Título: Revolução pelo mercado de sedãs compactos Autor: Lukas Kenji Coluna: AUTOMÓVEIS Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: SANTO ANDRÉ País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 12 A 14 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: GSR 750 mais barata Autor: Da redação Coluna: DUAS RODAS Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: SANTO ANDRÉ País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 28 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Veículos Autor: Coluna: CIDADES Nome do Veículo: CORREIO BRAZILIENSE Cidade: BRASÍLIA País: BRASIL Data de Capa: 07/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 33 Estado: DF Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Petrobras lança lubrificante para carros asiáticos Autor: Coluna: LANÇAMENTOS Nome do Veículo: NOVO VAREJO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: JUN/2013 - Nº 223 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 44 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Lojas travam disputa por cliente em feirão de carro Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: A GAZETA Cidade: VITÓRIA País: BRASIL Data de Capa: 21/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 40 Estado: ES Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
40 ECONOMIA A GAZETA SEXTA-FEIRA, 21 DE JUNHO DE 2013
DESAFIO DAS MARCAS
VOOS
Lojas travam disputa por cliente em feirão de carro
Azul muda programa de fidelidade e adota ponto
DIVULGAÇÃO
28 concessionárias participam do evento, de hoje a domingo no Pavilhão de Carapina De hoje até domingo, 28 concessionárias participam, no Pavilhão de Carapina, Serra, de uma disputa inédita de olho em quem quer comprar carro zero. O “Desafio das Marcas” levará para o mesmo espaço as principais marcas de carros e caminhões do mercado. A expectativa é de que 12milpessoaspassempelo evento e que a movimentação financeira seja de R$ 20 milhões. De acordo com o presidente do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Espírito Santo (Sincodives), Luciano Piana, no evento é possível apresentar novidades, inovações tecnológicas de segurança, economia, er-
mento e criar melhores condições para quem deseja comprar um veículo.
Veículos zero km serão vendidos durante o Desafio, que estimula competição
gonomia e dirigibilidade dos veículos. A ideia, inspirada em uma experiência bem-sucedida na Bahia, é criar um ambiente competitivo. Todos os estandes terão a mesma área disponí-
vel e a mesma quantidade de veículos expostos. “Procuramos permitir que as empresas tenham ações comerciais bastante fortes para conquistar clientes. O foco é vender”, afirma o diretor-executivo do Sin-
codives e Fenabrave/ES, José Francisco Costa. Para tornar a competição mais favorável aos consumidores, cada empresa poderá levar o seu agente financeiro. O objetivo é evitar o engessa-
ESTRUTURA Diferente dos feirões de veículos seminovos, nos quais é comum levarem mil carros para exposição, o “Desafio das Marcas” terá um número limitado de unidades. “Carro zero é tudo igual, só precisa levar uma versão de entrada e uma top de linha para o cliente conhecer. Estamos estimando 30 carros para empresas de volume e 20 para as premium”, disse o diretor-executivo do Sincodives. Os carros serão separados por marcas e não por concessionárias. Além das lojas, o evento também contará com financeiras, seguradoras, despachantes, praça de alimentação, estacionamento gratuito e área coberta.
A Azul reformulou seu programa de vantagens Tudo Azul, com meta de triplicar as parcerias até o fim do ano e aumentar em 60% o número de passageiros no programa, atingindo 4 milhões. Na versão anterior, o cliente acumulava crédito correspondente a um porcentualdovalorgastocoma passagem – 5% para membro padrão e 10% para o membro da versão premium.AcadaR$50acumulados, obtinha-se um voucher que daria direito a desconto no próximo voo. A partir de agora, o programa unificou a “moeda” e passou a utilizar o sistema depontos.Acadarealgasto, o cliente poderá acumular pontos que podem chegar a cinco vezes o total pago na passagem, dependendo do tipo de tarifa e da categoria de programa do usuário. A Azul passará a oferecer passagens aéreas a partir de 5 mil pontos o trecho
INDENIZAÇÃO A PASSAGEIROS
TAM pagará R$ 30 mil por extraviar mala
DIVULGAÇÃO
Juiz do Ceará impôs a punição ao analisar ação movida por casal que voltava dos EUA RIO
A TAM Linhas Aéreas foi condenada pela Justiça do Ceará a pagar indenização de R$ 30.380,72 a um casal que teve a bagagem extraviada em voo internacional. AdecisãoédojuizWashington Oliveira Dias, da 10ª Vara Cível de Fortaleza. Segundo o processo, no dia 27 de outubro de 2011, os passageirosvoltavamdeMiami (EUA) para Fortaleza, em voo com conexão em Manaus, Amazonas. Ao chegar a Fortaleza, o casal descobriu que uma das malas, com 32 kg, havia sido extraviada. Foram perdidosobjetoscompradosno exterior (como relógios e cosméticos),incluindooenxovalderoupaseacessórios para os filhos gêmeos que o casal esperava. O prejuízo foi de R$ 10.380,72, comprovados por notas fiscais.
Avião da TAM, alvo de processo por desvio de bagagem
Depois de formalizarem a reclamação junto à companhia aérea os passageiros foram informados de que a empresa teria de 20 a 30 dias para apresentar uma resposta sobre o extravio. O casal, no entanto, “não obteve esclarecimentos satisfatórios”. Na contestação da ação judicial, a TAM afirmou que os clientes não provaram quais bens estavam na mala, pois não preencheram a declaração de conteúdo anteriormente.
Também defendeu que os possíveis danos devem serindenizadospormeiodo peso da bagagem, devido à impossibilidade de identificar os objetos. Entretanto, ao analisar o caso, o juiz condenou a companhia a pagar R$ 20 mil a título de reparação moral porque a situação “ocasionou transtornos que extrapolam o mero dissabor e aborrecimento corriqueiro”. Também determinou indenização por danos materiais de R$ 10.380,72.
Título: Para seguir na liderança Autor: Coluna: CARRO Nome do Veículo: MERCADO AUTOMOTIVO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: JUN/2013 - Nº 222 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: REVISTA Página: 12 E 13 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Fábrica de caminhões Foton desiste do RS Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: CORREIO DO POVO Cidade: PORTO ALEGRE País: BRASIL Data de Capa: 06/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 7 Estado: RS Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
SÁBADO | 6 de julho de 2013 ■ 7
CORREIO DO POVO
Economia
R$ 40 bilhões serão gastos em calçados
Sinborsul terá nova gestão em agosto
■ Os brasileiros devem gastar R$ 40 bilhões com calçados neste ano,
■ O Sindicato das Indústrias de Artefatos de Borracha do Rio Grande do Sul (Sinborsul) elegeu os seus novos dirigentes para o triênio 2013/2016. Integram a chapa única registrada para o pleito os empresários Gilberto Brocco (presidente), Arlindo Paludo, Adão Muck, Roberto Adolfo Ely e Luiz Plínio Gomes (vice-presidentes), além dos demais cargos. O Sinborsul congrega 230 empresas que geram 10,5 mil postos de trabalho. A posse dos eleitos será no dia 2 de agosto.
estima o Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência. O número representa um crescimento de 10% em relação a 2012. A classe C possui o maior potencial de consumo — pessoas físicas —, de R$ 17 bilhões, 42% do total do país. Entre as regiões, o Sudeste tem o maior potencial de consumo: R$ 20 bilhões, o que equivale à metade dos gastos projetados.
Fábrica de caminhões Foton desiste do RS Fenabrave anunciou que a empresa chinesa optou pelo Rio de Janeiro DIVULGAÇÃO / CP
A fábrica de caminhões Foton Motor Group, de origem chinesa e uma das líderes mundiais do setor, desistiu do Rio Grande do Sul depois de oito meses de conversação com o governo do Estado. Ontem, a empresa informou que assinou contrato com o Rio de Janeiro. Segundo Luiz Carlos Paraguassu, vice-presidente da Fenabrave, federação do setor automotivo, os motivos para a desistência da negociação estão na falta de agilidade do Estado em dar continuidade ao projeto. “O processo estava andando bem, mas começou a demorar. Nos últimos 15 dias não andou mais e muitas coisas que precisavam ser definidas, como o local da fábrica, estagnaram”, disse. “O Rio foi rápido e em três semanas já tinha Um dos modelos de caminhões que seria fabricado no RS tudo definido.” A previsão era de que a fábrica iria iniciar a produção uma das mais valiosas companhias chinesas, a emcom 12 mil caminhões anuais até o oitavo ano entre veí- presa oferece serviços e produtos para mais de 90 culos leves e extrapesados. Apontada como a maior e países e mantém 156 concessionárias globais.
Rede de Inovação é lançada no Fisl14 A Rede de Inovação de Eletrônica e Telecomunicações (Inovacom) foi lançada ontem no Espaço Multiuso do 14˚ Fórum Internacional de Software Livre (Fisl14), no Centro de Eventos da PUCRS. Promovendo ações articuladas entre os integrantes, a Inovacom visa promover a inovação e a competitividade da cadeia de eletroeletrônica e telecomunicações do RS. Segundo o presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Ivan De Pellegrin, a iniciati-
va está sendo construída junto com a indústria e as universidades. “O modelo articulado de rede proporciona que as empresas aumentem suas chances de fornecimento tanto para governos quanto para organizações privadas, uma vez que os esforços são concentrados no mesmo objetivo”, explicou. O presidente da Telebras, Caio Bonilha, destacou que a ideia é fortalecer a cadeia de telecomunicações. “A nossa expectativa é buscar a adesão de outras organizações de governo, univer-
sidades e empresas”, assinalou. O Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc) conta com um escritório da Telebras para suporte na homologação de novos produtos — como roteadores, rádios e equipamentos que medem as condições de tráfego de dados. Para a diretora do Instituto de Eletrônica e Telecomunicações da PUCRS, Maria Cristina de Castro, a Inovacom vai possibilitar o planejamento de demandas relativas ao desenvolvimento tecnológico e à inovação no Estado.
Produção cai em Impostômetro 9 regiões do país atinge R$ 800 bi
Energia gasta avança 3,9%
Rio — Após anúncio de um inesperado recuo de 2% na produção industrial do país em maio, o IBGE revelou ontem que o mau momento alcançou também a maioria das regiões pesquisadas. Entre abril e maio, nove das 14 regiões registraram queda na produção. São Paulo, que tem o principal e mais diversificado parque industrial do país, foi o estado onde o setor mais encolheu, com queda de 3,7% no período. Com baixa de 2,5%, Santa Catarina apresenta o segundo pior desempenho. No Rio Grande do Sul, no entanto, houve crescimento de 0,7%, assim como em Goiás (3,2%), Minas Gerais (1,1%), Paraná (0,9%) e Pernambuco (0,6%). No acumulado do ano, a produção também cresceu no Estado, chegando a 3,3%. Avanço também no Rio (5,4%), na Bahia (5,0%) e em São Paulo (2,8%).
Rio — O consumo de energia no país subiu 3,9% em junho ante o mesmo período de 2012, conforme os valores preliminares do Sistema Interligado Nacional (SIN), divulgados ontem pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). De acordo com o Boletim de Carga Mensal, a carga total no mês ficou em 60.432 megawatts (MW), avanço de 0,8% ante maio. O crescimento foi puxado pelo desempenho dos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, que tiveram a taxa mais alta do ano e que representam mais de 50% da carga nacional.
São Paulo — O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) deve registrar hoje a marca de R$ 800 bilhões. Esse é o valor de impostos pagos pelo contribuinte à União, aos estados e aos municípios desde janeiro. A marca será atingida com cinco dias de antecedência na comparação com o ano passado. Segundo a ACSP, isso revela um aumento na carga tributária. “O governo divulga a diminuição de impostos e nós vemos os números do Impostômetro atingirem recordes”, analisou o presidente da ACSP, Rogério Amato.
‘Giro’ debate carga tributária em Ijuí A tributação excessiva e a gestão pública ineficiente centralizaram as abordagens nas palestras técnicas durante a etapa de Ijuí do projeto Giro pelo Rio Grande da Fecomércio-RS. A programação ocorreu ontem, no Salão de Atos da Unijuí, reunindo lideranças empresariais da região. Para o presidente do sistema Fecomércio, Zildo De Marchi, o modelo tributário retira recursos que poderiam ser direcionados para a sociedade nas áreas da saúde, educação e infraestrutura. O cenário explica a “reação social” em diferentes regiões do país, enfatizou. Ele defendeu ainda maior eficiência da gestão pública, alinhada com o setor privado, para gerar bem-estar social. Zildo De Marchi reforçou que a má gestão estatal acaba onerando o setor produtivo, com prejuízos para o consumidor. Para ele, o governo precisa atuar com mais competência para alavancar o desenvolvimento econômico e social equilibrado. Primeiro a falar no painel técnico, o economista Marcelo Portugal apontou para a queda do PIB gaúcho em relação ao contexto nacional, sinalizando para a ineficiência no gasto público. “Crescer exige investimento, não existe mágica”, reforçou. Portugal in-
dicou como caminho a atração de investimentos produtivos de fora do estado, manutenção do equilíbrio fiscal e melhoria da qualidade do serviço público. Já o consultor tributário Rafael Borin apontou, como gargalos, a burocracia e a má distribuição da carga tributária. A simplificação tributária, segundo ele, exige redução de tributos, revisão das normas legais e melhor orientação aos contribuintes. Já para o consultor político Rodrigo Giacomet, o Brasil apresenta déficit de desenvolvimento como reflexo de investimentos insuficientes e má gestão dos serviços públicos. Classificou as manifestações sociais como avanço para os brasileiros e destacou que novas bandeiras passam a ser levantadas pela sociedade em defesa de suas causas. CLEON FROTA / ESPECIAL / CP
Zildo de Marchi, da Fecomércio, cobrou atuação competente do governo
Título: Fenabrave revisa previsão de alta nas vendas Autor: Gustavo Porto Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: PRIMEIRA PÁGINA Cidade: SÃO CARLOS País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B4 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Acelerou Autor: Coluna: SEU VALOR Nome do Veículo: DESTAK ABC Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 08 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Desconfiança do investidor derruba bolsa Autor: Coluna: DINHEIRO Nome do Veículo: O LIBERAL Cidade: BELÉM País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 9 Estado: PA Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Vendas de carro ficam estáveis Autor: Coluna: NEGÓCIOS Nome do Veículo: DIÁRIO DO NORDESTE Cidade: FORTALEZA País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 2 Estado: CE Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Licenciamento de veículo recua 6,3% Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: CORREIO DO POVO Cidade: PORTO ALEGRE País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 7 Estado: RS Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
SEGUNDA-FEIRA | 8 de julho de 2013 ■ 7
CORREIO DO POVO
Economia
Auditores elegem diretoria até o dia 10
Congresso discute cobrança por celular
■ O presidente da Agafisp, Marville Taffarel, está convocando os filia-
■ O 3˚ Congresso Sul-brasileiro de Crédito e Cobrança (Congrecred) será realizado na Capital, no Plaza São Rafael Hotel e Centro de Eventos, no próximo dia 17, das 8h às 18h. O tema tratado será pagamento e transações financeiras pelo celular (mobile payment), o que deve ser regulamentado neste ano pelo governo federal. A novidade, que promete dar agilidade ao dia a dia das pessoas, preocupa quem está do outro lado da linha: bancos, assessorias e seguradoras, entre outros.
dos da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) e da regional do RS, Agafisp, a participarem das eleições diretas que definirão a nova diretoria executiva da entidade nacional. O prazo vai até o dia 10 de julho. “Não deixem de votar, é importante para nossa associação manter as suas lutas em favor da melhoria do serviço público”, afirma ele. Telefone (51) 3224-4355.
