Clipping Fenabrave 11.07.2013

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Título: Kombi se despede de "saia e blusa" Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 11/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: B 14 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


B14 Economia %HermesFileInfo:B-14:20130711:

O ESTADO DE S. PAULO

QUINTA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2013

Minoritário da OGX pede bloqueio de bens de Eike Acionista da empresa alega que medida serve de garantia contra danos futuros Mônica Ciarelli Mariana Durão / RIO

O acionista minoritário da petroleira OGX, Márcio de Melo Lobo, pediu à Justiça o bloqueio dos bens do empresário Eike Batista, controlador da empresa. O caso está na 5.ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A expectativa é que a juíza Maria Isabel Paes Gonçalves decida hoje sobre a liminar. No pedido, o minoritário alega que a OGX está em situação financeiraderiscoeaindisponibilidadedosbens deseucontrolador seria uma garantia contra

futuros danos. Para o advogado de Eike e da empresa, Sérgio Bermudes, a ação é “leviana”, “absolutamente infundada” e contraria a jurisprudência dos tribunais brasileiros. Segundo Bermudes, o objetivo da ação é buscar um acordo ou benefício ao minoritário, que tem um investimento de cerca de R$ 40 mil em papéis da petroleira. “Só se pede a indisponibilidade dos bens nos casos em que a lei prevê. Nos casos em que se demonstra de forma inequívoca a responsabilidade de uma determinada pessoa, em casos concretos de proteção da pro-

priedade”, disse. Na última segunda-feira, um grupo de minoritários liderado pelo advogado Adriano Mezzomodivulgouumcomunicadodizendo que “estuda medidas judiciais e administrativas visando ao bloqueio de bens do senhor Eike Fuhrken Batista”. O grupo, batizado de União dos AcionistasMinoritáriosdoGrupo EBX (Unax), tenta reunir procurações de investidores locais e estrangeiros. A iniciativa da Unax é paralela àquela organizada via TwitterporWillian Magalhães,acionista da OGX. Ele convocou um encontrodeminoritáriosda petroleira para o dia 13 de julho, em São Paulo. A ideia é articular uma estratégia e, entre outros pontos,tentarinstituir um conselho fiscal. A iniciativa foi barradanaassembleiageralordinária (AGO) de abril. Baixas. Da porta para fora, a

tendência é que as ações de minoritários contra Eike Batista se intensifiquem. Internamente,asmudançascontinuam.Ontem,aOGXeaempresadeconstrução naval OSX anunciaram a renúnciademembrosdoconselho de administração. Entre as baixas está o pai de Eike, Eliezer Batista da Silva. Também saíram da companhia os membros independentes Luiz do Amaral de França Pereira, Samir Zraick eRodolphoTourinho,ex-ministro de Minas e Energia. Com a renúncia de Pereira e Zraick, a OGX ficou sem ne-

ELISA RODRIGUES/FUTURA PRESS-25/5/2012

Fatia menor. Eike comunicou ontem à CVM ter vendido mais ações da OGX em junho nhum membro independente emseuconselho de administração. Tourinho já havia deixado apetroleira noúltimodia21 junto com o ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, e a ex-ministra do Supremo Tribunal Federal Ellen Gracie. Com a saída de todos os conselheiros independentes da OGX, a decisão de injetar US$ 1

MAIS NA WEB OGX. Os altos e baixos da petrolífera de Eike Batista www.estadao.com.br/e/ogx

EBX e Mubadala ‘reestruturam’ acordo Segundo fontes, o fundo de Abu Dhabi teria reduzido sua exposição ao grupo de US$ 2 bi para US$ 1,5 bi AEBX,holdingquereúneasempresas de Eike Batista, anunciou ontem ter finalizado “com sucesso a reestruturação dos termos e condições do acordo fechado em abril de 2012 com a Mubadala Development Company”.Apesarderevestir a notí-

cia de um tom positivo, destacandoqueonovoacordo“reforça ainda mais a estabilidade do grupo”, a informação de que a EBX teria resgatado “uma parcelasignificativadoinvestimento inicial da Mubadala” causou estranheza e desconfiança. A empresa não detalhou o conteúdo do acordo, mas o Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi, fez um aporte de US$ 2 bilhões na EBX. Em 2012, o Goldman Sachs assessorou o fundo na compra de uma fatia na holding de Eike Batista. A

reestruturação anunciada ontem, na prática, foi uma renegociação de dívida, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. O comunicado do grupo X, que mais confundiu do que esclareceu o mercado, teria sido, segundo fontes, uma tentativa de mostrar que Eike Batista tem condições de honrar compromissos da OGX (petróleo) e da OSX (construção naval). O investimento do Mubadala foi acertadonoanopassadoemtro-

ca de uma participação preferencial de 5,63% na empresa, por meio da Centennial Equity Fund e outras companhias offshore de Eike Batista. A Centennial Equity Fund LLC é o veículo de investimento da EBX. É por meio dela e da Centennial Asset Mining Fund que Eike mantém a maior fatia de sua participação e controle de MMX, OGX, OSX e LLX. Os últimos dados enviados pelas companhias abertas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), entretanto, mostram

bilhão na petroleira agora depende apenas da boa vontade do controlador, o empresário Eike Batista. Pelo acordo anunciado em outubro do ano passado, os membros independentes do conselho de administração eram os únicos responsáveis por exigir de Eike a subscrição de ações correspondente a US$ 1 bilhão até abril de 2014. Ontem,emdocumentoenviadoàComissão deValoresMobiliários (CVM), Eike informou que voltou a vender ações da OGX durante o mês de junho. A participação dele caiu de 58,92% para 57,18%. Em maio, o empresário já havia reduzido

que o Mubadala até o fim de 2012 não efetivou sua participação na Centennial. Ou seja, a vendadeparticipação acionária não se concretizou. A informação dada à CVM reforça que o acerto com o Mubadala foi uma operação híbrida de dívida e equity (participação). A participação acionária na Centennial só se concretizaria se as ações subissem em um parâmetro mínimo prefixado em determinado período. O Mubadala teria reduzido sua exposição à EBX de US$ 2 bi para US$ 1,5 bi, segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Dow Jones. / M.C., M.D. COM

● Justificativa

Oito hidrelétricas licitadas entre 2000 e 2002 e que, até agora, não saíram do papel voltarão para a União

“Para nós, o melhor é que essas usinas sejam devolvidas para que possamos licitá-las novamente.” Mauricio Tolmasquim

Anne Warth / BRASÍLIA

PRESIDENTE DA EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA (EPE)

O governo vai finalmente resolver um imbróglio de mais de dez anos que envolve oito usinas hidrelétricas leiloadas antes das mudançasno marco regulatório do setor elétrico e que até hoje não saíram do papel. As empresas que venceram as licitações, feitasde2000a2002,devemdesistir dos empreendimentos e devolvê-los à União, segundo fontes consultadas pelo Estado. Entre elas, gigantes como Vale, Gerdau, Votorantim, Alcoa, Light e Camargo Corrêa. Os vetos da presidente Dilma Rousseff à Medida Provisória 609,sancionadaontem,frustra-

“Essa é uma energia da qual o País não quer, e nem pode, abrir mão” Edison Lobão MINISTRO DE MINAS E ENERGIA

Oito hidrelétricas (Santa Isabel, Murta, Pai Querê, São João, Cachoeirinha, Itaocara, Olho D’Água e Itumirim) ficaram no “vácuo” e tentaram viabilizar o licenciamento por conta própria. Mas, com a demora em contornar os obstáculos ambientais, perderam dez anos de receitas, de um total de 35 anos deconcessão.Osagentesincluíram uma emenda na MP 609 que autorizava a recomposição do prazo da concessão e o início do pagamento das taxas apenas após a obtenção do licenciamento. Mas essa emenda foi vetada por Dilma.

