Título: Vendas de novos recuam 6% em maio Autor: Coluna: JORNAL DO CARRO Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 05/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 8D Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: O Leão desce a ladeira Autor: Marcellus leitão Coluna: AUTOMANIA Nome do Veículo: BRASIL ECONÔMICO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 05/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 15 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Quarta-feira, 5 de junho, 2013 Brasil Econômico 15
AUTOMANIA MARCELLUS LEITÃO marcellus.leitao@brasileconomico.com.br
Hippertt
Peso/potência de espaçonave Cada quilo do novo Koennigsegg é levado por um cavalo vapor. O sueco One:1 teve esboços divulgados pela Internet e usará a fibra de carbono inclusive nas rodas. Isto para manter o peso de 1.400 quilos, deslocados por 1.400 cv, relação de motos esportivas de ponta. A máxima ficará em 440 km/h e o tempo de 0 a 100 km/h em pouco mais de 2 s.
O LEÃO DESCE A LADEIRA
A
coisa está feia para os lados do leão. A Peugeot, que emplacou vibrantes 100% do mercado com o primeiro automóvel a circular no Brasil, o Type 3 comprado por Santos Dumont (foto), assiste ao declínio de suas atuais posições, a exemplo do que acontece na França que, em crise, assinalou queda de 17% nas vendas da marca, em 2012 . Aqui no Brasil varonil, de vendas em bom nível,—não como sempre, é claro— o leão desce a ladeira, sem freios, desde 2010 (Fenabrave), quando já vendia o seu compacto 207, uma sucessão do feliz 206 e estava em nono lugar no ranking, com 90.331 emplacamentos de autos e comerciais leves. A participação era de 2,71%. Em 2011, a marca chegou às 85.820 garagens e caiu para 2,51%, com o 10º lugar no ranking. Em 2012, em 15º lugar, fez 72.050 proprietários e deixou o plural. Caiu abaixo dos dois por cento, com 1,98% de 'share'. Em 2013, até agora, o cenário não é animador, uma vez que marca tem a participação média de 1,54%, está em 12º lugar e emplacou só 17.034 carros e comerciais leves. Com este cenário, as fichas estão colocadas todas no 208, modelinho que sucede o 207 e oferece alguns mimos mais.
Lançado em abril, emplacou 4.490 carros em dois meses. O número não chega a ser espetacular, mas é melhor do que o desempenho dos demais modelos entre janeiro e maio. A picape Hoggar é o exemplo dramático: vendeu 322 unidades, menos do que a Courier, com 2.963, carro que a Ford decidiu descontinuar. A líder do segmento, Fiat Strada, chegou aos 50.252 no período. O 207 Passion, desatualizado, está em sexto lugar no segmento. O hatch médio 308, novo e pleno de soluções e de design está em quinto entre os médios e perde para o Punto, Focus, Cruze e o Golf, este quase descontinuado. Entre os sedãs médios, o 408 está em 11º lugar, atrás até dos 'jóias raras' Linea, quase retirado de produção e do invisível sedã Lancer, da Mitsubishi. O 3008, SUV com excelente motor BMW mas sem tração AWD, em 27º lugar. O grandão 508 amarga o pior posto: é o 16º entre os 21 modelos do segmento. Vendeu 73 unidades entre janeiro e maio, oito unidades a mais que outro mico, o Chrysler 300 C. Existem ainda o esportivo RCZ, residual e o multiuso Partner, 6º lugar, depois dos chineses Chana e Hafei.
X5 em novo design mantém a classe O perfil conservador se mantém no primeiro SUV da BMW. O remodelado X5 ganha,entretanto, mimos tecnológicos na cabine e nos conjuntos de LEDs nos farois. Com várias opções de motores, a mais forte delas com 450 cv e câmbio de oito marchas, continua a oferecer sete lugares e ainda não tem data para estrear no Brasil.
PONTO-A-PONTO ■ A BetterPlace faliu, e com ela os sonhos de baterias escamoteáveis para os elétricos da Renault, em Israel e na Dinamarca. O negócio não cresceu e a proposta foi para o buraco. Criada em 2007 , tentou padronizar baterias de elétricos, de várias marcas, sem sucesso. A Renault promete contornar e vai manter seu programa de elétricos. ■ Insistente nasapariçõessem disfarcesnoBrasil,oGolf VIImostra queestáempré lançamento. As ‘corridaspiloto’, nomedesta avaliaçãofinal nos ajustes demotor esuspensãodeummodelo, indicam queseulançamentoestápróximo, paraoiníciodosegundo semestre.
PorenquantoaVWirátrazê-loda Alemanha,mas éforte a possibilidade devoltaraproduzir ogeraçãoVIIemSãoJosédos Pinhais, noParaná,na mesma linhadonovoAudiA3.
■ Depois da China, quem diria, o New Bentley Flying Spur é apresentado na Inglaterra. O carrão, resumo do luxo, é completo em tecnologia e interatividade. Sob o capô, um motor 6.0 litros W12 com 616 cv.
■ E por falar nele, a versão Audi A3 Sportback, maior e 90 quilos mais leve do que a anterior, já é oferecida no Brasil por R$ 1’15 mil para entrega este mês. O elegante modelito usa motor 1.4 TFSI, de 122 cv e pesa 1300 kg. Em destaque a nova central eletrônica multimídia com elevada capacidade de processamento de gráficos, com unidade de comando no console central.
500 Longhi para os norte-americanos O Fiat500L,quejáchegoua34mil donosdesdequefoilançado,nofimde 2012,começouaservendidoemmaio naAméricadoNorte.Deacordocom comunicadodivulgadopela Fiat/Chrysler,cercade3milunidadesdo monovolumejáforamtransportadas pornavioatéosEstadosUnidoseo Canadá.Os500L(deLonghi)usam motorturbo1.4MultiAir,de160cve duasopçõesdetransmissão. Coluna publicada às quartas-feiras
Título: Estrangeiros agora cobiçam mercado de lojas de carro Autor: Coluna: MERCADO Nome do Veículo: FOLHA DE S.PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 05/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B4 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Qual comprar? Autor: Coluna: CAPA - ESPECIAL COMPRAR? Nome do Veículo: CARRO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: JUN/2013 - Nº 236 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: REVISTA Página: 1,50 A 63 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: O melhor abril da história Autor: Coluna: WHAT CAR? RANKING FENABRAVE Nome do Veículo: CARRO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: JUN/2013 - Nº 236 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: REVISTA Página: 8,80 A 82 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Indústria avança 1,8% Autor: Osni Alves Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: JORNAL DO COMMERCIO BRASIL Cidade: RIO DE JANEIRO País: BRASIL Data de Capa: 05/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: A2 Estado: RJ Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Economia
Editores // Jorge Chaves
Pedro Argemiro
A-2 • Jornal do Commercio • Quarta-feira, 5 de junho de 2013
IBGE
Indústria avança 1,8% Alta da produção em abril ante março foi puxada por veículos automotores (8,2%), máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). No acumulado do 1º quadrimestre, expansão ficou em 1,6%, revertendo a queda de 1,1% registrada nos últimos quatro meses do ano passado » OSNI ALVES
A
atividade industrial dá sinais de melhora, interrompendo o fluxo de más notícias que vem afligindo o País A produção da indústria cresceu 1,8% em abril em comparação com março. Trata-se do segundo resultado positivo consecutivo na série com as influências sazonais já descontadas. O avanço foi puxado pelo segmento de veículos automotores (8,2%), máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). Estes três setores correspondem a um terço do peso da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ganho acumulado nos dois últimos meses foi de 2,7%. Na série sem ajuste sazonal, comparando abril deste ano com igual mês de 2012, a indústria cresceu 8,4%, sendo a taxa mais elevada nesse tipo de comparação desde agosto de 2010, quando o crescimento foi de 8,6%. Desta forma, no acumulado do primeiro quadrimestre de 2013,o setor industrial apresentou expansão de 1,6%, revertendo a queda de 1,1% registrada nos últimos quatro meses de m2012. A taxa acumulada em 12 meses recuou 1,1% em abril deste ano, o que confirma a redução no ritmo de queda frente as marcas registradas em janeiro (-2%), fevereiro (-1,9%) e março (-2%). “Até o presente momento, temos um saldo positivo para a indústria”, disse o gerente de Coordenação da Indústria do IBGE, André Luiz Macedo. Para ele, os incentivos governamentais – como a manutenção do Imposto sobre Produtos In-
Entre as categorias de uso, bens de capital, ao crescer 3,2%, assinalou o avanço mais acentuado em abril, quarto resultado positivo consecutivo, acumulando expansão de 15,5% no período.” André Luiz Macedo Gerente de Coordenação da Indústria do IBGE
dustrializados (IPI) para o setor automobilístico em um patamar inferior – foram essenciais para o resultado de abril. No entanto, o economista deixou claro que para voltar ao patamar de anos anteriores, quando a produção estava em alta, há ainda um “árduo caminho pela frente”. Segundo Macedo, embora a produção tenha registrado estes índices positivos, outras pesquisas demonstram que o País continua desconfiando da macroeconomia brasileira, em referência ao nível de confiança do empresário do comércio, que recuou 3,3% de acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), bem como da elevação da taxa básica de juros (Selic), que passou a 8% ao ano e dificulta o crescimento da indústria na opinião da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em contrapartida, os
índices da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que registrou aumento de 9,58% nas vendas em abril, confirmam os dados da pesquisa do IBGE, especialmente porque foi o segmento que se destacou, alavancando a produção. Por setores Macedo destacou que os resultados de abril demonstram um perfil acentuado de crescimento. Isto porque o levantamento mostrou que dos 27 ramos investigados,17 tiveram aumento na produção. Além de veículos automotores, que avançou 15,6% em março e abril; máquinas e equipamentos, que acumulou ganho de 19,3% entre janeiro e abril; e alimentos, que eliminou a perda de 4,5% verificada entre fevereiro e março, outros setores também influenciaram positivamente, como edição, impres-
são e reprodução de gravações (4,6%); perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (9%); celulose, papel e produtos de papel (1,8%); e outros produtos químicos (1%). Na contramão, das nove atividades que reduziram a produção, os desempenhos de maior importância foram registrados por bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior, que foram 1,5% e 0,6% respectivamente. “Entre as categorias de uso, bens de capital, ao crescer 3,2%, assinalou o avanço mais acentuado em abril, quarto resultado positivo consecutivo, acumulando expansão de 15,5% no período”, disse Macedo. O gerente acrescentou que os segmentos de bens de consumo duráveis (1,1%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,9%) também regis-
traram taxas positivas, com o primeiro acumulando ganho de 6,7% em dois meses consecutivos de crescimento, e o segundo eliminando parte da queda de 2,6% observada entre fevereiro e março. “O setor produtor de bens intermediários, com variação de 0,4%, mostrou o avanço mais moderado no mês, mas também apontou a segunda taxa positiva consecutiva, acumulando expansão de 0,8% nesse período”, acrescentou. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral variou 0,1% em abril, frente ao mês anterior, após apontar taxas positivas em janeiro (0,5%), fevereiro (0,1%), e março (0,3%). Entre as categorias de uso, bens de capital, ao avançar 1,9%, assinalou o único resultado positivo em abril e prosseguiu com a trajetória ascendente iniciada em dezembro de 2012. Bens intermediários (0%) repetiu o
patamar do mês anterior e manteve o comportamento de estabilidade presente desde dezembro. Bens de consumo semi e não duráveis (-0,6%) e bens de consumo duráveis (0,5%) assinalaram taxas negativas, mantendo trajetórias descendentes desde janeiro. Dados inflados Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), a indústria brasileira voltou a trilhar o caminho do crescimento. No entanto, a intensidade dessa retomada deve ser vista com ressalvas, pois está “inflada” por ainda refletir efeitos de fatores pontuais que estão “jogando para cima” os resultados da atividade industrial. O boletim da entidade destaca que a produção de bens de capital reflete, em boa medida, o crescimento espetacular de caminhões, que vem sendo registrado desde o início deste ano, em contraposição ao recuo ocorrido no início de 2012. No setor de bens duráveis, os índices refletem os incentivos fiscais à produção de veículos. Já o movimento de retomada da produção industrial ainda não é generalizado: dos 27 segmentos pesquisados, em dez a produção recuou ou ficou estagnada em abril frente março, com ajuste sazonal. Além disso, ao comparar abril deste ano com abril de 2012, os resultados se devem à baixa base de comparação e ao fato de que o quarto mês deste ano teve dois dias úteis a mais do que abril mdo ano passado. Apesar das variáveis, para o Iedi a indústria nacional retomou a trajetória de crescimento, ainda que com menos vivacidade do que alguns dos índices sugerem.
CONSTRUÇÃO
CONGRESSO
Otimismo no trimestre até maio recua 4,3%, diz FGV
MP inclui Reintegra e desoneração
» RENAN CARREIRA O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 4,3% no trimestre encerrado em maio deste ano em relação a igual período de 2012. Esse é o segundo mês seguido em que o indicador evolui favoravelmente nesta base de comparação. Em março e em abril, a variação internanual do indicador trimestral foi -7,9% e -6,6%, respectivamente. Segundo a FGV, "o resultado sinaliza aceleração gradual do nível de atividade econômica do setor ao longo do segundo trimestre de 2013". Houve avanço tanto do grau de satisfação com a situação presente da atividade como das expectativas em relação aos meses seguintes. A variação anual trimestral do Índice de Situação Atual (ISA-CST) passou de -9,1% em abril para -7,1% em maio, enquanto o Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -4,5% para -1,9%. Dos 11 segmentos pesquisados, sete apresentaram melhora, com destaque para obras viárias, cuja variação interanual do índice de confiança
www.cnc.org.br
trimestral passou de 1,2% em abril para 4,8% em maio, preparação de terreno (de -12,1% para -7,5%), edificações (-6,8% para -4,1%) e obras de arte especiais e obras de outros tipos (-5,9% para -3,5%). Segundo divulgou a FGV ontem, a melhora relativa do ISA-CST em maio foi influenciada pelo quesito evolução recente da atividade, que passou de -8,8% em abril para -6,1% em maio. Das 701 empresas consultadas, 21,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em maio - contra 25,6% no mesmo período de 2012 -, enquanto 19,3% reportaram que a atividade diminui (contra 16,3% em maio de 2012). Já a maior influência na melhora do IE-CST veio do quesito que avalia a demanda prevista para os próximos três meses. A variação interanual trimestral passou de -3,6% em abril para 0,6% em maio. A proporção de empresas prevendo aumento na demanda no trimestre findo em maio foi de 35,7%, ante 36,3% há um ano, enquanto a parcela das que esperam redução foi de 5,7%, contra 5,5% em maio de 2012.
» RENATA VERÍSSIMO DA AGÊNCIA ESTADO
O governo tentará incluir na Medida Provisória 615, em tramitação no Congresso Nacional, a criação do Reintegra (programa que devolve ao exportador 3% do faturamento com vendas de manufaturados) e a desoneração da folha de salários para os setores do varejo e construção civil. O relator da MP, senador Eduardo Amorim (PSC-SE), deverá apresentar emenda com estas mudanças. Esta foi a solução encontrada para evitar que as medidas percam eficácia depois que a Medida Provisória
601 caducou anteontem com a decisão do Senado Federal de não votar a MP a tempo. O governo tentará agora correr contra o tempo e irá pressionar a sua base no Congresso para aprovar a MP 615 antes do recesso parlamentar de julho. Fontes dizem que o governo também quer que a emenda do relator para o Reintegra seja retroativa a 4 de julho, para que as empresas não percam o direito de receberem este crédito. No caso da desoneração da folha, a situação é mais complicada. A avaliação é que os dois setores voltarão ao sistema antigo de pagamento da contribui-
ção patronal ao INSS e terão que esperar o período de noventena após a sanção da MP 615 pela presidente Dilma Rousseff para voltarem a ter a folha de salários desonerada. Varejo e construção civil estavam desonerados desde 1º de abril. As empresas já estavam com o novo sistema de contribuição operando. A MP 615 foi publicada no final de maio e trata do pagamento de subvenção econômica a produtores de cana-de-açúcar do Nordeste. A medida também regulamenta o pagamento por meio de dispositivos móveis. O Reintegra é considerado tão importante para o setor indus-
trial que há pressão grande para que o programa se torne permanente. Por isso, segundo fontes, há apreensão dos dirigentes do setor com a demora do governo em dar uma solução para o perda de validade do programa, principalmente este ano em que as exportações brasileiras perdem fôlego com o acirramento da competição internacional e redução da demanda global. No anúncio da MP 601, que prorrogou o programa até dezembro deste ano, o ministro Mantega previu impacto fiscal de R$ 2,228 bilhões, superior ao incentivo dado em 2012, que ficou de R$ 1,4 bilhão a R$ 1,5 bilhão.
GUERRA FISCAL
Reforma do ICMS volta a debate » LU AIKO OTTA DA AGÊNCIA ESTADO
Dada como morta em maio, a reforma do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) voltou a ser discutida entre o governo federal e os estados, com resultados "surpreendentes", segundo participantes da reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), ocorrida ontem. A condução dos trabalhos pelo secretário executivo interino do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira, foi elogiada.
"Foi uma discussão cautelosa, avançando a pequenos passos", disse o secretário de Fazenda de São Paulo, Andrea Calabi. Não por acaso, a reunião durou seis horas. "Estou surpreso, avançou mais do que eu esperava", comentou o secretário de Fazenda do Rio de Janeiro, Renato Villela. Embora o diálogo tenha evoluído, os secretários não chegaram ao ponto de amarrar uma proposta. Houve uma forte divergência em relação à tributação dos produtos da Zona Franca de Manaus e do gás. Uma nova rodada de ne-
gociações foi marcada para a próxima terça-feira. De toda a complexa agenda de negociações entre União e Estados, o que mais avançou foram as regras para legalização (convalidação) dos incentivos fiscais estaduais, concedidos contrariamente à lei, na chamada guerra fiscal. Houve praticamente um consenso que, legalizados, eles ainda permanecerão vigentes por 15 anos. “Está praticamente certo", comemorou o coordenador do Confaz e secretário de Fazenda do Maranhão, Cláudio
Trinchão. O problema é que, pelo menos do ponto de vista de São Paulo, essa discussão está atrelada a outra mudança: a redução das alíquotas interestaduais do ICMS. E, nisso, as posições parecem inconciliáveis. O texto aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado no mês passado prevê três alíquotas: 4%, 7% e 12%, esta última para a Zona Franca de Manaus (ZFM) e outras zonas de processamento de exportação. Também ficaria em 12% a alíquota do gás natural.
