Título: Desconfiança de investidor com o País derruba Bolsa e pressiona o câmbio Autor: Cláudia Violante,Fabrício de Castro Coluna: ECONOMIA & NEGÓCIOS Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B1 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
O ESTADO DE S. PAULO
QUARTA-FEIRA, 3 DE JULHO DE 2013
E&N ECONOMIA & NEGÓCIOS
Atrás da meta fiscal
Mercado atraente
Sem ter onde ‘cortar gorduras’, governo estuda elevar imposto
Aéreas estrangeiras querem iniciar operação no Brasil
Pág. B6
Pág. B12
FABRIZIO BENSCH/REUTERS
B1 %HermesFileInfo:B-1:20130703:
Mercado. Em meio à derrocada das empresas de Eike Batista, protestos nas ruas e produção industrial mais fraca, investidores ‘bateram em retirada’ da Bovespa, fazendo o índice da Bolsa despencar 4,24%; o dólar subiu 0,85%, chegando aos R$ 2,2490
Desconfiança de investidor com o País derruba Bolsa e pressiona o câmbio Cláudia Violante Fabrício de Castro
A desconfiança cada vez maior dos investidores, especialmente os estrangeiros, com os rumos da economia brasileira provocou um estrago ontem na Bolsa de Valores de São Paulo. O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa, teve queda de 4,24%, maior perda porcentual desde 22 de setembro de 2011, fechando o pregão com 45.228,95 pontos, o menor nível desde 22 de abril de 2009. Diversos profissionais atribuíram o resultado delicado desta terça-feira ao “conjunto daobra”,ouseja,ao cenáriodifícil no País, aliado ao pânicoprovocado pela derrocada das empresasdogrupoX,deEikeBatista. “Foi um pouco de tudo. Produçãoindustrial maisfraca,plebiscito,reformas,manobrasfiscais do governo, tudo entrou na conta hoje (ontem)”, resumiu HerszFerman,daEliteCorreto-
ra, ao citar o desconforto do investidor com a situação da economia doméstica. Segundo ele, a parte macroeconômica do Brasil está fraca, comcrescimentoruim e“políticafiscalindopara umlado emonetária, para outro”. “Além disso, ocorreram manifestações e o governo começa a adotar medidas mais populistas que colocamemdúvidaoambienteregulatório do País”, disse. A queda das bolsas europeias pela manhã e as preocupações com o grupo X já sinalizavam, durante a manhã, viés de baixa para a sessão, confirmada pelo resultado da indústria brasileira,quefoioestopimpara asvendas. “Normalmente, a produção industrial não faz verão na Bovespa, mas hoje (ontem) as ordens de vendas partiram daí”, afirmou Pedro Galdi, da corretora SLW. A produção industrial recuou 2% em maio ante abril (leia mais à pág. B4). A avaliação corrente é de que o governo não está conseguin-
domésticas.Eoinvestidor,principalmente o estrangeiro, procura outros ativos – mesmo entre os emergentes, a avaliação é de que há opções melhores do que o Brasil.
MERCADO TENSO ●
Impacto negativo do grupo EBX e produção industrial ruim derrubam a Bolsa
EM PONTOS 48.000
DIA
MÊS
-4,24%
47.500
47.188
-4,69%
ANO
-25,8%
47.000
46.500
46.000
45.500
45.000
Na mínima do dia, Bolsa caiu
5,10%
44.500
44.853
45.228
44.000
10H00
15H30
FONTE: BROADCAST
do fazer a economia andar, como reforçaram ainda os números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Auto-
17H45 INFOGRÁFICO/ESTADÃO
motores (Fenabrave): as vendas de automóveis e comerciais leves desabaram 11,08% em junho ante maio. Com inflação al-
ta, dólar em trajetória de elevaçãoe,agora,preocupaçãopolítica, formou-se um cenário delicado para se investir nas ações
Fuga. A saída de recursos dos
investidoresestrangeirosdaBovespa em junho totalizou R$ 4,073 bilhões, o que representa a maior fuga de capital externo em um mês desde setembro de 2012, quando foram retirados R$ 4,172 bilhões. Ontem, foram esses estrangeiros os principais investidores a vender ações, o que acabou pressionando ainda o dólar, que fechou em alta de 0,85%, cotado a R$ 2,2490. No ano,amoedaamericanaacumula alta de 9,98%. Mesmo com o avanço do dólar, o BC não atuou durante a sessão no balcão, embora alguns profissionais tenham lembradoque,empatamares próximos de R$ 2,25, o banco agiu recentemente, por meio de leilões de swap cambial.
WILTON JUNIOR/ESTADÃO-25/9/2012
OGX é rebaixada por agência de risco para nível ‘pré-calote’ Standard & Poor’s rebaixou a nota da petroleira para CCC, de papéis ‘extremamente especulativos’
MAIORES QUEDAS -19,64%
OGX PETRÓLEO ON MMX MINER ON
-17,29% OSX BRASIL ON
RIO E SÃO PAULO
-15,79%
AOGXestá aumpassodamoratória, na avaliação da Standard & Poor’s, uma das três principais agências de classificação deriscomundiais.Ontem,aempresa rebaixou a nota para a açãodapetroleira deEike Batista de B- (altamente especulativo) para CCC (extremamente especulativo). No degrau abaixo é iniciada a fase denominada “risco de moratória”, ainda que inicialmente com “pequena expectativa de recuperação”. A agência deixou a empresa ainda “em perspectiva negativa”. Segundo o relatório, a avaliação reflete a vulnerabilidade da OGX ao possível não pagamento de dívidas e sua dependência de condições financeiraseempresariaisfavoráveispara honrar compromissos. Em mais um dia massacrante, os papéis da OGX protagonizaramfortequedanaBolsa,acumulando queda de 43% em dois diaserenovandoacotaçãomíni-
-11,24%
LLX LOG ON CCX CARVÃO ON
-9,21% MPX ENERGIA ON
-8,75% PDG REALT ON
-7,39% ELETROPAULO PN
-6,90% USIMINAS ON
-6,81% VALE PNA
-4,33% FONTE: BROADCAST
Relatório mostra que os dois bancos estatais têm a receber R$ 6,3 bilhões das empresas do grupo EBX Aline Bronzati
A exposição das empresas X, do empresário Eike Batista, no mercado financeiro está concentrada em cinco bancos brasileiros, de acordo com relató-
capacidade de converter decisõesestratégicasemaçõesconstrutivas é significativamente menor do que nas empresas concorrentes. “A OGX tem frequentementerevisadoparabaixo, por vezes muito abruptamente, seus planos de produção”, disse a agência. Anteontem, em comunicado ao mercado, o grupo anunciou que o único campo produtor da OGX, Tubarão Azul, que iniciou a extração de óleo no ano passado, pode parar de produzir em 2014. Outros três campos,TubarãoTigre,TubarãoGato e Tubarão Areia, também tiveram declarada incapacidade tecnológica para produzir.
INFOGRÁFICO/ESTADÃO
Produção. Há pouco mais de
ma histórica, fechando o dia em R$ 0,45. Também figuraram entreasmaioresquedasdoIbovespaas empresas deEike de mineração (MMX, -17,29%) e logística (LLX, -11,24%). Uma enxurrada de análises de bancos reduziu a expectativadevalorparaasaçõesdacompanhia a poucos centavos. O Bank Of America Merrill Lynch e o Deutsch Bank projetaram em R$ 0,10 o preço-alvo para as ações (ver box). A S&P avaliou como “fraca” a gestão da OGX e afirmou que a
duas semanas, a agência Fitch havia rebaixado, pela segunda vezemmenosdeummês,aclassificação da petroleira. Em abril, a Moody's rebaixou o rating para o patamar “altamente especulativo” e colocou a nota daempresaemrevisãoparapossível novo rebaixamento por conta de “taxas de fluxo de produção continuamente baixas dos poços de produção offshore”. “Essa base menor de portfólio vai prejudicar a performance operacional da OGX, sua li-
BNDES e Caixa são os maiores credores de Eike rio do Bank of America Merril Lynch, enviado a clientes. Os estatais Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Caixa Econômica Federal estão entre as principais com R$ 4,888 bilhões e R$ 1,392 bilhão, respectivamente. Em seguida estão os privados Bradesco, Itaú Unibanco e BTG Pactual. Juntos, conforme cálculos dos analistas Alessandro Arlant,AnneMilneeRoyYackulic,essesbancossomamexposi-
Para bancos, ação pode chegar a R$ 0,10
ção de mais de R$ 9,4 bilhões às empresas do grupo X. Eles destacam, no relatório, que os números estão baseados nos balanços do primeiro trimestre deste ano e são apenas uma visão parcial da exposição global das empresas X aos bancos brasileiros. “As informações e a divulgação das mesmas são pobres e, por isso, é tão difícil avaliar o tamanho da exposição dos bancos em relação às empresas X uma vez que ele pode estar subestimado”, avaliam os analistas. Eles lembram que o fato de o grupoEBX,holdingqueconcentra os negócios de Eike Batista, não ter capital aberto e, por is-
● A redução das perspectivas
em relação à produção dos principais ativos da OGX levou a uma onda de revisão de preço-alvo do papel da petroleira. Ontem, os bancos demonstraram com números suas expectativas em relação à companhia. Em todas as estimativas o preço-alvo está abaixo de R$ 0,70, sendo que duas casas projetam que, em doze meses, a ação poderá valer R$ 0,10, ou 0,0158% do valor do papel na época do desdobramento, em dezembro de 2009. O Bank Of America Merrill Lynch, por exemplo, reduziu o preço-alvo de R$ 1,00 para R$ 0,10 e reiterou recomendação underperform, ou seja, desempenho abaixo da média do mercado. O alemão Deutsche Bank também rebaixou a previsão para R$ 0,10 em doze meses.
Valores. Papel da empresa de Eike foi reduzido a centavos quidez e capacidade de alcançar patamares necessários de produção e geração de caixa para cobrir seus níveis de dívida”, afirmou a S&P, em relatório. A agência destacou também que a liquidez da OGX vai diminuir ainda mais nos próximos meses com o pagamento de US$449milhõesàOSX,porcausa de cancelamentos de pedi-
doserevisõesdecontratos.Ambas as empresas fazem parte do grupo EBX, de Eike Batista. “Acreditamos que a OGX vai precisar de financiamento externo adicional para aliviar o aperto de liquidez no fim de 2013 e início de 2014”, prevê a S&P. O Deutsch Bank reiterou recomendação de venda para os
so,nãodivulgarinformaçõessobre suas dívidas totais, dificulta uma análise mais apurada sobre o risco X para os bancos. Alémdissohá,conformeatentam Arlant, Anne e Yackulic, títulosdedívidas, comodebêntures,porexemplo,nãosãocontabilizadas na linha de emprésti-
mos dos balanços das instituições bancárias e garantias concedidas. Os analistas destacam ainda que Bradesco (R$ 1,252 bilhão) e Itaú Unibanco (R$ 1,235 bilhão)têm uma exposição semelhante ao grupo X, representando 1,3% e 1,4% do seu capital, respectivamente.
MAIS NA WEB
Injeção. Já para o BTG, embora tenha uma menor exposição, da ordem de R$ 649 milhões, principalmente referente à MPX (R$ 459 milhões), dado o seu pequeno tamanho em relaçãoaosbancoscomerciais,a exposição é de 4,3% do seu capital total. O JPMorgan estima que a
Linha do tempo. Eike Batista: os altos e baixos da OGX www.estadao.com.br/e/ogx
papéis da OGX. “Falamos sobre o risco de que o valor dos ativos daOGX não fossesuficiente paracobrir a dívida dequaseUS$4 bilhões. Agora, estamos mais confiantes de que este pode ser o caso”, disse o analista Marcus Sequeira./ STEFÂNIA AKEL, BETH MOREIRA, FERNANDA GUIMARÃES, VANESSA STECANELA E IRANY TEREZA
OGXprecisade umainjeçãomínima de capital de US$ 700 milhões para garantir a operação dapetroleiraatémeadosdopróximo ano. “A injeção de capital em meio a um desenvolvimento de capex (investimentos para a manutenção dos equipamentos e da produção) reduzido em 2014 pode ser um alívio para as necessidades de caixa no curto prazo, mas a geração de caixa dificilmente será suficiente para cobrir o vencimento de bônus de US$ 2,6 bilhões com vencimento em 2018, exigindo uma renegociação da dívida”, afirma o relatório da instituição financeira./ COLABOROU FERNANDA GUIMARÃES
Título: Classic e Sandero superam HB20 Autor: Coluna: JORNAL DO CARRO Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 5 D Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Números da Fenabrave mostram alta Autor: Eduardo Laguna Coluna: EMPRESAS Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B8 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Jornal Valor --- Página 8 da edição "03/07/2013 1a CAD B" ---- Impressa por ivsilva às 02/07/2013@20:38:08 Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 3/7/2013 (20:38) - Página 8- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto
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Valor
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Quarta-feira, 3 de julho de 2013
Empresas | Indústria LEONARDO RODRIGUES / VALOR
Veículos Vendas confirmam efeito Copa e Olimpíada na demanda
Fabricantes de ônibus elevam previsões Marli Olmos De São Paulo Muito antes de os protestos por transporte público tomarem as ruas, em junho, os fabricantes de ônibus já contavam com crescimento das vendas este ano. Afinal, mais do que o clamor dos manifestantes, foi a demanda originada pelos eventos esportivos que os levou a prever um mercado entre 7% e 10% maior em 2013. Mas a expansão na primeira metade do ano, com destaque para junho, os leva agora a esticar a previsão de crescimento para até 15%. Se as encomendas pelos coletivos já refletem a organização das cidades para Copa do Mundo e Olimpíada, num futuro mais distante os dirigentes da indústria já vislumbram efeitos positivos como resultado do que a população hoje reivindica nas ruas. “Nosso setor só tem a ganhar se o Brasil avançar na infraestrutura”, diz o presidente da MAN, Roberto Cortes que, no caso, fala também pelo segmento de caminhões. em relação aos ônibus, o executivo é otimista. “No longo prazo, a população que hoje pe-
de pela qualidade dos veículos vai ter que ser ouvida e isso levará a uma renovação da frota.” Para Cortes, a demanda por mobilidade mostrará que não apenas os corredores, que se transformaram em prioridade nos grandes centros, precisam ser atendidos. “Cidades menores, onde o sistema de transporte não é tão planejado, também vão precisar de mais coletivos. Vamos, de um modo ou outro, ter de dar conta da vida urbana”, destaca. A MAN ocupa o segundo lugar no mercado brasileiro de ônibus, o terceiro maior do mundo. Com vendas de 28,8 mil unidades em 2012, o Brasil fica bem atrás da China e quase encosta na Índia, segunda colocada. Os Estados Unidos teriam o maior mercado do planeta se fossem incluídos os ônibus escolares. Mas esse tipo de veículo é tão usado no país que a indústria prefere excluir esses modelos americanos para não provocar distorções exageradas. Apesar disso, no Brasil, o programa do governo federal Caminho da Escola, que levou o ônibus para regiões de difícil acesso, também tem ajudado a elevar os volumes de vendas.
Números da Fenabrave mostram alta Eduardo Laguna De São Paulo
Walter Barbosa, diretor de vendas da Mercedes: “Somente para a Copa o país vai precisar de 600 novos ônibus”
A venda interna de 16 mil ônibus até junho anima a Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), que representa a rede de concessionários, a prever mercado de mais de 33 mil unidades este ano. Recém-chegada no segmento de ônibus no Brasil, a Iveco , do grupo Fiat, aproveita o potencial do país. Paolo Del Noce, diretor de veículos especiais da Fiat América Latina, diz que o mercado brasileiro já é maior do que a soma de todos os mercados da Europa e tende a rapidamente alcançar 45 mil unidades por ano. Segundo Del Noce, o começo do ano não foi bom. A recuperação começou em abril. “O resultado de junho nos mostrou que o crescimento tende a ser maior do que esperávamos”, diz. Segundo o executivo, a primeira grande compra de ônibus apareceu com a Copa das Confederações. “A segunda virá com a Copa do Mundo e a terceira, entre 2015 e 2016, com a aproximação da Olimpíada”, destaca. Até agora, com as obras em novos corredores, com o sistema BRT
(Bus Rapid Transport), chegam com mais força aos fabricantes as encomendas de veículos para uso urbano. “Mas ainda falta muito para termos a noção de quantos ônibus de fretamento as empresas que participarão da organização da Copa e jogos olímpicos vão precisar”, afirma Del Noce. No mercado brasileiro de ônibus há apenas oito meses, a Iveco tem 3,21% das vendas acumuladas no ano, segundo dados de licenciamento divulgados pela Fenabrave. A montadora italiana começa agora a se preparar para entrar no segmento de rodoviários. E quem vai testar o veículo com essas configurações é o time do Corinthians. O visual do “Mosqueteiro”, o novo ônibus do time paulista, que será entregue amanhã, é resultado de votação de 15 mil pessoas que participaram de uma pesquisa via Facebook. Na outra ponta, a MercedesBenz, no primeiro lugar do mercado brasileiro e ainda longe de ver sua liderança ameaçada, também mantém otimismo por
Gerente de Filial - Sul
conta dos eventos esportivos. Com 40,39% dos licenciamentos de ônibus acumulados no primeiro semestre, a Mercedes recentemente lançou um ônibus chamado de super articulado. Desenvolvido especialmente para os corredores, e já em operação na cidade de São Paulo, o veículo tem uma capacidade 40% acima dos articulados tradicionais. “Haverá, no país, 600 novos ônibus só para o transporte durante a Copa do Mundo”, diz Walter Barbosa, que acaba de assumir a direção de vendas e marketing de ônibus da montadora alemã. Além dos eventos esportivos, as facilidades no financiamento estimulam a troca de veículos. O BNDES fixou a taxa do Finame em 3% para contratos no primeiro semestre e em 4%, para a segunda metade de 2013. São os níveis mais baixos da história dessa linha de financiamento. Barbosa lembra que, há dez anos, o mercado anual de ônibus no Brasil era de 16 mil unidades, quase a metade do que se projeta para este ano.
Dados divulgados ontem pela Fenabrave, a entidade que abriga as concessionárias de veículos, mostram que junho foi mais um mês positivo para o setor, com a melhor média diária de vendas do ano: 15,1 mil carros. No total, incluindo na conta caminhões e ônibus, foram vendidos 318,6 mil veículos novos no país. Mesmo com um dia a menos de venda, o volume ficou levemente acima dos 316,2 mil automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus emplacados durante maio. Na comparação com junho do ano passado, houve queda de 9,8% nos licenciamentos. Esse recuo, no entanto, já era esperado porque, a partir de agora, a base de comparação passa a ser mais forte. Em junho do ano passado, as vendas haviam disparado por conta do anúncio de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), feito pelo governo no mês anterior. Os descontos chegavam a zerar a alíquota dos automóveis populares, mas foram parcialmente retirados neste ano. O mercado de carros, que vinha acumulando alta de quase 9% até maio, reduziu o ritmo de crescimento para 4,6% no fechamento do primeiro semestre, quando os brasileiros compraram 1,7 milhão de automóveis e utilitários leves. A expectativa é que o setor continue perdendo velocidade até agosto, período no qual os resultados serão comparados com alguns dos melhores desempenhos na história da indústria automobilística. Na briga das marcas, a Fiat liderou as vendas em junho, com participação de 21,1%. Na sequência, aparecem Volkswagen (19,4%), General Motors (18,3%) e Ford (9,5%).
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CNPJ/MF Nº 06.981.381/0001-13 - NIRE 35.300.391.144 AVISO AOS ACIONISTAS Comunicamos que se encontram à disposição dos Acionistas, na sede da empresa localizada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2179, e filial localizada na cidade de Piracicaba, Estado de São Paulo, na Fazenda Santo Antonio, s/nº, Bairro Santo Antonio, os documentos abaixo relacionados relativos ao exercício social encerrado em 31/03/2013. - Relatório da Administração sobre os negócios sociais e os principais fatos administrativos relativos ao exercício findo; - cópia das Demonstrações Financeiras; e - parecer dos Auditores Independentes. São Paulo, 28 de junho de 2013. A Administração. (28/06, 02 e 03/07)
GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO E DA PREVIDÊNCIA - SEAP DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL - DEAM RESULTADO DE RECURSO PREGÃO PRESENCIAL 005/2013 DESPACHO: 1727/2013-GS/SEAP PROTOCOLO: 11.966.003-6 e anexos
Ministério de Minas e Energia COPEL GERAÇÃO E TRANSMISSÃO S.A.
AVISO DE ADIAMENTO
LEILÃO DE VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA DE LONGO PRAZO N° 02/2013
Pregão Eletrônico PRE- nº 137/2013
A COPEL – através de sua subsidiária integral COPEL GERAÇÃO e TRANSMISSÃO S.A., comunica que disponibilizará o Edital de Leilão de Venda de Energia Elétrica de Longo Prazo n° 02/2013 na sua página na internet www.copel. com a partir desta data.
Comunicamos o adiamento da licitação supra citada, publicada no DOU em: 21.06.2013. Entrega das propostas: a partir de 21.06.2013, às 08h00 no site www.comprasnet.gov.br. Abertura das propostas: 03.07.2013, às 09h30 no site www.comprasnet.gov.br. Pregão Eletrônico – Objeto: Aquisição de conjunto de medição. RAYMUNDO EDUARDO CRUZ ALVES Gerente da Assessoria Especial de Licitação e Contratação (em exercício)
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO
INTERESSADO: Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba ASSUNTO: recurso – PP 005/2013 DATA: 26/06/2013 Sobre a questão assinalada neste protocolo, considerando: - A manifestação do Senhor Pregoeiro, responsável pela condução da licitação (fls. 605-613), na modalidade Pregão Presencial n.º 005/2013 – DEAM/SEAP, tipo menor preço, cujo objeto é a contratação de empresa prestadora de serviços de médico-hospitalares comuns, para assistência à saúde dos servidores públicos civis efetivos ativos, aposentados e seus dependentes, bem como aos pensionistas do Estado do Paraná, residentes nos municípios da região de Curitiba e Litoral do Estado. Conheço e nego provimento aos recursos interpostos pela Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba, mantendo a decisão recorrida. Aprovo a concessão de prazo, nos moldes do contido no artigo, 48, § 3° da Lei 8666/1993, para a apresentação de nova documentação. Encaminhe-se ao DEAM/SEAP para as demais providências.” Dinorah Botto Portugal Nogara, Secretária de Estado
SEGEP SECRETARIA MUNICIPAL DE COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO
ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE PARANAGUÁ E ANTONINA - APPA AVISO DE ADIAMENTO DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico nº. 020/2013 PROTOCOLO: 11.738.585-0 OBJETO: Aquisição de Switches (equipamento de distribuição de rede local), conforme especificações do Edital e seus anexos. VALOR MÁXIMO: R$ 784.674,00 (setecentos e oitenta e quatro mil, seiscentos e setenta e quatro reais) DATA DA LICITAÇÃO: 15 de julho de 2013 – HORÁRIO: 10:00 h O Pregão será realizado através do site: www.licitacoes-e.com.br. – Nº Licitação: 486308 E-mail: pregaoeletronico@appa.pr.gov.br Paranaguá, 02 de julho de 2013. Equipe de Pregão
AVISO DE RETIFICAÇÃO CONCORRÊNCIA N° 03/2013 A Prefeitura Municipal de Belém, através de sua Secretaria Municipal de Coordenação Geral do Planejamento e Gestão - SEGEP, com sede à Av. Governador José Malcher, n° 2110, São Braz, por sua Comissão de Licitação, designada pela Portaria 253/13 torna público que, de ordem do Exmo Sr. Prefeito, fará a Retificação de Abertura da CONCORRENCIA Nº 03 do tipo TÉCNICA E PREÇO(proc. nº 0003275/13-SEURB), para o dia 19/08/13, às 09:00 hs local, para contratação de empresa especializada para PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS DE ENGENHARIA PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E PROJETO BÁSICO PARA REQUALIFICAÇÃO DE VIAS URBANAS, ATRAVÉS DA REVISÃO DO PROJETO FUNCIONAL, VISANDO A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA BUS RAPID TRANSIT (BRT) NAS ÁREAS DO CENTRO DE BELÉM E NO DISTRITO DE ICOARACI, do Município de Belém. O Edital está à disposição no sítio: www.comprasnet.gov.br, www.belem.pa.gov.br/licitacao ou na sala da CPL, no endereço acima, no horário de 08:30 às 13:00h. Maiores informações pelos telefones 3226-1921/1339. Belém/PA, 2 de julho de 2013. Monique Soares Leite Melo Presidente/CPL/SEGEP/PMB
Título: Fabricantes de ônibus elevam previsões Autor: Marli Olmos Coluna: EMPRESAS Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B8 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Jornal Valor --- Página 8 da edição "03/07/2013 1a CAD B" ---- Impressa por ivsilva às 02/07/2013@20:38:08 Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 3/7/2013 (20:38) - Página 8- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto
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Empresas | Indústria LEONARDO RODRIGUES / VALOR
Veículos Vendas confirmam efeito Copa e Olimpíada na demanda
Fabricantes de ônibus elevam previsões Marli Olmos De São Paulo Muito antes de os protestos por transporte público tomarem as ruas, em junho, os fabricantes de ônibus já contavam com crescimento das vendas este ano. Afinal, mais do que o clamor dos manifestantes, foi a demanda originada pelos eventos esportivos que os levou a prever um mercado entre 7% e 10% maior em 2013. Mas a expansão na primeira metade do ano, com destaque para junho, os leva agora a esticar a previsão de crescimento para até 15%. Se as encomendas pelos coletivos já refletem a organização das cidades para Copa do Mundo e Olimpíada, num futuro mais distante os dirigentes da indústria já vislumbram efeitos positivos como resultado do que a população hoje reivindica nas ruas. “Nosso setor só tem a ganhar se o Brasil avançar na infraestrutura”, diz o presidente da MAN, Roberto Cortes que, no caso, fala também pelo segmento de caminhões. em relação aos ônibus, o executivo é otimista. “No longo prazo, a população que hoje pe-
de pela qualidade dos veículos vai ter que ser ouvida e isso levará a uma renovação da frota.” Para Cortes, a demanda por mobilidade mostrará que não apenas os corredores, que se transformaram em prioridade nos grandes centros, precisam ser atendidos. “Cidades menores, onde o sistema de transporte não é tão planejado, também vão precisar de mais coletivos. Vamos, de um modo ou outro, ter de dar conta da vida urbana”, destaca. A MAN ocupa o segundo lugar no mercado brasileiro de ônibus, o terceiro maior do mundo. Com vendas de 28,8 mil unidades em 2012, o Brasil fica bem atrás da China e quase encosta na Índia, segunda colocada. Os Estados Unidos teriam o maior mercado do planeta se fossem incluídos os ônibus escolares. Mas esse tipo de veículo é tão usado no país que a indústria prefere excluir esses modelos americanos para não provocar distorções exageradas. Apesar disso, no Brasil, o programa do governo federal Caminho da Escola, que levou o ônibus para regiões de difícil acesso, também tem ajudado a elevar os volumes de vendas.
Números da Fenabrave mostram alta Eduardo Laguna De São Paulo
Walter Barbosa, diretor de vendas da Mercedes: “Somente para a Copa o país vai precisar de 600 novos ônibus”
A venda interna de 16 mil ônibus até junho anima a Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), que representa a rede de concessionários, a prever mercado de mais de 33 mil unidades este ano. Recém-chegada no segmento de ônibus no Brasil, a Iveco , do grupo Fiat, aproveita o potencial do país. Paolo Del Noce, diretor de veículos especiais da Fiat América Latina, diz que o mercado brasileiro já é maior do que a soma de todos os mercados da Europa e tende a rapidamente alcançar 45 mil unidades por ano. Segundo Del Noce, o começo do ano não foi bom. A recuperação começou em abril. “O resultado de junho nos mostrou que o crescimento tende a ser maior do que esperávamos”, diz. Segundo o executivo, a primeira grande compra de ônibus apareceu com a Copa das Confederações. “A segunda virá com a Copa do Mundo e a terceira, entre 2015 e 2016, com a aproximação da Olimpíada”, destaca. Até agora, com as obras em novos corredores, com o sistema BRT
(Bus Rapid Transport), chegam com mais força aos fabricantes as encomendas de veículos para uso urbano. “Mas ainda falta muito para termos a noção de quantos ônibus de fretamento as empresas que participarão da organização da Copa e jogos olímpicos vão precisar”, afirma Del Noce. No mercado brasileiro de ônibus há apenas oito meses, a Iveco tem 3,21% das vendas acumuladas no ano, segundo dados de licenciamento divulgados pela Fenabrave. A montadora italiana começa agora a se preparar para entrar no segmento de rodoviários. E quem vai testar o veículo com essas configurações é o time do Corinthians. O visual do “Mosqueteiro”, o novo ônibus do time paulista, que será entregue amanhã, é resultado de votação de 15 mil pessoas que participaram de uma pesquisa via Facebook. Na outra ponta, a MercedesBenz, no primeiro lugar do mercado brasileiro e ainda longe de ver sua liderança ameaçada, também mantém otimismo por
Gerente de Filial - Sul
conta dos eventos esportivos. Com 40,39% dos licenciamentos de ônibus acumulados no primeiro semestre, a Mercedes recentemente lançou um ônibus chamado de super articulado. Desenvolvido especialmente para os corredores, e já em operação na cidade de São Paulo, o veículo tem uma capacidade 40% acima dos articulados tradicionais. “Haverá, no país, 600 novos ônibus só para o transporte durante a Copa do Mundo”, diz Walter Barbosa, que acaba de assumir a direção de vendas e marketing de ônibus da montadora alemã. Além dos eventos esportivos, as facilidades no financiamento estimulam a troca de veículos. O BNDES fixou a taxa do Finame em 3% para contratos no primeiro semestre e em 4%, para a segunda metade de 2013. São os níveis mais baixos da história dessa linha de financiamento. Barbosa lembra que, há dez anos, o mercado anual de ônibus no Brasil era de 16 mil unidades, quase a metade do que se projeta para este ano.
Dados divulgados ontem pela Fenabrave, a entidade que abriga as concessionárias de veículos, mostram que junho foi mais um mês positivo para o setor, com a melhor média diária de vendas do ano: 15,1 mil carros. No total, incluindo na conta caminhões e ônibus, foram vendidos 318,6 mil veículos novos no país. Mesmo com um dia a menos de venda, o volume ficou levemente acima dos 316,2 mil automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus emplacados durante maio. Na comparação com junho do ano passado, houve queda de 9,8% nos licenciamentos. Esse recuo, no entanto, já era esperado porque, a partir de agora, a base de comparação passa a ser mais forte. Em junho do ano passado, as vendas haviam disparado por conta do anúncio de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), feito pelo governo no mês anterior. Os descontos chegavam a zerar a alíquota dos automóveis populares, mas foram parcialmente retirados neste ano. O mercado de carros, que vinha acumulando alta de quase 9% até maio, reduziu o ritmo de crescimento para 4,6% no fechamento do primeiro semestre, quando os brasileiros compraram 1,7 milhão de automóveis e utilitários leves. A expectativa é que o setor continue perdendo velocidade até agosto, período no qual os resultados serão comparados com alguns dos melhores desempenhos na história da indústria automobilística. Na briga das marcas, a Fiat liderou as vendas em junho, com participação de 21,1%. Na sequência, aparecem Volkswagen (19,4%), General Motors (18,3%) e Ford (9,5%).
