 de 344
cavalos. Já o topo de linha Série 7 tem motor V8 4.4 de 456 cavalos e opção de carroceria longa. BMW Série 3 – R$ 219.950 BMW Série 5 – R$ 318.950 BMW Série 7 – R$ 774.950 Chery Derivado do projeto mais antigos da Chery, o Arrizo 5 é um carro sedan de porte médio que é vendido com preço de compacto. Mesmo assim, o modelo tem motor 1.5 Turbo de até 150 cavalos, além de câmbio CVT e pacote de equipamentos generoso. Chery Arrizo 5 – R$ 66.990 Chevrolet A General Motors sempre teve boa oferta de sedãs no Brasil e atualmente conta com três modelos, sendo o Prisma o mais em conta na versão Joy e com opções atualizadas. O longevo motor SPE/4 1.0 ou 1.4 é de projeto antigo, mas isso não impede que o modelo seja o mais vendido do mercado. Além deste, o Cobalt aparece como um compacto grandalhão com bom espaço interno e porta-malas generoso, tendo basicamente motor 1.8 de até 111 cavalos (também de projeto dos anos 80) e câmbio automático, este também presente no Prisma. Por fim, o Cruze aposta na força do 1.4 Ecotec Turbo de até 153 cavalos. Chevrolet Prisma – R$ 49.590 Chevrolet Cruze – R$ 97.790 Citroën A Citroën tem no C4 Lounge seu único sedã que, aliás, é o que sobrou do segmento dentro da PSA no Brasil. Ele é feito na plataforma PF2 e não deve durar muito mais após a atualização visual. Ainda assim, tem no motor 1.6 THP de até 173 cavalos, seu principal argumento de venda, associado com câmbio automático de seis marchas. Citroën C4 Lounge – R$ 89.990 Fiat A marca italiana desistiu do segmento médio e agora foca apenas nos compactos Grand Siena e Cronos, apesar de que o primeiro deva sair de cena ainda este ano ou mais tardar em 2020. Nunca recebeu atualização e deve dar lugar ao mais recente, que tem motores 1.3 Firefly de até 109 cavalos e E.torQ Evo com até 139 cavalos. O irmão mais velho mantém o antigo Fire Evo 1.0 e 1.4. Fiat Grand Siena – R$ 49.590 Fiat Cronos – R$ 58.990 Ford A Ford está em uma situação complicada, que a levará à redução de portfólio com a manutenção de apenas um único modelo nesse segmento de carro sedan, o Ka Sedan, que tem motores 1.0 de até 85 cavalos e 1.5 com até 136 cavalos. Isso porque o Focus Fastback, que tem motor 2.0 Duratec Direct de até 178 cavalos, sairá de cena. O Fusion tem motores 2.0 EcoBoost de 248 cavalos e híbrido 2.0 com até 188 cavalos. Este não deve passar muito de 2020. Ford Ka Sedan – R$ 49.650 Ford Focus Fastback – R$ 74.990
Ford Fusion – R$ 149.900 Honda O Honda City tem motor 1.5 de até 116 cavalos e sofre por não ter controles de tração e estabilidade. Já o moderníssimo Civic ainda insiste no 2.0 i-VTEC de até 155 cavalos e ostenta o potente 1.5 VTC Turbo de 173 cavalos. Além dele, há o confortável Accord 2.0 VTC Turbo com 256 cavalos e câmbio automático de 10 marchas! Honda City – R$ 62.500 Honda Accord – R$ 198.500 Hyundai A Hyundai já teve muitos sedãs no Brasil, mas atualmente só conta com dois: HB20S e Elantra. O primeiro é feito pela HMB no país e tem motores 1.0, 1.0 Turbo e 1.6, com potências entre 80 e 128 cavalos. No caso do segundo, o sedã médio é importado ainda da Coreia do Sul e tem motor 2.0 Flex de até 167 cavalos. Hyundai HB20S – R$ 48.990 Hyundai Elantra – R$ 90.415 Jaguar A marca inglesa conta com três modelos de carro sedan de luxo, sendo que o XE é o menor e mais acessível, tendo motor Ingenium 2.0 com 250 cavalos e duas versões apenas. O XF é um irmão maior e mais bem equipado, tendo o mesmo motor 2.0, mas com opção de 300 cavalos e ainda o V6 3.0 Supercharged de 380 cavalos. O XJ é o mais antigo dos sedãs da Jaguar e é bem longo, mas atualmente só é oferecido com motor V6 3.0 Supercharged de 340 cavalos e oito marchas no câmbio automático. Jaguar XE – R$ 248.400 Jaguar XJ – Sob encomenda Kia Motors A marca sul-coreana tem no Cerato seu único sedã atualmente, visto que o Stinger é um fastback/liftback. Assim, o modelo – ainda da geração antiga – se sustenta com motor 1.6 de até 130 cavalos e câmbio automático de seis marchas, mas o novo deve chegar este ano do México. Kia Cerato – R$ 79.990 Lexus A Lexus tem no mercado brasileiro seu único no mundo com portfólio 100% híbrido. Assim, a marca de luxo japonesa tem os modelos ES 300h, um intermediário com motor 2.5 e potência combinada de 217 cavalos, além de super luxuoso LS 500h, que tem motor V6 3.5 e força total de 359 cavalos, tendo dois câmbios: CVT e automático de quatro marchas. Lexus ES – R$ 239.990 Lexus LS – R$ 760.000 Lifan O Lifan LF530 é um sedã compacto chinês bem barato, que usa motor 1.5 de 102 cavalos com gasolina apenas e conteúdo bom, embora tenha problemas de qualidade construtiva. Lifan LF530 – R$ 43.990 Maserati Representada pela Via Itália de forma oficial, a marca de luxo italiana tem o Ghibli como produto de acesso com motor V6 3.0 Biturbo de 410 cavalos.
Já o maior e mais sofisticado Quattroporte tem motor V8 3.8 Biturbo de 530 cavalos. Maserati Ghibli – R$ 667.000 Maserati Quattroporte – R$ 1.300.000 Mercedes-Benz A Mercedes-Benz tem a maior lista de sedãs do mercado, desde o mais compacto CLA até o superluxuoso Classe S. Mas, o best seller é o nacional Classe C, tendo ainda o Classe E e o CLS como intermediários. As potências no geral começam em 122 cavalos e vão até 630 cavalos. Mercedes-Benz CLA – R$ 142.900 Mercedes-Benz Classe C – R$ 170.990 Mercedes-Benz Classe E – R$ 331.900 Mercedes-Benz CLS – R$ 599.900 Mercedes-Benz Classe S – R$ 814.900 Mitsubishi A marca japonesa insiste em manter seu único sedã médio e um dos poucos da empresa no mundo. Desatualizado, o Lancer se mantém com motor 2.0 de 160 cavalos e câmbio CVT. Mitsubishi Lancer – R$ 81.990 Nissan A Nissan conta com o compacto Versa e o médio Sentra, tendo o primeiro motores 1.0 e 1.6, que entregam respectivamente 77 e 111 cavalos. O irmão maior conta apenas com o 2.0 de 140 cavalos com CVT. Nissan Versa – R$ 50.990 Nissan Sentra – R$ 85.790 Renault Atualmente, a Renault tem apenas o Logan como sedã e deverá manter-se assim daqui para frente. Este tem motores 1.0 e 1.6 SCe, entregando de 78 a 118 cavalos. O modelo aguarda atualização visual. Renault Logan – R$ 48.540 Rolls-Royce Também pela Via Itália, a Rolls-Royce tem seus dois sedãs ultraluxuosos vendidos sob encomenda, tendo o Ghost motor V12 6.6 de 563 cavalos, enquanto o maior Phantom II com V12 6.75 de 453 cavalos. Rolls-Royce Ghost – R$ 2,3 milhões Rolls-Royce Phantom – R$ 3,4 milhões Subaru A Subaru vende apenas o esportivo WRX e seu irmão WRX STI, entregando assim 270 cavalos em seu boxer 2.0 Turbo, com CVT, enquanto o STI é manual e com boxer 2.5 Turbo de 310 cavalos. Subaru WRX – R$ 184.900 Toyota A Toyota reforçou seu time de sedãs com o Yaris, que tem motor 1.5 de até 110 cavalos, ante os 107 cavalos do Etios Sedan. O Corolla tem motores 1.8 de até 144 cavalos e 2.0 com até 153 cavalos, ambos com CVT.
É o segundo sedã mais vendido do país. Por fim, o Camry aposta num V6 3.5 de 310 cavalos. Toyota Etios Sedan – R$ 55.190 Toyota Yaris Sedan – R$ 65.290 Toyota Corolla – R$ 79.990 Toyota Camry – R$ 206.200 Volkswagen A VW tem o Voyage com motores 1.0 de até 82 cavalos e 1.6 com até 120 cavalos na versão automática, além do Virtus com propulsores 1.6 e 1.0 TSI, este último com até 128 cavalos. O Jetta centrou no 1.4 TSI de 150 cavalos e o Passat fixou-se no 2.0 TSI de 220 cavalos. Volkswagen Voyage – R$ 54.370 https://www.garaje.com.br/noticias/automotivas/carro-sedan-todas-as-opcoes-domercado/4370 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Compartilhar é para valer? 8210670 - ACELERANDO POR AÍ - 11/04/2019
Maior parte do mundo corre para diminuir emissões de gás carbônico (CO2) no intuito de limitar o aquecimento da atmosfera e consequentes mudanças climáticas. Ritmo e intensidade não são os mesmos em todos os países. Automóveis respondem por até 20% do efeito estufa, da produção primária do combustível ao que sai pelos escapamentos. Países europeus querem impor solução elétrica a um custo demasiadamente alto e cercado de incertezas. Há, porém, soluções racionais e a preço menor. Uma delas é carona solidária preconizada pela empresa francesa BlaBlaCar, atuante também no Brasil. Ela apresentou um estudo sobre o potencial de parte dos carros trafegar com quatro pessoas a bordo. Apenas 1,6% a mais de automóveis na estrada permite transportar três vezes mais passageiros com 26% menos emissões de CO2. Outra possibilidade é ampliar serviços de carona paga, por aplicativos de transporte. Podem ajudar a retirar veículos das ruas, mas como rodam um bom tempo vazios desconfia-se que ajudariam pouco a diminuir o consumo de combustível e, por consequência, o principal gás de efeito estufa. Também existe a possibilidade de trocar a propriedade de um veículo por uso compartilhado e há dezenas de empresas no mundo oferecendo tais serviços. Deixando, agora, o aspecto ambiental de lado para focar na mudança de hábitos. Será que existe mesmo esse desejo latente e ardente de olhar para um carro que é seu, mas fica até 80% do tempo parado, e trocá-lo simplesmente por um serviço de transporte em que cada vez se dirige um carro diferente? Europeus simpatizam com a ideia, porém americanos bem menos, como ficou demonstrado em matéria de capa da revista Dealer, da Fenabrave. No Brasil, para cada veículo novo vendemse entre 4 e 4,5 usados. Isso gera grande receita para portais e sites especializados em anúncios on line. Seria o compartilhamento uma ameaça para concessionárias, lojistas e comércio eletrônico? Veja a opinião de quatro executivos deste último setor: Caio Ribeiro (Mercado Livre) – “Hoje o carro é o meio de transporte preferido pelos brasileiros e esse cenário deve se manter por muitos anos. Há interesse, ainda que limitado, por aluguel de automóveis por curtos períodos, inclusive via compartilhamento. E estamos preparados para essa demanda.” //// Eduardo Jurcevic (Webmotors, do Santander) – “Pessoas podem continuar a ter carro e ainda usar diferentes modais de mobilidade. Isso varia de cidade para cidade. Tentar dar mais acesso é o nosso papel e investiremos nisso. A experiência de compartilhamento pode despertar também o desejo de compra.” //// Giselle Tachinardi (OLX Brazil) – “Nós permanecemos atentos às oportunidades em veículos compartilhados, mas o amadurecimento da ideia será demorado aqui. Na cidade de São Paulo pode vir mais forte. Estive nos EUA e vi que também lá os cenários não apontam para guinadas.” //// Ricardo Bonzo (iCarros, do Itaú Unibanco) – “Enxergamos os movimentos de mudanças no que se refere à mobilidade, mas temos convicção de que concessionárias continuarão sendo parte fundamental. Uma opção seria locação de carros usados em seus estoques ou mesmo assinaturas para uso em diferentes prazos.” ::::: ALTA RODA PRIMEIRO trimestre fechou com alta de 11,4% nas vendas de veículos leves e pesados sobre o mesmo período de 2018. Queda de 42% nas exportações (impactadas pela colossal queda do mercado argentino) levou a 1% de declínio na produção e 1.000 empregos a menos. Estoques totais de 41 dias estão cerca de 20% acima do normal (35 dias), mas devem melhorar em abril. SEGUNDO dados do Banco Central, a indústria automobilística respondeu no ano passado por 25% de todo o modesto crescimento de 1,1% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de tudo gerado pela economia brasileira). Em 2018, as vendas totais subiram 14,5% sobre 2017. Em 2019, Anfavea prevê 11,4% acima do ano passado. Fenabrave mantém previsão semelhante. FORD ainda não decidiu se oferecerá, opcionalmente, pneus que rodam vazios (run flat) para outras versões do EcoSport além da configuração topo de linha Titanium. Visual fica mais limpo na parte traseira sem estepe pendurado. Pequenos ajustes nas suspensões mantiveram conforto de rodagem no dia a dia, apesar dos flancos dos pneus mais rígidos que resistem bem aos buracos. TANTO Jeep quanto Mitsubishi não deixaram passar em branco o dia 4/4 (4 de abril), tornado símbolo da tração total (4×4) ao redor do mundo. Marca americana lançou série especial Compass S, com teto preto e pintura grafite nas rodas, por R$ 187.990. Curso básico de 4X4, na Fazenda Coronel Jacinto, São Paulo foi relembrado pela marca japonesa. SEMPRE bom insistir sobre a eficácia dos cintos de segurança para preservar vidas. Dados do Cesvi, a partir de estatísticas de órgãos de segurança viária dos EUA, apontam as
chances de sobrevivência em acidentes potencialmente fatais: somente airbags, 12%; somente cintos de segurança, 45%; proteção combinada cinto de segurança-airbags, 51%. (Os artigos assinados por colaboradores desse site são de inteira responsabilidade dos seus autores. A editoria geral desse veículo, necessariamente, não concorda com todas as opiniões aqui expressas. O texto desta coluna tem autoria do jornalista Fernando Calmon) fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2 http://www.acelerandoporai.com.br/fernando-calmon/compartilhar-e-para-valer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fernando Calmon Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping MARCOPOLO CONQUISTA PRÊMIO LÓTUS 2019 8210671 - O BRASIL SOBRE RODAS - 11/04/2019