Título: Venda de veículos tem retração Autor: Coluna: CAPITAL Nome do Veículo: TODO DIA Cidade: AMERICANA País: BRASIL Data de Capa: 20/05/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 4 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Ranking - Os mais vendidos de abril Autor: Coluna: MERCADO Nome do Veículo: QUATRO RODAS Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: JUN/2013 - Nº 644 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: REVISTA Página: 130 E 131 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Picape flex e diesel na ponta do lápis Autor: Renyere Tovão Coluna: AUTOMÓVEIS Nome do Veículo: GAZETA DO POVO Cidade: CURITIBA País: BRASIL Data de Capa: 02/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 03 Estado: PR Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Os caminhões mais licenciados Autor: Coluna: MERCADO Nome do Veículo: O CARRETEIRO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: MAI/2013 - Nº 463 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: REVISTA Página: 28 A 30 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Mudança profunda para ganhar fôlego Autor: Coluna: AUTOMÓVEIS Nome do Veículo: BOM DIA (ABCD) Cidade: SÃO BERNARDO DO CAMPO País: BRASIL Data de Capa: 25/05/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 4 E 5 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Veja os 10 carros mais vendidos em maio de 2013. Fiesta e HB20 sobem Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: 180 GRAUS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Av. Leônidas Melo, Nº 612, Piçarra - Teresina-PI 64015-120 Fones (86) 9988-4905/8132-9373 | | Email: redacao@180graus.com Alisson Paixão
Fábio Carvalho
Kelson Marinho
Editor Chefe
Editor-Assistente
Assistente Redação
(89)9984-2767
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Mercado bem competitivo - 04/06/2013 às 10h20
Veja os 10 carros mais vendidos em maio de 2013. Fiesta e HB20 sobem Entre as motos, a Honda CG 150, com 31.432 emplacamentos, segue na liderança O Volkswagen Gol segue na liderança de vendas do ranking nacional, com 19.955 emplacamentos em maio, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Fiat Uno (18.352) e Fiat Palio (15.474) mantiveram a segunda e terceira posições. O Hyundai HB20, lançado em outubro passado, caiu da 4ª para a 9ª posição no mês, mas é o 4º colocado no acumulado anual. Destaque para o Ford Fiesta (somadas as vendas do New Fiesta e do Rocam), que assumiu a posição que era do HB20 no último mês. Entre as motos, a Honda CG 150, com 31.432 emplacamentos, segue na liderança. Veja o top 10 abaixo. LISTA DOS MAIS VENDIDOS NO PIAUÍ Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no Piauí o Gol também lidera as vendas. Até o momento, no ano de 2013, já foram vendidos 1.324 unidades do VW Gol. Em segundo ligar aparece o Fiat Siena com 1.040 unidades e em terceiro está o Fiat Palio com 985 unidades. Fonte: Com informações do G1 Publicado Por: Fábio Carvalho
Título: Venda de veículos cai 5,25% em maio, diz Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MIDIA NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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C uiabá, Quarta-Feira, 5 de Junho de 2013
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NEGÓCIOS / VENDAS EM BAIXA 04.06.2013 | 08h00 - Atualizado em 03.06.2013 | 19h14
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Venda de veículos cai 5,25% em maio, diz Fenabrave
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Foram emplacados 316,2 mil carros, caminhões e ônibus.
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DO AUTO ESPORTE
As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,25% em maio, na comparação com abril, quando houve recorde para o mês, informa a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Porém, em relação ao mesmo período do ano passado, houve alta de 10% nos emplacamentos. Foi no fim de maio de 2012 que, frente aos altos estoques de carros em pátios e lojas, o governo federal passou a dar desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que, com mudanças gradativas, está em vigência até agora, tendo como prazo final dezembro próximo. A federação lembra que maio teve 21 dias úteis, um a menos do que abril. Foram vendidos 316.225 veículos contra 333.730 no mês passado e 287.447 há 1 ano. Entre janeiro e maio de 2013, foram comercializadas 1.480.366 unidades contra 1.363.53 no mesmo período do ano passado, uma alta de 8,57%.
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Título: Emplacamentos caem em maio, mas mantém crescimento no acumulado do ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MAXPRESS NET Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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busca avançada Pautas | MCE | 04/06/2013 09:16:10 | 56 Acessos
Emplacamentos caem em maio, mas mantém crescimento no acumulado do ano
Os emplacamentos do setor automotivo (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros como carretinhas), apresentou crescimento de 1,12% na comparação do acumulado de janeiro a maio de 2013 com o mesmo período de 2012, saltando de 2.170.572 unidades para 2.146.535, segundo dados divulgados pela Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa cerca de 7 mil Concessionários de Veículos no Brasil. Já na comparação entre os meses de maio e abril, o setor retraiu 6,03%. Foram emplacados 460.194 em maio, contra 489.704 em abril/13. Com 21 dias úteis e dois feriados, o mês de maio também apresentou queda de 5,07% para os segmentos de automóveis e comerciais leves. Foram emplacadas 300.614 no mês passado, contra 316.685 em abril. A média de vendas diárias, em maio, foi menor que a registrada em abril. Foram 11.049 mil unidades vendidas diariamente, em média, no quinto mês do ano, contra 11.173 mil em abril. Já no acumulado, os segmentos apresentaram crescimento de 8,77%. Foram emplacadas 1.404.925 unidades nos cinco primeiros meses do ano, contra 1.291.677 no mesmo período de 2012. “O mercado está estável, e essa queda nos emplacamentos no mês de maio pode ser atribuída ao menor número de dias úteis em relação a abril. Isso sem contar que tivemos dois feriados no mês, o que também influencia, negativamente, os dias de venda nas pontes dos feriados”, explicou o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. A entidade não reavaliou as projeções para o ano, o que deve ser feito apenas no início de julho, quando divulgará os resultados do primeiro semestre. "Brasil não vai passar vergonha na Copa", gar...
Confira, abaixo, o desempenho de cada segmento: Automóveis e Comerciais Leves: O volume de vendas de automóveis e comerciais leves caiu 5,07 % em maio. Foram emplacadas 300.614 unidades neste mês, contra 316.685 em abril. Na comparação com maio/2012 (274.334 unidades), os segmentos registraram 9,58% de crescimento. No acumulado do ano, também houve aumento de 8,77%. Foram comercializadas, nos primeiros cinco meses do ano, 1.404.925 unidades, contra 1.291.677 no mesmo período de 2012.
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Caminhões: Os emplacamentos de caminhões apresentou queda de 9,52% na comparação com abril. Foram licenciadas 12.714 unidades em maio, contra 14.052 caminhões no mês anterior. Na comparação com maio de 2012, quando foram negociadas 10.792 unidades, o setor registrou crescimento de 17,81%. No acumulado do ano, o crescimento foi de 4,12% contra igual período de 2012.
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O segmento de ônibus apresentou queda de 3,21% no mês de maio. Foram emplacadas 2.897 unidades, contra 2.993 em abril. Na comparação com o mesmo período de 2012 (2.321 unidades), o segmento cresceu 24,82%. Já no acumulado, o segmento de ônibus registrou alta de 8,97% entre 2013 e 2012.
Cam inhão 100% am plia ação para Rodovia Caste... 04-06-2013 | Verso Com... | 18 acessos
Somados, os segmentos de caminhões e ônibus retraíram 8,41%, no comparativo entre abril e maio. Já na comparação com maio de 2012, registraram crescimento de 19,05%. No acumulado, houve alta de 4,99% para os dois setores.
Alerta de Recall: BMW 320i/A, 325i/A, 325Ci/A... 04-06-2013 | Ministéri... | 15 acessos
Motos: O segmento de duas rodas apresentou retração de 7,59% em maio, no comparativo com mês anterior. Foram emplacadas 130.179 unidades, contra 140.875 motos em abril. Em relação a maio de 2012 (149.884), este setor também teve queda 13,15% e, no acumulado, a retração chegou a 14%. Implementos Rodoviários: Foram vendidas 5.300 unidades em maio, contra 6.240 em abril, numa queda de 15,06%. Em relação a maio do ano passado (4.720 unidades), o segmento cresceu 12,29% em unidades emplacadas, chegando a um aumento de 23,48% no acumulado de 2013 contra igual período de 2012. Outros Veículos – As vendas de outros veículos, como carretinhas para transporte de motos, etc, também apresentaram redução em maio. Foram comercializadas 8.490 unidades em maio contra 8.859 em abril. Nos primeiros cinco meses deste ano, o segmento somou 40.908 unidades, contra 37.205 no mesmo período de 2012, numa evolução de 9,95%. Mais informações: MCE- Mazzuchini Comunicação e Eventos S/C Ltda. Contatos: Rita Mazzuchini (Mtb 22128), ou Daniela Figueira E-mails: rita@mcepress.com.br; daniela.eventos@fenabrave.org.br Tel: (11) 5582-0049 ou 2577-6533
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Título: GM passa Volks e fica com 2º lugar em vendas no mês passado Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EXAME Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Brasil 04/06/2013 10:11
GM passa Volks e fica com 2º lugar em vendas no mês passado Vendas da montadora somaram 53.815 unidades no mês passado, entre automóveis e comerciais leves, no país
São Paulo - Acostumada a quase sempre ficar com a terceira posição no ranking das montadoras que mais vendem carro no Brasil, a General Motors conseguiu ultrapassar a Volkswagen e subir uma Daniela Barbosa, de posição no pódio, em maio. Segundo dados da Fenabrave, a montadora americana vendeu 53.815 unidades, entre automóveis e comerciais leves, e com isso, conquistou 17,9% do mercado e o segundo lugar no ranking. A Volks somou vendas de 53.440 unidades e 17,7% de market share, o que garantiu o terceiro lugar entre as maiores montadoras daqui. Embora tenha caído uma posição, o Gol continua como o modelo mais vendido no país. Somente em maio, 19.955 unidades foram comercializadas no mercado brasileiro. O Onix figura como o modelo mais vendido pela GM e ocupa o 8º lugar entre os carros mais vendidos. No período, 10.184 unidades foram emplacadas no Brasil. No segmento de comerciais leves, a picape S10 é veículo mais vendido pela montadora. As vendas gerais de automóveis no Brasil cresceram 9,5% no em maio, totalizando mais de 300.000 emplacamentos no período. A Fiat segue como a maior montadora em vendas, com 67.846 unidades e participação de mercado de 22,5%. Já a Ford garantiu mais uma vez a quarta posição entre as companhias que mais vendem carro no Brasil. Veja, a seguir, as cinco maiores montadoras em vendas, no Brasil, segundo a Fenabrave: Montadoras VendasParticipação de mercado Fiat 67.846 22,50% GM 53.815 17,90% Volkswagen53.440 17,70% Ford 27.541 9,10% Hyundai 19.091 6,30%
Título: Venda acumulada de carros bate recorde em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ACIS SAPUCAIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Venda acumulada de carros bate recorde em maio 4/06/2013 9:50 De A ssesso ri a de Im pren sa A C IS
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Foram emplacados em maio 300.614 automóveis e comerciais leves, superando em 136 carros o recorde anterior para o mês, registrado em 2011. No acumulado do ano, as vendas do segmento somam 1,4 milhão de unidades, crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que representa cerca de 7 mil concessionários no Brasil. A média de venda diária, em maio, porém, foi ligeiramente menor que a registrada em abril – 11.049 ante 11.173, respectivamente. Leia mais…
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Título: Diário matinal Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MONITOR MERCANTIL ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Diário matinal 04/06/2013 - 10:32:16 Share Share Share Share M ore 0 Confiança da construção em maio sugere ligeira recuperação do setor no segundo trimestre
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Setor de ferramentas espera recuperação em 2013 EMPRESAS 04/06/2013 - 20:53:08
O setor de construção deve apresentar alguma melhora no segundo trimestre, puxado por obras viárias e edificações, segundo apontam os dados de sondagem divulgada há pouco pela FGV. O Índice de Confiança da Construção recuou 4,3% no trimestre findo em maio, na comparação com o mesmo período de 2012. Com isso, manteve a tendência de recuperação registrada em abril, quando havia recuado 6,6%, nessa mesma métrica, seguindo queda de 7,9% em março. Os componentes de expectativa e de satisfação com a situação presente apontaram melhora em relação ao mês anterior. Entre os segmentos pesquisados, sete dos doze apresentaram desempenho favorável, em especial as obras viárias, preparação de terreno e edificações. O resultado da sondagem da FGV, portanto, reforça nosso cenário de recuperação gradual das obras de infra-estrutura e construção civil no país. Essas, por sua vez, devem ganhar força na passagem deste ano para ano que vem com os programas de concessão do governo federal, mas com impactos mais expressivos sobre a economia esperados para 2014. . ATIVIDADE Fenabrave: impacto da queda dos emplacamentos de automóveis em maio deve ser negativo para o comércio varejista no período O resultado das vendas de automóveis e veículos pesados em maio sugere desempenho menos favorável do consumo ao mesmo tempo em que os investimentos deverão persistir em patamar elevado no segundo trimestre. Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves recuaram 3,9% entre abril e maio, já descontados os efeitos sazonais, segundo informações divulgadas ontem pela Fenabrave. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento dessas categorias chegou a 9,6%. Já as vendas de caminhões avançaram 1,3% no período, na série já ajustada sazonalmente, devolvendo parte da retração observada em abril. Na comparação com maio de 2012, essa categoria mostrou crescimento de 17,8%. Com isso, acreditamos que a contribuição do segmento automotivo para as vendas no varejo em maio será negativa, enquanto o investimento ainda deve ser forte, favorecido pelo mercado de caminhões. Entretanto, daqui para frente, principalmente no segundo semestre, esperamos alguma moderação desses dados, levando em conta as mudanças das condições de financiamento para a compra de caminhões (com elevação da taxa do PSI) e a estabilização do comércio de automóveis em um nível mais fraco, quando comparado ao observado no final do ano passado e início deste ano. . SETOR EXTERNO MDIC: balança comercial mostrou recuperação em maio, mesmo considerando a normalização das operações da Petrobras A balança comercial registrou superávit de US$ 760 milhões em maio, conforme divulgado ontem pelo M inistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (M DIC), revertendo o resultado negativo de abril. As exportações somaram US$ 21,824 bilhões, com média diária de US$1,04 bilhão, uma retração de 1,5% em relação a maio de 2012. Esse resultado foi influenciado, principalmente, pela queda de 13,5% nas vendas de produtos semimanufaturados. Produtos manufaturados também apresentaram pequena redução de 0,9%, enquanto básicos subiram 1,7%. O destaque, contudo, ficou com as exportações excluindo petróleo, com o aumento dos embarques de minério de ferro, açúcar e soja. Já as importações totalizaram US$ 21,064 bilhões, com média diária de US$ 1,003 bilhão, números recordes para maio. A principal influência partiu da importação de combustíveis, que aumentou 22%. Segundo o M DIC isso se deu em função da regularização dos registros atrasados de operações da Petrobras, ocorridas em 2012. Segundo o M inistério, essas operações estão agora normalizadas, com o restante de US$ 1,1 bilhão registrado em maio. No acumulado de 2013, o saldo da balança está negativo em US$ 5,392 bilhões, com exportações de US$ 93,291 bilhões e importações de US$ 98,683 bilhões. Para o restante do ano, mantemos nossa projeção de saldo de US$ 9,1 bilhões, pautada principalmente pelo impacto da recente depreciação da taxa de câmbio. . INTERNACIONAL Desempenho mais fraco da atividade industrial norte-americana em maio puxou resultado do PMI global no período Apesar da melhora exibida pela indústria de transformação na Área do Euro em maio, a desaceleração observada nos EUA levou o índice PM I global abaixo da marca de 50 pontos, sugerindo retração da atividade industrial mundial. O índice PM I Global, calculado pelo Depec-Bradesco, recuou de 50,0 para 49,8 pontos entre abril e maio. O indicador consolidado dos países desenvolvidos ficou estável em 49,2 pontos, por conta da melhora de Europa não compensada pela queda dos EUA. Já o PM I dos países emergentes desacelerou, passando de 50,8 para 50,4 pontos no período. Para tanto, contribuíram as retrações de Brasil, Índia, Rússia, Indonésia e Taiwan, que, no entanto, não foram compensadas pela ligeira melhora da China. De modo geral, o resultado do PM I global fortalece o quadro de perda de dinamismo da economia mundial neste segundo trimestre. . Área do Euro: inflação ao produtor continuou refletindo descompressão de energia em abril O índice de preços ao produtor da Área do Euro, que exclui construção civil, registrou queda de 0,2% em abril na comparação com o mesmo período do ano passado, surpreendendo as expectativas que apontavam para alta de 0,2% e mostrando desaceleração ante elevação de 0,6% verificada em março. Esse comportamento mais favorável da inflação reforça a expectativa de que o Banco Central Europeu (BCE) poderá adotar novas medidas de política monetária. Vale mencionar a importante contribuição do arrefecimento de energia, que caiu 2% em relação a abril do ano passado e 1,6% ante março. Por fim, corroborando a descompressão em curso da inflação no atacado, destacamos a Alemanha, cuja inflação ao produtor desacelerou para 0,1% em abril, vinda de uma alta de 0,4% em
Sky se recusa a transmitir canais abertos de gera-doras locais EMPRESAS 04/06/2013 - 20:50:44
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março. . Tendências de mercado As bolsas asiáticas enceraram o pregão desta terça-feira em direções divergentes. Na China, as perspectivas de baixo crescimento ainda pesam sobre o mercado acionário, ao passo que no Japão e na Austrália as expectativas de maior flexibilização da política monetária impulsionaram os mercados locais. Os dados mais fracos que o esperado para a economia dos EUA e o anúncio do presidente do Fed de Atlanta de comprometimento com a política de compra de títulos nos próximos meses se traduziram em alta das cotações nas bolsas européias e norte-americanas ontem, com impactos positivos ainda nesta manhã, na ausência de divulgação de indicadores mais relevantes. O dólar mantém a trajetória do último mês e se fortalece diante das demais moedas, com exceção do euro, que valoriza frente à moeda norte-americana. Entre as commodities, as cotações de petróleo e das agrícolas operam em queda, refletindo os dados mais fracos de atividade mundial e as boas perspectivas de safra no hemisfério norte. As metálicas, por sua vez, operam em alta, após a queda da última semana. A bolsa brasileira deve ter alta seguindo o movimento externo, enquanto as curvas de juros futuros devem refletir o resultado da produção industrial de abril, que será divulgado às 9h. Octavio de Barros Diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos - Bradesco Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos
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Título: Carros-Vendas: Setor segue em alta Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O VALE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Últim as June 4, 2013 - 10:21
Carros-Vendas: Setor segue em alta Por Felipe Nóbrega SÃO PAULO, SP, 4 de junho (Folhapress) - Foram emplacados em maio 300.614 automóveis e comerciais leves, superando em 136 carros o recorde anterior para o mês, registrado em 2011. No acumulado do ano, as vendas do segmento somam 1,4 milhão de unidades, crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que representa cerca de 7 mil concessionários no Brasil. A média de venda diária, em maio, porém, foi ligeiramente menor que a registrada em abril --11.049 ante 11.173, respectivamente. Para o presidente da entidade, Flávio Meneghetti, esse fenômeno deve-se aos dois feriados prolongados que marcaram o último mês. "Mas o mercado está estável", declarou em nota. Apesar do cenário, a Fenabrave não reavaliou as projeções para o ano, o que deve ser feito apenas no início de julho, quando divulgará os resultados do primeiro semestre. Em março, o setor estimava um crescimento "tímido", de 3,5%. A pressão funcionou e o governo decidiu prorrogar o desconto atual da alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até o final do ano. Assim, esse tributo para os veículos 1.0, por exemplo, que iria subir de 2% para 3,5%, se manteve inalterado. A alíquota original dessa categoria é de 7%. O único segmento de automóveis que registrou retração no acumulado do ano (-54%) é o dos modelos equipados com motor acima de 2.0, que ficaram de fora dos benefícios fiscais concedidos pelo governo, por serem considerados elitizados. Apenas 4.146 unidades desses carros foram emplacadas nos cinco primeiros meses de 2013, menos da metade do volume registrado no ano passado (9.018 unidades).