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COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO
INTERESSADO: Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba ASSUNTO: recurso – PP 005/2013 DATA: 26/06/2013 Sobre a questão assinalada neste protocolo, considerando: - A manifestação do Senhor Pregoeiro, responsável pela condução da licitação (fls. 605-613), na modalidade Pregão Presencial n.º 005/2013 – DEAM/SEAP, tipo menor preço, cujo objeto é a contratação de empresa prestadora de serviços de médico-hospitalares comuns, para assistência à saúde dos servidores públicos civis efetivos ativos, aposentados e seus dependentes, bem como aos pensionistas do Estado do Paraná, residentes nos municípios da região de Curitiba e Litoral do Estado. Conheço e nego provimento aos recursos interpostos pela Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba, mantendo a decisão recorrida. Aprovo a concessão de prazo, nos moldes do contido no artigo, 48, § 3° da Lei 8666/1993, para a apresentação de nova documentação. Encaminhe-se ao DEAM/SEAP para as demais providências.” Dinorah Botto Portugal Nogara, Secretária de Estado
SEGEP SECRETARIA MUNICIPAL DE COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO
ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE PARANAGUÁ E ANTONINA - APPA AVISO DE ADIAMENTO DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico nº. 020/2013 PROTOCOLO: 11.738.585-0 OBJETO: Aquisição de Switches (equipamento de distribuição de rede local), conforme especificações do Edital e seus anexos. VALOR MÁXIMO: R$ 784.674,00 (setecentos e oitenta e quatro mil, seiscentos e setenta e quatro reais) DATA DA LICITAÇÃO: 15 de julho de 2013 – HORÁRIO: 10:00 h O Pregão será realizado através do site: www.licitacoes-e.com.br. – Nº Licitação: 486308 E-mail: pregaoeletronico@appa.pr.gov.br Paranaguá, 02 de julho de 2013. Equipe de Pregão
AVISO DE RETIFICAÇÃO CONCORRÊNCIA N° 03/2013 A Prefeitura Municipal de Belém, através de sua Secretaria Municipal de Coordenação Geral do Planejamento e Gestão - SEGEP, com sede à Av. Governador José Malcher, n° 2110, São Braz, por sua Comissão de Licitação, designada pela Portaria 253/13 torna público que, de ordem do Exmo Sr. Prefeito, fará a Retificação de Abertura da CONCORRENCIA Nº 03 do tipo TÉCNICA E PREÇO(proc. nº 0003275/13-SEURB), para o dia 19/08/13, às 09:00 hs local, para contratação de empresa especializada para PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS DE ENGENHARIA PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E PROJETO BÁSICO PARA REQUALIFICAÇÃO DE VIAS URBANAS, ATRAVÉS DA REVISÃO DO PROJETO FUNCIONAL, VISANDO A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA BUS RAPID TRANSIT (BRT) NAS ÁREAS DO CENTRO DE BELÉM E NO DISTRITO DE ICOARACI, do Município de Belém. O Edital está à disposição no sítio: www.comprasnet.gov.br, www.belem.pa.gov.br/licitacao ou na sala da CPL, no endereço acima, no horário de 08:30 às 13:00h. Maiores informações pelos telefones 3226-1921/1339. Belém/PA, 2 de julho de 2013. Monique Soares Leite Melo Presidente/CPL/SEGEP/PMB
Título: As vendas de carros Autor: Coluna: THE WALL STREET JOURNAL Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B13 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Jornal Valor --- Página 13 da edição "03/07/2013 1a CAD B" ---- Impressa por ivsilva às 02/07/2013@20:41:25 Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 3/7/2013 (20:41) - Página 13- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto
Quarta-feira, 3 de julho de 2013
Empresas
O Pimco, maior fundo de investimento em títulos de dívida do mundo, sofreu retiradas de US$ 10 bilhões em junho, segundo a Morningstar, a maior saída mensal desde que a firma começou a monitorar esses fluxos de capital, em 1993. O fundo americano, avaliado em US$ 268 bilhões, teve um retorno negativo de 3,6% no segundo trimestre, o menor de sua história. A Hon Hai, grupo de Taiwan que é o principal fabricante do iPhone e do iPad, da Apple, divulgou que se candidatou a uma licitação de faixas de frequência de celular 4G em Taiwan, marcada para setembro. A Hon Hai, que além das telecomunicações está investindo em software e conteúdo de mídia, quer se diversificar do negócio de manufatura terceirizada.
A GDF Suez, empresa francesa de gás e eletricidade, planeja captar pelo menos 600 milhões de euros (US$ 780 milhões) com a venda de até 60% de seus ativos de energia eólica e solar na Europa, disseram pessoas a par do assunto. A empresa, que no Brasil é dona da Tractebel Energia e na qual o governo francês tem 36,7%, busca reduzir sua dívida de 34 bilhões de euros. As montadoras GM e Honda, dos EUA e Japão, respectivamente, anunciaram uma parceria na área de células de combustível. Elas vão dividir os custos de pesquisa e mão de obra, mas não revelaram valores financeiros. Toyota e Ford já formaram alianças semelhantes (com BMW e Nissan, respectivamente), num momento em que as montadoras se esforçam para reduzir custos e acelerar o desenvolvimento de tecnologias alternativas aos combustíveis fósseis. A ConocoPhillips, petrolífera americana, divulgou que vai vender sua participação de 8,4% no gigantesco campo de petróleo de Kashagan, no Cazaquistão, para a estatal do país por US$ 5 bilhões. A firma havia concordado antes em vender a fatia para a indiana ONGC, mas o Cazaquistão exerceu seu direito de compra.
REGIONAL A PDVSA, petrolífera estatal venezuelana, anunciou acordo com o banco russo Gazprombank, controlado pela gigante do gás natural Gazprom, para um financiamento de US$ 1 bilhão para a Petrozamora, uma joint venture entre a PDVSA e o Gazprombank. Os fundos serão usados num plano de negócios para os dois campos da petrolífera.
As vendas de carros de passageiros no Brasil devem crescer 3,3% neste ano, informou a associação das concessionárias, Fenabrave, ampliando sua previsão anterior, de 2,6%. No primeiro semestre, as vendas cresceram 4,8% ante o mesmo período de 2012 e somaram 1,8 milhão de unidades. O Brasil é o quarto maior mercado de automóveis do mundo.
O Peru emitiu notas do Tesouro de curto prazo pela primeira vez em quase dez anos, informou o governo. A meta é aprofundar o mercado de capitais do país e oferecer uma referência de juros ao setor privado.
Os bancos estatais Caixa Econômica e o BNDES são os mais expostos a empréstimos do endividado Grupo EBX, do empresário Eike Batista, segundo o Bank of America Merrill Lynch. Embora haja poucos dados públicos, o BofA calcula que os cinco maiores bancos do país, que também incluem Bradesco, Itaú e BTG, teriam uma exposição de pelo menos R$ 9,4 bilhões ao EBX.
As reservas internacionais do Brasil caíram US$ 3,3 bilhões em junho ante maio, para US$ 371,1 bilhões, informou ontem o BC.
NIKE
Valor
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B13
WSJ.COM/BRASIL
INTERNACIONAL O Fed, banco central dos EUA, divulgou um plano preliminar para impor regras de capital mais restritas aos oito maiores bancos do país, entre eles Goldman Sachs, Bank of America e J.P. Morgan, considerados de “importância sistêmica” para a economia mundial. As novas regras incluiriam a exigência de um nível maior de reservas de capital, de até 6% do total de ativos, e uma proporção mínima de dívida de longo prazo em carteira.
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wsj.com/brasil
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Montadoras dos EUA passam a ser uma potência exportadora Christina Rogers e Neal E. Boudette The Wall Street Journal, de Marysville, Ohio A indústria automobilística dos Estados Unidos, que há apenas quatro anos estava em frangalhos, emerge agora como uma potência de exportação, impulsionada pelo câmbio e por custos trabalhistas favoráveis, tendência que, segundo especialistas, pode permanecer por muitos anos. Em um sinal da recuperação, a Honda Motor Co., que já importou para os EUA muitos carros fabricados no Japão, espera até o fim de 2014 exportar um número maior de veículos produzidos na América do Norte — quase todos em linhas de montagem americanas — do que os que traz do Japão. No ano passado, mais de um milhão de carros e caminhonetes foram exportados pelas fábricas das montadoras nos EUA, número recorde e mais de o triplo registrado em 2003, segundo a Administração de Comércio Internacional dos EUA. Custos trabalhistas menores e reestruturações que fecharam fábricas improdutivas fortaleceram a competitividade global das unidades das montadoras nos EUA. Algumas estão considerando a produção no país uma alternativa para atender os mercados emergentes em expansão. Até o fim de 2014, a Chrysler espera exportar até 500.000 veículos por ano para mercados fora da América do Norte, mais que o dobro dos 210.000 do ano passado. A vasta maioria dessas exportações sai de fábricas nos EUA. “O que mudou é o nosso foco nos mercados internacionais”, disse Mike Manley, diretor-presidente da marca Jeep, da Chrysler. A Chrysler, que tem a Fiat
ASSOCIATED PRESS
Made in USA Exportações dos EUA para fora da América do Norte Em milhões de veículos vendidos 1,2
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Fonte: Adminstração do Comércio Internacional dos EUA The Wall Street Journal
A Ford exportou para fora da América do Norte 25% da produção do Explorer
como controladora, está usando as conexões da montadora italiana para ampliar suas vendas na Rússia, China e outros lugares. “Adotamos uma postura muito diferente, mais agressiva, sobre como podemos crescer com os recursos que temos hoje”, disse. O valor financeiro dos automóveis que entram nos EUA ainda é maior que o dos que são exportados. O déficit comercial do setor automobilístico do país foi de US$ 105,5 bilhões no ano passado, quase o dobro dos US$ 51 bilhões obtidos com as exportações de veículos. Ainda assim, o setor representou apenas 14,5% do déficit comercial geral dos EUA em 2012, ante 22% em 1987. Poucas montadoras estão planejando uma mudança tão drástica quanto a Honda. No ano passado, ela exportou 90.000 veículos da América do Norte. Ela tem como meta elevar esse número para 200.000 por ano, beneficiando-se de expansões de fábricas no país e da desvalorização da moeda americana.
O dólar se fortaleceu este ano e ontem US$ 1 valia US$ 100,44 ienes. Mas ainda assim a cotação da moeda americana está bem abaixo do nível de 2007, quando eram necessários 120 ienes para comprar um dólar. Os carros fabricados nos EUA estão sendo enviados para a China, o maior mercado automobilístico do mundo, a Arábia Saudita, o segundo maior mercado para os carros dos EUA. Também entram na lista dos principais mercados a Alemanha e a Coreia do Sul, que agora tem um acordo de livre comércio com os EUA. Na unidade da Ford Motor Co. em Chicago, 25% da produção do utilitário esportivo Explorer é despachada para fora da América do Norte. Em sua fábrica em Illinois, a Chrysler monta Jeeps com motores a diesel para clientes europeus. De certa forma, a GM e a Ford nunca sentiram a necessidade de vender ao exterior os veículos que produzem nos EUA porque foram líderes na globalização,
abrindo fábricas na Europa e outros lugares no início do século passado. O forte crescimento das exportações de automóveis produzidos nos EUA é, em parte, fruto dos processos de recuperação judicial da Chrysler e da GM liderados pelo governo americano há quatro anos, que fechou fábricas improdutivas, e do dólar mais fraco, que tornou os produtos americanos mais competitivos no exterior. Acordos trabalhistas pavimentaram o caminho para que as duas montadoras contratassem funcionários com salários mais baixos do que os pagos antes. A Ford, que promoveu uma reestruturação sem a intervenção do governo, também fechou acordos sindicais semelhantes. A enxuta indústria americana contrasta com as da Europa e Japão, que sofrem com o excesso de capacidade, aumento dos custos trabalhistas e diminuição da demanda doméstica. Dados preliminares de junho indicam que as vendas de automóveis nos EUA apresentaram o maior crescimento em cinco anos. Em 2012, a BMW exportou cerca de 70% da sua produção na Carolina do Sul. A Mercedes-Benz, da Daimler AG, também exportou cerca de 70% do que produziu no Alabama. A Toyota exportou 124.000 carros feitos nos EUA, acima dos 86.000 de 2011. O aumento das exportações de veículos nos EUA também está gerando empregos bem longe do coração da indústria automobilística. Os modelos da Jeep enviados para a China e outros mercados da Ásia, por exemplo, saem agora por Grays Harbor, em Washington. Nos anos 90, o porto enfrentou dificuldades com a queda das exportações. Hoje, o que se vê é uma intensa movimentação de carros sendo embarcados.
Ação do BC mostra uma China vacilante Lingling Wei e Bob Davis The Wall Street Journal Os líderes da China estão tendo dificuldade não só para acalmar os mercados e redirecionar a economia do país, mas para lidar com rumores que surgiram devido à ausência de uma comunicação clara, mostram entrevistas e documentos internos aos quais o The Wall Street Journal teve acesso. O Banco Popular da China — ou PBOC, na sigla em inglês — instigou a falta de liquidez que fez dispararem as taxas de juros chinesas nas últimas semanas porque concluiu que não tinha outra alternativa diante do que considerava um crescimento descontrolado do crédito, mostram documentos internos. Mas a falha em deixar isso claro contribuiu para um surto de ansiedade no mercado — num momento em que preocupações com a desaceleração da economia já havia afugentado parte do capital estrangeiro e sinais vindos do banco central americano também estavam redirecionando os fluxos globais. Críticos dizem que manobras obscuras do BC chinês expuseram a inexperiência das autoridades para prever como os mercados — domésticos e estrangeiros — interpretariam suas ações. “Até as políticas mais bem intencionadas podem tumultuar os mercados se falta transparência às comunicações do banco central”, diz Eswar Prasad, especialista em China da Universidade Cornell. Tais inquietações são um terreno novo para um governo e um partido mergulhado em segredos. Uma análise dos bastidores dos eventos caóticos das últimas duas semanas, incluindo informações que não tinham sido antes divulgadas, revela um governo procurando uma maneira de conter a disparada no crédito, mas também inseguro sobre como fazê-lo e que, no final, culpou rumores
Crédito em excesso O banco central chinês vem tentando conter um excesso de crédito no mercado doméstico para evitar uma possível bolha Total de financiamento social, % do PIB Medido pela Nomura (inclui títulos de dívida do governo, empréstimos não regulamentados )
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Fontes: Nomura (financiamento social); Ceic (taxa de recompra)
do mercado por parte do problema que ajudou a criar. Desde o começo de junho, o PBOC procurou forçar os bancos chineses a parar de emprestar para os chamados “shadow banks” (ou bancos-sombra) — um conjunto de firmas fiduciárias, casas de penhora, empresas de leasing e outras instituições que formam o sistema de crédito paralelo da China e que financiaram pesadamente projetos imobiliários e de infraestrutura que podem nunca dar retorno, dizem economistas dentro e fora da China. Para conseguir isso, o BC reteve fundos do mercado interbancário, onde os bancos emprestam uns aos outros e a algumas instituições alternativas, criando um aperto de crédito que empurrou as taxas de juros para cima. Em 20 de junho, os líderes chineses receavam que o aperto do crédito estava fugindo ao controle. As taxas de juros do overnight bateram em 30% ao ano naquele dia. Um boato que circulava em Xangai de que o Bank of China Ltd. não havia honrado um pagamento no mercado interbancário foi reforçado por uma notícia no site de um jornal. Cerca de 8 da noite daquele dia, o Banco da China fez um comunicado negando o boato. Para os líderes do governo, aquilo não foi suficiente. O vicepremiê Ma Kai, que supervisiona
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The Wall Street Journal
o BC, ordenou que a agência de segurança da China começasse uma investigação, disseram pessoas a par da decisão. “O foco [da investigação] era a origem do boato”, disse uma das pessoas. Não está claro qual ação, se alguma, vai resultar disso. Porta-vozes do Ministério da Segurança Pública, do Conselho do Estado e do Banco da China não responderam a repetidas solicitações de comentários. Desde 2009, o endividamento doméstico na China vem crescendo tão rápido que se aproximou das bolhas de crédito que já geraram recessões nos Estados Unidos, Europa, Japão e Coreia. Neste ano, o BC e os reguladores bancários restringiram sem sucesso as regras de crédito. Nos primeiros cinco meses de 2013, o crédito doméstico, chamado na China de financiamento social total, subiu 52% em relação a 2012. Segundo minutas de uma reunião do PBOC em 19 de junho, examinadas pelo WSJ, o BC estava especialmente preocupado com o fato de, nos primeiro dez dias de junho, os bancos chineses terem elevado os empréstimos em 1 trilhão de yuans (US$ 163 bilhões) — um volume que o BC afirmou “nunca ter visto na história”. Na reunião, o PBOC indicou que o BC precisava enviar um claro alerta aos bancos de que não poderiam contar com o
PBOC se tivessem problemas de caixa e que o BC não afrouxaria suas políticas monetárias apesar do crescimento lento da economia, segundo as minutas. Mais tarde naquele dia, o Conselho de Estado, o órgão máximo do governo afirmou num comunicado que manteria o suprimento de dinheiro a um nível “razoável”, mas que queria que os bancos emprestassem mais para “setores emergentes estratégicos”. A mensagem do Conselho de Estado foi significativa, em parte, porque não disse que o objetivo do governo era acalmar os mercados. “Isso foi um sinal de que o governo vai continuar os ajustes que está fazendo” e não vai ceder às expectativas de estímulo, disse Lu Feng, vice-diretor da Escola Nacional de Desenvolvimento da Universidade de Pequim, um importante centro de estudos. Receoso de que os bancos não receberiam a mensagem, o PBOC ligou para alguns deles enquanto decidia dar a eles mais fundos. A mensagem do BC era: “Aqui estão mais fundos, mas usem com inteligência”, segundo um executivo do banco a par das conversas. Mesmo assim, em 24 de junho, a bolsa chinesa registrou sua maior queda diária em quase quatro anos, contribuindo para um declínio geral nas bolsas e commodities do mundo. Na reunião seguinte do Conselho de Estado, em 26 de junho, os líderes do país tentaram acalmar os mercados de novo, dizendo que tinham que “estabilizar” as expectativas dos mercados. As ações do BC e do Conselho de Estado ajudaram a baixar os custos de captação no interbancário chinês, com a taxa de recompra de sete dias indo de 11,62% ao ano em 20 de junho a 5,43%. Mas ela ainda está longe da faixa normal de 3% a 4%. Mas analistas esperam que ela continue alta como um alerta para os bancos reformarem suas práticas de empréstimos. (Colaboraram Yajun Zhang e Yang Jie.)
Título: Venda de carro importado segue em baixa Autor: Coluna: COMÉRCIO Nome do Veículo: DCI Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: A9 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Bolsa desaba 4,24% e renova a mínima de pontos do ano Autor: Coluna: TABELAS DE MERCADOS Nome do Veículo: DCI Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B5 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Concessionárias de veículos esperam cenário desafiador para o 2º semestre Autor: FSP Coluna: GRANA Nome do Veículo: AGORA SÃO PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: A11 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Venda de veículos sobe 4,8% Autor: Alberto Alerigi Jr. Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: JORNAL DO COMMERCIO BRASIL Cidade: RIO DE JANEIRO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: A2 Estado: RJ Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Economia
Editores // Jorge Chaves
Pedro Argemiro
A-2 • Jornal do Commercio • Quarta-feira, 3 de julho de 2013
IBGE
Indústria recua 2% em maio Resultado foi influenciado pela queda da produção de bens de capital e elimina parte da expansão de 2,6% acumulada em março e abril. Frente a igual mês de 2012, houve crescimento de 1,4%, menos intenso que os 8,4% registrados no mês anterior » OSNI ALVES
A
produção industrial brasileira recuou 2% em maio deste ano ante o mês anterior, já descontadas as influências sazonais, e eliminou, assim, parte da expansão de 2,6% acumulada nos meses de março e abril. Trata-se da queda mais elevada desde fevereiro (-2,3%), de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física (PIM-PF) divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio pior do que o esperado por analistas de mercado e refletiu especialmente a queda nos bens de capital, o que esfria as expectativas de uma recuperação mais sólida do setor. "Há um comportamento de maior volatilidade este ano. A variável nova é a componente dos estoques acumulados. Há aumento no nível de estoque e isso pode estar na base da redução de ritmo em maio", explicou o gerente da Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo, responsável pela pesquisa. Segundo o economista, além dos estoques maiores, ocorreram também mais importações, mas como a demanda não está acompanhando no mesmo ritmo, isso contribui para acumulação de estoques e para "a industria segurar seu ritmo". Frente a maio do ano passa-
do, a produção registrou expansão de 1,4%, segunda taxa positiva consecutiva nesse tipo de comparação, mas bem menos intensa que a observada no mês anterior (8,4%). Com isso, no acumulado dos primeiros cinco meses do ano, o setor avançou 1,7% ante igual período de 2012. Macedo informou que a taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao recuar 0,5% em maio, apresentou clara redução no ritmo de queda frente às marcas registradas em março (-2%) e abril (1%). “O índice de média móvel trimestral mostrou variação de 0,2%”, disse, acrescentando que a queda no ritmo da atividade industrial em maio ocorreu de forma generalizada, atingindo a maioria (20) dos 27 ramos industriais. Com o resultado de maio, a produção ficou 3,8% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. O economista o IBGE afirmou a segunda taxa positiva consecutiva obtida em maio frente a igual mês do ano passado aconteceu mesmo com a influência do efeito calendário, uma vez que em 2013 o mês teve um dia útil a menos que em 2012. “No índice acumulado nos cinco primeiros meses de 2013, em que a indústria intensificou o ritmo frente ao fechamento do primeiro trimestre do ano (-0,5%), também houve
dois dias úteis a mais neste ano, na comparação com igual período de 2012”, ressaltou. Setores Todas as categorias de uso apresentaram queda na comparação mensal, sendo a pior entre os bens de capital, com recuo de 3,5%, interrompendo quatro meses de resultados positivos consecutivos, período em que acumulou expansão de 15,3%, segundo o IBGE. Esse resultado, segundo analistas, é preocupante, uma vez que a categoria reflete os investimentos. Para o econo-
mista-chefe do Espírito Santo Investment, Jankiel Santos, essa queda chama a atenção, principalmente porque o investimento deveria ser o "novo motor" da economia. "É prepocupante, porque é reflexo de investimento. Vinha tendo alguma flutuação, mas não tão forte. Desta vez foi um recuo bastante importante e fica dúvida: será que foi só caminhão no primeiro trimestre e agora não tem mais?", argumentou Santos, referindo-se à produção de caminhões, que faz parte dos bens de capital. Ainda sim, os bens de capital lideram o crescimento anual,
com taxa de 12,5%. O governo vem defendendo que quer fazer dos investimentos o principal indutor do Produto Interno Bruto (PIB) daqui para frente, e não mais o consumo. A alta em bens de capital, que foi 9,7% no primeiro trimestre do ano, passou para 13,3% nos cinco primeiros meses de 2013, enquanto em bens de consumo duráveis passou de 1,3% para 4,6%, impulsionados em grande parte pela maior produção de automóveis. Para Macedo, do IBGE, o fato de os estoques terem crescido em maio também impactou no resultado dos investimentos, mas ele acha cedo para falar sobre inversão de tendência, sendo prudente esperar os números de junho. O segmento de bens intermediários (de -1,1% para 0,2%) também registrou taxa positiva no acumulado janeiromaio, enquanto o setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis (de -3,6% para 1%), mesmo reduzindo a intensidade da queda entre os dois períodos, permaneceu com resultado negativo no índice acumulado no ano. Nos ramos de atividade, dos quais 20 dos 27 pesquisados apresentaram queda mensal, o destaque negativo ficou com alimentos (-4,4%), máquinas e equipamentos (-5%) e veículos automotores (-2,9%). Juntos, os setores de ali-
mentos e veículos representam quase um quarto da produção nacional. No caso de alimentos, a inflação mais alta este ano vem afetando a demanda e, consequentemente, a produção, segundo o IBGE. "A redução de exportações e a desaceleração da economia mundial também ajudam", completou Macedo. Já a atividade de veículos foi impactada pela menor produção de caminhões. Na ponta oposta, mostraram avanço bebidas (4,8%), refino de petróleo e produção de álcool (1,6%) e metalurgia básica (1,1%). Iedi Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), a retração da produção industrial em maio não reverte a trajetória anterior, ou seja, a tendência ainda é de crescimento, embora modesto. Em nota, a entidade afirma que maio pode ser caracterizado como um mês de ajuste de estoques, ou ainda, um mês que deixou claro que há um ciclo de estoques em diferentes ramos da indústria nacional, do qual não se sabe ao certo a duração, mas que poderá levar a oscilações da produção nos próximos meses. Para 2013, na avaliação do Iedi, a expectativa para a indústria é de crescimento em torno de 2,5%. (Com agências)
CNI
FENABRAVE
Medo do desemprego cresce 3,3% em junho
Venda de veículos sobe 4,8%
DA AGÊNCIA ESTADO
O Índice de Medo do Desemprego (IMD) aumentou 3,3% em junho de 2013 na comparação com março de 2013. O dado está presente na pesquisa "Termômetros da Sociedade Brasileira", realizada trimestralmente e divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Ainda assim, a entidade lembra que apesar de registrar aumento em junho, o medo do desemprego mantém-se em patamar historicamente baixo. A CNI adverte, contudo, que mesmo com o aumento em junho, o Índice de Medo do Desemprego está 4,6% abaixo do registrado em igual mês do ano passado. O medo do desemprego aumentou mais em junho na região Norte/CentroOeste (considerada uma re-
gião única pela pesquisa), onde cresceu 13,2%. No Nordeste, o índice caiu 1,1%. A pesquisa foi realizada com 2.002 pessoas em 143 municípios, entre os dias 8 e 11 de junho. A CNI alerta que o Índice de Satisfação com a Vida (ISV) diminuiu 1,5% de março para junho, a terceira queda seguida no indicador. O maior recuou, de 5%, foi registrado entre os entrevistados que ganham mais de dez salários mínimos. A satisfação com a vida só melhorou entre as pessoas que recebem até um salário mínimo. Nessa faixa da população, o índice aumentou 2,9% em junho na comparação com março. A soma desse dois indicadores – IMD e ISV – leva à interpretação de que os brasileiros estão mais preocupados com o emprego e menos satisfeitos com a vida.
Saques do FGTS aumentam 17% DA REDAÇÃO
O aumento da taxa de desemprego começa a bater no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que, em maio, sofreu saques 17,05% maiores ante igual mês do do ano passado. Ao todo, foram R$ 6,69 bilhões retirados do Fundo, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Desse total, R$ 4,39 bilhões correspondem a demissão sem justa causa, o equivalente a 64,88% das reti-
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radas feitas no mês. Com a recuperação da economia ainda em ritmo frustrante, empresários que adiaram demissões no ano passado em função dos custos não conseguiram garantir mais a manutenção desses postos de trabalho. A cada mês, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de desocupados cresce. De dezembro a abril essa taxa avançou de 4,6%, o menor nível histórico, para 5,8%.
» ALBERTO ALERIGI JR. DA AGÊNCIA REUTERS
O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo. Apesar dos concessionários apurarem crescimento de cerca de 4,8% nas vendas de veículos de janeiro a junho, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses. "Minha maior preocupação são os juros. É de se esperar que o critério de aprovação de financiamentos bancários fique mais severo por causa da inflação e da alta dos juros e do câmbio (desvalorização do real contra o dólar)", afirmou ontem o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez, que assessora a Fenabrave, citou risco de aumento da inflação
por causa da desvalorização do real, cenário que impulsiona a expectativa de juros do País para "9,5% ou até aos dois dígitos" até o final do ano. As vendas de veículos no primeiro semestre somaram 1,798 milhão de unidades, excluindo motocicletas e implementos rodoviários, ante 1,716 milhão em igual período de 2012. Apenas em junho, o setor apurou emplacamentos de 318,6 mil unidades, crescimento de 0,76% sobre maio, mas queda de 9,8% sobre um ano antes. Segundo Meneghetti, apesar das manifestações que atingiram grandes capitais do País em junho, o desempenho da comercialização de veículos no interior do Brasil ajudou a compensar quedas nos grandes centros. O recuo na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas. A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia
útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. No semestre, a média foi de 13.998 unidades, acima das 13.164 da primeira metade de 2012. Meneghetti afirmou que o setor não deverá repetir fortes taxas de crescimento mensal verificadas no ano passado, diante da diluição do efeito da redução do IPI desde o fim de maio de 2012. Caminhões A Fenabrave estima que as vendas de carros e comerciais leves em 2013 cresçam 3,3%, para 3,754 milhões de unidades. Já a perspectiva para caminhões é de expansão de 10%, a 151.488 veículos. O presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., afirmou que os caminhões pesados, veículos capazes de transportar mais de 30 toneladas de carga, estão praticamente todos comercializados até o final do ano e devem mostrar crescimento de participação no total de vendas do segmento, para 36% ante média de cerca de 25% nos últimos cinco anos.
Segundo Assumpção Jr., a expansão nas vendas de caminhões pesados, item bastante voltado a investimento expresso em formação bruta de capital fixo, está sendo puxada pelo agronegócio, que atravessa período de safra recorde, e por demanda de transporte de material de construção. Já o segmento de motocicletas segue apresentando quedas na comparação anual. As vendas de veículos da categoria acumularam queda de 11,8% no primeiro semestre, para 748,25 mil unidades. No ranking de vendas. a Fiat encerrou junho com vendas de 63.847 veículos, equivalentes a 21,08% do mercado e mantendo a primeira posição. Enquanto isso, a Volkswagen teve vendas de 58.749 unidades, uma fatia de 19,4%. A General Motors registrou licenciamentos de 55.484 veículos, ou 18,32% do mercado, seguida pela Ford, com 28.728 unidades. A Renault veio na sequência, com vendas de 20.018 veículos em junho, seguida pela Hyundai, com emplacamentos de 15.887 unidades.
CLASSIFICAÇÃO
Fitch mantém ratings da Vale DA AGÊNCIA ESTADO
A Fitch manteve os ratings da Vale em BBB+, para IDR (Issuer Default Rating) em moeda estrangeira e local. O rating de longo prazo também foi afirmado em AAA (bra), assim como as debêntures em reais. A agência de classificação de risco mantreve os IDRs em moeda estrangeira, em BBB+, da Vale Overseas Limited e da Vale Canada Limited, com perspectiva estável.