Nova regra. Usinas terão outra licitação, diz Tolmasquim Devolução. Ao mesmo tempo,

ram as expectativas e acabaram com as esperanças das companhiasdetornar asusinaseconomicamente viáveis, segundo fontes do setor. O objetivo do governoélicitaressesempreendimentos novamente, mas segundo as regras atuais, afirmou

opresidentedaEmpresadePesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim. Até 2004, os leilões das usinas eram feitos sem licença ambiental prévia – a tarefa cabia ao empreendedor. Vencia a disputa quem oferecia o maior ágio

paraataxadeUsodoBemPúblico (UBP). Com o novo marco regulatório, apenas empreendimentosquejátenhamolicenciamento prévio podem ir a leilão. O critério das licitações também mudou: ganha quem oferece a menor tarifa de energia.

(Fenabrave). Em 2012 inteiro foram 26 mil unidades. O segundo colocado na lista de furgões mais vendidos, o Fiat Ducato, acumula 5.061 unidades no primeiro semestre deste ano. A Kombi sai de linha porque não tem estrutura para receber airbag, item de segurança que, junto com o freio ABS passam a serobrigatóriosemtodos osnovos veículos a partir de janeiro de 2014. Para dar conta de uma possível corrida às lojas no fim do ano, a linha de montagem da Kombinafábricade SãoBernardo do Campo, no ABC paulista, tem operado com horas extras, informa o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC,

Rafael Marques. Os funcionários são constantementeconvocadosparatrabalhar aos sábados. O objetivo é terestoquesquedurematémarço. Embora a lei permita a produção do veículo sem airbag até 31de dezembro, as vendas estão liberadas até o fim do primeiro trimestre do próximo ano. A Kombi foi o primeiro veículoa serproduzidopelaVolkswagen no Brasil, a partir de setembro de 1957. Até agora, vendeu mais de 1,6 milhão de unidades. Amontadoraaindanãoanunciou a substituta da Kombi que, em princípio, deve ser importada a preços bem superiores aos da atual, sucesso de vendas entre pequenos empreendedores.

Credores. A empresa de advocacia norte-americana Bingham McCutchen, especializada em casos de reestruturação de dívida, insolvência e litígios corporativos, e a corretora Nomura realizaram ontem conferência telefônica com detentores de bônus de dívida da OGX. Uma das questões levantadas foi o pagamento de US$ 449 milhões à OSX em compensação aosgastosjáocorridosqueaempresa teve com uma encomenda cancelada pela petroleira. O OGX tem US$ 3,6 bilhões em bônus de dívida emitidos no exterior, com vencimento em 2018 e 2022. “Os credores temem que a OGX não esteja pagando um valor justo. Em outras palavras, repassando dinheiro para a OSX por qualquer outra razão”, disse uma fonte.

ESCLARECIMENTO

A MPX esclarece que, diferentemente do publicado na coluna Panorâmica de 8 de julho, o preço da ação da companhia no aumento de capital privado será de R$ 6,45, e não de R$ 6,40. O preço da ação definido para a operação corresponde ao fechamento do dia 3 de julho.

COLABORAÇÃO DE ANTONIO PITA

Concessões de usinas leiloadas até 2004 serão devolvidas MARCOS DE PAULA/ESTADÃO-29/4/2011

sua fatia na empresa de 61,09% para 58,92%.

enamesmaMP,ogovernopatrocinou uma emenda que permite adevoluçãodasusinaseoressarcimento dos custos que as empresastiveramcomestudosambientais. Ela também libera os empreendedoresdetaxaserestitui os valores que foram deposi-

tadoscomogarantiaparaaparticipaçãodosleilões.Osinteressadosterãoquesemanifestaratéo dia 9 de agosto. Se todas desistirem, o ressarcimento pode chegar a R$ 100 milhões. Tolmasquim explicou que o governocriouuma“portadesaída” para os empreendedores. “Para nós, o melhor é que essas usinas sejam devolvidas para que possamos licitá-las novamente.” Juntos, os empreendimentos somam cerca de 2 mil megawattsdepotência,oequivalente a Angra 1 e Angra 2 juntas. “Essa é uma energia da qual o País não quer, e nem pode, abrir mão”,ressaltouoministrodeMinas e Energia, Edison Lobão. O presidente da Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia Elétrica (Abiape), Mário Menel, disse que a devolução das concessões é uma decisão que cabe a cada empreendedor. “Devolver a concessão sempre foi uma possibilidade, mas a verdade é que, agora, o governo deixou uma porta de saída escancarada para essa opção”, afirmou.

Duas cores

KOMBI SE DESPEDE DE ‘SAIA E BLUSA’ Modelo deixará de ser produzido no fim do ano

A

Kombi, veículo mais antigo em produção no Brasil e no mundo, vai se despedir do mercado brasileiro de “saia e blusa”, como é conhecida a versão pintada em duas cores. Para o adeus da perua de quase 56 anos, a Volkswagen deve lançar em outubro uma série especial parecida à versão que comemorou seu cinquentenárioem2007,nasco-

res vermelha e branca. O preço deve ficar na casa dos R$ 42 mil a R$ 45 mil. A Kombi Edição 50 Anos teve apenas 50 unidades produzidas. A Volkswagen não dá detalhes sobre a edição final. Apesar da idade, a Kombi é o furgão mais vendido do País. Neste ano, até junho, foram 10.925 unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores

/ CLEIDE SILVA

ANDRÉ LESSA/ESTADÃO-14/12/2007.

50 anos. Modelo vemelho e branco foi série especial


Título: Com confiança do consumidor em baixa, varejo deve recuar em maio Autor: Tainara Machado Coluna: BRASIL Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 11/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: A2 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Jornal Valor --- Página 2 da edição "11/07/2013 2a CAD A" ---- Impressa por ivsilva às 10/07/2013@22:23:30 Jornal Valor Econômico - CAD A - BRASIL - 11/7/2013 (22:23) - Página 2- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

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Valor

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Quinta-feira, 11 de julho de 2013

Brasil

Desidratando o Fundo Social do Pré-Sal Ribamar Oliveira

E

m 2009 e 2010, o país realizou um grande debate sobre o destino dos recursos que seriam arrecadados pelo setor público com a nova riqueza descoberta na área do pré-sal, da plataforma continental brasileira. A expectativa era de que as reservas de petróleo do Brasil iriam ser multiplicadas por dez, na pior das hipóteses. Havia na discussão duas preocupações essenciais, sendo uma de natureza macroeconômica e outra relacionada com o fato de que esses recursos são finitos. Os economistas do governo temiam que o ingresso maciço de recursos em dólares, proveniente da produção e exportação do petróleo extraído dos campos do pré-sal levassem a uma sobrevalorização do real, o que poderia causar uma desindustrialização do país, repetindo um fenômeno ocorrido no século passado na Holanda, conhecido como “doença holandesa”. Uma das preocupações do governo passou a ser, portanto, evitar que a abundância de recursos naturais, representada pelos vastos campos de petróleo do pré-sal, deixasse o país dependente dessas receitas e passasse a não ter condições de executar uma política econômica que permitisse a ampliação e modernização de seu parque industrial.