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Título: Venda acumulada de carros bate recorde em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE S.PAULO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/2013 - 11h06
Venda acumulada de carros bate recorde em maio FELIPE NÓBREGA DE SÃO PAULO Foram emplacados em maio 300.614 automóveis e comerciais leves, superando em 136 carros o recorde anterior para o mês, registrado em 2011. No acumulado do ano, as vendas do segmento somam 1,4 milhão de unidades, crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que representa cerca de 7 mil concessionários no Brasil. A média de venda diária, em maio, porém, foi ligeiramente menor que a registrada em abril --11.049 ante 11.173, respectivamente. Almeida Rocha/Folhapress
Para o presidente da entidade, Flávio Meneghetti, esse fenômeno deve-se aos dois feriados prolongados que marcaram o último mês. "Mas o mercado está estável", declarou em nota. Apesar do cenário, a Fenabrave não reavaliou as projeções para o ano, o que deve ser feito apenas no início de julho, quando divulgará os resultados do primeiro semestre. Em março, o setor estimava um crescimento "tímido", de 3,5%. A pressão funcionou e o governo decidiu prorrogar o desconto atual da alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até o final do ano. Assim, esse tributo para os veículos 1.0, por exemplo, que iria subir de 2% para 3,5%, se manteve inalterado. A alíquota original dessa categoria é de 7%. O único segmento de automóveis que registrou retração no acumulado do ano (-54%) é o dos modelos equipados com motor acima de 2.0, que ficaram de fora dos benefícios
fiscais concedidos pelo governo, por serem considerados elitizados. Apenas 4.146 unidades desses carros foram emplacadas nos cinco primeiros meses de 2013, menos da metade do volume registrado no ano passado (9.018 unidades).
Endereço da página: http://classificados.folha.uol.com.br/veiculos/2013/06/1289427-venda-acumulada-de-carros-bate-recordeem-maio.shtml Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.
Título: Nacionalizado e mais barato, novo Fiesta foi o quarto carro mais vendido em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE S.PAULO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/2013 - 10h46
Nacionalizado e mais barato, Fiesta foi o quarto carro mais vendido em maio FELIPE NÓBREGA DE SÃO PAULO Entre os automóveis mais comercializados em maio, o destaque foi o Ford Fiesta, que fechou o mês como o quarto carro mais emplacado do país, subindo seis posições em relação a abril. Divulgação
Versão nacional do Novo Ford Fiesta
O salto, segundo concessionários ouvidos pela reportagem, deve-se à nacionalização da nova geração do modelo, que sofreu redução de preço de R$ 6,4 mil e agora parte de R$ 38.990. Outro recém-lançado que se destacou no período foi o Peugeot 208, que passou o Citroën C3 em vendas --2.610 unidades e 2.513 unidades, respectivamente. Ambos compartilham peças e são produzidos pelo mesmo grupo industrial, a PSA. Confira o topo do ranking de maio e a variação de vendas em relação ao mês anterior, segundo a Fenabrave (federação das concessionárias): 1º VW Gol - 19.955 (-7,5%) 2º Fiat Uno - 18.352 (+5,1%) 3º Fiat Palio - 15.474 (+7%) 4º Ford Fiesta - 11.395 (+37%) 5º Fiat Strada - 11.083 (-5,6%) 6º Fiat Siena - 10.748 (+3,3%) 7º VW Fox - 10.627 (-11,3%) 8º Chevrolet Onix - 10.184 (+8%) 9º Hyundai HB20 - 9.632 (-20,5%)
10º VW Voyage - 8.349 (-21,5%) MONTADORAS Apesar da queda nas vendas em maio, o hatch HB20, com 53.430 unidades emplacadas no acumulado do ano, ajudou a Hyundai a fechar o período como a quinta maior empresa do mercado automobilístico brasileiro, posto que era ocupado pela Renault, cujo carro mais vendido em 2013 é o Sandero, com 34 mil unidades acumuladas. Somando os segmentos de automóveis e comerciais leves nos cinco primeiros meses do ano, nota-se uma disputa acirrada pela ponta. No primeiro pelotão aparecem Fiat (22,5%), VW (19,1%) e Chevrolet (17,8%). Já no degrau de baixo estão Ford (8,9%), Hyundai (5,9%) e Renault (5,8%). As japonesas Toyota (4,7%), Honda (3,7%) e Nissan (2,2%) aparecem logo em seguida, enquanto a Citroën (2%) completa o ranking das dez maiores. No período foram emplacados 1,4 milhão de veículos.
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Mais vendidos 04/06/2013 Fonte:G1.com Foto:G1.com O Volkswagen Gol segue na liderança de vendas do ranking nacional, com 19.955 emplacamentos em maio, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Fiat Uno (18.352) e Fiat Palio (15.474) mantiveram a segunda e terceira posições.
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O Hyundai HB20, lançado em outubro passado, caiu da 4ª para a 9ª posição no mês, mas é o 4º colocado no acumulado anual. Destaque para o Ford Fiesta (somadas as vendas do New Fiesta e do Rocam), que assumiu a posição que era do HB20 no último mês. Entre as motos, a Honda C G 150, com 31.432 emplacamentos, segue na liderança.
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Título: Venda de carros e comerciais leves subiu 9,58% no mês passado Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Venda de carros e comerciais leves subiu 9,58% no mês passado O Estado de S. Paulo - 04/06/2013
Com caminhões e ônibus, alta foi de 10%; queda de 5,07% em relação a abril se deve ao menor número de dias úteis As vendas de veículos em maio, incluindo caminhões e ônibus, somaram 316,2 mil unidades, com alta de 10% em relação ao mesmo mês de 2012, mas queda de 5,2% em relação a abril. No ano, o setor acumula crescimento de 8,6%, para 1,48 milhão de unidades. Em 2012, o setor teve fraco desempenho em boa parte do primeiro semestre, o que levou o governo a reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no fim de maio. O benefício está mantido parcialmente até o fim deste ano. Somente em automóveis e comerciais leves foram vendidas no mês passado 300,6 mil unidades, alta de 9,58% ante igual mês do ano passado e queda de 5,07% ante os números de abril, segundo informou ontem a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "O mercado está estável, e essa queda nos emplacamentos em maio pode ser atribuída ao menor número de dias úteis em relação a abril. Isso sem contar que tivemos dois feriados no mês, o que também influencia, negativamente, os dias de venda nas pontes dos feriados", disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Somando motocicletas, implementos rodoviários e máquinas agrícolas, o total de vendas em maio chegou a 460,2 mil unidades, baixa de 6% ante abril e alta de 2,24% ante igual mês de 2012. No ano, os licenciamentos totais somaram 2,17 milhões de veículos, 1,12% acima de igual pêriodo de 2012.
Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: R7 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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publicado em 04/06/2013 às 13h49:
Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Reuters 0
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Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento.
Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro) Copyright Thomson Reuters 2011
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Título: Vendas de maio crescem na comparação com um ano atrás; Fiesta vai bem Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Vendas de maio crescem na comparação com um ano atrás; Fiesta vai bem 04/06/2013
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1º) Volkswagen Gol/Gol G4 -- 19.955 unidades (98.813 unidades desde janeiro) Ranking considera dados absolutos de emplacamento da Fenabrave, em maio, para carros de passeio e comerciais leves Leia mais Murilo Góes/UOL
As vendas de automóveis e comerciais leves caíram 5,07% em maio em relação a abril, informou nesta segunda-feira (3) a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, houve alta de 9,58% nos emplacamentos.
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Foi justamente no final de maio de 2012 que o governo adotou medidas de estímulo ao mercado, como a de dar desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Desde então, o mercado vem numa crescente. POR MARCAS Entre as fabricantes, o destaque do mês é a troca de posições no pódio, entre Volkswagen e Chevrolet. A empresa norte-americana assumiu a segunda posição, com 17,9%, enquanto a alemã ficou na terceira, com 17,78%. A Fiat continua na liderança, com 22,57%.
RELATÓRIO COMPLETO Clique aqui para ver os dados de emplacamentos do mês de abril
Outra novidade é a retomada da Hyundai sobre a Renault, que havia ultrapassado a marca coreana em abril. A Hyundai alcançou 6,35% de market share, enquanto a francesa ficou com 6,02%. No acumulado do ano a Hyundai é a quinta colocada, com 5,95%, e a Renault é a sexta, com 5,84%.
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ARRANCADA DE FIESTA Quem surpreendeu em maio foi o Ford Fiesta, que voltou a aparecer com força (subiu 27%) no ranking de mais vendidos, em 4º lugar. O número inclui a soma do modelo Fiesta Rocam, de plataforma antiga, e do New Fiesta, agora produzido na fábrica da marca em São Bernardo do Campo (SP). As medalhas de ouro e prata continuam com Volkswagen Gol (inclui G4) e Fiat Uno (inclui Mille), respectivamente. Em maio, foi o Fiat Palio que ficou com a de bronze. Chevrolet Onix e Hyundai HB20, que rondavam as primeiras colocações nos últimos meses, ficaram em 8º e 9º, respectivamente. Veja a lista com o Top 10 de maio:
api_key=&locale=pt_BR&sdk=joey&channel=http%3A%2
1º) Volkswagen Gol/Gol G4 -- 19.955 unidades 2º) Fiat Uno/Mille -- 18.352 unidades 3º) Fiat Palio/Palio Fire -- 15.474 unidades 4º) Ford Fiesta/New Fiesta -- 11.395 unidades 5º) Fiat Strada -- 11.083 unidades 6º) Fiat Siena/Grand Siena -- 10.748 unidades 7º) Volkswagen Fox/CrossFox -- 10.627 unidades 8º) Chevrolet Onix -- 10.184 unidades 9º) Hyundai HB20 -- 9.632 unidades 10º) Volkswagen Voyage -- 8.349 unidades
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VENDAS GERAIS Incluindo caminhões, ônibus, motocicletas e demais equipamentos automotores, o número total de vendas em março sobe para 460.194 veículos. Os setores de motos e de pesados também sofreram quedas, mas seus números se mostraram melhores que os de 2012. A Fenabrave projeta para este ano a venda de 3.754.357 automóveis e comerciais leves (ante 3.634.421 do ano passado).
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Título: IBGE: é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DO BRASIL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Quarta-feira, 5 de junho de 2013
Economia 04/06 às 13h57 - Atualizada em 04/06 às 13h59
IBGE: é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação
Apesar do aumento da produção industrial, pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. Compartilhe:
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: UOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril 04/06/2013
13h49
Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^
Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento. Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quintafeira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro)
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Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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→ Economia Publicado em terça-feira, 4 de junho de 2013 às 13:37
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Comentário(s)
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A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%.
Vagas na Volkswagen
Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é
www.Catho.com.br/Vagas+Na+V…
necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente
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em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não
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conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o
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resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou.
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ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para
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(projeção de) o PIB, é cedo".
Sistema | Gestão Empresa A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem.
Estamos no
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A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção
+1.295
industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento
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de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE 04 de junho de 2013 | 13h 42
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FERNANDA NUNES, BEATRIZ BULLA E RENAN CARREIRA - Agencia Estado
RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO - A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da
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instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências
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Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%).
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O GLOBO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento. Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram
recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro) URL: undefined Plantão publicado em 4/06/13 - 13h56 Atualizado em 4/06/13 - 13h56 Impresso em 05/06/13 - 09h08
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FRIZZ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Im prim ir
04 de Junho de 2013, ás 13h45min
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Por Agência Estado: Fernanda Nunes, Beatriz Bull
A produção de autom óv eis no m ês abril foi fav orecida pela m anutenção do Im posto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patam ar inferior, av aliou, nesta terça-feira, 4 , o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Tam bém pesou sobre o resultado, segundo ele, a m elhora da produção de autopeças, que acabou im pulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a m elhora do setor autom otiv o puxa outros segm entos e por isso tem a capacidade de influenciar positiv am ente um a grande parcela da indústria. Em abril, a produção de autom otores cresceu 8,2 % em relação a m arço. Foi a m aior alta desde m arço de 2 01 2 (1 0,6 %). Com parado a abril de 2 01 2 , os v eículos autom otores ocupam a prim eira colocação entre as principais altas da indústria, com crescim ento de 2 3 ,9 %. Segundo Macedo, a produção industrial de abril rev ela um cenário positiv o no setor, m as é necessário aguardar o resultado do próxim o m ês para afirm ar que a indústria entrou definitiv am ente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prév ios sobre o com portam ento do setor com prom etem as expectativ as para m aio, com o a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de v endas de autom óv eis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Autom otores (Fenabrav e). "Até abril, m e parece um quadro m uito bom para a produção da indústria. Até m arço, a gente não conseguia v isualizar com clareza esse saldo positiv o. Mas o que tem de indicador antecedente para m aio nos faz ter cautela com o que esperar para m aio", afirm ou. Ainda assim , ele ressalta que o resultado de abril é m elhor do que o do ano passado. "Mas os dados de m aio darão um a ideia m elhor de com o cam inhará a indústria daqui para frente", afirm ou.
ABC Brasil
Na av aliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou rev isar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próx imos dados para v er se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de nov o para (projeção de) o PIB, é cedo".
A alta de 1 ,8% na produção industrial em abril ante março v eio acima da projeção da instituição (de 1 ,2%) e do teto das estimativ as dos analistas ouv idos pelo AE Projeções (1 ,7 0%). "Tev e uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já v inha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital
cresceu 8,2% na margem.
A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 201 2. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 201 2 foi ruim, a base estav a baix a. Na comparação é fácil v er um dado forte destoante."
T endências
Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 201 3 dev e ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, mantev e a projeção para o ano de crescimento de 2,3%.
Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão porcentual de ativ idades que tiv eram aumento na produção - v eio melhor (de 55,6% em março para 66,7 % em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de ativ idade".
A Tendências destacou como principais contribuições positiv as a produção de v eículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7 ,9%) e alimentos (4,8%).
"Entre as ativ idades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que rev erteram as tax as positiv as do mês anterior", escrev eu Bacciotti.
Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Globo apresenta elenco do remake de "Saramandaia"
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento.
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Por Fernanda Nunes, Beatriz Bulla e Renan Carreira
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti. Copyright © 2013 Agência Estado. Todos os direitos reservados.
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A TARDE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Economia Ter , 04/06/2013 às 13:37
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Fernanda Nunes, Beatriz Bulla e Renan Carreira | Agência Estado Tags:
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A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu
Bacciotti.
Título: Venda acumulada de carros bate recorde em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: UDOP Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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União dos Produtores de Bioenergia ECONOMIA Venda acum ulada de carros bate recorde em m aio
04/06/13 - Foram emplacados em maio 300.614 automóveis e comerciais leves, superando em 136 carros o recorde anterior para o mês, registrado em 2011. No acumulado do ano, as vendas do segmento somam 1,4 milhão de unidades, crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que representa cerca de 7 mil concessionários no Brasil. A média de venda diária, em maio, porém, foi ligeiramente menor que a registrada em abril --11.049 ante 11.173, respectivamente. Para o presidente da entidade, Flávio Meneghetti, esse fenômeno deve-se aos dois feriados prolongados que marcaram o último mês. "Mas o mercado está estável", declarou em nota. Apesar do cenário, a Fenabrave não reavaliou as projeções para o ano, o que deve ser feito apenas no início de julho, quando divulgará os resultados do primeiro semestre. Em março, o setor estimava um crescimento "tímido", de 3,5%. A pressão funcionou e o governo decidiu prorrogar o desconto atual da alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até o final do ano. Assim, esse tributo para os veículos 1.0, por exemplo, que iria subir de 2% para 3,5%, se manteve inalterado. A alíquota original dessa categoria é de 7%. O único segmento de automóveis que registrou retração no acumulado do ano (-54%) é o dos modelos equipados com motor acima de 2.0, que ficaram de fora dos benefícios fiscais concedidos pelo governo, por serem considerados elitizados. Apenas 4.146 unidades desses carros foram emplacadas nos cinco primeiros meses de 2013, menos da metade do volume registrado no ano passado (9.018 unidades). Felipe Nóbrega Fonte: Folha Online
Título: Fenabrave: Emplacamentos caem 6,03% em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ÚLTIMO INSTANTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Publicado em 4/06/2013 às 12:00 na categoria Indústria Automotiva e Transportes por Bianca Hayashi
FENABRAVE: EMPLACAMENTOS CAEM 6,03% EM MAIO Mês foi prejudicado por feriados
Mês foi pr eju dica do por fer ia dos
Os emplacamentos do setor automotivo (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) caiu 6,03% entre os meses de maio e abril. Foram emplacados 460.194 unidades no quinto mês do ano ante 489.704 em abril. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa cerca de 7 mil concessionárias de veículos no Brasil. No acumulado de janeiro a maio de 2013, houve crescimento de 1,12% na comparação com o mesmo período de 2012, indo de 2.170.572 unidades para 2.146.535. Com 21 dias úteis e dois feriados, maio também teve queda de 5,07% nos segmentos de automóveis e comerciais leves. Foram emplacadas 300.614 unidades contra 316.685 em abril. A média de vendas diárias também foi menor do que a do quarto mês do ano, sendo 11.049 unidades em maio contra 11.173 em abril.
