Título: 9,37% Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: JORNAL DE SANTA CATARINA Cidade: BLUMENAU País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
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Título: Vendas de junho superam maio, mas não convencem Autor: Marcelo Ramos Coluna: VEÍCULOS Nome do Veículo: HOJE EM DIA Cidade: BELO HORIZONTE País: BRASIL Data de Capa: 09/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 07 Estado: MG Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Fenabrave descarta novos cortes do IPI Autor: Coluna: NEGÓCIOS Nome do Veículo: DIÁRIO DO NORDESTE Cidade: FORTALEZA País: BRASIL Data de Capa: 08/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 2 Estado: CE Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Concessionárias esperam maior rigor em financiamento de carro Autor: Metro Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: METRO Cidade: CAMPINAS País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 09 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Gol lidera o ranking dos carros mais vendidos no País no primeiro semestre Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MOTOCAR Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 15/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
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Fiat, Gol, Gol RAllye, Gol Track, Mercado, Volkswagen
Gol lidera o ranking dos carros mais vendidos no País no primeiro semestre 15 de julho de 2013 Modelo recebeu duas novas versões lançadas em maio desse ano: o Novo Gol Track e o Novo Gol Rallye.
O Gol, líder no mercado brasileiro há 26 anos consecutivos, continuou na preferência do consumidor brasileiro também no primeiro semestre de 2013. Com 121.356 unidades comercializadas no período, o Gol está 25.235 unidades à frente do segundo modelo mais vendido do mercado –o Fiat Uno, com 96.509 unidades comercializadas–, e mantém 9,2% de participação nas vendas totais de automóveis no Brasil. Nos seis primeiros meses do ano, mais de 1,3 milhão de automóveis foram vendidos no Brasil. O montante é 3,7% maior em relação ao mesmo período de 2012, segundo dados da Fenabrave, Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores. Com mais de 7 milhões de unidades produzidas no País, sendo mais de 6 milhões de unidades comercializadas no mercado nacional e mais de 1 milhão de unidades exportadas para mais de 60 países, o Gol é produzido nas fábricas de São Bernardo do Campo (Anchieta) e Taubaté. Em julho do ano passado (2012), a Volkswagen lançou no mercado nacional o Novo Gol, com DNA de design mundial da marca: todos os traços conectados, leitura única de estilo e diversas inovações tecnológicas, além de recursos que tornou o modelo ainda mais atraente, além de novos equipamentos de série. O modelo recebeu duas novas versões lançadas em maio desse ano: o Novo Gol Track, com características off road light, e o Novo Gol Rallye, uma versão aventureira do Gol. Além do Gol, os modelos Fox e Voyage estão entre os dez modelos mais vendidos do País, ocupando respectivamente a 4ª e a 9ª posição nos primeiros seis meses do ano. O Fox já soma 67.175 unidades no período e o Voyage supera 48.900 unidades. No segmento de comerciais leves, a Volkswagen comercializou 59.785 unidades, um crescimento de 14,1% no primeiro semestre do ano. Nesse período, a indústria cresceu 8,4% nesse segmento. A Saveiro, segundo modelo mais vendido do País no segmento de comerciais leves, atrás apenas das picapes Fiat, superou 34 mil unidades no período, um crescimento de 10,7% sobre 2012. As vendas da Amarok também cresceram mais de 60% no comparativo com o ano passado, superando as 11.600 unidades no semestre. Tw eetar
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Título: VW Gol continua o carro mais vendido no primeiro semestre Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTO ESTRADA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 15/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
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atualizado e m 15 de julho de 2013
Perua veloz
O Gol, líder no mercado brasileiro há 26 anos consecutivos, continuou na preferência do consumidor brasileiro também no
Fiesta Sedan 1.6L por R$ 36.490. Entrada + 24x com taxa 0%. Ford. c om. br
Uno, com 96.509 unidades comercializadas--, e mantém 9,2% de participação nas vendas totais de foto de Divulgação Modelo já teve mais de sete milhões de unidades produzidas no País