Segundo a Fitch, os ratings refletem o forte balanço da mineradora, a estrutura de capital conservadora e o sólido CFFO (fluxo de caixa operacional). "A Vale gerou US$ 18,6 bilhões de Ebitda e US$ 16,6 bilhões de CFFO em 2012. Estes números ficaram significativamente abaixo do Ebitda e da geração de CFFO da companhia em 2011, de US$ 33,8 bilhões e US$ 24,5 bilhões." A agência enfatiza, porém,
que a redução no fluxo de caixa foi ocasionada pelo recuo nos preços médios do minério de ferro, fato compensado pela redução de dividendos e recompra de ações. O ambiente é desafiador para a Vale, de acordo com a Fitch, já que o lucro depende das vendas de minério de ferro e do mercado chinês. "O negócio de minerais ferrosos da companhia respondeu por mais de 90% do Ebitda em
2012, enquanto a China foi seu principal mercado para minério de ferro, respondendo por 49% das vendas", detalhou a agência, complementando: "Os consideráveis investimentos da Vale em níquel, carvão, fertilizantes e cobre atenuarão apenas parcialmente o impacto do aumento global de capacidade de mineração de minério de ferro". Mais rating na página A-5
Título: Fenabrave espera mais rigor dos bancos Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: JORNAL DO COMMERCIO BRASIL Cidade: RIO DE JANEIRO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 1 Estado: RJ Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
BR ASIL
R$ 2,00
FUNDADO EM 1º DE OUTUBRO DE 1827 - ANO CLXXXVI - N 0 187
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QUARTA-FEIRA, 3 DE JULHO DE 2013
A EXECUTIVA NACIONAL DO PMDB propôs ontem a redução do número de ministérios na Esplanada. O partido terá de cortar na própria carne para que a sugestão seja acatada e colocou seus cargos à disposição por meio de nota divulgada pela bancada da Câmara. O vice-presidente da República, Michel Temer, admitiu que a redução do ministeriado seria positiva. A-7 WILSON DIAS/ABR
RARO TRANSTORNO GENÉTICO neuromuscular, de natureza metabólica, que afeta progressivamente a capacidade de locomoção do paciente, a doença de Pompe é hipótese a ser investigada em quadros de fraqueza nos músculos. B-9
Indústria brasileira segue sem conseguir engrenar Contrariando as expectativas de quem identificava sinais de retomada da atividade do parque fabril brasileiro, a produção industrial recuou 2% em maio, ante o mês anterior, já descontadas as influências sazonais, e eliminou, assim, parte da expansão de 2,6% acumulada em março e abril. Trata-se da queda mais elevada desde fevereiro (-2,3%), de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física (PIM-PF), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A variável nova é a componente dos estoques acumulados. Há aumento no nível de
estoques e isso pode estar na base da redução de ritmo em maio, explicou o gerente da Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo, responsável pela pesquisa. Segundo o economista, além dos estoques maiores, ocorreram também mais importações. O resultado desfavorável veio com o agravante de estar baseado principalmente no desempenho ruim de bens de capital, tornando mais difícil vislumbrar uma expansão significativa nos investimentos, que deveriam ser o motor da economia interna, ainda longe de uma recuperação consistente. A-2
FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE
Marcia PELTIER Marcello Dantas é o curador da primeira exibição de Bill Viola na Argentina.A-14
CONJUNTURA FUSÕES REGISTRAM MENOR ATIVIDADE EM OITO ANOS. A-3
AVIAÇÃO DREAMLINER CHEGA AO BRASIL COM A ETHIOPIAN AIRLINES. B-4
Em busca de vida nova A despeito do risco de default, agravado pelo anúncio de inviabilidade comercial de quatro campos de petróleo e pela queda vertiginosa das ações da companhia na Bovespa, o discurso dentro da OGX, petroleira do Grupo EBX, de Eike Batista (foto), é de vida nova, com foco em recentes descobertas na Bacia de Campos e em blocos com elevado potencial exploratório adquiridos na 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Fontes acreditam que o empresário tentará salvar a OGX vendendo ativos de empresas do EBX. Em mais um dia de revés, os papéis da OGX despencaram 19,64%, sendo cotados a R$ 0,45. B-3
Bolsa não suporta ambiente ruim e desaba 4,24% A desconfiança cada vez maior dos investidores, especialmente dos estrangeiros, com os rumos da economia brasileira provocou ontem um estrago na Bolsa de Valores de São Paulo. O Ibovespa, principal índice de ações do País, fechou em queda de 4,24%, maior perda percentual desde 22 de setembro de 2011, e encerrou o pregão nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009. Diversos profissionais atribuíram o resultado ao "conjunto da obra", ou seja, ao cenário difícil no País, aliado ao pânico provocado pela derrocada das empresas do Grupo EBX, de Eike Batista. "Foi um pouco de tudo. Produção industrial mais fraca, plebiscito, reformas, manobras fiscais do governo, tudo entrou na conta", resumiu Hersz Ferman, da Elite Corretora, ao citar o desconforto do investidor com a situação da economia. Com inflação alta, dólar em elevação e, agora, preocupação política, formou-se um ambiente inquietante, pouco propício à compra de ações. B-1 eB-2
LOJISTAS VENDAS DE VINHO DEVEM SUBIR 30% NESTE INVERNO. B-10
CIÊNCIA&TECNOLOGIA SABEDORIA É MAIOR EM GRUPOS SOCIAIS NUMEROSOS. B-8
Base aliada quer dar o troco ao Planalto Parlamentares de partidos da base do governo na Câmara dos Deputados e no Senado resolveram dar o troco após a decisão da presidente da República, Dilma Rousseff, de propor a realização de plebiscito para a reforma política. Eles estão dis-
postos a patrocinar um revide, que terá sua partida hoje ao meio-dia: em sessão do Congresso, no plenário da Câmara, serão lidos vetos presidenciais a itens de projetos que, sancionados, se transformaram em lei. O Parlamento terá agora 30 dias pa-
ra derrubar ou manter os vetos. A Justiça Eleitoral fixou o prazo de 70 dias como o mínimo necessário para que o plebiscito seja realizado, a partir da data em que o Congresso promulgar o decreto legislativo convocando a consulta popular. A-6 e A-7
BRASIL S/A Com bolha nos pés
ELZA FIÚZA/ABR
A-3
ENTRELINHAS Dizer versus fazer A-4
BRASÍLIA/DF A base na fogueira A-7
EDITORIAL Inconveniente e desnecessário A-12
Fenabrave espera mais rigor dos bancos ASSINATURAS E ATENDIMENTO AO LEITOR
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O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com uma perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e a instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo. Apesar de os concessionários terem apurado alta de 4,8% nas vendas de veículos de janeiro a junho, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses, segundo o presidente da entidade, Flavio Meneghetti. A-2
Taxa de retorno do trem-bala vai ficar mesmo em 7% A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) confirmou ontem a data para o leilão do Trem de Alta Velocidade (TAV ) entre Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, em 19 de setembro. "O vencedor virá do maior valor da outorga pago ao governo, de no mínimo R$ 68,08 por quilômetro rodado pela composição", explicou Hélio Mauro França, diretor da EPL. A taxa interna de retorno do investimento foi confirmada em 7%, seguindo orientação do Tesouro Nacional e contrariando a expectativa da própria EPL, que apostava em 8,5%. "O percentual refletiu uma série de variáveis que foram atualizados, desde o risco próprio do negócio ao do País", acrescentou França. Com isso, os investidores no trem-bala terão retorno abaixo do válido para as concessões rodoviárias. A-4
Título: Vendas de veículos fecham semestre com alta de 4,6% Autor: Andréa Ciaffone Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: SANTO ANDRÉ País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Título: Soberano Gol já domina vendas em 2013 Autor: Lukas Kenji Coluna: AUTOMÓVEIS Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: SANTO ANDRÉ País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Título: Veículos vendem bem, mas setor teme juros altos Autor: Reuters Coluna: BRASIL Nome do Veículo: BRASIL ECONÔMICO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Quarta-feira, 3 de julho, 2013 Brasil Econômico 9 Junko Kimura/Bloomberg
TREM BALA
Governo reduz valor mínimo de outorga Em mais um esforço para atrair investidores, o governo reduziu em 3,2% o valor mínimo da outorga que terá que ser paga pelos interessados no projeto do trem-bala que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. O valor caiu de R$ 70,31 para R$ 68,08 por quilômetro rodado, segundo alteração no edital divulgada ontem no site da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Reuters
Murillo Constantino
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO AVISO DE ADIAMENTO PREGÃO ELETRÔNICO/SRP Nº. 21/2013 Comunicamos o adiamento do pregão eletrônico em epígrafe - P.A. 26.037/2013 – UASG 080022- Objeto: REGISTRO DE PREÇOS para futura e eventual aquisição de nobreaks para este Regional Trabalhista. Nova data da Sessão: 18.07.2013, às 10h00. Local, Informações/cópias do Edital: Av. da Paz, 2076, sl. 603, Centro, Maceió-AL – Tel.: (82) 2121-8182. Das 08h às 14h ou sites www.trt19.jus.br, www.comprasnet.gov.br. Maria Nely Duarte Ribeiro Pregoeira
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PROCESSO Nº E-09-094/161/2013 PREGÃO ELETRÔNICO: 039/2013-FUSPOM - Tipo Menor Preço Global por Item. OBJETO: Registro de Preços para aquisição futura de Medicamentos para os Settores de Farmácia das Unidades de Saúde da Corporação. REALIZAÇÃO: 19.07.2013 - 10:00 horas. ENDEREÇO ELETRÔNICO: https:// https://www.compras.rj.gov.br (nº 039/2013) INFORMAÇÕES: Rua Evaristo da Veiga, nº 78 – Centro – Rio de Janeiro. TEL.: (21)2333-2709 FAX: (21)2333-2708 Q.G. – DL-3/FUSPOM
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Em junho, foram emplacados 318,6 mil veículos novos, um crescimento de 0,76% sobre maio
Veículos vendem bem, mas setor teme juros altos Inflação e crédito caro para compra de carro novo preocupam a Fenabrave, apesar da alta de 4,8% nas vendas em 2013 O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com uma perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo. Apesar de os concessionários apurarem um crescimento de cerca de 4,8% nas vendas de veículos de janeiro a junho, a associação que representa o setor, Fenabrave, espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses. "Minha maior preocupação são os juros. É de se esperar que o critério de aprovação de financiamentos bancários fique mais severo por causa da inflação e da alta dos juros e do câmbio (desvalorização do real contra o dólar)", afirmou ontem o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez,
No primeiro semestre, as vendas de veículos somaram 1,798 milhão de unidades. Vendas no Interiorm, em junho, compensaram movimento mais fraco nas capitais, por causa dos protestos de rua
que assessora a Fenabrave, citou risco de aumento da inflação devido à desvalorização do real, cenário que impulsiona a expectativa de juros do país para "9,5% ou até aos dois dígitos" até o final do ano. As vendas de veículos no primeiro semestre somaram 1,798 milhão de unidades, excluindo motocicletas e implementos rodoviários, ante 1,716 milhão no mes-
mo período de 2012. Apenas em junho, o setor apurou emplacamentos de 318,6 mil unidades, crescimento de 0,76% sobre maio, mas queda de 9,8% sobre um ano antes. Segundo Meneghetti, apesar das manifestações que atingiram grandes capitais em junho, o desempenho das vendas no interior do a compensar as quedas nos grandes centros. Já a queda na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas de veículos. A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. Reuters
PROCESSO Nº E-09-094/162/2013 PREGÃO ELETRÔNICO: 040/2013-FUSPOM - Tipo Menor Preço Global por Item. OBJETO: Registro de Preços para aquisição futura de Medicamentos para os Setores de Farmácia das Unidades de Saúde da Corporação. REALIZAÇÃO: 17.07.2013 - 10:00 horas. ENDEREÇO ELETRÔNICO: https:// https://www.compras.rj.gov.br (nº 040/2013) INFORMAÇÕES: Rua Evaristo da Veiga, nº 78 – Centro – Rio de Janeiro. TEL.: (21)2333-2709 FAX: (21)2333-2708 Q.G. – DL-3/FUSPOM
SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA DE LOGÍSTICA EDITAL
PROCESSO Nº E-09-094/123/2013 PREGÃO ELETRÔNICO: 041/2013-FUSPOM - Tipo Menor Preço Global por Item. OBJETO: Registro de Preços para aquisição futura de Medicamentos para os Setores de Farmácia das Unidades de Saúde da Corporação. REALIZAÇÃO: 22.07.2013 - 10:00 horas. ENDEREÇO ELETRÔNICO: https:// https://www.compras.rj.gov.br (nº 041/2013) INFORMAÇÕES: Rua Evaristo da Veiga, nº 78 – Centro – Rio de Janeiro. TEL.: (21)2333-2709 FAX: (21)2333-2708 Q.G. – DL-3/FUSPOM
ATO AVISO DE LICITAÇÃO TOMADA DE PREÇOS N.º 041/2013 Objeto: Prestação de Serviço de Engenharia para Reforma das Instalações da Medicina do Trabalho da EMGEPRON conforme os Apêndices I e II do Anexo A - Projeto Básico. Total de Itens Licitados:0001. Edital: 03/07/2013 de 08h às 12h e de 13h às 17h. ENDEREÇO: www.emgepron.com.br ou www.emgepron.mar.mil.br. Entrega das Propostas: 19/07/2013 às 09h30. Endereço: Ilha das Cobras, Edifício Raphael de Azevedo Branco – Centro – Rio de Janeiro - RJ. MARCO ANTONIO COSTA OLIVEIRA Presidente da Comissão de Licitação
Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: EMPRESAS & NEGÓCIOS Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 3 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Neste ano, 1,7 milhão de veículos vendidos Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: DIÁRIO DO COMÉRCIO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 15 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Vendas de carros crescem cerca de 5% no semestre Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: CORREIO POPULAR Cidade: CAMPINAS País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B2 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde setembro de 2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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/Economia Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde setembro de 2011
Forte perda das empresas de Eike e dados fracos da indústria e do comércio pressionaram o Ibovespa 02 de julho de 2013 | 18h 05
A dificuldade prossegue na Bovespa neste começo de segundo semestre, depois da queda acumulada superior a 20% nos primeiros seis meses do ano. A Bovespa despencou nesta terça-feira, 2, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos e na sequência de leve baixa no pregão anterior. A situação de OGX e, por tabela das demais empresas X, os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. A percepção se agravou quando Wall Street virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando havia se desvalorizado 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). No mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, de 25,8%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. Os dados são preliminares. Segundo profissionais de renda variável, o cenário interno está debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal questionada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse quadro, a deterioração das empresas do grupo X, os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazer de ações de companhias brasileiras. De acordo com o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas ouvidos pelo AE Projeções. A avaliação corrente é que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio. Na Bovespa, a venda de papéis foi generalizada e apenas duas ações do principal índice fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao escorregar 19,64%, cotada a R$ 0,45. Mais cedo, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco Standard & Poor''s reduziu o rating da companhia de B- para CCC, com perspectiva negativa. MMX ON caiu 17,29%, a segunda maior baixa do Ibovespa, seguida por LLX ON, com
perda de 11,24%. Dentre as blue chips, Petrobrás ON perdeu 3,94% e a PN cedeu 4,76%. Vale ON teve baixa de 3,36% e a PNA recuou 4,33%. No exterior, as Bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
Título: Bolsa de Valores de São Paulo cai 4,2%, maior queda porcentual desde 2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DO COMÉRCIO (RS) Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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MERCADO FINANCEIRO 02/07/2013 - 18h09min
Bolsa de Valores de São Paulo cai 4,2%, maior queda porcentual desde 2011 A dificuldade prossegue na Bovespa neste começo de segundo semestre, depois da queda acumulada superior a 20% nos primeiros seis meses do ano. A Bovespa despencou nesta terça-feira (2), chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos e na sequência de leve baixa no pregão anterior. A situação de OGX e, por tabela das demais empresas X, os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. A percepção se agravou quando Wall Street virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando havia se desvalorizado 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). No mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, de 25,8%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. Os dados são preliminares. Segundo profissionais de renda variável, o cenário interno está debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal questionada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse quadro, a deterioração das empresas do grupo X, os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazer de ações de companhias brasileiras. De acordo com o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas ouvidos pelo AE Projeções. A avaliação corrente é que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio. Na Bovespa, a venda de papéis foi generalizada e apenas duas ações do principal índice fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao escorregar 19,64%, cotada a R$ 0,45. Mais cedo, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco Standard & Poor"s reduziu o rating da companhia de B- para CCC, com perspectiva negativa. MMX ON caiu 17,29%, a segunda maior baixa do Ibovespa, seguida por LLX ON, com perda de 11,24%. Dentre as blue chips, Petrobras ON perdeu 3,94% e a PN cedeu 4,76%. Vale ON teve baixa de 3,36% e a PNA recuou 4,33%. No exterior, as Bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norteamericano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
Título: Juros recuam após produção industrial fraca em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O DIÁRIO DE MARINGÁ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Economia
SÃO PAULO
Publicado em: 02/07/2013 16:51|Atualizado em: 02/07/2013 16:51
Juros recuam após produção industrial fraca em maio Márcio Rodrigues Diante do intenso recuo da produção industrial em maio, do resultado fraco das vendas de veículos em junho e da mudança nos compulsórios para recursos a prazo promovida na noite de segunda-feira, 1, pelo Banco Central, os juros futuros tiveram mais um dia de baixa. Os temores em relação à inflação pressionada deram lugar às preocupações com mais um ano de crescimento fraco da economia brasileira. Além disso, o mercado externo piorou à tarde e os juros dos Treasuries também passaram a cair, o que aprofundou o recuo das taxas futuras, sobretudo nos vencimentos mais longos da curva a termo. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para outubro de 2013 (81.325 contratos) estava em 8,43%, de 8,46% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2014 (189.920 contratos) marcava 8,84%, ante 8,95% ontem. O vencimento para janeiro de 2015 (345.950 contratos) indicava taxa de 9,67%, ante 9,90% na véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (183.785 contratos) apontava 10,81%, ante 10,99% ontem. O DI para janeiro de 2021 (8.555 contratos) estava em 11,09%, de 11,29% no ajuste anterior. Logo cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial brasileira caiu 2% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. O resultado veio abaixo do piso das estimativas coletadas pelo AE Projeções, de -1,70%. A retração da indústria foi generalizada, atingindo 20 dos 27 ramos pesquisados, incluindo bens de capital. Também hoje, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) anunciou que as vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% ante as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% em relação ao total de 300.596 veículos de maio. Vale destacar, porém, que o mês de junho do ano passado foi o primeiro com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012. O estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno, chamou atenção para a mudança das regras para os depósitos compulsórios de recursos a prazo. "Na prática, antecipar a remuneração dos compulsórios dos recursos a prazo é instrumento adicional para conter a demanda doméstica", observou, salientando que isso pode reduzir a oferta de crédito. A normalização da remuneração dos depósitos a prazo será antecipada para este mês e o prazo de término será em março do ano que vem. Em dezembro de 2011, o BC deixou de remunerar a integralidade desses recolhimentos como forma de dar estímulo à transferência de liquidez de instituições de grande porte para instituições menores canalizando mais R$ 46 bilhões. Agora, a avaliação é a de que essa regra alcançou sua maturidade "após produzir os efeitos desejados", segundo o BC. No exterior, os dados norte-americanos vieram mistos, mas a expectativa pelo relatório de emprego dos EUA, a ser divulgado na sexta-feira, 5, recolocou a cautela nas mesas de operação.
Título: Vendas de veículos sobem 0,8% de maio para junho, informa Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BRASÍLIA EM TEMPO REAL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Quem está mais preparado para disputar a Presidência da República em 2014? Aécio Neves (PSDB) Dilma Rousseff (PT) Eduardo Campos (PSB) Marina Silva (RS)
02/07/2013 15h00m
Deu no Valor On Line
Vendas de veículos sobem 0,8% de maio para junho, informa Fenabrave As vendas de veículos novos no país atingiram 318,6 mil unidades em junho, 9,8% abaixo do mesmo período do ano passado, mas 0,8% a mais do que os 316,2 mil automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus emplacados em maio. Com isso, o mercado fechou o primeiro semestre com 1,8 milhão de veículos vendidos, marcando alta de 4,8% na comparação anual, segundo informou nesta terça-feira a Fenabrave, entidade que abriga as concessionárias de carros. O setor manteve um forte ritmo no mês passado. Só no segmento de carros de passeio e utilitários leves, foram emplacadas 302,9 mil unidades. Mesmo com um dia útil a menos de venda, o volume ficou levemente acima de maio, que já tinha sido um mês positivo, com 300,6 mil unidades vendidas. Contudo, na comparação com junho do ano passado, quando foram vendidos 340,7 mil carros e utilitários leves, houve queda de 11,1% nesse segmento. Esse recuo, no entanto, já era esperado porque, a partir de agora, a base de comparação passa a ser mais forte. Em junho do ano passado, as vendas haviam disparado por conta do anúncio de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), feito pelo governo no mês anterior. Os descontos chegavam a zerar a alíquota dos automóveis populares. Na briga das marcas, a Fiat liderou o mercado no mês passado, com participação de 21,1% sobre o total vendido. Na sequência, aparecem Volkswagen (19,4%), General Motors (18,3%) e Ford (9,5%). O balanço da Fenabrave também mostra que o mercado de caminhões segue em recuperação, com 13,1 mil unidades emplacadas em junho, 22,3% a mais do que no ano passado. Na comparação com maio, a alta foi de 2,9%. Esse mercado é liderado pela Volkswagen, cuja participação de mercado foi de 25,5% em junho. A Mercedes-Benz ocupa o segundo lugar no segmento, respondendo por 24,7% das vendas no mês passado. Carros Novos/Usados Aqui
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DE CANOAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Notícias Economia Economia - 02/07/2013 12h47 Atualizado em 02/07/2013 12h49
Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave O número de veículos licenciados no ano foi 4,62% superior ao mesmo período de 2012
Agência Brasil
Brasília - As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de nesta terça-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
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Título: Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de autos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O DIÁRIO DE MARINGÁ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Economia
SÃO PAULO (AE)
Publicado em: 02/07/2013 11:16|Atualizado em: 02/07/2013 11:16
Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de autos Gustavo Porto A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores e a MB Associados revisaram para cima a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves em 2013 sobre 2012. A estimativa deste mês aponta que as vendas destes veículos somem 3,754 milhões de unidades este ano, alta de 3,3% sobre 2012, ante uma perspectiva anterior, feita em março, de crescimento de 2,6% entre os períodos, para 3,729 milhões de veículos. A Fenabrave e a MB Associados reduziram, no entanto, de 15% para 10,53%, a previsão de aumento nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano, ante estimativa anterior de 192.557 unidades na previsão de março. O mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012, ante uma previsão anterior de crescimento de 3,15%, para 3,922 milhões de veículos comercializados. Motos - Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas foi revertida pela Fenabrave e pela consultoria. Até março, a expectativa era de um crescimento de 3,7% nos emplacamentos, para 1,698 milhão de unidades. Mas o desempenho ainda negativo do setor fez com que a estimativa deste mês aponte para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave aponta que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 deverá crescer 1,93%, para 5,54 milhões de unidades. A previsão de março apontava para um aumento de 3,31%, para 5,619 milhões de veículos entre os períodos.
Título: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas de automóveis para este ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CORREIO DE UBERLÂNDIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Quarta-feira, 3 de Julho de 2013
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Fenabrave mantém previsão de alta em vendas de automóveis para este ano Agência Estado Tw eetar
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano
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Vendas de veículos têm alta de 21% em março, aponta Fenabrave
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE VITÓRIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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2/7/2013 às 15h38 - Atualizado em 2/7/2013 às 15h38
Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Agência Brasil Redação Folha Vitória
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São Paulo - As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
Título: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE VITÓRIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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2/7/2013 às 16h25 - Atualizado em 2/7/2013 às 16h25
Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Estadão Conteúdo Redação Folha Vitória
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São Paulo - A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2012. A estimativa ainda aponta que as vendas desses veículos devem somar 3,754 milhões de unidades em 2013, alta de 3,3% sobre 2012. A Fenabrave e a MB Associados preveem ainda um crescimento de 10,53% nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano. O mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012. Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas sinaliza para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave espera que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 cresça 1,93%, para 5,54 milhões de unidades.
Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE VITÓRIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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2/7/2013 às 15h17 - Atualizado em 2/7/2013 às 15h17
Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Estadão Conteúdo Redação Folha Vitória
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São Paulo - Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
Título: Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: REUTERS BRASIL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio terça-feira, 2 de julho de 2013 15:24 BRT
SÃO PAULO, 2 Jul (Reuters) - O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com uma perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo. Apesar dos concessionários apurarem um crescimento de cerca de 4,8 por cento nas vendas de veículos de janeiro a junho, a associação que representa o setor, Fenabrave, espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses. "Minha maior preocupação são os juros (...) é de se esperar que o critério de aprovação de financiamentos bancários fique mais severo por causa da inflação e da alta dos juros e do câmbio (desvalorização do real contra o dólar)", afirmou o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, nesta terçafeira. A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez, que assessora a Fenabrave, citou risco de aumento da inflação por causa da desvalorização do real, cenário que impulsiona a expectativa de juros do país para "9,5 por cento ou até aos dois dígitos" até o final do ano. As vendas de veículos no primeiro semestre somaram 1,798 milhão de unidades, excluindo motocicletas e implementos rodoviários, ante 1,716 milhão no mesmo período de 2012. Apenas em junho, o setor apurou emplacamentos de 318,6 mil unidades, crescimento de 0,76 por cento sobre maio, mas queda de 9,8 por cento sobre um ano antes. Segundo Meneghetti, apesar das manifestações que atingiram grandes capitais do país em junho, o desempenho das vendas de veículos no interior do Brasil ajudou a compensar quedas nos grandes centros. Já a queda na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas de veículos. A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. No semestre, a média foi de 13.998 unidades, acima das 13.164 da primeira metade de 2012. Ele afirmou que o setor não deverá repetir fortes taxas de crescimento mensal verificadas no ano passado, diante da diluição do efeito da redução do IPI desde o fim de maio de 2012. A Fenabrave estima que as vendas de carros e comerciais leves em 2013 cresçam 3,3 por cento, para 3,754 milhões de unidades. Já a perspectiva para caminhões é de expansão de 10 por cento, a 151.488 veículos. O presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., afirmou que os caminhões pesados, veículos capazes de transportar mais de 30 toneladas de carga, estão praticamente todos comercializados até o final do ano e devem mostrar crescimento de participação no total de vendas do segmento, a 36 por cento ante média de cerca de 25 por cento nos últimos
cinco anos. Segundo ele, a expansão nas vendas de caminhões pesados, item bastante voltado a investimento expresso em formação bruta de capital fixo, está sendo puxada pelo agronegócio, que atravessa período de safra recorde, e por demanda de transporte de material de construção. Já o segmento de motocicletas segue apresentando quedas na comparação anual. As vendas de veículos da categoria acumularam queda de 11,8 por cento no primeiro semestre, a 748,25 mil unidades. No ranking de vendas de automóveis e comerciais leves, a Fiat encerrou junho com vendas de 63.847 veículos, equivalentes a 21,08 por cento do mercado e mantendo a primeira posição. Enquanto isso, a Volkswagen teve vendas de 58.749 unidades, uma fatia de 19,4 por cento. A General Motors registrou licenciamentos de 55.484 veículos, ou 18,32 por cento do mercado, seguida pela Ford, com 28.728 unidades. A Renault veio na sequência com vendas de 20.018 veículos em junho, seguida pela Hyundai com emplacamentos de 15.887 unidades. (Por Alberto Alerigi Jr.) © Thomson Reuters 2013. All rights reserved. Users may download and print extracts of content from this website for their own personal and non-commercial use only. Republication or redistribution of Thomson Reuters content, including by framing or similar means, is expressly prohibited without the prior written consent of Thomson Reuters. Thomson Reuters and its logo are registered trademarks or trademarks of the Thomson Reuters group of companies around the world. Thomson Reuters journalists are subject to an Editorial Handbook which requires fair presentation and disclosure of relevant interests. Thomson Reuters journalists are subject to an Editorial Handbook which requires f air presentation and disclosure of relev ant interests.
Título: Juros recuam após produção industrial fraca em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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/AE Mercados Juros recuam após produção industrial fraca em maio
O vencimento para janeiro de 2015, o mais negociado, indicou taxa de 9,67%, ante 9,90% na véspera 02 de julho de 2013 | 16h 53
Diante do intenso recuo da produção industrial em maio, do resultado fraco das vendas de veículos em junho e da mudança nos compulsórios para recursos a prazo promovida na noite de segunda-feira, 1, pelo Banco Central, os juros futuros tiveram mais um dia de baixa. Os temores em relação à inflação pressionada deram lugar às preocupações com mais um ano de crescimento fraco da economia brasileira. Além disso, o mercado externo piorou à tarde e os juros dos Treasuries também passaram a cair, o que aprofundou o recuo das taxas futuras, sobretudo nos vencimentos mais longos da curva a termo. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para outubro de 2013 (81.325 contratos) estava em 8,43%, de 8,46% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2014 (189.920 contratos) marcava 8,84%, ante 8,95% ontem. O vencimento para janeiro de 2015 (345.950 contratos) indicava taxa de 9,67%, ante 9,90% na véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (183.785 contratos) apontava 10,81%, ante 10,99% ontem. O DI para janeiro de 2021 (8.555 contratos) estava em 11,09%, de 11,29% no ajuste anterior. Logo cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial brasileira caiu 2% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. O resultado veio abaixo do piso das estimativas coletadas pelo AE Projeções, de -1,70%. A retração da indústria foi generalizada, atingindo 20 dos 27 ramos pesquisados, incluindo bens de capital. Também hoje, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) anunciou que as vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% ante as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% em relação ao total de 300.596 veículos de maio. Vale destacar, porém, que o mês de junho do ano passado foi o primeiro com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012. O estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno, chamou atenção para a mudança das regras para os depósitos compulsórios de recursos a prazo. "Na prática, antecipar a remuneração dos compulsórios dos recursos a prazo é instrumento adicional para conter a demanda doméstica", observou, salientando que isso pode reduzir a oferta de crédito.
A normalização da remuneração dos depósitos a prazo será antecipada para este mês e o prazo de término será em março do ano que vem. Em dezembro de 2011, o BC deixou de remunerar a integralidade desses recolhimentos como forma de dar estímulo à transferência de liquidez de instituições de grande porte para instituições menores canalizando mais R$ 46 bilhões. Agora, a avaliação é a de que essa regra alcançou sua maturidade "após produzir os efeitos desejados", segundo o BC. No exterior, os dados norte-americanos vieram mistos, mas a expectativa pelo relatório de emprego dos EUA, a ser divulgado na sexta-feira, 5, recolocou a cautela nas mesas de operação.
Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AGÊNCIA BRASIL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo
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Marli Moreira Repórter da Agência Brasil São Paulo – Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justificase por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vicepresidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
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Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CORREIO BRAZILIENSE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano Agência Brasil Publicação: 02/07/2013 17:42 Atualização: São Paulo – Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuou em 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Leia mais notícias em Economia Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vicepresidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
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Título: Supersafra e construção civil provocam falta de caminhões Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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/Economia Supersafra e construção civil provocam falta de caminhões
Expansão no semestre foi de 7% e modelos pesados já começam a faltar, segundo associação de revendedores 02 de julho de 2013 | 13h 52
SÃO PAULO - O bom desempenho do setores agropecuário e de construção puxaram o crescimento dos veículos pesados no primeiro semestre. As vendas de caminhões tiveram crescimento de 7% de janeiro a junho, em comparação ao mesmo período do ano passado. No mês de junho, a alta foi de 22,3% sobre junho de 2012. A forte expansão já provoca a falta de caminhões para entrega em determinados modelos e regiões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A maior produta e onde já faltam caminhões para entrega imediata é na faixa com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre.
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"A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vicepresidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da
Fenabrave. Comerciais leves e automóveis. A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma ''blindagem'' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
Título: Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: REPORTER DIÁRIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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7/2/2013
Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades As vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% sobre as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% sobre total de 300.596 veículos de maio, informou nesta terça-feira, 2, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mês de junho do ano passado foi o primeiro mês com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012.
No primeiro semestre do ano foram comercializadas 1,708 milhão de unidades de autos e comerciais leves, alta de 4,62% sobre o acumulado de janeiro a junho de 2012, quando haviam sido emplacados 1,632 milhão de veículos.
Em junho deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 15.710 unidades, alta de 0,64% em relação a maio e avanço de 25,56% sobre junho de 2012. No primeiro semestre de 2013, as vendas desses veículos atingiram 91.162 unidades, alta de 8,06% sobre as 84.366 unidades de igual período de 2012.
Se forem somados motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, o total de veículos comercializados em junho de 2013 chegou a 457.225 unidades, uma queda de 0,65% sobre as 460.230 unidades de maio e baixa de 6,39% sobre os 488.457 veículos de junho de 2012.
No primeiro semestre deste ano, os emplacamentos totais de veículos somaram 2,628 milhões de unidades, uma leve queda, de 0,27%, em relação às 2,635 milhões unidades de janeiro a junho de 2012. © Copyright Repórter Diário
Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DO COMÉRCIO (RS) Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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VEÍCULOS 02/07/2013 - 17h55min
Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Agência Brasil Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuou em 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito "sazonal". "Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos", disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. "O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial", apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vice-presidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. "Temos chance de atingir os 150 mil", disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: POP Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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02/07/2013 - 13:49h
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Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis
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A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse.
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Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas". Anúncios Google
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Link: http://www.pop.com.br/popnews/economia/Fenabrave:-caminhoes-pesados-puxam-vendas-do-setor-969598.html
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Título: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADO DE MINAS ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Agência Estado Publicação: 02/07/2013 15:43 Atualização: 02/07/2013 16:58 A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2012. A estimativa ainda aponta que as vendas desses veículos devem somar 3,754 milhões de unidades em 2013, alta de 3,3% sobre 2012.
Saiba mais... Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de autos Vendas de carros crescem 15% na 1ª
A Fenabrave e a MB Associados preveem ainda um crescimento de 10 53% nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano. O mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3 939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012.
quinzena, informa Fenabrave Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas sinaliza para uma queda de 2% nos maio, segundo Fenabrave emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1 605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave espera que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 cresça 1,93%, para 5,54 milhões de unidades. Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em
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Título: Juros recuam após produção industrial fraca em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: YAHOO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Juros recuam após produção industrial fraca em maio Por Márcio Rodrigues | Estadão Conteúdo – 15 horas atrás
Diante do intenso recuo da produção industrial em maio, do resultado fraco das vendas de veículos em junho e da mudança nos compulsórios para recursos a prazo promovida na noite de segunda-feira, 1, pelo Banco Central, os juros futuros tiveram mais um dia de baixa. Os temores em relação à inflação pressionada deram lugar às preocupações com mais um ano de crescimento fraco da economia brasileira. Além disso, o mercado externo piorou à tarde e os juros dos Treasuries também passaram a cair, o que aprofundou o recuo das taxas futuras, sobretudo nos vencimentos mais longos da curva a termo. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para outubro de 2013 (81.325 contratos) estava em 8,43%, de 8,46% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2014 (189.920 contratos) marcava 8,84%, ante 8,95% ontem. O vencimento para janeiro de 2015 (345.950 contratos) indicava taxa de 9,67%, ante 9,90% na véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (183.785 contratos) apontava 10,81%, ante 10,99% ontem. O DI para janeiro de 2021 (8.555 contratos) estava em 11,09%, de 11,29% no ajuste anterior. Logo cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial brasileira caiu 2% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. O resultado veio abaixo do piso das estimativas coletadas pelo AE Projeções, de -1,70%. A retração da indústria foi generalizada, atingindo 20 dos 27 ramos pesquisados, incluindo bens de capital. Também hoje, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) anunciou que as vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% ante as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% em relação ao total de 300.596 veículos de maio. Vale destacar, porém, que o mês de junho do ano passado foi o primeiro com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012. O estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno, chamou atenção para a mudança das regras para os depósitos compulsórios de recursos a prazo. "Na prática, antecipar a remuneração dos compulsórios dos recursos a prazo é instrumento adicional para conter a demanda doméstica", observou, salientando que isso pode reduzir a oferta de crédito. A normalização da remuneração dos depósitos a prazo será antecipada para este mês e o prazo de término será em março do ano que vem. Em dezembro de 2011, o BC deixou de remunerar a integralidade desses recolhimentos como forma de dar estímulo à transferência de liquidez de instituições de grande porte para instituições menores - canalizando mais R$ 46 bilhões. Agora, a avaliação é a de que essa regra alcançou sua maturidade "após produzir os efeitos desejados", segundo o BC. No exterior, os dados norte-americanos vieram mistos, mas a expectativa pelo relatório de emprego dos EUA, a ser divulgado na sexta-feira, 5, recolocou a cautela nas mesas de operação.