No acumulado do ano, os segmentos apresentaram crescimento de 8,77%. Os emplacamentos de caminhões tiveram queda de 9,52% na comparação mensal. Foram licenciadas 12.714 unidades em maio contra 14.052 em abril. Na comparação anual, o crescimento foi de 17,81%. Os ônibus também tiveram recuo de 3,21% em maio, com 2.897 unidades contra 2.993 em abril. Na comparação anual, o segmento cresceu 24,82%. As motos tiveram retração de 7,59% em maio, sendo emplcadas 130.179 unidades contra 140.875 em abril. Em relação a maio de 2012, o setor teve queda de 13,15%. Nos implementos rodoviários, foram vendidas 5.300 unidades contra 6.240 em abril, queda de 15,06%. Em relação a maio de 2012, o segmento cresceu 12,29%. As vendas de outros veículos tiveram redução em maio, sendo comercializadas 8.490 unidades contra 8.859 em abril. “O mercado está estável, e essa queda nos emplacamentos no mês de maio pode ser atribuída ao menor número de dias úteis em relação a abril. Isso sem contar que tivemos dois feriados no mês, o que também influencia, negativamente, os dias de venda nas pontes dos feriados”, explicou o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Temas relacionados: Indústria Automotiva e Transportes , emplacamento, setor automotivo, veículos, queda, maio, Brasil, Fenabrave
Título: Venda de carros e comerciais leves subiu 9,58% no mês passado Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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4/6/2013
Venda de carros e comerciais leves subiu 9,58% no mês passado Economia C om caminhões e ônibus, alta foi de 10%; queda de 5,07% em relação a abril se deve ao menor número de dias úteis. O Estado de S.Paulo
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As vendas de veículos em maio, incluindo caminhões e ônibus, somaram 316,2 mil unidades, com alta de 10% em relação ao mesmo mês de 2012, mas queda de 5,2% em relação a abril. No ano, o setor acumula crescimento de 8,6%, para 1,48 milhão de unidades. Em 2012, o setor teve fraco desempenho em boa parte do primeiro semestre, o que levou o governo a reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no fim de maio. O benefício está mantido parcialmente até o fim deste ano. Somente em automóveis e comerciais leves foram vendidas no mês passado 300,6 mil unidades, alta de 9,58% ante igual mês do ano passado e queda de 5,07% ante os números de abril, segundo informou ontem a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "O mercado está estável, e essa queda nos emplacamentos em maio pode ser atribuída ao menor número de dias úteis em relação a abril. Isso sem contar que tivemos dois feriados no mês, o que também influencia, negativamente, os dias de venda nas pontes dos feriados", disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Somando motocicletas, implementos rodoviários e máquinas agrícolas, o total de vendas em maio chegou a 460,2 mil unidades, baixa de 6% ante abril e alta de 2,24% ante igual mês de 2012. No ano, os licenciamentos totais somaram 2,17 milhões de veículos, 1,12% acima de igual período de 2012. Por O Estado de São Paulo - SP
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Título: "É cedo para falar em recuperação da indústria" Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para falar em recuperação da indústria, diz IBGE Apesar do dado positivo de abril, indicadores antecedentes de maio mostram que é preciso cautela nas análises 04 de junho de 2013 | 11h 31
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Fernanda Nunes, da Agência Estado
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Produção industrial sobe 1,8% em abril, apura IBGE IPI menor ajudou no crescimento da produção de automóveis em abril
RIO - A produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria definitivamente entrou em processo de recuperação, afirmou o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo.
Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou.
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: REUTERS BRASIL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril terça-feira, 4 de junho de 2013 14:12 BRT
Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Gráfico dados da indústria: link.reuters.com/xaw47s ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^
Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento. Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro) © Thomson Reuters 2013. All rights reserved. Users may download and print extracts of content from this website for their own personal and non-commercial use only. Republication or redistribution of Thomson Reuters content, including by framing or similar means, is expressly prohibited without the prior written consent of Thomson Reuters. Thomson Reuters and its logo are registered trademarks or trademarks of the Thomson Reuters group of companies around the world. Thomson Reuters journalists are subject to an Editorial Handbook which requires fair presentation and disclosure of relevant interests. Thomson Reuters journalists are subject to an Editorial Handbook which requires f air presentation and disclosure of relev ant interests.
Título: Emplacamento de caminhões cresceu 4,12% neste ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O CARRETEIRO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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EMPLACAMENTO DE CAMINHÕES CRESCEU 4,12% NESTE ANO
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Publicação: 04/06/13 Em maio, no entanto, os números apresentaram queda de 9,52% Dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) revelam que o emplacamento de caminhões apresentou queda de 9,52% na comparação com abril. Segundo os números, foram licenciadas 12.714 unidades em maio, contra 14.052 caminhões no mês anterior. Na comparação com maio de 2012, quando foram negociadas 10.792 unidades, o setor registrou crescimento de 17,81%. No acumulado do ano, o crescimento foi de 4,12% contra igual período de 2012. Já no segmento de implementos rodoviários foram comercializadas 5.300 unidades em maio, contra 6.240 em abril, numa queda de 15,06%. Em relação a maio do ano passado (4.720 unidades), o segmento cresceu 12,29% em unidades emplacadas, chegando a um aumento de 23,48% no acumulado de 2013 contra igual período de 2012. Já os números do mercado geral (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros como carretinhas) apresentaram crescimento de 1,12% na comparação do acumulado de janeiro a maio de 2013 com o mesmo período de 2012, saltando de 2.170.572 unidades para 2.146.535.
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Título: Projeto planta árvore para cada carro novo Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CRUZEIRO DO SUL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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05 JUN 2013 | S orocaba SP SOROCABA
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Fale com o Jornal T weet 04/06/2013 |
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Projeto planta árvore para cada carro novo Notícia publicada na edição de 04/06/2013 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 004 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
O plantio de 50 mudas no Parque dos Ipês, zona norte da cidade, simbolizou ontem o lançamento do projeto "Para você um veículo novo. Para a cidade, uma nova árvore" e também a divulgação da lei que obriga as concessionárias a plantar uma muda para cada carro vendido. Como a Fenabrave aponta que 2 mil novos automóveis são comercializados mensalmente na cidade, a expectativa é de que dentro de seis meses, prazo inicial dado para cumprimento das disposições, 12 mil novas mudas sejam plantadas. De autoria do então vereador e hoje secretário de Esportes, Francisco Moko Yabiku (PSDB), a lei data de 2008, mas só agora, cinco anos depois, é implementada. Na prática as mais de 30 concessionárias que funcionam no município deverão encaminhar relatórios mensais à Secretaria do Meio Ambiente (Sema) informando quantas unidades foram vendidas. Ao fim de seis meses, será feita uma contagem para chegar ao total de mudas que cada uma deverá providenciar. O não atendimento da norma, gera multa de R$ 1 mil, mas a secretária Jussara de Lima Carvalho, acredita que não será preciso recorrer à punição. "Conversamos com os representantes das empresas antes de fazer valer a regra e todos mostraram-se receptivos. A ideia, aliás, é que eles executem a tarefa reforçando a consciência ambiental e o senso de cidadania. Tenho a certeza de que essa forma de agir agregará muito à imagem, à marca dos participantes", destacou. A fiscalização se dará a partir das consultas às notas encaminhadas à Prefeitura, para fins da cobrança do ISSQN. Não será preciso, portanto, visitar as lojas para acompanhar a evolução das vendas. "Essa também é uma medida de caráter administrativo, à qual recorreremos apenas por força da nossa atuação. Não se trata, absolutamente, de desconfiança, ou de preocupação de outra ordem. Estamos tranquilos em relação aos nossos parceiros", reforçou Jussara. Neste primeiro momento, o plantio se dará depois de seis meses. O que for apurado no período de 1º de junho a 31 de dezembro, representará o saldo de mudas que as concessionárias terão de providenciar. As próprias empresas deverão adquirir as espécies e plantá-las. O local escolhido foi o próprio Parque dos Ipês, mas, com o tempo, outros espaços serão definidos. A Sema dará orientação sobre as espécies e fornecerá detalhes técnicos.
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Título: Venda de carros sobe 9,58% em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Venda de carros e comerciais leves subiu 9,58% no mês passado Com caminhões e ônibus, alta foi de 10%; queda de 5,07% em relação a abril se deve ao menor número de dias úteis 04 de junho de 2013 | 2h 07
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O Estado de S.Paulo
As vendas de veículos em maio, incluindo caminhões e ônibus, somaram 316,2 mil unidades, com alta de 10% em relação ao mesmo mês de 2012, mas queda de 5,2% em relação a abril. No ano, o setor acumula crescimento de 8,6%, para 1,48 milhão de unidades. Em 2012, o setor teve fraco desempenho em boa parte do primeiro semestre, o que levou o governo a reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no fim de maio. O benefício está mantido parcialmente até o fim deste ano. Somente em automóveis e comerciais leves foram vendidas no mês passado 300,6 mil unidades, alta de 9,58% ante igual mês do ano passado e queda de 5,07% ante os números de abril, segundo informou ontem a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "O mercado está estável, e essa queda nos emplacamentos em maio pode ser atribuída ao menor número de dias úteis em relação a abril. Isso sem contar que tivemos dois feriados no mês, o que também influencia, negativamente, os dias de venda nas pontes dos feriados", disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Somando motocicletas, implementos rodoviários e máquinas agrícolas, o total de vendas em maio chegou a 460,2 mil unidades, baixa de 6% ante abril e alta de 2,24% ante igual mês de 2012. No ano, os licenciamentos totais somaram 2,17 milhões de veículos, 1,12% acima de igual período de 2012.
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Título: Setor segue em alta Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRIBUNA DO NORTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Setor segue em alta TNOnline FolhaPress Tamanho do Texto: Tweet +A
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Por Felipe Nóbrega SÃO PAULO, SP, 4 de junho (Folhapress) - Foram emplacados em maio 300.614 automóveis e comerciais leves, superando em 136 carros o recorde anterior para o mês, registrado em 2011. No acumulado do ano, as vendas do segmento somam 1,4 milhão de unidades, crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que representa cerca de 7 mil concessionários no Brasil. A média de venda diária, em maio, porém, foi ligeiramente menor que a registrada em abril --11.049 ante 11.173, respectivamente. Para o presidente da entidade, Flávio Meneghetti, esse fenômeno deve-se aos dois feriados prolongados que marcaram o último mês. "Mas o mercado está estável", declarou em nota. Apesar do cenário, a Fenabrave não reavaliou as projeções para o ano, o que deve ser feito apenas no início de julho, quando divulgará os resultados do primeiro semestre. Em março, o setor estimava um crescimento "tímido", de 3,5%. A pressão funcionou e o governo decidiu prorrogar o desconto atual da alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até o final do ano. Assim, esse tributo para os veículos 1.0, por exemplo, que iria subir de 2% para 3,5%, se manteve inalterado. A alíquota original dessa categoria é de 7%. O único segmento de automóveis que registrou retração no acumulado do ano (-54%) é o dos modelos equipados com motor acima de 2.0, que ficaram de fora dos benefícios fiscais concedidos pelo governo, por serem considerados elitizados. Apenas 4.146 unidades desses carros foram emplacadas nos cinco primeiros meses de 2013, menos da metade do volume registrado no ano passado (9.018 unidades). Aviso Importante: O TNonline não se responsabiliza pelos comentários, opiniões, depoimentos, mensagens ou qualquer outro tipo de conteúdo que sejam postados por "USUÁRIO".
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Título: VENDA ACUMULADA DE CARROS REGISTRA RECORDE EM MAIO Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BAHIA ECONÔMICA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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VENDA ACUMULADA DE CARROS REGISTRA RECORDE EM MAIO
VEREADORES SE POSICIONAM CONTRA ISENÇÃO DO ISS A MOBILIÁRIAS
ESTALEIRO DO PARAGUAÇU VAI GERAR OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS
Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram emplacados em maio 300.614 automóveis e comerciais leves, superando em 136 carros o recorde anterior para o mês, registrado em 2011. No acumulado do ano, as vendas do segmento somam 1,4 milhão de unidades, crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. A média de venda diária, em maio, porém, foi ligeiramente menor que a registrada em abril 11.049 ante 11.173, respectivamente. Para o presidente da entidade, Flávio M eneghetti, esse fenômeno deve-se aos dois feriados prolongados que marcaram o último mês. "M as o mercado está estável", declarou em nota. Apesar do cenário, a Fenabrave não reavaliou as projeções para o ano, o que deve ser feito apenas no início de julho, quando divulgará os resultados do primeiro semestre.
HENRIQUE CARBALLAL - VEREADOR (PT)
Em março, o setor estimava um crescimento "tímido", de 3,5%. A pressão funcionou e o governo decidiu prorrogar o desconto atual da alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até o final do ano.Assim, esse tributo para os veículos 1.0, por exemplo, que iria subir de 2% para 3,5%, se manteve inalterado. A alíquota original dessa categoria é de 7%.
João Paulo Lima
0 ESPECIALISTA EXPLICA SE VALE A PENA COMPRAR AÇÕES MUITO BARATAS
IF BAIANO ABRE SELEÇÃO PARA TUTORES
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Título: Mercado cresce 10% e bate recorde em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Bra sí l i a , 05 de Ju n h o de 201 3
Mercado cresce 10% e bate recorde em maio Autor(es): Por Eduardo Laguna | De São Paulo Valor Econômico - 04/06/2013
Balanço divulgado ontem pela Fenabrave - a entidade que abriga as concessionárias de veículos confirmou que as vendas da indústria automobilística seguem aquecidas. No mês passado, o setor registrou o melhor maio da história nos emplacamentos de carros, enquanto o setor de caminhões manteve-se na trajetória de recuperação. No total, os brasileiros compraram 316,2 mil veículos em maio, entre automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus. O volume ficou 10% acima do desempenho de um ano antes, quando foram vendidas 287,4 mil unidades. Em relação a abril, houve queda de 5,2% nos licenciamentos, mas essa comparação é comprometida pelo calendário desfavorável, já que maio, por conta de dois feriados, teve um dia útil a menos de venda. O desempenho leva as vendas no acumulado dos cinco primeiros meses do ano para 1,48 milhão de veículos, um crescimento de 8,6%, praticamente o dobro da meta traçada pela indústria para o ano: de alta na faixa de 3,5% a 4,5%. Mas analistas observam que essa evolução foi, até aqui, obtida sobre uma base de comparação fraca, referente a um período no qual as vendas não tinham o estímulo da redução nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A partir deste mês, a tendência é de menor ritmo de crescimento. Alguns especialistas ainda apostam numa estagnação, ou mesmo queda, do mercado até o fim do ano. Considerando apenas o segmento de carros de passeio e utilitários leves - beneficiado pelos descontos no IPI -, as vendas somaram 300,6 mil unidades no mês passado, levemente acima das 300,5 mil unidades de igual mês de 2011, que era, até então, o melhor maio da história. Na comparação com igual período do ano passado, as vendas de carros subiram 9,6%. Já em relação ao mês anterior - o melhor abril de todos os tempos para as montadoras -, houve queda de 5,1%. No ranking das marcas, a novidade foi a General Motors (GM), que, com a renovação de seu portfólio, superou a Volkswagen e fechou maio com a segunda colocação nas vendas, respondendo por 17,9% do mercado. A Volks teve 17,8% do total emplacado no mês passado e ficou na terceira posição, embora esteja à frente de sua concorrente de origem americana no acumulado do ano. A Fiat manteve-se com folga na liderança, respondendo por 22,6% das vendas em maio. No embalo do sucesso do HB20 - quarto carro mais vendido do país -, a Hyundai voltou à quinta colocação, mordendo uma fatia de 6,3% do mercado. O levantamento da Fenabrave mostra ainda que foram vendidos 12,7 mil caminhões no mês passado, uma alta de 17,8% na comparação anual. Entre janeiro e maio, as vendas desse veículo pesado atingiram 61,3 mil unidades, o que configura um crescimento de 4,1% em relação ao mesmo período de 2012, quando o setor sentiu o baque da introdução de uma nova tecnologia de
motor, que tornou os caminhões menos poluentes, porém até 15% mais caros. A Volkswagen segue como a marca de caminhões mais vendida neste ano, com 27% dos emplacamentos no acumulado até maio. Na sequência, aparece a Mercedes-Benz, dona de 25% do mercado. A Fenabrave também reportou uma queda de 13,1% das vendas de motos no mês passado, comparativamente a igual período de 2012. No total, foram licenciadas 130,2 mil motocicletas em maio, 7,6% abaixo do volume negociado em abril.
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO WEB Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Economia › Rio de Janeiro e São Paulo Rio de Janeiro e São Paulo, 4 de Junho, 2013 - 13:37
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Fernanda Nunes, Beatriz Bulla e Renan C arreira - AE
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A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
Fonte: Agencia Estado
Título: FORD COGITA VENDER ECOSPORT NO MERCADO NORTE-AMERICANO Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTO ESPORTE ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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FORD COGITA VENDER ECOSPORT NO MERCADO NORTE-AMERICANO Até 2017, jipinho será comercializado em 62 países
por REDAÇÃO AUTOEPORTE Tweet
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04/06/2013 13h12 - atualizado às 13h12 em 04/06/2013
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FORD ECOSPORT EUROPA (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Nascido no Brasil como um projeto global destinado, a princípio, aos mercados emergentes, a segunda geração do EcoSport está no centro das estratégias da Ford para ganhar espaço no segmento dos utilitários esportivos. O jipinho já vendido na China e que recentemente começou a ser produzido na Índia, também já tem previsão para estrear na Europa, no fim deste ano. Mas não só. A Ford está inclusive cogitando oferecer o modelo no mercado norte-americano como uma versão de entrada para o segmento, abaixo do Escape. Mas por enquanto a montadora sinaliza apenas como uma possibilidade. O que a montadora não esconde é a intenção de aumentar a sua participação nesse segmento até 2017. Para alcançar o objetivo, a Ford pretender expandir a venda de seus crossovers e SUVs, entre eles o EcoSport, que deve ser comercializada em 62 países. Atualmente, ele está presente em apenas dez. Lançado no Brasil em julho de 2012, o crossover é líder de vendas em seu segmento por aqui. Segundo dados da
Fenabrave, de janeiro atĂŠ maio de 2013, foram vendidas 27.411 unidades do carro.