Bovespa poderá ter rival Criação de nova Bolsa de Valores concorreria com instituição que hoje movimenta R$ 8 bi por dia
O
fundo de pensão Postalis, dos funcionários dos Correios, é o sócio oculto na operação que pretende montar uma nova Bolsa de Valores para competir com a Bovespa. O fundo é um dos principais investidores institucionais do país, com patrimônio de R$ 7,7 bilhões. A participação no projeto, por meio do fundo de investimentos ETB, provocou questionamentos da KPMG, responsável pela auditoria nas contas do Postalis. Os auditores estranharam o valor dos ativos do ETB na contabilidade do fundo de pensão e pediram explicações. Com déficit acumulado de R$ 1,7 bilhão, a fundação teve problemas recentes. Era investidora nos bancos
PAULO NUNES / CP MEMÓRIA
Fundo de pensão de funcionários dos Correios seria um dos sócios
Cruzeiro do Sul e BVA, liquidados pelo Banco Central em meio a suspeitas de fraude. O projeto da nova Bolsa é
Decréscimo nos títulos protestados São Paulo — O número de títulos protestados recuou 3,4% de janeiro a junho de 2013, se confrontado com o mesmo período do ano passado, segundo a Boa Vista Serviços, que administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Para empresas a diminuição na quantidade de títulos protestados foi de 4,9% e para pessoas físicas, de 0,7%. No entanto, se comparados junho de 2013 e de 2012, a alta é de 3,4% no total, sendo que para empresas o número caiu 0,3% e para pessoas físicas subiu 10,2%. A comparação de junho com maio mostrou ligeira alta de 0,1%. O valor médio de títulos protestados em junho é de R$ 2.354,00 e a região Sudeste contribuiu com a maior parcela (48,4%), seguida de Sul (24,7%), Nordeste (13,5%), Centro-Oeste (8,6%) e Norte (4,8%).
Argentina vende Compra de moto seu turismo no RS cai no semestre A Argentina estará presente no 26˚ Salão de Negócios Turísticos da Ugart (União Gaúcha dos Operadores e Representantes de Turismo do Rio Grande do Sul), nos dias 14 e 15 de agosto no Plaza São Rafael. Conforme o presidente da Ugart, Ayres Bueno, “a Argentina é um ótimo destino, principalmente agora, com as coisas mais baratas por lá”. Informações pelo fone (51) 3029-0161.
montado pela Americas Trading Group (ATG), que apesar do nome é uma empresa brasileira de tecnologia, tem 80% do empreen-
dimento e fez sociedade com a americana Nyse Euronext, controladora da Bolsa de Nova Iorque, que terá 20% do negócio. No mês passado, a ATG solicitou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorização para lançar o novo pregão já no ano que vem. A empresa está de olho num mercado que movimenta, em média, R$ 8 bilhões por dia em ações. A BM&FBovespa, hoje sozinha no negócio, teve lucro de R$ 1 bilhão no ano passado. O Postalis entrou na história como cotista do ETB, que tem como único ativo o controle da ATG. O fundo de pensão dos Correios é o maior investidor no ETB, com 35,5%, mas não há participação direta na administração.
Grécia luta por crédito de € 8,1 bi Atenas — Os representantes da Grécia e da chamada Troika — Comissão Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) — manifestaram a expectativa de fechar um acordo hoje para desbloquear a próxima parcela de empréstimo internacional para o país de 8,1 bilhão de euros (cerca de R$ 24 bilhões). “Espero que cheguemos a um acordo na segunda-feira, antes da reunião do Eurogrupo”, disse ontem Poul Thomsen, representante do FMI. A Grécia precisa de 6,6 bilhões de euros para amortizar sua dívida até meados de agosto. Desde 2010, o país recebeu dois empréstimos no valor de 240 bilhões de euros. Entre as reformas em negociação com a Troika está a eliminação de 4 mil empregos públicos em 2013.
Setor de areia promove manifestação EDUARDO SEDL / CP MEMÓRIA
Revisão da exploração é reivindicada por empresários
O Sindicato dos Depósitos, Distribuidores e Comércio de Areia do Rio Grande do Sul (Sindareia) realiza uma manifestação hoje, a partir das 8h, pelas ruas centrais de Porto Alegre. O protesto deve reunir mais de cem caminhões e pode causar transtorno no trânsito do Centro Histórico. De acordo com o presidente da entidade, Laércio Thadeu Silva, o grupo quer que o Ministério Público Federal (MPF) reveja a exploração de areia no rio Jacuí. “Além da carreata, vamos fazer uma caminhada até o MPF. Nós queremos que seja refeito o zoneamento em todo o rio Jacuí”, detalhou. O Sindareia ainda questiona a exploração em Cristal e Camaquã, que, segundo Silva, “está causando dano ambiental”. Os trabalhadores fluviais também se manifestam. Estarão concentrados na rua João Moreira Maciel, 1470, próximo do Clube Náutico União e do vão móvel da Ponte do Guaíba.
São Paulo
— As vendas de motos caíram 9,3% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2012. Segundo a Abraciclo, associação do setor, de janeiro a junho foram vendidas 813,5 mil unidades ante 897,3 mil nos primeiros seis meses de 2012. Também diminuiu 13,6% a produção de motos em igual período de comparação. Foram 835,9 mil unidades em 2013.
Licenciamento de veículo recua 6,3% São Paulo — Os licenciamentos de veículos em junho recuaram 0,65% frente a maio e 6,39% sobre igual mês de 2012. Esse declínio está associado às motocicletas, com queda de vendas de 3,99% sobre maio, e aos ônibus, cuja comercialização caiu 9,22%, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti,
diz que o desempenho no segmento de motocicletas justifica-se por critérios mais rigorosos no acesso ao crédito. “O que nos preocupa é como vai se desenvolver o cenário econômico diante da possibilidade de juros mais elevados, inflação em alta e forte oscilação cambial.” Já para o vice-presidente, Alarico Assumpção Júnior, a queda de mais de 9% na venda de ônibus é devido a um efeito “sazonal”.
Título: O otimismo permanece Autor: Coluna: RODAR Nome do Veículo: A NOTÍCIA Cidade: JOINVILLE País: BRASIL Data de Capa: 04/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 4 Estado: SC Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Fenabrave Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: FOLHA DE LONDRINA Cidade: LONDRINA País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 2 Estado: PR Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
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Economia
FOLHA DE LONDRINA, quarta-feira, 3 de julho de 2013
Produção industrial registra queda de 2% em maio Mônica Ciarelli Agência Estado
Rio - A produção industrial caiu 2% em maio, ante abril, na série com ajuste sazonal, divulgou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou abaixo do piso das estimativas, que iam de -1,70% a zero. Em relação a maio de 2012, a produção industrial subiu 1,4%. Nesta comparação, as estimativas variavam de 1,10% a 4,10%, com mediana de 2,40%. Até maio, a produção da indústria acumula alta de 1,7% no ano e queda de 0,5% em 12 meses.
Bens de capital A produção industrial de bens de capital caiu 3,5% na passagem de abril para maio. Em comparação com maio do ano passado, a alta foi de 12,5%. Já a categoria de bens de consumo caiu 1,8% ante o mês anterior e subiu 1,6% na comparação com maio de 2012. O resultado ficou dentro das estimativas, que iam de alta de 1,10% a 4,10%, e abaixo da mediana, de 2,40%. Entre os bens de consumo, os duráveis caíram 1,2% de abril para maio e subiram 4,1% em relação a igual mês do ano passado. Os semiduráveis e não duráveis caíram 1% na passagem de abril para maio e subiram 0,8% frente a maio de 2012. Os bens intermediários apresentaram uma retração de 1,1% entre abril e maio e caíram 0,6% ante igual mês do ano passado. O IBGE informou ainda que a média móvel trimestral da produção industrial de maio foi de 0,2%. O IBGE revisou o resultado da produção industrial em abril, em comparação com março de 1,8% para 1,9%.
Retração A retração da produção industrial registrada entre abril e
Aversão A Bovespa ingressou no segundo semestre com o pé esquerdo. Depois de abrir julho com pequena baixa, na segunda-feira, o principal índice à vista da Bolsa despencou ontem, chegando a operar abaixo dos 45 mil pontos. A situação de OGX e, por tabela, das demais empresas X e os dados fracos da produção industrial brasileira e das vendas de veículos construíram um cenário de aversão aos ativos domésticos. Isso se agravou quando Wall Street também virou para o vermelho, no meio da tarde.
Giro
maio foi generalizada, atingindo 20 dos 27 ramos industriais pesquisados pelo IBGE. A pesquisa mostra que todas as quatro categorias de uso apresentaram queda no período. Com a retração deste mês, o IBGE ressalta que a produção elimina parte importante do avanço de 2,6% acumulado nos meses de março e abril. A queda de 2% da indústria é a maior desde fevereiro deste ano, quando a produção caiu 2,3%. Com o resultado de maio, a produção ficou 3,8% abaixo do nível alcançado em maio de 2011. Entre os ramos pesquisados que puxaram o indicador para baixo, o destaque ficou com os itens alimentos (-4,4%), máquinas e equipamentos (-5%) e veículos automotores (-2,9%).
O Ibovespa terminou a sessão com perda de 4,24%, maior queda porcentual desde 22 de setembro de 2011, quando recuou 4,83%. Encerrou nos 45.228,95 pontos, menor nível desde 22 de abril de 2009 (44.888,20 pontos). Na mínima, registrou 44.819 pontos (-5,10%) e, na máxima, 47.222 pontos (-0,02%). Em apenas duas sessões do mês, já acumula baixa de 4,69% e, no ano, o tombo atinge 25,80%. O giro financeiro totalizou R$ 8,751 bilhões.
Deterioração O quadro doméstico, segundo profissionais consultados, está muito debilitado, com inflação elevada, economia fraca, política fiscal deteriorada e, agora, maior risco de ingerência política na economia. Nesse cenário, a deterioração das empresas do grupo X e os números fracos da produção industrial e de vendas da Fenabrave levaram os investidores a se desfazerem de ações domésticas.
Indústria Segundo o IBGE, a produção industrial recuou 2% em maio ante abril, mais do que a queda de 1,7% prevista no piso das projeções dos especialistas do mercado ouvidos pelo AE Projeções.
Fenabrave
Estoques A retração de 2% na produção industrial de maio reverte o cenário mais favorável traçado pelo setor nos dois últimos meses. A avaliação foi feita pelo gerente da Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo. Segundo ele, o aumento dos estoques pode explicar essa queda mais forte do ritmo da indústria no período. “O aumento dos estoques é o componente novo que pode explicar a intensidade da retração em maio”, explicou. Segundo ele, o fato da queda ter sido generalizada entre as categorias da indústria também aponta nessa direção. Para Macedo, a indústria apresenta um comportamento mais volátil. Apesar desse quadro mais negativo, o gerente pondera que no acumulado do ano, a pesquisa mostra que o saldo ainda é positivo, com ganho de 1,7%. Macedo lembra que a produção ainda está em um patamar mais elevado do que
MERCADO FINANCEIRO
A avaliação corrente é de que o governo não está conseguindo fazer a economia andar, como reforçaram ainda os números da Fenabrave: as vendas de autos e comerciais leves desabaram 11,08% em junho ante maio. terminou 2012. Um resultado positivo apesar do efeito calendário, com 2013 tendo um dia útil a menos na comparação com o ano anterior.
Inflação A alta da inflação já está comprometendo a produção industrial de alimentos, segundo Macedo. “A questão do nível de preço é muito importante”, afirmou. O segmento responde por 12% da produção industrial apurada pelo instituto. Segundo ele, essa tendência pode ser explicada pelo comportamento da produção de alimentos dentro de bens de consumo semiduráveis. “O preço dos alimentos explica o resultado, mas não é o único fator. Uma parcela importante desse setor é exportado. Mas com a desaceleração da economia mundial houve uma retração”, disse.
Estrangeiros Ontem, foram esses estrangeiros os principais investidores a vender bolsa, o que acabou pressionando ainda o dólar.
Azul A venda foi generalizada e apenas duas ações do Ibovespa fecharam no azul: B2W ON (+6,64%) e Dasa ON (+2,14%).
Quedas OGX, mais uma vez, liderou as perdas do Ibovespa ao cair 19,64%, cotada a R$ 0,45. Ontem, diversas instituições revisaram para baixo o preço-alvo para a ação da empresa - a R$ 0,10 no pior relatório -, e a agência de classificação de risco da Standard & Poor’s reduziu o rating da companhia de B - para CCC, com perspectiva negativa.
Desceu
Subiu
PETROBRAS
DÓLAR
Baixa MMX ON caiu 17,29%, na segunda maior baixa, seguida de LLX ON, 11,24%. Petrobras ON perdeu 3,94%, PN, 4,76%, Vale ON, 3,36%, e PNA, 4,33%.
Bolsas No exterior, as bolsas norte-americanas operaram em alta a maior parte do dia, influenciadas pelo bom desempenho do setor automotivo norte-americano em junho e também pelo o relatório de encomendas à indústria dos EUA em maio. À tarde, no entanto, os índices viraram e fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 0,28%, aos 14.932,41 pontos, o S&P recuou 0,05%, aos 1.614,08 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,03%, aos 3.433,40 pontos.
Câmbio O dólar à vista negociado no balcão fechou em alta de 0,85% ante o real, cotado a R$ 2,2490. Este é o maior patamar desde o último dia 20 de junho. No ano, a moeda americana acumula alta de 9,98%. A moeda americana operou ontem em alta durante toda a sessão. Na cotação mínima, registrada na abertura, o dólar foi cotado a R$ 2,2360 (+0,27%) e, na máxima, verificada às 15h12, atingiu R$ 2,2540 (+1,08%). Perto das 16h30 (horário de Brasília), a clearing de câmbio da BM&F registrava giro financeiro de US$ 2,005 bilhões, sendo US$ 1,553 bilhão em D+2. No mercado futuro, o dólar para agosto era cotado a R$ 2,2630, em alta de 0,87%.
Balcão Mesmo com o avanço do dólar, o Banco Central não atuou durante a sessão no balcão, embora alguns profissionais tenham lembrado que, em patamares próximos de R$ 2,25, a autoridade monetária agiu recentemente, por meio de leilões de swap cambial.
Juros Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para outubro de 2013 (81.325 contratos) estava em 8,43%, de 8,46% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2014 (189.920 contratos) marcava 8,84%, ante 8,95% ontem. O vencimento para janeiro de 2015 (345.950 contratos) indicava taxa de 9,67%, ante 9,90% na véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (183.785 contratos) apontava 10,81%, ante 10,99% ontem. O DI para janeiro de 2021 (8.555 contratos) estava em 11,09%, de 11,29% no ajuste anterior. (Agência Estado)
Título: Mercado de veículos fecha semestre com alta de 4,6% Autor: Fábio Galiotto Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: FOLHA DE LONDRINA Cidade: LONDRINA País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 3 Estado: PR Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Economia
FOLHA DE LONDRINA, quarta-feira, 3 de julho de 2013
3
Mercado de veículos fecha semestre com alta de 4,6% Fenabrave aumenta projeção de crescimento para o ano, mas vendas caem na comparação com junho de 2012 devido ao “efeito IPI”
Ricardo Chicarelli
Fábio Galiotto Reportagem Local
O
mercado de automóveis e comerciais leves somou alta de 0,77% no mês passado sobre maio, mas com forte queda de 11,08% em relação a junho de 2012. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que justifica o resultado pela instabilidade econômica do País, aliada ao fato de que junho do ano passado foi quando as vendas receberam um impulso pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no segmento. No acumulado do se-
No acumulado do semestre, foram vendidos 1,707 milhão de veículos ante 1,632 milhão no mesmo período de 2012
mestre, porém, os negócios tiveram aumento de 4,62%, o que fez com que a entidade ampliasse a expectativa de crescimento do setor de 2,6% para 3,3% em 2013. Foram comercializadas 302.896 unidades no mês passado, pouco mais do que as 300.596 de maio. Em junho de 2012 a marca havia sido de 340.657. No acumulado do semestre, foram 1,707 milhão de veículos ante 1,632 milhão no
mesmo período de 2012. O presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, afirma que o desafio será manter o compasso de vendas dos primeiros seis meses do ano. “Deveremos ter um compasso parecido com o do primeiro semestre, mas será menor do que no anterior, que teve números ‘chineses’, com mais de 400 mil unidades em um mês”, diz. Meneghetti diz ainda que
as altas da inflação, das taxas de juros e do câmbio fizeram com que o consumidor e o segmento colocassem o pé no freio, o que deve durar ao menos até agosto. “Temos de rezar para o governo encontrar logo uma solução para a inflação e para que faça as reformas estruturantes que as pessoas pedem nas ruas”, conta. Ele nega, porém, que as manifestações populares tenham reduzido as vendas,
mesmo em Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ), onde houve depredação de concessionárias. Por outro lado, as vendas de caminhões e ônibus continuam a superar os resultados de 2012, pelo bom momento dos setores agrícola e de construção civil. No acumulado do semestre, a alta chega a 8%, com 91.162 unidades emplacadas ante 84.366 do mesmo período do ano passado. As vendas de motos, porém, sofreram queda de 11,82%, ao passar de 848.607 nos primeiros seis meses de 2012 para 748.252 no acumulado deste ano.