Imediatismo predominou na decisão dos royalties Ao mesmo tempo, como o petróleo é um recurso finito, o governo queria que essa riqueza fosse compartilhada com as futuras gerações de brasileiros. Para isso, era necessário garantir que as receitas do pré-sal fossem utilizadas mesmo depois que o petróleo tivesse acabado. Outro ponto também levantado foi que o uso dessa montanha de recursos teria impacto sobre a atividade econômica e o nível geral de preços, dificultando o controle da inflação. Depois de avaliar todas essas questões, o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, em agosto de 2009, a criação de um Fundo Social (FS), cujo objetivo era constituir poupança pública de longo prazo com base nas receitas a serem auferidas pela União. Apenas os retornos das aplicações desses recursos seriam utilizados em projetos e programas nas áreas de educação, cultura, saúde, esporte, combate à pobreza, ciência e tecnologia e sustentação ambiental. Outro objetivo era “mitigar as flutuações de renda e de preços na economia, decorrentes das variações na renda gerada pelas atividades de produção e exploração de petróleo e de outros recursos não renováveis”. O FS criado pela lei 12.351, aprovada em dezembro de 2010, é constituído pelos recursos da parcela do valor do bônus de assinatura dos contratos de partilha de produção, da parcela dos royalties que cabe à União, da receita advinda da comercialização de petróleo, gás natural e de outros hidrocarbonetos devidos à União nos contratos de partilha e dos royalties e da participação especial das áreas localizadas no pré-sal contratadas sob o regime de concessão destinados à

administração direta da União. Ou seja, todas as receitas devidas à União pela exploração e comercialização do petróleo na área do pré-sal. Haveria, ainda, os resultados de aplicações financeiras sobre as disponibilidades do próprio FS. Na exposição de motivos dirigida ao ex-presidente Lula, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e os ex-ministros da Casa Civil Dilma Rousseff, do Planejamento Paulo Bernardo, de Minas e Energia Edson Lobão e do Desenvolvimento Miguel Jorge disseram ser “necessário que a riqueza do petróleo seja transformada em ativo cujo usufruto possa ser estendido no tempo, mesmo depois que o petróleo tenha se esgotado”. Eles queriam evitar que apenas a atual geração usufruisse dos benefícios de recursos finitos. Ao mesmo tempo, eles lembraram que os governos devem “evitar que o afluxo de uma quantidade de recursos elevada e concentrada no tempo, ao reduzir ou temporariamente eliminar as restrições ao financiamento dos gastos correntes, desestimule a busca do fortalecimento institucional e da qualidade do gasto público”. Os ministros sugeriram que Lula evitasse que “a entrada no país de grande volume de recursos em moeda estrangeira conduza a uma tendência permanente à apreciação cambial, reduzindo a competitividade dos produtos nacionais e provocando atrofia de outros setores da economia”. Por tudo isso, os ministros disseram que “as melhores práticas internacionais sugerem separar as receitas advindas do setor petrolífero das demais receitas orçamentárias em um fundo específico destinado à expansão do capital físico e humano, habilitado a aplicar seus recursos tanto no país quanto no exterior”. Eles propuseram, então, a criação do FS, que ficaria com toda a receita que caberia à União no Pré-Sal. Na fase inicial de capitalização, o presidente da República poderia propor, na forma da lei, que um percentual de recursos do principal do FS fosse utilizado em projetos e programas. Em abril deste ano, a presidente Dilma Rousseff mudou de ideia. Por meio de projeto de lei, ela propôs que 100% das receitas da União, dos Estados e municípios com royalties e participações especiais relativas aos contratos celebrados a partir de 3 de dezembro de 2012, sob os regimes de concessão e de partilha de produção, sejam destinadas à área de educação, bem como 50% dos recursos resultantes do retorno sobre o capital do Fundo Social. O FS ficaria apenas com as receitas com royalties e participações especiais destinadas à União dos contratos de concessões celebrados na área do pré-sal e as receitas com a comercialização de óleo e gás devidas à União nos contratos de partilha. O projeto foi mudado pelos parlamentares, pois 25% dos royalties serão destinados à saúde. A proposta que estava ontem em apreciação pelo plenário da Câmara dos Deputados desidratava ainda mais o FS, pois 50% da receita da União com royalties e participações especiais dos contratos sob regime de concessão do pré-sal também seriam destinados à educação. Além disso, o governo tentava evitar que os deputados aprovassem proposta que destina 50% dos recursos recebidos pelo FS, incluindo a receita resultante da comercialização do óleo e do gás, para a educação e a saúde. Ainda é difícil avaliar quais serão as consequências negativas para a economia dessa visão imediatista que predominou na decisão sobre o uso dos recursos do pré-sal. Ribamar Oliveira é repórter especial e escreve às quintas-feiras E-mail ribamar.oliveira@valor.com.br

Com confiança do consumidor em baixa, varejo deve recuar em maio Tainara Machado De São Paulo

O que os economistas esperam

Projeções para as vendas no varejo restrito em maio - Em % Com a confiança do consumidor em queda desde meados do ano passado, o ritmo de expansão do comércio neste ano seguirá muito mais moderado do que o observado em 2012, na avaliação de economistas. Após alta de 0,5% das vendas em abril, a média das estimativas de 14 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data para o volume de vendas no varejo restrito (que não considera o desempenho de material de construção e de automóveis) é de recuo de 0,2% em maio, na comparação com o mês anterior, feitos os ajustes sazonais. O intervalo entre as estimativas para a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que será divulgada amanhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de queda de 1,8% a alta de 0,9%. As vendas no conceito ampliado, que além dos oito segmentos pesquisados no restrito também considera o comércio de automóveis e material de construção, também devem mostrar desempenho negativo. Em média, os 10 economistas ouvidos pelo Valor Data que fazem a estimativa para o indicador esperam queda de 0,4% entre abril e maio, com intervalo entre as estimativas de recuo de 0,9% a alta de 0,2%. O contexto atual, de desaceleração do mercado de trabalho e inflação ainda alta e disseminada, é pouco propício para uma recuperação do consumo, afirma Mariana Oliveira, economista da Tendências Consultoria, que projeta queda de 0,2% das vendas em maio no conceito restrito.

Instituição

Maio/Abril*

BB DTVM Banco ABC Brasil -1,8 Banco Fator Banco Indusval & Partners Bradesco HSBC -0,4 -0,3 Itaú Unibanco LCA Consultores -0,6 MCM Consultores -1,1 Quest Investimentos Rosenberg & Associados -0,2 Santander -0,2 -0,2 Tendências Consultoria -0,2 Votorantim Corretora

Média

-0,2

Maio13/Maio12 4,0

0,2

4,1

0,9 2,7 _

0,0 0,3

5 3 n/i 6,0

0,9 3,2 2,4 4 2,9 4,1 4,4

3,8

-0,4

é a estima média de 10 analistas para a variação do varejo ampliado entre abril e maio, após alta de 1,9% no mês anterior Fontes: Instituições financeiras e consultorias * Na comparação com o mês anterior, com ajuste sazonal

Leandro Padulla, economista da MCM Consultores, também avalia que com fundamentos menos positivos, o ímpeto de compra dos consumidores tende a arrefecer. Entre os indicadores que sugerem queda de 0,6% das vendas em maio, segundo o economista, estão as consultas ao UseCheque, que recuaram 0,8% na passagem mensal, com ajuste sazonal da consultoria. As consultas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) também tiveram expressiva queda de 5% no período, afirma Padulla. O economista ainda ressalta que dados da Boa Vista Serviços, com abrangência nacional, indicam que no mês de maio o indicador de movimento do varejo recuou 0,6% na comparação com abril, feitos os efeitos sazonais.

Já a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou alta de 1,2% das vendas nos mercados no período, o que, no entanto, não anima Padulla. “Esse levantamento tem se descolado do resultado da PMC, por isso não descarto nova queda das vendas dos hipermercados”, afirma. Para a equipe econômica do Itaú, o dado melhor mostrado pela Abras apenas contrabalançou a queda observada nas vendas em outros setores. O banco projeta redução de 0,3% do volume de vendas no conceito restrito em maio. Mariana, da Tendências, afirma ainda que para as vendas de bens duráveis, condições de crédito mais restritas acabam diminuindo a demanda. De acordo com a Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias do país,

as vendas de veículos comerciais e leves recuaram 4,5% na passagem mensal. A economista projeta queda de 0,7% das vendas no conceito ampliado. Para Mariana, o comportamento da confiança do consumidor nos últimos meses é uma síntese do momento pelo qual passa o comércio. Desde setembro de 2012, a confiança recuou 8,7% até maio, para 113,4 pontos. Em relação a abril, a queda do índice calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) foi de 0,4%. “A pesquisa capta um ambiente de acomodação do mercado de trabalho, alta da inflação, principalmente de alimentos, mas não só, e crescimento fraco do crédito”, avalia. Para a economista, as famílias já estavam endividadas no ano passado e tentavam reequilibrar seus orçamentos. A alta de preços no início deste ano trouxe um problema adicional, já que precisaram acomodar as dívidas com gastos mais elevados com despesas básicas, o que colocou um freio no desempenho do comércio. A estabilidade do mercado de trabalho é outro entrave. Para 2013, a Tendências espera taxa de desemprego de 5,5%, em linha com o observado no ano anterior. Os primeiros meses do ano foram fracos e situação foi agravada em junho pelos protestos, que levaram estabelecimentos a fechar as portas. Para a Tendências, os fundamentos sugerem continuidade dessa moderação do consumo das famílias no segundo semestre, o que levou a consultoria a cortar a projeção para o comércio de alta de 4,5% para 3,1% neste ano. Se confirmado, este será o pior desempenho do indicador desde 2003.