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: R7 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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publicado em 04/06/2013 às 13h37:
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Estadão Conteúdo 0
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A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria.
Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%.
Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
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Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O DIÁRIO DE LONDRINA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Economia
RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO
Publicado em: 04/06/2013 13:37|Atualizado em: 04/06/2013 13:37
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Fernanda Nunes, Beatriz Bulla e Renan Carreira A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou.
ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%).
"Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A TRIBUNA ONLINE SANTOS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Te rça-fe ira, 4 de junho de 2013 - 13h54
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Estadão Conteúdo
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o
Economia
resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil
04/06/2013 22:15:31 BMW anuncia recall de 502 veículos de 7 modelos 04/06/2013 21:59:15
Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções
Férias de domésticas só poderão ser divididas em duas partes
para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se
04/06/2013 20:38:23
realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o
Relator muda proposta sobre banco de horas de domésticas
PIB, é cedo".
04/06/2013 18:42:45
A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma
Estádios poderão não ter cobertura de telefonia completa para a C opa
surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que
04/06/2013 13:54:34
apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE
cresceu 8,2% na margem.
04/06/2013 11:29:10
A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano
Banco C entral lança novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 no 2º semestre
teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante."
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Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de
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2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
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Título: Hyundai retoma quinto lugar da Renault Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CARSALE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/2013 | 12:30
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Hyundai retoma quinto lugar da Renault Marca sul-coreana vende 19.091 veículos em maio e registra 6,35% de participação de mercado contra 6,02% da rival francesa
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A Hyundai recuperou o quinto lugar no ranking das montadoras que mais vendem no Brasil. A montadora sediada em Piracicaba (SP) retomou o posto ao superar a Renault, que havia fechado o mês de abril com 6,73% de participação de mercado ante 5,81% da marca sul-coreana. Já em maio, a Hyundai registrou 6,35% de market share contra 6,02% da rival francesa, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No total, a Hyundai registrou 19.091 emplacamentos em maio, sendo que o compacto HB20 corresponde a 50,4% desta fatia, com 9.632 unidades vendidas. Mesmo sendo o carro-chefe da marca, o hatch teve forte queda nas vendas em relação a abril, quando teve 12.118 comercializações. O modelo caiu do posto de quarto para oitavo carro mais vendido do Brasil. Já a Renault vendeu 18.111 veículos, tendo no Sandero o seu modelo mais vendido, com 7.375 unidades vendidas, número inferior aos 8.968 comercializados em abril.
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As quedas nas vendas seguem a tendência de todo o mercado (inclusive caminhões e ônibus), que teve decréscimo de 5,25% na comparação entre maio e abril. Foram vendidos 316.225 veículos no quinto mês do ano contra 333.730 de abril.
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: YAHOO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Reuters – 18 horas atrás
Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento. Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea.
"A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro)
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Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MSN NOTICIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados... Compartilhar
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A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%.
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AGÊNCIA BRASIL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Agência Brasil Publicação: 04/06/2013 14:20 Atualização: 04/06/2013 15:59
A produção industrial brasileira avançou 1,8% em abril em relação a março, e já registra um aumento de 1,6% nos primeiros quatro meses do ano, após ter encerrado os primeiros três no negativo. Foto: Antonio Scorza/AFP Photo
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. Acompanhe também o Pernambuco.com pelo Twitter
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DA MÍDIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Alves destaca avanço na relação entre Executivo e Legislativo terça-feira, 04/06/201 3 - 1 4:1 6
Brasília – Um dia depois de encontro com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDN-RN), comemorou a disposição da presidenta melhorar o diálogo com o Parlamento. Uma prova disso, segundo Alves, foi o envio ao Congresso da proposta do novo Código de Mineração na forma de projeto de lei com urgência, e não como medida provisória. “É um avanço significativo na hora em que presidenta respeita um pleito desta Casa, discute um pleito com tanta capilaridade, tanta importância, que é o Código de Mineração”, ressaltou o deputado. Na opinião de Alves, Dilma compreendeu as reivindicações do Congresso Nacional. “Da presidenta, tivemos respeito e compreensão com esse tema da mineração [que será enviado] por projeto de lei. Isso dará oportunidade ao Parlamento de mostrar que dessa maneira pode haver melhor resultado na produção, agilidade e competência.” A relação entre o Congresso e o Palácio do Planalto ficou estremecida depois da decisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de não votar medidas provisórias (MPs) que chegarem à Casa com prazo inferior a sete dias. Há anos, deputados e senadores reclamam do grande número de medidas provisórias editadas pelo Executivo. Nas MPs, os parlamentares têm menos tempo para discutir as propostas. No caso ds projetos em regime de urgência, que também trancam a pauta depois de 45 dias de tramitação em cada Casa, os parlamentares ampliam as chances de modificar o texto. “Queremos, de maneira mais institucional, que seja mais produtiva a nossa relação. Sobretudo em relação aos prazos”, disse Alves. Share Share Share Share More
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE | Agência Brasil Autor: Redação Tipo de Veículo: SITE Coluna: Nome do Veículo: MSN NOTICIAS Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Origem: On Line Nome do Cliente: FENABRAVE Palavra Chave: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Atualizado: 04/06/2013 14:01 | Por Agência Brasil, Agência Brasil
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Flávia Villela Repórter da Agência Brasil
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Rio de Janeiro - Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. 'No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não', destacou Macedo.
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O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra.
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'Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial'. Edição: Juliana Andrade Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
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IBGE registra alta de 0,35% em 23 setores industriais em abril | Agência Brasil Empresários da indústria recuperam confiança na economia | Agência Brasil Prévia da FGV indica alta de 1,1% da confiança da indústria em maio | Agência Brasil
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MSN NOTICIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Compartilhar
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Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento.
REUTERS
Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual.
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"Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário.
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As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada.
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"Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^
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Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento. Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que
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reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro)
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Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CLICABRASILIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Publicação: Terça-feira, 04/06/2013 às 13:37:00 Tamanho da letra:
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE
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Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO CATARINENSE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Diário Catarinense Bom caminho 04/06/2013 | 14h09
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março
Melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria Foto: Antônio Pacheco / Agencia RBS
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou nesta terça-feira o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%).
Também pesou sobre o resultado a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria.
Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação.
Macedo destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
– Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio. Mas os dados de maio
darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente – afirmou.
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PEGN Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em recuperação, avalia IBGE O setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em 2011 Da Agência Brasil
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: G1 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/2013 13h54 - Atualizado em 04/06/2013 13h54
Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Reuters
Tweet Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário.
As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento. Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro) publicidade
Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ISTOÉ DINHEIRO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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| Economia | 04.JUN.13 - 14:15 | Atualizado em 04.06 - 14:15
Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Por Agência Brasil
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DO COMMERCIO BRASIL ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE | Agência Brasil
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da C oordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril frente a março Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: IG ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril frente a março Segundo o IBGE, atividade teve expansão de 8,4% na comparação com abril de 2012 Reuters | 04/06/2013 14:49:56 - Atualizada às 04/06/2013 14:56:29 0
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A produção industrial brasileira subiu 1,8% em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento.
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Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4%, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. "Tivemos um abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira (4) o economista do IBGE André Macedo.
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A categoria Bens de Capital foi a que apresentou maior variação mensal, com alta de 3,2%
A categoria Bens de Capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2%, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5% no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de Consumo, com alta de 1,8%.
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Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8%, depois de recuar 2,4% em fevereiro e subir 2,7% em janeiro, segundo dados do IBGE.
Veja também País cresceu em cenário mundial adverso, avalia Mantega Para BNDES, investimentos vão continuar crescendo no 2º trimestre
Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2%, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9%.
Produção de bens de capital sobe 3,2% em abril, diz IBGE
Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira (6), dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6% em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1% na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18% sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5% sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9%) e materiais eletrônicos, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5% e 0,6%, respectivamente.
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Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3% no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6% do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3% neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77% do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5%.
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Título: IBGE tem cautela na avaliação do desempenho da indústria Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ÚLTIMO INSTANTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Publicado em 4/06/2013 às 14:10 na categoria Nível de Atividade por Bianca Hayashi
IBGE TEM CAUTELA NA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA Gerente do instituto afirma ser cedo para dizer que o setor inicia processo de recuperação
Ger en t e do in st it u t o a fir m a ser cedo pa r a dizer qu e o set or in icia pr ocesso de r ecu per a çã o
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram
redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. Agência Brasil Temas relacionados: Nível de Atividade , IBGE, produção industrial, abril, recuperação, cautela
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO COMÉRCIO SP ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Detalhes Publicado em Terça, 04 Junho 2013 14:05 Escrito por Marcelo Barros
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ZERO HORA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Zero Hora Bom caminho 04/06/2013 | 14h09
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março
Melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria Foto: Antônio Pacheco / Agencia RBS
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou nesta terça-feira o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%).
Também pesou sobre o resultado a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria.
Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação.
Macedo destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
– Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio. Mas os dados de maio
darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente – afirmou.
AGÊNCIA ESTADO
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A NOTÍCIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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A Notícia Bom caminho 04/06/2013 | 14h09
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março
Melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria Foto: Antônio Pacheco / Agencia RBS
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou nesta terça-feira o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%).
Também pesou sobre o resultado a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria.
Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação.
Macedo destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
– Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio. Mas os dados de maio
darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente – afirmou.
AGÊNCIA ESTADO
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ARARAQUARA.COM Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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A Notícia Bom caminho 04/06/2013 | 14h09
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março
Melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria Foto: Antônio Pacheco / Agencia RBS
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou nesta terça-feira o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%).
Também pesou sobre o resultado a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria.
Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação.
Macedo destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
– Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio. Mas os dados de maio
darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente – afirmou.
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ARARAQUARA.COM Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril 04/06/2013 - 13:49 Reuters
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Por Rodrigo Viga Gaier e Camila MoreiraRIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento.Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre.Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual."Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo.A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário.As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento."Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani.Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE.O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada."Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota.^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento.Apesar do bom
desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea."A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha.Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril.O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente.Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período.O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento.(Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro)
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: YAHOO! FINANCE Cidade: WEB País: USA Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Estadão Conteúdo – 18 horas atrás
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Leia também: Produção industrial surpreende e sobe 1,8% IPC-S recua em quatro de sete capitais em maio Confiança da construção cai 4,3% Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências
Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
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Título: É cedo para dizer que indústria está se recuperando, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INVESTIMENTOS E NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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É cedo para dizer que indústria está se recuperando, avalia IBGE TER, 04 DE JUNHO DE 2013 13:58
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. As informações são da Agência Brasil. (Redação – Agência IN) Tags: Comércio e Indústria Joomla SEO powered by JoomSEF
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Agência Estado Publicação: 04/06/2013 14:25 Atualização: A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou.
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A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências
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Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti. Anúncios Google
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Título: Mercado mantém alta de 1,12% no ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTERPRESS MOTOR Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/2013 - 12h24
Mercado mantém alta de 1,12% no ano da Redação
De janeiro a maio, os emplacamentos de veículos cresceram 1,12% em relação ao mesmo período de 2012, passando de 2.170.572 para 2.146.535 unidades. O número inclui automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas. Entre abril e maio, no entanto, houve queda de 6,03% (de 489.704 para 460.194). Se levados em consideração apenas os carros de passeio e comerciais leves, a queda foi de 5,07% (300.614 no mês passado, contra 316.685 em abril). Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que divulgou os dados, ela pode ser atribuída em parte aos 21 dias úteis e dois feriados.
Carros de passeio e comerciais lev es crescem 8,77%
No acumulado esses dois segmentos cresceram 8,77%, com o emplacamento de 1.404.925 unidades nos cinco primeiros meses deste ano, contra 1.291.677 no mesmo período de 2012. “Esses fatores influenciam negativamente os dias de venda nas pontes dos feriados”, afirma o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. A entidade não reavaliou as projeções para o ano, o que deve ser feito apenas no início de julho, quando divulgará os resultados do primeiro semestre.
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: POP Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/2013 - 13:37h
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou.
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Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
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Fonte: Agência Brasil
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IPI menor fez crescer produção da autoindústria, avalia IBGE Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março Fernanda Nunes e Beatriz Bulla e Renan Carreira, do
Rio de Janeiro e São Paulo - A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou.
ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que
apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante."
Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti.
Título: É cedo para falar sobre recuperação da indústria, diz IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EXAME Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Declaração 04/06/2013 14:25
É cedo para falar sobre recuperação da indústria, diz IBGE Segundo o gerente da Coordenação da Indústria do órgão, André Macedo, o setor tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores Flávia Villela, da
Rio de Janeiro – Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRIBUNA DO NORTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março TNOnline Agência Estado: Fernanda Nunes, Beatriz Bulla e Renan Carreira Tamanho do Texto: Tweet +A
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IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE(Agências) A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria.
Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." confira também IBGE: crédito seletivo e IPI fizeram consumo encolher IPI reduzido acelera recuo nos carros usados Sem volta do IPI, montadoras esperam alta na produção Governo prorroga redução de IPI para veículos Eletros planeja renegociar IPI reduzido com o governo Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade".
A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti. Aviso Importante: O TNonline não se responsabiliza pelos comentários, opiniões, depoimentos, mensagens ou qualquer outro tipo de conteúdo que sejam postados por "USUÁRIO". Atenção: Seu comentário passará por um filtro de moderação. O TNOnline.com.br não se obriga a publicar caso não esteja de acordo com a política de privacidade do site.
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Título: Venda de automóvel e comercial leve cai 5,1% em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CQCS Cidade: WEB Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Venda de automóvel e comercial leve cai 5,1% em maio 04/06/2013 / Fonte: Estadão conteúdo
As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 300,6 mil unidades em maio, de acordo com balanço preliminar da consultoria Carcon a partir de levantamento feito com dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). O volume mostra uma queda de 5,1% sobre as 316.705 unidades de abril, mas um aumento de 9,5% sobre os 274.490 carros emplacados em maio de 2012. O diretor da consultoria Julian Semple avalia que, na comparação entre maio e abril, o mercado permaneceu praticamente estável, uma vez que o mês passado teve dois feriados e ainda um movimento baixo na sextafeira, seguinte ao feriado do Dia de Corpus Christi. A consultoria destaca ainda os emplacamentos acumulados de carros e comerciais leves de 1,4 milhão de unidades nos cinco primeiros meses de 2013, alta de 8,7% sobre o mesmo período de 2012.
api_key=165830816902266&locale=pt_B
Em maio de 2012, com o mercado de veículos em queda, o governo anunciou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os carros e comerciais leves novos, o que trouxe o reaquecimento nas vendas para um recorde histórico em 2012, de 3,8 milhões de unidades. Nesta segunda-feira, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulga o levantamento de vendas de maio. Compartilhe:
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: G37 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE
Wagner O liveira
Terça-feira, 4 de junho de 2013 às 9h 53 - Por: Agência Brasil
Andreza Silva
» Inconsciente.... » O efeito da polarização...
» Regressão através da hipnose... » Bullying – A brincadeira que n...
Rio de Janeiro – Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, Chico M aia segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e » A Globo conseguiu, em Londres,... Estatística (IBGE), André Macedo. » Prefeito do Rio é xingado e es... “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma Karla Faria ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria » DR. EDUARDO PINHO TAVARES É em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação mé... Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da » LABIO LEPORINO... Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Conversa com a Presidenta Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo » Conversa com a Presidenta... governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para » Conversa com a Presidenta... determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. LEIA NO GAZETA DO OESTE Edição: Juliana Andrade Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil COMPARTILHES
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PARANÁ É INTERDITADA MENOS DE 24 HORAS APÓS “CONCLUSÃO” DAS OBRAS
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Título: Vendas de automóveis e comerciais leves caem 5% em maio, aponta Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CIDADE BIZ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Vendas de automóveis e comerciais leves caem 5% em maio, aponta Fenabrave
ÚLTIMAS ADVILLAGE ANTONIO MACHADO TOME NOTA
Em relação ao quinto mês de 2012, porém, houve avanço de 9,5%; Fiat segue líder nos dois segmentos 4/6/2013 - 08:59 - Redação
ARTIGOS QUEM SOMOS FALE CONOSCO
As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 300.614 unidades em maio, uma queda de 5,07% sobre abril, ou 16.071 veículos a menos. Na comparação com maio de 2012, porém, houve um crescimento de 9,58%. No quinto mês do ano passado foram vendidos 274.34 automóveis e comerciais leves. A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) faz seu balanço a partir dos dados de emplacamento de veículos. Incluindo caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários, foram vendidos 460.194 veículos em maio, um recuo de 6,03% sobre abril; em relação a maio do ano passado, houve avanço de 2,24%. As vendas de caminhões em maio somaram 12.714 unidades, 9,52% abaixo de abril (1.338 veículos a menos). As vendas de ônibus caíram 3,21%, totalizando 2.897 unidades comercializadas (96 a menos). O mercado de motos caiu 7,59%, com 130.179 unidades vendidas (10,6 mil a menos do que em abril). Automóveis - Entre os automóveis, a Fiat manteve a liderança do mercado e ampliou a vantagem sobre a Volkswagen: a diferença era de 2,45 ponto percentual em abril e passou para 4,43 pp em maio. A participação das principais montadoras em participação de mercado, entre abril e maio: • Fiat: 22,38% em abril para 23,44% em maio • Volkswagen: 19,93% para 19,01% • General Motors: 18,64% para 18,83% • Ford: 7,39% para 8,46% • Hyundai: 6,00% para 6,64% • Renault: 6,56% para 5,77% • Honda: 5,33% para 4,76% • Toyota: 4,87% para 4,44% • Peugeot: 2,13% em maio (não foi listada em abril) • Nissan: manteve a participação de 2,12% • Outras: 4,81% para 4,40% Automóveis mais vendidos em maio • VW Gol: 19.955 • Fiat Uno: 18.352 • Fiat Palio: 15.474 • Ford Fiesta: 11.395 • Fiat Siena: 10.748
Neste dia 31 de maio celebra-se o Dia Mundial sem Tabaco. Vc: Fuma, mas quer parar. Fuma, mas não quer parar. Não fuma e se incomoda com cheiro de cigarro. Não fuma e não se incomoda com o cheiro.