Em Londrina Gerente comercial da Ford Tropical, Fabio Citta espera um volume maior nos próximos meses devido aos novos modelos da marca. “Tivemos 15% a mais de vendas em junho sobre maio porque foram muitos lançamentos neste ano e estamos com carros em estoque”, diz. Já o diretor comercial da Metronorte, Waldir
de Rezende Filho, não vê o consumidor neste ano com o mesmo senso de urgência do fim do ano passado, quando havia a ameaça de fim da redução do IPI. “Mas teremos muitos lançamentos, promoções e chamarizes desta vez que vão trazer mais clientes”, diz, com expectativa de que a revendedora da GM tenha 15% de crescimento no ano. Na Marajó, da Fiat, o primeiro semestre foi 8% mais lucrativo do que o mesmo período de 2012, mas não será possível repetir o resultado daqui para frente. “Agosto do ano passado pesou muito, com o recorde em vendas na Marajó em 40 anos”, diz o diretor comercial da empresa, Eduardo Meneghetti. Para o gerente de vendas da Norpave, Luiz Carlos de Andrade, a chuva e o frio atrapalharam os negócios em junho, mas a expectativa para o ano é boa. “O primeiro semestre foi positivo e devemos fechar com alta de 4% nas vendas sobre 2012.” (Com Agência Estado)
Câmbio eleva os preços dos insumos importados Ricardo Maia Reportagem Local
Em pleno período de compra de insumos para a safra de verão, que ocorre principalmente entre os meses de junho e julho, os produtores paranaenses estão pagando mais caro pelos produtos importados devido ao preço do dólar, que vem registrando sucessivas altas nos últimos meses. Segundo o gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Flávio Turra, a moeda norte-americana valorizou em torno de 7% somente entre os dias 3 e 28 de junho, fechando o mês cotada a R$ 2,23. De acordo com dados da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F/Bovespa), o valor da moeda norte-americana registrada no dia 3 de junho (primeiro dia útil) era de R$ 2,14. A partir dai, segundo dados da instituição, o dólar começou a registrar um aumento progressivo no decorrer do mês. “Isso prejudica os produtores porque a maioria dos insumos, principal-
mente os fertilizantes, é impor- da americana estava cotada a tada”, explica o especialista da R$ 2,04. No mesmo período Ocepar. Turra completa que deste ano, o preço da moeda muitas cooperativas para- saltou para R$ 2,15”, compara. naenses já fizeram a contrataPrecaução ção dos insumos, “umas nePara evitar a surpresa das gociaram esses produtos em dólar e outras em real”. Ele oscilações do câmbio, alguns não soube informar à reporta- produtores e cooperativas gem o percentual da escolha optaram pela compra antecide cada cooperativa porque pada dos insumos. Edson Olvaria conforme a estratégia de iveira, gerente da área de fertilizantes da cooperativa Integracada uma. da, revela que Turra destaca do produto que a cooperatiAlguns produtores 80% que será utilizava que optou optaram por do na safra pela compra de 2013/14 já foi insumos em compra adquirido e red ó l a r, c e r t a antecipada passado para mente vai pagar os agricultores mais caro. “Quem adquiriu em reais, está cooperados. “O restante decom a conta resolvida”, salien- verá comprar o insumo nos próximos meses, podendo pata o gerente técnico. Segundo Carlos Hugo God- gar até 10% a mais no valor da inho, técnico do Departamento tonelada”, lamenta o gerente. Oliveira destaca que a coopde Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agri- erativa já começou a entregar cultura e do Abastecimento os fertilizantes nas propriedades (Seab), em 2012 o preço do nas regiões Norte e Oeste do dólar não foi tão elevado como Estado. Samuel Romeiro está neste ano. “No dia 15 de Sanches, produtor na região de junho do ano passado, a moe- Londrina, fez a compra dos
seus fertilizantes já em março, quando pagou R$ 1,7 mil a tonelada. Segundo ele, se fosse para adquirir o produto agora, por exemplo, pagaria, no mínimo, R$ 2 mil pela tonelada. “Sempre faço a compra antecipada para aproveitar os melhores preços”, conta Sanches. Ao todo, o produtor adquiriu para a safra 2013/14 em torno de 35 toneladas de fertilizantes que deverão cobrir 192 hectares de área plantada com soja no próximo ciclo. Sanches es-
PR já importou 4 milhões de t de fertilizante De acordo com dados da Associação dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), de janeiro a maio deste ano, chegaram ao porto em torno de 4 milhões de toneladas de fertilizante importado, volume 21% superior se compara-
pera colher 62,5 sacas por hectare, mesmo índice registrado na produção da oleaginosa na safra anterior. O gerente da Integrada alerta que os produtores que ainda não compraram seus insumos, que adquiram logo porque a tendência é de aumento nos preços dos insumos. Segundo ele, a partir de agosto, começa a descer menos caminhões ao porto de Paranaguá, o que reduz a frota e, consequentemente, eleva o preço do frete. do ao mesmo período de 2012, quando foram adquiridos 3,1 milhões de toneladas. O técnico do Deral, Carlos Hugo Godinho, explica que o uso de novas tecnologias nas lavouras influencia no aumento da demanda pelos insumos, por isso a tendência é de elevação no consumo desses produtos. Mesmo sem um balanço oficial sobre o cultivo de soja e milho no ciclo 2013/14, que
deve ser divulgado oficialmente pelo Deral em agosto, Godinho estima que haverá uma pequena expansão de área e produção, principalmente na soja. Na safra 2012/13, o Paraná destinou para a oleaginosa 4,67 milhões de hectares e colheu mais de 15,78 milhões de toneladas do grão. No milho, o Estado destinou na primeira safra 875 mil hectares, colhendo mais de 7 milhões de toneladas. (R.M.)
PA I N E L E C O N Ô M I C O economia@folhadelondrina.com.br
Exportações de couro crescem 8,14% O mês de junho registrou um valor total de US$ 196 milhões em exportações de couros e peles do Brasil. Número 8,4% superior ao alcançado no mesmo período de 2012, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior. Mesmo com os índices positivos, o momento é de cautela para o setor. O presidente executivo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), José Fernando Bello, destaca que a indústria do couro avalia com preocupação o cenário atual para as exportações. Entre algumas razões, a economia mais fraca na Europa e a dificuldade do setor de contratar mão de obra especializada. Em junho, houve retração de 14,5% nas exportações brasileiras de couros em relação a maio deste ano. O acumulado do primeiro semestre do ano registra um crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2012, totalizando US$ 1,189 bilhão. A participação de couros e peles no total das exportações ficou em 1,0%
Arrecadação bruta do FGTS sobe 13,36% No mês de maio de 2013, a arrecadação bruta do FGTS alcançou o valor de R$ 7,54 bilhões, representando crescimento de 13,36% em relação a maio de 2012. Porém, o aumento no valor de saques em 17,05% resultou numa arrecadação líquida de R$ 850 milhões, queda de 9,19% em relação ao mesmo mês do ano passado. Desde 2008, a tendência da arrecadação líquida no mês de maio é crescente, porém no mesmo período em 2011 e 2013 houve aumento no volume de saques relativamente maior do que a arrecadação bruta, registrando queda de arrecadação. Os dados de maio mostram também que o setor de serviços foi responsável por 29% da arrecadação do FGTS, seguido da indústria de transformação (19,8%) e o comércio (12,7%). Em maio, os saques somaram R$ 6,69 bilhões. Desse total, R$ 4,39 bilhões referem-se à demissão sem justa causa, representando 64,88% dos saques realizados no período.
Vendas de material de construção caem 8% em junho Levantamento da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) apontou que as vendas do varejo do setor retraíram 8% no mês de junho com relação a maio. Na comparação com junho de 2012, a retração é de 4%. “Tivemos queda de vendas em todo o País em praticamente todos os segmentos, exceto metais sanitários. As regiões Sul e Sudeste foram as que mais sofreram com a redução de vendas. Os protestos que aconteceram pelo Brasil fizeram com que o comércio fechasse as portas por vários dias e acabou assustando o consumidor, que optou por adiar as compras principalmente nos grandes centros urbanos”, explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Conz, no entanto, acredita que o comércio vai se recuperar dos índices negativos já no mês de julho. Com os resultados obtidos em maio, o setor de material de construção ainda apresenta um crescimento positivo de 1% no acumulado dos últimos 12 meses. Para este ano, a projeção de crescimento permanece em 6,5%.
Título: Venda de carros cresce 5,31% na PB Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: CORREIO DA PARAÍBA Cidade: JOÃO PESSOA País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: A10 Estado: PB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
A10
Paraíba
Quarta-feira, 10 de julho de 2013
Economia
Oi lidera ranking das reclamações Operadora continua sendo empresa com maior número de queixas no Procon Estadual no 1º semestre ÁLISSON ARRUDA Serviços de telefonia, bancário e abastecimento de água e energia elétrica foram os mais reclamados pelos consumidores paraibanos no primeiro semestre deste ano. De acordo com balanço de atendimentos realizados no Procon Estadual, a operadora de telefonia móvel Oi Paraíba continua liderando o ranking das empresas mais reclamadas, com 614 queixas entre janeiro e junho deste ano. Segundo os dados, registrados no Sistema Nacional de Informações
de Defesa do Consumidor (Sindec), o segundo lugar também é dela, com a Telemar, que oferece telefonia fixa. Neste caso, foram feitos 548 atendimentos no Procon-PB. Em terceiro lugar está a Energisa, com 368 casos, seguida pela operadora Claro, que teve 273 queixas de consumidores. Para o secretário executivo do Procon-PB, Marcos dos Santos, as reclamações contra os mesmos serviços persistem porque os investimentos feitos para melhoria não são suficientes. Ele disse que o órgão mantém reuniões
constantes com as empresas que lideram as queixas, cobrando soluções para os problemas, além de tomar medidas punitivas, como aplicações de multas. “Reconhecemos que há boa vontade por parte de algumas empresas em querer resolver. Elas têm esses dados, monitoram as queixas e se mostram abertas para resolver, mas isso não foi na medida certa. É algo que demanda certo tempo para que os resultados cheguem e precisa haver investimentos constantes”, afirmou. De acordo com Marco
dos Santos, outras medidas podem ser tomadas para que as empresas resolvam os problemas e, consequentemente, reduzam as queixas por parte dos consumidores. “Vamos manter as negociações e, se as estatísticas não melhorarem, a gente multa ou parte para ações mais drásticas. Com a operadora Oi mesmo já encaminhamos relatórios à Anatel informando a falta do serviço por horas e propondo que, se não houver investimento, que sejam suspensas as vendas de novos produtos temporariamente”, destacou.
Coca-Cola, Vivo e TIM são multadas São Paulo - As empresas Coca-Cola, Vivo e TIM foram multadas ontem por veiculação de publicidade enganosa pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor. A Empresa SABB - Sistema de Alimentos e Bebidas do Brasil Ltda (Coca-Cola) foi multada no valor de R$ 1.158.908,00 por publicidade enganosa na oferta da bebida “Laranja Caseira”. “Houve ofensa ao Código de Defesa do Consumidor quando o anunciante deixou de esclarecer que o produto é um “néctar” e não um “suco”. Isso significa que foi omitido do consumidor o fato de que produto possui aditivos e
água, além do suco da fruta”, diz a nota do Ministério da Justiça. A Vivo foi multada em R$ 2.260.173,00 por publicidade enganosa durante a campanha publicitária “Vivo de Natal”. “A mensagem publicitária da Vivo não apresentava dados essenciais para que o consumidor ganhasse R$ 500 em ligações e mais 500 torpedos SMS. Além disso, foi apurado que a Vivo vendeu uma quantidade de pacotes superior a sua capacidade operacional.” A TIM recebeu sanção de multa no valor de R$ 1.654.236,00 por publicidade enganosa na campanha publicitária “Namoro a Mil”, de acordo com o ministério. “A TIM não demonstrou de forma ade-
quada, clara e ostensiva as condições para o consumidor obter os minutos e torpedos promocionais, pois ao anunciar o serviço induzia a erro o consumidor a respeito do recebimento dos 1.000 (mil) minutos e da concessão de torpedos”, diz o comunicado. De acordo com o Ministério da Justiça, os valores deverão ser depositados em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) do Ministério da Justiça, com o objetivo de serem aplicados em ações voltadas à proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da defesa dos consumidores. Outro lado Em nota, a Telefônica
Vivo informou que irá avaliar a decisão “para poder definir as medidas a serem tomadas.” A TIM informou que ainda não recebeu notificação sobre a multa e precisa analisar o processo para se posicionar. “A operadora esclarece que a campanha ‘Namoro a Mil’ foi realizada em 2004 e que, desde que se reposicionou no mercado – há cerca de quatro anos, não trabalha mais com ofertas semelhantes, que envolvam concessão de bônus em minutos”, disse, em nota, a empresa. A Coca-Cola foi procurada pela reportagem, mas ainda não se pronunciou.
EM JUNHO
Venda de carros cresce 5,31% na PB FELIPE RAMELLI As vendas de automóveis e comerciais leves (picapes e utilitários) no primeiro semestre deste ano cresceram 5,31% na Paraíba. De acordo com a Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), foram comercializadas, até junho, 20.074 unidades no período, sendo 15.657 automóveis e 4.417 comerciais leves. Em todo o País, o mercado vendeu 1,7 milhão de unidades, um crescimento de 4,62% em relação ao mesmo período de 2012. Um dos motivos que podem explicar o aquecimento do mercado é a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), cujas alíquotas devem permanecer as mesmas até o final do ano - no ano passado a cobrança era integral. Apesar disso, o presidente da Fenabrave-PB, Paulo Guedes, destacou que o mercado oscilou no primeiro semestre. Prova disso é que em junho as vendas na Paraíba caíram 9,26% em comparação a maio e 17,90% ante junho de 2012. “O mercado está meio instável. Em junho tivemos um desem-
penho pior por causa das festividades de São João, Copa das Confederações e manifestações em todo o Brasil. Esses fatores sempre refletem nas vendas. A expectativa é que os números sejam melhores em julho”, analisou. Não foi apenas o segmento de automóveis e comerciais leves que registrou crescimento na primeira metade de 2013. As vendas de veículos pesados (caminhões e ônibus) aumentaram 39,75% na Paraíba e 8,06% em âmbito nacional. “Esse crescimento na Paraíba já era esperado porque as vendas em 2012 ficaram bem abaixo do normal”, ressaltou o presidente da Fenabrave na Paraíba. O segmento de motocicletas não registrou o mesmo bom desempenho dos demais no primeiro semestre. Foram vendidas 40.115 unidades em todo o Estado, número 8,29% inferior ao mesmo período de 2012. No Brasil, a redução foi de 11,83%. Segundo Paulo Guedes, esse comportamento do setor de duas rodas também já era esperado por causa dos recordes batidos pelo segmento nos anos anteriores.