automóveis no Brasil. Nos seis primeiros meses do ano, mais de 1,3 milhão de automóveis foram vendidos
no Brasil. O montante é 3,7% maior em relação ao mesmo período de 2012, segundo dados da Fenabrave, Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores. Com mais de 7 milhões de unidades produzidas no País, sendo mais de 6 milhões de unidades comercializadas no mercado nacional e mais de 1 milhão de unidades exportadas para mais de 60 países, o Gol é produzido nas fábricas de São Bernardo do Campo (Anchieta) e Taubaté. Em julho do ano passado (2012), a Volkswagen lançou no mercado nacional o Novo Gol, com DNA de design mundial da marca: todos os traços conectados, leitura única de estilo e diversas
A linha Gol ganha nova versão, o Track, que chega junto com a edição renovada do tradicional Rallye
A Ford Acabou com a Taxa
primeiro semestre de 2013. Com 121.356 unidades comercializadas no período, o Gol está 25.235 unidades à frente do segundo modelo mais vendido do mercado --o Fiat
Fiesta Sedan e novo Golf
Gol Rallye e Track
que m som os | contato | ne wsle tte r
VW Gol continua o carro mais vendido no primeiro semestre
Stations são carros familiares, mas têm muito de esportivas. A Audi RS4 é tão rápida que foi pace car na 24 Horas de Le Mans
Destaques da semana: o novo lançamento da Ford e a possibilidade do Golf de sétima geração e Audi A3 serem feitos no Paraná
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inovações tecnológicas, além de recursos que tornou o modelo ainda mais atraente, além de novos equipamentos de série. O modelo recebeu duas novas versões lançadas em maio desse ano: o Novo Gol Track, com características off road light, e o Novo Gol Rallye, uma versão aventureira do Gol. Além do Gol, os modelos Fox e Voyage estão entre os dez modelos mais vendidos do País, ocupando respectivamente a 4ª e a 9ª posição nos primeiros seis meses do ano. O Fox já soma 67.175 unidades no período e o Voyage supera 48.900 unidades. No segmento de comerciais leves, a Volkswagen comercializou 59.785 unidades, um crescimento de 14,1% no primeiro semestre do ano. Nesse período, a indústria cresceu 8,4% nesse segmento. A Saveiro, segundo modelo mais vendido do País no segmento de comerciais leves, atrás apenas das picapes Fiat, superou 34 mil unidades no período, um crescimento de 10,7% sobre 2012. As vendas da Amarok também cresceram mais de 60% no comparativo com o ano passado, superando as 11.600 unidades no semestre.
Ricardo Panessa
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Título: Após calote, bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 13/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
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/Economia Após calote, bancos limitam crédito para comprar automóvel
Com melhora na renda e mais exigências dos bancos, dependência do financiamento na compra de veículos ficou menor 13 de julho de 2013 | 18h 39
O Estado de S.Paulo
Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. Fábio Silveira, sócio-diretor da GO Associados, ressalta que o mercado de veículos
continua dependendo fortemente do crédito, embora essa modalidade tenha perdido importância relativa. "O financiamento ainda é majoritário na compra." Para Silveira, depender menos do banco reduz a exposição do consumidor ao risco de crédito, caso ocorra no futuro uma piora das condições do mercado, como por exemplo no nível de emprego. Inadimplência. De 2008 a 2010, os bancos facilitavam o financiamento, com ofertas de juro zero, longos prazos para pagamento e facilidade na aprovação do cadastro. O resultado do crédito fácil começou a aparecer no ano passado, quando o fôlego do consumidor diminuiu e a inadimplência (atrasos acima de 90 dias) bateu em 7,2% da carteira total em maio, junho e julho. Desde então, vem caindo e está em 6,3% desde março, segundo o Banco Central. Os juros anuais também diminuíram, saindo de 22,6% em maio de 2012 para pessoas físicas para 19,7% em igual mês deste ano. Na opinião do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, as recentes altas na taxa Selic, que está em 8,5% ao ano, "por enquanto não devem ter grande impacto nas prestações dos automóveis, que são diluídas na conta mensal". A Anfavea projeta para o ano venda recorde de mais de 3,9 milhões de veículos, uma alta de 3,5% a 4,5% em relação a 2012. Desse total, cerca de 95% devem ser automóveis e comerciais leves. Caminhões e ônibus normalmente são financiados pelo Finame, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). / C.S.