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Título: Fenabrave mantém expectativa de crescer 3,3% em 2013 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DCI ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Comércio 02/07/2013 - 16h45
Fenabrave mantém expectativa de crescer 3,3% em 2013 SÃO PAULO - Ainda assim, entidade não descarta revisões deste índice nos próximos meses... IGOR UTSUMI foto: Marcelo Camargo/ABr
Fenabrave mantém expectativa de crescer 3,3% em 2013
SÃO PAULO - A Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave) espera que a venda de automóveis e comerciais leves apresentem incremento de 3,3% nas vendas neste ano na comparação com 2012. Em coletiva de imprensa, o presidente da entidade, Flávio Meneghetti afirma que os resultados não devem apresentar uma variação tão grande como foi observado em alguns meses do ano passado, fato ocasionado principalmente pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor. "Não podemos esperar a mesma curva de crescimento que ano passado, onde junho, julho e agosto foram vendidas mais de 400 mil unidades. Então provavelmente nosso crescimento deve se manter na casa de 3,5%, 3,3%, e dentro de algum tempo teremos mais condições de rever com responsabilidade qual será o crescimento esperado", afirma o executivo.
Já a venda de caminhões no Brasil foi o segmento que apresentou maior crescimento no País em junho. Houve aumento de 2,89% em relação ao mês anterior, e de 6,93% nos seis primeiros meses deste ano em relação a 2012. A Fenabrave prevê que as vendas de caminhões cresçam cerca de 10% neste ano em comparação a 2012.
Título: Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde 22/9/2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: R7 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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publicado em 02/07/2013 às 18h03:
Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde 22/9/2011 Estadão Conteúdo 0
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A dificuldade prossegue na Bovespa neste começo de segundo semestre, depois da queda acumulada superior a 20% nos primeiros seis meses do ano. A Bovespa despencou nesta terça-feira, 2, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos e na sequência de leve baixa no pregão anterior. A situação de OGX e, por tabela das demais empresas X, os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. A percepção se agravou quando Wall Street virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando havia se desvalorizado 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). No mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, de 25,8%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. Os dados são preliminares. Segundo profissionais de renda variável, o cenário interno está debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal questionada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse quadro, a deterioração das empresas do grupo X, os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazer de ações de companhias brasileiras. De acordo com o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas ouvidos pelo AE Projeções. A avaliação corrente é que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio. Na Bovespa, a venda de papéis foi generalizada e apenas duas ações do principal índice fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao escorregar 19,64%, cotada a R$ 0,45. Mais cedo, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu o rating da companhia de Bpara CCC, com perspectiva negativa. MMX ON caiu 17,29%, a segunda maior baixa do Ibovespa, seguida por LLX ON, com perda de 11,24%. Dentre as blue chips, Petrobras ON perdeu 3,94% e a PN cedeu 4,76%. Vale ON teve baixa de 3,36% e a PNA recuou 4,33%. No exterior, as Bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
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Título: Juros recuam após produção industrial fraca em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DO COMÉRCIO (RS) Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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JUROS 02/07/2013 - 17h00min
Juros recuam após produção industrial fraca em maio Diante do intenso recuo da produção industrial em maio, do resultado fraco das vendas de veículos em junho e da mudança nos compulsórios para recursos a prazo promovida na noite de segunda-feira (1) pelo Banco Central, os juros futuros tiveram mais um dia de baixa. Os temores em relação à inflação pressionada deram lugar às preocupações com mais um ano de crescimento fraco da economia brasileira. Além disso, o mercado externo piorou à tarde e os juros dos Treasuries também passaram a cair, o que aprofundou o recuo das taxas futuras, sobretudo nos vencimentos mais longos da curva a termo. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para outubro de 2013 (81.325 contratos) estava em 8,43%, de 8,46% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2014 (189.920 contratos) marcava 8,84%, ante 8,95% ontem. O vencimento para janeiro de 2015 (345.950 contratos) indicava taxa de 9,67%, ante 9,90% na véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (183.785 contratos) apontava 10,81%, ante 10,99% ontem. O DI para janeiro de 2021 (8.555 contratos) estava em 11,09%, de 11,29% no ajuste anterior. Logo cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial brasileira caiu 2% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. O resultado veio abaixo do piso das estimativas coletadas pelo AE Projeções, de -1,70%. A retração da indústria foi generalizada, atingindo 20 dos 27 ramos pesquisados, incluindo bens de capital. Também hoje, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) anunciou que as vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% ante as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% em relação ao total de 300.596 veículos de maio. Vale destacar, porém, que o mês de junho do ano passado foi o primeiro com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012. O estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno, chamou atenção para a mudança das regras para os depósitos compulsórios de recursos a prazo. "Na prática, antecipar a remuneração dos compulsórios dos recursos a prazo é instrumento adicional para conter a demanda doméstica", observou, salientando que isso pode reduzir a oferta de crédito. A normalização da remuneração dos depósitos a prazo será antecipada para este mês e o prazo de término será em março do ano que vem. Em dezembro de 2011, o BC deixou de remunerar a integralidade desses recolhimentos como forma de dar estímulo à transferência de liquidez de instituições de grande porte para instituições menores - canalizando mais R$ 46 bilhões. Agora, a avaliação é a de que essa regra alcançou sua maturidade "após produzir os efeitos desejados", segundo o BC. No exterior, os dados norte-americanos vieram mistos, mas a expectativa pelo relatório de emprego dos EUA, a ser divulgado na sexta-feira, 5, recolocou a cautela nas mesas de operação.
Título: Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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2/7/2013
Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Economia SÃO PAULO, 2 Jul (Reuters) - O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com uma perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo.
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Apesar dos concessionários apurarem um crescimento de cerca de 4,8 por cento nas vendas de veículos de janeiro a junho, a associação que representa o setor, Fenabrave, espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses.
"Minha maior preocupação são os juros (...) é de se esperar que o critério de aprovação de financiamentos bancários fique mais severo por causa da inflação e da alta dos juros e do câmbio (desvalorização do real contra o dólar)", afirmou o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, nesta terça-feira.
A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez, que assessora a Fenabrave, citou risco de aumento da inflação por causa da desvalorização do real, cenário que impulsiona a expectativa de juros do país para "9,5 por cento ou até aos dois dígitos" até o final do ano.
As vendas de veículos no primeiro semestre somaram 1,798 milhão de unidades, excluindo motocicletas e implementos rodoviários, ante 1,716 milhão no mesmo período de 2012. Apenas em junho, o setor apurou emplacamentos de 318,6 mil unidades, crescimento de 0,76 por cento sobre maio, mas queda de 9,8 por cento sobre um ano antes.
Segundo Meneghetti, apesar das manifestações que atingiram grandes capitais do país em junho, o desempenho das vendas de veículos no interior do Brasil ajudou a compensar quedas nos grandes centros.
Já a queda na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas de veículos.
A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. No semestre, a média foi de 13.998 unidades, acima das 13.164 da primeira metade de 2012.
Ele afirmou que o setor não deverá repetir fortes taxas de crescimento mensal verificadas no ano passado, diante da diluição do efeito da redução do IPI desde o fim de maio de 2012.
A Fenabrave estima que as vendas de carros e comerciais leves em 2013 cresçam 3,3 por cento, para 3,754 milhões de unidades. Já a perspectiva para caminhões é de expansão de 10 por cento, a 151.488 veículos.
O presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., afirmou que os caminhões pesados, veículos capazes de transportar mais de 30 toneladas de carga, estão praticamente todos comercializados até o final do ano e devem mostrar crescimento de participação no total de vendas do segmento, a 36 por cento ante média de cerca de 25 por cento nos últimos cinco anos.
Segundo ele, a expansão nas vendas de caminhões pesados, item bastante voltado a investimento expresso em formação bruta de capital fixo, está sendo puxada pelo agronegócio, que atravessa período de safra recorde, e por demanda de transporte de material de construção.
Já o segmento de motocicletas segue apresentando quedas na comparação anual. As vendas de veículos da categoria acumularam queda de 11,8 por cento no primeiro semestre, a 748,25 mil unidades.
No ranking de vendas de automóveis e comerciais leves, a Fiat encerrou junho com vendas de 63.847 veículos, equivalentes a 21,08 por cento do mercado e mantendo a primeira posição.
Enquanto isso, a Volkswagen teve vendas de 58.749 unidades, uma fatia de 19,4 por cento. A General Motors registrou licenciamentos de 55.484 veículos, ou 18,32 por cento do mercado, seguida pela Ford, com 28.728 unidades.
A Renault veio na sequência com vendas de 20.018 veículos em junho, seguida pela Hyundai com emplacamentos de 15.887 unidades.
(Por Alberto Alerigi Jr.) Por REUTERS - Alberto Alerigi Jr.
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Título: Juros recuam após produção industrial fraca em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EXAME Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Taxas futuras 02/07/2013 16:50
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segundo o BC. No exterior, os dados norte-americanos vieram mistos, mas a expectativa pelo relatório de emprego dos EUA, a ser divulgado na sexta-feira, 5, recolocou a cautela nas mesas de operação.
Título: Juros recuam após produção industrial fraca em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: R7 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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publicado em 02/07/2013 às 16h50:
Juros recuam após produção industrial fraca em maio Estadão Conteúdo 0
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Diante do intenso recuo da produção industrial em maio, do resultado fraco das vendas de veículos em junho e da mudança nos compulsórios para recursos a prazo promovida na noite de segunda-feira, 1, pelo Banco Central, os juros futuros tiveram mais um dia de baixa. Os temores em relação à inflação pressionada deram lugar às preocupações com mais um ano de crescimento fraco da economia brasileira. Além disso, o mercado externo piorou à tarde e os juros dos Treasuries também passaram a cair, o que aprofundou o recuo das taxas futuras, sobretudo nos vencimentos mais longos da curva a termo.
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para outubro de 2013 (81.325 contratos) estava em 8,43%, de 8,46% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2014 (189.920 contratos) marcava 8,84%, ante 8,95% ontem. O vencimento para janeiro de 2015 (345.950 contratos) indicava taxa de 9,67%, ante 9,90% na véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (183.785 contratos) apontava 10,81%, ante 10,99% ontem. O DI para janeiro de 2021 (8.555 contratos) estava em 11,09%, de 11,29% no ajuste anterior. Logo cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial brasileira caiu 2% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. O resultado veio abaixo do piso das estimativas coletadas pelo AE Projeções, de -1,70%. A retração da indústria foi generalizada, atingindo 20 dos 27 ramos pesquisados, incluindo bens de capital. Também hoje, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) anunciou que as vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% ante as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% em relação ao total de 300.596 veículos de maio. Vale destacar, porém, que o mês de junho do ano passado foi o primeiro com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012. O estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno, chamou atenção para a mudança das regras para os depósitos compulsórios de recursos a prazo. "Na prática, antecipar a remuneração dos compulsórios dos recursos a prazo é instrumento adicional para conter a demanda doméstica", observou, salientando que isso pode reduzir a oferta de crédito. A normalização da remuneração dos depósitos a prazo será antecipada para este mês e o prazo de término será em março do ano que vem. Em dezembro de 2011, o BC deixou de remunerar a integralidade desses recolhimentos como forma de dar estímulo à transferência de liquidez de instituições de grande porte para instituições menores - canalizando mais R$ 46 bilhões. Agora, a avaliação é a de que essa regra alcançou sua maturidade "após produzir os efeitos desejados", segundo o BC. No exterior, os dados norte-americanos vieram mistos, mas a expectativa pelo relatório de emprego dos EUA, a ser divulgado na sexta-feira, 5, recolocou a cautela nas mesas de operação.
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Título: Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CLICABRASILIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Atualizado em: Terça-feira, 02/07/2013 às 15:30:00
Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas A nota enviada anteriormente tinha uma incorreção no título e no primeiro parágrafo. A Fenabrave não revisou para cima sua projeção de vendas para este ano. A entidade mantém suas estimativas. Segue o texto corrigido: A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2012. A estimativa ainda aponta que as vendas desses veículos devem somar 3,754 milhões de unidades em 2013, alta de 3,3% sobre 2012. A Fenabrave e a MB Associados preveem ainda um crescimento de 10,53% nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano. O mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012. Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas sinaliza para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave espera que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 cresça 1,93%, para 5,54 milhões de unidades. Fonte: Agencia Estado
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PORTAL AZ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho terça, 02 de julho de 2013 • 15:40
As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012. Fonte: Agência Brasil
Título: Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO WEB Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Economia › São Paulo Belo Horizonte e São Paulo, 2 de Julho, 2013 - 15:30
Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Gustavo Porto - AE
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A nota enviada anteriormente tinha uma incorreção no título e no primeiro parágrafo. A Fenabrave não revisou para cima sua projeção de vendas para este ano. A entidade mantém suas estimativas. Segue o texto corrigido: A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2012. A estimativa ainda aponta que as vendas desses veículos devem somar 3,754 milhões de unidades em 2013, alta de 3,3% sobre 2012. A Fenabrave e a MB Associados preveem ainda um crescimento de 10,53% nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano. O mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012. Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas sinaliza para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave espera que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 cresça 1,93%, para 5,54 milhões de unidades.
Fonte: Agencia Estado
Título: Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: REPORTER DIÁRIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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7/2/2013
Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades As vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% sobre as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% sobre total de 300.596 veículos de maio, informou nesta terça-feira, 2, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mês de junho do ano passado foi o primeiro mês com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012.
No primeiro semestre do ano foram comercializadas 1,708 milhão de unidades de autos e comerciais leves, alta de 4,62% sobre o acumulado de janeiro a junho de 2012, quando haviam sido emplacados 1,632 milhão de veículos.
Em junho deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 15.710 unidades, alta de 0,64% em relação a maio e avanço de 25,56% sobre junho de 2012. No primeiro semestre de 2013, as vendas desses veículos atingiram 91.162 unidades, alta de 8,06% sobre as 84.366 unidades de igual período de 2012.
Se forem somados motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, o total de veículos comercializados em junho de 2013 chegou a 457.225 unidades, uma queda de 0,65% sobre as 460.230 unidades de maio e baixa de 6,39% sobre os 488.457 veículos de junho de 2012.
No primeiro semestre deste ano, os emplacamentos totais de veículos somaram 2,628 milhões de unidades, uma leve queda, de 0,27%, em relação às 2,635 milhões unidades de janeiro a junho de 2012. © Copyright Repórter Diário
Título: Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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/Economia Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas 02 de julho de 2013 | 15h 32
GUSTAVO PORTO - Agencia Estado
A nota enviada anteriormente tinha uma incorreção no título e no primeiro parágrafo. A Fenabrave não revisou para cima sua projeção de vendas para este ano. A entidade mantém suas estimativas. Segue o texto corrigido: A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2012. A estimativa ainda aponta que as vendas desses veículos devem somar 3,754 milhões de unidades em 2013, alta de 3,3% sobre 2012. A Fenabrave e a MB Associados preveem ainda um crescimento de 10,53% nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano. O mercado total de autoveículos automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012. Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas sinaliza para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave espera que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 cresça 1,93%, para 5,54 milhões de unidades.
Título: Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: YAHOO! FINANCE Cidade: WEB País: USA Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Estadão Conteúdo – 16 horas atrás
A nota enviada anteriormente tinha uma incorreção no título e no primeiro parágrafo. A Fenabrave não revisou para cima sua projeção de vendas para este ano. A entidade mantém suas estimativas. Segue o texto corrigido: A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2012. A estimativa ainda aponta que as vendas desses veículos devem somar 3,754 milhões de unidades em 2013, alta de 3,3% sobre 2012. A Fenabrave e a MB Associados preveem ainda um crescimento de 10,53% nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano. O mercado total de autoveículos automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012. Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas sinaliza para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave espera que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 cresça 1,93%, para 5,54 milhões de unidades.
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Título: Hyundai HB20 deixa o Top 10 pela primeira vez Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CARSALE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Hyundai HB20 deixa o Top 10 pela primeira vez De acordo com a Fenabrave, compacto da marca sul-coreana não deixava a lista dos 10 mais vendidos do Brasil desde novembro, um mês após o início de suas vendas
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De acordo com a lista de veículos mais vendidos em junho - divulgada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta terça-feira (2) - o Hyundai HB20 deixou o "Top 10" do ranking da entidade pela primeira vez desde novembro do ano passado (o modelo começou a ser vendido em outubro). O compacto da montadora sul-coreana ficou com a 11ª colocação da lista geral de junho com 8.408 emplacamentos (em maio foram 9.631). Considerando apenas o ranking de automóveis, o hatch ocupa a 10 ª posição. O topo do ranking continua pertencendo ao Volkswagen Gol, com 22.541 unidades comercializadas no mês passado, seguido pelos Fiat Uno (16.326) e Palio (14.088), pelo “irmão” Fox (13.807), Ford Fiesta (12.995), Fiat Strada (11.770), Chevrolet Onix (9.743), Fiat Siena (9.581), Chevrolet Classic (9.195) e Renault Sandero (8.707).
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ECONOMIA SC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho 02.07.2013 | 12:25
As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, dia 2, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades.
Segundo Fenabrave, foram comercializados cerca de 302,8 mil unidades no período. Foto: Divulgação
A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012. (Agência Brasil)
Título: Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de autos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: REPORTER DIÁRIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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7/2/2013
Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de autos A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores e a MB Associados revisaram para cima a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves em 2013 sobre 2012. A estimativa deste mês aponta que as vendas destes veículos somem 3,754 milhões de unidades este ano, alta de 3,3% sobre 2012, ante uma perspectiva anterior, feita em março, de crescimento de 2,6% entre os períodos, para 3,729 milhões de veículos.
A Fenabrave e a MB Associados reduziram, no entanto, de 15% para 10,53%, a previsão de aumento nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano, ante estimativa anterior de 192.557 unidades na previsão de março.
O mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012, ante uma previsão anterior de crescimento de 3,15%, para 3,922 milhões de veículos comercializados.
Motos - Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas foi revertida pela Fenabrave e pela consultoria. Até março, a expectativa era de um crescimento de 3,7% nos emplacamentos, para 1,698 milhão de unidades. Mas o desempenho ainda negativo do setor fez com que a estimativa deste mês aponte para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos.
Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave aponta que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 deverá crescer 1,93%, para 5,54 milhões de unidades. A previsão de março apontava para um aumento de 3,31%, para 5,619 milhões de veículos entre os períodos. © Copyright Repórter Diário
Título: Vendas de carros e comerciais ficam estáveis Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EBAND Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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terça-feira, 2 de julho de 2013 - 15h37 Atualizado em terça-feira, 2 de julho de 2013 - 15h37
Vendas de carros e comerciais ficam estáveis 302,8 mil unidades foram comercializadas, ou seja, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio Da Agência Brasil
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As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis Fenabrave: vendas de veíc ulos c res c em em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à 17, 7% registrada no último mês de maio. Os dados V endas de veíc ulos bat em rec orde his t óric o divulgados na manhã desta terça-feira pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado.
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A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
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Título: Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ARARAQUARA.COM Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio 02/07/2013 - 15:24 Reuters
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SÃO PAULO, 2 Jul (Reuters) - O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com uma perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo. Apesar dos concessionários apurarem um crescimento de cerca de 4,8 por cento nas vendas de veículos de janeiro a junho, a associação que representa o setor, Fenabrave, espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses. "Minha maior preocupação são os juros (...) é de se esperar que o critério de aprovação de financiamentos bancários fique mais severo por causa da inflação e da alta dos juros e do câmbio (desvalorização do real contra o dólar)", afirmou o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, nesta terça-feira. A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez, que assessora a Fenabrave, citou risco de aumento da inflação por causa da desvalorização do real, cenário que impulsiona a expectativa de juros do país para "9,5 por cento ou até aos dois dígitos" até o final do ano. As vendas de veículos no primeiro semestre somaram 1,798 milhão de unidades, excluindo motocicletas e implementos rodoviários, ante 1,716 milhão no mesmo período de 2012. Apenas em junho, o setor apurou emplacamentos de 318,6 mil unidades, crescimento de 0,76 por cento sobre maio, mas queda de 9,8 por cento sobre um ano antes. Segundo Meneghetti, apesar das manifestações que atingiram grandes capitais do país em junho, o desempenho das vendas de veículos no interior do Brasil ajudou a compensar quedas nos grandes centros. Já a queda na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas de veículos. A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. No semestre, a média foi de 13.998 unidades, acima das 13.164 da primeira metade de 2012. Ele afirmou que o setor não deverá repetir fortes taxas de crescimento mensal verificadas no ano passado, diante da diluição do efeito da redução do IPI desde o fim de maio de 2012. A Fenabrave estima que as vendas de carros e comerciais leves em 2013 cresçam 3,3 por cento, para 3,754 milhões de unidades. Já a perspectiva para caminhões é de expansão de
10 por cento, a 151.488 veículos. O presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., afirmou que os caminhões pesados, veículos capazes de transportar mais de 30 toneladas de carga, estão praticamente todos comercializados até o final do ano e devem mostrar crescimento de participação no total de vendas do segmento, a 36 por cento ante média de cerca de 25 por cento nos últimos cinco anos. Segundo ele, a expansão nas vendas de caminhões pesados, item bastante voltado a investimento expresso em formação bruta de capital fixo, está sendo puxada pelo agronegócio, que atravessa período de safra recorde, e por demanda de transporte de material de construção. Já o segmento de motocicletas segue apresentando quedas na comparação anual. As vendas de veículos da categoria acumularam queda de 11,8 por cento no primeiro semestre, a 748,25 mil unidades. No ranking de vendas de automóveis e comerciais leves, a Fiat encerrou junho com vendas de 63.847 veículos, equivalentes a 21,08 por cento do mercado e mantendo a primeira posição. Enquanto isso, a Volkswagen teve vendas de 58.749 unidades, uma fatia de 19,4 por cento. A General Motors registrou licenciamentos de 55.484 veículos, ou 18,32 por cento do mercado, seguida pela Ford, com 28.728 unidades. A Renault veio na sequência com vendas de 20.018 veículos em junho, seguida pela Hyundai com emplacamentos de 15.887 unidades. (Por Alberto Alerigi Jr.)
Título: Vendas de veículos sobem 0,8% de maio para junho, informa Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de veículos sobem 0,8% de maio para junho, informa Fenabrave O setor manteve um forte ritmo no mês passado Por Redação
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As vendas de veículos novos no país atingiram 318,6 mil unidades em junho, 9,8% abaixo do mesmo período do ano passado, mas 0,8% a mais do que os 316,2 mil automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus emplacados em maio. Com isso, o mercado fechou o primeiro semestre com 1,8 milhão de veículos vendidos, marcando alta de 4,8% na comparação anual, segundo informou nesta terça-feira a Fenabrave, entidade que abriga as concessionárias de carros. O setor manteve um forte ritmo no mês passado. Só no segmento de carros de passeio e utilitários leves, foram emplacadas 302,9 mil unidades. Mesmo com um dia útil a menos de venda, o volume
ficou levemente acima de maio, que já tinha sido um mês positivo, com 300,6 mil unidades vendidas. Contudo, na comparação com junho do ano passado, quando foram vendidos 340,7 mil carros e utilitários leves, houve queda de 11,1% nesse segmento. Esse recuo, no entanto, já era esperado porque, a partir de agora, a base de comparação passa a ser mais forte. Em junho do ano passado, as vendas haviam disparado por conta do anúncio de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), feito pelo governo no mês anterior. Os descontos chegavam a zerar a alíquota dos automóveis populares. Na briga das marcas, a Fiat liderou o mercado no mês passado, com participação de 21,1% sobre o total vendido. Na sequência, aparecem Volkswagen (19,4%), General Motors (18,3%) e Ford (9,5%). O balanço da Fenabrave também mostra que o mercado de caminhões segue em recuperação, com 13,1 mil unidades emplacadas em junho, 22,3% a mais do que no ano passado. Na comparação com maio, a alta foi de 2,9%. Esse mercado é liderado pela Volkswagen, cuja participação de mercado foi de 25,5% em junho. A Mercedes-Benz ocupa o segundo lugar no segmento, respondendo por 24,7% das vendas no mês passado. *As informações são do Valor Econômico
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Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: YAHOO! FINANCE Cidade: WEB País: USA Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Estadão Conteúdo – 18 horas atrás
Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
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Título: Vendas de veículos fecham semestre com alta de 4,6% Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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→ Economia Publicado em quarta-feira, 3 de julho de 2013 às 07:05
Venda de carros fecha semestre em alta Comentário(s)
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Andréa Ciaffone Do Diário do Grande ABC
A venda de veículos fechou o primeiro semestre deste ano com resultado positivo na comparação com o mesmo período de 2012. Pelas contas da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), entidade que representa cerca de 7.200 concessionários de veículos de todo o Brasil, houve alta de 4,62% no emplacamento de automóveis e comerciais leves nos seis primeiros meses deste ano em relação ao ano passado. Entretanto, quando considerada a soma das vendas de todas as categorias de veículos no período de janeiro a junho deste ano, a entidade revela que o mercado apresentou leve queda de 0,27% na comparação com 2012. Enquanto a comercialização de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus cresceu neste ano em relação ao ano passado, o desempenho das motos nos licenciamentos caiu 11,83% frente a 2012. “A retração é resultado direto da restrição de crédito imposta ao consumidor deste segmento”, explica Alarico Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave e porta-voz do setor de motos. Se no mundo das duas rodas o equilíbrio está precário, basta aumentar o número de pneus para ver as vendas decolarem. No mesmo intervalo de tempo, os segmentos de caminhões e ônibus e o de tratores e máquinas agrícolas apresentaram crescimento de 8,06%. A previsão para o ano continua de crescimento expressivo, atualmente mantido em 10% para caminhões. O otimismo dos concessionários de caminhões se explica quando se leva em conta que, graças à safra recorde de grãos deste ano, as vendas desses veículos engordaram 22,29% quando confrontadas com as realizadas em junho de 2012. EXPECTATIVAS Apesar de reconhecer que o Planalto tem sido um grande parceiro do setor, o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, defendeu melhores ações para a contenção cambial e inflacionária, além de cobrar mais investimentos por parte do governo. “O fortalecimento da indústria se dá por meio de investimento. Só investimos 18% do PIB, quando o ideal seria em torno de 25%”, observa Meneghetti, que não faz projeções para o decorrer do ano alegando que as inconstantes medidas econômicas não permitem programações responsáveis. (colaborou Lukas Kenji)
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Título: Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ACIS SAPUCAIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades 2/07/2013 11:32 De A ssesso ri a de Im pren sa A C IS
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As vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% sobre as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% sobre total de 300.596 veículos de maio, informou nesta terça-feira, 2, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mês de junho do ano passado foi o primeiro mês com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012.
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No primeiro semestre do ano foram comercializadas 1,708 milhão de unidades de autos e comerciais leves, alta de 4,62% sobre o acumulado de janeiro a junho de 2012, quando haviam sido emplacados 1,632 milhão de veículos. Leia Mais…
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Versão para Impressão Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Terça, 02 de Julho de 2013 - 12:17 Fonte: Da redação Foto: Arquivo
em igual período do ano passado.
As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que
A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CLICABRASILIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave
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Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br
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Título: Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: YAHOO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Reuters – 16 horas atrás
SÃO PAULO, 2 Jul (Reuters) - O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com uma perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo. Apesar dos concessionários apurarem um crescimento de cerca de 4,8 por cento nas vendas de veículos de janeiro a junho, a associação que representa o setor, Fenabrave, espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses. "Minha maior preocupação são os juros (...) é de se esperar que o critério de aprovação de financiamentos bancários fique mais severo por causa da inflação e da alta dos juros e do câmbio (desvalorização do real contra o dólar)", afirmou o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, nesta terça-feira. A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez, que assessora a Fenabrave, citou risco de aumento da inflação por causa da desvalorização do real, cenário que impulsiona a expectativa de juros do país para "9,5 por cento ou até aos dois dígitos" até o final do ano. As vendas de veículos no primeiro semestre somaram 1,798 milhão de unidades, excluindo motocicletas e implementos rodoviários, ante 1,716 milhão no mesmo período de 2012. Apenas em junho, o setor apurou emplacamentos de 318,6 mil unidades, crescimento de 0,76 por cento sobre maio, mas queda de 9,8 por cento sobre um ano antes. Segundo Meneghetti, apesar das manifestações que atingiram grandes capitais do país em junho, o desempenho das vendas de veículos no interior do Brasil ajudou a compensar quedas nos grandes centros. Já a queda na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas de veículos. A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. No semestre, a média foi de 13.998 unidades, acima das 13.164 da primeira metade de 2012. Ele afirmou que o setor não deverá repetir fortes taxas de crescimento mensal verificadas no ano passado, diante da diluição do efeito da redução do IPI desde o fim de maio de 2012. A Fenabrave estima que as vendas de carros e comerciais leves em 2013 cresçam 3,3 por cento, para 3,754 milhões de unidades. Já a perspectiva para caminhões é de expansão de 10 por cento, a 151.488 veículos. O presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., afirmou que os caminhões pesados, veículos capazes de transportar mais de 30 toneladas de carga, estão praticamente todos comercializados até o final do ano e devem mostrar crescimento de participação no total de vendas do segmento, a 36 por cento ante média de cerca de 25 por cento nos últimos cinco anos. Segundo ele, a expansão nas vendas de caminhões pesados, item bastante voltado a investimento expresso em formação bruta de capital fixo, está sendo puxada pelo agronegócio, que atravessa período de safra recorde, e por demanda de transporte de material de construção. Já o segmento de motocicletas segue apresentando quedas na comparação anual. As vendas de veículos da categoria acumularam queda de 11,8 por cento no primeiro semestre, a 748,25 mil unidades. No ranking de vendas de automóveis e comerciais leves, a Fiat encerrou junho com vendas de 63.847 veículos, equivalentes a
21,08 por cento do mercado e mantendo a primeira posição. Enquanto isso, a Volkswagen teve vendas de 58.749 unidades, uma fatia de 19,4 por cento. A General Motors registrou licenciamentos de 55.484 veículos, ou 18,32 por cento do mercado, seguida pela Ford, com 28.728 unidades. A Renault veio na sequência com vendas de 20.018 veículos em junho, seguida pela Hyundai com emplacamentos de 15.887 unidades. (Por Alberto Alerigi Jr.)
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SÓ NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Fonte: Agência Brasil
As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
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Título: Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MSN NOTICIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Já a queda na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas de veículos. A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. No semestre, a média foi de 13.998 unidades, acima das 13.164 da primeira metade de 2012. Ele afirmou que o setor não deverá repetir fortes taxas de crescimento mensal verificadas no ano passado, diante da diluição do efeito da redução do IPI desde o fim de maio de 2012. A Fenabrave estima que as vendas de carros e comerciais leves em 2013 cresçam 3,3 por cento, para 3,754 milhões de unidades. Já a perspectiva para caminhões é de expansão de 10 por cento, a 151.488 veículos. O presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., afirmou que os caminhões pesados, veículos capazes de transportar mais de 30 toneladas de carga, estão praticamente todos comercializados até o final do ano e devem mostrar crescimento de participação no total de vendas do segmento, a 36 por cento ante média de cerca de 25 por cento nos últimos cinco anos.
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Segundo ele, a expansão nas vendas de caminhões pesados, item bastante voltado a investimento expresso em formação bruta de capital fixo, está sendo puxada pelo agronegócio, que atravessa período de safra recorde, e por demanda de transporte de material de construção. Já o segmento de motocicletas segue apresentando quedas na comparação anual. As vendas de veículos da categoria acumularam queda de 11,8 por cento no primeiro semestre, a 748,25 mil unidades. No ranking de vendas de automóveis e comerciais leves, a Fiat encerrou junho com vendas de 63.847 veículos, equivalentes a 21,08 por cento do mercado e mantendo a primeira posição. Enquanto isso, a Volkswagen teve vendas de 58.749 unidades, uma fatia de 19,4 por cento. A General Motors registrou licenciamentos de 55.484 veículos, ou 18,32 por cento do mercado, seguida pela Ford, com 28.728 unidades. A Renault veio na sequência com vendas de 20.018 veículos em junho, seguida pela Hyundai com emplacamentos de 15.887 unidades. (Por Alberto Alerigi Jr.)