Título: Primeiras impressões: novo Mercedes-Benz E 250 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: OLHAR DIRETO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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09/07/2013 - 08:53
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Primeiras impressões: novo Mercedes-Benz E 250 Auto Esporte
Quarta-feira, 10 de julho de 2013
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06:51 - Economia - Brasil prepara nova alta de taxa de juros para frear inflação 06:38 - Cultura - 'Usufruto é luta contra hipocrisia', diz Lúcia Veríssimo sobre peça autoral
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Apresentada mundialmente em dezembro passado, a atualização de meio de vida do Mercedes-Benz Classe E chega agora ao Brasil dando um recado claro a quem ficou de cabelo em pé com o comercial do Classe A ao som de “LekLekLek...” (a inusitada trilha sonora "Passinho do Volante", de MC Federado e os Leleks): sim, consumidores na casa dos 20 ou 30 anos são o novo desejo da marca, mas aqueles de 50 ou 60 continuam fundamentais. Isso porque foram eles que fizeram do Classe E o mais tradicional sedã da marca alemã ao longo de nove gerações, em 67 anos (a nomenclatura “Classe E”, no entanto, surgiu apenas no início dos anos 90). A atual foi lançada em 2009, e agora recebe a primeira mexida – no exterior, principalmente, mas também na cabine e no motor de quatro cilindros.
picante Pra machucar Pronto pro MMA Ver o que? Fé cristã?
A versão E 250 (R$ 229,9 mil) segue como a de entrada, mas agora seu motor de quatro cilindros tem 2 litros, não mais 1.8, e sua potência saltou de 184 cavalos para 211 cv.
Missão hercúlea ver todas
Seu torque é de invejáveis 35 kgfm, enquanto o câmbio é um automático (7G Tronic Plus) de sete marchas. Os mesmos números valem para o E 250 Coupé (R$ 239,9 mil). O motor 3.5 V6 não sofreu mudanças, e é exclusivo das configurações E 350 (R$ 284,9 mil) e E 350 Cabriolet (R$ 299,9 mil). Todos os modelos importados para o Brasil oferecem o padrão Avantgarde de acabamento e equipamentos. Entre os principais itens estão GPS, ar-condicionado de três zonas, auxiliar de estacionamento (Active Parking Assist), detector de fadiga (Attention Assist), teto solar, seis airbags, freios ABS com distribuição de força (EBD) e assistência de frenagem de emergência (BAS), controle de estabilidade (ESP), partida em aclive (HSA) e os incomuns sistemas Brake Drying, que aproxima (mas não toca) as pastilhas dos discos de freio quando o limpador de para-brisa é acionado, e Priming, que põe as pinças em prontidão quando o pé deixa o acelerador. O E 350 troca o couro sintético dos bancos por couro legítimo, rodas de 17 por 18 polegadas e acrescenta DVDs nos encostos de cabeça dianteiros, além de partida do motor por botão. Segundo Dirlei Dias, gerente sênior de Vendas e Marketing, a previsão de vendas do Classe E para 2013 é de 450 unidades – 150 do modelo antigo, já comercializadas, e outras 300 do estreante daqui até o final do ano. A versão E 250 responderá por 50% dos emplacamentos, enquanto a E 350 será dona de 30%. Cupê e Cabriolet ficarão com 10% das vendas cada.
do internauta Calçadas Flanelinhas Vandalismo??? Upa Morada do Ouro Vergonha enviar notícia
ver todas
O principal rival do Classe E no mercado nacional é o BMW Série 5 que, em sua versão 528i, parte de R$ 224.950. Isso porque a Mercedes sequer considera o A6, que também entra na briga por apresentar potência, dimensões e preços similares. Dias alega que o representante da Audi não goza da mesma tradição de BMW e Mercedes no segmento. Enquanto Série 5 e Classe E foram a escolha, respectivamente, de 1.781 e 1.783 compradores de 2009 a 2012, no mesmo período o A6 vendeu apenas 251 unidades, segundo números da Fenabrave. Separado, mas junto A mudança mais significativa (e admirável) está exatamente na "impressão digital" do Classe E: os faróis deixam de ser separados. Os fachos continuam distintos, mas desta vez são unidos por uma só lente, enquanto no modelo anterior um filete do para-choque se metia no meio de um farol maior e outro menor, formando um conjunto efetivamente de quatro peças. O contorno dos LEDs dá o tom de requinte – e é o que o faz ser o Classe E identificável de sempre, só que diferente. Por aqui, apenas o visual com o símbolo das três pontas na grade, e não no capô, será oferecido. Visto de trás, o Classe E foi menos radical na mudança: as lanternas também são formadas por LEDs (até mesmo na luz de ré) e as ponteiras do escapamento foram redesenhadas (mais alongadas e forçando uma esportividade que o carro não tem), levando a uma reestilização do para-choque. Segundo a marca, 100% da iluminação externa é formada por LEDs. As poucas (e bem-vindas) mudanças na cabine são um rearranjo no painel – que manteve o estilo, mas agora agrupa temperatura e nível de combustível num só mostrador; e o relógio, menor, foi parar entre as saídas do ar-condicionado. Além disso, há o novo volante (que tem servido quase a toda linha Mercedes) e tela de GPS/entretenimento redesenhada. No E 250, o acabamento interno traz uma chapa de alumínio, de bom gosto, cruzando o painel e emendando com as portas. Porém, no mais luxuoso E 350, a peça é substituída pela eternamente brega imitação de madeira. Flutuante O G1 experimentou o novo Classe E, apenas na configuração E 250, por cerca de 300 km, entre São Paulo e Campos do Jordão (SP), e ao fim do test-drive uma prévia impressão se confirmou. A proposta e a entrega de Classe E, Série 5 e A6 são quase as mesmas, mas basta o proprietário querer leves doses de esportividade e excitação (dinâmica ou visual) a mais que Audi e BMW se tornam os grandes favoritos a serem estacionados na garagem -da mansão, é claro. O Classe E é um sedã puro – talvez o mais puro de todos –, voltado para quem já trocou, há tempos, a vodca no agito da noite pelo uísque de 18 anos no sofá de couro em casa. Enquanto Série 5 e A6 têm uma suspensão mais firme e uma direção mais arisca, o Classe E só pensa em conforto. O que não significa, felizmente, que afaste o condutor das reações do veículo. Pelo contrário: o pequeno mas eficiente motor 2.0 de 211 cavalos, o câmbio automático de sete marchas e o brilhante acerto de suspensão – que blinda os ocupantes das irregularidades do asfalto e faz o automóvel de 4,88 m de comprimento "flutuar" na estrada, à medida que a velocidade aumenta, imperceptivelmente – resultam em um carro prazeroso ao volante. É outro tipo de prazer em relação ao que Série 5 e A6 oferecem; nem mais ou menos intenso, apenas diferente. Quanto ao motor, a história do 528i se repete: o quatro cilindros turbo põe em xeque a existência do seis cilindros aspirado que, a partir de agora (com o salto de potência do propulsor menor), fica exclusivo a quem deseja muito desempenho e faz questão de uma identidade sonora marcante – o ronco do E 250 nada tem de sedutor. O consumo não deixa dúvidas: média de 11,1 km/l, que poderia ser melhor não fosse o intragável trânsito paulistano. Menos espaço, mais luxo Internamente, o nível de requinte percebido é sensivelmente mais alto do que no Série 5, que dá o troco com espaço levemente mais farto. Os materiais usados são de qualidade nos dois casos, mas no Mercedes a expressão do luxo é escancarada. Depois de E 250, E 250 Coupé, E 350 e E 350 Cabriolet renovados, o próximo da família a desembarcar atualizado no Brasil, em setembro, é o E 63 AMG 4MATIC, o primeiro Classe E com tração integral. Curtir
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Título: Vendas de veículos crescem mais de 11% em Sorriso Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SÓ NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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ECONOMIA 09 de Julho de 2013 - 07:08
Vendas de veículos crescem mais de 11% em Sorriso Fonte: Só Notícias/Weverton Correa
As vendas de veículos na capital do agronegócio estão tendo números positivos. Levantamento da Federação Nacional de Distribuidores de Veículos (Fenabrave) aponta terem sido comercializadas 1.700 unidades entre janeiro e junho deste ano, que representou incremento de 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram cerca de 1.518. Os carros de passeio somaram cerca de 575 unidades ante 394 no ano anterior com crescimento de 45,94%. Os negócios na categoria comerciais leves (caminhonetes) atingiram 340, com decréscimo de 0,87%, ante os 343 registrados no mesmo período do ano passado. 133 caminhões foram vendido, representando incremento de 66,25% ante 80 de 2012. As motos sofreram um decréscimo de 8,14%. Foram vendidas 643 contra 1700. Conforme Só Notícias já informou, Mato Grosso emplacou 57.851 veículos no primeiro semestre deste ano, registrando alta de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 53.737 veículos foram comercializados. O valor garantiu destaque ao segmento automotivo mato-grossense, visto que ultrapassou a média nacional, que contabilizou queda de 0,2% no acumulado do ano.
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Título: Mudanças no reino dos carros populares Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO GAÚCHO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Diário Gaúcho Caranga & Cia 09/07/2013 | 07h45
Mudanças no reino dos carros populares Na lista dos dez mais vendidos do primeiro semestre, surgem dois lançamentos (Onix e HB20), que se infiltram numa turma que estava sedimentada há muito tempo
Foto: Chevrolet / Divulgação
Estabilizado há quase uma década, o top 10 dos carros mais vendidos no Brasil apresenta duas novidades populares no fechamento do primeiro semestre de 2013. Lançados na reta final de 2012, o Chevrolet Onix (feito em Gravataí) e Hyundai HB20 (feito em Piracicaba-SP) são os novatos nesta turma. Quem subiu e quem desceu E parecem ter vindo para ficar, desbancando nomes consagrados neste ranking histórico - batendo dois recordes relativos aos primeiros seis meses para automóveis e comercias leves. 1) Nunca se produziu tanto: 1.856.805 de unidades. 2) Nunca se vendeu tanto: 1.798.976 unidades. As vendas no país significa crescimento de 4,8% sobre o primeiro semestre de 2012. Muito disso deve-se às duas novidades entre os hatchs. O HB20 (sexto, com 61,8 mil) e o Onix (sétimo, com 58,5 mil) destronaram GM Celta
(era o quinto, há um ano, e agora é 13º) e Renault Sandero (caiu de nono para 12º). A outra novidade entre os dez mais é a substituição do Classic (Chevrolet) pela família Siena (Fiat). Futuro é incerto, diz dirigente Porém, o futuro não parece tão dourado assim: - A base de comparação a partir deste mês ficará mais forte, pois o anúncio de duas prorrogações de desconto do IPI no ano passado, uma em maio e outra em agosto, ajudaram a alavancar as vendas naquele ano - disse o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes (Anfavea), Luiz Moan Yabiku Junior. Ranking 2013 Obs.: a Fenabrave considera as famílias Gol (G4 e G5), Uno (Novo Uno e Mille), Fiesta (inclui o New Fiesta) e Siena (inclui o Grand Siena). * Entre parênteses, o ranking de 2012. Vendas acumuladas (janeiro a junho): 1º) Gol (VW): 121.353 (1º) 2º) Uno (Fiat): 96.505 (2º) 3º) Palio (Fiat): 90.739 (3º) 4º) Fox (VW): 67.165 (4º) 5º) Strada (Fiat): 62.023 (7º) 6º) HB20 (Hyundai): 61.837 (-) 7º) Onix (GM): 58.522 (-) 8º) Siena (Fiat): 55.960 (11º)
9º) Fiesta (Ford): 54.612 (6º) 10º) Voyage (VW): 48.949 (10º) Momento de mirar rivais Ainda que surja como a grande novidade no ranking, o sul-coreano HB20 já experimenta um momento de turbulência. Caiu de quarto para nono nos números de junho. Isso porque o novo New Fiesta atraiu parte dos consumidores dos hatchs, embora a Ford não divulgue números específicos de seu lançamento. DIÁRIO GAÚCHO
Título: O ringue dos pesos médios Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O POVO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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SEDÃS 09/07/2013
O ringue dos pesos médios São 18 opções diferentes de sedãs médios no País. Apostando em design ousado, variedade de opcionais e tecnologia, eles disputam a preferência dos clientes NOTÍCIA
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Com designs arrojados, grande espaço interno e motores cada vez mais potentes, os sedãs médios venderam somente mês de maio quase 19 mil unidades no País, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Antes conhecidos como carro para famílias, os sedãs conseguiram ampliar seu públicoalvo, com design ousado, tecnologia e variedade de opcionais. Essas também são armas na disputa pela preferência do consumidor. DIVULGAÇÃO
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No Brasil, os motoristas podem optar por 18 diferentes modelos da categoria. No topo da lista de vendas da Fenabrave, aparece o Honda Civic, com 5.181unidades vendidas em junho, seguido do Toyota Corolla, 4.410 carros e o Chevrolet Cruze, que teve 2.130 veículos vendidos.
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O líder da categoria, Honda Civic, inovou ao apresentar ao Potência do motor faz a diferença usuário o botão ECON, que oferece uma opção de condução mais econômica e sustentável. No desempenho, o motor Honda vem com a tecnologia i-VTEC, já testada em versões anteriores. Aliando design com vários itens de série, o Civic já emplaca três meses seguidos na liderança. “Nós crescemos 45% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso consolida a marca não somente no Brasil, mas também em Fortaleza”, enfatiza Oduenavi Ribeiro, diretor da Honda Nova Luz. A linha Corolla 2014 já está disponível para os motoristas. Inovando com
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um console multimídia, o sedã médio vem com vários itens tecnológicos de série. “A versão 2014 vem com uma tela touch de LCD 6.1 e com navegador. Isso já um diferencial para nosso cliente”, destaca Álvaro Correia, gerente de vendas da Newland, concessionária Toyota em Fortaleza. Para Fortaleza, a concessionária estima um aumento de 10% nas vendas em relação ao modelo do ano passado. Ainda segundo dados da última tabela da Fenabrave, o Honda Civic e o Toyota Corolla, tiveram crescimento superior de 15% em relação ao mês anterior, asseguraram mais de 52% de participação de mercado e abrindo vantagem em relação aos principais adversários. Cruze na disputa A Chevrolet também está na disputa para tentar superar as montadoras japonesas. O Chevrolet Cruze apresenta o motor Ecotec6 1.8 com transmissões de 6 velocidades e com uma variedade de acessórios para competir com o Civic e Corolla. "Com as novidades em termo de equipamentos e powertrain, o Cruze entra para brigar em um segmento onde a Chevrolet tem muita tradição. E certamente vai continuar a história que começou com o Opala, Monza e o Vectra. É a capacidade da Chevrolet de criar o novo, de novo", afirma Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors. Um dos destaques no design do Cruze é a linha do teto arqueada, que se estende desde o inclinado para-brisa até os pilares traseiros. Em termos de desenvolvimento da velocidade, os números do Cruze são positivos. Ele leva 11,4 segundos para ir de 0 a 100 km/h e atinge a velocidade máxima de 197 km/h, quando abastecido com etanol. Para especialistas, a boa variedade de sedãs permite que o cliente observe vários detalhes de sua preferência. Como, por exemplo, força do motor, acabamento interno, acessórios tecnológicos e preços que se encaixe no orçamento. Cruze 1. Acabamento de alta qualidade 2. Tecnologia de ponta e transmissões automática e manual de 6 marchas 3.Garantia de 3 anos sem limite de Km. Carlos Augusto Pereira , assessor de comunicação da GM Corolla 1. Mais vendido do mundo 2. confiabilidade na marca no mercado
3. baixo custo de manutenção Álvaro Correia, gerente de vendas da Newland Civic 1. Premiado por ser o veiculo mais seguro do mundo 2. Motor mais confiável entre os concorrentes 3. Carro mais econômico da categoria Oduenavi Ribeiro, diretor da Novaluz
Título: 9,37% Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DE SANTA CATARINA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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9,37% Foi quanto caíram as vendas de veículos novos em Santa Catarina no mês de junho comparado a junho de 2012, segundo a Fenabrave/SC. Quando comparado a maio deste ano, a queda é de 0,71%. No Vale do Itajaí, os índices são piores: -10% e -3,3%, respectivamente. Quem puxa os índices para baixo são os automóveis, cujas vendas acumulam queda de 4,24% no ano em Santa Catarina.