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• VW Fox/Cross Fox: 10.627 • GM Onix: 10.184 • Hyundai HB20: 9.632 • VW Voyage: 8.349 • GM Classic: 7.882 • Renault Sandero: 7.375 • GM Prisma: 5.537 • Honda Civic: 5.193 • GM Cobalt: 5.176 • Toyota Corolla: 4.775 Comerciais leves - Entre os comerciais leves, a Fiat manteve a liderança mas viu sua vantagem para a Volkswagen encolher. A diferença, que era de 6,39 ponto percentual em abril, caiu para 4,35 pp em maio. A pick-up Saveiro, tradicionalmente a vice-líder do segmento (atrás da Strada), caiu para quarto lugar, superada pelo Ford EcoSport e pela GM S-10. A GM recuperou o terceiro posto no ranking, que lhe havia sido tomado pela Ford em abril. O comportamento das dez principais montadoras em participação de mercado, entre abril e maio:
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• Fiat: 20,55% em abril para 19,90% em maio • Volkswagen: 14,16% para 15,55% • General Motors: 13,04% para 13,29%
• Ford: 13,16% para 12,92% • Toyota: 6,57% para 6,72% • Renault: 7,29% para 6,59% • Mitsubishi: 6,55% para 6,31% • Hyundai: 5,13% para 5,24% • Kia: 2,29% para 2,13% • Nissan: 2,01% para 1,94% • Outras: 9,26% para 9,40% Comerciais leves mais vendidos em maio • Fiat Strada: 11.083 • Ford EcoSport: 5.829 • GM S-10: 5.180 • VW Saveiro: 5.105 • GM Montana: 4.430 • Renault Duster: 3.737 • Toyota Hilux 3.623 • VW Amarok: 1.933 • VW Kombi: 1.866 • Mitsubishi L200: 1.690 • Mitsubishi Pajero: 1.574 • Ford Ranger: 1.370 • Hyundai Tucson: 1.362 • Nissan Frontier: 1.247 • Toyota Hilux SW4: 1.094
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Título: Para técnico do IBGE, ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CIDADE BIZ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Segundo André Macedo, é necessário avaliar outros indicadores, como a confiança do setor e a redução de vendas de veículos 4/6/2013 - 14:26 - Redação
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Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo. Produção industrial b rasileira cresceu 1,8% em ab ril, aponta o IBGE. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da FGV sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Fenabrave, que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Vendas de automóveis e comerciais leves caem 5% em maio, aponta Fenab rave Após duas quedas seguidas, confiança da indústria melhora em maio Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. Análise: Produção industrial de março sugere resultado um pouco mais fraco para o PIB do 1º trimestre. Com Agência Brasil
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Neste dia 31 de maio celebra-se o Dia Mundial sem Tabaco. Vc: Fuma, mas quer parar. Fuma, mas não quer parar. Não fuma e se incomoda com cheiro de cigarro. Não fuma e não se incomoda com o cheiro.
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Título: IPI menor faz crescer produção industrial, segundo IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VEJA Cidade: RECIFE País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Economia 04 de Junho de 2013
Indústria
IPI menor faz crescer produção industrial, segundo IBGE Para gerente de coordenação do órgão, a redução do imposto impulsionou as vendas do setor de automóveis durante o mês de abril
Durante o mês de abril, a produção de automotores apresentou uma alta de 8,2% em comparação a março, maior crescimento desde março de 2012 (Paulo Whitaker/Reuters) De acordo com o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo, a produção de automóveis relativa ao mês de abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados. Além disso, a alta na produção de autopeças foi responsável por alavancar todo o setor. Macedo ressalta que a melhora no setor automotivo impulsiona outros segmentos, influenciando grande parte da indústria. Durante o mês de abril, a produção de automotores apresentou uma alta de 8,2% em comparação a março, maior crescimento desde março de 2012. Em relação a esse período, os veículos automotores ocupam o primeiro lugar entre as principais altas da indústria, com aumento de 23,9%. Para Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo sobre o setor, mas ainda assim, é necessário aguardar o resultado do próximo mês para poder afirmar com certeza que a indústria realmente entrou em recuperação. Ele ainda destaca que alguns dados prévios a respeito do comportamento do setor comprometem as expectativas para o mês de maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. Leia ainda: Produção da indústria reage em abril e sobe 8,4% ante 2012 Indústria perde competitividade com o custo do gás no Brasil Indústria brasileira perde espaço na Europa ABC Brasil – Para Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, o resultado, ainda que forte, não permite discutir a retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos
esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado.” O crescimento de 1,8% na produção industrial em abril frente a março, superou as estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). “Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento nesse mês”, conta Mariana. Nessa época, a produção de bens de capital sofreu um aumento de 8,2%. A economista lembra o "efeito calendário”, responsável pela alta de 8,4% na produção industrial em comparação com abril do ano passado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências – Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem os resultados. Mesmo apresentando um aumento maior do que o esperado para o mês de abril, eles mantiveram a projeção anual de crescimento de 2,3%. Em nota assinada pelo economista Rafael Bacciotti, a Consultoria afirma que “o índice de difusão – percentual correspondente às atividades que tiveram aumento na produção – veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de modo mais generalizado entre os setores de atividade”. A Tendências ainda destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti. Leia também: Fatia do setor automobilístico no PIB cresce 45,6% em 11 anos Governo reduz PIS/Cofins para indústria química para 1% Governo reduz imposto de importação de bens de capital (com Estadão Conteúdo)
Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: REPORTER DIÁRIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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6/4/2013
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou, nesta terça-feira, 4, o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Também pesou sobre o resultado, segundo ele, a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%). Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação. Ele destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio", afirmou. Ainda assim, ele ressalta que o resultado de abril é melhor do que o do ano passado. "Mas os dados de maio darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente", afirmou. ABC Brasil Na avaliação de Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, mesmo forte, o resultado da produção industrial em abril ainda não permite falar em retomada da indústria ou revisar as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. "Precisamos esperar os próximos dados para ver se realmente foi uma recuperação ou algo isolado. Ainda não dá para olhar de novo para (projeção de) o PIB, é cedo". A alta de 1,8% na produção industrial em abril ante março veio acima da projeção da instituição (de 1,2%) e do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (1,70%). "Teve uma surpresa pela magnitude, mas a produção de bens de capital já vinha subindo e já era esperado que apresentasse um crescimento mais forte nesse mês", disse Mariana. A produção de bens de capital cresceu 8,2% na margem. A economista destaca também o "efeito calendário", que contribuiu para a alta de 8,4% na produção industrial na comparação com abril de 2012. O maior número de dias úteis no mesmo mês neste ano teria colaborado para o resultado. "Além disso, o mês de abril de 2012 foi ruim, a base estava baixa. Na comparação é fácil ver um dado forte destoante." Tendências Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 2013 deve ocorrer em ritmo moderado, como sugerem "sinais dos indicadores de confiança", e, mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, manteve a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. Segundo nota da consultoria, assinada pelo economista Rafael Bacciotti, "o índice de difusão - porcentual de atividades que tiveram aumento na produção - veio melhor (de 55,6% em março para 66,7% em abril) - e mostra que o aumento da PIM (Produção Industrial Mensal) em abril aconteceu de maneira mais generalizada entre os setores de atividade". A Tendências destacou como principais contribuições positivas a produção de veículos automotores (8,2%), o setor de máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). "Entre as atividades que reduziram a produção no período, destaque para bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior", escreveu Bacciotti. © Copyright Repórter Diário
Título: Venda de carros e comerciais leves subiu 9,58% no mês passado Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CIMM Cidade: WEB Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Venda de carros e comerciais leves subiu 9,58% no mês passado Fonte: O Estado de S. Paulo - 04/06/2013 As vendas de veículos em maio, incluindo caminhões e ônibus, somaram 316,2 mil unidades, com alta de 10% em relação ao mesmo mês de 2012, mas queda de 5,2% em relação a abril. No ano, o setor acumula crescimento de 8,6%, para 1,48 milhão de unidades. Em 2012, o setor teve fraco desempenho em boa parte do primeiro semestre, o que levou o governo a reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no fim de maio. O benefício está mantido parcialmente até o fim deste ano. Somente em automóveis e comerciais leves foram vendidas no mês passado 300,6 mil unidades, alta de 9,58% ante igual mês do ano passado e queda de 5,07% ante os números de abril, segundo informou ontem a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "O mercado está estável, e essa queda nos emplacamentos em maio pode ser atribuída ao menor número de dias úteis em relação a abril. Isso sem contar que tivemos dois feriados no mês, o que também influencia, negativamente, os dias de venda nas pontes dos feriados", disse o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. Somando motocicletas, implementos rodoviários e máquinas agrícolas, o total de vendas em maio chegou a 460,2 mil unidades, baixa de 6% ante abril e alta de 2,24% ante igual mês de 2012. No ano, os licenciamentos totais somaram 2,17 milhões de veículos, 1,12% acima de igual pêriodo de 2012.
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Título: Fiat sbanca in Brasile e consolida il primato Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ITALCAM Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/2013
Fiat sbanca in Brasile e consolida il primato Fiat ha chiuso il mese di maggio con un aumento delle immatricolazioni di auto nuove e veicoli commerciali leggeri in Brasile del 14,06%. Il titolo, che ieri ha guadagnato il 3,27%, oggi potrebbe beneficiare del segnale positivo che arriva dal colosso sudamericano. Il Lingotto, secondo quanto emerge dai da ti diffusi nella notte italiana dalla Fenabrave, la federazione dei concessionari brasiliani, ha immatricolato nel Paese sudamericano 67.846 autoveicoli leggeri, in crescita rispetto alle 59.484 unità del corrispondente mese del 2012. C onseguentemente, il gruppo torinese ha riscontrato un ulteriore aumento della quota di mercato dal 21,67% di un anno fa al 22,57% rafforzando la leadership ormai pluridecennale nel mercato brasiliano, visto che ha ampliato il vantaggio sulla Volkswagen. La casa di Wolfsburg ha infatti assistito a una contrazione della propria penetrazione dal 19,8% al 17,78% e ha subito il sorpasso di General Motors, salita al secondo posto della classifica delle vendite con una penetrazione del 17,9%, comunque in calo rispetto all 19,96% di un anno fa. Scorporando i dati per segmenti, Fiat mantiene il primo posto nella classifica delle vendite di auto passeggeri con 54.387 unità commercializzate, che si confrontano con le 45.949 di un anno fa, e una quota del 23,44% (21,91%). Anche nel segmento dei veicoli commerciali leggeri il Lingotto mantiene la leadership, pur registrando un calo delle performance, con 13.459 unità vendute e una quota del 19,62%, a fronte delle 13.535 unita' e del 20,91% di maggio 2012. Anche nei primi cinque mesi dell'anno Fiat conferma il primo posto sia nella classifica generale che in quella dei due segmenti davanti alla solita Volkswagen. Da inizio anno il Lingotto ha venduto sul mercato sudamericano 316.255 veicoli leggeri, in aumento dell'8,52% rispetto alle 286.520 unità del corrispondente periodo del 2011, per una quota in aumento al 22,51% dal 22,18% dei primi cinque mesi del 2011. Nelle auto passeggeri le immatricolazioni aumentano da 224.493 a 253.430 e la quota dal 22,46% al 23,27%, mentre nei veicoli commerciali salgono da 62.027 a 62.825 ma la penetrazione di mercato cala dal 21,22% al 19,90%. C omplessivamente il mercato brasiliano ha visto le vendite di maggio aumentare del 9,58% rispetto a maggio 2012 con 300.614 auto e veicoli commerciali leggeri commercializzati, ma calare del 5,07% rispetto allo scorso aprile.
Fonte: Milano Finanza V O LT A R
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EXTRA NOTICIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/13 13:56
04/06/13 13:56
Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Reuters
Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s
^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento. Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro)
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Título: Venda de motos tem queda de 7,59% no mês de maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MOTO.COM.BR Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Venda de motos tem queda de 7,59% no mês de maio 04 de Junho de 2013
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O segmento de duas rodas apresentou retração de 7,59% nas vendas em maio, segundo o relatório mensal da Fenabrave (federação das concessionárias). Foram 130.179 unidades comercializadas no último mês, contra 140.875 do mês de abril.
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Apenas particular
Comparando com o resultado de vendas de motos em maio deste ano, com o mesmo mês do ano passado, o resultado também foi negativo, houve queda de 13,15% em relação às 149.884 unidades comercializadas em maio de 2012. Com a queda nas vendas, o resultado do acumulado do ano segue em baixa. As vendas de motos tiveram queda de 14%. Foram 623.179 unidades comercializadas no período de janeiro a maio de 2013, contra 724.648 no mesmo período de 2012. Projeção Segundo as projeções da Fenabrave, o setor de duas rodas deve encerrar 2013 com 1.604.790 unidades comercializadas. Este número pode variar e esperamos um aumento nas vendas assim como houve no mês de abril. Com a chegada de novos modelos ao mercado brasileiro e também as novidades do Salão das Duas Rodas, é possível atingir esta previsão e quem sabe ultrapassar as expectativas.
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Comentários ( 2 ) Old Rider -
Yamaha TT R 230 2010
postado em:04/06/2013, 21:06:04
denuncie este comentário postado em:04/06/2013, 16:05:33
AS VENDAS VAO CAIR MAIS AINDA COM AS MOTOS CUSTANDO 200% A MAIS QUE FORA DO BRASIL,SO BRASILEIRO OTARIO PAGA ESSE ABSURDO. denuncie este comentário
Comente Para comentar é necessário autenticar, clique aqui! Nome: Email: Comentário:
Honda Pop 100 2012
R$ 3.950,00
Tomara que caia mesmo, assim o preço da moto cai e eu troco a minha! Há yé yé... pegadinha do mallandro!
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Título: Vendas de maio crescem na comparação com um ano atrás; Fiesta vai bem Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: UOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Vendas de maio crescem na comparação com um ano atrás; Fiesta vai bem Do UOL, em São Paulo (SP) 04/06/2013
13h53
As vendas de automóveis e comerciais leves caíram 5,07% em maio em relação a abril, informou nesta segunda-feira (3) a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, houve alta de 9,58% nos emplacamentos. Foi justamente no final de maio de 2012 que o governo adotou medidas de estímulo ao mercado (http://economia.uol.com.br/ultimasnoticias/redacao/2012/05/21/governo-zera-ipi-de-carro-10-e-da-mais-prazo-parafinanciar.jhtm), como a de dar desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Desde então, o mercado vem numa crescente. POR MARCAS
RELATÓRIO COMPLETO
Entre as fabricantes, o destaque do Clique aqui para ver os dados de mês é a troca de posições no pódio, emplacamentos do mês de abril entre Volkswagen e Chevrolet. A (http://download.uol.com.br/carros/fenabrave_maio_2013.pdf) empresa norte-americana assumiu a segunda posição, com 17,9%, enquanto a alemã ficou na terceira, com 17,78%. A Fiat continua na liderança, com 22,57%. Outra novidade é a retomada da Hyundai sobre a Renault, que havia ultrapassado a marca coreana em abril (http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/02/abriltem-recorde-historico-de-vendas-renault-retoma-5-colocacao.htm). A Hyundai alcançou 6,35% de market share, enquanto a francesa ficou com 6,02%. No acumulado do ano a Hyundai é a quinta colocada, com 5,95%, e a Renault é a sexta, com 5,84%.
Ford Fiesta apareceu na quarta colocação do ranking dos carros mais vendidos de maio
ARRANCADA DE FIESTA Quem surpreendeu em maio foi o Ford Fiesta, que voltou a aparecer com força (subiu 27%) no ranking de mais vendidos, em 4º lugar. O número inclui a soma do modelo Fiesta Rocam, de plataforma antiga, e do New Fiesta, agora produzido na fábrica da marca em São Bernardo do Campo (SP) (http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/04/21/ford-new-fiesta-15-parte-de-r38990-e-16-de-r-45490.htm).
As medalhas de ouro e prata continuam com Volkswagen Gol (inclui G4) e Fiat Uno (inclui Mille), respectivamente. Em maio, foi o Fiat Palio que ficou com a de bronze. Chevrolet Onix e Hyundai HB20, que rondavam as primeiras colocações nos últimos meses, ficaram em 8º e 9º, respectivamente. Veja a lista com o Top 10 de maio: 1º) Volkswagen Gol/Gol G4 -- 19.955 unidades 2º) Fiat Uno/Mille -- 18.352 unidades 3º) Fiat Palio/Palio Fire -- 15.474 unidades 4º) Ford Fiesta/New Fiesta -- 11.395 unidades 5º) Fiat Strada -- 11.083 unidades 6º) Fiat Siena/Grand Siena -- 10.748 unidades 7º) Volkswagen Fox/CrossFox -- 10.627 unidades 8º) Chevrolet Onix -- 10.184 unidades 9º) Hyundai HB20 -- 9.632 unidades 10º) Volkswagen Voyage -- 8.349 unidades VENDAS GERAIS Incluindo caminhões, ônibus, motocicletas e demais equipamentos automotores, o número total de vendas em março sobe para 460.194 veículos. Os setores de motos e de pesados também sofreram quedas, mas seus números se mostraram melhores que os de 2012. A Fenabrave projeta para este ano a venda de 3.754.357 automóveis e comerciais leves (ante 3.634.421 do ano passado).
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Título: Mercado cresce 10% e bate recorde em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GENTE & MERCADO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Quarta-feira, 5 de Junho de2013 8:21:27 Home
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4 de junho de 2013
MERCADO CRESCE 10% E BATE RECORDE EM MAIO
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Balanço divulgado nesta segunda-feira, 3m pela Fenabrave – a entidade que abriga as concessionárias de veículos – confirmou que as vendas da indústria automobilística seguem aquecidas. No mês passado, o setor registrou o melhor maio da história nos emplacamentos de carros, enquanto o setor de caminhões manteve-se na trajetória de recuperação. No total, os brasileiros compraram 316,2 mil veículos em maio, entre automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus. O volume ficou 10% acima do desempenho de um ano antes, quando foram vendidas 287,4 mil unidades. Em relação a abril, houve queda de 5,2% nos licenciamentos, mas essa comparação é comprometida pelo calendário desfavorável, já que maio, por conta de dois feriados, teve um dia útil a menos de venda. O desempenho leva as vendas no acumulado dos cinco primeiros meses do ano para 1,48 milhão de veículos, um crescimento de 8,6%, praticamente o dobro da meta traçada pela indústria para o ano: de alta na faixa de 3,5% a 4,5%. No ranking das marcas, a novidade foi a General Motors (GM), que, com a renovação de seu portfólio, superou a Volkswagen e fechou maio com a segunda colocação nas vendas, respondendo por 17,9% do mercado. A Volks teve 17,8% do total emplacado no mês passado e ficou na terceira posição, embora esteja à frente de sua concorrente de origem americana no acumulado do ano. A Fiat manteve-se com folga na liderança, respondendo por 22,6% das vendas em maio. No embalo do sucesso do HB20 – quarto carro mais vendido do país -, a Hyundai voltou à quinta colocação, mordendo uma fatia de 6,3% do mercado.