Vendas a prazo crescem menos no comércio em junho Thiago Resende De Brasília Reflexo da elevada inflação e da menor confiança do consumidor, as vendas a prazo no varejo tiveram em junho o crescimento mais baixo, em relação a igual período do ano anterior, da série histórica revisada e iniciada em janeiro de 2012 pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Conforme informou ontem a entidade, as vendas a prazo no varejo cresceram 0,67% no mês passado nesta comparação. Foi o pior resultado em 18 meses e a terceira desaceleração consecutiva, explicada em parte pelo aumento de preços dos produtos, pelos feriados em razão da Copa das Confederações, e pelas manifestações populares que ocor-

reram por todo o país naquele mês. Outro atenuante para o fraco desempenho de junho foi o fator calendário, uma vez que junho contou com menos dias úteis e maio foi beneficiado pelo movimento das lojas no Dia das Mães. A pesquisa considera o número de consultas feitas as serviço de proteção ao crédito e não a receita do varejo. No primeiro semestre, as vendas cresceram 6,15% sobre igual período de 2012. Em um cenário que inclui ainda juro mais alto e perda de dinamismo do mercado de trabalho, a CNDL reduziu ontem a estimativa de expansão do consumo para o ano. As vendas devem crescer 5% em 2013, ante o ano passado; a projeção anterior era de 6%. Seguindo a perda de ritmo do consumo, a inadimplência no va-

rejo desacelerou mais uma vez e fechou junho com alta de 1,52% em relação a igual mês do ano passado; foi, também, o menor índice da série histórica. De acordo com a direção do CNDL, se o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentasse de novo a taxa de juros, a projeção para o ano seria revista para 4,5%. No primeiro semestre, a inadimplência do varejo foi 6,4% superior ao observado em igual período do ano passado. A desaceleração, que deve persistir ao longo do ano, tem como um dos motivos a maior “rigidez na concessão de crédito”, explicou Roque Pellizzaro Junior, presidente da CNDL. “O controle tem sido feito tanto pelo consumidor como por quem concede crédito”, diz. A inadimplência é calculada considerando os regis-

tros de atrasos acima de 90 dias. A projeção para 2013 é que o atraso no pagamento das contas do varejo cresça entre 4% e 5% em relação a 2012. Para a CNDL, esse seria “um patamar aceitável”, pois estaria em linha com o resultado das vendas. Outro indicador da CNDL, em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mostrou que em junho menos pessoas quitaram dívidas antigas e, assim, recuperaram a possibilidade de contratar crédito. O número de cancelamento de registros caiu 1,64% em relação a junho de 2012. Pellizaro Junior conclui que, no mês, “nenhum dos três índices representam algum fator positivo. As vendas estão estagnadas”, afirmou . Os dados “mostram que estamos numa fase difícil”.

Índice de empresas citadas em textos nesta edição 5R Shopping Centers B1 ABB A13 Aberdare B5 Abril Educação D1 Acciona F6 Activision B3 Aegean B10 Agrenco D1 Águia Branca B5 Alcoa B5 Alcon B8 Aliansce B7, D1 ALL A15 Allen & Co B3 Alstom F6 Amazon B4 Ambev F2, F6 Amyris B7 Anbima A3 Anglo American B11 Anhanguera B1 Apple B3, B4, B8 ArcelorMittal B5 Arezzo D2 Argo B1 AT&T B3 Ativa B3 Atlas Copco A13 Azul B5 B2W D2 Bahia Pulp F4 Baker Hughes B8 Banco do Brasil C1 Bank of America C12 Barclays B8 Basf F1, F4, F8 Basic Energy B8 BCBC B8 Bear Stearns B8 BicBanco D1 Birla F4 BJ Services B8 BM&FBovespa B5 BMD F6 BNB A10, B6, F2 BNDES B6, B11, B14, F2 BNP Paribas A3, C2

BNY Mellon C12 Boa Vista A2 Boticário D3, F2, F8 Bozano B5 BR Malls B1 Bradesco B1, C1, D1 Brasil Ecodiesel D1 Brasil Plural A15, B5 Braskem F1, F2, F4, F7 Bridgestone F2, F5, F6 BSC F4 BTG Pactual B1, B7, C1, D1 Buckeye F4 Calila B1 Carrefour B5 Casino B5 CCX B11 Cervejaria Petrópolis F6 Cetip C12 Cetrel F7 Charter B3 Columbian F4, F5 Comcast B3 Comgás C1 Constantine Cannon B4 Continental F6 Copel C2 Copene F1 Copener F4 Cosan B5 Credit Suisse C12, D1 Cruzeiro do Sul D1 CS Eletro B3 Cyprus Popular Bank B10 Cyrela B7 Dell B8 Deten F2 Deutsche Bank C2 DMG B8 DMV B1 EBX B11, C2 Egnatia Bank B10 Electrolux A13, B3 ePharma B5 Ericsson A13

Ernst & Young A5 Even B11 Fafen F4, F5 Fator C2 Fiat B6 Fides D2 Fitch B8 Ford B5, F1, F5 Foton F5 Four Seasons B10 Frontier B10 Funcionalcard B5 Galeries Lafayette B5 Gamesa F6 GAP B8 Gávea B5 GE B11, D3, F6 Geely B8 General Motors A16 Gol B5, C2 Goldman Sachs B7 Goodyear F6 Google B5 Guararapes D2 GVT D1 Halliburton B8 Harley-Davidson B6 Hering D2 Hidrovias do Brasil B7 Honda B6 HRT D1 HSBC C2, D2 Hulu B3 IBM D3 Ibope F6 iCarros C12 Idealcar F7 IMC D1 InterMoor B11 International Paper F4 Itaú A2, B8, C12 Itaú BBA D1 J.P. Morgan D1 JAC F2, F5, F8 Jari F4 JBS B1

JCI B6 Jereissati B1 JetBlue B5 JHSF B1 Kabel B3 Kimberly-Clark F1, F2, F8 Kirin F6 Klabin B7, F4 Kordsa F6 Kroton B1 L’Oréal D3 Laep D1 Leblon D1 Lenovo B8 Lenzing F4 Liberty Media B3 LLX B11 Localiza D1 Lojas Americanas D2 Lumine B1 Lupatech D1 Maccaferri F6 Machado Meyer A4 Mafra B6 Mallory B3 Marfin B10 Marfrig B1 Marisa D2 Mattos Filho A4 MCM A2 Merck B5 Michelin B6, F6 Mills D1 Minerva C1 Mitsubishi A4 Mitsui A4 MMX B11 Moinho Anaconda B14 Monoprix B5 Monsanto F2 Moody’s B8 Morgan Stanley B3, B5, C12 Motorola B5 Moura B6 MPX B11, D1 Mubadala B11