Título: Vendas de automóveis em SC recuam 1,16% em junho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ECONOMIA SC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Em junho, Santa Catarina comercializou 22.090 carros, motos, caminhões e ônibus. Foto: Divulgação
Em junho, Santa Catarina comercializou 22.090 carros, motos, caminhões e ônibus. Só no primeiro semestre do ano foram emplacados 127.535 novos veículos, de acordo com os dados divulgados pela Fenabrave-SC (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina). A categoria de automóveis e comerciais leves registrou leve queda de 1,16% em junho em comparação a maio e a de motos só registrou crescimento de 7,75% no comparativo entre junho de 2013 e junho de 2012. O segmento que mais se destacou foi o de caminhões e ônibus, que cresceu 23,83% em comparação com o primeiro semestre do ano passado. Em relação a de maio de 2013, o aumento foi de 12,62%, que representam 1.160 novas unidades. Com as vendas do mês de junho, a frota circulante em Santa Catarina chega a 4.054.996 veículos, sendo 2.348.803 automóveis, 962.978 motocicletas, 181.455 caminhões, 26.822 ônibus e os demais entre tratores, caminhonetes e outros. Vendas de junho A região Sul foi a que obteve melhor desempenho no mês de junho, registrando acréscimo de 4,47% nas vendas de veículos de todas as categorias com relação a maio. No segmento de caminhões e ônibus a comercialização deu um salto de 51,01%, quando foram emplacados 225 novas unidades, enquanto em maio haviam sido 149. No total, o crescimento representou 3.509 novos veículos nesta região. A região Oeste vem em seguida com crescimento de 4,04% representando 4.018 novos veículos no mês de junho. Na categoria de caminhões e ônibus o aumento foi de 6,50%. Já o Planalto Serrano conquistou 998 novas unidades, com crescimento de 0,60% em todas as categorias de veículos comparados em maio. O segmento de caminhões e ônibus registrou alta de 14,29%. O Norte do estado obteve 3.689 veículos em sua frota, mesmo assim, apresentou leve queda de 1,76% em relação ao mês anterior. Apenas a categoria de caminhões e ônibus registrou aumento, sendo de 16,11%. O aumento no Vale do Itajaí foi de 4,83% no segmento de ônibus e caminhões, mas no total de veículos houve queda de 3,27%. Apesar do resultado, em números de novos veículos, foi a região que mais emplacou, registrando 5.615 unidades. A Grande Florianópolis obteve o pior desempenho no mês de junho em comparação a maio, registrando recuo de 4,80% em todas as categorias e queda de 6,98% no segmento de caminhões e ônibus. As vendas chegaram a 4.261 novos veículos. "O mercado segue agora em um período de estabilização. A economia do Brasil tem tido uma forte influência na decisão de compra do veículo, afinal, o cliente fica com receio de fazer dívidas quando não se sente seguro quanto à situação econômica do país", afirma o diretor geral regional da Fenabrave-SC, Ademir Saorin.
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Título: O POVO lança caderno Veículos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ANJ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Associação Nacional de Jornais O POVO lança caderno Veículos Com seis páginas, o caderno de veículos do O POVO será publicado às t erças-feiras com informações sobre o mercado aut omot ivo e passará orient ações para ajudar na hora da compra ou venda do carro O POVO lança nesta terça-feira, 9 , um caderno inteiram ente v oltado ao segm ento de v eículos. Com seis páginas, o espaço trará entrev istas com especialistas, lançam entos das m ontadoras, orientações de com o cuidar bem do carro, além de fornecer ao leitor as inform ações necessárias para ajudá-lo no m om ento da com pra ou da v enda do autom óv el. “Esse caderno lev a o padrão do O POVO a esse segm ento tão im portante. Agora com três v ezes m ais conteúdo”, diz Jocélio Leal, editor-executiv o do Núcleo de Negócios do O POVO. “A gente sabe que existe um a relação afetiv a do brasileiro com o carro.” Jocélio Leal alerta para um a distinção que, segundo ele, m arca a cobertura do O POVO nessa área. “Fazem os jornalism o, e não prom oção”. Ele defende que a im prensa de todo o País esteja m uito atenta para não abrir m ão do jornalism o nessa área. Segundo ele, isso im plica m anter um a relação profissional com m ontadoras e lojas, tanto de nov os com o de sem i-nov os. “Vam os ajudar os leitores na decisão de com pra, dando m unição para quem v ai com prar e v ender v eículos.” Ele diz que a palav ra-chav e do projeto é “serv iço”. O caderno tam bém trará toda sem ana conteúdos com dicas de especialistas sobre m ecânica e m anutenção v eicular, para que o leitor possa rodar bem com segurança e econom ia. Para Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Autom otores do Ceará (Fenabrav e–CE), a iniciativ a do O POVO atende os anseios do setor autom otiv o local. “O POVO é um dos grandes m eios de com unicação do Ceará, e ele não poderia ficar de fora de um segm ento tão im portante com o o autom otiv o. Realm ente o caderno é m uito bem -v indo para a classe. Acredito que todo setor em Fortaleza irá aplaudir a iniciativ a do jornalO POVO. E para nós da Fenabrav e, acredito que tem os que apoiar e incentiv ar iniciativ as desse tipo nos m eios de com unicação”, ele diz. Um dos destaques do nov o caderno, definido pelo editor-executiv o com o um a “âncora im portante” do projeto, é a coluna do engenheiro e jornalista especializado em v eículos e autom obilism o, Boris Feldm an, um dos m ais respeitados especialistas do País nessa área. Feldm an já faz parte da program ação das rádios O POVO/CBN, Caly pso FM e GLOBOO POVO AM. Ele escrev e um a coluna sem anal para O POVO, na qual tira dúv idas dos leitores. Outro destaque é a coluna social Frontstage Motors, assinada por Adriano Nogueira, que fala das personalidades do m ercado autom otiv o no Brasil e no Ceará, além de m ostrar os principais ev entos sociais do setor. O caderno tam bém terá seções dedicadas aos segm entos de m otociclism o e de ônibus, v ans e cam inhões, com inform ações sobre o m ercado, lançam entos e dicas de segurança. Para quem gosta de tunning, o caderno irá m ostrar as nov idades disponív eis no m ercado de acessórios. Já os fãs do m undo fora de estrada, v ão encontrar m uito serv iço e calendário de com petições. Conheça as seções do caderno de Veículos Lançament os As nov idades das m ontadoras, apresentadas de m odo sim ples e didático. Boris Feldm an - O jornalista que m ais entende de carros no Brasil tira as duas dúv idas toda sem ana. Serv iço Toda sem ana conteúdos sobre tudo aquilo que v ocê precisa saber para rodar com segurança e econom ia. Mecânica Toda sem ana serão consultados especialistas para não deixar nada sem resposta. Motos Quem é m otociclista v ai encontrar no caderno m uita inform ação sobre o m ercado e dicas de segurança Ônibus/v ans/cam inhão Inform ação sobre o m ercado local e nacional, com lançam entos, dicas e a opinião de quem entende. Acessórios Vam os m ostrar as nov idades do m ercado disponív eis para quem não se conform a com o carro no original e adora tunning. Retrov isor Toda sem ana um a v iagem pelo passado a bordo dos m odelos antigos e tam bém dos com erciais inesquecív eis. Off Road Lançam entos, com petições e agenda das prov as e passeios no Ceará e em todo o País. Front Stage Motors
A coluna social que m ostra quem é im portante no m ercado de autos no Ceará e no Brasil. Adriano Nogueira m ostra os principais ev entos do setor. A cada sem ana, personagens da sociedade passeiam de carro e contam histórias. Entrev istas Vam os ouv ir o que pensam as cabeças que fazem o m ercado autom otiv o.
Título: (OP) O POVO lança amanhã caderno voltado para o segmento Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CDL FORTALEZA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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(OP) O POVO lança amanhã caderno voltado para o segmento 8 de Julho de 2013
Com seis páginas, o caderno de veículos do O POVO será publicado semanalmente com informações sobre o mercado automotivo e passará orientações para ajudar na hora da compra ou venda do carro O POVO lança nesta terça-feira um caderno inteiramente voltado ao segmento de veículos. Com seis páginas, o espaço trará entrevistas com especialistas, lançamentos das montadoras, orientações de como cuidar bem do carro, além de fornecer ao leitor as informações necessárias para ajudá-lo no momento da compra ou da venda do automóvel. “Esse caderno leva o padrão do O POVO a esse segmento tão importante. Agora com três vezes mais conteúdo”, diz Jocélio Leal, editor-executivo do Núcleo de Negócios do O POVO. “A gente sabe que existe uma relação afetiva do brasileiro com o carro.” Jocélio Leal alerta para uma distinção que, segundo ele, marca a cobertura do O POVO nessa área. “Fazemos jornalismo, e não promoção”. Ele defende que a imprensa de todo o País esteja muito atenta para não abrir mão do jornalismo nessa área. Segundo ele, isso implica manter uma relação profissional com montadoras e lojas, tanto de novos como de semi-novos. “Vamos ajudar os leitores na decisão de compra, dando munição para quem vai comprar e vender veículos.” Ele diz que a palavra-chave do projeto é “serviço”. O caderno também trará toda semana conteúdos com dicas de especialistas sobre mecânica e manutenção veicular, para que o leitor possa rodar bem com segurança e economia. Para Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores do Ceará (Fenabrave–CE), a iniciativa do O POVO atende os anseios do setor automotivo local. “O POVO é um dos grandes meios de comunicação do Ceará, e ele não poderia ficar de fora de um segmento tão importante como o automotivo. Realmente o caderno é muito bem-vindo para a classe. Acredito que todo setor em Fortaleza irá aplaudir a iniciativa do jornal O POVO. E para nós da Fenabrave, acredito que temos que apoiar e incentivar iniciativas desse tipo nos meios de comunicação”, ele diz. Um dos destaques do novo caderno, definido pelo editor-executivo como uma “âncora importante” do projeto, é a coluna do engenheiro e jornalista especializado em veículos e automobilismo, Boris Feldman, um dos mais respeitados especialistas do País nessa área. Feldman já faz parte da programação das rádios O POVO/CBN, Calypso FM e OGLOBO-O POVO AM. Ele escreve uma coluna semanal para O POVO, na qual tira dúvidas dos leitores. Outro destaque é a coluna social Front Stage Motors, assinada por Adriano Nogueira, que fala das personalidades do mercado automotivo no Brasil e no Ceará, além de mostrar os principais eventos sociais do setor. Seções O caderno também terá seções dedicadas aos segmentos de motociclismo e de ônibus, vans e caminhões, com informações sobre o mercado, lançamentos e dicas de segurança. Para quem gosta de tunning, o caderno irá mostrar as novidades disponíveis no mercado de acessórios. Já os fãs do mundo fora de estrada, vão encontrar muito serviço e calendário de competições. Serviço Festa de lançamento do caderno de veículos Quando: terça-feira, às 20h00min (para convidados) Onde: Restaurante Santa Grelha Por quê ENTENDA A NOTÍCIA O novo caderno irá contemplar os mais variados segmentos do setor automotivo, como motociclismo, fora de estrada, ônibus, vans e caminhões, além de dar dicas de segurança e manutenção para os condutores. Saiba mais Conheça as seções do caderno de Veículos Lançamentos As novidades das montadoras, apresentadas de modo simples e didático.
Boris Feldman O jornalista que mais entende de carros no Brasil tira as duas dúvidas toda semana. Serviço Toda semana conteúdos sobre tudo aquilo que você precisa saber para rodar com segurança e economia. Mecânica Toda semana serão consultados especialistas para não deixar nada sem resposta. Motos Quem é motociclista vai encontrar no caderno muita informação sobre o mercado e dicas de segurança Ônibus/vans/caminhão Informação sobre o mercado local e nacional, com lançamentos, dicas e a opinião de quem entende. Acessórios Vamos mostrar as novidades do mercado disponíveis para quem não se conforma com o carro no original e adora tunning. Retrovisor Toda semana uma viagem pelo passado a bordo dos modelos antigos e também dos comerciais inesquecíveis. Off Road Lançamentos, competições e agenda das provas e passeios no Ceará e em todo o País. Front Stage Motors A coluna social que mostra quem é importante no mercado de autos no Ceará e no Brasil. Adriano Nogueira mostra os principais eventos do setor. A cada semana, personagens da sociedade passeiam de carro e contam histórias. Entrevistas Vamos ouvir o que pensam as cabeças que fazem o mercado automotivo. FONTE: O POVO
Título: Revender arrumado ou não? Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE PERNAMBUCO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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RÁDIO FOLHA Recife, 10 de Julho de 2013
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Você confere os grandes lançamentos do mundo automotivo, testes de carros e dicas de serviços.
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Recife sem plano de mobilidade
Revender arrumado ou não?
LUIZ FERNANDO GUEDES
Dependendo de para quem for a venda, vale a pena dar uma arrumada no carro
Um Felipão na economia
08/07/2013 10:48 - Geraldo Lélis, do FolhaPE
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Qual é o momento certo de vender o carro? Vale a pena reparar arranhões, amassados ou equipar o possante antes de vender? Será que ele vai ficar mais caro que é, ou o dono vai apenas perder dinheiro? Tudo depende de quem irá comprá-lo. Para o mecânico Alexandre Gadelha, “um banho de borracha e de loja” vale a pena, se o comprador for o consumidor final. Porém, se a venda for feita para uma loja, os “enfeites” não fazem diferença no preço, de acordo com o avaliador da concessionária Regence, João Galdino. Wagner Ramos/Folha de Pernambuco
João Galdino não vê vantagem se negócio for feito com uma loja de carros
Nas concessionárias, o que rege o preço é a tabela da Fenabrave, que classifica o carro de acordo com o ano de fabricação e os itens, como ar-condicionado, quantidade de portas e vidros e travas elétricos. A partir daí, o preço tende cair quando o avaliador verifica a quilometragem, os aspectos físicos externos, as condições dos pneus e o barulho do motor. Mas isso não é só. “O mercado é quem dita. Se o carro é unitário, como Celta e Pálio, por exemplo, é um carro que gira muito, então é sempre bom ter ele no estoque, e isso pode elevar um pouco o preço. Mas ao contrário, se for um carro que eu tiver muitas unidades no estoque, não vale a pena comprar, aí o preço vai lá para baixo”, disse
Galdino. Nas lojas de carros usados, o que determina o preço também é o aspecto físico e a quilometragem baixa, só que aliados ao barulho do motor e à ausência de ruídos em geral e à realização de todas as revisões periódicas. “Banco de couro, DVD, jogo de roda, nada disso valoriza o veículo. Se já tiver, é melhor, inclusive, tirá-los para não perder dinheiro”, alerta o presidente da Associação de Revendedores de Veículos de Pernambuco, Antonio Selva. Ele ainda reforça a necessidade de levar o carro para a revisão, pois as notas fiscais da mesma são exigidas e, caso não haja, é motivo de perda de valor. “O comprador geralmente dá uma volta com o carro, para ouvir o motor e perceber se está tudo certo com as revisões, a correia dentada, óleo, etc”. Wagner Ramos/Folha de Pernambuco
Alexandre Gadelha defende banho de loja se venda for para um particular
Vender para um consumidor final é interessante para quem já fez bastante investimento ou quem realmente não cuidou muito bem do carro. No primeiro caso, porque os itens extras têm mais chances de serem levados em conta para melhorar o preço em detrimento ao ano de fabricação. Já no segundo caso, as melhorias podem servir para equiparar o preço do carro ao que ele realmente vale de acordo com a tabela Fenabrave. “Aparência é tudo no carro. Como naquele ditado que diz ‘a roupa é que faz o monge’. Então é sempre bom dar uma melhorada”, afirmou.
“Com relação aos pneus, o proprietário pode comprar um remold, que custa até 60% do pneu original”, aconselha Alexandre. “O alinhamento também é fundamental para passar pelo teste do comprador. O alinhamento preventivo deve ser feito e cada cinco ou dez quilômetros”, acrescentou, antes de lembrar da suspensão, que ajuda a corrigir boa parte dos ruídos.