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: WEBMINAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Economia - Notícia Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE MAIS LIDAS Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo.
1 - Governo cria rede de inovação tecnológica para a agropecuária 2 - Agência Nacional do Petróleo anuncia aumento de 3,8% na produção nacional de petróleo em abril 3 - Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE
O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. Agência Brasil 04/06/2013 - 14:22
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está se recuperando, diz gerente do IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ECONOMIA SC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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'Ainda é cedo para dizer que indústria está se recuperando', diz gerente 04.06.2013 | 15:35
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, disse o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. "No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não", destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%).
Gerente do IBGE André Macedo acredita que a redução de taxas de juros para financiamento ajudou no aumento de investimentos. Foto: Divulgação
Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. "Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial". (Agência Brasil)
Título: IBGE: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: IPARAIBA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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IBGE: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação Anúncios Google
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Publicado em 04/06/2013, às 13h58
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Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo.
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“No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo.
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O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. Agência Brasil
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04/06/2013 14h
Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Agência Brasil
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
Título: IBGE: ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MONITOR MERCANTIL ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André M acedo. - No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma idéia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não - destacou M acedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo M acedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. - M as o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial.
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Título: IBGE: ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CORREIO BRAZILIENSE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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IBGE: ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação segundo o gerente da Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo Agência Brasil Publicação: 04/06/2013 14:03 Atualização: Rio de Janeiro – Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Leia mais notícias em Economia Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
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Título: IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PIONEIRO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Pioneiro Bom caminho 04/06/2013 | 14h09
IPI menor fez crescer produção industrial, avalia IBGE Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março
Melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria Foto: Antônio Pacheco / Agencia RBS
A produção de automóveis no mês abril foi favorecida pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, avaliou nesta terça-feira o gerente da coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Em abril, a produção de automotores cresceu 8,2% em relação a março. Foi a maior alta desde março de 2012 (10,6%).
Também pesou sobre o resultado a melhora da produção de autopeças, que acabou impulsionando todo o setor. Macedo ressalta ainda que a melhora do setor automotivo puxa outros segmentos e por isso tem a capacidade de influenciar positivamente uma grande parcela da indústria.
Comparado a abril de 2012, os veículos automotores ocupam a primeira colocação entre as principais altas da indústria, com crescimento de 23,9%. Segundo Macedo, a produção industrial de abril revela um cenário positivo no setor, mas é necessário aguardar o resultado do próximo mês para afirmar que a indústria entrou definitivamente em recuperação.
Macedo destaca que alguns dados prévios sobre o comportamento do setor comprometem as expectativas para maio, como a sondagem da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) e os dados de vendas de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
– Até abril, me parece um quadro muito bom para a produção da indústria. Até março, a gente não conseguia visualizar com clareza esse saldo positivo. Mas o que tem de indicador antecedente para maio nos faz ter cautela com o que esperar para maio. Mas os dados de maio
darão uma ideia melhor de como caminhará a indústria daqui para frente – afirmou.
AGÊNCIA ESTADO
Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MIDIA MAX NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE 04/06/2013 13:46
Agência Brasil/TL
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CANAL EXECUTIVO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em recuperação, avalia IBGE 04-06-2013 Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. (Agência Brasil)
Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CLICABRASILIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Fonte: Agência Brasil
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação terça, 04 de junho de 2013 • 14:35
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INDÚSTRIA 04/06/2013 - 14h22min
Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Agência Brasil Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. "No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não", destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. "Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial".
Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ADMINISTRADORES Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira, Reuters, 4 de junho de 2013 Tweet
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RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota.
Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2 por cento, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9 por cento) e alimentos (4,8 por cento). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9 por cento. Apesar do bom desempenho, os especialistas aguardam a divulgação, na quinta-feira, dos dados de maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril
estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro)
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Título: Motos: setor volta a registrar queda em maio MÁRIO CURCIO, AB Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTOMOTIVE BUSINESS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/2013 | 16h07
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Motos: setor volta a registrar queda em maio Retração ante abril foi de 7,6%; média diária de emplacamentos baixou de 6,4 mil para 6,2 mil MÁRIO C URC IO, AB O segmento de motos teve em maio 130.179emplacamentos, com média diária de 6,2 mil unidades, e voltou a apresentar retração. Na comparação com abril, com 140.875 unidades, a queda foi de 7,6%. Naquele mês, a média diária de motos zero-quilômetro lacradas foi de 6,4 mil unidades. Os números foram divulgados pela Fenabrave, entidade que reúne as associações de concessionários. No confronto com maio de 2012, quando 149.881 novas motos chegaram às ruas, a queda foi de 13,1%. Para Francisco Mendes, da consultoria Autoanálise, o desempenho de maio ficou próximo ao estimado por causa do menor número de dias úteis e pelo fato de o último dia do mês ter caído no meio de um feriado prolongado. “Só esse fato já explica uma diferença de 4,5%”, diz. De acordo com o consultor, um segundo semestre melhor que o de 2012 ainda é esperado, com média diária em torno de 6,5 mil emplacamentos. De janeiro a maio, a líder Honda, que detém 80,6% do mercado, teve 502.399 unidades emplacadas. Desse total, 145.358 eram do modelo urbano C G 150. A Yamaha mantém o segundo lugar, com 10,5% de participação e 65.209 unidades emplacadas. Do modelo mais vendido da marca, a também urbana YBR 125 Factor, 31.402 unidades zero-quilômetro foram lacradas nestes cinco meses.
Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DCI ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Indústria 04/06/2013 - 16h19
Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE RIO DE JANEIRO - O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%)... Agência Brasil foto: Reprodução
RIO DE JANEIRO - Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo.
O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo sobre a volatilidade da confiança do setor e os de recuperação, avalia IBGE. da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
Título: Conheça o ranking dos 10 carros e as 10 motos mais vendidos em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BEM PARANÁ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Foi divulgado o novo ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) com os carros mais vendidos no mês de maio. O Volkswagen Gol segue na liderança do ranking nacional, com 19.955 emplacamentos em maio. Fiat Uno (18.352) e Fiat Palio (15.474) mantiveram a segunda e terceira posições. O Hyundai HB20, lançado em outubro passado, caiu da 4ª para a 9ª posição no mês, mas é o 4º colocado no acumulado anual. Destaque para o Ford Fiesta (somadas as vendas do New Fiesta
1 milhão
Entre as motos, a Honda CG 150, com 31.432 emplacamentos, segue na liderança. IMPRIMIR
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: NE 10 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Publicado em 04.06.2013, às 14h33 Tweet
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Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”. Fonte: Agência Brasil
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Título: IBGE: é cedo para dizer que indústria se recupera Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PORTAL MÓVEIS DE VALOR ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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IBGE: é cedo para dizer que indústria se recupera 04/06/2013 16h09 Por Danie la Maccio, de C uritiba (PR )
Mesmo com o crescimento pelo segundo mês consecutivo, é preciso aguardar informações futuras
Segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo, mesmo com o aumento da produção industrial, pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor industrial inicia um processo de recuperação. Ele explica que apesar do saldo positivo para o setor industrial que aconteceu no mês de abril, algo que não se via no passado recente da indústria, ainda é preciso aguardar informações futuras para se ter uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não. André Macedo também ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril em relação a março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo o técnico do IBGE, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. Porém, Macedo explica que o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial.
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Workshop de capacitação para o mercado europeu P or P aula Bianc hi, de C uritiba (P R)
Empresários do setor de móveis de Alta Floresta (MT) serão capacitados para o mercado internacional
04/06/2013 12h44
Varejo começa a reagir no segundo semestre P or D aniela M ac c io, de C uritiba (P R)
Economista da CNC prevê melhora no varejo e diminuição da inflação
04/06/2013 11h10
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O setor de móveis registrou alta bem maior, principalmente quando comparada com abril de 2012
03/06/2013 13h38
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03/06/2013 12h55
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Estão expostas 32 fotos de temas e fatos que marcaram a história do munícipio
03/06/2013 10h29
Itatiaia inaugura fábrica no Espírito Santo P or I nalva C ors i, de Sooretama (E S)
Localizada em Sooretama, esta é a primeira unidade da empresa fora de Minas Gerais
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: POP Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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POP News / economia Home > POP News > Economia > Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril
04/06/2013 - 13:49h
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Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 4 Jun (Reuters) - A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a últimas atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terça-feira o economista do IBGE André Macedo.
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maio sobre produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea. "A esperada recuperação mais pronunciada da indústria pode acontecer no segundo trimestre. Mas ainda é preciso entender o setor de veículos no mês de maio. (O dado da Anfavea) pode ser um indicador sobre se esse aumento é sustentável ao longo do segundo trimestre", avaliou o economista da XP Investimentos Daniel Cunha. Segundo a associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves subiram 9,6 por cento em maio sobre o mesmo período do ano passado, mas caíram 5,1 por cento na comparação mensal. Já as vendas de caminhões cresceram 18 por cento sobre maio de 2012 e apresentaram recuo de 9,5 por cento sobre abril. O IBGE informou ainda que, na ponta oposta, entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9 por cento) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5 por cento), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5 e 0,6 por cento, respectivamente. Na contabilidade do Produto Interno Bruto, a indústria teve uma retração de 0,3 por cento no primeiro trimestre, colaborando para o fraco crescimento de apenas 0,6 por cento do PIB em geral no período. O movimento consolidou as apostas de que a economia brasileira irá crescer menos de 3 por cento neste ano. Na pesquisa Focus do Banco Central, economistas esperam expansão de 2,77 por cento do PIB, com a produção industrial crescendo 2,5 por cento. (Reportagem adicional de Walter Brandimarte, no Rio de Janeiro)
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Título: Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PANORAMA BRASIL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Ainda é cedo para dizer que indústria está em processo de recuperação, avalia IBGE Técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março
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RIO DE JANEIRO Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
Título: IBGE: indústria ainda não se recuperou Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EBAND Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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IBGE: indústria ainda não se recuperou Apesar do aumento da produção industrial pelo 2º mês consecutivo, é preciso aguardar informações futuras para ver se será consistente Da Agência Brasil
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Veja também Nível de poupanç a c ai no 1º t rimes t re do ano IB GE : homens ainda lideram ac es s o à int ernet FGV : prévia da c onfianç a da indús t ria aument a P roduç ão indus t rial avanç a 1, 8% em abril
Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), André Macedo. “No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma
forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da FGV (Fundação Getulio Vargas) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
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Título: Emplacamentos caem em maio, mas mantém crescimento no acumulado do ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SEGS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04 Jun
Emplacamentos caem em maio, mas mantém crescimento no acumulado do ano
DANIELA FIGUEIRA NOTÍCIAS - VEÍCULOS 0
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Os emplacamentos do setor automotivo (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros como carretinhas), apresentou crescimento de 1,12% na comparação do acumulado de janeiro a maio de 2013 com o mesmo período de 2012, saltando de 2.170.572 unidades para 2.146.535, segundo dados divulgados pela Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa cerca de 7 mil Concessionários de Veículos no Brasil. Já na comparação entre os meses de maio e abril, o setor retraiu 6,03%. Foram emplacados 460.194 em maio, contra 489.704 em abril/13. Com 21 dias úteis e dois feriados, o mês de maio também apresentou queda de 5,07% para os segmentos de automóveis e comerciais leves. Foram emplacadas 300.614 no mês passado, contra 316.685 em abril. A média de vendas diárias, em maio, foi menor que a registrada em abril. Foram 11.049 mil unidades vendidas diariamente, em média, no quinto mês do ano, contra 11.173 mil em abril. Já no acumulado, os segmentos apresentaram crescimento de 8,77%. Foram emplacadas 1.404.925 unidades nos cinco primeiros meses do ano, contra 1.291.677 no mesmo período de 2012. “O mercado está estável, e essa queda nos emplacamentos no mês de maio pode ser atribuída ao menor número de dias úteis em relação a abril. Isso sem contar que tivemos dois feriados no mês, o que também influencia, negativamente, os dias de venda nas pontes dos feriados”, explicou o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. A entidade não reavaliou as projeções para o ano, o que deve ser feito apenas no início de julho, quando divulgará os resultados do primeiro semestre. Confira, abaixo, o desempenho de cada segmento: Automóveis e Comerciais Leves: O volume de vendas de automóveis e comerciais leves caiu 5,07 % em maio. Foram emplacadas 300.614 unidades neste mês, contra 316.685 em abril. Na comparação com maio/2012 (274.334 unidades), os segmentos registraram 9,58% de crescimento. No acumulado do ano, também houve aumento de 8,77%. Foram comercializadas, nos primeiros cinco meses do ano, 1.404.925 unidades, contra 1.291.677 no mesmo período de 2012. Caminhões: Os emplacamentos de caminhões apresentou queda de 9,52% na comparação com abril. Foram licenciadas 12.714 unidades em maio, contra 14.052 caminhões no mês anterior. Na comparação com maio de 2012, quando foram negociadas 10.792 unidades, o setor registrou crescimento de 17,81%. No acumulado do ano, o crescimento foi de 4,12% contra igual período de 2012. O segmento de ônibus apresentou queda de 3,21% no mês de maio. Foram emplacadas 2.897 unidades, contra 2.993 em abril. Na comparação com o mesmo período de 2012 (2.321 unidades), o segmento cresceu 24,82%. Já no acumulado, o segmento de ônibus registrou alta de 8,97% entre 2013 e 2012. Somados, os segmentos de caminhões e ônibus retraíram 8,41%, no comparativo entre abril e maio. Já na comparação com maio de 2012, registraram crescimento de 19,05%. No acumulado, houve alta de 4,99% para os dois setores.
Motos: O segmento de duas rodas apresentou retração de 7,59% em maio, no comparativo com mês anterior. Foram emplacadas 130.179 unidades, contra 140.875 motos em abril. Em relação a maio de 2012 (149.884), este setor também teve queda 13,15% e, no acumulado, a retração chegou a 14%. Implementos Rodoviários: Foram vendidas 5.300 unidades em maio, contra 6.240 em abril, numa queda de 15,06%. Em relação a maio do ano passado (4.720 unidades), o segmento cresceu 12,29% em unidades emplacadas, chegando a um aumento de 23,48% no acumulado de 2013 contra igual período de 2012. Outros Veículos – As vendas de outros veículos, como carretinhas para transporte de motos, etc, também apresentaram redução em maio. Foram comercializadas 8.490 unidades em maio contra 8.859 em abril. Nos primeiros cinco meses deste ano, o segmento somou 40.908 unidades, contra 37.205 no mesmo período de 2012, numa evolução de 9,95%. Mais informações: MCE- Mazzuchini Comunicação e Eventos S/C Ltda. Contatos: Rita Mazzuchini (Mtb 22128), ou Daniela Figueira E-mails: r...@mcepress.com.br; dani...@fenabrave.org.br Tel: (11) 5582-0049 ou 2577-6533
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Título: CHEVROLET ULTRAPASSA VOLKSWAGEN NAS VENDAS DE MAIO Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTO ESPORTE ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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CHEVROLET ULTRAPASSA VOLKSW AGEN NAS VENDAS DE MAIO Enquando Chevrolet Onix cresce nas vendas, Volkswagen Gol sofre, em maio, queda de 7,53% na comparação com abril
por REDAÇÃO AUTOEPORTE Tweet
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04/06/2013 17h44 - atualizado às 17h54 em 04/06/2013
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CHEVROLET ONIX 1.0 X VW GOL 1.0 (FOTO: FABIO ARO)
Chevrolet ultrapassou a Volkswagen nas vendas do mês de março. De acordo com relatório publicado pela associação de revendedores Fenabrave, a marca norte-americana emplacou 53.815 veículos no período contra 53.440 unidades emplacadas pela montadora alemã. Em termos de participação de mercado, a GM detém uma fatia de 17,90% contra 17,78% da Volks.
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ONIX VS GOL: QUEM LEVA A MELHOR?
Estes números posicionam GM e VW como a segunda e terceira maior montadora do país. A Fiat se manteve na liderança, com 67.846 veículos emplacados. O resultado favorável para a GM é reflexo do bom desempenho da dupla Onix e Prisma. Rival declarado do Gol,
o compacto da Chevrolet emplacou 10.184 unidades em maio, ocupando a sétima colocação no ranking de mais vendidos. A cifra representa uma alta de 8% frente às vendas de abril, quando o hatch vendeu 9.428. Já o Gol, embora continue líder com 19.955 unidades emplacadas, sofreu uma queda de 7,53% nas vendas de maio. O sedã Prisma também registrou alta no mês. Foram 5.337 unidades vendidas em maio perante 5.176 unidades emplacadas em abril. Veja o Top 5 de marcas em maio: 1º FIAT 67.846 2º GM 53.815 3º VW 53.440 4º FORD 27.541 5º HYUNDAI 19.091
Título: Indústria avança com ajuda de IPI Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ZERO HORA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 05/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Olá, Francisc... Alterar Cadastro | Efetuar Logoff 05 de junho de 2013 | N° 17453
BUSCANDO RITMO
Indústria avança com ajuda de IPI Especialista do IBGE avalia que ainda não dá para garantir que setor está em recuperação Influenciada pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior, a produção industrial av ançou em abril. Contudo, é necessário aguardar os resultados do próx imo mês para saber se o setor entrou definitiv amente em recuperação. Foi o segundo aumento mensal seguido. Em abril, foi de 1 ,8% em relação a março, pux ado principalmente pelos bens de capital – produção de máquinas e equipamentos. – No mês de abril, tem-se um saldo positiv o para o setor industrial, algo que não se v ia no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse mov imento v ai se dar de uma forma consistente ou não – ex plicou André Macedo, gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na av aliação do desempenho da indústria, sobretudo, dev ido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio V argas (FGV ) sobre a v olatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de V eículos Automotores (Fenabrav e), que apontaram redução de v endas de v eículos em maio – de 5,25%. Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos inv estimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutiv o, foram as medidas adotadas pelo gov erno, com redução de tax as de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. – Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operav a em momentos anteriores, como o caso de maio de 201 1 , patamar recorde do setor industrial – lembra Macedo. Para a Tendências Consultoria, a recuperação da produção industrial ao longo de 201 3 dev e ocorrer em ritmo moderado, como sugerem “sinais dos indicadores de confiança”. Mesmo diante de um resultado mais forte que o esperado em abril, a consultoria mantev e a projeção para o ano de crescimento de 2,3%. De janeiro a abril, a ex pansão foi de 1 ,6%.