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Título: Vendas de automóveis e comerciais ficam estáveis em junho, aponta Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CIDADE BIZ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de automóveis e comerciais ficam estáveis em junho, aponta Fenabrave
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Foi registrado pequeno crescimento de 0,77% sobre maio; em relação a junho 2012, porém, houve queda de 11%. Fiat segue líder nos dois segmentos 2/7/2013 - 10:32 - Redação
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As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma leve alta de 0,77% sobre maio, ou 2.300 veículos a mais. Na comparação com junho de 2012, porém, houve uma queda de 11,08%. No sexto mês do ano passado foram vendidos 340.657 automóveis e comerciais leves. No acumulado do primeiro semestre de 2013, foram comercializados 1.707.814 automóveis e comerciais leves, 4,62% a mais do que nos primeiros seis meses de 2012 (1.632.342). A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) faz seu balanço a partir dos dados de emplacamento de veículos. Incluindo caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários, foram vendidos 457.225 veículos em junho, um recuo de 0,65% sobre maio; em relação a junho do ano passado, houve queda de 6,39%. As vendas de caminhões em maio somaram 13.081 unidades, 2,89% acima de maio (367 veículos a mais). As vendas de ônibus caíram 9,22%, totalizando 2.629 unidades comercializadas (267 a menos). O mercado de motos caiu 3,99%, com 125.002 unidades vendidas (5,1 mil a menos do que em maio). Automóveis - Entre os automóveis, a Fiat manteve a liderança do mercado mas viu despencar sua vantagem sobre a Volkswagen: a diferença era de 4,43 ponto percentual em maio e passou para apenas 0,54 pp em junho. A participação das principais montadoras em participação de mercado, entre maio e abril: • Fiat: 23,44% em maio para 21,20% em junho • Volkswagen: 19,01% para 20,66% • General Motors: 18,83% para 19,73% • Ford: 8,46% para 9,25% • Renault: 5,77% para 6,28% • Hyundai: 6,64% para 5,65% • Honda: 4,76% para 4,89% • Toyota: 4,44% para 4,11% • Peugeot: 2,13% para 2,08% • Nissan: 2,12% para 1,94% • Outras: 4,40% para 4,21% Automóveis mais vendidos em junho • VW Gol: 22.541
No eventual plebiscito sobre a reforma política, como você votaria? A favor do financiamento público de campanhas eleitorais Contra o financiamento público e a favor de doações privadas A favor de um sistema misto, público e privado Financiamento público e doações só de pessoas físicas
Ver parcial de votos
• Fiat Uno: 16.326 • Fiat Palio: 14.088 • VW Fox/Cross Fox: 13.807 • Ford Fiesta: 12.995 • GM Onix: 9.743 • Fiat Siena: 9.581 • GM Classic: 9.195 • Renault Sandero: 8.707 • Hyundai HB20: 8.408 • VW Voyage: 7.410 • GM Prisma: 5.779 • Honda Civic: 5.181 • GM Celta: 5.004 • GM Cobalt: 4.823 Comerciais leves - Entre os comerciais leves, a Fiat manteve a liderança e viu sua vantagem para a Volkswagen aumentar um pouco. A diferença, que era de 4,35 ponto percentual em maio, subiu para 5,47 pp em junho. O comportamento das dez principais montadoras em participação de mercado, entre maio e junho: • Fiat: 19,90% em maio para 20,68% em junho
• Volkswagen: 15,55% para 15,21% • General Motors: 13,29% para 13,63% • Ford: 12,92% para 10,25% • Renault: 6,59% para 7,69% • Toyota: 6,72% para 7,43% • Mitsubishi: 6,31% para 6,94% • Hyundai: 5,24% para 3,91% • Kia: 2,13% para 2,28% • Nissan: 1,94% para 1,71% • Outras: 9,40% para 10,27% Comerciais leves mais vendidos em junho • Fiat Strada: 11.770 • VW Saveiro: 6.577 • Ford EcoSport: 5.622 • GM S-10: 5.053 • Renault Duster: 4.134 • GM Montana: 3.964 • Toyota Hilux 3.623 • Mitsubishi L200: 2.165 • VW Kombi: 1.869 • VW Amarok: 1.828 • Mitsubishi Pajero: 1.438 • Fiat Fiorino: 1.280 • Nissan Frontier: 1.198 • Toyota Hilux SW4: 1.135 • Ford Ranger: 1.091
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Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: REPORTER DIÁRIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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7/2/2013
Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas". © Copyright Repórter Diário
Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRIBUNA DO NORTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Publicado em 02 de Julho de 2013, ás 13h57min
Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor TNOnline Agência Estado: Gustavo Porto
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Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vicepresidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MATO GROSSO NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave 02/07/2013 às 11:22 As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012. Agência Brasil
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DOURADOS NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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02/07/2013 12h30
Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Agência Brasil
As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
Título: Caminhões pesados puxam vendas do setor, diz Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DO COMÉRCIO (RS) Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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VEÍCULOS 02/07/2013 - 13h59min
Caminhões pesados puxam vendas do setor, diz Fenabrave Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave , Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
Título: Vendas de veículos sobem 4,79% no 1º semestre, afirma Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MIDIACON NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Automóveis 2 de Julho de 2013 - 11:50
Vendas de veículos sobem 4,79% no 1º semestre, afirma Fenabrave Publicidade
Resultado é na comparação com o mesmo período do ano passado. Na lista dos carros mais vendidos, HB20 fica fora dos top 10. As vendas de veículos no primeiro semestre do ano tiveram alta de 4,79% em relação ao mesmo período do ano passado, informou a Fenabrave nesta terça-feira (2). Foram emplacados 1.798.976 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. De janeiro a junho de 2012, o volume de vendas foi de 1.716.709. Considerando apenas automóveis e comerciais leves, nos primeiros seis meses deste ano foram vendidos 1.707.814, um aumento de 4,62% frente a 2012 (1.632.343).
O segmento de caminhões registrou alta de 6,43% sobre o primeiro semestre de 2012, com 74.365 unidades emplacadas contra 69.547 naquele período do ano passado. A venda de ônibus também subiu, com 16.797 emplacamentos, número 13,35% maior que os 14.819 do mesmo período no ano passado. Contado à parte, o segmento de motos registrou queda de 11,83% frente ao primeiro semestre de 2012. Foram vendidas 748.252 unidades de janeiro a junho contra 848.607 no mesmo período de 2012. Junho O mês de junho não pesou tanto para as vendas de veículos no semestre. Foram comercializados 318.606 carros, caminhões e ônibus no mês passado, alta de apenas 0,76% sobre maio (316.206). Houve queda de 9,79% na comparação com junho de 2012, quando foram vendidos 353.169 veículos. Analisando somente o desempenho de automóveis e comerciais leves, as vendas tiveram alta de 0,77% em junho, com 302.896 emplacamentos contra 300.596 em maio. Frente a junho de 2012 (com (340.657 vendidas) também houve retração, de 11,08%. O segmento de caminhões teve aumento de 2,89% nas vendas sobre maio, com 13.081 unidades emplacadas contra 12.714. Na comparação anual, o crescimento foi mais expressivo: 22,29%. Issoo porque, em junho de 2012, foram vendidas 10.697 unidades. Em junho foram vendidos 2.629 ônibus, uma queda de 9,22% sobre maio (2.896), porém alta de 44,85% sobre junho 2012, quando os emplacamentos somaram 1.815 unidades. Passando por um ano ruim, o segmento de motos somou 125.002 unidades comercializadas no mês passado, queda de 3,99% contra maio (130.199). Na comparação com o mesmo período de 2012 (123.959 unidades), houve ligeira alta de 0,84%. HB20 fica fora dos top 10 de carros Como apontaram números prévios, pela primeira vez desde novembro, o hatch Hyundai HB20 ficou foram da lista dos carros (automóveis e comerciais leves) mais vendidos no mês. Em junho, o modelo ocupou a 11ª posição. Considerando apenas automóveis, ele foi o 10º mais vendidos. O HB20 chegou às lojas em outubro passado e, a partir do mês seguinte, apareceu constantemente no ranking dos mais vendidos, tendo chegado à quarta posição em fevereiro, março e abril, com vendas entre 10 mil e 12,5 mil unidades. Em maio, caiu para a nona colocação, com 9,6 mil emplacamentos. Veja os mais vendidos em junho e os números deles no acumulado do ano: 1º - Volkswagen Gol Mês: 22.541 Ano: 121.353 2º - Fiat Uno Mês: 16.326
Ano: 96.505 3º - Fiat Palio Mês: 14.088 Ano: 90.739 4º - VW Fox/Cross Fox Mês: 13.807 Ano: 67.165 5º Ford Fiesta Mês: 12.995 Ano: 54.612 6º Fiat Strada Mês: 11.770 Ano: 62.023 7º Chevrolet Onix Mês: 9.743 Ano 58.522 8º Fiat Siena Mês: 9.581 Ano: 55.960 9º Chevrolet Classic Mês: 9.195 Ano: 43.688 10º Renault Sandero Mês: 8.707 Ano: 42.761
Fonte: Portal G1
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Título: Venda do Hyundai HB20 sofre queda Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MOTOR CLUBE Cidade: WEB Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Venda do Hyundai HB20 sofre queda publicado em 02/07/2013 O lançamento mais bem sucedido da Hyundai no Brasil, o hatch HB20, que de fevereiro a abril desse ano foi o 4º automóvel de passeio mais vendido do país, sofreu queda nas vendas. Isso pode ser conferido no balanço de junho dos emplacamentos de veículos divulgado pela Fenabrave. Hyundai HB20 (papel1) 1024x 768 1280x 1024 1600x 1200
Hyundai HB20 (papel3) 1024x 768 1280x 1024 1600x 1200
Hyundai HB20S (papel1) 1024x 768 1280x 1024 1600x 1200
Hyundai HB20X (papel1) 1024x 768 1280x 1024 1600x 1200
O modelo que chegou a ser o quarto automóvel de passeio mais vendido entre os meses de fevereiro e abril de 2013, tendo o pico de vendas em março com 12.536 unidades comercializadas, apresentou uma queda considerável nas vendas de junho, com 7.790 unidades emplacadas. Essa queda começou em maio, que obteve 9.631 unidades do carro vendidas. Com fila de espera de pelo menos três meses, o Hyundai HB20 caiu para a 10ª posição no ranking de veículos de passeio mais vendidos em junho.
A Hyundai lançou o HB20 em setembro de 2012. O modelo é oferecido nas versões hatch e sedan com preço inicial de R$ 33.295. Os 15 automóveis de passeio mais vendidos em junho de 2013 (dados Fenabrave) Dicas Importantes Combustível Exterior Interior Motor Preventiva Crianças no Carro Leis de Trânsito Na Estrada Mais Procurados Citroen C3 Picasso 2012 Celta 2012 Chevrolet Camaro Tuning Chevrolet Cruze 2012 Chevrolet S10 2012 Corolla 2012 Fiat Bravo T-Jet 2012 Fiat Palio 2012 Fiat Grand Siena
1º - VW Gol: 21.319 2º - Fiat Uno: 15.444 3º - Fiat Palio: 13.168 4º - Ford Fiesta: 11.906 5º - VW Fox: 11.555 6º - Chevrolet Onix: 9.165 7º - Fiat Siena: 8.986 8º - Chevrolet Classic: 8.521 9º - Renault Sandero: 8.074 10º- Hyundai HB20: 7.790 11º- VW Voyage: 6.999 12º- Chevrolet Prisma: 5.412 13º- Honda Civic: 4.814 14º- Chevrolet Celta: 4.612 15º- Chevrolet Cobalt: 4.534
Ford EcoSport 2013 Ford Ka 2012 Ford Mustang 2013 Frontier 2012 Hilux 2012 Hyundai ix35 Hyundai Sonata 2012 Hyundai Veloster 2012 Honda CR-V 2012 Civic 2012 City 2012 JAC J3 JAC J5 Kia Cerato Koup Kia Soul 2012 Mini Cooper S New Fiesta Peugeot 207 2012
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Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRIBUNA DE MINAS Cidade: JUIZ DE FORA País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Por Gustavo Porto - Agencia Estado
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Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
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Título: Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EXTRA NOTICIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Notícias Economia
02/07/13 11:04
02/07/13 15:32
Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Reuters
SÃO PAULO, 2 Jul (Reuters) - O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com uma perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo. Apesar dos concessionários apurarem um crescimento de cerca de 4,8 por cento nas vendas de veículos de janeiro a junho, a associação que representa o setor, Fenabrave, espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses. "Minha maior preocupação são os juros (...) é de se esperar que o critério de aprovação de financiamentos bancários fique mais severo por causa da inflação e da alta dos juros e do câmbio (desvalorização do real contra o dólar)", afirmou o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, nesta terça-feira. A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez, que assessora a Fenabrave, citou risco de aumento da inflação por causa da desvalorização do real, cenário que impulsiona a expectativa de juros do país para "9,5 por cento ou até aos dois dígitos" até o final do ano. As vendas de veículos no primeiro semestre somaram 1,798 milhão de unidades, excluindo motocicletas e implementos rodoviários, ante 1,716 milhão no mesmo período de 2012. Apenas em junho, o setor apurou emplacamentos de 318,6 mil unidades, crescimento de 0,76 por cento sobre maio, mas queda de 9,8 por cento sobre um ano antes. Segundo Meneghetti, apesar das manifestações que atingiram grandes capitais do país em junho, o desempenho das vendas de veículos no interior do Brasil ajudou a compensar quedas nos grandes centros. Já a queda na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas de veículos. A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. No semestre, a média foi de 13.998 unidades, acima das 13.164 da primeira metade de 2012. Ele afirmou que o setor não deverá repetir fortes taxas de crescimento mensal verificadas no ano passado, diante da diluição do efeito da redução do IPI desde o fim de maio de 2012. A Fenabrave estima que as vendas de carros e comerciais leves em 2013 cresçam 3,3 por cento, para 3,754 milhões de unidades. Já a perspectiva para caminhões é de expansão de 10 por cento, a 151.488 veículos. O presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., afirmou que os caminhões pesados, veículos capazes de transportar mais de 30 toneladas de carga, estão praticamente todos comercializados até o final do ano e devem mostrar crescimento de participação no total
de vendas do segmento, a 36 por cento ante média de cerca de 25 por cento nos últimos cinco anos. Segundo ele, a expansão nas vendas de caminhões pesados, item bastante voltado a investimento expresso em formação bruta de capital fixo, está sendo puxada pelo agronegócio, que atravessa período de safra recorde, e por demanda de transporte de material de construção. Já o segmento de motocicletas segue apresentando quedas na comparação anual. As vendas de veículos da categoria acumularam queda de 11,8 por cento no primeiro semestre, a 748,25 mil unidades. No ranking de vendas de automóveis e comerciais leves, a Fiat encerrou junho com vendas de 63.847 veículos, equivalentes a 21,08 por cento do mercado e mantendo a primeira posição. Enquanto isso, a Volkswagen teve vendas de 58.749 unidades, uma fatia de 19,4 por cento. A General Motors registrou licenciamentos de 55.484 veículos, ou 18,32 por cento do mercado, seguida pela Ford, com 28.728 unidades. A Renault veio na sequência com vendas de 20.018 veículos em junho, seguida pela Hyundai com emplacamentos de 15.887 unidades. (Por Alberto Alerigi Jr.)
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL NH Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Notícias Economia Economia - 02/07/2013 12h47 Atualizado em 02/07/2013 12h49
Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave O número de veículos licenciados no ano foi 4,62% superior ao mesmo período de 2012
Agência Brasil
Brasília - As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de nesta terça-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BEM PARANÁ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho
Agropecuária
Participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%
Cenofisco Informa
02/07/13 às 12:30 atualizado às 15:30
Agência Brasil
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As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã desta terça-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado.
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A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre
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maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012. IMPRIMIR
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Título: Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de carros Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VEJA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Economia 02 de Julho de 2013
Setor automotivo
Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de carros Vendas menores de caminhões e ônibus devem ser compensadas por aumento da demanda de automóveis e comerciais leves
Previsão de vendas de automóveis e comerciais leves este ano subiu (Daniel Castellano/Gazeta do Povo) A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabave) e a MB Associados revisaram para cima a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves em 2013 sobre 2012. A estimativa deste mês aponta que as vendas destes veículos somem 3,754 milhões de unidades este ano, alta de 3,3% sobre 2012, ante uma perspectiva anterior, feita em março, de crescimento de 2,6% entre os períodos, para 3,729 milhões de veículos. A Fenabrave e a MB Associados reduziram, no entanto, de 15% para 10,53%, a previsão de aumento nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013 e, com isso, esperam vendas de 185.068 unidades este ano destes veículos e não mais 192.557 como na previsão de março. Assim, o mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012, ante uma previsão anterior de crescimento de 3,15%, para 3,922 milhões de veículos comercializados. Leia mais: Fenabrave aponta 167 mil carros vendidos em junho Produção de veículos é recorde no acumulado de 2013, diz Anfavea Motos - Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas foi revertida pela Fenabrave e pela consultoria. Até março, a expectativa era de um crescimento de 3,7% nos emplacamentos, para 1,698 milhão de unidades. Mas o desempenho ainda negativo do setor fez com que a estimativa deste mês aponte para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave acredita que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 deverá crescer 1,93%, para 5,54 milhões de unidades. A previsão de março apontava para um aumento de 3,31%, para 5,619 milhões de veículos entre os períodos. Leia também: Brasil e Argentina têm livre-comércio automotivo
(com Estadão Conteúdo)
Título: Vendas de veículos sobem 4,79% no 1º semestre Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CIMM Cidade: WEB Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Centro de Informação Metal Mecânica WWW.CIMM.COM.BR
Vendas de veículos sobem 4,79% no 1º semestre Fonte: G1 - 02/07/2013 As vendas de veículos no primeiro semestre do ano tiveram alta de 4,79% em relação ao mesmo período do ano passado, informou a Fenabrave nesta terça-feira (2). Foram emplacados 1.798.976 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. De janeiro a junho de 2012, o volume de vendas foi de 1.716.709. Considerando apenas automóveis e comerciais leves, nos primeiros seis meses deste ano foram vendidos 1.707.814, um aumento de 4,62% frente a 2012 (1.632.343). O segmento de caminhões registrou alta de 6,43% sobre o primeiro semestre de 2012, com 74.365 unidades emplacadas contra 69.547 naquele período do ano passado. A venda de ônibus também subiu, com 16.797 emplacamentos, número 13,35% maior que os 14.819 do mesmo período no ano passado. Contado à parte, o segmento de motos registrou queda de 11,83% frente ao primeiro semestre de 2012. Foram vendidas 748.252 unidades de janeiro a junho contra 848.607 no mesmo período de 2012. Junho O mês de junho não pesou tanto para as vendas de veículos no semestre. Foram comercializados 318.606 carros, caminhões e ônibus no mês passado, alta de apenas 0,76% sobre maio (316.206). Houve queda de 9,79% na comparação com junho de 2012, quando foram vendidos 353.169 veículos. Analisando somente o desempenho de automóveis e comerciais leves, as vendas tiveram alta de 0,77% em junho, com 302.896 emplacamentos contra 300.596 em maio. Frente a junho de 2012 (com (340.657 vendidas) também houve retração, de 11,08%. O segmento de caminhões teve aumento de 2,89% nas vendas sobre maio, com 13.081 unidades emplacadas contra 12.714. Na comparação anual, o crescimento foi mais expressivo: 22,29%. Isso porque, em junho de 2012, foram vendidas 10.697 unidades. Em junho foram vendidos 2.629 ônibus, uma queda de 9,22% sobre maio (2.896), porém alta de 44,85% sobre junho 2012, quando os emplacamentos somaram 1.815 unidades. Passando por um ano ruim, o segmento de motos somou 125.002 unidades comercializadas no mês passado, queda de 3,99% contra maio (130.199). Na comparação com o mesmo período de 2012 (123.959 unidades),
houve ligeira alta de 0,84%. HB20 fica fora dos top 10 de carros Como apontaram números prévios, pela primeira vez desde novembro, o hatch Hyundai HB20 ficou foram da lista dos carros (automóveis e comerciais leves) mais vendidos no mês. Em junho, o modelo ocupou a 11ª posição. Considerando apenas automóveis, ele foi o 10º mais vendidos. O HB20 chegou às lojas em outubro passado e, a partir do mês seguinte, apareceu constantemente no ranking dos mais vendidos, tendo chegado à quarta posição em fevereiro, março e abril, com vendas entre 10 mil e 12,5 mil unidades. Em maio, caiu para a nona colocação, com 9,6 mil emplacamentos.
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Título: Vendas crescem 4,6% no primeiro semestre; Hyundai HB20 despenca Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: UOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Vendas crescem 4,6% no primeiro semestre; Hyundai HB20 despenca Do UOL, em São Paulo (SP) 02/07/2013
13h07 > Atualizada 02/07/2013
19h00
A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) confirmou na manhã desta terça-feira que o primeiro semestre de 2013 foi responsável pela venda de 1.707.814 automóveis e comerciais leves. Segundo a associação, este número representa aumento de 4,62% na comparação com o mesmo período de 2012 -- os dados foram antecipados pelo blogueiro Joel Leite (http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2013/07/01/vendascrescem-46-no-semestre/) nesta segunda-feira. Na comparação com o mês de maio, no entanto, o mercado ficou praticamente estável, com leve crescimento de 0,77%, totalizando 302.896 unidades.
RESUMO DE VENDAS Veja o relatório completo da Fenabrave com os números de vendas de junho (http://download.uol.com.br/carros/fenabrave_junho_2013.pdf)
RANKING Entre as marcas, após uma primeira quinzena arrasadora da Volkswagen (http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2013/06/17/quinzena-fecha-com152-carros-por-dia/), a Fiat retomou a liderança e terminou na 1ª colocação, com 21,08%. A Volks é a segunda, com 19,4%. GM (18,32%), Ford (9,48%) e Renault (6,61%) -- que voltou a desbancar a Hyundai -- completam o Top 5. A ordem é a mesma no acumulado do ano. Entre os carros, o destaque do mês vai para a queda do Hyundai HB20, que passou da 9ª para a 11ª colocação, e para o bom volume de vendas (novamente) do Ford Fiesta (que inclui a antiga geração, agora chamada de Rocam, e o New Fiesta). O HB20, no entanto, ainda é o 7º mais vendido do país no acumulado do ano. Volkswagen Gol lidera com folga, com 22.541 unidades vendidas, seguido por Fiat Uno/Mille (16.326), Fiat Palio (14.088), Volkswagen Fox/CrossFox (13.807) e Ford Fiesta (12.995).
Um dos motivos para a queda de vendas do HB20 é a fome de mercado do novo Ford Fiesta
OUTROS SETORES O segmento de caminhões e ônibus cresceu 0,64% na comparação com maio e 8,06% no comparativo com os seis primeiros meses de 2012. O setor de motocicletas
caiu 3,99% em relação a maio, mas cresceu 0,84% no primeiro semestre do ano (ante o primeiros seis meses de 2012). A previsão anual da Fenabrave é de crescimento geral do mercado de 3,62%.
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Título: Caminhões pesados puxam vendas do setor, diz Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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→ Economia Publicado em terça-feira, 2 de julho de 2013 às 13:49
Caminhões pesados puxam vendas do setor, diz Fenabrave Comentário(s)
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Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades
Atraso na Obra? www.TapaiAdvogados.com.br/Atrasos Problemas na entrega de Imóvel? Especialista em Direito Imobiliário
militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: WEBMINAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Veículos - Notícia Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave MAIS LIDAS As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades.
1 - Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo a Fenabrave 2 - Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave 3 - Novo Honda Accord, com muitas novidades, será vendido no Brasil por R$ 119.900
A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012. Agência Brasil 02/07/2013 - 12:21
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Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O DIÁRIO DE LONDRINA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Economia
SÃO PAULO
Publicado em: 02/07/2013 13:49|Atualizado em: 02/07/2013 13:49
Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Gustavo Porto Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A TARDE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Economia Ter , 02/07/2013 às 13:49
Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Gustavo Porto | Agência Estado Tags:
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Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
Título: Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: R7 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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publicado em 02/07/2013 às 13h49:
Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Estadão Conteúdo 0
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Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre.
"A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
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Título: Venda de autos no Amazonas cresce 10% no semestre, mas começa a perder fôlego Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO AMAZONAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Venda de autos no Amazonas cresce 10% no semestre, mas começa a perder fôlego Amazonas
02 Jul 2013 . 07:00 h . Laís Motta . portal@d24am.com
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O setor já amarga dois meses consecutivos de resultados ruins e reflete um momento de desaquecimento da economia brasileira, na avaliação de especialistas.
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Manaus - O mercado automotivo do Amazonas comercializou mais de 27,9 mil carros e motos no primeiro semestre de 2013, um aumento de 10,1% em comparação ao mesmo período do ano passado. Apesar do crescimento, o setor já amarga dois meses consecutivos de resultados ruins e reflete um momento de desaquecimento da economia brasileira, na avaliação de especialistas. Em junho, a venda de automóveis caiu 11,47% em relação a junho de 2012. Foram comercializadas 1.913 unidades, contra 2.161 no ano anterior, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). “O crescimento que está ocorrendo é verdadeiro, mas bem abaixo do ideal”, afirma o gerente de vendas da Via Marconi, Antônio Carlos Lima. Ele salienta que no ano já foram vendidos 16,2 mil veículos, entre automóveis e comerciais leves, mas que o registro acumulado também está aquém do que o mercado pode realizar. A média no ano é de 2,7 mil e já foi de 3,5 mil. O desaquecimento do setor automotivo reflete a própria economia, na análise de Antônio Carlos. Para ele, as famílias estão receosas em adquirir um veículo e contrair mais dívidas. O mercado de carros trava com o País não registrando um ‘crescimento ideal’. O próprio movimento dentro das concessionárias diminuiu em função do endividamento das famílias e das incertezas quanto à economia e à inflação. “Antes, a gente tinha um fluxo muito bom de clientes e estávamos encontrando problema de aprovação de crédito. Agora o
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crédito melhorou, mas o fluxo diminuiu, as pessoas estão consumindo menos”, avalia o gerente comercial da Mavel, Vannius de Castro. Apesar do segmento apresentar um crescimento de 9,24% no semestre com a venda de carros, o movimento razoável se concentrou até abril e depois caiu, diz Castro. A expectativa é que as vendas aqueçam no segundo semestre, como em todos os anos, e cresçam de 8% a 10%. No ano, 12 mil automóveis foram vendidos, contra 10,5 mil no mesmo período de 2012. Já os modelos comerciais leves registraram queda de 1,73%, saindo de 4.265 unidades no primeiro semestre de 2012 para 4.191 neste ano. Motos A venda de motocicletas também não registrou resultados animadores. Segundo a Fenabrave, 1.930 motos foram vendidas em junho, quantidade 2,62% menor que o apurado em 2012. “Foi horrível. O mercado enfraqueceu em junho”, enfatiza o gerente geral da Amazonas Motocenter, Luis Abdalla. O executivo aponta o início das férias, os gastos com o Festival de Parintins e os três dias de paralisação das concessionárias com as manifestações na cidade como causas para o fraco resultado. No primeiro semestre, as vendas alcançaram as 11,7 mil unidades e são 11,44% maiores que 2012, mas ainda avaliadas como abaixo do esperado. @portald24am
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leia mais 05.03.13 . Economia. Venda de v eículos cai 2 5% em fev ereiro, m ostra Fenabrav e 29.06.13 . Economia. Consum idor local tom a R$ 3 50 m i em em préstim os, 7 4 % a
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Título: Caminhões pesados puxam vendas do setor, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: IG ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Caminhões pesados puxam vendas do setor, segundo Fenabrave Veículos pesados alavancaram crescimento de 7% nas vendas de caminhões no 1° semestre Agência Estado | 02/07/2013 14:39:26 0
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Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 e de 22,3% em junho sobre junho de 2012.
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-Veja também: venda de auto e comercial leve sobe 9,58% em maio, segundo Fenabrave Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.
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Taxas de juros "deflacionadas" devem contribuir para as vendas de veículos pesados
Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave.
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A média de vendas diárias de automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além do aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas".
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C apa » Brasil » Economia » Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave
Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave terça-feira, 02/07 /201 3 - 1 2:1 7
Google Tradutor Marli Moreira Agência Brasil
São Paulo – As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
Quarta-Feira, 03 de Julho de 201 3
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Publicação: Terça-feira, 02/07/2013 às 11:16:00 Tamanho da letra:
Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de autos
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A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores e a MB Associados revisaram para cima a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves em 2013 sobre 2012. A estimativa deste mês aponta que as vendas destes veículos somem 3,754 milhões de unidades este ano, alta de 3,3% sobre 2012, ante uma perspectiva anterior, feita em março, de crescimento de 2,6% entre os períodos, para 3,729 milhões de veículos. A Fenabrave e a MB Associados reduziram, no entanto, de 15% para 10,53%, a previsão de aumento nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano, ante estimativa anterior de 192.557 unidades na previsão de março. O mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012, ante uma previsão anterior de crescimento de 3,15%, para 3,922 milhões de veículos comercializados. Motos - Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas foi revertida pela Fenabrave e pela consultoria. Até março, a expectativa era de um crescimento de 3,7% nos emplacamentos, para 1,698 milhão de unidades. Mas o desempenho ainda negativo do setor fez com que a estimativa deste mês aponte para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave aponta que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 deverá crescer 1,93%, para 5,54 milhões de unidades. A previsão de março apontava para um aumento de 3,31%, para 5,619 milhões de veículos entre os períodos.
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Fonte: Agencia Estado
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Título: Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PÁGINA 3 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades publicidade
As vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% sobre as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% sobre total de 300.596 veículos de maio, informou nesta terça-feira, 2, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mês de junho do ano passado foi o primeiro mês com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012. No primeiro semestre do ano foram comercializadas 1,708 milhão de unidades de autos e comerciais leves, alta de 4,62% sobre o acumulado de janeiro a junho de 2012, quando haviam sido emplacados 1,632 milhão de veículos. Em junho deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 15.710 unidades, alta de 0,64% em relação a maio e avanço de 25,56% sobre junho de 2012. No primeiro semestre de 2013, as vendas desses veículos atingiram 91.162 unidades, alta de 8,06% sobre as 84.366 unidades de igual período de 2012. Se forem somados motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, o total de veículos comercializados em junho de 2013 chegou a 457.225 unidades, uma queda de 0,65% sobre as 460.230 unidades de maio e baixa de 6,39% sobre os 488.457 veículos de junho de 2012. No primeiro semestre deste ano, os emplacamentos totais de veículos somaram 2,628 milhões de unidades, uma leve queda, de 0,27%, em relação às 2,635 milhões unidades de janeiro a junho de 2012.
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Há vagas de emprego na construção civil de Balneário Camboriú
Título: Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: G1 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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02/07/2013 15h27 - Atualizado em 02/07/2013 15h27
Vendas de veículos em junho sobem 0,76% sobre maio Reuters
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SÃO PAULO, 2 Jul (Reuters) - O setor de distribuição de veículos encerrou o primeiro semestre com uma perspectiva cautelosa para o restante do ano, diante de possíveis novas altas de juros para conter a inflação e instabilidade social nos grandes centros que afeta o varejo. Apesar dos concessionários apurarem um crescimento de cerca de 4,8 por cento nas vendas de veículos de janeiro a junho, a associação que representa o setor, Fenabrave, espera aumento do rigor dos bancos na concessão de financiamentos nos próximos meses. "Minha maior preocupação são os juros (...) é de se esperar que o critério de aprovação de financiamentos bancários fique mais severo por causa da inflação e da alta dos juros e do câmbio (desvalorização do real contra o dólar)", afirmou o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti, nesta terça-feira. A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez, que assessora a Fenabrave, citou risco de aumento da inflação por causa da desvalorização do real, cenário que impulsiona a expectativa de juros do país para "9,5 por cento ou até aos dois dígitos" até o final do ano. As vendas de veículos no primeiro semestre somaram 1,798 milhão de unidades, excluindo motocicletas e implementos rodoviários, ante 1,716 milhão no mesmo período de 2012. Apenas em junho, o setor apurou emplacamentos de 318,6 mil unidades, crescimento de 0,76 por cento sobre maio, mas queda de 9,8 por cento sobre um ano antes. Segundo Meneghetti, apesar das manifestações que atingiram grandes capitais do país em junho, o desempenho das vendas de veículos no interior do Brasil ajudou a compensar quedas nos grandes centros.