Título: Isenção fiscal em dez anos equivale a 150 km de metrô Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SINCOPETRO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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08/07/2013 - Isenção fiscal em dez anos equivale a 150 km de metrô Fonte: Folha de São Paulo Para aquecer a economia, governo federal renunciou R$ 32,5 bilhões em impostos para carro e combustível Montante poderia ter sido aplicado em transporte público, segundo dados da Receita e de consultores MARIO CESAR CARVALHO DE SÃO PAULO As ise nçõe s de im postos para carro e gasolina de sde 2003 de ix aram de arre cadar R $ 32,5 bilhõe s que pode riam te r sido aplicados e m transporte público, se gundo dados da R e ce ita e de consultore s. C om o dinhe iro, se ria possíve l construir 1.500 quilôm e tros de corre dore s de ônibus ou 150 quilôm e tros de m e trô. A ve rba se ria suficie nte , por e x e m plo, para a criação de corre dore s se gre gados nas 12 m e trópole s brasile iras. Após a onda de m anife staçõe s que atingiu o país e m junho, a pre side nte Dilm a anunciou um plano e m e rge ncial de m obilidade de R $ 50 bilhõe s, m as não e x plicou de onde vai tirar os re cursos. C om m e nos da m e tade das ise nçõe s (R $ 15,4 bilhõe s), o Ministé rio das C idade s financia a construção de 95,6 quilôm e tros de m e trô no país (o valor inclui e staçõe s e tre ns). O s R $ 32,5 bilhõe s são a som a de duas ise nçõe s fe itas pe los gove rnos Lula e Dilm a: A dim inuição a partir de 2003 da C ide (C ontribuição de Inte rve nção no Dom ínio Econôm ico) sobre a gasolina de ix ou de arre cadar R $ 22 bilhõe s, se gundo le vantam e nto fe ito pe lo C e ntro Brasile iro de Infrae strutura. Já a re dução de IPI (Im posto sobre Produtos Industrializados) para carros de sde 2009 custará R $ 10,5 bilhõe s até o final de ste ano, de acordo com a R e ce ita Fe de ral. EFEITO A contribuição sobre com bustíve is foi criada e m 2001 para financiar a infrae strutura de transporte , te ve suas alíquotas re duzidas e acabou e m junho do ano passado. A inte nção de financiar infrae strutura de transporte acabou provocando o e fe ito contrário, de acordo com o tributarista Eurico de Santi, profe ssor da Fundação Ge túlio Vargas e coorde nador do C e ntro de Estudos Fiscais. "R e duzir im posto de carro e gasolina significa induzir o uso de autom óve l. É um paradox o porque o gove rno abre m ão de re cursos para a infrae strutura", diz Santi. O e nge nhe iro e sociólogo Eduardo Vasconce llos, asse ssor da ANTP (Associação Nacional de Transporte s Públicos), diz que o e stím ulo ao carro é um com pone nte histórico dos gove rnos por causa do lobby da indústria. "Está no DNA do Estado brasile iro de sde os anos 50 achar que o carro m e re ce tudo", afirm a Vasconce llos. A Associação Nacional das Em pre sas de Transporte s Urbanos diz que o ince ntivo aos carros e m otos re tirou 30% dos passage iros de ônibus e m todos o país de sde 1994. ECONOMIA O gove rno fe de ral de fe nde as ise nçõe s com o m e didas de política e conôm ica para criar e m pre gos, m ante r o consum o e controlar a inflação após a crise de 2008, que de rrubou m e rcados m undo afora. O fim da re dução do IPI para autom óve is, que e stava m arcado para abril passado, acabou se ndo adiado pe la e quipe e conôm ica. Agora, o novo prazo para a norm alização do IPI é até o final de ste ano. Na ocasião, o m inistro da Faze nda, Guido Mante ga, afirm ou que a indústria autom obilística e ra m uito im portante para a e conom ia brasile ira, pois re pre se ntava 25% da produção industrial. Mante ga de fe nde u a pe rm anê ncia da re dução para e vitar risco de que da nas ve ndas de autom óve is e para m ante r a produção industrial e m cre scim e nto. A ve nda de carros bate u re corde e m abril, de acordo com a Fe nabrave (associação das conce ssionárias).
Governo diz que redução de imposto evitou desemprego DE SÃO PAULO O Ministé rio da Faze nda não quis com e ntar oficialm e nte a de sone ração de im postos e tributos para carro e gasolina, que te riam ince ntivado o uso de transporte individual e re tiraram re cursos do transporte público, se gundo e spe cialistas. Inte grante s da e quipe e conôm ica, poré m , de fe nde ram as re duçõe s de im postos com o instrum e ntos re guladore s para aum e ntar o cre scim e nto e conôm ico, m ante r o níve l de e m pre go na indústria autom obilística e controlar a inflação. Se a contribuição sobre com bustíve l tive sse sido m antida no m e sm o patam ar de 2002, a inflação pode ria ficar fora da m e ta. Se gundo o gove rno, não há um a política de ince ntivo ao carro. As principais soluçõe s para a m obilidade , de acordo com e ssa visão, são de re sponsabilidade dos gove rno e staduais e m unicipais, com o a construção de m e trô. EMPR EGO S Se não houve sse a política de ince ntivo à ve nda de carros e m 2009 com o um a re ação à crise iniciada no ano ante rior, o re sultado e conôm ico te ria sido m uito pior, de acordo com o gove rno. O de se m pre go te ria e stourado, a re nda das fam ílias te ria caído e a indústria autom obilística te ria se de se struturado no país. O re sultado de sse proce sso é que o Brasil e x portaria e m pre gos. Estudo do Ipe a sobre o im pacto da re dução do IPI para autom óve is e stim a que as ise nçõe s de 2009 conse guiram m ante r e ntre 50 e 60 m il e m pre gos. C om o a re dução consum iu R $ 3,88 bilhõe s, cada e m pre go custou ce rca de US$ 65 m il (R $ 143 m il, se gundo o câm bio atual). O e studo conclui que só no prim e iro se m e stre de 2009 a re dução de IPI aum e ntou e m 13% as ve ndas de ve ículos. Na avaliação do gove rno, se o país abrisse m ão da indústria autom obilística, com o fe z os Estados Unidos nos anos 1970 e 1980, have ria e fe itos na produção de aço, vidro, borracha, no se tor de se guros e na re de de assistê ncia té cnica. De acordo com o gove rno, há e fe itos be né ficos da re novação da frota no m e io am bie nte , por causa dos m otore s m e nos polue nte s dos carros m ais novos, e na re dução de acide nte s de trânsito, e m de corrê ncia da m aior se gurança de ve ículos que saíram da fábrica a partir de 2009. A inte rpre tação de e conom istas do gove rno é que as cobranças por m e lhorias no transporte público apontam para um a m udança nas prioridade s da socie dade .
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Título: Isenção fiscal em dez anos equivale a 150 km de metrô Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PORTAL DO TRÂNSITO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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08/07/2013
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Isenção fiscal em dez anos equivale a 150 km de metrô Fonte : Folha de São Paulo Para aque ce r a e conom ia, gove rno fe de ral re nunciou R $ 32,5 bilhõe s e m im postos para carro e com bustíve l Montante pode ria te r sido aplicado e m transporte público, se gundo dados da R e ce ita e de consultore s MAR IO C ESAR C AR VALHO DE SÃO PAULO As ise nçõe s de im postos para carro e gasolina de sde 2003 de ix aram de arre cadar R $ 32,5 bilhõe s que pode riam te r sido aplicados e m transporte público, se gundo dados da R e ce ita e de consultore s. C om o dinhe iro, se ria possíve l construir 1.500 quilôm e tros de corre dore s de ônibus ou 150 quilôm e tros de m e trô. A ve rba se ria suficie nte , por e x e m plo, para a criação de corre dore s se gre gados nas 12 m e trópole s brasile iras. Após a onda de m anife staçõe s que atingiu o país e m junho, a pre side nte Dilm a anunciou um plano e m e rge ncial de m obilidade de R $ 50 bilhõe s, m as não e x plicou de onde vai tirar os re cursos. C om m e nos da m e tade das ise nçõe s (R $ 15,4 bilhõe s), o Ministé rio das C idade s financia a construção de 95,6 quilôm e tros de m e trô no país (o valor inclui e staçõe s e tre ns). O s R $ 32,5 bilhõe s são a som a de duas ise nçõe s fe itas pe los gove rnos Lula e Dilm a: A dim inuição a partir de 2003 da C ide (C ontribuição de Inte rve nção no Dom ínio Econôm ico) sobre a gasolina de ix ou de arre cadar R $ 22 bilhõe s, se gundo le vantam e nto fe ito pe lo C e ntro Brasile iro de Infrae strutura. Já a re dução de IPI (Im posto sobre Produtos Industrializados) para carros de sde 2009 custará R $ 10,5 bilhõe s até o final de ste ano, de acordo com a R e ce ita Fe de ral. EFEITO A contribuição sobre com bustíve is foi criada e m 2001 para financiar a infrae strutura de transporte , te ve suas alíquotas re duzidas e acabou e m junho do ano passado. A inte nção de financiar infrae strutura de transporte acabou provocando o e fe ito contrário, de acordo com o tributarista Eurico de Santi, profe ssor da Fundação Ge túlio Vargas e coorde nador do C e ntro de Estudos Fiscais. "R e duzir im posto de carro e gasolina significa induzir o uso de autom óve l. É um paradox o porque o gove rno abre m ão de re cursos para a infrae strutura", diz Santi. O e nge nhe iro e sociólogo Eduardo Vasconce llos, asse ssor da ANTP (Associação Nacional de Transporte s Públicos), diz que o e stím ulo ao carro é um com pone nte histórico dos gove rnos por causa do lobby da indústria. "Está no DNA do Estado brasile iro de sde os anos 50 achar que o carro m e re ce tudo", afirm a Vasconce llos. A Associação Nacional das Em pre sas de Transporte s Urbanos diz que o ince ntivo aos carros e m otos re tirou 30% dos passage iros de ônibus e m todos o país de sde 1994. EC O NO MIA O gove rno fe de ral de fe nde as ise nçõe s com o m e didas de política e conôm ica para criar e m pre gos, m ante r o consum o e controlar a inflação após a crise de 2008, que de rrubou m e rcados m undo afora. O fim da re dução do IPI para autom óve is, que e stava m arcado para abril passado, acabou se ndo adiado pe la e quipe e conôm ica. Agora, o novo prazo para a norm alização do IPI é até o final de ste ano. Na ocasião, o m inistro da Faze nda, Guido Mante ga, afirm ou que a indústria autom obilística e ra m uito im portante para a e conom ia brasile ira, pois re pre se ntava 25% da produção industrial. Mante ga de fe nde u a pe rm anê ncia da re dução para e vitar risco de que da nas ve ndas de autom óve is e para m ante r a produção industrial e m cre scim e nto. A ve nda de carros bate u re corde e m abril, de acordo com a Fe nabrave (associação das conce ssionárias). Gove rno diz que re dução de im posto e vitou de se m pre go DE SÃO PAULO O Ministé rio da Faze nda não quis com e ntar oficialm e nte a de sone ração de im postos e tributos para carro e gasolina, que te riam ince ntivado o uso de transporte individual e re tiraram re cursos do transporte público, se gundo e spe cialistas. Inte grante s da e quipe e conôm ica, poré m , de fe nde ram as re duçõe s de im postos com o instrum e ntos re guladore s para aum e ntar o cre scim e nto e conôm ico, m ante r o níve l de e m pre go na indústria autom obilística e controlar a inflação. Se a contribuição sobre com bustíve l tive sse sido m antida no m e sm o patam ar de 2002, a inflação pode ria ficar fora da m e ta. Se gundo o gove rno, não há um a política de ince ntivo ao carro. As principais soluçõe s para a m obilidade , de acordo com e ssa visão, são de re sponsabilidade dos gove rno e staduais e m unicipais, com o a construção de m e trô. EMPR EGO S Se não houve sse a política de ince ntivo à ve nda de carros e m 2009 com o um a re ação à crise iniciada no ano ante rior, o re sultado e conôm ico te ria sido m uito pior, de acordo com o gove rno. O de se m pre go te ria e stourado, a re nda das fam ílias te ria caído e a indústria autom obilística te ria se de se struturado no país. O re sultado de sse proce sso é que o Brasil e x portaria e m pre gos. Estudo do Ipe a sobre o im pacto da re dução do IPI para autom óve is e stim a que as ise nçõe s de 2009 conse guiram m ante r e ntre 50 e 60 m il e m pre gos. C om o a re dução consum iu R $ 3,88 bilhõe s, cada e m pre go custou ce rca de US$ 65 m il (R $ 143 m il, se gundo o câm bio atual). O e studo conclui que só no prim e iro se m e stre de 2009 a re dução de IPI aum e ntou e m 13% as ve ndas de ve ículos. Na avaliação do gove rno, se o país abrisse m ão da indústria autom obilística, com o fe z os Estados Unidos nos anos 1970 e 1980, have ria e fe itos na produção de aço, vidro, borracha, no se tor de se guros e na re de de assistê ncia té cnica. De acordo com o gove rno, há e fe itos be né ficos da re novação da frota no m e io am bie nte , por causa dos m otore s m e nos polue nte s dos carros m ais novos, e na re dução de acidentes de trânsito, e m de corrê ncia da m aior se gurança de ve ículos que saíram da fábrica a partir de 2009. A inte rpre tação de e conom istas do gove rno é que as cobranças por m e lhorias no transporte público apontam para um a m udança nas prioridade s da socie dade . .:: Voltar para página anterior ::.
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Título: (DN) Outras notícias Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CDL FORTALEZA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
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(DN) Outras notícias 8 de Julho de 2013
Consulta on line Saldo do FGTS pelo celular, e-mail e tablet O trabalhador já pode acompanhar a movimentação de sua conta vinculada ao FGTS por celular, e-mail, palm top e tablet. É possível ver a qualquer hora e lugar, os depósitos mensais feitos pelo empregador ,o rendimento do saldo da conta com o crédito mensal e atualizar dados. Imposto de renda Mais de 1 milhão terão restituição no 2º lote A Receita Federal libera hoje, a consulta para o 2º lote do Imposto de Renda. Ao todo, serão beneficiados 1,113 milhão de contribuintes, com o valor total de R$ 1,4 bilhão, referente ao lote de 2013 e às malhas finas de 2008 a 2012. O valor que cairá na conta já está corrigido em 2,1%. Carros Fenabrave descarta novos cortes do IPI Em meio às previsões de alta do dólar, pressões inflacionárias e elevação dos juros, a Fenabrave traça um cenário de cautela às vendas no segundo semestre. A expectativa atual é de um avanço de pouco mais de 3% , mas sem IPI reduzido. Perda na Bolsa Patrimônio do BNDES recua 38% em 2 anos O patrimônio do BNDES encolheu 38% entre março de 2011 e março de 2013. O resultado foi influenciado pela política do governo de recolher dividendos antecipados e pelas perdas sofridas pelo banco com ações da Petrobras, Embratel e Vale. FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE
Título: Fit pronto para a terceira geração Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE PERNAMBUCO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Kia A PARTIR DE Sportage R$ 41.900
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Ford A PARTIR DE Courier R$ 12.000
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RÁDIO FOLHA Recife, 10 de Julho de 2013
Veículos
Você confere os grandes lançamentos do mundo automotivo, testes de carros e dicas de serviços.