Título: Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VAREJISTA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 15/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
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Segunda-feira, 15 de Julho de 2013
Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem O desaquecimento da economia provocou um aumento dos estoques do comércio e da indústria nos últimos meses. O levantamento de junho da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que 20,4% das empresas do setor estão com estoque acima do adequado. "Embora o varejo esteja em crescimento, o ritmo é muito inferior ao do ano passado", afirmou Fabio Bentes, economista da CNC. Nos 12 meses encerrados em maio, o comércio cresceu 4,5%, nível mais baixo desde 2009. Ele ressalta, porém, que durante o primeiro semestre houve um processo de ajuste no estoque para comportar a menor expansão. No início do ano, a entidade previa um crescimento de 6% para o comércio neste ano, mas já rebaixou a previsão para 4,5%. "Todas as redes de vestuário sinalizam promoções e liquidações antes do tempo correto. E os bens duráveis e semiduráveis estão atrasando os pedidos para a indústria", disse Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Indústria. A Sondagem Industrial - realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) - também indicou que boa parte do setor está com estoque em alta. Numa escala de 0 a 100, com a linha divisória em 50, o estoque está elevado nas grandes empresas (53,8) e nas médias (50,7). O estoque também está alto nas pequenas empresas (47,3). "A folga nas pequenas está menor do que o normal", afirmou Marcelo Azevedo, economista da CNI. O aumento dos estoques na indústria ocorreu por causa da falta de demanda e pela competição acirrada. "A baixa demanda é um indicativo que vem com a desaceleração da economia", afirmou Azevedo. O estoque no setor automobilístico, carro-chefe da indústria brasileira, está em 39 dias - em janeiro, era de 29 dias. Para o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, um dos motivos que provocam o aumento do estoque é o "crescente número de modelos e versões disponíveis no País". "Hoje são 62 empresas que comercializaram em junho 2.077 versões de veículos no Brasil. Consequentemente, as concessionárias têm um aumento natural do nível de estoque", afirmou Moan. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, diz que o estoque ideal é entre 20 e 30 dias. "O desempenho da economia é o fator primordial. Mas o cenário conturbado do Pais (com as manifestações) também desorganiza o processo produtivo e de varejo", afirmou Meneghetti. Fonte: O Estado de São Paulo
Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GAZETA DO POVO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 15/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada 14/07/2013 | 10:14 | AGÊNCIA ESTADO
Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Título: Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PAC PME Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 15/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
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Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem Com demanda retraída, comércio faz promoções e atrasa pedidos à indústria, que também vê estoque crescer Estadão - 14/7/2013 O desaquecimento da economia provocou um aumento dos estoques do comércio e da indústria nos últimos meses. O levantamento de junho da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que 20,4% das empresas do setor estão com estoque acima do adequado. "Embora o varejo esteja em crescimento, o ritmo é muito inferior ao do ano passado", afirmou Fabio Bentes, economista da CNC. Nos 12 meses encerrados em maio, o comércio cresceu 4,5%, nível mais baixo desde 2009. Ele ressalta, porém, que
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durante o primeiro semestre houve um processo de ajuste no estoque para comportar a menor expansão. No início do ano, a entidade previa um crescimento de 6% para o comércio neste ano, mas já rebaixou a previsão para 4,5%. "Todas as redes de vestuário sinalizam promoções e liquidações antes do tempo correto. E os bens duráveis e semiduráveis estão atrasando os pedidos para a indústria", disse Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Indústria. A Sondagem Industrial - realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) - também indicou que boa parte do setor está com estoque em alta. Numa escala de 0 a 100, com a linha divisória em 50, o estoque está elevado nas grandes empresas (53,8) e nas médias (50,7). O estoque também está alto nas pequenas empresas (47,3). "A folga nas pequenas está menor do que o normal", afirmou Marcelo Azevedo, economista da CNI. O aumento dos estoques na indústria ocorreu por causa da falta de demanda e pela competição acirrada. "A baixa demanda é um indicativo que vem com a desaceleração da economia", afirmou Azevedo. O estoque no setor automobilístico, carro-chefe da indústria brasileira, está em 39 dias - em janeiro, era de 29 dias. Para o
Cam ila Farani Startups e em preendedorism o 6 palavras que ajudam a vender sua ideia a um investidor Marcelo Cherto Com petitividade em rede Franqueadores falam sobre os desafios que o setor enfrenta hoje Renato Chaves Governança corporativa Dicas infalíveis para ganhar dinheiro na bolsa de valores ver todos »
presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, um dos motivos que
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provocam o aumento do estoque é o "crescente número de modelos e versões disponíveis no País". "Hoje são 62 empresas que comercializaram em junho 2.077 versões de veículos no Brasil. Consequentemente, as concessionárias têm um aumento natural do nível de estoque", afirmou Moan. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, diz que o estoque ideal é entre 20 e 30 dias. "O desempenho da economia é o fator primordial. Mas o cenário conturbado do Pais (com as
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manifestações) também desorganiza o processo produtivo e de varejo", afirmou Meneghetti. Fonte:
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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CAPIXABÃO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 15/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 16/07/2013
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especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra (Foto: Reprodução)
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de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo
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