A Marcopolo foi agraciada, mais uma vez, com o Prêmio Lótus 2019, promovido pela Editora Frota, na categoria Marca do Ano em Carrocerias de Ônibus Rodoviário. A empresa, líder nacional na produção de carrocerias de ônibus com 53% de participação de mercado, foi reconhecida pelo seu desempenho de vendas e a liderança no segmento em 2018. Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, e Francisco Gomes Neto, diretorgeral, receberam o Prêmio Lótus. Foto: Douglas de Souza Melo. Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, o Prêmio Lótus é importante porque destaca as marcas com maior penetração de vendas em todo o País, nas diversas categorias e segmentos do mercado brasileiro. “Estamos muito orgulhosos com mais essa conquista. O desempenho alcançado no mercado brasileiro em 2018 foi excelente. Crescemos em todos os segmentos, com destaque para o de Rodoviários, com 72,5% de participação de mercado, e de Urbanos, com 42%”, explica o executivo. Em 2018, a Marcopolo apresentou aumento de 60,5% em unidades produzidas nas fábricas brasileiras (14.212 unidades contra 8.852 no ano anterior). Esses números foram responsáveis pela conquista na categoria Marca de Ônibus Rodoviário. “Tivemos um crescimento de 64.7% na produção para o segmento de ônibus rodoviários, e de 109,2%, em urbanos, apresentando expressivo aumento de 45,9% na receita líquida em relação a 2017 e a ampliação da participação de mercado total da Marcopolo na produção brasileira de carrocerias, que encerrou o ano com 53%, contra 48,1%, em 2017”, revela. O Prêmio Lótus é concedido aos fabricantes e distribuidores de veículos comerciais, cujos produtos e marcas conquistaram a preferência dos compradores brasileiros. Os vencedores são conhecidos por meio dos resultados das vendas ao mercado interno do ano anterior, segundo dados da FENABRAVE. Marcopolo Secco Consultoria de Comunicação Leia> Coisas de Agora http://obrasilsobrerodas.blogspot.com/2019/04/marcopolo-conquista-premio-lotus-2019.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Ricardo Hernandes Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Marcopolo conquista Prêmio Lótus 2019 8210672 - PONTO INICIAL - 11/04/2019
A Marcopolo foi agraciada, mais uma vez, com o Prêmio Lótus 2019, promovido pela Editora Frota, na categoria Marca do Ano em Carrocerias de Ônibus Rodoviário. A empresa, líder nacional na produção de carrocerias de ônibus com 53% de participação de mercado, foi reconhecida pelo seu desempenho de vendas e a liderança no segmento em 2018. Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, o Prêmio Lótus é importante porque destaca as marcas com maior penetração de vendas em todo o País, nas diversas categorias e segmentos do mercado brasileiro. “Estamos muito orgulhosos com mais essa conquista. O desempenho alcançado no mercado brasileiro em 2018 foi excelente. Crescemos em todos os segmentos, com destaque para o de Rodoviários, com 72,5% de participação de mercado, e de Urbanos, com 42%”, explica o executivo. Em 2018, a Marcopolo apresentou aumento de 60,5% em unidades produzidas nas fábricas brasileiras (14.212 unidades contra 8.852 no ano anterior). Esses números foram responsáveis pela conquista na categoria Marca de Ônibus Rodoviário. “Tivemos um crescimento de 64.7% na produção para o segmento de ônibus rodoviários, e de 109,2%, em urbanos, apresentando expressivo aumento de 45,9% na receita líquida em relação a 2017 e a ampliação da participação de mercado total da Marcopolo na produção brasileira de carrocerias, que encerrou o ano com 53%, contra 48,1%, em 2017”, revela. O Prêmio Lótus é concedido aos fabricantes e distribuidores de veículos comerciais, cujos produtos e marcas conquistaram a preferência dos compradores brasileiros. Os vencedores são conhecidos por meio dos resultados das vendas ao mercado interno do ano anterior, segundo dados da FENABRAVE. Crédito Douglas de Souza Melo https://www.jornalpontoinicial.com.br/2019/04/11/marcopolo-conquista-premio-lotus-2019/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Laudir Dutra Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Menos produção e maiores vendas de veículos 8210673 - SINCOVAGA SP - 11/04/2019
Produção de veículos registrou queda de 6,4% entre fevereiro e março de 2019 e de 10,1% entre março de 2018 e março de 2019. Queda de exportações, greve em fábrica da Ford e enchente em unidade de caminhões da Mercedes-Benz determinaram uma queda na produção de veículos de 6,4% entre fevereiro e março de 2019 e de 10,1% entre março de 2018 e março de 2019, segundo a associação das montadoras (Anfavea). Em contraste com o que ocorreu na produção, as vendas no mercado interno aumentaram 5,3% e 0,9% nas mesmas bases de comparação. Na comparação entre os primeiros trimestres deste ano e do ano passado, a produção de 695,7 mil veículos caiu apenas 0,6%, enquanto os licenciamentos avançavam 11,4%, envolvendo 607,6 mil unidades. Ainda mais expressivos foram os números dos distribuidores de veículos associados à Fenabrave, registrando um crescimento de 13,4%, para 904,8 mil unidades, entre os primeiros três meses de 2018 e 2019. A estatística inclui as vendas de 258,7 mil motocicletas, expansão de 17,9% em relação a igual período de 2018. Apesar das oscilações, não se pode falar em ambiente negativo para o setor de veículos. O comportamento do segmento tem sido decisivo para assegurar algum crescimento da indústria manufatureira e persiste uma demanda satisfatória de veículos. Em 12 meses, até março, a produção de 2,88 milhões de unidades superou em 2% a dos 12 meses anteriores e os licenciamentos, em igual período, aumentaram 13,6%, para 2,63 milhões de unidades. O comportamento das vendas no atacado de máquinas agrícolas e rodoviárias também é promissor, com alta de 31,6% entre fevereiro e março, de 23,5% entre os primeiros trimestres de 2018 e de 2019 e de 21,9% nos últimos 12 meses. A oferta de crédito para a aquisição de autos aumentou 4,4% entre o primeiro bimestre de 2018 e de 2019 e 15% em 12 meses, até fevereiro. A melhora dos financiamentos ajudou a desovar os estoques, mas as distribuidoras também estão mais ágeis, oferecendo condições favoráveis aos compradores de veículos. A disposição de investir persiste. Prova disso é a expectativa de venda de fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, como foi divulgado há pouco. Apesar da evolução satisfatória, porém, as montadoras estão cautelosas com custos, reduzindo o nível de emprego em 0,8% entre fevereiro e março, o que corresponde a cerca de mil postos de trabalho. O Estado de S.Paulo. O post Menos produção e maiores vendas de veículos apareceu primeiro em Sincovaga. http://www.sincovaga.com.br/menos-producao-e-maiores-vendas-de-veiculos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Dayane Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Pesquisa aponta os carros mais vendidos de 2019 8210674 - TRIBUNA ONLINE - Vitória - ES - 11/04/2019
Levando em conta os números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) referentes ao mês de março, Sobre Rodas publica hoje a relação dos carros mais vendidos no primeiro trimestre deste ano em sete categorias. Campeão de vendas no País há quatro anos consecutivos e o preferido do consumidor no último mês de março, o Chevrolet Onix foi também o mais vendido no País no primeiro trimestre deste ano na categoria hatch compacto. Hyundai HB20 e Ford Ka, vale destacar, seguem brigando pela vice-liderança. Nem mesmo o anúncio de que a General Motors irá lançar até o final deste ano a nova geração do Onix – a versão atual do modelo será mantida – abalou as vendas do hatch, que somou 55.511 unidades emplacadas no período. O bom e velho Volkswagen Gol ganhou no fim de 2018 uma inédita versão automática e já colhe frutos. Em março, o hatch emplacou 6.620 exemplares, mas ainda fica de fora do top 5 da categoria. Entre os sedãs compactos, o Volkswagen Virtus parecia rumar para a liderança, mas caiu repentinamente, e o caminho ficou livre para o Chevrolet Prisma, que, assim como o Onix, terá uma reforma pesada em breve. O Toyota Corolla, por sua vez, nada de braçada à frente do Honda Civic e do Chevrolet Cruze. Com 11.321 unidades comercializadas de janeiro a março, o Corolla vende mais que os dois rivais juntos. balanço A venda de veículos novos subiu 11,4% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da Fenabrave. Ao todo, foram comercializados 607.612 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus de janeiro a março, contra 545.478 no mesmo período de 2018. Para este ano, a expectativa é de crescimento de 11% nas vendas de carros e comerciais leves, e de 15,9% nos emplacamentos de caminhões e ônibus. https://tribunaonline.com.br/pesquisa-aponta-os-carros-mais-vendidos-de-2019 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: ES Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Compartilhar é para valer? 8210675 - AUTOPAPO - Belo Horizonte - MG - 11/04/2019
Maior parte do mundo corre para diminuir emissões de gás carbônico (CO2) no intuito de limitar o aquecimento da atmosfera e consequentes mudanças climáticas. Ritmo e intensidade não são os mesmos em todos os países. O carro e outros veículos automotores respondem por até 20% do efeito estufa, da produção primária do combustível ao que sai pelos escapamentos. Países europeus querem impor solução elétrica a um custo demasiadamente alto e cercado de incertezas. Há, porém, soluções racionais e a preço menor. Uma delas é carona solidária preconizada pela empresa francesa BlaBlaCar, atuante também no Brasil. Ela apresentou um estudo sobre o potencial de parte dos carros trafegar com quatro pessoas a bordo. Apenas 1,6% a mais de automóveis na estrada permite transportar três vezes mais passageiros com 26% menos emissões de CO2 . Outra possibilidade é ampliar serviços de carona paga, por aplicativos de transporte. Podem ajudar a retirar veículos das ruas, mas como rodam um bom tempo vazios desconfia-se que ajudariam pouco a diminuir o consumo de combustível e, por consequência, o principal gás de efeito estufa. Também existe a possibilidade de trocar a propriedade de um veículo por uso compartilhado e há dezenas de empresas no mundo oferecendo tais serviços. Deixando, agora, o aspecto ambiental de lado para focar na mudança de hábitos. Será que existe mesmo esse desejo latente e ardente de olhar para um carro que é seu, mas fica até 80% do tempo parado, e trocá-lo simplesmente por um serviço de transporte em que cada vez se dirige um carro diferente? Europeus simpatizam com a ideia, porém americanos bem menos, como ficou demonstrado em matéria de capa da revista Dealer, da Fenabrave. No Brasil, para cada veículo novo vendem-se entre 4 e 4,5 usados. Isso gera grande receita para portais e sites especializados em anúncios online. Seria o compartilhamento uma ameaça para concessionárias,lojistas e comércio eletrônico? Veja a opinião de quatro executivos deste último setor: Caio Ribeiro (Mercado Livre) – “Hoje o carro é o meio de transporte preferido pelos brasileiros e esse cenário deve se manter por muitos anos. Há interesse, ainda que limitado, por aluguel de automóveis por curtos períodos, inclusive via compartilhamento. E estamos preparados para essa demanda.” Eduardo Jurcevic (Webmotors, do Santander) – “Pessoas podem continuar a ter carro e ainda usar diferentes modais de mobilidade. Isso varia de cidade para cidade. Tentar dar mais acesso é o nosso papel e investiremos nisso. A experiência de compartilhamento pode despertar também o desejo de compra.” Giselle Tachinardi (OLX Brazil) – “Nós permanecemos atentos às oportunidades em veículos compartilhados, mas o amadurecimento da ideia será demorado aqui. Na cidade de São Paulo pode vir mais forte. Estive nos EUA e vi que também lá os cenários não apontam para guinadas.” Ricardo Bonzo (iCarros, do Itaú Unibanco) – “Enxergamos os movimentos de mudanças no que se refere à mobilidade,mas temos convicção de que concessionárias continuarão sendo parte fundamental. Uma opção seria locação de carros usados em seus estoques ou mesmo assinaturas para uso em diferentes prazos.” Alta Roda PRIMEIRO trimestre fechou com alta de 11,4% nas vendas de veículos leves e pesados sobre o mesmo período de 2018. Queda de 42% nas exportações (impactadas pela colossal queda do mercado argentino) levou a 1% de declínio na produção e 1.000 empregos a menos. Estoques totais de 41 dias estão cerca de 20% acima do normal (35 dias), mas devem melhorar em abril. SEGUNDO dados do Banco Central, a indústria automobilística respondeu no ano passado por 25% de todo o modesto crescimento de 1,1% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de tudo gerado pela economia brasileira). Em 2018, as vendas totais subiram 14,5% sobre 2017. Em 2019, Anfavea prevê 11,4% acima do ano passado. Fenabrave mantém previsão semelhante. FORD ainda não decidiu se oferecerá, opcionalmente, pneus que rodam vazios (run flat) para outras versões do EcoSport além da topo de linha Titanium. Visual fica mais limpo na