Multiplus D1 Nabors B8 Natura B5 Nestlé B1 Netflix B3 Netshoes B7 News Corp B3 Nita B14 North B1 NOV B11 Nutriplant D1 Odebrecht B7, F1 OGX B11, C2, D1 Oi C1, C2 Olympic Air B10 Orizon B5 Orsa F4 OSX B11, D1 Oxiteno F4 Pão de Açúcar B5, D2 Paranapanema F4 Patterson B8 PDG C2 Petrobras A4, A15, B5, B11, C2, F1, F4, F5 Petroquisa F1 Philips B3 Pirelli F5, F6 PPSA A4 Pyxis F6 Rabobank B14 Rayonier F4 Renaux B1 Renner D2 Renova D1 Retail Consulting B1 Rio Bravo D1 Roche B6, B8 Ryanair B10 S&P B8 Saab A13 Sabanci F6 Sabesp C2 Sansuy F4 Santander C12, D1 Sappi F4 Sateri F4

Savoy B1 Schincariol F6 Schlumberger B8 Seara B1 SEB A13 Sete Brasil A4 Sumitomo A4 Taurus B3 Technip B11 Tecsis F6 Tendências A2 Tigre F4 Torrebrás F6 TPG Growth B5 Trip B5 TWC B3 UBS C12 Ujay D2 Unilever B5 Urbia B1 V&M B11 Vale A15, C2 Valiant B5 Vanguarda Agro D1 Vértico B1 Vidalink B5 Virgin Media B3 Visanet B5 Vivendi B3 Viver D1 Vodafone B3 Votorantim C1 Wal-Mart B8 Wärtsilä B11 WebMotors C12 Wells Fargo C12 Weston B5 Whirlpool B3 WTorre B1 Yamaha B6 Zenda B1 Ziggo B3


Título: Venda de veículo tem alta modesta de 0,7% em junho Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: CORREIO DO ESTADO Cidade: CAMPO GRANDE País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 8 Estado: MS Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE



Título: Líderis do semestre Autor: Antônio Meira Jr Coluna: AUTOS Nome do Veículo: CORREIO DA BAHIA Cidade: SALVADOR País: BRASIL Data de Capa: 06/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 03 Estado: BA Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE



Título: Semestre triunfal Autor: Coluna: VRUM Nome do Veículo: DIÁRIO DE PERNAMBUCO Cidade: RECIFE País: BRASIL Data de Capa: 04/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 2 Estado: PE Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE



Título: Os 10 mais vendidos no semestre Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: A TRIBUNA Cidade: VITÓRIA País: BRASIL Data de Capa: 06/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 2 Estado: ES Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


2

ATRIBUNA VITÓRIA, ES, SÁBADO, 06 DE JULHO DE 2013

Sobre Rodas ASSESSORIA FIAT

ASSESSORIA VOLKSWAGEN

O GOL É O VEÍCULO mais vendido no País há 26 anos consecutivos

Os 10 mais vendidos no semestre Os novatos Hyundai HB20 e Chevrolet Onix fazem sua estreia nesse tipo de ranking. Já o Volkswagen Gol mantém a liderança lista dos carros mais vendidos no primeiro semestre deste ano, a partir do ranking elaborado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), não trouxe muitas surpresas. Afinal, o Volkswagen Gol continua figurando na primeiríssima colocação, com 121.353 unidades vendidas de janeiro a junho. Tratase do modelo mais emplacado no País há 26 anos consecutivos, de acordo com a instituição. Logo atrás dele, com uma diferença bem expressiva de 24.848 unidades, vem o Fiat Uno, que recebeu 96.505 emplacamentos no

A

ASSESSORIA GENERAL MOTORS

período. Algumas novidades, no entanto, aparecem no ranking. No caso, a estreia nesse tipo de lista do Hyundai HB20, que ficou na sexta colocação, com um total de 61.837 emplacamentos, e do Chevrolet Onix, com 58.522, que ficou com o sétimo lugar. Os dois modelos foram lançados no País em meados do segundo semestre de 2012. O ranking da Fenabrave, vale esclarecer, considera como números do Volkswagen Gol as vendas das versões Novo Gol e Gol G4. Para o Fiat Uno, são contados o Novo Uno e o Mille. Para o Ford Fiesta, o Fiesta Rocam hatch e o New Fiesta hatch. Para o Fiat Siena, o Siena EL e o Grand Siena. BALANÇO Nos seis primeiros meses do ano, mais de 1,3 milhão de automóveis foram vendidos no Brasil. O montante é 3,7% maior em relação ao mesmo período de 2012, segundo dados da Fenabrave. ASSESSORIA HYUNDAI

NA TRIESTE, o Punto Essence 1.6 flex, ano 13/13, com câmbio Dualogic Plus, está à venda por R$ 44.140

Lojas limpam estoques para a chegada de novas linhas Com um olho nas vendas de agora, mas focando nos negócios futuros, empresários do ramo automotivo já começam a se preparar para a chegada dos modelos 2014. E para abrir espaço às novidades nos pátios das concessionárias, lojas da Grande Vitória estão oferecendo descontos para unidades da linha 213. A CVC (General Motors), por exemplo, está em ritmo de espera para a chegada das novas linhas. “Com as ofertas, esperamos liquidar o estoque de carros 2013”, afirmou o gerente de novos da

concessionária, José Piccoli. Entre as ofertas, segundo ele, vale destacar a linha 2013 do Cobalt LT 1.4 flex. O modelo, que custava a partir de R$ 40.990, está sendo vendido agora com preço a partir de R$ 39.990. Quanto à linha 2014, o primeiro modelo já está na loja. Trata-se do Classic LS 1.0 flex, com ar-condicionado, que parte de R$ 26.790. Na Trieste (Fiat) também há carros da linha 2013 em oferta. Entre as opções está o Linea Essence 1.8 flex com câmbio Dualogic Plus, que custava R$ 58.684 e

agora sai por R$ 53.400. Já o Punto Essence 1.6 flex, que custava R$ 49.137, está à venda por R$ 44.140. Na Contauto (Ford), por sua vez, também está tudo pronto para a chegada dos modelos 2014, conforme ressaltou Apolo Rizk Filho, diretor comercial da empresa. Para limpar o estoque, a Contauto oferece boas ofertas. O utilitário Edge 3.5 V6, por exemplo, que custava R$ 148.300, está sendo vendido a R$ 138.900. Já a picape Ranger 4x4 3.2 diesel, que saía por R$ 112.350, agora custa R$ 106.990.

OUTRAS OFERTAS

Bônus de até R$ 2 mil na Tai Motors ASSESSORIA TOYOTA

CONTAUTO (FORD) > RANGER 4X4 3.2 DIESEL: Trio elétrico, airbag duplo, CD/MP3 com tela colorida e computador de bordo. De R$ 112.350 por R$ 106.990. > FIESTA ROCAM HATCH 1.6 FLEX 13/13: Trio elétrico, airbag e freios ABS. De R$ 36.641 por R$ 34.990, mais seguro grátis. Taxa 0%, com entrada de 50% e saldo em até 24 vezes.

A VERSÃO XS 1.3 flex do Etios hatch custa R$ 33.857,20. O valor inclui arcondicionado, direção elétrica, airbag e ABS

CVC (GENERAL MOTORS) > CLASSIC LS 1.0 FLEX 2014: Com ar-

O ONIX ficou com a 7ª colocação

HB20: 61.837 emplacamentos

O RANKING CLASS. 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º

MODELO Volkswagen Gol Fiat Uno Fiat Palio Volkswagen Fox/CrossFox Fiat Strada Hyundai HB20 GM Onix Fiat Siena Ford Fiesta Volkswagen Voyage

FONTE: FENABRAVE

condicionado. A partir de R$ 26.790 ou com entrada de R$ 9.999 mais 60 parcelas de R$ 399. Taxa de 1,03%. > AGILE LTZ 1.4 FLEX 2013: Ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, freios ABS com EBD, trio elétrico e som. A partir de R$ 38.990 ou com entrada de R$ 26.465 mais 30 parcelas de R$ 449 e taxa 0%. TRIESTE (FIAT)

VENDAS NO 1º SEMESTRE 121.353 96.505 90.739 67.165 62.023 61.837 58.522 55.960 54.612 48.949

> LINEA ESSENCE 1.8 FLEX: Câmbio

Dualogic Plus, ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos e CD player com Blue&Me, Bluetooth e entrada USB. De R$ 58.684 por R$ 53.400. > PUNTO ESSENCE 1.6 FLEX: Câmbio Dualogic Plus, ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, volante em couro com comando de rádio e CD player/USB. De R$ 49.137 por R$ 44.140.