FOLHA ECONÔMICA
Recife sem plano de mobilidade
Fit pronto para a terceira geração
LUIZ FERNANDO GUEDES
Monovolume mudará completamente e será fabricado no Brasil em 2015
Um Felipão na economia
08/07/2013 10:02 - Ricardo Dantas Barreto, da Folha de Pernambuco
A-
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Reprodução/Internet
Honda apresentará o novo modelo no Salão de Tóquio, no fim deste ano, e começará a vendê-lo no Japão
Quando se fala que uma montadora mudará radicalmente um dos seus modelos, dá para imaginar que o dito carro envelheceu e precisa de um novo gás. Talvez este não seja o caso do Fit, mesmo a segunda geração completando cinco anos. Mas a Honda fará uma mudança radical para a versão de 2014, que também será fabricada no Brasil, para 2015, em Sumaré, São Paulo. O propósito monovolume continuará o mesmo, ou seja, se manter entre os preferidos dos jovens e mulheres. Pelas fotos que já vazaram, o futuro Fit deverá agradar. As linhas seguem o que já é visto hoje em outros Honda, principalmente na dianteira. A traseira também chamará a atenção, com as novas lanternas. A intenção é dar uma cara futurista ao modelo familiar. As alterações estéticas se estendem ao tamanho do automóvel para garantir mais espaço interno. O monovolume crescerá 6 cm no comprimento e ficará com 3,96 metros. Outras informações de bastidores indicam que o entre-eixos ganhará 8 cm. Com isso, além de os ocupantes se sentirem mais confortáveis, a capacidade do porta-malas pulará dos atuais 384 litros para mais de 400 l. O motor 1.4 VTEC continuará sob o capô da terceira geração. Como já foi dito acima, a meta da Honda é manter o sucesso que o Fit conquistou, desde que começou a ser fabricado em 2001, no Japão. A primeira geração tinha um desenho quadrado, mas ganhou o mercado pela funcionalidade e confiabilidade. Em 2003, a versão brasileira chegou às ruas e cumpriu a missão dada pelos japoneses. Em 2008, o monovolume passou pela primeira modificação, ficando mais jovial, com cara mais esportiva. Conforme o ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o Fit continua vendendo bem no Brasil. Em junho, foi o 27º automóvel ememplacamentos, coma comercialização de 4.233 unidades. As vendas, por sinal, aumentaramem relação a maio, quando 3.276 carros chegaram às ruas. FAMÍLIA - A mesma plataforma do Fit será usada pela Honda na fabricação de um SUV baseado no
Urban - conceito mostrado no Salão de Detroit. O modelo será mais uma opção no segmento. A marca japonesa, que já tem o CR-V no patamar mais acima, quer se aventurar no nicho hoje ocupado, por exemplo, pelo Ford Ecosport. 2001 O Fit foi lançado em 2001, no Japão, e ocupou um espaço entre os monovolumes que garantiu sucesso de vendas. O estilo quadrado da época agradou, mas a funcionalidade do espaço interno foi o maior ponto positivo do modelo Honda. Das terras japonesas, o Fit ganhou omundo e, no Brasil, começou a ser fabricado em 2003. O sucesso foi o mesmo. 2008 Sete anos após seu lançamento, o Fit passou por uma reestilização total. As linhas retas e angulosas ganharam contornos e o carro ficou com cara de mais valente. Internamente, manteve o bom espaço e as configurações variadas dos bancos, que continuaram acomodando bem os passageiros e as bagagens. As vendas continuam firmes, mesmo prestes a se despedir.
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Título: Vendas de carros em Sinop aumentam 7% no semestre Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SÓ NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Quarta-feira, 10 de Julho de 2013
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ECONOMIA 08 de Julho de 2013 - 07:06
Vendas de carros em Sinop aumentam 7% no semestre Fonte: Só Notícias/Weverton Correa
As vendas de veículos vem tendo saldo positivo na maior cidade da região Norte. Levantamento da Federação Nacional de Distribuidores de Veículos (Fenabrave) aponta terem sido comercializados 3.171 unidades entre janeiro e junho deste ano, que representou incremento de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados cerca de 2.945. Os carros de passeio representam 1.124 unidades ante 929 no ano anterior com crescimento de 20,99%. Os negócios na categoria comerciais leves (caminhonetes) foram 651, com aumento de 36,48%, ante os 477 registrados no mesmo período do ano passado. Caminhões representam segundo maior volume com 121, incremento de 32,97% ante 91 de 2012. As motos sofreram um decréscimo de 12,22%. Foram vendidas 1.271 contra 1.448. Conforme Só Notícias já informou, Mato Grosso emplacou 57.851 veículos no primeiro semestre deste ano, registrando alta de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 53.737 veículos foram comercializados. O valor garantiu destaque ao segmento automotivo mato-grossense, visto que ultrapassou a média nacional, que contabilizou queda de 0,2% no acumulado do ano.
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Título: O POVO lança amanhã caderno voltado para o segmento Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O POVO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Jornal de Hoje
ECONOMIA
VEÍCULOS 08/07/2013
O POVO lança amanhã caderno voltado para o segmento Com seis páginas, o caderno de veículos do O POVO será publicado semanalmente com informações sobre o mercado automotivo e passará orientações para ajudar na hora da compra ou venda do carro
O POVO lança nesta terça-feira um caderno inteiramente voltado ao segmento de veículos. Com seis páginas, o espaço trará entrevistas com especialistas, lançamentos das montadoras, orientações de como cuidar bem do carro, além de fornecer ao leitor as informações necessárias para ajudá-lo no momento da compra ou da venda do automóvel. “Esse caderno leva o padrão do O POVO a esse segmento tão importante. Agora com três vezes mais conteúdo”, diz Jocélio Leal, editor-executivo do Núcleo de Negócios do O POVO. “A gente sabe que existe uma relação afetiva do brasileiro com o carro.”
Jocélio Leal alerta para uma distinção que, segundo ele, marca a cobertura do O POVO nessa área. “Fazemos jornalismo, e não promoção”. Ele defende que a imprensa de todo o País esteja muito atenta para não abrir mão do jornalismo nessa área. Segundo ele, isso implica manter uma relação profissional com montadoras e lojas, tanto de novos como de semi-novos. “Vamos ajudar os leitores na decisão de compra, dando munição para quem vai comprar e vender veículos.” Ele diz que a palavra-chave do projeto é “serviço”. O caderno também trará toda semana conteúdos com dicas de especialistas sobre mecânica e manutenção veicular, para que o leitor possa rodar bem com segurança e economia. Para Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores do Ceará (Fenabrave– CE), a iniciativa do O POVO atende os anseios do setor automotivo local. “O POVO é um dos grandes meios de comunicação do Ceará, e ele não poderia ficar de fora de um segmento tão importante como o automotivo. Realmente o caderno é muito bem-vindo para a classe. Acredito que todo setor em Fortaleza irá aplaudir a iniciativa do jornal O POVO. E para nós da Fenabrave, acredito que temos que apoiar e incentivar iniciativas desse tipo nos meios de comunicação”, ele diz. Um dos destaques do novo caderno, definido pelo editor-executivo como uma “âncora importante” do projeto, é a coluna do engenheiro e jornalista especializado em veículos e automobilismo, Boris Feldman, um dos mais respeitados especialistas do País nessa área. Feldman já faz parte da programação das rádios O POVO/CBN, Calypso FM e OGLOBO-O POVO AM. Ele escreve uma coluna semanal para O POVO, na qual tira dúvidas dos leitores. Outro destaque é a coluna social Front Stage Motors, assinada por Adriano Nogueira, que fala das personalidades do mercado automotivo no Brasil e no Ceará, além de mostrar os principais eventos sociais do setor. Seções O caderno também terá seções dedicadas aos segmentos de motociclismo e de ônibus, vans e caminhões, com informações sobre o mercado, lançamentos e dicas de segurança. Para quem gosta de tunning, o caderno irá mostrar as novidades disponíveis no mercado de acessórios. Já os fãs do mundo fora de estrada, vão encontrar muito serviço e calendário de competições. Serviço
Festa de lançamento do caderno de veículos Quando: terça-feira, às 20 horas (para convidados) Onde: Restaurante Santa Grelha
Por quê ENTENDA A NOTÍCIA O novo caderno irá contemplar os mais variados segmentos do setor automotivo, como motociclismo, fora de estrada, ônibus, vans e caminhões, além de dar dicas de segurança e manutenção para os condutores.
Saiba mais Conheça as seções do caderno de Veículos Lançamentos As novidades das montadoras, apresentadas de modo simples e didático. Boris Feldman
O jornalista que mais entende de carros no Brasil tira as duas dúvidas toda semana. Serviço Toda semana conteúdos sobre tudo aquilo que você precisa saber para rodar com segurança e economia. Mecânica Toda semana serão consultados especialistas para não deixar nada sem resposta. Motos Quem é motociclista vai encontrar no caderno muita informação sobre o mercado e dicas de segurança Ônibus/vans/caminhão Informação sobre o mercado local e nacional, com lançamentos, dicas e a opinião de quem entende. Acessórios Vamos mostrar as novidades do mercado disponíveis para quem não se conforma com o carro no original e adora tunning. Retrovisor Toda semana uma viagem pelo passado a bordo dos modelos antigos e também dos comerciais inesquecíveis. Off Road Lançamentos, competições e agenda das provas e passeios no Ceará e em todo o País. Front Stage MotorsA coluna social que mostra quem é importante no mercado de autos no Ceará e no Brasil. Adriano Nogueira mostra os principais eventos do setor. A cada semana, personagens da sociedade passeiam de carro e contam histórias. Entrevistas Vamos ouvir o que pensam as cabeças que fazem o mercado automotivo.
Título: Primeiras impressões: novo Mercedes-Benz E 250 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: G1 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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NOTIFICAÇÕES Silvana Hafez
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Carros, motos, motores e velocidade 09/07/2013 08h28 - Atualizado em 09/07/2013 14h33
Primeiras impressões: novo Mercedes-Benz E 250 Clássico sedã da marca tenta oferecer mais esportividade no visual. Voltados para economia e conforto, motor e suspensão se destacam. Rodrigo Mora Do G1, em São Paulo Recomendar Tw eetar
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Apresentada mundialmente em dezembro passado, a atualização de meio de vida do Mercedes-Benz Classe E chega agora ao Brasil dando um recado claro a quem ficou de cabelo em pé com o comercial do Classe A ao som de “LekLekLek...” (a inusitada trilha sonora "Passinho do Volante", de MC Federado e os Leleks): sim, consumidores na casa dos 20 ou 30 anos são o novo desejo da marca, mas aqueles de 50 ou 60 continuam fundamentais. Isso porque foram eles que fizeram do Classe E o mais tradicional sedã da marca alemã ao longo de nove gerações, em 67 anos (a nomenclatura “Classe E”, no entanto, surgiu apenas no início dos anos 90). A atual foi lançada em 2009, e agora recebe a primeira mexida – no exterior, principalmente, mas também na cabine e no motor de quatro cilindros. saiba mais FOTOS: Mercedes-Benz Classe E BMW 528i adota motor menor, mas mantém reputação intacta A versão E 250 (R$ 229,9 mil) segue como a de entrada, mas agora seu motor de quatro cilindros tem 2 litros, não mais 1.8, e sua potência saltou de 184 cavalos para 211 cv. Seu torque é de invejáveis 35 kgfm, enquanto o câmbio é um automático (7G Tronic Plus) de sete marchas. Os mesmos números valem para o E 250 Coupé (R$ 239,9 mil). O motor 3.5 V6 não sofreu mudanças, e é exclusivo das configurações E 350 (R$ 284,9 mil) e E 350 Cabriolet (R$ 299,9 mil). Todos os modelos importados para o Brasil oferecem o padrão Avantgarde de acabamento e equipamentos. Entre os principais itens estão GPS, arcondicionado de três zonas, auxiliar de estacionamento (Active Parking Assist), detector de fadiga (Attention Assist), teto solar, seis airbags, freios ABS com distribuição de força (EBD) e assistência de frenagem de emergência (BAS), controle de estabilidade (ESP), partida em aclive (HSA) e os incomuns sistemas Brake Drying, que aproxima (mas não toca) as pastilhas dos discos de freio quando o limpador de para-brisa é acionado, e Priming, que põe as pinças em prontidão quando o pé deixa o acelerador. O E 350 troca o couro sintético dos bancos por couro legítimo, rodas de 17 por 18 polegadas e acrescenta DVDs nos encostos de cabeça dianteiros, além de partida do motor por botão. Segundo Dirlei Dias, gerente sênior de Vendas e Marketing, a previsão de vendas do Classe E para 2013 é de 450 unidades – 150 do modelo antigo, já comercializadas, e outras 300 do estreante daqui até o final do ano. A versão E 250 responderá por 50% dos emplacamentos, enquanto a E 350 será dona de 30%. Cupê e Cabriolet ficarão com 10% das vendas cada. O principal rival do Classe E no mercado nacional é o BMW Série 5 que, em sua versão 528i, parte de R$ 224.950. Isso porque a Mercedes sequer considera o A6, que também entra na briga por apresentar potência, dimensões e preços similares. Dias alega que o representante da Audi não goza da mesma tradição de BMW e Mercedes no segmento. Enquanto Série 5 e Classe E foram a escolha, respectivamente, de 1.781 e 1.783 compradores de 2009 a 2012, no mesmo período o A6 vendeu apenas 251 unidades, segundo números da Fenabrave.
Separado, mas junto A mudança mais significativa (e admirável) está exatamente na "impressão digital" do Classe E: os faróis deixam de ser separados. Os fachos continuam distintos, mas desta vez são unidos por uma só lente, enquanto no modelo anterior um filete do para-choque se metia no meio de um farol maior e outro menor, formando um conjunto efetivamente de quatro peças. O contorno dos LEDs dá o tom de requinte – e é o que o faz ser o Classe E identificável de sempre, só que diferente. Por aqui, apenas o visual com o símbolo das três pontas na grade, e não no capô, será oferecido. Visto de trás, o Classe E foi menos radical na mudança: as lanternas também são formadas por LEDs (até mesmo na luz de ré) e as ponteiras do escapamento foram redesenhadas (mais alongadas e forçando uma esportividade que o carro não tem), levando a uma reestilização do para-choque. Segundo a marca, 100% da iluminação externa é formada por LEDs.
Interior foi discretamente atualizado (Foto: Div.)
As poucas (e bem-vindas) mudanças na cabine são um rearranjo no painel – que manteve o estilo, mas agora agrupa temperatura e nível de combustível num só mostrador; e o relógio, menor, foi parar entre as saídas do ar-condicionado. Além disso, há o novo volante (que tem servido quase a toda linha Mercedes) e tela de GPS/entretenimento redesenhada. No E 250, o acabamento interno traz uma chapa de alumínio, de bom gosto, cruzando o painel e emendando com as portas. Porém, no mais luxuoso E 350, a peça é substituída pela eternamente brega imitação de madeira. Flutuante O G1 experimentou o novo Classe E, apenas na configuração E 250, por cerca de 300 km, entre São Paulo e Campos do Jordão (SP), e ao fim do testdrive uma prévia impressão se confirmou. A proposta e a entrega de Classe E, Série 5 e A6 são quase as mesmas, mas basta o proprietário querer leves doses de esportividade e excitação (dinâmica ou visual) a mais que Audi e BMW se tornam os grandes favoritos a serem estacionados na garagem -da mansão, é claro. O Classe E é um sedã puro – talvez o mais puro de todos –, voltado para quem já trocou, há tempos, a vodca no agito da noite pelo uísque de 18 anos no sofá de couro em casa. Enquanto Série 5 e A6 têm uma suspensão mais firme e uma direção mais arisca, o Classe E só pensa em conforto. O que não significa, felizmente, que afaste o condutor das reações do veículo. Pelo contrário: o pequeno mas eficiente motor 2.0 de 211 cavalos, o câmbio automático de sete marchas e o brilhante acerto de suspensão – que blinda os ocupantes das irregularidades do asfalto e faz o automóvel de 4,88 m de comprimento "flutuar" na estrada, à medida que a velocidade aumenta, imperceptivelmente – resultam em um carro prazeroso ao volante. É outro tipo de prazer em relação ao que Série 5 e A6 oferecem; nem mais ou menos intenso, apenas diferente. Quanto ao motor, a história do 528i se repete: o quatro cilindros turbo põe em xeque a existência do seis cilindros aspirado que, a partir de agora (com o salto de potência do propulsor menor), fica exclusivo a quem deseja muito desempenho e faz questão de uma identidade sonora marcante – o ronco do E 250 nada tem de sedutor. E o consumo não deixa dúvidas: média de 11,1 km/l, que poderia ser melhor não fosse o intragável trânsito paulistano. Menos espaço, mais luxo Internamente, o nível de requinte percebido é sensivelmente mais alto do que no Série 5, que dá o troco com espaço levemente mais farto. Os materiais usados são de qualidade nos dois casos, mas no Mercedes a expressão do luxo é escancarada. Depois de E 250, E 250 Coupé, E 350 e E 350 Cabriolet renovados, o próximo da família a desembarcar atualizado no Brasil, em setembro, é o E 63 AMG 4MATIC, o primeiro Classe E com tração integral.