parte traseira sem estepe pendurado. Pequenos ajustes nas suspensões mantiveram conforto de rodagem no dia a dia, apesar dos flancos dos pneus mais rígidos que resistem bem aos buracos. TANTO Jeep quanto Mitsubishi não deixaram passar em branco o dia 4/4 (4 de abril), tornado símbolo da tração total (4×4) ao redor do mundo. Marca americana lançou série especial Compass S, com teto preto e pintura grafite nas rodas, por R$ 187.990. Curso básico de 4×4, na Fazenda Coronel Jacinto, São Paulo foi relembrado pela marca japonesa. SEMPRE bom insistir sobre a eficácia dos cintos de segurança para preservar vidas. Dados do Cesvi, a partir de estatísticas de órgãos de segurança viária dos EUA, apontam as chances de sobrevivência em acidentes potencialmente fatais: somente airbags, 12%; somente cintos de segurança, 45%; proteção combinada cinto de segurança-airbags, 51%. https://autopapo.com.br/noticia/compartilhar-carro-para-valer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Prêmio Lótus 2019 consagra a Caio Induscar como “Marca do Ano em Carrocerias de ônibus Urbanos” 8210676 - BUSÃO DE NATAL - 11/04/2019
Por Fabiana Gomes – Comunicação e Marketing Caio Induscar A Caio Induscar, há mais de 73 anos se posiciona no mercado como uma das marcas que melhor alia a expertise em trazer soluções para mobilidade urbana à constante inovação, antecipação de tendências e respeito às necessidades dos clientes. A conquista do Prêmio Lótus 2019, é prova do patamar de destaque alcançado pela Caio ao longo dos anos. O Prêmio Lótus revela anualmente as marcas e modelos de veículos comerciais mais licenciados no mercado brasileiro em 23 categorias diferentes, com base nos números oficiais do Renavam, compilados pelo DataLótus, em parceria com a Fenabrave. É um importante reconhecimento, idealizado pela Editora Frota, que aponta a preferência dos compradores, confirmando, pelo 6º ano consecutivo (2014 a 2019), a tradição de liderança da Caio, na comercialização de carrocerias urbanas. O gerente nacional de vendas, José Gildo Vendramini (Zezinho), externa a satisfação em receber a premiação, “Permanecer na liderança é uma tarefa árdua, que exige um esforço conjunto e constante de várias equipes, que vestem a camisa e fazem o seu melhor pela empresa. Por isso, compartilhamos com cada um, essa importante conquista.” O diretor industrial da Caio, Sr. Maurício Lourenço da Cunha, finaliza, ressaltando a força da marca e os desafios que estão sendo vencidos, “Estamos cumprindo a missão que assumimos, que é a de impactar o mercado com produtos de vanguarda, ditando tendências no segmento e, principalmente, atendendo às necessidades de nossos clientes. Com gestão forte, continuamos a superar desafios, valorizando sempre a excelência em qualidade aliada ao fomento de soluções em mobilidade inteligente. O reconhecimento por esse trabalho, é um grande incentivo para continuarmos em frente”. O post Prêmio Lótus 2019 consagra a Caio Induscar como “Marca do Ano em Carrocerias de ônibus Urbanos” apareceu primeiro em Busão de Natal. http://www.busaodenatal.com/premio-lotus-2019-consagra-a-caio-induscar-como-marca-doano-em-carrocerias-de-onibus-urbanos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Busão de Natal Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Crescimento no emplacamento de caminhões e automóveis no primeiro trimestre aquece mercado de Seguros de Goiás 8210677 - JORNOW - São Paulo - SP - 11/04/2019
Executivos da companhia apresentaram as perspectivas de novos negócios e benefícios para os segurados durante evento para corretores de seguros de Goiás. Dados da Fenabrave indicam que, no primeiro trimestre do ano, o aumento nos emplacamentos foi de 45% para caminhões e 9,99 para automóveis A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de lançar durante evento para corretores de seguros no Hotel Mercure, em Goiânia (GO), realizado nesta quinta-feira (11 de abril), o novo Auto Sompo, a mais recente solução em termos de seguro de veículos da companhia. Desenvolvido visando a um aumento na demanda por produtos de fácil contratação, que atendam a diferentes necessidades, o Auto Sompo é um produto moderno e flexível, de aceitação simples, que traz um processo ágil para a cotação e emissão de apólice. “Investimos em tecnologia e capital humano para trazer um seguro simples, com ofertas customizadas por perfil de cliente e totalmente desburocratizado em sua contratação”, considera Rogério Santos, diretor técnico do Produto Automóvel. “Com alguns cliques, o corretor de seguros tem sua cotação personalizada, e ainda, conta com as opções do auto mensal e uma sugestão Sompo. Já o segurado, por sua vez, tem o conforto de ter as melhores opções de coberturas e serviços sob medida”, observa o executivo. “Goiás é um mercado bastante diverso. Na Capital há os grandes grupos de Concessionárias, que ajudam a dinamizar o segmento de seguro de automóveis de passeio. Já no Interior do Estado, que tem uma vocação forte para o agronegócio, além dos seguros para os carros de passeio, há também uma demanda bastante significativa para os seguros de caminhões utilizados no escoamento da produção”, avalia Marcelo Araújo Braz, diretor comercial da Sompo Seguros para Minas Gerais e Região Centro-Oeste. “Além do aumento nos índices de emplacamento de veículos nesse primeiro trimestre do ano, a parceria e atuação muito próxima aos corretores de seguros nos trazem perspectivas muito animadoras para alcançarmos nossas metas de crescimento no Estado de Goiás, que são bem acima do esperado para o mercado como um todo”, conclui. Segundo dados da Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave), de janeiro a março deste ano foram emplacados no Brasil 496,8 mil automóveis, índice cerca de 9,99% superior aos 451,7 mil emplacamentos do mesmo período de 2018. Já entre os Comerciais Leves, o aumento foi de 10,23% e passou de 75,5 mil emplacamentos no primeiro trimestre de 2018 para 83,2 mil emplacamentos nos primeiros três meses de 2019. A categoria Caminhões ficou com o maior índice de crescimento (45,74%), quando comparado os primeiros trimestres de 2018 (14,7 mil) e 2019 (21,4 mil). Coberturas O produto vem com mais amplitude na aceitação de veículos de passeio e carga (nacionais e importados), limites de coberturas, flexibilização dos percentuais da FIPE e adequação e simplificação das franquias. Além disso, o segurado conta ainda com uma série de serviços agregados, que podem ser contratados em três categorias: Essencial, Superior e Premium. Conforme a categoria de serviços, em relação a Assistência 24 horas, o segurado conta com limite de quilometragem para sinistro ou pane (que pode ser até ilimitado para carros de passeio no Pacote Premium), guincho, reparo no local, troca de pneus, motorista profissional, retorno de passageiros após acidente, remoção hospitalar após acidente, retorno seguro, 2o. guincho para mesma pane, chave codificada ou pantográfica e leva-etraz para a primeira revisão, higienização do veículo em caso de alagamento, entre outros serviços. Já no serviço de Assistência a Vidros, a Sompo garante o conserto ou a troca, seja do parabrisas, dos vidros laterais ou do vidro traseiro em caso de trinca ou quebra. Na categoria Premium estão contemplados ainda acessórios, como faróis, lanternas e retrovisores, além do serviço de Martelinho de Ouro. Crescimento O lançamento do novo Auto Sompo acontece como parte das perspectivas da Sompo de incrementar sua participação no mercado, que começou com um plano de investimento em tecnologia e equipe de profissionais renomados no mercado. O ponto inicial dessa ação se
deu quando Rogério Santos, que está na companhia desde 2016 e veio para ser responsável pela área comercial no Interior de São Paulo, aceitou assumir a diretoria da área de Automóvel. Para integrar a iniciativa de dinamizar essa carteira, o executivo contratou Christina Carneiro Said, como gerente técnica da área de Automóvel. Formada em Administração de Empresas, pela Universidade Paulista, e Pós-Graduação em Banking, pela Universidade Mackenzie, Christina atua há mais de 20 anos em área de produtos de todo ciclo de produtos Automóvel e Massificados, com experiência no desenvolvimento e reconstrução de novos produtos até a gestão de carteira. Outro ponto foi o investimento em tecnologia. Para o novo Auto Sompo, a companhia implementou um novo cotador, por meio do qual o corretor de seguros conta com um ambiente em que, com poucos cliques, efetua todo o processo de cotação com as opções mais adequadas de coberturas e serviços para o segurado. Agora, os executivos da companhia estabeleceram um planejamento de eventos em que vão apresentar pessoalmente o novo Auto Sompo aos representantes de entidades do segmento e aos parceiros corretores de seguros. “Já na última semana de março e todo o mês de abril temos roadshows programados em onze estados brasileiros. Estamos felizes em compartilhar o resultado de um trabalho conjunto, no qual tivemos a participação ativa dos corretores, com ideias e alinhamento das necessidades. Somos uma companhia tradicional no segmento de Automóvel e a perspectiva com o novo Auto Sompo é de consolidarmos a nossa posição e realizarmos uma evolução perene”, comenta Santos. Sobre a SOMPO Seguros S.A A Sompo Seguros S.A. é uma empresa do Grupo Sompo Holdings, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo. Resultado da integração das operações da Marítima Seguros, companhia fundada em Santos em 1943, e da Yasuda Seguros, que está no Brasil desde 1959; a companhia atua nas áreas de Seguros Corporativos (Auto Frotas, Empresariais, Riscos Nomeados e Operacionais, Transportes, Engenharia, Responsabilidade Civil, Garantia, Penhor Rural e Benfeitorias, Vida em Grupo, Acidentes Pessoais Coletivo, entre vários outros) e Pessoais (Auto, Residencial e Acidentes Pessoais); bem como na área de Seguro Saúde. Atualmente a empresa conta com filiais em todas as regiões brasileiras. O Grupo Sompo Holdings tem sua origem no Japão, atua há 130 anos no mercado de seguros e hoje conta com subsidiárias nos cinco continentes. No Japão, disponibiliza uma vasta gama de seguros nas áreas de Ramos Elementares, Vida e Acidentes Pessoais, além de outros produtos financeiros e serviços a fim de propiciar incremento na segurança, saúde e bem-estar dos clientes. http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=4857&num_release=222896 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Coluna Fernando Calmon – COMPARTILHAR É PARA VALER? 8210678 - CAR POINT NEWS - 11/04/2019
Maior parte do mundo corre para diminuir emissões de gás carbônico (CO2) no intuito de limitar o aquecimento da atmosfera e consequentes mudanças climáticas. Ritmo e intensidade não são os mesmos em todos os países. Automóveis respondem por até 20% do efeito estufa, da produção primária do combustível ao que sai pelos escapamentos. Países europeus querem impor solução elétrica a um custo demasiadamente alto e cercado de incertezas. Há, porém, soluções racionais e a preço menor. Uma delas é carona solidária preconizada pela empresa francesa BlaBlaCar, atuante também no Brasil. Ela apresentou um estudo sobre o potencial de parte dos carros trafegar com quatro pessoas a bordo. Apenas 1,6% a mais de automóveis na estrada permite transportar três vezes mais passageiros com 26% menos emissões de CO2. Outra possibilidade é ampliar serviços de carona paga, por aplicativos de transporte. Podem ajudar a retirar veículos das ruas, mas como rodam um bom tempo vazios desconfia-se que ajudariam pouco a diminuir o consumo de combustível e, por consequência, o principal gás de efeito estufa. Também existe a possibilidade de trocar a propriedade de um veículo por uso compartilhado e há dezenas de empresas no mundo oferecendo tais serviços. Deixando, agora, o aspecto ambiental de lado para focar na mudança de hábitos. Será que existe mesmo esse desejo latente e ardente de olhar para um carro que é seu, mas fica até 80% do tempo parado, e trocá-lo simplesmente por um serviço de transporte em que cada vez se dirige um carro diferente? Europeus simpatizam com a ideia, porém americanos bem menos, como ficou demonstrado em matéria de capa da revista Dealer, da Fenabrave. No Brasil, para cada veículo novo vendem-se entre 4 e 4,5 usados. Isso gera grande receita para portais e sites especializados em anúncios on line. Seria o compartilhamento uma ameaça para concessionárias, lojistas e comércio eletrônico? Veja a opinião de quatro executivos deste último setor: Caio Ribeiro (Mercado Livre) – “Hoje o carro é o meio de transporte preferido pelos brasileiros e esse cenário deve se manter por muitos anos. Há interesse, ainda que limitado, por aluguel de automóveis por curtos períodos, inclusive via compartilhamento. E estamos preparados para essa demanda.” Eduardo Jurcevic (Webmotors, do Santander) – “Pessoas podem continuar a ter carro e ainda usar diferentes modais de mobilidade. Isso varia de cidade para cidade. Tentar dar mais acesso é o nosso papel e investiremos nisso. A experiência de compartilhamento pode despertar também o desejo de compra.” Giselle Tachinardi (OLX Brazil) – “Nós permanecemos atentos às oportunidades em veículos compartilhados, mas o amadurecimento da ideia será demorado aqui. Na cidade de São Paulo pode vir mais forte. Estive nos EUA e vi que também lá os cenários não apontam para guinadas.” Ricardo Bonzo (iCarros, do Itaú Unibanco) – “Enxergamos os movimentos de mudanças no que se refere à mobilidade, mas temos convicção de que concessionárias continuarão sendo parte fundamental. Uma opção seria locação de carros usados em seus estoques ou mesmo assinaturas para uso em diferentes prazos.” ALTA RODA PRIMEIRO trimestre fechou com alta de 11,4% nas vendas de veículos leves e pesados sobre o mesmo período de 2018. Queda de 42% nas exportações (impactadas pela colossal queda do mercado argentino) levou a 1% de declínio na produção e 1.000 empregos a menos. Estoques totais de 41 dias estão cerca de 20% acima do normal (35 dias), mas devem melhorar em abril. SEGUNDO dados do Banco Central, a indústria automobilística respondeu no ano passado por 25% de todo o modesto crescimento de 1,1% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de tudo gerado pela economia brasileira). Em 2018, as vendas totais subiram 14,5% sobre 2017. Em 2019, Anfavea prevê 11,4% acima do ano passado. Fenabrave mantém previsão semelhante. FORD ainda não decidiu se oferecerá, opcionalmente, pneus que rodam vazios (run flat) para outras versões do EcoSport além da topo de linha Titanium. Visual fica mais limpo na