TAI MOTORS (HYUNDAI) > HB20 1.6 FLEX COMFORT: Ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS com EBD. A partir de R$ 41.290, com bônus de até R$ 1.500 para ser descontado no preço do veículo ou ser convertido em acessórios. > HB20X 1.6 FLEX PREMIUM: Direção hidráulica, ar-condicionado, freios ABS com EBD, câmbio mecânico e acendimento automático dos faróis. A partir de R$ 51.255, com bônus de até R$ 2 mil para ser descontado no preço do veículo ou ser convertido em acessórios. VITÓRIA MOTORS (MERCEDESBENZ) > DODGE JOURNEY SXT DE 280 CV: Sistema multimídia com tela sensível ao toque, bancos de couro, seis

airbags e ar-condicionado automático. Valor: R$ 109.900 ou com entrada de 20% mais 24 vezes. Taxa de 0,99%. NOVAVITORIA (GENERAL MOTORS) > CLASSIC 1.0 FLEX 13/13: Com ar-con-

dicionado, protetor de cárter, alarme sonoro de faróis ligados e desembaçador de vidro traseiro. De R$ 28.890 por R$ 26.390. KURUMÁ (TOYOTA) > TODA LINHA ETIOS: Com preço de

nota fiscal de fábrica. A versão hatch XS 1.3 flex custa R$ 33.857,20. O valor inclui airbag, ABS, direção elétrica, ar-condicionado, entre outros. > TODA LINHA COROLLA E HILUX: Taxa 0%, com 70% de entrada mais 24 vezes. Valor a partir de R$ 63.400 (Corolla GLi mecânico).


Título: Venda cai 11% em junho Autor: Gustavo Porto Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: A GAZETA Cidade: CUIABÁ País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 4 C Estado: MT Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE



Título: O mais amado no estado Autor: Coluna: VRUM Nome do Veículo: DIÁRIO DE PERNAMBUCO Cidade: RECIFE País: BRASIL Data de Capa: 07/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 26 Estado: PE Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE



Título: Vendas de ônibus têm queda de 9,22% em maio, segundo Fenabrave Autor: Coluna: GERAL Nome do Veículo: O DIA SÃO PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 8 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE



Título: Vendas de carros e comerciais leves ficam estáveis em junho Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: O DIA SÃO PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 3 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE



Título: Viva-voz Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ZERO HORA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

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VIVA-VOZ Entrev ista com Ambrósio Pesce Neto, v ice-presidente do Sincodiv e diretor da Fenabrav e/RS BRASIL - As v endas do primeiro semestre em comparação ao mesmo período de 201 2 são positiv as, com crescimento de 4,62% em automóv eis e comerciais lev es. Como um todo, incluindo o setor de motos, apresenta queda, mas mesmo assim os v olumes são praticamente iguais aos de 201 2. RIO GRANDE DO SUL - Em comerciais lev es e automóv eis, o Estado segue a tendência de crescimento do país e fechou o semestre com alta de 3,94%. No segmento de motos, tev e redução de 22,04%. O Rio Grande do Sul apresentou praticamente o mesmo v olume no primeiro semestre deste ano e no de 201 2. Em caminhões, o RS cresceu 28,7 0%. Em implementos rodov iários, aumentou 51 ,4%. FACILIDADES - Segmento mov imentado pelo crédito, cerca de 7 5% a 80% das v endas são parceladas. O financiamento com tax as subsidiadas pelos bancos das montadoras seduz o consumidor e alav anca as v endas não só na compra de um zero-quilômetro mas também na troca do usado por um nov o com menos tempo. Mov imenta o mercado e traz para as ruas carros com itens de segurança de série, motores mais econômicos e com menores emissões de gases. MAIS V ENDIDOS - A preferência é por modelos e v ersões mais baratas. Ainda somos um mercado que precisa baix ar a idade média da frota. Trabalhamos para oferecer carros que atendam à disponibilidade dos recursos financeiros do consumidor. Com a maior oferta de carros com itens de segurança, como ABS e airbag, e de conforto, como câmbio automático, as trocas são mais frequentes. Os consumidores buscam modelos mais completos, mas o maior v olume ainda é dos básicos. FECHAMENTO DO ANO - Esperamos um v olume similar ao de 201 2. O segundo semestre é o período em que as v endas são sempre mais aquecidas. Também porque o nosso parque industrial é maduro, com alta da capacidade de produção instalada, precisando escoar a produção. Nosso mercado é o quarto do mundo e somos importantes para as montadoras diante da realidade de outros países.


Título: Mercado elogia novo caderno do O POVO Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O POVO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

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Jornal de Hoje

ECONOMIA

VEÍCULOS 10/07/2013

fenabrave Mercado elogia novo caderno do O POVO O caderno de Veículos do O POVO foi apresentado, ontem, durante evento no restaurante Santa Grelha. Mercado automotivo elogiou a publicação que circulará toda terça-feira FOTO IGOR DE MELO

O segmento automotivo conheceu, ontem, durante evento realizado no restaurante Santa Grelha, o caderno de Veículos do O POVO. Empresários e representantes das principais montadoras do País prestigiaram o lançamento. O caderno, que terá periodicidade semanal, circulará toda terça-feira junto com o O POVO. Com uma nova proposta, a publicação traz entrevistas, lançamentos de veículos e matérias com dicas para os leitores.

O editor-executivo do Núcleo de Negócios do O POVO, Jocélio Leal, apresenta o novo caderno

Durante o evento, o editor-executivo do Núcleo de Negócios do O POVO, Jocélio Leal, destacou como diferencial o conteúdo editorial. Ele lembrou que o caderno tem como objetivo oferecer informações que ajudem aos leitores na tomada de decisões.

“Para nós que fazemos um jornal, um bom caderno de Economia, por exemplo, ele tem de ser feito para o cliente do banco e não para os bancos. Um caderno de veículos tem de ser feito de olho no consumidor, aquele que vai comprar o carro, que vai vender o carro e que faz o mercado”.

Segundo Jocélio Leal, o caderno de Veículos tem a pretensão de falar com o leitor de maneira simples, oferecendo serviços e dicas. O jornalista também ressaltou a importância da parceria permanente com o mercado. “A nossa expectativa é que ele flua, que o caderno seja a cara do mercado, no sentido de fazer dele melhor, fazer dele um mercado mais maduro”.

A presidente do Grupo de Comunicação O POVO, Luciana Dummar, destacou que a edição de um caderno especializado em veículos era uma reivindicação do mercado cearense. “O carro é uma paixão porque é uma extensão da vida das pessoas, é a sala de visita das pessoas. Nós estamos falando o que o mercado quer ouvir. Esse é um presente do O POVO para o mercado cearense”.

Mercado De acordo com Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores do Ceará (Fenabrave-CE), o caderno de Veículos do O POVO foi muito bem recebido pelo mercado cearense. Segundo ele, o caderno nasceu com a característica de ser uma nova opção de leitura e informação sobre as novidades do segmento que, todos os meses, comercializa cerca de cinco mil veículos no Estado.

“O caderno trouxe exatamente o que o mercado estava precisando. É um caderno de um jornal de tradição e ele veio para ficar. Vai abrir um leque de opções para o mercado automotivo cearense. As pessoas estão ligando falando que é mais um meio de comunicação para a gente divulgar, ler notícias e o que acontece no segmento. Está sendo bem aceito”.

Para Duda Brígido, diretor da EBM Quintto, o caderno do O POVO é um grande lançamento e deverá crescer junto com o mercado.