Título: Mercado cresce 10% e bate recorde em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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4/6/2013
Mercado cresce 10% e bate recorde em maio Economia
Por Eduardo Laguna | De São Paulo Balanço divulgado ontem pela Fenabrave - a entidade que abriga as concessionárias de veículos confirmou que as vendas da indústria automobilística seguem aquecidas. No mês passado, o setor registrou o melhor maio da história nos emplacamentos de carros, enquanto o setor de caminhões manteve-se na trajetória de recuperação.
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No total, os brasileiros compraram 316,2 mil veículos em maio, entre automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus. O volume ficou 10% acima do desempenho de um ano antes, quando foram vendidas 287,4 mil unidades. Em relação a abril, houve queda de 5,2% nos licenciamentos, mas essa comparação é comprometida pelo calendário desfavorável, já que maio, por conta de dois feriados, teve um dia útil a menos de venda. O desempenho leva as vendas no acumulado dos cinco primeiros meses do ano para 1,48 milhão de veículos, um crescimento de 8,6%, praticamente o dobro da meta traçada pela indústria para o ano: de alta na faixa de 3,5% a 4,5%. Mas analistas observam que essa evolução foi, até aqui, obtida sobre uma base de comparação fraca, referente a um período no qual as vendas não tinham o estímulo da redução nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A partir deste mês, a tendência é de menor ritmo de crescimento. Alguns especialistas ainda apostam numa estagnação, ou mesmo queda, do mercado até o fim do ano. C onsiderando apenas o segmento de carros de passeio e utilitários leves - beneficiado pelos descontos no IPI -, as vendas somaram 300,6 mil unidades no mês passado, levemente acima das 300,5 mil unidades de igual mês de 2011, que era, até então, o melhor maio da história. Na comparação com igual período do ano passado, as vendas de carros subiram 9,6%. Já em relação ao mês anterior - o melhor abril de todos os tempos para as montadoras -, houve queda de 5,1%. No ranking das marcas, a novidade foi a General Motors (GM), que, com a renovação de seu portfólio, superou a Volkswagen e fechou maio com a segunda colocação nas vendas, respondendo por 17,9% do mercado. A Volks teve 17,8% do total emplacado no mês passado e ficou na terceira posição, embora esteja à frente de sua concorrente de origem americana no acumulado do ano. A Fiat manteve-se com folga na liderança, respondendo por 22,6% das vendas em maio. No embalo do sucesso do HB20 - quarto carro mais vendido do país -, a Hyundai voltou à quinta colocação, mordendo uma fatia de 6,3% do mercado. O levantamento da Fenabrave mostra ainda que foram vendidos 12,7 mil caminhões no mês passado, uma alta de 17,8% na comparação anual. Entre janeiro e maio, as vendas desse veículo pesado atingiram 61,3 mil unidades, o que configura um crescimento de 4,1% em relação ao mesmo período de 2012, quando o setor sentiu o baque da introdução de uma nova tecnologia de motor, que tornou os caminhões menos poluentes, porém até 15% mais caros. A Volkswagen segue como a marca de caminhões mais vendida neste ano, com 27% dos emplacamentos no acumulado até maio. Na sequência, aparece a Mercedes-Benz, dona de 25% do mercado. A Fenabrave também reportou uma queda de 13,1% das vendas de motos no mês passado, comparativamente a igual período de 2012. No total, foram licenciadas 130,2 mil motocicletas em maio, 7,6% abaixo do volume negociado em abril. Por Valor Econômico - SP - Eduardo Laguna
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Título: Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BRASÍLIA EM TEMPO REAL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Política
04/06/2013 17h30m Deu na Reuters
Produção industrial no Brasil surpreende e sobe 1,8% em abril
A produção industrial brasileira subiu 1,8 por cento em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Mas, apesar do cenário melhor, analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4 por cento, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. Pesquisa da Reuters apontava crescimento de 1 por cento sobre março e 7,20 por cento na base anual. "Tivemos em abril com produção espalhada... foi extremamente positivo, mas dado nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria", disse nesta terçafeira o economista do IBGE André Macedo. A categoria Bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, segundo o IBGE, com alta de 3,2 por cento, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5 por cento no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, quando comparado com março, com destaque para Bens de consumo, com alta de 1,8 por cento. "Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8 por cento, depois de recuar 2,4 por cento em fevereiro e subir 2,7 por cento em janeiro, segundo dados do IBGE. O diretor de Pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, dá mais munição para a cautela sobre a retomada. "Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5 por cento na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo", disse Barros em nota.
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Título: Fenabrave: Vendas sobem 9,58% em maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ICARROS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Fenabrave: Vendas sobem 9,58% em maio Dados da Fenabrave apontam crescimento com relação ao mesmo período do ano passado. Entre as marcas, GM ultrapassa VW 04/06/2013 - Redação (Fotos: Divulgação) / Fonte: iCarros
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As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 300.614 unidades em maio, uma alta de 9,58% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram emplacados 274.334 veículos. Os dados são do relatório mensal da Fenabrave (Federação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores). Entre os modelos, a liderança permanece com o Volkswagen Gol, que registrou 19.955 emplacamentos no último mês. As demais posições permanecem as mesmas: Fiat Uno com 18.352, Fiat Palio com 15.474 e Ford Fiesta (somando os modelos Rocam e New Fiesta) com 11.395. A picape Fiat Strada aparece em quinto lugar, com 11.083 unidades vendidas. GM agora é vice-líder - A Fiat permanece líder entre as marcas, com uma fatia de 22,57% do mercado, vendendo 67.846 unidades no mês passado, número que inclui automóveis e comerciais leves. A surpresa fica por conta da GM, que passou a VW e registrou 53.815 emplacamentos (17,90%), contra 53.440 da VW (17,78%). compartilhe esta matéria:
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Título: Ranking de vendas em MS mostra liderança do Fiat Uno, GM S10 e Honda Biz Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SHOP CAR NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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04/06/13 - 16:57
Ranking de vendas em MS mostra liderança do Fiat Uno, GM S10 e Honda Biz Mário Salgado, colaboração Rodrigo Domingos - Fotos: Arquivo
FOTO DA MATÉRIA
O mercado regional de veículos é realmente diferente em cada Estado do Páis. Aqui em Mato Grosso do Sul o ranking de vendas tem líderes diferentes em cada segmento e algumas peculiaridades, que vamos mostrar abaixo. Os dados são da Fenabrave/MS (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, regional Mato Grosso do Sul) e análisamos juntamente com nosso colaborador Rodrigo Domingos. Vale ressaltar que analisando os dados nacionais, o mercado recuou 5,07% na comparação de maio com abril deste ano. Autos
Enquanto nacionalmente, o Vw Gol/Gol G4 ainda é o campeão de vendas (19.955 unid), por aqui o Fiat Uno/Mille é o vencedor do segmento de Autos com 358 unidades. O Gol por aqui fica com a segunda posição, seguido de longe pelo Vw Voyage. Confira nas imagens que ilustram os dados oficiais. Vale ressaltar que o Fiat Uno lidera o mercado de Autos em MS graças às vendas do Mille também
No segmento de sedãs médios, o Honda Civic tirou o Toyota Corolla do 1º lugar. Já entre os compactos premium, o Peugeot 208 se estabilizou com boas vendas, vendendo quantidade próxima do seu irmão C3. Ford Fusion e BMW 320i continuam com vendas em alta demonstrando a receptividade do mercado as novas gerações e versões. Foi registrado também o retorno nos registros de vendas do Ford New Fiesta, vindo do México, assim como a Hyundai retomou as importações do Sonata. Outro modelo que reagiu muito foi Citroën C4 Pallas, que está em um momento de promoções de queima de estoque para preparar a chegada do novo C4 Lounge. Ainda no segmento de Autos, vale ressaltar os carros que aparecem pela primeira vez no ranking e com uma unidade cada, como: Vw Passat CC, Mercedes-Benz CLS, Subaru Impreza, Smart Fortwo e Hyundai Sonata. Comerciais leves Nacionalmente, a Fiat Strada é campeã absoluta de vendas no segmento de comerciais leves. Mas por aqui a GM S10 mostrou sua força e desbancou a pequena da marca italiana. A picape média da Chevrolet desbancou também a forte Toyota Hilux. Isso pode ser reflexo das várias promoções das concessionárias do Estado. O Ford EcoSport se consolidou na liderança mantendo-se por mais um mês à frente do Renault Duster. Já os luxuosos da Land Rover aumentaram expressivamente suas vendas no Estado, resultado da nova concessionária do grupo Enzo (Jaguar Land Rover). Os recém lançados Dodge Durango e Toyota RAV4 emplacaram 3 unidades cada e o Honda CRV voltou a ter números expressivos com 13 unidades. Motos O segmento de motos ainda é liderado pela Honda. Entre as 10 primeiras posições, 8 são da marca. A Yamaha é a dona das outras duas posições. A Honda Biz é a campeã de vendas, com 521 unidades, muito mais que as 358 unidades do Fiat Uno/Mile entre os autos. Clique nas imagens e confira todos os dados das motocicletas. http://www.shopcarnews.com.br/view_artigo.htm?id=8807
Para ler mais matérias como essa www.shopcarnews.com.br
Título: Ainda é cedo para se falar em recuperação da indústria, diz gerente do IBGE Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INFO MONEY Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Ainda é cedo para se falar em recuperação da indústria, diz gerente do IBGE André Macedo destaca o saldo positivo para o setor em abril, mas afirma que é preciso aguardar informações futuras para mensurar a força deste movimento Por Agência Brasil |17h27 | 04-06-2013 RIO DE JANEIRO – Apesar do aumento da produção industrial pelo segundo mês consecutivo, registrado em abril, ainda é cedo para dizer que o setor inicia um processo de recuperação, segundo o gerente da Coordenação da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo.
“No mês de abril, tem-se um saldo positivo para o setor industrial, algo que não se via no passado recente da indústria, mas precisamos aguardar informações futuras para termos uma ideia se esse movimento vai se dar de uma forma consistente ou não”, destacou Macedo. O técnico do IBGE ressaltou que é preciso cautela na avaliação do desempenho da indústria em abril ante março (1,8%), sobretudo, devido a recentes indicadores, como os da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a volatilidade da confiança do setor e os da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que apontaram redução de vendas de veículos em maio (-5,25%). Segundo Macedo, as principais contribuições para o aumento nos investimentos em bens de capitais, que cresceram pelo quarto mês consecutivo, foram as medidas adotadas pelo governo, com redução de taxas de juros para financiamento, programas específicos para determinados segmentos, além de fatores conjunturais que afetaram a projeção de safra. “Mas o setor industrial ainda tem um espaço a percorrer para alcançar pontos que operava em momentos anteriores, como o caso de maio de 2011, patamar recorde do setor industrial”.
Título: Estrangeiros agora cobiçam mercado de lojas de carro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE S.PAULO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 05/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
05/06/2013 - 03h00
Estrangeiros agora cobiçam mercado de lojas de carro GABRIEL BALDOCCHI DE SÃO PAULO RICARDO RIBEIRO COLABORAÇÃO PARA A FOLHA Americanos, europeus e japoneses pretendem mostrar aos concessionários de veículos brasileiros como é possível depender menos do sobe e desce da venda de carros novos para aprimorar resultados através de serviços e dos usados. Depois da recente onda de investimentos das montadoras no Brasil, agora é a vez dos grupos de distribuição procurarem oportunidades no quarto maior mercado mundial do setor. Novos negócios devem acelerar entrada na Bolsa O americano Group 1, de capital aberto e 157 lojas, inaugurou a tendência neste ano ao comprar a rede de luxo nacional UAB, por cerca de R$ 300 milhões. A brasileira tem 18 unidades e fatura mais de R$ 1 bilhão ao ano. "Esse primeiro movimento do Group 1 é, provavelmente, o início de uma série de movimentos que vão acontecer", afirma o presidente da concorrente Eurobike, Henry Visconde. Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress
Visconde avançou em negociações com investidores americanos, mas a confusão sobre a alta do IPI (Imposto sobre Produtos Importados) para os importados atrapalhou o negócio. Ele não descarta, contudo, uma nova aproximação. Não são só o volume e o potencial de crescimento que atraem. Os estrangeiros enxergam espaço para profissionalizar a gestão das redes, consolidar o mercado e usar a experiência acumulada em serviços como a oficina e a venda de garantia estendida para ampliar ganhos. No Brasil, essa divisão representa 25% do resultado das redes, o resto provém da venda de carros novos. Nos Estados Unidos, os percentuais são invertidos em igual proporção. Em apresentação aos acionistas, o Group 1 também exibiu levantamento mostrando que cerca de 19% do mercado no Brasil está nas mãos de 15 principais grupos. americanos O maior apetite por oportunidades no Brasil tem origem nos EUA. Ao menos dois grupos americanos sondaram redes nacionais nos últimos meses, segundo apurou a Folha com empresários do setor no país. Investidores europeus e japoneses também se debruçaram sobre as finanças de lojas
Investidores europeus e japoneses também se debruçaram sobre as finanças de lojas nacionais. "O investimento em outros países faz parte de uma nova fase. Diferentes grupos estão interessados e já pesquisando possibilidades de adquirir redes em países em mercado que estão crescendo, inclusive no Brasil", afirma o presidente da associação de concessionárias dos EUA, David Westcott. No congresso americano do setor neste ano, o presidente da Fenabrave (associação das concessionárias), Flavio Meneghetti, apresentou projeções otimistas sobre o mercado nacional e convidou os grupos a investir no país. "Um importante grupo americano está investindo no país e esperamos que ele seja o primeiro de muitos. O Brasil ainda tem muito para crescer. Venham investir em nosso mercado", diz. Em 2012, os grupos de concessionárias de veículos americanos gastaram US$ 224 milhões em aquisições fora dos EUA, segundo levantamento da consultoria americana do do setor Presidio. A expectativa é de crescimento neste ano, apesar da previsão de bom desempenho nos EUA. Juca Varella/Folhapress
Clientes em uma concessionária da Renault em São Paulo comprada por uma rede dos EUA
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Título: Indústria brasileira eleva produção em 1,8% em abril Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GAZETA DO POVO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 05/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
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Indústria brasileira eleva produção em 1,8% em abril Apesar do cenário melhor, analistas preferem esperar as próximas pesquisas para afirmar que o setor realmente terá uma retomada no segundo semestre Publicado em 05/06/2013 | REUTERS
A produção industrial brasileira subiu 1,8% em abril frente a março, impulsionada sobretudo pelos bens de capital, ligados a investimentos, bem acima do esperado e marcando o segundo mês seguido de crescimento. Apesar do cenário melhor, os analistas ainda mantêm a cautela sobre se essa recuperação é sustentável, preferindo aguardar a divulgação de novos dados que possam dar mais indícios sobre a atividade no início do segundo trimestre. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com abril de 2012, a produção teve expansão de 8,4%, a maior desde agosto de 2010, beneficiada, entre outros fatores, pela base de comparação deprimida. “Tivemos em abril com produção espalhada. Foi extremamente positivo, mas, dado o nível de confiança do empresário e os dados da Fenabrave, precisamos ter cautela com o que se pode esperar sobre o futuro da indústria”, diz o economista do IBGE André Macedo. Em março, a produção industrial havia registrado alta mensal de 0,8%, depois de recuar 2,4% em fevereiro e subir 2,7% em janeiro, segundo dados do IBGE. Em abril, no geral, os analistas esperavam que a produção industrial avançasse algo em torno de 1% sobre março e 7,20% na base anual. “Para maio, as sondagens e os indicadores já conhecidos têm sugerido uma queda de 0,5% na margem, em linha com a volatilidade que temos observado no curto prazo”, diz o diretor de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros. A categoria de bens de capital foi a que apresentou maior variação mensal, com alta de 3,2%, quarto resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 15,5% no período. Segundo Macedo, as condições mais favoráveis de juros ajudam a melhorar esse cenário. As demais categorias de uso também mostraram avanço em abril, com destaque para bens de consumo, com alta de 1,8%. “Vemos sinais de melhora, mas ainda não se consolidou um quadro de retomada. O ritmo da indústria ainda parece muito incerto, e ainda é cedo para dizer se esse ritmo é sustentável”, disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani. Em abril, 17 dos 27 ramos de atividade apresentaram expansão mensal. Veículos automotores tiveram alta de 8,2% – influenciados pela manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um patamar inferior –, seguidos por máquinas e equipamentos (7,9%) e alimentos (4,8%). Na comparação com abril de 2012, o ramo de veículos automotores exerceu a maior influência positiva, com expansão de 23,9%. Os especialistas aguardam os dados de maio da produção de veículos pela associação das montadoras, Anfavea, para confirmar a tendência de retomada. Negativos Entre as atividades que mostraram retração mensal em abril estão bebidas (-5,9%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-6,5%), que reverteram as taxas positivas do mês anterior de 1,5% e 0,6%, respectivamente.
Título: O sobe e desce das vendas no mês de maio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MECÂNICA ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/06/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 05/06/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
FENA BRA VE | PUBLICA DA EM 2013-06-04 21:40:33 | REPORTA GEM MECÂ NICA ONLINE® & TA RCISIO DIA S | VISITA S: 5888
O sobe e desce das vendas no mês de maio Dados divulgados pela FENABRAVE relacionados ao mês de maio mostram crescimento do Ford Fiesta. O mês de maio mostra que o mercado de veículos novos continua aquecido. No acumulado de janeiro a maio de 2013 o número é recorde nas vendas. Mas como está o comportamento das vendas quando nos referimos aos modelos? A resposta é simples. Ter um único nome e dois modelos em produção pode ser a chave para ter uma melhor posição nesse ranking. É isso que acontece que a principal novidade do mês passado em vendas: o Ford Fiesta. Com o primeiro mês das vendas do New Fiesta, produzido agora no Brasil, em São Bernardo do Campo, mas com a manutenção das vendas também da geração anterior, produzida em Camaçari, na Bahia, foram ao todo 11.395 modelos comercializados. Na sua frente apenas o Volkswagen Gol G4 e G5 com 19.995 unidades comercializadas, Fiat Uno e Mille com 18.352 unidades e Fiat Palio com 15.474 emplacamentos. Fica evidente que ter dois modelos distintos, mas com mesmo código de registro do veículo, ou seja, mesmo nome na tabela da FENABRAVE, tem resultado. Dos 10 primeiros mais vendidos, apenas o Volkswagen Voyage, Fiat Strada e Chevrolet Onix possuem apenas um modelo - único - no mercado.
Veja o ranking dos cinquenta mais vendidos na figura abaixo.
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