parte traseira sem estepe pendurado. Pequenos ajustes nas suspensões mantiveram conforto de rodagem no dia a dia, apesar dos flancos dos pneus mais rígidos que resistem bem aos buracos. TANTO Jeep quanto Mitsubishi não deixaram passar em branco o dia 4/4 (4 de abril), tornado símbolo da tração total (4×4) ao redor do mundo. Marca americana lançou série especial Compass S, com teto preto e pintura grafite nas rodas, por R$ 187.990. Curso básico de 4×4, na Fazenda Coronel Jacinto, São Paulo foi relembrado pela marca japonesa. SEMPRE bom insistir sobre a eficácia dos cintos de segurança para preservar vidas. Dados do Cesvi, a partir de estatísticas de órgãos de segurança viária dos EUA, apontam as chances de sobrevivência em acidentes potencialmente fatais: somente airbags, 12%; somente cintos de segurança, 45%; proteção combinada cinto de segurança-airbags, 51%. Contatos do autor: fernando@nullcalmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2 http://www.carpointnews.com.br/2019/04/11/coluna-fernando-compartilhar/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fernando Calmon Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog
Clipping Estudo mostra valor dos seguros dos carros mais vendidos no Brasil em março 8210679 - CQCS - 11/04/2019
A Minuto Seguros acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) com os carros mais vendidos no Brasil em março. A pesquisa mostra que, em março, o preço médio do seguro do Onix, entre as cinco capitais cotadas, foi de R$2.017 para o público masculino, usando como base um perfil médio. Em comparação ao último mês, o crescimento foi de 9% no valor, já que em fevereiro o preço médio era de R$1.845. Com esse aumento, o modelo mais vendido da GM apresenta o segundo aumento consecutivo no preço e quebra a linha de queda que havia apresentado em outubro, novembro, dezembro e janeiro. O levantamento registra ainda que, na capital paulista, no entanto, boa notícia para os compradores de Onix: o valor médio de fevereiro, que era R$1.822, caiu para R$ 1.787, algo próximo a 2%. O valor médio na cidade de São Paulo voltou a atingir patamares alcançados em janeiro, quando o preço estava muito próximo a R$1.700. Mulheres As motoristas do sexo feminino se mantêm pagando menos do que os homens: R$1.909, valor médio das cinco capitais cotadas. O valor é R$108 mais barato do que o valor médio pago pelos homens. No entanto, em comparação ao valor médio pago pelas mulheres no último mês, houve um crescimento de quase 10%, no preço. Em relação às vendas, o Onix dá mais um sinal positivo para a GM: já são 55.603 unidades emplacadas nesse primeiro trimestre. Em 2018, no primeiro trimestre, o hatch da Chevrolet havia vendido “apenas” 41.773 unidades. O crescimento nas vendas do Onix supera os 30%. Análise A somatória dos 10 carros mais vendidos do Brasil teve mais um crescimento, apontando que, provavelmente, as vendas de 2019 estão em retomada positiva. Em janeiro foram 70.889 comercializações, já em fevereiro 71.694 e, em março, o número bateu 76.039 unidades. O preço do seguro médio desses 10 veículos ficou no valor de R$2.499 para os homens e de R$2.192 para as mulheres. Com a saída do Mobi da lista dos carros mais vendidos, o preço médio do seguro mais barato entre os modelos mais vendidos do Brasil para o público masculino agora é do KA, com um valor de R$1.899. Para as mulheres, o modelo com seguro médio mais barato também é o KA com R$1.711. Perfil Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem e uma condutora mulher, de 35 anos, ambos casados, com cobertura de terceiros de R$ 100 mil. Foram avaliados os preços dos seguros em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis. As cotações foram realizadas nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e SulAmérica. FEMININO MASCULINO https://www.cqcs.com.br/noticia/estudo-mostra-valor-dos-seguros-dos-carros-mais-vendidosno-brasil-em-marco/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Kleber Alves Ferreira Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Crescimento no emplacamento de caminhões e automóveis no primeiro trimestre aquece mercado de Seguros de Goiás 8210681 - DIFUNDIR - São Paulo - SP - 11/04/2019
Executivos da companhia apresentaram as perspectivas de novos negócios e benefícios para os segurados durante evento para corretores de seguros de Goiás. Dados da Fenabrave indicam que, no primeiro trimestre do ano, o aumento nos emplacamentos foi de 45% para caminhões e 9,99 para automóveis A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de lançar durante evento para corretores de seguros no Hotel Mercure, em Goiânia (GO), realizado nesta quinta-feira (11 de abril), o novo Auto Sompo, a mais recente solução em termos de seguro de veículos da companhia. Desenvolvido visando a um aumento na demanda por produtos de fácil contratação, que atendam a diferentes necessidades, o Auto Sompo é um produto moderno e flexível, de aceitação simples, que traz um processo ágil para a cotação e emissão de apólice. “Investimos em tecnologia e capital humano para trazer um seguro simples, com ofertas customizadas por perfil de cliente e totalmente desburocratizado em sua contratação”, considera Rogério Santos, diretor técnico do Produto Automóvel. “Com alguns cliques, o corretor de seguros tem sua cotação personalizada, e ainda, conta com as opções do auto mensal e uma sugestão Sompo. Já o segurado, por sua vez, tem o conforto de ter as melhores opções de coberturas e serviços sob medida”, observa o executivo. “Goiás é um mercado bastante diverso. Na Capital há os grandes grupos de Concessionárias, que ajudam a dinamizar o segmento de seguro de automóveis de passeio. Já no Interior do Estado, que tem uma vocação forte para o agronegócio, além dos seguros para os carros de passeio, há também uma demanda bastante significativa para os seguros de caminhões utilizados no escoamento da produção”, avalia Marcelo Araújo Braz, diretor comercial da Sompo Seguros para Minas Gerais e Região Centro-Oeste. “Além do aumento nos índices de emplacamento de veículos nesse primeiro trimestre do ano, a parceria e atuação muito próxima aos corretores de seguros nos trazem perspectivas muito animadoras para alcançarmos nossas metas de crescimento no Estado de Goiás, que são bem acima do esperado para o mercado como um todo”, conclui. Segundo dados da Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave), de janeiro a março deste ano foram emplacados no Brasil 496,8 mil automóveis, índice cerca de 9,99% superior aos 451,7 mil emplacamentos do mesmo período de 2018. Já entre os Comerciais Leves, o aumento foi de 10,23% e passou de 75,5 mil emplacamentos no primeiro trimestre de 2018 para 83,2 mil emplacamentos nos primeiros três meses de 2019. A categoria Caminhões ficou com o maior índice de crescimento (45,74%), quando comparado os primeiros trimestres de 2018 (14,7 mil) e 2019 (21,4 mil). Coberturas O produto vem com mais amplitude na aceitação de veículos de passeio e carga (nacionais e importados), limites de coberturas, flexibilização dos percentuais da FIPE e adequação e simplificação das franquias. Além disso, o segurado conta ainda com uma série de serviços agregados, que podem ser contratados em três categorias: Essencial, Superior e Premium. Conforme a categoria de serviços, em relação a Assistência 24 horas, o segurado conta com limite de quilometragem para sinistro ou pane (que pode ser até ilimitado para carros de passeio no Pacote Premium), guincho, reparo no local, troca de pneus, motorista profissional, retorno de passageiros após acidente, remoção hospitalar após acidente, retorno seguro, 2o. guincho para mesma pane, chave codificada ou pantográfica e leva-etraz para a primeira revisão, higienização do veículo em caso de alagamento, entre outros serviços. Já no serviço de Assistência a Vidros, a Sompo garante o conserto ou a troca, seja do parabrisas, dos vidros laterais ou do vidro traseiro em caso de trinca ou quebra. Na categoria Premium estão contemplados ainda acessórios, como faróis, lanternas e retrovisores, além do serviço de Martelinho de Ouro. Crescimento O lançamento do novo Auto Sompo acontece como parte das perspectivas da Sompo de incrementar sua participação no mercado, que começou com um plano de investimento em tecnologia e equipe de profissionais renomados no mercado. O ponto inicial dessa ação se
deu quando Rogério Santos, que está na companhia desde 2016 e veio para ser responsável pela área comercial no Interior de São Paulo, aceitou assumir a diretoria da área de Automóvel. Para integrar a iniciativa de dinamizar essa carteira, o executivo contratou Christina Carneiro Said, como gerente técnica da área de Automóvel. Formada em Administração de Empresas, pela Universidade Paulista, e Pós-Graduação em Banking, pela Universidade Mackenzie, Christina atua há mais de 20 anos em área de produtos de todo ciclo de produtos Automóvel e Massificados, com experiência no desenvolvimento e reconstrução de novos produtos até a gestão de carteira. Outro ponto foi o investimento em tecnologia. Para o novo Auto Sompo, a companhia implementou um novo cotador, por meio do qual o corretor de seguros conta com um ambiente em que, com poucos cliques, efetua todo o processo de cotação com as opções mais adequadas de coberturas e serviços para o segurado. Agora, os executivos da companhia estabeleceram um planejamento de eventos em que vão apresentar pessoalmente o novo Auto Sompo aos representantes de entidades do segmento e aos parceiros corretores de seguros. “Já na última semana de março e todo o mês de abril temos roadshows programados em onze estados brasileiros. Estamos felizes em compartilhar o resultado de um trabalho conjunto, no qual tivemos a participação ativa dos corretores, com ideias e alinhamento das necessidades. Somos uma companhia tradicional no segmento de Automóvel e a perspectiva com o novo Auto Sompo é de consolidarmos a nossa posição e realizarmos uma evolução perene”, comenta Santos. Sobre a SOMPO Seguros S.A A Sompo Seguros S.A. é uma empresa do Grupo Sompo Holdings, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo. Resultado da integração das operações da Marítima Seguros, companhia fundada em Santos em 1943, e da Yasuda Seguros, que está no Brasil desde 1959; a companhia atua nas áreas de Seguros Corporativos (Auto Frotas, Empresariais, Riscos Nomeados e Operacionais, Transportes, Engenharia, Responsabilidade Civil, Garantia, Penhor Rural e Benfeitorias, Vida em Grupo, Acidentes Pessoais Coletivo, entre vários outros) e Pessoais (Auto, Residencial e Acidentes Pessoais); bem como na área de Seguro Saúde. Atualmente a empresa conta com filiais em todas as regiões brasileiras. O Grupo Sompo Holdings tem sua origem no Japão, atua há 130 anos no mercado de seguros e hoje conta com subsidiárias nos cinco continentes. No Japão, disponibiliza uma vasta gama de seguros nas áreas de Ramos Elementares, Vida e Acidentes Pessoais, além de outros produtos financeiros e serviços a fim de propiciar incremento na segurança, saúde e bem-estar dos clientes. http://www.difundir.com.br/site/c_mostra_release.php?emp=4857&num_release=222896&ori =A Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Chevrolet Onix Sedan surge no Brasil 8210682 - UOL - São Paulo - SP - 10/04/2019