Já a queda na comparação anual ocorreu diante da forte base de comparação, já que junho de 2012 foi o primeiro mês a apurar efeito total da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas vendas de veículos. A expectativa do presidente da Fenabrave é que as vendas de julho tenham pelo menos o mesmo patamar de média por dia útil apurado em junho, de 15.145 carros e comerciais leves. No semestre, a média foi de 13.998 unidades, acima das 13.164 da primeira metade de 2012. Ele afirmou que o setor não deverá repetir fortes taxas de crescimento mensal verificadas no ano passado, diante da diluição do efeito da redução do IPI desde o fim de maio de 2012. A Fenabrave estima que as vendas de carros e comerciais leves em 2013 cresçam 3,3 por cento, para 3,754 milhões de unidades. Já a perspectiva para caminhões é de expansão de 10 por cento, a 151.488 veículos. O presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., afirmou que os caminhões pesados, veículos capazes de transportar mais de 30 toneladas de carga, estão praticamente todos comercializados até o final do ano e devem mostrar crescimento de participação no total de vendas do segmento, a 36 por cento ante média de cerca de 25 por cento nos últimos cinco anos. Segundo ele, a expansão nas vendas de caminhões pesados, item bastante voltado a investimento expresso em formação bruta de capital fixo, está sendo puxada pelo agronegócio, que atravessa período de safra recorde, e por demanda de transporte de material de construção. Já o segmento de motocicletas segue apresentando quedas na comparação anual. As vendas de veículos da categoria acumularam queda de 11,8 por cento no primeiro semestre, a 748,25 mil unidades. No ranking de vendas de automóveis e comerciais leves, a Fiat encerrou junho com vendas de 63.847 veículos, equivalentes a 21,08 por cento do mercado e mantendo a primeira posição. Enquanto isso, a Volkswagen teve vendas de 58.749 unidades, uma fatia de 19,4 por cento. A General Motors registrou licenciamentos de 55.484 veículos, ou 18,32 por cento do mercado, seguida pela Ford, com 28.728 unidades. A Renault veio na sequência com vendas de 20.018 veículos em junho, seguida pela Hyundai com emplacamentos de 15.887 unidades. (Por Alberto Alerigi Jr.) publicidade
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Título: Veja 10 carros e 10 motos mais vendidos no 1º semestre de 2013 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: G1 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Carros, motos, motores e velocidade 03/07/2013 07h00 - Atualizado em 03/07/2013 07h00
Veja 10 carros e 10 motos mais vendidos no 1º semestre de 2013 Hyundai HB20 e Chevrolet Onix 'estreiam' nesse tipo de ranking. Volkswagen Gol mantém a liderança; entre motos, Honda CG 150 é 1ª. Do G1, em São Paulo
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Comente agora Sem surpresas, a lista dos carros mais vendidos no 1º semestre do ano é liderada pelo Volkswagen Gol, modelo mais emplacado no país há 26 anos, seguido pelo Fiat Uno. Estreiam nesse tipo de lista, que soma os emplacamentos durante 6 meses, os hatchs Hyundai HB20 e Chevrolet Onix, que foram lançados no meio do segundo semestre do ano passado. Em motos, a novidade é que a Honda Biz aparece em segundo lugar, atrás da CG 150, superando a CG 125. No primeiro semestre de 2012, a Biz era a terceira colocada.
O ranking da Fenabrave considera, como números do Volkswagen Gol, as vendas das versões Novo Gol e Gol G4. Para o Fiat Uno, são contados o Novo Uno e o Mille. Para o Ford Fiesta, o Fiesta Rocam Hatch e o New Fiesta Hatch. Para o Fiat Siena, o Siena EL e o Grand Siena. saiba mais Vendas de veículos sobem 4,79% no 1º semestre, afirma Fenabrave Relembre os 10 carros e 10 motos mais vendidos em maio
tópicos: Classic, Fiat, Fiesta Rocam Hatch, Ford, Fox, GM/Chevrolet, Gol, Gol G4, Grand Siena, HB20, Hyundai, Mais vendidos, Mercado automobilístico, Mille, Motos, New Fiesta Hatch, Onix,
Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GP1 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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03/07/2013 - 01h13 Fenabrave
Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95% , a maioria de automóveis com taxa de 48,34% . As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012. Fonte: Agência Brasil
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Título: Vendas de carros ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DA MANHÃ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Uberaba, 03 de julho de 2013 | 07:47h
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03/07/2013
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As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de ontem pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado.
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EDIÇÃO DE HOJE
A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluídos caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram recuo de 0,65%, com o total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% s obre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades.
A previsão da Fenabrave para as vendas de automóveis até o fim do ano é de 2,93 milhões de unidades. Para todos os segmentos, estimase a venda de 5,6 milhões de unidades.
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Alta. A venda de automóveis no país cresceu 1,75% no primeiro trimestre deste ano em comparação com igual período do ano passado. De janeiro a março, foram vendidos 611,4 mil unidades ante 600,9 comercializadas no primeiro trimestre de 2012. No total, considerando todos os segmentos de veículos – automóveis, comerciais leves (como vans e furgões), caminhões, ônibus, motocicletas, máquinas agrícolas e implementos rodoviários (como basculantes e reboques) –, foram vendidas, no primeiro trimestre, 1,22 milhões de unidades, 5,73% a menos que no mesmo período de 2012.
ARTICULISTAS
Espaço do leitor
Vendas de carros ficam estáveis em junho
A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e de 22,29% em comparação ao mesmo mês de 2012.
COLUNAS
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Título: Bolsa tem pior queda desde 2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GAZETA DE ALAGOAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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BOVESPA. Deterioração das empresas do Grupo X e quadro doméstico “debilitado” provocam baixa
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Bolsa tem pior queda desde 2011 Por: AGÊNCIA ESTADO
Produção de alimentos recua com alta da inflação IBGE. Queda de 4,4% é a de maior impacto no índice geral da indústria
Senado aprova inclusão de advogados no Simples TRAMITAÇÃO. Projeto que inclui categoria no regime simplificado de tributação segue para a Câmara
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São Paulo, SP – A Bovespa ingressou no segundo semestre com o pé esquerdo. Depois de abrir julho com pequena baixa, na segunda-feira, dia 1º, o principal índice à vista da bolsa despencou ontem, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos. A situação de OGX e, por tabela, das demais empresas X e os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. Isso se agravou quando Wall Street também virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando recuou 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). Em apenas duas sessões do mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, o tombo atinge 25,80%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. O quadro doméstico, segundo profissionais consultados, está muito debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal deteriorada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse cenário, a deterioração das empresas do grupo X e os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazerem de ações domésticas. A avaliação é de que o governo não consegue fazer a economia andar, como reforçaram ainda os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio.
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Título: Vendas de carro ficam estáveis Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO NORDESTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Obama encerra viagem à África ao lado de Bush
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Vendas de carro ficam estáveis 03.07.2013
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São Paulo. As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados ontem pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. No primeiro semestre, o mercado registrou queda de 6,39% sobre igual período de 2012 FOTO: LC MOREIRA
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Título: Venda cai 11% em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GAZETA DIGITAL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Economia Quarta, 03 de julho de 2013, 00h00 VEÍCULOS
Venda cai 11% em junho As vendas de autos e comerciais leves somaram 302,896 mil unidades em junho, queda de 11,08% sobre as 340,657 mil unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% sobre total de 300,596 mil veículos de maio, informou nesta terça-feira (2), a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mês de junho do ano passado foi o 1º mês com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o 2º semestre de 2012... Leia mais na edição impressa de A Gazeta, disponível neste Portal.
Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MATO GROSSO NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave 03/07/2013 às 00:00 Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vice-presidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI). Agência Brasil
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Título: Fenabrave mantêm previsão de alta Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BEM PARANÁ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Fenabrave mantêm previsão de alta
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Cenofisco Informa Dicionário Economês A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2012. A estimativa ainda aponta que as vendas desses veículos devem somar 3,754 milhões de unidades em 2013, alta de 3,3% sobre 2012. A Fenabrave e a MB Associados preveem ainda um crescimento de 10,53% nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013 Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano. IMPRIMIR
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Título: Pesados puxam desempenho do setor de caminhões GIOVANNA RIATO, AB Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTOMOTIVE BUSINESS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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02/07/2013 | 20h01
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Comerciais
Pesados puxam desempenho do setor de caminhões Para Fenabrave, segmento terá participação de 36% no mercado este ano GIOVANNA RIATO, AB A venda de pesados e extrapesados impulsionou o mercado de >caminhões no primeiro semestre e deve permanecer aquecida até o fim do ano. A expectativa foi anunciada pela Fenabrave, federação dos distribuidores de veículos, na terça-feira, 2. A demanda por modelos com capacidade de carga superior a 30 toneladas foi puxada pelo transporte de materiais para obras de infraestrutura e de commodities resultado da safra recorde de grãos. “O setor de caminhões vem muito bem. Algumas montadoras têm encomendas até o fim do ano para veículos pesados”, garante Alarico Assumpção, presidente executivo da entidade. No primeiro semestre as vendas de caminhões aceleraram 6,9% sobre o mesmo intervalo de 2012, para 74,3 mil unidades. A média diária teve salto de 22,3% no período. A Fenabrave destaca que a maior parte deste crescimento está nas pontas, entre os modelos leves e os pesados. Os veículos médios sofrem com restrições de circulação nos centros urbanos. A projeção da entidade para as vendas de caminhões este ano é de cerca de 150 mil unidades, com crescimento de 10% sobre o resultado do ano passado. Os modelos pesados devem ter participação de 36% nesse volume. Os juros do financiamento pelo Finame PSI passaram de 3% ao ano no primeiro semestre para 4% ao ano a partir de 1º de julho. Assumpção acredita que o aumento não afetará a evolução das vendas do setor. “A taxa ainda é menor do que a inflação. É um ótimo negócio para o cliente do setor.”
Título: Com 1,79 milhão de veículos, mercado bate recorde no 1º semestre GIOVANNA RIATO, AB Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTOMOTIVE BUSINESS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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02/07/2013 | 18h47
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Mercado
Com 1,79 milhão de veículos, mercado bate recorde no 1º semestre Fenabrave prefere não refazer projeções diante das incertezas da economia GIOVANNA RIATO, AB As vendas de veículos alcançaram recorde no primeiro semestre de 2013. Dados do Renavam divulgados pelaFenabrave, federação dos distribuidores do setor, mostram alta de 4,8% nos emplacamentos entre janeiro e junho sobre o mesmo intervalo de 2012, para 1,79 milhão de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O volume recorde aconteceu apesar de o primeiro semestre deste ano ter tido dois dias úteis a menos do que o mesmo período do ano passado. O patamar elevado, no entanto, pode não se manter nos próximos meses. A entidade alerta que a base de comparação fica mais forte, já que houve expansão do mercado no segundo semestre de 2012. Além disso, o cenário econômico é instável. Tereza Fernandez, diretora da MB Associados, define que “a formação de uma crise depende da junção de alguns fios desencapados na economia.” A especialista é responsável por traçar cenários para a Fenabrave e participou da coletiva de imprensa da entidade na terça-feira, 2. Na visão dela, o Brasil já apresenta fatores que podem gerar as primeiras faíscas. “Temos o aumento da inflação, que faz o consumidor, que já está endividado, abdicar de algumas compras. Essa alta dos preços leva ao aumento dos juros. Há ainda a mudança de patamar do câmbio. Para completar, surgiu a insatisfação política e as manifestações populares que afetam a economia”, avalia. Diante do cenário incerto, a Fenabrave preferiu não fazer novas projeções para este ano. “Vamos esperar as coisas se definirem um pouco mais e devemos anunciar novos números em agosto”, apontou Flávio Meneghetti, presidente da federação. Ao mesmo tempo, ele não reafirma as expectativas já divulgadas pela entidade, de que o mercado de veículos cresceria 3,1% em 2013, alcançando 3,92 milhões de unidades. O executivo adianta apenas que as vendas não vão seguir a mesma curva de aceleração registrada no ano passado, quando houve desempenho fraco no primeiro semestre com forte aceleração a partir de junho, com a redução do IPI. DESEMPENHO Em junho o mercado brasileiro absorveu 318 mil veículos, entre leves e pesados. O número é ligeiramente superior ao de maio, com alta de 0,7%. Sobre o mesmo mês do de 2012, no entanto, há retração de 9,8%. “A redução do IPI foi anunciada em 21 de maio do ano passado e teve impacto forte sobre o mês seguinte, então temos uma base forte de comparação”, explica Meneghetti. Apesar da redução do volume em junho, o presidente da Fenabrave comemora algumas mudanças positivas. A primeira delas é a rápida evolução das vendas fora dos mercados mais tradicionais. “O desenvolvimento passou a acontecer no interior”, aponta. Para ele, outro aspecto positivo é a redução das vendas diretas das montadoras para grandes frotistas, como locadoras. Meneghetti indica que não houve queda expressiva em números absolutos, mas há diminuição da participação desse tipo de negócio no mercado interno. No primeiro semestre de 2011 cerca de 26% do total vendido no País foram em operações diretas entre montadoras e frotistas. Esse porcentual caiu para pouco mais de 25% em 2012 e ficou em 23,3% este ano. Para a Fenabrave, o ideal seria que apenas de 10% a 12% das vendas fossem concretizadas em operações diretas. SEGMENTOS No semestre, o segmento que apresentou maior crescimento foi o de ônibus, com evolução de 13,3% sobre os primeiros seis meses de 2012, para 16,7 mil chassis. As vendas de caminhões avançaram 6,9%, com 74,3 mil unidades. No total, o mercado de veículos comerciais somou 91,1 mil unidades. Já o de leves chegou a 1,7 milhão de emplacamentos. Desse total, 1,3 milhão foram automóveis, com evolução de 3,7%, e 385,9 mil foram comerciais leves, com expansão de 7,5%. RANKING A Fiat manteve a liderança nas vendas do semestre, com 21% de market share, seguida por Volkswagen (19,4% de
participação) e General Motors (18,3%). Depois de algumas oscilações, a Renault sustentou a quarta colocação, 1,25 ponto porcentual à frente da Hyundai, quinta colocada com 5,25% de presença no mercado. Entre os automóveis, o modelo mais vendido foi o Volkswagen Gol, com 121,3 mil emplacamentos. Em seguida estão os Fiat Uno e Palio, respectivamente, os carros da família Fox, também da Volkswagen, e o Hyundai HB20 em quinto lugar. A liderança em comerciais leves ficou para a Fiat Strada, com 62 mil unidades vendidas no primeiro semestre. Atrás dela está a Saveiro, da Volkswagen, o Ford Ecosport, e as C hevrolet S10 e Montana. Assista à entrevista exclusiva com Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave:
Título: Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde setembro de 2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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/Economia Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde setembro de 2011
Forte perda das empresas de Eike e dados fracos da indústria e do comércio pressionaram o Ibovespa 02 de julho de 2013 | 18h 05
A dificuldade prossegue na Bovespa neste começo de segundo semestre, depois da queda acumulada superior a 20% nos primeiros seis meses do ano. A Bovespa despencou nesta terça-feira, 2, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos e na sequência de leve baixa no pregão anterior. A situação de OGX e, por tabela das demais empresas X, os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. A percepção se agravou quando Wall Street virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando havia se desvalorizado 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). No mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, de 25,8%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. Os dados são preliminares. Segundo profissionais de renda variável, o cenário interno está debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal questionada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse quadro, a deterioração das empresas do grupo X, os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazer de ações de companhias brasileiras. De acordo com o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas ouvidos pelo AE Projeções. A avaliação corrente é que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio. Na Bovespa, a venda de papéis foi generalizada e apenas duas ações do principal índice fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao escorregar 19,64%, cotada a R$ 0,45. Mais cedo, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco Standard & Poor''s reduziu o rating da companhia de B- para CCC, com perspectiva negativa. MMX ON caiu 17,29%, a segunda maior baixa do Ibovespa, seguida por LLX ON, com
perda de 11,24%. Dentre as blue chips, Petrobrás ON perdeu 3,94% e a PN cedeu 4,76%. Vale ON teve baixa de 3,36% e a PNA recuou 4,33%. No exterior, as Bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADO DE MINAS ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Agência Brasil Publicação: 02/07/2013 19:16 Atualização: Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Saiba mais... Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas de autos Vendas de carros crescem 15% na 1ª
Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse.
quinzena, informa Fenabrave
Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vicepresidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI). Anúncios Google
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Título: Vendas de veículos sobem 0,8% de maio para junho, informa Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PORTO GENTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Texto publicado em 03/07/2013 - 00:53
Vendas de veículos sobem 0,8% de maio para junho, informa Fenabrave Tw eet
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As vendas de veículos novos no país atingiram 318,6 mil unidades em junho, 9,8% abaixo do mesmo período do ano passado, mas 0,8% a mais do que os 316,2 mil automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus emplacados em
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maio. Com isso, o mercado fechou o primeiro semestre com 1,8 milhão de veículos vendidos, marcando alta de 4,8% na comparação anual, segundo informou nesta terça-feira a Fenabrave, entidade que abriga as concessionárias de
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carros.
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O setor manteve um forte ritmo no mês passado. Só no segmento de carros de passeio e utilitários leves, foram emplacadas 302,9 mil unidades. Mesmo com um dia útil a menos de venda, o volume ficou levemente acima de maio, que já tinha sido um mês positivo, com 300,6 mil unidades vendidas.
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Contudo, na comparação com junho do ano passado, quando foram vendidos 340,7 mil carros e utilitários leves, houve queda de 11,1% nesse segmento. Esse recuo, no entanto, já era esperado porque, a partir de agora, a base de comparação passa a ser mais forte. Em junho do ano passado, as vendas
Cargas e/ou Transportes: anuncie. Guia de empresas por atividade.
haviam disparado por conta do anúncio de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), feito pelo governo no mês anterior. Os
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descontos chegavam a zerar a alíquota dos automóveis populares.
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Na briga das marcas, a Fiat liderou o mercado no mês passado, com participação de 21,1% sobre o total vendido. Na sequência, aparecem
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Volkswagen (19,4%), General Motors (18,3%) e Ford (9,5%).
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O balanço da Fenabrave também mostra que o mercado de caminhões segue
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em recuperação, com 13,1 mil unidades emplacadas em junho, 22,3% a mais do que no ano passado. Na comparação com maio, a alta foi de 2,9%.
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Esse mercado é liderado pela Volkswagen, cuja participação de mercado foi de 25,5% em junho. A Mercedes-Benz ocupa o segundo lugar no segmento, respondendo por 24,7% das vendas no mês passado. Fonte: Jornal do Brasil
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Título: Vendas de veículos sobem 0,8% de maio para junho, informa Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VAREJISTA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Terça-feira, 02 de Julho de 2013
Vendas de veículos sobem 0,8% de maio para junho, informa Fenabrave As vendas de veículos novos no país atingiram 318,6 mil unidades em junho, 9,8% abaixo do mesmo período do ano passado, mas 0,8% a mais do que os 316,2 mil automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus emplacados em maio. Com isso, o mercado fechou o primeiro semestre com 1,8 milhão de veículos vendidos, marcando alta de 4,8% na comparação anual, segundo informou nesta terça-feira a Fenabrave, entidade que abriga as concessionárias de carros. O setor manteve um forte ritmo no mês passado. Só no segmento de carros de passeio e utilitários leves, foram emplacadas 302,9 mil unidades. Mesmo com um dia útil a menos de venda, o volume ficou levemente acima de maio, que já tinha sido um mês positivo, com 300,6 mil unidades vendidas. Contudo, na comparação com junho do ano passado, quando foram vendidos 340,7 mil carros e utilitários leves, houve queda de 11,1% nesse segmento. Esse recuo, no entanto, já era esperado porque, a partir de agora, a base de comparação passa a ser mais forte. Em junho do ano passado, as vendas haviam disparado por conta do anúncio de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), feito pelo governo no mês anterior. Os descontos chegavam a zerar a alíquota dos automóveis populares. Na briga das marcas, a Fiat liderou o mercado no mês passado, com participação de 21,1% sobre o total vendido. Na sequência, aparecem Volkswagen (19,4%), General Motors (18,3%) e Ford (9,5%). O balanço da Fenabrave também mostra que o mercado de caminhões segue em recuperação, com 13,1 mil unidades emplacadas em junho, 22,3% a mais do que no ano passado. Na comparação com maio, a alta foi de 2,9%. Esse mercado é liderado pela Volkswagen, cuja participação de mercado foi de 25,5% em junho. A MercedesBenz ocupa o segundo lugar no segmento, respondendo por 24,7% das vendas no mês passado. Fonte: Valor Online
Título: Ato de caminhoneiros interdita 14 pontos das estradas federais em MG Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADO DE MINAS ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Ato de caminhoneiros interdita 14 pontos das estradas federais em MG Agência Estado Publicação: 02/07/2013 19:00 Atualização: 02/07/2013 19:47
Movimento de greve dos motoristas autônomos atinge vários estados do país Minas Gerais viveu nesta terça-feira mais um dia de trânsito complicado em algumas das principais rodovias que cortam o Estado por causa do protesto de caminhoneiros realizado em todo o País. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ao menos 14 pontos de quatro BRs que passam por Minas estavam interditados no fim da tarde desta terça-feira. Além do ato dos caminhoneiros outros manifestantes também promoveram protestos com interdição de estradas. A rodovia mais afetada nesta terça foi a BR-381, onde os caminhoneiros fizeram interdições tanto no trecho que liga Belo Horizonte a São Paulo quanto na parte entre a capital mineira e o Espírito Santo. De acordo com a PRF, em seis pontos havia interdição em ambos os sentidos: no quilômetro 513, em Igarapé; no quilômetro 359, em João Monlevade; no quilômetro 365, em São Gonçalo do Rio Abaixo; no quilômetro 295, em Antônio Dias; no quilômetro 589, em Carmópolis de Minas; no quilômetro 502, em Betim; no quilômetro 617, em Oliveira; e no quilômetro 648, em Santo Antônio do Amparo. De acordo com a polícia, em todos estes pontos havia interdição apenas para veículos de carga.
Saiba mais... Greve dos caminhoneiros afeta setor agroindustrial de SC Fenabrave: caminhões pesados puxam vendas do setor Parada de caminhoneiros começa a preocupar Sindicom Paralisação nas estradas barra a chegada de mercadorias ao comércio e à indústria
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Já no quilômetro 603 da BR-040, próximo a Congonhas, na região central de Minas, manifestantes interditaram totalmente o tráfego, problema que também foi registrado nesta segunda-feira, 1, quando teve início o protesto dos caminhoneiros. Além deste ponto, também foram registradas interdições na BR040, que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro, em um trecho, e a Brasília (DF), no outro, nos quilômetros 650, em Cristiano Otoni; 807, em Matias Barbosa; e 563, em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde o trânsito foi interditado para todos os veículos, mas que
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foi totalmente liberado no fim da tarde. Além disso, caminhoneiros ainda promoveram protestos no quilômetro 50 da BR-262, em Manhuaçu; no quilômetro 406 da BR-116, em Governador Valadares; e no quilômetro 516 da BR-251, em Montes Claros, no norte do Estado, onde o tráfego também foi totalmente interrompido pelos manifestantes. Os caminhoneiros reivindicam redução no preço do diesel, isenção do pagamento de pedágios, alteração na forma de pesagem de cargas e mudanças na legislação que regulamenta o sistema de trabalho da categoria. Serviços No trecho da BR-040 entre a capital mineira e Brasília, a situação foi agravada por uma manifestação organizada na altura do quilômetro 517, entre Contagem e Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, contra a má qualidade do transporte. Durante o ato, os manifestantes atearam fogo em um ônibus e depredaram ao menos outros três, que foram arrastados para o meio da pista e usados como barricadas para interditar o trânsito. O tráfego na rodovia só foi liberado de tarde, após cerca de seis horas de interdição. Apesar da redução do preço das passagens, que ontem passou de R$ 3,45 para R$ 3, moradores reclamam do quadro de horários, da superlotação dos ônibus e das condições do veículos. Também foram registrados protestos na MG-020, feito por moradores de Jaboticatubas; na MG-050, próximo a Itaúna; e no Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Todos os atos foram promovidos por moradores em protesto contra a má qualidade de serviços públicos. Anúncios Google
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Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, diz Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EXAME Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Veículos 02/07/2013 18:07
Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, diz Fenabrave Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal” Marli Moreira, da
São Paulo – Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano.
O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vice-presidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram
6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
Título: Ingo Pelikan assume presidência do IQA até 2015 MÁRIO CURCIO, AB Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTOMOTIVE BUSINESS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Ingo Pelikan assume presidência do IQA até 2015 Executivo pretende ampliar a atuação do instituto e fortalecer parcerias internacionais MÁRIO C URC IO, AB Tomou posse da presidência do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) na terça-feira, 2, o administrador de empresas Ingo Pelikan. O executivo trabalha há 27 anos na Mercedes-Benz, onde atua no gerenciamento de fornecedores para motor, eixo e câmbio. Ele substitui Márcio Migues. C omo metas para sua gestão (2013-2015), Pelikan pretende ampliar a atuação do IQA no mercado nacional e fortalecer as parcerias com organismos internacionais. “A proposta não é fazer uma revolução, mas dar continuidade ao que já vinha sendo feito, aproveitando novas oportunidades”, diz.
Ingo Pelikan assume o lugar de Márcio Migues
Até o fim do ano, o IQA vai inaugurar um laboratório próprio dentro do Parque Tecnológico de Sorocaba, capaz de analisar óleos lubrificantes, fluidos de freio, líquidos de arrefecimento e também Arla 32. Em 23 de setembro o instituto vai realizar um fórum sobre qualidade. “Nossa demanda agora é forte. Somos o quarto mercado consumidor e o sexto produtor global de veículos”, recorda o novo presidente.
“Precisamos estar alinhados com as novas necessidades do mercado quanto à qualidade, aos processos e sistemas que envolvam todos os segmentos do setor automotivo.” O instituto também tem novos membros para a diretoria executiva e nos conselhos diretor e fiscal. VEJA A SEGUIR OS INTEGRANTES DA NOVA GESTÃO: Diretoria executiva Ingo Pelikan (presidente da diretoria executiva) - Anfavea/Mercedes-Benz; Márcio Fontoura Migues – Anfavea/Renault; Feres Macul Neto - Sindipeças/TMD; Stephan Heinz Blumrich – Sindipeças/Umicore; José Nogueira dos Santos – Sindirepa/Dikar. Conselho diretor C ristiane Paixão – Anfavea/Fiat; Fábio Assumpção Ribeiro – Anfavea/Volkswagen C aminhões e Ônibus – MAN; Guilherme Heinz – Anfavea/Mercedes-Benz do Brasil; Mário Luz – Anfavea; Ricardo Schneider Talhiari – Anfavea/Scania; Adilson Luís Sigarini – Sindipeças/Thyssen Krupp; Alexandre Meirelles Nagle – Sindipeças/ZF; Antônio C arlos Bento de Souza (presidente do conselho diretor) – Sindipeças/C orneta; Fernando Herrera Neto – Sindipeças/Olsa; Wilson Rocha Filho – Sindipeças/TRW; Ilcon Miranda C osta – ABC Q; Roberto André Sandel Korall – Abiplast/C omponent; Edvaldo C ardozo de Araújo – Abividro/Pilkington; Nilton Monteiro – AEA; Vanderlei Borsari – C etesb; Morvam C otrim Duarte – Denatran; Marcelo C iardi Franciulli – Fenabrave; Luiz Eduardo Lopes – IPT; José Antônio Silvério - Setec/MC T; Antônio C arlos Fiola da Silva - Sindirepa/Dimas. Conselho Fiscal Titulares Mário Bruno Morelli Jr. – Sindipeças; Fábio Braga - SAE Brasil;
Diogo Alarcon C lemente - DSA C onsultoria. Suplentes Marco Antônio Saltini – Anfavea/MAN; Mário Milani – Sindipeças/Fiam; Francisco Emílio Baccaro Nigro - SDEC T – (Secretaria de Desenvolvimento Econômico, C iência e Tecnologia).
Título: Concessionárias de veículos esperam cenário desafiador para o 2º semestre Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE S.PAULO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
02/07/2013 - 18h01
Concessionárias de veículos esperam cenário desafiador para o 2º semestre DE SÃO PAULO Em meio às previsões de alta do dólar, de pressão inflacionária e elevação da taxa básica de juros, o setor de distribuição de veículos traça um cenário mais adverso para as vendas no segundo semestre. Os emplacamentos de veículos cresceram 4,8% nos seis primeiros meses do ano, para 1.798.976 unidades, influenciados sobretudo pela fraca base de comparação, já que no mesmo período do ano passado as vendas estavam em queda. Como os números começaram a reagir no meio de 2012, o setor já esperava uma desaceleração no ritmo de crescimento no segundo semestre. A previsão de piora do cenário macroeconômico entra agora como um novo complicador. Segundo o presidente da Fenabrave (associação das concessionárias), Flavio Meneghetti, diante de tal cenário, os bancos devem adotar postura mais cautelosa na hora de avaliar os pedidos de crédito. A entidade, contudo, preferiu esperar para rever a previsão de crescimento para o ano diante de um contexto de incertezas que tomaram o país nos últimos meses. A expectativa atual é de um avanço de pouco mais de 3%. Meneghetti descarta ainda a possibilidade de que o governo possa voltar a reduzir o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os carros. "O governo não tem mais espaço orçamentário para novas desonerações", diz. CAMINHÕES Enquanto o cenário é de dúvidas para os carros, os caminhões devem seguir com ritmo forte, sustentado pelo bom desempenho do agronegócio e pela construção civil. A expectativa é de um crescimento de 10% para o ano. "O segmento de caminhões e de máquinas agrícolas é o que mais se sustenta", afirma o presidente-executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção. Segundo ele, as vendas de modelos acima de 30 toneladas já estão praticamente contratadas até o final do ano.
Endereço da página: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/07/1305040-setor-de-veiculos-ve-cenario-desafiador-masdescarta-novos-cortes-do-ipi.shtml Copyright Folha de S. Paulo. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta
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Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: WEBMINAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Veículos - Notícia Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo a Fenabrave MAIS LIDAS Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vicepresidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI). Jornal WebMinas 02/07/2013 - 19:20
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1 - Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo a Fenabrave 2 - Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave 3 - Novo Honda Accord, com muitas novidades, será vendido no Brasil por R$ 119.900
Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FRIZZ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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ECONOMIA Publicado em 02 de Julho de 2013, ás 18h08min
Licenciamentos de veículos, em junho, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado Frizz Agência Brasil
São Paulo – Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vice-presidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GAZETA WEB Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Dólar fecha em alta, acompanhando mau humor na Bovespa Dólar fecha em alta, acompanhando mau humor na Bovespa 02/07/2013 19h09
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Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave
02/07/2013 15h48
Arrecadação do FGTS registra queda de 9,2% em maio Arrecadação do FGTS registra queda de 9,2% em maio
As vendas de ônibus cresceram 44,85% em relação ao ano passado 02/07/2013 13h18 Tw eetar Agência Brasil
Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuou em 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vice-presidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado.
Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho
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Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
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Título: Caminhões pesados puxam vendas do setor Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: RAC ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Caminhões pesados puxam vendas do setor Fenabrave admite até falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas no segundo semestre 02/07/2013 - 14h19 | Agência Estado correiopontocom@rac.com.br Tw eet
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Na esteira do bom desempenho do setores agropecuário e de E-mail construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2013 Imprimir e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de Comente veículos já começa a ficar restrita e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma 'blindagem' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas". CONVERSOR DE ÁUDIO E VÌDEO USB 2.0 9143 ...
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Título: Motos fecham semestre com queda de 11,83% MÁRIO CURCIO, AB Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTOMOTIVE BUSINESS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
2/07/2013 | 20h45
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Duas Rodas
Motos fecham semestre com queda de 11,83% Com 748.252 unidades, período ficou abaixo até da primeira metade de 2009 MÁRIO C URC IO, AB O segmento de motos terminou o primeiro semestre com 748.252 unidades emplacadas, resultando em queda de 11,83% na comparação com o mesmo período de 2012, quando 848.607 motocicletas zero-quilômetro chegaram às ruas. O semestre encerrado ficou abaixo até mesmo de seu equivalente em 2009 (765.734 unidades), pior ano da história recente do setor por ter sido afetado pela crise financeira internacional. Os números foram divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários. A retração atual tem o mesmo motivo de quatro anos atrás: restrição ao crédito. C omo alento, junho teve 125.002 motocicletas lacradas e 20 dias úteis, que resultaram em uma média diária de 6,25 mil emplacamentos, número próximo aos 6,3 mil esperados para o período pela Abraciclo, associação que reúne fabricantes do setor. Para o segundo semestre, a entidade aguarda média diária de 6,5 mil motos novas lacradas por dia útil. A recuperação nos próximos seis meses também é aguardada por consultores e especialistas do setor. A Honda continua líder do segmento e teve 604.164 unidades emplacadas, equivalentes a 80,7% do segmento nestes seis primeiros meses. Da Yamaha foram 78.077 motos (10,4%). O terceiro lugar permanece com a Suzuki, com 14.861 unidades (1,99%) e o quarto com a Dafra, que teve 12.999 motos novas lacradas (1,74%).