Mercedes-Benz Classe E (Foto: Divulgação / Malagrine Estúdio)
tópicos: Classe E, Lançamentos, Mercedes-Benz, Primeiras impressões
Título: Primeiras impressões: novo Mercedes-Benz E 250 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
9/7/2013
Primeiras impressões: novo Mercedes-Benz E 250 Tecnologia C lássico sedã da marca tenta oferecer mais esportividade no visual. Voltados para economia e conforto, motor e suspensão se destacam. Rodrigo Mora Do G1, em São Paulo
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Apresentada mundialmente em dezembro passado, a atualização de meio de vida do MercedesBenz C lasse E chega agora ao Brasil dando um recado claro a quem ficou de cabelo em pé com o comercial do C lasse A ao som de “LekLekLek...” (a inusitada trilha sonora "Passinho do Volante", de MC Federado e os Leleks): sim, consumidores na casa dos 20 ou 30 anos são o novo desejo da marca, mas aqueles de 50 ou 60 continuam fundamentais. Isso porque foram eles que fizeram do C lasse E o mais tradicional sedã da marca alemã ao longo de nove gerações, em 67 anos (a nomenclatura “C lasse E”, no entanto, surgiu apenas no início dos anos 90). A atual foi lançada em 2009, e agora recebe a primeira mexida – no exterior, principalmente, mas também na cabine e no motor de quatro cilindros.
saiba mais FO TO S: Me rce de s-Be nz C lasse E BMW 528i adota m otor m e nor, m as m anté m re putação intacta
A versão E 250 (R$ 229,9 mil) segue como a de entrada, mas agora seu motor de quatro cilindros tem 2 litros, não mais 1.8, e sua potência saltou de 184 cavalos para 211 cv. Seu torque é de invejáveis 35 kgfm, enquanto o câmbio é um automático (7G Tronic Plus) de sete marchas. Os mesmos números valem para o E 250 C oupé (R$ 239,9 mil). O motor 3.5 V6 não sofreu mudanças, e é exclusivo das configurações E 350 (R$ 284,9 mil) e E 350 C abriolet (R$ 299,9 mil). Todos os modelos importados para o Brasil oferecem o padrão Avantgarde de acabamento e equipamentos. Entre os principais itens estão GPS, ar-condicionado de três zonas, auxiliar de estacionamento (Active Parking Assist), detector de fadiga (Attention Assist), teto solar, seis airbags, freios ABS com distribuição de força (EBD) e assistência de frenagem de emergência (BAS), controle de estabilidade (ESP), partida em aclive (HSA) e os incomuns sistemas Brake Drying, que aproxima (mas não toca) as pastilhas dos discos de freio quando o limpador de para-brisa é acionado, e Priming, que põe as pinças em prontidão quando o pé deixa o acelerador. O E 350 troca o couro sintético dos bancos por couro legítimo, rodas de 17 por 18 polegadas e acrescenta DVDs nos encostos de cabeça dianteiros, além de partida do motor por botão. Segundo Dirlei Dias, gerente sênior de Vendas e Marketing, a previsão de vendas do C lasse E para 2013 é de 450 unidades – 150 do modelo antigo, já comercializadas, e outras 300 do estreante daqui até o final do ano. A versão E 250 responderá por 50% dos emplacamentos, enquanto a E 350 será dona de 30%. C upê e C abriolet ficarão com 10% das vendas cada. O principal rival do C lasse E no mercado nacional é o BMW Série 5 que, em sua ve rsão 528i, parte de R $ 224.950 . Isso porque a Mercedes sequer considera o A6, que também entra na briga por apresentar
potência, dimensões e preços similares. Dias alega que o representante da Audi não goza da mesma tradição de BMW e Mercedes no segmento. Enquanto Série 5 e C lasse E foram a escolha, respectivamente, de 1.781 e 1.783 compradores de 2009 a 2012, no mesmo período o A6 vendeu apenas 251 unidades, segundo números da Fenabrave.
Separado, mas junto A mudança mais significativa (e admirável) está exatamente na "impressão digital" do C lasse E: os faróis deixam de ser separados. Os fachos continuam distintos, mas desta vez são unidos por uma só lente, enquanto no modelo anterior um filete do para-choque se metia no meio de um farol maior e outro menor, formando um conjunto efetivamente de quatro peças. O contorno dos LEDs dá o tom de requinte – e é o que o faz ser o C lasse E identificável de sempre, só que diferente. Por aqui, apenas o visual com o símbolo das três pontas na grade, e não no capô, será oferecido. Visto de trás, o C lasse E foi menos radical na mudança: as lanternas também são formadas por LEDs (até mesmo na luz de ré) e as ponteiras do escapamento foram redesenhadas (mais alongadas e forçando uma esportividade que o carro não tem), levando a uma reestilização do para-choque. Segundo a marca, 100% da iluminação externa é formada por LEDs.
Interior foi discretamente atualizado (Foto: Div.) As poucas (e bem-vindas) mudanças na cabine são um rearranjo no painel – que manteve o estilo, mas agora agrupa temperatura e nível de combustível num só mostrador; e o relógio, menor, foi parar entre as saídas do ar-condicionado. Além disso, há o novo volante (que tem servido quase a toda linha Mercedes) e tela de GPS/entretenimento redesenhada. No E 250, o acabamento interno traz uma chapa de alumínio, de bom gosto, cruzando o painel e emendando com as portas. Porém, no mais luxuoso E 350, a peça é substituída pela eternamente brega imitação de madeira. Flutuante O G1 experimentou o novo C lasse E, apenas na configuração E 250, por cerca de 300 km, entre São Paulo e C ampos do Jordão (SP), e ao fim do test-drive uma prévia impressão se confirmou. A proposta e a entrega de C lasse E, Série 5 e A6 são quase as mesmas, mas basta o proprietário querer leves doses de esportividade e excitação (dinâmica ou visual) a mais que Audi e BMW se tornam os grandes favoritos a serem estacionados na garagem -da mansão, é claro. O C lasse E é um sedã puro – talvez o mais puro de todos –, voltado para quem já trocou, há tempos, a vodca no agito da noite pelo uísque de 18 anos no sofá de couro em casa. Enquanto Série 5 e A6 têm uma suspensão mais firme e uma direção mais arisca, o C lasse E só pensa em conforto. O que não significa, felizmente, que afaste o condutor das reações do veículo. Pelo contrário: o pequeno mas eficiente motor 2.0 de 211 cavalos, o câmbio automático de sete marchas e o brilhante acerto de suspensão – que blinda os ocupantes das irregularidades do asfalto e faz o automóvel de 4,88 m de comprimento "flutuar" na estrada, à medida que a velocidade aumenta, imperceptivelmente – resultam em um carro prazeroso ao volante. É outro tipo de prazer em relação ao que Série 5 e A6 oferecem; nem mais ou menos intenso, apenas diferente. Quanto ao motor, a história do 528i se repete: o quatro cilindros turbo põe em xeque a existência do seis cilindros aspirado que, a partir de agora (com o salto de potência do propulsor menor), fica exclusivo a quem deseja muito desempenho e faz questão de uma identidade sonora marcante – o ronco do E 250 nada tem de sedutor. O consumo não deixa dúvidas: média de 11,1 km/l, que poderia ser melhor não fosse o intragável trânsito paulistano. Menos espaço, mais luxo Internamente, o nível de requinte percebido é sensivelmente mais alto do que no Série 5, que dá o troco com espaço levemente mais farto. Os materiais usados são de qualidade nos dois casos, mas no Mercedes a expressão do luxo é escancarada. Depois de E 250, E 250 C oupé, E 350 e E 350 C abriolet renovados, o próximo da família a desembarcar atualizado no Brasil, em setembro, é o E 63 AMG 4MATIC , o primeiro C lasse E com tração integral.
Mercedes-Benz Classe E (Foto: Divulgação / Malagrine Estúdio) Por Rodrigo Mora Do G1, em São Paulo
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Título: Emplacamentos crescem 3,38% em junho no Distrito Federal Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INCORPORATIVA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Emplacamentos crescem 3,38% em junho no Distrito Federal
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No sexto mês do ano, os emplacamentos no Distrito Federal seguiram o mesmo caminho dos índices de vendas no país. No entanto, os números de junho no DF, em relação ao mês de maio, superam a média nacional. Neste mês, o crescimento nas vendas de veículos no DF foi de 3,38% em relação ao quinto mês de ano – superior aos 0,76% de crescimento no mercado brasileiro.
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Em junho foram emplacados 10.133 veículos de passeio, comerciais leves, caminhões, microônibus e ônibus no Distrito Federal – contra 11.834 no mesmo mês do ano passado. Os números representam um encolhimento de 14,37% em relação ao mesmo período de 2012. Já as vendas, em nível nacional, diminuíram 9,79%, em comparação a junho do ano passado. “Seguimos o mesmo caminho do mercado no país. Com a exceção de junho, todos os meses apresentaram crescimento em relação ao ano passado, o que significa que mantemos a expectativa de crescimento no setor, este ano”, explica Hélio Aveiro, vice-presidente do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos Autorizados do Distrito Federal (SINCODIV/DF). No acumulado de 2013, até o sexto mês do ano, foram emplacados 59.859 veículos, contra 54.597 emplacamentos no mesmo período do ano passado - resultando em aumento de 9,64%. A média do Distrito Federal se manteve acima da nacional: o crescimento no acumulado de veículos no país foi de 4,79%. “Continuamos apresentando índices superiores aos do país. Isso mostra que o mercado do Distrito Federal tem potencial de crescimento”, comemora Aveiro. Motocicletas – Em junho o mercado de motocicletas teve leve recuo em relação ao quinto mês do ano. Foram 1.254 emplacamentos em junho contra 1.322 em maio – encolhimento de 5,14%. Em relação ao sexto mês de 2012 – que teve 1.233 emplacamentos – o crescimento foi de 1,70%. Neste ano, o acumulado de motos até junho chegou a 7.292 emplacamentos, contra 7.011 no mesmo período do ano passado – crescimento de 4,01%. Sobre o SINCODIV/DF – Filiado à Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do DF (SINCODIV/DF) conta com 85 associados. A entidade é responsável pela pesquisa mensal sobre emplacamentos de veículos no DF. Telefone: (61) 3361-0000 E-mail: sincodiv@sincodiv-df.com.br
Data de inclusão: 08/07/2013 Fone: (61) 81959402 Contato: Bruno Aguiar
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Título: Queda na venda de automóveis em SC Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GAZETA DE JOINVILLE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Queda na venda de automóveis em SC
Em junho, Santa Catarina comercializou 22.090 carros, motos, caminhões e ônibus. Só no primeiro semestre do ano foram emplacados 127.535 novos veículos, de acordo com os dados divulgados pela Fenabrave-SC (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina). A categoria de automóveis e comerciais leves registrou leve queda de 1,16% em junho em comparação a maio e a de motos só registrou crescimento de 7,75% no comparativo entre junho de 2013 e junho de 2012. O segmento que mais se destacou foi o de caminhões e ônibus, que cresceu 23,83% em comparação com o primeiro semestre do ano passado. Em relação a de maio de 2013, o aumento foi de 12,62%, que representam 1.160 novas unidades. Com as vendas do mês de junho, a frota circulante em Santa Catarina chega a 4.054.996 veículos, sendo 2.348.803 automóveis, 962.978 motocicletas, 181.455 caminhões, 26.822 ônibus e os demais entre tratores, caminhonetes e outros. Vendas de junho A região Sul foi a que obteve melhor desempenho no mês de junho, registrando acréscimo de 4,47% nas vendas de veículos de todas as categorias com relação a maio. No segmento de caminhões e ônibus a comercialização deu um salto de 51,01%, quando foram emplacados 225 novas unidades, enquanto em maio haviam sido 149. No total, o crescimento representou 3.509 novos veículos nesta região. A região Oeste vem em seguida com crescimento de 4,04% representando 4.018 novos veículos no mês de junho. Na categoria de caminhões e ônibus o aumento foi de 6,50%. Já o Planalto Serrano conquistou 998 novas unidades, com crescimento de 0,60% em todas as categorias de veículos comparados em maio. O segmento de caminhões e ônibus registrou alta de 14,29%. O Norte do estado obteve 3.689 veículos em sua frota, mesmo assim, apresentou leve queda de 1,76% em relação ao mês anterior. Apenas a categoria de caminhões e ônibus registrou aumento, sendo de 16,11%. O aumento no Vale do Itajaí foi de 4,83% no segmento de ônibus e caminhões, mas no total de veículos houve queda de 3,27%. Apesar do resultado, em números de novos veículos, foi a região que mais emplacou, registrando 5.615 unidades. A Grande Florianópolis obteve o pior desempenho no mês de junho em comparação a maio, registrando recuo de 4,80% em todas as categorias e queda de 6,98% no segmento de caminhões e ônibus. As vendas chegaram a 4.261 novos veículos. “O mercado segue agora em um período de estabilização. A economia do Brasil tem tido uma forte influência na decisão de compra do veículo, afinal, o cliente fica com receio de fazer dívidas quando não se sente seguro quanto à situação econômica do país”, afirma o diretor geral regional da Fenabrave-SC, Ademir Saorin.
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Título: Vendas de caminhões e ônibus estão aquecidas em Santa Catarina Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: NOTÍCIAS DO DIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 10/07/2013
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Vendas de caminhões e ônibus estão aquecidas em Santa Catarina Aline Machado Parodi Joinville Recomendar
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O primeiro semestre registrou crescimento nas vendas de caminhões e ônibus em Santa Catarina. O incremento nas vendas, em comparação com o mesmo período do ano passado foi de 23,83%. A categoria também apresentou desempenho positivo no comparativo com o mês de maio (12,62%). De acordo com o diretor geral regional da Fenabrave-SC (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) Ademir Saorin, a linha de crédito para financiamento de caminhões com taxa de juro de 2,5% ao ano ajudou a impulsionar as vendas. Ele acredita que o segmento continue em expansão até o final do ano. A categoria de automóveis e comerciais leves registrou queda de 1,12% em relação ao primeiro semestre de 2012. Também houve leve baixa nas vendas em junho (1,16%) comparado com o mês anterior. As vendas de motos também cresceram no primeiro semestre (7,75%). Com as vendas do mês de junho, a frota circulante em Santa Catarina chega a 4.054.996 veículos, sendo 2.348.803 automóveis, 962.978 motocicletas, 181.455 caminhões, 26.822 ônibus e os demais entre tratores, caminhonetes e outros. O setor acredita em um aumento de 2% nas vendas de veículos, em relação com 2012. “O mercado segue agora em um período de estabilização. A economia do Brasil tem tido uma forte influência na decisão de compra do veículo, afinal, o cliente fica com receio de fazer dívidas quando não se sente seguro quanto à situação econômica do país”, afirmou Saorin. A região Sul se destacou com incremento de 4,47% em todas as categorias. Seguido das regiões Oeste (4,04%), Itajaí (4,83%), Planalto Serrano (0,60%) e Norte (1,76%). A Grande Florianópolis registrou o pior desempenho em junho, comparado com o mês anterior, registrando recuo de 4,80% em todas as categorias e queda de 6,98% no segmento de caminhões e ônibus. Publicado em 08/07/13-18:00 por: Aline Machado Parodi.