Fotos: Chevrolet Onix Sedan surge no Brasil - 11/04/2019 - UOL Carros menu Carros uol host UOL Meu Negócio pagseguro cursos sac email busca Assine Planos de assinatura Segurança Digital Assistência Técnica UOL Leia+ Banca UOL Leia+ Livros UOL Resolve Loja de Jogos PlayKids UOL Esporte Clube UOL Dieta Wi-Fi Assine UOL 4003-6118 capitais 0800 703 3000 demais localidades Assine UOL e tenha emails protegidos, conteúdo exclusivo, Clube UOL e muito mais! Bate-papo Página principal Amizade Idade Namoro Sexo Cidades Todas as salas Notícias Página principal Band Boas Notícias Ciência e Saúde Cotidiano Internacional Jornais Loterias Política Tecnologia UOL Confere UOL Newsletters Blogs e colunas Últimas notícias Loterias Mega Sena Quina Lotofácil Lotomania Outras loterias Carros Página principal Motos Segredos Seu automóvel Tabela Fipe Testes e lançamentos Últimas notícias Economia Página principal Agronegócio Cotações Empreendedorismo Finanças pessoais Guia de Economia Imposto de renda Empregos Reforma da Previdência Líderes Mídia e Marketing UOL Newsletters Últimas notícias Cotações Dólar Euro Outras moedas Bolsas de Valores Imposto de renda Download do programa Dúvidas do IR 2019 Últimas notícias Folha Esporte Página principal Futebol Jogos do dia Gols da rodada UOL de Primeira Mercado da Bola Paulista Carioca Libertadores Copa do Brasil Mais campeonatos Blogs e colunas Últimas notícias Mais Esportes MMA Fórmula 1 Basquete Vôlei Tênis Tênis - Jogos do dia Minha história Blogs e colunas Últimas notícias Times Athletico Atlético-MG Avaí Bahia Botafogo Ceará Chapecoense Corinthians Coritiba Cruzeiro CSA Flamengo Fluminense Fortaleza Grêmio Goiás Internacional Palmeiras Santos São Paulo Sport Vasco Assine e veja ao vivo Liga dos Campeões Liga das Nações Premier League La Liga NBA Bastidores do futebol Entretê Página principal Filmes e séries Geek Jogos Livros e HQs Música Teatro e musicais UOL Newsletters Blogs e colunas Últimas notícias
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Clipping Venda de motos no Brasil cresce 17,9% nos primeiros três meses de 2019 8210683 - EM TEMPO - Manaus - AM - 10/04/2019
O mercado brasileiro de motocicletas iniciou 2019 em alta. No primeiro trimestre, as vendas subiram 17,9% em comparação ao mesmo período de 2018. Este ano, segundo a Fenabrave, foram emplacadas 258.725 unidades de janeiro a março, ante 219.387 nos mesmos três meses de 2018. Em março, a tendência de alta permaneceu, embora em um ritmo bem menor, de 5,6% de evolução. As revendas do país negociaram 83.828 motocicletas, ante 79.355 em março do ano anterior. A Honda foi a responsável por 78,6% das vendas no primeiro trimestre do ano, mantendo a liderança absoluta de mercado. A Yamaha ficou em segundo lugar, com 13,7% e 35.527. Uma motocicleta é também o veículo mais vendido do Brasil. A Honda GG 160, a campeã nos últimos anos, com 73.951 unidades emplacadas no primeiro trimestre – média de 24.650 unidades mensais. Em 2018, a média de vendas da GG 160 foi de 21.105 unidades mensais. https://emtempo.com.br/maquinas-incriveis/143292/venda-de-motos-no-brasil-cresce-179nos-primeiros-tres-meses-de-2019 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Edmundo Dantas/Agência Automotrix Estado: AM Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Vendas de sedãs premium em março: BMW Série 3 é vice 8210684 - MOTOR 1 - 11/04/2019
Vendas de sedãs premium em março: BMW Série 3 é vice-líder com nova geração Abr 11, 2019 em 09:45 Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado Lexus ES 300h é destaque entre os modelos de alto luxo Os números de vendas de sedãs médios premium registraram forte queda em março após um mês de fevereiro com números positivos. Foram comercializados 877 veículos no segmento, 24,5% a menos do que em 2018. À exceção do Audi A5 (43, +53,6%), quinto colocado, todos os demais perderam espaço. Como andam: Primeiras Impressões Novo BMW 330i: Esporte fino Teste instrumentado: Mercedes C200 EQ Boost usa motor elétrico para render mais Mesmo perdendo quase 23% dos compradores do ano passado, o Mercedes Classe C (337) chegou a 15 meses seguidos na ponta. O destaque, no entanto, veio de seu maior rival: com a chegada da nova geração por meio da versão 330i, o BMW Série 3 (204) retomou o segundo lugar perdido nos últimos dois meses. Completando o pódio pelo sétimo mês seguido, o Audi A3 Sedan (193) foi quem menos recuou no período (-8,5%). Praticamente repetindo o desempenho de fevereiro, o Mercedes CLA (51) se manteve em quarto, embora vendendo menos da metade do ano passado. Sexto e sem conseguir acompanhar o ritmo dos rivais, o Audi A4 (35) teve o seu resultado mais fraco desde fevereiro de 2016 (20). A lanterna, mais uma vez, coube ao Jaguar XE e seus 16 emplacamentos. Sedãs Médios Premium POS. MODELO MAR/19 FEV/19 MAR/18 % MAR 19 % FEV 19 VARIAÇÃO MAR/FEV VARIAÇÃO 2019/2018 1º MERCEDES-BENZ CLASSE C 337 252 437 38,43% 29,96% 33,73%
-22,88% 2º BMW SÉRIE 3 204 224 229 23,26% 26,63% -8,93% -10,92% 3º AUDI A3 SEDAN 193 232 211 22,01% 27,59% -16,81% -8,53% 4º MERCEDES-BENZ CLA 51 52 108 5,82% 6,18% -1,92% -52,78% 5º AUDI A5 43 27 28 4,90% 3,21% 59,26% 53,57% 6º
AUDI A4 35 38 124 3,99% 4,52% -7,89% -71,77% 7º JAGUAR XE 14 16 24 1,60% 1,90% -12,50% -41,67% 877 841 1161 100,00% 100,00% 4,28% -24,46% Entre os modelos de alto luxo, o BMW Série 5 (20) repetiu a liderança de fevereiro, mas em queda de quase 30% nos últimos 12 meses. O Mercedes Classe E (17), por sua vez, avançou pouco mais de 6% no mesmo período e mais de 40% nas últimas semanas. O destaque de março, no entanto, não foi alemão, mas sim japonês. Com 16 unidades, o Lexus ES assegurou o pódio vendendo oito vezes mais do que em 2018. O Porsche Panamera, que em fevereiro havia emplacado apenas 5 unidades, fechou o mês com 12 unidades. Em sua primeira aparição no ranking, o novo Mercedes CLS (1) dividiu a lanterna com o Mercedes Classe S (1) e com o Jaguar XF (1). Sedãs Grandes Premium POS. MODELO MAR/19 FEV/19 MAR/18 % MAR 19 % FEV 19 VARIAÇÃO MAR/FEV
VARIAÇÃO 2019/2018 1º BMW SÉRIE 5 20 26 28 27,40% 39,39% -23,08% -28,57% 2º MERCEDES-BENZ CLASSE E 17 12 16 23,29% 18,18% 41,67% 6,25% 3º LEXUS ES 16 13 2 21,92% 19,70% 23,08% 700,00% 4º PORSCHE PANAMERA 12 5 14 16,44% 7,58% 140,00% -14,29% 5º
BMW Sร RIE 7 3 1 0 4,11% 1,52% 200,00% 6ยบ VOLVO S90 2 5 0 2,74% 7,58% -60,00% 7ยบ JAGUAR XF 1 1 1 1,37% 1,52% 0,00% 0,00% 8ยบ MERCEDES-BENZ CLASSE S 1 3 2 1,37% 4,55% -66,67% -50,00% 9ยบ MERCEDES-BENZ CLS 1
0 1 1,37% 0,00% 0,00% 73 66 64 100,00% 100,00% 10,61% 14,06% Observação: O BMW Série 4 e o Kia Stinger, anteriormente classificados como sedãs médios premium, foram posicionados entre os modelos esportivos. Fonte: Fenabrave Galeria: Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) Novo BMW 330i (lançamento Brasil) BMW 330i BMW 330i BMW 330i BMW 330i BMW 330i BMW 330i Bombando Vendas de picapes em março: Toro cresce mais de 40% Vendas de SUVs médios em março: a derrocada do Hyundai ix35 Volkswagen Tarek: rival do Compass atrasa e virá ao Brasil somente em 2021 Honda Civic CVT agora parte de R$ 99,9 mil; veja nova tabela de preços Flagra: VW Polo e Virtus GTS aceleram juntos em teste de rodagem https://motor1.uol.com.br/news/344112/sedas-premium-vendas-novo-bmw-serie3-vicelider/amp/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Carro Sedan: todas as opções do mercado 8210685 - NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS - 11/04/2019
Muitos procuram na internet por um carro sedan, ficando na dúvida de quantos existem hoje no nosso país. O mercado brasileiro tem atualmente 51 opções de carro sedan que podemos considerar dentro do segmento, mesmo que alguns tenham estilo bem próximo de um cupê, por exemplo. Neste artigo, você vai conhecer estes modelos de carro sedan ofertados por aqui. Em um passado recente, o mercado de sedãs no Brasil tinha uma variedade maior de produtos, mas atualmente menos de 51 podem ser encontrados no país. VEJA TAMBÉM: Relação peso/torque: Agora é a vez de saber se seu carro tem força! Ford Focus Sedan 2019: preço, consumo, versões, detalhes Honda Accord: tudo sobre as seis gerações vendidas no Brasil O motivo da queda é a ascensão dos crossovers e SUVs, que tem colocado o segmento para baixo nos últimos anos. Recentemente, o Brasil viu algumas baixas nesta categoria e deverá assistir mais nos próximos meses e anos. Só a Ford, por exemplo, deverá perder Focus Fastback e Fusion, isso porque já tirou de cena o New Fiesta Sedan no ano passado. Em compensação, se uns saem, outros entram. O Volvo S60 de nova geração, por exemplo, chega no segundo semestre. A Peugeot foi outra que tirou seu sedã médio, o 408. Para piorar, podemos esperar apenas pelo Mercedes-Benz Classe A Sedan como um produto novo no segmento, já que os demais são apenas novas gerações dos modelos existentes, como no caso do sedã sueco, citado acima. O Chery Arrizo GX foi prometido, mas devido a essa situação de mercado, pode nem vir mais… Em 2018, de acordo com a Fenabrave, o Brasil consumiu 539.795 sedãs em todas as categorias, desde o mais barato até os luxuosos. No geral, o mercado absorveu 2.470.654 automóveis e comerciais leves. Isso significa 21,85% de participação no mercado geral. Foram 478.360 em 2017, alta de 12,84%. Índice Carro Sedan: todas as opções do mercado Audi BMW Chery Chevrolet Citroën Fiat Ford Honda Hyundai Jaguar
Kia Motors Lexus Lifan Maserati Mercedes-Benz Mitsubishi Nissan Renault Rolls-Royce Subaru Toyota Volkswagen Volvo Carro Sedan: todas as opções do mercado Audi A Audi é uma marca de luxo alemã que sempre teve foco nos sedãs. No mercado brasileiro, o A3 Sedan é o único nacional e espera por uma atualização de geração, partindo de R$ 125.990. Já o atual A4 tem preços a partir de R$ 173.990 e aposta na força do motor 2.0 TFSI de 190 ou 252 cavalos. O Audi A6 é o intermediário luxuoso que sempre mantém presença por aqui, começando em R$ 306.990, mas com motor 2.0 TFSI, embora ofereça versões V6 3.0 TFSI de 333 cavalos. O A8 deixou de ser vendido no Brasil. Audi A3 Sedan – R$ 125.990 Audi A4 – R$ 173.990 Audi A6 – R$ 306.990 BMW A BMW tem no Série 3 seu principal produto no Brasil, sendo este de fabricação nacional e agora em nova geração que, no momento, é importada da Alemanha, mas que será nacional. O Série 5 aposta nos motores TwinPower Turbo 2.0 de 252 cavalos ou V6 3.0 de 344 cavalos. Já o topo de linha Série 7 tem motor V8 4.4 de 456 cavalos e opção de carroceria longa. BMW Série 3 – R$ 219.950 BMW Série 5 – R$ 318.950 BMW Série 7 – R$ 774.950 Chery Derivado do projeto mais antigos da Chery, o Arrizo 5 é um carro sedan de porte médio que é vendido com preço de compacto. Mesmo assim, o modelo tem motor 1.5 Turbo de até 150 cavalos, além de câmbio CVT e pacote de equipamentos generoso. Chery Arrizo 5 – R$ 66.990 Chevrolet A General Motors sempre teve boa oferta de sedãs no Brasil e atualmente conta com três modelos, sendo o Prisma o mais em conta na versão Joy e com opções atualizadas.
O longevo motor SPE/4 1.0 ou 1.4 é de projeto antigo, mas isso não impede que o modelo seja o mais vendido do mercado. Além deste, o Cobalt aparece como um compacto grandalhão com bom espaço interno e porta-malas generoso, tendo basicamente motor 1.8 de até 111 cavalos (também de projeto dos anos 80) e câmbio automático, este também presente no Prisma. Por fim, o Cruze aposta na força do 1.4 Ecotec Turbo de até 153 cavalos. Chevrolet Prisma – R$ 49.590 Chevrolet Cobalt – R$ 67.990 Chevrolet Cruze – R$ 97.790 Citroën A Citroën tem no C4 Lounge seu único sedã que, aliás, é o que sobrou do segmento dentro da PSA no Brasil. Ele é feito na plataforma PF2 e não deve durar muito mais após a atualização visual. Ainda assim, tem no motor 1.6 THP de até 173 cavalos, seu principal argumento de venda, associado com câmbio automático de seis marchas. Citroën C4 Lounge – R$ 89.990 Fiat A marca italiana desistiu do segmento médio e agora foca apenas nos compactos Grand Siena e Cronos, apesar de que o primeiro deva sair de cena ainda este ano ou mais tardar em 2020. Nunca recebeu atualização e deve dar lugar ao mais recente, que tem motores 1.3 Firefly de até 109 cavalos e E.torQ Evo com até 139 cavalos. O irmão mais velho mantém o antigo Fire Evo 1.0 e 1.4. Fiat Grand Siena – R$ 49.590 Fiat Cronos – R$ 58.990 Ford A Ford está em uma situação complicada, que a levará à redução de portfólio com a manutenção de apenas um único modelo nesse segmento de carro sedan, o Ka Sedan, que tem motores 1.0 de até 85 cavalos e 1.5 com até 136 cavalos. Isso porque o Focus Fastback, que tem motor 2.0 Duratec Direct de até 178 cavalos, sairá de cena. O Fusion tem motores 2.0 EcoBoost de 248 cavalos e híbrido 2.0 com até 188 cavalos. Este não deve passar muito de 2020. Ford Ka Sedan – R$ 49.650 Ford Focus Fastback – R$ 74.990 Ford Fusion – R$ 149.900 Honda O Honda City tem motor 1.5 de até 116 cavalos e sofre por não ter controles de tração e estabilidade. Já o moderníssimo Civic ainda insiste no 2.0 i-VTEC de até 155 cavalos e ostenta o potente 1.5 VTC Turbo de 173 cavalos. Além dele, há o confortável Accord 2.0 VTC Turbo com 256 cavalos e câmbio automático de 10 marchas! Honda City – R$ 62.500 Honda Civic – R$ 91.400 Honda Accord – R$ 198.500 Hyundai A Hyundai já teve muitos sedãs no Brasil, mas atualmente só conta com dois: HB20S e Elantra. O primeiro é feito pela HMB no país e tem motores 1.0, 1.0 Turbo e 1.6, com potências entre 80 e 128 cavalos.