Título: Veja as 10 motos mais vendidas no primeiro semestre de 2013 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MOTO.COM.BR Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Veja as 10 motos mais vendidas no primeiro semestre de 2013
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No primeiro semestre de 2013 o mercado de motocicletas caiu 11,83% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pela Fenabrave (Federação das Concessionárias). No entanto, ainda foram comercializadas até o fechamento de junho 748.252 unidades de motos em todo o Brasil. Um número expressivo se comparado á outros países. Sobre as montadoras as posições permaneceram as mesmas, com domínio da Honda, com mais de 80% do mercado nacional, seguido por Yamaha, Suzuki e Dafra. Confira! Marca
Mercado
Motos vendidas 1º Sem. 2013
Honda
80,74%
604.161
Yamaha
10,43%
78.077
Suzuki
1,99%
14.861
Dafra
1,74%
12.999
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R$ 62.600,00 Yamaha Fazer 250 2006
R$ 6.500,00 Honda CB 300 R 2010
Confira as 10 motos mais vendidas no 1º semestre de 2013 Marca
Modelo
Nº de vendas 1 Sem. 2013
1º
Honda
CG 150
174.233
2º
Honda
Biz
121.362
3º
Honda
CG 125
101.393
4º
Honda
NXR 150
84.926
5º
Honda
Pop
49.834
6º
Yamaha
YBR Factor 125
37.858
7º
Honda
CB 300R
24.044
R$ 7.000,00 Suzuki GS 500 E 2008
R$ 12.525,00 Honda CB 300 R 2011
R$ 9.000,00
8º
Honda
XRE 300
16.114
9º
Honda
NXR 125
11.965
10º
Yamaha
Fazer 250
11.811
Suzuki GSX 1300 R Hayabusa 2006
R$ 30.000,00 Suzuki Bandit 650 S 2009
Confira as 10 motos acima de 600cc mais vendidas no 1º semestre de 2013 Marca
Modelo
Nº de vendas 1 Sem. 2013
1º
Honda
CB 600 Hornet
2.154
2º
Yamaha
XJ6
1.800
3º
Yamaha
XT 660
1.380
4º
BMW
F 800 GS
1.316
5º
Honda
CB 1000R
1.182
6º
Honda
CBR 600F
994
7º
Honda
NC 700X
964
8º
BMW
G 650 GS
948
9º
Honda
XL 700 Transalp
587
10º
BMW
R 1200 GS
551
R$ 20.000,00
Fotos: Divulgação
Fonte: Equipe MOTO.com.br Compartilhe este conteúdo: 0
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Comentários ( 13 ) SM -
postado em:02/07/2013, 22:47:02
e ainda com tudo isso, a cada uns 200m tem um quebra-mola. pra ver como a dona honda investe em todas as cidades. e nas cidades que passei no caminho, eram quase todas assim. denuncie este comentário
SM -
postado em:02/07/2013, 22:45:36
triste realidade, jb... e não será de um ano para o outro que as coisas vão mudar assim. esse final de semana fui na cidade que minha familia mora. fui na minha custom. as ruas da cidade ainda são aqueles blocos. e onde não é, o asfalto não existe mais, foi coberto por tapa buraco. eu tinha que andar a uns 30km/h. passo na frente da cc da honda de lá e tem uma hornet e cbr250... pra que umas moto assim numa cidade que só presta big trail pra andar? e tem nego que ainda vai comprar denuncie este comentário
jb -
postado em:02/07/2013, 21:39:47
ficaria espantado se não fossem estes números... temos que divulgar cada vez mais e conscientizar as pessoas a não comprarem 0km, pois a honda é quem dita os preços de mercado, todas as outras vêm atrás.. denuncie este comentário
Bomber -
postado em:02/07/2013, 20:51:05
revoltando ver que a merd.a da honda ta tao na frente assim, soh moto lix.o, brasileiro eh troxa msm viu denuncie este comentário
Toni -
postado em:02/07/2013, 20:11:31
Cadê as KAWA?????? Nem a ER e a Ninjinha???? Tá certo isso aí??? denuncie este comentário
Dueduedudu -
postado em:02/07/2013, 19:53:40
Concorde plenamente com o DantasGuima a honda não é melhor ela apenas investe mais que as outras denuncie este comentário
Castro -
postado em:02/07/2013, 19:33:03
Se fizerem isso, em 2 anos conseguem dominar a fatia do mercado de 600cc pra cima e até, quem sabe, mais de 300cc denuncie este comentário
Castro -
postado em:02/07/2013, 19:32:15
Agora, francamente, dona Yamaha, dá pra ser líder desse segmento hein? Não tá difícil. Precisa investir um pouco mais em marketing, abrir mais Concessionárias onde não existem e principalmente, trazer novos modelos. Quer arrebentar? Traz uma Naked de 300 a 400 cc com dois cilindros, uma Trail e uma Motard de 450 (nada de trambolho, moto pequena com motor de 450). Uma moto pra competir com a ninjinha. Tem de trazer a Fazer 800 tb. E uma moto pra competir com a BMW F800 GS. denuncie este comentário
Castro -
postado em:02/07/2013, 19:27:47
Acho que o DantasGuima tem razão até certo ponto. O maior fator pra esses números, é a ausência de Concessionárias de outras marcas em grande parte do País. Mas ainda impera aquele espírito de que moto é Honda e carro é Volks, em muitos cantos. Mas esses números dizem outra coisa: Na categoria de 600cc pra cima, a Yamaha tem boa participação, mesmo contanto com poucos modelos, mostrando que esse consumidor não é tão crente na história de "Honda é Honda". denuncie este comentário
FALCÃO -
postado em:02/07/2013, 18:44:09
É surpreendente que ninguém da Yamaha ,Suzuki, Kawasaki e BMW, não tomem conhecimento desses números ! 80 % do mercado é FOD.......! O que falta é atitude, pois com certeza as motos Yamaha, Suzuki e Kawasaki e inclusive as BMW, são de OTIMA QUALIDADES ! se fosse umas Xing-Ling eu até entenderia os números ! Acorda cambada ! ou será que vcs realmente não tem competência para chegar mais JUNTO ? Estou disponível para ajudar se for o caso ! Um abraço FF denuncie este comentário
Ivan -
postado em:02/07/2013, 18:39:12
as mais baratas... meio lógico né. E 90% pensam em comprar moto para revender, ai compram as mais populares. denuncie este comentário
DantasGuima -
postado em:02/07/2013, 17:46:33
É, honda realmente domina o mercado de motos no país. Isso só acontece por um unico motivo: Numero de concessionaria e revendedoras da honda. Toda cidade tem uma. Isso nao quer dizer que as Honda sao melhores tecnicamente, ou que o brasileiro gosta de honda. Isso indica que o plano de negocios da empresa foi extremamente bem sucedido. Existe muitas motos de melhor qualdiade e custo, porém, se na cidade do cara nao tem uma concessionaria, o cara compra o que tem disponivel né! denuncie este comentário
Nil -
postado em:02/07/2013, 17:39:33
Caraca, não tem nenhuma Suzuki acima de 600cc, nada de nada, Bandit, B-king, V-strom...o que acontece?? denuncie este comentário
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Montadoras
Título: Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde 22/9/2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O DIÁRIO DE MARINGÁ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Economia
SÃO PAULO
Publicado em: 02/07/2013 18:03|Atualizado em: 02/07/2013 18:03
Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde 22/9/2011 Claudia Violante A dificuldade prossegue na Bovespa neste começo de segundo semestre, depois da queda acumulada superior a 20% nos primeiros seis meses do ano. A Bovespa despencou nesta terça-feira, 2, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos e na sequência de leve baixa no pregão anterior. A situação de OGX e, por tabela das demais empresas X, os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. A percepção se agravou quando Wall Street virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando havia se desvalorizado 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). No mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, de 25,8%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. Os dados são preliminares. Segundo profissionais de renda variável, o cenário interno está debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal questionada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse quadro, a deterioração das empresas do grupo X, os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazer de ações de companhias brasileiras. De acordo com o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas ouvidos pelo AE Projeções. A avaliação corrente é que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio. Na Bovespa, a venda de papéis foi generalizada e apenas duas ações do principal índice fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao escorregar 19,64%, cotada a R$ 0,45. Mais cedo, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu o rating da companhia de B- para CCC, com perspectiva negativa. MMX ON caiu 17,29%, a segunda maior baixa do Ibovespa, seguida por LLX ON, com perda de 11,24%. Dentre as blue chips, Petrobras ON perdeu 3,94% e a PN cedeu 4,76%. Vale ON teve baixa de 3,36% e a PNA recuou 4,33%. No exterior, as Bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
Título: Supersafra e construção civil provocam falta de caminhões Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BRASIL AGRO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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03/07/2013 - 06:21:05 - Versão para impressão
Supersafra e construção civil provocam falta de caminhões Share Share Share Share More
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Expansão no semestre foi de 7% e modelos pesados já começam a faltar, segundo associação de revendedores. O bom desempenho do setores agropecuário e de construção puxaram o crescimento dos veículos pesados no primeiro semestre. As vendas de caminhões tiveram crescimento de 7% de janeiro a junho, em comparação ao mesmo período do ano passado. No mês de junho, a alta foi de 22,3% sobre junho de 2012. A forte expansão já provoca a falta de caminhões para entrega em determinados modelos e regiões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A maior produta e onde já faltam caminhões para entrega imediata é na faixa com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões, segundo ele, são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Por outro lado, as restrições de crédito ainda atingem as motos, setor que deve apresentar um recuo de 2% nas vendas em 2013 ante 2012, principalmente pela queda nas vendas dos modelos de baixa cilindrada. "Com o cenário de juros, dólar e inflação em alta, é de se esperar a severidade maior do crédito", afirmou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Comerciais leves e automóveis A média de vendas diárias e automóveis e comerciais leves cresceu 5,8% no mês passado, ante maio, de 14.314 unidades para 15.145 veículos. Segundo o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, além de o aumento na demanda de cidades do interior brasileiro, onde os protestos foram mais amenos, em cidades com grandes manifestações as vendas de veículos não recuaram. "Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília as vendas também ficaram na média", disse. Meneghetti afirmou que houve uma "falta de vontade política dos órgãos de segurança pública" para evitar que concessionárias, principalmente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, fossem depredadas por atos de vandalismo nos protestos. "Concessionárias enviaram cartas às autoridades militares e de segurança pedindo uma ''blindagem'' e nada fizeram, apesar de serem alertadas", disse o presidente da Fenabrave, que classificou os autores das ações como "bandidos infiltrados que desceram os morros e as favelas" (Agência Estado, 2/7/13)
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Wed, 03 Jul 2013 10:49:28 Líderes daInternetFirewall2 bancada evangélica se articulam por GMT by novo projeto da 'cura gay' (squid/2.6.STABLE22)
TWITTER Nesse cenário, a deterioração das empresas do grupo X e os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazerem de ações domésticas. Segundo o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas do mercado. A avaliação corrente é de que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram ainda os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves desabaram 11,08% em junho ante maio. Ontem, foram esses estrangeiros os principais investidores a vender bolsa, o que acabou pressionando ainda o dólar. A venda foi generalizada e apenas duas ações do Ibovespa fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX lidera perdas Mais uma vez a OGX liderou as perdas do Ibovespa ao cair 19,64%, cotada a R$ 0,45. Ontem,
diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco da Standard & Poor´s reduziu o rating da companhia de B- para CCC, com perspectiva negativa. MMX ON caiu 17,29%, segunda maior baixa, seguida de LLX ON, 11,24%. Petrobras ON perdeu 3,94%, PN, 4,76%, Vale ON, 3,36%, e PNA, 4,33%. Análise Para o consultor Alex Araújo "a soma de dois movimentos estão impactando mais fortemente no mercado de capitais do País: a saída dos investidores estrangeiros e os baixos resultados das empresas". Segundo ele, a fuga de capitais não é exclusividade da economia brasileira, mas de todos os mercados emergentes. Quanto aos baixos resultados das empresas, Araújo exemplifica com o caso da própria OGX. "A empresa estava ainda em fase de pré-operação. Então a venda das ações tinha por base capacidade de gestão do Eike Batista. Com a quebra (dessa expectativa) os investidores entraram em desalento e saíram do mercado. Apesar da crise, o consultor garante que o momento pede cautela. "Não é mais o momento de sair correndo da bolsa. Quem está dentro deve aguardar, porque o pior já passou. Mas também não é o momento de entrar (na bolsa). A situação exige uma análise detalhada das empresas", aconselha. O economista reconhece, porém, que o cenário está complicado para o mercado de capitais no Brasil. "Infelizmente 2013 será um ano negativo para a bolsa. A melhor alternativa de curto prazo (para investimentos), até a poeira baixar, é a poupança, que não tem a volatilidade da bolsa e dos tesouros federais", avalia. EUA No exterior, as bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos. Câmbio Pela segunda vez em quase duas semanas, a moeda norte-americana fechou acima de R$ 2,25. O dólar comercial encerrou esta terça-feira vendido a R$ 2,2501, com alta de 0,84%, em um dia sem intervenções do Banco Central, que não vendeu dólares no mercado futuro. A moeda norte-americana operou em alta durante todo o dia, mas próxima do fechamento da última segunda-feira. No entanto, o ritmo de alta se intensificou depois das 14h. Na máxima do dia, por volta das 15h30, o dólar chegou a ser vendido a R$ 2,2530, mas a cotação diminuiu nos últimos minutos de sessão. Foi a primeira vez em 12 dias em que o dólar comercial encerrou acima de R$ 2,25. A cotação se aproximou do recorde registrado no último dia 20, quando o dólar comercial fechou em R$ 2,258 e atingiu o maior valor desde 1º de abril de 2009. Há mais de um mês, o mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o FED, o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. A instabilidade piorou depois de Ben Bernanke, presidente do FED, ter declarado, há duas semanas, que a instituição pode diminuir a compra de ativos até o fim do ano, caso a economia dos Estados Unidos continue a se recuperar. Se a ajuda diminuir, o volume de moeda norteamericana em circulação cai, aumentando o preço do dólar em todo o mundo.
Título: Mercado de veículos fecha semestre com alta de 4,6% Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE LONDRINA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Economia 03/07/2013 00:00:00
Mercado de veículos fecha semestre com alta de 4,6% Fenabrave aumenta projeção de crescimento para o ano, mas vendas caem na comparação com junho de 2012 devido ao "efeito IPI" O mercado de automóveis e comerciais leves somou alta de 0,77% no mês passado sobre maio, mas com forte queda de 11,08% em relação a junho de 2012. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que justifica o resultado pela instabilidade econômica do País, aliada ao fato de que junho do ano passado foi quando as vendas No acumulado do semestre, foram vendidos 1,707 milhão de veículos ante receberam um impulso pela redução do Imposto 1,632 milhão no mesmo período de 2012 sobre Produtos Industrializados (IPI) no segmento. No acumulado do semestre, porém, os negócios tiveram aumento de 4,62%, o que fez com que a entidade ampliasse a expectativa de crescimento do setor de 2,6% para 3,3% em 2013. Foram comercializadas 302.896 unidades no mês passado, pouco mais do que as 300.596 de maio. Em junho de 2012 a marca havia sido de 340.657. No acumulado do semestre, foram 1,707 milhão de veículos ante 1,632 milhão no mesmo período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, afirma que o desafio será manter o compasso de vendas dos primeiros seis meses do ano. "Deveremos ter um compasso parecido com o do primeiro semestre, mas será menor do que no anterior, que teve números 'chineses', com mais de 400 mil unidades em um mês", diz. Meneghetti diz ainda que as altas da inflação, das taxas de juros e do câmbio fizeram com que o consumidor e o segmento colocassem o pé no freio, o que deve durar ao menos até agosto. "Temos de rezar para o governo encontrar logo uma solução para a inflação e para que faça as reformas estruturantes que as pessoas pedem nas ruas", conta. Ele nega, porém, que as manifestações populares tenham reduzido as vendas, mesmo em Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ), onde houve depredação de concessionárias. Por outro lado, as vendas de caminhões e ônibus continuam a superar os resultados de 2012, pelo bom momento dos setores agrícola e de construção civil. No acumulado do semestre, a alta chega a 8%, com 91.162 unidades emplacadas ante 84.366 do mesmo período do ano passado. As vendas de motos, porém, sofreram queda de 11,82%, ao passar de 848.607 nos primeiros seis meses de 2012 para 748.252 no acumulado deste ano. Em Londrina Gerente comercial da Ford Tropical, Fabio Citta espera um volume maior nos
próximos meses devido aos novos modelos da marca. "Tivemos 15% a mais de vendas em junho sobre maio porque foram muitos lançamentos neste ano e estamos com carros em estoque", diz. Já o diretor comercial da Metronorte, Waldir de Rezende Filho, não vê o consumidor neste ano com o mesmo senso de urgência do fim do ano passado, quando havia a ameaça de fim da redução do IPI. "Mas teremos muitos lançamentos, promoções e chamarizes desta vez que vão trazer mais clientes", diz, com expectativa de que a revendedora da GM tenha 15% de crescimento no ano. Na Marajó, da Fiat, o primeiro semestre foi 8% mais lucrativo do que o mesmo período de 2012, mas não será possível repetir o resultado daqui para frente. "Agosto do ano passado pesou muito, com o recorde em vendas na Marajó em 40 anos", diz o diretor comercial da empresa, Eduardo Meneghetti. Para o gerente de vendas da Norpave, Luiz Carlos de Andrade, a chuva e o frio atrapalharam os negócios em junho, mas a expectativa para o ano é boa. "O primeiro semestre foi positivo e devemos fechar com alta de 4% nas vendas sobre 2012." (Com Agência Estado)
Fábio Galiotto Reportagem Local
Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INDÚSTRIA & COMÉRCIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Ibovespa Bolsas no Mundo
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BBAS3 -6.004515%
HANG SENG -2.48%
IBEX35 -2.95%
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BRKM5 -2.798834%
KOSPI COMPOSITE -1.64%
BRFS3 -1.846856%
NASDAQ 0.00%
CCRO3 -4.844291%
NIKKEI -0.31%
CMIG4 -3.084577%
PARIS CAC 40 -1.70%
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terça-feira 02/jul/2013 21:53 | Postado por editor
Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuou 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vice-presidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INDÚSTRIA & COMÉRCIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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terça-feira 02/jul/2013 22:16 | Postado por editor
Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho
No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados ontem pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado.
A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
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Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: OLHAR DIRETO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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02/07/2013 - 22:09
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Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Agência Brasil
Quarta-feira, 3 de julho de 2013
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Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse.
06:08 - Educação - Universidade do Estado vai disponibilizar 2 mil auxílios para estudantes carentes no segundo semestre 05:47 - Ciência & Saúde - Brasil estuda uso de antirretroviral em caráter preventivo, destaca Estadão, em entrevista com Fábio Mesquita 05:05 - Educação - Unemat reúne gestores e coordenadores de cursos para discutir investimentos e procedimentos administrativos 04:45 - Cidades - Auditores querem força para mais transparência 04:05 - Gastronomia - Sobremesa de Goiabada Quente 03:39 - Cidades - Sociedade organizada reage contra violência em Rondonópolis
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Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justificase por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vicepresidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
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Título: Ingo Pelikan assume presidência do IQA até 2015 MÁRIO CURCIO, AB Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PORTAL DO TRÂNSITO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Notícia Completa 21:00 02/07/2013 Automotive Business Home Semana Nac. de Trânsito Notícias Busca de Notícias Palavra do Especialista Blog do Trânsito Rádio Trânsito Fórum do Trânsito Legislação Projetos de Lei Estatística Curiosidade CFCs / A uto-Escolas CFCs Indicados Eventos Educação de Trânsito Campanhas de Trânsito Motocicletas Busca Publicações
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Ingo Pelikan assume presidência do IQA até 2015 MÁ RIO CURCIO, A B Ex e cutivo pre te nde am pliar a atuação do instituto e fortale ce r parce rias inte rnacionais Tom ou posse da pre sidê ncia do Instituto da Q ualidade Autom otiva (IQ A) na te rça-fe ira, 2, o adm inistrador de e m pre sas Ingo Pe lik an. O e x e cutivo trabalha há 27 anos na Me rce de s-Be nz, onde atua no ge re nciam e nto de forne ce dore s para m otor, e ix o e câm bio. Ele substitui Márcio Migue s. C om o m e tas para sua ge stão (2013-2015), Pe lik an pre te nde am pliar a atuação do IQ A no m e rcado nacional e fortale ce r as parce rias com organism os inte rnacionais. “A proposta não é faze r um a re volução, m as dar continuidade ao que já vinha se ndo fe ito, aprove itando novas oportunidade s”, diz. Até o fim do ano, o IQ A vai inaugurar um laboratório próprio de ntro do Parque Te cnológico de Sorocaba, capaz de analisar óle os lubrificante s, fluidos de fre io, líquidos de arre fe cim e nto e tam bé m Arla 32. Em 23 de se te m bro o instituto vai re alizar um fórum sobre qualidade . “Nossa de m anda agora é forte . Som os o quarto m e rcado consum idor e o se x to produtor global de ve ículos”, re corda o novo pre side nte . “Pre cisam os e star alinhados com as novas ne ce ssidade s do m e rcado quanto à qualidade , aos proce ssos e siste m as que e nvolvam todos os se gm e ntos do se tor autom otivo.” O instituto tam bé m te m novos m e m bros para a dire toria e x e cutiva e nos conse lhos dire tor e fiscal. VEJA A SEGUIR O S INTEGR ANTES DA NO VA GESTÃO : Dire toria e x e cutiva Ingo Pe lik an (pre side nte da dire toria e x e cutiva) - Anfave a/Me rce de s-Be nz; Márcio Fontoura Migue s – Anfave a/R e nault; Fe re s Macul Ne to - Sindipe ças/TMD; Ste phan He inz Blum rich – Sindipe ças/Um icore ; José Nogue ira dos Santos – Sindire pa/Dik ar. C onse lho dire tor C ristiane Paix ão – Anfave a/Fiat; Fábio Assum pção R ibe iro – Anfave a/Volk swage n C am inhõe s e Ô nibus – MAN; Guilhe rm e He inz – Anfave a/Me rce de s-Be nz do Brasil; Mário Luz – Anfave a; R icardo Schne ide r Talhiari – Anfave a/Scania; Adilson Luís Sigarini – Sindipe ças/Thysse n Krupp; Ale x andre Me ire lle s Nagle – Sindipe ças/ZF; Antônio C arlos Be nto de Souza (pre side nte do conse lho dire tor) – Sindipe ças/C orne ta; Fe rnando He rre ra Ne to – Sindipe ças/O lsa; W ilson R ocha Filho – Sindipe ças/TR W ; Ilcon Miranda C osta – ABC Q ; R obe rto André Sande l Korall – Abiplast/C om pone nt; Edvaldo C ardozo de Araújo – Abividro/Pilk ington; Nilton Monte iro – AEA; Vande rle i Borsari – C e te sb; Morvam C otrim Duarte – Denatran; Marce lo C iardi Franciulli – Fe nabrave ; Luiz Eduardo Lope s – IPT; José Antônio Silvé rio - Se te c/MC T; Antônio C arlos Fiola da Silva - Sindire pa/Dim as. C onse lho Fiscal Titulare s Mário Bruno More lli Jr. – Sindipe ças; Fábio Braga - SAE Brasil; Diogo Alarcon C le m e nte - DSA C onsultoria. Suple nte s Marco Antônio Saltini – Anfave a/MAN; Mário Milani – Sindipe ças/Fiam ; Francisco Em ílio Baccaro Nigro - SDEC T – (Se cre taria de De se nvolvim e nto Econôm ico, C iê ncia e Te cnologia). .:: Voltar para página anterior ::.
Título: Vendas de carros ficam estáveis Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DOS CAMPOS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros ficam estáveis Publicado em: 03/07/2013 - 00:00 | Atualizado em: 02/07/2013 - 17:26
As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados ontem pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades.
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: METRÓPOLE (SÃO JOSE DOS PINHAIS) Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Publicada em 02 de Julho de 2013
As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio
São Paulo - Os dados divulgados na manhã de ontem (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012. Tw eet
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Ultimas Noticias 03/07/2013 Governo, iniciativa privada e universidades discutem qualificação profissional Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho
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Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O FLUMINENSE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho, segundo a Fenabrave 02/07/2013 - 18:15
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As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno ficaram praticamente estáveis em junho, com a comercialização de 302,8 mil unidades, quantidade 0,77% superior à registrada no último mês de maio. Os dados divulgados na manhã de hoje pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, no acumulado do ano, foram licenciados 4,62% veículos do gênero a mais do que em igual período do ano passado. A participação desse segmento no mercado de veículos atingiu 61,95%, a maioria de automóveis com taxa de 48,34%. Quando incluído caminhões e ônibus, as vendas sobre maio mostram um recuo de 0,65% com um total comercializado de 457,2 mil veículos. No primeiro semestre, o movimento caiu 6,39% sobre o mesmo período do ano passado, com o licenciamento de 2,627 milhões de unidades. A queda reflete o desempenho ruim das vendas de ônibus, que tiveram uma redução de 9,22% sobre maio. Ainda assim, as vendas de junho foram 44,85% maiores do que no mesmo mês do ano passado. Já em relação aos caminhões, houve alta de 2,89% sobre maio e 22,29% a mais do que em igual mês de 2012.
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Título: Vendas de veículos sobem 4,79% no 1º semestre, afirma Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MIDIA NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Terça, 02 de julho de 2013, 19h45
AUTOMÓVEIS/UTILITÁRIOS
Vendas de veículos sobem 4,79% no 1º semestre, afirma Fenabrave Na lista dos carros mais vendidos, HB20 fica fora dos top 10.
DO AUTO ESPORTE
As vendas de veículos no primeiro semestre do ano tiveram alta de 4,79% em relação ao mesmo período do ano passado, informou a (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) Fenabrave nesta terça-feira (2). Foram emplacados 1.798.976 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. De janeiro a junho de 2012, o volume de vendas foi de 1.716.709. Considerando apenas automóveis e comerciais leves, nos primeiros seis meses deste ano foram vendidos 1.707.814, um aumento de 4,62% frente a 2012 (1.632.343). Foi o melhor primeiro semestre na história para o segmento, diz a federação. O segmento de caminhões registrou alta de 6,43% sobre o primeiro semestre de 2012, com 74.365 unidades emplacadas contra 69.547 naquele período do ano passado. A venda de ônibus também subiu, com 16.797 emplacamentos, número 13,35% maior que os 14.819 do mesmo período no ano passado. Contado à parte, o segmento de motos registrou queda de 11,83% frente ao primeiro semestre de 2012. Foram vendidas 748.252 unidades de janeiro a junho contra 848.607 no mesmo período de 2012. Junho O mês de junho não pesou tanto para as vendas de veículos no semestre. Foram comercializados 318.606 carros, caminhões e ônibus no mês passado, alta de apenas 0,76% sobre maio (316.206). Houve queda de 9,79% na comparação com junho de 2012, quando foram vendidos 353.169 veículos. Analisando somente o desempenho de automóveis e comerciais leves, as vendas tiveram alta de 0,77% em junho, com 302.896 emplacamentos contra 300.596 em maio. Frente a junho de 2012 (com (340.657 vendidas) também houve retração, de 11,08%. O segmento de caminhões teve aumento de 2,89% nas vendas sobre maio, com 13.081 unidades emplacadas contra 12.714. Na comparação anual, o crescimento foi mais expressivo: 22,29%. Isso porque, em junho de 2012, foram vendidas 10.697 unidades. Em junho foram vendidos 2.629 ônibus, uma queda de 9,22% sobre maio (2.896), porém alta de 44,85% sobre junho 2012, quando os emplacamentos somaram 1.815 unidades.
Passando por um ano ruim, o segmento de motos somou 125.002 unidades comercializadas no mês passado, queda de 3,99% contra maio (130.199). Na comparação com o mesmo período de 2012 (123.959 unidades), houve ligeira alta de 0,84%. HB20 fica fora dos top 10 de carros Como apontaram números prévios, pela primeira vez desde novembro, o hatch Hyundai HB20 ficou fora da lista dos carros (automóveis e comerciais leves) mais vendidos no mês. Em junho, o modelo ocupou a 11ª posição. Considerando apenas automóveis, ele foi o 10º mais vendido. O HB20 chegou às lojas em outubro passado e, a partir do mês seguinte, apareceu constantemente no ranking dos mais vendidos, tendo chegado à quarta posição em fevereiro, março e abril, com vendas entre 10 mil e 12,5 mil unidades. Em maio, caiu para a nona colocação, com 9,6 mil emplacamentos.
Fonte: Midia News Visite o website: http://www.midianews.com.br/
Título: Fabricantes de ônibus elevam previsões Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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03/07/2013 - 00:00
Fabricantes de ônibus elevam previsões Por Marli Olmos
(/sites/default/files/gn/13/07/foto03emp-101-onib us-b 8.jpg)Walter Barb osa, diretor de vendas da Mercedes: "Somente para a Copa o país vai precisar de 600 novos ônib us"
Muito antes de os protestos por transporte público tomarem as ruas, em junho, os fabricantes de ônibus já contav am com crescimento das v endas este ano. Afinal, mais do que o clamor dos manifestantes, foi a demanda originada pelos ev entos esportiv os que os lev ou a prev er um mercado entre 7 % e 1 0% maior em 201 3. Mas a ex pansão na primeira metade do ano, com destaque para junho, os lev a agora a esticar a prev isão de crescimento para até 1 5%. Se as encomendas pelos coletiv os já refletem a organização das cidades para Copa do Mundo e Olimpíada, num futuro mais distante os dirigentes da indústria já v islumbram efeitos positiv os como resultado do que a população hoje reiv indica nas ruas. "Nosso setor só tem a ganhar se o Brasil av ançar na infraestrutura", diz o presidente da MAN, Roberto Cortes que, no caso, fala também pelo segmento de caminhões. em relação aos ônibus, o ex ecutiv o é otimista. "No longo prazo, a população que hoje pede pela qualidade dos v eículos v ai ter que ser ouv ida e isso lev ará a uma renov ação da frota." Para Cortes, a demanda por mobilidade mostrará que não apenas os corredores, que se transformaram em prioridade nos grandes centros, precisam ser atendidos. "Cidades menores, onde o sistema de transporte não é tão planejado, também v ão precisar de mais coletiv os. V amos, de um modo ou outro, ter de dar conta da v ida urbana", destaca. A MAN ocupa o segundo lugar no mercado brasileiro de ônibus, o terceiro maior do mundo. Com v endas de 28,8 mil unidades em 201 2, o Brasil fica bem atrás da China e quase encosta na Índia, segunda colocada. Os Estados Unidos teriam o maior mercado do planeta se fossem incluídos os ônibus escolares. Mas esse tipo de v eículo é tão usado no país que a indústria prefere ex cluir esses modelos americanos para não prov ocar distorções ex ageradas. Apesar disso, no Brasil, o programa do gov erno federal Caminho da Escola, que lev ou o ônibus para regiões de difícil acesso, também tem ajudado a elev ar os v olumes de v endas. A v enda interna de 1 6 mil ônibus até junho anima a Federação Nacional da Distribuição de V eículos (Fenabrav e), que representa a rede de concessionários, a prev er mercado de mais de 33 mil unidades este ano. Recém-chegada no segmento de ônibus no Brasil, a Iv eco , do grupo Fiat, aprov eita o potencial do país.
Paolo Del Noce, diretor de v eículos especiais da Fiat América Latina, diz que o mercado brasileiro já é maior do que a soma de todos os mercados da Europa e tende a rapidamente alcançar 45 mil unidades por ano. Segundo Del Noce, o começo do ano não foi bom. A recuperação começou em abril. "O resultado de junho nos mostrou que o crescimento tende a ser maior do que esperáv amos", diz. Segundo o ex ecutiv o, a primeira grande compra de ônibus apareceu com a Copa das Confederações. "A segunda v irá com a Copa do Mundo e a terceira, entre 201 5 e 201 6, com a aprox imação da Olimpíada", destaca. Até agora, com as obras em nov os corredores, com o sistema BRT (Bus Rapid Transport), chegam com mais força aos fabricantes as encomendas de v eículos para uso urbano. "Mas ainda falta muito para termos a noção de quantos ônibus de fretamento as empresas que participarão da organização da Copa e jogos olímpicos v ão precisar", afirma Del Noce. No mercado brasileiro de ônibus há apenas oito meses, a Iv eco tem 3,21 % das v endas acumuladas no ano, segundo dados de licenciamento div ulgados pela Fenabrav e. A montadora italiana começa agora a se preparar para entrar no segmento de rodov iários. E quem v ai testar o v eículo com essas configurações é o time do Corinthians. O v isual do "Mosqueteiro", o nov o ônibus do time paulista, que será entregue amanhã, é resultado de v otação de 1 5 mil pessoas que participaram de uma pesquisa v ia Facebook. Na outra ponta, a Mercedes-Benz, no primeiro lugar do mercado brasileiro e ainda longe de v er sua liderança ameaçada, também mantém otimismo por conta dos ev entos esportiv os. Com 40,39% dos licenciamentos de ônibus acumulados no primeiro semestre, a Mercedes recentemente lançou um ônibus chamado de super articulado. Desenv olv ido especialmente para os corredores, e já em operação na cidade de São Paulo, o v eículo tem uma capacidade 40% acima dos articulados tradicionais. "Hav erá, no país, 600 nov os ônibus só para o transporte durante a Copa do Mundo", diz Walter Barbosa, que acaba de assumir a direção de v endas e marketing de ônibus da montadora alemã. Além dos ev entos esportiv os, as facilidades no financiamento estimulam a troca de v eículos. O BNDES fix ou a tax a do Finame em 3% para contratos no primeiro semestre e em 4%, para a segunda metade de 201 3. São os nív eis mais baix os da história dessa linha de financiamento. Barbosa lembra que, há dez anos, o mercado anual de ônibus no Brasil era de 1 6 mil unidades, quase a metade do que se projeta para este ano.