“O mercado publicitário enxerga como uma forte ferramenta que se apresenta. Pelo o que vimos do conteúdo, é um


“O mercado publicitário enxerga como uma forte ferramenta que se apresenta. Pelo o que vimos do conteúdo, é um caderno que tem tudo para agradar o leitor e, agradando o leitor, agrada ao anunciante”.

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ESPAÇO DO LEITOR GUSTAVO MOREIRA 10/07/2013 16:28 parabens! voces sao muito bons

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Título: (OP) Mercado elogia novo caderno do O POVO Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CDL FORTALEZA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

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CLIPPING

(OP) Mercado elogia novo caderno do O POVO 10 de Julho de 2013

O caderno de Veículos do O POVO foi apresentado, ontem, durante evento no restaurante Santa Grelha. Mercado automotivo elogiou a publicação que circulará toda terça-feira FOTO IGOR DE MELO

(http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2013/07/10/3089454/1007ec1210.JPG) O editor-executivo do Núcleo de Negócios do O POVO, Jocélio Leal, apresenta o novo caderno

O segmento automotivo conheceu, ontem, durante evento realizado no restaurante Santa Grelha, o caderno de Veículos do O POVO. Empresários e representantes das principais montadoras do País prestigiaram o lançamento. O caderno, que terá periodicidade semanal, circulará toda terça-feira junto com o O POVO. Com uma nova proposta, a publicação traz entrevistas, lançamentos de veículos e matérias com dicas para os leitores. Durante o evento, o editor-executivo do Núcleo de Negócios do O POVO, Jocélio Leal, destacou como diferencial o conteúdo editorial. Ele lembrou que o caderno tem como objetivo oferecer informações que ajudem aos leitores na tomada de decisões. “Para nós que fazemos um jornal, um bom caderno de Economia, por exemplo, ele tem de ser feito para o cliente do banco e não para os bancos. Um caderno de veículos tem de ser feito de olho no consumidor, aquele que vai comprar o carro, que vai vender o carro e que faz o mercado”. Segundo Jocélio Leal, o caderno de Veículos tem a pretensão de falar com o leitor de maneira simples, oferecendo serviços e dicas. O jornalista também ressaltou a importância da parceria permanente com o mercado. “A nossa expectativa é que ele flua, que o caderno seja a cara do mercado, no sentido de fazer dele melhor, fazer dele um mercado mais maduro”. A presidente do Grupo de Comunicação O POVO, Luciana Dummar, destacou que a edição de um caderno especializado em veículos era uma reivindicação do mercado cearense. “O carro é uma paixão porque é uma extensão da vida das pessoas, é a sala de visita das pessoas. Nós estamos falando o que o mercado quer ouvir. Esse é um presente do O POVO para o mercado cearense”. Mercado De acordo com Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores do Ceará (Fenabrave-CE), o caderno de Veículos do O POVO foi muito bem recebido pelo mercado cearense. Segundo ele, o caderno nasceu com a característica de ser uma nova opção de leitura e informação sobre as novidades do segmento que, todos os meses, comercializa cerca de cinco mil veículos no Estado. “O caderno trouxe exatamente o que o mercado estava precisando. É um caderno de um jornal de tradição e ele veio para ficar. Vai abrir um leque de opções para o mercado automotivo cearense. As pessoas estão ligando falando que é mais um meio de comunicação para a gente divulgar, ler notícias e o que acontece no segmento. Está sendo bem aceito”. Para Dudu Brígido, diretor da EBM Quintto, o caderno do O POVO é um grande lançamento e deverá crescer junto com o mercado. “O mercado publicitário enxerga como uma forte ferramenta que se apresenta. Pelo o que vimos do conteúdo, é um caderno que tem tudo para agradar o leitor e, agradando o leitor, agrada ao anunciante”.


FONTE: O POVO


Título: Ainda a Sala Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ZERO HORA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

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Ainda a Sala Ao ler a coluna ontem com a contestação do coordenador da Sala do Inv estidor, Tay lor Guedes, de que a negociação com a Foton não se arrastou por oito meses, não foi nem metade disso, o responsáv el pelas relações institucionais da montadora chinesa, Luiz Carlos Paraguassu, entrou em contato para dizer que errou sobre a demora: – Na realidade foram praticamente 1 0 meses, pois o primeiro contato foi em setembro. A declaração do representante do gov erno mostra desconhecimento do assunto. Talv ez por ele não ter participado das negociações, ao menos que eu me recorde. Para o v ice-presidente da Fenabrav e/Sincodiv , com a perda da indústria de caminhões para o Rio de Janeiro, “nós, gaúchos, em v ez de buscarmos justificativ as e desculpas, dev eríamos nos recolher e tentar compreender onde erramos, o que não está acontecendo”.


Título: Com confiança do consumidor em baixa, varejo deve recuar em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

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Im prim ir ()

11/07/2013 - 00:00

Com confiança do consumidor em baixa, varejo deve recuar em maio Por Tainara Machado

Com a confiança do consumidor em queda desde meados do ano passado, o ritmo de ex pansão do comércio neste ano seguirá muito mais moderado do que o observ ado em 201 2, na av aliação de economistas. Após alta de 0,5% das v endas em abril, a média das estimativ as de 1 4 instituições financeiras e consultorias ouv idas pelo V alor Data para o v olume de v endas no v arejo restrito (que não considera o desempenho de material de construção e de automóv eis) é de recuo de 0,2% em maio, na comparação com o mês anterior, feitos os ajustes sazonais. O interv alo entre as estimativ as para a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que será div ulgada amanhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de queda de 1 ,8% a alta de 0,9%. As v endas no conceito ampliado, que além dos oito segmentos pesquisados no restrito também considera o comércio de automóv eis e material de construção, também dev em mostrar desempenho negativ o. Em média, os 1 0 economistas ouv idos pelo V alor Data que fazem a estimativ a para o indicador esperam queda de 0,4% entre abril e maio, com interv alo entre as estimativ as de recuo de 0,9% a alta de 0,2%. O contex to atual, de

(/sites/default/files/gn/13/07/arte11b ra-201-valordata-a2.jpg)

desaceleração do mercado de trabalho e inflação ainda alta e disseminada, é pouco propício para uma recuperação do consumo, afirma Mariana Oliv eira, economista da Tendências Consultoria, que projeta queda de 0,2% das v endas em maio no conceito restrito. Leandro Padulla, economista da MCM Consultores, também av alia que com fundamentos menos positiv os, o ímpeto de compra dos consumidores tende a arrefecer. Entre os indicadores que sugerem queda de 0,6% das v endas em maio, segundo o economista, estão as consultas ao UseCheque, que recuaram 0,8% na passagem mensal, com ajuste sazonal da consultoria. As consultas ao Serv iço de Proteção ao Crédito (SPC) também tiv eram ex pressiv a queda de 5% no período, afirma Padulla. O economista ainda ressalta que dados da Boa V ista Serv iços, com abrangência nacional, indicam que no mês de maio o indicador de mov imento do v arejo recuou 0,6% na comparação com abril, feitos os efeitos sazonais.