No caso do segundo, o sedã médio é importado ainda da Coreia do Sul e tem motor 2.0 Flex de até 167 cavalos. Hyundai HB20S – R$ 48.990 Hyundai Elantra – R$ 90.415 Jaguar A marca inglesa conta com três modelos de carro sedan de luxo, sendo que o XE é o menor e mais acessível, tendo motor Ingenium 2.0 com 250 cavalos e duas versões apenas. O XF é um irmão maior e mais bem equipado, tendo o mesmo motor 2.0, mas com opção de 300 cavalos e ainda o V6 3.0 Supercharged de 380 cavalos. O XJ é o mais antigo dos sedãs da Jaguar e é bem longo, mas atualmente só é oferecido com motor V6 3.0 Supercharged de 340 cavalos e oito marchas no câmbio automático. Jaguar XE – R$ 248.400 Jaguar XF – R$ 274.320 Jaguar XJ – Sob encomenda Kia Motors A marca sul-coreana tem no Cerato seu único sedã atualmente, visto que o Stinger é um fastback/liftback. Assim, o modelo – ainda da geração antiga – se sustenta com motor 1.6 de até 130 cavalos e câmbio automático de seis marchas, mas o novo deve chegar este ano do México. Kia Cerato – R$ 79.990 Lexus A Lexus tem no mercado brasileiro seu único no mundo com portfólio 100% híbrido. Assim, a marca de luxo japonesa tem os modelos ES 300h, um intermediário com motor 2.5 e potência combinada de 217 cavalos, além de super luxuoso LS 500h, que tem motor V6 3.5 e força total de 359 cavalos, tendo dois câmbios: CVT e automático de quatro marchas. Lexus ES – R$ 239.990 Lexus LS – R$ 760.000 Lifan O Lifan LF530 é um sedã compacto chinês bem barato, que usa motor 1.5 de 102 cavalos com gasolina apenas e conteúdo bom, embora tenha problemas de qualidade construtiva. Lifan LF530 – R$ 43.990 Maserati Representada pela Via Itália de forma oficial, a marca de luxo italiana tem o Ghibli como produto de acesso com motor V6 3.0 Biturbo de 410 cavalos. Já o maior e mais sofisticado Quattroporte tem motor V8 3.8 Biturbo de 530 cavalos. Maserati Ghibli – R$ 667.000 Maserati Quattroporte – R$ 1.300.000 Mercedes-Benz A Mercedes-Benz tem a maior lista de sedãs do mercado, desde o mais compacto CLA até o superluxuoso Classe S. Mas, o best seller é o nacional Classe C, tendo ainda o Classe E e o CLS como intermediários. As potências no geral começam em 122 cavalos e vão até 630 cavalos. Mercedes-Benz CLA – R$ 142.900 Mercedes-Benz Classe C – R$ 170.990
Mercedes-Benz Classe E – R$ 331.900 Mercedes-Benz CLS – R$ 599.900 Mercedes-Benz Classe S – R$ 814.900 Mitsubishi A marca japonesa insiste em manter seu único sedã médio e um dos poucos da empresa no mundo. Desatualizado, o Lancer se mantém com motor 2.0 de 160 cavalos e câmbio CVT. Mitsubishi Lancer – R$ 81.990 Nissan A Nissan conta com o compacto Versa e o médio Sentra, tendo o primeiro motores 1.0 e 1.6, que entregam respectivamente 77 e 111 cavalos. O irmão maior conta apenas com o 2.0 de 140 cavalos com CVT. Nissan Versa – R$ 50.990 Nissan Sentra – R$ 85.790 Renault Atualmente, a Renault tem apenas o Logan como sedã e deverá manter-se assim daqui para frente. Este tem motores 1.0 e 1.6 SCe, entregando de 78 a 118 cavalos. O modelo aguarda atualização visual. Renault Logan – R$ 48.540 Rolls-Royce Também pela Via Itália, a Rolls-Royce tem seus dois sedãs ultraluxuosos vendidos sob encomenda, tendo o Ghost motor V12 6.6 de 563 cavalos, enquanto o maior Phantom II com V12 6.75 de 453 cavalos. Rolls-Royce Ghost – R$ 2,3 milhões Rolls-Royce Phantom – R$ 3,4 milhões Subaru A Subaru vende apenas o esportivo WRX e seu irmão WRX STI, entregando assim 270 cavalos em seu boxer 2.0 Turbo, com CVT, enquanto o STI é manual e com boxer 2.5 Turbo de 310 cavalos. Subaru WRX – R$ 184.900 Toyota A Toyota reforçou seu time de sedãs com o Yaris, que tem motor 1.5 de até 110 cavalos, ante os 107 cavalos do Etios Sedan. O Corolla tem motores 1.8 de até 144 cavalos e 2.0 com até 153 cavalos, ambos com CVT. É o segundo sedã mais vendido do país. Por fim, o Camry aposta num V6 3.5 de 310 cavalos. Toyota Etios Sedan – R$ 55.190 Toyota Yaris Sedan – R$ 65.290 Toyota Corolla – R$ 79.990 Toyota Camry – R$ 206.200 Volkswagen A VW tem o Voyage com motores 1.0 de até 82 cavalos e 1.6 com até 120 cavalos na versão automática, além do Virtus com propulsores 1.6 e 1.0 TSI, este último com até 128 cavalos. O Jetta centrou no 1.4 TSI de 150 cavalos e o Passat fixou-se no 2.0 TSI de 220 cavalos.
Volkswagen Voyage – R$ 54.370 Volkswagen Virtus – R$ 63.440 Volkswagen Jetta – R$ 99.990 Volkswagen Passat – R$ 164.620 Volvo Por ora, a Volvo tem no S90 T8, seu único sedã, sendo o topo de linha com motor 2.0 DriveE e propulsor elétrico, totalizando 407 cavalos. No segundo semestre, chega o Novo S60 com mais opções de motor. Volvo S90 – R$ 365.950 Este texto lhe foi útil?? COMPARTILHE Twitter Facebook WhatsApp Google+ Buffer LinkedIn Pin It https://www.noticiasautomotivas.com.br/carro-sedan-todas-as-opcoes-do-mercado/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Coluna do FERNANDO CALMON 8210686 - AUTOS&MÁQUINAS - ROBERTO COSTA - 11/04/2019
Compartilhar é para valer? A maior parte do mundo corre para diminuir emissões de gás carbônico (CO2) no intuito de limitar o aquecimento da atmosfera e consequentes mudanças climáticas. Ritmo e intensidade não são os mesmos em todos os países. Automóveis respondem por até 20% do efeito estufa, da produção primária do combustível ao que sai pelos escapamentos. Países europeus querem impor solução elétrica a um custo demasiadamente alto e cercado de incertezas. Há, porém, soluções racionais e a preço menor. Uma delas é carona solidária preconizada pela empresa francesa BlaBlaCar, atuante também no Brasil. Ela apresentou um estudo sobre o potencial de parte dos carros trafegar com quatro pessoas a bordo. Apenas 1,6% a mais de automóveis na estrada permite transportar três vezes mais passageiros com 26% menos emissões de CO2. Outra possibilidade é ampliar serviços de carona paga, por aplicativos de transporte. Podem ajudar a retirar veículos das ruas, mas como rodam um bom tempo vazios desconfia-se que ajudariam pouco a diminuir o consumo de combustível e, por consequência, o principal gás de efeito estufa. Também existe a possibilidade de trocar a propriedade de um veículo por uso compartilhado e há dezenas de empresas no mundo oferecendo tais serviços. Deixando, agora, o aspecto ambiental de lado para focar na mudança de hábitos. Será que existe mesmo esse desejo latente e ardente de olhar para um carro que é seu, mas fica até 80% do tempo parado, e trocá-lo simplesmente por um serviço de transporte em que cada vez se dirige um carro diferente? Europeus simpatizam com a ideia, porém americanos bem menos, como ficou demonstrado em matéria de capa da revista Dealer, da Fenabrave. No Brasil, para cada veículo novo vendem-se entre 4 e 4,5 usados. Isso gera grande receita para portais e sites especializados em anúncios on-line. Seria o compartilhamento uma ameaça para concessionárias, lojistas e comércio eletrônico? Veja a opinião de quatro executivos deste último setor: Caio Ribeiro (Mercado Livre) – “Hoje o carro é o meio de transporte preferido pelos brasileiros e esse cenário deve se manter por muitos anos. Há interesse, ainda que limitado, por aluguel de automóveis por curtos períodos, inclusive via compartilhamento. E estamos preparados para essa demanda.” Eduardo Jurcevic (Webmotors, do Santander) – “Pessoas podem continuar a ter carro e ainda usar diferentes modais de mobilidade. Isso varia de cidade para cidade. Tentar dar mais acesso é o nosso papel e investiremos nisso. A experiência de compartilhamento pode despertar também o desejo de compra.” Giselle Tachinardi (OLX Brazil) – “Permanecemos atentos às oportunidades em veículos compartilhados, mas o amadurecimento da ideia será demorado aqui. Na cidade de São Paulo pode vir mais forte. Estive nos Estados Unidos e vi que também lá os cenários não apontam para guinadas.” Ricardo Bonzo (iCarros, do Itaú Unibanco) – “Enxergamos os movimentos de mudança no que se refere à mobilidade, mas temos convicção de que concessionárias continuarão sendo parte fundamental. Uma opção seria locação de carros usados em seus estoques ou mesmo assinaturas para uso em diferentes prazos.” ALTA RODA PRIMEIRO trimestre fechou com alta de 11,4% nas vendas de veículos leves e pesados sobre o mesmo período de 2018. Queda de 42% nas exportações (impactadas pela colossal retração do mercado argentino) levou a 1% de declínio na produção e 1.000 empregos a menos. Estoques totais de 41 dias estão cerca de 20% acima do normal (35 dias), mas devem melhorar em abril. SEGUNDO dados do Banco Central, a indústria automobilística respondeu no ano passado por 25% de todo o modesto crescimento de 1,1% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de tudo gerado pela economia brasileira). Em 2018, as vendas totais subiram 14,5% sobre 2017. Em 2019, Anfavea prevê 11,4% acima do ano passado. Fenabrave mantém previsão semelhante.
FORD ainda não decidiu se oferecerá, opcionalmente, pneus que rodam vazios (run flat) para outras versões do EcoSport além da topo de linha Titanium. Visual fica mais limpo na parte traseira sem estepe pendurado. Pequenos ajustes nas suspensões mantiveram conforto de rodagem no dia a dia, apesar dos flancos dos pneus mais rígidos que resistem bem aos buracos. TANTO Jeep quanto Mitsubishi não deixaram passar em branco o dia 4/4 (4 de abril), tornado símbolo da tração total (4x4) ao redor do mundo. Marca americana lançou série especial Compass S, com teto preto e pintura grafite nas rodas, por R$ 187.990. Curso básico de 4x4, na Fazenda Coronel Jacinto, São Paulo, foi relembrado pela marca japonesa. SEMPRE bom insistir sobre a eficácia dos cintos de segurança para preservar vidas. Dados do Cesvi, a partir de estatísticas de órgãos de segurança viária dos Estados Unidos, apontam as chances de sobrevivência em acidentes potencialmente fatais: somente airbags, 12%; somente cintos de segurança, 45%; proteção combinada cinto de segurança-airbags, 51% . PERFIL Fernando Calmon ( fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra). Siga também através do twitter: www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2 http://robertopcosta.blogspot.com/2019/04/coluna-do-fernando-calmon_11.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Roberto Costa Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Motos voltam a atrair financeiras à rede 8210687 - MEIO FILTRANTE - São Paulo - SP - 11/04/2019
Participação dos bancos das montadoras, que era de 50%, está agora em 40% das vendas por CDC Bancos das montadoras perderam fatia para outras instituições dentro das concessionárias MÁRIO CURCIO, AB A Alta de quase 18% na venda de motos neste primeiro trimestre encontra vários motivos. O principal é o aumento do crédito disponível, decorrente de uma baixa taxa de inadimplência: 3,2 pontos em fevereiro, o menor índice desde o início de 2011. “As financeiras que atuavam no passado como parceiras dentro das concessionárias voltaram a demonstrar interesse. Até pouco tempo os bancos das próprias montadoras respondiam por 50% dos financiamentos por Crédito Direto ao Consumidor (CDC). Essa parcela caiu para 40%”, garante Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, entidade que reúne os fabricantes de motos. Com isso, as vendas até março somaram 258,6 mil motos, o melhor primeiro trimestre desde 2016. “E a taxa de juros vem estável, em torno de 1,5% a 2% ao mês para modelos de baixa cilindrada”, diz Fermanian. Ele citou também relatório recente do Banco Central, em que o saldo no primeiro bimestre para compra de veículos cresceu 14,1%, totalizando R$ 347 milhões. O executivo ressalta ainda a importância do consórcio: “As fábricas iniciaram um grande movimento em 2017 pela modalidade e começaram a colher bons resultados já no ano passado”, diz. De acordo com levantamento da Abraciclo, o consórcio respondeu por 29% das vendas de motos no primeiro trimestre, ante 34% do CDC e 37% da modalidade à vista (na qual entram também vendas parceladas em cartão de crédito ou cheques pré-datados, por exemplo). Segundo a Abraciclo, o fluxo nas lojas e a procura por motos cresceram também pelo interesse em lançamentos e pelo aumento da confiança do consumidor: “De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a confiança cresceu 7,5 pontos neste primeiro trimestre na comparação com igual período de 2018”, diz. Na semana anterior, a Fenabrave já havia revisado para cima suas projeções para motos por causa da maior facilidade na obtenção de crédito. Segundo a entidade, a taxa de aprovação das propostas de financiamento está em 40%. Até outubro de 2018 esse índice era de 30%. Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=25695&link=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Veja quanto custa o seguro dos carros mais vendidos do Brasil 8210689 - YAHOO - São Paulo - SP - 10/04/2019