Título: Primeiro semestre positivo para automóveis e comerciais leves Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INVESTIMENTOS E NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Primeiro semestre positivo para automóveis e comerciais leves
Primeiro semestre positivo para automóveis e comerciais leves TER, 02 DE JULHO DE 2013 18:50
De acordo com os dados apurados pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa mais de 7,2 mil concessionários de veículos de todo o Brasil, o mercado automotivo brasileiro se manteve estável no primeiro semestre de 2013, com leve queda de 0,27% nas vendas de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas para transporte). No total, foram emplacadas 2.627.910 unidades no acumulado do primeiro semestre de 2013, contra 2.635.003 emplacadas no mesmo período do ano passado. Se realizado o comparativo, no mesmo período, apenas nos segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, a alta foi de 4,62%. No ano passado, foram emplacadas 1.632.243 unidades durante o primeiro semestre e, em 2013, o setor registrou vendas de 1.77.814 veículos. “Em 2012, no primeiro semestre, as vendas ainda não contemplavam o desconto do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), concedido pelo governo a partir de 21 de maio. Desta forma, a base comparativa é menor do que a nossa atual realidade”, comenta o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. Já na comparação entre junho 2013 com o mesmo mês de 2012, houve queda de 11,08% nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves, e aumento de 0,77% se compararmos o mês de junho de 2013 com maio do mesmo ano. Para o setor em geral, de acordo com Meneghetti, o mercado se manteve estável no comparativo entre maio e junho. As vendas de todos os segmentos somados registraram leve queda de 0,65%. O setor de motocicletas também sofreu queda acentuada no primeiro semestre de 2013, chegando a um decréscimo de 11,83% sobre 2012. “As razões para esta retração continuam sendo a restrição de crédito, e isso parece complicado de se reverter”, declarou Alarico Assumpção Júnior, Presidente Executivo da Fenabrave e porta-voz setorial de motos pela entidade. Os segmentos de caminhões e ônibus, e o de tratores e máquinas agrícolas têm, ao contrário do de duas rodas, razões para otimismo. Além do crescimento de 8,06% para os primeiros segmentos mencionados, a previsão
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0.56
para o ano continua de crescimento expressivo, atualmente mantido em 10% para caminhões. Abaixo o desempenho registrado por segmento: Automóveis e Comerciais Leves: No mês de junho, foram registradas vendas de 302.896 unidades. Este valor representa aumento de 0,77% ante os 300.596 veículos emplacados em maio e queda de 11,8% na comparação com o mesmo mês de 2012. No acumulado, os segmentos cresceram 4,62%, passando de 1.632.343 para 1.707.814 unidades. Caminhões: O mercado de caminhões cresceu 2,89% na comparação com maio e 22,29% no comparativo com junho de 2012. Foram 13.081 veículos emplacados em junho deste ano, 12.714, em maio e 74.365 unidades acumuladas no primeiro semestre. No ano passado foram vendidas 69.547 caminhões nos seis primeiros meses. Ônibus: Foram emplacados, em junho deste ano, 2.629 ônibus em todo o Brasil. Este valor representa queda de 9,22% no comparativo com maio (2.896 unidades) e crescimento de 22,29% no comparativo com junho de 2012 (1.815 unidades). Ao comparar os acumulados dos anos de 2012 e 2013, o segmento registrou alta de 13,35%, passando de 14.819 unidades para 16.797 este ano. O mercado se manteve estável com relação à soma dos dois segmentos. Em junho, a alta foi de 0,64%. No comparativo com junho de 2012, caminhões e ônibus cresceram, juntos, 25,56% e 8,06%, respectivamente, entre os acumulados. Motocicletas: No mês de junho foram vendidas 125.002 motocicletas. Este valor é 3,99% menor ao ser comparado a maio (130.199 unidades) e 0,84% maior em relação a junho de 2012. No acumulado, o segmento caiu 9,79%, registrando vendas de 748.252 motocicletas em 2013, ante 848.607 nos seis primeiros meses do ano passado. Implementos Rodoviários: Foram emplacadas 5.535 unidades em junho deste ano, valor 4,41% maior do que maio (5.301 unidades) e 36,3% sobre junho de 2012 (4.061 implementos). No acumulado, o segmento cresceu 25,55%, passando de 25.214 unidades para 31.657 implementos emplacados no primeiro semestre deste ano. (Redação – Agência IN)
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Título: Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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2/7/2013
Venda de autos e comerciais soma 302.896 unidades Economia
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MARCO QUINTANA/JC
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No primeiro semestre do ano foram comercializadas 1,708 milhão de unidades de autos As vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% sobre as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% sobre total de 300.596 veículos de maio, informou nesta terça-feira (2) a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mês de junho do ano passado foi o primeiro mês com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012. No primeiro semestre do ano foram comercializadas 1,708 milhão de unidades de autos e comerciais leves, alta de 4,62% sobre o acumulado de janeiro a junho de 2012, quando haviam sido emplacados 1,632 milhão de veículos. Em junho deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 15.710 unidades, alta de 0,64% em relação a maio e avanço de 25,56% sobre junho de 2012. No primeiro semestre de 2013, as vendas desses veículos atingiram 91.162 unidades, alta de 8,06% sobre as 84.366 unidades de igual período de 2012. Se forem somados motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, o total de veículos comercializados em junho de 2013 chegou a 457.225 unidades, uma queda de 0,65% sobre as 460.230 unidades de maio e baixa de 6,39% sobre os 488.457 veículos de junho de 2012. No primeiro semestre deste ano, os emplacamentos totais de veículos somaram 2,628 milhões de unidades, uma leve queda, de 0,27%, em relação às 2,635 milhões unidades de janeiro a junho de 2012. Por Jornal do C omércio - RS
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Título: Veículo pesado sobe 6% no 1° semestre do ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DCI ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Comércio 03/07/2013 - 00h00
Veículo pesado sobe 6% no 1° semestre do ano Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a venda de caminhões registrou alta de 6,93% no primeiro semestre, ante o mesmo período do... Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a venda de caminhões registrou alta de 6,93% no primeiro semestre, ante o mesmo período do ano passado. Na relação entre junho e maio deste ano, a alta foi de 2,89%. A previsão de crescer 10% no volume de vendas este ano ante o ano passado confirma o bom momento do segmento. A Auto Sueco, concessionária da marca Volvo, tem investido neste mercado, apostando em melhores resultados nos próximos anos. "Nosso crescimento será um pouco acima do mercado, entre 15% e 17%. O mercado está em um momento de aquecimento, motivado pela procura maior pelo transporte de mercadorias e a transformação desse negócio em algo cada vez mais competitivo", afirma o diretor-superintendente da Auto Sueco São Paulo, Mário Oliveira. A empresa teve um faturamento de R$ 650 milhões no ano passado, e pretende investir R$ 50 milhões até junho de 2014. "Este aporte envolverá a construção de uma nova unidade em Limeira (SP) e também uma loja na Rodovia Anhanguera, em local a ser anunciado." Recentemente, a companhia anunciou um investimento de R$ 2 milhões na sua loja de Campinas, a unidade com o segundo maior volume de vendas da rede.
Título: Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde setembro de 2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MSN NOTICIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Empresas de Eike Batista têm novo dia de perdas na Bolsa; OGX cai quase 20%
Dólar sobe 0,85% por exterior, dado industrial e Bolsa
Atualizado: 02/07/2013 18:05 | Por Claudia Violante, da Agência Estado, estadao.com.br
Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde setembro de 2011 Forte perda das empresas de Eike e dados fracos da indústria e do comércio pressionaram o Ibovespa Compartilhar
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A dificuldade prossegue na Bovespa neste começo de segundo semestre, depois da queda acumulada superior a 20% nos primeiros seis meses do ano. A Bovespa despencou nesta terça-feira, 2, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos e na sequência de leve baixa no pregão anterior. A situação de OGX e, por tabela das demais empresas X, os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. A percepção se agravou quando Wall Street virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando havia se desvalorizado 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). No mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, de 25,8%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. Os dados são preliminares. Segundo profissionais de renda variável, o cenário interno está debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal questionada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse quadro, a deterioração das empresas do grupo X, os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazer de ações de companhias brasileiras.
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De acordo com o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas ouvidos pelo AE Projeções. A avaliação corrente é que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio. Na Bovespa, a venda de papéis foi generalizada e apenas duas ações do principal índice fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao escorregar 19,64%, cotada a R$ 0,45. Mais cedo, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco Standard & Poor''s reduziu o rating da companhia de B- para CCC, com perspectiva negativa.
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MMX ON caiu 17,29%, a segunda maior baixa do Ibovespa, seguida por LLX ON, com perda de 11,24%. Dentre as blue chips, Petrobrás ON perdeu 3,94% e a PN cedeu 4,76%. Vale ON teve baixa de 3,36% e a PNA recuou 4,33%. No exterior, as Bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
Indústria: queda em maio, avanço no ano
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Título: Venda de carro importado segue em baixa Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DCI ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Comércio 03/07/2013 - 00h00
Venda de carro importado segue em baixa SÃO PAULO - Mesmo com venda de veículos no País começando a mostrar sinais de recuperação após um fraco desempenho no início do ano, o mercado de importados não consegue seguir... IGOR UTSUMI SÃO PAULO Mesmo com venda de veículos no País começando a mostrar sinais de recuperação após um fraco desempenho no início do ano, o mercado de importados não consegue seguir o mesmo ritmo. Enquanto a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) prevê até o momento um crescimento de 3,3% no volume de vendas deste ano em relação ao ano passado, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) já revisou suas projeções e espera, pelo menos, manter o mesmo volume comercializado em 2012. De acordo com os dados mais recentes fornecidos pela Abeiva, o setor teve queda de 13,6% nas vendas de maio em relação a abril, e uma retração de 22,6% frente ao mesmo mês de 2012. Um dos principais players no segmento de importados mais populares é a chinesa JAC Motors, que mesmo com o fraco desempenho nos últimos meses espera um aumento de até 10% nas vendas este ano. Um dos principais motivos para este aumento seria a aposta em novos modelos, conforme afirma ao DCI o presidente da JAC Motors Brasil, Sergio Habib.. "No acumulado do ano estamos com queda de 9%, mas este ano nós vamos vender entre 22 e 24 mil carros, comparado aos 19 mil de 2012, um crescimento de mais ou menos 10%. Isso devido ao lançamento do novo J3 e do novo J3 Turin." Segundo o presidente da Abeiva, Flavio Padovan, a expectativa da entidade de vender 150 mil veículos importados neste ano não deve se concretizar, principalmente devido aos maus resultados no mês de maio. "Não vamos conseguir manter a mesma previsão porque, para que isso acontecesse, teríamos que ter um volume diferente nos últimos meses. O volume no começo do ano foi baixo, e esperávamos uma recuperação, que até ocorreu, mas não no nível que imaginávamos", disse A entidade associa principalmente a queda nas vendas ao aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 30 pontos percentuais, sentida pelo setor desde o ano passado. Ainda assim, a Abeiva descarta um decréscimo no volume de vendas em comparação com 2012. "Acredito que daqui até o final do ano deve ocorrer uma acomodação. O impacto maior já sofremos, já há uma maior acomodação. Mas pior que 2012 não deve ser", afirma o executivo. Interferências e oscilações O atual momento econômico, social e político em que o Brasil está inserido tem sido apontado como uma das causas da atual venda de veículos importados. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, afirma que a combinação da atual conjuntura econômica com as manifestações públicas observadas nas últimas semanas exige cautela na hora de projetar resultados. "É um momento difícil de fazer com responsabilidade uma previsão. Não vamos refazer agora nossa atual projeção, de crescer 3,3% na venda de automóveis, porque o momento é muito incerto, juros sobem e descem, não há estabilidade." Ele ainda explica que os protestos em si pouco afetaram o comércio de veículos no País. "A média de emplacamentos diários em junho em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte foi praticamente igual ao da média no Brasil. A primeira conclusão que tiraríamos é que teria uma diminuição nessas cidades pelas manifestações, mas o efeito foi muito parecido com a curva nacional. Por ora, não fomos afetados. Me preocupa mais a atual situação dos juros e do crédito do que as manifestações", conclui Meneghetti. De acordo com o presidente da JAC Motor no Brasil, Sergio Habib, as vendas da companhia são mais afetadas pelos eventos esportivos do que pelos protestos. "Quando tem jogo no Brasil no sábado, às quatro horas da tarde, o comércio para por volta das duas. Acredito que a Copa afeta mais que os protestos. A Copa do Mundo, por exemplo, daqui a um ano, não vai ser boa para o comércio, só vai ser boa antes e depois. A tendência é vender menos e depois recuperar." Mesmo o atual momento cambial e econômico, que impacta de forma mais direta as importadoras de veículos, não altera em nada a estratégia da empresa, segundo Habib. "Isso não muda nossa política comercial, não altera em nada os estoques só porque o dólar está oscilando. Claro que preferimos estabilidade, mas sabemos que Brasil é assim. Estamos importando carros que encomendamos há três meses, não aumentamos nossos estoques quando o dólar caiu em março, e nem diminuímos agora que aumentou." A JAC Motors, que está investindo R$ 1 bilhão na instalação de uma fábrica na Bahia, mantém o otimismo com as vendas do segundo semestre. "O Brasil não está tão mal assim, acredito que este mês o mercado de carros vai ser bom. Manifestações e Copa prejudicaram sim, mas não é nada que atrapalhe longamente o mercado", conclui o presidente da empresa.
Alto padrão A venda de veículos de luxo tem sido uma exceção no setor de importados. Para Henning Dornbusch, diretor executivo do Grupo Eurobike, rede de concessionárias que comercializa marcas como Audi e BMW, este segmento superará com folga 2012. "A queda foi muito forte ano passado, devido à questão do IPI. Hoje temos um aumento de 20% na comparação com 2012, e a expectativa em é recuperar o que foi perdido, crescer 40%." O Grupo Eurobike encerrou 2012 com faturamento de R$ 700 milhões. A Lifan, empresa chinesa presente há pouco mais de um ano no país, lançou seu primeiro produto no País, o X60, e afirma que as vendas vêm mantendo as expectativas, conforme aponta o vice-presidente da empresa no Brasil, José Roberto Favarin. "Estamos vendendo praticamente tudo que conseguimos produzir, até em volumes menores que as outras empresas, mas tudo dentro do plano da empresa. A previsão é vender de 500 a 600 unidades por mês, e felizmente, estamos conseguindo colocar este volume no mercado." Em 2014, a Lifan projeta vender até 16 mil unidades.
Título: Neste ano, 1,7 milhão de veículos vendidos. Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO COMÉRCIO SP ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Neste ano, 1,7 milhão de veículos vendidos. Detalhes Publicado em Terça, 02 Julho 2013 22:52 Escrito por Estadão Conteúdo
As vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% sobre as 340.657 unidades emplacadas em igual mês de 2012 e alta de 0,77% sobre o total de 300.596 veículos de maio, informou ontem a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mês de junho do ano passado foi o primeiro mês com a redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor no segundo semestre de 2012. No primeiro semestre deste ano, foram comercializadas 1,708 milhão de unidades de autos e comerciais leves, alta de 4,62% sobre o acumulado de janeiro a junho de 2012, quando haviam sido emplacados 1,632 milhão de veículos.
Em junho, foram vendidos 302 mil carros e comerciais leves no País e 15,7 mil caminhões e ônibus. - Foto Epitácio Pessoa/EC
Em junho deste ano, as vendas de caminhões e ônibus atingiram 15.710 unidades, acréscimo de 0,64% em relação a maio e avanço de 25,56% sobre junho de 2012. No primeiro semestre de 2013, as vendas desses veículos alcançaram 91.162 unidades, aumento de 8,06% sobre as 84.366 unidades de igual período de 2012.
Se forem somados motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, o total de veículos comercializados em junho de 2013 chegou a 457.225 unidades, uma queda de 0,65% sobre as 460.230 unidades de maio e baixa de 6,39% sobre os 488.457 veículos de junho de 2012. No primeiro semestre deste ano, os emplacamentos totais de veículos somaram 2,628 milhões de unidades, uma leve queda, de 0,27%, em relação às 2,635 milhões unidades de janeiro a junho de 2012. Agropecuária – Na esteira do bom desempenho dos setores agropecuário e de construção, os veículos pesados puxaram o crescimento de 7% nas vendas de caminhões no primeiro semestre, ante igual período de 2012, e de 22,3% em junho sobre junho de 2012. Com isso, a oferta de veículos já começa a ficar restrita e a Fenabrave admite até mesmo a falta de algum modelo com capacidade acima de 30 toneladas de carga neste segundo semestre. "A indústria se adaptou naturalmente para o crescimento das encomendas até o final deste ano. Os veículos não devem faltar, mas é possível que isso possa ocorrer", afirmou o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Outro fator que ajuda nas vendas de caminhões são as taxas de juros "deflacionadas" no financiamento de caminhões pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e pelo Finame. Adicionar coment ário Nome Completo (obrigatório) E-mail (obrigatório) Cidade (obrigatório)
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Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE VITÓRIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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2/7/2013 às 18h17 - Atualizado em 2/7/2013 às 18h17
Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Agência Brasil Redação Folha Vitória
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São Paulo – Os licenciamentos de veículos, em junho, incluindo todos os segmentos, recuaram 0,65% sobre maio e 6,39% sobre igual mês do ano passado. Esse declínio está associado a dois segmentos: o de motocicletas, com queda de vendas em 3,99% sobre maio, e o de ônibus, cuja comercialização caiu em 9,22%, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% nas vendas de ônibus é devido a um efeito “sazonal”. “Este é um segmento que envolve questões sazonais e, como depende das demandas de investimentos no transporte público, pode oscilar em determinados períodos”, disse. Em relação a junho do ano passado, as vendas de ônibus cresceram 44,85% e, no acumulado do ano, subiram 13,35% com 16,7 mil unidades vendidas. Os licenciamentos de motocicletas apresentam queda de 11,83% no primeiro semestre ante igual período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigoroso no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, de uma inflação em alta e de uma forte oscilação cambial”, apontou. Meneghetti demonstra cautela sobre projeções para o setor. Ele disse que vai observar primeiro a evolução do ambiente econômico, tanto interno quanto externos, para apresentar novos cálculos. No começo de 2013, a entidade projetou crescimento de 3,5% nas vendas no ano. O segmento de caminhões é o que apresenta melhores resultados e perspectivas. Na projeção do vicepresidente da Fenabrave, a procura por caminhões, principalmente com porte de 30 toneladas ou mais, tende a crescer no segundo semestre, impulsionada pelos setores agrícolas, em especial para o transporte da soja, e pela construção civil, com as entregas de materiais para obras. De janeiro a junho, os licenciamentos de caminhões em geral foram 6,93% maiores do que no primeiro semestre de 2012 com 74,3 mil unidades. “Temos chance de atingir os 150 mil”, disse Assumpção, atribuindo o aquecimento às linhas especiais de crédito, principalmente do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame). Os automóveis e comerciais leves fecharam o primeiro semestre em alta de 4,62% sobre 2012 e queda de 11,08% na comparação de junho deste ano com igual mês do ano passado. Isoladamente, os licenciamentos dos automóveis foram 15,27% menores enquanto os comerciais leves cresceram 6,31%. O presidente da Fenabrave diz que este mês tem uma situação excepcional porque em junho do ano passado o setor começava a ter o impacto positivo do estímulo fiscal da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).
Título: Números da Fenabrave mostram alta Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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03/07/2013 - 00:00
Números da Fenabrave mostram alta Por Eduardo Laguna
Dados div ulgados ontem pela Fenabrav e, a entidade que abriga as concessionárias de v eículos, mostram que junho foi mais um mês positiv o para o setor, com a melhor média diária de v endas do ano: 1 5,1 mil carros. No total, incluindo na conta caminhões e ônibus, foram v endidos 31 8,6 mil v eículos nov os no país. Mesmo com um dia a menos de v enda, o v olume ficou lev emente acima dos 31 6,2 mil automóv eis, utilitários lev es, caminhões e ônibus emplacados durante maio. Na comparação com junho do ano passado, houv e queda de 9,8% nos licenciamentos. Esse recuo, no entanto, já era esperado porque, a partir de agora, a base de comparação passa a ser mais forte. Em junho do ano passado, as v endas hav iam disparado por conta do anúncio de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), feito pelo gov erno no mês anterior. Os descontos chegav am a zerar a alíquota dos automóv eis populares, mas foram parcialmente retirados neste ano. O mercado de carros, que v inha acumulando alta de quase 9% até maio, reduziu o ritmo de crescimento para 4,6% no fechamento do primeiro semestre, quando os brasileiros compraram 1 ,7 milhão de automóv eis e utilitários lev es. A ex pectativ a é que o setor continue perdendo v elocidade até agosto, período no qual os resultados serão comparados com alguns dos melhores desempenhos na história da indústria automobilística. Na briga das marcas, a Fiat liderou as v endas em junho, com participação de 21 ,1 %. Na sequência, aparecem V olkswagen (1 9,4%), General Motors (1 8,3%) e Ford (9,5%).
Título: Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde 22/9/2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: YAHOO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde 22/9/2011 Por Claudia Violante | Estadão Conteúdo – 13 horas atrás
A dificuldade prossegue na Bovespa neste começo de segundo semestre, depois da queda acumulada superior a 20% nos primeiros seis meses do ano. A Bovespa despencou nesta terça-feira, 2, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos e na sequência de leve baixa no pregão anterior. A situação de OGX e, por tabela das demais empresas X, os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. A percepção se agravou quando Wall Street virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando havia se desvalorizado 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). No mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, de 25,8%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. Os dados são preliminares. Segundo profissionais de renda variável, o cenário interno está debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal questionada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse quadro, a deterioração das empresas do grupo X, os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazer de ações de companhias brasileiras. De acordo com o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas ouvidos pelo AE Projeções. A avaliação corrente é que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio. Na Bovespa, a venda de papéis foi generalizada e apenas duas ações do principal índice fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao escorregar 19,64%, cotada a R$ 0,45. Mais cedo, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu o rating da companhia de B- para CCC, com perspectiva negativa. MMX ON caiu 17,29%, a segunda maior baixa do Ibovespa, seguida por LLX ON, com perda de 11,24%. Dentre as blue chips, Petrobras ON perdeu 3,94% e a PN cedeu 4,76%. Vale ON teve baixa de 3,36% e a PNA recuou 4,33%. No exterior, as Bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
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Título: Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRIBUNA DO NORTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Correção: Fenabrave mantém previsão de alta em vendas TNOnline Agência Estado: Gustavo Porto Tamanho do Texto: Tw eet
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A nota enviada anteriormente tinha uma incorreção no título e no primeiro parágrafo. A Fenabrave não revisou para cima sua projeção de vendas para este ano. A entidade mantém suas estimativas. Segue o texto corrigido: A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a MB Associados informaram que mantêm a previsão de alta nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2012. A estimativa ainda aponta que as vendas desses veículos devem somar 3,754 milhões de unidades em 2013, alta de 3,3% sobre 2012. A Fenabrave e a MB Associados preveem ainda um crescimento de 10,53% nos emplacamentos de caminhões e ônibus entre 2012 e 2013. Com isso, as vendas dos veículos devem somar 185.068 unidades este ano. O mercado total de autoveículos - automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus - deve encerrar 2013 com 3,939 milhões de unidades emplacadas, alta de 3,62% sobre 2012. Já a previsão do desempenho nas vendas de motocicletas sinaliza para uma queda de 2% nos emplacamentos entre 2012 e 2013, para 1,605 milhão de veículos. Com o fraco desempenho das motos, a Fenabrave espera que o total de veículos emplacados no Brasil em 2013 cresça 1,93%, para 5,54 milhões de unidades. Aviso Importante: O TNonline não se responsabiliza pelos comentários, opiniões, depoimentos, mensagens ou qualquer outro tipo de conteúdo que sejam postados por "USUÁRIO". Atenção: Seu comentário passará por um filtro de moderação. O TNOnline.com.br não se obriga a publicar caso não esteja de acordo com a política de privacidade do site.
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Título: Juros recuam após produção industrial fraca em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRIBUNA DO NORTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Juros recuam após produção industrial fraca em maio TNOnline Agência Estado: Márcio Rodrigues Tamanho do Texto: Tw eet
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Diante do intenso recuo da produção industrial em maio, do resultado fraco das vendas de veículos em junho e da mudança nos compulsórios para recursos a prazo promovida na noite de segunda-feira, 1,pelo Banco Central, os juros futuros tiveram mais um dia de baixa. Os temores em relação à inflação pressionada deram lugar às preocupações com mais um ano de crescimento fraco da economia brasileira. Além disso, o mercado externo piorou à tarde e os juros dos Treasuries também passaram a cair, o que aprofundou o recuo das taxas futuras, sobretudo nos vencimentos mais longos da curva a termo. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para outubro de 2013 (81.325 contratos) estava em 8,43%, de 8,46% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2014 (189.920 contratos) marcava 8,84%, ante 8,95% ontem. O vencimento para janeiro de 2015 (345.950 contratos) indicava taxa de 9,67%, ante 9,90% na véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (183.785 contratos) apontava 10,81%, ante 10,99% ontem. O DI para janeiro de 2021 (8.555 contratos) estava em 11,09%, de 11,29% no ajuste anterior. Logo cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial brasileira caiu 2% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. O resultado veio abaixo do piso das estimativas coletadas pelo AE Projeções, de -1,70%. A retração da indústria foi generalizada, atingindo 20 dos 27 ramos pesquisados, incluindo bens de capital. Também hoje, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) anunciou que as vendas de autos e comerciais leves somaram 302.896 unidades em junho, uma queda de 11,08% ante as 340.657 unidades emplacadas em igual mês do ano passado e alta de 0,77% em relação ao total de 300.596 veículos de maio. Vale destacar, porém, que o mês de junho do ano passado foi o primeiro com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que alavancou as vendas do setor em todo o segundo semestre de 2012. O estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno, chamou atenção para a mudança das regras para os depósitos compulsórios de recursos a prazo. "Na prática, antecipar a remuneração dos compulsórios dos recursos a prazo é instrumento adicional para conter a demanda doméstica", observou, salientando que isso pode reduzir a oferta de crédito. A normalização da remuneração dos depósitos a prazo será antecipada para este mês e o prazo de término será em março do ano que vem. Em dezembro de 2011, o BC deixou de remunerar a integralidade desses recolhimentos como
forma de dar estímulo à transferência de liquidez de instituições de grande porte para instituições menores canalizando mais R$ 46 bilhões. Agora, a avaliação é a de que essa regra alcançou sua maturidade "após produzir os efeitos desejados", segundo o BC. No exterior, os dados norte-americanos vieram mistos, mas a expectativa pelo relatório de emprego dos EUA, a ser divulgado na sexta-feira, 5, recolocou a cautela nas mesas de operação. Aviso Importante: O TNonline não se responsabiliza pelos comentários, opiniões, depoimentos, mensagens ou qualquer outro tipo de conteúdo que sejam postados por "USUÁRIO". Atenção: Seu comentário passará por um filtro de moderação. O TNOnline.com.br não se obriga a publicar caso não esteja de acordo com a política de privacidade do site.
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Título: Bovespa cai 4,2%, maior queda porcentual desde 22/9/2011 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO WEB Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
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Economia › São Paulo Belo Horizonte e São Paulo, 2 de Julho, 2013 - 18:03
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A dificuldade prossegue na Bovespa neste começo de segundo semestre, depois da queda acumulada superior a 20% nos primeiros seis meses do ano. A Bovespa despencou nesta terça-feira, 2, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos e na sequência de leve baixa no pregão anterior. A situação de OGX e, por tabela das demais empresas X, os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. A percepção se agravou quando Wall Street virou para o vermelho, no meio da tarde. O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando havia se desvalorizado 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). No mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, de 25,8%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões. Os dados são preliminares. Segundo profissionais de renda variável, o cenário interno está debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal questionada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse quadro, a deterioração das empresas do grupo X, os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazer de ações de companhias brasileiras. De acordo com o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas ouvidos pelo AE Projeções. A avaliação corrente é que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves caíram 11,08% em junho ante maio. Na Bovespa, a venda de papéis foi generalizada e apenas duas ações do principal índice fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%). OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao escorregar 19,64%, cotada a R$ 0,45. Mais cedo, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu o rating da companhia de B- para CCC, com perspectiva negativa. MMX ON caiu 17,29%, a segunda maior baixa do Ibovespa, seguida por LLX ON, com perda de 11,24%. Dentre as blue chips, Petrobras ON perdeu 3,94% e a PN cedeu 4,76%. Vale ON teve baixa de 3,36% e a PNA recuou 4,33%. No exterior, as Bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
Fonte: Agencia Estado
Título: Internacionais Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: THE WALL STREET JOURNAL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 03/07/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
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July 2, 2013, 8:19 p.m. ET
Internacionais O Fed, banco central dos EUA, divulgou um plano preliminar para impor regras de capital mais restritas aos oito maiores bancos do país, entre eles Goldman Sachs, Bank of America e J.P. Morgan, considerados de "importância sistêmica" para a economia mundial. As novas regras incluiriam a exigência de um nível maior de reservas de capital, de até 6% do total de ativos, e uma proporção mínima de dívida de longo prazo em carteira. O Pimco, maior fundo de investimento em títulos de dívida do mundo, sofreu retiradas de US$ 10 bilhões em junho, segundo a Morningstar, a maior saída mensal desde que a firma começou a monitorar esses fluxos de capital, em 1993. O fundo americano, avaliado em US$ 268 bilhões, teve um retorno negativo de 3,6% no segundo trimestre, o menor de sua história. A Hon Hai, grupo de Taiwan que é o principal fabricante do iPhone e do iPad, da Apple, divulgou que se candidatou a uma licitação de faixas de frequência de celular 4G em Taiwan, marcada para setembro. A Hon Hai, que além das telecomunicações está investindo em software e conteúdo de mídia, quer se diversificar do negócio de manufatura terceirizada. A GDF Suez , empresa francesa de gás e eletricidade, planeja captar pelo menos 600 milhões de euros (US$ 780 milhões) com a venda de até 60% de seus ativos de energia eólica e solar na Europa, disseram pessoas a par do assunto. A empresa, que no Brasil é dona da Tractebel Energia e na qual o governo francês tem 36,7%, busca reduzir sua dívida de 34 bilhões de euros. As montadoras GM e Honda, dos EUA e Japão, respectivamente, anunciaram uma parceria na área de células de combustível. Elas vão dividir os custos de pesquisa e mão de obra, mas não revelaram valores financeiros. Toyota e Ford já formaram alianças semelhantes (com BMW e Nissan, respectivamente), num momento em que as montadoras se esforçam para reduzir custos e acelerar o desenvolvimento de tecnologias alternativas aos combustíveis fósseis. A ConocoPhillips , petrolífera americana, divulgou que vai vender sua participação de 8,4% no gigantesco campo de petróleo de Kashagan, no Cazaquistão, para a estatal do país por US$ 5 bilhões. A firma havia concordado antes em vender a fatia para a indiana ONGC, mas o Cazaquistão exerceu seu direito de compra. A PDVSA, petrolífera estatal venezuelana, anunciou acordo com o banco russo Gazprombank, controlado pela gigante do gás natural Gazprom, para um financiamento de US$ 1 bilhão para a Petrozamora, uma joint venture entre a PDVSA e o Gazprombank. Os fundos serão usados num plano de negócios para os dois campos da petrolífera. O Peru emitiu notas do Tesouro de curto prazo pela primeira vez em quase dez anos, informou o governo. A meta é aprofundar o mercado de capitais do país e oferecer uma referência de juros ao setor privado. As reservas internacionais do Brasil caíram US$ 3,3 bilhões em junho ante maio, para US$
371,1 bilhões, informou ontem o BC. As vendas de carros de passageiros no Brasil devem crescer 3,3% neste ano, informou a associação das concessionárias, Fenabrave, ampliando sua previsão anterior, de 2,6%. No primeiro semestre, as vendas cresceram 4,8% ante o mesmo período de 2012 e somaram 1,8 milhão de unidades. O Brasil é o quarto maior mercado de automóveis do mundo. Os bancos estatais Caixa Econômica e o BNDES são os mais expostos a empréstimos do endividado Grupo EBX, do empresário Eike Batista, segundo o Bank of America Merrill Lynch. Embora haja poucos dados públicos, o BofA calcula que os cinco maiores bancos do país, que também incluem Bradesco, Itaú e BTG, teriam uma exposição de pelo menos R$ 9,4 bilhões ao EBX.
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