Já a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou alta de 1 ,2% das v endas nos mercados no período, o que, no entanto, não anima Padulla. "Esse lev antamento tem se descolado do resultado da PMC, por isso não descarto nov a queda das v endas dos hipermercados", afirma. Para a equipe econômica do Itaú, o dado melhor mostrado pela Abras apenas contrabalançou a queda observ ada nas v endas em outros setores. O banco projeta redução de 0,3% do v olume de v endas no conceito restrito em maio. Mariana, da Tendências, afirma ainda que para as v endas de bens duráv eis, condições de crédito mais restritas acabam diminuindo a demanda. De acordo com a Fenabrav e, entidade que reúne as concessionárias do país, as v endas de v eículos comerciais e lev es recuaram 4,5% na passagem mensal. A economista projeta queda de 0,7 % das v endas no conceito ampliado. Para Mariana, o comportamento da confiança do consumidor nos últimos meses é uma síntese do momento pelo qual passa o comércio. Desde setembro de 201 2, a confiança recuou 8,7 % até maio, para 1 1 3,4 pontos. Em relação a abril, a queda do índice calculado pela Fundação Getulio V argas (FGV ) foi de 0,4%. "A pesquisa capta um ambiente de acomodação do mercado de trabalho, alta da inflação, principalmente de alimentos, mas não só, e crescimento fraco do crédito", av alia. Para a economista, as famílias já estav am endiv idadas no ano passado e tentav am reequilibrar seus orçamentos. A alta de preços no início deste ano troux e um problema adicional, já que precisaram acomodar as dív idas com gastos mais elev ados com despesas básicas, o que colocou um freio no desempenho do comércio. A estabilidade do mercado de trabalho é outro entrav e. Para 201 3, a Tendências espera tax a de desemprego de 5,5%, em linha com o observ ado no ano anterior. Os primeiros meses do ano foram fracos e situação foi agrav ada em junho pelos protestos, que lev aram estabelecimentos a fechar as portas. Para a Tendências, os fundamentos sugerem continuidade dessa moderação do consumo das famílias no segundo semestre, o que lev ou a consultoria a cortar a projeção para o comércio de alta de 4,5% para 3,1 % neste ano. Se confirmado, este será o pior desempenho do indicador desde 2003.


Título: Fábrica chinesa de caminhões desiste de instalar unidade no RS Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AGROLINK Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

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Fábrica chinesa de caminhões desiste de instalar unidade no RS 10/07/13 - 16:07

A fábrica de caminhões Foton Motor roup, de origem chinesa e uma das líderes mundiais do setor, desistiu do Rio Grande do Sul depois de oito meses de conversação com o governo do Estado. Nessa sexta-feira, a empresa informou que assinou contrato com o Rio de Janeiro.

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Segundo o vice-presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Luiz Carlos Paraguassu, os motivos para a desistência da negociação estão na falta de agilidade do Estado em dar continuidade ao projeto. “O processo estava andando bem, mas começou a demorar. Nos últimos 15 dias não andou mais e muitas coisas que precisavam ser definidas, como o local da fábrica, estagnaram”, disse. “O Rio foi rápido e em três semanas já tinha tudo definido", completou. A previsão era de que a fábrica iria iniciar a produção com 12 mil caminhões anuais até o oitavo ano entre veículos leves e extrapesados. Apontada como a maior e uma das mais valiosas companhias chinesas, a empresa oferece serviços e produtos para mais de 90 países e mantém 156 concessionárias globais.


Título: Venda de caminhões e ônibus cresce 23,83% em Santa Catarina Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL FLORIPA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

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Venda de caminhões e ônibus cresce 23,83% em Santa Catarina Shopping UO L

Venda de caminhões e ônibus cresce 23,83% em Santa Catarina O Vale do Itajaí foi a região que mais emplacou veículos novos, registrando 5.615 unidades Santa Catarina comercializou exatamente 22.090 carros, motos, caminhões e ônibus no mês de junho deste ano. Só neste primeiro semestre do ano foram emplacados 127.535 novos veículos de acordo com os dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (FenabraveSC). O segmento que mais se destacou foi o de caminhões e ônibus, que cresceu 23,83% em comparação com o primeiro semestre do ano passado. Já com relação ao mês de maio de 2013, o aumento foi de 12,62%, que representam 1.160 novas unidades. A categoria de automóveis e comerciais leves registrou leve queda de 1,16% em junho em comparação a maio e a de motos só registrou crescimento de 7,75% no comparativo entre junho de 2013 e junho de 2012. Com as vendas do mês de junho, a frota circulante em Santa Catarina chega a 4.054.996 veículos, sendo 2.348.803 automóveis, 962.978 motocicletas, 181.455 caminhões, 26.822 ônibus e os demais entre tratores, caminhonetes e outros. Vendas de junho/2013 em Santa Catarina A região Sul foi a que obteve melhor desempenho no mês de junho, registrando acréscimo de 4,47% nas vendas de veículos de todas as categorias com relação a maio. No segmento de caminhões e ônibus a comercialização deu um salto de 51,01%, quando foram emplacados 225 novas unidades, enquanto em maio haviam sido 149. No total, o crescimento representou 3.509 novos veículos nesta região. A região Oeste vem em seguida com crescimento de 4,04% representando 4.018 novos veículos no mês de junho. Na categoria de caminhões e ônibus o aumento foi de 6,50%. A região do Planalto Serrano conquistou 998 novas unidades, com crescimento de 0,60% em todas as

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categorias de veículos comparado a maio. Já o segmento de caminhões e ônibus registrou alta de 14,29%. A região Norte do estado conquistou 3.689 veículos em sua frota, mesmo assim, apresentou leve queda de 1,76% em relação ao mês anterior. Apenas a categoria de caminhões e ônibus registrou aumento, sendo de 16,11%. Já a região do Vale do Itajaí apresentou aumento de 4,83% em junho no segmento de ônibus e caminhões, mas no total de veículos houve queda de 3,27%. M esmo assim, em números de novos veículos, foi a região que mais emplacou, registrando 5.615 unidades. A Grande Florianópolis obteve o pior desempenho no mês de junho em comparação a maio, registrando recuo de 4,80% em todas as categorias e queda de 6,98% no segmento de caminhões e ônibus. As vendas chegaram a 4.261 novos veículos. De acordo com o diretor geral regional da Fenabrave-SC, Ademir Saorin, “o mercado segue agora em um período de estabilização. A economia do Brasil tem tido uma forte influência na decisão de compra do veículo, afinal, o cliente fica com receio de fazer dívidas quando não se sente seguro quanto à situação econômica do país”.

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Título: Revolução pelo mercado de sedãs compactos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 11/07/2013

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→ Automóveis Publicado em quarta-feira, 10 de julho de 2013 às 11:00

Revolução pelo mercado de sedãs compactos 0 Comentário(s)

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Lukas Kenji Do Diário do Grande ABC

Comemorado ontem, o feriado da Revolução Constitucionalista de 1932 remete à ofensiva paulista que clamou por mudanças no documento que regia a ordem do País, então presidido (à força) por Getúlio Vargas. Uma analogia pode ser feita em relação aos personagens deste comparativo, que unidos tentam revolucionar o mercado de sedãs dominado pelo Fiat Siena, que vendeu 55.960 unidades no primeiro semestre, segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Vagas na Volkswagen

O mais novo soldado a juntar-se à trupe de revolucionários foi o J3 Turin, fardado com vestimenta

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superior em relação a geração anterior, mostrando salto da JAC Motors perante o cuidado e

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Além da mecânica, o grande trunfo do japonês de visual e acabamento antiquados estaria na

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FMU - Ensino à Distância Mas eis que surge pelas trincheiras um combatente que sabe muito bem o que é revolução, já que

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passou por uma em sua própria concepção. O Chevrolet Prisma (avaliado na versão LT 1.4 de R$

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39.490) voltou revigorado sob a plataforma do Onix. Seu interior é melhor trabalhado do que o de seus concorrentes, casando bem com uma carroceria alta e comprimento reduzido. o que dá ao sedã ares de cupê. Sua ergonomia, porém, é comprometida. A posição de dirigir é alta demais, privando qualquer sopro de esportividade que poderia soar do motor 1.4 de 108 cv e 13,9 mkgf de torque (com etanol), que é

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aliado do câmbio manual de cinco velocidades de relações curtas, ideal para trajetos urbanos. Veredicto Com boa mecânica e mais espaço que os dois concorrentes (ver tabela da página 14), o Etios XS não conquista o mercado pois a Toyota oferece um veículo com visual antiquado. Mais vale o arroz com feijão do JAC J3 Turin, que oferece bom pacote de equipamentos e desempenho comedido, mas satisfatório. O mais acertado foi o Chevrolet Prisma LT 1.4. Ele não tem ar-condicionado de série, item que adiciona R$ 2 mil no preço, que passaria a ser de R$ 41.490. Valor ainda competitivo no modelo mais conciso, que vence o comparativo por ter projeto mais sólido.

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