O Onix, da Chevrolet, foi o carro mais vendido no Brasil em março. Comparado aos seus principais concorrentes, ele vendeu mais do que o dobro das duas unidades juntas: 18 mil carros. O segundo em vendas é o HB20, com 9.051 unidades emplacadas. O KA, terceiro mais vendido do mês, contabiliza 8.341 carros no período. Juntos, o segundo e terceiro lugares na lista venderam pouco mais de 17 mil unidades, distante das 18.279 comercializações do Onix. As informações são da corretora Minuto Seguros, que fez um levantamento a partir dos dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em março. A lista traz ainda o valor do seguro dos automóveis. Em cinco capitais cotadas – São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis- o preço médio do seguro do Onix foi de R$2.017 para o público masculino. Em comparação ao último mês, o crescimento foi de 9% no valor, já que em fevereiro o preço médio era de R$1.845. Já no perfil feminino, elas se mantêm pagando menos do que os homens: R$1.909, valor médio das cinco capitais cotadas. O valor é R$108 mais barato do que o valor médio pago pelos homens. No entanto, em comparação ao valor médio pago pelas mulheres no último mês, houve um crescimento de quase 10%, no preço. Na capital paulista, o valor do seguro do Onix caiu de R$1.822 para R$1.787. Já o SUV da Nissan, o Kicks, entrou na lista dos 10 carros mais vendidos do Brasil em março. Em nono lugar na lista, foram 4.864 unidades somente em março. O preço do seguro do Kicks também está em boa cotação, segundo a lista: valor médio de R$2.705 para os homens, e de R$2.179 para mulheres – menos de 5% do valor do carro na tabela da FIPE. O Gol vinha registrando queda nas vendas de mais de 50%, mas retomou as boas comercializações e, em março, ocupou a quinta posição da lista com 6.620 vendas. Mas o modelo da Volkswagen continua com o preço do seguro em crescimento. O público masculino desembolsou cerca de R$2.894 para proteger o bem. O HB20 conseguiu retomar a posição de segundo carro mais vendido do Brasil em 2019, passando o KA por 358 unidades. O HB20 sinalizou aumento no preço médio do seguro nas capitais cotadas: R$2.795 para os homens e R$2.416 para as mulheres. É o segundo aumento consecutivo no preço do seguro do HB20. O Ford KA, terceiro carro mais vendido do Brasil, teve aumento nas vendas, ainda que perdeu a segunda posição geral para o HB20. De 7.633 carros emplacados no mês passado alcançou 8.341 em março. O preço médio do seguro do KA para os homens é de R$1.899 e para as mulheres, R$1.711. Ao somar os 10 carros mais vendidos do Brasil, observa-se um crescimento para 2019. Em janeiro foram 70.889 veículos comercializados, 71.694 em fevereiro e, em março, o número bateu 76.039 unidades. Já o preço do seguro, em média, desses 10 veículos ficou no valor de R$2.499 para os homens e de R$2.192 para as mulheres. O Onix é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas para homens. O valor do seguro mais alto está em Curitiba com R$2.225 e o menor em Florianópolis, por R$1.517. No quesito seguros com valores mais altos, o Rio de Janeiro é a cidade que detém os maiores preços. Em se tratando das mulheres, o Novo Polo teve a menor diferença entre as capitais cotadas, com uma diferença de R$1.090, do valor mais alto, que está no Rio de Janeiro, com R$2.478, para o mais baixo, que está em Florianópolis, com R$1.388. https://br.financas.yahoo.com/noticias/veja-quanto-custa-o-seguro-dos-carros-mais-vendidosbrasil-161519410.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Vendas de sedãs premium em março: BMW Série 3 é vice 8210690 - MOTOR 1 - 11/04/2019
Os números de vendas de sedãs médios premium registraram forte queda em março após um mês de fevereiro com números positivos. Foram comercializados 877 veículos no segmento, 24,5% a menos do que em 2018. À exceção do Audi A5 (43, +53,6%), quinto colocado, todos os demais perderam espaço. Como andam: Primeiras Impressões Novo BMW 330i: Esporte fino Teste instrumentado: Mercedes C200 EQ Boost usa motor elétrico para render mais Mesmo perdendo quase 23% dos compradores do ano passado, o Mercedes Classe C (337) chegou a 15 meses seguidos na ponta. O destaque, no entanto, veio de seu maior rival: com a chegada da nova geração por meio da versão 330i, o BMW Série 3 (204) retomou o segundo lugar perdido nos últimos dois meses. Completando o pódio pelo sétimo mês seguido, o Audi A3 Sedan (193) foi quem menos recuou no período (8,5%). Praticamente repetindo o desempenho de fevereiro, o Mercedes CLA (51) se manteve em quarto, embora vendendo menos da metade do ano passado. Sexto e sem conseguir acompanhar o ritmo dos rivais, o Audi A4 (35) teve o seu resultado mais fraco desde fevereiro de 2016 (20). A lanterna, mais uma vez, coube ao Jaguar XE e seus 16 emplacamentos. Sedãs Médios Premium POS. MODELO MAR/19 FEV/19 MAR/18 % MAR 19 % FEV 19 VARIAÇÃO MAR/FEV VARIAÇÃO 2019/2018 1º MERCEDES-BENZ CLASSE C 337 252 437 38,43% 29,96% 33,73% -22,88% 2º BMW SÉRIE 3 204 224 229 23,26% 26,63% -8,93% -10,92% 3º AUDI A3 SEDAN 193 232 211 22,01% 27,59% -16,81% -8,53% 4º MERCEDES-BENZ CLA 51 52 108 5,82% 6,18% -1,92% -52,78% 5º AUDI A5 43 27 28 4,90% 3,21% 59,26% 53,57% 6º AUDI A4 35 38 124 3,99% 4,52% -7,89% -71,77% 7º JAGUAR XE 14 16 24 1,60% 1,90% -12,50% -41,67% 877 841 1161 100,00% 100,00% 4,28% -24,46% Entre os modelos de alto luxo, o BMW Série 5 (20) repetiu a liderança de fevereiro, mas em queda de quase 30% nos últimos 12 meses. O Mercedes Classe E (17), por sua vez, avançou pouco mais de 6% no mesmo período e mais de 40% nas últimas semanas. O destaque de março, no entanto, não foi alemão, mas sim japonês. Com 16 unidades, o Lexus ES assegurou o pódio vendendo oito vezes mais do que em 2018. O Porsche Panamera, que em fevereiro havia emplacado apenas 5 unidades, fechou o mês com 12 unidades. Em sua primeira aparição no ranking, o novo Mercedes CLS (1) dividiu a lanterna com o Mercedes Classe S (1) e com o Jaguar XF (1). Sedãs Grandes Premium POS. MODELO MAR/19 FEV/19 MAR/18 % MAR 19 % FEV 19 VARIAÇÃO MAR/FEV VARIAÇÃO 2019/2018 1º BMW SÉRIE 5 20 26 28 27,40% 39,39% -23,08% -28,57% 2º MERCEDES-BENZ CLASSE E 17 12 16 23,29% 18,18% 41,67% 6,25% 3º LEXUS ES 16 13 2 21,92% 19,70% 23,08% 700,00% 4º PORSCHE PANAMERA 12 5 14 16,44% 7,58% 140,00% -14,29% 5º BMW SÉRIE 7 3 1 0 4,11% 1,52% 200,00% - 6º VOLVO S90 2 5 0 2,74% 7,58% -60,00% - 7º JAGUAR XF 1 1 1 1,37% 1,52% 0,00% 0,00% 8º MERCEDESBENZ CLASSE S 1 3 2 1,37% 4,55% -66,67% -50,00% 9º MERCEDES-BENZ CLS 1 0 1 1,37% 0,00% - 0,00% 73 66 64 100,00% 100,00% 10,61% 14,06% Observação: O BMW Série 4 e o Kia Stinger, anteriormente classificados como sedãs médios premium, foram posicionados entre os modelos esportivos. Fonte: Fenabrave https://motor1.uol.com.br/news/344112/sedas-premium-vendas-novo-bmw-serie3-vice-lider/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Vendas de sedãs premium em março: BMW Série 3 é vice-líder com nova geração 8210691 - YAHOO - São Paulo - SP - 11/04/2019
Ver as imagens Lexus ES 300h é destaque entre os modelos de alto luxo Os números de vendas de sedãs médios premium registraram forte queda em março após um mês de fevereiro com números positivos. Foram comercializados 877 veículos no segmento, 24,5% a menos do que em 2018. À exceção do Audi A5 (43, +53,6%), quinto colocado, todos os demais perderam espaço. Como andam: Primeiras Impressões Novo BMW 330i: Esporte fino Teste instrumentado: Mercedes C200 EQ Boost usa motor elétrico para render mais Mesmo perdendo quase 23% dos compradores do ano passado, o Mercedes Classe C (337) chegou a 15 meses seguidos na ponta. O destaque, no entanto, veio de seu maior rival: com a chegada da nova geração por meio da versão 330i, o BMW Série 3 (204) retomou o segundo lugar perdido nos últimos dois meses. Completando o pódio pelo sétimo mês seguido, o Audi A3 Sedan (193) foi quem menos recuou no período (-8,5%). Ver as imagens Praticamente repetindo o desempenho de fevereiro, o Mercedes CLA (51) se manteve em quarto, embora vendendo menos da metade do ano passado. Sexto e sem conseguir acompanhar o ritmo dos rivais, o Audi A4 (35) teve o seu resultado mais fraco desde fevereiro de 2016 (20). A lanterna, mais uma vez, coube ao Jaguar XE e seus 16 emplacamentos. Sedãs Médios Premium POS. MODELO MAR/19 FEV/19 MAR/18 % MAR 19 % FEV 19 VARIAÇÃO MAR/FEV VARIAÇÃO 2019/2018 1º MERCEDES-BENZ CLASSE C 337 252 437 38,43% 29,96% 33,73% -22,88% 2º BMW SÉRIE 3 204 224 229 23,26% 26,63% -8,93% -10,92% 3º AUDI A3 SEDAN 193 232 211 22,01% 27,59% -16,81% -8,53% 4º MERCEDES-BENZ CLA 51 52 108 5,82% 6,18% -1,92% -52,78% 5º AUDI A5 43 27 28 4,90% 3,21% 59,26% 53,57% 6º AUDI A4 35 38 124 3,99% 4,52% -7,89% -71,77% 7º JAGUAR XE 14 16 24 1,60% 1,90% -12,50% -41,67% 877 841 1161 100,00% 100,00% 4,28% -24,46% Entre os modelos de alto luxo, o BMW Série 5 (20) repetiu a liderança de fevereiro, mas em queda de quase 30% nos últimos 12 meses. O Mercedes Classe E (17), por sua vez, avançou pouco mais de 6% no mesmo período e mais de 40% nas últimas semanas. Ver as imagens O destaque de março, no entanto, não foi alemão, mas sim japonês. Com 16 unidades, o Lexus ES assegurou o pódio vendendo oito vezes mais do que em 2018. O Porsche Panamera, que em fevereiro havia emplacado apenas 5 unidades, fechou o mês com 12 unidades. Em sua primeira aparição no ranking, o novo Mercedes CLS (1) dividiu a lanterna com o Mercedes Classe S (1) e com o Jaguar XF (1). Sedãs Grandes Premium POS. MODELO MAR/19 FEV/19 MAR/18 % MAR 19 % FEV 19 VARIAÇÃO MAR/FEV VARIAÇÃO 2019/2018 1º BMW SÉRIE 5 20 26 28 27,40% 39,39% -23,08% 28,57% 2º MERCEDES-BENZ CLASSE E 17 12 16 23,29% 18,18% 41,67% 6,25% 3º LEXUS ES 16 13 2 21,92% 19,70% 23,08% 700,00% 4º PORSCHE PANAMERA 12 5 14 16,44% 7,58% 140,00% -14,29% 5º BMW SÉRIE 7 3 1 0 4,11% 1,52% 200,00% - 6º VOLVO S90 2 5 0 2,74% 7,58% -60,00% - 7º JAGUAR XF 1 1 1 1,37% 1,52% 0,00% 0,00% 8º MERCEDES-BENZ CLASSE S 1 3 2 1,37% 4,55% -66,67% -50,00% 9º MERCEDES-BENZ CLS 1 0 1 1,37% 0,00% - 0,00% 73 66 64 100,00% 100,00% 10,61% 14,06% Observação: O BMW Série 4 e o Kia Stinger, anteriormente classificados como sedãs médios premium, foram posicionados entre os modelos esportivos. Fonte: Fenabrave https://br.financas.yahoo.com/noticias/vendas-sed%C3%A3s-premium-em-mar%C3%A7o124500569.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Venda de motos cresce 18% no primeiro trimestre; confira mais vendidas 8210692 - MOTO.COM.BR - 10/04/2019
Foto: Divulgação Nos primeiros três meses de 2019, a venda de motos somou 258.725 unidades, crescimento de 17,93% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela Fenabrave, federação que reúne os distribuidores de veículos do país. O bom resultado confirma a retomada do setor de duas rodas, avalia Carlos Porto, vice-presidente de motocicletas da entidade. O cenário positivo fez com que a Fenabrave revisasse para cima as projeções para este ano. Em janeiro, a expectativa era de que as vendas crescessem 7,3%, mas diante do cenário econômico e do bom resultado no primeiro trimestre, a previsão de avanço passa passa a ser de 9,2%, chegando a 1.026.850 unidades licenciadas em 2019. O setor de veículos como um todo, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, deve crescer 10,7%, projeta a entidade. No entanto, em março as vendas de motos apresentaram uma pequena retração de 0,42% sobre fevereiro, totalizando 83.828 unidades emplacadas. O volume representa crescimento de 5,68% na comparação com março do ano passado e a média diária também foi maior. De acordo com Porto, a disponibilidade de crédito, principalmente para clientes de modelos de baixa cilindrada, deve ser a principal responsável pelo aumento nas vendas. “A aprovação de concessão de crédito está bem mais maleável agora. De dez fichas enviadas aos bancos, quatro são aprovadas. No ano passado eram três e a expectativa é de melhora gradual”, comentou Porto. Foto: Divulgação Honda CG 160 segue como moto mais vendida No ranking das dez motos mais vendidas neste primeiro trimestre de 2019, não há muitas surpresas nas primeiras posições. A Honda CG 160 lidera com folga, seguida por Biz e Bros 160, ambas da Honda, nas segunda e terceira colocação. Os destaques vão para a Yamaha XTZ 150 Crosser, que ganhou freio ABS na roda dianteira no modelo 2019, e assumiu a sexta posição no ranking. Outro modelo Yamaha que aparece bem colocado é a Fazer 250 ABS, a oitava moto mais vendida no trimestre. Confira o ranking e os números de vendas das top-10 do mercado. Ranking 10 motos mais vendidas entre Jan – Mar/2019 Posição Modelo Quantidade 1ª Honda CG 160 73.948 2ª Honda Biz 38.328 3ª Honda NXR 160 Bros 29.113 4ª Honda Pop 110i 24.392 5ª Honda CB 250F Twister 8.679 6ª Yamaha XTZ 150 Crosser 6.062 7ª Honda PCX 150 5.663 8ª Yamaha Fazer 250 5.449 9ª Honda CG 125 4.955 10ª Yamaha Factor YBR 150 4.940 Fonte: Equipe MOTO.com.br / Agência Infomoto https://www.moto.com.br/acontece/conteudo/venda-de-motos-cresce-18-no-primeirotrimestre-confira-mais-vendidas-153575.html
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Clipping Fernando Calmon faz uma pergunta nessa pauta da redução das emissões pelos carros que respondem por 20% para o efeito estufa: Compartilhar é para valer? 8210693 - BLOG DO JORNALISTA ARNALDO MOREIRA - 11/04/2019
Fernando Calmon Nº 1.040 — 11/4/19 COMPARTILHAR É PARA VALER? Maior parte do mundo corre para diminuir emissões de gás carbônico (CO2) no intuito de limitar o aquecimento da atmosfera e consequentes mudanças climáticas. Ritmo e intensidade não são os mesmos em todos os países. Automóveis respondem por até 20% do efeito estufa, da produção primária do combustível ao que sai pelos escapamentos. Países europeus querem impor solução elétrica a um custo demasiadamente alto e cercado de incertezas. Há, porém, soluções racionais e a preço menor. Uma delas é carona solidária preconizada pela empresa francesa BlaBlaCar, atuante também no Brasil. Ela apresentou um estudo sobre o potencial de parte dos carros trafegar com quatro pessoas a bordo. Apenas 1,6% a mais de automóveis na estrada permite transportar três vezes mais passageiros com 26% menos emissões de CO2. Outra possibilidade é ampliar serviços de carona paga, por aplicativos de transporte. Podem ajudar a retirar veículos das ruas, mas como rodam um bom tempo vazios desconfia-se que ajudariam pouco a diminuir o consumo de combustível e, por consequência, o principal gás de efeito estufa. Também existe a possibilidade de trocar a propriedade de um veículo por uso compartilhado e há dezenas de empresas no mundo oferecendo tais serviços. Deixando, agora, o aspecto ambiental de lado para focar na mudança de hábitos. Será que existe mesmo esse desejo latente e ardente de olhar para um carro que é seu, mas fica até 80% do tempo parado, e trocá-lo simplesmente por um serviço de transporte em que cada vez se dirige um carro diferente? Europeus simpatizam com a ideia, porém americanos bem menos, como ficou demonstrado em matéria de capa da revista Dealer, da Fenabrave. No Brasil, para cada veículo novo vendem-se entre 4 e 4,5 usados. Isso gera grande receita para portais e sites especializados em anúncios on line. Seria o compartilhamento uma ameaça para concessionárias, lojistas e comércio eletrônico? Veja a opinião de quatro executivos deste último setor: Caio Ribeiro (Mercado Livre) – “Hoje o carro é o meio de transporte preferido pelos brasileiros e esse cenário deve se manter por muitos anos. Há interesse, ainda que limitado, por aluguel de automóveis por curtos períodos, inclusive via compartilhamento. E estamos preparados para essa demanda.” Eduardo Jurcevic (Webmotors, do Santander) – “Pessoas podem continuar a ter carro e ainda usar diferentes modais de mobilidade. Isso varia de cidade para cidade. Tentar dar mais acesso é o nosso papel e investiremos nisso. A experiência de compartilhamento pode despertar também o desejo de compra.” Giselle Tachinardi (OLX Brazil) – “Nós permanecemos atentos às oportunidades em veículos compartilhados, mas o amadurecimento da ideia será demorado aqui. Na cidade de São Paulo pode vir mais forte. Estive nos EUA e vi que também lá os cenários não apontam para guinadas.” Ricardo Bonzo (iCarros, do Itaú Unibanco) – “Enxergamos os movimentos de mudanças no que se refere à mobilidade, mas temos convicção de que concessionárias continuarão sendo parte fundamental. Uma opção seria locação de carros usados em seus estoques ou mesmo assinaturas para uso em diferentes prazos.” ALTA RODA PRIMEIRO trimestre fechou com alta de 11,4% nas vendas de veículos leves e pesados sobre o mesmo período de 2018. Queda de 42% nas exportações (impactadas pela colossal queda do mercado argentino) levou a 1% de declínio na produção e 1.000 empregos a
menos. Estoques totais de 41 dias estão cerca de 20% acima do normal (35 dias), mas devem melhorar em abril. SEGUNDO dados do Banco Central, a indústria automobilística respondeu no ano passado por 25% de todo o modesto crescimento de 1,1% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de tudo gerado pela economia brasileira). Em 2018, as vendas totais subiram 14,5% sobre 2017. Em 2019, Anfavea prevê 11,4% acima do ano passado. Fenabrave mantém previsão semelhante. FORD ainda não decidiu se oferecerá, opcionalmente, pneus que rodam vazios (run flat) para outras versões do EcoSport além da topo de linha Titanium. Visual fica mais limpo na parte traseira sem estepe pendurado. Pequenos ajustes nas suspensões mantiveram conforto de rodagem no dia a dia, apesar dos flancos dos pneus mais rígidos que resistem bem aos buracos. TANTO Jeep quanto Mitsubishi não deixaram passar em branco o dia 4/4 (4 de abril), tornado símbolo da tração total (4x4) ao redor do mundo. Marca americana lançou série especial Compass S, com teto preto e pintura grafite nas rodas, por R$ 187.990. Curso básico de 4x4, na Fazenda Coronel Jacinto, São Paulo foi relembrado pela marca japonesa. SEMPRE bom insistir sobre a eficácia dos cintos de segurança para preservar vidas. Dados do Cesvi, a partir de estatísticas de órgãos de segurança viária dos EUA, apontam as chances de sobrevivência em acidentes potencialmente fatais: somente airbags, 12%; somente cintos de segurança, 45%; proteção combinada cinto de segurança-airbags, 51%. __________________________________________________________________________ _______ fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2 http://blogdojornalistaarnaldomoreira.blogspot.com/2019/04/fernando-calmon-faz-umapergunta-nessa.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: BLOG DO ARNALDO MOREIRA Estado: Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Jeep Renegade demonstra os motivos 8210694 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - DC AUTO - Belo Horizonte - MG - 12/04/2019 - Pág 15
Quando a Fiat comprou a Chrysler, tornando-se a FCA (Fiat Chrysler Automobiles), com certeza ela estava de olho na galinha dosovos de ouro do grupo americano, a marca Jeep. Apesarda Chrysler sercomposta por outras marcas, o que a montadora italiana precisava era de um nome forte no off-road, segmento no qual ela não tinha representantes no Brasil e nem modelos expressivos na Europa Onome Jeep é usado até para identificar automóveis sem nenhuma ligação com a marca, pois se tornou sinônimo de veículo todo-terreno. Entretanto, seus produtos eram caros e atendiam a um nicho de mercado que ava porsua real csphcida da de superar obstáculos ou pelo luxo que eles ofereciam Mas para competir entre os utilitários compactos, e mesmo entre os médios, a FCA precisou desenvolver modelos mais atualizados e de custo mais baixo que os já existentes na gama Jeep. Mercado - No Brasil, o Renegade estreou em 2015 eocCompass em 2016. Ambos fizeram sucesso, mas o Compass foi a grande surpresa, pois liderou a categoria por dois anos consecutivos, 2017 e 2018, mesmo sendo um modelo médio e mais caro, deixando uma dezena de concorrentes compactos para trás, inclusive o seu “irmão” menor Este ano, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no primeiro trimestre, os dois modelos lideram na categoria, com 15.671 emplacamentos para o Renegade, agora à frente, e 12.955 para o Compass. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/629849d7d4e874222d63d6e1bcf01 733?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1558056413&Signature=aDB N6xz5TUR00VhvKwdKU5XeThM%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:
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Clipping Alta roda 8210695 - O ESTADO - ECONOMIA - Fortaleza - CE - 11/04/2019 - Pág 11
No primeiro trimestre, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) soma 1,51%, a maior para o período desde 2016. Em 12 meses, a inflação acumulada é de 4,58%, acima centro da meta estabelecida pelo governo — de com com tolerância de 1,5 ponto entual cima ou ixo. pdoe indica. dor desde fevereiro de 2017, a taxa chegou 4,76%. A alta dos alimentos foi puxada por aumentos nos ia do tomate tata inglesa feijão carioca (12,93%) e frutas disse o gerente do IBGE responsável pelo IPCA, Fernando Gonçalves. Em geral, os aumentos foram provocados por questões climáticas nas áreas de ne ção. Já o grupo transportes foi pressionado pela alta de 2,88% no preço da gasolina -o item com maior impacto na inflação de março- e de passagens aéreas, que subiram 7,29%. Com alta de 7,02% no mês, o 0,12% do IPCA de março. A alta reflete o repasse às bombas de reajustes de 10,82% promovidos pela Petrobras em suas refinarias durante o mês. Projetos em indústrias de óleo e gás terão financiamento de R$ 4,3 mi processos, permitam a correlação de dados e a análise de resultados. “O Desafio R fim de diminuir as atividades de mergulho, a exposição de pessoas em ambientes com riscos e a utilização de andaimes nas atividades de manutenção. : núlicem E de imigênca ari! € e de teste na rede de 26 Institutos Senai de Inovação e 58 Institutos Senai de Tecnologia. Cada projeto aprovado deverá ter duração máxima de 12 meses. O objetivo é que o protótipo resultante do projeto inscrito no Edital seja o instrumento para construir confiança entre grandes indústrias e startups de base tec a. A avaliação é que projetos de P&D de pequenas empresas que sejam desenvolvidos buscando atender a uma sinalização de médias e grandes empresas têm mais chances de chegar ao mercado e trazer resultados financeiros. O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do Senai, do Serviço Brasileiro de jo às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Sesi. Desde que foi criado, em 2004, o Edital ajudou mais de 800 empresas a serem competitivas por meio de novos produtos e processos inovadores. Já foram selecionados mais de mil projetos inovadores, nos foram investidos mais de R$ 545 milhões. FERNANDO CALMON Compartilhar é para valer? gás carbônico (CO2) no intuito de limitar o aquecimento da atmosfera e consequentes mudanças climáticas Ritmo e intensidade não são os mesmos em todos os países. Automóveis respondem por até 20% do efeito estufa, da produção primária do combustível ao que sai pelos escapamentos. Países europeus querem impor solução elétrica a um custo demasiadamente alto e cercado de incertezas. Há, porém, soluções racionais e a preço menor. Uma delas é carona solidária preconizada pela empresa francesa BlaBlaCar, atuante também no Brasil. Ela apresentou um estudo sobre o potencial de parte dos carros trafegar com quatro pessoas à bordo. Apenas 1,6% a mais de automóveis na estrada permite transportar três vezes mais passageiros com 26%
menos emissões de CO”. Outra i é ampliar serviços de carona paga, por aplicativos de transporte. Podem ajudar a retirar veículos das ruas, mas como rodam um bom tempo vazios desconfia-se que ajudariam pouco a diminuir o consumo de combustivel e, por consequência, o principal gás de efeito estufa. Também existe a possibilidade de trocar a propriedade de um veículo por uso compartilhado e há dezenas de empresas no mundo oferecendo tais serviços. Deixando, agora, o aspecto ambiental de lado para focar na mudança de hábitos. Será que existe mesmo esse desejo latente e ardente de olhar para um carro que é seu, mas fica até 80% do tempo parado, e trocá-lo simplesmente por um serviço de transporte em que cada vez se dirige um carro diferente? Europeus simpatizam com a ideia, porém americanos bem menos, como ficou demonstrado em matéria de capa da revista Dealer, da Fenabrave. No Brasil, para cada veiculo novo vendem-se entre 4 e 4,5 usados. Isso gera grande receita para portais e sites especializados em anúncios online. Seria o co to uma ameaça para concessionárias, lojistas e comércio eletrônico? Veja a opinião de executivos deste último setor: Caio Ribeiro (Mercado Livre) - “Hoje o carro é o meio de transporte preferido pelos brasileiros e esse cenário deve se manter por muitos anos. Há interesse, ainda que limitado, por aluguel de automóveis por curtos periodos, inclusive via compartilhamento. E estamos preparados para essa demanda” Eduardo Jurcevic (Webmotors, do Santander) - “Pessoas podem continuar a ter carro e ainda usar diferentes modais de mobilidade. Isso varia de cidade para cidade. Tentar dar mais acesso é nosso papel e investiremos nisso. A experiência de compartilhamento pode despertar também o desejo de compra” Giselle Tachinardi (OLX Brazil) - “Nós permanecemos atentos às em veículos c mas o amadurecimento da ideia será demorado aqui. Na cidade de São Paulo pode vir mais forte. Estive nos EUA e vi que também lá os cenários não apontam guinadas” Ricardo Borto (Caos, do Raú Unkanco) - - “Enxergamos os movimentos de mudanças no que se refere à mobilidade, mas temos convicção de que concessionárias continuarão sendo parte fundamental Uma opção seria locação de carros usados em seus estoques ou mesmo assinaturas para uso em diferentes prazos” Alta Roda Primeiro trimestre fechou FOFU aínda não decidiu se com alta de 11,4% nas vendas — oferecerá, opcionalmente, de veículos leves e pesados pneus que rodam vazios sobre o mesmo período de (run flat) para outras 2018. Queda de 42% nas versões do EcoSport além ( da topo de tinha Titanium. pp jorrar Visual fica mais limpo na mercado argentino) levou a parte traseira sem estepe 1% de declínio na produção pendurado. Pequenos ajustes e mil empregos a menos. nas suspensões mantiveram Estoques totais de 41 dias conforto de rodagem no estão cerca de 20% acima do dia a dia, apesar dos flancos normal (35 dias), mas devem — dos pneus mais rígidos que melhorar em abril. resistem bem aos os dados do Tanto jecp quanto Banco Central, a indústria Mitsubishi não deixaram automobilística eu passar em branco o dia 4/4 em 2018 por 25% (4 de abril), tomado simbolo modesto crescimento de da tração total (4x4) ao redor 1,1% do Produto Interno do mundo. Marca americana Bruto (PIB). Em 2018, lançou série especial Compass as vendas totais subiram S, com teto preto e pintura 14,5% sobre 2017. Em grafite nas rodas, por R$ 2019, Anfavea prevé 11,4% 187.990. Curso básico de 4x4, acima do ano passado. na Fazenda Coronel Jacinto, Fenabrave mantém São Paulo foi relembrado pela previsão semelhante. marca japonesa. http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/2dcd1afef0ebb55a696c7681db52d0 1e?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1557986235&Signature=xq8O cGN9mao3l%2FjI%2F6vCL4t14a4%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 12/04/2019 Palavra Chave: FENABRAVE
Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Jornal
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